O evento realiza-se entre 4 e 5 de dezembro de 2021, no Lisboa ao Vivo.
Ainda falta algum tempo para a oitava edição do festival Under The Doom, mas a organização não quer deixar os créditos por mãos alheias, tendo já começado a confirmar alguns nomes para o festival.
Os Tiamat são um dos cabeças-de-cartaz do evento. Sabe-se que a banda sueca irá tocar ao vivo dois álbuns especiais: Wildhoney e Clouds. E além dos suecos, foram também confirmadas as atuações dos brasileiros Labirinto e dos portugueses Inhuman, que lançaram recentemente o álbum Contra.
Durante o próximo ano, a promotora Notredame irá anunciar mais 10 bandas para o cartaz.
No que toca aos bilhetes, sabe-se que, para já, está disponível o Christmas Promo Pack, uma edição limitada de 50 packs que inclui o passe de dois e uma hoodie ou t-shirt. Para adquirirem uma das unidades, isto se ainda forem a tempo, devem enviar um email para a promotora. O preço é de 65€ na versão com t-shirt e 75€ na versão com hoodie.
Depois da Marvel, Star Wars está de regresso à ilha mais popular dos videojogos.
Esta semana começa uma nova temporada do segundo capítulo de Fortnite, que traz consigo uma das sagas televisivas mais populares da atualidade até ao jogo.
A quinta temporada, chamada Zero Point, vê a chegada de caçadores de diferentes universos, onde se destaca Din Djarin, mais conhecido como O Mandaloriano, a personagem titular da série Star Wars do Disney+, que aqui se vai fazer acompanhar da adorável criança, também conhecida como Baby Yoda.
Com a ilha novamente renovada, esta temporada inclui novas áreas, com novos desafios, novos skins e muito mais.
Fortnite pode ser jogado no PC, consolas PlayStation, consolas Xbox, Nintendo Switch e dispositivos Android.
O prometido é devido. Depois de ter anunciado que iria chegar ao distrito de Viana do Castelo antes do fim do ano, eis que a Mercadona cumpre a promessa e inaugurou hoje o novo supermercado.
Esta, que é a 19ª loja da conhecida insígnia em Portugal, fica localizada na Estrada da Abelheira, n.º 1327, na localidade de Abelheira. Com uma área de venda de 1.900 m2, o primeiro supermercado Mercadona no distrito de Viana do Castelo dispõe das secções de Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Frutas e Legumes e, claro, a do Pronto a Comer, com uma vasta oferta de refeições quentes prontas a levar.
A nova loja caracteriza-se por ter corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, uma charcutaria com presunto ibérico cortado e embalado no momento, uma ilha central na perfumaria para maquilhagem e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.
Refira-se ainda que este espaço foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente que a Mercadona está a implementar em toda a sua cadeia e que representa uma poupança energética superior a 40% face a uma loja tradicional.
Este Modelo de Loja Eficiente da Mercadona procura também oferecer um excelente serviço para facilitar o ato de compra dos clientes através de corredores amplos de frutas e legumes e de dois modelos de carrinhos, ergonómicos e leves, que não precisam de moeda.
No exterior, está um parque de estacionamento com 120 lugares disponíveis. De momento, o horário de funcionamento do supermercado Mercadona de Viana do Castelo é das 9:00h às 21:30h, de segunda-feira a domingo. O horário está sujeito às restrições temporárias que eventualmente venham a ser decretadas pelas entidades competentes.
A abertura deste supermercado supôs a criação de cerca de 60 postos de trabalho, sendo que todos os colaboradores têm contratos sem termo desde o primeiro dia.
Entretanto, ficámos a saber que, no próximo dia 16 de dezembro, a Mercadona abre mais um supermercado, neste caso em Campanhã, na cidade do Porto.
Foi a meio do mês de novembro que o histórico café Guarany, na Avenida dos Aliados, no Porto, fechou portas. E mesmo antes desse mês terminar, outro encerramento: o igualmente histórico café Majestic.
Tendo-se tornando um local de eleição de escritores e artistas da cidade do Porto, o Majestic, que abriu como café de luxo em 1921, não aguentou a crise, cada vez mais acentuada, que atinge o setor da restauração, não tendo outra alternativa senão encerrar portas e colocar os funcionários em regime de lay-off.
O conhecido e histórico sempre resistiu aos maus momentos, até mesmo em tempos de guerra, e nunca fechou portas, mas desta vez não houve hipótese. Até porque, com tanta gente em teletrabalho, o movimento na rua é mais reduzido e, consequentemente, isso acaba por levar menos gente a estes espaços.
Apesar de este não ser um adeus em definitivo, não há data de previsão de abertura. Porém, a gerência está confiante no futuro e que, eventualmente, esta pandemia de COVID-19 acabará por deixar o negócio florescer novamente.
Nova opção para os portalegrenses receberem comida, mas sem sair de casa.
Continua a expansão da Uber Eats. Até final do ano, a plataforma chegar a 75% dos portugueses, e isso só é possível SE o serviço chegar a cada vez mais cidades.
Agora, e já depois de termos dado conta de que o serviço tinha chegado a Torres Novas, eis que a popular app de delivery acaba de chegar a Portalegre.
Se instalarem a app e definirem a vossa morada, irão reparar que restaurantes como o McDonalds, Churrasqueira Frangos do Rossio, Tékenfim Portalegre e Cachorro do Mercado já estão disponíveis no serviço. Espera-se, contudo, que outros estabelecimentos se juntem ao conhecido serviço de delivery muito em breve.
É bem provável que, nesta fase, as entregas fiquem restringidas somente à cidade em si, não indo até aldeias em redor.
Para já, e para todos aqueles que nunca utilizaram a Uber Eats antes, podem utilizar o código eats-cwyhis que vos dará um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€, excluindo taxa de entrega.
Um equipamento que necessita do essencial: rebites.
Comecemos por responder à pergunta mais básica: o que é um rebite? Essencialmente, trata-se de uma peça cilíndrica de aço com uma cabeça forjada usada para prender dois materiais separados.
Para quem não sabe, os rebites são usados há centenas de anos, tendo sido amplamente usados para produzir navios. Foram imensamente populares na Primeira e Segunda Guerra Mundial.
Apesar de existirem vários tipos de rebites baseados em forma, material e função, cada um é usado de maneira diferente. Tudo depende dos materiais que serão unidos e a forma como fazem essa união.
