Está ao abandono e foi construído ilegalmente pelo empresário Carlos Maia Nogueira.
Foto: SIC
São 9.000m2 no Parque Natural de Sintra-Cascais, mais especificamente na Quinta da Felicidade, e foram, em tempos, sinal de muito luxo: uma mansão, três piscinas, salão de festas e uma espécie de palácio da Disney.
Este palácio teve, inclusive, permissão da própria Disney para ser construído, que enviou ao empresário Carlos Maia Nogueira tanto plantas, como fotografias, para que pudesse avançar com esta “cópia”. Na altura, o objetivo do empresário era construir uma casa de bonecas para a filha.
Carlos Maia Nogueira chegou a ser conhecido como o rei da microinformática. O empresário é o fundador da Solbi, empresa que chegou a ser líder de mercado e que vendeu o primeiro computador pessoal em Portugal.
O empresário e família viviam, na altura, na Quinta da Felicidade, espaço que também acolhia os eventos da Solbi. Porém, o fim do império nos anos 2000, e a respetiva acumulação de dívidas, levaram ao fim de todos os luxos.
A falência fez com que a família abandonasse a propriedade e, sem vigilância, acabou por ir sendo destruída aos poucos. No que toca ao “palácio da Disney”, o edifício, construído sem licença em zona protegida, tem sido vandalizado ao longo dos anos, estando bastante degradado. Alvo de um processo de execução, o palácio, que chegou a valer cinco milhões de euros, pode agora ser adquirido por 1,5 milhões.
Entre 1995 e 1998, o palácio recebeu várias ordens de demolição por parte da Câmara de Cascais, mas tal nunca chegou efetivamente a acontecer. Contactada pela SIC, que fez recentemente uma reportagem sobre o local, a autarquia explicou que, por dificuldades várias, estes processos de demolição nunca foram executados. Uma das dificuldades prende-se com o facto de a primeira empresa proprietária ter declarado falência. A partir daí, diz a estação de Paço de Arcos, abriu-se uma disputa entre privados, dado que não há clarificação sobre quem tem os direitos reais de propriedade.
A Quinta da Felicidade foi registada em nome de uma das empresas de Maia Nogueira, entretanto falida. O atual credor é o Banco BIC, que comprou a hipoteca do extinto BPN. Carlos Maia Nogueira é o fiel depositário e espera que, em breve, seja vendido, até para evitar uma degradação ainda mais acentuada.
Ao longo dos anos, várias têm sido as pessoas a visitar este espaço, sozinhas ou com amigos. Recentemente, e dado o boom do Tik Tok, o palácio da Disney voltou a ganhar novo destaque entre os mais jovens.
#SemSaída chega aos cinemas nacionais a 23 de dezembro.
Título original: Follow Me Realizaçãoe argumento: Will Wernick Género: Aventura, Terror, Thriller Elenco: Keegan Allen, Holland Roden, Denzel Whitaker
Sinopse:“Uma estrela das redes sociais viaja com os amigos para Moscovo para gravar novos conteúdos para o seu bem-sucedido vlog.Numa tentativa permanente de ultrapassar limites para satisfazer os desejos de um crescente número de seguidores, ele e os amigos aceitam participar num jogo mortal cheio de mistério, excessos e perigo. À medida que a fronteira entre vida real e redes sociais se vai esbatendo, o grupo tem de lutar para escapar e sobreviver.“
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Rio Tinto) para as antestreias de #SemSaída no dia 21 de dezembro, às 19h30, nos CinemasNOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas NOS Parque Nascente, em Rio Tinto.
Lisboa:
Ângela Ferreira dos Vais
Nuno Augusto
Joana Azevedo
Maria José Pereira
Maria Alexandra Oliveira
Rio Tinto:
Armanda Leite
Patrícia Ferreira de Pinho
José Magalhães
Vitória Monteiro
Vasco Pereira dos Santos
Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).
Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.
Soul chega para terminar o ano em grande. É, sem dúvida, um dos melhores filmes de 2020. Mais um clássico da Pixar, ideal para se ver na manhã de Natal.
Sinopse:“Joe (Jamie Foxx) é um professor de música do 2º ciclo cuja vida não tem corrido como esperava. A sua verdadeira paixão é jazz… e Joe é muito bom. Mas quando viaja para outro mundo para ajudar alguém a encontrar a sua paixão, descobre realmente o que significa ter soul.”
Do meu Top 15: Filmes Mais Antecipados de 2020, oito foram removidos do calendário deste ano devido à pandemia global atual, logo não tinha assim muitos filmes para os quais me sentia incrivelmente entusiasmado. Adoro praticamente tudo o que a Pixar produz e, no início de 2020, notei que o estúdio ia lançar não um, mas dois filmes de animação originais, algo bastante incomum na sua história (só aconteceu em 2015 e 2017). Onward foi mais um sucesso, mas todos sabiam que Soul era a grande arma do estúdio. A data de lançamento marcada para dezembro implica melhores chances de ganhar um Óscar e o tão esperado regresso de Pete Docter (Monsters Inc., Up, Inside Out) às cadeiras de realizador e argumentista também eleva as expetativas para o filme.
Não sou diferente. As minhas expetativas eram tão altas como o céu, mas a questão principal na minha mente não era realmente se Soul ia ser um filme excelente, mas sim se seria tão bom ao ponto de o adorar mais do que Wolfwalkers, o meu filme de animação favorito do ano até agora?
Bom, posso escrever que é um empate maravilhoso, lindo e emocionante. Adoro imensamente ambos os filmes e não ficaria surpreendido se os visse no meu Top 10. No entanto, este é o palco de Soul, por isso, permitam-me, desde já, despachar o único problema pequenino que tenho com o filme. Durante o primeiro ato, não consegui sentir uma conexão com a história nem com as personagens. Demorei algum tempo para me sentir realmente investido na narrativa e até os próprios aspetos técnicos, como o estilo de animação e a banda sonora (Trent Reznor, Atticus Ross), me pareceram estranhos e surpreendentemente não tão cativantes.
No entanto, este começo lento e pouco convincente não afeta negativamente o filme no seu geral, visto que a maioria destes componentes aparentemente esquisitos melhoram com o passar do tempo. A partir do momento em que senti o clique, entrei naquela montanha russa de emoções que desejo sempre experimentar numa longa-metragem da Pixar. O estúdio é conhecido pelos seus finais extremamente sentidos, chocantes e indutores de lágrimas, e apesar de Soul não ser uma exceção à regra, está longe de conter aqueles minutos finais alucinantes, de fazer cair o queixo e completamente devastadores. O terceiro ato é altamente emocional e transmite uma mensagem bonita aos espetadores, mensagem tal que me fez refletir sobre o ano inteiro e um momento específico da minha vida.
