Para já, somente funciona em Lisboa, Porto e Braga.
Quantas e quantas vezes não desejámos, pelo menos aos fins de semana ou dias de folga, ter um daqueles pequenos-almoços bem compostos que costumamos encontrar nos hotéis? Ois bem, chegou o serviço que vem providenciar isso mesmo.
A ideia do BreakfastAway, tal como o nome deixa antever, é precisamente o facto de levar até casa dos clientes uma experiência de pequeno-almoço de hotel. Desde vários tipos de pão, croissants, compotas, queijos, iogurtes, panquecas, Nutella, ovos mexidos, bacon, entre outros produtos, esta plataforma online apresenta basicamente tudo aquilo que costumam encontrar numa unidade hoteleira.
O funcionamento é simples. Começam por ir ao site e clicam no botão “Quero Encomendar”. Indicam a morada, agendam o dia e hora e, a partir daí, é escolher o menu que vos interessa.
Existem, ao todo, 14 menus diferentes, sendo que os preços vão desde os 17,90€ aos 32,90€. Tudo depende dos produtos incluídos. Já nas bebidas, poderão optar por café, café com leite, leite ou chá.
É ainda possível adicionar extras, como pastéis de nata, Bolas de Berlim (exclusivo Porto), QueQues (exclusivo Braga) e Bolachas de Manteiga (exclusivo Braga).
Sim, não são os preços mais convidativos, até porque é perfeitamente possível arranjar experiências de brunch por 15€, mas, em tempo de pandemia, esta é capaz de ser a solução mais próxima que conseguem arranjar.
Outra particularidade da BreakfastAway é o facto de permitir oferecer um pequeno-almoço a alguém, pelo que podemos surpreender aquela pessoa mais especial. Pode servir, também, para uma determinada empresa oferecer o pequeno-almoço aos seus funcionários.
O único senão? Para já, a BreakfastAway somente faz entregas em Lisboa, Porto e Braga, mas a expansão para outras regiões está em curso.
No arranque deste ano, quatro cientistas portugueses do Instituto de Medicina Molecular lançaram uma campanha de informação no YouTube que visa clarificar as dúvidas existentes relativamente às vacinas contra a COVID-19. A ideia é de dois imunologistas, um virologista e um parasitologista – Bruno Silva Santos, Luís Graça, Miguel Prudêncio e Pedro Simas – que, desta forma, respondem às questões existentes de forma simples e clara.
Uma vez que as redes sociais, que tanta gente usa, são profícuas a espalhar desinformação, os cientistas viram neste canal uma forma de informar corretamente a população. Assim, pretende-se dar confiança a todo este esforço que está a ser feito relativamente às vacinas, pois só assim será possível controlar a pandemia.
Questões como “Como foi possível desenvolver uma vacina para a COVID-19 tão depressa?”; “A vacina para a COVID-19 é segura?”; “A vacina para a COVID-19 permitirá devolver a normalidade às nossas vidas?”; “Devo vacinar-me para a COVID-19?” são alguns dos tópicos abordados nos vídeos disponíveis no canal de YouTube.
Em entrevista à SIC, Luís Graça, um dos responsáveis pela ideia, disse que o feedback tem sido ótimo e que, por causa disso mesmo, estão já a preparar várias parcerias com outras entidades para que esta campanha de informação chega a tanta gente quanto possível.
Ainda se lembram dos Óscares de 2019? Parasite arrecadou quatro Óscares e trouxe, novamente, o cinema coreano para a ribalta.
Foto de: Myke Simon (Unsplash)
Numa altura em que a pandemia obriga os portugueses a um novo confinamento, apresentamos uma seleção de seis filmes coreanos lançados em 2020 para que possam ocupar os vossos tempos livres à frente do ecrã.
Time to Hunt
Três jovens, desesperados por dinheiro, planeiam um golpe numa casa de jogos local. Entram, gesticulam com uma ou duas armas e pegam o dinheiro – simples, certo? Bem, não exatamente.
A ação decorre numa Coreia distópica, onde as drogas e as armas estão na ordem do dia, com o filme a, eventualmente, revelar as consequências do roubo. O grupo tem um assassino no seu encalço que procura a vingança do roubo. Porém, ele não procura o dinheiro. Sem saber, os jovens roubaram um monte de gravações que têm grande valor para determinadas pessoas.
Time to Hunt (Hora de Caça em português) é um thriller repleto de ação, com muitas voltas e reviravoltas ao longo do caminho. A estreia do filme ocorreu no 70º Festival Internacional de Cinema de Berlim e foi o primeiro filme coreano na história a aparecer na secção especial da Berlinale. Uma conquista impressionante!
The Man Standing Next
Baseado no escândalo político Koreagate, este drama mostra membros da KCIA num jogo político para chegar ao poder. Lee Byung-hun – alguns fãs devem lembrar-se das suas apostas altas em grandes casinos – assume riscos calculados no papel do protagonista Kim Gyu-pyeong, ao lado de Lee Sung-min, que representa o presidente Park.
Os fãs de séries ao estilo de House of Cards vão adorar as intrigas e tramas, bem como algumas das atuações excelentes de The Man Standing Next. A qualidade do filme reflete-se na conquista de quatro prémios nas cerimónias de Chunsa e Baeksang e as receitas de bilheteira ultrapassaram os 30 milhões de dólares americanos. Ao realizador Woo Min-ho augura-se um futuro promissor… quanto a vós, porque não dispensar duas horas neste confinamento para ver este filme?
