Tony Hawk está de volta aos videojogos e chega já no dia 4 de setembro, com um remake a dobrar que junta o melhor do primeiro e segundo jogo da popular série de skate.
Para celebrar o lançamento de Tony Hawk’s Pro Skater 1 & 2 e abrir as portas para uma festa cheia de nostalgia, que inclui níveis e skaters dos jogos originais que se fazem acompanhar por uma bela banda sonora da época, a Vicarious Visions e a Activision lançaram o habitual trailer de lançamento. Além de celebrar o jogo, o vídeo mostra todas as novidades da nova versão, como os visuais modernos, novos skaters e novas formas de jogar competitivas.
Tony Hawk’s Pro Skater 1 & 2 tem lançamento no PC (via Epic Games Store), PlayStation 4 e Xbox One.
A gama DbyD – DbyD RECYCLED está disponível nas lojas MultiOpticas, GrandOptical e Solaris.
A Solaris, marca detida pelo Grupo GrandVision, líder internacional no retalho de ótica, acaba de fazer chegar a Portugal uma coleção muito especial, ou não fossem todos os óculos de sol feitos de plástico reciclado.
A coleção, com o nome de DbyD RECYCLED, uma vez que surge por parte da DbyD, marca de armações e óculos de sol, é inspirada no espírito da sustentabilidade, pegando no que já não tem utilidade e dando-lhe nova vida.
A coleção conta com 12 modelos de óculos de sol com lentes polarizadas, charneiras de qualidade e resistência superiores com armação de plástico polietileno de alta densidade. Esta coleção foi feita em parceria com a Envision Plastic, usando plástico OceanBound.
A nova coleção unisexo já está disponível nas lojas MultiOpticas, GrandOptical e Solaris.
É a primeira operadora no mercado a disponibilizar a experiência TV em Apple TV e Android TV.
Foi no início deste mês que demos a informação de que a MEO tinha disponibilizado finalmente uma app dedicada para box e Android TV. Pois bem, tal novidade foi uma indicação para algo que surge agora no mercado: a operadora tem uma nova box Android TV.
A nova box, desenvolvida em conjunto pela Altice Labs e as equipas de engenharia e produto do MEO, permite não só aceder a uma renovada experiência de TV, mais personalizada, rápida e intuitiva, como a um conjunto de novas funcionalidades Android TV, como a partilha de conteúdos entre ecrã do smartphone ou do tablet e o televisor, ou o acesso a aplicações (como o YouTube, Spotify, TED Talks, jogos, entre muitas outras aplicações disponíveis na Google Play Store).
Os clientes MEO passam, assim, a beneficiar de um conjunto de funcionalidades: experiência personalizada através do acesso rápido aos canais mais vistos e recomendações personalizadas; experiência de navegação fluida sem interromper a emissão; zapping ainda mais rápido e organizado por temáticas; e conteúdos com melhor qualidade de imagem (1080p).
A melhor experiência de TV: mais rápida, intuitiva e personalizada
É desta forma que MEO apresenta a sua Box Android TV no site oficial. Além de tudo o que foi referido anteriormente, esta nova Box Android TV conta com o sistema operativo Android TV 10, Dolby Digital Plus, 4K, ligação à Internet por Wi-fi Dual Band AC ou cabo Ethernet e um comando Bluetooth para controlar o equipamento sem necessidade de apontar diretamente.
Claro, esta novidade surge também com um novo pacote. Para novos clientes, o pacote TV M4 está disponível a partir de 39,98€ (isto se não considerarmos o desconto de 7€/mês que a MEO pode fazer durante seis meses). Já para os clientes MEO que desejarem ter esta nova box, fiquem a saber que o custo de aluguer é de 4,99€/mês.
Após vários atrasos, justificados pela existência de uma pandemia global, Tenet está finalmente a caminho dos cinemas, onde o cuidado a ter ainda é muito.
Para celebrar a chegada do filme às salas nacionais, com Portugal a fazer parte do primeiro grupo de países a receber o filme, a Warner Bros. revelou um último trailer da película que, na sua versão original, serve também de vídeo musical para o novo tema deTravis Scott, que fará parte da banda sonora do filme.
Chama-se “The Plan” e é produzido por Scott e Ludwig Göransson, o compositor de Tenet, e é um tema que, segundo a equipa de produção e de marketing, é a última peça para compreender a longa-metragem, ou neste caso a primeira, uma vez que ainda não se viu propriamente o filme.
São três minutos de trailer com muita ação, exposição e cenas novas, pelo que fica o aviso para a existência de potenciais spoilers ou informações excessivas.
Contudo, já não falta muito para poder experienciar o novo filme de Christopher Nolan, que estreia nos cinemas nacionais já esta quarta-feira, 26 de agosto.
Avelã, torrão, raspas de coco, amêndoas e pepitas de chocolate são as várias opções de topping disponíveis.
Sendo uma gelataria que tem sempre novidades para apresentar aos clientes, era mais que provável que a Grom lançasse algo para marcar o verão.
Agora, além das novidades da época ou os sabores do mês, a marca tem também cones recheados na sua loja no Chiado, em Lisboa. São cones com chocolate negro e topping crocante por dentro, podendo os clientes optar um de cinco toppings diferentes: Avelã, torrão, raspas de coco, amêndoas e pepitas de chocolate.
