El Corte Inglés Plus é um novo serviço que garante entregas gratuitas durante um ano

Mas não se aplica a artigos de puericultura pesada, TV’s, grandes electrodomésticos, móveis, máquinas de fitness e bicicletas.

El Corte Inglés Plus

Costumam fazer compras no site do El Corte Inglés, mas gostavam de não pagar os portes de envio? Pois bem, há um novo serviço que têm de conhecer. Chama-se El Corte Inglés Plus e, por 19,90€, garante entregas gratuitas nos pedidos online durante um ano.

Claro, não é assim tão linear e existem produtos que não se aplicam. Para já, e para usufruírem dos portes grátis, têm de fazer encomendas cujo valor seja superior a 19€. Ou seja, caso desejem comprar algo de valor inferior ou igual a 19€, não poderão usufruir desta oferta. Isto é algo que diz respeito às entregas standard.

Já para pedidos com entrega no próprio dia (a empresa consegue garanti-lo em Almada, Amadora, Cascais, Gaia, Gondomar, Lisboa, Loures, Maia, Matosinhos, Odivelas, Oeiras, Porto, Seixal, Sintra e Valongo), o valor de encomenda tem de ser superior a 40€. Finalmente, para pedidos de supermercado, o valor de encomenda tem de ser superior a 100€.

Que produtos posso encomendar?

Podem encomendar qualquer produto das categorias de Supermercado, Club del Gourmet, Moda e Acessórios, Perfumaria, Casa e Decoração, Tecnologia, Informática, Electrodomésticos, Desporto, Bebés, Livros, Brinquedos, Gaming e Papelaria. Ficam de fora artigos volumosos, nomeadamente artigos de puericultura pesada, TV’s, grandes electrodomésticos, móveis, máquinas de fitness e bicicletas.

Apesar da potencialidade deste serviço, podem não existir muitos motivos para a sua aquisição. Por exemplo, e sem que se tenha de pagar qualquer subscrição, é possível ter entregas gratuitas de produtos de supermercado em compras de valor igual ou superior a 140€. Já na secção de tecnologia, bem como noutras, é possível ter entregas grátis em compras de valor superior a 50€.

Até para móveis, sofás e produtos relacionados o El Corte Inglés oferece entregas gratuitas, desde que, nesse caso, o valor de compra seja superior a 500€.

Resumindo, este El Corte Inglés Plus é um serviço que só terá utilidade para casos muito específicos.

Clientes ActivoBank vão passar a validar os pagamentos online na app

A app será uma aliada para transações online rápidas e seguras.

activobank 3d secure

São clientes ActivoBank e já estão habituados a receber uma SMS com um código de confirmação cada vez que fazem um pagamento online? Pois bem, isso em breve irá mudar.

Num email enviado aos clientes, aquele banco diz que o sistema 3D Secure está a ser atualizado e passará a funcionar, apenas, através da app ActivoBank.

Durante o processo de transição, alguns comerciantes poderão manter a validação por SMS, mas, em breve, todos os pagamentos online serão validados na app.

Para isso, não se esqueçam de verificar se as notificações da aplicação estão ativas, não só na app em si, mas também nas permissões do vosso smartphone.

Futuramente, quando necessitarem de confirmar um pagamento online através da app, basta que façam o respetivo login e, depois, a validação do pagamento recorrendo ao código multicanal, sistema de impressão digital ou reconhecimento facial.

Os 10 melhores filmes de 2020

2020 foi, sem dúvida, um dos piores anos de sempre para o cinema. A pandemia global impactou negativamente os filmes um pouco por todo o mundo e o tema “ver em casa vs. experiência de cinema” nunca teve tantas pessoas a debatê-lo.

Os 10 melhores filmes de 2020

No entanto, este ano ainda ofereceu muitos filmes fantásticos. É só uma questão de saber onde procurar e não hesitar em dar uma chance a uma premissa não tão cativante que nos pode surpreender. Obviamente, blockbusters e/ou filmes de sagas são inevitavelmente menos do que em anos anteriores, mas os chamados filmes indie superaram todos os obstáculos, conseguindo chegar a milhares de casas ao longo dos últimos 12 meses.

Quando se trata de criar uma lista com os meus filmes favoritos de um determinado ano, raramente olho para as classificações como ajuda. Em vez disso, baseio-me noutros critérios: valor de repetição, entretenimento geral, o quão memorável é… A resposta para “o quanto desejo assistir a este filme novamente?” é, na maioria das vezes, o fator decisivo quando não consigo encontrar nenhum outro aspeto para me ajudar a tomar uma decisão final. Logo, não se surpreendam se observarem um filme com maior classificação debaixo de outro com menor.

Afinal de contas, é a MINHA lista. As MINHAS preferências pessoais em relação ao género, entretenimento e qualidade. O meu filme #1 não necessita obrigatoriamente de ser o melhor filme do ano. Pode ser simplesmente especial para mim e só esta razão é suficiente para garantir um lugar mais alto na minha lista do que outros filmes admitidamente “melhores”.

Então, funcionará assim… Primeiro, escrevo algumas menções honrosas (filmes que quase conseguiram entrar) e, finalmente, o meu Top 10 atual. Todos os filmes com uma crítica disponível contêm um link na imagem respetiva.

Aproveitem e lembrem-se: adoro todos os filmes que abordo aqui. Um filme ficar um lugar acima de outro não significa que seja melhor.

Menções honrosas

E agora… vamos então ao Top 10!

10. One Night in Miami

Possuindo um dos melhores elencos de 2020, One Night in Miami é uma obra magnífica de filmmaking e storytelling. Desde a estreia magistral de Regina King na realização até ao argumento adaptado instigante e hipnotizante de Kemp Powers, é difícil apontar quaisquer falhas num filme tão bem feito. O blocking e framing brilhantes de King mantêm todas as conversas interessantes e únicas, apesar da localização raramente mudar, ao passo que a narrativa de Powers encontra-se repleta de argumentos sobre direitos civis tão impactantes que a maioria das discussões continuam nos dias de hoje.

Kingsley Ben-Adir e Leslie Odom Jr. têm mais diálogos para brilhar do que Aldis Hodge e Eli Goree, mas todos entregam prestações fenomenais, especialmente Kingsley. O primeiro ato é um pouco rápido demais, mas possui muito entretenimento, e o resto do filme é surpreendentemente cativante até ao final. Pode parecer fortemente deprimente em momentos específicos, mas o objetivo é justamente convencer o público a refletir sobre a sociedade atual e o seu sistema socioeconómico.

Pessoalmente, não esperava que entrasse no meu Top 10 de 2020, mas cá estamos nós…

9. The Personal History of David Copperfield

The Personal History of David Copperfield é uma das obras semi-biográficas mais divertidas que alguma vez vi, assim como uma das surpresas mais agradáveis de 2020. É um daqueles filmes que nos deixa com um sorriso enorme, de orelha a orelha. Como espetador, assistir à viagem de David Copperfield para se tornar um escritor é tão cativante e divertido, não apenas devido ao argumento humorístico, mas principalmente porque é uma história incrivelmente honesta, emocional e genuína.

Apenas alguns minutos dentro e já tinha uma vontade imensa que David tivesse sucesso na vida. A minha ligação emocional com o protagonista era tão forte que não consegui evitar que algumas lágrimas caíssem no final.

Não se atrevam a perdê-lo!

8. Promising Young Woman

Promising Young Woman guarda uma das melhores estreias na cadeira de realização de sempre. Emerald Fennell entrega uma história fascinante e imprevisível que subverte impressionantemente o subgénero de vingança (de violação) ao abordar brilhantemente o comportamento tendencioso e de conformidade da nossa sociedade nestas situações sensíveis.

Apesar de algumas inconsistências ao nível do tom, a narrativa incrivelmente cativante não deixa ninguém indiferente, especialmente durante o terceiro ato impiedosamente chocante. Desde as escolhas de músicas pop estranhamente únicas ao aspeto colorido do filme, passando por uma edição impecável e uma cinematografia poderosa, todos os elementos técnicos possuem um impacto inquestionável no sucesso do filme, incluindo as escolhas inteligentes referentes ao elenco.

Carey Mulligan tanto consegue ser extremamente ameaçadora como muito engraçada, oferecendo a melhor prestação da sua carreira de uma protagonista totalmente desenvolvida com motivações emocionalmente ressoantes, mas também com um arco perigosamente elaborado que pode transmitir a mensagem errada para alguns espetadores.

Os últimos 10 minutos são… bem, terão de ver com os vossos próprios olhos. Um lugar bem merecido no meu Top10.

7. Tenet

Tenet possui, sem dúvida, uma narrativa incrivelmente complexa com um conceito temporal único demonstrado através de sequências de ação espetaculares, barulhentas, de fazer cair o queixo e muitíssimo práticas. Christopher Nolan é um realizador magnífico e um argumentista fascinante, mas tem que agradecer à sua equipa técnica por criar um blockbuster tão deslumbrante a nível visual.

Do trabalho de câmara entusiasmante de Hoyte van Hoytema à edição perfeita de Jennifer Lame, passando pela banda sonora poderosa de Ludwig Göransson e pela bela produção artística de Nathan Crowley, Tenet é um dos filmes mais alucinantes dos últimos anos.

6. The Trial of the Chicago 7

The Trial of the Chicago 7 é, sem dúvida, um dos melhores filmes do ano. A estrutura narrativa de Aaron Sorkin e o elenco brilhante são as duas razões principais pelas quais este filme é tão bem sucedido. O argumento de Sorkin é organizado de uma forma que mantém o espetador extraordinariamente cativado durante todo o tempo de execução, seguindo uma estrutura não-linear.

