Crítica – Antebellum

Ao abordar o tema da escravidão, Antebellum tem imensas cenas carregadas de uma violência extrema, mas igualmente realista. E dito isto, nem todos serão capazes de aguentar este filme.

Antebellum

Sinopse: “A autora de sucesso Veronica Henley (Janelle Monáe) encontra-se presa numa realidade horrível e tem que descobrir o mistério alucinante antes que seja tarde demais.”

Alguns meios de comunicação andam a oferecer uma sinopse algo spoiler-ish que acredito que o filme devia ter omitido ao longo da sua campanha de marketing, incluindo os próprios trailers. Existe um mistério central que só começa praticamente a meio do tempo de execução, desenrolando-se até ao início do terceiro ato, logo fica o conselho: mantenham-se longe dos trailers e não leiam demasiadas sinopses.

Como não sabia nada sobre esta película, assisti a Antebellum com expetativas modestas e sem quaisquer ideias ou teorias preconcebidas sobre a estrutura narrativa. No entanto, não consegui evitar ver o filme mais tarde do que a maioria das pessoas e tenho que admitir: estou um pouco surpreendido que tantos espetadores odeiem profundamente este filme…

Tem alguns problemas, os quais vou abordar mais à frente, mas, no geral, acredito que a violência White-on-Black extrema seja a razão principal pela qual tantos espetadores desistiram do filme. Começo mesmo por este tópico. É indiscutível que Gerard Bush e Christopher Renz (estreias na realização e argumento de uma longa-metragem) criaram um filme bastante chocante, retratando o racismo e a escravidão de maneiras desagradáveis, mas realistas. Esta última parte é precisamente o equilíbrio perfeito que todos os filmes precisam de ter ao lidar com estes temas, algo que, na minha opinião, Bush e Renz não o conseguem totalmente.

As cenas de tortura e mortes brutais que os Afro-Americanos sofrem em Antebellum são mostradas sem qualquer restrição. Desde grandes quantidades de sangue a pancadas visíveis, é um daqueles filmes que carrega tanto realismo que se torna desconfortável. Se estas cenas acabam por conter uma mensagem significativa ou um arco convincente, até podem ser difíceis de se assistir, mas, no fim, acabam por ser necessárias e emocionalmente impactantes. Caso contrário, apenas parece violência por entretenimento, algo que irá sempre incomodar imensos espetadores, dependendo do tipo de violência. Bush e Renz arriscam o sucesso do filme ao caminhar por essa linha ténue e, no geral, apesar de estarem longe de aperfeiçoar esse equilíbrio, não fazem um mau trabalho.

Na verdade, tendo em conta as estreias dos homens no comando, Antebellum é tecnicamente notável. Abre com uma longa cena sem cortes, onde a câmara mostra toda a zona de plantação, passando pela recém-chegada personagem de Janelle Monáe e terminando num tratamento absolutamente horrendo em câmara lenta de um escravo desesperado a tentar escapar. Estes seis a oito minutos funcionam como um aviso para o público. Se as pessoas se sentem demasiado perturbadas com o que acabaram de testemunhar, então é melhor deixar esta obra de lado e simplesmente esquecê-la.

Antebellum

A cinematografia de Pedro Luque é única e nunca se esconde de demonstrar o que está realmente a acontecer, não importa o quão nojento e terrível. A banda sonora de Nate Wonder e Roman GianArthur, caraterizada pelo seu uso dominante de cordas, dá ainda mais importância aos inúmeros momentos de suspense. Honestamente, é extremamente viciante de se ouvir.

É uma excelente produção, como esperado, para além do guarda-roupa e da cenografia que também são fantásticos. Visualmente, não tenho quaisquer reclamações. Mesmo julgando a brutalidade apenas por si só, se o propósito é demonstrar o quanto os escravos sofreram naquela época, é tão fiel quanto poderia ser.

Relativamente à história, Bush e Renz necessitam de melhorar a sua qualidade enquanto argumentistas. A premissa é extremamente convincente, a estrutura narrativa não-linear adiciona um mistério interessante e a história em si é bastante intrigante. No entanto, ao invés de atingir o inegável potencial e dar-nos um argumento fenomenal, profundo e bem desenvolvido, Antebellum acaba de forma previsível, deixando imensas linhas narrativas interessantes por explorar.

Mesmo os minutos finais climáticos e cheios de ação são desapontantes e todos os problemas são resolvidos demasiado facilmente. Oferece inclusive ao espetador o direito de questionar porquê e como tudo o que acontece no filme pode, de facto, ocorrer durante tanto tempo.

Mesmo assim, está longe de ser um desastre, muito pelo contrário. Senti-me interessado até ao final, uma vez que praticamente todas as cenas são cativantes ao ponto de ficar completamente imóvel sem tirar os olhos do ecrã. Não me senti muito desconfortável com a demonstração de violência, logo a minha experiência foi mais suave do que a maioria das pessoas, presumo eu. A excelente representação dos estilos de vida distintos da personagem de Janelle Monáe, no campo e na cidade, é o melhor aspeto de todo o filme, claramente estabelecendo um conjunto de cores e um tom bem diferentes. Monáe oferece uma performance poderosa, carregando o filme inteiro nos ombros, ao interpretar a única protagonista de uma história incrivelmente pesada.

