A marca Continente é a primeira marca própria a apresentar uma gama completa de produtos de proteção transversais a higiene pessoal e limpeza do lar.
A procura por álcool gel, desinfetantes e demais produtos do género tem sido uma constante, pelo que nem sempre é possível garantir os produtos para os consumidores. A pensar nesta problemática, a marca Continente acaba de lançar uma nova gama de produtos de higiene pessoal e limpeza do lar com propriedades antibacterianas e desinfetantes a preços baixos.
A gama Protect inclui álcool gel antibacteriano em dois formatos: doseador de 500ml (PVP 2.89€) e frasco de 100ml (PVP 1.14€), um formato prático e conveniente para uma desinfeção regular das mãos fora de casa. Esta gama de álcool gel, desenvolvida com 70º V/V de substância ativa (álcool etílico), cumpre as recomendações da DGS e OMS, garantindo uma eficaz desinfeção das mãos. A sua formulação integra também glicerina, que ajuda a hidratar a pele.
Para a limpeza profunda da casa, a gama Protect inclui o desinfetante lava tudo de 1.5l (PVP 1.99€) e os sprays desinfetantes Tira Gorduras, WC e Multiusos de 750ml (PVP 1.99€). Esta gama de limpeza elimina 99.9% das bactérias em todas as superfícies e garante uma desinfeção eficaz, segura e sem lixívias.
A marca Continente é a primeira marca própria a apresentar uma gama completa de produtos de proteção transversais a higiene pessoal e limpeza do lar.
Escalem até ao topo da montanha neste passeio alegre.
O verão está a chegar ao fim. Os passeios de tarde, as idas à praia e as noites quentes na esplanada estão a dar lugar a dias mais curtos, à brisa fresca e à chegada das obrigatoriedades profissionais. Com o final do verão, vem o regresso ao trabalho e às aulas. A Short Hike, de Adam Robinson-Yu, é uma última memória de verão, das aventuras da juventude e das férias passadas com familiares no campo onde descobríamos novos amigos e locais.
Depois do lançamento no PC, o jogo de aventura encontra uma nova casa na Nintendo Switch, a consola perfeita para a experiência que procura proporcionar.
Em A Short Hike, seguimos Claire, uma jovem pássaro que está a passar férias com a sua tia, uma guarda florestal em Hawk Peak Provincial Park. Durante uma tarde de tédio, Claire sai em busca de rede para o seu telemóvel, mas sem sucesso. Para encontrar sinal, tem de subir até ao topo da montanha ingreme e intimidante no centro do parque, algo que apenas os mais audazes são capazes de fazer. A jovem está, no entanto, determinada em encontrar sinal e, contra todos os avisos, parte na sua árdua aventura à medida que conhece melhor os habitantes do parque e a si própria.
No seu cerne, a aventura de Claire é um jogo de exploração e plataformas onde temos o parque de Hawk Peak à nossa mercê. À medida que avançamos, descobrimos novos habitantes, colecionáveis e missões que nos ajudam a conhecer melhor o mundo de A Short Hike. As personagens são divertidas, calmas e oferecem sempre missões e minijogos fora do normal, como um jogo de voleibol onde ninguém perde, motivando-nos a descobrir todos os segredos da região. Ao descobrirmos novas ferramentas, temos acesso a atalhos, mas também a moedas e a colecionáveis que nos ajudam a avançar em direção à montanha. Não existe uma obrigatoriedade para conhecer todos os habitantes da região, mas A Short Hike é tão relaxante, calmo e sereno que me vi a desviar do caminho principal para me aventurar pelas zonas secundárias em busca de novos amigos.
A missão nunca deixa de ser clara e Claire mantém o foco na subida até ao topo da montanha, mas os limites físicos do parque e a sua interligação entre zonas criam uma enorme sensação de familiaridade à medida que exploramos. Existem várias zonas distintas, cada uma com a sua faixa musical e estilo visual, mas nunca nos perdemos. O design circular, não estivéssemos nós numa ilha, é uma mais-valia e é sempre empolgante encontrar atalhos e novos trilhos neste mundo de alegria e melhoramento pessoal.
