PRIO é a primeira energética a lançar uma loja online

O canal de e-commerce foi pensado para oferecer todos os produtos necessários para o pré, durante e pós-viagem.

mobilidade elétrica

Garrafas de vidro, óleo para o motor, auriculares, geleiras, mochilas ou até drones. Estes são apenas alguns dos produtos que podem adquirir na loja online da Prio. Sim, a energética é a primeira em Portugal a lançar um canal de e-commerce.

O objetivo é o de oferecer todos os produtos necessários para o pré, durante e pós-viagem. Com o advento da digitalização e as acrescidas necessidades de segurança trazidas pela pandemia, a loja online da PRIO é mais um passo da empresa rumo a um futuro mais digital e onde a proximidade ao cliente é manifestada em várias dimensões, que não apenas física.

O lançamento da loja online da PRIO é parte fundamental da estratégia digital que a PRIO começou a implementar no ano passado com o lançamento da app PRIO.GO, a primeira em Portugal que permite fazer o pagamento de combustível sem sair do carro.

Com esta digitalização e inovação de novos produtos e serviços, a PRIO fez um investimento superior a um milhão de euros.

Análise – Creative Live! Cam Sync 1080p

Sorri, estás a ser filmado.

Creative Live Cam

2020 foi um ano de transformações, distâncias e novas formas de trabalho. Com muita gente a trabalhar a partir de casa e com novas oportunidades de trabalho no conforto do nosso lar, a aposta em novas formas de comunicação é quase obrigatória, algo que se refletiu, por exemplo, na procura exponencial de web-cams.

Os smartphones já fazem um excelente trabalho em ligar-nos via imagem com as suas selfie-câmaras e portáteis e tablets já incluem soluções semelhantes. Contudo, a qualidade nem sempre é a melhor, e, nos computadores de secretária, a solução existe em forma de periférico.

Coincidentemente, a Creative lançou este ano uma aposta simplificada para quem procura algo fácil de usar e de qualidade decente para trabalhar em casa, comunicar com família e amigos e até para produzir conteúdo, com a Creative Live! Cam Sync 1080p. Um nome comprido que nos diz tudo o que precisamos de saber.

A Creative Live! Cam é uma pequena webcam de utilização simples, sem extras e pronta a usar via USB. Não há muito que saber, basta ligá-la a uma porta disponível e fica pronta a usar em qualquer aplicação ou cenário, sem softwares extra ou ferramentas de personalização. Curiosamente, este até é um ponto negativo, já que não permite ajustes de focagem ou ângulos de visão.

Pequena e versátil, a Creative Live! Cam pode ser disposta de várias maneiras graças à sua base que permite manter a pequena câmara segura no topo de um monitor, simplesmente colocada na secretária ou até num tripé devido à sua rosca.

Creative Live Cam

Além da câmara, que tem uma proteção de borracha para tapar e apostar na privacidade, a Creative Live! Cam conta com um microfone duplo para chamadas, mas que serve apenas para essa finalidade. A sua qualidade não chega ao patamar exigido para fazer um podcast ou um stream, sendo que a solução passa mesmo por usar um headset ou um microfone em conjunto com esta câmara.

Com uma resolução 1080p, fluidez a 30fps e suporte até 60hz, a Creative Live! Cam oferece uma imagem de captura superior à maioria das soluções embutidas em laptops, tablets e híbridos, com um angulo de câmara bastante amplo e uma clareza de imagem impecável, capaz de resultados bastante satisfatórios até com a luz artificial de lâmpadas durante a noite.

De notar que, apesar de não ser excelente ou oferecer resultados perto de profissionais, é possível tirar partido da Creative Live! Cam com um leque de aplicações compatíveis, onde se pode, por exemplo, desfocar ou trocar o fundo sem recurso a ecrã verdes. O resultado não é perfeito, mas é bastante aceitável para quem procura uma câmara barata para fazer streaming ou, simplesmente, para quem não quer partilhar o que está atrás de si durante uma reunião.

Muito simples de montar, ligar e ajustar, a Creative Live! Cam é também extremamente barata, surgindo apenas por 49,99€. O único senão é mesmo a falta de software dedicado para mais ajustes e brincadeiras, mas, para quem quer algo simples, de qualidade e pronto a usar, a Creative Live! Cam não desilude.

Nota: Muito Bom

Este dispositivo foi cedido para análise pela Creative.

SwatchPAY! entra em funcionamento em Portugal esta semana

Já é possível adquirir um dos cinco modelos da gama no site oficial.

Foi lançado primeiramente na China, em 2017. Em janeiro de 2019, o serviço foi lançado noutros países, como Suiça, Espanha, só para exemplificar. Agora, e antes de acabar o ano, eis que o SwatchPAY! vai finalmente chegar a Portugal.

O lançamento oficial acontece esta semana, com o serviço a ficar somente disponível, para já, na Caixa Geral de Depósitos, banco parceiro deste lançamento.

Diz a marca que esta é “a forma mais cool de pagar”, sendo à prova de água, super rápida e que não necessita de bateria. Essencialmente, com recurso ao NFC, bastará encostar um dos modelos disponíveis e preparados para o SwatchPAY! a um terminal Multibanco. E o pagamento fica feito.

Para que tudo isto funcione, o relógio terá de estar ligado à app de uma entidade bancária, que, neste caso, será a CGD, banco que se aliou à conhecida marca de relógios neste lançamento. Resta saber se, no futuro, outros bancos irão disponibilizar esta funcionalidade.

No momento de escrita deste artigo, é necessário visitar uma loja Swatch para proceder à ativação do serviço (a ativação online não está disponível de momento).

Caso sejam clientes CGD e desejem experimentar esta novidade, podem já adquirir um de cinco modelos no site oficial. São quatro modelos que custam 85€ e um quinto modelo que custa 105€.

Burger King aposta pela primeira vez em hambúrgueres com carne Angus

A carne Angus de 150 gramas na grelha é o ingrediente estrela e o elemento diferenciador da nova plataforma King Selection. Esta é a maior gramagem já usada até hoje.

King Selection

Depois de, recentemente, ter aberto mais alguns restaurantes e ter disponibilizado aos clientes os seus primeiros nuggets vegetais, eis que o Burger King volta a apostar em algo um pouco diferente.

Chama-se King Selection e, essencialmente, trata-se de uma nova categoria de hambúrgueres mais premium, composta por edições limitadas, com a qual a marca dá um salto qualitativo na sua oferta com a introdução da carne Angus de 150 gramas (uma gramagem superior ao habitual) como ingrediente estrela, intensificada pelo sabor característico da grelha.

Esta nova categoria de produtos destaca-se pela utilização da carne Angus, com a sua cor característica vermelho vivo, suculência e intensidade de sabor. As edições limitadas da King Selection contarão sempre em carne Angus (150g ou 300g).

A primeira edição limitada King Selection, Trufado com Cogumelos, já está disponível por tempo limitado em todos os restaurantes em Portugal e através do serviço ao domicílio. Este hambúrguer combina a carne cozinhada na grelha com um medalhão de queijo trufado, maionese de trufa e cogumelos em molho de trufa, juntamente com pão brioche especial e a frescura do tomate e da alface.

Esta novidade pode ser pedida nos restaurantes Burger King, drive-thru, através da app oficial ou, ainda, via Uber Eats ou Glovo.

Água do Fastio doa um litro de água à Rede de Emergência Alimentar por cada novo seguidor no Instagram

Não nos custa nada e, dessa forma, estamos a ajudar quem mais precisa.

