Há um novo jogo de ação para meter as mãos a partir de agora na Xbox One e Nintendo Switch. Chama-se Synthetik Ultimatee é a versão definitiva do jogo já lançado para PC, com todos os extras originais.
Agora adaptado aos controlos das consolas, este twin shooter frenético conta com combates frenéticos por níveis coloridos, diferentes personagens para controlar e mecânicas de rogue-like, tudo para manter o jogo sempre fresco.
A versão Ultimate de Synthetik chega com mais conteúdos de história, novas zonas para explorar, melhorias de equilíbrio do jogo e muito mais.
Disponível já para PC, Xbox One e Nintendo Switch, Synthetik Ultimate irá também chegar à PlayStation 4.
Já podem investigar a cena do crime na portátil da Nintendo.
Um dos jogos mais populares do momento chegou à Nintendo Switch, mesmo a tempo de juntar amigos e familiares no Natal em sessões de jogo tensas.
Among Us, o divertido jogo de paranóia, de conspiração e suspeitas, foi a revelação surpresa do mais recente Nintendo Directfocado nos jogos independentes, onde também foram revelados Spelunky e Spelunky 2 para a consola híbrida da Nintendo, a chegar em 2021; Grindstone, que também já ficou disponível; Super Meat Boy Forever, que chega a 23 de dezembro; e muitos mais que podem ser conhecidos na transmissão do Indie World.
Disponível também para PC, smartphones e a caminho do Xbox Game Pass, Among Us custa apenas 4,29€ e tem suporte crossplay para jogar com amigos noutras plataformas.
A organização pretende construir “a melhor edição de sempre do Amplifest na bela e melancólica cidade do Porto”.
Como já estamos fartos de referir, toda a gente espera que 2021 seja um ano que não nos faça lembrar tão rapidamente do caos que foi este 2020 marcado pela pandemia de COVID-19. Um dos setores mais afetados, entre outros, foi a da cultura. Sem público e com imensas restrições, os espetáculos foram ora adiados, ora cancelados, aguardando por um momento melhor.
Agora, antes do final do ano, muitas são as promotoras que fazem planos para 2021. E a Amplificasom é uma delas, com o seu conhecido Amplifest.
Sim, o Amplifest 2021 vai acontecer, mais especificamente entre 8 e 10 de outubro, e já tem as primeiras confirmações para o fim-de-semana: Cult of Luna, Caspian e Holy Fawn.
O Amplifest, que se realiza desde 2011, assume-me como uma experiência de descoberta dos espaços mais negros e transgressores da música de peso contemporânea. E como a Amplificasom não quer deixar os créditos por mãos alheias, promete “a melhor edição de sempre do Amplifest na bela e melancólica cidade do Porto”.
Resta falar nos bilhetes. A primeira fase de vendas já esgotou, pelo que não há mais bilhetes para venda, só mesmo em janeiro. Também nesse mês serão divulgadas mais bandas.
A partir do primeiro dia desse mês acaba a isenção de IVA para todas as remessas que tiverem um valor global inferior a 22€.
Este é um assunto que tem vindo a ser debatido há já algum tempo, com a União Europeia (UE) a ter esclarecido que esse “acerto de contas” poderá começar a ser feito a partir de 1 de janeiro de 2021. Em Portugal, porém, esse sistema só entra em vigor a 1 de julho de 2021.
Quem o diz é a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), que avisou os seus seguidores desta novidade através da sua página oficial no Facebook.
“Todas as remessas que tiverem um valor global inferior a 22 euros não pagam IVA, mas essa isenção vai acabar a partir de 1 de julho de 2021. As mercadorias que ultrapassem aquele montante, podem ver o seu preço inicial acrescido do pagamento de IVA e demais taxas, nomeadamente de apresentação à alfândega”, pode ler-se no post publicado.
A AT aconselha os compradores a calcularem todos os custos antes de efetuarem uma compra fora da UE.
A empresa espanhola já tem 20 supermercados em Portugal.
Foi prometido e cumprido. Hoje, dia 16 de dezembro, abriu em Campanhã aquele que é, atualmente, o 20º supermercado Mercadona em Portugal.
A nova loja encontra-se instalada em Campanhã – Porto, na Alameda de Cartes, nº 448. Na construção desta loja foi recuperada a chaminé industrial que se encontrava em estado devoluto neste espaço, preservando assim um símbolo característico da antiga zona industrial.
Com uma área de venda de 1.900 m2, a nova loja dispõe das secções de Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Frutas e Legumes e, claro, a do Pronto a Comer, com uma vasta oferta de refeições quentes prontas a levar. Refira-se ainda que este espaço foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente que a Mercadona está a implementar em toda a sua cadeia e que representa uma poupança energética superior a 40% face a uma loja tradicional.
Este supermercado conta ainda com um parque de estacionamento exterior de 100 lugares.
Atualmente, o horário de funcionamento do supermercado Mercadona de Campanhã é das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, e das 8h às 13h aos sábados e domingos, em cumprimento com o Decreto 11/2020. O horário está sujeito às restrições temporárias que eventualmente venham a ser decretadas pelas entidades competentes, e que serão informadas nos canais próprios da empresa.
A abertura deste supermercado supôs a criação de 60 postos de trabalho sendo que todos os colaboradores têm contratos sem termo desde o primeiro dia, como é política da Mercadona.
A abertura desta loja concluiu o objetivo traçado pela empresa de ter, no final de 2020, 20 lojas em funcionamento, distribuídas pelos distritos do Porto, Braga, Aveiro e Viana do Castelo. A empresa já iniciou os processos de seleção e recrutamento para cinco novos supermercados a abrir em 2021, localizados em Santa Maria da Feira, Guimarães, Porto, Vila Nova de Famalicão e Espinho.