Existe, no entanto, uma progressão ao longo da campanha, uma meta e uma metodologia por detrás da sua jogabilidade. Claire é um pássaro e, como tal, é capaz de voar e planar ao longo dos céus da ilha, mas com algumas limitações. No início da campanha, Claire só consegue saltar uma vez e planar de locais mais baixos, mas quanto mais descobrimos sobre a ilha e conhecemos os seus habitantes, mais encontramos penas douradas. Estas penas, que também podem ser compradas, permitem que Claire salte mais do que uma vez e que possa voar mais facilmente. As penas também servem para escalarmos as paredes e rochas da montanha, algo que se torna incontornável quanto mais avançamos na campanha. É uma adição pouco inovadora, mas o suficiente para nos dar uma maior motivação para explorarmos o mundo do jogo.
A Short Hike é o equivalente a um passeio descontraído ao final da tarde e o seu ambiente, banda sonora, cores e estilo visual transmitem perfeitamente essa sensação. Sentimos que estamos de férias, a acompanhar uma jovem aborrecida por estar longe de casa e da cacofonia da cidade, algo que já todos experienciámos. A aposta num mundo mais poligonal, algures entre o 3D da PlayStation e da Nintendo DS, dá-lhe uma sensação de déjà-vu, uma nostalgia das férias grandes da escola que passávamos a jogar consola ou a brincar com amigos. As cores quentes e as melodias doces, compostas por Mark Sparling, selam esta sensação de proximidade, de memória partilhada, pontuando os momentos de aventuras, mas também os desafios que encontramos na escalada pela montanha.
A Short Hike é curto, mas muito focado. A duração irá depender de vocês, da vossa determinação em falar com todos os habitantes e em completar as suas missões, seja a recolher conchas na praia, a motivar um pintor inseguro ou a ajudar um jovem a pagar as propinas. É uma viagem descontraída de descoberta e de perseverança, uma estória de juventude que Claire irá contar a amigos, familiares e aos seus próprios filhos. É reconfortante. Neste momento, não poderia existir um jogo mais acertado na Nintendo Switch e neste final de agosto, mesmo com a sua duração curta e alguns soluços no desempenho, é uma despedida segura.
Plataforma: PC e Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela Adam Robinson-Yu.
Na recuperação deste espaço, destaca-se a manutenção da histórica fachada e da chaminé da fábrica e a criação de um jardim de utilização pública.
A Mercadona abriu a sua 15ª loja em Portugal no passado dia 18 de agosto, em Ermesinde, no município de Valongo. Este supermercado está instalado no espaço da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos de Sá, edifício de grande valor histórico para a cidade e para a sua população.
Tendo em conta a importância da antiga Fábrica de Sá para os ermesindenses, a Mercadona preservou e recuperou não só a sua emblemática fachada, tendo instalado no interior painéis alusivos à sua história da fábrica, mas também a chaminé localizada neste histórico edifício, contemplando ainda um jardim de utilização pública na área envolvente.
A loja conta com uma sala de vendas de 1.900 m2 e 130 lugares de estacionamento.
Tal como outros estabelecimentos da marca, este espaço caracteriza-se por ter corredores amplos e confortáveis e dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, uma charcutaria com presunto ibérico cortado e embalado no momento, uma ilha central na perfumaria para maquilhagem e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.
Como seria de esperar, é também possível almoçar por ali graças ao Pronto a Comer, que apresenta 41 opções de pratos recém-cozinhados. Quem quiser pode também levar esses pratos para casa.
Já no que toca aos carrinhos para levarmos os produtos, estão disponíveis dois modelos, ergonómicos e leves, que não precisam de moeda.
Esta nova loja possibilitou a criação de cerca de 60 postos de trabalho, estáveis e de qualidade, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo assim para a criação de emprego local.
De resto, sabemos que a Mercadona irá abrir um próximo supermercado na Trofa já a 2 de setembro.
Uma das adaptações mais curiosas e inesperadas da Netflixestá quase a chegar.
Inspirada na série de culto da Capcom, Dragon’s Dogma salta do mundo dos videojogos para o mundo da animação com a Netflix e, a julgar pelo primeiro trailer, parece fenomenal.
A história acompanha Ethan, personagem que, depois de perder tudo aquilo que lhe era querido às garras de um dragão, decide vingar-se de uma vez por todas, acompanhado de um peão que lhe oferece proteção. Mas ambos estão longe de imaginar os perigos que os ameaçam, uma vez que, para ter a força para combater um monstro, Ethan arrisca-se também ele próprio a tornar-se um monstro.
Os fãs de Dragon’s Dogma não terão que esperar muito para ver como vai correr esta adaptação, pois estreia na Netflix já a 17 de setembro.
