Mas continuamos a não saber quando custa a máquina.
A PlayStation revelou aquele que é o primeiro anúncio da nova PlayStation 5 e que, certamente, irá aparecer um pouco por todo o lado.
É um anúncio live-action e, por isso, não dá destaque a nenhum dos jogos que podemos esperar na máquina quando chegar no final de 2020, mas dá destaque, sim, às capacidades do seu novo comando, o DualSense.
Imersão é a palavra de ordem que, infelizmente, como é o caso de muitas tecnologias, é preciso experimentar para sentir a diferença. E será esse o caso dos novos sensores hápticos e do sistema de som 3D da PlayStation 5, o Tempest 3D AudioTech.
O anúncio tenta ilustrar algumas das novas experiências, como a imersão sonora e o tato de diferentes superfícies por onde as nossas personagens poderão andar, ou o comportamento das suas armas e habilidades. Já no blog oficial da PlayStation ficamos a conhecer alguns exemplos mais práticos.
Por exemplo, em Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, o comando vai reagir de forma a indicar-nos a direção dos ataques, com um Spider-Sense mais imersivo, e o poder dos ataques de Miles, como o Venom Punch, vai viajar de uma ponta a outra do comando.
Noutro exemplo, em Deathloop, os gatilhos das armas podem oferecer alguma resistência e, quando uma arma está encravada, também eles deixam de ser pressionáveis. Em Demon’s Souls, os ataques e defesas vão acrescentar uma camada extra de imersão que vai tornar os combates mais ferozes e violentos. E, também como exemplo, em Ratchet and Clank, a pressão de um gatilho pode definir a quantidade de poder de um ataque.
Podem ler em mais detalhe como alguns dos vossos jogos favoritos vão funcionar no novo comando da PlayStation 5, no blog oficial da PlayStation, ou descobrir por vocês mesmos quando a máquina chegar às lojas numa data ainda por anunciar.
Era suposto Boy Pablo tocar este ano no Meco, no âmbito do Super Bock Super Rock. Porém, a pandemia veio estragar todos os planos, com o festival a ser adiado para 2021. Agora, sabe-se que o artista tem concerto agendado para Portugal para março do próximo ano.
Tudo acontece a 27 de março, no Capitólio, em Lisboa. O norueguês promete fazer as delícias do público português com temas como “Losing You”, “Sick Feeling”, “honey” e “JD’s song”.
Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais, custando 25€ cada.
O Governo decidiu prorrogar, no Conselho de Ministros de 13 de agosto, a declaração da situação de contingência e alerta no âmbito da pandemia COVID-19, estipulando regras específicas para a Área Metropolitana de Lisboa.
No caso da capital portuguesa, a Câmara Municipal de Lisboa considera estarem reunidas as condições para o alargamento faseado do período de funcionamento das atividades económicas da cidade, algo que agora acontece depois de ter sido obtido um parecer favorável das autoridades locais de saúde e das forças de segurança competentes.
Sendo assim, existem coisas a ter em conta:
São restabelecidos os horários de funcionamento praticados antes da pandemia para todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços, incluindo os que se encontrem em centros comerciais;
Os postos de abastecimento de combustíveis podem retomar o horário de funcionamento anterior à pandemia, mantendo-se, no entanto, as restrições em vigor para a venda de álcool;
Os estabelecimentos de restauração e similares, incluindo os que dispõem de entrega no domicílio ou take-away, continuam a funcionar com as regras em vigor. Ou seja, podem admitir cliente até à meia-noite, mas têm de encerrar à 1h;
Os cafés e similares, não abrangidos pelo ponto anterior, incluindo os que se encontrem em conjuntos comerciais, assim como as lojas de conveniência, podem, sempre que o respetivo horário de funcionamento o permita, encerrar às 21h;
O eventual incumprimento destas regras por algum estabelecimento, conduzirá à revogação do restabelecimento do horário de funcionamento, diz a CML em comunicado, pelo que terá as equipas da Polícia Municipal nas ruas a fazer uma fiscalização diária.
E numa altura em que toda a gente usa máscara, porque não inovar?
Seja em super e hipermercados, no comércio tradicional ou em sites especializados, uma coisa é certa: as máscaras vieram para ficar, pelo menos até que toda a gente seja vacinada contra a doença de COVID-19.
Existem inúmeras máscaras à venda no mercado, umas mais resistentes que outras, mas, sendo esta a nossa nova realidade, porque não inovar um bocadinho? Foi precisamente nisso que pensou a Praxisd, empresa portuguesa que criou a Máscaras Únicas, uma nova plataforma onde, nós próprios, podemos personalizar a nossa própria máscara.
Na mascarasunicas.pt, estão à venda máscaras certificadas pelo CITEVE (são máscaras sociais de nível 3) e que cumprem todos os requisitos para a sua função. Podem adquirir máscaras com padrões divertidos e coloridos, podem criar o vosso próprio desenho (têm de enviar o design no formato 22x22cm)… No fundo, a criatividade é o limite, tudo com o objetivo de tornar o tema mais ligeiro e divertido.
A Praxisd refere ainda que existe o objetivo de desperdício zero desde o início, ou seja, cada máscara só é produzida após a respetiva compra.
De resto, salientar ainda que a plataforma está a desafiar designers, ilustradores e outras artistas a explorar a sua criatividade numa nova tela, por assim dizer. Neste caso, a mascarasunicas.pt oferece a hipótese de cada um criar a sua própria coleção de 10 máscaras. Em troca oferecem uma máscara, claro, e royalties sobre as vendas dessa mesma coleção.
Falta referir os preços. Cada máscara adquirida na Máscaras Únicas custa 8€ e traz uma bolsa de transporte.
Há mais um local para apreciar esta produção portuguesa.
Foi em setembro do ano passado que a série de investigação SUL, produção portuguesa que se baseia na crise financeira de 2013, estreou na RTP. Desde então, o projeto pode ser visto na RTP Play, serviço de streaming do canal público.
Porém, e para aqueles que não são fãs desse serviço, saibam agora que SUL vai chegar a outra plataforma. Sim, adivinharam: é mais uma série portuguesa a ser disponibilizada na HBO Portugal, que tem apostado neste tipo de conteúdos.
