Surpresa para alguns, não tanto para outros. O novo filme de James Bond, No Time to Die, foi novamente adiado, agora para abril de 2021.
Em comunicado, a MGM reflete sobre esta decisão, compreendendo que poderá estar a desapontar os fãs, mas as razões parecem ser óbvias: pobres receitas em bilheteiras durante o período da COVID-19 e os perigos associados ao incentivo ao regresso às salas de cinema.
“Compreendemos que o atraso possa ser desapontante para os fãs, mas esperamos partilhar No Time to Die no próximo ano”, pode ler-se em comunicado.
Este será o 25º filme da saga Bond. Inicialmente estava agendado para abril de 2020, antes de ser adiado para meados de novembro deste ano. Assim, com o novo atraso, No Time to Die irá chegar um ano depois da data original.
Mais recentemente, antes da decisão do atraso, os fãs de No Time to Die não ficaram de mãos a abanar, pois Billie Eilishlançou o videoclipe oficial do seu tema para o filme.
São mais de 500 aplicações Android à distância de uma subscrição.
Os utilizadores Androidportugueses têm uma nova subscrição para explorar que dá acesso ilimitado e sem publicidades a uma seleção de mais de 500 aplicações pagas na Google Play Store.
A Google lançou o serviço Google Play Pass em 24 novas regiões na Europa e Portugal foi, finalmente, um dos países escolhidos.
O serviço destaca-se particularmente pelo acesso aos videojogos móveis otimizados para smartphones, tablets e outros dispositivos Android onde as aplicações sejam compatíveis.
O serviço fica disponível em duas modalidades, a mensal por 4,99€ e a anual de 29,99€, que se reflete num desconto de 50% face ao pagamento mensal. Há ainda a possibilidade de partilhar este pass com o resto da família até cinco utilizadores.
Para fazer a subscrição ao serviço, deve-se aceder à aplicação da Google Play Store através do dispositivo móvel, clicar em Menu, escolher o Play Pass e decidir sob a subscrição ou avaliação gratuita.
Ora aqui está algo pouco comum. É desde ontem, 4 de outubro, que o canal História está a promover a Mystery Week, em que, durante 37 horas de conteúdo, serão analisados os maiores mistérios de todos os tempos.
Os últimos episódios da sétima temporada de A Maldição de Oak Island, a estreia, em exclusivo, de A Maldição de Skinwalker, a segunda temporada de À Caça de Hitler e novos episódios de Alienígenas e de O Inexplicável são as séries que compõem o especial.
Para promover o Especial Mystery Week e dar especial relevância à estreia dos novos episódios de A Maldição de Oak Island e à estreia exclusiva de A Maldição de Skinwalker, o canal História lançou um “desafio labiríntico”, onde apenas aqueles que conhecem as duas séries poderão habilitar-se a ser vencedores de uma moeda de ouro real avaliada em 1.000€.
É através da inscrição num jogo de mistério interativo – Labirinto Mystery Week – que os telespectadores do canal podem participar com o objetivo de encontrar a moeda de ouro, gravada com a famosa lenda da série: “O importante não é o que encontras, mas sim o que procuras”.
O desafio pretende que os participantes consigam sair do labirinto no menor tempo possível, guiando-se pelas 12 coordenadas que lhes serão cedidas. Convém, por isso, estarem atentos à exibição das séries.
O participante mais rápido a encontrar as coordenadas corretas para a localização exata da moeda e que conseguir sair do labirinto é o vencedor da moeda de ouro exclusiva.
O concurso estará a decorrer até 11 de outubro. Podem (e devem) consultar todo o regulamento aqui.
Se o autocarro é o meio de transporte que utilizam nas deslocações casa-trabalho e trabalho-casa, mas não só, decerto que é frequente apanharem autocarros da Rede Expressos. E para esses clientes, pelo menos os mais jovens, certamente que já deverão conhecer a aplicação myRNE. Pois bem, essa app acaba de ser renovada.
A aplicação surge, assim, com um design completamente novo, apresentando ainda menos passos no processo de compra e novas funcionalidades para facilitar (e melhorar) a aquisição de viagens.
Por exemplo, é agora possível adquirir múltiplos bilhetes para múltiplos clientes RFLEX de uma só vez. Além disso, não é agora necessário imprimir o bilhete. Basta que usem a nova wallet e guardem nesse local os vossos bilhetes. Depois, no momento da viagem, basta mostrarem esse bilhete digital ao motorista.
No que toca a pagamentos, podem fazê-lo através de referência Multibanco, MB Way, Cartão de Crédito e MEO Wallet.
Para já, a renovada myRNE da Rede Expressos está disponível na Google Play Store e também na AppGallery da Huawei, uma vez que os smartphones da marca chinesa ficaram sem acesso aos GMS e, consequentemente, sem acesso à loja de aplicações da Google. Muito em breve será disponibilizada a versão iOS.
A indicação deixada por Luís Filipe Vieira, presidente do Sport Lisboa e Benfica, diz somente respeito às Casas do Benfica (aparentemente).
Num mundo em que o futebol é o desporto-rei, muitos são os fãs da modalidade que arranjam mil e uma formas de acompanhar os jogos das suas equipas. Seja nos cafés, em casa de amigos ou com serviços de pirataria, a verdade é que existem imensas formas para que não se tenha de pagar (mais) uma mensalidade em casa.
Pois bem, parece que vem aí uma boa notícia para as Casas do Benfica. Segundo indicado por Luís Filipe Vieira, presidente dos encarnados, a BTV vai ficar grátis nesses estabelecimentos
“Andámos cerca de um ano a negociar com a NOS para que a BTV seja grátis nos pacotes da NOS. Brevemente, as Casas terão esse pacote gratuito também. Há dois meses foi possível chegar a acordo”, disse o presidente quando visitou a Casa Benfica Moita e Marinha Grande.
Adicionalmente, o responsável máximo do clube afirmou ainda que, muito em breve, irá “abrir o Benfica Campus” aos sócios, decisão que estará sempre dependente da evolução da pandemia.