Em suma, Antebellum está destinado a dividir espetadores devido à sua violência extrema desconfortável, mas realista. Gerard Bush e Christopher Renz oferecem um filme inegavelmente chocante, envolvendo representações difíceis de se assistir de tortura, escravidão e racismo.

Tecnicamente, o trabalho de câmara engloba o filme num estilo distinto, tal como a banda sonora, guarda-roupa e cenografia. Janelle Monáe demonstra as suas habilidades enquanto protagonista, oferecendo uma prestação emocionalmente cativante. A estrutura narrativa não-linear eleva o mistério central, mas a história não recebe o tratamento extensivo que a premissa merece.

Contudo, o potencial tremendo é desperdiçado em mortes horríveis e sem impacto narrativo, assim como nas sequências de ação dececionantes do terceiro ato. Embora a violência White-on-Black seja justificada no contexto do filme, a sua exibição excessiva, sem restrições nem mensagem ou arco convincente, é definitivamente um aspeto negativo que algumas pessoas não serão capazes de aceitar.

Não me senti incomodado a esse nível e ainda acredito que a intenção era a melhor, logo recomendo esta estreia na realização e argumento de Bush e Renz, mas com um disclaimer para o tema sensível e/ou espetadores que têm dificuldades com demonstrações de violência mais forte.

Espaço Guimarães tem novo serviço drive-in para levantar encomendas

Fazer compras naquele centro comercial da cidade ficou mais seguro.

levantar encomendas

Tendo como prioridade a segurança e bem-estar dos seus visitantes, o Espaço Guimarães conta agora com um novo serviço adaptado à nova realidade e que surge para agilizar o processo de compra, garantindo uma solução acessível, sustentável e conveniente.

Chama-se Click & Go e permite que os clientes escolham, comprem e levantem as suas compras de forma segura e rápida através de um sistema de drive-in gratuito no parque de estacionamento exterior e no Piso -1.

Como funciona? É bastante simples. Basta fazerem as vossas compras e pagamento através dos meios disponibilizados pela loja e agendar a data e hora de recolha no drive-in. No momento de chegada, devem então entrar em contacto com a loja de modo a terminarem o processo.

Pizza Hut, Chicco, Casa, Cavalinho, Pauzinhos, Sport Zone e Farmácia Dias Machado são as lojas que aderiram (até agora) a este serviço de levantar encomendas.

The Lodge Wine & Business Hotel é o novo hotel 5* de Vila Nova de Gaia

Abriu portas no passado dia 1 de outubro.

The Lodge Wine & Business Hotel

Há um novo hotel de luxo em Vila Nova de Gaia. Situado nas antigas caves de vinho do Porto da Real Companhia Velha, o The Lodge Wine & Business Hotel é uma nova unidade hoteleira de cinco estrelas a funcionar na cidade desde o primeiro dia de outubro.

Conjugando os conceitos de Wine & Business, o hotel pretende afirmar-se com uma oferta diferenciadora e personalizada ao apostar numa estética contemporânea e funcional, mas sem nunca esquecer a exclusividade nos seus serviços.

Austero no exterior, as linhas arquitetónicas do edifício respeitam a sua identidade de origem e a sua história, enaltecendo uma experiência intimamente ligada ao vinho e à gastronomia do Porto e de toda a Região do Douro.

As linhas da fachada estão em harmonia com um espaço interior arrojado, proporcionando um ambiente atual que convida a um conjunto de experiências únicas e autênticas na região. Desde City Breaks a Turismo Cultural, com passagem obrigatória pela Gastronomia & Vinhos.

Também o segmento Corporate terá à disponibilidade um leque de opções para a realização de todo o tipo de eventos, que se pretendem sempre originais e inspiradores. O The Lodge Wine & Business Hotel explora, assim, as diferentes vertentes do segmento de luxo, focando-se na excelência dos serviços para que está mais vocacionado: negócios e vinhos.

Para marcar este arranque de operação, o The Lodge oferece uma campanha exclusiva para reservas diretas através do seu website, e-mail ou telefone. Para todas as reservas diretas, com estadia até 15 de dezembro, o The Lodge oferece aos seus hóspedes alojamento com pequeno-almoço, bebidas de cortesia à chegada, late check-in e late check-out sem custos adicionais e ainda um crédito de 30€ por estadia para ser usado nos serviços do hotel.

NOS Play passa a contar com as séries dos canais Nickelodeon

E sem qualquer custo adicional.

NOS Play

É certo e sabido que o NOS Play tem vindo a contar com cada vez mais conteúdos. Pois bem, há agora uma boa novidade para os mais novos: os canais Nickelodeon e Nick Jr. (exclusivo NOS) ficaram disponíveis naquela plataforma sem qualquer custo adicional.

