Da próxima vez que forem a uma loja Intermarché, atentem no vinho tinto Pioneiro, da Venâncio da Costa Lima. É que este vinho foi eleito pelo prestigiado jornal Washington Post como a “Escolha do Ano”, numa lista que reconhece os melhores vinhos produzidos a nível mundial.
A relação qualidade-preço surpreendeu o especialista de vinhos Dave McIntyre, que se rendeu aos encantos da bebida da Península de Setúbal. Trata-se de um vinho tinto complexo, com um preço de venda recomendado em Portugal de apenas 3,99€. Apenas disponível nas lojas Intermarché, este é mais um exemplo de que a insígnia procura sempre disponibilizar produtos de qualidade ao melhor preço, de forma a oferecer as melhores soluções aos seus consumidores.
Ocupa o primeiro lugar e é também o único vinho português na lista dos 12 melhores “achados” de 2021, uma seleção feita de forma minuciosa pelo autor que, ao longo do ano, provou mais de 255 vinhos de todas as partes do mundo. Este é já o quinto ano de publicação da lista dos melhores vinhos compilada pelo jornalista.
Dave McIntyre, também um conhecido fã de vinho do Porto, ficou impressionado com a interligação e desenvolvimento dos sabores nos dias seguintes, distinguindo o Pioneiro como uma ótima compra para ser o tinto da casa nos primeiros meses de 2022.
Falámos no Intermarché no início deste artigo porque este Pioneiro é um vinho exclusivo dessas lojas, ou seja, somente irão encontrar à venda nesses estabelecimentos.
Nestes casos, é algo que se deve às exigências das distribuidoras ou dos próprios estúdios.
Quem tem um serviço de TV Net Voz em casa, muito provavelmente também terá uma box disponibilizada pela operadora. Embora nem todos os contratos incluam a box, a verdade é que muitos clientes acabam por ficar com uma, principalmente quando renegoceiam um contrato.
Ora, com uma box, e com o acrescento de canais, há toda uma panóplia de programas, filmes, séries e outras coisas para descobrir. Possivelmente até acabamos por encontrar algum guilty pleasure. E mesmo que não tenhamos tempo para ver esse conteúdo no horário de exibição original no canal do cabo, há uma funcionalidade muito útil à qual os utilizadores recorrem: as gravações.
Se forem à área das gravações da vossa box, irão reparar que tanto possuem gravações automáticas, onde podem selecionar os vossos programas preferidos por temáticas – filmes, séries, entretenimento, lifestyle ou documentários, por exemplo – que tenham sido transmitidos nos últimos sete dias, como têm gravações manuais, onde podem aceder aos programas que gravaram ou às gravações agendadas.
Mas sabiam que nem todos os programas podem ser gravados, mesmo que o tentem fazer manualmente? Basicamente, deve-se tudo a direitos de distribuição.
Quando um programa não é disponibilizado automaticamente, tal deve-se, lá está, ao facto de esses conteúdos em específico terem sido desautorizados para ficarem disponíveis para visionamento após a exibição original.
Um exemplo recente? Ora tentem assistir/rever com qualquer método de gravação, seja em que operadora for, aos dois filmes do Sozinho em Casa e O Apelo Selvagem, transmitidos pela SIC neste Natal. Já tentaram e não conseguiram? Pois, é normal.
É algo que acontece não regularmente, mas de vez em quando. Neste caso em específico, até se explica facilmente: estes filmes têm um propósito – serem exibidos no Natal. Afinal de contas, acabam por ser longas-metragens já típicas da época, com essas retransmissões a acontecerem nesses dias em canais abertos.
Além disso, estes três filmes estão disponíveis no serviço de streaming Disney+. Logo, para quê deixar disponíveis para os utilizadores em sinal aberto, quando esses mesmos clientes podem pagar para ver na plataforma da Disney?
2021 foi severamente afetado pela pandemia global, mas vários filmes deixaram de ser adiados, o que contribuiu para um ano melhor, no geral.
Tal como em todos os outros anos, bons filmes encontram-se em todo o lado, desde que os espetadores saibam onde procurar, assim como não hesitar em dar uma oportunidade a uma premissa menos convincente que possa surpreender. Desta vez, blockbusters e/ou filmes de sagas voltaram em grande quantidade, mas os chamados filmes indie continuaram a entregar histórias instigantes e impactantes, chegando a cada vez mais pessoas.
Quando se trata de criar uma lista com os meus filmes favoritos de um determinado ano, raramente olho para as classificações como ajuda. Em vez disso, baseio-me noutros critérios: valor de repetição, entretenimento geral, o quão memorável é… A resposta para “o quanto desejo assistir a este filme novamente?” é, na maioria das vezes, o fator decisivo quando não consigo encontrar nenhum outro aspeto para me ajudar a tomar uma decisão final. Logo, não se surpreendam se observarem um filme com maior classificação debaixo de outro com menor.
Afinal de contas, é a MINHA lista. As MINHAS preferências pessoais em relação ao género, entretenimento e qualidade. O meu #1 não necessita obrigatoriamente de ser o melhor filme do ano. Pode ser simplesmente especial para mim e só esta razão é suficiente para garantir um lugar mais alto na minha lista do que outros filmes admitidamente “melhores”.
Primeiro, partilharei algumas menções honrosas (filmes que quase conseguiram entrar) e, depois, o meu Top 10. Todos os filmes contêm um link para a crítica respetiva.
Aproveitem e lembrem-se: adoro todos os filmes que abordo aqui. Um filme ficar um lugar acima de outro não significa que seja melhor.
Judas and the Black Messiah merece todo o hype que recebeu e muito mais. Shaka King e Will Berson entregam um filme inspirado em eventos reais com todas as qualidades que este tipo de peça necessita: esclarecedor, inspirador, estimulante e tremendamente impactante.
Possuindo uma prestação que terminará, com certeza, como uma das melhores do ano (Daniel Kaluuya), a história de Fred Hampton e William O’Neal é contada através de uma narrativa incrivelmente cativante, preenchida até ao limite com discursos e diálogos absolutamente épicos, fascinantes e arrepiantes que não deixarão nenhum espetador indiferente. Ambas as personagens trazem temas atuais e oportunos de volta aos holofotes, que geram uma conversa essencial sobre liberdade, direitos humanos e igualdade.
Para além de Kaluuya, Lakeith Stanfield merece igualmente imensos elogios e não me posso esquecer da cinematografia persistente (Sean Bobbitt) e focada nas personagens, elevando todas as cenas. Apreciação final para a banda sonora de Mark Isham e Craig Harris, que é inesquecível e viciante, desempenhando um papel significativo na narrativa.
9. The Last Duel
The Last Duel tornou-se num dos meus filmes favoritos de Ridley Scott, ostentando uma Jodie Comer que entrega uma das prestações mais emocionalmente poderosas do ano. Adam Driver, Matt Damon e Ben Affleck oferecem interpretações notáveis, mas a atriz incorpora na totalidade a coragem de Marguerite de Carrouges no meio de tanta dor e sofrimento de uma história verdadeira e brutalmente chocante.
