A decisão estará relacionada com a chegada do Disney+ a Portugal no dia seguinte.
Foi lançado a 1 de junho de 2017 na MEO, tendo ficado depois disponível na NOS e Vodafone. Falamos do Disney on Demand, serviço que vai ser encerrado a 14 de setembro.
“A 14 de setembro, o Disney on Demand será descontinuado. Pode a qualquer momento cancelar a subscrição do pack na box ou na sua Área de Cliente”. Esta é a mensagem que está a ser apresentada não só aos subscritores do serviço, mas também no site da NOS.
O Disney on Demand trata-se, essencialmente, de um serviço que, a partir dos 5€/5,25€/5,50€ (preço que varia de operadora para operadora), permite ver ou rever entre mais de 60 filmes Disney e Pixar, bem como séries.
O serviço dá ainda acesso a antestreias de episódios antes de estes serem exibidos nos canais Disney. Claro, este encerramento estará obviamente relacionado com a iminente chegada do Disney+ a Portugal, algo que acontece já a 15 de setembro.
E tudo isto devido aos filmes de Christopher Nolan.
À medida que o tempo passa, é normal que todos os estabelecimentos/lojas/salas voltem a funcionar, ainda que com diversas medidas de segurança. Afinal de contas, a vida tem de continuar, e todos nós temos de aprender a conviver com o novo coronavírus.
No caso dos cinemas, este é um assunto complicado. Muitos dos principais filmes de 2020 foram adiados para perto do final do ano, ou, em muitos outros casos, para 2021, o que deixou os cinemas sem a habitual oferta de filmes em quantidade (a qualidade é outro tópico).
Durante o período em que os casos de COVID-19 dispararam, muitos países, incluíndo Portugal, optaram por encerrar grande parte do seu comércio e oferta cultural, onde se incluem naturalmente as salas de cinemas.
Há já algumas semanas que alguns cinemas do país voltaram a funcionar, apostando não só numa oferta reduzida de novos filmes, mas também em películas que não chegaram a ter o devido tempo no grande ecrã.
Ontem, no Echo Boomer, referimos que as restantes salas de cinema do Cinema City iriam voltar a funcionar a 2 de julho, devido a um post efetuado pela exibidora no Facebook. Pois bem, tal permitiu-nos perceber que também os restantes cinemas nacionais voltarão a funcionar a partir dessa parta.
Porquê? Tudo devido ao Ciclo de Cinema de Tributo a Nolan, promovido pela NOS Audiovisuais. Este ciclo terá início no dia 2 de julho com a exibição de Dunkirk; mais tarde, a 9 de julho, será a vez de Interstellar; depois a 16 de julho com Inception; e, por fim, a 30 de julho, com a tão esperada estreia de Tenet.
Ora, sendo a NOS Audiovisuais responsável pela distribuição destes filmes, tal significa que os cinemas nacionais irão exibir novamente estes filmes de Nolan.
Portanto, a partir de 2 de julho, isto se os casos de COVID-19 não dispararem novamente, os Cinemas NOS, UCI, Cineplace, Cinema City, entre outros, espalhados por Portugal, voltarão a exibir filmes. Não se sabe, porém, se todas as salas de cinema existentes no país voltarão a funcionar nessa data.
Questionada pelo Echo Boomer, fonte da NOS Audiovisuais referiu que a programação ao detalhe será divulgada muito em breve.
Após quase um ano de teasers e apresentações tímidas, eis que a Square-Enix e a Crystal Dynamics abriram finalmente a janela aos fãs, deixando-os ver afinal como é que Marvel’s Avengers se vai jogar.
Tendo como alvo o PC, a PlayStation 4 e Xbox One, esta semana ficámos a saber que o jogo vai ter versões da nova geração, das quais os jogadores vão poder atualizar gratuitamente, caso comecem o jogo antes da chegada da PlayStation 5 e Xbox Series X. Agora, chegou finalmente a hora de conhecer um pouco de tudo o que o jogo é.
Marvel’s Avengers é uma aventura completamente nova inspirada nos heróis das bandas-desenhadas da Marvel e até com alguns elementos dos filmes do seu Universo Cinemático. A luta do bem contra o mal acontece quando o mundo é dominado por uma gigante tecnológica, controlada por MODOK, e só os Vingadores, com a ajuda da resistência, é que podem salvar a Terra.
Num olhar bem extenso, temos direto a vários trailers de história, de jogabilidade, mecânicas e até podemos ver em ação como é que o multijogador e as componentes de personalização vão afetar toda a experiência desta aposta híbrida da Crystal Dynamics. São 25 minutos de pura delícia para os maiores fãs da Marvel.
Marvel’s Avengers chega ao PC e consolas a 4 de setembro.
A Netflix apostou no 3º e último ciclo (ou temporada, se preferirem) de DARK e as expectativas eram enormes. Pois bem, posso dizer que foram superadas com sucesso!
Se acharam as duas primeiras temporadas complicadas de perceber, esta vai levar-vos ao limite.
Caso a memória não vos falhe, lembram-se certamente que a segunda temporada de DARK terminou de forma muito ambiciosa e ousada. Apesar da confiança que a série conquistou, ao longo de duas temporadas, e o facto de ser bastante sólida, era difícil não ter receio para o que a 3ª temporada reservava (ainda mais sabendo que é a última, conhecendo a amplitude da história).
Com base na cena final da segunda temporada, altura em que Martha reaparece e revela a Jonas vir de outro mundo e com a sinopse da 3ª temporada a acrescentar que Jonas e companhia descobriram que o ciclo podia ser quebrado, tornou-se evidente que ia ser preciso haver uma reconstrução quase de raíz do enredo, para suportar a narrativa já existente.
