Inevitavelmente, tal levou a um crescimento razoável do negócio das sex shop online.
Como tudo e como todos, as relações sexuais foram afetadas pela pandemia da Covid-19. Desde logo, porque a crise de saúde sem precedentes que vivemos ditou o confinamento de milhões de pessoas – em todo o mundo – durante várias semanas de 2020, no sentido de conter o avanço da transmissão do vírus.
O confinamento teve um impacto claro em casais e solteiros. Foi sinónimo de ansiedade, stress, angústia e isolamento, para além de testar a dinâmica, estabilidade e robustez das relações interpessoais. É evidente que isto se repercutiu na dinâmica sexual, quer de solteiros, quer de casais.
Depois, porque o “novo normal” trouxe a distância social como regra de ouro, e levou ao encerramento e a restrições em espaços onde era normal conhecerem-se novos parceiros – como bares, restaurantes e discotecas. E, em última análise, as relações sexuais foram afetadas pela pandemia devido ao próprio risco da transmissão do vírus através do sexo, sobretudo através do beijo.
Falaremos de como isso levou a um crescimento razoável do negócio das sex shop online, convocando o caso da Vibrolândia, sex shop em Lisboa. Antes de mais, debrucemo-nos sobre uma questão básica.
A doença Covid-19 e as relações sexuais
Até que ponto é arriscado contrair o novo coronavírus através de relações sexuais? Bom, na verdade, o coronavírus não se transmite através do sexo em si, mas sim da intimidade que está sempre presente nas relações sexuais. O grande risco, como já sabemos, está nas gotículas respiratórias transmitidas por via oral – passíveis de ser transmitidas através de beijos, por exemplo.
Por mais que nos custe dizê-lo: na ótica do risco da transmissão do SARS-Cov-2, os beijos são completa e absolutamente proibidos. Os especialistas defendem que o melhor será mesmo usar máscara enquanto se faz sexo ou escolher posições sexuais com menor risco para os intervenientes.
Pode soar aborrecido, mas sabemos também que há muitas formas de fazer sexo para lá da habitual posição do missionário, em que as duas faces se encontram mais perto uma da outra e, portanto, em maior risco neste contexto. Aliás, basta procurar por sex shop online ou sex shop em Lisboa no Google, para alimentarmos as nossas fantasias – de forma segura, claro – com os diversos brinquedos que temos à nossa disposição. Vejamos como estes podem ser uma ajuda no “novo normal”.
O sexo e os relacionamentos
Lá pelo sexo mais convencional ter ficado abalado com a pandemia da Covid-19, não quer dizer que as relações não possam ser apimentadas e o sexo não possa continuar a ser feito de forma segura e – quase – à prova de Covid.
Também é natural que tanto casais como solteiros se tenham visto obrigado a pensar em novas formas de fazer sexo, uns para reinventarem as suas relações num contexto difícil, e outros por necessidade – e desejo sexual.
Pedro Correia, diretor da Vibrolândia, sex shop em Lisboa e uma das sex shop online de referência no nosso país, revelou, em declarações ao CM, que a grande tendência do mercado são os objetos de prazer controlados à distância. E que melhor tendência do que a distância nesta altura?
Um novo paradigma de sexo seguro
As sex shop online – e qualquer sex shop em Lisboa – têm à venda brinquedos como vibradores com controlo remoto, que permitem fazer sexo seguro. Tanto a uma distância relativa, em casa, como literalmente (e muito mais) à distância, estando cada parceiro em lugares completamente diferentes.
As vantagens podem ser várias. Tanto porque as pessoas podem continuar a fazer sexo, ter prazer e manterem-se ativas nesse aspeto – o que também é bom para a saúde mental e para a estabilidade das relações – como isso acontecer de forma plenamente segura e livre deste ou de futuros “Covids”. Havendo toda uma variedade de brinquedos e artigos sexuais como anéis e bombas penianas, ovos vaginais e óleo, porque não experimentar? Quem sabe não se surpreende na descoberta.
Esta é uma ótima altura para, em segurança e cumprindo todas as normas, visitarem uma sex shop em Lisboa, ou, se preferire,, ver o catálogo de uma sex shop online e aferir toda a variedade de produtos disponíveis em loja.
Em 2020, o mundo testemunhou mudanças extraordinárias e sem dúvida que a intimidade foi afetada, como tantas outras esferas da vida social e privada. Mas é caso para dizer que, em toda a crise, há sempre uma oportunidade à espreita. Quem sabe se não é o caso?
Pintar a casa quase a metade do preço? Vamos a isso!
Quem segue o Echo Boomer de forma regular já terá certamente reparado em alguns artigos onde mencionamos a MyNestlé, plataforma que nos permite ter acesso a amostras grátis de comida, reembolsos na compra de alguns produtos e, também, a vários descontos na aquisição de produtos ou serviços.
Se visitarem o site neste momento, irão deparar-se com a existência de algumas promoções. Infelizmente, não são incríveis, com muitos deles a fixarem-se nos 10-15% de desconto. Mas há uma exceção à regra: Robbialac.
É verdade. Caso tenham muitos pontos para gastar e necessitem de adquirir tintas em específico para os vossos projetos de pintura e decoração, devem seriamente considerar as tintas da Robbialac, pois podem poupar imenso dinheiro. É que, neste caso, têm acesso a 45% de desconto em produtos adquiridos nas lojas próprias da marca (não serve, portanto, para a loja online).
Podem usar este desconto em tintas e não tintas, com exceção de artigos com preço líquido especial (PLE). No momento do pagamento, além da apresentação do respetivo voucher, devem mencionar o programa myNestlé antes da emissão da fatura. Como é óbvio, este desconto não é acumulável com outras campanhas, vouchers ou promoções.
O único senão é que têm de gastar 200 pontos para cada voucher de 45%. Caso aproveitem a oportunidade, não se esqueçam de utilizar o vale até 31 de dezembro de 2021.
72% dos consumidores não muda de tarifário há dois anos.
É o que diz um estudo da Payper, aplicação independente especializada na comparação de tarifários. Após ter analisado 390 mil faturas, a empresa concluiu que mais de 72% das famílias portuguesas não só não mudou de tarifário de eletricidade nos últimos dois anos, como continua a pagar um valor muito superior à atual oferta.
A Payper justifica as contas com base na poupança anual acumulada já gerada para os seus utilizadores, onde, em apenas 1 ano, já ascendeu a 849.000€, o que representa uma média de cerca de 163€/ano por utilizador.
Essencialmente, a simples mudança de tarifário de cada lar ou empresa pode ajudar os consumidores a reduzir em 645 milhões de euros o consumo anual de luz e gás em Portugal.