Água do Fastio

Termina já a 3 de dezembro, mas ainda vão a tempo de ajudar. Caso não sigam a Água do Fastio no Instagram, saibam que, ao fazê-lo, estão a ajudar com a doação de um litro de Água do Fastio à Rede de Emergência Alimentar.

Essencialmente, por cada novo seguidor, a marca irá doar um litro de água àquela entidade que apoia os Bancos Alimentares a nível nacional. A Água do Fastio tem, assim, o objetivo de, com este movimento, criar uma onde de solidariedade para ajudar quem mais precisa.

Por ser uma água mineral 100% pura, qualificada e adaptada ao organismo, a Água do Fastio é particularmente importante para bebés, crianças e pessoas com necessidades alimentares especiais.

Santini muda-se para um novo espaço no Chiado

Ou seja, mantém-se na Rua do Carmo, mas agora no nº88.

Santini no Chiado

Depois de ter mudado de localização no Chiado, bairro icónico da capital portuguesa, eis que a Santini já abriu as suas portas na Rua do Carmo, desta vez no nº 88. O novo espaço conta também com uma zona de produção de cones ao vivo, que deixa o aroma na rua e alicia a viver toda a experiência da marca. Portanto, os clientes podem desfrutar de cones acabados de fazer, inclusivé mornos para os mais gulosos.

Com uma decoração contemporânea e inspirada em materiais típicos da Lisboa antiga, a nova Santini investiu, nos seus 150 m2, em detalhes que lhe conferem um ambiente singular, como as elegantes mesas redondas que se alinham junto a um banco corrido. O ambiente do espaço caracteriza-se pelos seus tons claros, pelas madeiras naturais, pela energia das cores vibrantes dos gelados, que reforçam a essência e simplicidade da marca.

Ao chegar à nova Santini da Rua do Carmo, sobressai a grande janela que cria a ligação do ambiente da loja, com uma sala ampla e luminosa, para esta rua com tanto movimento pedonal. É, também, a partir desta janela que se pode optar pelo takeaway e saborear um gelado enquanto se passeia pela cidade nestes dias ensolarados de outono, ou, simplesmente, levar as embalagens preparadas para consumo em casa.

A Santini aproveitou esta abertura para apresentar também a sua mais recente inovação – o Picolini, novo gelado de pauzinho. O Picolini segue todos os parametros da marca que aposta em produtos naturais, rico em sabor, de confeção artesanal e com a tradição de sempre. Disponível, para já, nos sabores amendoim, framboesa, manga, maracujá, tangerina, o Picolini da Santini é uma boa sugestão para apreciar em loja, num passeio ou no conforto do lar.

E como o Natal está aí à porta, a Santini sugere também os deliciosos cones de chocolate e torrone, bolachas, bombons e originais edições especiais para presentes.

Centros comerciais Alegro têm smartphones, TVs, consolas e robôs de Cozinha Bimby para oferecer

O Alegro Xmas Challenge está de volta para gáudio de quem costuma frequentar aqueles centros comerciais.

Centros comerciais Alegro

Ainda não se sabe como vai ser o Natal este ano, mas os centros comerciais Alegro já estão com o espírito natalício em altas. É que está de volta o Alegro Xmas Challenge, indo premiar os clientes do Alegro Alfragide, Alegro Castelo Branco, Alegro Montijo, Alegro Setúbal e Alegro Sintra.

Basicamente, para se poderem habilitar a receber um presente de Natal antecipado, basta fazerem compras no valor igual ou superior a 10€. Cada 10€ em compras nas lojas aderentes valem uma jogada no Alegro Xmas Challenge, um desafio online inspirado no jogo da memória.

Após fazerem as vossas compras, devem guardar os talões e registá-los na página do concurso, devendo concluir com sucesso o jogo da memória. O objetivo é agrupar o maior número de cartas iguais, no menor tempo possível. Todas as semanas vão ser premiados os melhores jogadores do ranking de cada Alegro.

A ação decorre até 20 de dezembro e todas as semanas vão ser atribuídas dezenas de prémios, desde iPhones 12, Smart TVs, robôs de cozinha Bimby, tablets, hoverboards, portáteis Lenovo, bicicletas elétricas, consolas Nintendo Switch com o jogo Animal Crossing, smartwatches Apple SE, vales e muito mais.

Os prémios variam conforme o centro Alegro escolhido e podem ser consultados no regulamento disponível na página do Alegro Xmas Challenge.

Dom Queijo criou serviço de brunchs que está a ser um sucesso

Uma forma de voltar a ter casa cheia, dentro da lotação que é permitida atualmente.

Dom Queijo

Por esta altura, muitos dos aficionados por queijo deverão conhecer o Dom Queijo Cheese House, restaurante lisboeta onde todos os pratos levam queijo numa dose certa e equilibrada. O espaço, situado na zona dos Jardins do Campo Grande, num local onde anteriormente existiu uma hamburgueria, tem, à semelhança dos outros espaços, encontrado algumas dificuldades devido a todas as restrições impostas pelo governo no âmbito da pandemia de COVID-19.

Porém, e como é a criatividade que, muitas vezes, dita o sucesso de algo, foi mesmo assim que pensou Vasco Pádua, proprietário do restaurante, ao criar um serviço de brunchs. Desta forma, o restaurante volta a ter casa cheia, dentro da lotação que é permitida atualmente.

Os brunchs do Dom Queijo funcionam das 11h às 13h, com lotação máxima de 14 pessoas por dia. O menu inclui o seu bestseller, pãezinhos de queijo alentejano, e algumas novidades, como os ovos “benditos” (escalfados com molhos de queijo) e um mac&cheese de trufa. O menu tem um preço de 21€ por pessoa com tudo incluído, desde as bebidas (Mimosa, sumo natural ou chá da casa), a um momento doce para acompanhar o café no final da refeição.

As primeiras edições foram um sucesso e voltaram a dar ânimo à casa. Durante o fim de semana, o restaurante esteve lotado e, para o feriado de amanhã, 1 de dezembro, as reservas para mais uma experiência gastronómica de queijo também já esgotaram. A boa notícia? Quem não conseguiu reservar este menu vai poder aproveitar a experiência no próximo fim de semana e no novo feriado, 8 de dezembro. Convém é serem rápidos a garantir lugar.

Uma coisa é certa: os brunchs chegaram para ficar e prometem continuar a oferecer aos portugueses a verdadeira experiência do queijo.

Aon. A app que permite às empresas gerir o bem-estar dos seus colaboradores

E, com base nessa informação, poderão desenvolver programas de promoção do bem-estar que respondam às reais necessidades dos funcionários.

Aon

Chama-se Well One e chega a Portugal por parte da Aon, empresa líder mundial de serviços profissionais nas áreas do risco, reforma, saúde e pessoas. Essencialmente, a grande mais-valia desta app é o facto de ter sido desenhada para ativar e medir as quatro dimensões de bem-estar – físico, emocional, social e financeiro.

Com essas informações, as entidades empregadoras poderão construir estratégias de Wellbeing assertivas e alinhadas com as reais necessidades dos colaboradores.

A app Well One usa análises de dados recolhidos a partir do bem-estar físico, emocional, social e financeiro dos colaboradores para gerar um Health Score que permite às empresas obter uma perspetiva clara sobre o bem-estar das pessoas, das equipas e da organização no seu todo. Ao analisar as quatro dimensões de dados, a Well One proporciona um maior foco e clareza para a estratégia de bem-estar das organizações, ao mesmo tempo que incentiva a transição para comportamentos saudáveis.