Pequeno, acessível e simples de usar, o microfone Razer Seiren Mini é uma ótima solução a ter à mão.
Pequeno, simples, redondo, adorável e elegante. Estes são apenas alguns dos adjetivos para descrever o aspeto do novo Razer Seiren Mini, o mais pequeno microfone para criadores de conteúdo da Razer que, apesar de cortar no tamanho, mantém o seu desempenho e função.
Desenhado a pensar não só para quem produz conteúdo diariamente, mas também nos produtores em movimento, o Razer Seiren Mini é, só pelo seu tamanho, uma interessante proposta portátil.
Com a forma de um ovo, tem apenas o tamanho de dois ovos. Na parte superior temos o microfone supercardioide com o seu padrão que o envolve e, na na parte inferior, surge uma base limpa, com um indicador LED, – que nos diz se está ou não ligado -, uma ligação traseira micro-USB e uma rosca para o colocar na base incluída ou até um braço tradicional para microfones.
É mesmo pequeno, tão pequeno que quase cabe num bolso. A qualidade de construção é sólida e robusta, com o seu belo padrão sem defeitos na parte superior e a utilização de plásticos de alta qualidade na parte inferior. O único defeito, ou crítica que tenho a fazer, é a localização da porta USB, que obriga à utilização exclusiva do cabo que vem incluído devido ao seu estranho encaixe, desenhado só para tornar o aspeto arredondado do microfone mais consistente e agradável ao visual, ao mesmo tempo que, de alguma forma, também garante que não se separa facilmente. Contudo, não poder usar outros cabos USB que se tenha em casa torna-o menos versátil do que o prometido.
Junto com o Razer Seiren Mini, temos ainda um pequeno adaptador que serve de perna para este microfone e que lhe fornece alguma articulação extra no seu posicionamento, algo que é necessário para o ligar também à base. A base redonda é sólida e pesada o suficiente para o manter estável e, na sua base, vamos também encontrar uma camada em esponja aderente. Algo que notei nesta pequena camada foi uma ligeira inclinação, como se não estivesse encaixada na totalidade na base. É minúscula e, na prática, não tem qualquer efeito, mas depois de reparar a olho nu, foi difícil de não desviar o olhar.
Quando montado, o Razer Seiren Mini é adorável numa secretária, especialmente em tons de branco, como o Mercury White que a Razer nos emprestou, ocupando virtualmente pouco ou nenhum espaço e com um aspeto que se deixa fundir com qualquer setup. Pequeno e disruptivo.
O Razer Seiren Mini vem despido de botões e funções extra como outros modelos da marca e da concorrência, mas é uma decisão que apela à simplicidade e ao preço reduzido pedido por este modelo.
A simplicidade também faz parte na forma como o Razer Seiren Mini é usado. Basta apenas ligá-lo ao PC que fica instantaneamente pronto a usar com qualquer aplicação, sem necessidade de instalar software extra para começar a gravar, conversar ou streamar.
Por fim, temos a qualidade de som, que é simplesmente ótima. É capaz de captar voz de forma clara e limpa, com foco nos sons que são debitados diretamente, o que significa que, se existirem sons em redor, esses são mais dificilmente capturados. A reprodução de sons de voz é, assim, limpa, clara, com corpo e bem normalizada, não sendo necessário passar muito tempo em pós-produção para a produção de conteúdos mais casuais.
Disponível nas três cores da Razer – Black, Quartz e Mercury -, o Razer Seiren Mini aparece por 59,99€, um valor quase simbólico para um microfone de qualidade semiprofissional que aposta na simplicidade máxima. É uma solução de entrada fantástica para quem quer começar a criar conteúdo no conforto da sua casa.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
Tudo para que os vendedores em plataformas digitais paguem a sua quota-parte justa de impostos.
Ainda falta algum tempo, é certo, mas vai mesmo avançar. As autoridades tributárias da União Europeia (EU) vão, a partir de 2023, trocar informações sobre os rendimentos obtidos em vendas nas plataformas online, para combater a evasão e a fraude fiscal na Internet.
O Conselho de Assuntos Económicos e Financeiros (Ecofin) apoia as alterações propostas pelo Conselho da UE à diretiva relativa à cooperação administrativa no domínio da fiscalidade, ao abrigo da qual, a partir de 2023, as autoridades tributárias dos Estados-Membros irão trocar automaticamente informações sobre os rendimentos obtidos pelos vendedores em plataformas digitais.
O objetivo é prevenir a evasão e fraude fiscais e reforçar a justiça fiscal.
As novas regras de cooperação administrativa irão dar aos Estados-membros ferramentas importantes para assegurar que os vendedores em plataformas digitais paguem a sua quota-parte justa de impostos.
O termo “plataformas digitais” é muito ambíguo neste caso, mas é de crer que tal regra somente se aplique a quem tem uma loja registada e vende produtos pela Internet para fugir aos impostos e não cumprir com as suas obrigações fiscais. Ou seja, espera-se que não afete particulares que vendem produtos em segunda mão em sites de classificados como o OLX ou CustoJusto.
O mesmo que dizer que irão encontrar bolos-reis, tortas e outras iguarias.
Por esta altura, muitos são aqueles que nos seguem e que já conhecem o conceito da Too Good To Go, app dinamarquesa que ajuda a combater o desperdício alimentar. Agora, e à medida que o conceito se vai expandido cada vez mais por Portugal, eis que chega algo um pouco diferente: Magic Boxes Especiais de Natal, recheadas de bolos típicos da época.