Ainda relativamente à questão da BTV grátis nos pacotes da NOS, as declarações de Luís Filipe Vieira têm gerado alguma confusão, uma vez que nunca é dito que esta oferta é somente destinada às Casas do Benfica. Será que o canal vai ficar gratuito também para os restantes clientes da operadora? Resta-nos aguardar por mais detalhes.
Mais de duas décadas depois, a “corrida dos sonhos” está de regresso a Portugal e a Honda vai estar presente. Para partilhar esta experiência com os seus fãs, a Honda Portugal Automóveis lançou esta semana um passatempo onde irá oferecer a possibilidade única de assistir ao Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1.
O passatempo, que está a decorrer nas redes sociais da marca e no website criado especificamente para esta ação, decorre até às 23h59, do dia 8 de outubro.
Basicamente, para que fiquem habilitados a um dos cinco bilhetes para o evento, devem começar por gostar da página Honda Portugal Automóveis no Facebook e, em seguida, preencher o formulário de participação.
Terão depois de realizar um test-drive num concessionário Honda e, muito importante, tirar uma fotografia com o Honda testado. Essa foto tem de ser publicada no vosso perfil, em modo público, identificado a página da Honda Portugal Automóveis e utilizando a hashtag #HondaPortugalF1.
Por último, devem pedir aos vossos amigos para deixarem um gosto na fotografia… até porque ganham os fãs cujas fotografias obtiverem o maior número de likes. E já sabem: denunciem alguma fotografia caso atinja um absurdo número de gostos em pouco tempo (podem ser bots).
Como devem calcular, o bilhete ganho será único, pessoal e intransmissível. Têm até às 23h59 do dia 8 de outubro para participar.
Foi com muita polémica à mistura – quem diria que ia mesmo acontecer em ano de pandemia? – que se realizou este ano a Festa do Avante!. O certame, organizado pelo PCP, que insiste que não é “um simples festival de música”, mas sim “uma grande realização políticocultural”, lá acabou por acontecer de 4 a 6 de setembro, embora com muitas restrições e com uma lotação muito reduzida relativamente à capacidade original (o PCP nunca divulga os números finais).
Pois bem, eis que acabam de ser divulgadas as datas para a Festa do Avante! 2021: 3, 4 e 5 de setembro, acontecendo, como sempre, na Quinta da Atalaia, no Seixal.
Essa foi, até ao momento, a única publicação feita nas redes sociais relacionada com a edição do próximo ano, pelo que não existe qualquer informação relativamente a um cartaz ou venda de pulseiras.
Resta-nos esperar pelos próximos meses para ficarmos a conhecer mais detalhes sobre esta celebração do PCP.
E porque não um bom prato acompanhado de uma cerveja artesanal única?
Foi essa a proposta feita pela Cerveja Trindade aos espaços do Mercado da Vila, em Cascais. Em outubro celebra-se o mês da cerveja, o conhecido Octobeer, e, como tal, há diversas propostas gastronómicas para conhecer, estando sempre acompanhadas de uma belíssima cerveja artesanal: Áurea (Vienna Lager), Fénix (American Wheat) ou Profana (India Pale Ale).
Entre os pontos aderentes encontram-se cafés e restaurantes com propostas tão variadas como Poke Bowls do Local – Your Healthy Kitchen; Sandes de Leitão do HM Caneira; Almôndegas de Porco Ibérico ao molho Adriático do Gulli; uma roda de Petiscos no Páteo do Petisco; a icónica Bifana no Pão da Panisol; seleção variada de salgados dos Salgados do Fundão; comida típica Baiana no Hi! Tasca; Falafel tradicional na Cantina da Vila; Sushi fresco do Sushi Del Mar e até saborerar uma variedade de frutos secos que acompanham na perfeição com a cerveja Trindade no Lugar dos Frutos Secos.
Para além de tudo, isto há ainda a oportunidade de provar variedades de Cerveja Trindade exclusivas no To Beer Cascais, como a nova Raspberry Porter, uma cerveja escura Porter, com adição de framboesas frescas.
Melhor de tudo? Todos os que escolherem este menu ganham ainda uma senha que poderá ser trocada por vários prémios no Carrinho Trindade, espaço onde poderão ainda provar um paring de queijadas doces com cerveja Trindade.
Crash tem mais um regresso esta geração, mas desta vez com uma sequela verdadeira que promete por à prova a destreza de todos os fãs e jogadores.
Crash Bandicoot está de regresso e desta vez não é em forma de spin-off, cameo, remake ou remaster, mas sim numa verdadeira sequela, ignorando, de alguma forma, todas as outras entradas da série após a saída da exclusividade na PlayStation.
Agora desenvolvido pela Toys For Bob, Crash Bandicoot 4: It’s About Time até se aproxima mais de uma sequela do remake da Vicarious Visions (que mais recentemente lançou Tony Hawk’s Pro Skater 1+2), pegando nos seus pilares mecânicos e artísticos, mas com toda a liberdade de explorarem Crash com a sua própria visão.
É interessante comparar esta sequela com o jogo anterior, considerado por muitos como muito difícil, onde a filosofia de game design e desafios eram abordados de outra forma, colocando por vezes de parte aspetos de acessibilidade que encontramos em jogos mais atuais.
Crash Bandicoot 4: It’s About Time, por ser um jogo completamente novo, liberta-se das limitações de uma reprodução 1:1 dos títulos originais, com níveis completamente frescos, habilidades e novos inimigos e obstáculos que desafiam não só a criatividade dos produtores, como os obrigam a tornar o jogo o mais familiar e acessível a novos e antigos jogadores. Contudo, os mais entusiastas podem “respirar de alívio”: Crash Bandicoot 4: It’s About Time é um jogo extremamente desafiante.
Com dois modos de jogo, Retro e Modern, os jogadores podem escolher o tipo de dificuldade que querem. No Retro, há um número limitado de vidas que os levam ao Game Over. Já no Modern, fiquem a saber que as vidas perdidas vão acumulado. Fora isto, o jogo mantém o mesmo funcionamento, com a morte ao simples toque se não tivermos uma máscara de proteção, dando a todos os jogadores o mesmo tipo de experiência, independentemente do modo que escolham.