Através da Well One, os colaboradores das organizações em Portugal têm a possibilidade de promover e acompanhar o seu nível de saúde e bem-estar para assim conciliarem melhor o seu estilo de vida com as suas profissões, a sua performance e a sua motivação.

Para além disso, a app dá-lhes acesso a um coach virtual, a objetivos individuais e a conteúdos sobre o bem-estar físico, emocional, social e financeiro, e a possibilidade de se manterem ligados a colegas para participarem em desafios, assim como ganhar reconhecimento pelo contributo que dão na adoção de comportamentos saudáveis em toda a organização.

Para as empresas, a Well One promove uma cultura positiva baseada no bem-estar do seu capital humano. Ao terem acesso a dados claros, agregados e anónimos, sobre os níveis de saúde e bem-estar das suas pessoas, as empresas podem tomar medidas mais assertivas, construir estratégias de Wellbeing mais claras e providenciar respostas a necessidades reais.

A app permite também que os colaboradores comparem com os seus pares as métricas registas na plataforma, bem como as suas conquistas de saúde e bem-estar, enquanto que as empresas podem compará-las com outras empresas do setor e definir estratégias de mitigação e gestão dos riscos associados.

Análise – Pacer (PlayStation 4)

Cinco anos após o lançamento original, Pacer estreia-se nas consolas com um jogo somente satisfatório.

Pacer

Texto por: Bruno Alagoa

Originalmente intitulado como Formula Fusion e lançado em 2015 para PC, Pacer recebe uma grande atualização e novo nome ao estrear-se nas consolas como um jogo indie de corridas futuristas.

Desenvolvido pela R8 Games, Pacer é extremamente semelhante a Wipeout (o pioneiro deste tipo de jogo), onde corremos em pistas que desafiam a gravidade a velocidades vertiginosas. Para nos ajudar na corrida, temos vários utensílios: faixas de aceleração, boosts de velocidade (que podemos acumular para usar quando necessário) e… armas! Isto porque estas corridas tornam-se um verdadeiro campo de batalha.

Num frenesim de canhões de energia, metralhadoras e minas, contamos com 11 armas diferentes (das quais podemos escolher duas e ainda modificadores para as personalizar) para progredir na pista com até nove adversários e a nossa nave personalizada.

Personalizar é o que define Pacer. Entre cinco naves diferentes, podemos alterar na garagem o desempenho, cosméticos e armas de cada nave, o que nos permite criar uma viatura indicada para cada tipo de jogador e até personalizada para pistas e modos de jogo diferentes. Para cada circunstância existe uma opção apropriada, mas, se preferirem, podem simplesmente jogar com as pré-definidas pelo jogo.

Ao nosso dispor temos ainda vários modos de jogo, como o Jogo Rápido, Carreira e partidas Online. Este último é facilmente descartável, especialmente depois de esperar 10 minutos por tentativa no matchmaking, algo que poderá ser justificado por ser um jogo recente ou, também, pela falta de jogadores.

Assim, acabei por dedicar-me somente ao modo de Carreira, o mais desafiante do jogo. Primeiro tive de me adaptar aos controlos, já que, em vez de ter um travão convencional, a jogabilidade requer o controlo de dois travões de ar que nos permitem controlar a nave para a esquerda e para a direita, ajudando nos drifts. Além de oito modos de jogo (incluindo um pouco convencional modo Battle Royale de corridas) e 14 pistas, o modo carreira ainda nos desafia a concluir os níveis dentro de determinadas cláusulas, desde eliminar adversários só com minas a concluir níveis de drift só a utilizar os travões. O meu predileto foi o modo eliminação: no final de cada volta, o último classificado é eliminado.

À medida que progredimos na carreira, as corridas tornam-se cada vez mais velozes e os oponentes mais competitivos, colando-nos ao ecrã enquanto tentamos realizar curvas perfeitas e destruir oponentes no melhor tempo possível, evitando danos que possam destruir a nave. As primeiras horas de jogo servem para nos adaptarmos à jogabilidade, mas, quando a velocidade aumenta e as curvas encurtam, começamos a sentir aquela satisfação de correr sem tocar nas bermas, ganhar distância dos oponentes e destruir o adversário à nossa frente.

Visualmente, o jogo não é nenhuma obra de arte. É satisfatório e aceitável dentro do género indie. Já a banda sonora ajuda e complementa muito bem todo o ritmo do jogo. Variando entre drum n’ bass e techno, misturado com muitos neons, temos uma vasta playlist com mais de 80 músicas licenciadas que também podemos personalizar. Curiosidade: Fazem parte desta playlist músicas originais de Tim Wright (também conhecido como CoLDSToRAGE) autor da banda sonora de Wipeout, jogo em que Pacer se inspira.

De resto, tenho a destacar outro ponto negativo, além de não ter conseguido usufruir do modo online: perdi os meus dados gravados… duas vezes. Um erro que, provavelmente, está relacionado com alguma falha no autosave, e que, como tal, deve poder ser corrigido através de uma futura atualização, mas não deixa de ser chato. E por falar em atualizações, Pacer teve, este Halloween, um evento em que nos ofereceu cosméticos como ossos, aranhas e caveiras. Mais cosméticos podem ser desbloqueados na garagem com os créditos ganhos no modo carreira.

No geral, posso dizer que, apesar de ter gostado minimamente da experiência e de ter achado o jogo desafiante, Pacer peca pelo grafismo e animações. A variedade das pistas até pode ser interessante, mas as paisagens não fascinam devido à falta de pormenor. As animações das armas, do rasto e escudos estão também desatualizadas, lembrando mais um jogo remasterizado da PlayStation 3 do que um jogo novo para a PlayStation 4 e Xbox One.

A R8 Games podia ter investido mais neste relançamento. No passado teria sido um bom jogo, no entanto, dado o crescente grau de exigência do ramo, revela-se apenas um arcade divertido… mas sem grande expectativa.

Fica o desejo de, mais tarde, em modo online, desafiar outras pessoas e dar outra oportunidade a este título. Talvez uma opção com crossplay possa ajudar a estabelecer uma comunidade.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, PlayStation 4
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Jesús Fabre.

Crítica – Mank

Mank é uma homenagem bonita de David Fincher a Citizen Kane, que deixaria o seu pai tremendamente orgulhoso. Tecnicamente perto da perfeição, mas com alguns problemas narrativos.

Crítica - Mank

Sinopse: “Hollywood da década de 1930 é reavaliada através dos olhos do sarcástico e alcoólico argumentista Herman J. Mankiewicz (Gary Oldman) enquanto este se apressa para terminar Citizen Kane.”

Esta última semana foi uma das mais desafiantes que tive desde que comecei a escrever críticas. Não só pelo número de filmes de David Fincher (Se7en, Fight Club, Zodiac, The Social Network e Gone Girl) que (re)assisti em preparação para Mank (mais Citizen Kane), mas também porque estes não são propriamente filmes sobre os quais costumo escrever muito rápido.

Como Zodiac foi o único que vi pela primeira vez, fui capaz de me surpreender e “despachar” o processo de escrita, conseguindo entregar cada artigo diariamente, tal como idealizei. Finalmente, tinha chegado a hora de um dos maiores “Oscar baits” da Netflix para a próxima temporada de prémios, logo assisti à última peça de Fincher ontem à noite.

Claramente, sou fã do seu estilo, como as minhas opiniões sobre a sua filmografia provam, por isso, espero sempre que um dos melhores filmes do ano respetivo resulte do seu trabalho. No entanto, tendo em mente a premissa biográfica, reconheço que este tipo de filme depende muito do seu storytelling.