Por norma, os rebites são frequentemente utilizados para juntar grandes pedaços de metal, embora existam rebites de menores dimensões cujo propósito é unir madeira e/ou materiais de papel. A título de curiosidade, fiquem a saber que o processo de rebitagem tornou-se tão popular que tem vindo a substituir a soldagem na indústria pesada e fabricação de aço.
E sabem porquê? Porque além de serem baratos, são também fortes, leves e duráveis. Além disso, são fáceis de montar, poupando tempo precioso. Não é por nada que também já foram usados para unir pontes ou arranha-ceús.
Como mencionámos, e apesar de existirem vários tipo de rebites, são mais comuns os padrão, rebaixados e cegos. São usados nas seguintes situações:
Rebites Padrão/universal: Utilizam-se quando um exterior liso é desnecessário, sendo também usados em superfícies que não se encaixam noutra parte;
Rebites rebaixados: São utilizados quando se usam superfícies lisas e quando as peças de união dependem de superfícies planas.
Rebites cegos: São usados quando uma barra não se ajusta num lado dos materiais que estão a ser unidos.
No que toca às técnicas utilizadas para unir diferentes rebites, existe a rebitagem manual, que é feita com uma barra ou um rebite cego; a rebitagem a frio, em que os rebites são refrigerados antes do uso, mantendo-os macios e maleáveis; e rebitagem a quente, em que os rebites estão à temperatura ambiente, sendo depois aquecidos antes do uso.
Mas nem tudo é uma maravilha com este tipo de material. Por exemplo, não é possível desmontar um rebite. Para efetuarem uma substituição, o rebite existente necessitará de ser perfurado. Outra grande desvantagem é o facto de não serem herméticos. Ou seja, e a menos que usem um selanto ao redor do rebite, a água e o ar podem penetrar e causar danos.
Agora que sabemos tudo sobre os rebites, falta abordar a máquina de rebitar, também conhecida como rebitadeira. Essencialmente, para saberem qual a máquina de rebitar mais indicada para o tipo de aplicação que pretendem, é necessário ter algum conhecimento sobre os tamanhos de rebites que podem ser utilizados.
No que toca a ferramentas para rebitar, a gama é variada, indo desde algo mais simples e manual a hidro-pneumáticas a hidráulicas. Basta estudarem bem a situação e definirem o tipo de máquina de rebitar mais adequada.
A The Pokémon Company e a The Wand Company revelaram uma nova coleção de itens dedicada aos maiores fãs de Pokémon.
Com lançamento marcado para o Dia dos Pokémon de 2021, a 27 de fevereiro, a coleção Poké Ball introduz a primeira réplica realista, em tamanho real, de metal injetado das icónicas Pokébolas, que guardam as criaturas fantásticas da série Pokémon nos animes e nos videojogos.
Esta réplica foi desenhada em conjunto com a The Pokémon Company para ser o mais autêntica possível. Além de um nível de detalhe Premium, tem ainda funções interessantes, como um sensor de proximidade que faz com que o botão da Pokébola brilhe, ou a possibilidade de ativar padrões de captura com a sua luz ao pressionar.
No entanto, não havendo Pokémon na vida real, esta réplica não só não abre, como não guarda nada lá dentro, pois claro. Nem sequer pode ser usada como um brinquedo. Em comunicado, a The Wand Company refere a Poké Ball como um verdadeiro “Colecionável “, com cada exemplar acompanhado com uma placa holográfica numerada.
Com as pré-reservas abertas em alguns retalhistas (podem consultar a lista no site da The Wand Company) um pouco por todo o mundo, a Poké Ball tem um preço recomendado de 99€. E se gostarem deste exemplar, preparem-se: durante o resto de 2021, serão também lançadas a Super Ball, Ultra Ball e a Honor Ball.
Há meia dúzia de novos jogos no serviço de streaming da PlayStation.
A equipa da PlayStation anunciou e lançou mais seis jogos no PS Now. A partir de agora, os subscritores vão poder descarregar para a sua consola PlayStation 4 ou PlayStation 5, ou até via streaming nas consolas e PCs, os seguintes jogos:
Horizon Zero Dawn
Stranded Deep
Broforce
Wreckfest: Drive Hard. Die Last.
The Surge 2
Darksiders III
Esta é a maior quantidade de adições que o PS Now recebeu até agora. Em destaque temos o exclusivo da Sony (isto no que toca a consolas), Horizon Zero Dawn, que regressa de novo ao serviço, sem data aparente de despedida, algo que já está marcado para Wreckfest, disponível apenas até ao dia 31 de maio de 2021.
O PlayStation Now é também compatível com o PC, estando disponível em três modalidades, com um mês a custar 9.99€, três meses a custarem 24,99€ e 12 meses a custarem 59,99€. Mas antes de se lançarem nesta aventura, há ainda sete dias de teste para garantir que conseguem jogar estes jogos nas melhores condições possíveis.
Dezembro leva até à subscrição mais de uma dezena de jogos para PC, consolas e smartphones.
Preparem os vossos discos, tomem nota e abram um espacinho para o vosso backlog que, em dezembro, vai ficar ainda maior.
A equipa da Xbox revelou as novas adições à subscrição Xbox Game Pass, que inclui novidades para as consolas, PC e dispositivos Android, onde se destaca o aclamado jogo da Remedy, Control, que aparece no serviço passado um ano de grande antecipação pelos fãs; Doom Eternal, na versão para PC; e a estreia da saga Dragon Quest na Xbox com Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age na sua Definitive Edition.