Steel Rain 2: Summit
O que aconteceria se três líderes mundiais fossem sequestrados pela mesma ‘quadrilha’? Este é o ponto de partida de Steel Rain 2: Summit, o sucessor de Steel Rain.
Os dois atores principais da primeira longa-metragem mantêm-se no elenco. Porém, desta vez eles trocam de lado: Jung Woo-sung interpreta um sul-coreano e Kwak Do-won representa o seu homólogo norte-coreano. O que se segue é o caos, com muita ação, gritos e ainda mais ação.
Embora o enredo possa parecer um pouco irreal, os espectadores são convidados a assistir a uma aventura repleta de excelentes atuações.
Heaven: To the Land of Happiness
Quando Im Sang-soo iniciou este projeto, o realizador originalmente pretendia que este filme fosse um remake de Knockin ‘on Heaven’s Door, um filme alemão da década de 90. No entanto, após algum tempo, decidiu mudar o enredo e fazer o seu próprio guião, resultando num filme completamente diferente.
O resultado são 100 minutos divertidos com dois homens a embarcarem na busca pela felicidade. Choi Min-sik tem um papel de destaque e presenteia os fãs com mais uma excelente atuação após o seu sucesso em Forbidden Dream.
O filme foi exibido no Festival de Cannes 2020, onde recebeu ótimas críticas – sempre um bom sinal de que é um filme que merece a nossa atenção!
Hero
Hero é um conto que gira em torno do movimento da independência coreana e mostra a situação de An Jung-Geun, um lutador pela liberdade que tem um memorial em seu nome, e Seol-Hee, uma ex-dama de companhia da Rainha Myeongseong. Ambos contribuem para a causa de uma maneira especial, culminando num final emocionante.
Uma vez que o filme é uma adaptação de um musical de palco, a música desempenha um papel importante e a maior parte das cenas é acompanhada por uma banda sonora portentosa. O filme baseia-se em eventos históricos, o que torna a história ainda mais impressionante e vos fará torcer ainda mais pelas personagens do filme. Recomenda-se a sua visualização, sem dúvida alguma.
The Closet
Ha Jung-woo não é propriamente conhecido pelos seus papéis em filmes de terror. A carreira do ator, nascido em Seul, abrange vários géneros, incluindo ficção, comédia romântica e thrillers – contudo, filmes de terror nunca foram a sua praia.
The Closet foi um ótimo filme para Jung-woo estrear-se nesta categoria. Quando a filha da sua personagem (Sang-won) desaparece sem qualquer aviso, ele aproxima-se de um homem estranho que afirma estar na posse das respostas para tal mistério. E assim começa uma montanha-russa de emoções e terror quando a busca começa.
A CJ Entertainment e Jung-woo estão a demonstrar ser uma grande equipa após o grande sucesso de Ashfall (2019). The Closet veio confirmar que os prémios de Ashfall não foram um acaso.
Agora, com a necessidade de confinar para combater a pandemia, podem aproveitar o tempo livre e pôr o cinema coreano em dia. A tradição do grande cinema coreano está bem viva e promete continuar a surpreender!
Progressão e carreira desapontantes num jogo de corridas divertido.
Após alguns adiamentos, MXGP20 foi lançado a 18 de dezembro. No entanto, só chegou às consolas de nova geração já em 2021.
O motocross é um desporto motorizado que tanto pode encantar como passar despercebido. De onde venho, o motocross é uma “doença” partilhada por muitos, sendo até difícil ignorar para aqueles que não são aficcionados. Isto porque Águeda tem um dos circuitos incluídos no calendário do Mundial de Motocross (Crossódromo Internacional de Águeda), sendo inclusive considerado um dos melhores crossódromos a nível mundial, recebendo 25 mil fãs do desporto por ano.
Em MXGP 20, posso garantir que o circuito está bem caracterizado, quer a nível de paisagem de fundo (que sofreu algumas mudanças ao longo dos últimos anos), quer nos detalhes da pista, que são espantosos. Para além de o de Águeda, há mais 19 circuitos (com quatro tipos de terreno distintos) e 68 riders.
A interface dos menus do jogo é relativamente simples, bem como a diversidade dos modos disponíveis, que são bastante escassos. Enumerando-os: Career, Quick Modes (Time Attack, Grand Prix ou Championship), Playground, Multiplayer e Customização.
Enquanto nos Quick Modes é permitido optar por correr pelos melhores tempos, participar num grande prémio ou até embarcar num campeonato – podendo ser este baseado no calendário oficial ou com o calendário personalizável (o que confere um leque bastante completo a quem está a jogar) – o modo de carreira deixa um bocado a desejar.
A par de Tennis World Tour 2, este jogo tem o modo carreira mais básico que já vi. A única diferença para o Championship (em Quick Modes) é haver a opção de escolher um contrato, desbloqueando bónus melhores com base no nível do jogador no jogo (nível esse que pode ser subido nos Quick Modes), e poder consultar a tabela classificativa do campeonato. Para além disso, é possível personalizar a mota e equipamento do vosso avatar, alterar as definições relativamente ao realismo da física da mota e dificuldade de jogo. Mas isto não são propriamente funcionalidades exclusivas do modo carreira.