Se quiserem, podem complementar esta composição de sabores. Como? Desde o gelato do mês, Floresta Negra, uma combinação única entre o gelado de nata, as pepitas de chocolate e a cereja cristalizada, até novidades tais como a Cassata de Pera, Mirtilo, Melão e Figo ou os já conhecidos sabores de Stracciatella, Pistáchio, Crema di Grom, Caramelo e Amêndoas, entre outros.
Todos os gelados e sorbets podem ser saboreados na loja com o novo cone por um valor entre 3,6€ (pequeno) e 5,6€ (grande). A Grom está também disponível na Uber Eats.
Já falta menos de um mês para o verão terminar, mas tal não significa que não se possam tirar mais uns dias de férias.
Durante o tempo em que todos nós estivemos em confinamento – bom, pelo menos boa parte da população – muitos foram aqueles que, possivelmente, viram “estragados” os seus planos de tirar férias no estrangeiro. Solução? Fazer férias cá dentro, aproveitando para descobrir o que de melhor o nosso país tem para dar.
Estamos quase no fim de agosto, pelo que muitos portugueses já terão tirado os seus dias de férias por esta altura. Porém, existem sempre imensos casos de pessoas que não sabem o que fazer, ou melhor, que não sabem para onde devem ir aproveitar as suas férias.
Nada temam! Na lista que se segue damo-vos cinco destinos rurais para fazerem férias em Portugal, incluíndo ilhas.
Freixo de Espada à Cinta
Apesar de ser uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos do país (Bragança), Freixo de Espada à Cinta tem influências espanholas e vários lugares para conhecer. Poderão aproveitar para descobrir a Calçada de Alpajares, o Penedo Durão ou até a praia fluvial da Congida que, apesar de não ter areia, tem um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha ou fazer um piquenique.
No local, se quiserem, podem ainda fazer um passeio de duas horas de barco pelo rio Douro.
Abrantes
A cidade de Abrantes respira história. No castelo/fortaleza de Abrantes, um dos elementos importantes de arquitetura militar, pode-se observar a rara panorâmica de 360º sobre a charneca e visitar o Museu D. Lopo de Almeida, instalado na Igreja de Sta. Maria do Castelo (Panteão dos Almeidas, desde o séc. XVI).
Podem também visitar, na freguesia de Tramagal, o Museu Metalúrgica Duarte Ferreira, premiado como Museu do Ano pela Associação Portuguesa de Museologia, em 2018.
E claro, não percam a oportunidade de desfrutar de dois dos maiores recursos hídricos do País: o Rio Tejo e a Albufeira de Castelo do Bode, nascida no leito do Rio Zêzere.
Estremoz
Existem várias razões para visitar Estremoz, sendo um local especialmente indicado para os fãs de doçaria, que podem experimentar os vários doces conventuais feitos à base de gemas de ovos, amêndoas e gila. Não deixem de levar um “Gadanha” ou um “Rainha Santa”, duas delícias para todos os sentidos.
Podem ainda ir até ao Castelo de Evoramonte para descobrirem mais de oito séculos de história; deslumbrarem-se com a Serra d’Ossea; passear no Rossio Marquês de Pombal, considerado por muitos maior e mais bela praça do país; saborearem os vinhos de Estremoz; ou até subirem às fortificações de Estremoz.
Açores (Ilha das Flores)
Integrada na rede mundial de Reservas da Biosfera da Unesco, a ilha das Flores, território mais ocidental dos Açores e da Europa, tem paisagens que são verdadeiros paraísos. Esta ilha integra o Grupo Ocidental do arquipélago dos Açores em conjunto com a ilha do Corvo.
Se há lugares privilegiados pela natureza, a ilha das Flores é um deles, e aos seus 141,4 km2 de superfície repartidos por dois concelhos, o de Santa Cruz e o das Lajes, acresce a simpatia da população, tornando-a num destino obrigatório nos Açores.
Devido à sua pequena dimensão não é difícil percorrer toda a ilha, pelo que uma boa sugestão para começar a descoberta é iniciando o dia a fazer um passeio de barco, onde podem vislumbrar uma vista diferente com estruturas rochosas e grutas de cortar a respiração. É o caso do Arco de Santa Cruz das Flores ou do Ilhéu de Maria Vaz, apenas visíveis pelo mar. E ainda da Gruta dos Enxaréus e da Gruta do Galo.
Já para banhos no mar ou, se quiserem, para a prática de snorkeling, têm dois locais para isso: as Piscinais Naturais de Santa Cruz das Flores e a zona balnear da Fajã Grande.
Também a não perder é a vista que se obtém a partir do Morro Alto, o ponto mais elevado da ilha com 911 m de altitude, de onde se vislumbra uma paisagem de verde intenso, onde a nativa floresta de Laurissilva ainda marca presença.
Madeira (Prainha)
A Prainha, perto da ponta de São Lourenço, é uma praia de areia negra de origem vulcânica que proporciona um dia de praia diferente do que é habitual.
Nesta praia encontram-se as Dunas da Piedade, que são fósseis calcários de interesse geomorfológico. A paisagem que envolve esta praia contrasta com a que encontramos na maior parte da ilha. Aqui o habitual verde é substituído por uma paisagem árida, pintada de amarelos, castanhos e laranjas. Este espaço balnear dispõem de um restaurante, balneários, guarda-sóis e espreguiçadeiras e parque de estacionamento.