É muito fácil encontrar estas caixas especiais. Basta que, na app, pesquisem por “Natal” na secção Filtros, e irá surgir-vos logo os espaços aderentes a esta iniciativa. Caso não os encontrem, é sinal que não existe nenhum spot a uma distância de 30 quilómetros da vossa localização (máxima distância que a app permite definir).
Como era de esperar, nunca se sabe ao certo o que irão encontrar nestas magic boxes de Natal, mas podem contar com bolos-reis, tortas, rabanadas, sonhos, coscorões, azevias ou, quem sabe até, aletria.
Estas caixas não deverão ficar disponíveis por muitos dias.
É só a 15 de janeiro do próximo ano que estreia o primeiro episódio da segunda temporada de Servant, mas a Apple está tão convicta da qualidade da sua série que acaba de renová-la para um terceiro leque de episódios.
É a quarta série do serviço Apple TV+ a ser renovada para uma terceira temporada, tal como aconteceu com For All Mankind, Dickinson e Ted Lasso. Os atores Lauren Ambrose, Toby Kebbell, Nell Tiger Free e Rupert Grint estarão de regresso para essa 3ª temporada.
Servant foi criada pelo produtor executivo e escritor Tony Basgallop, indicado ao BAFTA, e conta com alguns episódios realizados por M. Night Shyamalan.
O primeiro episódio da segunda temporada da série é exibido a 15 de janeiro de 2021, em exclusivo na Apple TV+. Depois, a cada sexta-feira, sai um novo episódio.
Até lá, aproveitem para (re)ler a nossa crítica à primeira temporada.
A série estreou em 2018 na RTP e, no ano seguinte, ganhou um lançamento em DVD por parte da Alambique.
Maria João Bastos (Maria Armanda Falcão), Soraia Chaves (Natália Correia) e Victoria Guerra (Snu Abecassis) são as protagonistas de Três Mulheres, série portuguesa criada por Fátima Ribeiro e Luís Alvarães e produzida pela David & Golias. O projeto, que estreou a 26 de outubro de 2018 na RTP1, e que, no ano seguinte, ganhou um lançamento em DVD com todos os episódios, vai chegar ainda este mês à HBO Portugal.
A 23 de dezembro, a conhecida plataforma de streaming passa a incorporar mais um conteúdo português no seu catálogo, juntando-se a outras séries e filmes que já constam no serviço.
Esta série de ficção recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra Colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados destas mulheres, que fizeram história e contribuíram para a emancipação e mudança da História do nosso país, são um exemplo de coragem e compromisso com os tempos futuros.
O elenco de Três Mulheres conta também com Fernando Luís (Alfredo), Afonso Lagarto (José Manuel Tengarrinha), João Jesus (Vasco Abecassis), Pedro Lamares (Sttau Monteiro), Ana Padrão (Lucienne), João Lagarto (Isaltino), Filipa Areosa (Madalena), Isac Graça (Ribeiro de Mello), Vicente Wallenstein (Mariano) e Hugo Franco (Macário). e Cucha Carvalheiro (Herculana), João Grosso (Moreira Baptista) e José Eduardo (Dr. Fausto) têm participações especiais.
O filme ideal para passar 90 minutos divertidos e cativantes, mas é a última e melhor prestação da carreira de Chadwick Boseman que rouba toda a atenção.
Sinopse:“A tensão aumenta quando a cantora de blues Ma Rainey (Viola Davis) e a sua banda se reúnem num estúdio de gravação em Chicago em 1927.”
Normalmente, no fim de cada ano, preparo a minha lista de filmes para os próximos 12 meses. Obviamente, não importa quantos acabo por colocar, pois sei que dezenas de filmes serão anunciados e lançados ao longo do ano. Ma Rainey’s Black Bottom é um destes. Não sabia nada sobre este filme, mas recebeu o sempre interessante “Awards Buzz”, transformando assim o filme numa visualização obrigatória antes do Natal.
Comecei a ver sabendo apenas um detalhe: esta é a última aparição de Chadwick Bosemandepois do seu falecimento há alguns meses atrás. Realmente, não sabia o que esperar deste Oscar-Bait da Netflix, mas admito ter sentido algum receio quando descobri que a probabilidade da nomeação de Boseman era alta, pois fiquei com a dúvida se tal é devido ao que aconteceu na vida real ou se realmente merece esse reconhecimento…
Bom, posso escrever com segurança e confiança que Boseman entrega a melhor prestação da sua carreira e não seria injusto, de todo, receber vários prémios postumamente. Desde o sotaque impecável ao alcance emocional impressionante, passando por longos monólogos e takes ininterruptos sem esforço aparente, Boseman é a cola firme que mantém tudo no lugar.
O que parece, inicialmente, um hangout film (narrativa sem um enredo central claro) transforma-se num estudo de personagem. Levee quer seguir os seus sonhos, fazer o que faz de melhor nas suas condições e com a sua interpretação pessoal da música e do soul. Boseman incorpora este personagem na perfeição, entregando uma performance memorável que espero que seja lembrada como uma digna vencedora de Óscar, caso esta situação se venha a tornar verdadeira.
Apesar de Boseman ser o destaque, todos os atores são absolutamente incríveis. Viola Davis partilha o holofote principal com o colega anterior, representando a icónica cantora de blues, Ma Rainey. Sendo completamente honesto, desconhecia esta cantora assim como o seu impacto no soul. O primeiro argumento de uma longa-metragem de Ruben Santiago-Hudson está repleto de brincadeiras divertidas entre os membros da banda, mas também contém monólogos sinceros, angustiantes e chocantes que exploram profundamente o passado e a personalidade de cada personagem. Davis ataca todas as suas falas com uma intensidade brutal e uma expressividade extrema, constantemente oferecendo 200% da sua energia.