Para ser franco, fiquei muito desapontado. Quem quer viver um bocado a magia da motocross vai ficar desiludido, visto que não há nenhuma finalidade de progressão para além de ganhar o campeonato. Não há história, não há quaisquer game changers, nem animações que criem envolvimento. Se fosse dado controlo sobre a equipa com a qual assinamos contrato e instalações/mecânicos, fossem introduzidos meios jornalísticos e houvesse alguma finalidade estatística para além de somente ser campeão no final, provavelmente o modo Career ganhava outro brilho. A integração do Playground, que vou falar já de seguida, e restruturação do mesmo para funcionar de forma semelhante ao The Neighbourhood/The City (NBA 2K), poderia trazer mais ânimo e dinamismo a este modo.
O Playground é uma zona relativamente grande baseada na paisagem dos fiordes Noruegueses. É um género de Sandbox para os jogadores andarem a testar a mota e habilidades (em modo endro) sem restrição de pistas. Este modo tem alguns desafios integrados, incluindo três mini-pistas, mas falta-lhe algo. No geral, foi um modo que me surpreendeu e agradou bastante, sendo mais permissivo do que o modo semelhante em WRC 9 ou Isle of Man II, por exemplo. Tivessem incorporado garagens e lojas de equipamento neste modo, bem como um género de lobby para multiplayer, e ficaria brutal.
A jogabilidade e gráficos, na minha opinião, satisfazem bastante (mais a jogabilidade que os gráficos). É entusiasmente poder correr nas pistas disponíveis, com a ajuda de várias câmaras, que ajudam, em muito, a melhorar a experiências. A física da mota está muito bem conseguida, gerando uma adrenalina fantástica durante as corridas. Os gráficos têm bons pormenores, porém, não estão ao nível que estava à espera para a PS5.
Este é o primeiro título de motocross que jogo desde Moto Racer 2, logo é evidente que fico fascinado com a evolução deste desporto motorizado nas consolas. Contudo, com base no que li e vi, acabei por perceber que, a nível gráfico, não houve melhorias notáveis do MXGP 19 para o MXGP 20. O que acho que precisa mais urgentemente de melhorias de forma a tornar a experiência mais envolvente é mesmo a interação da mota com a pista. Mais concretamente no efeito da lama/terra projetada pelas rodas, as marcas da passagem da mota na pista e melhorar a forma como o avatar vai ficando sujo ao longo da corrida (quando cai ao chão, nada muda).
Por fim, há também o Track Editor, que é um modo onde é possível criar uma pista de raiz. Peca por estar restringido a um só cenário com alterações de altitude fixas (se bem que já foi anunciado que irão ser adicionados mais dois cenários em patches futuros). Peca por não ser possível editar secções da pista após testar, sendo que, para isso, temos de apagar tudo o que fizemos após essa secção até chegar ao ponto que queremos editar.
Peca também por não ser possível usar a pista que criámos para nada mais do que a testarmos sozinhos. Não me interpretem mal. Apesar de ser um modo algo limitado em alguns aspetos, permite uma personalização relativamente vasta a nível de curva, saltos e layout da pista, conferindo uma infinidade de resultados finais.
Apesar de já ter assistido a um par de Grand Prix, em Águeda (no quais tive a oportunidade de ver ao vivo o lendário Stefan Everts), nunca fui o maior fã da modalidade. Confesso, ainda assim, que encontrei em MXGP 20 algo que considero muito importante num jogo: o prazer de jogar. Confesso também que o título me trouxe uma vontade enorme de voltar ao Crossódromo Internacional de Águeda, assim que possível.
Posto isto, tenho a dizer que achei o jogo bastante satisfatório a nível de ação e é certinho e direitinho que, à semelhança do WRC 9, vou continuar a jogar pontualmente só pelo prazer que a condução confere. Contudo, não acho MXGP 20 um jogo por aí além, precisamente devido à falta de conteúdo e diversidade do mesmo. Aconselho a comprarem caso não possuam a versão do ano passado e se forem realmente fãs de Motocross. Caso contrário, não acho que compense o gasto.
Disponível para: PlayStation 5 Plataformas: PlayStation 5 Este jogo foi cedido para análise pela TNPR.
A Corsair quer oferecer mais controlo e personalização com os seus componentes.
Algo a ter em conta quando se constrói um PC já não é apenas a qualidade dos seus componentes, mas também a forma como também se apresentam. Para isso, a Corsair adicionou numa nova solução de memórias RAM ao seu catálogo.
As novas Vengeance RGB Pro SL são a solução ainda mais colorida das Corsair Vengeance RGB Pro. Disponíveis até 128GB (4x32GB) de frequências até 3600MHz DDR4, estas soluções da Corsair prometem desempenho e, como o nome indica, muita cor.
Com 44mm de altura, esta série Vengeance chega com uma forma compacta e uma compatibilidade com uma variedade mais vasta de máquinas, sejam elas AMD ou Intel, e estão preparadas para o melhor desempenho possivel, mesmo com overclocking.
Com o seu sistema de iluminação, os utilizadores podem também personalizar as suas máquinas com o software iCue, sincronizando luzes com outros equipamentos da Corsair compatíveis.
