Análise – West of Dead

Um roguelike perfeito para os jogadores que procuram algo diferente.

West of Dead

Depois de sobreviver à maré de jogos pós-apocalípticos, apercebo-me de um novo padrão na primeira metade de 2020: a ascensão dos roguelikes. A ideia é absolutamente aliciante, seja para os jogadores ou para os produtores. Imaginem que têm um jogo que não só é focado na dificuldade, como também no recomeço constante, aliado a mapas procedurais que lhe dão uma longevidade acima da média. É uma fórmula vencedora.

No entanto, é um dos géneros mais complexos e arriscados de acertar em cheio, com a experiência, a variedade de mecânicas e o equilíbrio da dificuldade a estarem no centro das atenções. Felizmente, West of Dead, da Upstream Arcade, dá-nos tudo o que precisamos num roguelike, ainda que não seja capaz de surpreender os fãs do género.

Uma coisa é certa: West of Dead é visualmente fenomenal. Transportando-nos para um mundo inspirado pelos westerns clássicos, o título da Upstream Arcade mistura ainda elementos sobrenaturais, com a aventura a decorrer algures entre a vida e a morte, e colocando-nos no papel de um pistoleiro em busca do repouso eterno. Como William Mason, partimos em busca de Preacher, que interrompeu a passagem das almas para o Além, numa campanha dividida por níveis onde o recomeço é uma constante.

Em movimento, West of Dead parece ter saído da mente de Mike Mignola, criador de Hellboy, com as suas cores pastel, repletas de contornos e de sombras pronunciadas. Os modelos são expressivos, tais como as suas animações, e o jogo entre luz e sombras é impressionante à medida que iluminamos as salas e corredores deste limbo. É um estilo visual muito marcado, cheio de personalidade, cell-shaded e com uma longevidade que é, à partida, uma garantia. A nível de comparação, podem pensar em Void Bastards para terem uma ideia do que irão encontrar.

Como disse anteriormente, este western sobrenatural é um roguelike com mecânicas twin-stick shooter. Com uma perspetiva isométrica, West of Dead divide a campanha por níveis, que são compostos por cenários procedurais que se constroem entre corredores, salas de combate e caminhos alternativos. Os níveis estão repletos de segredos, onde poderão encontrar novas armas, habilidades e pontos de evolução, e sempre que forem derrotados voltam ao início do capítulo: assim são os roguelikes.

West of Dead

A diferença é que West of Dead é muito mais ponderado e, diria, mais tático, apostando num sistema de combate mais lento, focado na cobertura e no controlo dos inimigos à distância. Com um leque de armas interessante, desde espingardas até a revolveres assombrados – todos eles com vários níveis de ataque –, é preciso saber combinar ataques e equilibrar a sua utilização com ferramentas e habilidades que encontramos ao longo da campanha.

Os inimigos são implacáveis e basta um erro para voltarmos ao início. O sistema de cobertura é automático, tal como o recarregamento das armas, o que poderá trazer alguns dissabores – existindo momentos onde não consegui, pela perspetiva, perceber que não estava protegido –, mas há um ritmo interessante nos confrontos, onde é preciso equilibrar os disparos à distância com a mobilidade.

As coberturas podem ser destruídas e há a possibilidade de iluminar as salas para atordoar os inimigos. As criaturas são variadas e apresentam designs e habilidades interessantes, com o jogo a esforçar-se para equilibrar cada um dos confrontos. Algumas salas são implacáveis, especialmente pela escuridão – que acaba por condicionar mais a jogabilidade do que a complementar – colocando esqueletos que atacam à distância com demónios canídeos que perseguem Mason, mas não senti que existisse um desequilíbrio proporcionado pelo elemento procedural da jogabilidade.

Se não equilibrarem o vosso poder de ataque com as ferramentas, qualquer desafio poderá parecer injusto, por isso, percam o vosso tempo a explorar e a construir a vossa personagem.

O design dos níveis não é, na sua maioria, inovador. Os corredores e salas nunca evoluem para além da estrutura “pausa-combate-pausa”, mas há uma tentativa em alterar e melhorar o seu layout individual através de novas coberturas e uma maior verticalidade. O posicionamento dos inimigos também dá às arenas alguma variedade, existindo uma certa rotatividade no tipo de confrontos que encontramos e na nossa abordagens aos níveis, com grupos de inimigos focados nos ataques à distância ou em demónios mais agressivos que obrigam à movimentação constante.

Não é surpreendente e a aposta em corredores poderá irritar alguns jogadores, mas fica a ressalva que existe, após eliminarem o primeiro boss, a possibilidade de viajarem entre pontos específicos de cada nível.

West of Dead

West of Dead é um roguelike muito acessível, apesar da sua dificuldade. Apesar de perdermos as armas, ferramentas e ferro – que é utilizado como moeda – quando somos derrotados, o jogo não é cruel ao ponto de retirar qualquer progresso. Quando voltamos ao início, temos a possibilidade de utilizar os pecados (ou Sins) recolhidos pelo Pistoleiro à medida que elimina os seus adversários. Estes pontos de evolução, que podem também ser utilizados entre níveis, desbloqueiam ferramentas e atributos adicionais que nos auxiliam ao longo da campanha. Podemos, por exemplo, desbloquear um recipiente de energia, que nos permite curar, ou um escudo temporário.