O serviço de streaming da NOS reforça, assim, a sua oferta infantil. Patrulha Pata, Spongebob Squarepants e Escola de Rock são alguns dos conteúdos que vão juntar as famílias à frente do ecrã já neste mês de outubro. Até ao final do ano, será ainda possível ver Nicky, Ricky, Dicky, Down, 100 Coisas Para Fazer Antes do Secundário do Nickelodeon, Shimmer & Shine e Wallykazam.

A partir de 2021, será possível assistir a antestreias exclusivas com séries que serão exibidas no NOS Play antes da emissão nos canais.

O NOS Play, que custa 7,50€/mês, tem um catálogo com mais de 4800 desenhos animados.

Os estúdios da Xbox revelam um ano de 2020 cheio de recordes

Uma bela maneira de terminar uma geração e abrir uma nova.

estúdios da Xbox

Depois de um início de geração conturbado, a Xbox e os seus estúdios têm agora muitos motivos para sorrir, pois 2020 foi um dos melhores anos recentes para a marca.

De acordo com uma publicação no Xbox Wire, partilhada pelo gestor de marketing da Xbox, Aaron Greenberg, os números atingidos na oferta de produtos e serviços e a resposta dos jogadores foram, no mínimo, impressionantes.

Com a marca revitalizada a partir do meio da geração, 2020 viu a chegada de 15 jogos novos sob o banner Xbox Game Studios, onde 10 dos quais foram jogos completamente novos, com foi o caso de Grounded, Tell me Why, Ori and the Will of the Wisps, Gears Tactics e muitos mais. Um número modesto, mas que, comparativamente ao passado, deixa no ar a expectativa de um futuro mais diversificado e recheado de jogos de alto calibre, vindos dos estúdios recém-adquiridos pela Microsoft.

Mas não foi só no número de jogos que a marca bateu recordes. A receção dos jogadores também foi bastante positiva, marcando o melhor ano até à data dos estúdios da Xbox, que viram cerca de 1.660 milhões de horas de jogo acumuladas entre todos os novos títulos.

Há alguns destaques, como é o caso de Grounded, que muito rapidamente ultrapassou um milhão de jogadores; Sea of Thieves superou os 15 milhões de jogadores até à data; Microsoft Flight Simulator registou mais de 26 milhões de voos e mil milhões de milhas voadas (sensivelmente 40 mil voltas ao mundo); e Minecraft Dungeons acumulou 6.9 milhões de sessões entre jogadores nos últimos dois meses.

Estes números parecem também refletir-se na qualidade dos jogos, com alguns candidatos a Jogo do Ano, como é o caso de Ori and the Will of the Wisps, com pontuação média de 90 pontos no Metacritic e no OpenCritic; o de Microsoft Flight Simulator, com 92 pontos no Metacritic e no OpenCritic, elevando-se a um dos melhores jogos de PC do ano; ou o de Wasteland 3, que, além dos 86 pontos no Metacritic e OpenCritic, recebeu prémio de melhor RPG na Gamescom.

E 2020 promete não ficar por aqui, com a nova geração de consolas a chegar em novembro com a Xbox Series S e Xbox Series X, juntamente com a oferta crescente de jogos no serviço Xbox Game Pass, que este ano já viu a sua evolução para a Cloud e prepara-se para crescer com o EA Play.

O futuro é parece bastante interessante, não só para a marca, mas também para os jogadores.

Nova ferramenta do Revolut permite gerir subscrições com facilidade

Até porque reune todas as assinaturas, débitos diretos e pagamentos recorrentes num só lugar.

gerir subscrições

São clientes Revolut e têm tantas subscrições que até se esquecem de as ir gerindo? Há uma nova ferramenta que promete facilitar o processo.

A nova funcionalidade da Revolut permite que os clientes possam ver quanto dinheiro estão a gastar com cada débito que está agendado e com cada retalhista, individualmente, e bloquear também estes débitos sem terem de visitar individualmente os sites ou apps de cada uma destes serviços ou comerciantes.

Basicamente, é agora possível localizar facilmente assinaturas desatualizadas ou indesejadas e bloqueá-las com um clique. Se mudarem de ideias e quiserem recuperar a oferta do serviço, também podem desbloquear a assinatura com a mesma facilidade.

Muito útil é também o facto de que, com esta ferramenta, os clientes passam a receber uma notificação quando os pagamentos agendados estiverem prestes a ser deduzidos da conta. Também serão notificados se o saldo for insuficiente para o débito antes deste ser processado, tendo assim a possibilidade de carregar a conta ou bloquear o pagamento.

Em breve, a empresa vai ainda adicionar a esta ferramenta a possibilidade de os clientes serem notificados quando um período de teste estiver a terminar, de modo a que possam decidir se querem manter o serviço ou bloquear a dedução da primeira mensalidade, evitando assim os habituais esquecimentos durante os períodos de ​trial​ de alguns destes serviços.

The Batman voa para 2022 e outros filmes de super-heróis são adiados

Mais uma atualização no calendário dos cinemas.

Mais um dia, mais uma mão cheia de atrasos no mundo do cinema. Ontem, a Warner Bros. decidiu que seria melhor lançar Dune em outubro de 2021. Agora, o estúdio confirma que tem mais filmes para empurrar para o futuro.