Os criadores de Life is Strange estão de volta com um jogo original para o PC e Xbox One. Chama-se Tell Me Why e volta a apostar num formato narrativo onde as nossas escolhas definem o rumo da história e das suas personagens.
Desta vez, vamos acompanhar o laço entre dois irmãos, Alyson e Tyler, que vão usar uma estranha habilidade sobrenatural para revisitar memórias e descobrirem a verdade sobre a morte da sua mãe.
Para comemorar o lançamento de Tell Me Why, a DONTNOD lançou um último trailer antes da chegada do primeiro episódio já esta semana.
Tell Me Why será lançado em três partes: a primeira já dia 27, a segunda parte a 3 de setembro e a terceira a 10 de setembro, no PC e Xbox One, Steam e Xbox Game Pass para PC e consola.
Os Vingadores chegam ao PC e consolas a 4 de setembro.
Já todos conhecemos os heróis e já todos experimentámos a beta. Só falta mesmo o jogo sair para, finalmente, salvarmos o mundo nesta história original da Crystal Dynamics inspirada nos Avengers.
Marvel’s Avengers chega finalmente em setembro após alguns atrasos e, para celebrar o momento, já temos um trailer de lançamento. Não é o trailer mais épico e emocionante que poderíamos esperar de algo relacionado com os Avengers, mas faz uma pequena sinopse do que nos espera: Poderes, vilões e muita ação.
Marvel’s Avengers tem lançamento marcado no PC, PlayStation 4 e Xbox One e será mais tarde compatível com a PlayStation 5 e Xbox Series X.
“Móveis que são a sua casa” é o tema da edição deste ano da Capital do Móvel.
A 54ª edição da Capital do Móvel, organizada pela Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF), está em contagem decrescente para mostrar o que de melhor se faz na área do mobiliário. O certame irá realizar-se entre os dias 5 e 13 de setembro, na Alfândega do Porto, sob o mote “Móveis que são a sua casa”.
Este é o primeiro grande evento a acontecer em Portugal no contexto de pandemia, por isso a primeira preocupação da organização foi garantir todas as medidas de segurança. “O edifício, tem cerca de 6 mil m², assim garante espaço suficiente para assegurar a distância de segurança entre os visitantes e oferece corredores largos para definir caminhos de circulação”, explica Filipa Belo, diretora-executiva da AEPF.
A feira irá reunir durante nove dias 50 expositores, que prometem mostrar o que melhor se faz na área do mobiliário em Portugal e a organização espera cerca de 15 mil visitantes, uma previsão semelhante às previsões da edição do ano passado.
A raposa mais sortuda dos videojogos está de regresso.
A raposa mais alegre dos videojogos prepara-se para mais um salto de plataforma. Depois da estreia na Xbox One, onde foi um exclusivo temporário, e de uma passagem pela Nintendo Switch, chegou a vez de conquistar os fãs de plataformas na PlayStation 4. Lucky não vem sozinho e traz consigo as melhorias e novidades da versão Switch, contando com minijogos, colecionáveis, novas formas de jogar e bosses temíveis, naquela que é a sua versão definitiva.
Se, como eu, estavam à procura de um novo jogo de plataformas, New Super Lucky’s Tales vai ser uma delícia. Inspirado por alguns dos melhores do género, como Banjo Kazooie e Super Mario 64, o título da Playful Corp. transporta-nos para um universo colorido e repleto de energia composto por vários níveis e uma panóplia de itens e segredos para colecionarmos. A estrutura mantém-se próxima dos tradicionais collectathons e consegue combinar saltos arriscados com uma vontade por colecionar todas as moedas, joias e páginas de livro espalhados pelos níveis e mundos do jogo.
Para minha surpresa, existe uma grande variedade de níveis e de mecânicas, com Lucky a saltitar entre zonas compostas por etapas em 3D, mas também em 2.5D, de scroll rápido – em jeito de corrida – e sequências de puzzles. Esta sucessão de níveis corta alguma da repetição da jogabilidade, que pouco ou nada inova no género – a não ser a opção de andarmos por baixo da terra –, e injeta uma sensação de surpresa à campanha. A Playful Corp. não procurou reinventar a roda, mas sim limá-la, e isso sente-se em qualquer um dos modos de New Super Lucky’s Tales, com a raposa a ser muito responsiva nos saltos e nos ataques. É um jogo fácil, pouco ou nada desafiante – a não ser que procurem completá-lo a 100% –, mas é intuitivo, divertido e focado no que quer fazer.