O mais incrível? Conseguem-no fazer quase na integra em apenas cinco episódios. No entanto, devido a isto, esses primeiros episódios são algo semelhantes aos homólogos da primeira temporada, onde não há muitos plot twists espetaculares, mas é formada aquela intriga excitante a um ritmo constante.
Quando chegamos ao sexto episódio, a série começa-se a parecer mais com a segunda temporada – altura em que tudo começa a encaixar como um puzzle. Foi neste momento que todo o receio face ao rumo da narrativa começou a perder força, tendo sido substituído por uma confiança inabalável e um entusiasmo explosivo.
Nota para o final do episódio seis – Licht und Schatten (Light and Shadow) – que emprega a música escolhida para dar sentido à sequência alucinante de revelações e acontecimentos. Já no sétimo episódio é feito o impensável, na forma como reconstroem a linha temporal em causa e expõem todo o conteúdo até então oculto (que dava para fazer mais dois ou três episódios) de forma tão fluida. No oitavo é feita história e mais não digo!
Se algures durante esta temporada acharem que o tempo está a ficar apertado para a evolução da narrativa e acharem que é impossível explicar tudo de forma clara sem lacunas, lembrem-se que a base de DARK é a viagem no tempo, logo o tempo é relativo.
Baran bo Odar e Jantje Friese tinham com esta última temporada uma missão complicada e algo ingrata. Isto porque, no caso de conseguirem fazer encaixar tudo no final de forma concisa e bem explicada (que foi o caso), não tinham feito mais do que a sua obrigação. No entanto, se falhassem num único pormenor, DARK perdia grande parte do valor que tinha construído até aqui. A título de curiosidade, esta segunda condição aconteceu com 12 Monkeys no passado. Série essa que, com mais tempo de ecrã, não conseguiu explorar tantas personagens (e tão profundamente), desenvolver tão bem a história, nem atingir o mesmo nível de complexidade.
É de uma mestria imensa como a história se completa e fecha de forma tão simples, emotiva e segura, após tanta complexidade e frieza. Chega até a ser assombroso. É preciso ser-se muito organizado e metódico para ter sucesso neste tipo de produções, que englobem na viagem no tempo a causa-efeito. Uma enorme salva de palmas para Odar e Friese.
Em relação ao elenco, voltou com mais força que nunca. Apesar de haver personagens novas e parcerias inesperadas, são as personagens no geral a real fonte de valor de DARK, pois são elas que suportam e oferecem fluidez à narrativa, até nos momentos mais complexos de captar. Claro que isto é um trabalho que se estende ao longo de três temporadas, mas o desenvolvimento e exploração de personagens nesta temporada é o melhor até agora.
Chegando ao fim, todas elas recebem o tempo que precisam para completar o seu arco de narrativa com clareza e naturalidade, unindo todas as fases – que mereceram exposição – da vida de cada um. O destino é mais brando para umas e mais ingrato para outras, mas na luz e na escuridão, é evidente que nem todos podem ter o mesmo fim.
É injusto enaltecer as personagens sem falar do trabalho de representação. Todo o elenco conseguiu brilhar à sua maneira, graças ao bom balanceamento de tempo de ecrã, e conferir riqueza às personagens que protagonizaram ao longo destes oito episódios finais. Contudo, é preciso destacar dois atores em concreto.
Nas temporadas anteriores, ainda que Lisa Vicari (como Martha Nielsen) tenha aparecido de forma recorrente, andou sempre na sombra da relevância, porém nesta temporada vai ao extremo oposto. Ganha imenso protagonismo, tornando-se na personagem central e prova estar à altura das exigências. Este acréscimo de protagonismo serviu bem para Vicari mostrar nuances de representação que, até então, estavam ocultas num manto de segurança e pouco risco.
Louis Hofmann (na pele de Jonas Kahnwald), em contra-partida, foi quase sempre o protagonista da série, mas, até ao final da segunda temporada, teve prestações muito pouco convincentes em momentos que exigiam mais emoção e vulnerabilidade. Por fim, Hofmann quebrou a camada que o estava a puxar para trás e adicionou a Jonas um nível de dor e sofrimento à sua representação, conferindo-lhe uma presença tão forte que, por vezes, bastava manter o foco na sua expressão facial e já era possível absorver a carga emocional de todas as suas cenas que o exigiam.
Onde outras séries passam (ou passaram) dificuldade em criar pontos fortes, DARK destaca-se. A nível visual há poucos a conseguirem chegar a este patamar.
Falo da saturação de cor e o brilho ajustada à época representada e ao peso das cenas. Falo do quão gloriosa é a fotografia em momentos emotivos e onde os efeitos provenientes da ficção científica brilham ainda mais intensamente. Falo do enquadramento em grande planos a captar toda a beleza de Winden, que, apesar de não ter nada de icónico (para além da gruta), consegue fazer da localidade um destino de sonho. Falo sobretudo da forma como fazem a ligação emocional das personagens entre o seu “eu” em diferentes épocas com recurso à divisão de ecrã. À semelhança da segunda temporada, o bom trabalho continuou neste sentido.
Outro pormenor interessante no que toca ao visuais de DARK, e que vem provar que nada é feito ao acaso, é o efeito caleidoscópio usado nos créditos de abertura, muitas vezes formando tríades. Tivessem mais séries este cuidado com os detalhes!
Pousem os smartphones, concentrem-se na série e não pisquem os olhos durante muito tempo, caso contrário vão perder pormenores fulcrais para desfrutarem desta viagem alucinante pelo tempo (e não só).
DARK é uma série especial e única, composta por três temporadas (uma tríade) que se complementam de forma irrepreensível. A primeira criou as bases do mistério e intriga, a segunda desenvolveu essas bases resultando em revelações abismais e a terceira tem o propósito de dar sentido às duas primeiras. É a mais espantosa pela forma como faz cair todas as peças, como se um carreiro de dominó se tratasse.