Manter o foco num único local é uma decisão excecional para um filme onde as palavras são a ação da história. Dentro do tribunal é onde todos os argumentos fascinantes ocorrem, nunca perdendo gás até ao final.

Talvez ler um pouco sobre os eventos reais de antemão ajude a uma eventual visualização, mas não leiam demasiado devido aos spoilers habituais.

5. The Invisible Man

The Invisible Man merece todo o hype que recebeu na altura. Leigh Whannell criou um filme de horror genuinamente assustador e repleto de suspense, baseado numa situação traumática da vida real que muitas pessoas, infelizmente, têm de enfrentar. Elisabeth Moss tem uma prestação emocionalmente poderosa, demonstrando todas as suas habilidades impressionantes enquanto atriz e que, provavelmente, serão ignoradas quando a época dos prémios surgir (o habitual bias contra o género de horror).

Não sou fã do final (é ligeiramente incoerente), visto que algumas decisões de personagens/narrativa são difíceis de acreditar e a mensagem final não parece ter a intenção que devia. No entanto, é um dos melhores filmes do ano, por isso, não percam!

4. Wolfwalkers

A Cartoon Saloon continua a provar que a animação 2D ainda é capaz de entregar histórias emocionalmente convincentes através de desenhos artísticos belos, únicos e artísticos. Wolfwalkers é um desses casos.

Apesar da narrativa genérica de Will Collins e das mensagens clichês, todos os detalhes são executados na perfeição, sem uma única falha a apontar. Excelente trabalho de voz de Honor Kneafsey e Eva Whittaker enquanto protagonistas, muito bem desenvolvidas e tremendamente cativantes. No entanto, é a banda sonora original de Bruno Coulais e do grupo Kíla que derrete o coração e provoca arrepios sempre que a volto a ouvir.

3. Palm Springs

Com a ajuda do realizador estreante (Max Barbakow), Andy Samberg e Cristin Milioti espalham a sua química extraordinária por toda a narrativa inovadora e original, escrita pelo também estreante Andy Siara. Este último é, sem dúvida, o principal responsável por este filme repleto de entretenimento puro.

Com um ritmo rápido e um equilíbrio perfeito do seu tom, Palm Springs diferencia-se dos outros filmes do género, mantendo-se longe de todos os clichês, fórmulas e estereótipos associados ao mesmo. J.K. Simmons também empresta o seu talento inegável… por que não? Quer sejam fãs de rom-coms ou não, definitivamente sugiro dar uma olhada neste. Não se vão desiludir!

2. Soul

Soul é tudo aquilo que desejava que fosse. Um clássico filme de animação da Pixar com o já tradicional terceiro ato a ser emocionalmente poderoso; uma banda sonora bonita, doce e provocadora de muitas lágrimas; e uma história relacionável, profunda e bem explorada sobre a nossa própria alma e o significado da vida.

Supera as barreiras do cinema, tornando-se uma fonte revitalizante da qual se pode retirar tanta energia importante. Funciona perfeitamente como uma reflexão sobre a vida e será uma motivação para todos começarem a realmente viver todos os momentos da mesma.

1. Sound of Metal

Sound of Metal surpreendeu-me genuinamente. O argumento requintado de Darius Marder e Abraham Marder é o destaque absoluto, estando ao mesmo nível do desempenho impressionante de Riz Ahmed. Sound of Metal tem uma história significativa e esclarecedora não só sobre a comunidade surda, mas também sobre aceitar as nossas limitações como algo que é parte de nós, em vez de considerarmos uma desvantagem.

Inúmeros detalhes técnicos de storytelling elevam este filme. Desde o uso (ou ausência) aparentemente simples, mas extremamente inteligente, de legendas para linguagem gestual, até diálogos emocionalmente convincentes, uma atmosfera incrivelmente realista cobre o filme durante todo o tempo de execução.

Não podia estar mais contente com este meu #1!

EMEL vai ter um sistema de monitorização de lugares de estacionamento de cargas e descargas

Para 650 lugares de estacionamento na via pública, reservados a operações de cargas e descargas, na zona compreendida entre a Baixa Lisboeta e o Campo Grande.

cargas e descargas

A EMEL lançou há uns dias um concurso público para fornecimento, instalação e manutenção de solução de monitorização de lugares de estacionamento dedicados a operações de cargas e descargas, ao abrigo do projeto C-ROADS PORTUGAL, cofinanciado através do programa europeu Mecanismo Interligar a Europa (MIE)/Connecting Europe Facility (CEF).

Este concurso, com um valor total de 370.000€, 50% dos quais financiado pelo CEF, visa encontrar um sistema que monitorize 650 lugares de estacionamento na via pública, reservados a operações de cargas e descargas, na zona compreendida entre a Baixa Lisboeta e o Campo Grande, e permita mapeá-los e detetar a respetiva disponibilidade (livre/ocupado) em tempo-real, tornando, assim, a circulação mais fluída nas ruas da cidade.

Os critérios de adjudicação têm em consideração, além do custo, o nível de abertura do sistema proposto (possibilitando a comunicação direta dos dados com a plataforma de monitorização da EMEL) e o grau de sofisticação do equipamento, nomeadamente se permite verificar o estado por frequência de comunicação independente (por exemplo Bluetooth), se dispõe de funcionalidade de selo temporal aquando da deteção de alteração de estado, se permite comunicação com outros dispositivos (smartphones, equipamentos de navegação automóvel ou chave a bordo para proxy de identificação de veículo estacionado) e se é compatível com grau de proteção IP69.

Recorde-se que, neste mês de dezembro, a empresa iniciou o processo de modernização da sinalização luminosa automática de atravessamento pedonal na cidade de Lisboa, com a instalação de óticas LED que dão a informação do tempo que as pessoas dispõem para atravessar, no âmbito do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela empresa para tornar a mobilidade urbana mais segura.

Estas óticas LED estão já colocadas e a funcionar na zona do Campo Grande, Benfica e eixo ribeirinho, prevendo-se que, até ao final de 2021, estejam instaladas 270 interseções nas vias principais da cidade com maior tráfego pedonal, sendo também dada prioridade à sinalização próxima de escolas e de estabelecimento de saúde, sendo o objetivo da EMEL alargar este sistema de atravessamento pedonal a toda a cidade.

O Início, solo de stand-up comedy de Rui Sinel de Cordes, chega à CordesFlix a 13 de fevereiro

A plataforma com os conteúdos do conhecido humorista estreou no dia de Natal e já está a fazer sucesso.

O Início - Rui Sinel de Cordes

Foi no passado dia 18 de dezembro, aquando da sua presença no podcast Maluco Beleza, de Rui Unas, que Rui Sinel de Cordes apresentou em primeira mão um novo projeto: CordesFlix, uma plataforma de streaming dedicada ao seu trabalho que arrancou no passado dia 25 de dezembro.

Nesta serviço, que engloba os espetáculos que têm vindo a marcar o percurso do humorista, não existem subscrições mensais, mas sim pagamento único, o chamado Pay-Per-View.

Rui Sinel de Cordes disponibiliza, assim, quase todos os seus solos, à exceção de O Início e O Fim, pelo que poderão ver aqui os espetáculos BlackLabel, Punchliner, Isto Era Para Ser com o Sassetti, Je Suis Cordes, Cordes Out e London Eyes. Já Memento Mori ficará disponível em agosto de 2021.

Por esta altura, estão já disponíveis os quatro primeiros episódios de Duetos, projeto que o humorista gravou com outras personalidades do meio no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Vasco Duarte, Hugo Sousa, Rui Cruz, Salvador Martinha, André de Freitas, Rui Xará, Gilmário Vemba e Pedro Tochas foram os convidados.

Estão também disponíveis os primeiros quatro episódios de Prisma, um programa de meia-hora gravado num armazém que nos traz diferentes pontos de vista sobre várias temáticas. São também oito episódios, pelo menos nesta primeira temporada, e abordam a COVID-19Legalização da CannabisMonogamiaSistema Prisional PortuguêsYoutubers e InfluencersMente Sã em Corpo SãoTrabalhadores do SexoEsquemas e Expedientes.

Os restantes episódios de Prisma e Duetos ficam disponíveis a 15 de janeiro, bem como os respetivos extras.

No Twitter, Rui Sinel de Cordes mostrou-se algo surpreso com o sucesso imediato da CordesFlix, referindo que “não esperava escrever a frase seguinte tão rápido depois do lançamento, mas por uma questão de justiça com a vossa resposta, queria dizer-vos que CordesFlix veio para ficar”.

Naquela rede social, o humorista também confirmou que o solo O Início, que conseguiu terminar este ano apesar da pandemia, estará disponível na CordesFlix a 13 de fevereiro. Acaba por ser uma boa prenda para oferecer no Dia dos Namorados.

Mini-Críticas de 2020 (Cinema)

Opiniões concisas sobre alguns filmes para os quais não tivemos possibilidade de escrever uma crítica completa antes do fim do ano.

Como bem sabemos, 2020 foi um ano horrível, afetando tudo e todos, incluindo a tão amada arte do cinema. Inúmeros adiamentos, remoções completas do calendário cinemático do ano e um STOP total nas filmagens. Não podia ser pior para o cinema. Os respetivos estabelecimentos de consumo lutam pela sua sobrevivência enquanto blockbusters estão gradualmente a mover-se para streaming… 2020 é o ano que todos esperavam nunca viver.

Obviamente, as vidas e os empregos de todos estão a ser afetados, mas, apesar do número de filmes lançados este ano ser inevitavelmente menor do que em anteriores, tempo para os ver continua a ser difícil de encontrar para alguém que quer assistir a todos os filmes, como é o meu caso. Sendo assim, este artigo contém opiniões concisas sobre alguns filmes para os quais não tive possibilidade de escrever uma crítica completa antes do fim do ano.