George C. Wolfe (primeiro filme que assisto dele) demonstra um controlo exímio de todas as cenas e eleva a narrativa dialogue-driven com um equilíbrio excecional do tom e do ritmo. A câmara de Tobias A. Schliessler permanece lindamente sobre os atores, permitindo que estes demonstrem as suas habilidades, mas também ajudando os espetadores a sentirem-se investidos nas palavras das personagens, ao não criar nenhuma distração técnica desnecessária. A edição de Andrew Mondshein também contribui muito para o ritmo suave que o filme pede, mas é a banda sonora inspiradora e cheia de soul de Branford Marsalis que, provavelmente, irá levar a maioria dos espetadores a desfrutar do filme no seu geral. Tecnicamente, não consigo apontar um único problema. Enormes elogios para o guarda-roupa de época e para a produção artística apropriada.
Honestamente, não tenho muitas razões para reclamar. Pode não possuir um plot principal convencional, mas também está longe de ser um filme de “nada”. Como mencionei acima, as bocas e brincadeiras entre Toledo (Glynn Turman), Cutler (Colman Domingo), Slow Drag (Michael Potts) e Levee são incrivelmente divertidas e genuinamente hilariantes por vezes.
No entanto, atravessa um caminho sombrio e inesperado, culminando num final surpreendente. Todas as personagens têm o seu próprio monólogo contendo detalhes das suas vidas pessoais, algo que me deixou regularmente interessado, apesar da estrutura repetitiva. Funciona tanto como um estudo de personagem, principalmente sobre Levee e Ma Rainey, mas também como um “passar o tempo” entretido que passa mais rápido do que antecipava.
No final, Ma Rainey’s Black Bottom será para sempre recordado como o último papel de Chadwick Boseman. Chamem-lhe destino, mas é, sem dúvida, a melhor prestação da carreira de Boseman. Espero que, se realmente ganhar um Óscar postumamente, que tal não seja identificado como um ato de caridade, mas como uma celebração digna, justa e triunfante do seu talento inspirador e impactante no grande ecrã.
Viola Davis também brilha nesta narrativa incomum, que foca os seus holofotes em monólogos longos, sem cortes e envolventes, diálogos cativantes e brincadeiras divertidas, tudo abordado de forma impressioante e aparentemente sem esforço por parte de todos os atores envolvidos. Apesar da ausência de um enredo central claro, encontra-se mais perto de um estudo de personagem do que de um filme de “nada”.
George C. Wolfe e Ruben Santiago-Hudson entregam um filme tecnicamente magnífico, com um excelente equilíbrio do tom e ritmo, mas também possuindo uma cinematografia impecável, uma edição perfeita e uma banda sonora carregada de soul.
É, definitivamente, um candidato sério para a temporada de prémios, por isso, certifiquem-se de guardar 90 minutos desta época natalícia para desfrutar desta história simples, mas surpreendente.
Ma Rainey’s Black Bottom chega à Netflix a 18 de dezembro.
Apesar do excesso de trivialidades, FM 2021 é melhor e mais emocionante jogo da saga à data, desta vez dentro e fora de campo.
Texto por: Cláudio Araujo
Nos últimos anos, Football Manager tem vindo a brindar os fãs com a introdução de grandes novidades. No ano passado, FM 2020 trouxe remodelações focadas na vertente de gestão a longo prazo do clube e inúmeros arranjos visuais para facilitar a navegação não só dos novos jogadores, como também dos mais experientes. São as chamadas melhorias de qualidade de vida que complementam a intenção de tornar os projetos de longo prazo mais aliciantes.
Este ano, com FM 2021, as novidades recaem sobre as interações com as personagens do jogo através da introdução de um sistema de gestos que se pode utilizar em conjunto com o discurso nas diversas interações com jogadores, jornalistas e membros do staff. Esta foi, aliás, uma das nossas críticas elaboradas à versão do ano passado, visto que o sistema de diálogos estava estancado há demasiado tempo. Também o dia de jogo sofreu alterações, além das conversas pré e pós-jogo com os jogadores. Existe, também, uma mini entrevista ao fundo do túnel de acesso ao relvado (a minha favorita foi do último jogo da temporada e já vão perceber porquê) e, supostamente, a equipa de observação também foi melhorada.
Este último tema não dá para explorar na primeira época porque a maior parte das equipas, apesar de ter orçamento para transferências disponível nessa fase, não o pode utilizar uma vez que as transferências realizadas na vida real são deduzidas a esse orçamento. Por exemplo, o Everton tem um orçamento de vários milhões de euros, mas na vida real contratou James Rodriguez, Allan, Abdoulaye Doucoure e Ben Godfrey, e, nesse caso, o jogo apenas nos dá essa diferença entre esse orçamento e o custo destes jogadores contratados, resultando num orçamento de 2,74 milhões de euros para transferências na primeira época. Apreciei esta decisão, confere mais realismo e torna-os mais seletivos com a escolha de clube.
É possível destacar o staff para encontrar bons jogadores e negócios, mas cada incursão destas requer algum tempo de observação, e a qualidade depende dos atributos dos vossos olheiros e restante staff de observação. Dada a existência de outras ferramentas gratuitas online que identificam logo, e com precisão, quais os melhores jogadores para cada posição, ou com maior potencial para futuro dentro do vosso orçamento, entre outras opções, e a necessidade de se movimentarem no mercado depressa para que não percam o próximo Mbappé, João Félix ou Ansu Fati, não me parece que esta área do jogo vá ser aproveitada pelos jogadores que todos os anos compram um novo FM.
