A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia elétrica a partir do sol, acaba de entrar na área de instalação e operação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos (PCVE), inaugurando uma nova área de negócio. O primeiro HUB foi instalado pela SunEnergy e acaba de ser inaugurado em Leiria. Seguem-se seis outros que ficarão prontos nas próximas semanas em Guimarães, Matosinhos, Viseu, Coimbra, Loures e Loulé.
Cada Hub é constituído por um PCVE de 150 kW (Posto de Carregamento Ultra-rápido) que carrega 80% de uma bateria em cerca de 30 minutos; três PCVE de 50 kW (Posto de Carregamento Rápido) que carregam 80% de uma bateria em cerca de 1.5 horas; e cinco PCVE de 22 kW (Posto de Carregamento Normal) que carregam 80% de uma bateria em cerca de 3.5 horas.
Estes Hubs foram colocados a concurso pela Mobi.e, tendo a Sunenergy ganho sete dos nove concursos entre mais de 20 entidades que concorreram. A empresa foi escolhida para a construção das infraestruturas que incluiu toda a obra civil, a colocação de rede de cabos, a instalação de um monobloco de betão com um posto de transformação de 630 kVA, a instalação de nove PCVE em cada HUB, a sua colocação em funcionamento e também o seu licenciamento junto da DGEG.
Estão a pensar adquirir algum produto numa loja IKEA ou através do site oficial? Então é melhor que se apressem.
Depois de algumas informações que foram surgindo nos bastidores, agora é oficial: a IKEA vai aumentar os preços dos seus produtos. Muito por causa do aumento dos custos das matérias-primas e de transporte.
O que é que isso significa para os clientes? Quantitativamente ainda não sabemos, já que isso pode variar de mercado para mercado, mas a empresa sueca anunciou que o aumento médio global será de 9%.
Tolga Öncü, Gerente de Operações da IKEA, fez questão de apontar que a empresa optou por não aumentar os preços durante a pandemia, embora os custos das matérias-primas e de transporte tenham aumentado significativamente nos últimos 18 meses.
A IKEA faz questão de destacar que grande parte das receitas da empresa são reinvestidas no negócio com o objetivo de conseguir manter os preços o mais baixos possível (especialmente para a faixa de preço mais barata), tentando assim tornar esta marca acessível tanto quanto possível.
Entre os objetivos da gigante sueca está também o de melhorar as cadeias de abastecimento de matérias-primas. Tudo para evitar que problemas de escassez de produtos voltem a repetir-se, algo que os fãs da marca repararam nos últimos meses.
A economia está a tentar reiniciar-se após a crise causada pela pandemia. A IKEA, naturalmente, também quer estar pronta para uma nova realidade.
De resto, e relativamente ao nosso país, a IKEA inaugurou em 2021 vários estúdios de planificação, o último dos quais em Coimbra.
O preço base é de 1,4 milhões de euros, acrescidos de IVA.
A Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) lançou um concurso para a implementação do Centro de Controlo do Mar (CMAR), que ficará localizado nas instalações da DGRM no Campus da Escola Náutica Infante D. Henrique, em Paço De Arcos.
Pretende-se implementar um novo centro de controlo que melhore e explore as sinergias da instanciação das obrigações de Estado na monitorização e controlo da frota nacional de pesca, e das obrigações de Estado no controlo de tráfego marítimo costeiro e monitorização dos navios da marinha mercante de bandeira portuguesa, maximizando as condições de operação 24 horas por dia e sete dias por semana, num espaço partilhado e com os dois serviços a usufruírem de mais meios e melhores infraestruturas físicas e tecnológicas.
Desta forma, para além de serem melhoradas as condições de operação e de supervisão, são otimizados os investimentos e os custos de funcionamento através da partilha de comunicações e de todo o hardware e serviços.
Os dois centros de controlo, que até agora estavam em localizações diferentes, passam a existir no mesmo espaço, mantendo as suas funções complementares, mas partilhando o mesmo edifício, informações, procedimentos, comunicações, fornecimentos e o mesmo Data Center que foi construído de raiz para esta missão.
Atualmente, o Centro de Controlo e Vigilância das Pescas está localizado em Algés e o Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Continente em Paço D’Arcos, ambos funcionando sob responsabilidade da DGRM.
O CMAR será baseado na evolução do espaço do centro de controlo de Paço De Arcos, juntando os dois centros e permitindo uma melhor resposta às obrigações de Estado de Bandeira e de Estado Costeiro, enquadrado no conceito europeu de Política Marítima Integrada.
