Elvira Gavrilova: Negócios em crise – Adaptar para sobreviver

Elvira Gavrilova no seu escritório

Elvira Gavrilova é co-proprietária e CEO EU da empresa de publicidade internacional Amillidius, especialista em marketing e RP, produtora e especialista na comercialização de marca pessoal e editora-chefe da revista empresarial Financoff. Aos 30 anos, Elvira conseguiu construir uma carreira de sucesso, tornando-se fundadora de um dos mais prestigiados projetos dos prémios ucranianos Orgulho e Beleza da Ucrânia e de outros projetos de referência. As suas conquistas têm sido noticiadas nos meios de comunicação social, incluindo artigos na revista de negócios Forbes.

Elvira Gavrilova hoje vive e trabalha em Portugal e está familiarizada com os problemas não apenas da Ucrânia, mas também das empresas europeias. Como chefe da divisão europeia da empresa de publicidade, a profissional consulta os seus clientes em questões de construção de uma estratégia de marketing. Elvira tem a certeza absoluta de que os tempos de instabilidade na economia não são motivo para interromper os negócios. A paragem não vai servir de nada, sendo um caminho para a falência. É necessário agir e, sobretudo, reformatar a política de marketing da empresa. Rever a abordagem à sua marca, à interação com o consumidor, dominar as novas tecnologias e formas de fazer negócio.

Aqui estão algumas dicas de Elvira Gavrilova sobre os passos que devem ser dados em primeiro lugar para tornar a crise o mais tranquila possível, de modo a que não só as empresas possam manter os seus clientes e respetiva reputação, como também manter os seus lucros.

Elvira Gavrilova: como sobreviver durante a recessão

Elvira Gavrilova no escritório de representação da Amillidius em Varsóvia (Polónia)

Transformação digital de negócios e transição para on-line

Transferir parte dos processos para o online ajudará a reduzir os custos da empresa. Hoje, isto não é apenas uma tendência, mas uma necessidade urgente. O desenvolvimento acelerado das tecnologias da Internet é uma grande ajuda para essa transição.

Obviamente, nem todas as atividades podem ser realizadas remotamente, mas pelo menos algumas funções devem ser transferidas para o online em paralelo com o desenvolvimento da empresa. Essa transição coloca a tecnologia digital em primeiro plano.

Graças às ferramentas de marketing digital, podem fornecer informações sobre a vossa marca para milhares e até milhões de consumidores instantaneamente. O reforço das capacidades de marketing digital pode ajudar a vossa empresa a adaptar-se rapidamente à evolução das necessidades dos clientes. Este é um investimento estratégico de marketing.

Ajustar a imagem da marca e da linha de produtos

Deve ser tido em conta que a crise altera as prioridades e preferências dos clientes. Por isso, hoje em dia é necessário rever os objetivos da vossa marca e identificar novas formas de os alcançar. Chegou o momento de ajustar as vossas exigências: devem ser relevantes e ter impacto junto do público-alvo. É necessária uma análise completa das novas necessidades dos consumidores dos vossos produtos e serviços e adaptar a linha de produtos ou, por exemplo, criar uma nova, para responder a estas novas exigências. Para saber o que pode ser útil para os vossos clientes neste momento, precisam de comunicar de perto com o vosso público-alvo.

 Elvira Gavrilova com o Barão belga Alexander Zanzer, empresário, produtor, ex-cônsul honorário da Mongólia na Bélgica, consultor diplomático, e a sua esposa. (Monaco, Yacht Show)

Reforçar a ligação emocional com o público-alvo

Para as empresas, a dimensão do declínio económico deve ser inversamente proporcional ao desenvolvimento das suas comunicações. Isto aplica-se igualmente à criação de relações dentro da empresa, bem como o que é ainda importante e o diálogo com potenciais consumidores. Devem fornecer mais informações aos clientes e fornecê-las com maior frequência. E muito importante – oiçam o vosso público-alvo.

Especialmente em tempos difíceis, os clientes devem sentir uma ligação bilateral com a campanha e serem envolvidos no processo. Em crise há muito mais perigos para a reputação da vossa marca na Internet e nas redes sociais porque, durante este período, as pessoas estão desorientadas e irritadas. É necessário prestar a máxima atenção ao reforço da reputação, envolvendo para o efeito todos os recursos, materiais e humanos disponíveis.

Criação de uma equipa de gestão de crises

Um desses recursos pode ser uma equipa de gestão de crise, à qual participarão representantes de vários departamentos da empresa. A tarefa de tal equipa é desenvolver uma estratégia comum para responder à crise. E a sua interação com a sua agência de marketing ajudará a analisar os canais de promoção e descobrir o que dá lucro e o que deu prejuízo. Em primeiro lugar, ajustem a vossa estratégia de marketing para manter os lucros. Em segundo lugar, devem implementar efetivamente o programa anti-crise desenvolvido pelos profissionais de marketing. E em terceiro lugar, devem gerar novas ideias de divulgação.

Elvira Gavrilova: Marketing em crise — um teste de resistência

Elvira Gavrilova no encontro com o Príncipe Michael da Jugoslávia (Prince Michael of Yugoslavia), financiador, figura pública e filantropo. (Mónaco)

Formação do pessoal

Em tempos de crise, deve ser dada especial atenção à formação dos colaboradores. O novo contexto exige novas abordagens e soluções e, como tal, uma mão-de-obra mais qualificada, capaz de adaptar-se rapidamente às novas realidades.

Segundo os estudos, nos últimos anos as empresas não gastaram mais de 4-5% dos seus orçamentos de marketing em formação. Em tempos de crise, é a altura certa para aumentar esta parte das despesas. A propósito, a Amillidius considera a divulgação do conhecimento de marketing no ambiente empresarial como a sua missão social. E dão aos clientes a oportunidade de elevar o seu nível em seminários gratuitos realizados nos escritórios da empresa.

Elvira Gavrilova no encontro com o empresário britânico Glyn Hutchinson, Director de Vendas da companhia Icon Connect.

Reforço das relações com as agências, que são parceiros fundamentais

Mesmo que os orçamentos de publicidade e promoção tenham de ser reduzidos, os contratos com as agências de marketing não podem ser rescindidos. Pelo contrário, a comunicação deve ser reforçada, pelo que devem tentar alcançar as condições de cooperação mais benéficas para ambas as partes.

De acordo com as estatísticas, as marcas têm maior tolerância se não abandonarem as atividades publicitárias durante a recessão. Nos anos 70 do século passado, a associação de publicações empresariais American Business Press realizou um estudo e constatou que as empresas que continuam a investir em marketing durante a crise aumentaram as vendas durante essa mesma crise, bem como nos anos seguintes.

