Segunda temporada de Resident Alien ganha data de estreia

Foi, a par de Chucky, uma das séries mais vistas do ano do SyFy. Sim, falamos da divertidíssima Resident Alien, cuja segunda temporada ganhou uma data de estreia.

Foi a 27 de janeiro deste ano que o primeiro episódio da temporada inaugural de Resident Alien começou por ser exibido nos EUA. Cerca de duas semanas depois, a série chegou ao SyFy Portugal. Já em março, tivemos a feliz confirmação de uma segunda temporada, algo que se explica facilmente, pois nos Estados Unidos, o episódio de estreia obteve 9.3 milhões de espectadores entre todas as plataformas. É, também, a série dramática do SYFY com mais audiência nos últimos seis anos, pelo que seria incompreensível caso o canal não desse autorização para um segundo leque de episódios.

Serve tudo isto para dizer que sabemos agora a data de estreia da segunda temporada: 28 de fevereiro de 2022. Ou seja, os novos episódios começarão a ser exibidos por cá sensivelmente um mês após a estreia nos Estados Unidos.

Nesta série, baseada na banda desenhada homónima da Dark Horse Comics, vamos acompanhar Harry Vanderspleige (Alan Tudyk), um alienígena que aterra no planeta Terra, assumindo a identidade de um médico de uma pequena cidade do Colorado para levar a cabo uma missão secreta: acabar com a humanidade.

O protagonista começa por levar uma vida simples, mas tudo se complica quando se vê obrigado a solucionar um homicídio local e percebe que precisa mesmo de compreender o novo mundo em que habita.

Ao longo do tempo de convivência com os humanos, começa a lutar contra o dilema moral da sua missão e a colocar grandes questões da vida a si próprio: será que os seres humanos afinal merecem ser salvos? Porque é que dobram a pizza antes de a comer?

Boogarins regressam a Portugal em 2022

Dois concertos para apresentar o álbum Sombrou Dúvida.

Os brasileiros Boogarins vão dar dois concertos no nosso país no próximo ano. 10 e 11 de fevereiro de 2022, no Círculo Católico de Operários do Porto e no Musicbox (Lisboa), respetivamente, são as datas marcadas para a apresentação de Sombrou Dúvida, mais recente disco da banda.

Construído entre a casa e estúdio, à margem das tours europeias e americanas, Sombrou Dúvida volta a ser uma viagem pela nostalgia psicadélica dos Boogarins. Começa assim no título, um jogo de palavras que nos atira para uma escolha entre a sombra da zona de conforto ou a incerteza que alimenta os instintos. Continua na música e na vontade de registar, em disco, a energia que a banda constrói ao vivo.

Resulta num disco que, a reboque das capacidades líricas e vocais de Dinho, tem vontade de explorar as potencialidades de um estúdio profissional (como já os vimos fazer em Manual, álbum nomeado para os Grammys Latinos), sem que, com isso, se percam os elementos electrónicos de produção caseira, marca de honra de Lá Vem a Morte.

Os bilhetes estão à venda por 15€ para o Porto e por 17€ para Lisboa. Os bilhetes comprados para a data de 12 de maio de 2020 no Círculo Católico de Operários do Porto são válidos para esta nova data.

Burger King abre novo restaurante em Silvares

Esta abertura representa a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.

Há um novo restaurante Burger King em Portugal, o 150º a ser inaugurado no país. O Burger King de Silvares situa-se na Rua Capitão Salgueiro Maia, nº70A, e conta com mais de 300 m2 e capacidade para 214 pessoas (101 no interior e 113 na esplanada).

Oferece um sistema de refill de bebidas, quiosques de pre-order, Wi-Fi gratuito e está a operar em pleno com vários serviços, entre os quais takeaway, Auto King e Home Delivery.

O restaurante funciona de domingo a quinta-feira das 11h30 às 23h (drive até às 00h) e às sextas e sábados das 11h30 às 00h (drive até às 2h).

Este novo espaço é o segundo no concelho de Guimarães e o 11º no distrito de Braga. Esta abertura representa ainda a criação de cerca de 25 novos postos de trabalho diretos.

O primeiro Burger King no concelho de Guimarães foi inaugurado em 2009 e, ao longo dos últimos anos, a marca tem vindo a reforçar a sua presença no distrito de Braga. E agora mais precisamente no concelho de Guimarães.

Município de Cascais vai criar a sua própria criptomoeda

Mas ainda nem tem data de lançamento.

Cascais vai ter uma moeda local digital. Chama-se Cashcais é uma moeda local digital e vai ser posta em circulação no concelho através de uma aplicação móvel.

A Cashcais nasceu no âmbito de um projeto académico em parceria com a Universidade Nova SBE, focando-se em três objetivos:

  • Económico – Através da Cashcais, o município pretende dinamizar a economia local no concelho. Como? Sempre que fizer compras (nos parceiros aderentes), o utilizador recebe um “cashback” (devolução de uma percentagem);
  • Ambiental e Social – As boas práticas que ajudem a diminuir a pegada ecológica e as disparidades sociais no concelho vão ser recompensadas em Cashcais pela Câmara Municipal de Cascais;
  • Saúde – As boas práticas ou ações que promovam a saúde dos próprios munícipes, e que ajudem a melhorar a sua qualidade de vida, serão igualmente recompensadas.

As Cashcais acumuladas pelos utilizadores poderão ser posteriormente utilizadas em “compras” junto dos parceiros aderentes.

A criptomoeda do município de Cascais ainda não tem data de lançamento, mas espera-se que surja algures em 2022.

Crítica – The Matrix Resurrections

The Matrix Resurrections é uma das maiores desilusões pessoais do ano. Lana Wachowski oferece um filme surpreendentemente meta e auto-consciente sobre a trilogia original repleta com ideias ousadas e fascinantes, mas com uma execução absolutamente terrível.

Sinopse: “Para descobrir se a sua realidade é uma invenção física ou mental, Mr. Anderson (Keanu Reeves), também conhecido como Neo, terá que escolher seguir o coelho branco mais uma vez. Se aprendeu alguma coisa, é essa escolha, embora seja uma ilusão, a única maneira de sair – ou entrar – na Matrix. Neo já sabe o que deve fazer, mas o que ainda não sabe é que a Matrix está mais forte, mais segura e muito mais perigosa do que nunca.”

Dois factos têm de ser partilhados antes da crítica em si. O primeiro é algo que tenho em comum com a grande maioria dos cinéfilos: adoro The Matrix, de 1999. O seu impacto inegável e influente no século atual do cinema é reconhecido por todos, mas as duas sequelas não foram bem recebidas na altura do lançamento. Felizmente, o tempo funciona de forma misteriosa. Devido às inevitáveis mudanças culturais e industriais, opiniões alteram-se após sessões repetidas, especialmente quando ocorrem ao longo de décadas. Podem passar inteiramente de positivas para negativas ou vice-versa. Não só o meu amor pelo filme original cresceu ainda mais, mas o meu descontentamento com as sequelas também diminuiu – Revolutions continua com demasiados problemas, mas Reloaded tornou-se numa visualização bastante agradável.