Com o CMAR será também melhorada a cooperação e partilha de dados com o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) da Guarda Nacional Republicana (GNR), com o Centro de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) da Marinha, com a Força Aérea, entre outras entidades nacionais com competências ou participação nas questões marítimas, bem como no quadro de partilha da informação (CISE) no domínio marítimo da UE.
O anúncio do concurso foi já publicado em Diário da República e no JOUE, tendo um preço base de 1,4 milhões de euros, acrescidos de IVA, contando com financiamento do Programa Operacional MAR2020.
As sessões serão gravadas e arquivadas durante um período de 20 anos.
De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, os Censos 2021 revelaram que, nos últimos 10 anos, aumentou a importância relativa da população divorciada. De facto, os portugueses são cada vez menos (população de 10 344 802 habitantes, menos 2,1% que há 10 anos) e, pela primeira vez, existem mais divorciados do que viúvos.
Na verdade, muitas pessoas já assumem o seu divórcio no dia-a-dia, embora não o oficializem. Muitas vezes, é algo que se deve à falta de dinheiro. Afinal de contas, é quase como recomeçar do zero, e nem todos têm possibilidade de sair de casa e comprar/arrendar outra (a não ser que consigam ir para casa dos pais), pelo que muitos portugueses acabam por viver com a pessoa da qual se querem separar… na mesma casa. É um nível de stress altíssimo, ainda mais se existirem crianças.
Este é somente um contexto deste nosso Portugal atual, mas em breve, mais precisamente daqui a três meses, passa a existir uma nova forma de avançar com um divórcio: via videoconferência.
O Decreto-Lei n.º 126/2021, publicado a 30 de dezembro do ano passado, vem estabelecer “um regime inovador e temporário que possibilita a realização de atos através de videoconferência, colocando uma nova e relevante ferramenta de prestação de serviços, com elevado impacto no comércio jurídico, à disposição de cidadãos, empresas e profissionais”.
De acordo com o documento, o processo de separação ou divórcio por mútuo consentimento é regulado pelo Decreto-Lei n.o 272/2001, de 13 de outubro, na sua redação atual.
Para este processo, o Ministério da Justiça disponibiliza uma plataforma informática para suporte à realização dos atos, através da qual é facultado o acesso às sessões de videoconferência. Os intervenientes podem fazer-se acompanhar nos atos por advogado ou solicitador, presencialmente ou à distância, sendo feita referência a essa circunstância nos documentos lavrados.
Além disso, convém também referir que as gravações das sessões de videoconferência (têm de o aceitar, caso contrário não se poderão divorciar à distância) são arquivadas e conservadas pela entidade gestora da plataforma informática durante um período de 20 anos.
O decreto-lei entra em vigor no dia 4 de abril de 2022 e vigora durante dois anos.
Apesar de estar integrado dentro da aplicação da Uber, o Uber Pet é apresentado como um serviço independente. Com tarifas equivalentes à modalidade UberX, mas com uma taxa adicional de 2€ por cada viagem, a opção Uber Pet traz mais conforto e tranquilidade para as viagens com animais de estimação, já que o motorista estará sempre previamente avisado que irá transportar um animal no interior do veículo.
Ora, um mês depois, e ainda antes de 2021 terminar, foi a vez de a Bolt criar uma categoria dedicada aos patudos. A Bolt Pet já está disponível atráves da app da empresa, mas a diferença de preço é menos significativa.
Enquanto a Uber pede uma taxa adicional de 2€, na Bolt essa diferença é de somente 0,50€ em relação à tarifa normal (não considerando a Economy). Além disso, diz a empresa que os motoristas que aceitam transportar o melhor amigo animal já têm os veículos equipados com manta de proteção e um cinto de segurança para cães. Na Uber isto não acontece, com a empresa a deixar essa responsabilidade de ter um cobertor ou toalha a cabo do respetivo dono.
Em todo o caso, devem naturalmente levar o vosso animal numa caixa de transporte adequada ao efeito.
Não se sabe ao certo as razões que terão levado a este atraso, mas a verdade é que a Restalia, empresa espanhola proprietária de várias franquias, como é o caso do 100 Montaditos, Pepe Taco, La Sureña, The Good Burger – TGB e Panther Organic Coffee, não conseguiu cumprir essa promessa de abrir no ano passado aquele que viria a ser o primeiro spot da cadeia de restaurantes mexicanos em Portugal.