O estudo alerta ainda que, segundo os dados mais atuais da ERSE, existem atualmente 34 diferentes comercializadores de eletricidade e 16 de gás em Portugal Continental, contando com 3.289 diferentes tarifários de eletricidade e 350 tarifários de gás canalizado.
Nova oportunidade para ver o filme que celebra a vida e a música de António Variações.
Depois de ter estreado no cinema, de ter sido editado em DVD e de ter chegado aos canais TVCine, e isto sem contar com os vários concertos ao vivo que a banda criada propositadamente para este filme deu, só faltava mesmo que Variações fosse exibido em sinal aberto. Pois bem, vai mesmo acontecer.
Apontem na agenda: 1 de janeiro, às 22h, na RTP1. É nessa noite que a estação pública irá exibir o filme biográfico que celebra a vida e a música de António Variações, um dos mais aclamados e criativos cantautores que deixou marcas em várias gerações de artistas.
Variações dá-nos o retrato de António Ribeiro, barbeiro e figura da movida lisboeta no final dos anos 70, perseguindo o seu sonho de se tornar cantor e compositor, apesar de não saber uma nota de música. O filme foca o processo de transformação de António Ribeiro no artista excêntrico e popular António Variações, cuja carreira fulgurante foi interrompida pela sua morte em 1984.
Com realização e argumento de João Maia e Sérgio Praia no papel de António Variações, a longa-metragem conta ainda com nomes como Victoria Guerra, Augusto Madeira, Teresa Madruga, Afonso Lagarto, Diogo Branco, Nuno Casanovas, Fernando Pires, Miguel Raposo, Eric da Silva, Madalena Brandão, Tomás Alves, Carlos Malvarez, Luís Moreira e Filipe Albuquerque no elenco, bem como o saudoso Filipe Duarte.
Nomeadamente aquelas cuja fabricação corresponde ao ano de 2014 e com sistema operativo Orsay.
Quando adquirimos um equipamento tecnológico, mesmo que ainda esteja no pleno das suas capacidades, sabemos que, eventualmente, teremos de o trocar devido a questões de compatibilidade com novos sistemas operativos ou novas versões das nossas apps favoritas.
Isso acontece não só nos smartphones, mas também nas smart TV, em que modelos mais antigos vão deixando de ter suporte para determinadas atualizações ou novidades. Pois bem, temos uma má novidade relacionada com a HBO Portugal: a aplicação deixou de funcionar em smart TVs Samsung mais antigas.
A novidade foi avançada num grupo de Facebook, sendo que tal facto foi mesmo oficialmente confirmado ao Echo Boomer por parte da plataforma de streaming: “Lamentamos informar que a Samsung deixou de dar suporte à nossa plataforma nas Smart TV’s cuja fabricação corresponde ao ano de 2014 e com sistema operativo Orsay.”
Ao Echo Boomer, a HBO Portugal diz que os utilizadores nesta situação devem entrar em contacto com o serviço de apoio técnico da Samsung de forma a verificar se é possível atualizar o dispositivo, ou seja, fazer o update para o sistema operativo Tizen.
“Como alternativa e caso pretenda continuar a aceder ao nosso serviço na sua Smart TV, sugerimos que utilize o dispositivo Chromecast da Google, uma vez que é de fácil utilização e compatível com a nossa plataforma”, referiu ainda a HBO Portugal.
Caso seja possível, aconselhamos a que desliguem as atualizações automáticas nas vossas smart TV, principalmente caso possuam modelos antigos, pois o mesmo poderá acontecer em breve com os televisores mais antigos da LG.
À data da publicação deste artigo, a HBO Portugal ainda não atualizou os dispositivos compatíveis com o serviço.
A nova temporada da série sequela de Karate Kid chega uma semana mais cedo.
Depois de se estrear no YouTube com muito elogios da crítica e dos fãs, Cobra Kai vai continuar com a sua terceira temporada numa nova casa: a Netflix.
Inicialmente com data de estreia marcada para 8 de janeiro, a gigante do streaming revelou que Cobra Kai 3 vai ser antecipado por uma semana, com a nova data de estreia, preparada para uma bela sessão de binge watching, já no dia 1 de janeiro, para começar bem o ano.
A série já conta com duas temporadas, disponíveis para assistir na Netflix, e segue os dramas, peripécias e conflitos dos dois grandes rivais de Karate Kid (1984), Daniel e Johnny, agora adultos e em posições contrárias às que conhecíamos no passado.
Uma forma diferente, divertida e até dolorosa de relembrar os nossos hábitos musicais.
Com o final do ano, olhamos para trás para relembrar os bons e os maus momentos dos últimos 365 dias. Independentemente do desastre que 2020 foi, existem, tal como em anos anteriores, muitas ferramentas e algoritmos com os quais nos podemos divertir para relembrar os nossos hábitos. É o caso do Spotify Wrapped 2020, onde os utilizadores podem fazer um apanhado das suas músicas favoritas, as mais ouvidas, as melhores descobertas, entre outras.
A ferramenta original do Spotify vai direta ao assunto e, acima de tudo, não nos julga, deixando essa tarefa para a comunidade depois de partilharmos a nossa atividade nas redes sociais. Mas e se houvesse uma ferramenta que nos julgasse e fizesse “sentir mal” pelo vício daquele pequeno guilty pleasure que descobrimos durante este ano? Pois bem, digam olá ao bot do Pudding, uma ferramenta que vem mesmo fazer pouco dos nossos hábitos.
Tal como o Spotify Wrapped 2020, temos um apanhado das músicas mais ouvidas, artistas favoritos e muito mais. A diferença aqui é que podemos interagir com o bot e receber mensagens rudes e indiretas hilariantes, como se nos estivesse a julgar.
Como seria de esperar, a ferramenta já ganhou alguma tração nas redes sociais, onde as reações são bastante engraçadas, com alguns utilizadores do Spotify a sentirem-se atacados pelos seus próprios gostos.
Para descobrirem o que o bot tem a dizer sobre a vossa atividade ao longo do ano, basta visitar a sua página oficial, aqui.
Algum destes jogos passou pelas vossas mãos em 2020?
O que não faltam são prémios a dar destaque aos melhores jogos do ano, por isso é refrescante olhar também para os piores, perceber porque falharam e de quem são, para no futuro conter expectativas.
Para isso, o site norte-americano Metacritic, que reúne as opiniões críticas dos maiores meios dedicados aos videojogos, cinema e música, partilhou agora a lista dos 10 piores jogos de 2020, ou seja, que obtiveram a média de notas mais baixas e os piores elogios do ano.
A lista não surpreende e foge aos dramas e controvérsias em que alguns dos lançamentos mais esperados foram envolvidos, destacando apenas mesmo os piores títulos na sua pior versão.