Pete Docter, Mike Jones e Kemp Powers exploram o assunto tabu do significado da vida de uma maneira previsível, mas profunda e repleta de entretenimento. A abordagem às questões filosóficas como “qual é o meu propósito?”, “onde está o meu clique?” ou “o que significa ter uma alma?” é inteligentemente desenvolvida e muito bem escrita. Existe uma sequência com o protagonista perto do fim que fará com que muitos espetadores a experimentem simultaneamente. Encontrei-me a rever esta cena em particular várias vezes para me ajudar a lembrar de um certo período na minha vida onde percebi que o que pensava que era o meu destino era, na verdade, apenas uma daquelas paixões de vida que nos deixam com memórias inesquecíveis.
Fui capaz de lidar bem com esse momento, mas muitas pessoas perdem-se assim que descobrem que o que achavam que estavam destinados a fazer/ser não é realmente o que o futuro lhes reserva. Tornam-se almas perdidas e apenas um clique, uma faísca, pode revitalizá-las. Soul explora este tema de uma forma tão autêntica, genuína e criativa que não aguentei o choro, tal como em todos os filmes da Pixar. Assistir a Soul vai fazer os espetadores apreciarem a vida muito mais, especialmente aqueles pequenos momentos que nos esquecemos de recordar. Viver, com todas as suas fases horríveis, é a melhor experiência de vida que alguém pode ter. Depois de um ano de isolamento e separação das pessoas que amamos, este filme chega no momento perfeito.
Tecnicamente, o estilo de animação e a banda sonora não me convenceram nos primeiros minutos, mas, no final, são parte dos ingredientes-chave que me fizeram chorar que nem uma criança. Trent Reznor e Atticus Ross estão a começar a tornar-se em dois dos meus compositores favoritos (The Social Network, Gone Girl, Mank). Pete Docter prova que o seu talento inegável por detrás do ecrã permanece intacto e, desta vez, apresenta Hollywood aos estreantes Kemp Powers e Mike Jones. Jamie Foxx e Tina Fey entregam um ótimo trabalho de voz, portanto, não se surpreendam com as dezenas de nomeações que vão receber. Finalmente, parabéns a todos os artistas que trabalharam na animação deste filme. Estas pessoas talentosas são as verdadeiras estrelas da Pixar.
Em suma, Soul é tudo aquilo que desejava que fosse. Um clássico filme de animação da Pixar com o já tradicional terceiro ato a ser emocionalmente poderoso; uma banda sonora bonita, doce e provocadora de muitas lágrimas; e uma história relacionável, profunda e bem explorada sobre a nossa própria alma e o significado da vida.
Pete Docter entrega mais uma longa-metragem digna de vários prémios, com a ajuda de Kemp Powers e Mike Jones, para além das vozes marcantes de Jamie Foxx e Tina Fey. Pode começar devagar e seguir um caminho previsível, mas é apenas uma questão de tempo até todos os espetadores se conetarem com as personagens principais. Soul supera as barreiras do cinema, tornando-se uma fonte revitalizante da qual se pode retirar tanta energia importante. Funciona perfeitamente como uma reflexão sobre a vida e será uma motivação para todos começarem a realmente viver todos os momentos da mesma.
É o filme ideal para assistir na manhã do dia de Natal com toda a família bem aconchegada na sala de estar quentinha. Prometo: desfrutarão muito mais desta época festiva. Sem dúvida, um dos melhores filmes do ano.
A nova tecnologia quer transformar o “F*** Off!” em “F*** Yeah!”
O futuro das sessões online pode vir a ser mais seguro para os mais novos e para a nossa cabeça, livre de discussões, conversas e ameaças tóxicas que são tão comuns são entre alguns utilizadores mais agressivos.
Para um futuro mais amigável, a tecnológica norte-americana Modulate revelou um novo sistema de inteligência artificial que promete moderar as conversas online, por exemplo, em videojogos, de forma a tornar os momentos mais tóxicos em algo menos agressivo, sem silenciar ou bloquear os utilizadores.
Segundo um dos co-fundadores da Modulate, Mike Pappas, o sistema ToxMod vai ajudar os produtores a inserirem nos seus jogos uma ferramenta capaz de alterar em tempo real o que os jogadores dizem, ao transformar termos, palavras e discursos agressivos em algo mais simpático e menos ofensivo.
Esta ferramenta usa sistemas de aprendizagem avançados que não só entendem o que os jogadores dizem, mas também a forma como o dizem, as suas emoções, volume e postura. Apesar de, por defeito, o ToxMod conseguir resolver alguns problemas com moderadores humanos, é possível afinar o sistema e até filtrar diretamente utilizadores mais “mal comportados”.
O sistema ToxMod ainda está em desenvolvimento ativo e poderá ser a resposta para um futuro menos frustrante em partidas de FIFA ou Call of Duty, onde é comum encontrar jogadores mais irritados que, por vezes, merecem um pouco de pimenta na língua.
A Microsoft e a Warner Bros. uniram-se para um desafio que promete prémios aos mais criativos.
Space Jam vai regressar aos cinemas em 2021, com Space Jam: A New Legacy, que traz de volta ícones do basquetebol, como LeBron James, e mascotes da Warner Bros., como Bugs Bunny e companhia.
O filme, que promete alguns dos crossovers mais ambiciosos, começa a sua promoção também com outro ambicioso crossover: a Xbox, o Space Jam e tu, que estás a ler isto. Pois antes de o filme estrear, a Microsoft e a Warner Bros. convidam os seus fãs a puxarem pela imaginação e a imaginarem como seria um videojogo inspirado no novo filme.
O concurso está online entre os dias 14 e 30 de dezembro e é muito fácil de participar, como LeBron James e Bugs Bunny explicam no vídeo. Basta visitar arcadecontest.xbox.com, preencher os dados, escolher o tipo de jogo imaginado com as ilustrações propostas e, por fim, explicar em 500 palavras (em inglês) a história, a visão e os objetivos do jogo.
As duas melhores propostas serão premiadas com várias coisas boas, como o acesso ao jogo criado, créditos no nome, itens autografados por LeBron James, uma Xbox Series S personalizada, acesso antecipado ao filme e muito mais.
O convite ao passatempo Space Jam: A New Legacy está aberto a todos os fãs e jogadores do mundo. Os mais novos, com menos de 14 anos, terão que pedir autorização aos seus encarregados de educação para a submissão das suas ideias.
Space Jam: A New Legacy tem dada de estreia, ainda por confirmar, em 2021.
Enquanto uns adiam espetáculos para 2022, outros aproveitam para preencher 2021, na esperança que seja um ano melhor que este. É o caso dos Sepultura, a mais icónica das bandas brasileiras de peso, que tem concerto marcado para Portugal.
O espetáculo, promovido pela Prime Artists, vai acontecer a 18 de novembro, no Hard Club, no Porto. Na Quadra Tour Europe 2021, que servirá, lá está, para promover o mais recente álbum Quadra, estão ainda incluídas as atuações dos lendários Sacred Reich e Crowbar, que irão assegurar a primeira parte do espetáculo.
