A notícia já era esperada, mas agora chega a confirmação oficial.
A Netflix anunciou, através das suas redes sociais, a quarta temporada de Elite.
Esta renovação traz, no entanto, um sabor amargo. Nem todos os atores do elenco principal vão regressar. Aliás, como já era esperado. Saem do elenco nomes como Ester Expósito (Carla), Álvaro Rico, que interpretava o papel de Polo, DannaPaola (Lucrécia), Mina El Hammani (Nadia) e Jorge Lopez, que era Valerio.
Ainda assim, mantêm-se na série os atores Miguel Bernardeau, ClaudiaSalas e Arón Piper. É também esperado que novos nomes sejam confirmados em breve no regresso a Las Encinas.
Elite conta a história de Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola de Espanha, para onde a elite envia os filhos para estudar. É também o sítio onde três filhos provenientes da classe trabalhadora são aceites, após a sua escola ter sido destruída por um terramoto e a freguesia local dividir os estudantes entre escolas diferentes na área. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria a tempestade perfeita que acaba num homicídio.
Ainda não há data de estreia para a quarta temporada de Elite.
É mesmo isso que Jorge Veloso, diretor do North Music Festival, promete da edição de 2021, em entrevista ao Echo Boomer.
Foto de: North Music Festival
Dos constrangimentos causados pela pandemia, que levaram ao adiamento da edição deste ano, à expansão de dois para três dias em 2021, Jorge Veloso fala-nos das diferenças do seu festival em relação a outros, do local ideal que é a Alfândega do Porto e de como a captação de público estrangeiro tem sido uma aposta ganha.
1) Foram dos primeiros festivais a cancelar a edição deste ano, prontamente adiando-a para 2021. Como lidaram com a situação? Qual o impacto financeiro?
Jamais pensámos que esta pandemia ia chegar a Portugal. Os dados que nós tínhamos não apontavam nesse sentido. No entanto, quando começamos a ver que Itália estava a ter muitos casos e, depois, também em Espanha, estávamos no final de janeiro, início de fevereiro, altura essa em que nos encontrávamos a preparar, por assim dizer, aquela promoção final de dois, três meses para o festival, percebemos que era inevitável chegar cá. Aí parámos com tudo.
Daí os nossos prejuízos. Sim, tivemos, mas fomos a tempo de evitar que os valores fossem mais altos, como por exemplo em outdoors, spots de tvs, rádios… Parámos toda a promoção, no fundo.
Mas há o trabalho de um ano. Esse trabalho está perdido, para este ano, mas achamos que, ao termos os cabeças de cartaz confirmados para o próximo ano, os esforços não foram em vão. Construímos algo, que vamos protelar, mas é um investimento que está do lado das bandas e, como tal, só o vamos recuperar no próximo ano.
2) Como encaram as medidas excecionais introduzidas pelo Governo, nomeadamente o reembolso através de vouchers, para apoiar o vosso setor?
Nós não estamos ao abrigo dessa medida. Ao adiarmos, não estamos ao abrigo nem de vouchers nem do decreto-lei n.º 10-I/2020.
3) Aquando do vosso comunicado do cancelamento da edição deste ano, prontamente anunciaram que em 2021 teriam três dias de festival. A expansão para mais um dia já estava pensada, ou foi uma necessidade decorrente dos constrangimentos deste ano?
Sim, já estava pensada, não para este ano, mas para o próximo. As pessoas que compraram bilhete para um dia vão apenas a um dia no próximo ano. Apenas aquelas que compraram o passe geral para este ano é que têm bilhete válido para os três dias em 2021.
4) O cartaz mantém-se na integra. Foi fácil chegar a acordo com as bandas? Como têm elas lidado com a situação?
Há uma questão particular. Nós ainda antes de anunciarmos o adiamento já estávamos a negociar com as bandas. Mas sim, com o estado atual do mundo, foi relativamente fácil acordar com as bandas o “regresso” ao North Music Festival.
5) Os cabeças de cartaz são contratados, por norma, com bastante antecedência. De que forma o adiamento do cartaz condicionou a contratação do que seria o cartaz de 2021 (em condições normais)?
Sinceramente, quando fazemos um festival, nem pensamos o que vamos fazer no próximo ano. O nosso objetivo era único: esgotar. No ano passado tivemos muito perto e, este ano, estavam reunidas as condições para tal.
No entanto, abriu-se aqui uma oportunidade: um nome que não pudesse este ano pode, eventualmente, estar presente na próxima edição. Aliás, a seu tempo, iremos anunciar um grande headliner para quinta-feira (20 de maio).
6) Como lidaram os vossos parceiros/patrocinadores com a atual situação? Os apoios mantêm-se?
A partir do momento em que decidimos adiar, tivemos naturalmente de conversar com alguns parceiros. Não é uma questão de alguém querer: nós fomos impedidos de realizar o festival.
7) O que vos distingue enquanto festival?
Nós quando iniciámos este projeto fomos muito claros: achávamos que havia um modelo de festival esgotado. Aliás, a pandemia veio-nos dar um pouco de razão. Nós temos a Alfândega do Porto como pano de fundo e quase nada foi improvisado.