As habilidades únicas, como a navegação entre pontos dos níveis, também são permanentes. Até certo ponto, West of Dead é um Dead Cells isométrico.

A banda sonora não é um dos destaques do jogo, mas os efeitos das armas têm impacto suficiente para sublinhar cada bala. As armas têm sons diferentes e as explosões também são marcantes, mas é uma pena as composições não serem mais memoráveis. O que é memorável, no entanto, é a prestação de Ron Pearlman como Mason. A sua voz grave dá intensidade à narração e injeta-lhe uma personalidade contornável, delineando os pensamentos introspetivos do Pistoleiro, que tenta perceber o que lhe aconteceu e o que o espera no Além. O mesmo não pode ser dito das restantes personagens, que estão limitadas a um punhado de falas.

Se gostam de roguelikes e querem algo ligeiramente diferente, com foco num combate mais ponderado, West of Dead é uma aposta sólida. Com um estilo visual muito forte, o jogo da Upstream Arcade só peca pela sua jogabilidade lenta e pela falta de uma maior variedade de armas, mas é desculpável se tivermos em conta o foco na estória. O design dos inimigos é memorável e há muito amor neste western sobrenatural que acaba de chegar ao PC e consolas.

Nota: Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela Raw Fury.

VanBox. Nova startup portuguesa aluga carrinhas transformadas em autocaravanas para partirmos à descoberta de Portugal

Após o desconfinamento, são muitos os casais e amigos que começam a procurar umas férias diferentes e em segurança. E as autocaravanas parecem estar no topo da procura dos portugueses.

VanBox

Tal explica-se facilmente: acaba por ser uma aventura mais privada e longe de locais mais concorridos.

De norte a sul do país, são muitos os locais de interesse e inexplorados que todos nós podemos visitar. Logo, e porque não experimentar algo diferente da típica caravana? É essa a proposta da VanBox, uma nova startup portuguesa que nos dá carrinhas com pequenas dimensões, mas com grandes possibilidades, uma vez que foram transformadas em verdadeiras autocaravanas, com teto panorâmico, que permitem, por exemplo, observar as estrelas antes de irmos dormir.

Essencialmente, a VanBox dá-nos a possibilidade de alugar uma Renault Kangoo Maxi modificada, um veículo que, devido aos seus 4,6 metros de comprimentos, faz com que não só as viagens se tornem mais económicas em relação a propostas da concorrência, mas também que possamos chegar a qualquer lado, algo que poderia não ser possível com veículos de maiores dimensões.

Cada Van tem lotação para duas pessoas em circulação e em dormida. As dormidas estão garantidas por uma cama de casal (195cm de comprimento e 125cm de largura). As Vans, pela versatilidade do módulo criado, permitem ainda a transformação numa confortável zona de refeição interior em simultâneo com uma zona de “sofá”.

Incluído no aluguer está um fogão com botija de gás, geleira termoelétrica, conjunto de refeição (individuais, pratos, copos e talheres) para duas pessoas, utensílios para cozinhar, material de limpeza, colchão para cama, kit para lavagem rápida, kit primeiros socorros, extintor, auto-rádio com ecrã de 7” com GPS, conectividade por Bluetooth, quatro entradas USB e três tomadas 220v.

E caso nunca tenham conduzido uma autocaravana, não precisam de preocupar-se com a adaptação. Primeiro porque não tem o típico tamanho, como já mencionámos, e depois porque o funcionamento e condução é igual a qualquer outro veículo normal. Por se tratar de uma viatura com dimensões muito semelhantes a um veículo ligeiro, a adaptação decorre de uma forma bastante rápida.

Aliás, a própria VanBox optou por adicionar os sensores de estacionamento para auxiliar a realização de manobras. E no ato de levantamento, a equipa da VanBox fará uma demonstração detalhada do funcionamento da viatura e prestará todo o auxílio e esclarecimento de dúvidas.

De resto, salientar que são dois dias de aluguer mínimo. No entanto, existem épocas específicas onde o mínimo são cinco dias de aluguer. Os preços começam nos 45€ por dia.

Por defeito, o aluguer das VanBoxs só está disponível em Portugal. Contudo, poderão fazer o upgrade ao plano de proteção para que o contrato possa ser estendido a Espanha.

Mais salas do Cinema City devem reabrir a 2 de julho

Isto se a pandemia não agravar muito até lá.

do Cinema City Alvalade

A pouco e pouco, e mesmo sem grandes filmes, as salas de cinema vão reabrindo em Portugal. Já por diversas vezes falámos aqui no Echo Boomer sobre isso mesmo.

Um desses casos é o do Cinema City. Como anteriormente referimos, somente o Cinema City Alvalade tem estado em funcionamento, mas parece que os outros irão juntar-se a este já a 2 de julho.