O segundo facto está relacionado com a data de estreia de The Matrix Resurrections. Na semana passada, um dos filmes mais antecipados do ano, Spider-Man: No Way Home, estreou com números recordes de bilheteira, mesmo no meio de uma pandemia global. Consequentemente, esta quarta parcela da franquia de Lana Wachowski – a sua irmã, Lily, não participou neste novo filme – não teve o entusiasmo que teria adquirido num mês mais “vazio”. Tal leva-me às minhas expectativas nulas em relação a este filme. Como sempre, escapei a trailers, imagens e tudo mais, mas isso também me levou a ficar surpreendentemente neutro até entrar no cinema.

Mesmo com este tipo de expectativa, saí da sessão totalmente dececionado. Já verifiquei os dois trailers principais e não acredito que estes me teriam ajudado a preparar-me melhor para este filme. The Matrix Resurrections conta uma história sobre a trilogia original em vez de ser simplesmente mais uma sequela, o que é uma ideia atraente e bem-vinda. De facto, Lana, David Mitchell (Sense8) e Aleksandar Hemon (Love Island) enchem Resurrections com ideias estimulantes, inventivas e subversivas, mas o problema geral de todo o filme está diretamente ligado à má execução do seu conceito meta e auto-consciente.

The Matrix Resurrections

A trilogia The Matrix sempre foi pesada em termos de exposição e significados filosóficos. As conhecidas dicotomias de realidade vs. ilusão, liberdade vs. controlo, humano vs. máquina, coletivo vs. individual e dezenas de outras são vitais para a história complexa e personagens intrigantes. No entanto, todas são abordadas e debatidas em cada filme como temas subjacentes, desenvolvimento de personagem ou explicações importantes para mover o enredo para a frente. Devido ao seu ambiente meta e à autoconsciência de todas as personagens sobre os filmes originais, Resurrections transforma algo outrora fascinante em sessões de brainstorming cómicas e incomodativas sobre os mesmos filmes.

A trilogia original é exaustivamente explicada aos espetadores através de discursos repetidos e comentários feitos ao longo das últimas duas décadas por críticos e fãs. Consigo imaginar linhas de diálogo como “a originalidade já não é valorizada, os estúdios apenas se preocupam com sequelas, reboots, remakes, etc.” ou “as ideias são o novo cool” ou mesmo “a trilogia The Matrix é toda sobre bullet time” a funcionarem no papel. No entanto, estas e muitas mais são tratadas como meras piadas. Este filme podia muito bem ser classificado como comédia, mas a pior parte de tudo é que Resurrections goza com várias coisas em que eventualmente se torna ou faz. Se for propositado, simplesmente não consigo ver como isso ajuda ou dá força à história de qualquer forma ou feitio.

Além disso, o enredo em si é extremamente complicado. Ser guiado por exposição não ajuda quando esta é uma auto-indulgência frustrantemente forçada. Costuma-se usar o argumento “é demasiado complexo para apenas uma visualização” para esconder problemas narrativos. Alguns filmes exigem, de facto, várias visualizações para compreender totalmente a intenção, visão e mensagens subliminares do realizador. Ainda assim, mal Resurrections terminou, não tive dificuldade em recontar a história para mim mesmo, o que significa que realmente só tive problemas durante o tempo de execução. O segundo ato é extraordinariamente atrapalhado, tornando-se genuinamente confuso entender o que está a acontecer.

Os argumentistas agarram-se em demasia a desculpas excessivamente científicas para explicar certos pontos do enredo, usando terminologia técnica que faz o meu mestrado em engenharia eletrónica e de telecomunicações parecer inútil. Questiono-me como é que alguém sem conhecimento avançado sobre o tipo de tecnologia exibida no ecrã vai entender estas explicações essenciais. Grande parte do filme dá a sensação de Lana estar a despejar todos os seus pensamentos e sentimentos que guardou durante estas duas décadas, como se realmente precisasse de desabafar enquanto simultaneamente procura validação.

Passando para os aspetos mais técnicos, a ação também é uma desilusão monumental. Este era o único elemento que antecipava ser fantástico e cativante, mas encontro-me com a impossibilidade de me lembrar de uma única cena de luta que se compare a algumas sequências da trilogia original. Não necessitava de ação inovadora, alucinante e culturalmente impactante. No entanto, quando um filme tem coordenadores de stunts e atores que trabalham em John Wick, bem como no MCU, não estou pronto para testemunhar lutas confusas repletas com cortes e montagem agitada que escondem a coreografia supostamente espetacular. O único momento que parece genuinamente impressionante é uma cena de perseguição onde CGI e acrobacias reais funcionam juntas perfeitamente. Tudo o resto parece que os espetadores estão a assistir a um filme de ação aleatório da Netflix.

The Matrix Resurrections

Do ponto de vista audiovisual, Resurrections parece e soa como esperado de um blockbuster de grande orçamento. Todos os planos derramam qualidade visual e a banda sonora (Johnny Klimek, Tom Tykwer) é o único componente que admito gostar mais do que os filmes anteriores. No final, é o elenco que salva Lana de um desastre tremendo. Keanu Reeves é, bem, Keanu Reeves. O ator continua a surpreender-me a cada virar de esquina, sendo um destaque do filme tanto como Mr. Anderson, como Neo – embora o primeiro tenha mais interesse narrativo do que o badass Neo. Carrie-Anne Moss (The Bye Bye Man) é hipnotizante de início ao fim e as suas interações com Mr. Anderson são as únicas com diálogos verdadeiramente emocionantes.

No entanto, o meu destaque pessoal tem que ir para Jessica Henwick (Love and Monsters). Admito que não sou imparcial em relação à atriz que se tornou numa das minhas favoritas desde Iron Fist. Henwick não só faz as suas próprias stunts, mas também demonstra o seu imenso talento enquanto atriz, que espero que outros estúdios comecem a notar. A sua personagem, Bugs, é também a mais intrigante nova adição à saga. Yahya Abdul-Mateen II (Candyman) oferece uma interpretação diferente de Morpheus que demora algum tempo a acostumar, mas, eventualmente, o notável ator convence. Laurence Fishburne (The Matrix) será sempre o Morpheus icónico que todos cresceram a adorar, mas Yahya não cede à pressão. Por outro lado, Jonathan Groff (Frozen II) está longe de corresponder ao inesquecível Hugo Weaving como Agent Smith, enquanto Neil Patrick Harris (Gone Girl) pode não ter sido o melhor casting, embora não possa culpar o seu desempenho.

Honestamente, espero que Resurrections se torne num daqueles filmes que simplesmente não consigo encontrar uma maneira de desfrutar hoje, mas que comece gradualmente a agradar-me ao longo dos anos. Sinceramente, espero rever e olhar para esta obra como algo revigorante em visualizações futuras, ao invés de desapontante e um tanto aborrecido – odeio esta palavra, mas não posso mentir sobre os meus bocejos. À data deste artigo, o filme está a receber uma resposta bastante divisiva tanto pela crítica como pelo público. O meu conselho a todos os que se encontrarem do mesmo lado que eu é que não precisam de partilhar repetidamente a vossa opinião negativa sobre o filme. Falem sobre o mesmo, com certeza. Escrevam uma crítica, sem problemas. Mas não vão fazer ninguém sentir-se melhor, nem vocês próprios, se tudo o que fizerem for espalhar o quanto não gostaram deste filme. Devemos todos tentar evitar passar mais negatividade do que o necessário.