Por forma a explorar as novas vertentes de FM 2021 e sem esquecer as limitações orçamentais, decidi carregar um Save com base de dados alargada, voltar a criar o nosso Manager Echo Boomer, desta vez com um visual mais moderno, descontraído e com um perfil de motivador (no ano passado usei o perfil formador que encaixava que nem uma luva na equipa escolhida) e escolher um clube para treinar. E se, no ano passado, decidi utilizar um clube de topo numa liga de média – Ajax -, este ano decidi fazer a escolha inversa. Isto é, escolhi um clube médio e ambicioso numa liga de topo – Everton.
Assim que assumi controlo do Clube, fui prontamente presenteado com as expectativas da Direção relativamente ao meu desempenho enquanto treinador. Seguidamente é-me feito um briefing sobre a equipa, incluindo a tática recomendada, melhor 11, jogador-chave, entre outras questões, e disponibilizada a opção de gerir o clube quase por completo. Até aqui nada de novo.
As expectativas da Direção exigem-me a prática de um futebol de posse, atrativo, com um orçamento bastante restrito, baseado tanto quanto possível nas camadas jovens e na contratação de jogadores com 22 anos de idade ou menos. Assim, o meu primeiro ato foi o de procurar o melhor staff possível (tarefa algo desafiante dada a reputação do meu clube) para melhorar os jogadores disponíveis e conseguir rescisões amigáveis com o staff que não está à altura do novo desafio.
Apesar de as características da minha equipa não serem as mais adequadas ao estilo Gegenpress, decidi verificar se este estilo continua a ser superior aos restantes, conforme tem sido tendência nos últimos anos. Descarreguei uma tática da Internet, um 4-3-3 feito por outro jogador e com resultados comprovados para confirmar a minha teoria. As expectativas da imprensa eram de que iria terminar em 9.º lugar e, efetivamente ,isso quase aconteceu.
Eliminado de ambas as taças logo na primeira ronda, ao longo da época fui alternando entre o 5.º e o 7.º lugar, vencendo jogos com os grandes favoritos ou perdendo pela margem mínima, e levei grandes tareias de algumas equipas que devia vencer com alguma regularidade, sofrendo sempre golos nos últimos instantes do primeira parte ou do jogo e perdendo jogos em que claramente tinha mais golos esperados (xG – de expected goals) do que os adversários. A adição da estatística xG dá um toque extra de realismo ao jogo no sentido em que este termo estatístico tem sido cada vez mais relevante no futebol atual, mas, em termos práticos, traduz-se apenas na substituição do indicador “Oportunidades Flagrantes”, que sempre existiu em FM, por um número pomposo com casas decimais.
Mais ao menos a meio da época, decidi implementar um 3-4-3 a meio dos jogos, com o objetivo de ter os jogadores mais frescos e obter maior posse de bola nos últimos 20 minutos de cada jogo. Disto resultou uma redução dos fatídicos golos sofridos no final de cada jogo, mas a IA de FM 2021 tinha uma surpresa preparada para mim. Além do calendário difícil, as táticas deixaram de dar resultado: fui goleado por um Liverpool que já tinha sido campeão, por um Leeds que queria disputar os lugares europeus e fui, também, tendo outras derrotas e empates que me fizeram cair na classificação e ocupar um 8.º lugar a uma jornada do fim do campeonato, onde iria defrontar o 7.º classificado, o Wolverhampton.
As perguntas no túnel para este último e derradeiro jogo centraram-se à volta do meu possível despedimento (já percebem o porquê de ter sido a minha conversa favorita?). Felizmente, tive a sorte de vencer esse jogo por 1-0 com um golo isolado de Dominic Calver-Lewin, o avançado trabalhador que liderou o meu ataque ao longo de quase toda a época. Muito honestamente, caso não tivesse vencido este último jogo contra o Wolves, em vez de assegurar o 6.º lugar e classificação para as competições europeias, julgo que teria sido despedido, tal como aconteceu com Mourinho, Guardiola e Zidane ao longo da época. Aprecio o facto de ter sido necessário adaptar as tácticas para continuar a ter sucesso ao invés de usar sempre a mesma fórmula.
O mercado de transferências na segunda época foi bastante ativo, tendo recebido várias propostas por jogadores das camadas jovens, habituais suplentes e alguns jogadores essenciais. Preferi tomar as rédeas a deixar a minha sorte às melhorias implementadas pela Sports Interactive. Consegui vender James Rodríguez aos 29 anos por um valor mais alto do que paguei, apesar de ele ter feito uma época um pouco dececionante, livrei-me de alguns excedentários que tinha no plantel e tive de aceitar a saída das minhas estrelas Lucas Digne (lateral esquerdo e marcador de bolas paradas) e Richarlison (melhor jogador) para o PSG e Chelsea por 30M€ e 90M€, respetivamente.
Com os 55% do montante recebido de transferências que tenho direito (pedi à Direção para ter acesso a uma percentagem superior, mas não me deixaram) e com recurso a tácticas de guerrilha nos mercados de transferências avançadas, como espremer o máximo de euros possíveis em jogadores de qualidade que pertencem a clubes que desceram de divisão (Newcastle foi a minha vítima favorita) e inclusão de umas cláusulas difíceis de realizar, tais como pagar uns milhões de euros a um clube na remota eventualidade de vencer a Taça dos Campeões Europeus nos próximos anos, consegui melhorar bastante a qualidade da minha equipa. Atualmente estou em 2.º lugar no campeonato, desta vez sem Gegenpress.
Quanto à representação do jogo em 3D, voltou a ter algumas melhorias ao nível dos gráficos em pequenas coisas, como a iluminação e algumas animações. Verificam-se também mudanças na organização dos dados informativos, como o número de ataques, condição física dos jogadores, entre outros. Esta é a grande diferença de FM 2021 face à versão do ano passado. Ao longo do jogo mantém-se o fundo roxo, mas a disposição gráfica das opções e informações dos menus estão organizadas de forma diferente.