Segundo podem ver aqui em cima, somente podemos ler a data de 2 de julho de 2020. E tendo em conta que a oferta de filmes começa a ser mais consistente a partir desse mês, é perfeitamente natural que mais salas de cinema reabram.

Uma coisa é certa: o Cinema City Leiria irá garantidamente reabrir nessa data, a não ser que os números de COVID-19 piorem substancialmente no distrito. Já na região de Lisboa está também previsto que as restantes salas reabram nessa data, embora tudo esteja dependente da evolução da pandemia.

Em todo o caso, os serviços têm estado a funcionar, e, quanto muito, o que pode acontecer é as salas de cinema reabrirem também em Lisboa, mas com horários mais restritos.

Por exemplo, a partir de 2 de julho, a NOS promove o Ciclo de Cinema de Tributo a Nolan, com a exibição de Dunkirk. Depois, a cada nova semana, um filme de Nolan será temporariamente exibido nas salas de cinema. E sim, estas películas também serão exibidas noutros cinemas que não os Cinemas NOS.

Certo também é que, nos próximos tempos, não teremos serviço VIP do Cinema City, com a própria exibidora a responder via comentário que não sabe quando será possível reabrir essa experiência.

Mistérios de Lisboa estreia na HBO Portugal a 1 de julho

A HBO Portugal tem apostado continuamente em conteúdos portugueses, mas que, para já, não são originais da plataforma. Ainda assim, é de louvar esta aposta.

Em julho, mais concretamente no dia 1, chega a vez de Mistérios de Lisboa estrear na plataforma de streaming.

Mistérios de Lisboa mergulha-nos num turbilhão imparável de aventuras e desventuras, coincidências e revelações, sentimentos e paixões violentas, vinganças, amores desgraçados e ilegítimos numa atribulada viagem por Portugal, França, Itália e Brasil.

A série começa num colégio interno religioso, onde Pedro da Silva, um menino órfão, vai descobrir a identidade da sua mãe, a Condessa Ângela de Lima. Ajudada pelo padre Dinis, o verdadeiro protetor de Pedro, a Condessa conhece assim o filho do qual teve de abdicar, um filho bastardo nascido de uma paixão proibida.

Ao longo de Mistérios de Lisboa, vamos encontrar uma série de figuras que dominam o destino de Pedro da Silva: o padre Dinis que de aristocrata e libertino se converte em justiceiro, uma condessa roída pelo ciúme e sedenta de vingança, um pirata sanguinário que se tornou num próspero homem de negócios que atravessam a história do séc. XIX e a procura de identidade do menino órfão.

Baseada na obra homónima de Camilo Castelo Branco, esta série reúne um elenco nacional e internacional de luxo que conta com Adriano Luz como Padre Dinis, Maria João Bastos enquanto Ângela de Lima, Ricardo Pereira no papel de Alberto de Magalhães, Clotilde Hesme como Elisa de Montfort, Afonso Pimentel enquanto Pedro da Silva e João Luís Arrais no papel de Pedro da Silva.

O filme, que foi convertido para uma série de seis episódios, foi recentemente exibido na RTP2.

Episódio piloto da prequela de The 100 estreia dia 13 de julho em Portugal

Ninguém tem dúvidas de que é uma das séries da década.

The 100 costuma estar sempre bem cotada no IMDB ou mesmo nas críticas. Sete temporadas depois chega ao fim, mas não vai desaparecer totalmente do ar. Pelo menos, é essa a expetativa dos fãs. O episódio da prequela de The 100 estreia a 13 de julho na Netflix em Portugal.

Pode ser confuso, nós sabemos. Mas este episódio não significa que a série já está produzida ou que vai já ser exibida. Aliás, vai apenas servir de episódio piloto para a prequela, que ainda não tem título oficial.

O episódio vai ser o 8.º da última temporada da série e serve de entrada para este universo. Se a receção dos fãs e da crítica for boa, pode significar que a CW encomende uma temporada inteira da série.

A sinopse do episódio foi divulgada: “Clarke enfrenta um novo adversário. Uma ligação surpreendente leva-nos ao passado e ao apocalipse nuclear que destruiu a Terra.”

Nos Estados Unidos, o episódio com o título “Anaconda” vai para o ar a 8 de julho na CW, mas chega a Portugal, através da Netflix, no dia 13 de julho.

Há uma nova empresa que proporciona passeios de barco exclusivos nas praias da Arrábida

A Ahoy Portugal promete uma experiência única e divertida.

praias da Arrábida

Sempre desejarem usufruir de passeios privados nas praias da Serra da Arrábida, em segurança e sem preocupações? Pois bem, há uma nova empresa marítimo-turística que proporciona essas experiências.

Chama-se Ahoy Portugal e apresenta-nos o Astrolábio, uma embarcação construída em 1949, abrigada no Porto de Sesimbra, onde se iniciam e terminam as viagens, que contam com o acesso a enseadas paradisíacas, águas cristalinas e encontros com golfinhos.