Recorde-se que, meses antes, o grupo constituído por Andreas Kisser, Derrick Green, Paulo Jr. e Eloy Casagrande irá atuar na 11ª edição do VOA – Heavy Rock Festival, que decorre a 16 e 17 de junho do próximo ano, no Estádio Nacional.
Os bilhetes são postos à venda esta quarta-feira, dia 16 de dezembro, por 28€.
Se estão à procura de uma série para fazer maratona nesta altura do ano, não precisam de procurar mais. Billions chega finalmente à HBO Portugal esta quarta-feira, 16 de dezembro.
O drama é complexo e aborda o poder da política no mundo das altas finanças de Nova Iorque. As apostas estão na casa dos milhões nesta série oportuna e provocativa. No elenco estão nomes como Paul Giamatti e Damian Lewis, vencedores de Emmys e Globos de Ouro.
No mundo emocionante e movido pelo ego das altas finanças, dois dos gigantes mais poderosos de Nova Iorque estão a travar uma batalha épica. O procurador dos Estados Unidos da América, Chuck Rhoades exerce o poder do sistema judiciário com uma autoridade determinante.
Já o implacável e brilhante rei dos fundos de investimento offshore, Bobby ‘Ax’ Axelrod (Lewis), dirige um império construído com base em informações privilegiadas e negócios sujos ocultos.
Axe está decidido a vencer a qualquer custo, mas Chuck fará de tudo para que o bilionário que criou o seu império sozinho pague pelos seus crimes. A narrativa é complexa e move-se perfeitamente entre a vida privada e profissional de Chuck e Axe.
Billions, que é uma série original Showtime, chega a Portugal através da HBO Portugal, mas apenas as primeiras quatro temporadas. A quinta temporada já estreou nos Estados Unidos, mas não há ainda a confirmação da data de estreia para o nosso país.
Sim, ainda nem chegámos a 2021 e já se adiam concertos para o ano seguinte.
Originalmente, os concertos deveriam ter acontecido no passado dia 26 de novembro, no Coliseu de Lisboa. Mas veio a pandemia e obrigou a uma alteração de planos, adiando essa noite de espetáculos para 7 de abril de 2021.
Mas também não será esse o dia em que os Apocalyptica e Epica irão atuar em Portugal. Em comunicado, a promotora House of Fun refere agora que os concertos irão realizar-se somente a 20 de março de 2022, no mesmo local.
Como não se sabe bem como será o próximo ano, as bandas resolveram jogar pelo seguro e adiar a digressão The Epic Apocalipse Tour.
Os finlandeses Apocalyptica irão apresentar o seu último álbum de estúdio, Cell-0, lançado no início deste ano, ao passo que os holandeses Epica estão a trabalhar no oitavo álbum de estúdio, pelo que, em 2022, os fãs poderão ouvir em primeira mão alguns dos novos temas.
Os bilhetes já adquiridos para o espetáculo mantêm-se válidos para a nova data. Quem não adquiriu pode fazê-lo nos locais do costume, estando à venda por 30€.
Sim, pode parecer um pouco estranho. Mas, Sia, uma das cantoras mais enigmáticas e famosas, vai realizar um filme e já está quase a chegar a Portugal.
Marquem na agenda: com o nome Music, a produção chega ao nosso país a 12 de fevereiro de 2021. Este é o primeiro filme realizado pela cantora norte-americana.
Zu, interpretada por Kate Hudson, é uma ex-traficante de droga que acaba de ficar com a guarda da sua meia-irmã adolescente autistica, Music, depois da morte da sua avó, que criou a jovem.
No filme, vão poder reparar nas dificuldades pelas quais Zu vai passar para conseguir tomar conta da sua irmã (quando nem de si própria é capaz de tomar).
Além de Kate Hudson (nomeada para um Óscar), o elenco conta também com Leslie Odom Jr. e Maddie Ziegler. A banda sonora do filme vai estar presente no novo álbum de Sia com o título de Music – Songs From And Inspired By The Motion Picture.
O Amor É Uma Aventura chega aos cinemas nacionais a 30 de dezembro.
Título original: Love, Weddings & Other Disasters Realização: Dennis Dugan Argumento: Eileen Conn, Dennis Dugan, Larry Miller Género: Comédia, Romance Elenco: Maggie Grace, Diane Keaton, Jeremy Irons
Sinopse:“Pouco depois de ter sido deixada pelo namorado, Jessie English, proprietária de uma florista, é contactada por uma cliente, Liz Rafferty, que lhe pede que organize o seu casamento, que acontecerá dentro de apenas oito dias. Sempre pronta para desafios, Jessie aceita planear o casamento de Liz e do noivo, Robert Barton, contratando para tal Lawrence Phillips (Jeremy Irons), o famoso fornecedor de caterings. Em plenos preparativos do banquete, um dos seus amigos de Lawrence marca-lhe um encontro com uma desconhecida, uma mulher chamada Sara (Diane Keaton) que vem a revelar-se cega.
O irmão de Robert, Jimmy Barton, inscreveu-se num concurso de encontros, devendo permanecer fisicamente ligado à sua parceira Svetlana o máximo de tempo possível de forma a ganharem um milhão de dólares. Entretanto, o Capitão Ritchie, comandante de um barco anfíbio, apaixonou-se por uma das clientes mas não sabe quem ela é ou onde encontrá-la. A única coisa que sabe sobre a rapariga é que ela tem um sapatinho de cristal tatuado no pescoço. Quando Gail Lovejoy, pivotdo noticiário local, lhe pergunta se pode fazer uma peça sobre ele e o seu barco anfíbio, este decide que pode ser útil usar a exposição pública para encontrar a sua Cinderela.
À medida que todos estes personagens procuram o seu “final de conto de fadas” perfeito, eles vão descobrir que o amor é confuso, perturbador e bonito.”
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Rio Tinto) para as antestreias de O Amor É Uma Aventura no dia 29 de dezembro, às 19h30, nos CinemasNOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas NOS Parque Nascente, em Rio Tinto.
E os vencedores para esta antestreia foram:
Lisboa:
Paulo Mendes
Ana Sofia José
Ana Margarida Veloso
Ricardo Moreira
Joana Rodrigues
Rio Tinto
Marta Freitas
Joana Lobo
Marco Silva
Rui Marinho
Cristiana Silveira
Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).
Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.
A nova aposta em “mundos abertos” da Ubisoft é a melhor alternativa de um The Legend of Zelda: Breath of the Wild fora da Nintendo Switch.
Num mundo saturado de jogos de mundo aberto, muito por culpa do catálogo exaustivo da Ubisoft dentro do género, é a mesma produtora que, no final de um atribulado ano de 2020, nos entrega mais um jogo de mundo aberto, mas bem divertido de se explorar, com Immortals: Fenyx Rising.