The Matrix Resurrections é uma das maiores desilusões pessoais do ano. Lana Wachowski oferece um filme surpreendentemente meta e auto-consciente sobre a trilogia original repleta com ideias ousadas e fascinantes, mas com uma execução absolutamente terrível. Desde as sessões de brainstorming enfadonhas e chatas sobre os filmes anteriores à exposição pesada e indutora de dores de cabeça, a cineasta tenta constantemente relembrar os espetadores como a trilogia original é incrível, esquecendo-se de criar uma história cativante e convincente para esta nova parcela.

Os visuais deslumbrantes e a banda sonora impactante não são bons o suficiente para elevar as sequências de ação medíocres e demasiado editadas. Apesar das prestações notáveis de Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss e a destacada Jessica Henwick, Resurrections simplesmente não funcionou para mim.

Se são fãs da saga, obviamente recomendo assistir. Estejam apenas cientes de que este não é apenas mais um filme de The Matrix, mas sim uma obra sobre a saga em si.

Os três episódios de A Very British Scandal vão estrear na HBO Portugal

E já esta semana.

Se estão de férias e gostam de produções baseadas em acontecimentos reais, então vão gostar de saber que esta semana, nos dias 29, 30 e 31 de dezembro, vão estrear na HBO Portugal os três episódios de A Very British Scandal.

Baseado no infame divórcio e no caso de escândalo sexual de 1963, A Very British Scandal centra-se no divórcio do Duque e Duquesa de Argyll: Ian Campbell (Paul Bettany) e Margaret Campbell (Claire Foy). As consequências públicas do seu relacionamento levaram a um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do século XX. Famosa pelo seu carisma, beleza e estilo, Margaret dominou as capas como mulher divorciada que enfrentou acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas e suborno. Uma fotografia Polaroid explícita tornou-se o elemento-chave no divórcio escandaloso que se desenrolou sob o olhar atento dos media dos anos 1960.

O elenco é composto por Claire Foy (Margaret Campbell), Paul Bettany (Ian Campbell), Julia Davis (Maureen), Amanda Drew (Yvonne), Sophia Myles (Louise “Oui Oui”) e Richard McCabe (George Wigham), entre outros.

Os episódios têm realização de Anne Sewitsky, com produção executiva de Pete Czernin, Chris Ballantyne e Delyth Scudamore, e foram escritos por Sarah Phelps.

SYNLAB abre novo centro de testes COVID-19 gratuitos no Porto

Recorde-se que, de momento, os portugueses podem fazer um total de seis testes gratuitos.

Vivem no Porto ou estão de passagem pela cidade e necessitam de um teste COVID-19 para ir ver um jogo de futebol, para irem a um evento ou simplesmente para se reunirem com pessoas mais idosas? Pois bem, há um novo centro de testes COVID-19 da SYNLAB na cidade.

Nesta nova unidade, localizada na Rua Manuel Pinto de Azevedo 401, poderão realizar os testes de antigénio comparticipados pelo SNS, de forma gratuita, mediante apresentação do cartão de cidadão no momento da testagem, e sem marcação obrigatória. E nem sequer precisam de sair do carro.

Os testes de antigénio a título particular, bem como os testes PCR – zaragatoa ou saliva – com comparticipação do SNS, ou a título particular, também podem ser aqui realizados, mas apenas com marcação obrigatória.

Para esses casos, a marcação deve ser efetuada através da app SYNLAB Access, disponível para download na Apple Store (iPhone) ou Play Store (Android), ou por contacto telefónico, para o número 227666362. Todos os testes marcados têm prioridade no atendimento.

Este novo centro está em funcionamento nos dias úteis e aos sábados das 9h às 18h.

Bumba na Fofinha vai estrear solo de stand-up comedy em 2022

Estão marcadas, para já, quatro datas.

Depois de ter anunciado a sua gravidez no passado mês de novembro, Mariana Cabral, conhecida como Bumba na Fofinha, vai ter outro desafio em 2022 para além da maternidade: um espetáculo a solo de stand-up comedy.

O nome do espetáculo é Suar do Bigode, no qual Bumba irá partilhar todos os segredos, percalços e desventuras do seu percurso, que fizeram com que “suasse do bigode”.

Conhecida por encarar o falhanço de outro ângulo, de se deliciar com sátiras sobre o quotidiano e de se debruçar sobre as temáticas que mais inquietam as mulheres e que só elas compreendem, “Bumba na Fofinha” promete uma noite memorável, ou não…“pode ser incrível como pode ser uma desgraça, em qualquer dos casos não haverá devolução de dinheiro porque a Bumba precisa dele para alimentar a cachopa e as papas são caras”.

Para já, existem quatro datas marcadas: 15 e 17 de fevereiro no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, e nos dias 24 e 26 de março no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda e vão dos 14€ aos 25€.

6 companhias aéreas com música de embarque característica

Alguma vez sentiram que uma companhia aérea faz tudo bem? Quer seja o atendimento ao cliente ou o entretenimento a bordo, algumas companhias sabem como atingir a perfeição.

Pode soar estranho, mas a música que ouvimos enquanto embarcamos é uma parte fundamental da experiência. A música é algo com o que quase todos nós nos podemos relacionar, pois talvez faça parte de uma memória especial ou desencadeie uma emoção – e tem o poder de influenciar como nos sentimos.

As companhias aéreas sabem disto e, por isso, despendem muito tempo e esforço para selecionar a música perfeita para acompanhar o embarque dos passageiros. Abaixo, listamos seis bons exemplos.

Singapore Airlines

O principal objetivo de uma banda sonora é adaptar-se às experiências que estão a viver. Por esse motivo, podem ouvir música dramática durante o clímax de um filme ou uma música animada e empolgante num programa de TV que revela os números vencedores da loteria. Quem supervisiona a música de um voo na Singapore Airlines sabe como funciona.

A música de embarque para os voos da Singapura pode não ser tão empolgante comparativamente a outras companhias aéreas, mas cumpre a sua função ao criar uma atmosfera agradável e calma enquanto esperam para embarcar. Há também uma nostalgia no ar, o que é adequado, já que as pessoas têm, muitas vezes, boas memórias das suas férias – exatamente o que vão fazer quando aterrarem.

Air France

Se por alguma razão se sentirem mais em baixo enquanto embarcam – quer estejam de ressaca ou apenas extremamente cansados – então, a música de embarque da Air France vai animar o vosso dia.

Mantendo-se fiel à tradição europeia de abraçar a música dance, a música otimista da companhia usa alguns bons sons eletrónicos sustentados por uma batida de «heavy techno». Alguém no escritório da Air France deve ser um apreciador de raves.

Esta nova versão substituiu a antiga música, “The World Can be Yours” pelos Telepopmusik, há três anos. Era uma versão mais calma e apareceu diversas vezes nos vídeos promocionais da companhia aérea.

A música atual, por outro lado, é bem diferente do padrão habitual das companhias aéreas.

Qatar Airlines

A música de embarque da Qatar é tão popular que até existe um vídeo no YouTube que toca a música em repetição por três horas – com cerca de 150,000 visualizações. Claramente as pessoas gostam de sentir que vão de férias.

Mas porquê que é tão popular? Bem, o compositor que criou a peça é, na verdade, uma compositora nacional do Qatar chamada Dana Al Farda, que faz um bom trabalho a construir uma atmosfera com piano e cordas. A música estabelece um fluxo rítmico, quase como a própria viagem de avião antes de um final satisfatório que pode espelhar a aterragem no destino dos vossos sonhos.

