Cinemas Castello Lopes reabrem esta quinta-feira. E têm filmes para estrear

Mas nem todas as salas voltam a funcionar esta semana.

Cinemas Castello Lopes

Tal como referimos ontem, poucos são os cinemas que voltaram a reabrir portas esta segunda-feira, dia 1 de junho. Muitos sentem que não têm condições, outros não possuem filmes para exibir… É preciso ainda esperar uns dias.

Contudo, há agora uma boa novidade: os Cinemas Castello Lopes vão voltar a funcionar já esta quinta-feira, dia 4 de junho. Reabre as salas de cinema no TorreShopping, W Shopping, GuimarãeShopping e Espaço Guimarães. As do Alegro Sintra e Forum Barreiro permanecem encerradas, não tendo ainda definida uma data de reabertura.

Em comunicado, a Castello Lopes salienta que, “como era esperado, a reabertura dos nossos cinemas vai acontecer num cenário diferente ao que estávamos habituados. Há uma clara falta de filmes de estúdio e, no fundo, ainda vamos estar muito dependentes da estabilização do mercado”.

Dito isto, sabemos que vão existir dois filmes a estrear em Portugal no próximo dia 4 de junho. São eles Os Tradutores, em que nove pessoas são contratadas (e confinadas num bunker) para traduzir o muito aguardado livro final de uma trilogia de grande sucesso, e o Quarto 212, uma comédia realizada e escrita pelo veterano Christophe Honoré.

De regresso às salas estão também os filmes O Caminho de Volta, o novo filme Ben Affleck; O Tempo Contigo, a última animação do aclamado realizador japonês Makoto Shinkai; e ainda Tabaluga e a Princesa do Gelo, uma aventura animada que promete alegrar toda a família.

A Castello Lopes Cinemas diz que manterá em exibição os filmes que estavam no top da Castello Lopes Cinemas antes de suspendermos a atividade, tais como The Gentlemen: Senhores do Crime, The Boy: A Maldição de Brahms, Bloodshot e Bad Boys para Sempre.

Para programas em família, a distribuidora destaca os filmes Sonic: O Filme, Academia Cranston: Cenas Monstruosas e A Ovelha Choné – O Filme: A Quinta Contra-Ataca.

Já na próxima semana irá estrear nos Cinemas Castello Lopes o filme O Meu Espião, com Dave Bautista no papel principal.

No que toda a medidas, a Castello Lopes garante que reforçou a limpeza e desinfeção de todas as áreas do cinema e superfícies mais tocadas ao longo do dia, tendo ainda aumentado o tempo entre as sessões para diminuir o encontro e fluxo de pessoas e para permitir uma melhor limpeza da sala.

Foram também colocados dispensadores de desinfetante para os clientes em vários pontos do cinema; e foi reforçada a renovação do ar em todas as salas. Em caso de necessidade, os cinemas terão material de proteção individual disponível para venda.

FlixBus lança campanha que nos permite fazer o trajeto Lisboa-Porto por apenas 6€

Fartos de estar em casa? Então é aproveitar!

campanha

Numa altura em que muitos de nós ainda nem sequer pensam em voltar a viajar para o estrangeiro, porque não aproveitar os próximos meses e (re)descobrir algumas cidades portuguesas? É precisamente essa a proposta da nova campanha da FlixBus, a maior operadora de mobilidade da Europa.

O convite para viajar cá dentro é feito a todos os portugueses. Assim, a nova campanha da empresa permite-nos viajar do Porto para Lisboa, ou vice-versa, por somente 6€, numa rota que também percorre as cidades de Aveiro e Figueira da Foz.

A frequência da ligação foi reforçada e existem agora duas viagens diárias de ida e volta durante os sete dias da semana. A operação é realizada em cooperação com a Giromundo, empresa familiar da região Norte, e foram introduzidos novos processos e medidas adicionais de prevenção para aumentar a higienização e desinfeção dos veículos e garantir toda a segurança aos passageiros e condutores.

Por exemplo, os condutores da FlixBus serão equipados com kits de proteção sanitária individual, que incluirá máscaras e luvas. Durante o processo de embarque, e sempre que se encontrarem a bordo, os clientes são obrigados a utilizar máscaras protetoras.

O processo de embarque será agora realizado pela porta traseira e, para garantir um embarque sem contacto, será feita uma inspeção digital dos bilhetes. Além disto, todos os anúncios de boas-vindas e de chegada incluirão instruções de segurança e informação sobre os procedimentos preventivos a respeitar na viagem. As casas de banho permanecerão fechadas e serão feitas paragens adicionais durante a viagem; como modo de prevenção, também a venda de snacks e bebidas a bordo estará suspensa.

Durante o embarque, será disponibilizado desinfetante para as mãos para os passageiros na porta traseira do autocarro. A limpeza dos veículos será realizada depois de cada viagem e de acordo com as orientações de segurança da Direção-Geral da Saúde.

Os bilhetes podem já ser adquiridos no site oficial e na App da FlixBus ou nos pontos de venda parceiros. Embora o importante seja reservar com antecedência de modo a garantir os melhores preços, todos os bilhetes FlixBus são flexíveis e podem ser alterados gratuitamente até 15 minutos antes da partida de forma simples e rápida.

Crítica – Shirley

Shirley é, sem dúvida alguma, cinema de autor por parte de Josephine Decker, que entrega uma biopic única que quebra todas as limitações impostas pelo género.

shirley critica echo boomer 1

A famosa escritora de horror Shirley Jackson (Elisabeth Moss) encontra-se no precipício de escrever a sua obra-prima quando a chegada de recém-casados acaba com a sua rotina meticulosa e aumenta a tensão na sua já tempestuosa relação com o marido, Stanley Hyman (Michael Stuhlbarg). O casal de meia-idade começa então a brincar impiedosamente com o jovem casal ingénuo à sua porta.