As estatísticas recentes da Kantar (agência de estudos de mercado) mostram que a ausência de despesas de marketing no orçamento durante uma crise origina uma queda de 13% nas vendas. E a diminuição das despesas para metade reduz as vendas em apenas 1%.

Tirem conclusões e lembrem-se que um ajuste rápido e competente das vossas estratégias de marketing será a chave para alcançarem resultados bem-sucedidos e manter os negócios em crise.

Motoristas Kapten já começaram a migrar para a Free Now

Então e como ficam os utilizadores?

Motoristas Kapten

Foi em finais de fevereiro que anunciámos aqui no Echo Boomer que a Kapten ia passar a integrar a app Free Now. Na prática, quer isto dizer que será a primeira plataforma de mobilidade em Portugal (esta junção já acontece em outros países) a juntar os serviços de táxis e TVDE na mesma aplicação.

Tal junção já devia ter acontecido há algum tempo, mas a pandemia de COVID-19 veio atrasar os planos. Agora, numa altura em que muitos motoristas TVDE já andam na estrada, está na altura de concluir esta fase.

Num email recente enviado aos motoristas, a Kapten diz que chegou a altura de fazer a migração para a plataforma Free Now.

“Queremos que seja um dos primeiros motoristas a poder aceitar pedidos na FREE NOW, que agora contará com a tecnologia mais avançada e novas funcionalidades, tais como pré-reservas e serviço exclusivo para empresas. Além disso, com esta integração, duplicámos o nosso número de utilizadores, que são agora um milhão, o que irá com certeza aumentar os seus rendimentos”, lê-se num email ao qual tivemos acesso.

Ou seja, neste momento, muitos motoristas já estarão prontos para aceitar viagens na nova plataforma. E há aqui algo interessante: se repararam, o email fala em pré-reservas na Free Now. E as reservas nunca foram possíveis por cá na app da Kapten, pelo que isto, muito provavelmente, significa que os utilizadores poderão, muito em breve, fazer reservas de pedidos de viagem.

Portanto, resta que a Kapten migre os utilizadores para a Free Now, algo que, muito provavelmente, deverá acontecer em junho, senão não faria sentido os motoristas estarem já prontos a aceitar viagens na Free Now.

Além disso, espera-se que também os utilizadores possam fazer migrações de conta para a Free Now, fazendo com que não seja necessário criar nova conta. Isto é especialmente útil pois existem vários utilizadores Kapten com muitos créditos para gastar, pelo que seria ridículo não existir essa transição de contas já existentes.

Resumindo, muito em breve iremos poder escolher entre o serviço de táxi e o serviço TVDE na Free Now.

Análise – Saints Row The Third Remastered

À terceira é de vez.

Lançado originalmente em 2011, Saints Row The Third chegou inesperadamente à Nintendo Switch em 2019. Agora, o título teve um novo lançamento no PC e nas restantes consolas modernas em forma de remasterização.

Confesso que, há uns anos, olhava para esta série com algum preconceito dada a sua natureza. Saints Row teve origem como um clone da série GTA, que, jogo para jogo, foi ficando mais louco, exagerado até que estabeleceu uma identidade única e de destaque em The Third. Na altura não me apercebi ou aceitei esse lado ainda mais satírico e, por isso, passou-me ao lado.

É por estar distanciado da série que tive algum gozo nesta remasterização. Não tendo um ponto de comparação com o original, pude abraçar aquilo que o jogo é e representa atualmente e pude perceber, em particular, o quão atual é.

Saints Row The Third é um jogo em mundo aberto com um foco especial na ação e aventura. Tal como muitos jogos do género, temos um mapa, neste caso citadino, com vários pontos de interesse e que pode ser explorado de forma livre ou entre viagens para cada uma das missões. A premissa do jogo é o controlo de distritos enquanto lutamos contra rufias, exércitos, forças especiais, entre outros.

Honestamente estava à espera de um jogo mais vazio e crude. O mundo é rico e, logo no início, temos um pequeno gosto daquilo que está por vir, uma narrativa que lembra filmes de ação e comédia cheio de momentos explosivos e espetaculares. E é neste aspeto que Saints Row The Third se destaca muito pela positiva, com a apresentação de um leque interessante de personagens e missões caóticas over the top que nos incentivam a explorar o mundo e a seguir a sua história à espera do próximo grande momento.

Com um lado mais fantástico e cartoonesco, Saints Row The Third oferece um leque de armas, habilidades e veículos menos realistas, mas extremamente divertidos de se usarem. Não faltam armas estranhas, como lança-mísseis coloridos, shotguns de piratas, dildos para bater em inimigos, granadas de peidos, tanques, carrinhas de gelados e muito, muito mais.

Para juntar ao lado ridículo da coisa, temos ainda um extenso personalizador de personagem, onde podemos alterar imensos parâmetros e vesti-las das maneiras mais ridículas e fora de contexto.

É um jogo a ser jogo, sem vergonha de nada, mas com momentos bastante interessantes que nos apanham desprevenidos. Muitos deles são musicais, em que alguns temas licenciados começam a tocar ao ritmo de uma missão ou, noutras ocasiões, quando as nossas personagens, com estranhos sotaques, começam a cantar desafinadamente as músicas da rádio enquanto vamos para os diferentes objetivos. Não é um jogo para ser levado muito a sério, mas é precisamente isso o que o torna extremamente divertido de se jogar.

Este lado mais leve está diretamente ligado à sua jogabilidade árcade. As regras da física são atiradas pela janela, os carros rápidos (que podem ser personalizados) são definitivamente rápidos, os tanques virtualmente indestrutíveis, as motas são acidentes à espera de acontecer e o sistema de tiros na terceira pessoa é minimamente satisfatório. É na combinação de mecânicas com os objetivos propostos que o jogo se torna bastante divertido, mas não é difícil de ignorar que não é um jogo mecanicamente recente. As animações são rígidas e não há grande sensação de peso ou um controlo muito afinado. É, afinal de contas, um jogo de 2011 por baixo da nova máscara.

Contudo, o grande destaque vai para os visuais remasterizados. Preparado para resoluções 4K nas plataformas que o permitem, Saints Row The Third Remastered apresenta-se como um jogo que passava bem por um título atual, pelo menos a nível de apresentação.