Podem conhecer aqui a lista completa de adições:
Control (Android e Xbox) – 3 de dezembro
Doom Eternal (PC) Dia 3 – 3 de dezembro
Haven (Xbox e PC) Dia 3 – 3 de dezembro
Rage 2 (Android) Dia 3 – 3 de dezembro
Slime Rancher (Android e Xbox) – 3 de dezembro
Va-11 Hall-A: Cyberpunk Bartender Action (PC) – 3 de dezembro
Yes, Your Grace (Android, Xbox e PC) – 3 de dezembro
Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition (Xbox e PC) – 4 de dezembro
Call of the Sea (Android, Xbox e PC) – 8 de dezembro
Starbound(PC) – 8 de dezembro
Unto The End (Xbox e PC) – 9 de dezembro
Assetto Corsa (Android e Xbox ) – 10 de dezembro
Gang Beasts (Android e Xbox) – 10 de dezembro
GreedFall (Android, Xbox e PC) – 10 de dezembro
Superhot: Mind Control Delete (Android e Xbox) – 10 de dezembro
Yooka-Laylee and the Impossible Lair (Android, Xbox e PC) – 10 de dezembro
Além das novidades do Xbox Game Pass, há atualizações para novos jogos capazes de tirar partido das capacidades touch de dispositivos Android. São eles:
Bloodstained: Ritual of the Night
Golf With Your Friends
Hyperdot
Ikenfell
Indivisible
ScourgeBringer
The Touryst
Vambrace Cold Soul
Por fim, temos as despedidas, da mesma forma que dezembro vê a chegada de muitos jogos, também se despede de uma boa quantidade deles, com especial destaque para eFootball PES 2020, Metro: Last Light Redux e Untitled Goose Game:
eFootball PES 2020 (Xbox) 11 de dezembro
Age of Wonders: Planetfall (Xbox e PC) – 15 de dezembro
Infinifactory (PC) – 15 de dezembro
Metro: Last Light Redux (PC) – 15 de dezembro
MudRunner (Xbox e PC) – 15 de dezembro
Naruto to Boruto: Shinobi Striker (Xbox) – 15 de dezembro
Pathologic 2 (Xbox e PC) – 15 de dezembro
The Turing Test (Xbox e PC) – 15 de dezembro
Ticket to Ride (Xbox e PC) – 15 de dezembro
Untitled Goose Game (Xbox) – 15 de dezembro
Para tirarem partido de todas as ofertas do Xbox Game Pass, pode faze-lo de três maneiras: através do Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês; do Xbox Game Pass para PC também por 9,99€/mês; ou do Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês, eque, por tempo limitado, pode ser acedido pela primeira vez, nos primeiros três meses, por apenas 1€.
Para ficarem a conhecer mais sobre este serviço, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.
O Razer Kishi para iPhone é como um cheat code que vem trazer vantagem competitiva, principalmente nos jogos de tiros na primeira pessoa. É impossível não gostar.
Após termos recebido e analisado a versão Androiddeste equipamento, chegou a vez de testá-lo para iOS e o resultado foi muito positivo. Quer em ergonomia, quer em latência, quer em qualidade dos materiais e diversidade de botões.
O Razer Kishi vem equipado com duas borrachas cuja forma permite usar o equipamento com o iPhone XS e 11 Pro, como com modelos maiores, entre os quais o iPhone XR, XS Max (o que usei para o teste), 11 e 11 Pro Max. Entretanto surgiu a dúvida se seria compatível com os novos modelos, mas já foi confirmado que sim, tanto no site da Razer, como no da Apple. É, também, compatível com os modelos Plus do iPhone 6s, 7 e 8, se bem que duvido que arranjem grandes jogos para estes modelos.
A ergonomia é cada vez mais um ponto de foco no que toca a videojogos e nota-se que houve cuidado e preocupação por parte da Razer para garantir que, com o seu produto, fosse possível jogar horas a fio sem sentir grande desconforto. A nível de dimensões, independentemente do iPhone usado, é muito semelhante à Nintendo Switch, mas é bem mais confortável (não uso mais a minha Switch muito por culpa do desconforto, mesmo com capa própria). A disposição dos botões em si também está muito bem conseguida, sendo fácil chegar a qualquer um de forma intuitiva. Só tive mais dificuldades em associar o nome dos botões à posição, visto que já não jogo Xbox desde 2010.
A Nintendo ganha aqui um rival a nível de portabilidade. O facto do controlador dar para compactar, ser leve e ocupar pouco espaço, é uma vantagem face à Switch, visto que é fácil arranjar espaço para o equipamento na mochila ou bolso do casaco no dia-a-dia, levando-o numa viagem. Outra vantagem face à Switch é que o Kishi (após algumas horas a jogar) dá a sensação de ser mais robusto e de ter uma maior durabilidade que os joy-con (conhecidos por avariarem facilmente).
Após testar o Kishi com alguns jogos distintos, entre os quais Asphalt 9, Call of Duty e Shadowgun Legends, pude concluir que a latência “Ultra-Low” anunciada bate certo, oferecendo uma vantagem competitiva enorme face a quem usa apenas o ecrã táctil. Esta latência baixa deve-se muito ao controlador ser ligado ao iPhone pela entrada de carregamento. Isto remeteu-me para uma dúvida inicial, mesmo antes de ter recebido o produto, que se prendia com o carregamento da bateria do iPhone enquanto se joga: é possível graças a uma entrada para o cabo de carregamento no controlador e, apesar de funcionar com a bateria do iPhone, não tem consumos notáveis.
Para além disso, também é uma ótima opção caso queiram fazer Remote Play da vossa consola (PlayStation ou Xbox), pois evita terem de andar com um comando atrás. Outra vantagem é que, com o Razer Kishi, só precisam de carregar o iPhone, algo que não acontece noutras opções, em que têm de carregar não só o smartphone, mas também o comando.
Outro ponto positivo é o facto de não terem de procurar um sítio para pousar o iPhone e posicioná-lo para conseguir uma boa experiência de jogo. Basicamente, este Razer Kishi descomplica o jogo remoto.
Fica a faltar o serviço da Xbox (Game Pass) para iPhone, visto que ia conferir mais utilidade ao Kishi para quem usa Apple, mas isto não é, de todo, um problema da Razer. Posto isto, o único problema com que me deparei foi mesmo o quão chato é ter de tirar a capa do iPhone sempre que quero usar o Kishi. Tenho a certeza que não é fácil conseguir um molde perfeito para que o iPhone com capa fique bem fixo (tal é diversidade de formatos de capas), mas, ainda assim, é um ponto negativo.
Colocando o Razer Kishi para iPhone na balança, o resultado é muito positivo. Fácil de usar, bastante ergonómico, latência praticamente inexistente, possibilidade de compactar e, por sua vez, facilidade de transporte e boa qualidade de materiais (das pegas e botões). Para além disso, tem um preço convidativo e justificável para aquele que é, segundo a crítica (e o prémio CES) o melhor produto do mercado, na categoria em que se insere.
Este é um produto pensado sobretudo quem gosta de gaming em smartphones sem latência ou procura uma opção eficiente, sólida e cómoda para complementar a vontade/necessidade de jogar a partir do Remote Play (quer da Playstation, quer da Xbox).