Veredicto final? DARK conquistou um lugar junto aos Deuses do Olimpo das séries.
Scoob! inclui quase todos os elementos clássicos dos desenhos animados originais, mas nota-se uma enorme interferência do estúdio que torna o filme em algo banal, ou pior.
Scoob! revela como Scooby (Frank Welker) e Shaggy (Will Forte) se conheceram e como se juntaram aos jovens detetives Fred (Zac Efron), Velma (Gina Rodriguez) e Daphne (Amanda Seyfried) até formarem a famosa “Mistery Inc.” Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras vividas, Scooby e o grupo enfrentam o maior e mais desafiante mistério de sempre: uma conspiração para libertar o cão fantasma Cerberus e lançá-lo ao mundo. Enquanto tentam impedir este “cão-apocalipse” global, o grupo descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino épico maior do alguma vez imaginava.
Nunca fui o maior fã dos desenhos animados de Scooby-Doo quando era miúdo. Gostava como qualquer outra criança que gosta de quase tudo, mas nunca foi um cartoon que me deixava nervosamente entusiasmado durante o dia, à espera que começasse a dar na TV. Lembro-me vivamente de me sentir irrequieto ao saber que um novo episódio de Dragon Ball Z ou de Timon & Pumba seria transmitido naquele dia em particular. Nunca me senti assim com Scooby-Doo e, honestamente, desconheço as razões pelas quais me sentia desta maneira.
Sempre tive curiosidade em ficção científica e “o que está para lá do que vemos”, por isso, talvez o facto do objetivo da série ser o de justificar todas as atividades paranormais com algum “vilão mascarado” não tenha agradado o “eu” mais novo…
De qualquer forma, sempre gostei destes desenhos animados e a minha memória está cheia com todos os toques clássicos do show: o (duplo ou até triplo) desmascaramento dos vilões, Scooby a pular para os braços de Shaggy porque ambos se assustaram com algo, as sanduíches ridiculamente grandes… É só escolher.
Ironicamente, o maior elogio que consigo oferecer ao filme acaba por também estar ligado ao seu maior problema. Para qualquer fã da franchise, estes momentos clássicos proporcionarão altos níveis de nostalgia e entretenimento, logo, quem vier à procura disto mesmo terá, sem dúvida, aquilo que deseja.
No entanto, apesar de Scoob! estar longe de parecer um filme corporativo repleto com publicidade a diversos produtos (como, por exemplo, Sonic the Hedgehog), não consigo deixar de sentir que o estúdio estava envergonhado pela sua própria propriedade.
Esforçam-se tanto para fazer este filme pertencer a 2020 que se esqueceram completamente do que torna o cartoon especial para tantas pessoas. Desde a estranhamente confusa seleção de músicas até aos pontos de enredo extremamente modernos, a narrativa de Scoob! segue claramente um plot ao estilo de Avengers (incluindo uma alusão óbvia ao Captain America a segurar o seu escudo), focando-se firmemente no tema dos super-heróis.
Muitos não acreditavam que a Mystery Inc. e a história formulaica (mas bem sucedida) iam ser suficientes para agarrar a atenção do seu público-alvo, por isso decidiram pedir emprestado a um dos géneros com mais entretenimento e financeiramente impactantes da atualidade, perdendo a essência do seu próprio produto.
Portanto, apesar de Scoob! conter quase todas as cenas clássicas dos desenhos animados, este encontra-se muito separado do material de origem. Além disso, se não são fãs de Scooby-Doo e se não possuem qualquer conhecimento sobre o mesmo, então não esperem que este filme explique o que quer que seja.
Fred, Velma e Daphne separam-se de Shaggy e Scooby logo no início (devido a uma cena hilariantemente parva que só as crianças aceitarão), pelo que quase nenhum desenvolvimento de personagem ocorre dentro do primeiro grupo de pessoas. Este filme concentra-se mais na aventura do par e nas dinâmicas da sua relação (que são exploradas de forma clichê, mas eficiente), deixando 3/5 da Mystery Inc. de fora. Para dizer a verdade, agora que penso nisto, Scoob! nem sequer tem um mistério para resolver!
Nos desenhos animados, todos os episódios são sobre descobrir o que ou quem está a provocar um evento paranormal em específico. O filme basicamente segue essa fórmula durante os primeiros quinze minutos (que servem como uma história de origem do grupo) e, de seguida, vai por um caminho totalmente diferente em termos de história.
Não vou reclamar do nível de absurdidade do plot principal porque é, inegavelmente, um filme infantil, mas estas tentativas forçadas de adaptar Scooby-Doo para pertencer a 2020 são o que arruinam tudo para mim. Mesmo assim, o trabalho de voz é ótimo e ouvir Frank Welker interpretar Scooby novamente é muito agradável.
Resumindo, Scoob! possui quase todos os momentos clássicos dos desenhos animados originais, algo que certamente deixará os fãs satisfeitos ao sentir aquela nostalgia emocionante. Para além disso, o trabalho de voz é muito bom na sua maioria, especialmente por parte da lenda Frank Welker como Scooby.
No entanto, o estúdio prejudica o filme com inúmeras tentativas de adaptar o argumento formulaico, mas que tanto sucesso teve durante décadas, de forma a pertencer a 2020. Desde a história semelhante a uma de super-heróis até à falta de um mistério central, Tony Cervone encontra-se numa trapalhada narrativa (quatro argumentistas e três créditos de “história por”) de uma empresa com vergonha do seu próprio produto. Se são fãs tremendo da franchise, este filme é capaz de vos deixar satisfeitos.