Serão três dias para descobrir marcas portuguesas de extrema qualidade.
Não é a primeira vez que falamos aqui deste mercado virtual somente dedicado ao que de melhor se faz por cá. Aliás, foi em junho que nos debruçámos sobre o Hype Market, que, na altura, iria ter a Beach Edition. Agora, em pleno verão, está a chegar a Summer Edition, pois claro.
Não fosse a pandemia e o Hype Market, um mercado com mais de cinco anos e 60 edições, iria realizar-se na Avenida da Igreja, em Alvalade. Porém, para garantir a segurança de todos, esta edição de verão irá realizar-se já esta semana, de 28 a 30 de agosto.
Há uma desvantagem, claro, que é não poder apreciar os artigos in loco. Já a vantagem é o facto de não nos termos de deslocar para ficarmos a conhecer todas as criações das marcas portuguesas, sendo tudo feito à distância de um click.
Portanto, a partir das 10h do dia 28 até às 22h do dia 30, estará disponível no site oficial uma galeria enorme de exposição onde será possível conhecer a história de cada uma destas dezenas de marcas portuguesas, e, a partir daí, aceder às suas páginas para obter informações ou fazer as compras que desejar.
No âmbito da iniciativa Aveiro Tech City, foram instalados cinco bancos inteligentes ao longo dos Canais Urbanos da Cidade de Aveiro e sempre em zonas com cobertura Wi-Fi, com investimento de 24.598€ da Câmara Municipal de Aveiro.
Os bancos são energeticamente autónomos e permitem, através da alimentação fotovoltaica, o carregamento de smartphones dos cidadãos e visitantes, quer através de ligação USB, quer por wireless (ligação sem fios).
Estes bancos inteligentes têm ainda sensores ambientais e de energia que permitem a recolha de informação sobre a temperatura e humidade no local, bem como sobre a energia produzida pelo banco. Dois dos exemplares possuem ainda um ecrã LCD, destinado à promoção e divulgação de eventos do Município.
Estas novas estruturas estão já ao dispor de todos e é mais um passo da iniciativa Aveiro Tech City na construção de soluções tecnológicas ao serviço da comunidade, aliando a tecnologia ao ambiente, usufruindo de uma vista privilegiada sobre a Ria de Aveiro enquanto carregamos o smartphone e/ou acedemos à internet.
Estão já disponíveis no mercado nacional todas as cinco referências do produtor.
Muitos talvez não saibam, mas o ator e cineasta norte-americano John Malkovich foi condecorado em 2014 pela Câmara Municipal de Lisboa devido ao seu contributo na promoção internacional da cidade e do país, da sua cultura e riqueza enogastronómica.
Foi, de resto, essa paixão pela gastronomia e vinho, em parte inspirados pela companheira de longa data, a italiana com ascendência francesa Nicole Peyran, que o levaram a adquirir uma propriedade na aldeia de Lacoste, na região de Vaucluse, Luberon, escondida entre Côtes du Rhône (a norte) e Côtes de Provence (a sul), em meados da década de 80.
Embora o objetivo inicial não fosse o de ser produtor, tal acabou por ser inevitável, dado o potencial daquele terroir para o vinho. Inicialmente, a produção era pensada para consumo próprio e para partilhar com os amigos, sem a pressão ou compromisso de olhar a terra como um negócio. Aliás, foi precisamente essa despretensão que permitiu a John e Nicole seguir os seus gostos pessoais e plantar duas castas inesperadas e provocatórias para a região: Pinot Noir e Cabernet Sauvignon.
Daí surgiu uma marca, intitulada Les Quelles de La Coste, que representa o nome da casa senhorial da propriedade, Les Quelles, e a aldeia onde está situada, Lacoste.
Sendo um projeto boutique, feito à imagem e medida dos seus autores, não tem como objetivo a massificação do consumo. A intenção é partilhar vinhos com perfil ousado e diferenciador, em contraste com o classicismo de uma das mais emblemáticas regiões vinícolas do mundo.
No entanto, os vinhos começaram a dar tanto que falar que, como seria de esperar, acabaram de chegar a Portugal. Distribuídos pela Unlock Wines, estão já disponíveis no mercado as cinco referências do produtor: Les 7 Quelles N.V (PVP 15,50€), LQLC Rosé 2019 (PVP 15,50€) e versão Magnum 1,5L (35€), LQLC Cabernet Sauvignon 2015 (PVP 29€), LQLC Pinot Noir 2014 (PVP 29€) e Les 14 Quelles 2017 (PVP 61€), também em versão Magnum 1,5L (141€).
O responsável pelas novidades é o chefMaurício Vale.
Depois de, em setembro do ano passado, o Asian Lab, localizado no Mercado da Ribeira, em Lisboa, ter apresentado uma nova carta inspirada nos sabores da Tailândia, eis que há novamente novidades naquele spot.
Agora, o chef Maurício Vale decidiu tornar os pratos não só mais aromáticos, como também mais naturais e, consequentemente, mais saudáveis.
Sabendo disso, não podiam faltar, portanto, os clássicos Goi Cuon, que surgem com uma nova receita, uma com frutos exóticos, e o Fresh Spring Rolls, com carne de porco. A Fish Cake Noodles Soup é outra das novidades, uma leve sopa tailandesa, com um caldo extremamente saboroso, que transmite muito daquilo que é a base da cozinha asiática. Estas receitas têm um toque especial do chef, mas mantêm sempre a autenticidade que caracteriza a sua origem.