No meu caso, se um filme como este não for capaz de me oferecer novas informações relevantes sobre um assunto que já possuo algum conhecimento, então vou acabar inevitavelmente desiludido. Mesmo que receba esses novos detalhes da história, a transmissão deve ser realizada de forma convincente, o que geralmente estes filmes não conseguem fazer, baseando os seus argumentos demasiado em exposição preguiçosa. Sendo assim, tentei manter as expetativas moderadamente altas, mas realistas e esperançosas.

Antes de partilhar os meus pensamentos, um disclaimer. Mank, sem dúvida, irá gerar uma resposta bastante divisiva do público em geral. Porquê? Desde algo tão simples como o facto de ser a preto e branco até ao crime de certos espetadores não saberem nada sobre Citizen Kane (principalmente nunca o ver), mas ainda assim escolherem assistir a Mank. Existirão inúmeros exemplos de pessoas a “entrarem” com expectativas terrivelmente irrealistas. Muitos irão achar este filme “aborrecido, sem nada a acontecer”, para além de comentários como “adormeci em cinco minutos” e “outro filme artístico em preto e branco desinteressante para os críticos amarem cegamente”. Alguns destes comentários terão origem inevitavelmente em pessoas que acabaram de se sentar no seu sofá e escolheram um filme aleatório que apareceu na Netflix.

Crítica - Mank

A campanha de marketing nunca poderia colocar um pré-requisito para assistir a Mank, mas eu posso e assim o farei. O mais direto e honesto possível: se nunca viram Citizen Kane, ou corrigem esse erro antes de sequer abrirem o vosso serviço de streaming, ou, por favor, ignorem Mank, pois muito provavelmente não vão gostar de absolutamente nada. Acredito firmemente que apenas 1/1000 espetadores gostarão deste último, no caso de não possuirem conhecimento sobre o filme icónico de Orson Welles. Idealmente, (re)vejam e pesquisem um pouco sobre a sua história: o que levou à criação do filme, quem estava envolvido, que polémicas o rodearam… Sei o que estão a pensar: não é exatamente isso que Mank deve fazer por nós? E assim dirigo-me a um dos meus problemas com o filme.

Existem basicamente duas opções neste género: ou o realizador e/ou o argumenista escolhem ajudar o público a seguir a história, introduzindo-os ao que vão testemunhar, ou saltam diretamente para a própria narrativa. Fincher não perde um segundo a ajudar os espetadores a entenderem o que está a acontecer ou, em alguns casos, quem sequer são as personagens. Ou as pessoas sabem no que se estão a meter (como aconselho acima) ou preparem-se para uma narrativa incrivelmente intrincada, repleta com flashbacks, histórias secundárias e muitas, muitas personagens.

Esta será uma razão significativa pela qual algumas pessoas definitivamente não gostarão deste filme. Estudei e li sobre Citizen Kane até à exaustão e, mesmo assim, senti-me perdido durante alguns períodos devido à quantidade esmagadora de subplots e as suas personagens. Depois, apesar do seguinte estar ligado a um dos aspetos que mais adoro em Mank, há pelo menos algumas personagens, para além de Herman J. Mankiewicz, que gostaria de ter aprendido mais sobre as mesmas, principalmente Marion Davies (Amanda Seyfried) e Joseph L. Mankiewicz (Tom Pelphrey), irmão do protagonista. Por outro lado, isso também significa que, apesar do elevado número de personagens, a maioria é realmente bastante interessante, possuindo arcos emocionalmente convincentes.

Acabei de notar que comecei esta crítica com os meus problemas com o filme, mas não se deixem enganar: gosto muito, mas muito do mesmo. No entanto, já que estamos aqui, despejo já o meu problema restante. Portanto, Mank não se assemelha a nada que Fincher já tenha realizado. Parece imenso um projeto pessoal que certamente teria adorado partilhar com o seu falecido pai, argumentista do filme, Jack Fincher (vou-me referir ao mesmo como Jack a partir de agora, mantendo Fincher relacionado com David). Se há algo que esperava deste filme era Fincher homenagear Citizen Kane através dos aspetos técnicos, incluindo a estrutura narrativa profundamente baseada em flashbacks para justificar uma opinião particular, conversa ou evento a decorrer no presente.

Evidentemente, Mank segue exatamente o mesmo método de contar a história que Citizen Kane e, apesar de ser uma decisão brilhante de David e/ou Jack Fincher, o primeiro permite que esta técnica assuma a história em vez de a elevar. Os flashbacks são bem merecidos e bem colocados na narrativa, mas, por vezes, parece meramente um recurso técnico exclusivamente para criar a tal comparação com Citizen Kane, em vez da sua execução melhorar a história que Fincher quer contar. Contudo, estas minhas implicações estão longe de arruinar toda a experiência, muito pelo contrário.

Crítica - Mank

No que toca ao requisito principal, Fincher acerta em cheio. Adorei conhecer as inspirações reais que levaram Mankiewicz a criar um dos melhores argumentos de todos os tempos, tal como as condições chocantes (e desconhecidas para mim) em que teve que trabalhar. É realmente um milagre de filmmaking conseguir escrever uma obra-prima no espaço de dois meses, estando fisicamente e mentalmente debilitado. Apesar da eficiência imperfeita dos flashbacks, a maioria desenvolve personagens impactantes na vida de Mankiewicz e não consigo negar que é uma alegria para qualquer amante do cinema ver ou mesmo ouvir a menção de alguns cineastas famosos daquela época. No entanto, uma personagem é tão boa quanto o ator que a retrata (e vice-versa).

Gary Oldman é, sem dúvida, um candidato aos prémios de Melhor Ator deste ano. Seria um snub gigante não ser exaustivamente nomeado em todas as cerimónias. Defendo que a sua atuação em Darkest Hour como Winston Churchill é mais fascinante (nunca estive tão cativado durante um drama de guerra antes), mas o seu desempenho em Mank é difícil de negar. Desde o seu retrato hilariante, mas realista, de um Mankiewicz bêbedo à sua atitude mais sóbria e sincera, Oldman demonstra uma variação alucinante, com o seu desempenho físico a ter uma influência notável no resultado geral. Não há dúvida de que carrega toda a narrativa nos seus ombros e fá-lo sem esforço.

No entanto, Oldman está longe de ser a única luz brilhante. Amanda Seyfried pode muito bem conseguir a sua primeira temporada de prémios ao interpretar a extremamente cativante Marion Davies. Seyfried entrega um equilíbrio requintado entre os maneirismos de voz propositadamente exagerados e a verdadeira personalidade de Marion. Tom Pelphrey também é extraordinário como irmão de Mankiewicz, personagem que imediatamente pesquisei mal terminou o filme. A intensidade com que Pelphrey expressa algumas frases está a tornar-se uma das suas caraterísticas principais.

Muita gente tem comentado sobre estes dois atores, mas Lily Collins (Rita Alexander) interpreta a minha personagem favorita para além do protagonista. Como secretária de Mankiewicz, Lily explora a sua personagem de uma maneira tão sincera e autêntica que, às vezes, desejava voltar ao passado não por ir aprender mais sobre o argumento de Citizen Kane realmente a ser escrito, mas devido às interações de Rita Alexander com o seu “chefe”. As suas conversas são alguns dos momentos mais satisfatórios de todo o filme e importei-me bastante com ambos.