Protagonizada por Adriano Luz, SUL conta-nos a história de um inspetor da Polícia Judiciária, niilista e socialmente incapaz, que investiga um conjunto de mortes suspeitas no Rio Tejo. Enquanto a investigação decorre, um país angustiado por uma forte crise económica e social agita-se.
Do elenco fazem ainda partes nomes como Jani Zhao,Afonso Pimentel, Margarida Vila-Nova, Ivo Canelas, Margarida Marinho, Adriano Carvalho, Nuno Lopes, Beatriz Batarda, Miguel Seabra, José Raposo, Filipa Cardoso, Miguel Guilherme, António Fonseca e Américo Silva.
Serão quatro dias, cada um com programação diferentes.
Lembram-se quando, no passado mês de julho, referimos aqui no Echo Boomer que a Câmara Municipal de Caminha tinha anunciado para as mesmas datas do festival um evento drive-in especial? Pois bem, o cartaz completo acaba de ser divulgado.
Para já, as datas desta iniciativa: tudo acontece entre 27 e 30 de agosto, com um programação focado no cinema, música e humor. A noite de estreia, a 27 de agosto, conta com o Tio Jel e o seu espetáculo de stand-up comedy Salgue-se, seguido da projeção do filme Begin Again; no dia seguinte, Dead Cats Dead Rats – The Doors Trip recriam ao vivo o concerto Live at the Isle of Wight Festival 1970, uma homenagem aos The Doors, seguindo-se a projeção do filme “Rocketman”; a 29 de agosto, há um concerto de Aurea e a projeção de “Variações”; e finalmente temos o dia 30 de agosto, cuja programação é dedicada aos artistas locais e celebra o talento musical que há mais de 100 anos é marca distintiva de Vilar de Mouros: abre com a Banda de Música de Lanhelas, fundada em 1850, por onde tantos maestros passaram, continua com uma desgarrada, a partir da herança dos costumes do Minho, da autoria de Augusto Canário e Amigos, e encerra com a atuação da Academia de Música Fernandes Fão, que junta alunos e professores.
O recinto do Drive-In Vilar de Mouros está desenhado para acomodar um total de 150 carros (lotação máxima de cinco pessoas por cada veículo), sendo os acessos efetuados mediante a apresentação de bilhete de entrada. Neste caso, as entradas são gratuitas, pelo que esses bilhetes devem ser levantados, para cada dia, nos Postos de Turismo de Caminha e Vila Praia de Âncora.
O respeito pelas recomendações da DGS quanto ao afastamento social, utilização de máscara em locais fechados e desinfeção de mãos será obrigatório, não estando autorizada a saída do veículo excepto para deslocação ao WC.
O controlo de fluxos de trânsito terá o auxílio da GNR no exterior e no interior o apoio de staff e dos Bombeiros no estacionamento dos veículos. As refeições serão controladas através da aplicação 3cket, que permite aos utentes pedirem comodamente, na sua viatura, comida e bebida.
Não é segredo para ninguém que a pandemia de COVID-19 tem impactos tremendos na vida de todos nós.
Sabemos de que modo a pandemia afetou a nossa vida social, familiar e profissional, sabemos também que o tecido empresarial sofreu quedas abruptas na faturação, mas será que foi geral? Será que todas as áreas de atividade sofreram o mesmo impacto negativo?
A resposta é não, especialmente as áreas ligadas ao mercado digital. A subscrição de serviços de streaming como a Netflix ou o Spotify, o e-commerce ou o mercado das apostas online registaram crescimentos significativos e, até, históricos.
No caso específico das apostas online, segundo o mais recente estudo do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), Portugal fechou o primeiro trimestre deste ano com níveis recorde de receitas brutas e volume de apostas, mesmo apesar de uma certa deflação resultante do adiamento das principais ligas de futebol.
Receitas e volume de apostas
De acordo com o documento, a receita bruta das entidades exploradoras de apostas desportivas online atingiu o valor de 34,5 milhões de euros no 1° trimestre de 2020, registando-se um aumento de 9,7 milhões de euros em relação ao mesmo período de 2019.
Já no que diz respeito ao volume de apostas desportivas online, os valores gerados atingiram, nos primeiros três meses deste ano, um total de 149,1 milhões de euros, o que significou um crescimento homólogo de 13,6%, mas uma quebra de 19,5% face ao quarto trimestre de 2019, em muito devido à paragem forçada devido à pandemia das principais ligas de futebol mundiais.
Futebol continua a ser o rei das apostas online
Apesar da quebra devido ao adiamento dos campeonatos, o Futebol continuou a ser a modalidade desportiva onde se regista o maior volume de apostas, representando 74,72% do total de apostas desportivas efetuadas. As apostas nas modalidades de Basquetebol, Ténis e Hóquei no Gelo representaram mais de 22% do total de apostas desportivas, (11,12%; 9,12% e 2,53% respetivamente).
Ao nível das competições desportivas, a Primeira Liga portuguesa representou 15,2% do volume de apostas efetuadas na modalidade de Futebol, seguida da Premier League inglesa, da La Liga espanhola e da Serie A italiana que representaram, respetivamente, 7,9%, 7,1% e 7,0%.
No Basquetebol, a competição norte-americana NBA foi responsável pela maior percentagem das respetivas apostas (i.e., 60,5%). Os torneios Australian Open, ATP Cup e o WTA International Lyon foram as competições objeto de maior volume de apostas na modalidade Ténis (17,4%, 5,8% e 4,0% respetivamente).
No Hóquei no Gelo, a competição NHL foi objeto de cerca de 61,1% das apostas desportivas naquela modalidade.
Mais licenças e apostadores
Neste domínio, no 1° trimestre de 2020, e no conjunto das 13 casas de apostas legais em Portugal, apuraram-se 157,4 mil novos registos de jogadores, registando-se um acréscimo de 32,3 mil face ao registado em igual período do ano anterior (125,2 mil novos registos de jogadores).
Em termos percentuais, isto significa um acréscimo de 25,8%, face ao período homólogo. Contas feitas, existem em Portugal 425,8 mil jogadores, cerca de mais 35 mil do que os registados no final ano passado (390,4 mil).
O aumento, como vimos, do número de entidades licenciadas para o efeito, da maior literacia dos portugueses em relação às apostas (há quem faça disto profissão), a diversidade e os bónus que muitas casas de apostas e portais especializados dão a quem se inicia na arte das apostas online são fatores que concorrem para o crescimento desta área.