O Razer Kishi para iPhone pode ser adquirido na loja oficial da marca por 109.99€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
Alguma vez pensaram ter um smartphone que pudesse apresentar uma forma de T? Não? É que existe e já está disponível no mercado português. Falamos, naturalmente, do LG Wing, o mais recente e inovador smartphone da marca sul-coreana.
Este é o primeiro equipamento do Explorer Project, a estratégia da marca que vai dar novos horizontes à indústria de mobile. É, também, o primeiro smartphone do mundo com um segundo ecrã oculto e rotativo, que, aliado a recursos específicos, irá permitir todo um novo leque de possibilidades.
É certo que os smartphones com dois ecrãs não são propriamente uma novidade hoje em dia – a própria LG apresentou recentemente o LG G8X ThinQ – mas este Wing é todo outro estilo. Afinal de contas, não é todos os dias que podem ter um dispositivo em forma de T.
Basicamente, o LG Wing permite que os utilizadores possam alternar suavemente e a qualquer momento entre o Modo Rotativo e o Modo Básico. No Modo Rotativo, toda a frente do telefone gira 90 graus no sentido dos ponteiros do relógio, ficando o ecrã principal na posição de modo paisagem, e revelando dessa forma um segundo ecrã de 3,9 polegadas que permite novas utilizações e novas possibilidades para explorar quando o equipamento se encontra no Modo Rotativo. Esta possibilidade permite que uma única aplicação possa ser expandida para ambos os ecrãs ou, em alternativa, que duas aplicações possam ser mostradas simultaneamente, uma em cada ecrã.
Ou seja, ver vídeos e aceder a plataformas de streaming no Modo Giratório permite aos utilizadores interagir com o segundo ecrã enquanto o conteúdo é reproduzido sem interrupções no ecrã principal. Por exemplo, ao abrirem o YouTube, o ecrã principal exibe o vídeo enquanto no segundo ecrã é possível ver os comentários ou a barra de pesquisa.
E este, estes aliás, são os selling points do Wing: os dois monitores e o fator do formato revolucionário. E enquanto assistem a algo num dos ecrãs, no outro podem procurar as informações que desejarem.
De realçar ainda que o Modo Rotativo também pode ser útil enquanto estão a conduzir, pois permite seguir as indicações do mapa no ecrã principal enquanto o segundo ecrã fica reservado para chamadas.
No que toca a características técnicas, o ecrã principal do LG WING é um P-OLED FullVision de 6,8 polegadas com uma proporção de 20.5:9. Dentro do terminal está ainda um processador Qualcomm Snapdragon 765 5G, 8GB de RAM, 128GB de armazenamento interno, três lentes na traseira (uma OIS Wide de 64MP, uma Ultra Wide de 13MP e uma Ultra Wide Big Pixel de 12MP) e uma câmara frontal pop-up de 32MP.
E atenção que há um pormenor interessante na questão das câmaras. Diz a LG que este Wing tem uma Câmara Gimbal Motion, a primeira do mundo num smartphone, que transforma o segundo ecrã do LG Wing num suporte conveniente, ao fornecer a estabilidade necessária para capturar fotos mais nítidas e imagens de vídeo suaves no modo horizontal com apenas uma mão.
Já a bateria é de 4.000mAh, sendo que traz o Android10.0 instalado. Falta referir o preço: 1099,99€. Sim, não é para todas as carteiras, e o preço não se justifica sequer pelas características internas, que hoje em dia são somente “boas”, e não excelentes, mas o facto de ter o segundo ecrã rotativo encarece logo o valor final.
Da realidade virtual para as consolas – assim é a prequela de Remnant: From the Ashes.
Estamos oficialmente no final de 2020. Ainda não comemos as passas, mas já sentimos o cheiro a ano novo que começa a propagar-se pelas ruas. É certo que Cyberpunk 2077 está no horizonte e que a pandemia ainda nos assombra diariamente, mas estamos a fechar um ano que foi, em praticamente tudo, invulgar. Dezembro é um mês atípico para lançamento de novos jogos. Com o Natal a chegar, muitos estúdios evitam as festividades e procuram algum destaque fora da loucura das compras, mas, este ano, até o último mês é estranho.
Temos várias novidades a chegarem nas próximas semanas. Não só com o último título da CD Projekt Red, como Chronos: Before the Ashes também abre as hostes com uma campanha agradável, mas muito longe de ser memorável.
Parte prequela e parte relançamento, Chronos: Before the Ashes saltou da realidade virtual, formato em que se estreou, para o PC e consolas domésticas, dando-nos um novo olhar sobre o passado e mundo de Remnant: From the Ashes. Também produzido pela Gunfire Games, que nos trouxe Darksiders III, o RPG de ação, fortemente inspirado em Dark Souls e títulos de aventura, transporta-nos para um mundo mais aborrecido do que encantador e assustadoramente linear, especialmente para o género. No entanto, algumas mecânicas interessantes dão-lhe uma certa personalidade, ainda que não consigamos sentir um enorme entusiasmo ao longo da sua campanha curta (com uma média de cinco a sete horas).
No papel, Chronos: Before the Ashes é uma versão light e muito acessível do género Soulslike. É certo que existe uma certa aposta na dificuldade e que somos punidos sempre que somos derrotados, mas a campanha é muito mais calma e lânguida do que é habitual neste novo género. Não só os movimentos das personagens são mais lentos, especialmente do nosso protagonista, como o leque de ataques, combinações e magia são muito limitados, criando, assim, uma sensação de marasma que nunca conseguimos afastar.
É funcional, claro, com a sua aposta em ataques rápidos, pesados, defesa e desvio rápido, mas falta-lhe profundidade em combate, sendo muito fácil de atordoar os inimigos e prendê-los a um dos cantos dos cenários. Por outro lado, existem demasiadas armadilhas que nos matam automaticamente, algo que vos irá apanhar de surpresa – e enervar muito.
O mundo está dividido por zonas e há uma tentativa de criar, até certo ponto, uma sensação de grandiosidade e exploração no jogo, mas é de curta duração. Chronos: Before the Ashes nunca esconde as suas origens na realidade virtual e os cenários são demasiado despidos e desinteressantes para não pensarmos sequer que não é um relançamento. O mundo segue uma linearidade desapontante, com as zonas a relegarem-se regularmente a cavernas, salas e corredores aborrecidos onde nos sentimos enclausurados e sem possibilidades de explorarmos. O design dos níveis é desinspirado, muito pouco criativo e sem motivos para revisitarmos zonas passadas, ainda que o jogo tente criar puzzles pouco desafiantes e uma busca constante por chaves e outras ferramentas para avançarmos. Nem sempre funciona.