Crítica - Mank

Sei que a maioria dos meus leitores provavelmente não se importa com tecnicalidades, mas se me seguem há tempo suficiente, reconhecerão que valorizo imenso os aspetos técnicos quando estes afetam significativamente o filme. Ouso afirmar que uma grande razão pela qual tanto aprecio Mank é a homenagem técnica quase perfeita que Fincher oferece ao filme de Orson Welles. Desde pequenos detalhes como os “cigarette burns” aqui e ali (contei oito e, se não sabem o que isto significa, então claramente não viram Citizen Kane) à composição de planos semelhante, Fincher cria semelhanças impecáveis com o “melhor filme de sempre” em praticamente todas as cenas, incluindo a sua própria versão do momento “Rosebud”.

Obviamente, tal significa que a cinematografia de Erik Messerschmidt é absolutamente deslumbrante. Erik trabalhou anteriormente com Fincher em Mindhunter, provando agora que a sua carreira no cinema ainda tem muito caminho para percorrer. Kirk Baxter pode muito bem ser nomeado para Melhor Edição (ou Melhor Montagem, como preferirem) e facilmente imagino a cena exata que a cerimónia mostraria para demonstrar os cortes limpos e perfeitos que tornam os diálogos mais fáceis de seguir. Donald Graham Burt, que trabalha com Fincher desde Zodiac, oferece uma produção artistíca excecional, mas é a banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross que rouba os holofotes, na minha opinião. Utilizando apenas instrumentos autênticos da época, Reznor e Ross entregam um tributo rico, único e memorável ao trabalho de Bernard Herrmann.

Resumindo, a Netflix lança assim outro concorrente para a temporada de prémios, Mank. Com o perfecionista e dedicado David Fincher ao leme, o argumento do seu falecido pai acaba por tornar-se no projeto mais pessoal de Fincher até agora. É uma homenagem maravilhosa não só a Citizen Kane, mas também às décadas de 1930/40.

Tecnicamente, todos os componentes são digno de estatuetas: cinematografia, edição, produção artística e, principalmente, a banda sonora. Fincher trabalha com a sua equipa para entregar cenas icónicas e caraterísticas técnicas criadoras de precedentes impressionantemente semelhantes às do filme impactante de Orson Welles.

Temos prestações fenomenais por todo o elenco, mas pode-se esperar nomeações a voarem no sentido de Gary Oldman, Amanda Seyfried e Lily Collins. No entanto, a estrutura narrativa idêntica ao filme de 1941 parece, por vezes, simplesmente um tributo inteligente em vez de realmente elevar a história. O guião de Jack Fincher encontra-se esmagadoramente repleto com histórias e personagens secundárias, tornando a tarefa de seguir tudo compreensivamente extremamente complicada, especialmente para os espetadores sem qualquer conhecimento sobre o assunto.

Felizmente, a missão principal de representar as inspirações reais que levaram Herman J. Mankiewicz a escrever um dos melhores argumentos da história do cinema é perfeitamente cumprida, tornando Mank um filme imperdível para qualquer amante do cinema, desde que o espectador tenha, pelo menos, assistido ao famosamente apelidado de “greatest film of all-time“.

Mank estreia na Netflix a 4 de dezembro.

Fórmula 1 – Grande Prémio do Bahrain mostra a importância do Halo

O Grande Prémio do Bahrain teve Lewis Hamilton como vencedor, mas nem foi por isso que pode ficar conhecido com um dos mais quentes da temporada de 2020 de Fórmula 1. O impressionante acidente que deixou o carro de Romain Grosjean em chamas relembra a importância do Halo e de todas as medidas de segurança na prova rainha do desporto automóvel. 

Texto por: André Santos

Depois de uma semana de paragem, a Fórmula 1 está de volta para as últimas três corridas da temporada de 2020, numa altura em que alguns pilotos ainda nem sequer têm lugar garantido para a próxima época, a iniciar-se em março de 2021. Um dos pilotos sem lugar para 2021 pode muito bem ter terminado a sua carreira na F1 na primeira volta do Grande Prémio do Bahrain, a corrida que teve lugar durante a tarde do último domingo de novembro. 

Falo de Romain Grosjean. A corrida do piloto da Haas durou pouco mais de três curvas e acabou, literalmente, em chamas. Depois de alguns toques ligeiros nas primeiras curvas e, à primeira vista, sem razão aparente, o piloto francês desviou de forma abrupta, e ainda em aceleração, o seu carro para a direita (ok, talvez o tenha feito para evitar algum pedaço de outro carro) o que fez com que acabasse por tocar em Daniil Kvyat antes de sair disparado contra o rail de proteção e acabar com o carro em chamas e dividido em dois. No entanto, mais impressionante do que o acidente, foi o facto de Grosjean ter saído do cockpit, que se encontrava quase fundido com o tal rail, pelo próprio pé, com o que parece ser a possibilidade de ossos partidos na mão, costelas partidas e algumas queimaduras leves. 

Ao ver o acidente em direto, a reação foi de choque, saltar do sofá, soltar uns impropérios e ficar, de queixo caído, a olhar para a TV. Coração a mil, mesmo sem conhecer pessoalmente nenhum dos intervenientes, e esperar que algo se soubesse. Talvez com a temporada passada ainda bem presente na memória as imagens do acidente demoraram a aparecer, imagens essas que mostravam o que mais queríamos ver: o piloto a sair, pelo seu próprio pé, de um daqueles acidentes que fazem com que qualquer um de nós pense logo no pior. 

O pior não aconteceu. Um carro bateu contra uma proteção de metal enquanto seguia a uma velocidade entre os 200 e os 300 km/h e o pior não aconteceu. Não aconteceu porque o carro está desenhado para que não aconteça… ou para que o pior raramente aconteça. Não foram só as camadas de roupa anti-fogo e o capacete que salvaram Romain. Foi, também, a forma como o monolugar está desenhado. Desde o carro dividir-se ao meio com o impacto, deixado a power unit e todo o sistema onde se encontra o combustível de um lado e o cockpit de outro, até ao aparecimento, em 2018, do Halo. 

Criticado na altura, vem agora provar-se eficaz. Estima-se que a força do impacto tenha rondado os 50G, impacto que, na sua maioria, foi absorvido pelo Halo que, caso não existisse, faria com que fosse o próprio piloto a levar com essa força, tornando o acidente e a corrida de hoje em algo muito diferente. Há que agradecer à FIA, aos Marshalls, à equipa médica que respondeu ao acidente logo de seguida… todos juntos salvaram a vida a Romain Grosjean e fizeram com que o dia de hoje não fosse um dia triste para o desporto que todos gostamos. 

Agora, as outras 56 voltas do Grande Prémio do Bahrain. De volta à corrida, algumas curvas passadas e já temos bandeira amarela e safety car. Kvyat está de regresso, mas desta vez com alguma culpa no cartório, já que acabou por levar uma penalização de 10 segundos e, após toque com Lance Stroll, faz com que o Racing Point do norte-americano fique de pernas para o ar… 

Ok, agora sim, estamos de volta e os carros já passaram oito vezes pela reta da meta. Uma volta sem incidentes, por isso posso dizer que, por esta altura, a corrida já tinha recomeçado. Recomeça e Valtteri Bottas tem um furo, perdendo assim ainda mais posições e fazendo com que Max Verstappen comece a olhar para o segundo lugar no campeonato de pilotos como uma possibilidade. Quem também não teve um recomeço fácil foi Sebastian Vettel que, aparentemente, teve algum tipo de desentendimento com o seu colega de equipa e acabou por perder algumas posições, estando por esta altura em 15º, uma posição acima do finlandês da Mercedes.  