As personagens cartoonescas são solidas e extremamente detalhadas, os cenários mais fechados são extremamente ricos em detalhes e objetos, as texturas de paredes, roupas, acessórios e adereços são realistas e o sistema de iluminação do jogo dá-lhe aquele toque dinâmico com as sombras e reflexos em superfícies mais brilhantes. Em cima disto temos imenso efeitos de pós-processamento, como motion blur, film grain e de partículas que tornam o jogo muito atual.

Apesar de não ser possível atingir os 60fps sólidos nas consolas atuais, há uma forma de manter os 30fps constantes. Nesse formato, o jogo comporta-se extremamente bem e a jogabilidade é bastante responsiva.

Claro que, não jogando o jogo original, não tinha presente a sua imagem, mas Saints Row The Third Remastered faz um excelente trabalho em dar uma primeira impressão bastante positiva, no sentido em que, de facto, podia ser um jogo concebido para esta geração. E quando colocamos imagens ou vídeos de comparação com o original, a diferença é drástica, muito drástica, como se fosse um jogo praticamente novo.

É claro que as aventuras em Saints Row The Third Remastered podem tornar-se relativamente repetitivas. A cidade está repleta de pontos de interesse e, seja dia ou noite, a atmosfera e o ambiente meio futurista e decadente são bastante interessantes com os novos visuais. Mas há alguma falta de variedade de locais, exceto pelas missões que nos levam a sítios mais aprimorados. Já quando as coisas ficam muito caóticas a cidade parece perder muita da sua população, o que torna os momentos mais livres para espalhar o caos e destruição menos significativos.

Com estas novidades visuais e a inclusão de todos os DLCs e conteúdos lançados no original, Saints Row The Third Remastered parece ser uma excelente porta de entrada da série, que, esta geração, viu apenas um spin-off sci-fi de heróis, em Agents of Mayhem.

Com um humor absurdo, violência exagerada, muita sátira e momentos de ação épica, Saints Row The Third Remastered é simplesmente divertido. É ótimo para libertar o stress do dia a dia sem qualquer tipo de compromisso ou consequências que afetem o progresso do jogo.

Nota: Muito Bom

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Ecoplay.

Há um novo State of Play dedicado a The Last of Us Part II já esta semana

A Naughty Dog vai revelar mais detalhes sobre o seu jogo.

the last of us part ii state of play

A PlayStation revelou que já tem mais um State of Play marcado ainda para este mês. Mais precisamente na quarta-feira, dia 27 de maio, pelas 21h, hora de Lisboa, e é dedicado a The Last of Us Part II.

Neste segmento dedicado ao exclusivo para a PlayStation 4, o diretor do jogo da Naughty Dog, Neil Druckmann, vai dar à audiência a possibilidade de poderem espreitar 20 minutos de jogabilidade com cerca de oito minutos repletos de conteúdo novo, o que significa que vamos contar já com algumas coisas que já sabemos de trailers e vídeos anteriores.

Este é o segundo State of Play que a PlayStation lança este mês depois do sucesso do segmento dedicado a Ghost of Tsushima, que, neste caso, não só revelou as mecânicas e algumas novidades do jogo da Sucker Punch, como bateu recordes como o State of Play mais visto até ao momento.

Tal como o anterior, não se esperam notícias sobre a PlayStation 5, apenas informações sobre The Last of Us Part II.

O novo State of Play poderá ser seguido nos canais oficiais da PlayStation no Twitch e no Youtube.

Sessões de cinema drive-in da Comic Con Portugal vão ter nove filmes

Mas não pensem que basta aparecer e está feito.

drive-in

Lembram-se quando, no início deste mês, revelámos que a Comic Con Portugal ia apostar em sessões de cinema drive-in, promovendo não só antestreias, mas também filmes icónicos?

Na altura apenas tínhamos a indicação de que a primeira sessão iria decorrer a 1 de junho, Dia Mundial da Criança, com a estreia do filme familiar de comédia e ação, O Meu Espião, distribuído pela Cinemundo. Agora, a City Conventions in the Yard, responsável por estas drive in sessions, revelou finalmente o programa completo.

Tudo acontece de 1 a 7 de junho, a partir das 20h, no Jardim Municipal de Oeiras. Será exibido pelo menos um filme em cada noite. Sim, porque na sexta-feira, dia 5 de junho, e sábado, dia 6 de junho, serão exibidos dois filmes. O melhor de tudo? Estas sessões são grátis.

Os filmes escolhidos são estes: O Meu Espião (1 de junho, 21h30), Era uma vez… em Hollywood (2 de junho, 21h30), Parasitas (3 de junho, 21h30), IT 2 (4 de junho, 21h30), La La Land (5 de junho, 21h30), Brightburn: O Filho do Mal (5 de junho, 00h30), Homem-Aranha: Longe de Casa (6 de junho, 21h30), John Wick 3 (6 de junho, 00h30) e After (7 de junho, 21h30).

Apesar de gratuito, este evento requer que os interessados façam uma reserva antecipada, preenchendo um formulário com o dia/sessão pretendido, através do site do evento. Após concluir o processo de reserva, os participantes terão de aguardar por um e-mail e SMS de confirmação com a informação da reserva, que deverão apresentar no dia do evento, para a entrada no recinto.

Após a entrada, os participantes devem estacionar e posicionar o automóvel no local indicado, sintonizar a frequência e assistirem aos conteúdos que irão passar no ecrã gigante, no conforto e segurança da sua viatura. Os lugares de estacionamento irão respeitar uma distância de segurança, para que cada viatura esteja distante das restantes.

Terra Nova estreia na RTP a 3 de junho

A nova aposta de ficção do canal público já tem data de estreia.

Terra Nova vai estrear na RTP já no dia 3 de junho, às 21h.

A informação foi divulgada no dia de hoje com o lançamento do trailer oficial de Terra Nova no canal de Youtube da RTP. Esta nova série vem substituir A Espia, que vai emitir o seu último episódio já esta quarta-feira no horário habitual.

O filme deveria estrear primeiro no cinema e, só depois, na estação pública. Porém, devido à pandemia, o filme acabou por não ir para o cinema, pelo que irá estrear em versão série primeiro na RTP.

O filme vs. a série:

Tal como A Herdade, Terra Nova foi pensado para duas vertentes. Por um lado, um filme de longa metragem inteiramente filmando no mar. Mas, por outro, foi pensado para uma série de televisão (com 13 episódios) onde se desenvolve as histórias das personagens do filme em terra. Na série vão-se abordar os dramas e os conflitos da família antes e depois do embarque e fazer um retrato mais abrangente dessa época, explicou a produtora da série em nota ao Echo Boomer.

