Super Mario Bros. Wonder recebe a sua muito aguardada atualização para a Nintendo Switch 2 com Meetup in Bellabel Park, num formato pago, mas com conteúdos que fazem valer todos os cêntimos.
Em Crimson Desert, a Pearl Abyss criou um dos jogos mais ambiciosos e mecanicamente densos do ano, mas também aquele que poderá ser o pináculo da experiência open world, para o bem e para o mal.
Depois da ressurreição da série Legacy of Kain, a Bit Bot Media procurou fazer o que parecia já ser impossível: criar um novo jogo na lendária franquia, mas também enterrar Kain e Raziel para sempre.
Screamer não é um Need for Speed nem um Ridge Racer, mas chega mais perto do que qualquer jogo de corridas dos últimos anos ao espírito que os tornou memoráveis.
Um ano depois da estreia no PC e consolas Xbox, o jogo de ação e aventura da Compulsion Games chega à PlayStation 5 à procura de um novo público, mas o problema mantém-se e a linearidade, aliada a um sistema de combate pouco impressionante, prejudicam aquela que deveria ser uma experiência visual e narrativa muito mais marcante do que é.
O valor emocional de Project Songbird é indiscutível e é possível sentir o carinho que Conner Rush nutre pelo seu jogo, mas a sua aproximação ao género de terror é uma espada de dois gumes e o resultado nem sempre é satisfatório ou emocionalmente eficaz.
Com Dark Scrolls, a doinksoft continua a explorar os géneros e mecânicas nostálgicas em mais um regresso à ambiência 8 bits, mas agora numa tentativa de adaptar a experiência roguelike aos jogos de ação e plataformas com uma novidade que poderá encontrar os seus fãs.
Pokémon Pokopia é um spin-off inesperado, mas também o mais certo, que coloca de parte os combates e sede de vitória, pela comunidade e amizade que os as criaturas Pokémon sempre nos pediram.
Death Stranding 2: On the Beach no PC continua a valer todos os elogios da versão PlayStation 5, mas para quem já jogou na consola, os incentivos para revisitar na nova plataforma são modestos, numa conversão que faz justiça à visão técnica e artística de Hideo Kojima sem avanços substanciais.
Pode ser difícil conter as expectativas com a ideia de um novo Marathon, novamente pelo estúdio que o criou. Mas tal como as suas classes, Marathon é uma mera concha para todo o seu potencial, com conteúdo para agradar apenas a quem resiste à sua verdadeira natureza de jogo de extração.
Enquanto Harvest Moon e Story of Season apostam em histórias simples sobre quintas e aldeias em busca de futuro, Guardians of Azuma atira-se de cabeça para o género RPG, desliga a sua mente e enche-nos de sistemas, missões e conteúdos secundários até rebentarmos.
Enquanto a série Fatal Frame não se expande para a tão aguardada sequela, a Koei Tecmo volta uma vez mais ao passado, procurando imitar o sucesso de Silent Hill 2 Remake ao recuperar o capítulo mais popular da sua série com um remake fiel ao original, ainda que longe de estar livre de alguns problemas mais infelizes.