Estamos na volta 15 e Charles Leclerc já foi passado por Sainz, Ricciardo, Ocon e Gasly… a Scuderia Ferrari está cada vez mais longe de um triste 3º lugar no campeonato de construtores e faz com que o mais provável seja mesmo um nada honroso 6º lugar. Já que na frente pouco muda, a corrida continua a avançar e a animação está da P3 para baixo, onde Sainz e Albon lutam pelo 4º lugar, Gasly e Bottas pelo 7º e os dois Renaults tiveram que ser separados pelos engenheiros da equipa, já que nenhum dos pilotos queria ceder a sua posição. 

Albon acaba por passar Carlos Sainz Jr. e conquistar a 4ª posição, mantendo-se longe o suficiente de Pérez para não atrapalhar o piloto mexicano, mas com uma boa distância segurança para não ser atrapalhado por Lando Norris que seguia em 5º lugar. Tudo parecia certo, P1 para Lewis Hamilton, P2 para Max Verstappen e P3 para Sergio Pérez, que nunca tinha conseguido dois pódios consecutivos na sua carreira… mas ainda não foi desta.

Ainda sem lugar para a temporada de 2021, o “Checo” precisa de impressionar e quase que o fazia. Porém, o motor Mercedes do seu Racing Point começou a deitar fumo… e onde há fumo há fogo.

Segundo carro em chamas, embora menos dramático, e segundo Racing Point de fora naquele que foi um duro golpe para Pérez, mas também para a equipa dos Mercedes cor-de-rosa que ainda ambicionam um terceiro lugar no campeonato de construtores antes de passarem de rosa a “verde Aston Martin”. 

A corrida acabou com o Safety Car em pista até à última volta. Sem emoção, talvez para nos fazer relaxar depois de tanta adrenalina nas primeiras voltas, e com o vencedor do costume. Lewis Hamilton soma mais 25 pontos naquele que já é o seu 7º título de campeão do mundo de Fórmula 1 e Max Verstappen leva para casa o ponto extra para a volta mais rápida com 1.32.014, ficando, assim, 15 pontos mais perto do segundo lugar, ocupado por agora por Valtteri Bottas que, ao acabar em 8º lugar, apenas conquistou quatro pontos. 

Uma pequena nota: no fim do dia, Romain Grosjean ganhou a votação para piloto do dia no Grande Prémio do Bahrain. Rápida recuperação Romain, é o que todos desejamos.

Análise – The Pathless (PlayStation 5)

Despido de excessos, The Pathless apresenta um dos mundos abertos mais convidativos e misteriosos à exploração.

The Pathless

Consigo encontrar algo de comum em jogos como Mass Effect (o primeiro), The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Death Stranding e, mais recentemente, The Pathless: o sentimento de exploração que evoca em mim.

O que é que está para além daquela zona do mapa? Será que consigo chegar ao topo daquela montanha? Que percurso é que posso usar e que desafios posso ir fazendo pelo caminho? Estas foram as questões que fiz enquanto explorava os planaltos desta nova aposta da Giant Squid, cuja equipa já trabalhou em títulos como ABZÛ e nos trouxe Flower e o aclamado Journey.

Naquele que é, entre estes, o título mais ambicioso e expandido da produtora até à data, The Pathless é uma jornada relaxante por um mundo abandonado à natureza e às forças negras, inspirando-se fortemente na forma, na execução e no tom de jogos de Fumito Ueda, como Shadow of the Colossus e The Last Guardian.

Em The Pathless tomamos controlo de Hunter, uma misteriosa personagem cujo destino é levantar a maldição que assombra este vasto, simples e relaxante mundo. Com recurso a um arco e flecha, Hunter pode ganhar velocidade na locomoção com sprints rápidos que, sucessivamente, tornam os controlos fluidos e orgânicos para navegar nestas superfícies, e também para a resolução de puzzles simples e complexos, que requerem observação e leitura do ambiente em redor.

Ao nosso lado teremos uma pequena águia que nos dá auxílio na resolução de puzzles ambientais e, também, para saltar e sobrevoar áreas, atingido zonas impossíveis por acessos mais tradicionais. Estas mecânicas são também usadas, e muito bem traduzidas, nas batalhas de bosses, os únicos confrontos que encontramos ao longo do jogo, onde a precisão e rapidez do uso do arco e flecha e movimentação simples da nossa personagem são o suficiente para encontrar o caminho do sucesso.

Mas por muito fantásticos, diversos e extremamente bem realizados que sejam estes breves momentos ao longo da nossa jornada, é na exploração, na liberdade e nas horas que voam tão alto como a nossa águia, ao longo das sessões de jogo, que The Pathless brilha.

Com apenas acesso a mais uma mecânica de destaque, uma visão estilo sonar que nos deixa estudar quais as áreas que podem ser desbloqueadas, The Pathless despe-se de mecânicas complexas e aborrecidas e vai tão longe ao ponto de nos retirar um tradicional mapa empestado de pontos de interesse. The Pathless larga-nos no mundo, que vai abrindo e expandido à medida que derrotamos as forças negras, e deixa-nos explorar e explorar até que fiquemos satisfeitos o suficiente para avançar. Somos nós que definimos o próximo objetivo e somos nós que decidimos se queremos fazer os puzzles ou encontrar os segredos bem guardados do jogo.

Há incentivos para o fazermos, como a procura de cristais, que aumentam as habilidades da nossa águia, e temos os selos que vamos reunindo para libertar as torres e avançar na narrativa. Contudo, o jogo não obriga a fazer tudo, sendo possível apanhar o mínimo essencial para progredir, e nem sequer nos limita nas batalhas por não termos a águia com o máximo de habilidades. Em suma, não há grind.

The Pathless é um eficaz convite à exploração. Um que pode demorar até encontrar um significado, mas, tal como os jogos enunciados no início deste texto, em particular The Legend of Zelda: Breath of the Wild, são os segredos, os itens e as histórias deixadas pelo jogo em forma de texto de lore que tornam o jogo rico e cheio de momentos memoráveis, com coisas tão simples como a resolução de um puzzle mais complexo.

Visualmente, The Pathless apresenta-se com um registo simplista e com uma palete de cores vibrante e muito bem cuidada. É um jogo com um look animado que não tem receio de se levar a sério, principalmente quando nos apresenta campos de batalha com corpos ou as aterradoras criaturas que deixam o mundo à sua volta a arder. Juntamente com o seu registo relaxante, temos também uma banda sonora minimalista e ambiental de Austin Wintory, de The Banner Saga, Assassin’s Creed Syndicate, ABZÛ e Journey, que também sabe ser sério, pesado e extremamente emocional nos momentos mais memoráveis, com temas tão reconfortantes como de puxar à lágrima, acentuando os sentimentos da Hunter, da águia e das criaturas que encontramos pelo caminho.

The Pathless é um jogo independente com grandes ambições e valores de produção extremamente bem aplicados. É a prova que os jogos de mundo aberto podem ser mais através da simplificação de mecânicas e objetivos e que não é por isso que deixam de ser cativantes e mágicos de explorar. The Pathless é um convite aberto à exploração que nos dá liberdade e que nos questiona até onde queremos ir.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Disponível para: PC, PlayStation 4, PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela Heaven Media.

Surfshark, a solução para uma navegação segura na Internet

É uma solução completa para as necessidades dos internautas atuais.

Surfshark

Imaginem um dos seguintes cenários: Descobrem que um filme ou série está prestes a estrear na Netflix, mas só estreia nos Estados Unidos; Querem ver o videoclipe da vossa banda favorita ou uma cena de um episódio nos seus canais oficiais do YouTube, mas não estão disponíveis na vossa região; Ou pretendem simplesmente manter-se seguros e anónimos na Internet, mas não sabem bem como fazê-lo.