O verdadeiro desafio e dificuldade de Crash Bandicoot 4: It’s About Time está nos objetivos e na decisão do jogador em querer completar tudo, com itens que só se desbloqueiam ao passar um nível com um determinado número de mortes ou de wumpa fruits apanhados.
Crash Bandicoot 4: It’s About Time vem testar as habilidades de todos, dos mais entusiastas aos mais casuais, com convites a cumprir objetivos, a repetir níveis e a explorar todos os segredos, até porque a Toys For Bob encheu o jogo de conteúdos para fazer valer o custo do jogo. Em poucas palavras, Crash Bandicoot 4: It’s About Time é um pouco do que já estava à espera após previews e trailers de desenvolvimento: um jogo colossal. E isto é interessante, uma vez que esta nova aventura podia muito bem cair numa experiência muito linear e pouco substancial.
Entre dezenas de skins para desbloquear para as duas personagens principais – Crash e Coco –, níveis secretos que desafiam a nossa paciência, níveis dedicados a personagens secundárias com habilidades especiais e modos que transformam por completo a revisitação dos níveis, Crash Bandicoot 4: It’s About Time tem potencial para ser um jogo capaz de durar dezenas e dezenas de horas se quisermos e conseguirmos completar a 100%.
Não há dúvidas de que os níveis são as estrelas de Crash Bandicoot 4: It’s About Time. São às paletes, numa aventura que nos leva por diferentes mundos e lugares, com uma grande variedade e dedicados a diferentes temas. Temos selvas, desertos, baias com barcos piratas, cidades futuristas, pântanos e outros sítios fantásticos por explorar. Alguns níveis são extremamente longos, algo que se revela tão positivo, como, por vezes, negativo, parecendo que se tornam organicamente mais desafiantes e, em algumas ocasiões mais complicadas, uma frustração por nunca mais terminarem ou por contarem com checkpoints demasiado separados.
Contudo, o desafio do jogo parece ser pensado ao milímetro, assim como a colocação de todos os obstáculos, caixas, armadilhas e inimigos, dispostos conscientemente ao ponto de o jogador mais destemido, e com sentido de ritmo – ou simplesmente habituado ao fim de várias tentativas –, conseguir fazer a navegação por várias áreas de forma muito orgânica, quase em piloto automático.
Cada segmento e obstáculo parece ter sido pensado, testado e repensado vezes sem conta, com imensos puzzles ambientais e outros detalhes que tornam a primeira viagem pelos níveis uma descoberta constante, mesmo em ambientes semelhantes, e a sua repetição fácil de recordar.
Esta sensação de tudo ter sido pensado ao pormenor é acentuada com as habilidades que Crash e Coco podem usar em momentos muito específicos de alguns níveis e até em batalhas de bosses, como o poder de baixar a velocidade do tempo, inversão dos níveis, modo tornado e ativação de plataformas e objetos. A presença destes momentos é também cuidada e bastante ritmada ao longo do jogo, dando continuidade à constante sensação de surpresa e ajudando também a dar uma nova perspetiva à jogabilidade normal.
Além destes poderes, temos também algumas personagens secundárias como Dingodile, Neo Cortex e uma versão alternativa de Tawna, que contam com habilidades próprias e níveis também dedicados que se cruzam com os níveis tradicionais de Crash e Coco, oferecendo também a sua perspetiva dos eventos, culminando, na maioria das vezes, com a repetição de porções finais de outros níveis já ultrapassados.
Visualmente, Crash Bandicoot 4: It’s About Time é delicioso. Usa a mesma direção visual de Crash Bandicoot N. Sane Trilogy, apesar de ser um aparente upgrade visual e estético. Tanto as personagens como os ambientes são extremamente ricos em detalhes e pormenores animados, ao ponto de termos a sensação de ambientes vivos e orgânicos até nos momentos mais calmos. As personagens de ambiente e inimigos reagem de forma dinâmica a todas as nossas ações e a fluidez de tudo transforma Crash Bandicoot 4: It’s About Time num autêntico desenho animado interativo.
As cinemáticas também são de uma qualidade extrema, quase CGI animado, e todas estas sensações resultam graças ao impecável desempenho do jogo. Apesar de nas consolas Premium (Xbox One X e PlayStation 4 Pro) ser possível atingir melhores resultados, na PlayStation 4 Slim, onde o jogo foi testado, Crash Bandicoot 4: It’s About Time apresenta-se a 30FPS sólidos, sem quebras e com tempos de resposta excelentes que tornam a experiência de jogo impecável e precisa, algo que é muito necessário para ultrapassar os objetivos mais complicados.
Crash Bandicoot 4: It’s About Time é um regresso fantástico do marsupial ao mundo dos videojogos. Com um jogo extremamente rico em conteúdo, super divertido de se jogar, extremamente desafiante e muito animado, é, sem dúvida alguma, um jogo obrigatório para os fãs de Crash e de jogos de plataformas.
Plataforma: PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.
Mas atenção, terão de fazer a encomenda através do Uber Eats ou Glovo para serem presentados com algo.
São fãs do sushi de conveniência do SushiCorner, marca do Grupo SushiCafé, e têm por hábito fazer encomendas através dos serviços de home delivery? Então vão gostar de saber as novidades da nova campanha da marca.
Como celebra 10 anos de existência, o SushiCorner preparou uma série de vales surpresa que podem ser descobertos nas embalagens das encomendas feitas via Uber Eats ou Glovo.
Estes prémios podem oferecer aos clientes a oferta de dois pad thais pelo preço de um prato só, de dois temakis pelo preço de um ou ainda 20% em desconto no próximo pedido em takeaway.
Todos os prémios podem ser utilizados no horário entre as 16h às 19h, com a opção de usufruir em loja ou levar para casa e estão disponíveis até ao final de dezembro deste ano.
De relembrar ainda outra campanha lançada pelo Grupo SushiCafé, que consiste em vouchers que dão acesso a experiências inéditas nos vários restaurantes do grupo. Saibam tudo aqui.
A requalificação das termas requereu um investimento superior 100.000€.