Secretismos, atrasos e até algumas dúvidas sobre a identidade deste jogo que, inicialmente, foi revelado como Gods & Monsters, resultaram num título bastante seguro daquilo que quer ser, uma homenagem a um dos melhores jogos do seu género lançados durante esta geração, mas agarrando nas ferramentas, tecnologias e mecânicas com as quais o estúdio da Ubisoft Quebec já se sente bem à vontade.
Immortals: Fenyx Rising é um híbrido entre a série Assassin’s Creed e alguns dos alicerces que tornaram The Legend of Zelda: Breath of the Wild um jogo tão acarinhado pelos fãs, onde pelo caminho não só homenageia o produto em que se inspira, como tenta tornar o que não resultou tão bem em oportunidades.
Com foco na aventura de Fenyx, controlamos um ou uma guerreira (dependendo da escolha do jogador) cuja missão principal é viajar por um mundo inspirado na mitologia Grega, salvando e resgatando Deuses das forças demoníacas de Typhon, uma das entidades mais poderosas de toda a existência. É uma fasquia elevada, mas ajustada a um tom alegre e cartonesco, cheio de humor acessível para todas as idades, num jogo que podia muito bem ser a adaptação de uma série animada das manhãs de sábado.
É um jogo com filtro e com uma identidade muito única, mas que usa todo este lado mais infantil de forma a cativar até os jogadores mais sérios, com um mundo detalhado, saturado e absolutamente belo. Apesar da ambiência, estética e atmosfera inspirada na mitologia grega, as comparações com o aclamado jogo para a Nintendo Switch são, sem dúvida, o que saltam à vista. Isso nota-se logo desde o início do jogo, com uma apresentação onde os campos verdes e vastos tocam no céu azul, onde podemos alcançar tudo o que vemos no horizonte, tudo o que existe pode ser escalado e a sensação de liberdade e escolha faz parte das nossas jornadas.
Além do seu aspeto, a pouco e pouco são cada vez mais as semelhanças com Breath of the Wild, especialmente a nível mecânico e de navegação pelo mundo. É, sem dúvida, um mundo mais pequeno e, por isso, muito mais bem realizado e coeso, mas as ferramentas ao nosso dispor para o explorar são muito semelhantes: asas em vez de gliders, dungeons com quebra cabeças para descobrir, cofres e puzzles ambientais para desbloquear, animais para acalmar e montar e, até, eventos aleatórios de x em x de tempo, onde o ambiente se enche de fagulhas, como se por momentos fossemos ao inferno.
Chega ao ponto de se aproximar mais de uma cópia do que de uma homenagem. Felizmente, é nas diferenças que Immortals: Fenyx Rising se torna num jogo coma sua própria identidade e digno de ser jogado pelos fãs do género e até fãs de Breath of the Wild.
As armas não quebram, há uma gestão de itens e armaduras mais simplificada e, acima de tudo, há uma maior sensação de direção da história, com personagens vivas, carismáticas, interessantes de interagir e que nos motivam a fazer os objetivos seguintes. Mas tudo isto sem nos dar muito a mão, permitindo a exploração de todos os recantos do mapa e a leitura do ambiente em redor para a resolução de problemas, dando-nos um sentimento de satisfação ao abrir um cofre ou ao encontrar um segredo a caminho dos objetivos principais.
Algo que também difere das suas inspirações, e de uma forma bem inesperada divertida e profunda, é a jogabilidade durante o combate. Inicialmente é muito superficial, com os tradicionais ataques leves e pesados, onde o ritmo e cautela nos confrontos são chave para o sucesso, num registo muito semelhante ao que encontramos na saga Assassin’s Creed. Mas as habilidades que vamos desbloqueado, bem como as misturas com combos possíveis com mais de uma meia dúzia de habilidades extra, tornam Immortals: Fenyx Rising num viciante e desafiante jogo de ação, que até nos convida a levantar a dificuldade para podermos experimentar mais com as nossas habilidades. Nenhum confronto é aborrecido por isso, sendo extremamente motivante partir à aventura à procura de mais inimigos para derrotar.
Continuando com as comparações, que, honestamente, são difíceis de ignorar, a única coisa que Immortals: Fenyx Rising não faz tão bem como a sua fonte de inspiração principal é a oportunidade de experimentação e interação com o mundo. Mas nem aqui se pode dizer que é um ponto menos positivo, pois só enaltece o foco de design e progresso que o jogo nos consegue dar.
Da mesma forma como muitos jogos tentaram emular a fórmula Souls dos jogos da From Software, foram muitos outros que tentaram o mesmo com a fórmula de The Legend of Zelda, por vezes até misturando estes dois conceitos em jogos desastrosos.
Felizmente, Immortals: Fenyx Rising não só é o melhor exemplo de um jogo que soube tirar notas, como consegue melhorar alguns aspetos. É, no entanto, um jogo seguro, que não inova muito, mas que se revela uma excelente alternativa para plataformas fora da Nintendo Switch. Immortals: Fenyx Rising é, sem dúvida alguma, uma grande surpresa que chega um pouco nas sombras neste final de ano já bem composto para o mundo dos videojogos.
Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Google Stadia Jogado na PlayStation 5 Cópia para análise cedida pela Ubisoft.
É uma das empresas mais reconhecidas e líder mundial no segmento de cafetarias, com 12.600 restaurantes em 40 países de todo o mundo e 240 lojas na Europa. Falamos, naturalmente, da Dunkin, cujos famosos donuts americanos acabam de chegar às lojas Continente.
São duas as variedades disponíveis: Boston Kreme, uma argola clássica recheada com creme e topping de chocolate, e Strawberry Sprinkle, uma argola mais premium com recheio de morango e topping colorido.
Os donuts surgem em formato pré-embalado numa embalagem desenhada para o efeito. Cada caixa com dois donuts custa 2€, ou seja, 1€ por unidade.
Futuramente, o objetivo passará por aumentar a gama de donuts Dunkin à venda nas lojas Continente. Também podem adquirir estes donuts na loja online Continente.
HAIM, Bon Iver e The National são os convidados deste novo disco.
Sem que ninguém o fizesse prever, o final da semana passada trouxe-nos mais um bombom de Taylor Swift: o álbum evermore.
“Para ser clara, simplesmente não conseguíamos parar de escrever canções”, escreveu Taylor Swift na sua conta oficial de Instagram ao descrever o novo álbum, que sucede ao disco folklore, lançado em julho passado. A cantora revelou ainda que Aaron Dressner e Jack Antonoff, dois dos principais parceiros do último disco, voltam a colaborar intensamente em evermore.
Desde então, o disco, que conta com HAIM, Bon Iver e The National, já é um enorme sucesso nas plataformas digitais.