É para situações destas que existem as VPNs, softwares ou ferramentas que ajudam não só a proteger os utilizadores e os seus dados – que são muito mais vulneráveis do que parece -, como podem ser bastantes úteis para consumir conteúdos que estão fechados às nossas regiões. Podem, até, tornar-se ainda mais úteis quando saímos do nosso país.

Tudo isto é possível através de uma simulação do tráfego do utilizador, alocando-o a um novo IP ou localização, impedindo ou tornando mais difícil o rastreio e o comportamento do utilizador aos olhos dos nossos ISPs e de piratas informáticos que podem roubar as nossas informações pessoais.

O redirecionamento do tráfego com VPNs pode, assim, ser feito de forma segura através de uma ligação a um servidor dedicado, que esconde os nossos endereços através de encriptações de alta segurança, incompreensíveis para qualquer pessoa que os intercete, o que torna todos os dados impossíveis de ler.

Ou seja, estando ligados a uma VPN, podem não só ocultar o vosso endereço de IP verdadeiro, como visitar websites bloqueados ou, até, conseguir melhores promoções online (sim, existem promoções que somente conseguirão obter se se ligarem a uma VPN).

Além disso, é algo especialmente útil para aquelas situações em que usam uma rede Wi-Fi pública, como num café ou aeroporto. Portanto, há que reter que as VPN são mesmo muito importantes e que qualquer um pode beneficiar das suas vantagens.

VPNs há muitas e um desses exemplos é a Surfshark VPN, sendo uma das mais populares ferramentas de proteção. É, também, das mais acessíveis, e tem uma página no site oficial que ensina tudo o que precisam de saber o que é uma VPN.

Com 65 países para simular, mais de 3.200 servidores à nossa disposição preparados para P2P, encriptação de dados de nível militar, suporte 24/7 por semana e privacidade extrema, a Surfshark permite ainda fazer download de torrents legais de forma segura e até visitar os catálogos da Netflix e outros serviços de streaming de outro país.

Se estas características impressionam, a Surfshark na prática impressiona ainda mais. Não só é extremamente fácil de usar, como é quase invisível nos nossos sistemas.

Depois de um login inicial, a Surfshark VPN está praticamente pronta a utilizar, podendo o utilizador fazer uma ligação rápida a qualquer servidor ou escolher manualmente de um mapa mundo onde se ligar, sendo automaticamente escolhido o servidor com as melhores características.

É extremamente simples e, a partir deste primeiro passo, muito intrusivo. As velocidades e a estabilidade de ligação nem sempre são constantes ou ótimas, algo que depende de servidor para servidor, mas, ao longo das nossas utilizações de teste, tivemos resultados fantásticos.

Outra grande vantagem da Surfshark VPN é a sua versatilidade, pois o serviço está disponível num enorme leque de dispositivos, onde pode ser usado sem custos acrescidos. Windows, macOS, iOS, Android, Linux, Amazon Fire TV, Android TV, Apple TV, consolas Xbox e PlayStation e pode ainda ser usado diretamente no Chrome e Firefox, neste caso graças a extensões oficiais.

Outra das mais-valias da Surfshark é o facto de não ter limite de dispositivos ligados. Enquanto as ofertas da concorrência limitam as ligações a alguns equipamentos, na Surfshark isso não acontece, o que é fantástico.

Como se isto não bastasse, a Surfshark consegue ser mais barata que a concorrência, isto se tivermos em conta tudo o que oferece. Passem pela página oficial para descobrirem mais detalhes e não se esqueçam de aproveitar as promoções em vigor.

Gamer Sapiens é a série de televisão que percorre as principais etapas históricas do ser humano através do mundo dos videojogos

O primeiro episódio estreia já na próxima sexta-feira, dia 4 de dezembro.

Apontem na agenda: 4 de dezembro, pelas 22h15, no canal História. Nessa noite, o conhecido canal irá estrear uma nova série que promete agarrar os telespetadores.

Falamos de Gamer Sapiens, uma nova produção original que, ao longo de seis horas, percorre as principais etapas históricas do ser humano através do mundo dos videojogos.

Com um tratamento rigoroso dos factos apresentados e a participação de especialistas nos diferentes períodos tratados, a série analisa momentos chave como a Idade de Ouro dos Piratas, a Segunda Guerra Mundial, a Idade Média ou as Culturas Clássicas (antigo Egipto, Império Romano e Grécia clássica), com o objetivo de descobrir que partes da História que aparecem nos videojogos são fiéis à realidade e quais correspondem a efeitos artísticos.

Quem for acompanhar a série poderá mergulhar na História de videojogos tão famosos como Call of Duty, a saga Civilization, ou o tão esperado Cyberpunk 2077, podendo, dessa forma, comprovar quais foram os aspetos mais notáveis – anedotas, histórias e lendas – em cada período histórico; desde as armas utilizadas por cada uma das personagens até aos acontecimentos-chave que se tornaram parte da nossa imaginação coletiva.

A série utiliza os videojogos como elemento narrativo para entrar na divulgação histórica de uma forma visualmente espetacular, acrescentando uma camada de interatividade que só os videojogos podem oferecer.

Além disso, para acompanhar o lançamento desta aposta, o História estreará no dia 25 de dezembro, pelas 22h15, o documentário A Guerra dos Videojogos, produzido por Daniel Junge (Saving Face), vencedor de um Óscar, que não só investiga as guerras internas que tiveram lugar entre as diferentes indústrias de desenvolvimento de videojogos, como revela em detalhe quais foram as inovações mais brilhantes e os fracassos mais estrondosos.

Casa de Pedra do Parque da Bela Vista vira restaurante. Mas para já só funciona através da Uber Eats

Sim, estamos a falar do espaço utilizado pela organização do Rock in Rio Lisboa para alguns eventos.

Casa de Pedra

Quem vai ao Rock in Rio Lisboa pode não saber, mas aqueles que vivem na Bela Vista, ou lá perto, decerto saberão da existência da Casa de Pedra. Afinal de contas, apresenta-se como um “autêntico refúgio” para realizar festas ou eventos em Lisboa.

O edifício, localizado junto à entrada principal do Parque da Bela Vista, constitui um excelente exercício de recuperação arquitectónica das antigas quintas que deram origem ao Parque. O espaço é amplo, de pé direito generoso, numa sala de ambiente simples e despretensioso, onde os detalhes da pedra, a descoberto, prestam o testemunho do tempo. As janelas grandes abrem-se de um lado e de outro, convidando a descobrir os dois espaços de esplanada que completam a capacidade da sala e se envolvem com o parque, numa partilha única que transforma a Casa de Pedra num lugar especial.

Pois bem, e depois de se dedicar a receber aniversários, batizados, casamentos e os mais variados eventos corporativos (team building, reuniões de quadros, lançamentos de produto) ou festas, eis que, agora, a Casa de Pedra também serve refeições… mas para já somente à distância.

O espaço, entretanto renovado para reunir cultura, arte e gastronomia no mesmo local, acaba de disponibilizar um belíssimo menu para saborearem em casa. Basta usarem a app da Uber Eats.

São várias as opções a ter em conta. Podem começar por pedir Mini Calzones Casa de Pedra (mini calzones recheados com mozzarella, tomate seco, bacon e azeitonas, coberto com tomate confitado) e, depois, passar logo para os pratos, massas ou pizzas existentes.