As Termas de Unhais da Serra foram recentemente alvo de um projeto de requalificação. Agora, aquela unidade termal conta agora com, por exemplo, com novos pavimentos auto higienizados e novos equipamentos de SPA.
Porém, importa também salientar que o espaço, que faz parte doH2otel, detido pelo Grupo Natura IMB Hotels, adquiriu recentemente o selo Clean & Safe Termas de Portugal, o que significa que está preparado para receber os clientes com todo o conforto e segurança.
O complexo H2otel/Aquadome reabriu ao público com o programa “Restart”, um exclusivo do Grupo Natura IMB Hotels que prevê medidas de prevenção, contenção e mitigação dos riscos associados à propagação do novo coronavírus SARS-CoV-2. Por uma questão de prevenção e segurança, este protocolo implica, por exemplo, uma quarentena de dois dias nos quartos após o check-out e uma quarenta nas salas de tratamento.
Outra das medidas deste programa foi a digitalização de processos de que resultou a a adoção do QR-Code, através do qual os clientes podem aceder a informação útil, anteriormente disponível e distribuída em papel, sobre as unidades hoteleiras, como a carta dos restaurantes, a oferta de SPA ou informação sobre o próprio hotel.
Inserido no complexo hoteleiro H2otel/Aquadome, o Aquatermas e as águas de Unhais da Serra são ideais para o tratamento das vias respiratórias/ORL, reumatismos e doenças músculo-esqueléticas, doenças do aparelho digestivo e, também, doenças do aparelho circulatório.
O Aquadome é o primeiro Mountain SPA do país e um dos maiores da Europa com o conceito integrado 100% wellness, permitindo aliar a saúde à prevenção e ao bem-estar.
Mais uma estreia nacional, como tantas outras a que o MOTELX já nos tem habituado. Desta vez abordamos o documentário Ivan, o TerrirVel, realizado por Mário Abbade, mais conhecido como crítico de cinema.
Em 103 minutos que passam a voar, é dado um panorama sobre a vida de Ivan Cardoso, figura maior de um género peculiarmente brasileiro. O terrir.
Figura da boémia cultural do Rio de Janeiro (adepto fanático do Botafogo, como não podia deixar de ser), Ivan Cardoso celebrizou-se em particular como realizador de As Sete Vampiras, mega sucesso de 1986 que trouxe para o grande público o terrir, ao contrário do seu mais clássico habitat no movimento do Cinema Marginal. Sempre com orçamentos escassos e organização perto de uma lógica de guerrilha, herdeira da influência de José Mojica Marins, o mítico Zé do Caixão com quem Cardoso colaborou. Deste caos nasceram obras onde o humor das chancadas brasileiras se mistura com os clássicos de terror da Universal, o estilo gótico da Hammer e as lógicas delirantes de figuras como o artista plástico Hélio Oiticica ou o poeta Torquato Neto, ligados ao tropicalismo.
O fio condutor do documentário são os relatos do próprio Ivan Cardoso, misturado com material de arquivo, animações e reconstituições de cenas. Ligado desde sempre às artes, Ivan começou como fotógrafo e, por portas travessas, atinge um lugar relevante no meio musical, sendo responsável pelas capas dos discos Fa-Tal, de Gal Costa, e Araçá Azul, de Caetano Veloso. No entanto, e nunca deixando de ser também escultor e pintor, o cinema acabou por ser a sua paixão maior. O cinema mais ligado ao terror e ao confronto com a morte. Diz o homenageado: “Fotos são necrológicos: no fundo, ao retratar uma pessoa, você está guardando algo que vai morrer. E eu vivo em sintonia com esses mortos.”
Esta inquietação é lidada numa lógica sem lógica, no nonsense, ligada a figuras clássicas do género do terror. Exemplo disto é uma das suas primeiras obras, a média metragem Nosferatu no Brasil, de 1971, onde o mítico vampiro, protagonizado por Torquato Neto, abandona Budapeste e vai passar férias ao Rio de Janeiro enquanto se diverte a sugar o sangue das moças locais.
Na primeira longa, O Segredo da Múmia, de 1982, Ivan Cardoso resgata um galã clássico do Brasil, Wilson Grey, no papel de um cientista que descobre a poção da imortalidade e ressuscita uma múmia egípcia. Esta obra foi muito bem recebida pela crítica e viria a premiar realizador e estrela principal.
E depois chega As Sete Vampiras, onde uma professora de dança (Nicole Puzzi) sofre o choque de ver o marido devorado por uma planta carnívora. Após um retiro, acaba por vir a trabalhar num clube nocturno para encenar o espectáculo As Sete Vampiras. Torna-se num sucesso, mas uma série de homicídios segue-se. As salas de cinema encheram-se.
Desde então nunca mais parou, de volta à normalidade anormal. Porém, chegou o reconhecimento internacional, as viagens aos festivais de cinema, as referências por figuras do cânone da 7ª Arte. O riso nunca o abandonou e as colaborações com atrizes como Cláudia Ohana (de fama Vamp nas tardes de RTP 2 para quem nasceu no princípio dos anos 80) ou músicos míticos como Raul Seixas e Tim Maia nunca pararam.
Ivan Cardoso é um dos melhores exemplos daquilo que tem garantido ao MOTELX um lugar à parte no panorama vasto dos festivais de cinema em Portugal: a homenagem em vida a estes heróis de um cinema que tem vivido mais de sombras do que de luz. Aliás, foi um dos primeiros convidados de honra do Festival, em 2007. Torna-se particularmente relevante por ser originário daquele irmão distante e próximo, o Brasil, e como as dificuldades vividas por este tipo de criador é comum dos dois lados do Atlântico. A miséria adora companhia. A miséria em fazer aquilo que se gosta, ainda mais. Tal como é mencionado no documentário o grande Nelson Rodrigues, “Artista tem de ser vaiado”.
Foi esta sexta-feira, 1 de outubro, Dia Mundial da Música, que se realizou no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, o FNAC Live Box Edition 2020. Perto de 900 pessoas assistiram a sete concertos, que arrancaram com Castilho, vencedor dos Novos Talentos FNAC 2020.