Os motivos são as preocupações com o desenvolvimento da COVID-19, movendo as datas para uma altura mais segura. O grande destaque vai para The Batman, revelado recentemente como um filme de 2021, mas que agora troca outubro por março do ano seguinte, chegando ao grande ecrã em 2022.

The Flash, ainda em pré-produção, desliza do verão de 2022 para novembro do mesmo ano, e Shazam! 2, que ainda está também numa fase embrionária, salta de novembro de 2022 para o verão de 2023.

Black Adam, com Dwayne Johnson, também é afetado. Inicialmente com data para dezembro de 2021, passa para um período indefinido em 2023.

Mas nem todos os filmes são negativamente afetados. Para já, Wonder Woman 84 mantém a data de 24 de dezembro deste ano em territórios nacionais e, dentro do catálogo da Warner Bros., Matrix 4 antecipa-se de abril de 2022 para dezembro de 2021.

Smartphones da Motorola voltaram a ser distribuídos em Portugal

Há um total de cinco smartphones para conhecer.

Smartphones da Motorola

Não tem estado fácil a vida da Motorola em Portugal, com várias entradas e desistências no que ao nosso mercado diz respeito. Agora, a marca foi “reativada”, por assim dizer, em Portugal.

Num acordo fechado entre a Lenovo (detentora da marca) e a jp.di, empresa de distribuição e revenda de material informático, a marca histórica de equipamentos de mobilidade regressa, assim, ao radar do mercado nacional com novos novos smartphones.

Atualmente, estão a ser distribuídos para as lojas os smartphones Motorola Edge, Moto G9 Play, Moto G9 Plus, Moto E7 Plus e Moto G 5G Pro. O curioso é que muitos dispositivos da marca estão disponíveis para compra no site oficial da Lenovo.

Paola Gutiérrez Simón, Directora de Marketing e Comunicação da Motorola, comenta que “foi sempre nosso desejo regressar a Portugal com a força das décadas de 1990 e 2000, quando nos consolidámos no mercado português com equipamentos históricos como o Motorola StarTAC, o V70 e o Razr V3. Esperamos que em breve estejamos a celebrar bons resultados novamente com o nosso parceiro jp.di, em quem depositamos grandes esperanças”.

Electrão vai recolher pilhas e baterias usadas em 48 horas para reciclagem

Sabiam que cada pilha demora, em média, entre 500 a mil anos a decompor-se se não for correctamente encaminhada para reciclagem?

Electrão - pilhas e baterias usadas

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos lançou um serviço inovador de recolha de pilhas usadas por correio. Basicamente, a empresa vai recolher pilhas e baterias usadas em 48 horas para reciclagem, num serviço operacionalizado via CTT Expresso.

O melhor de tudo? Esta novidade está disponível para empresas, organismos públicos, associações e outras instituições sem qualquer custo.

As entidades interessadas em beneficiar deste serviço têm apenas que registar-se no Electrão e pedir as caixas para acondicionamento destes resíduos: os Porta-Pilhas Electrão. Assim que os Porta-Pilhas Electrão estiverem cheios, o pedido de recolha pode ser efectuado diretamente ao Electrão.

Esta é mais uma iniciativa do Electrão para facilitar o correcto encaminhamento dos resíduos para reciclagem, especialmente os perigosos. As pilhas contêm substâncias nocivas, como o cádmio e o chumbo, que podem ser prejudiciais ao ambiente e saúde humana se não forem devidamente tratadas e recicladas.

A título de curiosidade, sabiam que cada pilha demora, em média, entre 500 a mil anos a decompor-se se não for correctamente encaminhada para reciclagem?

Evanescence regressam a Portugal para um concerto na Altice Arena

Um espetáculo que vem assinalar o novo álbum e 25 anos de êxitos.

Evanescence

Demorou, mas vai acontecer: os Evanescence preparam-se para regressar a Portugal, embora esse regresso ainda vá demorar um bocadinho.

A banda da cantoria e pianista Amy Lee tem concerto agendado para outubro do próximo em Portugal, mais especificamente a 9 de outubro, na Altice Arena, em Lisboa.

Esta data integra a tour europeia agendada para o outono, que terá por mote The Bitter Truth, o primeiro álbum de originais do grupo em nove anos.

Os bilhetes estarão em pré-venda exclusiva na FNAC, a partir das 10h de amanhã, quarta-feira, dia 7 de outubro, durante um período de 48 horas. Já a dia 9 deste mês arranca a venda ao público em geral, com os bilhetes a irem dos 40€ aos 70€.

Haverá ainda opções com duas experiências especiais, com comodidades que vão desde o acesso ao soundcheck dos Evanescence até ao convívio com os membros da banda.

Novo saco da Zu é amigo do ambiente e ajuda associações de animais

O produto foi lançado a 4 de outubro, dia em que se assinala o Dia Mundial do Animal.

saco solidario zu

Há um novo saco à venda nas lojas ZU e no Continente Online. Mas não é um saco qualquer. Este é um lançamento incluído no programa Somos Zulidários, lançado pela ZU, marca de retalho especializado da Sonae MC que se dedica ao bem-estar e aos cuidados de saúde dos animais de estimação, que consiste num conjunto de iniciativas de carácter social.