Além disso, “Terra Nova é uma obra dupla única e original, com duas perspectivas narrativas e com o objectivo de alcançar um público mais diversificado, proporcionando uma experiência mais completa de um pedaço tão importante da nossa história”, complementa a produtora.

Assim sendo, O lugre Terra Nova encontra-se prestes a iniciar a sua viagem para mais uma campanha nos bancos da Terra Nova. Pescadores e famílias vivem momentos de ansiedade. As mulheres pela partida dos seus maridos, filhos ou noivos e porque, mais uma vez, terão de sobreviver, em terra, a todas as adversidades de uma vida de futuro incerto que carateriza a sociedade portuguesa dos anos 30. E os homens porque sabem que, pelo caminho, terão de enfrentar tempestades, só que esta viagem será marcada por vários acontecimentos inesperados.

Call of Duty: WWII nas ofertas do PS Plus de junho

E fica disponível já esta semana.

PS Plus

A PlayStation resolveu anunciar uma das ofertas para o Playstation Plus do próximo mês bem mais cedo do que o habitual.

Já disponível a partir de amanhã, dia 26 de maio, os subscritores do PlayStation Plus vão poder descarregar Call of Duty: WWII, jogo que regressou aos épicos históricos que tornaram a série icónica.

Como a maioria dos jogos da série, Call of Duty: WWII conta com uma campanha de história, com missões para serem passadas a solo, bem como com um extenso modo multijogador, onde se incluem modos cooperativos e competitivos e onde se destaca, claro, o tradicional modo com zombies.

Segundo a PlayStation, esta será apenas uma das ofertas do mês de junho, com a promessa de mais novidades ainda esta semana.

Análise – Minecraft Dungeons

Mais ação e menos construção.

Há um novo Minecraft no PC e consolas, mas este é bem diferente do que possam pensar. Fora com sistemas de sobrevivência, elementos criativos e uma gestão de recursos profunda, Minecraft Dungeons convida-nos para uma aventura por masmorras, desertos, montanhas e muito mais, num formato bem old-school.

Tal como Gears of War trocou a imersão do combate na terceira pessoa por um sistema mais cerebral e estratégico em Gears Tactics, neste caso a Microsoft remistura as suas propriedades e Minecraft abraça um novo e inesperado género, prometendo agradar, de alguma forma, aos fãs e a novos jogadores.

Após algum tempo com Minecraft Dungeons, apercebi-me que este jogo podia ser qualquer outra coisa que não um Minecraft. Porém, sem o nome associado ou a sua estética adorável de um mundo construído com base em blocos, talvez não fosse interessante o suficiente para investir tanto tempo nele. A verdade é que Minecraft é uma marca forte que atrai jogadores e cuja identidade visual e familiaridade com alguns dos elementos mais tradicionais do jogo original dão todo o charme a esta aventura.

Inspirado em clássicos de RPGs de ação dos anos 90 e 2000, com perspetiva isométrica, como por exemplo a série Diablo, Minecraft Dungeons oferece uma experiência base muito simplificada, perfeita para os mais novos e para os mais velhos que os queiram acompanhar em aventuras cooperativas.

Simples é a melhor maneira de descrever Minecraft Dungeons. Mas esta é uma descrição que acarreta tanto coisas boas como coisas menos boas. No PC, jogar Minecraft Dungeons pode ser feito quase apenas com o rato, clicando para onde ir e atacar apenas com uma dúzia de teclas de atalho para habilidades passivas e ferramentas, que podem ser usadas infinitamente (exceto as flechas) desde que a sua energia recarregue. Já nas consolas, ou com comando, em particular na Xbox One, os controlos são mais tradicionais, sendo possível usar o stick esquerdo para movimentar, o direito para desvios e os restantes botões para a ações disponíveis. Um aspeto que me deixou um pouco de nariz torcido foi a incapacidade de editar os controlos no PC, trocando o sistema de clique na navegação para o movimento por setas do teclado ou WASD, já que, para mim, seria mais intuitivo.

minecraft dungeons review echo boomer 2

As habilidades passivas podem ser trocadas a meio das missões, assim como as armas e armaduras, que podem (e devem) ser constantemente evoluídas com características novas para o sucesso das nossas aventuras. A jogabilidade não é muito profunda, mas é extremamente intuitiva, fácil de aprender e revela claramente para quem se destina esta experiência: os mais novos. Mas atenção, isto não quer dizer que não existam mais camadas na experiência.

Há muito para misturar e experimentar no que toca a armas, armaduras e habilidades, que vão sendo desbloqueadas de forma aleatória ao longo da exploração dos níveis, ou através de recompensa e baús comprados no nosso acampamento. Com cerca de uma dúzia de níveis, ou áreas, para explorar, Minecraft Dungeons não é um título longo e usa algumas estratégias para nos convencer a ficar mais tempo com o jogo do que se calhar aquele que merece. Não será, certamente, do agrado de todos, mas percebe-se o que é que Minecraft Dungeons quer fazer e que portas é que abre para o futuro, especialmente no que toca à receção de novos conteúdos e até de eventos sociais. Este é um jogo que, após 3-4 horas, pode tornar-se repetitivo para muitos jogadores.

Cada área é dedicada a um tema, seja um deserto, um pântano, uma montanha, uma caverna, entre outros, e são relativamente longas, cheias de inimigos para combater. Quase todas contam com um boss final para derrotar e os seus mapas são criados aleatoriamente, para dar um pouco mais de variedade às nossas aventuras. A nível de dificuldade, há um certo desequilíbrio que revela que este é um jogo para passar com companhia. Com três níveis distintos, cada área está preparada para desafiar os jogadores com seis subníveis de dificuldade associados à progressão das nossas personagens.

Quando estamos preparados e com uma personagem relativamente evoluída, jogar a solo é divertido e desafiante, caso contrário as coisas tornam-se caóticas e frustrantes. Isto é especialmente notório quando, no final dos níveis, os bosses, além de nos atacarem com as suas habilidades, ainda nos lançam todos os capangas. Há claramente uma filosofia de jogo que obriga à cooperação entre jogadores, com uns a fazerem de isco e outros a atacarem, algo que, a solo, é virtualmente impossível, a menos que apostemos na evolução através da repetição.

minecraft dungeons review echo boomer 3

Minecraft Dungeons cai infelizmente no território dos jogos de loot. Entramos num nível, limpamos o nível e evoluímos. Este é o seu endgame, suportado por uma história do bem contra as forças do mal que pouco mais é explorada além do setup inicial do jogo. Contudo, é de estranhar que, para um jogo tão focado no loot e gestão de armas, armaduras e habilidades, os níveis contenham tão poucos baús e itens para apanhar, algo que torna a exploração das áreas menos urgente.