Já disponíveis na loja da Corsair, as Vengeance RGB Pro SL surgem a partir de 109,99€, em tons de branco ou preto, com kits que vão desde os 16GB de memória (2x8GB) até aos 128GB (4x32GB).
Conhece o novo elemento da família Razer, preparado para as batalhas online.
A Razer anunciou esta semana mais uma entrada no seu catálogo de ratos para jogadores mais dedicados com uma nova versão do popular Razer Naga, na sua versão X, que se destaca pelo seu painel de 16 botões programáveis.
Esta nova versão mantém o mesmo painel, mas num corpo mais ergonómico e com um peso reduzido para os 85 gramas, tornando-o o mais leve da sua gama.
Esta nova edição foi desenhada a pensar nos jogadores de MMO, mas, graças aos seus macros, pode tornar-se uma solução interessante para outro tipo de jogadores que necessitam de atalhos rápidos ou, até, para produtores de conteúdo.
O novo modelo vem mais atualizado com os últimos avanços da Razer, como o modo HyperShift que proporciona uma segunda ação a cada botão, o mais recente sensor ótico 5G, botões com a segunda geração de switches óticos da Razer e ligação por cabo SpeedFlex, para movimentos sem restrições.
Também com suporte Razer Chroma, o Razer Naga X já se encontra à venda na loja da Razer por 89,99€.
O agendamento da vacina não é feito ao domicílio, alerta a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Se costumam andar atentos às alertas de burlas que vão circulando pelas redes sociais, decerto já se depararam com avisos sobre o facto de existirem pessoas que se fazem passar por técnicos da EDP, Galp, MEO ou outros serviços de modo a enganar os cidadãos. Pois bem, há quem aproveite o assunto do dia para se fazer passar por um falso profissional de saúde.
O alerta foi dado pela DGS nas redes sociais, referindo que “há pessoas a bater às portas e a fazerem-se passar por profissionais de saúde que vão agendar a vacinação”. Ora, isto é falso, até porque o agendamento da vacina não é feito ao domicílio. Aliás, se visitaram a página dedicada à vacinação contra a Covid-19, irão reparar nas seguintes frases: “Não é possível pedir a marcação da sua vacina para a covid-19. Será contactado pelo Serviço Nacional de Saúde para esse efeito. Agradecemos que aguarde e não contacte o SNS 24 por este motivo.”
A DGS alerta para que não abram a porta a estes falsos profissionais e que denunciem esses casos à Polícia. Se quiserem ter uma ideia de quando poderão ser vacinados, deverão usar este simulador, que vós indicará uma data estimada.
Recorde-se que, ainda ontem, a DGS alertou para o facto de estarem a circular falsos números de casos positivos a circular nas redes sociais. É caso para dizer que não devem acreditar em tudo o que leem.
O sector da hospitalidade tem assistido, desde março de 2020, ao maior desafio com que já se tinha confrontado.
Desde o início da pandemia, o SEAME Group abriu em julho a sua primeira dark kitchen, em Telheiras, e, já em dezembro, rumou ao concelho de Cascais.
Quis a história dizer que, a algumas horas de entrarmos num segundo confinamento, o grupo estaria a inaugurar a terceira dark kitchen e a primeira aventura do SEAME Group na Margem Sul.
Um desejo com quase sete anos, tendo em conta o número significativo de fregueses que vão passando n’O Prego da Peixaria e o desenvolvimento deste concelho nos últimos anos. Trata-se de uma unidade de produção com os mesmos níveis de exigência e qualidade que encontramos nos nossos restaurantes.
Assim sendo, os restaurantes O Prego da Peixaria, Olívia, A-BAO-T, Amor y Odio e Dionísio já estão disponíveis e presentes nas duas plataformas parceiras – Glovo e Uber Eats. O grupo fez saber que esta chegada à Margem Sul abrange as áreas de Almada, Cacilhas, Feijó, Laranjeiro e parte da Caparica.
2021 ainda não vai ser o ano de grandes regressos ao cinema.
Quer se goste ou não, é o cinema de Hollywood que move audiências e mantém os cinemas vivos. Por isso, é com alguma tristeza que vemos algumas das grandes produções a serem continuamente adiadas face à atual situação pandémica.
Esta semana, começaram a surgir mais novidades sobre filmes adiados, com três grandes nomes a não terem descanso.
O novo filme de James Bond, 007 No Time To Die, é novamente adiado, com a sua data a apontar agora para o final do ano, mais precisamente para 8 de outubro, isto no que aos mercados internacionais diz respeito. Será um atraso de sete meses, já que a data mais recente era para abril de 2021.
Uncharted, a muito antecipada adaptação dos jogos da Naughty Dog para a PlayStation, que esteve em pré-produção durante mais de uma década com mais de meia dúzia de realizadores associados ao projeto, já se encontrava finalmente pronto para estrear nos cinemas, com a última data marcada para 16 de julho internacionalmente. Porém, com o novo adiamento, os fãs do aventureiro Nathan Drake só o poderão ver em fevereiro de 2022.
Já o muito antecipado regresso dos Caça-Fantasmas também está adiado. Depois de Ghostbusters: Afterlife ter escapado 2020, o filme apontava para junho de 2021. Agora, este encontra-se sem uma data concreta, depois de ser adiado indefinidamente para o final de 2021.