Os níveis são um dos destaques deste regresso de Lucky. Apesar de serem curtos em duração, oferecem vários segredos e desafios diferentes, desde sequências de plataformas a pequenos quebra-cabeças. São níveis muito condensados, que aproveitam bem o seu design interligado para criar caminhos secretos e motivar o jogador a explorar os seus recantos sem nunca o cansar. É um jogo perfeito para sessões curtas, onde podemos completar um nível e seguir em frente, apesar de, pela minha experiência, isso ser muito difícil de fazer. Há uma magia neste jogo, na sua simplicidade e saudosismo, e é fácil perdermo-nos na sua aura clássica. Para além dos níveis tradicionais, temos ainda hubs para cada uma das zonas, que podemos explorar em busca de mais páginas do livro. Tentem colecionar todas as moedas possíveis, pois podem comprar mais fatos para Lucky. Mais um incentivo para os adeptos dos colecionáveis.
Há muito tempo que não perdia horas a fio num jogo de plataformas. Apesar de ser muito tradicional e apresentar poucas novidades, a verdade é que New Super Lucky’s Tales é uma aventura perfeita para miúdos e graúdos, com desafios a altura de qualquer jogador. A jogabilidade é clássica, os níveis incentivam à exploração e temos imensas moedas, joias, folhas e letras – que soletram o nome Lucky – para encontrar.
Não é o melhor do género, mas encapsula tudo o que o torna especial: uma aventura descontraída com muitos saltos de plataformas. E mais não podemos pedir.
Plataforma: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela PQube.
Pelo segundo ano consecutivo, a The Navigator Company e a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros juntaram-se para criar um saco em papel que será oferecido a todos os visitantes que se dirigirem ao Parque Eduardo VII, entre os dias 27 de agosto e 13 de setembro, para conhecer as grandes novidades do setor livreiro que marcam a 90ª Edição da Feira do Livro de Lisboa.
No total, serão entregues 30 mil sacos em papel, feitos com material natural de origem renovável, que a The Navigator Company irá entregar aos vários livreiros presentes na Feira para que os possam partilhar com cada visitante no ato da aquisição dos livros, permitindo-lhes assim o transporte dos vários exemplares num único suporte amigo do ambiente, reciclável e biodegradável.
A Feira do Livro de Lisboa é considerada o mais icónico evento que promove, desde há nove décadas, a importância da literatura na comunidade e fomenta o gosto pela leitura. Mesmo em ano de pandemia e num natural contexto de incerteza económica, editores e livreiros não hesitaram em participar na 90.ª Edição da Feira, tornando-a na segunda maior até ao dia de hoje, superando a edição de 2018 em número de pavilhões (310), igualando-a em participantes (117) e aumentando as marcas editoriais (chancelas) presentes (638).
Foi em abril que surgiu a notícia de que a tour dos Bon Iver, que serviria para apresentação do mais recente álbum I, I tinha sido adiada, e com razão, devido à pandemia de COVID-19. Naturalmente, esse adiamento também afetou a vinda do projeto ao nosso país.
Nessa altura, a Everything is New informava que o concerto tinha sido remarcado para 31 de janeiro de 2021, esperando que as coisas já estivessem mais normalizadas até lá.
Porém, e como vai ser impossível ter a situação da pandemia controlada por essa altura, a promotora resolveu fazer um novo adiamento: assim, o concerto dos Bon Iver em Lisboa irá acontecer, se for mesmo desta vez, a 18 de novembro de 2021.
Os bilhetes já adquiridos para o dia 14 de abril de 2020 e para o dia 31 de janeiro de 2021, mantêm-se válidos para a nova data (não é necessário proceder à troca para bilhetes com a nova data). Para os fãs que ainda não adquiriram, os mesmos já se encontram à venda nos locais habituais, variando entre os 35€ e os 51€.
A primeira parte do concerto dos Bon Iver ficará a cargo de Aaron Dessner ’s Big 37d03d Machine.
Quem é mega fã de animes certamente que conhece a Crunchyroll, plataforma que, no mês passado de julho, referiu ter alcançado os três milhões de assinantes pagos. E se é verdade que é possível utilizar o serviço sem pagar um cêntimo, tal traz desvantangens, como imensa publicidade ao longo dos episódios e o facto de somente ser possível visionar novos conteúdos uma semana após terem sido exibidos no Japão.