Tiny Racer (Switch)
XIII Remake (Xbox One)
Dawn of Fear (PS4)
Fast & Furious Crossroads (PC)
Arc of Alchemist (Switch)
Remothered: Broken Porcelain (PC)
Tamarin (PS4)
Street Power Soccer (PS4)
Gleamlight (Switch)
The Elder Scrolls: Blades (Switch)
Ao longo do ano, o Echo Boomer fez a cobertura de quase 150 jogos, pelo que pudemos atestar alguns destes maus jogos, comoXIII Remake, Remothered: Broken PorcelainouStreet Power Soccer que, apesar de terem sido analisados em versões diferentes, foram merecedores na nossa nota mais baixa, um “Mau”.
E não só será colocado na lista de prioridades da Warner Bros., como terá novamente Patty Jenkins como realizadora e Gal Gadot como Wonder Woman.
O segundo capítulo ainda agora estreou, mas a Warner Bros. está tão satisfeita com os resultados que foi rápida não só a confirmar um Wonder Woman 3, como a dar uma certa prioridade no desenvolvimento deste filme que irá encerrar uma trilogia e que será o último dedicado à personagem titular.
Além disso, tanto Gal Gadot, no papel de Diana Prince/Wonder Woman, como Patty Jenkins (argumento e realização) estarão de regresso para a nova longa-metragem. Esta rápida decisão em confirmar Wonder Woman 3 deve-se a dois motivos: receitas de bilheteira nos EUA e HBO Max.
De acordo com a Warner Bros., Wonder Woman 1984 rendeu 16.7 milhões de dólares no fim-de-semana de estreia nos Estados Unidos, algo que, de acordo com o estúdio, foi acima das expectativas, mesmo tendo em conta todas as restrições derivadas da pandemia.
Já o facto do filme ter estreado em simultâneo na HBO Max, serviço de streaming somente disponível nos EUA, fez com que o interesse naquela plataforma disparasse, com praticamente metade dos subscritores a terem visto o filme no dia em que ficou disponível.
De resto, não temos mais detalhes. Até à chegada do novo projeto, aproveitem para ir ao cinema e (re)ler a nossa crítica a Wonder Woman 1984.
Colocando o ano de 2020 em revista, pode-se constatar que, apesar de ter sido duro para o setor, também o revitalizou a nível de conteúdo.
Este ano, apesar de muitos artistas terem decidido manter o registo do costume, outros optaram em mergulhar nos pensamentos e experiências derivadas desta pandemia, que obrigou o mundo a isolar-se. Enquanto os primeiros ajudaram, em muito, na distração que forçosamente nos remetia para tempos melhores e mais despreocupados, os segundos lembraram-nos que, mesmo longe de toda a gente que nos fazia bem, nunca estamos realmente sós nesta luta onde a melhor forma de lutar era não sair sequer de casa.
Graças a tudo isto houve um misto de proximidade à distância, juntamente com empatia para com pessoas que nunca conhecemos. Tivemos um ano triste e complicado, embora após uma reflexão ponderada, a palavra que me vem à cabeça seja: “bonito”. É evidente que falo por mim e uso como contexto o que foi a música este ano. E a verdade é que, após oito anos a ouvir música nova com regularidade, 2020 deu-me tempo e vagar para realmente ouvi-la. E não podia ter sido mais feliz.
Deixem-me partilhar a minha felicidade convosco!
50. Cults – Host
“Os Cults brotam, assim, numa bela flor em pleno outono, após vários anos presos na frieza do inverno.” (Link para a análise completa)
49. AC/DC – Power Up
“Este álbum volta a provar que não foi por acaso que a banda entrou no Hall of Fame do Rock and Roll (em 2003), pois não se resignou ao pelourinho que ocupa há 17 anos.” (Link para a análise completa)
48. Haiku Hands – Haiku Hands
“Haiku Hands é sinónimo de diversão e excessos com batidas intensas e ritmos acelerados.” (Link para a análise completa)
47. Mac Miller – Circles
“O mais impressionante foi ver Mac Miller a crescer com a música que produzia e perceber que a música sempre retribuiu o favor e foi crescendo com ele (…)” (Link para a análise completa)
46. Megan Thee Stalion – Good News
“Good News é, de facto, boas notícias para os fãs de rap com sonoridades mais clássicas e para os fãs de álbuns longos de qualidade.” (Link para a análise completa)
45. Laura Veirs – My Echo
“É objetivo e conciso, conjugado na perfeição com o talento vocal e multi-instrumental de Laura Veirs.” (Link para a análise completa)
44. Rose City Band – Summerlong
“Summerlong é um “One Man Show” que nos transporta numa viagem por extensos instrumentais que transpiram aquela psychedelic-rock clássico, com a voz fantástica de Johnson de complemento.” (Link para a análise completa)
43. The Weeknd – After Life
“Apesar de ser provido de vários êxitos que chegaram à rádio, After Hours é o trabalho mais equilibrado em nove anos.” (Link para a análise completa)
42. Taylor Swift – Evermore
“Evermore carimba, mais uma vez, os pontos fortes que elogiei em julho: a escrita, a produção composta por instrumentais orgânicos e, sobretudo, a predisposição de Swift no que nos transmite a cada música.” (Link para a análise completa)
41. Bruce Springsteen – Letter To You
“Depois de um regresso triunfante em 2019 com o álbum Western Stars, Bruce Springsteen é semelhante a um bom vinho e está de volta com mais um álbum de extrema qualidade.” (Link para a análise completa)
40. Bad Bunny – YHLQMDLG
“Podem organizar uma festa e, só com YHLQMDLG, têm uma hora de diversão assegurada.” (Link para a análise completa)
39. Hayley Williams – Petals For Armor
“Este álbum(…), é uma viagem consistente pelos pensamentos, vulnerabilidades e inseguranças que a artista foi acumulando ao longo dos anos (…)” (Link para a análise completa)
38. Jay Electronica – A Written Testimony
“Não se vêem álbuns de estreia de rappers com esta complexidade e qualidade de conteúdo (…)” (Link para a análise completa)
37. Dream Wife – So When You Gonna…
“Isto é o que acontece quando se junta talento e paixão: um álbum de qualidade que passa por todos os estados de espírito possíveis.” (Link para a análise completa)
36. Haim – Women In Music, Pt. III
“Todas as músicas têm potencial para serem hits, ainda que toquem em géneros muito distintos.” (Link para a análise completa)
35. Caribou – Suddenly
“O que é certo é que Snaith está constantemente a testar novas sonoridades (neste trabalho toca em blues/soul/indie pop) e consegue atingir um ponto na sua carreira muito interessante, onde não desilude quem já o acompanha há quase 20 anos.” (Link para a análise completa)
34. Adrianne Lenker – Songs
“De repente damos por nós na cabine junto a Lenker, enquanto esta nos narra histórias suas, na voz mais doce e tenra, acompanhada de uma melodia reconfortante.” (Link para a análise completa)
33. ChloexHale – Ungodly Hour