Esta foi uma experiência bastante incomum devido ao conhecimento que possuía antes de assistir a esta película. É o primeiro filme que vejo de Josephine Decker. Já Sarah Gubbins tem aqui a sua estreia enquanto argumentista de uma longa-metragem.

No entanto, o detalhe mais significativo é que não sabia nada sobre Shirley. Não tinha ideia sobre o que é que o enredo abordava ou mesmo a que género pertencia, para além de (tal como em todos os outros filmes) não assistir a um único trailer. Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale, The Invisible Man) foi a única razão pela qual adicionei este filme à minha lista há alguns meses atrás.

Não sabia que Shirley era um filme biográfico (biopic) da escritora de horror Shirley Jackson, nem me apercebi de tal no final do filme… e este é o maior elogio que tenho para oferecer. Não parece uma biopic porque quebra todas as barreiras estabelecidas pelas limitações do género.

Não é filmado (DP: Sturla Brandth Grøvlen) como uma biopic. Não é editado (David Barker) como uma biopic. O argumento não é semelhante ao de uma biopic. Até a banda sonora (Tamar-kali) está longe de ser um padrão de uma biopic. Conclusão: ao entrar “cego” para este filme, é quase impossível rotular Shirley como uma biopic normal.

Como é que isto é algo positivo? Bem, desde a primeira cena, a atmosfera desconcertante é excecionalmente estabelecida através da personagem de Odessa Young, Rose Nemser. Esta última assemelha-se a qualquer outra “wifey” (termo condescente de referência à esposa de alguém) de 1950, mas, nesta sua primeira aparição, demonstra que a sua verdadeira personalidade está escondida por detrás da sua boa educação e inteligência.

É difícil não me sentir cativado pelas interações estranhas, intrigantes, por vezes creepy entre as quatro personagens principais. A edição bruta ajuda a gerar um certo nível de desconforto como se algo não estivesse a bater certo. A relação entre Shirley e Rose contribui para a vibe inquietante que envolve o filme.

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Shirley mantém-se isolada da sociedade e recusa-se a sair de casa. Os seus livros estão cheios de histórias chocantes, violentas e horríveis que as pessoas adoram ler. Mas estas são as mesmas pessoas que assumem toda a sua maneira de ser, pois para se poder ser capaz de escrever histórias tão macabras, a autora “não pode ser boa da cabeça”. Rose tem mais em comum com Shirley do que as capas dos seus livros indicam e as duas carregam a narrativa de uma maneira bastante cativante e emocional. A primeira é a personagem central, aquela que passa pelo maior desenvolvimento. A última não muda quem drasticamente quem é, mas gradualmente mostra um lado diferente, mais vulnerável, como prova a última cena (brilhante) do filme (um take longo ininterrupto).

Elisabeth Moss já estava na corrida por várias nomeações devido ao seu desempenho impressionante no seu filme anterior. Com Shirley, garante que não passará despercebida em 2020. Moss tem uma incrível gama de emoções e expressões que a fazem brilhar sempre que uma personagem de várias camadas lhe é entregue.

No entanto, Odessa Young é a grande surpresa, que prestação! Definitivamente, é uma atriz a seguir durante os próximos anos. Michael Stuhlbarg é fenomenal ao interpretar Stanley, um homem que tanto pode ser doce e gentil como se pode tornar ameaçador e assustador.

É um filme que merece ser visto mais do que uma vez. Não apenas pela narrativa complexa que mistura a imaginação de Shirley (há flashes constantes dela a visualizar o que está a escrever) com a história real, mas também porque as relações entre as personagens não são tão simples de se entender. Tudo isto pode ser encarado como um aspeto positivo ou negativo. Por um lado, nunca perdi o interesse e o foco em tentar decifrar tudo relativo à história e às suas personagens. Por outro lado, o filme dá a sensação de não ter um rumo claro durante a primeira metade do tempo de execução.

Sem dúvida, filmmaking muito intrigante. Josephine Decker entrega uma peça de autor (pelo qual já recebeu um prémio) que pode polarizar o público geral devido ao seu trabalho biográfico notavelmente único. No entanto, para alguém que não sabia nada sobre o filme, a primeira metade que menciono acima pode ser realmente difícil de analisar. Eventualmente, tudo recebe a sua respetiva explicação, umas mais eficientes do que outras, mas o caminho para lá chegar não é linear nem suave de qualquer forma ou feitio.

Além disso, a personagem de Logan Lerman, Fred Nemser, é algo deixada de fora em comparação com os outros residentes da casa, pelo que o seu arco é, provavelmente, a parte mais previsível e menos entusiasmante do filme.

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Tecnicamente, cada componente é tão único quanto o outro. Da edição à cinematografia, passando pela banda sonora, produção artística e cenografia, tudo eleva o argumento de Sarah Gubbins e a realização de Decker de uma forma que nunca deixa de ser entretida e extremamente satisfatória para qualquer cinéfilo.

No final, Shirley é, sem dúvida, cinema de autor por parte de Josephine Decker, que entrega uma biopic única que quebra todas as limitações impostas pelo género. Entrando “cego” no filme, o argumento de Sarah Gubbins pode parecer estranho e sem rumo ao longo da primeira metade, mas as relações intrigantes entre as personagens principais e a narrativa estranhamente cativante são mais do que suficientes para criar uma atmosfera desconcertante mas envolvente.

As interações entre Elisabeth Moss, Odessa Young e Michael Stuhlbarg são tão fascinantes como as suas personagens, especialmente a de Odessa. Todos os atores são fantásticos, mas Moss garante que não passa despercebida este ano e Young certamente estará na corrida para a revelação do ano.

Tecnicamente, a banda sonora acaba por ser uma outra personagem, ao passo que a produção sonora é incrivelmente impactante. Por um lado, a cinematografia tremida e a edição bruta ajudam a criar o ambiente inquieto da casa; por outro, podem fazer o espetador sentir-se demasiado desorientado e desconfortável. É difícil recomendar este filme. Se são fãs de Shirley Jackson, esta é a sua biografia cinematográfica, mesmo que não pareça uma (o maior elogio que posso dar ao filme).

Se valorizam aspetos técnicos, Shirley tem muito por onde se gostar. No entanto, se não pertencem a nenhum destes grupos, não posso recomendar o filme sem antes oferecer um aviso de que pode simplesmente não funcionar para esses casos…

Shirley chega às plataformas digitais dia 5 de junho.

Bolt recomeça expansão e chega a Évora

É a primeira cidade no Alentejo a receber este serviço.

Bolt

E porque também existe muita população no interior, é importante que os serviços tecnológicas vão chegando a essas cidades. Falemos no caso da Bolt, que acaba de alargar a sua área de atuação no interior do país, com a chegada à histórica cidade de Évora, onde já está a realizar viagens.

“Esta expansão vem colmatar uma necessidade essencial, numa nova região onde sabemos que a rede de transportes é bastante condicionada. Sendo a nossa missão tornar as viagens mais fáceis, cómodas e seguras, faz todo o sentido estarmos presentes num território onde poderemos ajudar a melhorar a mobilidade de todos os que lá vivem e trabalham”, explica David Ferreira da Silva, responsável pela Bolt em Portugal.

A Bolt tem vindo a reforçar a sua presença de norte a sul de Portugal, disponibilizando os seus serviços a mais de 80% da população. Além de Lisboa, Porto e Algarve, já atua em cidades na zona norte, como Braga, Aveiro, Leiria, Guimarães, Coimbra, Águeda, Figueira da Foz, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, e na zona centro, em cidades como Estoril, Cascais, Ericeira, Setúbal e Alverca do Ribatejo.

Sabe-se também que a Bolt continua a aumentar o número de cidades onde é possível viajar na categoria Bolt Protect, que inclui a colocação de uma proteção de acrílico transparente entre os assentos dos passageiros e do motorista, com o objetivo de proporcionar viagens ainda mais seguras.

Apple Pay já chegou ao Millennium bcp e ActivoBank

A novidade estava prometida há algum tempo.

o Millennium bcp

O serviço Apple Pay começou a sua tímida expansão por cá há algum tempo. Entretanto, mais bancos juntaram-se e até já é possível utilizar esse serviço em compras FNAC através da app oficial. Agora, algum tempo após ter feito a promessa, eis que o Millennium bcp acaba de se tornar compatível com o conhecido serviço.

Na nova versão da app Millennium bcp para iOS, pode ler-se que há “uma novidade há muito esperada”. Por isso, os clientes daquele banco já podem adicionar os seus cartões à apple Wallet e pagar com o iPhone, Apple Watch, iPad ou Mac, sendo fácil, rápido e seguro.

É fácil usar o Apple Pay. No iPhone, por exemplo, basta carregar duas vezes no botão de ligar/desligar, fazer a autenticação via Face ID e, a partir daí, manter o iPhone perto do terminal de pagamento para concluir a compra.

Caso tenham um Apple Watch, e já depois de terem adicionado o cartão ao iPhone, o sistema irá perguntar-vos se também querem fazer essa associação com o relógio. É muito simples.

Se tiverem dito que não, basta que, depois, abram a app do Apple Watch, selecionem a opção Wallet e Apple Pay e, a partir daí, escolherem a opção “Adicionar cartão”.

A grande vantagem desde serviço é que podemos utilizá-lo nos locais que aceitem pagamento contactless, fazendo com que, dessa forma, nem sequer precisamos de usar diretamente o cartão bancário.

Curiosamente, também a app do ActivoBank foi atualizada para iOS, referindo nas novidades o suporte ao Apple Pay. Ao Echo Boomer, fonte do ActivoBank confirmou-nos que o serviço também já está ativos para os clientes daquele banco.

COVID-19. Novo gadget permite medir temperatura sem contacto físico

É um equipamento desenvolvido em Portugal e chega-nos por parte da Beltrão Coelho.

medir temperatura

É cada vez mais importante pensarmos na retoma da economia, garantindo a segurança dos trabalhadores. É importante que as pessoas regressem às fábricas, às lojas, aos restaurantes. É preciso dinamizar os negócios para evitar uma crise como a de 2008. Porém, é também preciso ter em atenção que a proteção dos cidadãos deverá estar sempre em primeiro lugar.

Foi a pensar em tudo isto que a Beltrão Coelho, histórica empresa portuguesa especializada em managed print services, criou um novo equipamento que permite medir temperatura sem contacto físico.

No fundo, trata-se de uma câmara termográfica que permite medir a temperatura dos trabalhadores à distância, por via de infravermelhos, a uma distância entre os 0,30 metros e os 1,5 metros, garantindo a proteção dos dados pessoais dos trabalhadores e com uma taxa de precisão de 0,3°C.

O equipamento permite ainda a integração com sistemas de leitura de ponto das empresas, fazendo o respetivo reconhecimento facial, mesmo com máscara, com uma taxa de precisão de 99% e também monitorizar se o trabalhador tem máscara.

Esta é solução que pode ser implementada em empresas, integrada com o sistema de leitura de ponto ou controlo de acessos, ou mesmo de abertura de portas, iluminação ou campainhas, mas que também poderá servir para ser utilizada em estabelecimentos comerciais, como restaurantes, farmácias, hotéis, lojas, supermercados, bancos ou centros comerciais. Nestes casos, a função de reconhecimento facial é desativada, assegurando a proteção dos dados pessoais dos clientes e ajudando as entidades a monitorizar clientes com temperatura elevada ou que não usem máscara no acesso a estes estabelecimentos.

WWE lança versão gratuita do seu serviço de streaming

Assistir a combates de wrestling sem pagar um cêntimo? Vamos a isso!

WWE Network

Até aqui, a WWE, maior companhia de wrestling do mundo, tinha a funcionar desde 2014 uma versão paga do seu serviço WWE Network, destinado não só aos eventos premium, mas também a produções originais que somente estreiam naquele canal de streaming. Agora, eis que nos chega uma versão gratuita.

A novidade foi anunciada ontem pela empresa, referindo que existem mais de 15 mil conteúdos disponíveis gratuitamente. E sim, por cá também temos acesso a esses conteúdos.

A versão gratuita da WWE Network inclui o acesso a novos programas, como o Raw Talk, bem como a séries originais da plataforma, como Monday Night War, Ride Along, Table for 3, Photo Shoot e Story Time. E claro, estarão disponíveis alguns PPV, como Wrestlemania e Royal Rumble, bem como alguns episódios recentes do Monday Night Raw, Friday Night SmackDown e NXT.

Como é óbvio, não terão acesso aos programas mais recentes, mas essa é a diferença entre usar um serviço gratuito e um serviço pago. De momento, o serviço será livre de anúncios, mas é expectável que os mesmos venham a surgir no futuro.

De resto, para acederem ao serviço, basta criarem conta e começar a desfrutar. Nem sequer necessitam de colocar dados pessoais ou do cartão de crédito.

Coliseu Porto Ageas já reabriu portas

O belíssimo espaço voltou a funcionar ontem, dia 1 de junho. Mas com novas medidas, claro.

Coliseu Porto Ageas
Foto de: João Octávio

Após quase três meses de encerramento, e sempre em linha com as recomendações da Direção-Geral de Saúde, o Coliseu Porto Ageas reabriu ontem, dia 1 de junho, as suas portas ao público.

Como seria de esperar, existem várias mudanças, logo a começar pela lotação. Com uma capacidade máxima de 4000 pessoas, o Coliseu Porto Ageas passará agora a ter como limite de público cerca de 1500 espetadores, sempre em lugares sentados, garantindo o distanciamento recomendado durante a realização dos nossos espetáculos.

Outras das medidas a aplicar passam pela definição de novos circuitos de circulação para o público (evitando ajuntamentos) e um frequente e rigoroso plano de limpeza e desinfeção das instalações, nomeadamente a higienização completa das salas antes da abertura de portas e após cada sessão.

Já a bilheteira também está em funcionamento, mas em horário reduzido, de segunda a sábado, das 13h às 16h. Nas transações, será privilegiada, sempre que possível, a utilização de cartão bancário sem contacto. No caso dos espetáculos cancelados, o Coliseu procurará também efetuar a devolução para cartão multibanco, evitando o manuseamento de notas e moedas.

Tasca Express. Há um novo serviço que entrega produtos 100% portugueses a restaurantes

O Tasca Express chega-nos por parte dos proprietários do restaurante Tasca do Bife, em Almada.

Tasca Express

Adalberto Rodrigues e Maria do Carmo Pereira já geriam o restaurante Tasca do Bife, em Almada, e sabiam como o processo de distribuição alimentar pode ser desafiante para muitos restaurantes.

A estreita ligação com os seus fornecedores e produtores locais faz com que consigam garantir a melhor qualidade e frescura de todos os alimentos que fazem chegar aos seus clientes. “O nosso fornecedor de carne recebe peças diáriamente e só faz os cortes para os nossos clientes na manhã em que a encomenda é processada. O peixe tem sido mais desafiante, com exceção do pescado de viveiro, o de mar é bastante complexo mas, neste momento, já conseguimos contactar com os pescadores no barco para receber informações sobre a disponibilidade de peixe e marisco”, explica Adalberto Rodrigues, responsável pelo projeto.

Assim, e porque não fornecer alimentos de alta qualidade a restaurantes e, também, responder às novas necessidades dos consumidores? Foi o que pensaram os proprietários daquele restaurante ao criar o serviço Tasca Express, apostando agora num modelo de distribuição alimentar assente na sustentabilidade e dando a oportunidade a outros restaurantes de terem um serviço de mercearia online com entregas entre 24 a 48 horas.

Desenvolvido de forma remota em março deste ano, a Tasca Express garante um serviço de entrega de mercearia e ingredientes frescos 100% portugueses, fazendo entregas no máximo em 48 horas a restaurantes, empresas e particulares.

Neste momento, a operação decorre na Grande Lisboa e na Margem Sul, mas qualquer restaurante ou empresa pode tornar-se parceiro da Tasca Express para que se possa tornar num ponto de distribuição da marca, explorando em exclusividade uma determinada área da cidade.

Para aderir, a lógica é muito semelhante à de um franchising, com a diferença de que o investimento inicial se divide em mercadoria não perecível (Mercearias, produtos de higiene e Vinhos), formação da equipa e campanha de marketing para ativação de marca para a zona em questão.

As entregas são gratuitas quando efetuadas nos escritórios das empresas aderentes. Para particulares, a taxa de entrega é gratuita a partir dos 80€, sendo o custo de entrega de 6€ para encomendas de valores inferiores. No entanto, até aqui existem pontos positivos: esse valor gasto na entrega poderá ser descontado no valor da encomenda seguinte.

A Tasca Express entrega os produtos de segunda-feira a sábado, entre as 14h e as 21h, em ​Lisboa, Oeiras, Amadora, Cascais, Odivelas, Loures, Almada e Seixal​.

Clientes Kapten passam a poder fazer pedidos de viagens na Free Now a 3 de junho

Ou seja, já esta quarta-feira.

veículos elétricos

Temos acompanhado este assunto ao detalhe, pelo que agora já sabemos: a partir desta quarta-feira, dia 3 de junho, os motoristas Kapten passam a poder receber pedidos de viagens dessa plataforma… mas a partir da Free Now. Quer isto dizer que os clientes poderão utilizar outra app para viajar na Kapten.

Há algum tempo que se fala da integração da Kapten na Free Now, pelo que tal ficará concluído já esta semana. Será a primeira plataforma de mobilidade em Portugal (esta junção já acontece em outros países) a juntar os serviços de táxis e TVDE na mesma aplicação.

Num email enviado aos motoristas, a Kapten refere que “é com muita alegria que comunicamos que no dia 3 de junho começará a receber pedidos na FREE NOW!”.

Porém, a Kapten pede aos motoristas que não desliguem já a aplicação da Kapten, até porque, e durante as próximas semanas, poderão receber pedidos de viagens em ambas as apps.

Existem algumas questões por esclarecer. Por exemplo, haverá alguma indicação clara de que estamos a selecionar um táxi ou um TVDE? É preciso que tal fique bem explícito, pois, se isso não ocorrer, os motoristas TVDE acabarão por registar menos serviço devido aos “enganos” dos clientes.

Além disso, seria importante que as atuais contas fossem automaticamente migradas para a Free Now, excluindo, portanto, a criação de novas contas.

Adicionalmente, seria importantíssimo que o sistema de créditos permanecesse o mesmo. Recorde-se que, das plataformas mais conhecidas, a Kapten é a única que permite acumulação de créditos. Isso faz com que, na prática, se possa fazer uma viagem longa e não pagar rigorosamente nada. Tudo depende dos créditos disponíveis em cada conta.

Dando outro exemplo, todos aqueles que tinham imensos créditos acumulados nas trotinetes da Hive terão visto os números reduzidos a zero (no nosso caso todos os créditos expiraram a 13 de maio). A questão é: será que esses créditos ficarão novamente disponíveis na Free Now, utilizando a mesma conta? Sejamos sinceros: é uma tremenda injustiça a plataforma retirar assim milhares de créditos a todos os clientes sem motivo ou qualquer explicação.

Na Kapten passa-se o mesmo. O Echo Boomer tinha alguns créditos, mas agora tem a conta a zeros. Porém, se iniciarmos sessão com esta mesma conta, na Free Now, temos a seguinte mensagem: “O nosso sistema de vouchers encontra-se inativo devido a questões legais. Os seus vouchers estão gravados no nosso sistema, no entanto não os pode ver ou usar neste momento.”

A questão é: será mesmo assim? Estarão os vouchers dos clientes gravados no sistema? E mais importante que isso, continuará a ser possível acumular créditos?

São tudo questões que serão esclarecidas nos próximos dias.

Análise – Razer Basilisk V2

Novo look, mais ergonómico e funcional.

Razer Basilisk V2

Este ano, a Razer atualizou a sua linha de ratos para gamers, introduzindo não só atualizações a modelos já existentes, como também novas variantes. Entre eles, encontramos a linha Basilisk, com três novos modelos que variam em preço, funções e versatilidade.

Por aqui já tive a oportunidade de experimentar a solução mais completa, o Razer Basilisk Ultimate, e um dos meus ratos pessoais não é nada mais, nada menos, do que o Razer Basilisk da geração anterior. Agora, eis que tive a oportunidade de experimentar a sua sequela, o Razer Basilisk V2.

O salto do modelo anterior para o mais recente foi, numa primeira impressão, pequeno e muito natural. Com um design mais moderno e arrojado, o Basilisk 2 é muito familiar. Conta com os mesmos botões nas mesmas posições, conta com a patilha destacável e personalizável, a roda de scroll tem funções extra e continua a oferecer a minha função favorita, a personalização da resistência da roda de scroll na parte inferior do rato.

Contudo, este não é o mesmo rato que uso com maior regularidade. Há muitas novidades bem-vindas que, e apesar de não merecer o investimento na sua atualização, especialmente considerando a existência do modelo Ultimate, este é, sem dúvida, um melhor modelo de entrada que o novo Basilisk mais básico, o Basilisk X HyperSpeed.

Razer Basilisk V2

O Razer Basilisk V2 destaca-se numa primeira impressão pelo seu aspeto moderno e agradável, bem mais esguio que o seu antecessor, e com uma nova barbatana esquerda que serve de apoio para o nosso polegar, muito mais saliente que no modelo anterior. O material é melhorado com um novo padrão nas borrachas laterais e mantém a fantástica ergonomia que enche a mão confortavelmente.

Este é, basicamente, o mesmo modelo que o novo Basilisk Ultimate, sendo a única diferença a não existência de um modo sem fios e um número mais limitado de regiões com LEDs que garantem o suporte de iluminação Razer Chroma.

Tal como o modelo superior, temos os botões clicáveis agora com switches óticos que garantem ações mais responsivas, bem como um sensor ótico de alta resolução melhorado que permite uma precisão superior no manuseamento do rato.

Talvez os grandes destaques deste modelo, que é impossível de não comparar com a versão Ultimate, é a versatilidade a nível de personalização, com todos os seus 11 botões mapeáveis para diferentes ações, e o suporte do Razer Hypershift na patilha destacável, permitindo registar diferentes ações dependendo do tipo de toque, e que pode ser multiplicado durante a utilização ao mudar de perfil.

Sem grandes surpresas, mas com muita satisfação, o Razer Basilisk V2 é um rato fantástico de se usar, seja em que circunstância for. O seu tamanho médio encaixa perfeitamente na mão, não é pesado, nem leve o suficiente para perder solidez, os seus botões de acesso continuam extremamente bem colocados e está ainda mais completo do que o modelo anterior. Não tem a versatilidade da versão Ultimate com o seu sistema sem fios, mas, por menos de 100€, o Razer Basilisk V2 é uma excelente solução por quem procura um rato para jogos e muito mais.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

O evento de apresentação da PlayStation 5 já não vai acontecer

A Sony cancelou o evento dedicado aos jogos da sua próxima consola.

jogos da PlayStation 5

Os motores já estavam ligados e as expetativas muito altas. Infelizmente, o evento dedicado ao primeiro olhar do catálogo da PlayStation 5 já não vai acontecer.

Marcado para esta quinta-feira, dia 4 de junho, este evento ia dar a oportunidade aos fãs e jogadores da marca nipónica em espreitar os novos títulos que vão ser lançados na PlayStation 5, quando esta chegar às lojas.

Em comunicado, e de forma muito simples e direta, a PlayStation revelou que decidiu cancelar o evento porque “agora não é altura para celebrações”, referindo-se aos atuais protestos contra o racismo nos Estados Unidos da América, ainda com a mensagem de que “há vozes mais importantes para serem ouvidas”.

Uma nova data não foi partilhada, mas, para já, também não interessa. Seja como for, bem jogado PlayStation.

Análise – Razer Tartarus Pro

Vai uma mãozinha?

razer tartarus pro 2

Um dos acessórios para jogadores mais interessantes da Razer não é necessariamente uma novidade, mas não deixa de transparecer esse sentimento pela aposta tão tímida de outras marcas em produtos como este. Falo do Razer Tartarus Pro, um híbrido entre comando e teclado para ser usado em conjunto com um rato em videojogos e, com alguma criatividade, na produção de conteúdos multimédia.

Esta não é a primeira aposta da Razer neste tipo de produtos. No catálogo da marca, podemos encontrar opções como o Orbweaver Chroma e o Tartarus V2, mas este Tartarus Pro foi o primeira do género a que tive acesso. E uma coisa é certa: deixou-me com impressões muito positivas durante as minhas duas semanas a jogar FPSs, RTSs e em outras experiências.

Com um design desenhado para a ergonomia, o Razer Tartarus Pro é um teclado de 20 teclas e outras 12 ações programáveis para usar com a mão esquerda, capaz de ajustar-se perfeitamente à posição mais confortável possível. Como? Graças ao seu apoio de pulso almofadado e ao perfil ondulado que coloca uma certa concavidade no teclado para tornar a acessibilidade das teclas o melhor possível. Além do teclado principal ser composto por 19 teclas mais uma vigésima para o polegar, sendo ótimo para ações da tecla de espaço, o Razer Tartarus Pro tem uma roda de scroll como o dos ratos, que, por defeito, tem exatamente a mesma função, e ainda um thumbpad de oito direções, perfeito para ações de navegação.

Neste modelo, o grande destaque vai para os switches óticos analógicos da Razer, a tecnologia que a marca cada vez mais pretende implementar em todos os seus equipamentos graças ao registo de ações ultrarrápido dos lasers internos. Esta é uma solução que torna os switches muito mais resistentes à utilização, com uma longevidade muito maior.

Mas o mais interessante neste periférico é o quão personalizável ele é e pode ser ajustado a qualquer situação. É como uma tela em branco, onde podemos fazer o que quisermos. Devo admitir que tive alguma dificuldade em configurar o Razer Tartarus Pro. Ao ligá-lo, o meu computador reconhecia, mas, por alguma razão, não parecia funcionar com os jogos. Isto acontecia porque os drivers estavam a criar conflito com drivers de um outro comando da Razer que uso casualmente. Num cenário normal, e após a limpeza dos drivers, o Razer Tartarus Pro é plug and play e inclui já três perfis pré-definidos para as nossas sessões de jogo.

Mas tudo pode ser configurado ao detalhe, ou neste caso à tecla ou botão, através do intuitivo software da Razer, que permite até configurar teclas com funções secundárias, dependendo da forma como clicamos nelas. O processo de configuração depende do tipo de utilização que queremos dar e requer, obviamente, algum estudo, apontamentos do que queremos fazer e até experimentação e habituação. A utilização do Razer Tartarus Pro é extremamente natural e orgânica. E devido ao seu tamanho e ergonomia, usá-lo em conjunto com um rato é uma experiência muito futurista, que nos coloca quase num cockpit de uma nave.

razer tartarus pro 3

Os botões e ações nas pontas dos nossos dedos estão configuradas por defeito às ações tradicionais do teclado quando queremos usar o formato WASD. Na prática, torna muito intuitivo para os jogadores reconhecerem a posição das teclas em redor, como por exemplo onde fica o reload, o salto e o crouch num jogo de tiros, ou onde ficam os atalhos de ação num RPG ou RTS, normalmente na região numérica superior. Sem qualquer tipo de configuração, esta é uma experiência muito natural e que pode ser moldada ao gosto de cada um.

Contudo, este novo formato nas nossas mãos pode causar alguma estranheza inicial. Admito que, mesmo configurado por defeito, a minha memória muscular teimava em carregar em alguns botões errados devido à disposição do teclado um pouco mais irregular que um teclado convencional, mas nada que uma horas de treino não resolvam.