Já outro prato que ganha nova vida é o Chicken Green Thai Curry, feito à base de ingredientes frescos e de raiz, com foco na produção de origem, onde recorrem também a produtos nacionais. Novidade é também o Chow Mein com pimenta Sichuan, um dos ingredientes mais importantes da cozinha chinesa, que reúne no mesmo prato uma combinação de ingredientes que promete agradar o paladar dos fãs desta gastronomia.
Parece-vos bem? Saibam então que a nova carta do Asian Lab já está disponível todos os dias, das 10h às 23h, pelo valor médio de 12€ por pessoa.
Temos fãs de QR Codes desse lado? Esta novidade é para vocês. O Instagram acaba de disponibilizar estes códigos na plataforma, um lançamento que é pensado sobretudo para ajudar as empresas que precisam deste recurso para se adaptarem às necessidades dos clientes.
Agora, através de um código QR, é possível direcionar as pessoas para o perfil de uma empresa, com acesso rápido à informação mais básica, desde os horários aos produtos disponíveis.
Relativamente aos perfis pessoais, os códigos QR simplificam o processo de seguir no Instagram. Através da partilha de um código QR, estarão imediatamente a partilhar o vosso perfil com alguém.
No vosso perfil, ao clicarem no ícone dos traços, irão reparar que têm lá uma nova opção “Código QR”. Depois basta que o apresentem a alguém para que, essa pessoa, possa depois ler o QR Code através do smartphone.
Esse código pode até ser personalizado em termos de cor, de acordo com as vossas preferências. Esta novidade do QR Code, que já tinha sido lançada no Japão no ano passado, é especialmente útil para empresas, podendo, por exemplo, ser impresso e, depois, colocado onde desejarem. No fundo, é como um atalho direto para o perfil que se quer promover.
E o melhor de tudo é que esse vinho será vosso, pelo que poderão acompanhar todo o processo até este ser engarrafado e enviado para casa.
Como já devem saber, para os nossos vinhos da Ervideira, como o Invisível, vindimar à mão durante o dia não é opção, por isso a vindima nunca é algo comum para todos. Mas este ano será diferente.
Graças ao novo programa 100 Pés, a Ervideira deixa que também os clientes façam parte do processo. A equipa trata da parte chata, até porque ninguém gosta de levantar às 2h para vindimar. Por isso, quando visitarem a Ervideira para esta experiência, terão à vossa espera um lagar cheio de uvas frescas que podem pisar. Portanto, um vinho pisado por todos nós… mas vinificado por especialistas. Faz sentido que assim seja.
No dia em que marcarem a experiência, tudo começa com um welcome espumante (taça de espumante, bolos secos, café e água) no Ervideira Wine Lounge, com a introdução à Ervideira e à história da marca. Segue-se uma explicação da experiência e a entrega a cada participante da sua roupa para a participação.
Já equipados, o ponto de início da experiência será na zona de recepção da Adega, onde está o lagar já com a uva para a pisa. Antes de entrarem, a devida limpeza e higienização.
No final da pisa, à saída do lagar, serão guiados para uma visita à adega, com a explicação da vinificação e do processo produtivo. Ao longo da visita, cada participante terá um copo de vinho e esta será complementada com a prova de mosto em fermentação.
Seguidamente, os participantes serão encaminhados para o Ervideira Wine Lounge, local onde será feita a prova de vinhos Ervideira. A equipa propõe uma viagem entre brancos, rosé, tintos e vinhos especiais, acompanhada por uma degustação completa de sabores tradicionais alentejanos.
E no que toca às uvas que pisaram? Bom, podem reservar esse futuro vinho no dia em que estão a fazer a pisa. Nesse caso, todos os meses receberão informações relativas ao blend, fermentação e estágios, tudo para que fiquem a par de todo o processo até o vinho ser engarrafado e enviado para a vossa morada.
Esta experiência, com a duração de três horas, inclui ainda uma garrafa de vinho Ervideira que irão levar para casa. O custo é de 60€ por pessoa, mas atenção: a experiência só poderá ser reservada com um mínimo de quatro pessoas e um máximo de 12.
Em breve vamos poder jogar como Super Saiyan God Super Saiyan!
Foi em janeiro deste ano que Dragon Ball Z: Kakarot chegou ao PC e consolas, tendo sido bem aceite pelos fãs no geral. Porém, e uma vez terminado o jogo, não há nada que valha muito a pena fazer, a não ser usar a cápsula do tempo para completar todas as quests que ficaram pendentes durante o percurso da história.
Já em abril chegou o primeiro DLC dos conteúdos adicionais que tinham ficado prometidos pela Bandai Namco. A NEW POWER AWAKENS – Part 1 deixou-nos não só defrontar Beeurus (nível 250), como atingir a transformação Super Saiyan God. Porém, também esse DLC deixou a desejar, uma vez que se resumia apenas a isso, sendo parco em conteúdos.
Desde então, os fãs têm desesperados por atualizações para Dragon Ball Z: Kakarot… e parece que vão chegar em breve. A Bandai Namco anunciou hoje oficialmente o segundo DLC, A NEW POWER AWAKEN PART 2. E sim, vamos ter novas transformações.