“É bom que Beyoncé não adormeça no “trono”, pois este duo chegou cheio de garra e ânsia por agarrar esta oportunidade e espremê-la ao máximo.” (Link para a análise completa)
32. Porridge Radio – Every Bad
“Os Porridge Radio adaptaram o seu som a um público mais mainstream, conseguiram ao mesmo tempo agarrar-se à estranheza própria que os caracteriza, não perdendo nenhum fragmento de identidade.” (Link para a análise completa)
31. Laura Marling – Songs For My Daughter
“As boas notícias é que Song For Our Daughteré o trabalho mais maduro da cantora até agora e a sua ternura e beleza é exatamente o que o mundo precisava neste momento.” (Link para a análise completa)
30. Soccer Mommy – Color Theory
“Com este álbum, Soccer Mommy, mostra um lado muito sombrio e desmotivado, mas sem nunca perder a ternura que a torna especial.” (Link para a análise completa)
29. Fontaines D.C. – A Hero’s Death
“A jovem banda de Dublin optou por aprofundar o seu conteúdo e sonoridade a um ponto transcendente onde reina a melancolia e nostalgia.” (Link para a análise completa)
28. Grimes – Miss Anthropocene
“Claire consegue tornar qualquer música em arte, encontrando beleza escondida nos beats mais agressivos.” (Link para a análise completa)
27. Don Bryant – You Make Me Feel
“Este tipo de música é mais do que arte. É contexto social, contacto com a realidade de uma época e experiência de vida.” (Link para a análise completa)
26. Marilyn Manson – We Are Caos
“Já lá vão quase 20 anos e Marilyn Manson (agora com 51 de idade) irrompe agora por estes tempos de loucura e confusão com um álbum bastante humano, recheado de doses de clareza, calma e de perdão.” (Link para a análise completa)
25. Georgia – Seeking Thrills
“É certo que a artista tem os genes para vingar neste género musical, mas também é preciso ser-se sagaz para saber usar os recursos disponíveis. Georgia tem essa sagacidade.” (Link para a análise completa)
24. J Hus – Big Conspiracy
“”Apenas ao segundo álbum, J Hus (de 23 anos) já é a maior promessa do Rap britânico. (Link para a análise completa)
23. Fleet Foxes – Shore
“Shore é um género de álbum de estreia para esta nova forma de encarar a vida por parte da banda e tem tudo para dar certo daqui para a frente.” (Link para a análise completa)
22. Creeper – Sex, Death & Infinite Void
“A ousadia contida neste álbum é impressionante, face a curta longevidade da banda.” (Link para a análise completa)
21. The Avalanches – We Will Always Love You
“We Will Always Love You é um álbum composto de forma peculiar, com ritmos distintos, mas que funcionam com bastante consistência, transformando este álbum numa viagem bastante prazerosa.” (Link para a análise completa)
“Não há muitas bandas célebres a conseguir este tipo de feito, o de se reinventarem ao fim de várias décadas de carreira.” (Link para a análise completa)
18. Another Sky – I Slept On The Floor
“O instrumental é complexo, imaginativo e denso, fazendo do Post-Rock o novo Pop.” (Link para a análise completa)
17. Rina Sawayama – Sawayama
“Apesar de eu ter um carinho especial pelo nu-metal puro, fica o desejo de ver o que vai resultar desta nova mistura com o pop.” (Link para a análise completa)
16. Sault – Untitled (Rise)
“De repente damos por nós a bater o pé, enquanto absorvemos as letras que cativam a reflexão sobre temas sensíveis.” (Link para a análise completa)
15. Tame Impala – The Slow Rush
“Mesmo com uma mudança abrupta de instrumentos chave, está aqui mais um álbum de extrema qualidade.” (Link para a análise completa)
“Enquanto o início é mais profundo e calmo, à medida que o espectáculo avança, Róisín presenteia-nos com ritmos dignos de uma festa que 2020 não nos permite participar.” (Link para a análise completa)
12. Yves Tumour – Heaven To A Tortured Mind
“Com Heaven to a Tortured Mind, Bowie parece ter encontrado um porto seguro onde pode abstrair-se de tudo o que o rodeia e concentrar-se em novos truques onde nenhuma emoção é de menos.” (Link para a análise completa)
11. Taylor Swift – Folklore
“Os anos passam e cada vez mais tenho certezas de que Taylor Swift é das artistas pop mais completas, talentosas e, sobretudo, inteligentes da atualidade.” (Link para a análise completa)
10. Moses Sumney – Grae
“Rico em conteúdo, diversidade de musicalidade e mais poderoso e ousado que o seu predecessor, Aromanticism.” (Link para a análise completa)
9. Glass Animals – Dreamland
“Tão fresco como um mergulho no mar naquela hora onde o sol está mais alto e tão prazeroso como a nossa bebida preferida, com a brisa fresca do mar a revitalizar-nos a alma.” (Link para a análise completa)
8. Perfume Genius – Set My Heart On Fire Immediately
“O álbum como um todo, não só é dotado de músicas que empregam uma simbiose entre a melodia e a melancolia incentivando à reflexão, como também de músicas onde os ritmos dançantes são predominantes e carregam consigo uma aura de dream pop puxando da vontade de bater o pé.” (Link para a análise completa)
7. Deftones – Ohms
“Após uma década de trabalho de desenvolvimento e exploração musical, os Deftones reinventam-se e continuam no auge, ao mesmo tempo que continuam a fazer justiça ao bom nome do Metal.” (Link para a análise completa)
6. Phoebe Bridgers – Punisher
““Doçura na tristeza” é, sem dúvida, a melhor forma de descrever Punisher, que tem o poder de encantar quem valoriza a escrita.” (Link para a análise completa)
5. Bob Dylan – Rough and Howdy Ways
“Dylan continua muito forte no que toca a produzir pedaços belíssimos de storytelling em forma de música, com a capacidade de ombrear com alguns dos seus maiores clássicos, gravados há mais de 40 anos.” (Link para a análise completa)
4. Run The Jewels – RTJ4
“RTJ4 surge em modo explosivo, desenvolvendo em crescendo com músicas dotadas batidas fortes e colaborações muito bem conseguidas, só fechando com uma bomba atómica.” (Link para a análise completa)
“Katie mostra estar mais confiante que nunca e em total controlo de Saint Cloud, num paralelismo poético com o controlo que tomou na sua vida.” (Link para a análise completa)
1. Fiona Apple – Fetch The Bolt Cutters
“Não é um álbum fácil de ouvir, porque é complexo quer na sua composição sonora, quer no teor das letras. Mas se o explorarem devidamente e dedicarem tempo a compreender as mensagens por detrás dele, vão perceber que a genialidade associada a Fiona Apple não é obra do acaso.” (Link para a análise completa)
Agora que as doses já chegaram ao nosso país e que o processo de vacinação vai começar, importa, mais do que nunca, esclarecer todas as questões relacionadas a este importantíssimo processo.