Sites como o Apostas Online são um bom exemplo disso mesmo. Este portal condensa toda a informação necessária a quem se está a iniciar nas apostas e casinos online. Oferece bónus para a fomentar a experimentação e ainda faz a análise das maiores casas de apostas, com particular ênfase para as apostas desportivas, assumindo-se como o melhor site de apostas em futebol em Portugal.
Perfil do apostador
Quanto à distribuição de jogadores por faixa etária, continuam a ser os mais novos os maiores apostadores, já que apenas 1% têm mais de 64 anos. Por outro lado, mais de metade tem entre os 25 e os 44 anos (62%) e 23,5% do total dos jogadores têm entre os 18 e os 24 anos. Se analisarmos exclusivamente os novos registos, quase dois terços (63,2%) têm menos de 35 anos.
Em 31 de marco de 2020, os jogadores com idades compreendidas entre os 25 e 44 anos representavam 62% do total de jogadores registados. Na mesma data, os indivíduos entre os 18 e os 24 anos representaram 23,5% do total de jogadores registados.
Relativamente aos novos registos ocorridos no trimestre em análise, 63,2% dos mesmos reportaram-se a jogadores com idade inferior a 35 anos.
Apostas por categoria de Jogo
Durante o 1° trimestre de 2020, observou-se a prática de jogo, ou seja, a realização de pelo menos uma aposta em jogos de fortuna ou azar ou em apostas desportivas à cota online, em cerca de 425,8 mil jogadores.
Do número total de jogadores que realizaram apostas no período em análise, 41,2% efetuaram as suas apostas exclusivamente em apostas desportivas a cota, 39,4% jogaram somente em jogos de fortuna ou azar e 19,4% dos jogadores tiveram prática de jogo em apostas desportivas a cota e em jogos de fortuna ou azar.
E aquele shopping também conta agora com uma pastelaria da Leitaria Quinta do Paço!
Lembram-se quando, em janeiro deste ano, avançámos com a novidade de que uma nova hamburgueria 100% vegan tinha chegado a Lisboa? Sim, falamos da Mother Burger que, na altura, a inaugurou uma loja no Atrium Saldanha.
Agora, é tempo de expandir-se. Não, não vai sair fora de Lisboa, mas a boa novidade é que há um novo spot da marca na capital portuguesa, mais especificamente no Amoreiras Shopping Center.
A carta apresenta sete hambúrgueres, sendo quatro deles cozinhados com o Protein burger que o espaço oferece (feijão preto, lentilhas, grão de bico, cogumelos, beterraba, aveia e óleo de coco). Além dos hambúrgueres maiores, no local é ainda possível encontrar um menu para criança e ainda vários milkshakes, feitos exclusivamente com leite de soja, nos sabores mais clássicos de banana, baunilha ou frutos silvestres, e outros para os mais gulosos, como o famoso milkshake de Oreo (também estrela de uma das sobremesas da carta).
De resto, há ainda que dar destaque ao facto de, naquele shopping, ter aberto também uma pastelaria da Leitaria Quinta do Paço, um ex-libris do norte do país.
Símbolo de gulodice, memórias e tradição, os éclairs centenários desta pastelaria chegam agora ao ponto mais alto da cidade de Lisboa, com opções deliciosas, mas com especial enfoque para o clássico éclair com cobertura de chocolate, com uma massa leve e fofa, no seu interior, mas estaladiça por fora, sendo coberto por um chocolate caseiro e cremoso e ainda, recheado com o famoso chantilly da Leitaria da Quinta do Paço.
Além do clássico de chocolate e outros sabores de sempre, será também possível encontrar os especiais Banoffee (com chantilly, mousse de caramelo, banana, bolacha, caramelo e canela) e também o Ferrero Rocher.
Em datas especiais como a comemoração do seu 100º aniversário, a Leitaria da Quinta do Paço apresenta ainda uma edição irrepetível, o éclair Centenário, de massa choux, envolvido em craquelina, com cobertura glaciar de chocolate e purpurina dourada, recheado com creme de pasteleiro tradicional.
Além dos famosos éclairs, será ainda possível encontrar alguns clássicos da pastelaria nacional, como os húngaros, pastéis de nata ou bolas de berlim com diferentes recheios (um deles com o chantilly da Leitaria da Quinta do Paço), mas também os snéclairs, a variante salgada dos éclairs, com sabores como mozarella e tomate, ovo e cebolinho, presunto e queijo brie ou salmão e queijo fresco.
Existem géneros que estão à beira da extinção, vítimas de novas modas e plataformas que exigem experiências diferentes para um público mais vasto. Não é fácil agradar a todos os jogadores e, com o tempo, géneros como point and click e as aventuras de ação e plataforma, que se focavam em experiências curtas e assentes na dificuldade, perderam a sua popularidade e presença no mercado, mas perseveraram.
Contra toda as adversidades, sobreviveram a mais de 20 anos de progresso e transformaram-se. Em 2020, temos um verdadeiro regresso ao passado com The Eternal Castle Remastered, que demonstra como o género de aventura cinematográfica ainda tem força no mercado.
The Eternal Castle chegou finalmente à Nintendo Switch, agora na sua versão remasterizada e completa. O primeiro contacto aconteceu no PC, num lançamento de sucesso que captou a atenção dos fãs do género e dos mais curiosos. The Eternal Castle Remastered é familiar e único ao mesmo tempo, conseguindo adaptar a jogabilidade e estrutura de jogos como Prince of Persia e Out Of This World, e traduzi-las para uma campanha mais expansiva que nos leva a explorar um mundo pós-apocalíptico em busca de peças para a nossa nave e do titular castelo.
É impossível ficarmos indiferentes à apresentação visual de The Eternal Castle Remastered e à sua aposta em gráficos CGA em 2-bits, com cenários animados, mas mais limitados em termos de detalhe. As cores são nostálgicas, com o ciano e magenta claros, mas há uma excelente direção de arte que compõe este mundo à beira do fim. O uso do preto para criar silhuetas, por exemplo, contrasta com o céu quente e com as personagens simples, mas muito bem animadas, demonstrando traços únicos e caraterísticos capazes de lhes dar uma maior personalidade – mesmo com as limitações gráficas. Os movimentos são fluídos, alguns cenários são mais visualmente complexos e existe uma diferença palpável entre as várias zonas deste mundo. Nunca sentimos que estamos a explorar o mesmo cenário e passamos de prédios abandonados a castelos destruídos e a laboratórios escondidos ao longo da campanha. No fundo, parece que estamos a descobrir um jogo de 1987 pela primeira vez, apesar de utilizar técnicas mais atuais.