O single “willow” atingiu o #1 do top Global do Spotify com mais de 7,2 milhões de streams, tendo também conquistado o #1 do top dos temas mais ouvidos nos EUA nesta plataforma. Este primeiro single foi ainda adicionado a 47 playlists “New Music Friday”, com mais de 11 milhões de seguidores. “willow” foi também adicionado a 15 playlists “Spotify Hits”, incluindo nos EUA, Filipinas, Brasil, Reino Unido, Austrália, Indonésia e Canadá, com mais de 40 milhões de seguidores.
Taylor conta ainda com quatro canções no top 5 da tabela Global do Spotify, sete no top 10 e 15 temas no top 30. Já nos EUA, as 15 canções do álbum “evermore” estrearam-se no top 20 do Spotify.
Na Apple Music, o single “willow” chegou ao #1 em 50 mercados e ao #1 do top Alternative em 86 mercados. Já o álbum “evermore” conquistou o #1 em mais de 70 mercados no iTunes.
Marquem na agenda: 21 de dezembro. É nesse dia que chega à Netflix o filme-concerto excuse me, i love you, de Ariana Grande. O filme regista a digressão de promoção ao álbum Sweetener e será lançado no dia 21 de dezembro.
A cantora escreveu na sua conta oficial de Instagram, onde anunciou o lançamento deste novo filme-concerto: “Bem sei que este projeto apenas destaca uma digressão de todos os concertos e momentos que vivemos nos últimos seis, sete anos… Jesus, lol, mas quero agradecer-vos por já me terem mostrado mais do que tudo o que alguma vez sonhei.”
Recentemente, Ariana Grande lançou o muito aclamado álbum de estúdio positions, com participações especiais de The Weeknd, Ty Dolla $ign e Doja Cat.
Antes, no final do ano passado, lançou o disco ao vivo k bye for now (swt live), registo da digressão de Sweetener. Já no início deste mês, juntou-se a Mariah Carey e Jennifer Hudson para uma nova canção de Natal, “Oh Santa!”.
Lembram-se quando, no mês passado, referimos que a conhecida Spirito, com lojas em Braga e no Porto, tinha lançado uma loja online que permite adquirir cookies, brownies e outras coisas? Pois bem, temos agora uma notícia menos boa: as lojas da marca estão encerradas temporariamente.
“Com as restrições, este sector está há 9 meses numa situação em que os impostos pagos ao estado conseguem ser superiores ao que se consegue ter de receita. Enquanto isso os critérios de apoio são duais: esmolas nas pequenas empresas não permitem redução de numero de trabalhadores, mas empresas com outros voos podem reduzir 1600 trabalhadores e ainda assim recebe um apoio que pode chegar aos 480.000 Euros por posto de trabalho”, desabafou a empresa num pequeno texto colocado nas redes sociais.
Assim, e devido à pandemia que nos assola, a Spirito tem agora as suas lojas físicas fechadas. A reabertura está prevista, claro, mas somente para uma altura em que existirem condições para reabrir.
Até lá, é usar e “abusar” da loja online, com entregas em todo o país.
“Sabe aquela pessoa de quem tem saudades? Escreva-lhe uma mensagem.” Este é o mote da campanha #NatalComACarris, que consiste em enviar uma mensagem a alguém com quem já não estamos fisicamente há algum tempo, mas com um twist: há a oferta de dois bilhetes de 24 horas para passear em Lisboa.
Diz a Carris que “quer aproximar todos os portugueses, levando esperança e oferecendo momentos na capital”, acreditando que, “depois destes meses de distanciamento, todos vão precisar de passar tempo com os familiares ou amigos de quem têm saudades”.
E não, esta ação não é apenas para pessoas que moram em Lisboa. E sim, é gratuita.
O funcionamento é muito simples. Devem ir aqui e pensar na mensagem que gostavam de entregar àquela pessoa de quem têm saudades. Basta depois preencher os dados do destinatário (é necessário saber a morada completa) e clicar em “Enviar!”.
Após receber o vosso pedido, a Carris irá preparar tudo para a entrega, uma vez que a encomenda será entregue via CTT.
O melhor de tudo? Além da entrega ao domicílio desta mensagem ser gratuita, também os bilhetes de 24 horas não têm validade. Ou seja, podem ser utilizados quando desejarem, mas só durante esse dia em específico que escolherem para passear em Lisboa.
Atenção, não são vocês, que enviam a mensagem, que recebem os bilhetes, mas sim o destinatário.
Têm até à próxima quinta-feira, dia 17 de dezembro, para aproveitarem esta campanha. A Carris compromete-se a enviar a vossa mensagem e respetivos bilhetes até 18 de dezembro, embora a entrega esteja dependente da disponibilidade do serviço de correio.
Com a presente temporada de Fórmula 1 a chegar ao fim, o Grande Prémio de Abu Dhabi mostrou-se como tantos outros com um carro a dominar deste a primeira à última volta. Mas se o hábito é ver os monolugares da Mercedes na frente, desta vez nem o regresso de Hamilton deu vantagem à equipa da marca alemã, com a vitória a cair para o lado da Red Bull e do holandês Max Verstappen.
Foto: Formula1.com – Grande Prémio de Abu Dhabi
Texto por: André Santos
Domingo, 13 de dezembro de 2020. É este o dia que marca o último Grande Prémio da temporada de 2020 na prova rainha do desporto automóvel. Mas vamos começar pelo sábado, que viu, pela primeira vez desde 2014, um carro “não-Mercedes” a conquistar uma pole postion no Grande Prémio de Abu Dhabi, quando Max Verstappen conseguiu acabar com o domínio Mercedes ao fazer a volta em 1:35.246. Com este resultado na qualificação, muitos esperavam uma corrida emocionante com o holandês a ter que se defender das investidas de pilotos como Valtteri Bottas e Lewis Hamilton.
Está na hora, luzes apagam pela última vez em 2020, a corrida começou! Excelente partida de Verstappen que consegue, depois de uma primeira curva mais complicada para Bottas, ganhar alguma vantagem para os carros da Mercedes, sendo que na segunda volta já levava 1.7s para Bottas e 2.8s para Hamilton. Com a emoção, como tem vindo a ser hábito durante 2020, a aparecer para o meio da tabela, eram as guerras entre Gasly e Ocon e entre os dois Ferrarisque iam animando a corrida. Com a Mclaren a precisar de ficar à frente da Racing Point para conseguir conquistar o 3º lugar no mundial de construtores, as coisas pareciam correr menos bem com Lando Norris a perder o 4º lugar para Albon, que apresentou, no Grande Prémio de Abu Dhabi, uma das corridas mais fortes de toda a época de 2020.