Como devem ter adivinhado, o novo DLC vai permitir que Goku e Vegeta alcancem a transformação Super Saiyan God Super Saiyan e técnicas como Ultimate Vanish, Ultrasonic Fist, Ultimate Kamehameha or Ultimate Galick Gun.
Recorde-se que vimos esta transformação SSGSS pela primeira vez no filme Dragon Ball Z: A Ressureição de Freezer, de 2015.
Em todo o caso, e tendo em conta o título deste novo DLC, quer-nos parecer que também este pacote adicional para Dragon Ball Z: Kakarot deixará a desejar em termos de conteúdo…
É raro encontrarmos um estúdio, ainda mais independente, que consiga moldar a fórmula Soulslike à sua mercê. Não é fácil adaptar o equilíbrio entre exploração e combate que vimos em Dark Souls e é ainda mais exigente conseguir adicionar novas mecânicas e abordagens sobre um género que ainda está na sua infância. A Cold Symmetry colocou de parte quaisquer receios e deu-nos em Mortal Shelluma experiência diferente, quase alienígena, que procura dar uma nova vida à fórmula. À exceção de alguns problemas técnicos, o estúdio conseguiu à primeira o que muitos continuam a tentar alcançar.
Em dois meses, recebemos duas abordagens diferentes aos Soulslike. O primeiro, Hellpoint, apostou numa personalização mais clássica e numa estrutura linear, injetando momentos de plataformas e um maior misticismo sobre o seu jogo. Mortal Shell é a segunda aposta, um título mais concentrado, menos ambicioso e que é, sem dúvidas, o melhor dos dois. A Cold Symmetry parecia estar determinada em tornar o género seu, em moldá-lo à sua vontade e trouxe-nos uma experiência que é familiar e diferente em quase todos os seus momentos. Fora a estória, que segue a narrativa visual e algo vaga da série Souls – que irá depender do investimento de cada jogador –, e a estrutura clássica do género, onde visitamos um número específico de zonas em busca de bosses, Mortal Shell é uma perspetiva refrescante sobre a fórmula da FromSoftware.
Comecemos pelo seu trabalho de corta e cola. Mortal Shell despede-se de classes, de níveis, de pontos de atributos e da personalização para recriar tudo à sua imagem. Neste RPG de ação, a nossa personagem é um ser sem identidade que precisa de se apoderar de Shells, ou cascas, de outros guerreiros para lutar. Sem estes corpos, somos um alvo fácil, de energia reduzida, mas, com a sua ajuda, temos acesso a novas armas, habilidades e diferentes pontos de vida e stamina. Cada Shell tem as suas vantagens e ora são mais rápidas, ora apresentam melhores pontos de ataque. Para cada vantagem, no entanto, temos uma desvantagem associada e, se uma personagem tem mais pontos de vida, a sua velocidade e stamina pecam em comparação. É necessário alternar entre corpos para encontrarmos o que melhor se adapta a cada confronto, mas fica o aviso que a sua evolução é individual e que os pontos de alcatrão (as almas deste jogo) acabam por ser limitados.
Esta ausência de classes e de pontos de atributos foi refrescante, mas Mortal Shell não se afasta totalmente do género. Existe ainda a possibilidade de descobrirmos e evoluirmos as várias armas do jogo à medida que temos acesso a novas habilidades. A Cold Symmetry foi comedida no design de Mortal Shell e não temos uma enchente de opções de combate, mas sim um número certo de habilidades e armas que satisfazem qualquer tipo de jogador. A descoberta de armas pode não ser intuitiva num primeiro contacto, mas fiquem atentos a livros presentes nas áreas de gravação. Só assim terão acesso a novos armamentos. Fica também o aviso de que só poderão utilizar uma arma de cada vez, por isso, escolham bem qual querem evoluir à medida que avançam na campanha.
Para além das armas e das habilidades das cascas, Mortal Shell não aposta muito na personalização dos nossos guerreiros. Visualmente, mantemo-nos inalterados, não sentimos uma evolução palpável ou os efeitos dos nossos esforços em combate. O jogo foca-se mais nas nossas habilidades e na forma como aprendemos o ritmo do seu combate do que nos elementos visuais, pelo que achei essa decisão de design muito curiosa, especialmente quando olhamos para outros títulos do género. Não é um desvio radical e continuamos a ter elementos de outros jogos, como os pontos de Glimpse – que influenciam as habilidades que podemos desbloquear –, mas é uma experiência mais condensada e direta do que os seus rivais. E neste momento, prefiro um mundo mais curto, mas mais empolgante, do que uma campanha cheia de ar.
Mortal Shell é diferente, muito assustador e intimidante, e consegue-o não pela enchente de mecânicas, mas sim pelo design interligado do seu mundo, pelas zonas negras e macabras que nos obriga a dominar e pela estória estranha e peculiar se desenvolve ao longo da campanha. É um mundo cheio de personalidade, mesmo com a presença de alguns bugs e de uma falta de definição apurada nas consolas (especialmente nas texturas), que vive dos seus caminhos alternativos e dos segredos que esconde em todos os seus recantos. Há muito tempo que não me sentia tenso a explorar, onde a dificuldade me motivava e intimidava a cada passo que dava. Senti-me a regressar a Dark Souls.