Este classicismo mantém-se na jogabilidade e aTFL Studios seguiu o modelo de alguns dos melhores títulos do género para construir este regresso ao passado. The Eternal Castle Remastered é um jogo de ação e aventura em 2D com um foco nas plataformas e nos desafios ambientais, obrigando o jogador a avançar cautelosamente à medida que explora cenários repletos de puzzles e armadilhas escondidas. A experiência foca-se em saltos complexos, em combates frenéticos – com várias armas à disposição e uma barra de stamina – e numa estrutura de tentativa e risco que poderá desmoralizar os mais impacientes. É suposto morrermos em The Eternal Castle Remastered, seja por um salto mal calculado ou por um boss que nos mata com um só ataque. É necessário perder para aprendermos os padrões dos níveis e dos inimigos. Assim é o género. No entanto, fica o aviso de que existem momentos injustos, provavelmente deliberados, onde não conseguimos ver o que nos espera no final de um salto. Tenham sempre cuidado.
A estrutura aberta foi uma surpresa agradável e pude explorar livremente as três zonas principais do jogo antes de alcançar o castelo eterno. Não é inovador e não é, como podem imaginar, uma escolha revolucionária, mas é interessante ver um design mais moderno a apoderar-se deste jogo maioritariamente clássico. Apesar dos níveis serem lineares, mesmo com alguns colecionáveis para descobrirmos, temos esta ilusão de liberdade que dá à campanha uma grandeza inesperada, como se estivéssemos a descobrir um mundo mais extenso do que o previsto. No final, o jogo entrega-se totalmente à linearidade para fechar a sua estória, e não o quereria de outra forma, mas esta possibilidade de escolha é bem-vinda.
A TFL Studios trouxe-nos um jogo repleto de crueldade, de sangue e violência, mas também de humanidade e emoção, algo que foi possível através da sua cinematografia. Os planos longos, abertos e de maior profundidade, que nos mostram o seu mundo em todo o seu esplendor, criam um ambiente eficaz e marcante. As animações são muito detalhadas e sentimos o lado mais humano e real da nossa personagem. A banda sonora acompanha esta dicotomia entre a opressão e a emoção, com composições em sintetizadores, e os efeitos sonoros solidificam a experiência como um todo.
Aprecio especialmente o mistério em torno do jogo e gosto muito que não saibamos tudo sobre os seus protagonistas. Esta escolha transporta-me totalmente para o passado, para os tempos em que instalava disquetes misteriosas no DOS sem saber o que me esperava. Um bom mistério é essencial.
The Eternal Castle Remastered é um jogo curto, mas perfeito para o que quer oferecer: uma campanha cinematográfica, focada, muito desafiante e direta. Não existem momentos mortos ou sequências descartáveis – tudo está no seu devido lugar. Para os fãs de Flashback e de Blackthorne, é obrigatório, seja no PC ou na Nintendo Switch, e para os mais curiosos não deixa de ser um título peculiar que oferece uma experiência única. Nesta nova versão, podem contar com um episódio adicional, um modo PVP e outro cooperativo. Não percam este clássico atual.
Plataforma: PC e Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise por Jesús Fabre.
Depois da reabertura do UCI Arrábida (Vila Nova de Gaia) a 8 de junho e das salas de cinema do UCI El Corte Inglés, no dia 13 julho, o UCI Cinemas anuncia a reabertura das suas salas de cinema no Centro Comercial UBBO, na Amadora, no próximo dia 24 de agosto, expandido assim o número de salas abertas em Lisboa.
Quer isto dizer que também aquelas salas irão exibir a muito aguardada estreia de Tenet, novo filme do realizador Christopher Nolan.
A estratégia do UCI Cinemas passou por reabrir as salas de cinema de forma gradual, para serem aplicadas corretamente todas as medidas de segurança e comprovar que as mesmas funcionavam.
No dia da reabertura no UBBO, em cartaz estão incluídos os títulos A Troca das Princesas, Adam, Eu ainda não acredito, Força da Natureza, Museu, O Rei de Staten Island e o O Segredo: Atreve-te a Sonhar.
O controlo da capacidade e o respeito pela distância física será sempre assegurado, existindo lugares livres entre espetadores e, como tal, limites na lotação de cada sala. E claro, O uso da máscara continua a ser obrigatório.
O UCI Cinemas recomenda ainda a venda online de bilhetes e produtos de bar, como via principal, bem como o pagamento com cartão, se for feito fisicamente.
Os horários de início das sessões foram escalonados para reduzir as filas e os sistemas de limpeza foram intensificados e são feitos com maior frequência. Existe também pontos de higienização em diferentes locais do cinema.
Ou seja, e ao que tudo indica, irão receber futuras edições do sistema operativo móvel da Google.
Quem tem um smartphone atual sabe que, muito provavelmente, o mesmo irá deixar de receber atualizações dois anos após ter saído no mercado. Isto faz com que muitos utilizadores, pelo menos os que se querem manter a par das últimas novidades, tenham de trocar de smartphone, caso contrário arriscam-se a ter um equipamento “obsoleto”.
Sabendo destas queixas constantes dos utilizadores, existem algumas marcas que já vão garantido um maior suporte para esses equipamentos, de modo a que os utilizadores os consigam manter o máximo de tempo possível. E a Samsung é uma delas.
Esta semana, a marca sul-coreana confirmou que muitos dos seus smartphones e tablets irão suportar três gerações de atualizações do sistema operativo móvel Android. E estes são os dispositivos compatíveis:
Linha Galaxy S: Galaxy S20 Ultra 5G, S20 Ultra, S20+ 5G, S20+, S20 5G, S20, incluindo ainda S10 5G, S10+, S10, S10e, S10 Lite e a nova linha de dispositivos S a ser anunciada.