Mas se não partilham uma conexão especial com estas personagens nem com as suas aventuras clássicas, ou se não possuem qualquer conhecimento sobre este cartoon, Scoob! não só não se importa em introduzir ou desenvolver as suas personagens, como, definitivamente, não vos irá converter.
Lembram-se quando, ainda antes da última edição de Como É Que o Bicho Mexe?, Bruno Nogueira referia-se ao fim do programa não como um adeus definitivo, mas um até já? Pois bem, temos boas novidades
O também ator partilhou com os seus mais de 600 mil seguidores no Instagram que este domingo, dia 28, vai acontecer uma edição especial de Como É Que o Bicho Mexe?.
Marquem na agenda: domingo, às 23h. Podem também aparecer online com um copo de vinho.
O programa de Bruno Nogueira fez um sucesso tremendo durante o confinamento, sendo que milhares de pessoas juntavam-se de segunda a sexta-feira para ouvirem as conversas feitas entre Bruno e vários amigos seus.
Resta-nos saber se este regresso momentâneo servirá para anunciar algo em especial.
Na semana passada, a The Pokémon Company revelou um novo Pokémon Snap, mas deixou a porta aberta para algo muito especial, numa nova transmissão que aconteceu hoje. Após muitas especulações, ficámos a conhecer finalmente o que a produtora tem estado a trabalhar… e é bem curioso.
Desenvolvido juntamente com a Tencent Games, está aí a caminho Pokémon Unite, uma nova experiência de jogo que promete juntar até 10 jogadores em frenéticas batalhas num jogo do género MOBA.
Esta nova aposta divide os jogadores em equipas de cinco, entre consolas Nintendo Switch e smartphones, em confrontos que requerem cooperação na captura de criaturas e no combate com oponentes. Através destas ações, os jogadores podem subir de nível, ficar mais fortes e evoluir as suas criaturas.
Esta é uma aposta bastante curiosa, muito próxima de um League of Legends e muito diferente daquela que a comunidade esperava, que era algo mais perto de uma experiência Pokémon tradicional, como atualmente encontramos em jogos como Pokémon Sword e Shield, títulos que este mês receberam a sua primeira grande expansão, Isle of armor.
Pokémon Unite suportará crossplay entre dispositivos móveis e consolas Nintendo Switch, terá um lançamento gratuito e ainda não tem data de lançamento oficial.
A Slightly Mad Studiossurpreendeu tudo e todos no início deste mês com a revelação de Project CARS 3, a próxima aposta sim-arcade do estúdio veterano, que conta agora com uma equipa maior e cheia de vontade de trazer um jogo muito mais ambicioso do que antes.
Agora, a Bandai Namco revelou que o título tem como alvo o PC, PlayStation 4 e Xbox One, ficando disponível no dia 28 de agosto. Em Project CARS 3, os jogadores vão poder encontrar mais de 200 veículos de diferentes modalidades, mais de 140 pistas reais, uma forte aposta na personalização e uma extensa e emocionante carreira, que nos deixa experimentar um pouco de todas as modalidades.
O foco da Slightly Mad Studios é a simulação, mas há um pouco de tudo para todos, e sabemos, por exemplo, que o jogo vai contar com uma experiência imersiva com suporte de VR e sistemas de acessibilidade para que todos possam correr com alguns dos carros mais poderosos do planeta.
Atualização: Para já, Project CARS 3 tem apenas como alvo o PC e consolas de geração atual. Segundo Slightly Mad Studios, através de informações obtidas pelo portal Future Behind: “está neste momento focada em trazer o melhor de Project CARS 3 para as plataformas anunciadas: PS4, Xbox One e PC, não havendo, à data de hoje, planos para estender o desenvolvimento para outras plataformas.“
A Xbox One é aquela que recebe mais mimos, com esta semana a ver a chegada de indies, como Night Call, Observation, Streets of Rogue e o aclamado The Messenger. Já o PC, que já contém no seu catálogo The Messenger, vê também a chegada de Observation.
Além destas adições, esta semana já viu a chegada de outros conteúdos interessantes ao serviço, como foi o caso do lançamento de West of Dead, atualizações para Minecraft e para Sea of Thieves.
Com a chegada do fim do mês temos, infelizmente, o adeus a alguns jogos do serviço. Desta vez dói um pouco mais do que o costume, com uma seleção maior do que o normal, onde se incluem jogos como Life is Strange 2 e Metro Exodus. Fiquem a conhecer a lista em baixo e lembre-se que podem sempre ficar com eles com um desconto exclusivo de 20% em cada um.
Battlefleet Gothic: Armada (PC)
Die for Valhalla! (PC)
Life is Strange 2 (Consola)
Metal Slug X (Consola & PC)
Metro Exodus (Consola & PC)
Neon Chrome (Consola & PC)
Shadow Tactics: Blades of the Shogun (Consola & PC)
SteamWorld Dig 2 (Consola & PC)
The Flame in the Flood (Consola & PC)
O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.
Principais novidades? Há agora um novo assistente digital. E é finalmente possível carregar o saldo através de MB Way.
Já atualizaram a app My Vodafone? Pois bem, a aplicação acaba de surgir com uma nova interface, tendo sido totalmente redesenhada.
Agora, ao invés de termos um ícone no canto superior direito do ecrã que nos apresenta uma série de opções, temos as opções mais importantes logo disponíveis no ecrã principal, com a Vodafone a apostar numa experiência por gestos.
Por exemplo, no ecrã principal, basta deslizar para a esquerda os cartões de contadores para acedermos rapidamente aos consumos de Internet, Voz e SMS. Também no ecrã principal temos cartões referentes ao Yorn Shake It, ao saldo atual, às parcerias Yorn e, mais em baixo, outras opções.