A estrutura narrativa baseada em perspetivas únicas é interessante e eficiente o suficiente para superar os seus inevitáveis problemas de repetibilidade. Possuindo atributos técnicos que certamente receberão o reconhecimento devido na temporada de prémios – em especial a banda sonora de Harry Gregson-Williams – o duelo em si é uma das sequências de luta mais tensas dos últimos anos, compensando a paciência do público com um clímax satisfatório.
Assistam no grande ecrã, se possível.
8. Mass
Mass é, sem dúvida, uma das visualizações mais emocionalmente desafiadoras que alguma vez enfrentei. A estreia de Fran Kranz como argumentista-realizador conta uma história incrivelmente pesada através de quatro atores que exploram profundamente as suas personagens, entregando todos as melhores prestações das respetivas carreiras. Todos são um destaque inacreditável: Jason Isaacs, Ann Dowd, Martha Plimpton e Reed Birney merecem uma campanha titânica para receber todos os prémios que se possam atribuir aos mesmos.
O elenco drena todas as gramas de emoção dentro dos espetadores, transformando uma pequena sala com um mise-en-scène impactante que conta a sua própria narrativa num ambiente extremamente tenso, avassalador, praticamente irrespirável. Dezenas de temas importantes e sentimentos complicados são abordados em pouco menos de duas horas, criando um filme verdadeiramente devastador que me deixou a chorar baba e ranho.
É totalmente impossível alguém não ficar afetado com este filme, nem que seja de uma forma negativa. É uma daquelas obras que recomendarei a todos, mas não posso negar que esta pode muito bem ter sido a minha única visualização de uma história tão brutalmente exigente e autêntica.
7. Dune
Dunedefine o novo padrão para o cinema épico com visuais arrebatadores, produção e banda sonora poderosas e uma história convincente envolvida numa escala absolutamente massiva.
Denis Villeneuve adiciona mais uma obra-prima audiovisual à sua filmografia, apesar de alguns percalços narrativos e rítmicos devido à exposição pesada e às sequências de sonhos repetitivas mas cruciais. Timothée Chalamet e Rebecca Ferguson destacam-se no meio de um elenco galáctico, onde todos entregam prestações nada menos do que impressionantes. Desde o notável desenvolvimento de personagens às interações constantemente cativantes, sem esquecer o espetáculo das cenas de ação/guerra fascinantes, o argumento extremamente estratificado é lindamente traduzido para o grande ecrã, local onde todos os espetadores devem definitivamente ir assistir a este filme.
Finalmente, não se esqueçam que filmes épicos de ficção científica/fantasia são bastante raros, logo aproveitem ao máximo quando estes aparecem ao invés de se preocuparem com as comparações feitas com outras sagas. Há espaço suficiente para as adorar a todas.
6. The Mitchells vs. The Machines
The Mitchells vs. The Machines pode não ter o título mais catchy de sempre, mas é definitivamente um dos melhores filmes de animação dos últimos anos. Com uma mistura deslumbrante de dois estilos de animação – que podem impactar o futuro deste tipo de filme – Mike Rianda e Jeff Rowe entregam uma história emocionalmente ressoante sobre família, amor e, mais explicitamente, colocarmo-nos no lugar de outras pessoas.
Com personagens incrivelmente relacionáveis, o argumento notavelmente bem escrito atinge um equilíbrio perfeito em todos os tópicos que aborda, apresentando argumentos para ambos os lados sem nunca definir algo como certo ou errado. Os arcos de personagem podem seguir linhas narrativas bem conhecidas, mas a escrita excecional eleva todas as jornadas pessoais, especialmente as de Katie e Rick, filha e pai.
Possuindo um trabalho de voz excelente de todos os envolvidos, a narrativa de ritmo rápido também contém sequências de ação impressionantes e tão coloridas que saltam do ecrã, cheias de energia, emoção e escolhas fantásticas de músicas. É um daqueles filmes incomuns onde não consigo encontrar uma única falha.
Uma obra imperdível e hilariante tanto para crianças como para adultos.
5. The Father
The Father é uma representação devastadora da doença dolorosamente progressiva que é a demência. O storytelling extremamente cativante de Florian Zeller coloca os espetadores dentro da mente do protagonista, dando a oportunidade ao público de testemunhar e sentir tudo através da sua perspetiva incerta. Zeller e Christopher Hampton entregam um argumento brilhantemente único, repleto com socos emocionais que não deixarão ninguém indiferente.
Desde a edição perfeita (Yorgos Lamprinos) ao trabalho de câmara persistente (Ben Smithard), acaba por ser a banda sonora bonita e impactante de Ludovico Einaudi que eleva os grandes momentos. O uso de takes longos por parte de Zeller é tanto necessário como importante para prender a atenção dos espetadores a Anthony Hopkins, que entrega uma prestação poderosamente convincente, inquestionavelmente digna de muitos prémios. Uma das minhas performances favoritas de toda a sua carreira. Espero que este filme seja o mais perto que alguma vez me encontrarei de vivenciar esta condição mental.
A minha conexão pessoal com esta história justifica a minha primeira nota máxima desde novembro de 2019 (Ford v Ferrari). Um dos melhores filmes que vi no último par de anos. Não percam!
4. tick, tick…BOOM!
tick, tick…BOOM! possui música memorável, viciante e de “primeira classe” interpretada por atores talentosos. Lin-Manuel Miranda apresenta uma das melhores obras musicais do século. Desde o destaque absoluto, “30/90”, ao final altamente satisfatório, “Louder than Words”, a vasta maioria das canções serve um propósito necessário, avançando o enredo com imenso entretenimento enquanto também desenvolve as personagens merecedoras de investimento emocional.
Andrew Garfield oferece uma das melhores prestações da sua carreira, demonstrando o seu alcance emocional inacreditável e habilidades artísticas fenomenais, como ator e performer.
3. Spider-Man: No Way Home
Spider-Man: No Way Home é uma das obras mais negras, tristes e emocionalmente desgastantes da MCU, superando todas as minhas expetativas. Apesar de uma primeira metade algo atabalhoada com alguns problemas de ritmo e humor ocasionalmente frustrante e mal colocado, Jon Watts, Chris McKenna e Erik Sommers mais do que compensam estes problemas menores com as melhores (e brutalmente violentas) sequências de ação algumas vez testemunhadas num filme do Spider-Man.
Para além disso, a narrativa surpreendentemente coerente contém desenvolvimentos chocantes e realmente oferece tempo de ecrã suficiente para os vilões impactarem de forma significativa o arco de Peter Parker. Prestações impressionantes por parte de todos os envolvidos, especialmente Tom Holland, Zendaya e Willem Dafoe.