Linha Galaxy Note: Galaxy Note20 Ultra 5G, Note20 Ultra, Note20 5G, Note20, Note10+ 5G, Note10+, Note10 5G, Note10, Note10 Lite e a nova linha de dispositivos Note a ser anunciada.
Dispositivos Galaxy Dobráveis: Galaxy Z Fold2 5G, Z Fold2, Z Flip 5G, Z Flip, Fold 5G, Fold e os novos dispositivos dobráveis a serem anunciados.
Linha Galaxy A: Galaxy A71 5G, A71, A51 5G, A51, A90 5G e um conjunto de novos equipamentos A a serem lançados em breve
Tablets: Galaxy Tab S7+ 5G, Tab S7+, Tab S7 5G, Tab S7, Tab S6 5G, Tab S6, Tab S6 Lite e um conjunto de novos equipamentos A a serem lançados em breve
Como seria de esperar, a linha Galaxy S20 será a primeira entre os dispositivos Galaxy a receber o Android 11 ainda este ano. No entanto, e para os dispositivos Galaxy não incluídos na lista anteriormente referida, a Samsung refere que continuará a fornecer atualizações do SO da Google até que as especificações de hardware de cada equipamento o permitam.
E convém ter isto em atenção: apesar de muitos equipamentos Samsung irem contar com novas versões do Android, os equipamentos menos poderosos irão demorar mais algum tempo até receberem essas mesmas atualizações. Mas tal não é propriamente surpreendente.
E chega-nos por parte dos mesmos responsáveis pelo Nómada Digital Summit que, recentemente, mudou o nome para Future of Work (FoW).
A convite do secretário regional da Economia, Rui Barreto, e do presidente da Start Up Madeira, Carlos Soares Lopes, a organização de eventos online, FoW – Future of Work, apresenta o FoW Portugal, uma conferência dedicada ao trabalho remoto em português.
A decorrer entre 3 e 4 de setembro, este será um evento sobre liderança e gestão de equipas remotas, pelo que vai contar com a presença virtual dos maiores especialistas em trabalho remoto do país. A participação é gratuita, mediante a reserva no site oficial, e destinadas a todas as empresas que procurem entrar ou consolidar este conceito de trabalho e estilo de vida. Há, também, para quem preferir, um pacote pago (45€), que dá acesso total às palestras para sempre a todos os bónus e ofertas.
No total, serão 20 convidados oriundos de empresas como a Gitlab, Doist, Zapier, Talkdesk, Remote, Red Angels, Workana, Landing Jobs, Fujitsu, Startup Madeira, Infraspeak ou a Bold by Devoteam, distribuídos ao longo de 16 painéis.
Em adição às conferências, o evento contará também com salas de networking onde, através da aplicação do FoW Portugal, os participantes vão poder conhecer profissionais de todo o país interessados no tema do trabalho remoto.
Battletoads é uma das melhores surpresas do verão no Xbox Game Pass.
Os Battletoads estão de regresso. 26 anos após a sua última aparição em máquinas de arcadas, a Rare eDlala Studios revitalizaram a série de uma forma inesperada, mas muito assente nos pilares e nos elementos que ajudaram a criar um culto em volta da série original.
É também 26 anos depois que as aventuras de Battletoads continuam, com Rash, Zitz e Pimple a acordarem num mundo muito diferente daquele que se lembram, algo que os fãs do original também vão sentir ao encontrarem um registo visual completamente novo. É assim que o jogo começa por mostrar o seu lado mais meta e descontraído com a sua abordagem, meio reboot, meio sequela, como um piscar de olhos aos jogadores antigos, ao mesmo tempo que se apresenta fresco e interessante para os novos jogadores.
Longe do ar negro, com uma palete de cores limitada e com um design que transbordava testosterona, ao estilo dos cartoons da manhã dos anos 80/90s, Battletoads de 2020 leva o facelift perfeito e surge ajustado às tendências atuais, com um elenco de personagens distintas, coloridas e mais animadas do que nunca.
Battletoads estava prestes a passar-me ao lado do radar, mas foi graças ao novo aspeto que me despoletou interesse. Estava também com expetativas moderadas, com a ideia que ia estar perante um jogo forçado, mas não podia estar mais errado: Battletoads mostrou-me algo que não estava nada à espera.
Além do seu lado jogável, Battletoads é uma série de televisão, daquelas que podíamos muito bem encontrar num Nickelodeon ou num Cartoon Network, com personagens interessantes e motivações próprias, uma aventura pela salvação do Universo cheia de momentos caricatos, hilariantes e algumas reviravoltas e com valores de produção inesperados, onde se destaca a sua excelente animação e um fantástico desempenho de vozes.
Esta ligação e interesse pela aventura de Battletoads foi essencial para a minha jornada de quase quatro horas de jogo, tendo sido um dos elementos que me motivou a avançar na jornada. Quis descobrir o que acontecia a seguir, um pouco como nos jogos de antigamente, onde o maior troféu e conquista não era a pontuação, mas sim o desbloqueio de uma cinemática.
O novo registo visual é traduzido brilhantemente para o aspeto em jogo que, tal como os títulos originais, combina diferentes géneros de forma inesperada e surpreendente, onde a descoberta do próximo nível nos dá aquela pequena ansiedade de rodar uma roleta russa. Mas não é aleatório. Apesar de cada nível ter sido desenhado e colocado com intenções narrativas pela produção, uma primeira viagem em Battletoads dá a sensação que qualquer coisa pode acontecer.
Mantendo o registo 2D, o jogo começa em forma de um beat’em up, com cada personagem a usar o seu set de habilidades únicas. Este podia ser o core do jogo, mas o que a Rare e a Dlala Studios fizeram tornou Battletoads num jogo extremamente interessante de explorar e avançar.
Entre segmentos destes, vamos encontrar novas sequências de mota onde temos que nos desviar de obstáculos, segmentos de plataformas com puzzles de ambiente, jogos de lógica, segmentos de shoot’em-up, quick time events e muitos mais. É um jogo de arcadas sem um género definido, pois há tanta diversidade que simplesmente chamar-me um brawler 2D seria uma ofensa.