Esta não é a primeira vez, nem será a última, que iremos ver mais filmes adiados devido à COVID-19, que atualmente nos obrigou a um novo confinamento. Entre os potenciais adiamentos podemos nomear A Quiet Place 2, com data marcada para abril; Black Widow, com data de estreia para maio; ou até Fast And Furious 9, também na mesma altura.
Esta semana, os fãs de Resident Evil tiveram direito a novidades sobre a popular franquia da Capcom, que celebra 25 anos de existência em 2021. Numa transmissão dedicada a Resident Evil Village, o oitavo jogo da série principal foi a estrela.
Depois de espreitarmos um novo trailer de jogabilidade na primeira pessoa, a Capcom revelou a data de lançamento do jogo, que será a 7 de maio. Mas os fãs de Resident Evil ficaram também a saber que não necessitam de uma nova consola para poderem sentir na pele a ansiedade e adrenalina desta aventura de horror.
Inicialmente revelado como um jogo exclusivo à nova geração de PCs e consolas, a Capcom confirmou que, além do PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, Resident Evil Village irá também ser lançado na PlayStation 4 e nas Xbox One.
Como ainda falta algum tempo até ao lançamento e como há um grande interesse em saber como o jogo poderá comportar-se nas novas consolas, a Capcom aproveitou o momento para lançar uma demonstração gratuita exclusiva na PlayStation 5. Esta demo, chamada Maiden, serve, também, de prequela ou de teaser jogável ao jogo, com uma porção de história anexa a Resident Evil Village, com um protagonista e uma missão diferente da que iremos encontrar no jogo final.
Contudo, fica também a promessa para uma demonstração mais tradicional, para todas as plataformas, mais perto do lançamento do jogo.
A transmissão de Resident Evil foi, também, um espaço para ficar a conhecer outros projetos, como o caso de RE:Verse, uma nova experiência online PvP que servirá de modo multijogador de Resident Evil Village, onde vem incluído gratuitamente.
Em RE:Verse, os jogadores podem vestir a pele de algumas das personagens mais icónicas da série e colocá-las frente a frente em tiroteios frenéticos e explosivos, muito diferentes do tom e atmosfera da série principal.
Como a série Resident Evil já é mais do que jogos, houve também tempo de antena, no final da transmissão, para dar uma pequena espreitadela à série CGI da Netflix, Resident Evil Infinite Darkness, mas sem grandes novos detalhes, apenas com o teaser já conhecido e uma data de estreia ainda por revelar.
O mês mais pequeno do ano vai contar com uma das maiores ofertas até à data.
Os subscritores do Xbox Live Gold e do Xbox Game Pass Ultimate não vão querer perder as ofertas do Xbox Games With Gold de fevereiro, que inclui uma mão cheia de títulos para adicionar às suas bibliotecas.
O grande destaque do mês vai para Gears 5, o aclamado exclusivo da Xbox e o último título da sua série, que ficará disponível para ser resgatado durante todo o mês, de 1 a 28 de fevereiro. Durante o mesmo período, os fãs de horror poderão revisitar o clássico Resident Evil, remasterizado em alta definição.
Depois, temos ainda mais três jogos durante períodos distintos. Por isso, apontem com atenção se não quiserem perder nenhuma das ofertas.
Entre 16 de fevereiro e 15 de março, teremos o jogo de ação de plataformas Dandara: Trials of Fear Edition; entre 16 e 28 de fevereiro será a vez de podermos resgatar o jogo de ação da Capcom, Lost Planet 2; finalmente, na oferta retro da Xbox Original, teremos entre os dias 1 e 15 de fevereiro o jogo Indiana Jones and the Emperor’s Tomb.
Como sempre, para terem acesso a todos estes jogos, basta uma subscrição do Xbox Live Gold ou Xbox Game Pass Ultimate ativa durante o período de oferta.
Aconteceu no passado dia 13 de janeiro, numa partida que opôs o Esperança de Lagos ao Olhanense. Decorridos apenas dois minutos do jogo, um jogador do Olhanense agarrou a bola com as mãos, que julgava estar vazia, algo que originou um livre contra a sua equipa.
Gonçalo Teixeira, do Esperança de Lagos, apercebendo-se desta situação, chutou a bola para fora, devolvendo, assim, a bola à equipa de Olhão. E foi aí que o árbitro Paulo Barradas mostrou o cartão branco. O propósito do cartão branco é o de reconhecer o fairplay num determinado jogador, mostrando uma atitude que preserva o bom desportivismo.
Foi a primeira vez que tal aconteceu no futebol sénior em Portugal. Resta dizer que o Olhanense ganhou o jogo, naquele que foi o primeiro jogo do novo treinador Edgar Davids. Sim, a ex-estrela do futebol.
Recorde-se que o castelo fechou em junho de 2019 para obras de reabilitação de alguns dos seus espaços.
Em fevereiro do ano passado, numa altura em que os trabalhos de reabilitação no Castelo de Leiria já decorriam, a Câmara Municipal de Leiria estava a promover uma série de visitas gratuitas, fosse aos trabalhos em curso seja à Torre de Menagem, Paços Novos e exposição Castelo de Leiria – Construções de um lugar. Não sabemos, contudo, se essas visitas foram mesmo realizadas, uma vez que a pandemia de COVID-19 assolou o país.