Para isso, o Governo acaba de disponibilizar à população um portal dedicado ao processo de vacinação contra a COVID-19. “A vacina é eficaz?”, “a vacina é segura?”, “quais os diferentes tipos de vacina que serão administradas em Portugal” ou “quais os grupos prioritários?” são alguns exemplos das perguntas para as quais encontram respostas.
Recorde-se que toda a gente terá direito à vacina, no entanto, foram definidos grupos prioritários por estarem mais vulneráveis à COVID-19.
Assim, estas serão as fases:
Fase 1 (a partir de dezembro de 2020): Profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados a doentes; profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos; Profissionais e residentes em Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e instituições similares; Profissionais e utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI);
Fase 1 (a partir de fevereiro de 2021): Pessoas de idade ≥50 anos, com pelos menos uma das seguintes patologias: Insuficiência cardíaca, Doença coronária; Insuficiência renal (Taxa de Filtração Glomerular <60ml/min); (DPOC) ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração;
Fase 2 (a partir de abril de 2021): Pessoas de ≥65 anos (que não tenham sido vacinadas previamente); Pessoas entre os 50 e os 64 anos de idade, inclusive, com pelo menos uma das seguintes patologias: Diabetes, Neoplasia maligna ativa; Doença renal crónica (Taxa de Filtração Glomerular > 60ml/min); Insuficiência hepática; Hipertensão arterial; Obesidade; Outras patologias com menor prevalência que poderão ser definidas posteriormente, em função do conhecimento científico;
Fase 3 (em data a determinar após a conclusão da segunda fase): Toda a restante população elegível, que poderá ser igualmente priorizada.
Está para começar uma nova era no mundo dos smartphones.
Há alguns meses, antes sequer de a Apple o oficializar, já se falava que os novos iPhone 12 não iriam trazer carregador na caixa. Tal veio a confirmar-se, obrigando novos utilizadores a adquirir carregadores (em caso de não terem nenhum, claro), quando a marca da maçã justificou esta decisão com fatores ambientais.
Pouco após o anúncio, a Samsung gozou com a Apple, realçando que os seus smartphones traziam tudo incluído, o full package, por assim dizer. Curiosamente, a sul-coreana apagou recentemente esses posts nas redes sociais, o que pode indicar o iminente anúncio de que os novos Galaxy S21 também não irão incluir carregador na caixa de venda.
Agora, após terem surgido imagens que mostravam a caixa de venda do Mi 11, próximo topo de gama da Xiaomi, pouco maior que a do iPhone 12, é a própria marca chinesa a confirmar que, de facto, este novo smartphone irá seguir as pisadas da Apple.
Esta decisão da marca foi explicada na rede social chinesa Weibo, onde justifica proteção ambiental, alegando que, hoje em dia, toda a gente tem alguma carregador em casa pronto a ser utilizado.
Em relação ao smartphone em si, promete ter um belíssimo ecrã (até porque supostamente é bastante dispendioso a fabricar) e, também, sensores fotográficos que irão impressionar. O Xiaomi Mi 11, a ser apresentado oficialmente na próxima segunda-feira, dia 28 de dezembro, e que terá, também, uma versão Pro, será o primeiro dispositivo com o novo processador Qualcomm Snapdragon 888.
Para muitos, a noite de Natal representa a companhia da família, boa comida à mesa, e claro, algum presente. Mas e porque não dois miminhos adicionais? É essa a oferta de Four Tet, projeto do britânico Kieran Hebden, que lançou dois novos álbuns na noite de Natal.
Parallel e 871 estão, assim, disponíveis nas plataformas do costume, e são discos que sucedem a Sixteen Oceans, lançado em março deste ano. Feitas as contas, Four Tet lançou três álbuns de estúdio este ano. É obra.
A suspensão dos encontros sociais e a proibição das aglomerações, por causa da pandemia da covid-19, deixaram de ser motivo para celebrar festividades ou os aniversários dos nossos amigos. Mas isso não quer dizer que as celebrações tenham obrigatoriamente de acabar.
A Portuguese Craft Beer (PCB), empresa do humorista João Seabra, com sede em Braga, que detém as marcas de cerveja artesanal Alma e Amphora, criou diversos packs de cerveja que podem ser enviados para a casa dos nossos amigos com uma dedicatória personalizada.
É que, apesar dos packs da Alma e da Amphora terem sido exclusivamente preparados para este Natal, o sucesso foi tão grande que o produto veio para ficar.
Assim, os packs que estão disponíveis na loja online da PCB transformaram-se num novo produto que permite, por exemplo, celebrar um aniversário ou qualquer outra data importante, oferecendo às amigas e aos amigos o prazer de saborear uma boa cerveja artesanal com uma dedicatória especial.
Os packs, que integram uma “giftbox” personalizável e contemplam diversas quantidades de cervejas Alma ou Amphora, podendo ter entre 2 a 12 garrafas de cerveja, têm preços entre os 9,99€ e os 25.90€. A Portuguese Craft Beer garante a entrega no local indicado num prazo até três dias úteis após a realização da encomenda online.
Melhor de tudo? As compras permitem pontos de fidelização que são convertíveis em descontos nas encomendas posteriores.
Poucos foram os lançamentos em dezembro, como era de prever. No entanto, houve surpresas agradáveis.
Chegamos ao último mês do ano e cumpre-se, mais uma vez, a tradição entre todos os meios que fazem tops anuais de álbuns e músicas: lançados sem contabilizar os álbuns de dezembro. Tudo bem que há aquela política de incluir os trabalhos nos tops do ano seguinte, mas, apesar de ser aceitável na teoria, é algo que quase nunca acontece na prática.
Pessoalmente prefiro aguardar mais umas semanas pelos lançamentos que, por norma, saem apenas no início do mês e lançar os tops na altura do Natal (coisa que tenho feito desde 2012). Este ano não vai fugir à regra, e ainda bem, que o mês de dezembro trouxe “top 50 material”. Podem rever os essenciais de Novembro aqui.
Quero também fazer justiça a um trabalho que só apanhei depois de publicar o artigo de álbuns essenciais relativo ao mês em causa, que foi Untitled (Rise), lançado em setembro pelos Sault. É por aí que vou começar.