Temos quatro palcos distintos: palco principal, Palco Sunset e dois palcos interiores: um de jam sessions e outro de dance. Ou seja, temos condições indoor e outdoor e, com isso, não precisamos de improvisar.
O nosso festival é cosmopolita. É urbano. É transversal. Quem quiser pode ir dos Clérigos à Alfândega a pé. São 10 minutos. A qualidade do espaço (é um espaço centenário, a Alfândega já ganhou diversos prémios), a qualidade das bandas… É um festival diferente de todos os outros e dá para toda a família. É confortável. É o que mais se diferencia de todos os outros.
8) Começaram por ter o Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, como recinto. Mas as últimas edições aconteceram na Alfândega do Porto. Encontraram a localização ideal? É para manter?
Encontrámos o conceito ideal, sim. O primeiro serviu para testar, essencialmente. Portanto, devemos considerar mesmo como primeira edição aquela que aconteceu primeiramente na Alfândega do Porto.
9) O cartaz tem sido um misto entre bandas internacionais com algum passado (muitas com uma forte relação com o público português, apelando a uma certa nostalgia) e bandas nacionais, consagradas e novos valores. A aposta é para manter?
Sim, com quatro palcos temos de ter muita animação. É evidente que no cartaz não podemos logo comunicar tudo, mas estamos sempre atentos às novidades. No que toca às bandas nacionais, temos todos os anos uns 30 a 40 pedidos de projetos nacionais diferentes.
10) Qual a vossa lotação? Quais têm maior impacto – os passes ou os bilhetes diários?
Conseguimos ter no recinto 18 mil pessoas por dia. Este dia vendemos muito mais bilhetes diários do que no ano passado. Depende muito dos dias e das bandas/artistas apresentados para cada um. Tivemos muitos passes vendidos, mas este ano, sem dúvida, o bilhete único foi o mais procurado.
11) O festival tem por nome North Music Festival. O público estrangeiro tem cada vez maior presença nos festivais nacionais. É também uma aposta vossa? Que percentagem tem o público estrangeiro no número de participantes?
A escolha do nome foi mesmo propositada para captar público internacional, tanto que já conseguimos ter festivaleiros de 15 países diferentes. Até já tivemos despedidas de solteiros! E claro, com a ascensão meteórica do Porto nos últimos anos, acabámos por aproveitar.
Já tivemos muitas pessoas que adquiriram pacotes de alojamento nas bilheteiras lá fora. Mas mesmo quem venha sem nada planeado, facilmente se sentirá atraído.
Além disso, os bilhetes de espetáculos e festivais em Portugal são muito mais baratos. Até nas bebidas: uma cerveja lá fora custa 6€, cá pode custar 2€.
13) O que poderá esta pandemia ter feito à música ao vivo, em particular aos festivais?
No meu caso, eu acho que tenho um festival de futuro. Eu considero Portugal um país limpo. O que é que vai mudar? Eu acho que, no geral, não deverá mudar muita coisa, mas cada festival terá a obrigação, cada vez maior, de colocar mais casas de banho, desinfetantes, aplicar medidas de higiene e limpeza permanentes… Isso já era uma prática reiterada no nosso festival, mas eu acho que, cada vez mais, quem quiser subsistir nesta área dos festivais, vai ter de ter muito cuidado no futuro com as normas de segurança e higiene, porque senão o público não vai.
Acho que muitas questões de higiene terão de ser revistas nos outros festivais. Além disso, muitos deles terão problemas de tesouraria e liquidez, isso é inerente. E há falta de apoios. As linhas de créditos dos bancos e as sociedades de garantia mútua neste momento não respondem às necessidades dos promotores. Falo por mim.
14) O que podemos esperar da edição de 2021?
Podem esperar a melhor edição de sempre. Queremos esgotar. E com este cartaz e com o que ainda vamos anunciar, certamente que o vamos conseguir.
Inicialmente agendada para maio, a quinta edição do OUT///FEST pode mesmo acontecer a 3 e 4 de outubro. Está tudo em aberto.
Foto: OUT///FEST
Foi a 23 de março, quando já estávamos em pleno Estado de Emergência, que a organização do OUT///FESTresolveu adiar o evento por uns meses. Originalmente marcado para 23 e 24 de maio, foi então adiado para 3 e 4 de outubro.
A questão é: tendo em conta o panorama, as datas mantêm-se? Bom, ao que tudo indica, sim. Pelo menos foi essa a informação avançada na página oficial do Facebook.
“Mantemos para já os dias 3 e 4 de outubro no Parque Marechal Carmona em Cascais. Vamos aguardar desenvolvimentos para saber se ainda será possível a sua realização para este ano”, refere o OUT///FEST numa curta publicação colocada naquela rede social.
Não é garantido que se realize, mas há essa hipótese, pelo que está tudo em aberto. Se se realizar, saibam que os bilhetes diários custam 15,90€, ao passo que o bilhete de dois dias tem um custo de 26,50€.
O Let’s Go Local é o mais recente desafio do movimento Portugal #EntraEmCena, que quer dar palco a músicos portugueses.