De facto, a Gunfire Games apostou na simplicidade e Chronos: Before the Ashes acaba por ser uma boa porta de entrada para um género que não é acessível. Os combates são simples, a progressão também é muito direta – com a possibilidade de dividirmos os pontos de habilidades por quatro atributos – e a inteligência artificial dos inimigos consegue criar a ilusão de desafio sem ser muito invasiva ou desafiante (o que poderá aborrecer os fãs do género). O segredo está na simplicidade, mas este RPG de ação traz consigo uma mecânica que podia ter salvo toda a experiência: a idade do nosso protagonista.
Ao contrário de Dark Souls e de outros títulos do género, não perdemos experiência ou pontos de habilidades quando somos derrotados. Não precisamos de regressar ao local onde saboreámos a morte para recuperar tudo o que nos foi retirado. É certo que regressamos ao último ponto de gravação e que todos os inimigos ganham vida sempre que perdemos, mas em Chronos: Before the Ashes perdemos algo mais valioso. Quando somos derrotados, a nossa personagem ganha um ano de vida. Começamos como adolescentes, sedentes por aventura, fortes e ágeis, quase imparáveis, mas à medida que avançamos e somos derrotados, os anos amontoam-se. O corpo fica mais lento, a força desvanece e mal conseguimos levantar as nossas armas – que vão desde espadas a machados e lanças – e escudos.
Com a idade, nasce, no entanto, a sabedoria, e temos acesso a mais magias e habilidades únicas, uma troca que irá deliciar alguns fãs. Mas não se esqueçam: por cada vantagem, terão sempre uma desvantagem associada.
Isto é fenomenal. Quando me apercebi desta mecânica, fiquei entusiasmado com a perspetiva de ver os meus erros a ganharem forma na campanha e a terem repercussões pesadas na forma como seria obrigado a adaptar-me. Se não tivesse cuidado, o meu jovem rapidamente se transformaria num homem de meia-idade sem a destreza da juventude. Que empolgante! Para além da alteração dos atributos, o jogo atribui, de dez em dez anos, novas vantagens que melhoram as habilidades inerentes da personagem – como os pontos de vida, magia e stamina.
O sistema está bem pensado, cria uma sensação de urgência e destaca-se dos rivais pela aposta na passagem do tempo, mas há um enorme problema: o jogo não é suficientemente difícil para aproveitar a mecânica.
Durante as minhas horas, posso dizer que só perdi por causa das armadilhas injustas ou de inimigos, como um monstro de pedra, que nos matam com um só ataque. Fora essas ocasiões, o jogo não é desafiante. Nem os bosses oferecem grande resistência se tivermos uma boa arma e itens de cura suficientes. Se melhorarem as armas, por exemplo, através do seu sistema de crafting básico – onde fazemos tudo diretamente nos menus, sem necessitar de paragens obrigatórias –, não vão encontrar grandes desafios, especialmente se utilizarem as habilidades mágicas da personagem.
Chegar a uma idade avançada é, pela minha experiência, quase impossível, o que invalida por completo esta aposta da Gunfire Games. Talvez funcione melhor na dificuldade superior, mas tenho as minhas dúvidas.
Chronos: Before the Ashes não vai surpreender, mas pelo preço e tendo em conta que estamos a fechar 2020, poderá ser uma distração positiva durante as férias natalícias. Não é inovador e perde muito por apostar tanto na linearidade, mas nunca podemos esquecer as suas origens como título na realidade virtual. É uma aventura curta, ocasionalmente divertida, mas pouco memorável – mas ao menos é honesta.
Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela THQ Nordic.
Começou a contagem decrescente para o Natal. E diz a Disney que a programação do Disney+ é como um calendário de advento, cheio de surpresas para descobrir a cada dia. Logo, e porque não ver algo diferente, todos os dias, até ao dia do Natal?
É o que propõe a Disney, tendo criado uma lista de 25 sugestões para começarmos a ver já a partir de hoje. São eles:
Dia 1 – Sozinho em Casa: a celebrar 30 anos, este é o clássico natalício a rever na abertura da temporada de filmes de Natal;
Dia 2 – Frozen – Uma Aventura de Olaf: uma curta do universo Frozen, em que Olaf salva o primeiro Natal de Elsa e Anna;
Dia 3 – Santa Cláusula: outro clássico festivo, em que um pai se vê transformado no Pai Natal com a missão de convencer um mundo cheio de descrentes, incluindo ele próprio;
Dia 4 – Mulan: uma das estreias mais aguardadas do ano, com a versão live-action da história de uma das heroínas mais destemidas da Disney.
Dia 5 – The Simpsons: Episódios de Natal: aproveitem o fim-de-semana para ver ou rever alguns, ou todos, os episódios dedicados a esta quadra.