O que sabemos agora, sim, é que as obras de reabilitação do castelo deverão terminar em breve, uma vez que a reabertura está prevista para este primeiro semestre do ano. Significa que a abertura das portas deverá acontecer algures até junho.
Numa informação enviada à agência Lusa, o município refere que a execução de infraestruturas para os acessos mecânicos ao Castelo, investimento de 1,6 milhões de euros com apoio de 1,4 milhões de euros, inclui dois elevadores verticais no lado sul e um elevador em carril no lado norte.
Já a reabilitação urbana do núcleo amuralhado, Castelo e envolventes, no valor de 1,9 milhões de euros, com financiamento de 1,5 milhões de euros, contemplou a Casa da Guarda, com diversas intervenções, as cisternas, consideradas um “importante arqueossítio” e tornando visitável o interior, e a Igreja de Santa Maria da Pena, que foi alvo de diversos trabalhos, de conservação e restauro, incluindo colocação de cobertura e vãos ou arranjos no adro e no acesso à Torre Sineira.
Ao nível dos arranjos exteriores, o Castelo vai ter um anfiteatro em pedra para eventos ao ar livre, os caminhos vão ser nivelados e colocada calçada e as áreas de repouso também vão ser objeto de intervenção. Está prevista, igualmente, a substituição de espécies vegetais degradadas por autóctones.
Em declarações à Lusa, a vereadora com o pelouro da Cultura, Anabela Graça, adiantou que está a ser equacionada uma programação cultural que “deverá prever oferta educativa, cultural e de lazer, numa perspetiva integradora e abrangente de todo o núcleo amuralhado da antiga Cerca da Vila”.
A medida está relacionada com o facto de o Governo português ter proibido a venda de qualquer tipo de bebidas ao postigo.
Há uns dias, o Governo português passou a proibir a venda de qualquer tipo de bebidas ao postigo em cafés e restaurantes, seja garrafas de água, cervejas, refrigerantes ou expressos, entre outros. E isto, inevitavelmente, acaba também por afetar cadeias de restauração, como é o caso da McDonald’s.
Em declarações à Marketeer, fonte oficial da cadeia indicou que “os McMenu vendidos no McDrive ou através do take-away, mesmo em pedidos mobile, excepcionalmente, não irão incluir bebida”. Com esta medida, existe, naturalmente, um ajuste de preço nos McMenu.
Contudo, esta decisão somente diz respeito aos serviços de drive-thru e take-away, o que significa que o serviço McDelivery, disponível via Glovo e Uber Eats, continuará a disponibilizar McMenus com bebida incluída. Coerência não parece ser a palavra de ordem nesta medida decretada pelo Governo.
A mesma situação mesmo deverá acontecer, ou já está a acontecer, com os restaurantes Burger King. Se verificarem a app, que costuma ter dezenas de descontos para usufruir tanto no restaurante, como no Drive Thru, irão reparar que não existem quaisquer ofertas disponíveis.
Com esta inovação, a estimativa da empresa é conseguir evitar, por ano, o uso de mais de 6,3 toneladas de novo plástico.
Uma garrafa de 1,5L feita com material de mais de três garrafas de plástico de 33cl. Assim é a nova garrafa de água Vitalis com plástico 100% reciclado, que vai chegar ao mercado nas próximas semanas.
Além de 100% reciclada, a nova garrafa da marca é, também, 100% reciclável, ou seja, todos os materiais da garrafa são submetidos a um processo que visa a sua transformação num outro produto. Para ser 100% reciclável, a conceção da embalagem tem de ser eficiente e otimizada, ou seja, os rótulos ou as tampas são concebidos de forma a que se aproveite a embalagem na totalidade para reciclar.
Aliás, o próprio rótulo, além de reciclável, conta com uma certificação FSC, que assegura que os produtos provêm de florestas bem geridas que oferecem benefícios ambientais, sociais e económicos.
A identidade visual surge igualmente distinta das cores originais de Vitalis (azul e vermelho), já que adota uma rotulagem integralmente verde, materializando a sua associação à sustentabilidade e à preocupação com a preservação do meio-ambiente.
Adicionalmente, a nova garrafa estará disponível nos pontos de venda em caixa de cartão, contribuindo, assim, para a redução do plástico que, por norma, acondiciona estas embalagens.
É desde o passado dia 14 de janeiro que Fátima tem uma nova unidade hoteleira à disposição de todos. Surgindo por parte da Accor Hotels, aquele que é o oitavo hotel da marca Mercure em Portugal fica localizado na Rua Cónego Manuel Nunes Formigão, a cinco minutos a pé do santuário de Nossa Senhora de Fátima.
Contando com 72 quartos de diferentes tipologias, incluindo alguns para pessoas com mobilidade reduzida, diz a Accor em comunicado que é a “escolha perfeita para os viajantes que procuram experiências locais e autênticas, proporcionando um refúgio ligado à simbologia e atmosfera espiritual que a cidade transmite”.
O Mercure Fátima conta ainda com serviços de receção e room service 24 horas, bar, parque de estacionamento e, ainda, dois restaurantes: o Plane Tree Bistrô & Bar, que oferece pratos de inspiração mediterrânea, e o restaurante Casa Plátano, no edifício do hotel, que aposta na gastronomia portuguesa.