Têm surgido algumas iniciativas durante este período excecional para a sociedade e para a cultura portuguesa. A mais recente chega por parte da EDP, que quer apoiar músicos portugueses e ajudar a manter os festejos tradicionais tão característicos de Portugal.
No Let’s Go Local, o mais recente desafio do movimento Portugal #EntraEmCena, a EDP pede aos artistas que apresentem um conceito criativo para a celebração da música tradicional portuguesa, seja cante alentajano, folcore ou música popular.
Para isso, os interessados devem também enviar um vídeo com a sua atuação e indicar o local e as necessidades técnicas para a concretização da sua ideia. Quem aceitar, deve fazê-lo até ao próximo dia 12 de junho no site oficial do Portugal #EntraEmCena. As melhor refletirem a essência da música popular portuguesa, poderão ser implementadas ainda este ano.
O bom do movimento Portugal #EntraEmCena é o facto de ser uma plataforma que permite que artistas possam lançar ideias e obter investimento para a fase de conceção e desenvolvimento dos projetos. Também as empresas privadas e públicas podem aqui encontrar talento e ideias propostas por artistas e lançar desafios ao desenvolvimento de novos projetos artísticos, escolhendo as que pretendem financiar.
A Yorn estabeleceu uma parceria com a UBOOK. São milhares de audiobooks, podcasts, comedy shows, entrevistas e muito mais.
São clientes Yorn e estavam à espera de uma boa oferta? Então talvez esta vos interesse.
De momento, através da app My Vodafone, se forem à opção Parcerias Yorn, irão reparar que as opções não são muitas. Por exemplo, os descontos nos cinemas não se podem aproveitar porque, lá está, as salas estão encerradas.
Já o desconto nas lojas Subway só pode ser aproveitado às quintas-feiras e, neste momento, em apenas sete lojas em Portugal Continental.
Ou seja, as ofertas disponíveis de momento não são propriamente apelativas. Porém, surgiu agora uma que vos pode agradar. A Yorn juntou-se à UBOOK para oferecer dois meses de acesso à plataforma, sendo que podem ouvir milhares de audiobooks, podcasts, comedy shows, entrevistas e muito mais.
Após escolherem a parceria UBOOK, devem clicar onde diz “Pede o teu código“. Quando o tiverem, devem depois ir aqui e redimir esse voucher.
Atenção, devem pedir o vosso código até 30 de junho. Depois têm até 15 de julho para usá-lo.
Esta promoção é limitada a um código por cada cliente Yorn (exceto Yorn Plano Inicial). Após os dois meses, poderão continuar a usufruir de serviço, mas pagando 2,99€ por mês.
Devido a todas as dúvidas que se têm gerado, a PEV Entertainment, promotora do festival, criou uma FAQ onde responde a todas as questões.
Foto: MEO Marés Vivas
Quem comprou bilhetes para festivais este ano ficou sem saber o que fazer durante algum tempo, principalmente após os mesmos terem sido adiados/cancelados. Muitas têm sido as dúvidas, principalmente relacionadas com trocas ou com reembolsos.
Pois bem, a PEV Entertainment, promotora do MEO Marés Vivas, criou esta semana uma FAQ onde responde a todas essas questões… e há coisas que os festivaleiros não vão gostar de saber.
Por exemplo, e segundo o que podem ler aqui, quem tiver bilhete para a edição de 2020, e quiser ir à de 2021, terá de trocar o ingresso para as novas datas do festival. Ou seja, os bilhetes adquiridos para este ano não são automaticamente válidos para a próxima edição.
É importante que tenham isto em atenção. Diz a promotora que “o bilhete adquirido até à data do adiamento será valido como vale para pagamento de qualquer tipo de bilhete para o MEO Marés Vivas 2021, ou seja o valor do seu vale pode ser utilizado em qualquer tipo de bilhete do Festival (ex: Diários, VIP, Passe)”.
O problema é que a troca deve ser feita no mesmo local de aquisição a partir de dia 1 de junho, data que está estabelecido pelo governo para a abertura das lojas.
Quererá isto dizer que o bilhete deve ser trocada na mesmíssima loja onde foi adquirido? É que não faz sentido absolutamente nenhum. Pensemos naqueles casos em que os bilhetes foram oferecidos a alguém, adquiridos em lojas que ficam a dezenas e dezenas de quilómetros de distância. Não só não faz sentido nenhum, como é um trabalho extra para quem tem bilhete.
Esperemos que uma qualquer FNAC, Worten ou similares aceitem a troca de bilhetes, mesmo que os ingressos tenham sido adquiridos numa outra qualquer loja da empresa em questão.
Já o Rock in Rio Lisboa, por exemplo, está a fazer com que os bilhetes previamente adquiridos para a edição deste ano sejam válidos para o próximo. Por exemplo, Foo Fighters, The National e Liam Gallagher já confirmaram presença na edição de 2021, pelo que, quem tinha bilhete para o dia em que as bandas deveriam tocar em julho deste ano, tem o seu bilhete automaticamente válido para 19 de junho do próximo ano, dia em que, lá está, todos esses nomes sobem ao Palco Mundo.
Então e quanto a reembolsos relativamente à edição deste ano?