As diferenças não se ficam pelo seu sistema de classes. Mortal Shell faz alterações impactantes ao sistema de combate e traz-nos um ritmo de jogo diferente dos seus semelhantes. Num primeiro contacto, parece que estamos perante mais um Soulslike com um foco no combate lento e ponderado, onde o controlo da stamina é tão importante como os ataque que disferimos. Os golpes são pesados, existe um botão de desvio e podemos utilizar itens em combate que nos podem dar vantagens ou curar pontos de vida: nada de original. No entanto, Mortal Shell não tem um botão de defesa tradicional. Não temos acesso a escudos e não podemos parar ataques enquanto nos movimentamos e procuramos uma abertura. Essa opção não existe. O que existe, no entanto, é o Hardening, que nos permite transformar a nossa personagem em pedra e evitar ataques inimigos. Neste modo, não podemos atacar, estamos totalmente imobilizados e existe um tempo de espera até que o possamos ativar novamente. Isto significa que é essencial mantermos a distância e escolhermos quando atacar ou quando precisamos de nos endurecer para evitar um golpe fatal.
É difícil esquecer o que aprendemos noutros jogos e focarmo-nos numa opção que é, para todos os sentidos, inovadora. À medida que jogamos, a estranheza dissolve-se e criamos um novo ritmo de combate. Começamos a perceber que podemos endurecer a meio de um ataque e a preparar a ofensiva assim que formos atacados. Descobrimos, por exemplo, que existem itens que nos permitem curar sempre que sofremos dano em pedra, numa espécie de Estus Flasks – que também não têm representante neste jogo – improvisados. É uma opção estranha, mas totalmente funcional devido ao combate mais lento. A esta novidade, juntamos o regresso do Parry e do contra-ataque, através de Resolve (também utilizado para as habilidades especiais), que nos permitem, um pouco à semelhança de Bloodborne, recuperar um trecho de energia ou adicionar efeitos adicionais aos ataques. Temos assim duas mecânicas que se complementam perfeitamente e que nos dão novas opções de ataque e defesa.
Mortal Shell tem mais duas apostas que solidificam a sua jogabilidade. A primeira é a possibilidade de sairmos das cascas quando somos derrotados. Ao ficarmos sem pontos de vida, somos projetados para fora da casca, quase indefesos. Na nossa versão original, podemos ser derrotados com um só golpe, mas há uma solução: reentrar na casca. Só o podemos fazer uma vez, mas é possível recuperar a casca e continuar a combater, um pouco à semelhança do que vimos em Sekiro: Shadows Die Twice. Se formos derrotados pela segunda vez, regressamos ao último ponto de gravação e temos uma só oportunidade para recuperar o alcatrão. Se formos derrotados antes de o fazermos, não só perdemos o alcatrão, como o Glimpse, o que significa que ficamos sem meios para melhorar a nossa personagem.
A segunda aposta vem diretamente do mundo dos roguelikes e determina a forma como interagimos com os itens do jogo. Ao contrário de The Surge ou Remnant: From the Ashes, não temos uma descrição dos itens e dos seus efeitos desde o início. Para sabermos qual a sua utilidade, temos de usar o item. Isto significa que podemos descobrir um novo item de cura ou um presente envenenado. Todos os itens seguem este modelo de descoberta e utilização, algo que não me convenceu totalmente. A maioria dos itens são inofensivos e não me vi muito condicionado nesta aposta na descoberta, mas perdi itens valiosos, e mais raros, simplesmente porque não sabia o que faziam.
Compreendo a sua utilização, mas acho que funcionam melhor num roguelike, onde estamos presos a um recomeço constante. Fica também o apontamento que os itens têm um grau de familiaridade que aumenta à medida que os utilizamos. Quando chegamos ao nível máximo, temos acesso a efeitos mais duradouros. Esta mecânica é, por sua vez, uma aposta mais acertada.
Mortal Shell é um passo certeiro no género e um dos títulos mais peculiares de 2020. A sua aposta em novas mecânicas, sem receios, e o seu afastamento de componentes online revelam o quanto a visão da Cold Symmetry se manteve forte durante a produção. Menos é mais – e aqui está um bom exemplo.
No entanto, o desempenho nas consolas não é perfeito e o mundo perde alguma da sua beleza para texturas e profundidade de campo que não convencem. Os bosses também não são um dos destaques do jogo e dependem muito de padrões fáceis e previsíveis. Mas estamos a falar de uma produção independente, da estreia do estúdio e de um género pouco acessível, e quando equacionamos todos esses padrões, percebemos o quanto Mortal Shell se destaca dos seus rivais.
Plataforma: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela PlayStack.
E dará um grande destaque ao cinema ambiental português.
De 10 a 17 de outubro, Seia acolhe a 26ª edição do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, que decorre na Casa Municipal da Cultura desta cidade serrana. Em competição estão 78 filmes e documentários de mais de 25 países, num ano em que será dado grande destaque ao cinema ambiental português.
Dado o atual contexto de pandemia por COVID-19, o Município de Seia, entidade organizadora do Festival, tem vindo a trabalhar em consonância com todas as recomendações emanadas pela Direção Geral de Saúde. Desta feita, o acesso do público a espaços fechados será limitado. Estão, igualmente, garantidas as normas de segurança e higiene, o distanciamento social e a distribuição de postos de higienização nos principais espaços onde decorre o CineEco.
Em tempo de pandemia, a 26ªedição do CineEco traz um novo olhar sobre a premente consciencialização e urgência no debate sobre os temas ambientais.