Untitled (Rise) é um filho de setembro que só chegou aos meus ouvidos no mês seguinte por distração, quando já tinha o artigo de essenciais do mês em causa publicado. Posto isto, optei por guardá-lo para o final do ano ao invés de o introduzir à posteriori, uma vez que, desta forma, tem a devida atenção que merece, visto que é um álbum fantástico.
O que os Sault começaram em junho com “Untitled (Black Is)” completaram em setembro com este trabalho, que conseguiu ser superior ao anterior. Enquanto Black Is foi um álbum de choque, com bastante simbolismo e uma mensagem forte que despontou graças ao assassinado de George Floyd, Rise conseguiu otimizar a intenção, conseguindo conjugar a força da mensagem com o poder dos ritmos e batidas.
De repente damos por nós a bater o pé, enquanto absorvemos as letras que cativam a reflexão sobre temas sensíveis. Em 2020, face ao rumo que o ano tomou a nível racial, é o placement perfeito para este álbum.
Outro ponto forte do álbum é que consegue combater (em parte) o bombardeamento que levamos dos media para provocar as massas, bem com os extremistas defensores da causa, que lhe fazem pior do que melhor de cada vez que falam. Ao contrário desses defensores, os Sault usam a sua voz para chamar à atenção da problemática com ponderação, respeito e fundamento.
Isto tudo para concluir que o combate ao racismo é fundamental, mas o ódio nunca deve ser combatido com ódio, porque erros não se corrigem com erros, nem se deve tentar equilibrar a balança colocando o peso todo de um só lado.
Esta parceria entre Kacy & Clayton e Marlon Williams funcionou surpreendentemente bem e Plastic Bouquet é um álbum que, apesar de lhe faltar algo, é bastante promissor para a carreira da dupla.
Enquanto Kacy & Clayton puxam pelo melhor do Folk que tão bem os caracteriza, Marlon dá um toque Country, tornando este trabalho tão orgânico como o fruto de uma árvore intocada na natureza.
Há semelhanças com Angel Olsen na voz de Kacy um pouco por todo o álbum, dando uso ao eco aquando da sua gravação, que a torna mais espantosa. Em muitas das vezes, Clayton emprega também os seus vocais de forma convincente, trazendo profundidade e frescura às música (faz lembrar Antony Hegarty, pontualmente). Em relação à sonoridade da banda, há uma aura de Fleetwood Mac, que promete bastante a longo prazo.
O mítico ex-membro dos lendários The Beatles voltou a criar música e, sinceramente, já não me lembrava de algo tão bom produzido por este.
McCartney III surge 40 anos depois de McCartney II e é o último álbum de 2020 filho do isolamento pandémico pelo qual milhares de músicos passaram por todo o mundo. Paul McCartney junta-se, assim, ao clube de músicos que sacaram um coelho da cartola em plena pandemia.
Em relação ao álbum em si, é um trabalho vanguardista e moderno. Ainda que algo experimental, consegue ser bastante cativante e criativo, e o facto de ser obra de alguém na casa dos 80 anos ainda mais fascinante o torna. Nunca é tarde de mais para experimentar algo novo!
Nightmare Vacation é agressivo, mas poderoso. É explícito, mas sincero. É sujo ao ponto de ser despreocupado com quem vai agradar, mas tem o poder de colocar qualquer um a vibrar efusivamente ao ritmo das batidas.
No ano passado, Rico Nasty lançou Anger Management (a sua 7ª mixtape), que deixou claro o nível em que a rapper se encontrava. Agora, com o seu álbum de estreia, não restam dúvidas do talento de Maria-Cecilia Kelly, em muito amplificado pela sua energia contagiante.
Incrível. É a palavra que melhor caracteriza Taylor Swift este ano.
A artista continua a dar e dar e, à medida que os anos passam, o conteúdo melhora de forma considerável.
Este ano tivemos Folklore, em julho, e, já em dezembro, de surpresa, Swift anunciou que ia lançar o seu segundo álbum. Para ser sincero, estava a contar com uma colectânea de restos de Folklore, mas se são restos não se nota nada, pois Evermore está quase ao nível do seu predecessor.
Evermore carimba, mais uma vez, os pontos fortes que elogiei em julho: a escrita, a produção composta por instrumentais orgânicos e, sobretudo, a predisposição de Swift no que nos transmite a cada música.
Taylor Swift é, sem dúvida, uma artista completa, madura e pronta a elevar-se a um nível sublime na indústria musical. Isto é entusiasmante, na medida em que oferece novas abordagens musicais aos fãs de longa data, que a começaram a seguir pelo Pop adolescente, aculturando-os. Contudo, também abre a porta a fãs de música sem purpurinas, que podem redescobrir a artista numa faceta praticamente irrepreensível.
Uma coisa é certa: 2020 é, de longe, o ano de ouro da carreira de Taylor Swift!
Quem conhece o trabalho de The Avalanches já sabe o que esperar. Quem não conhece fica a conhecer rápido pelo sentimento de familiaridade com as sonoridades do álbum. Isto porque a banda australiana, com bases de música electrónica, recorre bastante a samples de trabalhos de outras bandas. A magia no meio disto é o trabalho de distorção aplicado nos samples escolhidos, criando um som cósmico.
We Will Always Love You é um álbum composto de forma peculiar, com ritmos distintos, mas que funcionam com bastante consistência, transformando este álbum numa viagem bastante prazerosa. As colaborações enriquecem a complexidade do álbum, conferido um toque próprio às músicas associadas.
Só para terem uma ideia, eis uma lista de alguns dos artistas envolvido: Blood Orange, Leon Bridges, Neneh Cherry, Denzel Curry, Rivers Cuomo, Jamie xx, Mick Jones, Johnny Marr, MGMT, Sampa the Great e Kurt Vile.
É, sobretudo, por isto que considero este trabalho dos The Avalanches a última grande surpresa de 2020. É por álbuns como este que decidi incluir o adjetivo “essencial” nesta minha rubrica que começou este ano e fico extremamente feliz que seja este álbum a fechá-la.
Classificação do álbum: ★★★★★
Músicas a ouvir:
We Will Always Love You
The Divine Chord
Interstellar Love
We Go On
Wherever You Go
Take Care In Your Dreaming
Gold Sky
Running Red Lights
Mais do que o cansaço por ter ouvido milhares de novas músicas ao longo de 2020 (é, de facto, exaustivo ter aquela obrigação de ouvir dezenas de álbuns novos por semana), fica a felicidade por ter encontrado centenas de músicas que me marcaram, mexeram com o meu estado de espírito, serviram de companhia ou ficaram associadas a momentos importantes da minha vida (fossem eles felizes ou nem por isso).
Para além disso, tornou-se ainda mais gratificante, pelo simples motivo de ter partilhado todos este álbuns convosco e, de certa forma, relembrar-vos que artistas que gostam continuam a produzir música (ainda que já não passem na rádio), ou mostrar-vos novos artistas que se enquadram com o vosso gosto musical, mas que não faziam ideia que iam gostar.