Para que não tenhamos de aturar isto, a Crunchyroll tinha, até aqui, somete um plano premium que, por 4,99€/mês, nos permitia ter uma subscrição livre de anúncios e com acesso aos episódios uma hora após terem sido exibidos no país de origem.
Pois bem, chegou uma atualização. É que, agora, a Crunchyroll criou o plano Mega Fan, possibilitando (finalmente!) que possamos fazer download dos episódios dos nossos animes favoritos. Dessa forma, podemos ver quando quisermos, mesmo sem estarmos ligados à Internet.
A outra novidade deste novo plano é o facto de ser possível assistir a episódios anime em quatro dispositivos em simultâneo. E sabem o que isso significa, certo? É que, assim sendo, poderão dividir a conta Mega Fan com mais três amigos, ficando a mensalidade a um preço irrisório.
Portanto, estas são as duas alterações em relação ao plano premium Fan: possibilidade de download dos episódios e quatro dispositivos ligados em simultâneo.
No que toca a preços, são acessíveis: 6,49€/mês ou, se preferirem, 64,99€/ano (é o plano mais vantajoso). Com a iminente chegada do Disney+ a Portugal e com este novo plano da Crunchyroll, o difícil vai ser mesmo arranjar tempo para tudo.
Tudo para tornar o processo de recolha de encomendas mais cómodo.
Depois de, em fevereiro, algumas lojas Lidl Portugal terem passado a disponibilizar o serviço de Cacifos 24h dos CTT, naquele que era um projeto piloto, eis que chega a vez de estes cacifos chegarem a centros comerciais, neste caso ao MAR Shopping Algarve e MAR Shopping Matosinhos.
Estes vão ser os primeiros shoppings nas respetivas regiões a dispor do serviço CTT Cacifos 24h – uma solução que permitirá aos clientes comprar online e levantar a sua encomenda num cacifo.
No MAR Shopping Algarve serão disponibilizados 33 cacifos, no piso -1 do centro comercial (acesso IKEA), já a partir de amanhã, 25 de agosto. Os 50 lockers CTT do MAR Shopping Matosinhos estarão localizados no piso – 1, com acesso pela porta MAR, a partir de sexta-feira, 28 de agosto.
A utilização destes Cacifos 24h pode ser feita de duas formas:
Ponto de Entrega – Nesta opção, os Cacifos 24h são apresentados como uma opção aos clientes quando estão a finalizar uma compra na loja online que tenha relação contratual com os CTT, sem custos adicionais para o consumidor;
Morada Virtual – Caso a loja online não disponibilize estes cacifos como ponto de entrega, terão de fazer o registo aqui e escolher o cacifo mais conveniente em termos de localização. Os clientes recebem depois um e-mail a informar que o objeto foi processado e que em breve (por regra no dia seguinte) será colocado no Cacifo 24h identificado. Quando o objeto é depositado no Cacifo 24h, recebe-se uma notificação com o PIN secreto que permite levantar o objeto. Neste caso, o custo do serviço é de 1,5€.
A vantagem deste serviço é o facto de os clientes poderem recolher a sua compra online à hora que lhe convier dentro dos horários dos dois centros comerciais, sem necessidade de passar o dia em casa à espera da mesma ou sem enfrentar filas nas caixas das lojas para fazer o respetivo levantamento.
Foi talvez o momento mais emocionante da DC Fandome. The Batman, realizado por Matt Reeves e protagonizado por Robert Pattinson, teve direito ao primeiro trailer, cheio de emoção e mistério, envolvido num tom negro, estabelecido por uma versão ainda mais melancólica de “Something in the Way” dos Nirvana.
No trailer podemos ver as novas versões de algumas das personagens mais icónicas do universo Batman, protagonizadas por Zoe Kravitz, Colin Farrell e Jeffrey Wright, e temos ainda a oportunidade de ver Pattinson de fato, a bater em vilões e a usar a sua voz de Batman.
Com data marcada para 2021, o mais impressionante deste trailer é sabermos que ainda só gravaram 20-30% do filme, o que significa que muito pode mudar, incluindo algumas das cenas apresentadas, mas mal podemos esperar para ver The Batman no grande ecrã.
Matar a Justice League parece ser mesmo uma missão suicida.