A música é relativamente nova, introduzida com o lançamento da Qsuite, uma atualização da classe executiva, mas pode ficar no ar por mais algum tempo visto o quanto os clientes apreciam a música.

Etihad Airlines

A Etihad utiliza uma abordagem suave para o seu som ambiente – e funciona muito bem. Transmite a sensação de que estão prestes a embarcar para uma aventura épica com harmónicas cinematográficas.

A companhia está habituada a oferecer o melhor conforto aos seus clientes, por isso teve em atenção à música durante o voo. No entanto, a música anterior à atual foi a mais popular até ao momento. Outra faixa que serve de apoio enquanto trabalham.

Japan Airlines

A música da Japan Airlines pode soar, à primeira vista, a um anúncio de bancos, mas não desistam de apreciar à primeira nota – fica melhor à medida que avança. Ao contrário das outras faixas mais animadas, esta começa lentamente mas transforma-se em um crescendo, ajudada por vozes femininas que o acompanham.

A música chama-se “I Will Be There With You” e foi lançada ao mesmo tempo que a Japan Airlines apresentou os seus voos 777-300ER para os Estados Unidos da América – daí os vocais soarem americanos.

Turkish Airlines

Até agora, lidámos apenas com música clássica e a variedade de instrumentos associados. A Turkish Airlines opta por uma abordagem diferente – e não menos eficaz!

Usa tantos instrumentos que a sua contribuição para este artigo usa guitarras exuberantes e um ritmo otimista que lhe transporta em pensamento para o vosso destino de sonho de férias, mesmo sem sair do chão.

Se isto não é suficiente, há uma música de espera especial – a melodia que ouvem enquanto esperam para falar com o atendimento ao cliente. É uma ótima ideia para acalmar clientes irritados – dêem-lhes apenas uma música cativante para ouvir!

Colchão Koala Rest – A solução para boas noites de sono

Apostar num bom colchão vai fazer toda a diferença nas vossas vidas.

Assim diz a startup portuguesa Koala Rest, empresa que se dedica a melhorar o sono dos portugueses e pessoas pelo mundo inteiro.

A promessa da marca é simples: ajudar os clientes a dormir melhor, fazendo com que fiquem mais descansados e, com isso, melhorar a qualidade de vida.

A Koala Rest surgiu em 2017 pelas mãos dos seus dois fundadores, os portugueses Bruno Madeira e João Ramos, que queriam sobretudo garantir a todos a possibilidade de ter um ótimo colchão por um preço justo.

Os colchões são fabricados em Portugal, sendo pensados especificamente para o clima e preferência dos consumidores portugueses. Como são vendidos online, em www.koalarest.com, e saem diretamente da fábrica para casa do cliente, a Koala Rest não necessita de intermediários, acabando por conseguir vender os seus colchões a um preço bastante vantajoso face a outros colchões disponíveis no mercado.

O Colchão Koala em si tem uma capa protetora feita em tecido stretch respirável, que pode ser removida graças ao seu fecho, podendo assim ser lavada. Por dentro, é constituído por três camadas de espuma: uma camada de espuma latex híbrido (anula a transferência de movimento e dissipa o calor), espuma viscoelástica (faz com que o colchão se acomode aos contornos do corpo e corrige a postura da coluna) e espuma de suporte (permite um ótimo suporte e durabilidade, protegendo o corpo da superfície rígida da cama). Chegar a este modelo só foi possível após muitos testes e mais de 5.000 horas de sono. Desta feita, a Koala conseguiu aperfeiçoar ao máximo o colchão para que fosse firme, confortável e que desse um ótimo suporte ao seus utilizadores, acabando por não ser um colchão nem demasiado firme, nem demasiado mole. Na realidade, o colchão Koala tem uma firmeza de 7 numa escala de 0 a 10.

Para comprarem o colchão, basta aceder ao site, em www.koalarest.com, e escolher o tamanho pretendido. Além dos tamanhos predefinidos no site, os colchões da Koala Rest podem ser personalizados para outros tamanhos graças a uma simples ferramenta disponível no site oficial. As dimensões mínimas no site são 70cm de largura e 170cm de comprimento, ao passo que as dimensões máximas são 200cm de largura e 220cm de comprimento. A partir daí, é basicamente “brincarem” com o formato pretendido. Se quiserem medidas fora destas dimensões, que não sejam possíveis de encomendar diretamente no site, basta entrarem em contacto com a equipa Koala e eles dão-vos o orçamento.

Para medidas standard o processo de entrega pode ser feito até no próprio dia na zona de Lisboa, Porto e Setúbal ou em 24h para o resto do país. O melhor de tudo? Podem experimentar o colchão durante 100 noites. Caso não se adaptem ao colchão, é só entrar em contacto com a Koala Rest e solicitar o reembolso que o colchão será recolhido gratuitamente em casa. E sim, ser-vos-á restituído a totalidade do montante gasto na aquisição do colchão.

Todos os colchões devolvidos são doados a instituições de cariz social, ajudando assim os mais desfavorecidos economicamente. A garantia dada pela Koala Rest é de 10 anos.

Importante também referir que o colchão foi desenhado para poder ser usado em qualquer tipo de base, como sommiers (a Koala Rest também já tem o seu próprio sommier), estrados fixos ou estrados articulados.

Em relação à nossa experiência, podemos dizer que todo o processo foi rapidíssimo. De facto, até ficámos surpreendidos. Fizemos o pedido do produto e, no dia seguinte, já tinha chegado. Assim sim.

Dentro de uma caixa até pequena para um grande colchão, ficámos muito impressionados como tal era possível… Obviamente, a Koala Rest pensou em tudo. É que os colchões, ao serem fabricados, é-lhes retirado o ar por vácuo, ficando de tal forma comprimidos para que possam ser inseridos dentro de caixas e facilmente transportados.

Depois de colocarmos a caixa no quarto onde ia ficar o colchão, procedemos à abertura da mesma. Retirámos o colchão da embalagem e fomos removendo o plástico. Colocámos na cama e… voilà, temos colchão! Ele foi-se expandido gradualmente e, ao fim de 40 segundos, já estava pronto para ser usado.

Pelo meio deste processo de unboxing, ainda ganhámos de brinde um peluche super fofo, a mascote da marca.

Bom, a verdade é que ficámos rendidos após as primeiras noites de sono no Colchão Koala. De facto, existe um perfeito isolamento do movimento – faz com que a outra pessoa não dê pelos movimentos do(a) parceiro(a) -, o que nos permitiu descansar sem estarmos a ser incomodados.

Outro ponto altamente positivo foi perceber que, sendo nós alérgicos ao pó e ácaros, este colchão tem uma proteção anti-alérgica. Tal previne a acumulação de fungos, bactérias ou ácaros no mesmo, o que melhorou em muito a nossa qualidade do sono. Naturalmente, também a nossa qualidade respiratória melhorou.

Sendo que estávamos habituados a um colchão mais mole, tínhamos algum receio que este fosse demasiado “duro”… felizmente era um receio sem cabimento. O colchão é bastante firme, sim, e ainda bem, pois proporciona uma maior tranquilidade a dormir. Com o antigo colchão, ao acordar, sentíamos dores nas costas e no pescoço, mas essas dores já lá vão. É que além da firmeza, o Colchão Koala proporciona também uma postura cervical perfeitamente alinhada em qualquer posição que estejamos a dormir. Até as dores de cabeça matinais melhoraram, uma prova que este colchão não só proporciona todo o conforto, como a qualidade ortopédica que o nosso corpo precisa.