O objetivo da Vodafone foi tornar a mais intuitiva, claro, fazendo com que algo em específico seja mais fácil de encontrar.
Uma das grandes novidades desta versão é o TOBi, o assistente virtual da Vodafone. Carregando no ícone ao meio, no fundo ecrã, teremos acesso ao menu de Ajuda da Vodafone, pelo que este assistente poderá responder às nossas questões. Basta selecionar um serviço e colocar uma pergunta.
Caso o assistente não consiga responder à questão, o mesmo poderá reencaminhar para um operador em linha, colocando-nos em chamada com um funcionário da Vodafone.
De resto, no fundo da aplicação, terão ainda o ícone “Os Meus Serviços”, onde poderão encontrar facilmente acesso a todos os produtos e serviços Vodafone, e o ícone “A minha conta”, com informações do vosso perfil.
A outra grande novidade é que, finalmente, conseguimos recarregar o nosso número com recurso ao MB Way. Até aqui, era possível efetuar um carregamento a partir da app com recurso ao cartão de crédito, PayPal, referência Multibanco e MB Phone, pelo que a adição do pagamento via MB Way é muito bem-vinda.
A app My Vodafone já foi atualizada para o iOS. Caso ainda não tenham a atualização para Android, será questão de aguardar horas… ou dias.
O novo vídeo de bastidores revela um jogo com muito mais do que ação imersiva.
A Camouflaj e a PlayStation revelaram um novo vídeo de Marvel’s Iron-ManVR, a próxima grande aposta imersiva para o PlayStation VR, que irá deixar que os jogadores vivam as suas maiores fantasias ao “vestirem” o fato do icónico herói titular da Marvel.
Este novo vídeo de produção conta com muitas novas imagens do jogo, mas dedica-se particularmente às atividades fora das missões, onde não vestimos o fato do Iron-Man, mas sim a pele de Tony Stark.
Além de combatermos as forças do mal, o objetivo da equipa de produção é oferecer uma experiência bem mais profunda e com um toque narrativo único dentro do género do VR, que, neste caso, passa por conhecer de perto esta versão de Iron-Man, que é muito mais do que um fato.
No vídeo, é revelado que, entre missões, vamos poder visitar a garagem de Tony Stark, em Malibu, completa com os seus super-carros e super-computadores, onde poderemos interagir com JARVIS e Pepper Potts, ouvir rádio e treinar, mas também aplicar melhorias especiais aos nossos fatos, algo que que pode afetar a experiência dentro das missões.
Marvel’s Iron-Man VR é um exclusivo PlayStation VR para a PlayStation 4, chegando à consola no dia 3 de julho.
Serão também sorteadas viagens ao Brasil para assistir ao Rock in Rio 2021.
Este ano não há Rock in Rio Lisboa para ninguém, mas tal não significa que não se possa celebrar de outra forma. Tal como já tínhamos revelado, vai acontecer este sábado, dia 27 de junho, uma emissão muito especial.
Ao longo de 180 minutos, serão revisitados os melhores momentos de 16 anos de histórias, com cenas insólitas e histórias de bastidores à mistura.
Porém, a emissão terá também convidados especiais, atuações ao vivo em estúdio, entrevistas, desafios interativos em direto nos quais os espetadores poderão participar (e com isso ganhar prémios) e outras surpresas.
Claro, durante essas três horas de emissão, um dos destaques irá mesmo para a retransmissão de momentos icónicos de grandes concertos que já passaram pelo Palco Mundo.
No que toca aos concertos do Palco mundo, poderemos recordar concertos icónicos, como dos Red Hot Chilli Peppers (na edição de 2006), Muse (na edição de 2010), Justin Timberlake (na edição de 2014), Bruce Springsteen (na edição de 2016), entre outros.
Sabe-se, também, que os HMB, Bárbara Tinoco, Agir, João Pedro Pais e D.A.M.A darão pequenos showcases a partir do estúdio da emissão. Já do outro lado do Atlântico estarão Ivete Sangalo, artista presente em todas as edições do Rock in Rio Lisboa, e Anitta, artista que se estreou no Palco Mundo na edição lisboeta de 2018, sendo que ambas terão participações especiais no programa.
Além da música, há também muitos prémios para sortear. Para aqueles que estiverem a ver o evento, vão poder participar nos desafios em tempo real, habilitando-se a ganhar experiências especiais, como uma viagem ao Brasil para duas pessoas para assistir o Rock in Rio 2021, com estadia e transfers incluídos + bilhetes VIP + tour pela cidade do Rio de Janeiro; bilhetes vitalícios para o Rock in Rio Lisboa; bilhetes VIP para o Rock in Rio Lisboa 2021 (para dia à escolha), com estadia em hotel cinco estrelas e transfer para a Cidade do Rock; bilhetes relvado Rock in Rio Lisboa 2021 (para um dia à escolha); e kits de experiência para desfrutar ao máximo da Cidade do Rock em junho de 2021.
Os vencedores são anunciados no final do programa, juntamente com os vencedores do #GalpChallenge.
Recorde-se que o Rock in Rio Lisboa tem data marcada para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, estando já confirmados Foo Fighters, The National e Liam Gallagher no lineup do Palco Mundo, dia 19 de junho. Confirmados para o Palco Mundo estão também os HMB e Post Mallone, neste último caso sendo uma informação avançada por um jornalista do Yahoo!.
Porém, os moldes de funcionamento do evento em formato offline ainda não estão decididos.
Depois de, na semana passada, termos revelado que a Web Summit iria acontecer este ano em Lisboa, eis que nos chegam mais detalhes quanto ao evento deste ano. E são várias as novidades.