Este artigo será atualizado sempre que adicionar uma nova entrada, bem como a sua data de publicação, para que estas mini-críticas possam ser vistas por todos os leitores.

Unhinged (3/5)

Sinopse: “Rachel (Caren Pistorius) é uma mãe solteira cujo dia mau fica ainda pior quando apita agressivamente a outro motorista (Russell Crowe) durante o trânsito. Depois de uma troca de palavras, percebe rapidamente que o homem misterioso está a segui-la e ao seu filho. A comum raiva na estrada rapidamente intensifica-se, tornando-se num terror total quando Rachel descobre o plano sinistro do psicopata para obter vingança.”

Crítica: Com um Russell Crowe ferozmente cativante como um condutor absolutamente lunático, Derrick Borte entrega uma premissa propositadamente exagerada baseada em algo que ocorre todos os dias a imensas pessoas. A ação rated-R é surpreendente no que toca à quantidade de gore e na liberdade total em assassinar várias personagens da forma mais chocante possível, mas sem nunca perder o entretenimento incrível.

No entanto, o argumento de Carl Ellsworth carece de maior profundidade em relação às personagens, deixando o espectador com praticamente nenhum conhecimento de algo remotamente relevante sobre os protagonistas, para além de relações básicas que são meramente usadas como plot devices para mais mortes sangrentas. A narrativa passa por desenvolvimentos difíceis de acreditar e o final possui aquele clichê “protagonista toma decisão que nenhuma pessoa sã jamais pensaria em tomar”.

Ainda assim, defendo que a narrativa principal está mais próxima da realidade do que da ficção, especialmente os dois primeiros atos. No fim, o maior problema acaba mesmo por ser a personagem de Caren Pistorius, que considero realmente culpada do evento que provocou tudo o resto.

Demonstrou arrogância, egoísmo e a incapacidade de simplesmente pedir desculpa a alguém que foi inicialmente educado. Isto, para mim, é o seu maior pecado e a razão pela qual não me importei nada com o que aconteceria a ela e à sua família.

Run (4/5)

Sinopse: “Uma adolescente isolada (Kiera Allen) descobre o segredo sinistro da sua mãe (Sarah Paulson).”

Crítica: Searching, de Aneesh Chaganty, foi suficiente para adicionar o seu realizador-argumentista estreante à minha lista de “cineastas para acompanhar de perto”. Run solidifica o lugar de Chaganty em Hollywood como um dos realizadores mais tecnicamente impressionantes a trabalhar nos dias de hoje. O seu talento inegável permite gerar suspense incrível durante todo o tempo de execução e a sua segunda longa-metragem não é exceção.

Possuindo o tipo de premissa que mais aprecio em thrillers, o argumento de Chaganty e Sev Ohanian encontra-se repleto com takes excruciantemente longos, cheios de diálogos extremamente tensos, desenvolvimentos chocantes e uma quantidade brutal de dor. Todos estes aspetos são elevados por uma das prestações físicas e emocionalmente poderosas mais exigentes que vi nos últimos anos: Kiera Allen, que usa uma cadeira de rodas para mobilidade na vida real, transforma a sua estreia como atriz numa exibição genuína e realista dos obstáculos absurdamente complicados que as pessoas na sua condição têm que superar diariamente.

Sarah Paulson continua a sua tendência de interpretar personagens verdadeiramente malignas e aconselho-a a continuar a percorrer esse caminho sombrio de papéis fenomenais. As suas interações com Kiera são notavelmente intensas. Em termos de história, embora as revelações constantes sejam narrativamente chocantes, a maioria dos desenvolvimentos do argumento são um bocado previsíveis. Os problemas de “movie logic” esticam a credibilidade a um ponto para além do meu limite, tornando-se num daqueles filmes que as pessoas ou adoram imenso ou odeiam tremendamente, dependendo do quão picuinhas escolhem ser.

Sou o mais moderado possível e a verdade é que não pensei nestas questões lógicas durante a visualização. Tendo em mente os atributos técnicos brilhantes de Run (enfâse na edição de Nick Johnson e Will Merrick, assim como na banda sonora de Torin Borrowdale), as duas performances impressionantes das protagonistas e a atmosfera cheia de suspense interminável, tenho que recomendar, pelo menos, a todos os fãs do género.

Sound of Metal (4.5/5)

Sinopse: “Durante uma série de espetáculos cheios de adrenalina, o baterista itinerante de punk-metal Ruben (Riz Ahmed) começa a vivenciar perda de audição intermitente.”

Crítica: Com expetativas moderadamente altas, Sound of Metal surpreendeu-me genuinamente. O argumento requintado de Darius Marder e Abraham Marder é o destaque absoluto, estando ao mesmo nível do desempenho impressionante de Riz Ahmed. Sound of Metal tem uma história significativa e esclarecedora não só sobre a comunidade surda, mas também sobre aceitar as nossas limitações como algo que é parte de nós, em vez de considerarmos uma desvantagem. Tirando algumas cenas desnecessárias que podiam ter tornado o filme um pouco mais curto, a duração de duas horas é bastante justa, possuindo uma narrativa muito cativante.

Inúmeros detalhes técnicos de storytelling elevam este filme, tornando-o num dos melhores do ano. Desde o uso (ou ausência) aparentemente simples, mas extremamente inteligente, de legendas para linguagem gestual, até diálogos emocionalmente convincentes, uma atmosfera incrivelmente realista cobre o filme durante todo o tempo de execução. Nunca, nem por um segundo, o espectador precisa de lidar com uma reação exagerada, uma conversa cheesy ou um típico momento de Hollywood superdramatizado. Darius Marder tem um ótimo controlo do tom, mantendo-o excecionalmente “assente na terra”.

Riz Ahmed entrega o que acredito ser a sua melhor prestação na carreira, incorporando a deficiência auditiva da sua personagem de forma perfeita. As suas expressões faciais e movimentos corporais subtis são essenciais para a performance que pode facilmente garantir-lhe dezenas de nomeações. Olivia Cooke (Lou) também é excelente no seu papel. Tecnicamente, enormes elogios à cinematografia de Daniël Bouquet, que insiste numa composição quase documental aplicando ângulos e planos de câmara frequentemente vistos neste tipo de película, ajudando a gerar a tal autenticidade mencionada anteriormente.

Um dos meus filmes favoritos de 2020.

Possessor: Uncut (4/5)

Sinopse: “Tasya Vos (Andrea Riseborough), uma assassina corporativa de elite, assume o controlo dos corpos de outras pessoas usando tecnologia de implante cerebral para assassinar alvos importantes.”

Crítica: Num ano em que o género de horror não tem tantos representantes de alto nível, o conceito cativante de Brandon Cronenberg é um aspeto que agarra automaticamente a atenção de qualquer espectador. Possuindo duas prestações fenomenais de Andrea Riseborough e Christopher Abbott, Possessor é um dos filmes mais chocantes a nível visual de 2020.

Do gore extremo à demonstração sem limites de homicídios insanamente violentos, Cronenberg enche o seu filme com imagens bizarras que, definitivamente, irão fazer com que muita gente desista do filme. O ritmo lento ajuda a estabelecer a atmosfera de suspense interminável, entregando algumas das sequências mais intensas que vi nos últimos tempos.

Apesar da narrativa interessante e dos seus desenvolvimentos fascinantes, Possessor não consegue manter o momentum durante todo o tempo de execução. As imagens estranhas ajudam a contar a história visualmente, mas chega a um ponto em que se torna demasiado distrativo e desnecessário. O terceiro ato também é bastante previsível, contrastando com a primeira metade um tanto surpreendente.

No fim, não deixa de ser um dos meus filmes de horror favoritos do ano.

Peninsula (2/5)

Sinopse: “Um soldado e a sua equipa lutam contra milhares de zombies pós-apocalípticos nos desertos da Península Coreana.”

Crítica: Train to Busan é um dos meus filmes sul-coreanos favoritos e defendo firmemente que é um dos melhores filmes de apocalipse zombie de sempre, talvez até o melhor. Portanto, não consegui deixar de me sentir incrivelmente entusiasmado com outra história do mesmo mundo. Não é uma sequela direta ao original relativamente à narrativa, mas parece ser colocada logo após o início da pandemia. Infelizmente, acaba por ser uma grande desilusão.

Apesar do stunt work de fazer cair o queixo e das sequências de ação serem extremamente intensas, a razão pela qual o antecessor de Peninsula funciona tão bem é devido ao seu foco nas personagens. Ao dar-lhes um desenvolvimento convincente e um forte vínculo emocional, o surto de zombies torna-se instantaneamente mais eficaz devido à nossa imensa preocupação com todos os envolvidos. Todos os elementos técnico são elevados ao máximo, transformando o filme numa história emocionalmente devastadora e dolorosa.

Yeon Sang-ho tenta um atalho para alcançar a mesma emoção do seu filme anterior, condenando esta “sequela” desde o primeiro minuto. Todas as relações parecem forçadas e as decisões/eventos supostamente comoventes são um falhanço total. Até as cenas de ação não conseguem fazer jus ao nível do original devido ao excesso de CGI em perseguições rídiculas de carros. A cada 15 minutos surge uma inconsistência lógica gritante e algumas personagens ou são simplesmente estúpidas… ou demasiado inteligentes para a sua idade/experiência. Peninsula agarra o ambiente realista estabelecido por Train to Busan e ficcionaliza-o em demasia.