Seguiu-se a atuação de Grande Sun no palco Novos Talentos, que contagiaram a audiência com a sua energia e boa vibe. De volta ao palco principal, entre as intervenções especiais da noite de Salvador Martinha e Inês Lopes Gonçalves, foi a vez dos Clã guiarem o público entre alguns dos singles do mais recente álbum Véspera e também alguns êxitos como Corda Bamba.
No palco Novos Talentos estiveram também Neon Soho e Maudito, eles que fazem parte do álbum de compilação dos Novos Talentos FNAC 2020. Depois da atuação David Fonseca, que contou com uma interação digital de Alice Wonder, foi Lena D’Água quem encerrou esta noite única dedicada à música portuguesa.
O FNAC Live Box Edition não foi só um palco para novos talentos e para artistas conceituados, mas também para ajudar todos os que estão atrás da cortina, com a angariação de fundos levada a cabo em prol da União Audiovisual, tanto para quem estava no Coliseu como a assistir ao festival em direto no Facebook e Youtube da FNAC.
O apoio à União Audiovisual não fica por aqui. No próximo domingo, dia 4, o FNAC Live Box Edition 2020 será transmitido na RTP2, a partir das 23h, e terá sempre em rodapé o IBAN para donativos: PT50000700000017515270723.
Atenção, fãs do analógico. Há uma nova máquina de fotos instantâneas no mercado. É a instax SQUARE SQ1 e chega-nos por parte da Fujifilm, que já nos habituou a tantas boas opções neste nicho.
A mais recente entrada na gama instax é uma câmara analógica square com um design minimalista que oferece fotos instantâneas de formato quadrado, 1,5x maior do que o formato instax mini.
Esta nova máquina tem duas funções de realçar: a exposição automática (otimiza a velocidade do obturador e flash de acordo com as condições de luminosidade) e o modo Selfie de simples toque (otimiza a focagem e exposição da foto, alterando a posição da objetiva quando ativada).
Há também dois novos filmes instantâneos: o filme instax SQUARE Rainbow (10,99€) e o filme instax SQUARE Monochrome (11,99€), desenvolvidos para que os fãs da instax possam tornar as usas fotos instantâneas ainda mais criativas.
A nova instax SQUARE SQ1 já está disponível nas cores Laranja Terracota, Azul Glaciar e Branco Giz por 129,99€.
É de 3 a 11 de outubro que acontece mais uma edição do Curtas de Vila do Conde, festival que vai levar à conhecida vila um total de 261 filmes. Este ano, também as cidades de Lisboa, Porto e Faro recebem a Competição Nacional do evento, o que reafirma o compromisso do festival com a sala de cinema e com o apoio à produção nacional e ao formato da curta-metragem como espaço de descoberta e experimentação.
O Curtas integrará, assim, uma selecção de 17 obras de animação, ficção e documentário, que se mostra fiel na procura e descoberta do que de melhor se vai produzindo em Portugal. Sandro Aguilar, Cláudia Varejão, Carlos Conceição, Pedro Peralta, Patrick Mendes, João Rosas, Filipa César, Alexandra Ramires, Natália Azevedo Andrade, Denise Fernandes, Diogo Salgado, Luís Costa, Igor Dimitri, Nuno Baltazar, Catarina Romano, Inês Nunes e Eduardo Brito são os realizadores selecionados. As sessões da competição nacional terão lugar no Teatro Municipal de Vila do Conde, no Cinema Ideal (Lisboa), no Cinema Trindade (Porto) e Auditório do Instituto Português dos Desporto e Juventude de Faro, sendo acompanhadas nas primeiras três cidades por conversas com os autores.
No ano em que se assinalam os 20 anos da Agência da Curta Metragem, o festival integrará ainda o lançamento de um livro que traça um olhar pelas últimas duas décadas de cinema português: Reframing Portuguese Cinema in the 21st Century conta com os contributos de uma dezena programadores e críticos de cinema.
Também com programação inteiramente nacional, a secção Stereo levará a palco o mais recente projecto de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) e Pedro Maia. Guanche foi rodado entre as montanhas da ilha da Madeira e o Oceano Atlântico e propõe um trabalho em torno do homem, do desenvolvimento e da sua relação com a natureza. Em Vila do Conde, Maia e Furtado apresentam uma primeira abordagem artística à longa-metragem no formato cine-concerto composto por partes da montagem do filme, aqui processadas ao vivo, com acompanhamento musical original e narração, ao vivo, de Íris Cayatte.
Em estreia a norte, a secção dedicada aos cruzamentos entre a música e o cinema incluirá ainda os filmes Antena3 Docs Apresenta Implantação da Rapública #2 Pintar o Hip Hop, o mocumentário Ricardo sobre uma misteriosa personagem que invadiu o palco do concerto dos Sensible Soccers e A Vida Dura Muito Pouco – Celebrando a obra de José Pinhal, assim como a já habitual competição de videoclipes.
Foi longo o período de realização de O Sentido da Vida, o novo trabalho de Miguel Gonçalves Mendes que, passados 20 anos, regressa a Vila do Conde. Cinco anos de rodagens, que percorrem quatro continentes, habitados por sete personagens-arquétipos de diferentes regiões do mundo. A próxima longa metragem do realizador de Jose e Pilar conta com participações de Marina Silva, Dilma Roussef, Valter Hugo Mãe, Julian Assange entre outros, e será apresentado, numa primeira versão, na secção Da Curta à Longa. Em destaque nesta secção está a estreia nacional de Casa de Antiguidades, o mais recente filme de João Paulo Miranda, selecionado para a competição de Cannes 2020, que toca temas relacionados com a exclusão racial no sul do Brasil.
Destaque ainda para a estreia nacional de First Cow, de Kelly Reichardt, e as antestreias de Os Herdeiros de Saramago: ep. Valter Hugo Mãe e Vencidos da Vida, o próximo filme de Rodrigo Areias.