Para já, a data. Habitualmente acontecendo em novembro, a edição de 2020 do certame irá realizar-se entre 2 a 4 de dezembro. A outra novidade está relacionada com o formato: devido à pandemia de COVID-19, a Web Summit irá realizar-se online e offline.
Porém, ainda não se sabe ao certo como é que funcionará a conhecida feira tecnológica em formato offline, uma vez que tal só será decidido em outubro. “Nessa altura, qualquer decisão sobre o formato da Web Summit em Lisboa irá respeitar estritamente os protocolos de saúde de Portugal”, explica a organização em comunicado.
“Essa decisão será revista semanalmente e sujeita a alterações aos protocolos de saúde até ao dia de abertura da Web Summit em Lisboa, a 2 de dezembro.”
Sabe-se que o evento será transmitido, em direto, a partir da Altice Arena e de outros estúdios noutras cidades do país. “Pela primeira vez, vai existir um canal exclusivamente dedicado a Portugal. Durante três dias, os líderes de centenas de startups portuguesas bem como de grandes empresas vão ser entrevistados, enquanto que as universidades e outras instituições de investigação também vão participar”, lê-se ainda no comunicado de imprensa.
De resto, sabe-se que, no online, poderão juntar-se até 100.000 participantes.
No que toca aos bilhetes para a edição online, já estão à venda, bem como os pacotes de parceiros e startups. Já para o tal evento físico na Altice Arena e FIL, se sempre se realizar, os bilhetes só deverão ser postos à venda mais perto da data.
Apesar de tudo isto, continuam as parcerias no âmbito do programa Road2WebSummit: oferta de 50 mil bilhetes a estudantes para assistirem às conferências online e distribuição de 100 bilhetes para as startups escolhidas pela Startup Portugal.
A Remeet deverá ser lançada durante as primeiras semanas de setembro.
“Já te imaginaste estar no teu restaurante favorito com amigos a degustar uma refeição como se estivesses numa viagem de Helicóptero? E aquela sala de cinema acolhedora a ver um filme super interessante como se estivesses a fazer parapente? Ou até mesmo frequentares o teu ginásio para fazer Bungee Jumping no Minho? Vem aí uma App que não só te vai ajudar a recuperar a tua vida social, como trará benefícios para que possas usufruir gratuitamente de experiências de uma vida!”
É desta forma que a Remeet Portugal, uma “empresa de emoções e experiências”, se apresenta no mercado. Essencialmente, esta será uma app que vai agregar vários serviços para que os reencontros pós-pandemia (e ainda apenas o desconfinamento, com toda a cautela) sejam mais agradáveis, interessantes, e ainda acumular benefícios extra.
A Remeet (reencontro) surge da necessidade identificada, em plena pandemia, de proporcionar aos cidadãos a possibilidade de recuperarem/retomarem a sua vida social obtendo benefícios (sustentada num sistema DOP – Descontos; Ofertas e Pontos), assim como auxiliar os estabelecimentos a gerar afluência de consumidores e, consecutivamente, aumentar o seu volume de negócios.
Ou seja, esta app será não só uma ferramenta facilitadora de proximidade entre os estabelecimentos e os consumidores, associando uma série de benefícios para ambos os intervenientes, como funcionará, também, como uma agenda de eventos sociais.
Sempre que um utilizador realizar um Remeet (reencontro) num estabelecimento parceiro, estará, não só, a alavancar economicamente a nossa sociedade, como também estará a agregar condições ótimas para que possa beneficiar de atividades/experiências de forma completamente gratuita.
Apesar de só ficar disponível em setembro, a Remeet estará, numa primeira fase, já no próximo mês de julho, a estabelecer parcerias com estabelecimentos, de modo a expandir a rede e as ofertas aos utilizadores.
E podem ficar descansados: a app está a ser desenhada para respeitar as normas da DGS em pleno período pandémico.
É uma das grande séries do universo Marvel. Aliás, prova disso são mesmo as sete temporadas. Mas o final está aí à porta.
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. está de volta à FOX para a sétima e última temporada, no dia 6 de julho, às 22h15, em duplo episódio.
Marvel´s Agents of S.H.I.E.L.D foi criada por Joss Whedon, em colaboração com Jed Whedon e Maurissa Tancharoen, e é baseada na S.H.I.E.L.D. (Strategic Homeland Intervention, Enforcement, and Logistics Division), uma organização que atua em prol da manutenção da paz, num mundo de super-heróis criado pela Marvel Comics.
A equipa é liderada pelo agente Phil Coulson (Clark Gregg), que reúne um grupo de agentes para investigar tudo o que acontece de estranho, novo e desconhecido por todo o planeta. Para além de Coulson, fazem parte da equipa veteranos como Melinda May (Ming-Na Wen), especialista em armas e conhecida como “A Cavalaria”, Daisy “Skye” (Chloe Bennet) e Jemma Simmons (Elizabeth Henstridge), uma bioquímica especialista em vida humana e alienígena.
Na sexta temporada, a equipa foi obrigada a ser dividida e a espalhar-se pela galáxia à procura de Fitz (Iain De Caestecker), enquanto os restantes membros ficaram no planeta Terra com a missão de reconstruir a S.H.I.E.L.D.
Agora, na última temporada, os agentes são levados numa viagem no tempo, recuando até ao ano de 1931, em Nova Iorque. A equipa da S.H.I.E.L.D. já passou por muito, mas este é um dos maiores desafios que vão enfrentar, pois têm que descobrir uma forma de regressar ao presente sem, pelo meio, alterarem o fluxo temporal em que vivem.
A série estreou nos Estados Unidos a 27 de maio na ABC e, a Portugal, chega-nos através da antena da Fox, cerca de mês e meio depois. A estreia acontece dia 6 de julho com um episódio duplo, sendo que os restantes vão ser distribuídos pelas segundas.