Uma homenagem emotiva e nostálgica ao legado do Spider-Man que fãs irão assistir inúmeras vezes, nunca deixando de rir e chorar.
Uma experiência cinemática única, memorável e realizada com imensa paixão.
2. King Richard
King Richard não é apenas um dos meus filmes favoritos do ano, mas também uma das melhores biopics que já testemunhei. O assunto em questão pode significar mais para mim do que para o espetador comum devido à minha conexão emocional com o desporto, mas é a história cativante sobre um pai dedicado e amado que, no final das contas, agarra a audiência. Will Smith entrega uma das melhores prestações da sua carreira, assim como Saniyya Sidney e Demi Singleton.
O desporto é excecionalmente explorado, levando o público pelo imenso sacrifício que um jogador precisa de fazer para se tornar num dos melhores. Tecnicamente, todos os elementos do cinema funcionam juntos na perfeição para demonstrar o esforço físico e mental que o ténis exige, dedicando uma quantidade surpreendente de tempo de ecrã aos treinos e jogos.
No entanto, o argumento tematicamente rico em torno da família, autoconfiança e paternidade controla os holofotes. Não possuo um único comentário negativo sobre esta obra de Reinaldo Marcus Green.
Merece todos os prémios que inevitavelmente receberá. Não se atrevam a perder!
1. CODA
CODA foi uma das minhas primeiras visualizações do ano e o meu filme favorito da edição de 2021 do Festival Sundance. Na altura, escrevi que se tornaria num filme imperdível quando ficasse disponível. Doze meses depois e senta-se no trono da minha lista!
Siân Heder oferece a sua realização impecável e argumento lindamente escrito, repleto com momentos emocionalmente poderosos que me deixaram de lágrimas nos olhos durante os últimos quarenta e cinco minutos. Possuindo uma mensagem educativa e importante sobre a comunidade surda e o que a sociedade interpreta como uma deficiência/limitação tremenda, a narrativa visual caraterística e as interações cativantes dentro da família surda provam ser incrivelmente merecedoras do investimento dos espetadores, elevando profundamente o filme em geral.
Com a ajuda de prestações sinceras e genuínas do elenco secundário (principalmente de Troy Kotsur e Eugenio Derbez), Emilia Jones descola e entrega uma das minhas performances femininas favoritas dos últimos tempos.
Um filme lacrimoso e pensativo que espero que conquiste audiências por todo o mundo.
King Richard não é apenas um dos meus filmes favoritos do ano, mas também uma das melhores biopics que já testemunhei.
Sinopse:“A história de Richard Williams (Will Smith), um pai decidido a criar duas das atletas mais dotadas de todos os tempos que mudaram o ténis para sempre. Impulsionado por uma visão clara do futuro e usando métodos pouco convencionais, Richard tem um plano que levará Vénus (Saniyya Sidney) e Serena Williams (Demi Singleton) dos bairros pobres de Compton, na Califórnia, até às vitórias nos maiores torneios do circuito profissional.”
Cinema não é a minha única paixão. De facto, o meu amor por cinema só emergiu verdadeiramente nos primeiros anos de universidade. Até então, o meu sonho passava por ser jogador de futebol – eu sei, não podia ser mais cliché. Mesmo assim, sempre adorei ténis e acompanho o desporto desde que Roger Federer começou a ganhar basicamente tudo. Joguei ténis competitivamente por alguns anos, e ainda jogo, mas menos do que antes. Portanto, da mesma forma que apoiei outras vozes dentro do mundo da crítica para se destacarem em filmes que pudessem analisar com conhecimento/experiência mais vasto, agora acredito genuinamente que é minha vez de dar um passo à frente.
Não sabia até que ponto King Richard iria aprofundar as carreiras das irmãs Williams. Por se tratar de um filme sobre como o seu pai as ajudou a tornarem-se em duas das melhores tenistas da história do desporto, duvidava imenso que fossem confrontar algumas controvérsias que ocorreram ao longo das suas carreiras, visto que estas são, sem dúvida, manchas inegáveis. Felizmente, estas estão longe de prejudicar as suas conquistas icónicas, especialmente as de Serena. Demi Singleton (Goldie) interpreta a última, enquanto Saniyya Sidney (Hidden Figures) representa a irmã mais velha, Venus. Will Smith (Bad Boys for Life) é, claro, o pai, Richard. Começo precisamente pelos atores.
Singleton e Sidney são absolutamente fenomenais. Dos momentos dramáticos às sequências de ténis – elas realmente aprenderam e treinaram muito para jogar de forma semelhante às irmãs verdadeiras – as atrizes brilham em tudo que tocam. King Richard foca-se mais em Venus do que em Serena, logo Sidney tem mais tempo de ecrã e, honestamente, não me importo de começar o burburinho habitual nesta altura do ano pela sua prestação. Duvido que ganhe o reconhecimento merecido, mas apenas porque Will Smith rouba o espetáculo inteiramente. Como Richard, o famoso ator entrega uma das minhas performances favoritas de toda a sua carreira.
A sua interpretação de um pai dedicado, apaixonado e superprotetor merece o Óscar. Smith consegue caminhar pela linha ténue entre um personagem irritante e frustrante que não consegue ver algo obviamente errado e um pai genuíno e preocupado que realmente só quer o melhor para as suas filhas. Desde enfrentar bullies aos conselhos de vida vitais e significativos, Richard está longe de ser o pai perfeito, mas nenhum espetador o pode culpar por não tentar. A sua educação rigorosa e mentalidade obcecada por planos podem parecer loucura para muitas pessoas, mas o amor gigante pela sua família encontra-se sempre em primeiro plano. Smith não é nada menos do que impressionante. O resto do elenco também é notável, mas Jon Bernthal (Ford v Ferrari) como Rick Macci merece uma menção especial.
Relativamente à história, admito que não sou o maior fã de biopics. Frequentemente, considero-as formulaicas e muito semelhantes entre si. King Richard ainda segue essas fórmulas e arquétipos. No entanto, tal como em todos os outros filmes do género, os espetadores criarão uma conexão mais forte com a narrativa se for sobre alguém ou algo que realmente conheçam. No meu caso particular, não consegui tirar os olhos do ecrã, nem por um único segundo. Considero o tempo de execução apropriado. Os pontos de enredo são todos importantes e impactantes. O desenvolvimento de personagem chega naturalmente, sem exposição preguiçosa ou diálogos forçados. Além de tudo isso, fiquei agradavelmente surpreendido com a quantidade de tempo de ecrã dedicado a partidas e treinos de ténis.