São várias as experiências disponíveis para os amantes do mar. Por exemplo, é possível fazer um passeio privado pela Baía de Sesimbra e Praia Ribeiro do Cavalo (300€, charter de duas horas), pelas encostas de Sesimbra (350€, charter de três horas), pelo Parque Natural da Arrábida (600€, charter de seis horas) oi pela Arrábida e Península de Tróia (700€, charter de sete horas).

Com capacidade para até 18 pessoas (número que pode ser duplicado), a Ahoy oferece ainda pacotes para noites a bordo (175€ por pessoal com jantar e pequeno-almoço incluído), festas de anos ou despedidas de solteiro.

Portanto, esta é uma experiência indicada não só para amigos, mas também para aqueles casais mais românticos ou mesmo para famílias mais aventureiras.

Os passeios são feitos por reserva, pelo que devem contactar a empresa diretamente através das páginas de Facebook, Instagram ou site oficial.

Há uma nova burla que usa o nome do Facebook

Receberam algum email do género? Apaguem-no imediatamente.

Facebook

Não é a primeira, e infelizmente não será a única vez, que falamos de burlas no Echo Boomer. Do nosso lado, já recebemos vários emails fraudulentos, como por parte de super e hipermercados, da Worten, Sapo, Netflix, PSP, Autoridade Tributária, Serviço Nacional de Saúde, entre várias outras entidades.

O objetivo é sempre o mesmo: não só roubar dados dos utilizadores, como fazer com que estes paguem por algo que não existe, sendo, dessa forma, burlados.

Hoje, de madrugada, eis que nos chegou uma nova tentativa de burla… desta vez por parte de alguém a querer fazer-se passar pelo Facebook.

Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviado pelo Facebook?

nova burla - Facebook

Bom, para começar, o título do email chama logo à atenção: “Facebook – A sua conta foi temporariamente bloqueada por razões de segurança”. Faz sentido? Até pode fazer, mas se recebermos esta mensagem num email que nunca foi utilizado para o Facebook, então logo aí facilmente identificamos como burla.

Depois, e como podem ver pela imagem aqui em cima, estão várias hiperligações disponíveis. Problema? Todos os links são iguais, remetendo para o endereço a1bum_fac3book.es-es.icu. E como podem observar, é um endereço falso, terminando em es.icu, o que não faz qualquer sentido. Portanto, NUNCA cliquem nesse link.

De resto, facilmente identificamos esta nova burla. Por exemplo, porque é que alguém haveria de denunciar uma foto num álbum que colocámos no Facebook? Além disso, a própria linguagem do texto começa por referir utilizador, logo ao início, e, depois, utiliza expressões como “acessar” ou “usuário”, termos do Português do Brasil.

Portanto já sabem. Se receberem um destes emails, apaguem-no de imediato.

A Fuga das Galinhas vai continuar na Netflix

A Aardman tem “a história perfeita”.

Fuga das Galinhas

Não parece, mas já passaram 20 desde a estreia do filme de animação A Fuga das Galinhas. O que significa que se calhar já está na altura de uma sequela. E nem de propósito, é mesmo isso que vamos ter.

Os estúdios de animação da Aardman confirmaram que A Fuga das Galinhas vai mesmo ter uma sequela, mas desta vez vai ter lançamento na Netflix, em vez do grande ecrã.

O novo filme será realizado por Sam Fell, cujos créditos incluem ParaNorman e Flushed Away, e a história vai ser uma sequela direta do filme de 2000, com uma nova geração de galinhas com novas aventuras.

Segundo Peter Lord, um dos realizadores do filme original da Aardman, “temos a história perfeita e a relação que temos com a Netflix também é perfeita porque são amigos dos cineastas e dos seus trabalhos. Sinto que podemos fazer a sequela que queremos, aquela que nos diz mesmo algo”.

Já o realizador deixa escapar um pouco da premissa do filme, dizendo que, desta vez, não é uma fuga, mas sim o contrário, um pouco como um filme de resgate “com os ingredientes de uma Missão: Impossível”.

O filme ainda está numa fase muito embrionária e não tem elenco nem data definida de estreia.

Novos episódios de Lucifer a 21 de agosto e 6.ª temporada confirmada

É dos regressos mais aguardados do ano.

Temos finalmente uma data de estreia para a próxima leva de episódios. Lucifer regressa à Netflix a 21 de agosto.

O anúncio foi feito através das redes sociais da Netflix e confirma os desejos dos fãs, que esperavam ansiosamente pela data de estreia da 1.ª parte da 5.ª temporada.

A temporada 5 vai ser dividida em duas partes, com a primeira a estrear ainda este ano. Depois de alguns rumores sobre se a série iria continuar depois desta temporada, a Netflix revelou que vai existir mais um leque de episódios, que, por sua vez, serão os definitivos.

É importante salientar que a série começou por ser um original FOX, mas que, aquando do cancelamento da terceira temporada, acabou por ser resgatada pela Netflix. Desde então tem sido um grande sucesso na plataforma de streaming.

Lucifer, aborrecido e infeliz com o seu papel de Senhor do Inferno, renuncia ao trono e troca o seu reino pela espetacular e intensa loucura de Los Angeles, onde se entretém a ajudar a polícia e a castigar os criminosos. A temporada 5 estreia em 2020.