Olho para o meu papel como “filtro”, que reune uma seleção de álbuns de inúmeros artistas dentro dos mais variados géneros, num simples artigo. Espero que de certa forma, pelo menos uma vez, tenha conseguido transmitir-vos a minha felicidade e paixão para com a música. Se o fiz, missão cumprida!
Falamos para o ano. Obrigado a todos que seguiram as minhas sugestões de 2020!
Mas só para modelos comercializados a partir de 2018, ou seja, com o sistema operativo Tizen 4.0.
Na semana passada, referimos aqui no Echo Boomer que a OPTO, serviço de streaming da SIC, ia muito em breve ganhar uma app nas smart TV da Samsung e LG, pois era algo que estava em fase de aprovação nas stores respetivas. Pois bem, e pelo menos para os televisores Samsung, essa aplicação já está disponível desde esta quarta-feira, dia 23 de dezembro.
Assim, quem possui uma smart tv da Samsung com Tizen 4.0 ou superior, o que equivale à maioria dos modelos comercializados desde 2018, pode desde já fazer download da aplicação.
Anteriormente, a SIC tinha dado uma informação errada ao avançar que a OPTO estaria disponível para smart TV vendidas a partir de 2015. Mas não vai ser esse o caso, pelo que só mesmo modelos mais recentes terão a plataforma disponível.
Quanto às smart TV da LG, é mesmo questão de esperar mais uns dias.
A OPTO foi lançada no passado mês de novembro e tem duas modalidades disponíveis: a gratuita, muito limitada, e o plano premium (3,99€/mês ou 39,99€/ano) que dá acesso a todo o catálogo do serviço, incluindo os programas exclusivos. Os membros pagantes também não “levam” com publicidade e podem assistir às antestreias de novos episódios das novelas da SIC na véspera de serem emitidos na televisão.
Uma apresentação em Full HD. Os bilhetes já estão à venda.
Foi em setembro de 2017, no histórico Nippon Budokan, em Tóquio, que os Dream Theater gravaram um concerto para a posterioridade. O espetáculo, integrado na tour Images, Words & Beyond (que fez a banda dar um concerto no Coliseu do Porto), que serviu precisamente para celebrar o 25º aniversário do disco Images And Words, nunca foi disponibilizado ao público, a não ser para os fãs japoneses.
Muito em breve, todos nós, exceto aqueles que se encontrem na China, vamos trer a oportunidade de assistir via streaming a este concerto. Quer isto dizer que este espetáculo nunca antes transmitido a nível mundial vai finalmente pode ser desfrutado por todos os fãs dos Dream Theater ao redor do globo.
A transmissão acontece no próximo dia 30 de janeiro, à meia noite, e os bilhetes já estão à venda por 16 dólares, cerca de 13€. Caso comprem a vossa entrada, não estranhem se não receberem nada no email. É que o bilhete virtual com o vosso código de acesso só será enviado três horas antes da transmissão do concerto acontecer.
A acontecer, será uma “limited series” com exibição no HBO Max.
Em julho passado surgiram notícias que davam conta de um reboot da série In Treatment. Já este mês falámos aqui no Echo Boomer de um revival de True Blood. Agora, e para completar este leque, surgem detalhes que dão conta de que a muito popular série Sex and the City pode estar em vias de regressar.
Quem o diz é o site Page Six, cuja informação foi mais tarde confirmada pelo Deadline, referindo que este reboot irá contar com poucos episódios a serem exibidos no HBO Max. Mas nem todas as protagonistas estarão de volta.
Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis estão, ao que tudo indica, interessadas nesta reunião. Mas esse não é o caso de Kim Cattrall, que teve uma disputa com Parker há uns anos e, como tal, não está interessada em partilhar o mesmo espaço que a sua ex-colega. Aliás, diz-se que foi devido a esse motivo que um terceiro filme nunca viu a luz do dia.
Porém, e mesmo sem Cattrall, este reboot deverá mesmo avançar. Em setembro passado, Sarah Jessica Parker disse ao Entertainment Tonight que estaria interessada em fazer alguns episódios da série.
Sex and the City, escrita por Darren Star e baseada no livro de Candace Bushnell, teve um total de 94 episódios, divididos por seis temporadas, em exibição entre 1998 e 2004. Seguiram-se dois filmes, um em 2008 e outro em 2010.
Por cá, todas as temporadas estão naturalmente disponíveis na HBO Portugal.
The Mandalorian continua com uma narrativa episódica e repleta de ação numa temporada com bastante fan-service.
Sinopse:“Mando (Pedro Pascal) e The Child continuam a sua jornada, enfrentando inimigos e reunindo aliados enquanto atravessam uma galáxia perigosa na era tumultuada após o colapso do Galactic Empire.”
*** Artigo SEM SPOILERS para a SEGUNDA TEMPORADA, mas pode abordar SPOILERS da PRIMEIRA TEMPORADA ***
2019 foi, provavelmente, um dos anos mais antecipados de todos os tempos no que toca ao cinema e televisão. Conclusões épicas a sagas que marcaram o género (Avengers: Endgame, The Rise of Skywalker); a temporada final da maior série de TV de sempre (Game of Thrones); dois dos remakes live-action mais hyped da Disney (The Lion King, Aladdin); o fim da trilogia de M. Night Shyamalan (Glass); o inevitável Joker; e tantos outros filmes ligados a universos cinematográficos, franchises ou algum tipo de fonte original com um enorme fandom. Era impossível que todos ficassem super satisfeitos com todos os resultados. Tive algumas desilusões, mas, honestamente, a maior parte do ano até cumpriu, ou superou, as minhas expetativas insanamente elevadas.
Pouco antes do fim do ano, e ainda antes da última parcela da Saga Skywalker, estreou a série The Mandalorian no Disney+. É seguro escrever que a grande maioria de uma fanbase cada vez mais tóxica (que me fez parar de conversar sobre uma saga que amo tanto) adorou esta série, algo que acreditava ser um sinal de que 2020 seria outro ano incrível… até que uma pandemia global emerge e, de repente, estamos todos presos em casa sem filmes para assistir. A maioria dos filmes e séries mais esperados do ano foram adiados ora para 2021, ora para 2022, e os debates “cinema vs. streaming”, “experiência de cinema vs. visualização em casa” nunca tiveram tanta gente a discutir.