Foi aprovado, na reunião camarária de 23 de junho, o projeto de execução para a instalação da Loja do Cidadão no edifício B do Convento do Carmo, situado no Largo das Forças Armadas, também conhecido como o edifício da Startup Torres Novas, onde o Echo Boomer chegou a estar instalado.
As intervenções para a instalação dos serviços da Loja do Cidadão serão realizadas nos pisos 0 e 1, com a entrada principal a localizar-se na Avenida Dr. João Martins de Azevedo.
No piso térreo será compatibilizado o interior com as cotas das zonas comuns já em funcionamento de forma a compatibilizar com as cotas exteriores, no que se refere às entradas secundárias para o interior do espaço. Neste piso, a construção será feita em paredes de alvenaria nos compartimentos técnicos e instalações sanitárias, sendo que a restante compartimentação é feita com recurso a paredes divisórias de gesso cartonado. No piso 1 está prevista a compartimentação essencialmente com recurso a paredes divisórias de gesso cartonado.
O piso térreo será ocupado por uma zona comum e pelos serviços do Espaço Cidadão, Espaço Empresa e Instituto dos Registos e Notariado (IRN). No piso 1, além dos espaços comuns, estarão alojados os serviços da Autoridade Tributária.
Não são apenas os conteúdos portugueses ou americanos que compõem a HBO Portugal. O mercado espanhol é um dos mais apetecíveis atualmente a nível mundial.
Nesse sentido, a plataforma de streaming prepara-se para estrear mais uma série. Pátria chega à HBO Portugal no dia 27 de setembro.
Pátria conta a história do País Basco ao longo de três décadas, ameaçado pelo terrorismo separatista da ETA, através dos olhos de duas famílias divididas pelo conflito violento. A série foi criada e escrita por Aitor Gabilondo, baseada no romance best-seller com o mesmo nome, escrito por Fernando Aramburu.
A série espanhola tinha data de estreia prevista para maio, mas acabou por ser adiada. Agora, sabe-se finalmente quando é que vai chegar. Com data de estreia prevista para 27 de setembro, os episódios de Pátria vão ser lançados semanalmente.
Na Europa, a série vai estar disponível nos 21 territórios em que a HBO Europe opera, incluindo Portugal. Na América Latina, será exibida na HBO em 40 países e estará disponível na HBO Go. Nos Estados Unidos, estará disponível na HBO NOW, HBO GO, HBO On Demand, HBO Latino e outras plataformas de streaming parceiras.
O regresso da série traz-nos algumas novidades, mas mantém a aposta na furtividade clássica e estratégia que popularizaram todo um género.
O regresso ao faroeste foi uma surpresa. 14 anos depois de Desperados II: Cooper’s Revenge, reencontramos John Cooper numa prequela que reconta a sua origem e busca por redenção, naquela que é a revitalização de uma franquia mais inesperada de 2020. Felizmente, Desperados III recupera a qualidade da série e dá aos fãs – e unicamente aos fãs do género – uma experiência variada e muito desafiante.
Não foi por acaso que sublinhei que Desperados III é um jogo para os fãs da série. A prequela, agora a mando da Mimimi Games – que nos trouxe anteriormente Shadow Tactics: Blades of the Shogun –, é um jogo tático e furtivo com uma visão isométrica, funcionando quase como point and click. Dividido por zonas, o jogo coloca-nos sob o controlo de Cooper e do seu grupo de forasteiros, como Doc McCoy e Kate, em cenários que poderão ser vistos como enormes puzzles que terão de resolver para chegar ao fim.
O confronto direto é quase uma impossibilidade em Desperados III e é necessário não só ler os níveis e o posicionamento dos inimigos, como ser o mais furtivo e silencioso possível, encontrando caminhos alternativos, evitando o cone de visão dos adversários e escondendo a equipa em arbustos e outras partes dos cenários. À primeira vista, poderá ser idêntico a qualquer outro jogo furtivo, mas Desperados III é muito mais tático e relembra a era de jogos como Commandos, onde podemos controlar individualmente cada membro da nossa equipa e conciliar as suas habilidades únicas para chegarmos ao fim de cada desafio.
Os níveis têm uma certa verticalidade e profundidade, sendo necessário rodar constantemente a câmara para descobrir locais e inimigos neste jogo isométrico. Apesar de existir alguma linearidade na progressão das zonas, as abordagens são mais variadas e podem encontrar táticas aplicáveis a qualquer situação. Desde que combinem as habilidades únicas, como a faca de Cooper ou o saco de McCoy, que deixa os inimigos atordoados, irão conseguir enfrentar qualquer desafio.
No entanto, fica o aviso que Desperados III não é um jogo fácil ou acessível para quem não conhece o género, apresentando um ritmo muito mais lento e ponderado do que o normal. É necessário encontrar o posicionamento correto das personagens, calcular os seus ataques e ter em conta tudo o que está à sua volta. Basta um cálculo mal feito para perderem o progresso; por isso, usem e abusem do sistema de quick-save.
Apesar de ser em tempo real, Desperados III é um jogo ponderado e pede aos jogadores para que pensem constantemente nas suas jogadas. Esta aposta de design é refletida pela presença de um modo de pausa, intitulado Showdown, que permite delinear as ações das personagens com antecedência. Com a pausa, podem escolher onde querem Cooper, qual a sua ação e como posicionar os restantes foras-da-lei no mapa, criando assim a sensação de que estão a ver uma equipa organizada a resolver os problemas de uma só vez. Depois de escolherem as ações, podem ver as personagens a agir automaticamente e a dar vida ao vosso plano.
Esta é uma forma de exponenciar a estratégia de Desperados III, mas se acharem que é uma adição que compromete a ação tática da jogabilidade, podem desativá-la ou jogar nas dificuldades mais complexas.