Criminologia Forense é a nova aposta do canal Crime + Investigation

Se gostam de crime e investigação, de certeza que já conhecem este canal e algumas das suas produções. Criminologia Forense é a nova aposta do canal Crime + Investigation.

Criminologia Forense

A estreia da série está marcada para dia 28 de junho, pelas 22h30. Criminologia Forense é a série que leva o espetador numa viagem de 200 anos para compreender a história da ciência forense, assim como a forma como os estudos antigos influenciam a investigação criminal dos dias que correm.

Com uma narrativa clássica e enigmática, uma abordagem meticulosa à ciência e à história da investigação forense, esta série cativante traça 200 anos de um processo de inovação inacreditável.

Assim sendo, Criminologia Forense recupera casos de crimes antigos, percebe de que forma o trabalho de ADN recria a cara de um assassino ou como a análise ao cabelo pode revelar onde moramos. Cada caso é enquadrado no seu contexto histórico, revelando uma visão mais ampla da ciência, tecnologia e cultura, que resultou em descobertas-chave.

Quer seja através da análise a impressões digitais ou a fibras, ou do escrutínio a pistolas e venenos, esta série relata o tema apaixonante que é a ciência forense.

Crime + Investigation está presente em mais de 80 países, incluindo Portugal, estando disponível na NOS (posição 113) e no MEO (posição 115).

Why Women Kill estreia na HBO Portugal a 26 de junho

O mês de junho está quase a terminar, mas as estreias nas plataformas de streaming continuam. Why Women Kill vai estrear na HBO Portugal a 26 de junho.

Why Women Kill é uma comédia negra que narra detalhadamente a vida de três mulheres que vivem na mesma casa, mas em três décadas diferentes. Uma dona de casa nos anos 60, uma socialite nos anos 80 e uma advogada em 2019, sendo que todas elas lidam com a infidelidade nos seus casamentos.

O objetivo da série criada por Marc Cherry (Donas de Casa Desesperadas) é mostrar o papel das mulheres e como o seu lugar na sociedade mudou ao longo dos tempos, mas também realçar que a forma de lidarem com a traição é idêntica.

A primeira temporada foi protagonizada por Lucy Liu, Ginnifer Goodwin e Kirby Howell-Baptiste. O elenco conta também com Jack Davenport, Sam Jaeger, Reid Scott, Alexandra Daddario, Sadie Calvano, Leo Howard, Alicia Coppola e Katie Finneran.

Why Women Kill é um original da CBS All Acess e já foi renovada para a 2.ª temporada.

O filme do Flash pode trazer Michael Keaton de volta como Batman

O que significa que o filme do Flash ainda vai acontecer.

batman michael keaton

As novidades de produção do filme de Flash para a Warner Bros. vão e vêm quase com tanta frequência como as vezes que a Sony adia a adaptação de Uncharted ao cinema, mas a notícia mais recente do filme do herói da DC é muito entusiasmante… isto se forem fãs de Batman.

Sim, há um novo filme de Batman em produção com Robert Pattinson a vestir a capa do cavaleiro das trevas, mas, tal como Joker, será o seu próprio universo. Já Flashpoint, o nome do filme focado em Flash, ainda não se sabe, mas, ao que parece, poderá estar canonicamente ligado aos filmes de Tim Burton do Batman, lançados nos anos 80 e 90.

Segundo alguns portais da especialidade, como o The Hollywood Reporter, Michael Keaton poderá voltar a vestir o fato de Batman e juntar-se ao elenco deste novo filme ainda em pré-produção. E ao que parece não se ficará por aqui.

Segundo várias fontes, Keaton está em conversas com os produtores e poderá aparecer em mais filmes da DC. O The Hollywood Reporter compara este papel/contrato ao de Samuel. L Jackson enquanto Nick Fury no Universo Cinemático da Marvel.

Michael Keaton vestiu a pele de Bruce Wayne e de Batman em dois filmes, em 1989 e em 1992, e, se tudo correr bem, irá fazê-lo de novo em 2021, quando o filme ainda protagonizado por Ezra Miller e realizado por Andy Muschietti chegar aos cinemas.

Revive os sonhos dentro de sonhos com o regresso de Inception aos cinemas

Inception celebra 10 anos e, ao mesmo tempo, o regresso de Christopher Nolan com Tenet.

inception

Tenet é a próxima e ambiciosa aposta do realizador britânico, Christopher Nolan. Infelizmente, a Warner Bros. viu-se obrigada a adiar Tenet por mais umas semanas, para garantir que todos possam experienciar este novo filme em segurança, mas mantém as portas das salas de cinema abertas com um convite muito interessante.

Dia 16 de julho, em antecipação a Tenet, os fãs de Nolan vão poder ver pela primeira vez, ou rever pela milésima, o aclamado filme de ação e espionagem de sonhos, Inception, que, este ano, celebra o seu 10º aniversário.