Do ponto de vista desportivo, penso que acertaram em praticamente tudo. O argumentista estreante Zach Baylin e o realizador Reinaldo Marcus Green (Joe Bell) transmitem ao público o quão incrivelmente difícil é alguém tornar-se num tenista profissional, ainda para mais um dos melhores. Desde o esforço físico e mental quase excruciante a algo tão trivial como organização de tempo, King Richard analisa todos os pequenos detalhes que apenas jogadores de ténis que passaram por competições reconhecerão. Não podia sentir-me mais feliz ao ver algo tão simples como uma máquina de encordoar, raquetes de madeira ou mesmo as escolhas estilísticas questionáveis dentro do desporto naquela época. Elementos que não são mencionados uma única vez no filme e com os quais o espetador comum sem conhecimento do desporto nem se vai importar quanto mais valorizar.
Dos exercícios práticos aos rallies de jogo, o ténis é lindamente capturado por uma combinação sublime de excelente cinematografia (Robert Elswit), montagem perfeita (Pamela Martin) e uma banda sonora subtil, mas poderosa (Kris Bowers). King Richard também demonstra como e porque é que o ténis é um dos desportos mais exigentes mentalmente. Constrói na perfeição um build-up para um jogo climático, chocante e propositadamente frustrante entre Venus e Jennifer Capriati (Jessica Wacnik), onde uma pausa para a casa de banho aparentemente razoável se transforma numa estratégia antidesportiva que ainda gera muito discussão hoje em dia.
No entanto, não deixem que a minha paixão pelo desporto vos leve a pensar que este é um filme apenas para fãs de ténis… Na sua essência, King Richard é um filme sobre paternidade, família, autoconfiança, amor, sacrifício e muito, muito mais. O ténis é o desporto em destaque, mas podia ser qualquer outro. Por outro lado, existe apenas um Richard. Existe apenas uma Venus. E existe apenas uma Serena. O background cultural da família é crucial para a narrativa. Originários de Compton, pertencentes à comunidade negra, tentando entrar num desporto elitista, maioritariamente branco… tudo isto é abordado ao longo do tempo de execução. De todos os filmes que assisti este ano, este é o que mais me deixou satisfeito. Não podia ter pedido mais.
King Richard não é apenas um dos meus filmes favoritos do ano, mas também uma das melhores biopics que já testemunhei. O assunto em questão pode significar mais para mim do que para o espetador comum devido à minha conexão emocional com o desporto, mas é a história cativante sobre um pai dedicado e amado que, no final das contas, agarra a audiência.
Will Smith entrega uma das melhores prestações da sua carreira, assim como Saniyya Sidney e Demi Singleton. O desporto é excecionalmente explorado, levando o público pelo imenso sacrifício que um jogador precisa de fazer para se tornar num dos melhores. Tecnicamente, todos os elementos do cinema funcionam juntos na perfeição para demonstrar o esforço físico e mental que o ténis exige, dedicando uma quantidade surpreendente de tempo de ecrã aos treinos e jogos.
No entanto, o argumento tematicamente rico em torno da família, autoconfiança e paternidade controla os holofotes. Não possuo um único comentário negativo sobre esta obra de Reinaldo Marcus Green. Merece todos os prémios que inevitavelmente receberá. Não se atrevam a perder!
Em vez de olharmos para o melhor que jogámos este ano, partilhamos aqueles que não jogámos ou que não tivemos a oportunidade de dar a nossa opinião.
Todos os anos são lançados centenas de jogos, dos mais simples e de produções mais modestas, aos titãs de vendas que geram hype de anos acumulado. 2021 não foi exceção e, pelas nossas mãos, passou um pouco de tudo, onde podemos nomear aqui já alguns dos melhores como:
Ainda assim, foram muitos os jogos que ficaram de fora. Títulos que jogámos e não comentámos, jogos que jogámos e não terminámos – ou não conseguimos arranjar argumentos para comentar –, e outros que simplesmente ficaram no nosso backlog. E são esses que vamos destacar hoje, a começar com o regresso de uma trilogia aclamada.
Mass Effect Legendary Edition
Uma das sagas de ficção científica mais aclamadas e influentes da última década surgiu em formato videojogo, tendo regressado este ano de cara lavada para satisfazer fãs e conquistar um novo público. A coleção vem no seguimento da promessa do “Próximo Mass Effect” e procura um novo recomeço depois da receção divisória de Mass EffectAndromeda em 2018.
Com o primeiro jogo redesenhado entre uma “remasterização” e um “remake”, Mass Effect Legendary Edition apresenta a trilogia na sua versão mais definitiva, com todos os DLCs lançados (excluindo uma expansão do primeiro jogo), agora devidamente adaptados às plataformas modernas, tirando partido de resoluções 4K e fluidez até 120FPS nas novas consolas.
Como outros relançamentos deste ano (Alan Wake Remastered ou Nier Replicant), Mass Effect Legendary Edition é mais Mass Effect, agora devidamente em HD, mais bonito e jogável do que nunca, num pacote perfeito para os fãs revisitarem e outros se deixarem apaixonar por uma das experiências narrativas mais ambiciosas do mundo dos RPGs.
Hextech Mayhem: A League of Legends Story & Ruined King: A League of Legends Story
League of Legends sempre foi popular, mas com a estreia de Arcane atingiu um novo patamar. E, por isso, a Riot Games teve aqui a oportunidade de expandir o seu universo com novos jogos. Existem mais alguns a caminho, mas pelas mãos já nos passaram dois: Hextech Mayhem e Ruined King.
O primeiro é relativamente simples de explicar, divertido de se jogar e viciante à medida que progredimos nele. Hextech Mayhem aproveita o formato mobile de one-touch-game, oferecendo uma experiência singular, onde controlamos uma criatura cuja habilidade principal é explodir ao ritmo da música e da ação, com o jogador a dançar o tango com os timings certos para a melhor pontuação possível.
Já Ruined King encontra-se no espetro oposto, com uma experiência mais complexa e old-school, inspirada em JRPGs ao estilo de Final Fantasy e Xenogears, que explora novas zonas de Runeterra com a ajuda de uma seleção de Champions bem adorados pelos fãs.
O melhor de tudo é a sua arte de fantasia negra, a cargo do luso descendente Joe Madureira, que ajuda Ruined King a destacar-se dos demais.
The Legend of Zelda: Skyward Sword
2021 também foi o ano em que um dos grandes clássicos da Nintendo Wii foi finalmente reeditado em alta definição para a Nintendo Switch.
De cara lavada, com novos controlos e melhorias de qualidade de vida, é difícil argumentar que Skyward Sword HD não é a versão definitiva desta controversa aventura de Link. Até vamos mais longe. Apesar dos seus problemas, Skyward Sword é muito mais interessante em retrospetiva, pós-Breath of the Wild, devido às suas masmorras extensas e próximas à fórmula tradicional da série.
Uma redescoberta deliciosa que serve de ponte para o que o futuro da saga nos guarda, que pelo trailer mais recente também nos promete levar até aos céus.
Monster Hunter Stories 2:Wings of Ruin
O primeiro Monster Hunter Stories foi uma adaptação interessante das mecânicas clássicas da série com uma estrutura mais próxima dos RPG orientais. A sequela tinha, então, a missão de suplantar o original em todos os pontos. E assim foi.
Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin consegue ser mais divertido, envolvente e uma combinação ainda mais eficaz entre a experiência de caça e captura com um sistema de combate por turnos. As mecânicas pedra-papel-tesoura, mais próximas de um Pokémon do que de um Monster Hunter, estão de regresso, mas existem mais habilidades e incentivos que tornam os combates mais divertidos.
No fundo, é o que uma sequela deve ser: uma evolução do primeiro.
No More Heroes III
Travis Touchdown e Suda 51 estão de regresso a uma das séries mais irreverentes dos últimos vinte anos.
Agora em exclusivo na Nintendo Switch, No More Heroes III é um sonho tornado realidade, apresentando a mesma loucura e criatividade dos projetos de Suda 51, mas com uma nova garra e inventividade que nos deixam boquiabertos.
O combate foi finalmente refinado e Travis tem mais habilidades à sua disposição, mas também um simples e eficaz sistema de evolução que nos permite melhorar o seu poder de ataque e pontos de vida, entre outros. Os confrontos contra bosses são magníficos e sempre inesperados, com a vertente meta da série a garantir que nunca saberemos o que irá acontecer durante as suas batalhas.
Por fim, Santa Destroy é uma vez mais explorável, mas temos novas missões secundárias, tarefas e até colecionáveis que reduzem a monotonia dos títulos anteriores. Fora o desempenho insatisfatório na Nintendo Switch, No More Heroes III é tudo o que os fãs queriam e muito mais.
Twelve Minutes
É um dos jogos mais distintos e difíceis de falar sem entrar em spoilers e estragar surpresas. E é também um dos jogos mais divisórios do ano. Twelve Minutes merece também o nosso destaque por outras razões, como o facto de ser um jogo desenvolvido pelo português Luis António, por contar com um elenco de estrelas, como Daisy Ridley, James McAvoy e Willem Dafoe, e também por usar viagens no tempo e mistério para contar a sua história.
Num formato point and click, somos fechados num apartamento e, através da experimentação, cliques e diálogos, teremos que desvendar os mistérios de Twelve Minutes, loop após loop.
Não é um jogo para todos, mas que merece pelo menos 12 minutos da nossa atenção para experimentarem um dos jogos mais arrojados do ano.
2022 e mais além
Estas foram apenas algumas das experiências que nos passaram pelas mãos e que nos iríamos sentir mal se não lhes fizéssemos algum tipo de referência. Para não falar da quantidade de jogos que hoje temos ao nosso dispor em serviços como o PS Now ou o Xbox Game Pass.
Se tudo correr bem, 2022 não será diferente e aqui estaremos para acompanhar os lançamentos que achamos mais importantes, para os jogar como fãs e partilhar as nossas opiniões com todos vocês.
A PlayStation revelou as ofertas de janeiro de 2022 do PS Plus, trazendo-nos mais jogos compatíveis com a PlayStation 5.
Como sempre, são três ofertas que poderão ser descarregadas e adicionadas à biblioteca dos jogadores para sempre, enquanto forem subscritores do serviço, já a partir do dia 4 de janeiro.
A oferta desse mês oferece alguma variedade a começar com Persona 5 Strikers, o spin-off/sequela do popular jogo protagonizado pelos Phantom Thieves, que aqui trocam o estilo RPG pela loucura do género musou, mas mantendo todos os ingredientes que fizeram os jogadores apaixonar-se pelo original: o elenco de personagens, a sua narrativa e a excelente banda sonora.
Dirt 5 entra também no grupo de ofertas com duas versões, a da PlayStation 4 e da PlayStation 5, oferecendo a oportunidade de os jogadores viajarem pelo mundo a altas velocidades ao volante de alguns dos carros off-road mais icónicos e da história, com corridas rápidas, furiosas e cheias de estilo, com um registo arcade bem divertido. Além de visuais melhorados, os jogadores na PlayStation 5 poderão tirar partido das capacidades exclusivas do DualSense, que oferecem uma imersão aumentada graças à vibração háptica e aos gatilhos responsivos que simulam os vários tipos de terreno.
A terceira oferta é dedicada aos adeptos de sobrevivência, co-op e jogos meio rogue-like, com Deep Rock Galactic, o jogo que nos coloca na pele de anões mineiros espaciais, com o objetivo de explorarem zonas inóspitas do espaço, criando túneis, combatendo ameaças e descobrindo segredos.
E como sempre há também uma oferta especial para o nosso território, com um jogo criado ao abrigo do programa PS Talents. Trata-se de Ion Driver, um jogo de corridas reminiscente de clássicos como F-Zero e Wipeout.
Até ao dia 3 de janeiro, os subscritores poderão ainda resgatar a oferta de dezembro que nos trouxe Godfall, LEGO DC Super-Villians e Mortal Shell.
As ofertas de janeiro de 2022 do PS Plus ficam disponíveis até dia 4 de fevereiro.
Testes podem ser realizados em qualquer um dos 41 postos de colheita aderentes.
Face ao atual contexto de evolução epidemiológica da Covid-19, a Joaquim Chaves Saúde irá disponibilizar testes rápidos de antigénio, comparticipados pelo SNS, com o objetivo de diminuir a propagação do vírus.
Até ao dia 31 de janeiro de 2022, todos os cidadãos terão direito a seis testes mensais, em qualquer um dos 41 postos de colheita aderentes, localizados de norte a sul do país.
Para a realização do teste, é necessária uma marcação prévia, disponível no website da Joaquim Chaves Saúde, para uma melhor agilização de todo o processo, evitando tempos de espera nos postos de colheita aderentes.
Os resultados podem ser comunicados oralmente aos utentes no momento do teste e será enviado um boletim de resultado até 12 horas depois da colheita.
O Grupo LEGO revelou finalmente o set dedicado ao icónico ouriço azul.
É a coisa mais rápida de sempre, agora em tijolos LEGO. O Grupo LEGO revelou finalmente o antecipado set de Sonic, que vem ainda a tempo de comemorar os 30 anos do pequeno ouriço azul, desde que se estreou nas consolas da SEGA em 1991.
O set Sonic the Hedgehog – Green Hill Zone surge através da iniciativa LEGO Ideas, com a ajuda de um fã, Viv Grannel, que foi votado pela comunidade para ganhar o selo oficial LEGO e, claro, da SEGA.
O set conta com uma adorável mini-figura de Sonic e com uma porção do icónico nível de Green Hill Zone, com anéis flutuantes, um loop, molas, poderes e inimigos, com o grande destaque a ir para o Dr. Eggman.
Ao todo são 1125 peças num set para miúdos, mas especialmente graúdos, maiores de 18 anos, que poderão colocar as mãos “à obra” com o set Sonic the Hedgehog – Green Hill Zone no dia 1 de janeiro, através das lojas LEGO, por 69,99€.