Este ano, os meus avançados fizeram mais golos no 1 vs 1 com os guarda-redes adversários e os remates de longe já não são tão temerários, pelo que é bom verificar que este exploit foi corrigido. Isto resulta em jogos muito mais interessantes, principalmente a partir da segunda época, em que já tive orçamento para contratar reforços. No entanto, ainda existem alguns bugs nas movimentações e animações dos jogadores, mas nada a que os jogadores regulares de FM já não estejam habituados.
Já os jogos continuam muito demorados, dado que, em cada jogo, existe sempre pelo menos um lance que é revisto no VAR. Quando tal acontece, o jogo abre um highlight para mostrar não só o lance em que o VAR é chamado a intervir, como também a repetição desse lance. Solução? Definam a opção de mostrar somente momentos decisivos e optem por correr esses momentos a uma velocidade de 2x.
Com o desenrolar da temporada, voltamos a testemunhar eventos de rebeldia com base no tempo de utilização, incumprimento de promessas, insatisfação relativamente aos prémios de desempenho, propostas de transferência ou empréstimo recusadas, novos contratos, entre outros. Este aspeto, apesar de ter sido renovado este ano através de novo grafismo (as conferências de imprensa agora têm o fundo de uma sala e as conversas de balneário têm uma imagem do nosso balneário em vez de serem uma simples caixa de mensagens) e das novas opções de gestos, tais como colocar o braço à volta de um jogador enquanto se elogia a performance no treino, ou apontar o dedo em sinal de desacordo com o comentário de um jornalista, volta a tornar-se aborrecida ao fim de algum tempo.
Em primeiro lugar, as opções de resposta são sempre as mesmas. E além disso, os gestos parecem ser indiferentes, pois apenas tornam algumas opções de resposta indisponíveis para o gesto em particular, não parecendo causar qualquer diferença na moral dos nossos jogadores.
Tenho ainda uma outra queixa. Dado que escolhi o perfil motivador, teria sido interessante que algumas opções de resposta fossem exclusivas desse perfil, mas, para falar verdade, não notei nada de diferente. Acabei por mim a desejar ter optado por um perfil mais tático por forma a suprimir algumas lacunas no treino. Em alguns momentos senti o apoio dos jogadores através de algumas mensagens que o jogo vai demonstrando e, portanto, se esse efeito psicológico do perfil de treinador que escolhi realmente existe, então ocorre de forma muito subtil.
O jogo está repleto de detalhes e opções de escolha, o que, por vezes, pode deixar-nos um pouco perdidos, e damos por nós já com imensas horas traduzidas em pouquíssimos jogos, mas FM é isto mesmo: escolhas estratégicas finamente executadas através de cliques em botões ao invés de fintas, passes em profundidade e remates em arco executados com um comando, como acontece em outros simuladores de futebol.
É precisamente por isso que esta remodelação é bem vinda. É um conceito muito bem elaborado, mas infelizmente aborrece rápido e não acrescenta nova emoção ao jogo. Não dá aquele pico de adrenalina de uma nova contratação ou de uma vitória num jogo renhido ou sobre o nosso maior rival. Os novos gráficos de interação são bastante impessoais, com as opções de conversa a tornarem-se redundantes e repetitivas, principalmente quando temos um adjunto com as recomendações certas do nosso lado.
Já a caixa de mensagens acaba por ter imenso spam. O que é que desmotiva qualquer pessoa que trabalhe num ambiente escritório como eu ou o nosso treinador Echo Boomer? Uma caixa de mensagens interminável! Houve um ponto ao longo da época em que recusei ler relatórios de olheiros por algumas semanas e, com isso, acumulei mais de 90 relatórios para ler. Além disso, ainda recebemos notícias casuais de jogadores que constam na nossa lista preferencial, pedidos de mini-entrevistas com duas perguntas sempre que um treinador interessado num jogador nosso aparece no estádio para ver um jogo nosso (como é que o jogo sabe que Guardiola está interessado no meu defesa esquerdo e não no meu estilo de Gegenpress fantástico?) e outras trivialidades. Acabei por delegar a gestão dos treinos de equipa e individuais de jogadores ao meu adjunto, o qual tem ótimos atributos nesse sentido, e saltar as mensagens sem as ler para progredir no calendário até ao dia do próximo jogo. O resultado foram imensas lesões ao longo da época, mas consegui mais tempo para testar as novas opções de diálogo do jogo.
No que se refere a licenças, tenho de repetir a crítica do ano passado. É uma pena que uma saga com tantos anos de história (primeira versão remonta a 2005 se ignorarmos o divórcio entre a SEGA e a Eidos) continue a não ter algumas das principais ligas mundiais e seus clubes, tais como a La Liga (Espanha), Brasileirão (Brasil) ou Premier League (Inglaterra) licenciadas.
FM 2021 está cheio de opções e essa é, verdadeiramente, a essência do jogo: viver o dia-a-dia de um treinador de futebol. Contudo, sinto que está na altura de cortar algumas trivialidades, tais como as notícias sobre jogadores no qual estávamos interessados há uns anos e agora já não, bem como especulação sobre visitas de treinadores ou conversas no túnel todos os jogos.
Deixem-me ter a gestão tática e técnica do clube, dos treinos e dos jogadores, algumas interações sociais com os media que possam ser leves e/ou divertidas, uma IA que se vá adaptando à minha forma de jogar e plot twists no balneário, mas não me obriguem a ler dezenas de mensagens por cada dia do calendário.