Mas não será o único filme do célebre realizador que irá ter direito a novas exibições. Naquilo que a NOS chama de Ciclo de Cinema de Tributo a Nolan, irá ter início no dia 2 de julho com a exibição de Dunkirk; mais tarde, a 9 de julho, será a vez de Interstellar; depois a 16 de julho com Inception; e, por fim, a 30 de julho, com a tão esperada estreia de Tenet.

Julho será, assim, um mês dedicado a Christopher Nolan nos cinemas nacionais, numa altura em que o regresso ao cinema ainda é complicado. Porém, e tal como as ideias de Nolan, não é impossível.

Adeus Mixer. Olá Facebook Gaming

A Microsoft vai transferir o seu serviço de streaming para o Facebook.

Facebook Gaming

Numa jogada muito inesperada, a Microsoft vai fechar o seu serviço de streaming esta semana. Em julho, o Mixer vai fechar as portas e vai renascer com a maior rede social, o Facebook, na promessa de atrair mais jogadores, criadores de conteúdo e uma audiência mais casual com o Facebook Gaming.

Numa partilha no portal da Xbox, Phil Spencer dá o seu parecer sobre esta jogada com algum entusiasmo, mas poucas justificações credíveis, partilhando que continuam a trabalhar naquilo que a equipa da Xbox deve trabalhar, como os seus jogos, estúdios, Project xCloud e a nova consola, a Xbox Series X, referindo que haverá um “foco contínuo no futuro da Xbox”.

Isto não quer dizer que o Mixer irá deixar de existir na totalidade no ecossistema da Xbox, mas que será agora o Facebook o responsável por manter a comunidade solidificada. A Microsoft promete fazer os possíveis para tornar a transição o mais simples possível para os jogadores, consumidores e, acima de tudo, parceiros, mas apenas como um convite, onde se incluem gigantes como Ninja e Shroud, que trabalhavam exclusivamente com o Mixer, e que, segundo alguns rumores, recusaram contratos milionários e são agora agentes independentes.

Para os utilizadores mais casuais, a situação da aplicação nas consolas Xbox ficará também no limbo, com esta a deixar de funcionar também no dia 22 de julho, quando o serviço fechar. As únicas opções de streaming reduzem-se, assim, ao uso do Twitch ou de placas de captura com a ajuda de um PC e aplicações como o OBS.

Algarve continua a retomar o fluxo de voos comerciais de passageiros

Ryanair retoma voos, enquanto Transavia e Eurowings reforçam as suas ligações.

Algarve - Aeroporto Internacional de Faro

À medida que o tempo passa, as coisas vão tentando voltar ao normal. Portugal é um país que vive bastante do turismo, pelo que é normal que os voos comerciais de passageiros vão sendo retomados.

No caso do Algarve, haverá uma intensificação nos próximos dias do calendário de viagens de diversas companhias estrangeiras com o Aeroporto Internacional de Faro como destino.

Esta semana, a Ryanair retoma os voos de Dublin, Stansted, Manchester, Porto e Bruxelas; a Transavia reforça as suas ligações com voos de Roterdão, Eindhoven, Paris, Montpellier, Lyon e Nantes; e a Eurowings terá voos de Dusseldorf e Estugarda, Colónia e Hamburgo. A partir de julho, retomam ainda os voos da Air France, que voará a partir de Paris, da British Airways e da Jet.2com, de todas as suas bases do Reino Unido.

Estas juntam-se às primeiras ligações realizadas em maio, com os voos da Edelweiss e da Luxair, e na primeira quinzena de junho com a Transavia, Brussels Airlines, TUI Belgium, Volotea (a partir de Lyon), Wizzair (desde Luton-Londres), da EasyJet (de Belfast – Irlanda do Norte), TUI Germany (de Dusseldorf e Frankfurt), Lufthansa (de Frankfurt) e SWISS (de Genebra).

João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve, afirma que estão a ser tomadas todas as medidas de segurança para receber turistas nacionais e internacionais. Além disso, o Aeroporto Internacional de Faro está a implementar medidas-base para receber passageiros, como a medição de temperatura, o reforço da sinalética a indicar o distanciamento físico e informação sobre o uso de máscara e das proteções nos balcões de atendimento.

Marvel’s Avengers vai ter atualização gratuita para PlayStation 5 e Xbox Series X

A Square-Enix junta-se aos programas de acessibilidade entre gerações.

Marvel’s Avengers

A Xbox Series X está na vanguarda na oferta de atualizações gratuitas para os jogos lançados também na Xbox One, com o Smart Delivery. E a PlayStation 5 parece estar a ir atrás desta nova tendência, com mais estúdios a anunciarem ações semelhantes.

Agora, chegou a vez da Square-Enix revelar uma pequena novidade sobre Marvel’s Avengers, a sua aposta de super-heróis que promete criar um Universo de Videojogos do calibre da MCU, que vai tirar partido destes programas.

Com lançamento inicial no dia 4 de setembro para PC, PlayStation 4 e Xbox One, serão muitos os jogadores que irão questionar se vale ou não a pena começar a sua aventura na sua plataforma corrente, quando a nova geração de consolas sair passados dois ou três meses, “obrigando” à compra de uma nova cópia do jogo. Pois bem, aqui não será o caso.