Depois de um teaser com um poster muito limpo que contava com um Super-Homem com a cabeça a prémio, a Rocksteady, criadora original da série Arkham, está de volta com um novo jogo dentro desse mesmo universo, mas onde os “heróis” são a Suicide Squad.
Revelado durante a DC Fandome, Suicide Squad: Kill The Justice League teve direito a um trailer CGI, onde ficámos a conhecer esta nova versão do grupo, com Harley Quinn, Deadshot, Captaind Boomerang e King Shark, para um jogo de ação cooperativa, onde a missão principal, como o nome indica, é caçar a Justice League, incluindo o Super-Homem.
Suicide Squad: Kill The Justice League, poderá ser jogado a solo ou com amigos, mas vamos ter que esperar mais algum tempo até conhecermos as suas mecânicas. O jogo ainda está em desenvolvimento e não tem uma data definida, a não ser uma janela para 2022, e será completamente next-gen, com lançamento no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X.
Após o sucesso das duas primeiras edições, o atelier português OCUBO regressa às ruínas do icónico monumento lisboeta com experiência sensorial imersiva.
Estreou em 2018 e, desde então, foi visto por cerca de 90 mil espetadores nacionais e estrangeiros. Falamos do Lisbon Under Stars (LUS), uma criação multimédia do atelier OCUBO — conhecido pela realização de projetos de grande escala de video mapping, luz e tecnologia — que transforma a arquitetura das ruínas da Igreja do Convento do Carmo em telas tridimensionais onde se combinam projeções 360º, música, coreografias virtuais e múltiplos efeitos visuais.
Lisbon Under Stars é uma experiência sensorial de 45 minutos, onde o público é convidado a vivenciar o espetáculo a partir de vários ângulos e perspetivas no interior do espaço das ruínas do Carmo. LUS constitui um convite às famílias, sendo uma oportunidade única de dar a conhecer aos mais novos, num ambiente virtual, alguns dos acontecimentos mais relevantes da história da cidade e do país.
Por exemplo, o terramoto de 1755 ou a viagem numa caravela dos Descobrimentos são alguns dos momentos históricos deste ‘evento imersivo’.
Para a realização deste projeto, OCUBO conta com a participação especial dos músicos Mariza, Paulo Marinho e Teresa Salgueiro, dos Tocá Rufar, Coro de Câmara Lisboa Cantat e da Orquestra de Câmara da GNR, da coreógrafa Clara Andermatt e da Companhia Nacional de Bailado, bem como a ajuda dos artistas Add Fuel, Daniel Eime e The Super Van (Vanessa Teodoro).
Fazem ainda parte desta experiência virtual imersiva temas de grandes nomes da música portuguesa, como Amália Rodrigues, José Afonso, Madredeus ou Salvador Sobral.
Tendo em conta as diretivas da Direção-Geral da Saúde para salvaguarda do público e dos profissionais, há um conjunto de regras sanitárias que se cumprem de forma rigorosa no espaço. Ao contrário das edições anteriores, o público não poderá circular livremente pelo espaço das ruínas da Igreja do Convento do Carmo, passando a existir uma lotação máxima de 200 lugares fixos com a distância regulamentar de dois metros.
Face ao período de pandemia vigente, OCUBO lança nesta ocasião uma campanha de preços especiais válida até 31 de agosto, com bilhetes individuais a 10€. A partir de setembro passam a custar 15€ por pessoa, encontrando-se à venda online e na bilheteira no local do evento, a partir das 18h.
Os bilhetes de preço reduzido de 12€ são destinados a crianças dos 6 aos 11 anos, seniores com mais de 65 anos, estudantes e residentes no distrito de Lisboa. O espetáculo é gratuito até aos 5 anos de idade. Parte da receita de bilheteira reverterá a favor de causas sociais através da Associação Corações com Coroa e da Fundação Amália.
O espetáculo de formato imersivo pode ser visto até 31 de outubro. Haverá duas sessões, de segunda a sábado, às 21h e 22h.
E se o realizador do Guardians of the Galaxy reinventasse Suicide Squad? A resposta está aqui, num novo filme que traz de volta o elenco quase completo do desastroso filme original de 2016, que acrescenta mais uma série de nomes estrelas e que, inexplicavelmente, parece estupidamente divertido.