Este ano, o cinema ambiental em língua portuguesa está em grande destaque, entre longas, médias e curtas-metragens, representando cerca de metade de todas as obras em competição.
Já no que toca a obras internacionais, O CineEco irá apresentar filmes como O Que Arde, do espanhol Oliver Laxe; The Village and the Wildfire, da alemã Kathrin Reichwald; The Great Green Wall, do inglês Jared P. Scott; Sockeye Salmon Red Fish, do russo Dmitriy Shpilenok; Santuário, do espanhol Alvaro Longoria; O Vegetariano, do italiano Roberto San Pietro; Joel et Krystel Our Life to Live, do francês Guillaume Mazeline; A New Era, do chinês Boris Svartzman; e ainda Castelo de Terra, de Oriante Descou.
A Casa Municipal da Cultura de Seia, que detém o selo Clean & Safe, estará preparada para acolher o público, segundo todas as regras de segurança estabelecidas, nomeadamente pela diminuição da lotação das salas para metade da sua capacidade total. Assim, o Cineteatro poderá acolher até 170 pessoas e o Auditório até 70.
Dadas as circunstâncias, não está prevista a presença de alunos do 1º ciclo e jardim-de-infância, que habitualmente se deslocavam ao CineEco. Haverá, também, uma diminuição do número de convidados, como realizadores, elementos do júri da juventude, padrinhos, entre outros.
Todas as sessões e atividades paralelas irão decorrer em sala e estão sujeitas a marcação prévia, não estando previstas sessões online. Para abranger um número mais vasto de pessoas, a organização do CineEco pretende reforçar o conjunto de extensões ao longo do ano.
Também as Ecotalks serão adaptadas à situação atual. De forma a diminuir o número de pessoas no auditório, serão transmitidas através de plataforma digital a anunciar, permitindo o acesso a todos os interessados em participar. As Ecotalks são conversas de 50 minutos sobre questões relacionadas com o cinema e o ambiente, com a presença de especialistas nos temas a abordar. Estão previstas cinco conversas com temas a divulgar oportunamente, sempre às 17 horas.
O programa das atividades paralelas contempla, ainda, um concerto na abertura do festival, duas exposições de fotografia e cinema, entre outras.
Opinar sobre Alice, Nova Iorque e Outras Histórias, realizado por Tiago Durão, faz-me sentir no meio duma encruzilhada sem saber para onde ir. Por um lado, identifico-lhe demasiadas falhas para dizer que é bom. Por outro lado, reconheço-lhe algum potencial. Por isso, resumi-lo a um mau filme parece-me injusto. Em boa verdade, acho que é um filme que merece uma oportunidade. O problema agora é saber por onde começar.
Bem, o argumento é ambivalente. Às vezes é interessante e os atores fazem uma interpretação demasiado unidimensional para o texto conseguir revelar-se, outras vezes os atores simplesmente não têm timing e o que podia ter sido uma cena engraçada fica ali a marinar sem ir para lado nenhum. E depois ainda há aqueles momentos em que o texto só foi escrito para fazer de ponte entre cenas e os atores fazem o melhor que podem para justificar aquela perda de tempo.
Quanto às personagens, algumas são simplesmente desnecessárias. Exemplos disso são Frank, o escritor narcisista, e Paloma, cuja função pareceu-me ser apenas a da rapariga muito atraente que serve para mostrar o quão sacana o Frank consegue ser. Ou seja, não acrescentam nada ao filme.
Existe um excesso de personagens… ou pelo menos existe um excesso de foco em várias personagens. A dinâmica do casal que se odeia, a miúda que tem um caso com o professor e os pais da miúda eram suficientes para tornar o filme cativante. A própria Alice, embora seja o cataclismo que dá início à história, é um pouco previsível e desinteressante.
Além do mais, o início do filme dá a entender que ela vai ser o fio condutor da história, mas, ao longo desta, acaba por ser uma promessa infundada, porque mesmo quando é o elemento que justifica o cruzamento de personagens, o motivo é quase sempre fútil. E isso não seria um problema se o desenrolar dos acontecimentos fosse relevante… mas muitas vezes é um beco sem saída.
Outra questão que também fragiliza o filme são os cenários. A casa de Victor e de Rita, que compõe o casal que mencionei anteriormente, não reflete a maneira como eles se comportam. Eles falam e apresentam-se como se tivessem alguma afluência, mas a casa deles contradiz este facto. No entanto, consigo perceber que isto é uma questão de orçamento e, dado o tipo de filme que é, tiveram que se fazer algumas concessões. Aliás, acho que é este o grande problema do filme: a ambição do filme é maior do que aquela que o orçamento para o fazer consegue suportar.
Personagens excêntricas e humorísticas exigem atores que consigam usar várias camadas de complexidade e o texto nunca pode falhar, caso contrário, os personagens acabam por morrer e os atores não conseguem resgatá-los. E isto aconteceu várias vezes ao longo de Alice, Nova Iorque e Outras Histórias. A ideia, o estilo e a personalidade do filme estão lá, mas não existe consistência e a maneira como foi filmado também deixa a desejar. Certos planos e diálogos tinham aquela essência típica de comédia romântica à Woody Allen e tal é uma inspiração assumida no filme, mas haviam ocasiões em que a maneira como as cenas eram filmadas era só confusa.