Ainda assim, apesar dos seus problemas e limitações, percebo que Minecraft Dungeons não é dirigido a todos os jogadores mais hardcore. É uma aposta simplificada e divertida o quanto basta para juntar amigos, sem o stress e o caos de jogos mais modernos, realistas e violentos. É, especialmente, uma excelente porta de entrada para os jogadores mais pequenos, ainda que esse sentimento evapore nos níveis de dificuldade mais elevados.

A verdade é que me diverti com o tempo passado em Minecraft Dungeons. É um ótimo jogo para jogar quase em piloto automático, sem grandes riscos e com recompensas moderadas, que funciona como pano de fundo para conversas com amigos ao fim do dia ou para sessões mais casuais de streaming.

Se será divertido para os restantes jogadores? Só experimentando. A boa notícia é que podem fazê-lo amanhã, dia 26 de maio, através da subscrição Xbox Game Pass, no PC e na consola, dia de lançamento do jogo. Além do PC e Xbox One, Minecraft Dungeons chega também à PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Nota: Bom

Plataforma: Windows 10 PC, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch
Este jogo (versão PC e Xbox One) foi cedido para análise pela Xbox Portugal.

Oficial: NOS Primavera Sound 2021 acontece de 10 a 12 de junho

José Barreiro, organizador do festival, tinha dito anteriormente que o NOS Primavera Sound 2021 deveria realizar-se nessas datas. E confirma-se.

Sound 2020

É um ano difícil para a cultura, algo que ninguém previa. No caso do NOS Primavera Sound, esperava-se que, originalmente, o festival acontecesse de 11 a 13 de junho no Parque da Cidade, no Porto. Porém, veio a pandemia de COVID-19 e tal obrigou a organização a adiar o evento para setembro.

Infelizmente, com a proibição da realização de festivais até 30 de setembro, excetuando alguns casos, este será o primeiro ano em que não se realiza NOS Primavera Sound desde que o evento acontece por cá.

Portanto, faltava definir datas para 2021. Ao Observador, José Barreiro, organizador do festival, já tinha dito que, muito provavelmente, o NOS Primavera Sound 2021 deveria realizar-se de 10 a 12 de junho. E agora confirma-se.

Em comunicado oficial, a organização refere que foi obrigada a “adiar a 9ª edição do NOS Primavera Sound Porto para o próximo ano. Estamos de volta em 2021, de 10 a 12 de junho”.

“Continuam a aguardar a publicação da lei do Governo para, assim que possível, dar todas as informações sobre a utilização dos bilhetes adquiridos para o NOS Primavera Sound Porto.”

Portanto, e caso tenham bilhete, resta aguardarem umas semanas até que existam mais detalhes sobre esta situação.

Recorde-se que, para a edição deste ano, o festival tinha confirmado nomes como Pavement, Cigarettes After Sex, Jamilla Woods, Earl Sweatshirt, King Krule, Kim Gordon, Sampa the Great, Little Simz e Dinosaur Jr, entre muitos outros.

Valor das vendas do novo gel da Garnier vai reverter na totalidade para a Cruz Vermelha Internacional

Este novo gel purificante chega às lojas ainda este mês.

novo gel

Numa altura em que cada vez mais pessoas andam na rua e, consequentemente, em locais públicos, uma das coisas que não nos devemos esquecer é de lavar as mãos com frequência. Não é portanto, de admirar, que vejamos muita gente com frasquinhos de álcool gel, usando e abusando deles.

A pensar nessa limpeza constante das mãos, a Garnier anunciou que está a produzir um novo gel hidroalcoólico para as mãos. Chama-se Pure Active Gel Purificante e é um novo cosmético com 65% (m/m) de álcool etílico, apresentando benefícios purificantes para uma limpeza eficaz das mãos.

Além disso, a fórmula deste gel possui ainda glicerina, para evitar a secura da pele.

Em Portugal, este Pure Active Gel Purificante estará à venda ainda este mês em hiper/supermercados e outros retalhistas off e online, com um PVP de 2,29€ para cada frasco de 100ml.

Por cá, sabe-se também que a Garnier vai distribuir este produto gratuitamente a todos os seus clientes retalhistas, para utilização dos colaboradores e transportadoras, que continuam a responder ativamente às necessidades dos consumidores

Há, porém, algo a destacar na venda deste produto. É que a totalidade do valor angariado vai ser doado à Cruz Vermelha Internacional. Esperamos, portanto, que a doação ainda seja generosa. Há quem realmente precise.

Crítica – Snowpiercer

Snowpiercer não é apenas um dos melhores filmes de 2014. É, também, um dos melhores da sua década.

Snowpiercer - O Expresso do Amanhã

Neste épico de ficção científica do realizador Bong Joon-ho (Parasite), uma experiência falhada para resolver o aquecimento global mata a maior parte da vida na Terra. Os sobreviventes embarcam no titular Snowpiercer, um comboio que viaja à volta do planeta através de um motor de movimento perpétuo. Quando mensagens enigmáticas incitam os passageiros a revoltarem-se, o comboio começa a ir a todo o vapor em direção ao desastre.

Snowpiercer recebeu uma adaptação televisiva (estreou hoje em Portugal), logo agora é o melhor momento para rever um dos melhores filmes de 2014. Nesse ano, Bong Joon-ho ainda não era exatamente aquele realizador que todos viríamos a conhecer. Portanto, o elenco protagonizado pelo próprio Capitão América, Chris Evans, e a premissa intrigante fizeram todo o trabalho no que toca à criação do estatuto de filme de culto que acabou por conseguir.

Ironicamente, não assisto a este filme desde o seu lançamento, ou seja, esta é apenas a segunda vez que embarco no seu comboio. Vou começar com o melhor que este filme tem para oferecer: o seu argumento.

É uma das obras mais chocantes que testemunhei relativamente a entregar twists de fazer cair o queixo, um após o outro, exclusivamente através de diálogo, algo que acabaria por tornar-se uma marca da filmografia de Bong Joon-ho. A sua escrita é tão incrivelmente complexa e cheia de camadas que é realmente um milagre os seus filmes acabarem por ter qualquer sentido. Snowpiercer (que é co-escrito por Kelly Masterson) tem literalmente dezenas de perguntas lógicas que qualquer outro filme não só deixaria por explicar, como nem sequer tentaria fazê-lo. Com quaisquer outros argumentistas, este filme seria demasiado absurdo e difícil de acreditar. Mas está longe disso.