Prevê-se um 2022 em cheio para a marca portuguesa.
Depois de ter promovido as suas deliciosas opções natalícias, nomeadamente o Bolo Croissant Rei e Rainha e a Estrela de Natal Rei e Rainha, a marca O Melhor Croissant da Minha Rua volta a outra das coisas que sabe fazer melhor: abrir lojas.
Recentemente a marca internacionalizou-se, com a inauguração da primeira loja em Espanha, mais especificamente em Málaga, mas agora volta a abrir espaços em Portugal, neste caso em Lisboa. A nova loja está localizada na Av. Maria Helena Vieira da Silva, 29A, zona considerada a Alta de Lisboa.
A nova loja, à semelhança de outros espaços, conta com sala interior e esplanada, de modo a que possam aproveitar a zona exterior enquanto se deliciam com os vários croissants que a marca produz diariamente.
Obviamente, os croissants estão também disponíveis para takeaway, pelo que podem passar pelo local e levar uma caixa para casa. Além disso, este novo estabelecimento da marca ficará também disponível em serviços de delivery, como é o caso da Uber Eats.
Reabilitação de equipamentos culturais, de lazer e de desporto, obras de saneamento e abastecimento de água, entre outras, são algumas das obras planeadas.
A Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), em representação do Governo, celebrou contratos-programa com 10 municípios e duas freguesias para a requalificação de um conjunto de equipamentos, num montante global de cerca de 2,8 milhões de euros, dos quais cerca de 2,5 milhões de euros serão pagos ainda esta semana, suportados pelo Orçamento do Estado.
Em causa estão equipamentos dos municípios de Sabrosa, Oliveira de Frades, Penacova, Celorico da Beira, Oliveira do Hospital, Castanheira de Pera, Trancoso, Vouzela, Penalva do Castelo e São Pedro do Sul e da União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra e da freguesia de Serrazes.
Estes municípios e freguesias apresentaram despesas elegíveis que ascendem a cerca de 4,9 milhões de euros, sendo a comparticipação pública de 50% ou de 60% destas despesas, totalizando cerca de 2,8 milhões de euros.
Reabilitação de equipamentos culturais, de lazer e de desporto, obras de saneamento e abastecimento de água, entre outras, são algumas das obras planeadas.
O novo trailer de The Batman levanta um pouco mais o véu deste reboot.
Antes do ano acabar, a Warner Bros. relembra-nos que 2022 vai ser o “Ano do Morcego” com a estreia do muito antecipado The Batman, de Matt Reeves, que partilhou mais um trailer do filme em 4K na sua página oficial do Vimeo.
O filme contará com uma visão original de Batman num reboot cinemático da personagem, agora nas mãos de Robert Pattinson, que promete apresentar uma versão mais noir, violenta e crua da trágica personagem.
O filme conta ainda no elenco com Jeffrey Wright enquanto comissário Jim Gordon, Andy Serkis como Alfred e Colin Farrell como o Pinguim. The Batman poderá ser visto nos cinemas a 3 de março em Portugal.
É já daqui a uns meses que Portugal vai ganhar mais um festival. Falamos desta vez do Spring Sound Fest, cuja primeira edição está prevista para o dia 9 de abril de 2022.
A realizar-se na Altice Arena (Sala Tejo), o evento vai contar com nomes como Waze, Ivandro, Hugo Casaca e DJ Vuddu. Porém, o nome maior é mesmo o de Matuê, um dos artistas brasileiros mais populares da atualidade e que, como tal, será cabeça de cartaz.
O rapper brasileiro trará a este novo festival temas como “Quer Voar”, “M4”, “Groupies” e “777-666”, sem esquecer “Anos Luz”, entre outros.
Relativamente aos bilhetes, já estão à venda na Ticketline e locais habituais, variando entre os 35€ e os 50€.
Esta abertura representa a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.
Há um novo restaurante Burger King em Portugal, o 151º a ser inaugurado no país. O Burger King de Vila Real de Santo António situa-se na Avenida Fernando Salgueiro Maia, Nº 110, nas Hortas, e conta com mais de 300 m2 e capacidade para 168 pessoas (96 no interior e 72 na esplanada).
Oferece um sistema de refill de bebidas, quiosques de pre-order, Wi-Fi gratuito e está a operar em pleno com vários serviços, entre os quais takeaway, Drive Thru e Home Delivery.
O restaurante funciona de domingo a quinta-feira das 11h30 às 23h (drive thru até às 00h) e às sextas e sábados das 11h30 às 00h (drive thru até às 2h).
Este novo espaço é o nono no distrito de Faro. Esta abertura representa ainda a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.
O primeiro Burger King no distrito de Faro foi inaugurado em 2001 e, ao longo dos últimos anos, a marca tem vindo a reforçar a sua presença na região.
Um ano de florescimento, após um 2020 cinzento, pautado por 100 músicas fantásticas.
Quem me conhece sabe que uma das coisas que mais feliz me faz é encontrar música nova de qualidade, mas sabe também que ter alguém com quem partilhá-la é, para mim, a cereja no topo do bolo. E não o comecei a fazer hoje, nem no ano passado…
Para ser preciso, tudo começou há uma década, quando em finais de 2011 decidi que, no ano seguinte, ia começar a filtrar todas a músicas novas que ouvia e compilá-las num top 50. Agora olho para trás e chego à conclusão que por não ter a cultura e conhecimento musical que tenho hoje, as minhas seleções não eram assim tão acertadas, mas isso já é assunto para outra altura. O importante é que não me deixei amedrontar com as críticas e dei ouvidos a muitas sugestões, bem como a muita música que me passou ao lado e me mandaram também (ainda hoje o faço, porque não sabemos tudo).
Em 2018, com o aumento de volume de músicas que ouvia anualmente, decidi arriscar subir a parada e investir em tops 100 (algo que muito poucos meios profissionais fazem). A verdade é que me senti imediatamente à altura do desafio e a experiência ainda foi mais sensacional, visto que com esse desafio veio a vontade de ouvir ainda mais músicas.
Faltava-me, no entanto, um meio para desenvolver uma infraestrutura mais sólida e organizada, para a seleção de melhores músicas do ano. Coisa que aconteceu no ano passado, quando me juntei ao Echo Boomer. Comecei logo em abril a fazer as compilações de álbuns essenciais, onde já filtrava “músicas a ouvir” e deixava uma pequena apreciação ao álbum em causa.
Chegamos a 2021 e, pela primeira vez em 10 anos, consegui ter o top selecionado antes do natal, sendo que o processo de elaboração do mesmo foi o mais tranquilo que alguma vez tive. Às vezes gostava de ter mais tempo para elaborar melhor as análises que faço aos álbuns ou justificar as minhas escolhas musicais, mas a verdade é que isto é apenas um hobby, logo não dá tempo para muito mais! Contudo, garanto-vos que dou sempre o meu melhor e e o faço de boa vontade (mesmo que por vezes falte inspiração para escrever).