De forma geral, penso que Alice, Nova Iorque e Outras Histórias foi feito demasiado cedo. Se tivesse ficado a amadurecer durante mais algum tempo, muito provavelmente teria chegado a um resultado final mais coeso, até porque os ingredientes para um filme promissor estão lá, mas ainda estão em estado muito bruto.
A nova sequela espiritual da série de jogos de rally que começou com o escocês voador, Colin McRae Rally, prepara-se para chegar daqui a dois meses com Dirt 5, título que vai acelerar no PC, consolas da atual geração e, mais tarde, na PlayStation 5 e Xbox Series X.
Sendo um jogo cross-gen, espera-se que a versão PC tenha algum tipo de paridade com a promessa das novas consolas, por isso levanta-se a questão: o que é que é preciso para correr Dirt 5 num PC?
A Codemasters responde a essa mesma questão com a revelação dos requisitos mínimos e recomendados do jogo que, com alguns ajustes, será jogado num vasto leque de máquinas.
Fica por se esclarecer quais as vantagens dos requisitos recomendados, mas tudo o que for superior ao proposto será, obviamente, uma experiência melhor. Nas consolas da nova geração, o jogo irá suportar resoluções 4K, HDR, ray-tracing e modos de jogo até 120FPS.
E tem um novo vídeo de comparação com a versão antiga.
O lançamento de Crysis Remastered tem sido complicado. Depois de um atraso devido às reações menos positivas de um trailer divulgado acidentalmente, algo que obrigou a produtora a dar tempo para melhorar alguns aspetos, e depois de um lançamento na Nintendo Switch com uma experiência que deixou um pouco a desejar, a Crytekvolta a mostra confiança com a confirmação da data de Crysis Remastered para PlayStation 4, Xbox One e PC (exclusivo na Epic Games Store), e recebeu também um vídeo dedicado às novidades técnicas da nova versão.
Crysis Remastered chega, assim, ao PC e consolas de sala no dia 18 de setembro com uma apresentação melhorada, graças à nova versão do motor de jogo CryEngine e melhorias que vão tornar o jogo mais atual do que nunca.
Com a nova versão remasterizada do icónico jogo de PC, as consolas atuais vão receber um jogo praticamente novo, com um novo sistema de iluminação e de sombras, novos modelos, texturas melhoradas e suporte de Ray-Tracing por software, algo inédito nesta geração.
Crysis foi originalmente lançado em 2007 para PC, mais tarde foi convertido para PlayStation 3 e Xbox 360, antes de receber duas sequelas, e mais recentemente impressionou, pelo menos a nível técnico, os jogadores da Nintendo Switch.
Os LEGO Braille Bricks vão chegar a Portugal até ao início de 2021.
Depois de um programa piloto de enorme sucesso e do lançamento em sete países, o Grupo LEGO e a LEGO Foundation preparam-se para trazer até aos jovens portugueses um novo tipo de set inclusivo que promete tornar os LEGO acessíveis a mais jovens e crianças, em particular aqueles que têm dificuldades em ver e deficiências visuais, que normalmente os impedem de brincar neste tipo de atividades.
Este novo set é composto por mais de 300 tijolos que contam com o alfabeto nacional, números de 0 a 9 e vários símbolos matemáticos e de pontuação, com as suas faces a representar cada caracter e símbolo em braille, de forma a que seja possível fazer palavras, frases, equações e até construções de forma facilitada e divertida, ao mesmo tempo que serve também de ferramenta educativa intuitiva para aprender braille.
O set vem com tijolos em cinco cores diferentes e incluem também três placas base e um separador de peças.
“Estamos muito entusiasmados com esta primeira vaga do programa LEGO Braille Bricks e em levar os primeiros kits às crianças”, diz Stine Storm, Especialista de Saúde e Brincadeira da LEGO Foundation. “Através dos testes e do programa piloto, recebemos um apoio incrível e um feedback muito positivo da parte das crianças, pais, professores e organizações parceiras que experimentaram os LEGO Braille Bricks e viram o seu potencial. As possibilidades de aprender a brincar são enormes e estamos ansiosos para ver como podemos inspirar as crianças nesta viagem que é aprender Braille.”
Esta nova aposta do Grupo LEGO ainda não têm uma data nem preços anunciados, mas espera-se que chegue ao mercado nacional, totalmente localizado em Português de Portugal, até ao início de 2021.
A marca está também a aplicar um protocolo que cria um ambiente de máxima segurança.
Quem conhece ou é cliente habitual da Pans & Company sabe que, desde há muito tempo, a marca permite combinar sandes com a Pans Experience. Ou seja, o cliente pode escolher duas metades de sandes, chegando essas metades depois numa box com as variedades escolhidas.
Neste verão, os clientes podem continuar a fazer o mesmo, ou seja, podem escolher duas metades de sandes, sejam metades de sandes clássicas, metades de sandes premium e também metades de sandes veggies & vegans (a empresa utiliza carne vegetal HEURA, que é feita de soja e que).
São diferentes sabores e diferentes tipos de pão, ficando tudo à mercê do cliente. Esta Pans Experience pode ser pedida no balcão, takeaway e através das aplicações de entrega ao domicílio, como Uber Eats e Glovo.
De resto, é também de salientar a criação do protocolo SAFE PANS, novidade que veio criar um ambiente de segurança para todos, sejam funcionários ou clientes.