Outro ponto positivo é o facto de não ter um lado de inverno e um lado de verão… Na realidade, o colchão foi preparado para que a temperatura esteja sempre agradável e não haja acumulação de calor na superfície (graças à sua camada de látex microperfurado), o que é ideal, pois assim dormimos mais tranquilos.

Mas se tudo isto parece demasiado bom para ser verdade, temos de confessar que existe um ponto negativo: o facto de ser um sacrifício terrível ter de abandonar o colchão todas as manhãs. Sim, estamos a brincar, mas é só para perceberem o quão gostámos dele.

Resumindo e concluindo, ficámos mais que encantados com este colchão. Desde o estilo de atendimento simpático e atencioso, até ao envio rapidíssimo do mesmo, tudo para comprovarmos a sua qualidade, só podemos dizer que estejamos desejosos que chegue o final do dia para irmos dormir e ficarmos nas nuvens.

Escolas de Acolhimento de portas abertas

São cerca de 800 as escolas em funcionamento.

O Ministério da Educação decidiu colocar em funcionamento a rede de escolas de acolhimento, de 27 a 30 de dezembro e de 3 a 7 de janeiro.

Cerca de 800 escolas (ver lista) estarão de portas abertas, nas denominadas duas semanas de contenção da pandemia de Covid-19, dando resposta a filhos ou outros dependentes de trabalhadores essenciais e a crianças e jovens sinalizados pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, bem como para fornecimento de refeições a alunos beneficiários da Ação Social Escolar ou que necessitem deste apoio.

As escolas voltam, assim, a ser um exemplo na resposta social dada em tempos de pandemia, saudando o Ministério da Educação o elevado profissionalismo e sentido de missão de docentes e não docentes que, com o seu trabalho, fazem da Escola o garante de um apoio inequívoco a todos os alunos e famílias em situação de vulnerabilidade ou que dela necessitam neste período.

Os 50 melhores álbuns de 2021

Após um 2020 que obrigou todo o mundo a ficar por casa, tinha a esperança que isso trouxesse muita diversidade de álbuns de qualidade. A minha intuição estava correcta, de facto!

Neste artigo apresento-vos uma coletânea dos 50 melhores álbuns do ano, mas bem podia incluir 100, porque este ano foi, de facto, qualquer coisa de surpreendente. Outro problema foi o tempo que passei a debater de que forma devia organizar os três álbuns que se sentam no pódio, este ano.

No fim, optei por privilegiar o álbum que representa uma luta mental, pelo bem-estar psicológico. Um álbum que aborda uma problemática real, que é o impacto dos abusos durante relações amorosas – neste caso concreto o da artista, enquanto vítima. Esta produção musical de batidas animadas é uma alegoria ao que se esconde por detrás, isto é, todas as inseguranças, dúvidas e medos. Ao longo de 13 faixas, toda essa negatividade é exposta e expulsa de forma categórica. O ano de 2021 está a acabar e, na minha opinião, independentemente da problemática, a postura mostrada neste álbum que se senta no trono é mais do que essencial para sermos a melhoria que queremos ver no mundo.

Os dois álbuns que completam o top 3 prezam pela sua produção. Um deles pela forma como está construído e como usa os interludes de forma exímia para saltar entre abordagens musicais. O outro pela produção sonora que derrete qualquer amante de música.

Introdução feita, vamos a isso!

50. Easy Life – Life’s A Beach

easy life lifes a beach
“Da capa à sonoridade, passando pelo nome do álbum e até da banda, Life’s A Beach parece um trabalho simples e superficial, mas não podia estar mais longe da realidade.” (ir para o artigo)

49. Nick Cave & Warren Ellis – Carnage

nick cave warren ellis carnage
“Nick Cave igual a ele próprio, com o protagonismo dividido com Warren Ellis (com quem já trabalhou muitas vezes antes), num álbum fantástico – outro. Este senhor não produz música ao acaso.” (ir para o artigo)

48. James Blake – Friends That Break Your Heart

James Blake Friends That Break Your Heart
“Este novo álbum é uma pintura fiel a James Blake – uma vez mais, com letras muito pessoais que cortam como facas, mesmo quando a voz do artista transparece um conforto melancólico.” (ir para o artigo)

47. Biffy Clyro – The Myth Of The Happily Ever After

Biffy Clyro The Myth of the Happily Ever After
“Para além de ser poderoso na progressividade sonora de cada música e em como estas vão ganhando dimensão ao longo da sua duração, é também poderoso na atenção com o detalhe e na emoção transportada de uma ponta à outra do álbum.” (ir para o artigo)

46. Sons Of Kemet – Black To The Future

sons of kemet black to the future
“Tudo neste álbum está polido como um diamante, a tal simbiose entre géneros que tiram o melhor um do outro, das passagens e até as letras.” (ir para o artigo)

45. CHVRCHES – Screen Violence

Chvrches Screen Violence
“A destreza instrumentista de Martin Doherty e Iain Cook atinge um novo nível de maturidade e a voz da maravilhosa Lauren Mayberry continua a derreter e a encantar, como se de uma poção mágica se tratasse.” (ir para o artigo)

44. Goat Girl – On All Forms

Goat Girl On All Fours
“Vem dar um novo fulgor ao Post-Punk Revival com harmonias refinadas e bastante equilibradas.” (ir para o artigo)

43. serpentwithfeet – Deacon

serpentwithfeet DEACON
“Este álbum segue a linha romântica do seu predecessor, aprofundando-a a um nível quase espiritual.” (ir para o artigo)

42. Olivia Rodrigo – Sour

olivia rodrigo sour
“Acredito que Olivia tenha um futuro brilhante pela frente, dada a sua capacidade de story-telling, à qual dá uso para expor episódios amargos da sua vida, mas sempre de forma doce.” (ir para o artigo)

41. Faye Webster – I Know I’m Funny Haha

faye webster i know im funny haha
“Harmoniosa, sincera e com um ritmo muito próprio, Faye Webster consegue mais um trabalho de excelência mantendo a linha do álbum anterior.” (ir para o artigo)

40. Genesis Owusu – Smiling With No Teeth

Genesis Owusu Smiling With No Teeth
“Há muitas faixas memoráveis difíceis de descrever, mas posso confirmar que a amplitude musical deste álbum vem revolucionar o género.” (ir para o artigo)

39. Dawn Richard – Second Line

dawn richard second line
“Com 37 anos (Dane Richard), continua o legado com a frescura e brilho de quem acabou de começar a carreira” (ir para o artigo)

38. Julien Baker – Little Oblivious

julien baker little oblivions
“Instrumentais mais pesados e compostos, que ao mesmo tempo contrastam e funcionam em sintonia com uma voz carregada de ternura.” (ir para o artigo)

37. Kacey Musgraves – Star-Crossed

Kacey Musgraves Star Crossed
“Sobre o álbum, pode-se dizer que é um trabalho melancólico e reluzente ao mesmo tempo recheado de storytelling.” (ir para o artigo)

36. Ghetts – Conflict Of Interest

ghetts conflict of interest
“Conflict of Interest surge com a capacidade de compilar a realidade dura e crua do que se vai passando nos subúrbios de Londres com o brilho da vida de excessos em primeiro plano.” (ir para o artigo)