O Saco Zulidário (sim, é esse o nome) está à venda nas 26 lojas ZU em todo o país, bem como no Continente Online, por 3,5€. Este até podia ser um saco qualquer, mas, uma vez que é reutilizável, basta que o levem numa próxima visita a uma loja ZU e, ao efetuarem uma compra mínima de 5€, estarão a contribuir para uma doação da marca a uma associação de apoio e bem-estar animal.

“O Saco Zulidário, que é apenas a primeira de várias iniciativas solidárias que vamos implementar, para além da sua vertente de solidariedade social, tem ainda como objetivo a redução dos sacos de plástico nas nossas lojas. Ao ser fabricado em 100% algodão, permite a sua reutilização e assegura a resistência necessária para suportar, por exemplo, um saco de alimentação”, explica Ana Cardoso, diretora comercial da ZU.

Em 2019, a ZU doou mais de 25 mil refeições a cães e gatos abandonados.

Artistas portugueses doam obras para apoiar jovens e crianças carenciadas perturbações de desenvolvimento e comportamento

Uma ação realizada por ocasião do Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro).

Obra de Ana Jotta
Obra de Ana Jotta

Pelo quarto ano consecutivo, a CAPITI, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Infantil, realiza, por ocasião do Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro), o leilão Dar a Luz a esta Causa, com o objetivo de angariar fundos para apoiar jovens e crianças carenciadas com perturbações de desenvolvimento e comportamento.

Pelas regras impostas pelo Estado de Contingência, nomeadamente a limitação no número de pessoas em ajuntamentos, a 4.ª edição do leilão adere a um novo formato. Até 15 de outubro, os interessados poderão ver todas as obras e fazer as suas licitações online. As licitações são aceites até ao dia do encerramento.

Durante o dia de 15 de outubro, será possível visitar a exposição das peças, no Museu da Eletricidade, Sala dos Geradores, entre as 13h e as 21h. A visita é realizada em turnos de 25 pessoas, a cada duas horas.

30 artistas portugueses, onde se incluem nomes como Ana Jotta, Jorge Molder, Salvador Colaço, Nuno Cera e Pedro Cabrita Reis, doaram as suas obras para serem leiloadas.

Primeiro museu no mundo dedicado ao ZX Spectrum fica em Cantanhede

O objetivo não é ser a maior coleção do mundo, mas antes convidar a conhecer aquele universo que disse tanto a tantos jovens nos anos 80.

Museu Load ZX Spectrum

Vai haver um bom motivo para visitar Cantanhede a partir do próximo dia 17 de outubro. Nesse dia, abre no município o Museu Load ZX Spectrum, que segundo o que tem sido dito nos meios de comunicação, será o primeiro museu do mundo dedicado ao famoso computador.

Este espaço nasce de uma parceria entre o colecionador João Ramos e o município de Cantanhede, sendo dedicado “à revolução tecnológica simbolizada pelo ZX Spectrum, o primeiro computador de muitos portugueses e de muitos europeus e um computador com uma história muito forte ligada a Portugal, que muitos portugueses não sabem”, segundo contou o colecionador à Agência Lusa.

No local, além de vídeos e guias de visita, quem por lá passar poderá ver como funcionavam os primeiros ZX Spectrum, sendo ainda possível experimentar ou revisitar os simples jogos feitos na altura.

O objetivo não é ser a maior coleção do mundo, mas antes convidar a conhecer aquele universo que disse tanto a tantos jovens nos anos 1980.

Curiosamente, o Museu Load ZX Spectrum também explica a história da ligação dos Spectrum à empresa Timex, que colaborou na montagem e desenvolvimento dos computadores na fábrica em Portugal.

Análise – NBA 2K21

Desde que a EA Sports deixou de lançar o jogo próprio de basquetebol, a 2K capitalizou o mercado e tem mostrado que não anda a dormir. No entanto, NBA 2K21 é apenas uma aposta segura, enquanto a nova geração de jogos não chega.

NBA 2K21

Em todos os desportos que a Electronic Arts tem a sua pegada bem vincada, o basquetebol é, sem dúvida, aquele que tem a concorrência mais forte. Na verdade, depois de alguns anos a ser sovada pela 2K, a EA decidiu que 2019 seria o seu último jogo até ao lançamento da próxima geração de consolas. Assim, a 2K aproveitou para fazer o oposto e desenvolver o seu título ao máximo a nível de funcionalidades e aperfeiçoar detalhes gráficos e jogabilidade a um nível muito superior ao que o seu rival alguma vez ofereceu.

Com esta edição NBA 2K21, pouco foi feito, pois notam-se escassas diferenças face a 2K20. Acaba por ser agridoce, porque enquanto os jogadores estão à espera da PlayStation 5 e da Xbox Series X e S para comprar o jogo – que promete muito -, acabam por receber um género de season update (à semelhança de PES), sendo que, neste caso, houve coisas que mudaram para pior.