Quanto a essa questão, diz a PEV Entertainment que, “caso não pretendam utilizar o bilhete adquirido poderão ser ressarcidos do valor gasto. Essa devolução será feita após o dia 18 de julho 2021 até 15 dias após a realização do Festival, ou seja a devolução será feita entre o dia 19 de julho e o dia 2 de agosto 2021”.
Quem optar por esta solução certamente não ficará muito satisfeito, mas, ainda assim, é melhor do que aguardar até 2022, tal como diz a lei.
Até lá, saibam que, para 2021, o MEO Marés Vivas já confirmou as atuações de Anitta e Liam Payne para 17 de julho do próximo ano.
Em From The Basement, a banda toca o disco The King of Limbs na íntegra, bem como algumas faixas que ficaram de fora.
Nas últimas semanas, muitas têm sido as bandas a disponibilizar nos seus canais de YouTube concertos icónicos que já aconteceram há algum tempo. Agora, foi a vez dos Radiohead brindarem os fãs com um “concerto” de estúdio gravado em 2011.
Sim, é mesmo de From The Basement que falamos, uma websérie do canal britânico Sky Arts desenvolvida em 2006 por Nigel Godrich. Na altura, a proposta de Godrich era fazer com que, em estúdio (neste caso o Maida Vale Studios, em Londres), grandes nomes da música tocassem como se estivessem perante milhares de pessoas. Ou seja, a dar um concerto a sério.
Um dos nomes sonantes que passaram pelo formato foram, lá está, os britânicos Radiohead, que, na altura, estavam com The King of Limbs, oitavo álbum de estúdio, fresquinho no mercado.
A banda de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Philip Selway tocou esse disco na íntegra, juntamente com os chamados lados B, casos dos temas “The Daily Mail” e “Staircase”. Na altura, os fãs da banda consideraram um crime estas faixas terem ficado de fora do lançamento comercial do álbum.
Além deste From the Basement, que podem ver e ouvir aqui em cima, podem ainda espreitar outros seis concertos que o grupo disponibilizou nas últimas semanas no canal oficial do YouTube.
E há uma grande novidade. De momento, serão somente 30 os carros da emov disponíveis em Lisboa.
Foi sensivelmente há um mês atrás que a Emov by Free2Move anunciou que ia suspender temporariamente o serviço de carsharing em Lisboa. A razão, claro, devia-se à pandemia de COVID-19, o que, muito provavelmente, terá levado a uma quase inexistente procura por parte dos clientes.
Agora, numa altura em que tudo vai retomando a normalidade, também a empresa volta a funcionar. Num email enviado aos clientes, a emov refere que, na próxima segunda-feira, dia 25 de maio, volta a ativar o serviço em Lisboa. E claro, com novidades.
Para já foi criado um Protocolo de Prevenção e Segurança com medidas extraordinárias. Por exemplo, será obrigatório o uso de máscara não só para o condutor, mas para outros passageiros durante a condução dos veículos (a plataforma refere que, em caso de levarmos companhia, todos os outros ocupantes devem colocar máscara antes de entrarem no respetivo veículo). Quem não o fizer arrisca-se a levar com uma multa, daquelas pesadas.
Além disso, a empresa pede que os condutores desinfetem as mãos com água e sabão ou gel hidroalcoólico antes de entrarem no veículo e no final da viagem, pedindo também para que se utilize as luvas e as proteções para o assento e o volante que poderão encontrar no kit de segurança colocado no banco do passageiro.
De resto, e para adaptar a demanda atual do serviço a emov ajustou a zona de serviço e reduziu a frota, ficando assim com somente 30 veículos DS3 Crossback. Ou seja, e por enquanto, não haverá automóveis Citroen C-Zero para ninguém, que se destacavam por serem 100% elétricos.
Com esta novidade dos carros da emov, há também novos preços. Podem consultar tudo aqui.
Se procuram um jogo de corridas excitante, realista e que leve ao limite as vossas habilidades na Switch, TT Isle of Man II: Ride on the Edge é a resposta.
Após o lançamento para PC, PS4 e Xbox,TT Isle of Man II: Ride on the Edge chega finalmente à Nintendo Switch.
Isle of Man, nome de uma ilha situada entre Inglaterra e Irlanda, empresta o nome a uma das provas mais emocionantes e perigosas do mundo que ocorre na mesma. Nessa prova, todos os motociclistas em competição correm a alta velocidade em estradas estreitas ao longo de vales, no meio da floresta, no campo, junto a precipícios íngremes e até no meio de povoações. Percebe-se facilmente de onde vem a adjetivação do perigo que esta prova secular acarta, registando já uma totalidade de 260 fatalidades ao longo de 112 anos de competição.
Em relação ao jogo, é o segundo da franquia e houve bastantes melhorias e algumas novidades em relação ao anterior. Toda a física em torno da dinâmica da moto foi melhorada: com a integração do efeito giroscópico, a direção ganhou mais precisão e naturalidade; o conta-quilómetros da moto alerta para o perigo iminente de queda, ajudando a antecipá-las e evitá-las; ao curvar, mediante o ângulo da moto, há a sensação de alteração de aderência à pista; e houve ainda uma melhoria na suspensão e na gestão de temperatura dos pneus e dos travões. Tudo isto, juntamente com uma melhor resposta da moto e técnicas de condução, resulta numa melhoria abismal na experiência de condução.