35. Remi Wolf – Juno

Remi Wolf Juno
“O groove de Juno é o seu ponto mais forte, potenciado pelo carisma e confiança de Remi Wolf.” (ir para o artigo)

34. Helado Negro – Far In

Helado Negro Far In
“Apesar de não haver qualquer esforço por parte do artista, tudo resulta e encaixa como num jogo de tetris perfeito.” (ir para o artigo)

33. IDLES – Crawler

IDLES Crawler 1
Crawler é um álbum mais introspetivo, fugindo um bocado da norma mais selvagem da banda.” (ir para o artigo)

32. Summer Walker – Still Over It

Summer Walker Still Over It 1
“Para além de Summer Walker ser uma storyteller excitante, é bastante honesta ao longo das suas letras introspetivas, tornando mais fácil a missão de cativar os seus ouvintes.” (ir para o artigo)

31. Squid – Bright Green Light

squid bright green field
“Não sei o que é que dão de comer às crianças das ilhas Britânicas, mas está a resultar e a despontar num período sensacional de renascentismo do punk rock.” (ir para o artigo)

30. Laura Mvula – Pink Noise

laura mvula pink noise
“Laura Mvula caminhou, devagar, mas caminhou sem nunca parar. Finalmente chegou ao destino que sempre almejou e certamente onde merece estar.” (ir para o artigo)

29. Illuminati Hotties – Let Me Do One More

Illuminati Hotties Let Me Do One More
“Este álbum, apesar de começar a um ritmo alucinante e ter mais momentos desses pelo meio, é vulnerável no seu todo.” (ir para o artigo)

28. Iron Maiden – Senjutsu

Iron Maiden Senjutsu
“A dimensão tónica é pesada e sombria, talvez a mais sombria até à data. Contudo, a produção, cheia de riffs brutais, é extremamente dinâmica, positiva e aprazível, quer dentro do leque de álbuns da banda, quer dentro do género.” (ir para o artigo)

27. Ray BLK – Access Denied

Ray BLK Access Denied
“Propositadamente ou não, este álbum de estreia é coeso, sem momentos baixos ou passagens inconsistentes, trazendo uma visão completamente diferente de Ray BLK.” (ir para o artigo)

26. The Killers – Pressure Machine

The Killers Pressure Machine
“Muda a década e, subitamente, somos presenteados com a melhor versão dos The Killers.” (ir para o artigo)

25. Lana Del Rey – Chemtrails Over The Country Club

Lana Del Rey Chemtrails Over the Country Club
“Ao fim de uma década, continua a ser impressionante as sensações que Lana Del Rey consegue proporcionar com a sua voz.” (ir para o artigo)

24. Deafheaven – Infinite Granite

Deafheaven Infinite Granite
“Caracterizado por melodias belíssimas e profundas, extremamente bem compostas, vem provar que a alma do início de carreira dos Deafheaven continua toda cá.” (ir para o artigo)

23. Dave – We Are In This Together

dave were all alone in this together
“A meticulosidade de WAAITT, elevado pela forte capacidade liricista de Dave, coloca-o na discussão dos melhores rappers da atualidade.” (ir para o artigo)

22. Silk Sonic – An Evening With Silk Sonic

Silk Sonic An Evening With Silk Sonic 1
“A química entre Paak e Mars é algo digno de ser ver neste primeiro álbum em conjunto, magia pura!” (ir para o artigo)

21. St. Vincent – Daddy’s Home

st vincent daddys home
“Uma exposição a nu, introspetiva e uma sonoridade perfeita para deixar absorver tudo o que Clark quer partilhar connosco.” (ir para o artigo)

20. Adele – 30

Adele 30 1
“Liricamente falando, 30 consegue superar todos os trabalhos anteriores, contudo, é a instrumentalização dessas letras que distanciam tanto este álbum dos anteriores.” (ir para o artigo)

19. Cassandra Jenkins – An Overview On Phenomenal Nature

cassandra jenkins an overview on phenomenal nature
“A nível de composição musical, podem esperar músicas sem filtros, mas algo cósmicas, com poder de revitalizar a alma de qualquer um.” (ir para o artigo)

18. Arlo Parks – Collapsed In Sunbeams

Arlo Parks Collapsed In Sunbeams
“Um instant classic, adaptado a público de todas as idades, com a capacidade de se tornar intemporal.” (ir para o artigo)

17. Low – Hey What

Low Hey What 1
“Esta capacidade de surpreender ao fim de tantos anos de carreira e tanta música produzida é algo completamente estonteante.” (ir para o artigo)

16. Lucy Dacus – Home Video

lucy dacus home video
“Ao longo de 11 capítulos, a artista partilha connosco páginas do seu diário relativas a memórias, sempre com a sua perspetiva emocional bem patente.” (ir para o artigo)

15. Billie Eilish – Happier Than Ever

billie eilish happier than ever
“Happier Than Ever ganha outra profundidade graças a uma Billie Eilish que sabe exatamente em que ponto está, com uma perceção fantástica de como os outros a vêem, agarrando nas rédeas dos media e dominando a opinião pública com uma certeza sem igual.” (ir para o artigo)

14. For Those I Love – For Those I Love

For Those I Love For Those I Love
“Um livro de memórias sem filtros ou embelezamento que vos vai fazer querer revisitá-lo independentemente do quão angustiante possa ser.” (ir para o artigo)

13. Lil Nas X – Montero

Lil Nas X Montero
“Uma estrela em crescimento vertiginoso, inevitável para uma indústria musical que já o tentou cancelar mais do que uma vez.” (ir para o artigo)

12. The War On Drugs – I Don’t Live Here Anymore

The War On Drugs I Dont Live Here Anymore
“Os The War On Drugs, com I Don’t Live Here Anymore, conseguem manter o som hipnótico de sempre, mas aprendem a guiar-nos através dele.” (ir para o artigo)

11. Snail Mail – Valentine

Snail Mail Valentine 1
“O conceito está lá, bem como a destreza em tornar uma simples emoção num produto final tão agradável, intenso e com tanta atenção ao detalhe lírico.” (ir para o artigo)

10. Jazmine Sullivan – Heaux Tales

Jazmine Sullivan Heaux Tales
“Heaux Tales é, como o nome indica, uma coletânea de contos da autoria de Jazmine, que tem uma capacidade admirável de storytelling.” (ir para o artigo)

9. Turnstile – Glow On

Turnstile Glow On
“Há seis anos estavam a lançar o primeiro álbum que os metia no radar em solo norte-americano. Agora? Já não há radar que os acompanhe.” (ir para o artigo)

8. Floating Points – Promises

Floating Points Promises 1
“Peguem nuns bons auscultadores, sentem-se no conforto da vossa casa, esvaziem a vossa mente e deixem-se levar por este trabalho exímio.” (ir para o artigo)

7. Japanese Breakfast – Jubilee

japanese breakfast jubilee
“Quem diria que um projeto que teve início no tumblr, como muitos outros que conheci enquanto tive o meu blog de partilha de música ativo, chegaria a este ponto tão glorioso.” (ir para o artigo)

6. Dry Cleaning – New Long Leg

Dry Cleaning New Long Leg
“A forma como Florence Shaw se atira a cada canção, com serenidade, indiferença e ponderação não só cria uma aura cool, como dá espaço ao resto da banda para brilhar nos respetivos instrumentos.” (ir para o artigo)