Em todo o caso, já sabemos onde ficará o primeiro restaurante da Pepe Taco em Portugal: na Rua da Pimenta, na zona do Parque das Nações.
Nessa zona, a Restalia já tem em funcionamento um 100 Montaditos e um espaço da The Good Burger – TGB, pelo que, daqui a algum tempo, será a vez do Pepe Taco ter o destaque. Passámos recentemente pelo local e as obras ainda parecem algo atrasadas, pelo que é bem provável que ainda possa demorar um mês ou outro até o espaço entrar em funcionamento.
Na verdade, procurámos no LinkedIn e noutras plataformas dedicadas à procura de emprego, mas não encontrámos quaisquer vagas específicas para a Pepe Taco. A única vaga recente promovida pelo Grupo Restalia diz respeito a “um técnico de obra para a Área Técnica do Departamento de Expansão”, alguém que dará “apoio à aprovação de novas lojas através de visita técnica e preparação do orçamento” e que fará a “supervisão da execução da obra em prazos, custos, qualidade e standards da empresa”, entre outras tarefas.
Tudo isto para dizer que, sim, estes restaurantes mexicanos irão chegar a Portugal, embora não se saiba exatamente quando. Quando tal acontecer, bom, aí promete ser a loucura, até porque os preços dos tacos começam em apenas 1€.
Tudo isto no âmbito dos contratos-programa assinados com o Estado.
O Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional São João e o Organismo de Produção Artística (OPART) vão receber um total de 86 milhões de euros até 2024.
Estão previstos 15 milhões de euros para o Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, mais 15 milhões para o Teatro Nacional São João, no Porto. Já o OPART, que gere a Companhia Nacional de Bailado e o Teatro Nacional de São Carlos, também em Lisboa, receberá 55,9 milhões.
Estes montantes serão divididos em três parcelas, o que significa que uns valores serão pagos em 2022, outros em 2023 e, finalmente, outros em 2024.
A estes valores acrescem verbas anuais a definir no Orçamento do Estado para a Cultura.
Além disso, e de acordo com o que foi publicado em Diário da República, foram também aprovadas as indemnizações compensatórias a atribuir aos teatros nacionais e ao OPART pela atividade desenvolvida durante o ano 2021.
Isto porque o Estado celebrou com aquelas entidades contratos-programa para os anos de 2018 a 2020, que enquadravam os termos do serviço público a prestar, bem como a respetiva indemnização compensatória.
“Durante o ano de 2021, num contexto em que a atividade desenvolvida em 2020 e 2021 foi fortemente condicionada pelos efeitos da pandemia, foram negociados novos contratos-programa, com objetivos de produção e níveis de compensações financeiras atualizados, os quais devem entrar em vigor já em 2022”, esclarece o diploma.
Assim, serão .905.324 euros para o Teatro Nacional D. Maria II, 4.907.938 euros para o Teatro Nacional São João e 18.200.943 euros para o OPART.
Várias regras foram sendo alteradas ao longo do tempo assim que a pandemia de COVID-19 começou a afetar as nossas vidas. Por exemplo, algo que deu muito que falar deve-se à compra de bilhetes.
Assim que a pandemia chegou a Portugal (os primeiros casos foram identificados a 2 de março), eventos culturais, atividades ou viagens de avião, entre outras coisas, tudo isso foi adiado. E desde logo começaram os problemas.
No caso dos espetáculos culturais, o Governo foi criando vários decretos-lei para regular esta problemática, algo que deixou as pessoas confusas. Neste momento, sabe-se que espetáculos, festivais e espetáculos de natureza análoga inicialmente agendados para o ano de 2020 e que ocorram apenas em 2022 dão lugar à restituição do preço do bilhete de ingresso. Isto porque, pelo meio, esses eventos tentaram realizar-se em 2021, mas tal não foi possível.
“O portador do bilhete tem direito a solicitar a devolução do respetivo preço no prazo de 14 dias úteis a contar da data prevista para a realização do evento no ano de 2021”, pode ler-se no decreto-lei. Caso não o façam, o reagendamento é aceite, o que significa que o bilhete passa a ser válido para 2022.
Mas e em relação às viagens? Ora, desde ontem, dia 1 de janeiro de 2022, passou a ser possível pedir reembolso de vales não usados em agências de viagens.