Todas as personagens recebem um desenvolvimento extraordinariamente elaborado, repleto de revelações alucinantes e twists de fazerem abrir bem os olhos. Todas as linhas de diálogo, todas as imagens, todos os movimentos de câmara, todos os planos, todas as cenas importam. Tudo o que o espetador vê e ouve ou tem algum significado importante ou antevê um eventual payoff.

Snowpiercer é a definição de “todos os planos contam”. Não se atrevam a ir à casa de banho sem parar o filme primeiro. Sem quaisquer dúvidas, vão perder algo impactante se não o fizerem. Argumento absolutamente brilhante e personagens magnificamente bem escritas.

É, indiscutivelmente, uma história guiada pela narrativa. Snowpiercer é uma lição em exposição. Apesar de possuir muita ação (já lá chego), é um filme que confia na capacidade do espetador em ser cativado pelo simples diálogo. O conceito é único e a história é extremamente cativante, mas apenas se o espetador entender o valor de entretenimento em escutar estas personagens enquanto estas executam a sua revolução… em aprender quem estas personagens eram, são e serão.

Snowpiercer - O Expresso do Amanhã

Apenas como exemplo, existe um monólogo no terceiro ato realizado por Chris Evans que não só oferece toneladas de informação sobre a sua personagem, como também é emocionalmente arrebatador de assistir. Se alguém não sentir absolutamente nada durante esta cena, então Snowpiercer talvez não seja o filme ideal para essa pessoa.

Penso que The Platform possui um conceito semelhante. Em vez de um comboio, é uma prisão vertical, mas a alegoria de como a sociedade funciona é evidente em ambos os filmes. De como a política, a religião e a educação infantil podem controlar a Humanidade. As pessoas do topo/frente não só recebem mais do que precisam, mas ainda “usam e abusam”, ignorando completamente os humanos de baixo/cauda que precisam de lutar por restos.

Obviamente, estes filmes seguem caminhos completamente diferentes, mas Snowpiercer possui uma narrativa muito mais complexa do que The Platform. No entanto, não deixa de ser interessante analisar as comparações entre estas duas abordagens distintas a um tema semelhante.

Mesmo assim, para todos os que precisam de algum tipo de entretenimento dinâmico, este filme também se encontra repleto de ação. Tem um pouco de shaky cam a mais para o meu gosto, mas, no geral, cumpre a missão de entregar o ambiente caótico, energético e claustrofóbico que as sequências de ação necessitam. Afinal de contas, é um comboio. Não é como se pudessem produzir batalhas massivas num espaço tão pequeno.

Na verdade, o argumento até permite que a equipa técnica e de stunts mostre algumas técnicas realmente criativas e inovadoras. O uso de slow-motion (não só durante as cenas de ação) eleva o filme, gerando muito suspense/tensão e é perfeitamente cronometrado (incluindo uma sequência de um take fantástica com Chris Evans).

Já que o mencionei, mais vale falar da sua prestação impressionante. Podem não lembrar-se disto, mas, na altura do lançamento do filme, Evans demonstrou-se interessado em seguir uma carreira de realizador, deixando o papel de ator para algo secundário. Embora acredite que será um excelente realizador, estou muito feliz que tenha continuado a aplicar as suas habilidades enquanto ator. Como a maioria dos atores do MCU, sinto que é muito subvalorizado, considerando o que já demonstrou ao longo da sua carreira. Snowpiercer é apenas a ponta do iceberg. Chris Evans é um ator notável e muito mais do que “apenas” uma versão do Capitão América.

Snowpiercer - O Expresso do Amanhã

Tilda Swinton (Mason) também entrega uma interpretação bastante interessante, Octavia Spencer (Tanya) é fascinante, enquanto que a lenda Ed Harris (Wilford) pega no seu curto tempo de ecrã, mas eficaz, para provar o quão talentoso é, especialmente no que diz respeito à exposição do plot. É sempre capaz de ser cativante somente por abrir a boca.

A banda sonora de Marco Beltrami é entusiasmante e memorável. A edição (Steve M. Choe, Changju Kim) não só é perfeita, como ajuda o espetador a entender melhor a história. Finalmente, a produção e a cenografia são impecáveis, oferecendo uma sensação de ser apenas uma única localização claustrofóbica que um comboio inevitavelmente possui.

O meu único problema sério envolve o final. É bastante impactante, mas também algo underwhelming e moralmente divisivo. Uma decisão em particular que afeta todos os humanos presentes no comboio (basicamente, toda a Humanidade) não me convence de que é a melhor conclusão. De uma certa forma, tira valor a alguns esforços que as personagens tiveram de fazer para chegar onde chegaram, bem como o propósito inicial da história. Por um lado, é um final que levanta algumas questões num filme que faz um ótimo trabalho em explicar todos os pequenos detalhes até este último momento. Por outro lado, o comboio está longe de dar uma vida justa a toda a gente…

Sendo assim, Snowpiercer não é apenas um dos melhores filmes de 2014, mas um dos melhores da década respetiva. Com um argumento brilhante, Bong Joon-ho entrega uma narrativa extremamente complexa, carregada com um desenvolvimento de personagens emocionalmente chocante e com um excelente trabalho no que toca à ação. O tema subjacente de como a Humanidade é controlada pela forma como a sua sociedade funciona (desde a política à religião, passando pela educação) acompanha inteligentemente a história repleta de twists. Snowpiercer é uma lição fenomenal em exposição e a definição de “todos os planos importam”.

Com prestações de fazerem cair o queixo, especialmente de Chris Evans, todos os diálogos são notavelmente cativantes, possuindo revelações alucinantes e um esforço inacreditável em explicar todos os pequenos detalhes sobre a funcionalidade do comboio. Estaria, sem dúvida, no topo dos melhores filmes da década se não fosse pelo final moralmente divisivo e um tanto underhwelming/questionável. Tecnicamente, a banda sonora viciante, uma edição incrível e uma produção e cenografia impressionantes colocam o selo de qualidade numa peça de cinema original e bastante única.

Disney Channel Family FUN. Novo canal vai chegar em exclusivo à MEO

Este é, porém, um canal temporário.

Disney Channel Family FUN
Foto de António Barbosa, membro do grupo Disney+ Portugal no Facebook

É uma notícia de última hora, uma vez que o anúncio começou entretanto a ser promovido. Vai chegar em breve, aos clientes MEO, um novo canal Disney.

Chama-se Disney Channel Family FUN e, tal como o nome indica, deverá reunir uma série de conteúdos específicos para toda a família.