Destaca-se, por exemplo, o Bife Casa de Pedra (clássico bife de vazia (180g) com molho casa de pedra acompanha salada mista e batata frita), Ravioli de Búfala (com tomates secos, ligeiro molho de espumant, natas manjericão e parmesão), Tagliolini Trufado (Massa fina de tinta de lula com mix de cogumelos, molho cremoso de natas e toque de azeite trufado finalizada com queijo grana padano e prosciutto crocante) ou a pizza Funghi Tartufata (mozzarella, mix de funghi, scamorza, salsa tartufata, azeite de trufas).

Já para fechar a refeição, sugere-se o Cheesecake de frutos vermelhos ou, então, os Churros Casa de Pedra, que vêm acompanhados de bom chocolate, pois claro.

Quanto tal for possível, a Casa de Pedra passará também a funcionar como restaurante aberto ao público, sendo também possível reservar este espaço para eventos privados.

Fã Pack exclusivo FNAC do 24º MEO Sudoeste já à venda

Estão também à venda packs FNAC para o Sumol Summer Fest e Super Bock Super Rock.

24º MEO Sudoeste

Hoje, dia 28 de novembro, a promotora Música no Coração colocou à venda packs FNAC para os seus festivais: Sumol Summer Fest, Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste.

Comecemos pelo Fã Pack exclusivo FNAC Sumol Summer Fest. Por 50€, inclui passe de dois dias com camping, um totebag exclusivo, acesso rápido ao recinto e uma bebida. Há ainda 30 Packs premiados, 20 com acesso duplo à zona VIP e 10 com side stage duplo (a possibilidade de ver um concerto na lateral de palco com um amigo).

Para o festival, estão confirmadas as atuações de Burna Boy, SAINt JHN, Piruka, Mobbers, Spot (DJ Set), Rita Maia (DJ Set), ActivaSom + EnigmaCru (Live Act) (2 de julho), Trippie Redd, Eixo Norte-Sul (Norte: Mundo Segundo, Maze, Ace, Deau, Virtus, DJ Guze e DJ Spot; Sul: XEG, Chullage, Sir Scratch, Kappa Jotta, Deezy e DJ Big), Nenny, Phoenix RDC, LON3R JOHNY + Sippinpurp, RIOT, Mike El Nite (DJ Set), Flaca (DJ Set) e Alcool Club (Live Act) (3 de julho).

Relativamente ao Super Bock Super Rock, está à venda o FNAC Super Bock Super Rock. Por 110€, inclui um passe de três dias, uma totebag e uma powerbank.

Há ainda 25 packs premiados com upgrade exclusive duplo (acesso à zona exclusiva em frente ao palco Super Bock), 20 packs premiados com acesso duplo à zona VIP e 10 packs premiados com uma tour pelo backstage para duas pessoas. Falamos, no total, de 55 packs premiados.

Para o SBSR, estão confirmadas as atuações de A$AP Rocky, Jungle DJ Set (15 de julho), Brockhampton, DaBaby, Hot Chip, Slow J, GoldLink, Wire, Pedro de Tróia, DaBaby (16 de julho), Foals, Kali Uchis, Local Natives, Boy Pablo, Son Lux e GANSO (17 de julho).

Falta abordar o festival da Zambujeira do Mar. Por 105€, o Fã Pack exclusivo FNAC do 24º MEO Sudoeste inclui, claro está, um passe geral, bem como um Fanny Pack MSW.

Há ainda 55 packs premiados: 25 com upgrade Exclusive duplo (acesso à zona exclusiva em frente ao palco MEO), 20 com acesso duplo à zona VIP e 10 com uma tour pelo backstage para duas pessoas.

Está também à venda, mas neste caso em exclusivo na loja online MEO, uma edição especial Pack Tribo MSW que inclui cinco passes para todos os dias do Festival com nove dias de campismo grátis. Custa 450€, representando uma poupança de 75€ no pack de 5 bilhetes.

Para o MEO Sudoeste, estão já confirmadas as atuações de Bad Bunny, ProfJam (4 de agosto), Major Lazer, blackbear, Meduza, Deejay Telio (5 de agosto), Ozuna, Melim (6 de agosto), Timmy Trumpet e Bispo (7 de agosto).

Reino Unido aprova dispositivo que faz teste à COVID-19 em 15 minutos

Foi criado especificamente para a indústria do entretenimento ao vivo.

Estará aqui a salvação da cultura? O Reino Unido acredita que sim. Foi aprovado um dispositivo de testagem rápida à COVID-19, dando o resultado final em apenas 15 minutos.

Criado pela Swallow Events, o dispositivo foi aprovado esta semana pelas entidades de saúde do Reino Unido. Com uma sensibilidade de 96,52% e uma especificidade de 99,68%, estes kits de testes rápidos poderão ser “utilizados juntamente com dados obtidos com rastreio da Covid-19 e outros protocolos de segurança, como a medição da temperatura, ajudarão os organizadores de eventos em todos os setores”.

Como é óbvio, e além dos festivais, concertos, peças de teatro e tudo o que esteja relacionado com cultura, estes testes poderão também ser utilizados em conferências, feiras de negócios ou, até, em eventos corporativos.

Resta saber se o mesmo será eventualmente aplicado por cá. E, a acontecer, será preciso uma grande capacidade de organização para lidar com toda a logística de fazer testes rápidos a milhares e milhares de pessoas.

Uber Eats chegou a Torres Novas

Mas atenção que o serviço ainda não chega às aldeias em redor.

Santarém

Foi durante este mês de novembro que nos deparámos com anúncios de pessoas que procuravam estafetas Uber Eats para a cidade de Torres Novas. Pois bem, o serviço acaba finalmente de ficar disponível na cidade.

Se instalarem a app e definirem a vossa morada, irão reparar que restaurantes como o McDonalds, Portugália Balcão, Pizzaria Bella e Kebab, I Love Kebab, Taberna Refinfa, O Tripeiro das Francesinhas, Pizzaria de Marco e Mr Pizza Torres Novas já estão disponíveis no serviço. Espera-se, contudo, que outros estabelecimentos se juntem ao conhecido serviço de delivery muito em breve.

Porém, segundo os testes que fizemos, e pelo menos para já, o serviço somente faz entregas na cidade de Torres Novas. Ou seja, se viverem em alguma aldeia perto da cidade, ou até Riachos, só para dar um exemplo, a Uber Eats não irá funcionar.

Resta-nos esperar para perceber como é que a plataforma irá evoluir em termos de oferta para os torrejanos.

Para já, e para todos aqueles que nunca utilizaram a Uber Eats antes, podem utilizar o código eats-cwyhis que vos dará um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€, excluindo taxa de entrega.

Algarve distinguido pela 1ª vez como “Melhor Destino de Praia do Mundo”

Depois da distinção a nível europeu, a região recebe agora, pela 1ª vez, o reconhecimento a nível mundial​.

Algarve - Melhor Destino de Praia do Mundo

O Algarve foi eleito o Melhor Destino de Praia do Mundo em 2020 na grande final dos World Travel Awards, que decorreu em Moscovo. Esta é uma conquista que acontece poucas semanas após a região ter recebido a mesma distinção a nível europeu.

Reunindo a preferência dos principais líderes da indústria de turismo e viagens de todo o mundo, que votaram para premiar a melhor oferta turística a nível global, o Algarve foi o vencedor de uma lista de 18 nomeados, concorrendo, lado a lado, com outros destinos de praia de renome mundial, como as Maldivas, Tailândia, Jamaica, Cancún (México), Miami Beach (EUA) ou Peloponeso (Grécia), entre outros.