A McLaren continua com poucos motivos para sorrir. Embora continuassem à frente dos Racing Point, conseguiam ver o mexicano SergioPérez, na sua última corrida pela Racing Point, a aproximar-se cada vez mais dos pontos… já ia em 15º lugar depois de ter partido em 19º. Mas calma, porque Verstappen continuava a ganhar vantagem em relação aos Mercedes na sua última tentativa para conseguir ultrapassar Bottas no 2º lugar do campeonato de pilotos, e o monolugar de Pérez decidiu ajudar a competição direta ao parar ainda nas primeiras voltas do Grande Prémio e a deixar o piloto, que ainda não tem lugar para 2021, de fora daquele que pode muito bem ser o seu último Grande Prémio de Fórmula 1.
Desilusão na garagem da Racing Point e alegria na garagem da McLaren e, quem sabe, na da Mercedes, já que o Virtual Safety Car (que depois evoluiu para Safety Car) fará com que os pilotos da Mercedes se aproximem do Red Bull que lidera a corrida. Safety Car na pista, pilotos nas boxes para trocar de pneus… embora a Ferrari tivesse decidido não parar, o que fez os italianos ganharem algumas posições em pista e, consequentemente, colocam os dois carros nos pontos (algo estranho para este ano de 2020).
Estamos a correr novamente, fim da volta 13 e o Safety Car está de volta às pits. Max tem um bom recomeço e continua a liderar a corrida à frente de ambos os Mercedes, com Valtteri Bottas, em P2, a não conseguir acompanhar o Red Bull, e Hamilton, em P3, a estar muito abaixo da sua normal forma. Saltamos para a volta 22, onde Leclerc e os seus pneus velhos começam a perder posições e o monegasco da Ferrari acaba por parar para trocar de pneus e cai para 19º lugar.
Foto: Formula1.com – Grande Prémio de Abu Dhabi
Estamos agora na volta 37. Hamilton já se queixou dos pneus “35323” vezes, mas ainda não voltou a parar. Por sua vez, Verstappen continua na liderança e Ricciardo é o único piloto que ainda não parou para trocar de pneus. Já os Ferraris, com as paragens, caíram para posições fora dos pontos. Mais uma vez a estratégia dos Tifosi a dar resultado.
A animação continuava a meio da tabela com algumas trocas de posição numa pista onde ultrapassar não é fácil, e agora era Albon que dava nas vistas em P4. Longe o suficiente para não ter que se preocupar com Norris, o piloto da Red Bull fez aquilo que devia ter feito durante toda a época para não ter que se preocupar com o contrato para 2021: começou a voar baixinho e, a cada volta que passava, ficava mais perto de Hamilton na luta pelo 3º lugar.
A duas voltas do fim, o Red Bull de Albon continua a voar e menos de 2 segundos separam o 3º do 4º lugar… será? Não, não será. Mesmo sendo uma das melhores corridas do nº 2 da Red Bull, não foi o suficiente para apanhar o sete vezes campeão do mundo, Lewis Hamilton. Chegamos ao fim com Max Verstappen a ganhar o Grande Prémio de Abu Dhabi, seguido de Valtteri Bottas e Lewis Hamilton em P2 e P3, respetivamente. A volta mais rápida foi para Daniel Ricciardo ao fazer 1:40.926 e o prémio piloto do dia foi ganho, também, por Max Verstappen.
O prémio para melhor espetáculo, esse foi repartido entre Hamilton, Bottas e Magnussen. Mesmo sem público, não tiveram vergonha e fizeram os já tradicionais doughnuts (piões) no fim da corrida. Obrigado!
Foto: Formula1.com – Grande Prémio de Abu Dhabi
As contas ficaram assim no campeonato de pilotos:
P1 – Lewis Hamilton (Sem contrato assinado para 2021)
P2 – Valtteri Bottas (Mercedes em 2021)
P3 – Max Verstappen (Red Bull em 2021)
P4 – Sergio Pérez (Sem contrato assinado para 2021)
P5 – Daniel Ricciardo (McLaren em 2021)
No campeonato de construtores, sem Ferrari no Top 5, as contas ficaram assim:
P1 – Mercedes (573 pontos)
P2 – Red Bull Racing Honda (319 pontos)
P3 – McLaren Renault (202 pontos)
P4 – Racing Point BWT Mercedes
P5 – Renault
Se já não vos escrever até lá, digo-vos já que faltam 96 dias para o início do Grande Prémio da Austrália, o primeiro da temporada de 2021. Por agora é altura de refletir, pensar naquilo que foi a Fórmula 1 em 2020 e de dizer adeus a quem deixa o desporto, ou olá e até já a quem muda de equipa.
Em jeito de despedida, deixo-vos uma pequena lista, mais uma, com as mudanças, saídas e rumores para 2021:
Lewis Hamilton ainda não tem contrato para 2021, mas o mais provável é que fique na Mercedes e tente ganhar o seu 8º título de campeão do mundo de Fórmula 1;
Haas recebe dois novos pilotos com a saída de Romain Grosjean e Kevin Jan Magnussen. Os novos nomes são: Nikita Mazepin e Mick Schumacher;
Renault passa a ser representada pela nova equipa, Alpine F1 Team, e volta a receber Fernando Alonso.
Racing Point muda de cor-de-rosa para verde e passa a ser Aston Martin;
Carlos Sainz Jr. deixa a McLaren para se juntar à Ferrari;
Vettel deixa a Ferrari para se juntar à nova equipa de Stroll, a Aston Martin;
Pérez, ainda sem contrato, deixa a Racing Point e perde o lugar na Aston Martin para Vettel. O mexicano ainda não tem contrato para 2021, mas rumores dizem que pode ficar com o carro de Albon na Red Bull;
Daniel Ricciardo substitui Carlos Sainz Jr. na McLaren e passa a ser o novo colega de equipa de Lando Norris;
Tal como Albon na Red Bull, o lugar de Kvyat na Alpha Tauri pode ainda não estar seguro.
Mas atenção que não podem fazer o vosso pedido via Uber Eats, Glovo ou outra plataforma de delivery.
São daqueles que ainda não experimentaram a plataforma da HBO Portugal e que, por acaso, gostam dos hambúrgueres da Burger King? Pois bem, é que, agora, a marca está a oferecer dois meses de acesso à HBO Portugal na compra de determinados menus.
É muito simples participar e garantir um código de acesso à plataforma, mas têm de ter em atenção que não poderão utilizar os serviços da Uber Eats e Glovo para esta promoção. Quer isto dizer que terão de efetuar a encomenda do menu através do serviço Burger King com entrega em casa, seja a partir do site ou da app para iOS e Android.
Basicamente, têm até 15 de janeiro de 2021 para efetuar uma encomenda de, no mínimo, 8,5€. Aconselhamos a que façam a encomenda através do site, pois se tentarem através da app, e mesmo que escolham o banner referente à promoção, depois não surge nada relacionada com a mesma. Portanto joguem pelo seguro e usem antes o PC.