Marvel’s Avengers terá uma atualização gratuita para os jogadores das novas consolas que já tenham adquirido o jogo, não sendo necessária uma nova compra. Seja na versão física ou digital.

A Square-Enix revela também que a componente multiplayer será cross-gen (mas não cross-platform), o que significa que os jogadores da PS4 poderão jogar juntamente com os jogadores da PS5, e os da Xbox One com os da Xbox Series X.

Há também novidades sobre as versões next-gen do jogo, em particular da versão PlayStation 5, que incluirá melhorias a nível de resolução tempos de carregamento, mais efeitos de destruição, ray-tracing, funções para o Dual-Sense e suporte de áudio espacial.

Por isso, já sabem: em setembro podem começar a salvar o mundo na pele do vosso herói favorito e continuar a aventura numa nova casa em Marvel’s Avengers, mais perto do Natal.

Hype Market. Este mercado virtual dá a conhecer mais de 100 marcas portuguesas

E vai acontecer já a partir desta sexta-feira, dia 26 de junho.

Hype Market

Já por diversas vezes divulgámos aqui no Echo Boomer várias iniciativas dedicadas exclusivamente a marcas nacionais. Desta vez, falamo-vos de um mercado virtual somente dedicado ao que de melhor se faz por cá.

Chama-se Hype Market e é um mercado com mais de cinco anos e 60 edições. Depois de, devido à pandemia, ter deixado temporariamente a Avenida da Igreja, em Alvalade, o Hype Market já realizou um mercado virtual a 25 e 26 de abril.

Agora a partir das 10h desta sexta-feira, dia 26 de junho, até às 22h de domingo, dia 28 de junho, acontece uma nova edição do Hype Market Mercado Virtual.

Nesta nova edição, muitos artistas e criadores terão ofertas e descontos especiais. Assim que o website ficar disponível, os interessados terão acesso a uma galeria enorme de exposição onde poderão conhecer a história de cada uma destas dezenas de marcas portuguesas, e, a partir daí, aceder às suas páginas para obter informações ou fazer as compras que desejar.

Este é, mesmo, o momento de ajudar.

Disney+ chega a Portugal a 15 de setembro

E o preço é o mesmo que é praticado noutros países europeus.

Disney+/Disney Plus

Finalmente. Depois de muita antecipação e de sabermos que era em setembro que o Disney+ iria chegar a Portugal, eis que já temos uma data exata para a disponibilização do serviço de streaming por cá.

Tudo acontece a 15 de setembro, dia em que o Disney+ fica disponível em oito mercado da Europa Ocidental e do Norte: Portugal, Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Islândia, Bélgica e Luxemburgo.

No lançamento, quem subscrever o serviço terá acesso a produções como The Mandalorian, High School Musical: O Musical: A Série, O Mundo Segundo Jeff Goldblum, Togo, Encore!, Diário de uma Futura Presidente e A História da Imagineering.

Como é óbvio, o Disney+ será o local onde poderemos ver e rever filmes e séries extremamente conhecidas do público, bem como aqueles filmes de animação (e são mesmo muitos!) que marcaram a nossa infância.

O bom do Disney+? Quatro pessoas poderão estar a ver conteúdos em simultâneo, existindo a possibilidade de criar até sete perfis de utilizador diferentes, bem como perfis infantis, em que, neste caso, o conteúdo apresentado será apropriado para a faixa etária.

Faltam os preços. Com a chegada a 15 de setembro, ficámos a saber que o Disney+ custará 6,99€ por mês ou 69,99€ por ano, o que, a dividir por mais pessoas, fica uma pechincha.

51 Worldwide Games – Análise: um jogo algo colossal

Uma dezena de tabuleiros, uma consola.

A Nintendo Switch recebeu uma das compilações mais interessantes do ano com 51 Worlwide Games. Como o nome propõe, esta é uma gigante coleção de jogos que promete substituir qualquer jogo de tabuleiro que possam ter na vossa prateleira, ao mesmo tempo que é capaz de atiçar o apetite à nostalgia dos jogos de uma era pré-digital.

O conceito é simples. Nesta coleção temos acesso a 51 jogos tradicionais, entre eles de tabuleiro, cartas, lógica e muito mais, num produto ambicioso e divertido, para um, dois ou mais jogadores.

É difícil analisar profundamente cada um dos aspetos ou jogos apresentados, pelo que vou limitar-me a partilhar a minha experiência e abordagem a esta oferta.

Numa primeira impressão há de tudo um pouco. Temos jogos populares, outros mais obscuros e, volta e meia, aquela pérola nostálgica que dá ideia que só nós é que que conhecemos. Em parte, é uma viagem no tempo a uma altura mais simples e livre de ecrãs táteis e digitais. E resulta de forma irónica, uma vez que tiramos partido de quase todas as capacidades da consola híbrida da Nintendo, incluindo até as da Nintendo Switch Lite.

Há, literalmente, de tudo um pouco nesta coletânea. Jogos de desenho, com dados, com tabuleiros de xadrez, 4 em linha, jogos de lógica, dominós, jogos de tabuleiro asiáticos, blackjack, solitário, bilhar, bowling, setas, air hockey, golf e até pesca… isto só para nomear alguns e o tipo de variedade incluída no jogo.