Um dos pontos mais fortes de NBA 2K tem sido, e continua a ser, a diversidade de modos de jogo e a sua complexidade, que mais uma vez não desilude. Ainda que a nível de estrutura pouco tenha mudado, isso não é necessariamente mau.

Em Play Now há uma panóplia de opções. No jogo rápido foram adicionadas as Team USA que participaram nos Jogos Olímpicos em 2012 e 2016, a Team Giannis e Team Lebron do All Star Weekend, bem com a USA e World Rising Stars. Se preferirem, podem optar por jogar com equipas da WNBA que, apesar dos rumores, ainda não tem modo de carreira próprio. Depois têm os modos online contra amigos ou pessoal de todo o mundo.

Se forem fãs de NBA Street com regras mais permissivas, podem optar pelo Blacktop e jogar na rua. Caso sejam novos no jogo, aconselho a passarem pelo 2KU, visto que mudaram algumas mecânicas.

O MyTeam continua a ser o ganha pão do jogo, mas, apesar de ter muito onde gastar tempo, os menus são uma confusão de cores e informação e de intuitivo têm pouco. Transmite a sensação de casino, que vai trazer mais frustrações do que alegrias. Isto porque, à semelhança do Ultimate Team, acaba por ser uma competição entre quem mete mais dinheiro no jogo. Há modos bem mais divertidos no jogo do que este.

O MyCareer é, sem dúvida, o modo mais espetacular de NBA 2K21, estando cada vez mais desenvolvido e completo. Aqui, podem criar o vosso avatar e, com a ajuda da app MyNBA2K21 (que tem scanner facial), é possível tornar o vosso avatar mais parecido convosco sem precisarem de estar a perder tempo em edições faciais. Aparte disso, só precisam mesmo de definir que tipo de jogador querem criar, a nível de características de jogo.

Agora começam a vossa carreira na escola secundária, de onde são recrutados por universidades, e o percurso que lá fizerem vai definir em que fase do Draft irão ser selecionados. Este percurso pré-NBA é acompanhado de história cinemática, que torna a experiência mais imersiva. Peca por faltar uma maior diversidade de universidades e um campeonato estruturado. Fora isso, a ideia está excelente e, agora, é só continuar a desenvolver a partir daqui.

Chegando à NBA, começa o desafio a sério e as prestações vão definir o futuro do vosso jogador na liga, as equipas que apostam em vocês, o tempo de jogo que terão e, por sua vez, os fãs que conquistam e patrocínios assinados com grandes marcas. Tudo isto gera VC (virtual coins) que servem para melhorar os stats de jogador ou investir em acessórios.

À primeira vista, os acessórios parecem fúteis, não fosse o The Neighborhood estar agora associado ao MyCareer, que é um autêntico Sandbox para diversão entre jogadores de todo o mundo. É lá que estão os campos de rua, os desafios entre comunidades, lojas de roupa e acessórios, ginásio, campos de treinos com jogadores da NBA convidados por vocês, entre muitas outras coisas.

NBA 2K21

A ideia é boa, mas tem falhas… A primeira é a necessidade de Internet com alguma qualidade para jogar no The Neighborhood, pois se não for boa, a experiência vai ser péssima. A segunda é o facto da introdução do The Neighborhood na MyCareer bloquear o modo à necessidade de Internet, debilitando o uso do jogo offline. A terceira é que o The Neighborhood, para a área que tem, ainda está numa fase de desenvolvimento muito rudimentar. Falta mais desafios e opções de interatividade.

Posto isto, fica a sugestão de reformular o The Neighborhood de forma a dar para usá-lo offline, bem como o MyCareer. Mesmo que seja mais básico a nível de estrutura, é uma ideia que deve ser tida em conta, pois a obrigatoriedade de ter net para jogar este modo acaba por ser um ponto negativo muito grande.

Para uma experiência mais autêntica, têm o MyLeague, onde podem fazer de tudo. Quando digo tudo, é no real sentido da palavra! De passar por todas as etapas de início de época com controlo total, a participar no draft com comentários personalizados sobre cada jogador, a mudar os franchises de cidade, a alargar a liga até mais seis equipas, a reformular toda a imagem da vossa equipa… É fantástico o quão complexo é.

O modo MyGM é igualmente completo e complexo (com muitas semelhanças com o MyLeague), no entanto, já não é para todos, dado que tem muito trabalho de bastidores que, apesar de ter influência nos resultados do franchise, envolve ações mais técnicas (mais do que o MyLeague, que já tem bastantes). Considero que iria gostar se investisse mais tempo neste modo, mas identifico-me mais com o MyCareer ou MyLeague, de longe.

No que toca a gráficos, NBA 2K21 tem features onde é mais forte que outras. Os estádios estão brutais, com muito detalhe (em particular nos reflexos no piso espelhado pelo verniz) e os jogadores estão muito fiéis à realidade, apesar de a nível de cor e contraste ainda parecerem um bocado bonecos. A ideia de passar vídeos reais das cidades onde os jogos ocorrem é deveras interessante e criar mais autenticidade. A história cinemática no MyCareer também está relativamente bem desenhada, contudo, o The Neighborhood está um bocado aquém e precisa de ser trabalhado. Fica a confiança de que todas estas falhas serão retificadas com o lançamento da versão deste jogo para a próxima geração de consolas.

