João Canelo

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Still Wakes the Deep

O regresso da The Chinese Room é também a recuperação do percurso iniciado com Amnesia: A Machine for Pigs e Everbody’s Gone to the Rapture, com a mesma atenção aos detalhes, mas muito mais ambicioso a nível mecânico.

The Glass Staircase

Uma estreia nas consolas que acontece demasiado tarde e que acaba por revelar mais os problemas de The Glass Staircase do que servir como uma boa introdução para um jogo lançado originalmente há quatro anos.

Indika

O que é um cão sem corpo? O que é o Homem sem amor? O que é Deus sem fé? E o que é um videojogo sem escolhas?

House Flipper 2

Apesar de não conseguir corrigir alguns dos problemas presentes desde o primeiro jogo, House Flipper 2 é uma sequela forte que tanto simplifica a jogabilidade, como a torna mais interessante e recompensadora.

Crow Country

Um dos melhores indies do ano é uma viagem no tempo que não se fica apenas pela homenagem e consegue encontrar a sua própria identidade num género cada vez mais caracterizado por imitações.

Endless Ocean: Luminous

No fundo do mar encontramos uma experiência diferente, mas que rapidamente joga todas as suas cartas e que é apenas recomendada a fãs da exploração marítima que procurem o menor desafio possível.

Sand Land

Infelizmente, Sand Land não consegue evitar os problemas esperados de um mundo que é, em todos os sentidos, um enorme deserto com pouco para fazer, mas com muito para repetir.

Dragon’s Dogma 2

Para um jogo que exige tanto do jogador e que oferece mecânicas que convidam a uma abordagem mais experimental, Dragon’s Dogma 2 tropeça no equilíbrio de funcionalidades que não deveriam ser um problema num RPG de ação.

Pepper Grinder

A Devolver volta a demonstrar o porquê de ser já considerada como uma marca de qualidade na cena indie com um dos jogos mais divertidos de 2024.

Grandia HD Collection

Uma coleção desapontante em opções e extras, mas dois RPG absolutamente imperdíveis.

Melatonin

Um divertido e (quase sempre) relaxante jogo de ritmo que procura dar corpo aos excessos, ansiedades e pressões do quotidiano.

Alone in the Dark

Uma tentativa de reinventar a série sem desvirtuar as inspirações óbvias do título original, onde faltou criatividade na sua narrativa e na jogabilidade cansativa que nunca sabe o que quer ser.