Antes deste novo hotel em Fátima, a Accor Hotels inaugurou outra unidade hoteleira, neste caso no Porto, em novembro do ano passado.
Se forem daqueles ao corrente da situação caótica pela qual os hospitais estão a passar devido à pandemia, com filas de ambulâncias, falta de espaço para novos doentes e profissionais de saúde exaustos, saberão que, neste momento, não estão reunidas as melhores condições para trabalhar.
A pensar neste gigante problema, a agência comunicação UppOut teve a brilhante ideia de desenvolver um movimento para ajudar tanto profissionais de saúde, como pacientes que aguardam até que sejam atendidos.
Chama-se Cama Solidária e o objetivo é fazer com que os proprietários de autocaravanas possam disponibilizar os seus veículos temporariamente a quem mais precisa. Essencialmente, as autocaravanas estarão disponíveis para receber não só os profissionais de saúde, que tanto precisam de um local para descansar, como os doentes, que acabam por não ter lugar nas salas de espera.
Caso possuam uma autocaravana e estejam interessados em ajudar, basta irem aqui e indicar qual a disponibilidade da vossa caravana, bem como a região onde se encontra. A partir daí, serão os cerca de 200 voluntários da UppOut a tratar de toda a parte operacional, desde a colocação no parque de estacionamento do hospital ou centro de saúde, até à desinfeção e limpeza.
Sabe-se, também, que o primeiro “teste” da Cama Solidária será num hospital lisboeta, ainda por definir.
Demorou, mas vai acontecer. A partir de fevereiro, a NOWO vai finalmente desligar o sinal analógico, passando a oferecer a totalidade dos canais que disponibiliza de forma totalmente digital. Quer isto dizer que teremos canais com melhor som e imagem.
Numa comunicação enviada aos clientes, pode ler-se o seguinte: “O seu serviço de Televisão da NOWO vai mudar! A partir de 25-02-2021, o serviço de televisão da NOWO e sem box, na sua zona de residência vai ser exclusivamente digital. Isto significa que o serviço vai passar a contar com 90 canais, incluindo canais em alta definição, chegando até si com uma melhor qualidade de imagem e som.”
Isto quer dizer que, para que não fiquem sem acesso ao serviço, todos os clientes com serviço de TV NOWO e que tenham TV’s sem recurso a uma box têm de realizar uma nova sintonia até 25 de fevereiro de 2021. Já se tiverem uma box, não necessitarão de efetuar qualquer alteração.
Caso tenham uma TV mais antiga, pode ser necessário alterar alguns dados de rede. Podem seguir aqui essas instruções.
The White Tiger conta uma história esclarecedora e educacional, mas perde-se com a quantidade avassaladora de eventos narrativos desnecessários e pouco impactantes.
Sinopse:“Balram Halwai (Adarsh Gourav) narra esta história épica e plena de humor negro sobre a ascensão de um aldeão pobre a um empresário de sucesso na Índia dos dias de hoje. Astuto e ambicioso, o nosso jovem herói faz pela vida para ser motorista de Ashok (Rajkummar Rao) e Pinky (Priyanka Chopra Jonas), que acabam de regressar dos EUA. Uma vez que a sociedade condicionou Balram a ser somente um servo, ele decide tornar-se indispensável para os seus patrões ricos. Mas, após uma noite de traição, acaba por perceber que os dois estão mais que dispostos a lançá-lo às feras para salvarem as suas peles. Prestes a perder tudo, Balram revolta-se contra um sistema viciado e desigual para se erguer e tornar-se um novo tipo de patrão.”
Apesar de The White Tiger não ser exatamente a primeira crítica que publico em 2021, foi o primeiro filme que assisti no início deste novo ano. Realmente não sabia o que esperar. Nunca vi nenhuma obra de nenhum ator envolvido no filme ou do argumentista-realizador, Ramin Bahrani. Continuo a seguir a filosofia “trailer-free” que estabeleci em 2017, logo o meu conhecimento sobre a história em si era praticamente nulo.
No entanto, todos estes detalhes deixaram-me bastante entusiasmado, sendo completamente honesto. Começar 2021 com uma visualização 100% cega (algo que aprecio imenso) é uma excelente maneira de começar um ano que espero que seja melhor do que o anterior (não deve ser difícil).
Desde o primeiro minuto, é claro que Bahrani usará o seu filme de uma forma esclarecedora e educativa para ensinar os espetadores sobre a estratificação sociopolítica da Índia (sistema de castas) e as suas consequências económicas. O público segue a personagem de Adarsh Gourav, Balram, que tenta fugir das tradições antiquadas e tornar-se um empreendedor a sério. Raramente adoro filmes diretamente políticos, mesmo quando seguem a rota da sátira. A par com a religião, são dois assuntos que tenho evitado toda a minha vida. Desde a corrupção às guerras, existem literalmente centenas de razões que justificam este meu distanciamento destes tópicos.