NBA 2K21

Ainda falando de gráficos, em conjunção com a mecânica dos jogadores, há algumas falhas notórias, tais como o jogador a driblar ou a transportar a bola e a bola a um metro de distância a acompanhar essa ação. A rede do cesto continua a ter falhas na interação com a direção da bola. A movimentação dos jogadores continua a não ser tão natural quanto devia por esta altura, principalmente na forma como pousam os pés no chão.

Atualmente, é também mais fácil sair de campo, o que é bom e mau. Bom por ser mais realista, mas mau porque a movimentação em velocidade nas laterais para tentar um triplo fadeaway acaba muitas vezes por ser só um lançamento de dois pontos, ou pior, saindo do campo sem querer antes de lançar. Esta mudança veio debilitar muito o jogo ofensivo nas laterais.

A jogabilidade é uma espada com dois gumes. Está mais complexa, o que ajuda a diferenciar os bons jogadores dos razoáveis ou dos mais fracos, sendo a reestruturação da forma de lançar a bola a grande responsável por isso. É consideravelmente mais difícil lançar agora, dado que os lançamentos perfeitos não são tão recorrentes e a barra de lançamento está diferente, menos user friendly.

Por um lado é bom, porque à semelhança da facilidade em sair do campo, torna o jogo mais fiel à realidade e acredito piamente que esta alteração se deve à transição para os comandos das novas consolas. Por outro é mau, porque torna a experiência de lançamento mais frustrante para novos jogadores. Apesar de ser a favor desta mudança, a possibilidade de usar a mecânica antiga para novos jogadores não era uma ideia descabida.

No fim de contas, NBA 2K21 está um jogo bastante completo, mas com algumas falhas notórias a nível de mecânica e mudanças de jogabilidade que vão decerto gerar muita polémica. O facto de estarem a tornar o MyCareer online também não ajuda ao caso.

É por estas e por outras que, apesar de ser um jogo bastante bom, não consigo recomendar a investirem nele se tiverem comprado NBA 2K20 ou se planearem comprar para as novas consolas em breve. A não ser que optem por comprar a versão Premium do jogo, que vos permite depois fazer o upgrade para a PlayStation 5 e Xbox Series S e X de forma gratuita. Se ficarem pela versão para as consolas atuais mais um ano e fizerem mesmo questão, não é um mau investimento, atenção. Todavia, preparem-se para enfrentarem frustrações com a nova mecânica de lançamento até se habituarem.

Nós por cá, ficaremos à espera da versão da nova geração de NBA 2K21 para testar e dar o nosso veredicto ao que nos reserva no futuro de jogos de basquetebol da 2K. Expectativas em alta!

Nota: Muito Bom

Plataforma: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela CapitalGames.

Dune falha o Natal e só chega em outubro de 2021

Expectável, mas doloroso.

Dune

Há mais um grande blockbuster a sofrer mais um atraso e que poderá tremer o resto da agenda dos estúdios para o ano de 2021.

Depois de ficarmos a saber que No Time to Die passou de novembro deste ano para abril de 2021, também os fãs de Dune devem preparar-se. A nova adaptação de Denis Villeneuve vai falhar o Natal e só estreia daqui a um ano, em outubro de 2021.

Este adiamento já se fazia prever depois da Warner Bros. ter colocado Wonder Woman 1984 na agenda apenas uma semana depois da data inicial de Dune, prevista para 17 de dezembro em território nacional.

As razões para este atraso são aquelas que já conhecemos: a COVID-19 ainda está presente e descontrolada nos mercados mais importantes para estas estreias e voltar ao cinema ainda não é uma opção saudável.

Agora resta saber como é que o mundo se vai adaptar para as grandes estreias de cinema voltarem à normalidade. Até lá fiquemos com os trailers.

Need for Speed Hot Pursuit está de regresso em formato remasterizado

Acelera no PC e consolas a 6 de novembro.

need for speed hot pursuit remastered

Não parece, mas vai fazer 10 anos deste o lançamento do reboot de Need For Speed Hot Pursuit, desenvolvido pela Criterion Games, mais conhecida pela sua série Burnout.

Agora, uma década depois, o aclamado jogo vai regressar, desta vez às plataformas atuais, prometendo muita adrenalina e novas rivalidades, mas em gloriosos modos de 4K ou 60fps, nas plataformas premium.

Esta remasterização vem preparada para tirar partido dos extras do PC, PlayStation 4 e Xbox One X, com resoluções superiores, mas leva até às consolas base e até à Nintendo Switch a experiência Need For Speed Hot Pursuit com melhorias de jogabilidade, modelos de alta qualidade, sombras reflexos e objetos melhorados e muito mais.

A remasterização foi revelada com um trailer live-action muito engraçado, focado numa rivalidade antiga entre dois jogadores enquanto vamos tendo pequenos olhares ao jogo em ação, que se mantém vibrante e muito divertido.