Nas já habituais secções Panorama, o Curtas olhará a produção recente da Roménia e Polónia, assim como passará algumas das obras portuguesas que marcaram os últimos doze meses: A Dança do Cipreste, de Mariana Caló e Francisco Queimadela; Meine Liebe, de Clara Jost; Mesa, de João Fazenda; e Portugal e O Cordeiro de Deus, de David Vicente Pinheiro, são os filmes escolhidos.
Pela primeira vez na sua história, o Curtas apresenta grande parte da sua programação também online, através do formato VoD (Video on Demand), permitindo o encontro entre o público e os cineastas e o acesso a uma audiência mais alargada, facto especialmente importante em contexto de isolamento e quando a cultura se afirma como um bem essencial.
Anunciados estavam já os focos na obra do espanhol Isaki Lacuesta e nas realizadoras Ana Maria Gomes, Elena López Riera e Ana Elena Tejera; a competição internacional e experimental com estreia de filmes de Sergei Loznitsa, Jafar Panahi, Guy Maddin e Nicolas Pereda, entre outros; e o programa do Cinema Revisitado, este ano com novos olhares sobre a produção de Jean-Luc Godard, a celebração dos cem anos de One Week, de Buster Keaton, uma carta branca ao cineasta Frank Beauvais e a estreia da cópia restaurada de O Recado, primeira longa metragem de José Fonseca e Costa.
Como tem vindo a ser hábito, o Curtas propõe ainda uma programação especial dedicada aos mais novos. Apostando no reencontro das famílias com o cinema, o Curtinhas organizará sessões que percorrem os universos e interesses de diferentes idades. A terem lugar no Teatro Municipal de Vila do Conde, haverá sessões para maiores de 3, maiores de 6 e maiores de 10.
A programação completa pode ser consultada no site do evento.
O atraso vem garantir que todos os utilizadores possam meter as mãos numa unidade no dia de lançamento.
A nova geração de placas gráficas da NVIDIAestá quase a chegar, mas os modelos de entrada, GeForce RTX 3070, vão demorar mais um bocadinho.
Inicialmente com data de lançamento marcada para dia 15 de outubro, as novas placas gráficas irão agora chegar aos jogadores a partir de dia 29, portanto, com duas semanas de atraso.
Em comunicado, a NVIDIA indica que este pequeno atraso vai permitir que sejam produzidas e distribuídas mais placas até à nova data, garantido que todos os jogadores interessados em atualizar o seu PC neste final de ano possam ter uma logo no dia de lançamento.
A nova RTX 3070 promete um desempenho ligeiramente superior às atuais RTX 2080 Ti, o topo de gama da geração NVIDIA anterior, com um valor que começa nos 400 dólares.
Durante a quarentena, Madalena Pereira começou a fazer experiências e a cultivar as próprias flores – flores frescas e da época. Das flores frescas, surgiu a ideia de criar uma marca que acrescentasse mais, que desse a conhecer todas as potencialidades das flores. Foi assim que nasceu a FLO.
O objetivo foi criar uma marca sustentável que valorizasse cada fase da vida da flor, com um conceito forte e produtos com propósito que podem ser vendidos em separado ou em conjunto, de forma a complementarem-se uns aos outros.
Para quem procura integrar a fundo o conceito da marca, de utilizar as flores em todas suas as fases, a marca tem uma opção (já existente em outros sectores como a maquilhagem e o pronto a vestir, mas inédito no mercado das flores), que permite uma subscrição (3, 6 ou 12 meses) em que o subscritor recebe em casa todos os meses uma caixa surpresa com um kit do it yourself.
A cada cliente são disponibilizados diferentes kits com projetos diversos – um kit que permite semear e cuidar das flores que escolheu ou um outro kit que permite proceder à secagem de flores para nova utilização.
Madalena Pereira teve igualmente uma preocupação grande também com o packaging – todos os materiais usados na composição e todas suas caixas/kits querem que sejam sustentáveis.
A FLO, que pode ser descoberta na loja online, tem ainda serviços de flower design e de personalização dos seus produtos para ocasiões ainda mais especiais.
Sabe-se ainda que a marca terá várias edições limitadas ao longo do ano, com produtos exclusivos e da época.
Três anos após o lançamento da sub-brand de gaming, a Lenovo apresenta o Lenovo Legion Phone Duel, o seu primeiro smartphone orientado para gaming. Logo não é um equipamento qualquer.
Basicamente, o Lenovo Legion Phone Duel quer ser uma consola de jogos mobile da marca. Para isso, conta com um ecrã AMOLED FHD+ de 6,65 com uma taxa de atualização de 144Hz(!), processador Qualcomm Snapdragon 865 Plus 5G, até 16GB de RAM, até 512GB de armazenamento interno UFS 3.1 e baterias duplas de 2500mAh (carregam dos zero até 50% de energia em apenas 10 minutos e uma carga completa leva apenas 30 minutos).
No que toca a câmaras, há uma de 64MP e outra de 16MP na traseira e uma frontal pop-up de 20MP (neste caso está localizada na lateral, o que é pouco comum, e em formato horizontal), isto para que a parte frontal do Legion Duel Phone seja somente ecrã.
De resto, este é um equipamento preparado para o 5G, contando ainda com um sistema de dupla refrigeração flutuante a líquido e térmico médio, controlo de deteção de movimento 4D, modo de jogo de desktop (teclado e mapeamento de teclado de rato disponíveis), duas colunas voltadas para a frente, sistema de quatro microfones e várias outras novidades preparadas para quem quer jogar durante muito tempo no dispositivo.
No que toca a preços, a versão com 12GB de RAM custa 899€, com a versão de 16GB de RAM a ser 100€ mais cara.
O ritmo das mudanças tecnológicas “viaja à velocidade da luz” e tal já não constitui propriamente uma novidade.
Atualmente, encontramos-nos numa realidade cada vez mais afetada pelo aparecimento da Internet das Coisas (IoT).
Ambientes físicos como escritórios, indústrias, residências e cidades inteiras estão a tornar-se espaços inteligentes centrados no ser humano, nos quais as interações e experiências são conduzidas por meio de vários pontos de conexão.