No site da MEO ainda não existe qualquer referência a este Disney Channel Family FUN, pelo que não sabemos aos certo as produções que lá serão exibidas. O que sabemos, sim, é que será um exclusivo MEO, ficando este canal disponível para os clientes TV.

Ao que tudo indica, este será um canal temporário, prática habitual por parte da Disney.

4.ª temporada de Rainha do Sul chega à Netflix no dia 15 de junho

O tempo de espera foi grande, mas está a terminar. A 4.ª temporada de Rainha do Sul vai chegar finalmente à Netflix no dia 15 de junho.

Rainha do Sul e Suits têm sido alguns dos grandes sucessos da USA Network nos últimos anos. Tanto nos Estados Unidos da América como a nível internacional, impulsionadas pela Netflix, as audiências das séries têm sido positivas. Como tal, têm acumulado renovações sucessivas.

Um ano depois de ter estreado em Portugal na Fox Life, com exibição quase em simultâneo com os EUA, a 4.ª temporada da série vai agora chegar à Netflix. Neste novo leque de episódios, a ação desloca-se para Nova Orleães, onde Teresa Mendonza vai expandir o seu império de tráfico de droga e onde irá encontrar Pêpê Rapazote.

Rainha do Sul já foi renovada para mais uma temporada e deverá estrear em breve na USA Network e Fox Life.

Já é possível encomendar a Cheesy Bites da Pizza Hut para receber em casa

Uma das pizzas mais emblemáticas dos restaurantes Pizza Hut passa a fazer parte do serviço de entrega em casa da marca.

Quando surgiram, aqui há uns quantos anos, as Rolling Pizzas na Pizza Hut, essencialmente pizzas cujo rebordo estava recheado de queijo, tal novidade fez as delícias dos fãs da marca. Eventualmente, esse conceito evoluiu para um momento de partilha, ao que a Pizza Hut chamou de Cheesy Bites, pizzas que até são servidas nos rodízios.

Mas havia um problema. É que as Cheesy Bites não estavam disponíveis para entrega em casa… até hoje. A partir desta semana, já se pode encomendar a pizza exclusiva pelo seu rebordo constituído por “bites” de massa com queijo, independentes do centro, recheado com vários ingredientes à escolha.

Se forem ao site, reparam que têm duas ofertas relacionadas com esta Cheesy Bites. Há um menu que custa 24,95€ e que, por esse valor, dá direito a uma pizza Cheesy Bites (Tropical, Camponesa, Serrana ou Veggie Lovers), juntamente com quatro fatias Pão de Alho Supremo e uma bebida de 1,5 litros.

O outro menu em promoção custa 22,35€ e troca as fatias de pão de alho supremo e a bebida por uma pizza média Cheeseham. Mas atenção, o preço muda consoante a variedade de escolhida. Se optarem pela Cheeseham, Serrana, Veggie Lovers, Summer ou Prosciutto Lovers pagam 22,35€.

Por outro lado, caso escolham a variedade Bacon Lovers, Pepperoni Lovers,Tropical, Portuguesa, Gália, Camponesa, Cheese Lovers ou Prosciutto Garden, aí já pagam 24,50€.

Finalmente, e por 26,55€, podem optar por uma das seguintes variedades: Havaiana, Garlic&Bacon, Suprema, Barbecue, Farm Lovers, 5 Queijos, Super Suprema e Prosciutto Gourmet.

E claro, as entregas continuam gratuitas, pelo que não pagam mais só porque alguém vos vai entregar a pizza a casa.

Esta é uma novidade que se deve ao facto da marca celebrar 30 anos desde que chegou a Portugal.

Burger King inaugurou restaurante próprio na Ericeira

É o quarto do género em Portugal.

na Ericeira

Agora que os restaurantes Burger King já reabriram ao público, ou pelo menos boa parte deles, está na altura de voltar a apostar na expansão da marca em Portugal. Assim, a Restaurant Brands Ibéria, detentora do masterfranchise da marca Burger King para Portugal e Espanha, inaugurou mais um restaurante próprio no nosso país, desta vez na Ericeira.

É o quarto restaurante Burger King do grupo em Portugal (os outros funcionam em regime de franchising).

Localizado na Estrada Nacional 116, este novo estabelecimento possui sistema de quiosques pre-order, serviço de dvri thru e menu board digitais. Com uma área total de mais de 350 m2, onde existem não só mesas comunitárias, mas também áreas mais pequenas, este espaço conta ainda com uma agradável esplanada.

O restaurante está a operar atualmente com todos os seus serviços a funcionar: sala, esplanada, take away e Auto King e seguindo rigorosamente o Plano Mais Seguro do que Nunca – um plano integral de segurança e higiene desenhado para garantir a segurança de colaboradores e clientes.

De momento, e seguindo as regras da DGS, tanto a sala como a esplanada funcionam apenas com 50% da capacidade.

O novo estabelecimento na Ericeira funciona de domingo a quinta-feira, das 11h à 1h, e às sextas e sábados, das 11h à 1h30.

Este restaurante, o 121º da marca em Portugal, criou também 25 novos postos de trabalho.

Jessie J confirmada no MEO Marés Vivas 2021

Mais um nome que transita da agora cancelada edição deste ano para 2021.

Jessie J
Foto: Agência Zero

Foi em dezembro do ano passado que a organização do MEO Marés Vivas confirmou a atuação da britânica Jessie J para a atuação deste ano. E tudo teria corrido como previsto se a pandemia de COVID-19 não se tivesse instalado pelo mundo.

Jorge Lopes, organizador do MEO Marés Vivas, já tinha referido que iria “guardar as pérolas deste ano e acrescentar mais algumas à próxima edição”, referindo-se, naturalmente, aos artistas e bandas que iriam ao Porto.

Assim, e já depois de ter confirmado as atuações de Anitta e Liam Payne para 2021, a PEV Entertainment avança agora que Jessie J também irá atuar na edição do próximo ano a 17 de julho.

Jessica Ellen Cornish tem cinco álbuns editados, isto se contarmos com o mais recente This Christmas Day, editado em 2018, e que é, lá está, dedicado à época natalícia.

Além desta confirmação, tenham em atenção a questão dos bilhetes, uma vez que os ingressos deste ano devem ser trocados por um válido para a edição de 2021 do festival.

Recorde-se que o MEO Marés Vivas irá acontecer de 16 a 18 de julho de 2021.

Concerto de Lenny Kravitz em Lisboa foi adiado

Mas ainda não há nova data para partilhar.