Uma breve guideline: Deixei link abaixo de cada música cujo o álbum fiz análise este ano para o respetivo artigo. No final do artigo podem encontrar link link para a playlist deste Top 100, organizado do 100º para o 1º.
Sem mais a acrescentar, a sorrir vos deixo com as minhas 100 escolhas de 2021.
O que começou como uma música escrita para outrem com o objetivo de ser um pop hit para agradar às massas, passou a ser o segredo mais bem guardado de Michelle Zauner. “Be Sweet” tinha o potencial para ser maior do que grande e Zauner decidiu não “dar” a música a ninguém, refinando-a ao incluir elementos musicais que transpiram o melhor das harmonias dos anos 80.
Em contra-partida com a batida alegre e convidativa (como se de uma canção feliz se tratasse), as letras transpiram uma mensagem pouco alegre, “Be Sweet To Me Baby” surge com a entoação de quem quer amenizar um desentendimento. O resto da letra acompanha o refrão e mostra-nos um pouco mais sobre a problemática em causa.
A cereja no topo do bolo é mesmo a performance vocal de Zauner, que não deixa margens para dúvidas do seu potencial.
No artigo de melhores álbuns fiz uma pequena introdução a Prioritise Pleasure, que já vos deixou a saber um pouco do que esperar das músicas deste álbum, e não foi por acaso que incluí três delas nesta seleção. Contudo, não tenho dúvidas nenhumas que “I Do This All The Time” é o apogeu do álbum.
Esta faixa tem o poder de compilar tudo o que Rebecca Taylor tem a dizer sobre o que é para ela ser-se humano. A artista fá-lo de forma categórica, num carrossel de emoções com a capacidade de nos abstrair do que nos rodeia e ouvi-la a falar para nós, alto e em bom som. Para além disto, há um placement perfeito para este tipo de mensagens, dado que em plena era da informação, surgem cada vez mais dúvidas existenciais e o sentimento de que somos um caso isolado.
Está mais que provado que isto não é verdade. Mais do que nunca, o importante é explodir, em vez de implodir, visto que certamente vai haver alguém que já passou pelo mesmo, podendo dar a tão necessária ajuda de empurrão para voltarmos ao nosso ser mais pleno e resolvido. A força da mudança tem, no entanto, de partir de nós.
“Introvert” é a música de abertura de Sometimes I Might Be Introvert, mas a sua construção instrumental faz dela a música foco do álbum inteiro e é, de longe, o score instrumental mais impressionante que ouvi este ano.
Por detrás da música, temos Simbiatu Ajikawo, artista que decidiu encontrar força e ímpeto na sua introversão para se libertar e debitar tudo o que lhe vai na alma. Ao longo desta música podemos assistir a um exercício de crescimento pessoal e social de Simbiatu, através de perguntas honestas sucessivas dirigidas a si mesmo, a puxar pela reflexão.
Sem querer estar a dizer uma asneira, acredito que “Introvert” tenha acabado por ganhar uma densidade que nem a artista estava à espera, quando decidiu que ia criar esta música para usar como intro. Absolutamente magistral.
A Xbox guardou o melhor para o fim com dezembro a trazer um dos maiores jogos do ano ao Xbox Game Pass.
Enquanto muitos já salivam pela chegada de novos jogos ao Xbox Game Pass em janeiro, outros fazem as contas ao seu backlog sempre crescente. Mais uma vez, estamos aqui não para recomendar o que devem ou não jogar, mas sim para relembrar o que é que dezembro trouxe para cima da mesa, ou neste caso, até às nossas consolas, PCs e dispositivos móveis.
Dezembro foi um mês pesado e não apenas pela antecipada chegada de Halo Infinite logo no dia 8, que trouxe de volta Master Chief numa sequela que marcou o 20º aniversário da saga e da Xbox. Juntamente com a mascote da Xbox, vimos a adição de aventuras de horror espacial em co-op com Aliens: Fireteam Elite, a entrada sorrateira de Among Us, a adição de mais um Final Fantasy com Final Fantasy XIII-2, combates épicos comMortal Kombat 11e a antecipada estreia de The Gunk com mais um lançamento de Dia 1, entre outros, que podem ser encontrados na lista completa em baixo:
ANVIL (Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Archvale (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Final Fantasy XIII-2 (Xbox e PC) – 2 de dezembro
Lawn Mowing Simulator (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Rubber Bandits (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Stardew Valley (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Warhammer 40,000: Battlesector (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 2 de dezembro
Space Warlord Organ Trading Simulator (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 7 de dezembro
Halo Infinite (Cloud, Xbox e PC) – 8 de dezembro
One Piece Pirate Warriors 4 (Cloud, Xbox e PC) – 9 de dezembro
Aliens: Fireteam Elite (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 14 de dezembro
Among Us (Xbox) ID@Xbox – 14 de dezembro
Among Us (Cloud) ID@Xbox – 15 de dezembro
Ben 10: Power Trip (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
Broken Age (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
Firewatch (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de dezembro
The Gunk (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de dezembro
Lake (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de dezembro
Mortal Kombat 11 (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
PAW Patrol Mighty Pups Save Adventure Bay (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
Race With Ryan (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
Record of Lodoss War (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de dezembro
Transformers: Battlegrounds (Cloud, Xbox e PC) – 16 de dezembro
E se uns entram, outros saem. Caso tenham perdido o fio à meada, estes foram os jogos que já saíram/vão sair do serviço até ao final de dezembro:
Beholder (Cloud e Xbox)
Guacamelee! 2 (Cloud, Xbox e PC)
Pro Evolution Soccer 2021 (Cloud e Xbox)
The Dark Pictures: Man of Medan (Console e PC)
The Little Acre (Cloud e Xbox)
Unto The End (Cloud, Xbox e PC)
Wilmot’s Warehouse (Cloud, Xbox e PC)
Yakuza 0 (Cloud, Xbox e PC)
Yakuza Kiwami 1 (Cloud, Xbox e PC)
Yakuza Kiwami 2 (Cloud, Xbox e PC)
Yooka-Laylee and the Impossible Lair (Cloud, Xbox e PC)
Com o Xbox Game Pass há jogos para todos os gostos, das grandes produções aos mais independentes, e estão disponíveis através de três tipos de subscrição: O Xbox Game Pass para PC, para os jogadores que apenas usam as suas máquinas de secretária; o Xbox Game Pass para consola, apenas com o catálogo para as Xbox; e o Xbox Game Pass Ultimate, que dá acesso aos catálogos do PC, da consola, acesso ao Xbox Cloud Gaming, ao catálogo do EA Play e acesso também a todas as vantagens do Xbox Live Gold.
A equipa da Xbox revelou as ofertas do Xbox Games With Gold, os jogos que os subscritores do Xbox Live Gold ou do Xbox Game Pass Ultimate podem resgatar para sempre nas suas contas.