Não obstante, é o melhor e mais emocionante jogo da saga à data, desta vez dentro e fora de campo, e a renovação nas opções de discurso, apesar de um pouco parca, talvez por culpa de toda a situação que se vive na indústria neste momento e que resultou no adiamento de imensos jogos, é muito bem vinda e tem o potencial para ser melhor aproveitada numa versão futura do jogo.
Disponível para: PC Jogado no PC Cópia para análise cedida pela Ecoplay.
Começam os adiamentos dos concertos previamente adiados para os primeiros meses de 2021.
Os países até podem já estar a vacinar, ou em vias de o fazer, mas a verdade é que voltarmos a uma normalidade em que não vamos precisar mais de distanciamento social ainda vai demorar a acontecer. E isto significa que as salas de espetáculos não podem funcionar no máximo da sua capacidade.
Esta semana, saiu a notícia de que os concertos dos Apocalyptica e Epica em Lisboa tinha sido adiados para 2022. Agora, é a vez de Harry Styles reagendar novamente o concerto anteriormente reagendado para fevereiro de 2021.
O concerto de Harry Styles em Lisboa, previsto para acontecer a 16 de fevereiro, fica, assim, sem efeito. Este não é, contudo, um cancelamento, mas sim um novo adiamento, pelo que uma nova data na Altice Arena será partilhada com todos os fãs do artista assim que for possível.
Resta saber se o concerto irá acontecer ainda durante o próximo ano ou só mesmo em 2022.
O que quer dizer que a vertente premium já está disponível.
Já falámos por diversas vezes na app REV da banda portuguesa The Gift. Depois de sabermos como iria funcionar, bem como quais os conteúdos a ficar disponíveis, faltava esclarecer, além do lançamento da app, o plano de subscrições.
Chegou o dia. Não, a app ainda não foi lançada, mas já é possível efetuar uma subscrição, tanto na opção como gratuita como premium, que dá acesso a tudo aquilo a que têm direito em cada caso em específico.
A app REV inclui toda a história dos The Gift, programas de TV e rádio originais desenvolvidos e apresentados pelos próprios músicos, relíquias da banda, concertos exclusivos, uma rede social própria, toda a discografia incluindo raridades e material nunca antes editado, documentários, filmes com banda sonora do grupo, audio-livros, entre outros conteúdos exclusivos.
Além disso, existirão novos conteúdos semanalmente. E é aqui que entram as subscrições.
No que toca ao plano gratuito, dá acesso aos conteúdos básicos. Poderão ouvir a discografia completa e assistir aos videoclipes oficiais da banda de Alcobaça, bem como alguns trailers dos programas exclusivos. Mas claro, a grande mais-valia está mesmo na subscrição paga.
Têm duas opções, a de seis meses/semestral (24,99€, com oferta de um mês de subscrição) e a anual (44,99€, com oferta de dois meses de subscrição). Em qualquer um dos casos, terão acesso a todos os conteúdos da Rev, sejam eles séries exclusivas, concertos ao vivo e todos os conteúdos pay-per-view. Podem até acontecer aparições espontâneas dos elementos da banda.
Mas atenção. Os valores das subscrições semestrais e anuais são valores promocionais até dia 31 de dezembro de 2020, sendo estes atualizados a partir do primeiro dia de 2021.
Depois de, esta semana, termos revelado a campanha de Natal da Carris, que corresponde em enviar uma mensagem a alguém, juntamente com dois bilhetes de 24 horas para passear em Lisboa, eis que também a Pedras tem uma campanha para esta época, se bem que bastante diferente.
Aqui não há bilhetes de viagem, mas há, sim, bolas de Natal em madeira. Basicamente, a iniciativa Message in a Bubble apela à proximidade e consiste na oferta de uma bola de Natal com uma particularidade distinta: contém um QR Code com um vídeo muito especial.
Ou seja, estarão a enviar a alguém este presente, cujo QR Code contém um vídeo gravado por vós, em formato de realidade aumentada. Para isso, têm de seguir esta ligação e fazer o que vos é pedido. Basta indicarem os vossos, fazer upload do vídeo com a mensagem que desejam transmitir e, finalmente, indicar a morada da pessoa a quem querem enviar a bola.
Esta iniciativa está a decorrer até às 23h59 de 20 de dezembro. Só estão disponível 100 bolas de Natal por dia. A mensagem enviada, ou seja, o vídeo, poderá ser consultado através do QR Code até 20 de janeiro de 2021.
No que toca à Pedras, é uma água que nasce, intocável, das profundezas da região de Trás-os-Montes e é captada diretamente da fonte, preservando as suas características únicas, como o seu gás 100% natural.
É a maior loja de eletrodomésticos e tecnologia da cidade.
Fica localizada num edifício independente, em frente ao Ferrara Plaza, e vai servir um total de 50 mil habitantes. A nova loja da Rádio Popular em Paços de Ferreira já abriu, conta com uma área total de cerca de 2.000 m2 e vai permitir a criação de mais de 50 novos postos de trabalho diretos e indiretos.
É o 52º espaço da rede de lojas em Portugal, incluindo Açores e Madeira, e é, também, a maior loja de eletrodomésticos e tecnologia de Paços de Ferreira.
A Rádio Popular, empresa 100% portuguesa, foi fundada há mais de 40 anos, em 1977, iniciando a atividade na Rua do Loureiro, uma pequena artéria da cidade do Porto. Em 1998 abriu na Maia o primeiro grande espaço em Portugal dedicado exclusivamente à comercialização de eletrodomésticos.
E distingue, pela primeira vez, Check-in Faro na categoria “Bib Gourmand” pela ótima relação qualidade/preço.