Continua a ronda de adiamentos ou cancelamentos de espetáculos. Desta vez, trazemos a novidade de que, e como seria de esperar, Lenny Kravitz não teve outro remédio senão adiar a sua tour europeia. E com isto, também o espetáculo programado para 25 de julho na Altice Arena, em Lisboa, foi adiado.

Estamos a trabalhar na nova data que vamos partilhar convosco logo que possível. Agradecemos, desde já, pela compreensão”, refere a promotora Everything is New no Facebook.

Ou seja, e para já, não pensem sequer no reembolso. Sendo um adiamento, e caso o novo concerto aconteça, no máximo, até dia 25 de julho de 2021, não poderão pedir o dinheiro de volta no imediato. Só mesmo em 2022, como manda a lei.

Até lá, devem sempre guardar os vossos bilhetes. E aproveitem para (re)ler a crítica que fizemos ao espetáculo que Lenny Kravitz deu por cá em 2018.

Sonae Sierra lançou serviço gratuito de Drive-In nos centros comerciais

Até ao momento, há 82 marcas aderentes, presentes em 143 lojas.

Sonae Sierra

Esta é mais uma forma cómoda de fazer compras, mas sem sair do carro. Se fizeram uma encomenda online ou por telefone em lojas inseridas nos centros comerciais geridos pela Sonae Sierra, saibam agora que há uma nova para recolher compras.

O grupo lançou um serviço gratuito de Drive-In nos centros comerciais que gere em Portugal para oferecer aos visitantes a possibilidade de recolherem as suas compras de forma cómoda.

Basta, no dia em que a vossa encomenda estiver pronta para recolha, que estacionem o vosso veículo no parque de estacionamento do respetivo centro comercial. Depois é só recolher e seguir viagem.

Até ao momento, há 82 marcas aderentes, presentes em 143 lojas. Os pontos de recolha situam-se no parque de estacionamento de cada Centro.

Em breve, a Sonae Sierra irá disponibilizar um serviço que permite perceber, através do site de cada centro comercial ou da app dedicada, o nível de afluência de pessoas e de carros ao espaço, permitindo ao cliente uma melhor gestão da sua visita.

Recorde-se que, em março, aquele grupo ativou uma plataforma de ecommerce para permitir, de forma gratuita, que todos os lojistas dos centros comerciais sob gestão mantivessem o seu negócio, mesmo nos casos em que tivessem as suas lojas físicas encerradas, e/ou que não tivessem até à data nenhum canal de venda online.

Cinemas vão reabrir sem estreias. Há quem peça adiamento da reabertura para julho

“É como ir a um supermercado e ter as prateleiras vazias”, garante o diretor-geral da FEVIP, António Paulo Santos.

cinemas

Por esta altura, é certo e sabido que o Governo anunciou a abertura das salas de cinema para o dia 1 de junho, uma medida integrada na última fase de desconfinamento. No entanto, faz sentido abrir cinemas sem que existam novos filmes para estrear?

“Esta é uma proposta irrealista e despropositada”, refere a FEVIP – Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais, em comunicado de imprensa. Diz aquela entidade que as distribuidoras não têm filmes para estrear e que, como tal, os cinemas vão ficar vazios.

“A disponibilidade dos filmes está atrasada e dependente da abertura dos mercados internacionais, como é o caso dos EUA. Esta disponibilidade só é esperada para o mês de julho, se as condições sanitárias o permitirem”, explica o diretor-geral da FEVIP, António Paulo Santos.

Tanto a FEVIP como a APEC – Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas, apesar de representarem em Portugal mais de 95% do setor, nunca foram consultadas para se pronunciarem sobre a data de reabertura das salas de cinema.

Sem filmes novos, a FEVIP sugere que as as salas que promovem cinema comercial abram a 2 de julho, sendo que esta proposta não invalida que, para os cinemas que assim o entendam, possam abrir no próximo mês. Por outro lado, a lotação mínima das salas terá de ser garantida a 50%, pois só com esta taxa se poderá tornar o negócio viável.

Sem obras próprias para estrear, os cinemas portugueses estarão sempre dependentes de mercados internacionais.

Pouquíssimos são os filmes a estrearem atualmente nos Estados Unidos. Se olharmos para os números de bilheteiras a nível mundial, reparamos que os números estão muitíssimo abaixo do que era costume, o que não surpreende. Afinal, com muitos dos filmes adiados para 2021, resta espaço para que filmes independentes ou low budget possam chegar às salas. E claro, também esses estão sempre dependentes da adesão do público.

Em Portugal, a única solução de momento será mesmo exibir filmes que, provavelmente, já chegaram à Internet. E só isso, aliado às restrições da pandemia, pode afugentar as pessoas das salas de cinema.

Resta-nos mesmo esperar por Tenet, novo filme de Christopher Nolan, que, ao que tudo indica, estreia por cá a 16 de julho.

Trotinetes da Bird devem voltar a funcionar nos próximos dias

Descobrimos estes veículos no Saldanha, o que quer dizer que o serviço de trotinetes da Bird está perto de regressar ao ativo.

da Bird

Se gostam e acompanham o mercado das trotinetes em Portugal, certamente devem ter reparado que, desde o último inverno, os veículos da Bird desapareceram do mapa. Aliás, aqui no Echo Boomer falámos disso mesmo, numa pausa que se previa temporária.

Pouco depois, ficámos a saber porquê: não só devido à escassez de procura, mas principalmente porque a Bird havia adquirido a concorrente Circ. Com essa compra, a Bird podia finalmente chegar às cidades onde a Bird já estava presente, como Almada, Coimbra, Matosinhos e Braga.

Ou seja, e com esta compra, a Bird necessitava de repensar a sua estratégia de expansão no mercado nacional.

Porém, e com a pandemia da COVID-19, estes serviços de partilha de veículos foram todos encerrados durante algo tempo. Aliás, só esta semana é que a Frog e Lime voltaram a operar no mercado nacional.

Trotinetes da Bird
Estas são as trotinetes da Bird que descobrimos no Saldanha.

Pois bem, no título falamos das trotinetes da Bird porque, como podem ver na imagem aqui em cima, já as descobrimos na zona do Saldanha, em Lisboa. Na verdade, foi um dos colaboradores do Echo Boomer que enviou a foto.

Ao que tudo indica, este será o modelo V1, conforme tinha ficado prometido pelos responsáveis da marca. Aliás, se compararem esta imagem com a foto inicial do artigo, rapidamente percebem que o modelo não é o mesmo.

No entanto, para as trotinetes da Bird já estarem estacionadas em Lisboa, só pode significar uma coisa: o serviço vai arrancar operações nos próximos dias.