Dia 6 – Amadrinhadas: um Original Disney+ em estreia exclusiva. Uma comédia sobre fadas-madrinhas, contos de “felizes para sempre” e diversão em família;
Dia 7 – Sozinho em Casa 2: altura de rever o segundo filme das aventuras de Kevin McCallister, desta vez perdido em Nova Iorque;
Dia 8 – Frozen 2 – O Reino do Gelo e Era Uma Vez um Boneco de Neve: O mais recente filme Frozen e a nova curta-metragem que conta as origens de Olaf, o inocente e perspicaz boneco de neve;
Dia 9 – Boa sorte, Charlie! Uma viagem fora de série: a viagem atribulada da família Duncan, a caminho das férias de Natal em Palm Springs. Durante a viagem, todos aprendem que a bondade será a chave para poderem celebrar a quadra em família;
Dia 10 – Bora lá: um dos mais recentes filmes de animação Disney Pixar, que acompanha as aventuras de dois irmãos elfos à procura da magia;
Dia 11 – High School Musical: O Musical: A Série – Especial Boas Festas: O elenco de High School Musical: O Musical: A Série reúne-se para um especial de animação festiva, celebrado com as suas músicas favoritas de Natal, Hanukkah e Ano Novo;
Dia 12 –Lego Star Wars – Especial Boas Festas: em plena celebração do Dia da Vida, Rey embarca numa aventura épica através do tempo, onde se cruza com várias personagens e vilões da saga Star Wars, mas será que regressa a tempo de celebrar com os amigos e aprender o verdadeiro significado daquela festa;
Dia 13 – Safety: Um Original Disney+ baseado na história inspiradora do jogador de futebol americano Ray McElrathbey;
Dia 14 – Mickey – Um Natal Mágico: uma antologia das histórias de Natal mais hilariantes, enternecedoras e inesquecíveis que Mickey, Minnie e os seus amigos passaram juntos;
Dia 15 – Winnie The Pooh – Um Natal Megapooh: depois de um Natal bem passado, o Coelho só vai descobrir o verdadeiro espírito da quadra quando os seus amigos definem disparatadas resoluções de ano novo para mudarem de feitio;
Dia 16 – Festeja o Natal com o Mickey: o Pai Natal junta-se ao Mickey, à Minnie e aos seus amigos, numa comédia de animação sobre descobrir a verdadeira alegria do Natal;
Dia 17 – O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos: nesta versão mágica do conto clássico, Clara viaja até aos Quatro Reinos, onde tem de enfrentar a tirana Mãe Ruiva para repor a harmonia nesse mundo misterioso;
Dia 18 – Em Pontas: estreia da série documental original sobre a American School of Ballet e a preparação para o clássico bailado O Quebra-Nozes;
Dia 19 – As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa: as aventuras de quatro irmãos que entram no mundo encantado de Nárnia através de um guarda-roupa encantado;
Dia 20 – MARVEL: Aventuras dos Super-Heróis – Batalha no Gelo: Os vingadores tentam impedir que Loki roube os poderes do Pai Natal;
Dia 21 – À procura do Patas Natal: depois de o Pai Natal perder a memória durante uma viagem a Nova Iorque, cabe a duas crianças e a um maravilhoso grupo de cães mágicos que falam salvar o Natal e mostrar ao mundo o seu verdadeiro significado;
Dia 22 – Um Conto de Natal: a história de Ebenezer Scrooge (Jim Carey), um empresário sovina, que com a ajuda de três espíritos de Natal, terá oportunidade de abrir o seu coração para emendar anos de má vontade, antes que seja tarde demais;
Dia 23 – O Rei Leão (2019): um clássico Disney que ganha vida de uma forma espetacularmente nova.
Dia 24 – Noelle: um original Disney+ e uma comédia familiar em que Noelle, uma rapariga com verdadeiro espírito natalício, dá o seu melhor para salvar o Natal;
Dia 25 – Soul: estreia absoluta do novo filme de animação da Disney Pixar, que conta a história do professor de jazz Joe Gardner, que vai parar por acidente ao “The Great Before”, um lugar fantástico onde as novas almas adquirem a sua personalidade antes de iniciaram a sua viagem na Terra. No processo, acaba por descobrir as respostas a algumas das questões mais importantes da vida.
Os utilizadores da cidade Invicta têm agora a oportunidade de encomendar os favoritos do “DOP em sua casa”.
Gostavam de ter uma experiência gastronómica com incursões pelos verdadeiros clássicos da cozinha portuguesa recriados pelas mãos do chefRui Paula, detentor de duas estrelas Michelin? Agora já é possível.
O DOP do Chef Rui Paula está agora disponível para os utilizadores Uber Eats, no Porto, na versão DOP em sua casa. Esta é uma estreia no delivery e é, também, um restaurante virtual exclusivo daquela plataforma.
É agora possível devorar em casa pratos de peixe como o Caril de peixe e gambas; o Tamboril, puré de trufa e molho de lagostim; ou o Robalo com migas de marisco. Os amantes de carne podem desfrutar de várias iguarias como a Perna de pato com puré de trufa e cogumelos; a Bochecha de vitela com gnocchis de couve e cogumelos; ou o ex libris Pá de cabrito, indicado para duas pessoas.
O DOP proporciona também Sanduíches de Rosbife e tonato; de Lírio fumado com maionese de trufa; Bife tártaro ou Sardinha. Entre as opções estão ainda disponíveis entradas, entre elas a Lula recheada com alheira ou a Terrina de foie gras.
A carta compõe-se igualmente de saladas de queijo brie com compota de três pimentos, a salada Niçoise e as massas de tagliatelle de gambas ou espinafres. Para finalizar, o chef Rui Paula sugere o Crème brûlée de chocolate branco ou a Tarte de amendoim e chocolate.
Para todos aqueles que nunca utilizaram o Uber Eats antes, podem utilizar o código eats-cwyhis que vos dará um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€, excluindo taxa de entrega.
Está agora disponível uma web app online para clientes.
Diz a Revolut que o acesso às contas através do browser era algo há muito requerido pelos clientes. Pois bem, essa é uma funcionalidade que acaba agora de ser disponibilizada.
A partir deste momento, os clientes Revolut já podem aceder às respetivas contas através de uma web app, isto é, via browser, sendo uma alternativa à aplicação móvel. Basta introduzir o número de telemóvel, inserir o código de segurança de quatro dígitos que definiram na app Revolut e, já no smartphone, darem autorização ao login.
Caso a app não esteja disponível, podem tentar fazer a autenticação via SMS ou e-mail, sendo depois enviado um código que devem inserir na web app.
Portanto, os clientes Revolut podem entrar de forma segura no website, protegido por um sistema de autenticação de dois factores, e aí encontram a visão geral da sua conta, bem como o histórico de transações e os seus cartões. Podem ainda congelar ou descongelar os cartões, bloquear ou desbloquear o PIN e ainda fazer a gestão de outras funcionalidades de segurança das suas contas com apenas alguns cliques.
É também possível através desta web app adicionar dinheiro à conta através de transferência bancária, cartão débito ou de crédito e através de Apple Pay (onde o serviço for disponibilizado, utilizando o browser Safari).
Caso tenham questões ou problemas, podem ainda contactar com equipas de suporte e têm acesso a uma área de perguntas frequentes.
Música, animação circense, stand up comedy, teatro infantil, cinema drive in, oficinas para a família, video mapping e até uma foto especial com o Pai Natal. São estas as promessas do Feliz Almada para este final de ano.
O arranque das celebrações foi dado hoje, 30 de novembro, com a ligação das iluminações de Natal, este ano alinhadas com nova identidade gráfica de Almada e com a aposta nas entradas do concelho.