Graças a esta mistura de géneros e à forma orgânica como se apresenta em serviço da história, Battletoads não se destaca apenas pelos seus visuais e variedade, mas também pela forma sólida como a jogabilidade se adapta entre segmentos, com pequenas notas de tutorial para aprendermos as bases, em que rapidamente nos adaptamos ao estilo pedido; e também pelo grau de desafio de uma série recordada pela sua dificuldade.
O novo Battletoads é difícil, pois mesmo na dificuldade média vai fazer-vos soar e perder mil e uma vezes. Contudo, o título faz um excelente trabalho em mostrar que a culpa é dos jogadores e não do jogo, motivando a conhecer padrões e a ter calma até nos momentos mais caóticos e complicados. Há uma curva de aprendizagem constante que, aliada à vontade de conhecer o que vem a seguir, torna a jornada muito satisfatória. Há ainda alguns picos de dificuldade e um ou outro nível onde o jogo abusa do seu design, mas, no geral, a dificuldade é de uma solidez incrível, seja a solo ou com amigos.
Battletoads suporta sessões de jogo até três jogadores e é, sem dúvida, a melhor maneira de jogar, ainda que, ocasionalmente, o caos seja em demasia e faça com que seja fácil confundirmos as cores de Rash e Zits. A cooperação é a chave do sucesso, pelo que, por vezes, o sacrifício de um elemento pode não só ser fulcral para chamar a atenção de um inimigo, mas também para resolver um puzzle mais complicado.
Os diferentes segmentos também se ajustam ao lado mais cooperativo do jogo, com alguns a dividirem tarefas pelos jogadores. É algo que torna a aventura ainda mais interessante e diversa, apelando à estratégia e planeamento, especialmente na resolução de puzzles.
Apesar da forte aposta cooperativa, alguns jogadores vão poder preferir jogar a solo. Nesse caso, a gestão da troca das personagens pode ser uma vantagem, trocando entre elas ao longo dos desafios com maior controlo, e, dessa forma, prolongando o tempo no jogo, algo que não acontece tanto em coop, já que cada jogador está associado a uma personagem apenas.
Com uma duração curtinha de três a quatro horas, Battletoads é tão denso em conteúdos durante a sua jornada que parece um jogo bem maior, podendo ser aumentado ou diminuído através das dificuldades escolhidas no início de cada save.
Felizmente para novos jogadores, Battletoads não é um jogo extremamente complicado. É desafiante o quanto basta e conta até com um modo de invencibilidade que pode ser ativo ocasionalmente, nomeadamente quando começamos a perder demasiadas vezes em fácil ou na dificuldade média. Esta decisão de colocar esta função no jogo desta forma é extremamente bem-vinda e pode ser a salvação de muitas frustrações, ao mesmo tempo que não está alcançável de uma forma que pareça uma batota.
Battletoads foi uma surpresa enorme. Um lançamento quase low-key, que até acho que deveria ter sido mais celebrado, especialmente com um lançamento no Xbox Game Pass para PC e Xbox One, onde qualquer curioso pode descarregar e experimentar.
Com imenso charme, uma apresentação muito animada, recheado de humor e personagens interessantes, Battletoads é uma fantástica aventura desafiante, inesperada e motivante. Tem os ingredientes necessários para posicionar-se, também ele, como um título de culto, que vai deixar os novos e velhos fãs com vontade de mais aventuras novas neste universo.
Plataforma: Xbox One e Windows 10 PC Este jogo foi cedido para análise pela Xbox Portugal.
Os rumores eram reais e os leaks nos pacotes de Doritos também. O próximo Call of Duty marca o regresso da sub-série Black Ops com uma espécie de reboot, na linha de Modern Warfare de 2019.
Call of Duty: Black Ops – Cold War foi finalmente oficializado pela Activision através de um teaser lançado no canal oficial do jogo. O teaser leva-nos numa viagem pelo tempo até ao clima da Guerra Fria durante a segunda metade do século XX, com imagens de arquivo narradas em tom muito dramático.
O teaser não conta com imagens de jogo e serve apenas para apimentar a nossa imaginação até à revelação completa, marcada já para o dia 26 de agosto, onde ficaremos a conhecer mais sobre o novo Call of Duty: Black Ops – Cold War.
Portugal A Dois é a nova proposta das Pousadas de Portugal com a promessa de dias únicos e em boa companhia para descobrir os locais mais românticos de norte a sul do país.
Paisagens arrebatadoras, refúgios inspiradores e um património histórico de cortar a respiração dão o mote a esta nova Rota com História romântica destinada aos casais, desenhada à medida do momento. Quer seja uma lua-de-mel improvisada ou simplesmente para celebrar uma data especial, todos os motivos são bons para (re)visitar Portugal e viver uma história de amor nos cenários únicos das Pousadas de Portugal, num mosteiro, convento, palácio ou castelo.
A rota Portugal A Dois integra as Rotas com História das Pousadas de Portugal, um produto exclusivo da rede que convida a viajar no tempo e (re)descobrir locais emblemáticos por todo o país, através de experiências que conjugam a estadia com gastronomia e lazer. No total, são agora sete as rotas disponíveis: Norte de Portugal, Centro de Portugal, de Lisboa ao Porto, De Lisboa Ao Algarve, Planícies Alentejanas, Algarve – Mar e Serra e Portugal a Dois.
A Rota com História – Portugal a Dois inclui uma oferta de 15% de desconto na reserva mínima em duas pousadas, em estadias de duas noites em cada uma, até 21 de setembro. Após esta data, a reserva mínima é de três noites. E há ainda a promessa de tratamento VIP à chegada.
À semelhança das outras Rotas com História, as reservas são feitas exclusivamente através do 808252252.
Skater XL é a mais recente franquia de jogos de skateboarding que traz uma mecânica revolucionária, mas que apresenta, também, algumas falhas evitáveis.
À medida que o punk-rock foi desaparecendo dos charts, os videojogos de skateboarding seguiram a mesma tendência no período da geração PlayStation 3/Xbox 360, tornando-se quase inexistentes na atual.
Tendo jogado todos os Tony Hawk, desde o Pro Skater 1 até ao Proving Ground, dos quais o American Wasteland foi, sem dúvida, o meu preferido devido ao fantástico modo história (que vai de encontro aos sonhos de qualquer miúdo com o desejo de fazer skateboarding profissional), as expetativas por um novo jogo do género eram altas.