Devido à pandemia de COVID-19, as viagens organizadas por agências de viagens e turismo e que deveriam ter ocorrido entre 13 de março de 2020 e 30 de setembro de 2020 acabaram por originar “a emissão de vales a utilizar pelos viajantes até 31 de dezembro de 2021”. E se não conseguiram aproveitar esses vales, então saibam que estão no direito de pedir reembolso.
Caso o reagendamento previsto “não seja efetuado até 31 de dezembro de 2021, por falta de acordo entre o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local e o hóspede, este tem o direito de ser reembolsado da quantia que haja pago aquando do cancelamento da reserva, a efetuar no prazo de 14 dias”. Além disso, “caso o reagendamento seja feito para data em que a tarifa aplicável esteja abaixo do valor da reserva inicial, a diferença deve ser usada noutros serviços do empreendimento turístico ou do estabelecimento de alojamento local, não sendo devolvida ao hóspede se este não a utilizar”, lê-se no texto do diploma.
Foi, no passado, uma das marcas mais populares de telemóveis. E ainda que tenha tentado fazer sucesso recentemente com smartphones Android, a verdade é que, desde que surgiu o sistema operativo móvel da Google, que a marca nunca soube adaptar-se à mudança dos tempos, mantendo-se fiel ao que sempre a caracterizou: teclados completos nos seus equipamentos.
Sim, falamos da BlackBerry, cujos smartphones vão deixar de funcionar já no próximo dia 4 de janeiro. Os sistemas operativos BlackBerry OS 7.1, ou anterior, e o OS 10 vão perder parte dos seus serviços, como realizar chamadas, enviar/receber mensagens, ligar para o 112 ou acesso à Internet, o que os deixa basicamente inutilizáveis. E sim, também o tablet PlayBook terá estes problemas.
É assim o fim da BlackBerry enquanto marca de smartphones, cujo último equipamento, Evolve X, data de 2018. Após esse lançamento, a marca terminou com o serviço BlackBerry Messenger e com a loja de aplicações. E agora, em 2022, é mesmo a machadada final.
Grátis até ao final de janeiro. A partir daí, alguns tarifários terão de pagar 5€/mês.
A primeira a disponibilizar o 5G foi a NOS. Depois a Vodafone. E por último a MEO, isto quando falamos nas principais operadoras de telecomunicações em Portugal. Sim, antes de ter terminado o ano, a MEO deu o último “presente” de 2021: a disponibilização gratuita do 5G a todos os seus clientes. Mas somente durante um mês.
Até dia 31 de janeiro, à semelhança da concorrência, todos os clientes da operadora poderão usufruir do 5G sem quaisquer limitações, uma vez que a tecnologia está disponível em todas as capitais de distrito do Continente e Ilhas.
Já a partir de 1 de fevereiro aplicam-se preços. Quem possui um tarifários pós-pago de telemóvel ou para PC e tablet com plafonds base de 10GB ou mais tem acesso à internet móvel 5G sem custos adicionais. Para os restantes tarifários, aplica-se um valor adicional de 5€/mês.
Naturalmente, e apesar do 5G da MEO estar disponível em todas as capitais de distrito e ilhas, será necessário que possuam um dispositivo móvel compatível com a tecnologia.
Já no caso dos doutorados a subida é mais modesta.
Novo ano, novos aumentos. Já sabemos que é assim e, em 2022, tal não é exceção. Porém, também existem boas novidades, principalmente para aqueles que estão em vias de começar um estágio pago pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). É que há um aumento no valor das bolsas pagas.
Muitos estudantes, após concluírem o muitas vezes obrigatório estágio de três meses para terminarem a licenciatura, optam por tentar um estágio pago pelo IEFP, muito benéfico para as empresas, que pouco pagam dessa parcela.
Até aqui, e no caso dos licenciados, era paga uma bolsa equivalente a 1,8 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS), cujo valor em 2021 era de 438,81€. A partir de hoje, dia 1 de janeiro de 2022, os licenciados passam a ter direito a uma bolsa equivalente a duas vezes o IAS, cujo novo valor é de 443,2€.
Na prática, se em 2021 eram pagos 789,86€/mês, em esse valor aumenta para os 886,40€ mensais. É uma diferença de quase 100€ por mês.
Na portaria publicada, pode-se reparar que também existe um aumento na bolsa aplicável a doutorados. Neste novo ano, o valor máximo das bolsas de estágio passa de 2,4 para 2,5 IAS. Por outras palavras, se em 2021 os doutorados recebiam 1.053€, em 2022 passam a receber 1.108€. Uma subida de 55€.