A probabilidade de pensarem num jogo de tabuleiro tradicional e o mesmo encontrar-se aqui é enorme. No tempo que passei com 51 Worldwide Games senti que viajei até aos meus 10-11-12 anos, quando passava tardes inteiras em casa da minha tia com a minha prima a jogar coisas como, por exemplo, Ludo, Mahjong ou um jogo de adivinha que aqui se dá pelo nome de Hit and Blow.

Levou-me também a outras eras, já digitais, onde o único jogo que tinha no computador era o Solitário e as suas variantes. E com isto, tenho a certeza absoluta que é uma coleção que não deixará ninguém desapontado.

Não ido a jogos em especifico, sinto que tenho que gabar a apresentação de 51 Worldwide Games, que leva aquele selo de qualidade Nintendo que evoca toda a estética e leitura do ecossistema da marca. Se me dissessem que este seria um jogo já incluído na Nintendo Switch eu não só acreditaria, como a partir de agora sinto que seria uma aposta excelente para entreter aqueles jogadores que compram consolas sem jogos. Felizmente, há uma demo gratuita na eShop para aliciar os jogadores a experimentarem esta curiosa seleção.

Além da quantidade quase obscena de jogos, incluindo um piano/sintetizador digital no final da lista, a apresentação dos jogos é extremamente cuidada e as motivações para descobrirmos cada um deles é imensa.

Com uma espécie de campanha, ou jornada pelo mundo, podemos ir descobrindo os jogos de acordo com a sua origem geográfica e cultural. Temos sempre um elenco de personagens engraçadas que não só nos ensinam as regras reais do jogo, como também nos ajudam a contextualizar a sua existência e as diferenças que existem entre algumas das suas variações.

Cada jogo inclui níveis de dificuldade diferentes e até regras alternativas, convidando-nos a explorar e experiência completa destas versões digitais.

Há uma enorme vantagem em experimentar 51 Worldwide Games a solo, sem companhia, alguns jogos que requerem dois ou mais jogadores, ao mesmo tempo que há a possibilidade de partilhar comandos, ecrãs e mais do que uma consola para experiências sociais.

As regras e as formas de jogar são, na sua maioria e na teórica, tal e qual como os jogos físicos, com a Nintendo Switch a tirar partido de capacidades giroscópicas, táteis e hápticas de acordo com as regras de alguns jogos que pedem inputs mais físicos.

Por exemplo, o lançamento de dados pode ser feito com a simulação de movimentos com os Joy-Cons, jogar às cartas e dominó pode ser feito com ecrã tátil, mas a sua maioria pode ser jogada confortavelmente com comandos tradicionais.

Também interessante é a direção artística do jogo, com uma aposta no realismo e na apresentação fiel dos jogos de tabuleiro. Alguns jogos são mais “digitais” do que outros, mas aqueles que são mesmo de tabuleiro são extremamente realistas e reminiscentes das versões reais com as quais podemos jogar, criando uma experiência relativamente imersiva ao ponto de substituírem aquele jogo que temos ali na caixa na prateleira.

Apesar da sua simplicidade e casualidade, 51 Worldwide Games é um jogo algo colossal. É um título obrigatório para todos os jogadores de Nintendo Switch, mesmo para aqueles que jogam sozinhos. Mas é ainda obrigatório para quem gosta de fazer game-nights com amigos com jogos mais casuais, desafiantes, mas igualmente fáceis de perceber por todos, até aqueles que não estão tão habituados a videojogos.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataformas: Nintendo Switch
Este jogo foi cedido para análise pela Nintendo Portugal.

Vodafone ajuda no combate à pandemia através de solução de monitorização remota

O Hospital Garcia de Orta e Hospital Santa Maria estão a usar uma solução IoT da Vodafone.

monitorização remota

A Vodafone Portugal desenvolveu uma solução de apoio à telemedicina, com monitorização remota, que está a ser utilizada para ajudar as vítimas da pandemia provocada pelo novo coronavírus nos hospitais Garcia de Orta, em Almada, e no Centro Hospitalar Lisboa Norte, Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O recurso a esta solução de Internet of Things (IoT) permite a estes hospitais anteciparem o regresso a casa dos pacientes infetados com a Covid-19, internados nestas instituições de saúde, ao garantir um acompanhamento médico remoto permanente e uma monitorização em tempo real da evolução do estado de saúde dos doentes.

Na prática, os doentes que, após receberem tratamento hospitalar, cumpram os requisitos médicos para continuar a terapêutica em casa, levam consigo um kit médico: um tablet, um termómetro, um oxímetro, um medidor de tensão, uma balança, um glucómetro e um botão de pânico, para que possam sentir-se sempre acompanhados por um profissional de saúde ou por um cuidador profissional.

Todos os sensores estão ligados a um Health Hub, não precisam de ser emparelhados e ligam-se automaticamente. A solução funciona mesmo se o tablet estiver desligado ou sem bateria.