Num contexto mais orgânico e pessoal, foi graças a ídolos como Tony Hawk, Rodney Mullen, Bam Margera, Stevie Williams e Mick Valley que comecei a andar de skate, em 2004. Paixão e intensidade que se mantiveram até 2010 (altura em que fui para a universidade), no entanto, o bichinho pelos flips, grinds, freestyle e saltos de alturas nunca foi realmente “embora”. Como tal, foi com imenso gosto envolto em nostalgia que recebi Skater XL.
Na hora de pegar no skate, podem optar por uma das personagens modelo (homem/mulher) e personalizá-la com produtos de um leque de 30 marcas oficiais, ou escolher “skatar” com atletas profissionais, entre os quais Tiago Lemos, Brandon Westgate, Evan Smith e Tom Asta. Os playgrounds contam com o Centro de Los Angeles (Staples Center Arena incluída), o Campus da Easy Day High School, a Big Ramp, entre outros. Para além disso, contam ainda com mapas criados pela comunidade.
No geral, o jogo é bastante simples quando temos em conta as dinâmicas internas/desafios e diversidade de modos, o que, de certa forma, deixa um bocado a desejar. É-nos dada uma lista de desafios simples (em cada mapa), o que, por si só, sabe a muito pouco, tornando a falta de objetivos gritante.
No que toca a conteúdo, também está aquém da generalidade dos jogos de skate que tenho vindo a jogar ao longo das últimas décadas. No entanto, sendo uma franquia nova, vou dar desconto na falta de conteúdo oficial e licenciado.
Os gráficos, apesar de serem limpos e bem arranjados, são um bocado irrealistas a nível de saturação de cor e brilho. Talvez quando sair o próximo capitulo do Skater XL para a próxima geração de consolas o resultado já seja mais satisfatório.
Outro problema prende-se com a mecânica do skater que, às vezes, chega a ser deprimente, não tanto nas manobras (se bem que os detalhes do movimento dos pés ainda precisam de ser trabalhados), mas nas quedas. As quedas são, de todos, o ponto mais fraco do jogo, onde o skater selecionado cai de forma inanimada no chão como se de um crash test dummy se tratasse. Para além disso, há dobras aleatórias de membros de forma não natural e sem fundamento.
Para além disso, os loading times também são injustificados face à profundidade e conteúdo do jogo e precisam urgentemente de ser trabalhados para reduzir a sua duração, que é enfadonha.
O grande ponto positivo de Skater XL (que equilibra a balança e salva o jogo), e que vai revolucionar a forma como jogamos videojogos de skate, é o controlo independente dos dois pés, um em cada analógico. Na minha opinião, é uma solução genial para o aborrecimento dos controlos mecanizados, usados até então. Isto porque estes (controlos mecanizados) nunca exigiram muita perícia, era mais uma questão de timing.
Para os jogos da era da PlayStation 2, os controlos mecanizados serviam bem para nos entreter com muita satisfação, pois era possível fazer uma panóplia de manobras e combos irrealistas e, muitas vezes, impossíveis. Com a evolução dos videojogos, o realismo dos jogos aumentou, assim como a oportunidade de tornar a manobras também mais realistas, o que fez com que a sua liberdade ficasse mais restringida, tornando os controlos para fazer certas acrobacias, mais obsoletos. Julgo que foi aqui o ponto de viragem que levou à decadência deste tipo de jogos. Esta alteração introduzida pela Easy Day Studios veio melhorar, em muito, a experiência.
Ficamos, assim, com um jogo realista, com comandos ajustados a essa realidade, libertando teclas para outras features, sem ser preciso aceder ao menu de opções para as usar. Para tornar esta experiência sublime, só fica a faltar a qualidade dos gráficos e mecânica de movimentação/liberdade física do skater. Neste jogo, ambos ficaram aquém do desejado.
Na hora de olhar para os dois lados da moeda, a conclusão é agridoce. Skater XL é o primeiro jogo da franquia, mas a primeira impressão conta muito e isso pode ser a morte do artista. Só custa 39,90€, mas também não tem conteúdo para justificar um preço mais elevado. Introduz uma mecânica revolucionária de controlos, mas falha na generalidade da dinâmica do jogo.
A Easy Day Studios fica com muito por onde melhorar, é verdade, mas esperava bem mais de um jogo que está a ser desenvolvido há dois anos. Posto isto, e como amante do skate há duas décadas e praticamente do desporto há década e meia (ainda que atualmente de forma mais casual), aconselho apenas a comprar o jogo caso gostem mesmo deste tipo de títulos ou o apanhem em promoção.
Caso contrário, esperem mais umas semanas pelo lançamento do remake de Tony Hawk Pro Skater 1+2 – ainda que duvide que use esta nova mecânica de movimento independente dos pés.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Reverb Communications.
Com a procura crescente e legalizada dos compostos de cannabis medicinal em Portugal, o número de produtos de CBD tem aumentado, com vista a tirar partido da versatilidade do canabinoide. Porém, até que ponto combinar produtos CBD é uma boa ideia, de forma a produzir efeitos distintos, caso optassem somente por consumir um óleo de CBD, por exemplo?
Atualmente, dentro da lei portuguesa, que, desde 2019, está presente em Diário da República, é possível comercializar e consumir diversos produtos de CBD, desde que estes não ultrapassem a taxa de 0,2 de THC. Entre eles estão cápsulas, óleos, cremes, extratos, entre muitos outros produtos. Contudo, e com toda essa variedade, a dúvida mantêm-se acerca da eficácia que os consumidores terão ao combinar produtos CBD.
Por isso mesmo, numa altura em que os testes e a exploração dos benefícios comprovados do CBD ainda estão numa fase embrionária, é importante entender qual seria o melhor produto para o vosso caso, mas também quais seriam as melhores dicas para utilizarem o CBD com eficácia, aumentando o potencial terapêutico, antioxidante e anti-inflamatório deste composto de cannabis, sem propriedades psicoativas.
Qual é o melhor produto CBD para cada um de vós?
Primeiramente, é importante que entendam que o consumo autorizado e legalizado de CBD em Portugal deverá ser feito somente com aprovação médica profissional. Ou seja, só poderão consumir os produtos deste suplemento natural para fins medicinais e não recreativos após uma consulta, sempre tendo em conta as recomendações necessárias para dosear de forma correta o CBD. Todos os produtos comercializados legalmente em Portugal são testados e estão dentro dos parâmetros legais.