5. Tyler. The Creator – Call Me If You Get Lost

tyler the creator call me if you get lost
“Call Me If You Get Lost consegue capturar toda a qualidade lírica do Tyler, que continua a mostrar quem ele realmente é.” (ir para o artigo)

4. The Weather Station – Ignorance

the weather station ignorance
“O que é conseguido com este álbum apanha facilmente qualquer um de surpresa num misto e exuberância e estranheza.” (ir para o artigo)

3. Wolf Alice – Blue Weekend

wolf alice blue weekend
“Este álbum, que parece uma coletânea (uma das boas), reserva assim um lugar para os Wolf Alice no Hall of Fame do Rock, que só não será preenchido se algo de muito fora do normal acontecer.” (ir para o artigo)

2. Little Simz – Sometimes I Might Be Introvert

Little Simz Sometimes I Might Be Introvert
“Este novo álbum é um trabalho fruto de muitas horas de estúdio num corte e cose digno dos maiores alfaiates musicais.” (ir para o artigo)

1. Self Esteem – Prioritise Pleasure

Self Esteem Prioritise Pleasure
“Sem querer saber, pegou no seu diário e transcreveu-o na perfeição para um álbum.” (ir para o artigo)

Sim, também é necessário teste negativo para ir ao cinema

Contudo, apostem nos autotestes e façam-nos nos locais sob a supervisão de um colaborador.

Quando o primeiro-ministro António Costa anunciou as mais recentes medidas, entre as quais se destaca a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo à Covid-19 para acesso a espetáculos culturais e recintos desportivos, independentemente da sua taxa de ocupação, não ficou claro se tal iria abranger as salas de cinema. Mas sim, também se aplica.

À Renascença, fonte do Ministério da Cultura confirmou que, de facto, além do certificado de vacinação (que já era exigido antes), será necessário apresentar um teste negativo para entrar numa sala de cinema.

Apesar de não haver qualquer redução na lotação das salas, esta é “uma péssima prenda de Natal”, como disse Pedro Borges, do Cinema Ideal, à Renascença. Afinal de contas, além do custo do bilhete, que não é propriamente barato, é necessário gastar mais uns euros em autotestes.

Sim, não necessitam de marcar um teste numa farmácia. Podem fazê-los vocês mesmos, desde que no local e supervisionado por algum responsável. Ainda assim, é preciso ter as coisas bem planeadas: atualmente, não basta decidirmos que vamos ao cinema e pronto. É melhor, primeiro que tudo, certificarem-se que possuem autotestes em casa.

Shazam está a dar até cinco meses grátis de Apple Music

Têm até 15 de fevereiro para aproveitar esta borla.

São utilizadores do Tidal, conseguem ter acesso ao serviço através de algumas ofertas (como é o caso da Yorn), mas gostavam de experimentar outro serviço de streaming de músicas? Pois bem, seja feita a vossa vontade.

O Shazam, app que serve para identificar músicas e que foi adquirida pela Apple em 2018, tem atualmente disponível uma oferta de até cinco meses grátis de Apple Music. Sim, até cinco meses, uma vez que antigos subscritores do serviço de streaming de música da Apple podem voltar a utilizar a plataforma, mas durante menos tempo.

É simples. Começam por ir a esta ligação e usam a câmara do vosso smartphone ou uma app que leia códigos QR para fazerem scan ao QR Code que surge na página. Já na nova página, clicam no botão Resgatar e seguem as seguintes instruções.

Apesar de esta promoção dizer que é somente válida para novos assinantes, a verdade é que não é bem assim. Quem já usou os três meses grátis anteriormente dados pela Apple pode também aproveitar esta nova promoção, mas com uma diferença: são somente dois meses grátis, ao invés de cinco.

Têm até 15 de fevereiro para aproveitar esta borla.

Mercadona pondera abrir loja em Caldas da Rainha

O grupo espanhol já terá sondado a autarquia, de modo a perceber a recetividade.

1 de julho de 2019. Nesse dia, a Mercadona marcou oficialmente a sua entrada em Portugal, na altura com o primeiro supermercado do país, localizado em Canidelo, na região do Porto. Durante a ocasião, o presidente da Mercadona, Juan Roig, referiu publicamente que o objetivo era abrir 150 lojas em Portugal nos próximos anos.

Ora, estamos prestes a terminar 2021 e, de momento, a Mercadona conta com 29 lojas em Portugal. Já para 2022, sabemos que o grupo espanhol irá abrir supermercados em Guimarães, Braga, Povoa de Varzim, Setúbal, Montijo, Santarém, Sintra e Viseu… pelo menos. Tal significará que, no próximo ano, passarão a existir um mínimo de 37 lojas Mercadona em Portugal. Mas a empresa não ficará por aqui, estando já a estudar novas localizações.

Uma delas é em Caldas da Rainha. De acordo com o Jornal de Leiria, a cadeia espanhola já entrou em contacto com a autarquia, de modo a perceber se se poderia encaixar na cidade.

“O nosso município já conta com uma grande oferta diferenciadora de unidades comerciais, que vão do comércio tradicional às grandes superfícies, e, mesmo que pareça um exagero, temos de perceber que o objetivo da Mercadona não serão apenas os habitantes locais, mas toda a região geográfica à volta de Caldas”, disse Vítor Marques, presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.

No fundo, o responsável parece aberto a receber um supermercado Mercadona na cidade, desde que criem vários postos de trabalho e possam potenciar uma ida à zona, não só para ir às compras, mas para conhecer um pouco da cultura das Caldas da Rainha.

Resta saber se este plano vai mesmo avançar… e quando. Contudo, tendo em conta que o objetivo é abrir 150 lojas em Portugal nos próximos anos, é bem provável que tal venha a acontecer.

Museu Nacional de Arqueologia vai ser requalificado

O custo da obra é de 25 milhões de euros.

Esta semana, foi apresentado o projeto que prevê uma profunda obra de intervenção no Museu Nacional de Arqueologia.

O Museu Nacional de Arqueologia, cujo espólio integra a maior coleção de tesouros nacionais ou de escultura clássica em museus portugueses, vai ser inteiramente reformulado. O restauro e a reabilitação do edificado permitirão o crescimento exponencial da sua área expositiva, que será praticamente duplicada, dando finalmente visibilidade a partes tão relevantes da sua coleção, nunca expostas.

Será assim possível a reprogramação total do conteúdo museográfico, nomeadamente as coleções da pré-História ou das Idades do Bronze e do Ferro. Trata-se de centenas de milhares de peças que compõem o riquíssimo acervo do museu, que correspondem a camadas imensas do nosso mapa de ancestralidades, e que atualmente não encontram condições dignas para fruição pelo público, e que poderão ser vistas após a intervenção.

Para o período em que decorrerão as obras, o Museu Nacional de Arqueologia está a desenvolver parcerias no país e no estrangeiro para continuar a participar em exposições temporárias, que permitam fazer circular as suas coleções, contribuindo para levar o conhecimento arqueológico a outros locais do território.

A obra deverá arrancar no final de 2023 e estar concluída no final de 2025, fazendo com que o Museu Nacional de Arqueologia possa cumprir na totalidade a sua ambiciosa missão: como espaço visitável, permitir uma melhor fruição pública; no âmbito científico, proporcionar melhores condições de estudo e investigação dos artefactos arqueológicos.