Para terem direito ao código, terão de, no site da Burger King, na secção “HBO”, acessível através da aba “Produtos”, pedir um dos seguintes menus: King Selection, Duo Bacon, Whopper ou Long Chicken.
Depois de efetuarem o respetivo pagamento, irão receber um email com um código para participarem na promoção. Finalmente, terão até 15 de fevereiro do próximo para aceder aqui, completar os dados e inserir o respetivo código de participação.
Segundos depois irão receber no e-mail um código para usufruir dos dois meses grátis de HBO Portugal, tendo de ser utilizado até 15 de março.
Esta oferta só é válida para novas contas que não tenham utilizado outro código de oferta da HBO no período dos 12 meses anteriores. Só podem participar uma vez na campanha.
Está quase a chegar aquela altura do ano fantástica e não, não falo do Natal. Falo, pois, do final do ano, onde recordo toda a música lançada durante o ano e presenteio-vos com o meu top 100 de melhores músicas e top 50 de melhores álbuns. Contudo, antes disso, ainda falta falar sobre os álbuns essenciais de novembro.
Se, no mês de novembro, já é certo e sabido que não há muitos lançamentos, isto por decisão estratégica dos artistas, no mês de dezembro ainda vão ser mais escassos. É sempre melhor adiar o lançamento e ter o primeiro grande álbum do ano seguinte do que lançar um álbum em dezembro e nem chamar muito à atenção, até porque a maior parte dos meios lançam os tops longo no início do mês (não contabilizando o que é lançado no último mês do ano). Caso queiram, podem rever o mês de outubro.
AC/DC são aquele tipo de bandas que, mesmo perdendo o “momentum“, continuam a ter uma legião de fãs sempre pronta a ouvir novo material. A verdade é que não desiludiram, antes pelo contrário! Este álbum volta a provar que não foi por acaso que a banda entrou no Hall of Fame do Rock and Roll (em 2003), pois não se resignou ao pelourinho que ocupa há 17 anos.
Os AC/DC ainda estão cá para as curvas e lançam mais um álbum eletrizante que, apesar de não ter o mesmo impacto no mainstream que teria há 20 anos, tem qualidade semelhante aos melhores trabalhos da banda.
Para muitos, Benee é mais uma artista de Tik Tok, graças ao hit “Supalonely”. No entanto, para quem aprecia música alternativa, tem aqui um álbum de estreia bastante promissor. As letras são na maioria melancólicas, focadas sobretudo na solidão e perda, enquanto a sonoridade faz lembrar bandas de um passado presente, onde o Indie Rock desbrotava por todos os lados, tais como Kings of Convenience, The Whitest Boy Alive ou Bombay Bicycle Club.
Pelo meio tem “Sheesh”, em colaboração com Grimes, que faz lembrar trabalhos recentes de Charli XCX, ou até mesmo “Plain”, com Lili Allen e Flo Milli, cuja sonoridade básica tem semelhanças com a de “Dance To This”, de Troye Sivan e Ariana Grande.
À medida que o álbum avança, nota-se que Benee é uma artista a explorar terreno, mas não restam dúvidas que confiança é algo que não lhe falta.
As bases estão lá, bem patentes. Espero ouvir mais dela em breve, para ser franco.
Os BTS parecem não conseguir parar de produzir música e, pela segunda vez este ano, lançam um trabalho bastante agradável. A banda sul-coreana está a levar o K-Pop para além de fronteiras e a normalizar esta vertente cultural do Pop. O melhor é que o consegue fazê-lo de forma tão cativante que, mesmo quando aposta em letras em inglês, com objetivo claro de internacionalização dentro do mainstream, consegue manter a essência e identidade que tão bem os caracteriza e impulsionou até aqui.
É certo queBEé mais um EP do que um álbum em si, mas não é por isso que tem menos qualidade que Map of Soul 7.
Que 2021 continue a trazer mais desta jovem banda e outras bandas/artistas dentro do género musical, como Yaeji ou DPR LIVE.
Três anos após o lançamento de From A Room (divido em dois volumes), cujo Volume 1 foi um dos álbuns mais surpreendentes de 2017, Chris Stapleton lança Starting Over. Apesar do nome do álbum, não fica a sensação de ser um recomeço, mas sim uma continuação mais refinada, focada e esforçada. Desta vez recebemos um volume inteiro, de 14 faixas, que atiram Starting Over para os lugares cimeiros dos melhores álbuns country do ano, com claras influências do melhor do southern rock.
Como a Variety apontou (e bem), há muito Willie Nelson e B.B. King no trabalho de Stapleton, porém este consegue ser mais “barulhento”. Barulhento pela positiva, atenção, e a verdade é que faixas como “Cold”, “Arkansas” ou “Watch You Burn” provam isso. Chris Stapleton é country, mas também é rock, blues e soul – um artista muito completo, tendo tudo para carimbar o seu nome na história da música do género.
Um aparte: espero que a próxima edição do jogo NASCAR HEAT inclua algumas músicas deste álbum (ou álbum todo).
A banda australiana de rock psicadélico com um nome engraçado, que conseguiu a proeza de, em 2017, lançar cinco álbuns, lança o seu 16º álbum em oito anos.
K.G.não surpreende muito mais que trabalhos anteriores, nem reinventa a banda (com exceção para “Intrasport”), mas continua a ser um bom álbum com sonoridades eufóricas. Há ordem na desordem, acompanhado de uma clara introspeção profunda à existência humana, que passa despercebida na tal desordem.
Já sou fã de longa data de Kylie Minogue, embora reconheça que a artista australiana sempre teve mais sucesso pelos singles icónicos que foi lançando do que propriamente pela consistência dos seus álbuns.
A carreira da cantora ia de vento em poupa quando, em 2005, lhe foi diagnosticado cancro da mama. Esse acontecimento tirou-lhe o tapete debaixo dos pés aos 36 anos, afetando a sua carreira. Desde então lançou cinco álbuns, mas nenhum tão marcante como Fever ou Light Years.
A produção de Disco começou ainda em 2019, mas alongou-se para 2020 e 90% do álbum foi feita em casa, no seu estúdio pessoal. O objetivo de Minogue era claro desde o início: voltar às pistas de dança, às origens que glorificaram o seu nome. O tempo fechada em casa veio ajudar e funcionou de forma fantástica, dando origem a um álbum que fica no pedestal, junto aos seus melhores trabalhos.
Como a música de abertura questiona e bem: “Do you believe in magic?”. Se não, ouçam o álbum!
Enquanto centenas de artistas aproveitaram o confinamento para criar nova música, Marika Hackman, que já provou ter criatividade para criar boa música, optou por fazer um álbum de covers, com o objetivo de explorar mais a sua capacidade enquanto artista.
Segundo Hackman, este álbum surge com o propósito de homenagear artistas que influenciaram positivamente a sua carreira e a inspiraram a apostar na música.