Como é costume, são quatro jogos que podem ser experienciados na Xbox One, Xbox Series X|S e dois deles ainda na Xbox 360.
A seleção deste mês é centrada no retro, com jogos recentes e antigos, mas com um look familiar, com aposta em visuais ao estilo de pixel-art.
Disponíveis entre janeiro e fevereiro, os quatro jogos incluem o hack’n’slash NeuroVoider de 1 a 31 de janeiro; o jogo de sobrevivência e construção Aground de 16 de janeiro a 15 de fevereiro; o shoot’em up à antiga Radian Silvergun de 1 a 15 de janeiro; e por fim a revisitação de um clássico com Space Invaders Infinity Gene, disponível de 16 a 31 de janeiro.
Além destas ofertas, convém relembrar que, ainda durante o mês de janeiro, até ao dia 15, será possível resgatar Tropico 5 – Penultimate Edition.
E claro, também não é preciso apresentar teste para ir ao WC ou para efetuar o pagamento ao balcão.
Tal como aconteceu no passado, os portugueses podem ir almoçar ou jantar a restaurantes nos dias 30, 31 de dezembro e 1 de janeiro sem que tenham de apresentar teste negativo à Covid-19. Como? Basta que consigam arranjar mesa na esplanada.
É o que diz uma orientação atualizada pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o documento, a entrada, para refeições, em estabelecimentos de restauração e similares não encerrados por via legislativa ou administrativa nos dias 30 e 31 de dezembro e 1 de janeiro está dependente da apresentação de comprovativo de teste à covid-19 com resultado negativo ou de autoteste, feito no momento.
Porém, a exigência de apresentação de comprovativo de realização de teste é dispensada para a permanência dos clientes em esplanadas abertas, bem como para “a mera entrada destes cidadãos no interior do estabelecimento para efeitos de acesso a serviços comuns, designadamente o acesso às instalações sanitárias e a sistemas de pagamento (incluindo o pagamento e recolha de refeições em serviço de take-away)”.
Quem tenha certificado digital de recuperação está também dispensado de apresentar teste.
O Grupo Ferrero acaba de informar que está a retirar totalmente do mercado, em Espanha e Portugal, um lote específico de Grand Ferrero Rocher Dark de 125g, com data de validade de 20/04/2022, visto que o produto poderá conter vestígios de leite, algo que não está indicado no seu rótulo. Este lote em concreto foi distribuído em quantidades muito limitadas nestes países e o problema em questão não afeta a restante oferta comercializada pelo Grupo.
Para além de ter notificado este incidente às autoridades sanitárias e de estar a proceder à retirada do produto de todos os estabelecimentos, a Ferrero alerta ainda os consumidores que possam ser alérgicos ou intolerantes ao leite para não consumirem este produto e está também a pedir a quem o possa ter adquirido, sem o poder consumir, que contacte a marca via email, de forma a que a empresa possa proceder ao devido reembolso sobre a quantidade adquirida.
O grupo relembra que este incidente se limita apenas a este produto em específico de toda a gama Ferrero Rocher e que não afeta, de forma alguma, todo e qualquer consumidor que não seja intolerante ao consumo de lacticínios.
A cadeia de restauração anunciou também o novo bowl da estação, o K-Bowl, inspirado nas influências coreanas.
Até aqui, a Poke House, cadeia de restauração especializada em bowls, contava com um total de oito restaurantes abertos em locais de referência, como o Chiado, Centro Comercial Colombo, CascaiShopping e Avenida Infante Santo, só para dar alguns exemplos. Porém, e antes de terminar o ano, eis que surgem duas novas aberturas: Alvalade e Amoreiras.
Um dos spots fica localizado no piso 0 do Centro Comercial de Alvalade. Conta com mais de 74 m2, tem capacidade para 18 lugares e promete levar os clientes numa viagem inesquecível ao outro lado do oceano, acompanhado de uma variedade de sabores pensados ao pormenor, proporcionando uma experiência gastronómica num único bowl.
Já o outro espaço Poke House fica no Centro Comercial Amoreiras, contando com um total de 31 m2. O melhor de tudo? Nestes e noutros spots da marca vão poder provar o novo K-Bowl até 20 de março de 2022. Pensado ao pormenor, este Bowl oferece uma base de arroz de sushi, com molho picante coreano que se torna no ingrediente-chave que atribui uma cor avermelhada e um sabor picante ao prato. O salmão braseado, os brócolos, pepino, cenoura e alga Nori fazem deste novo prato uma opção saudável, altamente rica em proteína.
Uma última nota para o novo menu da Poke House, que surge reestruturado de modo a oferecer uma experiência ainda melhor aos seus fãs. Além da opção dos bowls personalizáveis, satisfazendo os desejos de cada consumidor, o menu conta agora com roast beef como proteína, devido ao sucesso do bowl Roast Beef com rosbife. Além disso, os amantes da comida vegan podem agora optar por escolher tofu enquanto proteína nos seus bowls.
Apesar de existirem, ao todo, sete bowls já pré-feitos, os clientes podem criar o seu próprio bowl escolhendo entre 5 bases, 9 proteínas – agora com tofu, 20 verduras, 14 molhos e 7 toppings.
Naturalmente, a marca trabalha com as plataformas de delivery, pelo que basta recorrem à Uber Eats, Glovo ou Bolt Food para receberem as opções da Poke House em casa.
Este serviço permite ter alguém a tratar de tarefas burocráticas e chatas ou mesmo coisas simples do dia a dia.
Foi no passado mês de novembro que chegou a Portugal um serviço inovador: PACO. O nome pode (ainda) não vos dizer nada, mas trata-se do mais recente serviço de assistente pessoal em Portugal.
Criado para ajudar os seus clientes no seu dia a dia, a PACO oferece serviços que vão desde o auxílio em tarefas administrativas e profissionais, até ao apoio na organização de tarefas pessoais. Tudo projetado para tornar a vida mais fácil, eficiente e produtiva de quem procura ajuda para resolver várias questões chatas.
Quem estabelecer uma parceria com a PACO receberá um serviço dedicado e eficiente, tudo sem os custos e obrigações de contratar um personal assistant a tempo integral. Naturalmente, este é um serviço pago, mas os preços até são competitivos.
Para os interessados, saibam que o processo de inscrição é realizado através do site da marca, sendo simples e eficaz. Existem dois tipos de serviço:
Pacote PA Lote – 200€/mês, dando direito a 10 horas de personal assistant. Inclui assinatura gratuita do Mail Management Lite;
– Pacote PA Standard – 300€/mês, dando direito a 20 horas de personal assistant. Inclui assinatura gratuita do Mail Management Lite;
Assim que escolherem um dos pacotes, serão contactados para que conheçam o gestor da vossa conta. Depois basta delinear uma lista de tarefas a desenvolver.