The Prom (1.5/5)

Sinopse: “Estrelas da Broadway com pouca sorte agitam uma pequena cidade de Indiana enquanto apoiam uma adolescente que quer ir ao baile com a sua namorada.”

Crítica: Adoro musicais, mas a tentativa da Netflix em lançar um filme alegre, divertido, colorido e culturalmente significativo acaba por ser um dos filmes mais cringe-worthy, horrivelmente estereotipados e ridiculamente exagerados do ano. Desde a prestação impressionantemente over-the-top (e honestamente, um pouco insultuosa) de James Corden e a estreia unidimensional de Jo Ellen Pellman até à narrativa contraditória, a primeira longa-metragem de Ryan Murphy desde Eat, Pray, Love de 2010 é uma enorme deceção.

The Prom devia celebrar a igualdade apoiando um baile inclusivo onde todos podem ir e sentirem-se confortáveis sendo eles próprios. No entanto, o mesmo filme restringe-se em mostrar um beijo homossexual ou realmente qualquer tipo de intimidade do mesmo tipo, deixando isso para o último segundo, mas não tem nenhum problema em desenvolver por completo uma relação heterossexual ao mesmo tempo. As transições para as canções (que são demasiadas) são incrivelmente forçadas, fazendo com que todo a obra esteja mais próxima de uma coleção de sketches do que um filme a sério.

Algumas prestações excelentes (Meryl Streep, Nicole Kidman, Andrew Rannells, Keegan-Michael Key), um par de números musicais bastante divertidos, umas coreografias cativantes, um bom trabalho de câmara (Matthew Libatique) e uma produção artística admitidamente ambiciosa salvam este filme de ser um atentado cinematográfico, mas não deixa de ser um desastre.

O PS Plus abre o ano com aventuras e tubarões

São mais três ofertas para os subscritores.

Maneater - PlayStation Plus

A equipa da PlayStation revelou os novos jogos que vão chegar aos subscritores do PlayStation Plus no primeiro mês de 2021.

Com uma oferta a triplicar para os jogadores da PlayStation 5, os jogadores da PlayStation 4 irão receber apenas dois jogos.

Entre os dias 5 de janeiro e 1 de fevereiro, os subscritores do PS Plus vão poder juntar-se a Lara Croft na sua mais recente aventura em Shadow of the Tomb Raider, ou visitar um novo mundo e explorar os seus segredos em GreedFall.

Os subscritores com acesso à PlayStation 5 recebem mais um mimo, com o acesso exclusivo ao RPG/simulador de tubarões Maneater.

Como já tem sido habitual, os subscritores do PS Plus podem também guardar na sua biblioteca mais um jogo produzido no âmbito do PS Talents com Dawn of Fear, um jogo de gestão, sobrevivência e exploração.

De recordar que os subscritores do PS Plus que joguem na PlayStation 5 têm ainda acesso a um conjunto de jogos aclamados da PlayStation 4 para jogarem sem compromissos nas suas novas consolas. A PlayStation Plus Collection inclui exclusivos como Days GoneGod of WarThe Last of Us Remastered e muitos mais.

Para tirarem partido destas ofertas e garantirem os jogos na vossa biblioteca sempre que quiserem, basta manterem a vossa subscrição PS Plus ativa, que dá também acesso a descontos exclusivos na PlayStation Store quase todas as semanas.

Pizza Hut celebra o final do ano com um Rodízio de Pizzas em Casa

Disponível por tempo limitado.

Rodízio de Pizzas em Casa

Não sabem o que almoçar no último dia do ano ou querem começar 2021 a comer algo que sabem que não vai falhar? Temos a solução: pizzas da Pizza Hut.

Pode parecer uma ideia pouco criativa, mas a verdade é que, para entrar no novo ano em grande, a marca lança, pela primeira vez e por tempo limitado, o Rodízio de Pizzas em Casa.

Resume-se tudo a três pizzas médias (duas pan pizzas e uma pizza tradicional), seis composições diferentes (5 Queijos, Tropicaliente, Garlic&Bacon, Hot Dog, Bacon Lovers e Serrana, ou seja, duas composições por pizza) e uma bebida de 1,5L de oferta. O custo? 26,85€, sendo que a Pizza Hut refere que este Rodízio de Pizzas em Casa é ideal para três pessoas, uma vez que, assim, cada uma paga 8,95€.

O serviço está disponível entre 31 de dezembro (atenção que o serviço de entrega ao domicílio encerra às 18h) e 3 de janeiro.

Já é possível adicionar o cartão refeição Santander ao Apple Pay

Contudo, e pelo menos para já, somente os clientes do banco Santander é que conseguem utilizar este cartão refeição no Apple Pay.

cartão refeição Santander

Foi em junho de 2019 que o Apple Pay, da gigante tecnológica de Cupertino, ganhou o primeiro banco aderente ao serviço: a Caixa de Crédito Agrícola.

Após esta novidade, outros bancos portugueses seguiram o mesmo caminho, como Millenium BCP, ActivoBank, CGD, moey! e Santander. Pois bem, eis que surge uma novidade relacionada com este último banco.

Já é possível adicionar o cartão refeição Santander ao Apple Pay, mas há um senão: de momento, só mesmo clientes daquele banco (com conta e dados atualizados) é que conseguem utilizar o serviço.

Ou seja, até podem ter um equipamento Apple e esse cartão refeição, sendo possível adicioná-lo, mas não o conseguirão utilizar com o Apple Pay. Só mesmo se forem clientes desse mesmo banco. Isto porque, ao adicionar o cartão, e para posterior utilização, é necessário ligar para o próprio Santander para fazer a respetiva confirmação.

Em breve, sabe o Echo Boomer, qualquer pessoa com cartão refeição Santander e com acesso ao Apple Pay vai poder usufruir desta funcionalidade, mesmo que tenha conta bancária noutra entidade qualquer.

Meu Super abre lojas em Oliveira do Bairro, Constância, Cantanhede, Condeixa-a-Nova e Idanha-a-Nova

São cada vez mais as lojas Meu Super espalhadas por Portugal Continental.

lojas Meu Super

Seguindo a estratégia da Sonae MC de instalação de lojas de proximidade em todo o território nacional, a cadeia de lojas Meu Super acaba de chegar a novas zonas. Mas vamos por partes.

No passado dia 10 de dezembro abriu uma loja Meu Super no Ladoeiro, em Idanha-a-Nova, sendo a 9ª loja Meu Super no distrito de Castelo Branco. Fica localizada na Estrada Nacional 354, n.º 49, e conta com uma área total de venda de 140 m2.

No dia seguinte, 11 de dezembro, abriu uma loja Meu Super em Condeixa-a-Nova, sendo a 13ª no distrito de Coimbra. Fica localizada na Rua Dr. Simão da Cunha e conta com uma área total de venda de 151 m2.

Já no passado dia 23 abriram três lojas meu Super: uma na Tocha (Cantanhede), outra em Montalvo (Constância) e outra em Palhaça (Oliveira do Bairro).

A loja de Montalvo, em Constância, é a mais pequena das três, com uma área de venda de somente 97 m2. Está localizada na Rua Annes de Oliveira e é a 19ª loja no distrito de Santarém.

No que diz respeito à loja de Tocha, é bastante maior, contando com 210 m2 de área de venda. Fica localizada na Rua Dom João Garcia Bacelar, nº 2122, e é a 14ª loja Meu Super no distrito de Coimbra.

Resta abordar a loja de Palhaça. Com uns muito generosos 467 m2, esta loja Meu Super fica localizada na Av. Nova, nº15. É a 11ª loja Meu Super no distrito de Aveiro.

Há um novo Continente Modelo em Vila Real de Santo António

Junta-se ao Continente Bom Dia de Vila Real de Santo António, inaugurado em 2018, para servir os consumidores da região.

Continente Modelo em Vila Real de Santo António

Já abriu a segunda loja Continente no concelho de Vila Real de Santo António. Localizada na Avenida Fernando Salgueiro Maia, Lugar das Hortas, esta loja conta com uma área de venda de cerca de 1.740 m2 e junta-se, assim, ao Continente Bom Dia de Vila Real de Santo António, inaugurado em 2018, para servir os consumidores da região.

Tal como as restantes lojas da marca, este Continente Modelo disponibiliza uma gama com milhares de produtos e conta com uma zona de frutas onde os clientes poderão utilizar alternativas aos sacos de plástico de uso único, como os sacos de papel (que suportam até 2,5kg) disponibilizados gratuitamente, os sacos reutilizáveis e laváveis de algodão (3€/unidade) ou poliéster (1,50€/pack de duas unidades), ou trazer os seus próprios sacos de casa. Destaque ainda para o facto de, neste espaço específico, não existirem alimentos embalados em plástico.

Na vertente ambiental, há ainda a destacar a disponibilização de equipamentos onde os consumidores podem depositar pilhas usadas e rolhas de cortiça, que serão posteriormente levados para reciclagem. Os consumidores têm também à disposição uma variedade de Sacos Reutilizáveis na zona de frescos e junto às caixas. Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.

A população local e as instituições da região vão poder contar com as iniciativas de intervenção social da Missão Continente, agora dinamizadas por esta nova loja. O Continente Modelo de Vila Real de Santo António irá apoiar com os seus excedentes alimentares diários a Delegação de Vila Real de Santo António da Cruz Vermelha Portuguesa e o Centro de Animais Guadi.

Na área de influência da nova loja, existe ainda o apoio às instituições Santa Casa da Misericórdia de Vila Real de Santo António e Refood Vila Real de Santo António, com foco no combate ao desperdício alimentar, na luta contra a fome, na promoção de uma alimentação saudável e na sustentabilidade ambiental.