Dito isto, The White Tiger guarda várias mensagens significativas sobre famílias pobres (casta pobre) que trabalham imenso em condições inimagináveis apenas para sobreviver, especificamente na Índia. Também aborda ideias como o casamento combinado e o vínculo inquebrável entre mestres e servos. Estas lições culturais sobre a estrutura sociopolítica e socioeconómica da Índia são, de longe, o aspeto mais interessante de todo o argumento, com Bahrani a fazer um trabalho fantástico em transmitir esta consciencialização à audiência de forma convincente. Com a ajuda de Paolo Carnera, a história é filmada ao nível do solo, colocando os espetadores nas ruas sujas, fedorentas e empobrecidas de diferentes lugares da Índia, gerando uma atmosfera realista. A produção artística de Chad Keith também é vital para criar esse ambiente indiano imersivo.
Apesar dos aspetos técnicos maravilhosos, o argumento de Bahrani encontra-se repleto de uma sucessão avassaladora de eventos narrativos que não conseguem desenvolver ainda mais o protagonista ou impactar a história, especialmente a partir do ponto médio do filme em diante. Algumas sequências são semelhantes a anteriores, fazendo com que o filme pareça repetitivo enquanto não move o enredo para a frente. Infelizmente, dá a sensação de que os espectadores podem perder alguns minutos aqui e ali, não deixando escapar nada de genuinamente relevante.
Portanto, a longa-metragem de Bahrani torna-se demasiado longa e mais lenta do que necessita, consequentemente afetando a atenção de quem vê, o que pode resultar na perda de algumas das mensagens cruciais, principalmente a económica. A narração de Balram ajuda, mas Bahrani podia ter encontrado uma justificação melhor (e mais lógica) para esta maneira de contar a história.
Além disso, é um filme que depende do conhecimento dos espetadores sobre a Índia e do seu interesse em aprender mais sobre tal. No meu caso, The White Tiger não me surpreendeu com nenhuma informação – o que não ajuda o valor de entretenimento -, mas os visuais ajudam a corresponder o que já sabia a algo bastante palpável. Termino com um ponto positivo: o elenco desconhecido é fenomenal, mas os maiores elogios têm que ir para o primeiro papel principal de Adarsh Gourav. Balram é uma personagem bem escrita que, definitivamente, criará uma ligação com muitos espectadores um pouco por todo o mundo. Gourav mostra uma boa variação, demonstrando o seu timing cómico e expressões engraçadas, mas também um lado emocional que realmente deu outro valor a algumas das melhores cenas de todo o filme.
Resumindo, The White Tiger emprega as línguas inglesa e indiana para educar os espetadores sobre o sistema sociopolítico e socioeconómico da Índia, seguindo a personagem de Adarsh Gourav, que narra o maior e-mail de sempre sobre a sua vida. Apesar do setup um pouco tonto, Ramin Bahrani entrega uma narrativa esclarecedora e interessante com dezenas de mensagens relevantes sobre a cultura da Índia e a forma incrivelmente complicada de viver da maioria da sua população. Gourav oferece uma prestação brilhante (estreia como protagonista), elevando uma personagem bem desenvolvida e relacionável que passa por uma história de vida inacreditável, rodeada por uma produção artística imersiva e um ótimo trabalho de câmara, criando um ambiente realista.
Infelizmente, este filme da Netflix é dominado por uma quantidade absurda de eventos narrativos gradualmente pouco impactantes, prolongando desnecessariamente o tempo de execução e prejudicando o ritmo no geral. Ao tornar-se repetitivo, os níveis de atenção dos espectadores diminuem, levando a um cenário onde algumas das lições essenciais se perdem na sua entrega.
Em última análise, recomendo a quem esteja interessado em aprender mais sobre a Índia e, também, a pessoas que realmente viveram ou nasceram no país. Contudo, se o vosso conhecimento sobre o mesmo for vasto o suficiente, The White Tiger poderá não ter tanto valor de entretenimento nem informativo.
Medida excecional vigora já a partir de amanhã para apoiar professores, alunos e encarregados de educação.
Numa altura em que o Governo decretou o fecho das escolas (pelo menos) durante 15 dias, tal decisão irá constituir um novo desafio no que ao processo de aprendizagem dos alunos diz respeito. Assim, e para apoiar a comunidade educativa, eis que o Grupo Porto Editora resolveu oferecer o acesso a manuais e recursos digitais a todos os alunos do país através da Escola Virtual.
“A experiência e o conhecimento que adquirimos no ano passado permite-nos saber hoje, claramente, a importância deste apoio para o trabalho dos professores e dos alunos, nomeadamente em contexto de suspensão letiva”, afirma Vasco Teixeira, Administrador do Grupo Porto Editora, lembrando que a Escola Virtual disponibiliza manuais escolares de todas as disciplinas, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade, com conteúdos digitais complementares.
Os alunos terão acesso aos seus manuais em formato digital e a recursos complementares, podendo estar permanentemente ligados aos seus professores através de ferramentas de comunicação e partilha, num ambiente seguro e circunscrito à comunidade educativa. Além disso, os manuais estarão também disponíveis através dos smartphones.
Esta medida excecional entrará em vigor amanhã, sexta-feira, e beneficiará cerca de 1,5 milhão de alunos e respetivas famílias, bem como mais de 100 mil professores.
A Escola Virtual é uma plataforma de estudo, de subscrição anual paga, da responsabilidade do Grupo Porto Editora, existente desde 2005, que proporciona uma metodologia baseada na adaptação de tecnologias avançadas, permitindo a utilização, em computador e dispositivos móveis, de conteúdos educativos digitais e interativos relacionados com os currículos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade.