Análise – Teclado Razer Blackwidow (2019)

Se acham que ter um teclado mecânico dedicado a jogos fica fora dos orçamentos mais modestos, a Razer tem a solução para todos vós.

Na sua linha de 2019, encontramos o Razer Blackwidow. Chega renovado e atualizado, mantendo um formato simples, mas com todas as características que a marca nos tem habituado.

O modelo que nos acompanhou durante as duas últimas semanas foi o Razer Blackwidow com Layout PT-PT. E desde o momento em que o ligámos ao computador que ficou a funcionar, sem qualquer compromisso.

Mesmo sem o software tradicional da Razer que aumenta as capacidades do teclado, a sua utilização básica é extremamente satisfatória e funcional, sem qualquer tipo de configurações adicionais.

Com o design característico da marca, com linhas fortes e quase monólitas, apenas com um ligeiro corte nas laterais inferiores, o Razer Blackwidow apresenta uma solidez incrível.

É um teclado largo, alto e pesado, que dificilmente se move na secretária com toques ou empurrões acidentais. Conta com patilhas de ajuste de elevação e, na parte inferior, há ranhuras específicas para escolher a orientação de saída do cabo, o que é útil para quem quer alguma flexibilidade na organização dos cabos em cima da secretária.

O grande destaque para este tipo de teclados vai, como sempre, para as sua fantásticas teclas mecânicas. Para este modelo, a Razer optou por escolher os seus switches verdes, o formato tradicional da marca que permite que o utilizador oiça e sinta todos os cliques.

Como sempre, este formato pode parecer irritante para quem não está habituado, ou para quem se encontra ao pé do utilizador e está constantemente a ouvir aquele clicar. Contudo, na ótica de utilização é extremamente agradável.

Para uma utilização mais casual, é como usar uma máquina de escrever. Já em jogos, onde a sensação de resposta a cada ação é importante, este teclado torna a experiência bem mais responsiva.

A sua altura e distância de atuação são igualmente importantes, permitindo que as teclas sejam premidas levemente sem atuar de imediato. Já a sua rápida reposição ao ponto inicial permite uma utilização e um clique extremamente rápido.

Na prática, todos estes detalhes não nos fazem jogar melhor, mas, para os switches de entrada da Razer, certamente que tornam a experiência diferente, interessante e satisfatória.

Mas é quando passamos para o mundo da personalização que o Razer Blackwidow ganha uma nova dimensão.

Como a marca nos tem habituado, o Razer Blackwidow tira partido do Razer Chroma, o sistema de iluminação RGB que não só ilumina as teclas para melhor visualização no escuro ou simplesmente para uma apresentação estética personalizada, como também permite a sincronia com os visuais dos jogos no ecrã, expandido as cores, movimentos e explosões do jogo na nossa secretária.

O Razer Blackwidow tem suporte de macros e esta versão do teclado conta com o sistema Hypershift, uma combinação de teclas personalizada capaz de dar uma ação dupla às teclas que o utilizador definir. Útil não só para ações rápidas num jogo, cujos atalhos ficam logo à distância dos nossos dedos, como para utilizações de produtividade ou atalhos para streaming no Twitch.

Infelizmente, todas estas capacidades aumentadas só são possíveis através do sistema Razer Synapse, o que acaba sempre por ser o aspeto menos positivo da experiência Razer. É um software algo pesado que consome alguns recursos e que bloqueia os computadores quando faz atualizações. Além disso, não é muito intuitivo de se usar.

No entanto, o Razer Blackwidow é um ótimo teclado mecânico de entrada de gama. Pode parecer bastante básico, mas acaba por revelar-se bem completo, personalizável, bem construído e até discreto.

O Razer Blackwidow está disponível por um preço recomendado de 129,99€.

Deixa uma resposta

Introduz o teu comentário!
Introduz o teu nome

Sigam-nos

10,845FansCurti
4,064SeguidoresSeguir
632SeguidoresSeguir

Relacionados

Análise – Foregone

Um bom jogo de ação e plataformas que podia ter sido excelente.

Crítica – Trial of the Chicago 7

The Trial of the Chicago 7 é, sem dúvida, um dos melhores filmes do ano.

A nova mesa da Trust suporta carregamento sem fios

Não há um bom setup sem uma boa mesa.
- Publicidade -
- Publicidade -

Mais Recentes

Nova campanha do moey! dá cashback caso sejam clientes MOCHE

Uma campanha que serve tanto para clientes atuais moey! como para quem ainda não tem conta.

Ghostrunner salta para a nova geração de consolas em 2021

Com atualização gratuita para quem começar a correr nas consolas atuais.