O custo da obra é de cerca de 25 milhões de euros, o que representa o segundo maior investimento a aplicar em equipamentos culturais ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Oito imóveis da Defesa Nacional vão ser convertidos para habitação acessível

Darão lugar a um total de 1.379 fogos para arrendar a preços acessíveis.

Temos assistido, aqui e ali, a algumas propostas propostas de habitação acessível, para que vários portugueses possam ter acesso a uma casa, mas sem que pagem os preços exorbitantes que se praticam hoje em dia. Esta semana, ficámos a saber de um total de oito imóveis da Defesa Nacional que vão ser convertidos para habitação acessível.

O despacho publicado vai possibilitar, no âmbito da Lei das Infraestruturas Militares (LIM), a constituição de direitos de superfície em oito imóveis da Defesa Nacional, por um período de 75 anos, que não se não se encontram atualmente a ser utilizados pelas Forças Armadas.

Esta decisão permite agora a conversão, em habitação acessível, de um conjunto de imóveis, localizados em Lisboa, Porto e Oeiras, e que darão lugar a 1379 fogos para arrendar a preços acessíveis, através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e dos municípios. São eles:

  • PM 123/Lisboa – Quinta da Alfarrobeira;
  • PM 40/Lisboa – Cerca do Convento da Estrela – Ala Sul;
  • PM 39/Lisboa – Hospital Militar da Estrela;
  • PM 13/Porto – Instalações utilizadas pela Manutenção Militar e OGFE;
  • PM 47/Porto – Edifício na Avenida de França;
  • PM 11/Porto – Trem do Ouro e PM 17/Porto – Casa do Lordelo do Ouro;
  • Ex-Estação Radionaval de Algés (Oeiras).

Com a constituição dos referidos direitos de superfície, por 75 anos, e decorrente dos valores homologados, estima-se que sejam canalizados cerca de 110 milhões de euros, que serão pagos em prestações anuais durante a vigência do PRR, a favor de projetos de conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação de infraestruturas das Forças Armadas.

Ídolos vai regressar à grelha da SIC

Sim, será uma nova edição.

Foi um talent show baseado no programa britânico Pop Idol, tendo tido seis edições exibidas na SIC. Sim, falamos do programa Ídolos, cuja última temporada terminou em 2015. Mas a história não acabou aí. Em breve, o popular talent show vai ganhar nova vida.

Esta quinta-feira, dia 23 de dezembro, a SIC anunciou oficialmente o regresso do programa através de uma publicação no Instagram, revelando que as inscrições para a sétima edição já estão abertas.

O programa irá assim regressar à grelha da estação de Paço de Arcos após um hiato de sete anos, mas os detalhes são, para já, escassos. Por exemplo, não se sabe se o programa será conduzido por uma dupla ou por um único elemento. O programa Ídolos já foi apresentado por Silvia Alberto, Pedro Granger, Cláudia Vieira e João Manzarra, não se sabendo, para já, se algum deles está de volta.

O mesmo acontece com o júri. Ao longo dos anos, tivemos vários jurados, como Manuel Moura dos Santos, Luís Jardim, Ramón Galarza, Sofia Morais, Roberta Medina, Laurent Filipe, Pedro Boucherie Mendes, Tony Carreira, Pedro Abrunhosa, Bárbara Guimarães, Maria João Bastos e Paulo Ventura. É bastante provável que algum destes elementos volte a participar no programa, mas existem sempre surpresas.

No que toca aos participantes, deu a conhecer nomes como Nuno Norte, Salvador Sobral, Carolina Torres, Luísa Sobra, Filipe Pinto, Diana Piedade, Carolina Deslande e Diogo Piçarra, entre outros.

Resta saber os moldes de Ídolos. Recorde-se que, enquanto foi exibido, o programa não era propriamente simpático com os concorrentes, sendo frequentemente gozados/enxovalhados no pequeno ecrã. Existe, inclusive, quem tenha processado a SIC e a produtora Fremantle. E hoje em dia, em que tudo é denunciado nas redes sociais, um programa deste género pode não funcionar muito bem em 2022.

Afinal, os autotestes vão servir para entrar em restaurantes ou eventos nos dias de Natal e ano novo

Mas atenção: tem de ser feito no local, supervisionado por algum funcionário ou responsável do espaço em questão.

Quando o primeiro-ministro António Costa anunciou as mais recentes medidas, entre as quais se destaca a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo à Covid-19 em dias específicos para entrar em restaurantes, eventos ou festas de passagem de ano, muitos estranharam o facto de somente serem admitidos testes feitos em farmácias ou outros laboratórios. Mas afinal não é bem assim.

No site do Governo, pode ler-se que, “para aceder às atividades ou estabelecimentos para os quais passou a ser exigido um teste Covid com resultado negativo, são admitidos os seguintes tipos de testes”:

  • Comprovativo de teste PCR, com uma antecedência de 72 horas;
  • Comprovativo de teste rápido de antigénio (TRAg), com uma antecedência de 48 horas;
  • Até ao dia 2 de janeiro, autoteste realizado no local, mediante supervisão.

Desta forma, não precisam de ir correr para uma farmácia ou tentar arranjar vaga noutro local para que vos façam o teste. Podem fazê-lo no local onde pretendem ir, mas é necessário que exista alguém disponível – funcionário ou responsável do espaço – a supervisionar os testes.

Esta é uma medida que visa diversificar as opções disponíveis ao alcance da população num momento excecional e de elevada procura e que vem, de alguma forma, “descansar” quem pretendia ir a um restaurante ou evento nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

Yorn estende oferta do Tidal e Amazon Prime até ao final de fevereiro

Não é a primeira vez, nem sequer será a última, que a Yorn estende as suas ofertas.

Ter um tarifário Yorn atualmente é ter dos melhores tarifários atualmente disponíveis em Portugal. É certo que, à semelhança da concorrência, oferece gigas de Internet para utilizar numa série de apps, mas acaba por ser ainda mais benéfico ao incluir outros serviços, nomeadamente serviços de streaming de música/de séries e de filmes.

Até há bem pouco tempo, os tarifários Yorn X estavam a oferecer subscrições do Tidal e do Amazon Prime até ao final deste ano, ou seja, 31 de dezembro de 2021. Mas o prazo foi agora estendido.

Para quem possui o tarifário Yorn XL, esse prazo foi alargado até dia 28 de fevereiro. Quer isto dizer que poderão continuar a usufruir gratuitamente destes dois serviços até ao final desse mês. Já para quem tem o tarifário Yorn XM, o serviço de streaming de música Tidal é também estendido até 28 de fevereiro, mas o mesmo não acontece com o Amazon Prime.

Neste e no tarifário XS, aplica-se uma oferta de seis meses desse serviço. Ou seja, se têm estes tarifários e já usufruíram dos seis meses, não poderão voltar a usufruir novamente. Já novos clientes Yorn XM ou Yorn XS poderão usufruir, a partir de agora, de seis meses de Amazon Prime, que dá acesso ao serviço de streaming de séries e filmes Prime Video.

Não é a primeira vez, nem sequer será a última, que a Yorn estende as suas ofertas. Já aconteceu no passado, pelo que resta-nos esperar por fevereiro para perceber se as ofertas ganham novos prazos ou se, por outro lado, a marca irá apostar noutras coisas.