Por outro lado, esta situação aumenta os desafios relacionados à privacidade e segurança. Outro ponto-chave passa a ser a imitação humana, ou seja, a tecnologia tem vindo a desenvolver habilidades sobre-humanas, criando inúmeras oportunidades em vários campos.
Paralelamente a essa tendência, novos modelos de negócios também têm vindo a mudar essa situação. Novas tecnologias estão a ser aplicadas, novas terminologias estão a ser criadas e novos nichos de mercado estão a surgir.
E claro, a expansão do mercado de negócios digitais acompanha todo esse movimento e tendência digital.
A prova disso mesmo é o aumento do número de domínios registados de há um ano para cá. Os dados mostram que a curva de crescimento de compra de domínios teve um aumento de cerca de 3,5 milhões.
O facto mais óbvio para esse aumento é a pandemia que afetou o mundo inteiro, forçando a digitalização dos negócios e fazendo com que empreendedores e empresas passassem a comprar domínios para atuarem na web.
Agora, para entenderem mais sobre outros aspectos que dizem respeito às evoluções do mercado e da sociedade, vamos ver de seguida as principais tendências tecnológicas para os próximos anos.
Rede 5G
A rede de 5º geração (5G) promete resolver vários problemas e ampliar o acesso e o funcionamento de várias tecnologias. Tal inclui, lá está, a tentativa de uso generalizado da Internet das Coisas.
Em comparação com as atuais redes 4G e 4.5G (LTE avançado), o que muda principalmente no 5G é o maior desempenho no que diz respeito à velocidade dos dados, a aplicação notória na IoT e a baixa latência.
Essa tecnologia também irá viabilizar as interações em tempo real para serviços baseados em cloud computing, como carros inteligentes e outros dispositivos autónomos.
Uso da Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que visa desenvolver dispositivos que possam simular o raciocínio humano, a perceção, a tomada de decisões e as habilidades de resolução de problemas. Em suma, é a simulação da inteligência humana.
Entretanto, durante décadas, com o rápido desenvolvimento da informática e da tecnologia de computação, este campo da ciência foi amplamente promovido, permitindo que novos elementos fossem rapidamente adicionados à IA.
Por mais que pareça algo saído de um filme de ficção, a inteligência artificial já está presente em vários contextos do nosso quotidiano, como no smartphone, na TV, no ensino e nas interações com vários dispositivos.
Blockchain
Se já ouviram falar em Bitcoin ou criptomoedas, então necessitam de entender o conceito de Blockchain.
Esse conceito surgiu em 2008 como uma estrutura descentralizada que permitia fazer transações seguras de Bitcoins sem intermediários.
Com o passar dos anos e o desenvolvimento (e amadurecimento) da tecnologia, várias instituições têm vindo a desenvolver blockchain para evitar possíveis fraudes em transações via web.
Por isso, a “cadeia de blocos” (ou dados) é uma das tendências para os próximos anos. Aliás, podemos “vê-la” em sistemas bancários e fintechs.
Sistemas de automação
Muito se fala em automação nos dias de hoje. Mas sabem o seu real significado?
A palavra originou-se do autómato grego e do latim (Automatus), que significa mover-se ou mover-se sozinho. Basicamente, é um sistema (programa ou software) que usa processos automáticos ou automatizados para se autocontrolar.
Portanto, a automação é um sistema que utiliza tecnologia computacional ou mecânica para simplificar e otimizar todos os processos produtivos nos mais diversos setores da economia.
Tal pode incluir sistemas de Internet, soluções para minimizar trabalhos repetitivos e o uso de robôs para executar tarefas que já não requerem intervenção humana.
Por falar em automação, sabiam que mais de 50% das atividades na Internet são feitas por robôs? A Internet está inundada por bots e nem damos conta disso.
Edge Computing
Se anteriormente falámos da IoT, agora está na altura de abordar um assunto que está diretamente ligado.
Segundo a IBM, o Edge Computing é um modelo de computação distribuído que aproxima as aplicações corporativas das fontes de dados, como dispositivos IoT ou servidores locais.
Também conhecida como Edge Computing, esse tipo de tecnologia oferece maior poder de processamento de dados sem latência. Tal explica-se porque a fonte de processamento está muito perto dos objetos (nas bordas), reduzindo, assim, o consumo de banda.
Por isso, essa tecnologia será uma grande aliada para impulsionar a Internet das Coisas nos próximos anos.
Realidade virtual ou aumentada
A realidade virtual (também conhecida como realidade aumentada) pode ser utilizada em várias áreas, como Marketing, Educação ou Entretenimento.
Essa tecnologia é capaz de imergir alguém num ambiente criado virtualmente, combinado com o aumento e caracterização desses ambientes.
A VR veio do mundo dos videojogos e, aos poucos e poucos, tem vindo a ganhar espaço no universo dos negócios, seja em workshops, programas educacionais e até mesmo em atividades que envolvem a saúde.
Quem não lembra do recente sucesso do jogo Pokemon GO? É o exemplo mais claro da realidade aumentada nos dias de hoje.
Tecnologias e engenharia aeroespacial
Aeroespacial é um dos ramos da engenharia de desenvolvimento mais rápido. Neste ramo da engenharia incluímos naves espaciais (tecnologia espacial), aeronaves (aviação) e, agora, incluímos também drones.
Além disso, essa área também estuda a conceção e criação de sistemas aeroespaciais, como satélites, foguetes e veículos espaciais.
Entre as disciplinas aprendidas estão: eletrónica, aerodinâmica, telecomunicações, química, física, matemática e outros assuntos importantes para a formação de um engenheiro.
Preocupação com a cibersegurança
Onde há perigo, há que ter prevenção! É assim na vida real e será assim no mundo virtual. A segurança de dados é uma das áreas que mais irá crescer no campo da ciência da computação.
Isso explica-se porque, como há cada vez mais acessos à Internet, também aumentam os números de cibercrimes e outros golpes na rede.
Por isso, num futuro muito próximo, os especialistas em cibersegurança serão tão necessários como a polícia que temos no mundo real.
Multiexperiência
Já ouviram falar em multitouchpoint? Os multipontos de interação serão um dos responsáveis pela Multiexperiência, onde o smartphone e o computador não serão os únicos meios de interatividade com o mundo.