Ocean (Lagoa) e Vila Joya (Albufeira), galardoados com duas estrelas; e o Bon Bon (Carvoeiro), Gusto by Heinz Beck (Almancil), Vista (Portimão) e Vistas (Vila Nova de Cacela), distinguidos com uma estrela Michelin. Foram estes os restaurantes do Algarve confirmados com estrelas Michelin no novo Guia Michelin para 2021.
O guia chega hoje às bancas e foi apresentado ontem à noite, numa cerimónia transmitida de forma virtual a partir de Madrid (Espanha).
A novidade surge com o prémio Bib Gourmand atribuído ao Check-in Faro. Este junta-se ao restaurante Avenida (marina de Lagos), também incluído na mesma categoria.
João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve, congratula-se com as distinções do famoso guia, referindo que “o Algarve é sinónimo de boa gastronomia, pela forma ímpar como combina qualidade, variedade, tradição e criatividade, e privilegia a incorporação dos produtos típicos sazonais. Este é o contexto que encontramos no destino e é o que fica registado nesta nova edição do conceituado Guia Michelin, o qual ano após ano tem vindo a distinguir a excelência da cozinha algarvia”.
“Este é também um importante reconhecimento à restauração algarvia, sobretudo no momento que estamos a atravessar. Os empresários e trabalhadores bem o merecem! O turismo gastronómico é um dos nossos produtos turísticos estratégicos, no qual vamos naturalmente continuar a apostar”, conclui o responsável do turismo algarvio.
Agora, eis que é disponibilizada uma atualização para o Big Sur. O macOS Big Sur 11.1 introduz suporte para AirPods Max, melhorias da aplicação TV e informação de privacidade na App Store. Esta atualização inclui igualmente correções de erros para o Mac.
Estas são as novidades:
AirPods Max
Suporte para os novos auscultadores circum‑aurais AirPods Max.
Som de qualidade superior graças ao áudio de alta fidelidade.
Com EQ adaptável, o som adapta‑se em tempo real ao ajuste individual das almofadas auriculares.
Cancelamento de ruído ativo para bloquear o ruído ambiente.
Modo Transparência para ouvir o que se passa à volta.
O áudio espacial com seguimento dinâmico da cabeça proporciona uma experiência sonora tipo sala de cinema.
Apple TV
O novo separador Apple TV+ torna mais fácil descobrir e ver programas e filmes Apple Originals.
A pesquisa melhorada permite navegar por categoria (como género) e ver pesquisas recentes e sugestões ao digitar.
Os principais resultados das pesquisas incluem os resultados mais relevantes de filmes, programas de TV, elenco, canais e desporto.
App Store
Nova secção de informação de privacidade nas páginas da App Store, que inclui um resumo do programador sobre as práticas de privacidade da aplicação.
Painel de controlo integrado nos jogos Arcade com recomendações de novos jogos Arcade.
Aplicações para iPhone e iPad em Macs com M1
Novas opções de janela para aplicações para iPhone e iPad, que permitem alternar entre as orientações horizontal e vertical ou expandir uma janela para preencher a totalidade do ecrã.
Fotografias
Possibilidade de editar fotografias Apple ProRAW na aplicação Fotografias.
Safari
Opção de motor de pesquisa Ecosia no Safari.
Qualidade do ar
Disponível na aplicação Mapas e através de Siri para localizações na China continental.
Recomendações de saúde disponibilizadas através de Siri, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Índia e México, para determinados níveis de qualidade do ar.
Esta atualização também resolve os seguintes problemas:
O QuickTime Player podia fechar ao abrir um filme com uma faixa de código de tempo, após a atualização a partir do macOS Catalina.
O estado da ligação Bluetooth não era apresentado na central de controlo.
Fiabilidade do desbloqueio automático do Mac com o Apple Watch.
A velocidade de deslocação no trackpad podia ser superior à esperada nos modelos MacBook Pro.
O monitor LG UltraFine 5K podia usar incorretamente a resolução 4K em Macs com M1.
Numa das noites tudo acontece a 6 de outubro, no Hard Club, no Porto. No dia seguinte, o evento acontece no Lisboa ao Vivo. Foram estas as datas definidas para a Hell Xis Agency, em parceria com a Doomstar Bookings, trazer a Portugal a digressão Hell Over Europe 4.
Esta festa do metal vai contar com as atuações de Aborted, The Acacia Strain, Benighted e Fleddy Melculy.
No que toca aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 18 de dezembro, na loja Unkind. O preço não foi revelado.
Noutra nota, a Hell Xis Agency fez saber recentemente que o concerto dos Mercyful Fate, agendado para a Sala Tejo da Altice Arena, foi cancelado.
Billie Eilish: The World’s A Little Blurry estreia nos cinemas e na Apple TV+ em fevereiro do próximo ano.
Era uma das headliners da edição deste ano do NOS Alive, mas, com o adiamento do festival, o nome da artista não consta, até ver, do cartaz até agora anunciado. Falamos, claro, de Billie Eilish, que vai ter em breve um documentário.
Chama-se Billie Eilish: The World’s A Little Blurry, foi realizado pelo premiado cineasta R. J. Cutler (Belushi, The September Issue, The War Room) e vai estrear nos cinemas (não sabemos como será a situação em Portugal) e na Apple TV+ em fevereiro de 2021.
Este documentário sobre Billie Eilish é uma produção da Apple Original Films em parceria com a Interscope Films, Darkroom, This Machine e Lighthouse Management & Media.
A jovem artista lançou o seu álbum de estreia, WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?, em 2019, e venceu os Grammys de Artista Revelação, Álbum do Ano, Gravação do Ano, Canção do Ano e Melhor Álbum Pop Vocal.
Este ano, a jovem Eilish de 18 anos também lançou a aplaudida canção oficial do próximo filme da saga de James Bond, No Time To Die.