De 8 a 20 de dezembro, a magia do Natal vai iluminar com um espetáculo de video mapping as ruas das 11 freguesias do concelho. É, portanto, um espetáculo para assistir à distância, em segurança, a partir de casa.
Já no Solar dos Zagallos, na Sobreda, o Natal será celebrado com música, oficinas para a família, visitas guiadas e uma sessão de contos tradicionais, de 10 a 13 de dezembro.
O musical Rita no Reino das Páginas vai encantar e divertir os mais novos e despertar o gosto pela leitura e pelas histórias e contos de fadas, nos dias 12, 13, 19, 20 e 22 de dezembro.
Nos dias 16, 17 e 18 de dezembro, ao entardecer ou à noite, há cinema drive-in. Basta estacionarem, sintonizar a frequência e viver uma boa experiência nas sessões de cinema ao ar livre com Armados em Espiões e Polar Express (matinés); Assim nasce uma estrela, Bohemian Rhapsody e Variações (à noite).
Há também humor, neste caso graças às atuações de Luís Filipe Borges, Pedro Luzindro, Rúben Branco e Hugo Rosa, que prometem muitas gargalhadas num espetáculo único de stand up comedy no dia 18 de dezembro, no Mercado das Torcatas. O espetáculo terá transmissão em direto no canal de YouTube da Câmara Municipal de Almada.
Ao longo do mês de dezembro, as ruas mais emblemáticas do concelho vão encher-se de cor e animação natalícia com as artes circenses. Há ainda atuações de grupos corais no Coreto do Jardim da Cova da Piedade, música nas igrejas, iluminações natalícias e fotos virtuais com o Pai Natal, à distância de um código QR.
Duas das mais aplaudidas bandas do metal extremo contemporâneo: de um lado, um grupo clássico do death metal; do outro, um dos projetos emergentes mais interessantes dos últimos anos.
Num mundo sem pandemia, os Behemoth teriam sido um dos cabeças de cartaz do Vagos Metal Fest 2020. Porém, e como a COVID-19 chegou para nos lixar a vida, o festival foi adiado. Consequência? Devido a incompatibilidade de agenda, os Behemoth foram substituídos na edição de 2021 do festival pelos Dimmu Borgir.
Mas nem tudo é mau. Sabemos agora que a banda vai efetivamente regressar a Portugal no próximo ano, neste caso para um concerto em nome próprio, marcado para o dia 8 de outubro, na Sala Tejo da Altice Arena, em Lisboa.
Na mesma noite tocarão também os Arch Enemy, grupo que esteve presente na edição de 2019 do VOA – Heavy Rock Festival.
Mas isto não é tudo. Também na Sala Tejo irão tocar os convidados especiais Unto Others e Carcass.
Os bilhetes são postos à venda esta quarta-feira, dia 2 de dezembro, por 38€.
Todos os anos, os aficionados por passatempos esperam ansiosamente pelo mês de dezembro. Porquê? É nesse mês que as marcas promovem os seus calendários do Advento, iniciativas que não só servem para dar descontos em dias específicos ou produtos específicos, como também para ganhar vários prémios.
Neste artigo, iremos ao longo do tempo adicionar novas iniciativas, consoante as formos descoberto ou os nossos leitores indicarem.
Nivea
24 dias, 24 desafios, 24 prendas de natal. O Calendário do Advento é uma tradição alemã que inspira e nos deixa inquietos com o espírito natalício. Inscrevam-se primeiramente no site e depois nesta iniciativa para que, a partir do dia 1 de dezembro, possam receber desafios diários e habilitar-se a ganhar presentes NIVEA todos os dias. Os prémios serão variados e atribuídos consoante o dia.
Pingo Doce
De 1 a 24 de dezembro, o Pingo Doce vai oferecer um brinquedo por dia. Para isso, devem ficar atentos ao perfil oficial no Instagram.
Todos os dias será lançado um desafio diferente, com um novo brinquedo. Para a participação ser válida, terão de seguir a página de Instagram do Pingo Doce, comentar a publicação do passatempo no próprio dia da publicação, mencionando três perfis de amigos do Instagram, e, ainda, incluir uma frase criativa que vá ao encontro do estipulado na descrição de cada publicação.
Serão selecionadas todos os dias três frases originais.
Clube Bertrand Infantil
A partir do dia 1 de dezembro, fiquem atentos às páginas de Facebook e Instagram e participem nos passatempos diários que o Clube Bertrand Infantil irá promover. Será oferecido pelo menos um livro por dia, até ao dia 25 de dezembro.
E já sabem: se repararem na existência de mais calendários do advento, deixem os links nos comentários.
Uma ótima forma de receber em casa as deliciosas cookies e brownies do espaço.
Nasceu em Braga, no verão de 2011, para oferecer uma alternativa ao café tradicional, aos bolos típicos e aos gelados industriais. O objetivo? Apresentar um pedaço de diferentes partes do mundo, numa viagem pelos sabores. Falamos, claro, da Spirito, que tem vindo a habituar os clientes aos seus deliciosos gelados, brigadeiros, bolos, cupcakes, brownies e tantas outras coisas deliciosas.
Já em 2016, cinco anos após a abertura da primeira loja, os responsáveis abriram uma Spirito na cidade do Porto, para gáudio de muitos portuenses. Contudo, existia até aqui um problema: com lojas estabelecidas somente no norte do país, tornava-se praticamente impossível a muitos outros clientes conhecerem as criações da marca.
Pois bem, esse problema foi parcialmente desenvolvido. É que, agora, a Spirito já tem uma loja online com algumas criações deliciosas para venda.
No momento de escrita desta artigo contamos 23 produtos diferentes: há frascos de álcool gel, brownies e cookies e, ainda, um cartão de oferta de 10€.
No que toca às cookies, existem variedades com Chocolate com Flor de Sal, Oreo, Avelã & Chocolate Chip, M&M’s, Smores (chocolate e marshmallows) e Pistachio & Caramelo Salgado. Já nos brownies, há opções como Manteiga de Amendoim, Cheesecake ou com pedaços de cookie, entre outras.
Seja para brownies ou cookies, o preço é o mesmo: 11€ para uma caixa de quatro unidades. Há também opção de uma caixa de 10 unidades, sendo que neste caso pagam 25€ (cookies) ou 28€ (brownies).
O valor mínimo para uma encomenda é de 10€. No que toca aos portes de envio, o preço vai variando consoante o que peçam. O melhor de tudo? A entrega é grátis em compras acima dos 29,99€.