Ainda assim, a maior diferença vai para o valor mínimo da bolsa de estágio, onde se incluem aqueles que não têm o ensino secundário. Nesse caso, o IAS sobe de 1 para 1,3, passando dos atuais 438,81€/mês para os 576,16€ mensais. Já para quem concluiu o ensino secundário e for iniciar um estágio pago pelo IEFP em 2022, irá receber 620,48€ por mês.
Ainda assim, não é explícito se estes novos valores se refletem para quem já iniciou estágios em 2021 ou se são “exclusivos” para quem vai iniciar estágios em 2022.
Estes estágios, no âmbito do programa Ativar.pt, têm a duração de nove meses e não são prorrogáveis.
Pretende dar continuidade à missão da Restrito em criar vinhos e produtos gourmet de características excecionais.
Nasceu em 2006, criada pela vontade e paixão pelo vinho de um grupo de cinco amigos, e tem vindo a ser premiada tanto cá dentro, como a nível internacional, com medalhas de ouro e prata em diversos concursos, como o Concurso 2021 Vinhos de Portugal, o Concours Mondial de Bruxelles 2021, Concours International de Lyon e o Frankfurt International Trophy, entre outros. Falamos da produtora vinícola Restrito, que lançou no passado mês de dezembro a sua mais recente aposta.
Trata-se do Reserva Branco 2020, que foi apresentado na mais recente edição do Winter Wine Market, que decorreu nos dias 18 e 19 de dezembro, no Mercado Ferreira Borges, no Porto.
Com assinatura do enólogo Carlos Magalhães, o Reserva Branco 2020 é um vinho da região do Douro Superior que une as castas Rabigato e Viosinho. Estagiou seis meses em barricas de carvalho francês.
Algumas das garrafas que a marca gentilmente enviou
Trata-se de um vinho com aroma intenso, elegante, com as notas da madeira bem casadas com os frutos tropicais e citrinos e com toque mineral. Na boca é um vinho elegante e envolvente com muita boa frescura. Tem um final muito fresco, mineral e persistente. Deve ser consumido a uma temperatura recomendada de 9º a 12ºC.
O Reserva Branco 2020 já pode ser adquirido no site da Restrito, bem como nos habituais locais de distribuição, no formato tradicional de 0,75cl.
Na loja online, a marca tem também disponíveis os vinhos Colheita Branco 2020, Colheita Tinto 2017, Grande Escolha 2017, Reserva Tinto 2016 e Rosé Colheita 2020.
Desde de 10 de novembro, altura em que os contribuintes começaram a beneficiar do desconto AUTOvoucher, foram já reembolsados perto de 11 ME (10.718.905 ME), num total de 2,1 milhões de transações.
O AUTOvoucher conta já com 1045 NIF de comerciantes registados, o que corresponde a um total de 9.798 terminais em todo o País.
A lista de postos de abastecimento de combustíveis aderentes pode ser consultada no site dedicado, estando assegurada uma cobertura de todo o território nacional através da adesão de praticamente todos os postos de combustíveis existentes.
As adesões ao programa são únicas, isto é, ao aderir ao IVAucher, o consumidor é automaticamente admitido para efeitos do AUTOvoucher, podendo os consumidores continuar a aderir ao longo dos meses de janeiro, fevereiro e março de 2022.
Um metroidvania que arrisca muito pouco e que se transforma numa experiência obrigatória devido ao seu classicismo.
As cortinas já caem sobre 2021. Os 12 meses estão despachados e empacotados em memórias para recordarmos num futuro distante, longe de pandemias, crises mundiais e de uma falta geral de civismo. Quem diria que estaríamos ainda mais afastados e em permanente conflito no final de uma pandemia? Para afastar estes pensamentos negativos e dar o trabalho como terminado em vésperas de ano de novo, tive a oportunidade de me deliciar com Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth e relembrar-me do quanto adoro metroidvanias.
O seu nome extenso é capaz de assustar até os mais audazes, mas esconde em si um dos melhores metroidvanias deste ano. Produzido pela Team Ladybug, que nos trouxe anteriormente Touhou Luna Nights, Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth adapta a famosa série RPG e traz-nos uma aventura clássica, mas igualmente pessoal sobre Deedlit e o seu passado. Como metroidvania, as surpresas são poucas, mas é isso que o torna tão delicioso. Continuamos a ter várias zonas para explorar, onde a progressão é interrompida pela necessidade de ativarmos novas habilidades, como a possibilidade de respirarmos debaixo de água ou o clássico duplo salto. As zonas são intercaladas pelas tradicionais batalhas de bosses, que aqui ocupam um lugar de destaque não só em combate, como na narrativa do jogo.