Desperados III é um jogo perfeito para os fãs do género, mas para quem não seguiu a série ou está familiarizado com a ação tática, como eu, poderá ser um título complexo e até intimidante de enfrentar. No entanto, há muito para descobrir neste Oeste Selvagem, seja pelas mecânicas, pela aposta na estratégia, pelos cenários empolgantes – que combinam zonas povoadas e selvagens – ou pela estória simples, mas suficientemente intrigante para nos agarrar, que nos leva ao longo de várias zonas e localidades clássicas dos Westerns.
Se lhe derem uma oportunidade e forem pacientes, Desperados III é um bom regresso ao passado.
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Dead Good Media.
São nove os municípios que irão oferecer várias ofertas.
Alcochete, Almada, Barreiro, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal e Vila Franca de Xira. São estes os municípios da região de Lisboa que se associaram ao programa de dinamização e captação de turismo interno promovido pela Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL), em colaboração com a Associação Turismo de Lisboa, para disponibilizar várias ofertas a quem quiser viver várias experiências e ficar hospedado duas noites no destino no âmbito daquele programa.
Passeios na embarcação tradicional Bote Leão e entradas duplas na Fundação Salinas do Samouco são as ofertas de Alcochete. Já o município de Almada vai oferecer visitas à fragata D. Fernando II e Glória. E quem for até ao em Montijo terá como oferta uma garrafa de vinho da Cooperativa Agrícola de Pegões.
Por Palmela existem mais duas ofertas. A primeira na Casa Mãe da Rota de Vinhos com oferta de Prova de Moscatel de Setúbal e Pastel Regional, 10% de desconto na compra de vinhos e produtos regionais. A segunda inclui a oferta de uma peça de artesanato e do Roteiro do Património Religioso do Concelho de Palmela a quem visitar o posto de turismo do Castelo de Palmela.
Quem visitar o Seixal e for ao Posto Municipal de Turismo recebe ingressos em passeios turísticos a bordo de embarcação tradicional e uma peça elaborada por um artesão do concelho. Em Sesimbra, basta apresentar o Lisboa Card para se ficar isento de pagamento de entradas nos museus e receber um licor no Posto de Turismo e um pack de marcadores de livro na loja Yes Sesimbra.
Em Setúbal, todos os que optarem pelas ofertas com estadia têm direito a 10% em produtos adquiridos nas lojas de produtos regionais, entradas gratuitas nos museus e autorização de estacionamento gratuito nos parques de estacionamento municipais.
Adicionalmente, em função do tipo da oferta de estadia comprada, há outros incentivos, nomeadamente moscatel ou gin de boas-vindas, degustações de queijo de Azeitão, ostras e vinhos ou bilhetes para espetáculos promovidos pelo município.
Por Vila Franca de Xira, com o Tejo e a Reserva Natural do Estuário como cenário, há ofertas de aperitivos ou refeições leves, passeios no rio e visitas a espaços museológicos.
Atenção, estas ofertas são válidas somente para quem ficar hospedados duas noites no destino em questão no âmbito daquele programa.
Estes incentivos são limitados ao stock existente e serão válidas durantes os meses de julho, agosto e setembro.
Esta modalidade permite uma redução substancial da comissão desse serviço cobrada ao restaurante.
Começámos por avançar com esta novidade no Echo Boomer na semana passada, quando na aplicação nos surgia a indicação de pickup/recolha. E agora é oficial: a Uber Eats lançou a nova funcionalidade de Recolha nos restaurantes em Portugal.
Na prática, isto faz com que os utilizadores possam encomendar algo através da aplicação do Uber Eats e efetuar a recolha diretamente no restaurante.
Vantagem? Ao ser o utilizador a recolher o pedido, não existirá qualquer taxa de entrega da refeição. Além disso, evitam-se filas e tempos de espera até que o estafeta passe pelo estabelecimento a recolher a refeição e, depois, que faça a viagem até à morada indicada pelo cliente
Adicionalmente, os custos logísticos associados a esta opção são significativamente inferiores à opção de entrega em casa, pelo que esta modalidade permite também uma redução substancial da comissão desse serviço cobrada ao restaurante.
O recurso ao mapa para pedidos de pick-up disponível também ajuda os utilizadores a explorar os restaurantes abertos nas proximidades. Com a introdução desta opção, os restaurantes podem oferecer aos utilizadores uma alternativa à entrega e incentivá-los a visitar os seus estabelecimentos.
Para já, e segundo o comunicado de imprensa, esta funcionalidade de recolha estará disponível em vários restaurantes de Lisboa, como El Bulo, Água pela Barba, The Dog, Cervejaria Sem Vergonha, Fauna & Flora, Frankie Hot Dogs, Empanaderia El Pibe e Macau Dim Sum, entre outros, e, no Porto, em spots como a Esquina do Avesso, Terminal 4450, Taberna Londrina, Marisqueira Os Lusíadas, Temako, Art Pizza e Lado B.
De modo a celebrar este lançamento, a Uber Eats está a oferecer 5€ em todos os pedidos de pick–up com valor igual ou superior a 15€ até 8 de julho. Para isso, basta que, no campo das promoções, insiram o código RECOLHA.
Recorde-se ainda que, desde o passado dia 19 de junho, o Uber Eats ficou disponível 24 horas por dia entre quintas-feiras e domingos, no centro de Lisboa.
Ainda em relação a esta novidade do Pickup, e tal como referimos no outro artigo, seria interessante que a Uber Eats desse maiores descontos aos clientes. Porque senão vejamos: qual é a vantagem de pedir algo via Uber Eats e levantar no restaurante, quando ligar diretamente para o local e fazer na mesma a recolha fica mais barato?