Tal como MotoGP, se não estão familiarizados com este tipo de simuladores, custa um bocado ao início a apanhar o jeito, tornando-se, por vezes, numa experiência frustrante. Para além disso, TT Isle of Man não tem os mesmos mecanismos de assistência de corrida que MotoGP, sendo maior o choque inicial. No entanto, com alguma persistência, atenção e dedicação, vão acabar por começar a entrar no esquema do jogo e a ganhar cada vez mais controlo sobre a moto. Até lá, muitas quedas aparatosas vos esperam.
No que toca a menus e modos, o jogo é muito básico, mas acaba por ter o essencial. O Single-Player subdivide-se em modo carreira, corrida rápida, contra-relógio, Free Roam e num tutorial para tornar mais fácil a aprendizagem de comandos importantes. Já o Multi-Player pode ser jogado online ou offline contra amigos.
Ainda sobre os modos de jogo, o Free Roam funciona um bocado como Sandbox, permitindo andar de forma livre num dos mapas (Irlanda) e testar a moto e aprimorar habilidades sem a obrigatoriedade de cumprir um objetivo em concreto. Este modo também é ótimo para ganhar aquele calo inicial.
O modo carreira, apesar de não ter muitas opções de customização, está bem estruturado, obrigando os jogadores a começar de baixo (com contrato ou de forma independente) até conseguirem a desejada qualificação para o Tourist Trophy da Isle of Man (que pode não ser na primeira época).
Ao longo da carreira, são disponibilizados vários eventos a cada dia de prova (quanto mais difíceis, melhores são os prémios), permitindo uma gestão personalizada de calendário. O desempenho nesses eventos traz retorno para podermos melhorar a moto, de modo a ajudar a garantir a qualificação para a prova final, e consumíveis específicos que podem ser ativados antes de corridas, gerando vantagem competitiva. No modo carreira, também existe a opção Free Roam com alguns desafios, cujo prémio é dinheiro extra, algo que dá muito jeito. As boas e más notícias é que, apesar de ter havido melhorias em relação ao capítulo anterior, ainda há bastante espaço para melhorar.
Para principiantes, começar a jogar em Handheld Mode ou Tabletop Mode é um erro, na medida em que vai ser um choque muito grande a nível de jogabilidade, dificultando a aprendizagem inicial. Isto porque os gráficos têm qualidade inferior e o tamanho do ecrã da Switch torna muito difícil a perceção de profundidade e o desenvolvimento de reflexos em alta velocidade. Como tal, aconselho que comecem por jogar em TV Mode, onde os gráficos são superiores, fazendo com que seja mais fácil aprender a controlar a moto.
Ainda assim, os gráficos deixam um bocado a desejar, sendo que podem melhorar muito. Notei alguns problemas de desempenho a nível de renderização de imagem e atraso de reação face aos comandos, mas foi algo pontual. Não é grave, mas deixa a sensação que o jogo ainda não está 100% preparado para correr de forma fluida na Switch (poderá justificar o atraso no lançamento). Nada que um update não resolva, claro.
O facto do ZL e RL funcionarem de forma binária, ao contrário dos respetivos botões noutras consolas (que funcionam de forma progressiva), tornam a experiência de mudança de velocidade/travagem um pouco estranha, mas é uma questão de hábito. O Free Roam no modo carreira podia estar mais bem explorado e peca pela escassez de desafios. Para além disso, era de valor ser possível ter opção de escolher outros mapas para usufruir deste modo e conhecer melhor todas as pistas.
Apesar destas pequenas falhas, é preciso lembrar que este é só o segundo capítulo na franquia, pelo que fiquei com a sensação de que o futuro desta linha de simuladores (desportos motorizados) é promissor. TT Isle of Man II tem potencial para ser um rival à altura para MotoGP num futuro próximo.
A começar pelo modelo de competição, que é menos pensado e trabalhado, mas muito mais entusiasmante. Depois, o modo Free Roam, que é ótimo para passar tempo e descontrair da competição, tem um potencial enorme. Para terminar, a sensação de velocidade é muito superior, resultando numa maior adrenalina e gosto pela condução de motos.
Eu não sou o maior fã de motos, mas, se MotoGP me deixou bastante satisfeito, este jogo era o que faltava para me render e começar a ganhar interesse neste tipo de simuladores de corrida. Se procuram um jogo de corridas excitante, realista e que leve ao limite as vossas habilidades na Switch, TT Isle of Man II: Ride on the Edge é a resposta, trazendo consigo a promessa de diversão garantida por muito tempo – pelo menos até sair o próximo capítulo.
Ainda que a experiência em PC/PS4/Xbox possa ser superior à na Nintendo Switch relativamente aos gráficos, não é uma diferença muito notória. Portanto, o facto de poderem jogar este jogo em qualquer lado acaba por tornar vantajoso investir na versão da Switch.
Não se esqueçam é que vão ter de cair muitas vezes e ser persistentes, mas, ultrapassando esse obstáculo, o difícil é não viciar neste jogo.
Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela Upload Distribution.
Ecrãs de 300Hz e placas gráficas NVIDIA SUPER são apenas algumas novidades.
A Razer atualizou a sua linha de portáteis profissionais. Agora, os Razer Blade Pro 17 estão ainda mais sofisticados para responder às necessidades dos jogadores designers e até dos produtores profissionais.
Disponível em vários modelos, o novo Blade Pro 17 chega com uma variante com um ecrã 4K e suporte até 120Hz, ou numa versão com ecrã full HD mas com suporte de uns incríveis 300Hz, que prometem imagens super fluidas.
Por falar em “super”, os novos laptops vêm chegar a mais recente linha de placas gráficas da NVIDIA, com a inclusão de uma NVIDIA GeForce RTX 2080 SUPER, uma das mais poderosas placas gráficas da marca.
Ao GPU alia-se o CPU, a cargo da Intel, com o seu Intel Core i7-10875H de 10ª geração com oito núcleos, um casamento que promete ser perfeito para utilizadores avançados e que transformam o mais recente Blade Pro 17 numa estação de trabalho completa e preparada para todo o tipo de utilização em qualquer lugar.
Os novos Razer Blade Pro 17 não são, contudo, para bolsos com fundo, podendo ser adquiridos já no final deste mês na loja da Razer e algumas lojas físicas, com valores que começam nos 2899,99€.
A Sound BlasterX AE-5 Plus, que veio introduzir à linha suporte de descodificação áudio Dolby Digital e DTS Connect, chega agora numa edição preparada para os utilizadores que não só querem os melhores componentes, mas querem orgulhar-se de os ter com estilo.
Com uma produção de unidades limitada, a Sound BlasterX AE-5 Plus Pure Edition destaca-se pelo seu design simplista em tons de branco e pelas capacidades RGB, para iluminar os computadores mais modernos das nossas secretárias, onde o interior pode ser visto a trabalhar.
Para isso, a Sound BlasterX AE-5 Plus Pure Edition conta com mais LED RGB personalizáveis via Aurora Reactve Lighting System, com mais de 16.8 milhões de cores, que reagem de forma autêntica e precisa a todos os sons das música, jogos e até filmes.
Disponível na loja da Creative, a Sound BlasterX AE-5 Plus Pure Edition surge por 189,99€.
O evento de inauguração aconteceu hoje com a presença de diversos autarcas da região.
Muitos dos nossos leitores possivelmente nunca terão ouvido falar da marca Daniel’s Chocolate, mas os leirienses certamente que sim. Pois bem, a marca revelou-se hoje com um novo nome. Uma nova imagem, por assim dizer.
Apresenta-se agora como Companhia Portugueza do Chocolate, mas mantém o ADN. É, portanto, uma marca de chocolate artesanal com fábrica, cafetaria e loja física do criador do Bombom Mais Caro do Mundo, Daniel Gomes.
Fundada em 2012, lá está, com o nome Daniel’s Chocolate, a Companhia Portugueza do Chocolate apresenta-se num edifício emblemático da freguesia das Cortes, uma antiga cooperativa de vinho, complementando a ligação entre a zona histórica com vista para o rio Lis com a promoção de produtos portugueses.
Como referimos, o espaço terá uma loja, sim, mas também uma chocolataria, onde serão produzidos chocolates sem glúten, sem lactose, vegan ou outros ainda mais originais. Já na cafetaria será possível comer crepes e gelados, bem como beber café ou um bom vinho.
A Companhia Portugueza do Chocolate abre ao público dia 1 de junho, seguindo as medidas e recomendações da DGS (Direção Geral da Saúde), dando a oportunidade aos amantes de chocolate de conhecer os produtos artesanais, incluindo o Bombom de Leiria, disponíveis na loja física e online da marca.
Foi a própria gasolineira a informar os seus clientes através de email.
Não é a primeira vez que falamos aqui destes assuntos, mas também não será a última. Vários são os casos em que burlões/ladrões se fazem passar por outras empresas na tentativa de roubar dinheiro ou dados sensíveis.
Desta vez, a visada é a Galp, que está a informar os utilizadores de que está a circular uma mensagem falsa via WhatsApp.
No email enviado aos clientes, a Galp alerta para uma fraude informática (Phishing) que começou a circular hoje, dia 22 de maio, e que utiliza indevidamente a marca Galp para tentar obter ilicitamente dados pessoais.
Como é óbvio, o facto do endereço ser galp.gratis não inspira qualquer confiança. Além disso, a própria linguagem apresentada não é adequada a uma empresa como a Galp.
A marca relembra ainda que não solicita dados financeiros ou pessoais por e-mail ou via WhatsApp, comunicando apenas através dos seus canais oficiais para os diversos serviços que presta.
Agora que regressamos a um “novo normal”, há que descobrir novos spots. O Bloomy Market é um deles.
É um daqueles casos ingratos. Foi desde janeiro que o projeto começou a ser promovido no Facebook, tendo depois aberto portas ao público em março assim que o espaço ficou finalizado.
Porém, pouquísismos dias após inauguração, a pandemia de COVID-19 obrigou a fechar os espaços públicos. E o novíssimo Bloomy Market foi um dos visados.