De resto, e tal como noutras lojas, os clientes podem carregar os veículos elétricos enquanto fazem as suas compras. São dois os pontos de carregamento, onde os detentores de Cartão Continente, que realizem compras superiores a 30€, podem ainda beneficiar de carregamentos gratuitos, com cerca de 35km de autonomia.

Este novo espaço veio criar 77 novos postos de trabalho na região.

As novidades que vão chegar à OPTO nos próximos meses

A segunda temporada de O Clube, o documentário biográfico sobre Ljubomir Stanisic e Viúva Negra serão algumas das apostas do serviço.

à OPTO

A novidade já tinha surgido no início do mês, mas Daniel Oliveira, Diretor Geral Entretenimento Impresa / Diretor Programas SIC, em conferência online com vários jornalistas, confirmou que a série O Clube foi renovada para uma segunda temporada.

Os episódios já foram gravados, pelo que falta definir uma data de estreia. Não quer isto dizer, porém, que todos os episódios da 2ª temporada sejam disponibilizados no mesmo dia. Ou seja, os episódios poderão estrear semanalmente.

Esta foi uma das novidades avançadas para 2021. Daniel Oliveira revelou ainda vários outros projetos que irão chegar ao serviço de streaming OPTO em breve, como Viúva Negra, uma produção feita em parceria com a SP Televãiso. Com financiamento assegurado por parte da ICA, este projeto irá contar-nos uma história real.

Outra novidade é Porta ao Lado, que irá abordar os diversos tipos de violência. Sabe-se ainda que o documentário biográfico sobre Ljubomir Stanisic chegará em breve à plataforma digital, mostrando momentos como a ida do conhecido chef à terra natal.

Há ainda uma nova série, cujo nome ficou por revelar, destinada à OPTO, e cujas gravações arrancam ainda em janeiro. Em relação a Esperança, série de César Mourão, há possibilidade de ser renovada para uma segunda temporada. A acontecer, é bem provável que os episódios da 1ª sejam exibidos em sinal aberto, na SIC.

Hell’s Kitchen, apresentado por Ljubomir Stanisic, estreia no primeiro trimestre de 2021

As gravações arrancaram este mês num megaestúdio feito de raiz propositadamente para a ocasião.

Hell's Kitchen

Hoje, em conferência de imprensa online, Daniel Oliveira, Diretor Geral Entretenimento Impresa / Diretor Programas SIC, confirmou que a versão portuguesa de Hell’s Kitchen, apresentada por Ljubomir Stanisic, irá estrear no primeiro trimestre de 2021.

Daniel Oliveira não avançou uma data de estreia em concreto, mas estará para muito breve.

Sabe-se que as gravações do programa já arrancaram, estando a acontecer num megaestúdio de 1400 m2 feito de raiz propositadamente para a ocasião. Durante as gravações, os participantes estarão fechados no mesmo local, isto é, irão passar os dois na companhia dos seus colegas/concorrentes. Mas esses momentos não serão mostrados aos portugueses.

Já a revista TV 7 Dias, de acordo com uma fonte próxima da SIC, avança que, apesar dos milhares de candidatos, somente 200 fizeram provas presenciais. Desses 200, somente sobraram 16 concorrentes. E destes todos somente um será considerado o grande vencedor.

Sabe-se também que, durante o primeiro trimestre de 2021, chegará à OPTO o projeto Coração na boca, um documentário biográfico sobre o conhecido chef jugoslavo.

Gravações do novo programa de Bruno Nogueira arrancam nas primeiras semanas de 2021

Está atualmente em fase de pré-produção.

Bruno Nogueira - Almada

Hoje, em conferência de imprensa online, Daniel Oliveira, Diretor Geral Entretenimento Impresa / Diretor Programas SIC, avançou que o novo programa de Bruno Nogueira, ainda sem título definido, está em fase de pré-produção. Foi também dito que as gravações deverão começar durante as primeiras semanas do novo ano, o que poderá indicar que este projeto do conhecido humorista/ator deverá estrear algures em 2021.

Respondendo às questões dos jornalistas, Daniel Oliveira disse que este é um formato original criado pelo próprio Bruno e que, como tal, demora a ganhar forma. Porém, a ideia final já foi estabelecida e, como seria de esperar, será um programa que mistura humor, ficção e realidade, mas diferente de tudo o que já vimos e de tudo o que o próprio Bruno Nogueira já fez.

Daniel Oliveira não pôde revelar os nomes que farão parte do programa, mas confirmou que será um programa semanal. Bruno Nogueira não só é o autor, como irá participar no seu próprio projeto.

Nogueira, que já foi feliz na SIC há alguns anos, regressou este ano à estação de Paço de Arcos para uma série de projetos. Na altura do anúncio da contratação, o conhecido humorista agradeceu o convite e a confiança demonstrada neste seu regresso à SIC, esperando estar à altura daquilo a que se propõe.

Recorde-se que Bruno Nogueira deu que falar durante o confinamento graças ao programa Como é que o Bicho Mexe, exclusivo do Instagram, e que bateu recordes de audiência.

De resto, saibam ainda que o mais recente solo de stand-up comedy de Nogueira, Depois do Medo, está disponível para aluguer na plataforma online da Força de Produção até 11 de janeiro.

Análise – Cyberpunk 2077 (Xbox Series X)

O melhor-pior jogo de 2020.

Análise – Cyberpunk 2077

Oito anos, a caminhar para os nove. Foi o tempo que passou desde que Cyberpunk 2077 foi anunciado e deixou os jogadores intrigados com o próximo capítulo da CD Projekt RED, que pelo caminho lançou o ambicioso e aclamado The Witcher 3: The Wild Hunt e seus DLCs que quase servem de sequelas.

Cyberpunk 2077 é o primeiro IP da produtora polaca não concentrado no universo de The Witcher, adaptado os livros de Andrzej Sapkowski, mas é, novamente, uma adaptação de um RPG de tabuleiro que ajudou a formar e a cimentar as regras, normas e elementos do subgénero da ficção conhecido como cyberpunk.

A ambição demonstrada pelo estúdio ao longo do desenvolvimento do jogo foi sempre crescente, e assim cresceram também as expectativas dos jogadores, a quem foram prometidas todas as fantasias de mergulharem num mundo futurista, cheio de escolhas, imersivo e extraordinário, inspirado por todas as grandes obras de ficção científica da literatura, televisão, cinema e anime lançadas nas últimas três/quatro décadas.

Cyberpunk 2077 prometia ser o jogo de sonho. O jogo que iria terminar 2020 em grande e que iria entrar no panteão dos melhores títulos da geração, ou não fosse este jogo produzido pela acarinhada CD Projekt RED que, no passado, respondeu a todas as preces dos seus fãs.

Se estão atentos às recentes manchetes dos sites dedicados à indústria dos videojogos, já devem ter percebido que alguma das promessas aqui apontadas foram falhadas. Pior que isso, a CD Projekt RED meteu a pata na poça ao lançar um produto pouco otimizado para as consolas da geração passada e sem melhorias next-gen nas atuais máquinas, tornando atualmente a opção PC na melhor versão para ter a melhor experiência possível, mesmo com problemas técnicos “normais” para um lançamento deste calibre.

Ponderei em fazer a cobertura de Cyberpunk 2077, uma vez que, neste preciso momento, este não se encontra, por exemplo, à venda na PlayStation Store, e porque, por vezes, se assemelha a um produto inacabado. Contudo, está à venda como um jogo completo e pode ser jogado do início ao fim em todas as plataformas para onde foi anunciado.

Após quase 100 horas de jogo, cheguei a um veredicto. E por isso, esta é a análise de Cyberpunk 2077 para as consolas Xbox.

Análise – Cyberpunk 2077

Bem-vindos a Night City. A cidade dos sonhos, como é dito no trailer de revelação do jogo, e nós, jogadores, somos mesmo sonhadores. A discrepância entre o sonho e a realidade é, por vezes, cruel, contudo há sempre um pouco de verdade e pode-se dizer que os vários anos de desenvolvimento de Cyberpunk 2077 fazem-se sentir nesta cidade densa, diversa, atmosférica e muito futurista.

Composta por arranha céus, megablocos, favelas, ruas apertadas e outras mais extravagantes, Night City é uma mescla de culturas e referências e outros tantos elementos icónicos do género, apresentando-se suja e usada, mas, acima de tudo, viva.

Navegar por Night City, seja dia ou seja noite, esteja sol ou esteja chuva, é uma delícia e uma experiência envolvente quando o jogo assim o permite. Apesar de termos acesso a veículos que nos ajudam a navegar dentro e fora da cidade e a pontos de fast-travel, a nossa jornada ganha muito pelos passeios a pé pelas ruas mais negras, atalhando entre restaurantes e salões de jogo, ou saltando por parapeitos e terraços graças à mobilidade avançada das nossas melhorias cibernéticas.

É nesses momentos que vivemos as verdadeiras fantasias cyberpunk que tanto eram prometidas, pois podemos observar a decoração da cidade preenchida a néones, anúncios extravagantes e adultos, veículos voadores que cortam os céus por entre edifícios e toda aquela atmosfera densa e pesada de uma cidade do futuro que, a pouco e pouco, perde a sua humanidade e ela própria se transforma numa máquina.

É durante os nossos passeios que o formato RPG ganha sentido e se faz mostrar, ao encontrarmos segredos e referências que abrem as portas a missões ocultas e secundárias, como assaltos aleatórios que temos que parar, ou missões com fortes narrativas com as quais podemos interagir, como por exemplo um grupo de missões onde temos que fazer o papel de detetive para encontrar e derrotar sujeitos cujas alterações cibernéticas os deixaram loucos e os tornaram assassinos em série.