Apesar do seu tradicionalismo, Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth é delicioso devido à fluidez dos seus controlos, ao design das zonas – que são fáceis de ler e apresentam regularmente novos elementos visuais e mecânicos, como armadilhas e puzzles simples – e ao ritmo com que encontramos as habilidades e os vários bosses da campanha. A aventura de Deedlit é muito mais próxima de um RPG de ação, no sentido em que temos um sistema de evolução por níveis, mas também várias armas para encontrarmos e adquirirmos em loja. As armas surgem nos mais variados feitios, desde espadas rápidas até a lanças lentas, mas com maior alcance, culminando na utilização de um arco e flechas para ataques à distância. É necessário gerir o nosso equipamento e saber utilizá-lo em combate e para evitamos armadilhas inesperadas pelos corredores deste labirinto.
As influências clássicas são notórias e adoro a simplicidade dos níveis no que toca aos seus caminhos alternativos e ao chamado Golden Path. A campanha nunca se desvia muito do caminho principal e prefere manter o jogador em movimento, criando um ritmo tremendo em que somos recompensados constantemente com algo novo, seja uma arma ou com um dos inúmeros bosses que temos de eliminar. Os confrontos contras bosses são mesmo um dos destaques e é fácil reconhecer as intenções da Team Ladybug quando encontramos adversários de todos os feitios, desde dragões enormes a cavaleiros agressivos, onde o cenário é tão perigoso como o confronto em si.
O que quero dizer é que Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth não tenta sequer ser original e, mesmo assim, consegue ser mais divertido e envolvente do que muitos dos metroidvanias atualmente disponíveis. Podemos, por exemplo, olhar para a forma como utiliza as magias para vermos como se aproxima também de títulos de ação e ritmo, como Ikaruga e Outland, onde podemos alternar entre os poderes de vento e fogo. Estes poderes não influenciam apenas o poder de ataque de Deedlit, que podemos explorar para atacar as fraquezas dos inimigos, mas também as suas resistências. Com o poder de fogo ativado, Deedlit é imune a lava e a perigos semelhantes, e o mesmo acontece quando ativam as habilidades de vento.
O jogo rapidamente aproveita estas vantagens e coloca-as à prova ao obrigar o jogador a alternar entre elas para evitar ataques rápidos e de área, com os cenários a ficarem repletos de chamas e vento – quase como um bullet hell. Estes poderes dão à jogabilidade uma cadência eficaz e requerem alguma destreza para conseguirmos dominá-los. A simplicidade é o grande segredo: desde que a saibamos utilizar.
Se calhar não vão gostar tanto de Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth como eu, mas penso que será difícil não ficarem inebriados pela sua jogabilidade fluída e responsiva. É um metroidvania que não arrisca em demasia, mas que se mantém sólido do princípio ao fim, especialmente na sua narrativa. Se são fãs da série Record of Lodoss War, talvez tudo faça mais sentido, já que Deedlit in Wonder Labyrinth não se preocupa em introduzir-nos ao seu universo, mas mesmo para mim, que só conheço a saga pelo nome, não foi difícil acompanhar a história de Deedlit.
Fica também o apontamento que o escritor Ryo Mizuno ajudou na criação do jogo, o que significa que a narrativa acompanha fielmente a mitologia da saga. Uma surpresa de final de ano.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Red Art Games.
A marca pretende focar-se no comércio eletrónico, embora existam planos para abrir lojas próprias.
A notícia foi avançada pelo jornal espanhol El País esta quarta-feira e tem causado surpresa. A New Balance, que vende ténis, vestuário, acessórios e outras coisas mais orientadas para um estilo de vida desportivo, vai encerrar todas as lojas físicas existentes em Portugal e Espanha.
Tal deve-se a problemas de pagamento por parte da Experience, empresa que tem vindo a gerir as lojas físicas da marca desportiva norte-americana. Na verdade, o Experience Group tem uma dívida superior a seis milhões de euros, montante que começou a ser acumulado desde 2019.
Com isto, a New Balance decidiu não estender o contrato que mantinha com a retalhista, indo expirar já amanhã, 31 de dezembro de 2021. De momento, o foco será no online.