Tendo isso em mente, o produto de CBD ideal para o vosso caso em particular estará diretamente relacionado com o vosso problema. Por exemplo, caso tenham uma inflamação ou uma zona de dor localizada, os potenciais benefícios anti-inflamatórios do CBD poderão ajudar no alívio desse problema. Porém, caso queiram adicionar CBD à sua comida, a opção por óleo de CBD poderá ser a mais acertada.
Devem combinar produtos CBD?
De facto, com o aumento da quantidade de produtos com CBD, existe uma dúvida crescente: será que misturar produtos CBD irá permitir que os efeitos aumentem e que se tire melhor proveito da versatilidade do canabinoide? Ora, a resposta depende, pois é importante ter em conta diferentes fatores que, por sua vez, podem maximizar os benefícios do CBD na saúde alimentar ou rotina.
Portanto, estes são os fatores que deverão ter em conta antes de combinarem produtos CBD, isto já depois de já os terem experimentado individualmente e de se sentirem confortáveis com estes. Pois cada produto CBD terá um impacto e efeito diferentes no vosso corpo, estando também dependente da biodisponibilidade:
Misturem produtos CBD de qualidade – Optem por produtos que sejam confiáveis e de empresas de renome que lhe dêem garantias de segurança e que sejam testadas e autorizadas em Portugal. Só assim poderão obter os resultados desejados dessa mistura de produtos.
Não exagerem nas quantidades – O CBD deverá ser consumido com moderação, incluindo as suas misturas. Testem aos poucos e percebam como o vosso corpo reage a essa mesma mistura. Não há motivos para testarem radicalmente este composto de cannabis.
Registem quais produtos CBD estão a misturar – Tenham o cuidado de registar as misturas e os produtos CBD que estão a consumir ou a misturar. Dessa forma, terão uma melhor perceção de quais combinações gostaram mais e trouxeram os efeitos desejados.
Consulta e recomendação médica – Testem as potencialidades do CBD sempre com aprovação médica, incluindo misturas. Até poderão ter tido aprovação para o óleo de CBD, mas não para uma mistura entre o óleo e um creme CBD para, por exemplo, aplicar numa zona inflamada. Tomem sempre precauções, pois trata-se da sua saúde.
Mais rápido, mais simples, mais fácil de ler e de utilizar.
Um dos aspetos mais emocionantes de qualquer dispositivo novo é conhecer e explorar o seu sistema operativo. Perceber onde estão as nossas aplicações e atalhos favoritos, como é que se navega entre menus, onde estão as definições e como é que é possível tirar o máximo de partido de uma máquina.
O plano da equipa da Xbox passa por nos trazer tudo isso e muito mais, com um novo restyle desenhado para a Xbox Series X e que, sabemos agora, será expandido para todos os equipamentos que usamos no nosso dia a dia, de forma a criar um ecossistema muito mais sólido e cheio de novas oportunidades de gestão, personalização e de comunicação.
Com serviços como o Xbox Game Pass, a Microsoft Store e a biblioteca de jogos prometem estar mais acessíveis, quer na consola, PC e até smartphones, com os nossos títulos prontos a instalar e jogar de forma mais rápida. E com a crescente necessidade social, as funções de comunicação serão também revistas, com novas formas de criar salas de chat, mandar mensagens, fazer chamadas e jogar em conjunto, como e onde quisermos.
Para explicar como tudo funciona, a equipa da Xbox lançou um vídeo sobre a filosofia de design e produção desta nova experiência unificada que responde aos comos e porquês desta nova visão, indo chegar ao ecossistema da Xbox no final do ano com o lançamento da Xbox Series X.
Estão fartos de fazer zappings infinitos entre séries, filmes e documentários da Netflix, numa rotina que termina em algo que já viram mil e uma vezes ou num esgotamento de energia em que acabam por não ver nada até ao próximo dia? Esses momentos podem ter os dias contados.
A pouco e pouco, a conhecida plataforma de streaming lá vai introduzindo novas funcionalidades que melhoram a qualidade da utilização, e a próxima parece ser um botão de shuffle (baralho) semelhante ao que temos em players de música.
Esta funcionalidade faz aquilo que devem estar a imaginar e escolhe por nós o próximo conteúdo a assistir. Segundo os portais The Verge e Variety, esta função, ainda em fase experimental, irá chegar em breve e será baseada no histórico e preferências dos utilizadores, de forma a que não sejam propostos conteúdos completamente diferentes daquilo que queremos realmente ver.
No fundo, será algo na linha dos conteúdos recomendados, mas, neste caso, começa logo a dar.
Para já, não se sabe quando é que o serviço irá incluir a função em todas as versões da Netflix, sendo que parece estar apenas disponível em algumas aplicações para TV.
Depois de, anteriormente, termos dado conta de que Alex G, BadBadNotGood, Beabadoobee, Floanting Points (Live), HAAi, IDLES, Jarvis Cocker presents JARV IS…, Mall Grab, Pixies, Princess Nokia, Slowthai, Squid e Woods iriam estar presentes no Vodafone Paredes de Coura 2021, eis que a organização dá-nos mais uma série de nomes para o próximo ano.
Confirmados agora também no lineup estão L’Impératrice, Mac DeMarco, Mão Morta, Nu Guinea, The Comet Is Coming, Yellow Days e Yves Tumor & Its Band, compondo já um cartaz bastante apelativo.
No que toca aos bilhetes, saibam que os ingressos são válidos para a edição do próximo ano, porém, têm de ser trocados pelo bilhete para a edição de 2021. Esta troca deverá ser feita no ponto de venda onde foi adquirido, a partir do dia 15 de julho, num processo válido até 31 de março de 2021.
Para aqueles que, infelizmente, não puderem comparecer nas novas datas, podem pedir o reembolso do valor do bilhete adquirido, diretamente no ponto de venda, entre os dias 1 e 15 de setembro de 2021. O pagamento dos reembolsos acontecerá entre os dias 16 e 30 de setembro 2021.
Para quem ainda não tinha comprado nada para o Vodafone Paredes de Coura 2021, saibam que os passes gerais já estão à venda por 110€ na app oficial do festival, BOL, See Tickers e locais habituais.