Need for Speed Hot Pursuit Remastered foi atualizado com a ajuda da Stellar Entertainment, que anteriormente nos trouxe o remaster de Burnout Paradise, e chega ao PC, PlayStation 4 e Xbox One no dia 6 de novembro e à Nintendo Switch no dia 13 de novembro.

Ghost of Tsushima: Legends e novos modos de jogo chegam dia 16 de outubro

A versão 1.1 de Ghost of Tsushima é gratuita e está recheada de novidades.

Preparados para revisitar o Japão feudal em Ghost of Tsushima ou entrar finalmente na jornada? É que há muitas novidades a caminho do recente jogo da Sucker Punch Productions.

Dia 16 de outubro, o aclamado jogo de ação e aventura de samurais vai receber uma atualização gratuita para todos os jogadores que vem incluir imensas novidades, entre elas o destaque para um New Game Plus, que permite reiniciar a história do jogo com as melhorias e progresso anteriores, e o modo Legends, toda uma nova componente multijogador até quatro jogadores, com raids, missões e histórias para completar em ambientes fantásticos inspirados no folclore japonês.

Além disso, a atualização 1.1 para Ghost of Tsushima vem carregada de pequenas adições, como cores para armaduras, um novo cavalo, novos charms, novos troféus e muito mais. Os jogadores de Legends vão ainda poder escolher diferentes classes, progressões e partilhar as suas aventuras cooperativas com o modo fotografia, também disponível em ambiente online.

Ghost of Tsushima está disponível em exclusivo para a PlayStation 4.

Free Guy, com Ryan Reynolds, recebe um novo trailer

E levanta a questão: como seria se as personagens de um jogo como o GTA ganhassem consciência?

Revelado no final do ano passado, Free Guy é um novo filme original realizado por Shawn Levy (Real Steel, Stranger Things) e protagonizado por Ryan Reynolds, que nesta longa-metragem veste a pele de uma personagem de um videojogo. Um dia, apercebe-se que ele e todos aqueles que conhecem estão fechados e condenados a um mundo virtual.

A premissa do filme questiona como seria se as personagens de um videojogo ganhassem consciência e como é que o mundo real poderia reagir com tal ideia. Apesar do conceito quase filosófico, o novo trailer revela um filme divertido, cheio de ação explosões e alguma comédia à mistura.

Inicialmente com data marcada para 2020, a 20th Century Studios mantém a promessa e revelou com o novo trailer que o plano se mantém, agora com estreia marcada para 10 de dezembro nos cinemas nacionais.

Para além de Reynolds, Free Guy conta também com Jodie Comer, Lil Rel Howery, Taika Waititi, Joe Keery e muitos mais.

Minecraft Dungeons vai receber cross-play entre plataformas

Joga com os teus amigos, mesmo que tenham uma versão diferente do teu jogo.

minecraft dungeons crossplay

Minecraft Dungeons, o spin-off de ação da popular série da Mojang Studios, vai receber finalmente uma das funções mais pedidas pelos fãs.

Até agora, quem se lançasse à aventura em Minecraft Dungeons com amigos, todos teriam que jogar na mesma plataforma. Mas em breve isso vai mudar.

Durante o fim-de-semana, Minecraft teve um evento digital dedicado às novidades da série e, entre elas, tivemos o anúncio de que o jogo vai receber cross-play na sua atualização gratuita de novembro.

Assim, após esta atualização, não importa onde os jogadores peguem em Minecraft Dungeons. Seja no PC, na Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch ou até em smartphones Android, via xCloud, todos poderão juntar-se em missões co-operativas.

Além desta novidade social, o jogo prepara-se para receber novos conteúdos, com um novo DLC e Season Pass em dezembro e uma nova atualização cheia de dificuldades novas para por à prova as habilidades dos jogadores.

Minecraft Dungeons está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e faz parte do catálogo do Xbox Game Pass para PC e consola.

Totally Under Control – O documentário sobre o Coronavírus produzido em segredo recebe o primeiro trailer

Cinco meses e mais de 200 mil mortos depois, Alex Gibney explora o que realmente correu mal nos Estados Unidos da América.

Apesar dos números assustadores da pandemia global que parou o mundo em 2020, alguns líderes mundiais tentam varrer o problema para baixo de um tapete. É o caso de Donald Trump, nos Estados Unidos da América, país onde já sucumbiram 209 mil pessoas e onde já foram registados quase 7.5 milhões de casos, sem sinais de abrandamento.

As razões para estes números são claras, mas as razões para a gestão desta pandemia não o são. E é precisamente isso que Totally Under Control tenta perceber.

Realizado por Alex Gibney, vencedor de um Óscar da Academia para melhor documentário em 2008 com Taxi to the Dark Side, juntamente com Ophelia Harutyunyan e Suzanne Hillinger, Totally Under Control foi produzido em segredo durante cinco meses. Através de entrevistas, testemunhos e informações exclusivas, promete expor o colapso da liderança de Trump face ao Coronavírus.

Totally Under Control não tem data de estreia em Portugal, mas tem lançamento nos territórios norte-americanos a 13 de outubro em vídeo on demand e a 20 de outubro via Hulu.