Em Portugal, a marca tem lojas em Lisboa, Porto, Alcochete, Faro e Vila do Conde. De acordo com o Jornal de Negócios, os espaços vão encerrar em definitivo a 19 de janeiro. E como é habitual, com o fecho de lojas vem o período de liquidação dos produtos: no próximo mês, as lojas vão estar com descontos que vão até aos 70%.
A pior parte desta notícia é mesmo o despedimento de trabalhadores. Em Espanha, cerca de 250 colaboradores vão ficar desempregados. Por cá, não se sabe ao certo quantos trabalhadores vão ser dispensados.
Porém, e apesar deste encerramento, a New Balance tem o objetivo de abrir lojas próprias em Portugal e Espanha já em 2022, mas por enquanto os detalhes são escassos.
Os três jogos do reboot das aventuras de Lara Croft à distância de um clique.
Para quem está atento às ofertas da Epic Games Store, sabe que, durante o mês de dezembro, a loja esteve a oferecer um jogo por dia. Mas agora é hora de voltar às ofertas semanais, não com um, mas com três jogos.
Até ao dia 6 de janeiro, os jogadores de PC poderão guardar para sempre na sua biblioteca da Epic Games Store, sem custos adicionais, os três jogos da mais recente trilogia de Tomb Raider, também conhecida como a Tomb Raider Reboot Trilogy, composta por Tomb Raider, Rise of the Tomb Raider e Shadow of the Tomb Raider.
A melhor parte desta oferta é que os três jogos estão disponíveis nas suas versões mais completas, com respetivos DLCs e conteúdos adicionais lançados após estes títulos terem chegado ao mercado. Assim, temos Tomb Raider GOTY, Rise of the Tomb Raider: 20 Year Celebration e Shadow of the Tomb Raider: Definitive Edition, que tradicionalmente custam 19,99€, 29,99€ e 39,99€, respetivamente.
Já a partir de dia 6 de janeiro, data em que esta oferta termina, entra outra em vigor, com Gods Will Fall.
Estão há uns meses sem ir ao Parque das Nações, mas conhecem bem as pizzas artesanais do Grupo Capricciosa? Então vão gostar de saber que o grupo tem um novo restaurante… ainda que a aposta não seja nas pizzas.
Até aqui, um dos restaurantes Capricciosa Pizzas Artesanais funcionava no primeiro andar da República da Cerveja, no Passeio das Tágides, no Parque das Nações. Mas desde outubro que passou para o piso de baixo, deixando o piso 1 livre para o mais recente Capricciosa Grill, que aposta nos grelhados.
A ideia para abrir este spot surgiu em meados de 2020, quando os responsáveis da marca pensaram o que se podia fazer para que o nome Capricciosa continuasse a ter crescimento. E tendo em conta que os portugueses adoram um bom churrasco, juntaram o útil ao agradável: há carne, sim, mas em equilíbrio com os vegetais, que têm o mesmo lugar de destaque no prato.
No fundo, o objetivo foi dar uma nova vida ao conceito de churrasqueira tradicional, mas com opções equilibradas, saborosas e diversificadas.
O Echo Boomer foi lá recentemente e, mesmo tendo chegado cedo ao local, rapidamente constatámos que várias pessoas já se encontravam no restaurante. Ainda assim, a enchente aconteceu cerca de 30 minutos depois, com muitas famílias (mesmo aquelas com crianças que tinham acabado ser vacinadas) a escolherem o Capricciosa Grill para almoçar.
O menu não é muito extenso. Tem o tamanho suficiente, com opções para todos os gostos, para que ninguém se perca. E sim, o staff, sempre atencioso, assegura-se que ninguém fica muito tempo à espera de comidinha na mesa.
Primeiro que tudo, as entradas para partilhar, onde se destacam opções como a Burrata trufada com rúcula e Mel, Carpaccio de Vitela com Parmesão ou Humus da Semana com Focaccia. Depois os pratos principais (Pratos no Grill), em que escolhem uma de várias proteínas – Picanha, Entraña, Hambúrguer 100% Vaca, Capri Chicken, Salmão, Plumas de Porco Alentejano, Hambúrguer Beyong Meat (vegan), Tofu ou Camarão Tigre -, um molho – Pesto de Espinafres, Maionese Caseira com Cebolinho, Molho Cocktail de Iogurte, Maionese Chipotle e O Picante do Grill – e dois acompanhamentos – há saladas, batata doce assada, legumes, arroz Biro Biro, entre outros.