Este prólogo serve para estabelecer que, embora tenha tido imensa sorte em ter acesso a muitos filmes, 2020 não deixou de ser um ano desapontante, vazio e desinspirado para mim. Olhando para a lista original dos meus filmes mais antecipados de 2020, só consegui ver sete dos quinze filmes que estava realmente entusiasmado para ver, um deles em casa (Mulan). No entanto, saber que teria a segunda temporada de The Mandalorian no final do ano fez-me sentir confiante para a conclusão de um ano tão terrível…
O meu único problema com a temporada de estreia foi a falta de uma história central que ligasse tudo. Parecia uma aventura episódica sem consequências reais, algo com o qual não me importo, desde que todos os capítulos tenham o seu próprio entretenimento. Nem todos os produtos de Star Wars precisam de ter uma quantidade absurda de emoção. Na verdade, recebo com prazer uma produção mais simples e direta com personagens aleatórias apenas a viajar pela galáxia tentando sobreviver. The Mandalorian conquistou-me com um protagonista incrivelmente convincente e um bebé encantador, mas desejava algo mais dos novos oito episódios.
Sem spoilar nada, é uma temporada com bastante “fan-service”. Em relação a este assunto, não me importo com fan-service, desde que faça sentido na narrativa e que não seja avassalador ou muito “na cara”, claro. Analisando os episódios, não sinto que estes momentos foram forçados, incompreensíveis ou ilógicos. Na minha opinião, o melhor episódio desta temporada é Chapter 13: The Jedi, que traz de volta uma personagem favorita dos fãs de outra fonte de Star Wars. Não olho para tal como fan-service, pois a história leva o protagonista a esse encontro, tal como outros tantos ao longo da temporada. Dito isto, tenho que elogiar a ação exibida em cada capítulo.
Com sete realizadores diferentes (Peyton Reed comandou dois episódios, um deles o final), é, no mínimo, surpreendente, a forma como fiquei constantemente boquiaberto com cada episódio. Desde o fantástico trabalho de câmara (Barry “Baz” Idoine, Matthew Jensen, David Klein) até à banda sonora fenomenal e viciante (Ludwig Göransson), a Disney oferece o seu excelente valor de produção à série sem qualquer restrição (exceto um detalhe específico do final). The Mandalorian parece, e dá, a sensação de ser muito mais cinemático do que muitos grandes filmes por aí fora, e nunca terei palavras suficientes para fazer justiça a todos os departamentos técnicos envolvidos neste projeto de televisão tão deslumbrante.
A cara de Pedro Pascal permanece escondida durante a maior parte da temporada, tirando alguns momentos adequados e justificados. No entanto, o trabalho de voz de Pascal é mais impactante do que as pessoas pensam, assim como os seus movimentos físicos distintos. Tantos espetadores importam-se imenso com uma personagem cujo rosto raramente é visível em dezenas de episódios… é uma conquista brutal de Jon Favreau, que escreve a maior parte dos argumentos. Muitas personagens novas (algumas familiares) aparecem e todos os atores interpretam o seu papel na perfeição, especialmente Rosario Dawson e Katee Sackhoff. Giancarlo Esposito é definitivamente assustador como Moff Gideon, mas, infelizmente, o seu tempo de ecrã é surpreendentemente limitado, levando-me ao meu principal problema com esta temporada.
Apesar da adição de novas personagens e de um foco maior no desenvolvimento de um enredo central, ainda existem muitos componentes filler. Todos os episódios colocam Mando um passo mais perto de completar a sua missão principal (entregar The Child em segurança a alguém da sua espécie), mas há pelo menos dois episódios que parecem muito inconsequentes. Entendo que Favreau e companhia estão a divertir-se com esta temporada e realmente acredito que todos os capítulos são, pelo menos, “bons”, enquanto que alguns são mesmo “muito bons”, algo que não consigo afirmar sobre a última temporada (Chapter 5: The Gunslinger continua a ser o pior da série). No entanto, o nível e as minhas próprias expetativas são ainda maiores neste momento, o que significa que ainda precisam de aperfeiçoar a sua estrutura de storytelling para fazer todos os capítulos valerem a pena.
Como mencionei acima, Chapter 13: The Jedi é o meu favorito desta temporada e só “gosto” de dois episódios, mas, como em todos os outros filmes/séries, o final tem de ser espetacular. Em termos de ação, repleta da mesma e super entusiasmante.
Em relação às personagens, quase todas oferecem uma ajuda útil. A história, bem… emocionalmente, atinge os altos níveis que requeria. É um final cheio de tensão e suspense, mas também com uma cena genuinamente emocionante e indutora de lágrimas. No entanto, um momento “Deus Ex-Machina” com um face replacement horrível, embaraçoso e angustiante, arruína parcialmente uma conclusão excecional. É uma pena, pois realmente afetou-me de uma maneira negativa, mas longe de estragar o amor que tenho por esta temporada.
Sendo assim, a segunda temporada de The Mandalorian continua a narrativa de estilo episódico da sua temporada de estreia, mas com um foco admitidamente mais significativo no desenvolvimento de um arco central. Todos os capítulos encontram-se repletos com ação de fazer cair o queixo, visuais deslumbrantes e uma banda sonora ridiculamente viciante. Não contenho palavras suficientes para elogiar adequadamente os impressionantes atributos técnicos que transformam esta série numa experiência cinematográfica tão incrível.
Jon Favreau e a sua equipa de realizadores talentosos entregam episódios notavelmente bem dirigidos, mas a estrutura de storytelling necessita de calibração para evitar alguns dos elementos filler. Apesar da temporada que mais tenta agradar à comunidade (que acabou por levar a um momento tecnicamente embaraçoso e terrível no final), a narrativa nunca força pontos do enredo inexplicáveis, seguindo um caminho consistente e sempre cheio de entretenimento que permite a adição entusiasmante de personagens favoritas dos fãs. Com Pedro Pascal como o protagonista convincente e The Child como parceiro irresistivelmente adorável, mal posso esperar pela terceira temporada!
O ambicioso jogo de simulação de aviação da Microsoft acabou de receber mais uma atualização para os jogadores de PC, adicionando mais uma camada imersiva às suas viagens pelos céus.
Antes de chegar às consolas, Microsoft Flight Simulator, na versão PC, pode agora ser jogado em realidade virtual. E o melhor de tudo é que é compatível com praticamente todos os headsets certificados com Windows Mixed Reality, como headsets da Oculus, da Valve, HTC, HP e muitos mais.
Com os capacetes de realidade virtual, os jogadores vão poder combinar a jogabilidade com os diferentes tipos de controlo, como teclado e rato, comando e os controlos de simulação, como joysticks e HOTAS.
Esta implementação chega com novas opções de acessibilidade exclusivas, onde os jogadores poderão colocar elementos de informação onde quiserem no seu campo de visão, com atalhos e novas formas de interação.
A atualização VR para Microsoft Flight Simulator é gratuita e está disponível para PCs Windows 10, Xbox Game Pass para PC e para quem adquiriu o jogo na Steam.