Para videojogos é um excelente acessório, com o qual me veria a usar regularmente. Mas talvez o pudesse usar para além das sessões de gaming. Devido à sua personalização, a produção de conteúdos, edição de imagem, vídeo, áudio e afins pode tornar-se muito mais interessante e flexível ao programarmos todos os atalhos e combinações favoritas às pontas dos nossos dedos, algo que é fácil de tirar partido com, por exemplo, as teclas de função dupla e a possibilidade de mudarmos de perfil apenas com um clique. As 32 teclas, ou ações, passam a duplicar ou a triplicar, tornando o Razer Tartarus Pro uma ferramenta de produção impressionante.

Outra função interessante para o Razer Tartarus Pro é dirigida a streams, se assim o quiserem, ao transformá-lo num deck de streaming, com todas as suas ações. Isto porque o Razer Tartarus Pro não substitui, em momento algum, um teclado mais convencional, sendo possível usar os dois periféricos em simultâneo, mesmo quando contam com comandos e botões de ações semelhantes.

Não posso falar dos outros modelos deste tipo que a Razer tem no seu catálogo, ou até outras marcas, uma vez que esta foi a minha introdução a este tipo de periféricos e fiquei impressionado. A ergonomia e o conforto de utilização são pontos importantes, especialmente quando estamos horas e horas em frente aos nossos computadores. Porém, o que me impressionou não foi tanto isso ou o aspeto técnico das suas características, mas sim a versatilidade e possibilidades que a sua personalização permite. Não é um periférico obrigatório para qualquer um, mas é, sem dúvida, uma solução muito interessante a considerar.

O Razer Tartarus Pro está à venda na loja online da Razer por 149,99€.

Razer Tartarus Pro
Nota: Muito Bom

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Vai ser produzida uma série animada de Kingdom Hearts para o Disney+

A ideia desta suposta série é basicamente replicar o que se vê no jogo: os três personagens principais a viajarem por entre mundos de filmes Disney.

série de Kingdom Hearts

Quando surgiu, em 2002, para a PlayStation 2, muitos ficaram fascinados com o Kingdom Hearts original. Na altura, os fãs da Disney e RPGs acharam genial existir um jogo que permitia viajar por diversos mundos que lhes foram apresentados na infância, descobrindo pormenores e interagindo com personagens do seu imaginário.

O sucesso foi tanto que o segundo capítulo surgiu três anos, também para a PS2. Já a PS3 não recebeu nenhum jogo Kingdom Hearts, ficando essa oportunidade guardada para a PlayStation 4. O terceiro título da saga chegou no ano passado, 17 anos após o original.

Tudo isto para dizer que a série teve muito sucesso. Sabendo disso mesmo, e apesar de não ter sido confirmado oficialmente, temos agora a informação de que está a ser desenvolvida uma série de Kingdom Hearts para o Disney+.

Mas esta não é a primeira vez que se fala numa adaptação televisiva do jogo. Na altura do sucesso do primeiro título, a Square Enix e a Disney desejaram levar Kingdom Hearts para a TV, mas a ideia caiu por terra por receio de que a história fosse substancialmente diferente daquela apresentada na consola da Sony.

Entretanto, e com a plataforma de streaming Disney+, a ideia voltou a ser estudada, pelo que vai mesmo avançar. A informação foi avançada pelo jornalista Jeremy Conrad, de portais como o MCU Cosmic.

Entretanto, Skyler Shuler, do site The DisInsider, revelou também algumas informações. Embora os detalhes sejam escassos, sabe-se que esta série será animada e que deverá contar com alguns atores originais: Tony Anselmo (Pato Donald), Bill Farmer (Pateta) e Jim Cummings (Winnie the Pooh).

De resto, não sabemos mais nada… por enquanto.

Minecraft Dungeons prepara-se para receber novos conteúdos já em julho

Preparem as vossas personagens e equipas para mais aventura.

Minecraft Dungeons

Minecraft Dungeons chegou na semana passada para desafiar os mais novos e até os mais corajosos a visitarem o mundo de Minecraft, numa nova perspetiva e num novo género de jogo.

A aposta dos RPGs de ação isométricos foi bem-recebida por nós, mas ficou a sensação de que ficou a faltar algo, especialmente no que toca a conteúdo. Mesmo com os seus níveis procedurais, a novidade desaparecia rapidamente. Felizmente, as aventuras de Minecraft Dungeons não se vão ficar apenas pelo jogo base.

A partir de junho, os jogadores que possuírem a Hero Edition de Minecraft Dungeons vão poder aventurar-se em níveis selvagens na expansão Jungle Awakens, que leva os heróis mais destemidos até às profundezas da selva, com três novas missões, novo loot, novas armas, armaduras e artefactos.

Minecraft Dungeons

Mais tarde, numa data por anunciar, o calor da selva é trocado pelo frio gelado das montanhas com a expansão Creeping Winter, da qual ainda não há muitos detalhes.

Estes novos conteúdos estão apenas acessíveis via Hero Pass, que, para quem não tem a Hero Edition, pode ser adquirido à parte por 9,99€.

Minecraft Dungeons está disponível no PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Novo Red Bull com sabor a kiwi e maçã já está disponível em Portugal

Esta nova lata junta-se às de Açaí, Coco, Tropical e Frutos Vermelhos.

Novo Red Bull

Todos os anos, a Red Bull lança uma edição especial limitada. 2020 não vai ser a exceção à regra e, como tal, já chegou às lojas a Summer Edition deste ano.

Desta vez, a marca apostou numa edição especial que junta kiwi e maçã, diferenciando-se da restante família pela cor verde elétrico da lata, esta proposta combina os sabores do Kiwi e da Maçã verde.

Disponível em latas de 250 ml, o novo Red Bull Summer Edition Kiwi e Maçã junta-se à Red Edition (Frutos Vermelhos), à Tropical Edition (Tropical), à Coconut Edition (Coco e Mirtilo) e à Açaí Edition Sugarfree (Açaí) – cinco sabores que complementam a gama de Red Bull Energy Drink e Red Bull Sugar Free.

A série WRC vai regressar à PlayStation nas mãos da Codemasters

A Codemasters conseguiu finalmente a tão cobiçada licença.

codemasters wrc

A série de jogos WRC está prestes a mudar. Durante uma geração inteira, na era da PS2, WRC era um dos jogos mais cobiçados da plataforma devido ao trabalho feito pela Evolution Studios (Driveclub, Motorstorm) com a licença WRC.

Atualmente, a série é multiplataformas e encontra-se nas mãos da BigBen Interactive, que recentemente revelou não só o WRC 9, como o WRC 10 e WRC 11, o que significa que esta novidade da Codemasters ainda vai demorar.

O estúdio responsável pela génese da série de jogos Colin McRae, agora conhecida como DiRT, só irá surgir a partir de 2023, num contrato com duração até 2027. Tal irá resultar em jogos oficiais de WRC não só para a PlayStation, mas também para o PC e dispositivos móveis.

Esta nova aventura em terra batida da Codemasters vai, no entanto, ser separada da experiência da série DiRT, que irá ter em breve o seu quinto jogo da série (excluindo o spin-off de simulação DiRT Rally, já no final do ano).

Assim, a produtora britânica acumula mais uma licença, já que, atualmente, é responsável pela série F1, oficializada pela FIA, e conta com a licença oficial do Mundial de Rally Cross, explorada em DiRT Rally 2.0.

Para já, o próximo WRC é mesmo da BigBen Interactive e irá chegar no final do ano ao PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e Nintendo Switch.

New Super Lucky’s Tale salta da Switch para a PS4 e Xbox One

Há um novo jogo de plataformas para os mais novos a caminho das consolas.

New Super Lucky's Tale

Depois de uma passagem pela Nintendo Switch, New Super Lucky’s Tale prepara-se para chegar à PlayStation 4 e à Xbox One.

Na verdade, Super Lucky’s Tale já tinha também uma versão na Xbox One, mas agora fica mais completa com este relançamento, com mais níveis e conteúdos novos.

O lançamento acontece já este verão, onde tem lançamento digital na Xbox One e lançamento digital e físico na PlayStation 4. Para já, ainda não se conhecem as melhorias esperadas nestas plataformas, mas espera-se que tirem partido das suas capacidades aumentadas face à versão da Nintendo Switch.

O novo Razer Blade 15 Studio Edition é para os mais produtivos

O catálogo de portáteis da Razer está cada vez maior.

razer blade 15 studio edition

Longe vão os tempos em que a Razer apenas produzia ratos e teclados. E tal como temos assistido, este ano a marca está forte no lançamento e nas atualizações de novos modelos de computadores portáteis para todo o tipo de utilizadores.

O Razer Blade 15 Studio Edition é a mais recente aposta nesse segmento que, pelo nome, sabemos logo do que se trata. Este novo modelo Razer Blade 15 é dedicado aos mais criativos e produtivos, isto porque vem equipado com componentes mais “profissionais”.

Traz um novo processador Intel de 10ª geração com oito núcleos, um Intel Core i7-10875H, um ecrã 4K OLED com capacidades táticas leitor de cartões SD ultrarrápido e carregamento por USB-C, mas a cereja no topo do bolo é mesmo a sua placa gráfica dedicada para a produção de de conteúdos profissionais e técnicos.

Esta edição do Razer Blade vem equipada com um GPU NVIDIA Quadro RTX 5000, com 16GB de memória GDDR6 e 48 núcleos RT, preparados para a produção de visuais em ray-tracing a nível profissional.

Com estas capacidades, o Razer Blade 15 Studio Edition está desenhado para quem produz efeitos visuais, edição complexa de vídeo e até videojogos. No fundo, promete ser um estúdio portátil para todas as ocasiões.

Contudo, grandes características significam bolsos em fundo, e o Razer Blade 15 Studio Edition está disponível na loja da Razer e alguns revendedores selecionados a partir de 4599,99€.

Fujifilm lança instax mini 11 no mercado português

É um restyling do modelo de entrada mais popular.

instax mini 11

Andavam à procura de uma máquina instantânea de dimensões reduzidas, mas com tecnologias atuais? Então têm de conhecer a instax mini 11.

Este é o novo modelo de entrada de gama da Fujifilm, possuindo um design elegante e simples que promete oferecer maior diversão à fotografia instantânea.

A instax mini 11 é o primeiro modelo de entrada a apresentar a função Exposição Automática, na qual a câmara deteta automaticamente o nível de luz ambiente quando o botão do obturador é pressionado e otimiza a velocidade do obturador e flash. Na prática, tal permite boas fotos, mesmo em dias de sol muito forte ou quando estamos num ambiente mais escuro.

No que toca ao design, este foi alvo de algum trabalho, apresentando um aspeto mais moderno e elegante. Além de ser mais estreita e leve que o modelo anterior, sendo, por isso, ótima em termos de portabilidade, a instax mini 11 apresenta um design arredondado que se encaixa perfeitamente na mão.

Além disso, há que destacar também o modo selfie, que se ativa puxando apenas a extremidade frontal da objetiva após ligar a câmara.

Juntamente com esta máquina foram também apresentados os novos novos filmes instax mini BLUE MARBLE e instax square WHITE MARBLE, ambos com um efeito mármore na moldura. As molduras são ainda realçadas com um brilho dourado e prateado, fazendo de uma foto normal uma foto especial.

Melhor de tudo? Talvez o preço. Por 79€ conseguem levar uma instax mini 11 para casa. Na verdade, a máquina já estava disponível, porém, e devido à pandemia de COVID-19, o produto não foi devidamente comunicado.