A 14 de março, colocaram uma publicação no Facebook onde agradeceram aos clientes e amigos por terem enchido os primeiros dias de vida do Bloomy com presença e sorrisos de satisfação. Porém, foi também nesse dia que tomaram a difícil decisão de fechar temporariamente as portas.
Agora, em plena fase de desconfinamento, o Bloomy Market volta a reabrir portas. E ainda bem, pois há muito para descobrir.
Este é um spot localizado no Mercado do Livramento, em Setúbal, onde se contam nutrientes em vez de calorias. Ou seja, é, como já perceberam, um espaço dedicado à comida saudável.
O menu é inspirado pelas pela “zonas azuis” – regiões no mundo onde as pessoas vivem vidas longas e saudáveis, cuja alimentação se baseia em frutas e vegetais coloridos, leguminosas, frutos secos e cereais. E é por isso mesmo que, no Bloomy Market, há muita comida natural à base de plantas que é preparada para servir os clientes.
Praticamente tudo o que é servido no Bloomy é feito pelos funcionários. Usam ingredientes frescos e naturais e usam um delicioso pão artesanal de fermentação lenta (Gleba) mais fácil de digerir.
São várias as opções que o Bloomy Market disponibiliza aos clientes. Entre sweet bowls, tostas abertas, tostas fechadas e pratos de almoço, bem como bolos e doces, há também um menu especialmente preparado para take away, indicado para aquelas pessoas que não têm muito tempo ou que ainda não se sentem muito à vontade em permanecer em espaços públicos. Neste caso, convém fazerem uma encomenda antes.
Além disso, e todos os dias, os responsáveis apresentam uma sopa do dia, um prato do dia e uma sobremesa do dia.
Se vos pareceu bem, basta então que passem pelo Mercado do Livramento, de terça a domingo, entre as 8h e as 16h, e perderem-se nas opções do Bloomy Market.
Foi também revelado o nome do primeiro single, que tem o mesmo nome do álbum dos irmãos Lawrence.
Se gostam dos Disclosure, saberão que a dupla, constituída pelos irmãos Guy e Howard Lawrence, lançou em fevereiro o EP Ecstasy, tendo revelado um tema por dia durante cinco dias, tal como aconteceu com o anterior EP Moonlight. O que ninguém sabia é que Ecstasy seria, na verdade, um indicador par um terceiro álbum de estúdio.
É verdade. É a 28 de agosto que chega às lojas o terceiro álbum dos Disclosure. Chama-se ENERGY e, para o promover, podem já ouvir aqui em cima o single com o mesmo nome.
Esta música cruza ritmos frenéticos retirados de um álbum de música brasileira com samples de Eric Thomas, o mesmo palestrante hip hop cujas palavras apareceram no tema “When a Fire Starts to Burn”, de 2013. O videoclip foi realizado pelo Kid. Studio.
De resto, não mais detalhes deste novo álbum dos Disclosure para partilhar. Fiquem atentos às novidades dos próximos meses.
Mas com horário provisório. E estarão em vigor diversas medidas de prevenção e controlo da COVID-19.
Com saudades de ir a Troia através dos catamarans da Atlantic Ferries? Saibam então que isso vai ser possível já a partir de amanhã, dia 23 de maio.
É, portanto, a partir deste sábado, que a Atlantic Ferries retoma o transporte de passageiros entre Setúbal/Troia/Setúbal, mas com horário provisório. Nos ferries, a empresa terá um reforço de carreiras de forma a assegurar as necessidades de transporte para e de Troia e preservar as condições de saúde e segurança.
As viagens na Atlantic Ferries realizam-se com uma lotação máxima até dois terços da capacidade das embarcações, seguindo as orientações definidas pela Direção Geral de Saúde. O controlo é assegurado de forma automática nos canais de acesso, sendo que, quando a lotação máxima permitida for atingida, os canais de acesso bloqueiam a passagem.
Para salvaguardar a saúde e segurança de passageiros e colaboradores, a Atlantic Ferries implementou outras medidas de prevenção e segurança nos catamarans. Entre elas, destaca-se o acesso a informação de medidas de segurança e prevenção a clientes e colaboradores e a desinfeção das embarcações e instalações terrestres, com recurso a tecnologia de ação residual mecânica e o reforço das rotinas de limpeza, com enfoque nos locais de maior contacto.
No sentido de minimizar as interações entre os passageiros e os colaboradores, foram ainda instaladas barreiras físicas nas bilheteiras, alterados procedimentos de validação e incentivado o uso de cartões contactless como forma de pagamento.
Entretanto, a Atlantic Ferries continua a garantir a entrega 0,10€ por cada título vendido para a realização de ações de conservação e monitorização ambiental no estuário do Sado. No âmbito desta medida, foram já entregues mais de 1 milhão e duzentos mil euros de contrapartidas ambientais através deste mecanismo.
OsDays of Play 2020prometem ser especiais, pois serão os últimos dedicados inteiramente a esta geração.