O filme só chega em 2021 e, em vez de um trailer normal, a Warner Bros. revelou um olhar aos bastidores onde dizemos de novo “olá” a Margot Robbie, Jai Courtney, Viola Davis e Joel Kinnaman nos seus papéis originais e ficámos a conhecer uma longa lista de novas personagens, onde se destaca por exemplo a de John Cena, Peter Capaldi, Pete Davidson, entre outros, e as estranhas personagens de Sean Gunn, uma doninha gigante, e Shark King (que se especula que seja Taika Waititi).
Zack Snyder, que está de volta à cadeira de realizador e diretor, aproveitou o DC Fandome, que aconteceu este fim-de-semana para revelar o progresso da sua reedição de Justice League com um peculiar trailer, exclusivamente com imagens da sua nova versão do filme, que se fazem acompanhar por uma versão da música “Hallelujah“, de Leonard Cohen, que, no passado, foi usada no filme de Snyder, Watchmen.
Ficou-se ainda a saber que o novo filme será transformado em minissérie para a HBO Max, com quatro episódios de uma hora cada, mas que poderá ser visto, também, como um filme completo de quatro horas.
Mais tarde, Snyder foi ao Twitter agradecer aos fãs e mandar piadas aos críticos que ainda estão incertos de como é que a sua versão será melhor, dizendo que este esta é uma versão de Justice League para adultos. Poderemos descobrir a verdade em 2021.
Batman está morto e a capa da justiça está nas costas de novos heróis.
O muito aguardado novo jogo dos produtores de Batman: Arkham Origins foi uma agradável e inesperada surpresa, revelada no evento DC Fandome, que aconteceu este fim de semana.
Apesar de nos apresentar membros da família morcego, Gotham Knights conta com o cavaleiro das trevas apenas em espírito e dá aos jogadores a possibilidade de controlarem uma de quatro personagens – Batgirl, Nightwing, Red Hood e Robin – para salvarem o que resta de uma Cidade de Gotham em puro caos e sem Batman que a proteja.
Este jogo de mundo aberto segue a filosofia de jogos passados da série Arkham (apesar de não pertencer a esse universo), e acrescenta-lhe o twist do multijogador, com a possibilidade de convidar um amigo para diferentes missões. O jogador poderá escolher a sua personagem favorita e evoluí-la com uma variedade de armas, habilidades, movimentos e muito mais.
Gotham Knights tem lançamento no PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X em 2021.
O DC Fandome abriu com um painel dedicado a Wonder Woman 1984.
Este fim de semana aconteceu a grande apresentação da Warner Bros. e da DC Comics, dedicada a filmes, jogos e muito mais, o DC Fandome.
O evento de 24 horas começou com o painel dedicado a Wonder Woman 1984, onde o elenco se juntou para responder a perguntas dos fãs e partilharem um pouco sobre como foi criar este novo episódio da história da Mulher-Maravilha.
Num painel recheado de estrelas que aproveitaram o tempo para se admirarem mutuamente pelo trabalho feito em Wonder-Woman, os fãs da Mulher-Maravilha tiveram direito a um novo trailer cheio de energia e momentos e ação épicos, onde a estrela não é Gal Gadot, mas sim Kristen Wiig, que apresenta a sua personagem Cheetah na sua última forma, numa batalha com Wonder-Woman.
Além do trailer este fim de semana, a Warner Bros. revelou também o primeiro tema da banda sonora do filme, que está a cargo do lendário Hans Zimmer. Chama-se “Themyscira” e pode ser ouvido na integra, aqui:
Wonder Woman 1984 tem agora estreia prevista para o início de outubro.
O festival VillaMix Lisboa no Seixal, agendado para os dias 2 e 3 de outubro de 2020, acaba de ser adiado para 1 e 2 de outubro de 2021 devido à pandemia de Covid-19.
A equipa do VillaMix Lisboa tentou encontrar soluções para manter a realização do evento na data prevista para este ano, pela primeira vez ao ar livre na Baía do Seixal, caraterizado por uma beleza natural envolvente que permite a fusão perfeita entre um ambiente especial e boa música. No entanto, dando prioridade sempre à segurança e o bem-estar de colaboradores, a decisão mais acertada a tomar foi mesmo o adiamento do festival.
No que toca ao cartaz, saibam que os nomes já confirmados para a agora cancelada edição de 2020, neste caso Seu Jorge, Luan Santana, Gusttavo Lima e Pedro Sampaio, estão confirmados para o Villamix Lisboa 2021.
Em relação aos bilhetes previamente adquiridos, são válidos para as novas datas e poderão ser utilizados sem necessidade de qualquer alteração.