Convém dizer que todos os pratos na grelha vêm acompanhados por “defeito” com Focaccia de Pesto de Espinafres, Maçaroca de Milho e Farofa (pratos de carne) ou Humus (pratos de peixe ou vegetarianos). Há também opções para os garotos e, ainda, quatro saladas, para quem quiser fugir aos pratos da grelha.
No final, sugere-se um Cheesecake, uma Panacotta de Framboesa ou o típico Bolo de Chocolate com Gelado. Escolham um qualquer, pois não se irão arrepender.
Seja para um almoço a dois ou em família, o Capricciosa Grill é uma opção a ter em conta na zona do Parque das Nações. O restaurante funciona todos os dias, das 12h às 15h30 e das 19h às 00h. Para reservas, podem fazê-lo diretamente através do site oficial ou ligando para o 215877559.
Mas numa primeira fase só nas lojas da Grande Lisboa.
A partir do final de fevereiro, a Aldi Portugal vai começar a utilizar um camião elétrico para fazer a distribuição de produtos pelas suas lojas da Grande Lisboa. O retalhista alimentar fez uma parceria com a transportadora TJA, proprietária e responsável pelo projeto desenvolvido em exclusivo para a ALDI.
Além de ser a primeira viatura pesada de mercadorias 100% elétrica a operar para um retalhista alimentar em Portugal, este camião é também o primeiro a contar com a certificação PIEK, que reconhece veículos e equipamentos que ao operar geram ruído abaixo dos 60 decibéis, o que possibilita as descargas noturnas sem causar perturbações ao nível do ruido em áreas urbanas e residenciais. Adicionalmente, o camião elétrico ALDI passará a cumprir todos os requisitos Ultra Low Emission Zones (ULEZ), sendo um dos primeiros projetos de Low Emission Zones (LEZ) em Portugal para a área da Grande Lisboa.
Com uma autonomia de 180km e uma capacidade máxima de 26 toneladas (capacidade de transporte aproximada de 18 paletes standard), o novo camião elétrico da ALDI Portugal conta ainda com um motor de frio e apresenta como principais características o seu baixo ruído, os circuitos independentes de reduzido consumo energético e o funcionamento 100% elétrico.
Contrariamente às demais viaturas elétricas que contam com motores de frio alimentados a diesel, o motor de frio do camião da ALDI, também é 100% elétrico, o que se traduz na erradicação de gases nocivos para a atmosfera. Para gerar energia elétrica para o motor de frio e, simultaneamente, não retirar autonomia à viatura, será instalado um pack de baterias adicional com uma capacidade de 35kWh.
Esta abertura representa a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.
Há um novo restaurante Burger King em Portugal, o 152º a ser inaugurado. O mais recente Burger King na região autónoma da Madeira situa-se na Av. Mário Soares, no Funchal, e conta com mais de 376 m2 e capacidade para 124 pessoas (82 no interior e 42 na esplanada).
Oferece um sistema de refill de bebidas, quiosques de pre-order, Wi-Fi gratuito e está a operar com os serviços de takeaway e Drive Thru (na verdade, é o primeiro restaurante da marca na Madeira com este serviço).
Este restaurante, o segundo no Funchal, funciona de segunda a domingo das 11h às 00h e criou cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.
O primeiro Burger King na Madeira foi inaugurado em 2001 e, ao longo dos últimos anos, a marca tem vindo a reforçar a sua presença na região, onde conta atualmente com quatro espaços, dois dos quais no Funchal.
Hoje, dia 30 de dezembro, abrem os concursos por sorteio para atribuição de 31 habitações do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, no âmbito do Programa de Arrendamento Acessível.
As habitações a concurso são de tipologias T0, T1, T2, T3 e T4, localizadas nos concelhos de Coimbra, Figueira da Foz, Vila Real, Vila Nova de Gaia, Santarém, Almada, Setúbal, Moita, Amadora, Mafra, Vila Franca de Xira, Santiago do Cacém, Évora, Beja e Lagos. Os contratos de arrendamento destinam-se à habitação permanente dos agregados habitacionais.
Os interessados poderão encontrar toda a informação sobre cada um dos concursos aqui. As inscrições e os sorteios terão lugar através do referido portal, de forma desmaterializada.
São admitidos a Concurso por Sorteio os concorrentes que estejam registados na Plataforma do Arrendamento Acessível, preencham as condições de elegibilidade do Programa e os requisitos do Aviso de cada Concurso.