Seis anos depois da sua participação na primeira edição do Haunted PS1 Demo Disc e dois anos após o lançamento oficial no PC, Dread Delusion chega finalmente às consolas com uma homenagem aos grandes do género e um dos mundos mais visualmente marcantes e peculiares que já explorámos.
Com um sistema de progressão generoso e decisões de design bem pensadas, Saros é tão desafiante como motivante ciclo após ciclo, com a Housemarque a voltar a provar que é uma referência incontornável nos jogos de ação caótica pintados de horror cósmico.
Apesar de ser o mesmo jogo que foi lançado em 2012 na PlayStation Vita, em 2018 no PC e depois em 2019 na PlayStation 4, Revelations in Celceta ganha um novo nome, mas é o mesmo excelente RPG de ação que tão bem demonstra as qualidades da série Ys.
A Wayfoward e a Limited Run Games recuperam um dos clássicos esquecidos do Game Boy Advance, Sigma Star Saga DX, um intrigante híbrido entre jogo de ação espacial e um jogo de ação e aventura onde a narrativa é um dos destaques.
Com Marvel MaXimum Collection, a Limited Run Games traz-nos mais uma coleção para os mais saudosistas, desta vez ao revisitar o catálogo da Marvel na década de 1990 e do género brawler.
Apesar da repetição de missões e entregas, num mundo gelado e nem sempre convidativo à exploração, Easy Delivery Co. é uma experiência intrigante e estritamente focada no ato de entregar encomendas contra todas as adversidades, num jogo mais solitário e melancólico.
Super Mario Bros. Wonder recebe a sua muito aguardada atualização para a Nintendo Switch 2 com Meetup in Bellabel Park, num formato pago, mas com conteúdos que fazem valer todos os cêntimos.
Em Crimson Desert, a Pearl Abyss criou um dos jogos mais ambiciosos e mecanicamente densos do ano, mas também aquele que poderá ser o pináculo da experiência open world, para o bem e para o mal.
Depois da ressurreição da série Legacy of Kain, a Bit Bot Media procurou fazer o que parecia já ser impossível: criar um novo jogo na lendária franquia, mas também enterrar Kain e Raziel para sempre.
Screamer não é um Need for Speed nem um Ridge Racer, mas chega mais perto do que qualquer jogo de corridas dos últimos anos ao espírito que os tornou memoráveis.
Um ano depois da estreia no PC e consolas Xbox, o jogo de ação e aventura da Compulsion Games chega à PlayStation 5 à procura de um novo público, mas o problema mantém-se e a linearidade, aliada a um sistema de combate pouco impressionante, prejudicam aquela que deveria ser uma experiência visual e narrativa muito mais marcante do que é.
O valor emocional de Project Songbird é indiscutível e é possível sentir o carinho que Conner Rush nutre pelo seu jogo, mas a sua aproximação ao género de terror é uma espada de dois gumes e o resultado nem sempre é satisfatório ou emocionalmente eficaz.