Mas esta não é apenas a nossa história enquanto deambulamos por uma cidade futurista e decadente nas mãos do crime e das megacorporações. É uma história muito focada e pessoal, onde não vamos salvar o mundo, mas vamos subindo no ranking das “Lendas de Night City”, ou mercenários de respeito, enquanto procuramos uma forma de salvar a nossa personagem, V, de uma morte antecipada, que nem melhorias cibernéticas que estendem a vida das pessoas deste mundo são capazes de colocar travão.

Ao longo da nossa jornada contamos com Johnny Silverhand, uma dessas Lendas de Night City, também ele protagonizado por uma lenda da vida real, o ator Keanu Reeves, numa papel arrojado, emotivo e muitas vezes extremamente engraçado. Esta personagem existe de uma forma muito curiosa no jogo e dá à história de Cyberpunk 2077 aquele aroma à buddy cop movie, com os dois protagonistas em conflito constante no que toca às nossas ações, mas que, com o tempo, vão ficando mais próximos e com um elo mais forte, aumentado, assim, a fasquia do risco das decisões que tomamos em momentos chave do jogo.

Análise – Cyberpunk 2077

Apesar da promessa de um jogo livre com uma narrativa que se transforma ao longo da nossa jornada, Cyberpunk 2077 é, na verdade, um RPG muito seguro e que não toma assim tantos riscos em termos de estrutura. No início podemos escolher três origens diferentes, oferecendo-nos algumas horas de conteúdo e de histórias exclusivas para cada um, mas acabam por afunilar e tornar-se comum para todos os jogadores, dando na restante jornada opções de diálogo especiais que podem ajudar a ultrapassar determinadas conversas mais quentes e a alterar o rumo de missões muito específicas.

A verdade é que a diferença de rumos e de escolhas na história principal do jogo, pouco se faz sentir. E não o digo em discussões com amigos onde partilhamos experiências, mas sim no próprio jogo. São muito poucos os momentos em que parei para pensar “e se tivesse escolhido outra opção?”, porque as escolhas são, na sua maioria, binárias ou definem apenas o sucesso ou insucesso da missão, com poucas repercussões notórias no futuro

O ADN da CD Projekt RED encontra-se com regularidade na estrutura do jogo, nomeadamente nas suas missões principais e secundárias de altíssima qualidade de escrita e de execução, mas não na forma orgânica das nossas escolhas. Enquanto que, em The Witcher 3, diferentes escolhas durante a nossa jornada afetam drasticamente a conclusão e resolução da sua história, sendo quase necessário apontar e acertar em determinadas sequências de escolhas para atingir um determinado final, Cyberpunk 2077 aposta num caminho mais fácil, novamente afunilando a sua história num ponto sem retorno, onde (de acordo com a conclusão de missões secundárias) podemos escolher o final que quisermos, desbloqueando, assim, uma última missão, ficando apenas dependente dessa mesma escolha e não na jornada completa do jogo.

Qualquer um dos finais é extremamente impactante, melancólico e resolve a história geral de forma muito satisfatória. No entanto, teria sido mais interessante se não existisse esta escolha, mas com o jogo a delinear um dos caminhos possíveis de acordo com as nossas ações e decisões.

Há, ainda assim, um lado de RPG muito interessante ao nível da exploração e do combate. Cyberpunk 2077 não conta com um sistema de classes tradicional, mas dá-nos a opção de dividirmos os pontos de experiência entre diferentes categorias, sendo possível construir uma personagem dedicada a um determinado estilo de jogo com base na experiência e na necessidade do jogador. Podemos treinar e habituarmo-nos a um estilo mais ofensivo com combate corpo a corpo, só com recurso a armas ou, se preferirmos, só com recurso a habilidade de hacking. Podemos, também, ser um pouco de tudo, mas claro, sem nunca atingirmos o potencial completo, pois não ficamos especialistas de nada.

Análise – Cyberpunk 2077

Esta decisão na nossa construção pode mudar drasticamente as nossas aventuras por Night City pela forma como a exploramos ou fazemos as missões, pois ter habilidade suficiente para hackear uma porta ou abri-la à força pode transformar por completo a resolução de uma missão. Se não tivermos isso, teremos que procurar outras formas de ir do ponto A ao ponto B, recorrendo à força bruta, ação furtiva e, em raros casos, através do diálogo com NPCs.

Um dos pontos mais fortes de Cyberpunk 2077 é a jogabilidade durante o combate, com uma variedade de abordagens que o tornam um dos shooters mais divertidos do ano. Temos as armas clássicas, como pistolas, shotguns, snipers, riffles, heavy weapons e afins, como também as já icónicas Mantis Blades e lança granadas dos braços. Mas é a forma como estas armas operam, com poderosas balas ou pontaria inteligente, que tornam a jogabilidade divertida e variada.

De acordo com as nossas habilidades e escolhas, podemos usar snipers que trespassam paredes, sendo possível limpar uma sala sem sair da cobertura; podemos usar armas que disparam balas curvas que acertam diretamente nos alvos para os matar ou incapacitar; ou podemos nem usar armas nenhumas e simplesmente hackear as alterações cibernéticas dos inimigos.

De uma forma mais familiar, podemos escolher um tipo de jogo ao estilo de Doom ou Call of Duty, ou até de Mass Effect ou Deus Ex. É uma mistura de ideias, conceitos e formatos que, na prática, tornam a jogabilidade e os combates de Cyberpunk 2077 altamente experimentais e aliciantes, fazendo com que andemos sempre a procura do próximo confronto.

Mas se, até agora, quase tudo parece elogiar o jogo, o mesmo não se pode dizer de pequenas contradições e atalhos de produção que tornam a experiência de jogo mais enfadonha, quebrando o ritmo e, por vezes, a vontade de jogar.

Mesmo sem tocar ainda nos problemas técnicos, Cyberpunk 2077 carece de opções de qualidade de vida que são capazes de afastar os maiores adeptos de RPGs, algo que se nota logo de início e que contraria a própria temática do jogo.

Desde o primeiro momento, em que criamos a nossa personagem, com muitas escolhas possíveis, onde podemos criar, por exemplo, personagens transgéneras, Cyberpunk 2077 não permite que se altere mais nada na nossa personagem ao longo da nossa jornada. Nem sequer um penteado.

Análise – Cyberpunk 2077

É certo que podemos construir e alterar as nossas habilidades, aplicando lâminas e lança granadas nas mãos, mas não passa de algo mecânico e sem efeitos no look da nossa personagem que, apesar de ser controlada na primeira pessoa, pode ser vista em reflexos de espelho, momentos chaves do jogo e, claro, no modo de fotografia. Num mundo onde os seus habitantes quebram as regras para usarem a tecnologia para as suas necessidades e extravagâncias, não podermos fazer o mesmo é, no mínimo, contraditório face às regras apresentadas.

As limitações da personalização também se estendem às roupas e acessórios. Aqui temos uma variedade enorme de peças de roupa que podemos alternar e misturar, mas temos que escolher bem se queremos “estilo” ou “função”, já que cada item tem características próprias que não podem ser transferidas. Caricato é também o facto de, por vezes, termos peças simples com melhores estatísticas que uma armadura, criando assim uma discrepância do toque realista que o jogo pede.

Cyberpunk 2077 é um jogo demasiado ambicioso para si mesmo, com pequenas redundâncias e ironias que o tornam menos imersivo e sério do que pretende ser, mas prima pelos seus pontos fortes: os fantásticos visuais de ponta, a jogabilidade incrível que varia entre o frenesim do caos e a tensão da estratégia e, claro, a narrativa, cheia de personagens apaixonantes que nos vão convidar a explorar tudo o que o jogo tem para dar.

É impossível terminar esta opinião do jogo sem fazer menção aos problemas técnicos do jogo. Apesar de ter jogado a minha aventura principal na Xbox Series X, tive oportunidade de jogar nas restantes consolas da Microsoft – Xbox Series S, Xbox One X e Xbox One original -, nas consolas da PlayStation – PlayStation 4 Slim e Playstation 5 -, e pude também espreitar a versão do Google Stadia. No fundo, deixei de fora apenas aquela versão que foi considerada para análise pela CD Projekt RED nos grandes meios da indústria antes do lançamento do jogo, a versão PC.

Nas consolas base, o jogo corre de forma muito pouco otimizada, mesmo com os mais recentes patches. As limitações de memória e velocidade de leitura do disco rígido fazem-se sentir, com texturas e modelos que demoram a carregar e que afetam o look do jogo e a experiência durante momentos de jogabilidade e cinemáticas, quebrando o jogo com frequência. Aliado a resoluções e uma fluidez muito abaixo do aceitável, as versões para a Xbox One e Playstation 4, mesmo nas consolas premium, deixam muito a desejar e não representam as suas capacidades reais, uma vez que, durante a geração passada, tivemos títulos com níveis de ambição iguais ou superiores, muito mais bem otimizados. Por isso, se ainda estão na geração passada, não comprem Cyberpunk 2077.

Análise – Cyberpunk 2077

O mesmo não se aplica para quem tem a Xbox Series S, Series X, PlayStation 5 e, agora, acesso ao Google Stadia. Estas versões do jogo não incluem ainda melhorias da nova geração, já que que são, basicamente, a versão da geração anterior a correr em modo de retrocompatibilidade (exceto no Stadia, que é a versão PC sem Ray-Tracing). Nestas plataformas, o jogo corre como seria de esperar, com um nível de solidez muito satisfatório e uma qualidade de imagem impecável. Até mesmo a Xbox Series S apresenta Cyberpunk 2077 em muito melhor estado do que na Xbox One X.