Há covers de músicas de artistas como Radiohead, Grimes, Sharon Van Etten e Beyoncé re-imaginadas por Hackman, seguindo uma abordagem íntima e suave.
O toque atmosférico dado a cada música é esplêndido e o resultado final é muito prazeroso. Por norma não costumo dar muita atenção a álbuns de covers, mas este merece.
Quando, no início do ano, Megan Thee Stallion lançou o EP Suga, pouco fazia esperar que lançasse um álbum ainda no decorrer de 2020. A verdade é que o fez, com 17 faixas recheadas de criatividade e um flow diverso e fantástico ao longo de todo álbum.
Good News é, de facto, boas notícias para os fãs de rap com sonoridades mais clássicas e para os fãs de álbuns longos de qualidade. A rapper norte-americana fecha, assim, o ano de 2020 bem posicionada na corrida pelo trono da melhor rapper do momento (na minha opinião está bem à frente de Cardi B ou Doja Cat).
A premissa do álbum era interessante, principalmente devido à forma como iria ser montado para incluir e adaptar-se às presenças de artistas convidados tão distintos como Dua Lipa, Billy Idol, Joan Jett e Stevie Nicks e, ainda assim, ser consistente como um todo.
Ainda que o disco abra com um banger de pop rock, rapidamente entra nas baladas e, com Plastic Hearts, Miley Cyrus prova que, mesmo usando uma fórmula antiga, continua a conseguir ser original.
Com “Prisioner” chega a grande exceção do álbum em parceria com Dua Lipa que, muito por toque desta, afasta-se de Plastic Hearts em direção ao que foi Future Nostalgia. Chegando a “Night Crawling” lado a lado com Billy Idol, Miley consegue captar a aura e energia típica dos anos 80s, à semelhança de “Rebel Yell” (um verdadeiro doce para os fãs de Idol).
A seguir a este salto aos anos 80 já estamos em “Midnight Sky”, a música mais cativante do álbum inteiro que, mais à frente, é remisturada, incluindo a colaboração da lendária Stevie Nicks. Antes disso há mais uma balada, música pop e a colaboração com Joan Jett & The Blackhearts em mais um momento rock, ainda que deixe um bocado a desejar. Mais uma série de baladas e fecha o álbum com a tal remistura da Midnight Sky. Mesmo no fim tem dois covers de músicas célebres, gravadas ao vivo, que acho que ficam a mais no álbum e bem podiam não ter sido incluídas (faria mais sentido na versão Deluxe).
Em todo o caso, o balanço final é deveras positivo. Miley Cyrus nunca teve dificuldades em ser irreverente no dia-a-dia, mas sempre teve dificuldades em passá-lo para a música. Teve vários hits e vídeos que deram que falar, mas, em relação à música, só conseguiu marcar agora com Plastic Hearts.
Nunca tive dúvidas que a artista fosse talentosa, mas sempre fiquei de pé atrás em relação à capacidade da mesma em passar toda a sua energia, ideias e inteligência emocional para a música. Finalmente chegou o dia.
Com Positive Mental Health Music, Tiña vem provar que o psychedelic-pop não precisa de ser barulhento e colorido para brilhar ou ter impacto.
Gravado em plena pandemia, onde a música foi o refúgio de Joshua Loftin (vocalista/compositor), o disco veio ajudá-lo a superar o colapso mental que teve.
Empregando 11 faixas numa condensação de emoções, este álbum de estreia explora temas como a ansiedade, depressão, amor, sexo, isolamento, medo e fracasso, tendo a capacidade de nos fazer querer ter quem gostamos por perto e abraçar essa(s) pessoa(s) com toda a força das nossas inseguranças.
Sem dúvida uma nova forma de modernizar a influência e poder do psychedelic-pop que, após ouvir o álbum na integra, me parece uma forma correta e, sobretudo, honesta.
É gratificante ver onde 15 anos de experiência levaram os Tunng. Sem dúvida o álbum mais sombrio da banda até à data que, em plena pandemia, abraça temas como a morte, a dor e a tristeza com imensa leviandade. É sempre preciso estômago para ouvir temas do género por esta altura, mas é preciso ainda mais para os elaborar. A ousadia é patente na forma como os Tunng se atiram de cabeça a este álbum, chegando até a tornar-se admirável.
A sonoridade gira em torno do folk e do avant-garde, com instrumentais ricos e refinados que vêm tornar a audição deste álbum numa experiência peculiar. Isto certamente não vai agradar a todos, muito menos ao primeiro contacto, mas vale a pena investir em Dead Club.
Em última essência, os Tunng só trazem verdades: “Death is the new sex, everybody’s talking about it.”
Classificação do álbum: ★★★★½
Músicas a ouvir:
Death Is The New Sex
S.D.C.
A Million Colours
The Last Day
Scared To Death
A contagem decrescente para o fim do ano musical já começou e, com ela, também já comecei a elaborar os tops de fins de ano, cujo dos álbuns deve sair antes do artigo de Essenciais de Dezembro.
Mais uns dias e já podem consultar de forma condensada quais foram os melhores álbuns do ano, devidamente hierarquizada, num só artigo. Até já!
Alguma vez imaginaram como seria juntar ao mais delicioso bolo-rei todas as sensações do vinho Alvarinho? Pois bem, essa maravilha existe, e chega-nos por parte da reconhecida confeitaria A Colonial.
A Colonial é, há mais de 100 anos, uma referência em Barcelos. Há quinze anos, Francisco Gomes, reconhecido chef pasteleiro, e a sua equipa decidiram inovar e criar um bolo-rei irreverente, selecionando um sabor especial para cada edição. Já tiveram bolo-rei de rosas, laranja e chocolate, cenoura, abóbora e nozes, dióspiro, caramelo salgado, entre outros.
Este ano, o chef resolveu, então, homenagear o vinho Alvarinho. Muros de Melgaço 2019 era a escolha perfeita e Anselmo Mendes, produtor e enólogo, não hesitou, aceitou o desafio… e adorou o resultado!
O Bolo-rei de Alvarinho é feito com a massa tradicional, sendo acrescentada a amêndoa, a parte de cima leva um crumble e a decoração que o assina: um cacho de uvas feito de pasta cigarrete. O recheio central é uma verdadeira explosão de aromas e sabores, já que tem uma geleia de Alvarinho, obtida a partir do vinho Muros de Melgaço, envolvida por uma mousse de chocolate branco Ivoire, da Valrhona.
Esta foi a primeira vez que uma casta portuguesa, rainha no norte e embaixadora no mundo, foi usada, e isso enche toda a equipa de orgulho.
Parece-vos bem? Podem encomendar um destes bolos tanto na A Colonial, como no Club del Gourmet El Corte Inglés, em Vila Nova de Gaia. O preço é de 16€/kg. Apressem-se, pois esta é uma edição exclusiva e limitada, pelo que não existirão muitas unidades disponíveis.