Todos os anos, a PlayStation celebra o seu ecossistema com descontos únicos e, por vezes, até com o lançamento de produtos muito limitados. Para já, ainda não se conhecem todos os detalhes, mas a PlayStation já levantou o véu sobre algumas das promoções para os fãs da PlayStation.
A edição deste ano desta promoção vai acontecer já para a semana, no dia 25 de maio, e dura até ao dia 8 de junho, em lojas físicas, e de dia 3 a 17 de junho, na PS Store. E tal como em edições passadas, vamos ter uma seleção de jogos com descontos exclusivos, subscrições a preço reduzido e alguns bundles novos.
A primeira parte da promoção dedicada aos pontos de venda habituais vai contar, por exemplo, com o PS VR Starter Pack por 199,99€ e o Mega Pack por 229,99€. No que toca a jogos, temos Nioh 2 a 49,99€, Death Stranding a 29,99€, Days Gone, Medievil, Marvel’s Spider-Man e Concrete Genie a 19,99€, e uma seleção de jogos PlayStation Hits, onde encontramos Gran Turismo Sport, God of War, The Last of Us Remasteredou Horizon Zero Dawn, cada um por 14,99€.
Por fim, se estão à procura de atualizar as vossas subscrições do PS Plus e do PS Now, preparem-se para um desconto de 30% nas suas anualidades, com cada serviço a custar 41,99€.
A lista mais completa de promoções, dedicada à promoção digital da PS Store, será revelada mais tarde.
Se tens Netflixhá um ano, mas não usas a subscrição, toma atenção.
Não são muitos, mas há quem seja despassarado o suficiente para se esquecer que tem uma subscrição da Netflix. A pensar em utilizadores como esses ou noutros casos mais delicados, a empresa de streaming vai começar a eliminar contas que não estejam a ser utilizadas.
O plano passa por identificar automaticamente se os utilizadores com Netflix mostraram, ou não, alguma atividade no serviço durante o último ano, e pelo envio de um email de alerta. Caso não haja nenhum tipo de resposta, o serviço será cancelado, ou seja, o utilizador deixará de pagar a mensalidade. Uma medida que pode ser bastante útil, mas que até podia ser reduzida a menos tempo.
Em comunicado, segundo o portal TechCrunch, a Netflix explica: “Sabem aquele sentimento de estarem a pagar por algo que não usam há algum tempo? Na Netflix, a última coisa que queremos é que as pessoas paguem por algo que não usam.”
Segundo a mesma fonte, esta medida revela uma confiança extrema no seu público e de que o seu serviço tem um enorme retorno.
Este tipo de contas são conhecidas como contas zombie e representam cerca de 1% da população dos utilizadores. O que não é claro é o que a Netflix faz àquelas contas inativas onde não há subscrição ativa, que muitos utilizadores usam para tirar partido apenas do trial dos 30 dias.
Seja como for, que esta simples notícia sirva de alerta. Se não usam, não paguem. Até porque podem sempre voltar a ativar a vossa subscrição a qualquer momento.
Para celebrar o dia mais geek do ano, o Geek Day, que se comemora a dia 25 de maio, temos um set muito divertido que mistura o mundo físico com o mundo digital para uma experiência de arrepiar.
Hidden Side é uma gama de realidade aumentada que junta o Mundo físico ao digital, através de uma app gratuita de realidade aumentada que interage com os sets, assombrando-os!
Atreves-te a entrar no Hidden Side? Os heróis Jack Davids e Parker Jackson precisam da tua ajuda no cemitério assombrado! Descarrega a app LEGO® Hidden Side™ e aponta o teu telemóvel para o set O Mistério do Cemitério para o fazer ganhar vida. Vê como como interagindo com o set cemitério no mundo real, as coisas acontecem na app. Ajuda o Jack e o Parker a encontrar e a vencer os fantasmas. Explora o Hidden Side em mutação contínua, resolve novos mistérios, encontra objetos espetaculares, agarra todos os fantasmas e acrescenta-os à tua coleção de fantasmas, e vence o fantasma chefe, Mabali – se te atreveres. Joga as tuas próprias aventuras de caça aos fantasmas com este espantoso set de construção LEGO!
E os vencedores do nosso passatempo foram:
Anthony Silva
Joana Oliveira
Nuno Felício
Parabéns aos vencedores! Para mais passatempos com prémio, fiquem atentos ao Echo Boomer e espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.
Com Tenet nos cinemas, Fortnite vai exibir outro filme do realizador.
Depois do lançamento do mais recente trailer de Tenet, dentro de Fortnite, da Epic Games, o jogo vai receber este verão mais um evento dedicado à filmografia de Christopher Nolan.
A novidade foi dada depois da exibição do trailer por Geoff Keighley, o anfitrião do Summer Game Fest, responsável por este plano de juntar jogadores e fãs de cinema dentro de um videojogo.
Segundo Keighley, algures durante o verão, Fortnite vai transmitir dentro do próprio jogo, para todo o mundo, um dos filmes mais icónicos de Nolan.
Porém, tendo em conta que todos os seus filmes são tecnicamente icónicos, poderá ser qualquer um, desde um dos filmes da trilogia Dark Knight, Inception, Interstellar ou Dunkirk. Serão revelados mais detalhes em breve.