Não é, contudo, uma experiência perfeita. E mesmo nesta altura, com todas as promessas feitas, era expectável termos versões da nova geração nestas consolas, algo que só chegará para o ano através de uma atualização gratuita para todos os jogadores. Ao longo da minha jornada na Xbox Series X encontrei uma quantidade significativa de erros, bugs e glitches, dos mais engraçados aos mais embaraçosos, mas nenhum quebrou o jogo ou a vontade de continuar a jogar. Se os pudesse classificar, diria que apanhei erros “comuns” para um jogo deste calibre no seu lançamento, o que me leva a crer que com patches e melhorias ao longo do tempo, Cyberpunk 2077 ficará no ponto, um pouco como aconteceu The Witcher 3 também no seu lançamento.

100 horas e mais algumas distribuídas entre as diferentes versões do jogo foram o suficiente não só para fazer a história principal, em menos de metade do tempo, mas para explorar todos os cantos de Night City e arredores. E mesmo assim ficou muito para explorar. Contudo, o que ficou mais comigo foi a saudade. Terminar a jornada e despedir-me das personagens que me acompanharam nesta jornada e nos ambientes saídos de filmes como Blade Runner, Akira e Ghost in the Shell, que tanto desejei um dia experiência num jogo. Mesmo sem as controvérsias a assombrar o lançamento de Cyberpunk 2077, esta aposta da CD Projekt RED roça o estatuto de obra prima pela dedicação, substância e carinho pelas fontes em que se inspira, nomeadamente o género a quem pede emprestado o nome.

Infelizmente, são os problemas técnicos, a falta de uma edição definitiva e decisões de design contraditórias ao género que o afastam desse estatuto, mas estou confiante que melhores dias virão. Se não foi o jogo de 2020, talvez seja para muitos o de 2021. Tudo depende da CD Projekt RED.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Google Stadia
Jogado na Xbox Series X, PlayStation 5 (via retrocompatibilide) e Google Stadia
Cópias para análise cedidas pela Bandai Namco e Google.

Passa a ser obrigatório preencher previamente um formulário online para enviar algo para um país extracomunitário

Esta alteração entra em vigor a partir do primeiro dia de 2021, ou seja, 1 de janeiro.

país extracomunitário

Têm por hábito enviar algo para um país extracomunitário ou precisam de o fazer pontualmente? Pois bem, 2021 vai trazer novidades relativamente a este aspeto.

A partir de 1 de janeiro, quando quiserem enviar algo para um país extracomunitário, terão de preencher previamente um formulário online. Todos os clientes estão abrangidos por esta nova regra e, se não o fizerem, o envio poderá ser devolvido. No caso dos Estados Unidos da América, todos os objetos sem pré-aviso alfandegário serão garantidamente devolvidos.

Esta informação, conhecida como EAD – Eletronic Advance Data (Informação Eletrónica em Avanço), vai passar a ser obrigatória e os CTT, como parceiros de transporte e distribuição de tráfego internacional, querem garantir que cumprem estas disposições legais.

Esta alteração decorre de nova legislação em vários países, assim como da adoção de standards por organismos internacionais, como a União Postal Universal, a Associação Internacional de Transportes Aéreos e a Organização Mundial das Alfândegas. Com a sua aplicação, passará a ser necessário o envio antecipado de informações detalhadas sobre cada envio para as entidades intervenientes – companhias aéreas, alfândegas e operadores de distribuição no país de destino – antes mesmo desse envio sair do país de origem.

A aplicação destas medidas está relacionada com:

  • Aspetos de segurança: a comunicação antecipada da informação permitirá fazer a avaliação da conformidade das mercadorias para o transporte aéreo e o cruzamento dos dados dos envios com bases de dados internacionais para a prevenção de terrorismo, contrafação e outras;
  • Aspetos de agilização do processo de desalfandegamento: o tratamento dos dados alfandegários em avanço possibilita o processamento das declarações aduaneiras de forma automática, logo mais célere.

Em relação aos territórios de países pertencentes à União Europeia, tenham em atenção que existem alguns que são considerados extracomunitários para fins aduaneiros: Buesingen, Helgoland (Alemanha); Canárias, Territórios de Ceuta e Mellila, Andorra (Espanha); Month Athos (Grécia), Livigno, Lago Lugano (Itália); Guernsey, Jersey, Gibraltar (Grã-Bretanha); Ilhas Faroé (Dinamarca); Ilhas Aland (Finlândia). Estes territórios são alvo de procedimentos aduaneiros, pelo que será obrigatório o envio da informação eletrónica em avanço.

Filme português Call Girl chega à HBO Portugal no primeiro dia de 2021

É mais um conteúdo a incorporar a vasta oferta nacional disponível na HBO Portugal.

Call Girl

Contrariamente às outras plataformas de streaming, a HBO Portugal é a única capaz de incorporar conteúdos portugueses, seja filmes ou séries, no seu catálogo. Daqui a dois dias, mais especificamente a 1 de janeiro, o primeiro dia de 2021, fica disponível um “novo” filme: Call Girl.

Realizado por António-Pedro Vasconcelos e produzido por Tino Navarro, Call Girl é um filme de 2007 que conta com nomes como Soraia Chaves, Ivo Canelas, Nicolau Breyner, Joaquim de Almeida e José Raposo, entre outros, no elenco.

Esta é a sinopse: “Maria, uma call girl de luxo, é contratada por Mouros para seduzir Meireles, presidente da câmara de Vilanova, na tentativa de que este autorize uma multinacional a construir um empreendimento turístico de alta qualidade. Entretanto, Madeira e Neves, da Polícia Judiciária, descobrem os indícios de corrupção e começam a investigar Meireles. Tudo se torna ainda mais complexo quando Madeira descobre que Maria, a paixão da sua vida, é o isco que obrigará o político a ceder.”

CTT passam a apostar na montagem de móveis e grandes eletrodomésticos

Mas este é um serviço somente disponível para clientes empresariais.

CTT - grandes eletrodomésticos

Para responder à necessidade de ajudante para a realização das entregas, tendo em conta a volumetria dos objetos transportados, eis que os CTT associaram-se a um parceiro de negócio e oferecem agora o transporte de mobiliário e de grandes eletrodomésticos, quer para entregas ou recolhas, bem como a montagem de móveis, neste caso com um custo acrescido.

O serviço, disponível em Portugal Continental, inclui, nos grandes eletrodomésticos, o envio de um SMS 30 minutos antes da entrega, a colocação do artigo no local indicado com o respetivo desembalamento e verificação do estado da encomenda. É também possível a realização de reentregas.

Já para o mobiliário, disponível também em Portugal Continental, esta previsto o envio da SMS 30 minutos antes da entrega, sendo depois feito o desembalamento, verificação do estado artigo e colocação no local indicado, sendo novamente possível a realização de reentregas.

Tal como referimos anteriormente, pode ainda ser solicitada a montagem do produto, algo especialmente importante dependendo do tamanho dos equipamentos e para quem tem menos jeito nestas tarefas. Não se conhece, porém, a tabela de valores aplicados pelos CTT para este serviço.

Atenção: este serviço de transporte e montagem de grandes eletrodomésticos e mobiliário somente está disponível para clientes empresariais.

Super Bock tem uma caixa de cervejas com uma obra de arte que podem colecionar

Mas somente até ao final de fevereiro de 2021.

caixa de cervejas

Quando vamos ao supermercado e compramos uma caixa de cervejas para beber em casa ou noutro sítio qualquer, seja com amigos, familiares ou sozinhos, uma das coisas que acaba por rapidamente ir para o lixo são as ditas caixas. Afinal de contas, servem somente para transportar as garrafas, pelo que, quando vazias, devem ir para o contentor, a não ser que lhes arranjemos outro uso qualquer.

Pois bem, não seria bom que existisse uma caixa que pudéssemos guardar? A verdade é que existe mesmo e chega-nos por parte da Super Bock.

A nova caixa de Super Bock Mini 24×20 já está à venda nos hipers e supermercados do país e conta, no topo, com uma ilustração original da autoria de Bray. O artista português, através da sua visão do graffiti, com cores vibrantes e traços abstratos, criou a sua representação do ato de brindar com Super Bock ao qual juntou a amizade, que é o compromisso da marca.

Conhecido pela sua abordagem versátil a uma multiplicidade de formatos, Bray é um dos writters de graffiti portugueses com maiores competências técnicas. A sua inspiração advém das composições vetoriais, que refletem a sua profunda paixão pela arte e cultura do graffiti, harmonizando formas sólidas de aparência tridimensional com uma profusão de cores habilmente equilibradas, rematadas com efeitos visuais fortes.

Esta novidade da Super Bock surge no âmbito do projeto com a Galeria Underdogs e o artista Vhils e reforça a associação da marca de cerveja à cultura, nomeadamente à arte urbana.

Esta caixa especial e limitada está disponível até ao final de fevereiro de 2021.

Música – 100 melhores músicas de 2020

20.000 músicas reduzidas a 100. Um trabalho longo, mas deveras prazeroso.

Já passaram mais de 11 anos desde que comecei a minha aventura no mundo da descoberta e partilha musical (na altura através do Tumblr). Neste mês de dezembro, faz nove anos (consecutivos) que entrego o tempo livre que tenho na época natalícia aos tops de melhores músicas.

Entre 2012 e 2017 foi sempre top 50, mas a partir de 2018, por necessidade devido à amplitude musical que fui ganhando, passou a ser top 100. Este ano, marca também a primeira vez em que partilho as minhas escolhas através desta segunda casa, que é o Echo Boomer. Ao longo de uma década a escrever, nunca senti tanto crescimento como aqui.