Pikmin 3 Deluxe é um jogo cativante para quem aprecia a resolução de puzzles num mundo em contra-relógio e com uma mensagem escondida.
Texto por: Margarida Valente
Pikmin 3 Deluxe é uma das mais recentes apostas para a Nintendo Switch, correspondendo a uma versão melhorada do seu predecessor Pikmin 3, de 2013, lançado para a Nintendo Wii U. Este lançamento no final de outubro deste ano, para além de ser esperado com bastante entusiasmo pelos fãs deste franchise, constitui também uma agradável surpresa para os novos jogadores.
Incluindo-me neste último grupo, devo dizer que, apesar de ser alheia a esta saga, Pikmin 3 Deluxe conquistou um lugar especial, não só pelos seus gráficos adoráveis, mas também pelos seus puzzles num mundo mágico por explorar.
Em tom de síntese, Pikmin 3 Deluxe, à semelhança dos jogos anteriores, é um jogo de estratégia e ação. Acompanhamos três exploradores que, pela falta de recursos no seu planeta Koppai, partem rumo ao planeta PNF-404, por forma a encontrar frutos e sementes. No entanto, devido a uma aterragem de emergência, vimo-nos num planeta desconhecido: na pele destes exploradores e com a ajuda de uma equipa que pode ir até 100 Pikmin, devemos reparar a nossa nave e reunir alimentos suficientes para voltar para ao nosso planeta, Koppai.
Podendo dividir o grupo até três subunidades lideradas por cada um dos exploradores, resolvemos quebra-cabeças com a ajuda destes pequenos Pikmin, que não só nos transportam objetos e mercadorias, como também lutam contra outras criaturas sob o nosso comando. Considerando que cada Pikmin tem uma habilidade inerente à sua cor, devemos usá-los de forma estratégica, mediante os obstáculos encontrados e até na própria escolha do número de cada tipo de Pikmin que queremos ter na nossa equipa.
Contudo, estamos condicionados a explorações diárias de cerca de 15 minutos no planeta, sob pena de termos a nossa inteira equipa de Pikmin devorada, caso não esteja connosco, por predadores noturnos. Para além desta responsabilidade, acresce o facto de nós próprios precisarmos de consumir as nossas reservas de fruta para continuarmos a explorar os recursos existentes neste planeta.
Relativamente aos modos de jogo, é-nos aconselhado o Story Mode, apresentando três níveis de dificuldade: Normal, Hard e Ultra-Spicy. Esta diferença de dificuldade prende-se com o tempo disponível por cada dia de exploração, quantidade de vida dos inimigos e, no caso de Ultra-Spicy, limitação do número máximo de Pikmin na equipa. Para além do exposto, temos ainda o Mission Mode, Bingo Battle em Cooperative Mode e, finalmente, Side Stories, com o Capitão Olimar e o Louie, que funcionam como um prólogo do Pikmin 3.
Uma das novidades deste jogo está precisamente neste Cooperative Mode, permitindo a divisão do ecrã enquanto se joga em Story Mode. Infelizmente, tal só é possível localmente na mesma consola, não estando disponível uma vertente online. Ou seja, torna-se complicado para utilizadores da Switch Lite, uma vez que este modo cooperativo requer um comando compatível por jogador.
Os gráficos do jogo, como referi anteriormente, são adoráveis, desde a caracterização dos Pikmin até ao mundo que nos rodeia e que tanto se assemelha ao nosso planeta Terra. Esta componente só nos faz querer proteger mais estas criaturas que tanto nos ajudam nesta nossa aventura.
Por sua vez, no que toca à jogabilidade, temos um lock-on que nos permite fixar o alvo num inimigo ou num determinado objeto aquando do lançamento de Pikmin, tornando essa tarefa muito mais fácil. Com este melhoramento, vem também a possibilidade de selecionar apenas um tipo de Pikmin em charge.
Neste sentido, é um jogo bastante acessível, cujos comandos nos vão sendo explicados à medida que avançamos nesta aventura desde o nosso primeiro encontro com este seres apelidados de Pikmin. Possuímos um apito que atua num raio de ação considerável, permitindo-nos reunir aqueles Pikmin que, por vezes, ficam perdidos no fim de realizarem aquela tarefa que lhes foi atribuída por nós. Resta depois lançá-los e aumentar a nossa equipa de acordo com as nossas necessidades.
É aqui que reside a essência do jogo. Podemos fazer um charge de todos os tipos de Pikmin e esperar pelo melhor ou, então, avaliar a situação e usar os Pikmin de acordo com as suas habilidades e de maneira a ter menos baixas na nossa equipa.
Contudo, surgem quebra-cabeças que, com essa lógica, não nos deixa ser tão bem sucedidos. Será sempre melhor avaliar a situação e tomar decisões de acordo com o número e tipo de Pikmin disponíveis, já que há barreiras que apenas podem ser quebradas por determinados tipos de Pikmin.
A divisão da nossa equipa de acordo com o número de exploradores também é bastante importante quando surgem obstáculos, como um pequeno riacho ou até zonas demasiado altas. Esta subdivisão permite-nos, assim, ir em diferentes direções e alternar entre equipas. No final do dia, resta-nos recolher os nossos Pikmin e regressar à nossa nave onde podemos ler os relatórios diários redigidos pelos nossos explorados e verificar qual o nosso próximo destino.
Considerando que cada dia de exploração não leva mais que 15 minutos a concluir, Pikmin 3 Deluxe é um jogo cujo progresso se grava facilmente, sendo possível, caso necessário, repetir esse mesmo dia de exploração. Todavia, faz-nos também querer continuar a jogar e ir buscar aquela peça de fruta que ficou ali esquecida e não tivemos tempo de recuperar, ou até explorar aquela zona do mapa cuja barreira ainda não conseguíamos destruir. É, essencialmente, um título que apela a todas as idades e que nos faz querer explorar mais, face à dimensão deste mundo desconhecido.
No geral, Pikmin 3 Deluxe é um jogo cativante pela sua natureza, para quem aprecia a resolução de puzzles num mundo em contra-relógio e com uma mensagem escondida. Para os mais hesitantes, está disponível um demo gratuita na loja online, cujo progresso poderá ser transferido para o jogo após a compra.
Disponível para: Nintendo Switch Jogado naNintendo Switch Cópia para análise cedida pela Nintendo Portugal.