Nesse contexto, também entrarão as experiências multissensoriais, graças à IoT e aos sensores wearables. A propósito, a realidade aumentada será uma grande aliada de tudo isso. É o famoso “tudo junto e misturado” que irá unir a Internet, dispositivos e realidades virtuais.
Conclusão
Olhar para o futuro e identificar tendências tecnológicas relevantes pode preparar pessoas e empresas com antecedência, podendo ser um grande diferencial estratégico de uma empresa ou negócio.
Esse futuro que nos bate à porta vai muito além de comprar um domínio e simplesmente criar um site. A experiência na web irá muito além, como mostram as tendências.
Por outro lado, assim como as empresas necessitam de adaptar-se aos avanços tecnológicos para evitar a “morte prematura”, é importante que os profissionais sejam qualificados para atender a esse mercado que está por surgir.
Aceitem o desafio e juntem-se ao estágio mais estranho dos videojogos.
Era apenas uma questão de tempo até termos um videojogo que desconstruísse o mundo dos estágios e das startups. Em Going Under, o novo roguelike da Aggro Crab, seguimos a viagem de Jackie através do seu novo estágio não-renumerado na empresa Fizzle, onde foi contratada para uma posição na equipa de marketing. Infelizmente para ela, nem tudo é o que parece. Ao contrário do que esperava, Jackie não vai passar os seus dias agarrada à secretária ou ao computador, mas sim em masmorras repletas de goblins – ou joblins – que tentam destruir a empresa por dentro. É uma alegoria interessante ao mercado de trabalho e à geração digital, com diálogos representados por chats, e um roguelike divertido, repleto de cor, que se destaca pela estória e a sua jogabilidade acessível.
Como seria de esperar, Going Under foca-se na repetição e no recomeço constante, mantendo-se fiel às suas origens. No entanto, a Aggro Crab tentou quebrar a monotonia ao oferecer seis masmorras, cada uma com três níveis e um boss final, onde o design nunca é o mesmo. A segunda aposta é a estória e a forma como a narrativa se desenrola entre tentativas, com o jogo a mostrar-nos o funcionamento de uma empresa mal organizada na era do digital. O humor está sempre em destaque e há, de facto, um ambiente descontraído e até jovial na campanha, mas é fácil olhar para a experiência de Jackie e ver como é semelhante à realidade, especialmente em ambiente de estágio, onde a jovem terá de fazer de tudo para assegurar a sua posição enquanto luta contra criaturas nos calabouços da empresa. Apesar do humor, existem momentos de puro terror quando pensamos no quanto são reais.
A nível de estrutura, as surpresas são poucas, mas Going Under nunca deixa de ser divertido. Ao manter a aposta na dificuldade e na repetição, os níveis ganham pelo seu foco na cor e num design cartoonesco, onde cada divisão e os inimigos jorram personalidade numa combinações de tons fortes e modelos cómicos. A aleatoriedade do design tenta injetar alguma novidade aos níveis, mas é na combinação entre as várias mecânicas que Going Under se destaca, como a possibilidade de utilizarmos um leque extenso de objetos como armas. Como os níveis seguem uma decoração próxima de um escritório infernal, Jackie tem a possibilidade de agarrar em agrafadores, cadeiras, tablets, lápis e outras armas mais tradicionais – como lanças e espadas – para eliminar os joblins que a tentam atacar. As armas têm um ataque mais poderoso, pesos diferentes (alguns objetos são tão grandes que condicionam os movimentos da jovem) e são destrutíveis, o que nos incentiva a mudar e a procurar novas opções.
Going Under é dos poucos videojogos onde sinto que a destruição das armas funciona a seu favor. Os cenários estão repletos de opções e é fácil trocar de armamento seja em combate ou entre salas, o que nos motiva a assumir novas estratégias. Também podemos atirar objetos contra os inimigos e manter a distância: tudo está em equilíbrio. A jogabilidade, em si, é muito simples, mas Jackie é fácil de controlar, apresentando ainda botões de desvio, de mira e de defesa. Tudo muito básico, mas igualmente funcional. Como os níveis são tão curtos, as mecânicas não se tornam cansativas ou repetitivas, algo que é exponenciado pela presença constante de novas habilidades – que funcionam só durante a partida – e de lojas onde podemos adquirir armas e itens específicos.
Como roguelike, Going Under não é dos títulos mais implacáveis que joguei – antes pelo contrário. Entre partidas, podemos adquirir novas habilidades e desbloquear a possibilidade de as utilizar desde o início de cada tentativa, o que nos ajuda durante os primeiros níveis. Para além desta aquisição permanente, o jogo apresenta um sistema de mentores que nos ajuda a ter bónus práticos – como a possibilidade de termos descontos nas lojas ou lançar granadas adicionais, entre outros – à medida que concluímos desafios adicionais e melhoramos a nossa relação com os colegas de trabalho. Os mentores são um excelente incentivo para voltarmos a níveis anteriores e completarmos novas missões, expandindo assim a longevidade da campanha sem se tornar artificial – no sentido em que poderão jogar sem mentores até ao final da estória, se assim o quiserem.
As masmorras são temáticas, desde calabouços mais clássicos a salas de encontros românticos e a minas de bitcoins, e temos à disposição regularmente novas armas e inimigos que mudam o ritmo dos combates. A apresentação regular de novos elementos é uma boa escolha da Aggro Crab e é uma aposta forte que nos mantém presos à estrutura repetitiva, mas igualmente viciante deste roguelike. A adaptação do mundo profissional, das startups e das gigantes tecnológicas encaixa que nem uma luva e dá a Going Under uma personalidade muito marcada e atraente, conseguindo traduzir elementos do quotidiano para a jogabilidade sob a forma de itens ou de melhorias temporárias. Existe uma consistência deliciosa em Going Under que se mantém forte a nível visual, mas que não consegue surpreender na sua banda sonora.
Se são fãs do género e procuram uma aposta diferente, ainda que muito mais acessível que o normal, então Going Under é o que estão à procura.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Team 17.