Somando o interesse que a PIAS teve em colaborar connosco, através da partilha de singles e álbuns antecipados (alguns deles presentes no Top 50 de álbuns e, agora, neste top de músicas), olho para trás e sinto que este meu investimento na música foi gratificante e enriquecedor.

Voltando-me para este ano em concreto, posso dizer que, apesar de ter muita produção de qualidade, é o ano com maior disparidade de músicas diferentes nos tops dos grandes meios que os fazem, sendo que considero o meu o mais completo e consistente (modéstia à parte).

Ao contrário de gigantes dentro desta área como a Pitchfork, Consequence of Sound, NME, Spin, Paste, Rolling Stone ou até Guardian, NY Times ou LA Times, não faço vida disto, nem é o meu sustento. Como tal, não tenho o mesmo tempo que eles para aprofundar o porquê das minhas escolhas, mas garanto-vos que as faço da maneira mais justa e equilibrada possível. Sei que nem todas as escolhas vão agradar a quem está a ler desse lado, uma vez que cada pessoa tem os seus géneros prediletos, mas garanto-vos que vão encontrar algo que vos vai surpreender.

Posto isto, posso dar-vos a minha palavra que olhei para todos os géneros musicais com a maior imparcialidade possível, até porque me considero um sortudo por conseguir apreciar o que cada um oferece de melhor à música.

Antes que me esqueça, podem encontrar, no fundo do artigo, o link para a playlist do top no Spotify.

Sem mais demoras:

Top 100 de músicas de 2020

100. A Girl Called Eddy – “Been Around” [Análise do álbum]

99. Låpsley – “Womxn” [Análise do álbum]

98. Everything Everything – “Planets” [Análise do álbum]

97. The Strokes – “The Adults Are Talking” [Análise do álbum]

96. Kylie Minogue – “Till You Love Somebody” [Análise do álbum]

95. Haiku Hands – “Fashion Model Art” (ft. Sofi Tukker) [Análise do álbum]

94. Chris Stapleton – “Cold” [Análise do álbum]

93. BTS – “Dynamite” [Análise do álbum]

92. Mac Miller – “Good News” [Análise do álbum]

91. Alicia Keys – “Underdog” [Análise do álbum]

90. Kiesza – “Run Renegade” [Análise do álbum]

89. Burna Boy – “Way Too Big” [Análise do álbum]

88. Another Sky – “Fell In Love With The City [Análise do álbum]

87. Dream Wife – “Sports!” [Análise do álbum]

86. Eminem – “Godzilla” (ft. Juice WRLD) [Análise do álbum]

85. Fantastic Negrito – “Chocolate Samurai” [Análise do álbum]

84. Fiona Apple – “Cosmonauts” [Análise do álbum]

83. Taylor Swift – “The Last Great American Dynasty” [Análise do álbum]

82. The Chicks – “Gaslighter” [Análise do álbum]

81. J Hus – “Big Conspiracy” (ft. Iceè tgm) [Análise do álbum]

80. Bombay Bicycle Clube – “Eat, Sleep, Wake (Nothing But You)” [Análise do álbum]

79. Rico Nasty – “IPHONE” [Análise do álbum]

78. Linkin Park – “She Couldn’t”

77. Benee – “Happen To Me” [Análise do álbum]

76. Sault – “Strong” [Análise do álbum]

75. Tunng – “Death Is The New Sex” [Análise do álbum]

74. DaBaby – “Rockstar” (ft. Roddy Rich)

73. Jessy Lanza – “Lick In Heaven” [Análise do álbum]

72. Flume – “The Difference” (ft. Toro Y Moi)

71. Megan Thee Stallion – “Work That” [Análise do álbum]

70. Touché Amoré – “Limelight” (ft. Manchester Orchestra) [Análise do álbum]

69. Haim – “The Steps” [Análise do álbum]

68. NCZA Lines – “Prisioner of Love” [Análise do álbum]

67. Tiña – “I Feel Fine” [Análise do álbum]

66. Doja Cat – “Boss Bitch”

65. Thundercat – “Dragonball Durag” [Análise do álbum]

64. Marilyn Manson – “Paint You With My Love” [Análise do álbum]

63. Laura Veirs – “Another Space and Time” [Análise do álbum]

62. Elizabeth Cook – “Thick Georgia Woman” [Análise do álbum]

61. Glass Animals – “Heat Waves” [Análise do álbum]

60. Public Enemy – “Grid” (ft. Cypress Hill & George Clinton) [Análise do álbum]

59. Ariana Grande – “Positions” [Análise do álbum]

58. Gorillaz – “Aries” (ft. Peter Hook and Georgia) [Análise do álbum]

57. Taylor Swift – “Willow” [Análise do álbum]

56. Lady Gaga – “Rain On Me” (ft. Ariana Grande) [Análise do álbum]

55. Idles – “Grounds” [Análise do álbum]

54. Beabadoobee – “Care” [Análise do álbum]

53. Jay Electronica – “Universial Soldier” [Análise do álbum]

52. The 1975 – “If You’re Too Shy (Let Me Know)” [Análise do álbum]

51. Hayley Williams – “Simmer” [Análise do álbum]

50. Caroline Rose – “Nothing’s Impossible” [Análise do álbum]

49. Dua Lipa – “Physical” [Análise do álbum]

48. Charli XCX – “Claws” [Análise do álbum]

47. Waxahatchee – “Lilacs” [Análise do álbum]

46. Shamir – “On My Own” [Análise do álbum]

45. Creeper – “Be My End” [Análise do álbum]

44. Neil Young – “Separate Ways” [Análise do álbum]

43. Cults – “8th Avenue” [Análise do álbum]

42. Georgia – “Feel It” [Análise do álbum]

41. Grimes – “Delete Forever” [Análise do álbum]

40. Fontaines D.C. – “Televised Mind” [Análise do álbum]

39. Cardi B – “WAP” (ft. Megan Thee Stallion)

38. Phoebe Bridgers – “Kyoto” [Análise do álbum]

37. Pearl Jam – “Dance of Clairvoyants” [Análise do álbum]

36. The Avalanches – “Running Red Lights” (ft. Rivers Cuomo & Pink Siifu) [Análise do álbum]

35. Bob Dylan – “Murder Most Foul” [Análise do álbum]

34. Bad Bunny – “La Santa” (ft. Daddy Yanke) [Análise do álbum]

33. Fleet Foxes – “Can I Believe You” [Análise do álbum]

32. Future Islands – “For Sure” [Análise do álbum]

31. Porridge Radio – “Born Confused” [Análise do álbum]

30. Miley Cyrus – “Midnight Sky” [Análise do álbum]

29. Fiona Apple – “Ladies” [Análise do álbum]

28. Deftones – “Genesis” [Análise do álbum]

27. Tame Impala – “Breathe Deeper” [Análise do álbum]

26. Haim – “I Know Alone” [Análise do álbum]

25. Caribou – “Never Come Back” [Análise do álbum]

24. Freddie Gibbs and The Achemist – “1985” [Análise do álbum]

23. The Killers – “My Own Soul’s Warning” [Análise do álbum]

22. Glass Animals – “Tokyo Drifting” (ft. Denzel Curry) [Análise do álbum]

21. Jessie Ware – “Spotlight” [Análise do álbum]

20. Moses Sumney – “Polly” [Análise do álbum]

19. Rina Sawayama – “Dynasty” [Análise do álbum]

18. Yves Tumor – “Gospel For A New Century” [Análise do álbum]

17. Laura Marling – “Held Down” [Análise do álbum]

16. U.S. Girls – “4 American Dollars” [Análise do álbum]

15. Megan Thee Stallion – “Savage (Remix)” (ft. Beyoncé) [Análise do álbum]

14. Chloe x Hale – “Do It” [Análise do álbum]

13. Soccer Mommy – “Circle The Drain” [Análise do álbum]

12. Perfume Genius – “On The Floor” [Análise do álbum]

11. Sault – “I Just Want To Dance” [Análise do álbum]

10. Christine and the Queens – “People I’ve Been Sad” [Análise do álbum]

9. Adrianne Lenker – “Anything” [Análise do álbum]

8. Róisín Murphy – Murphy’s Law [Análise do álbum]

7. Dua Lipa – “Levitating” [Análise do álbum]

6. Waxahatchee – “Fire” [Análise do álbum]

5. Taylor Swift – “Exile” (ft. Bon Iver) [Análise do álbum]

4. Run The Jewels – “Ohh La La” (ft. Greg Nice & DJ Premier) [Análise do álbum]

3. Fiona Apple – “I Want You To Love Me” [Análise do álbum]

2. The Weekend – “Blinding Lights” [Análise do álbum]

1. Phoebe Bridgers – “I Know The End” [Análise do álbum]

Após alguma ponderação, o 1º lugar vai para Phoebe Bridgers (na foto acima), cujo álbum foi uma das surpresas mais agradáveis do ano, muito em parte devido ao crescimento da artista desde 2017.

“I Know The End” é a música que fechou Punisher e é uma balada em crescendo cheia de melancolia, emoção e intensidade, que abre e desenvolve com a doçura característica de Bridgers e termina numa conjugação poderosa entre instrumental, gritos (de amigos da cantora) e a linha “the end is here”.

A música em questão é uma abordagem apocalíptica da realidade de Bridgers, onde o brilho mais intenso recai sobre a linha “Either way / I’ll find a new place to be from”, numa música que dá a entender que a cantora encontrou o sítio a que chama de casa (metafórico).

Com isto, Phoebe Bridgers deixa de ser apenas uma rapariga emo com uma guitarra, para passar a ser uma artista feita e conquista o lugar mais especial no meu top 100 deste ano.

Link para o top 100 completo no Spotify