A aventura de Ellie vai ficar ainda mais complicada e desafiante.
Uma das grandes críticas por parte dos entusiastas de The Last of Us é que a sua sequela foi um pouco mais fácil que o jogo original, com uma grande abundância de recursos e a resolução de problemas menos stressante, mesmo nos momentos mais complicados, com as opções de dificuldade no máximo.
Porém, a 13 de agosto, os mais corajosos vão poder revisitar o jogo, ou experimentá-lo pela primeira vez, de uma forma mais desafiante.
Esta novidade começou por ser divulgada pelo projeto PowerPyx, que se dedica a ajudar os jogadores a completarem todos os troféus da PlayStation, e, já durante a tarde de hoje, a PlayStation confirmou as novidades, nomeadamente a existência do nível de dificuldade Grounded, o modo de jogo Permadeath, troféus e muito mais.
O nível Grounded foi uma das ausências no lançamento de The Last of Us Part II, que aumenta a dificuldade e elimina algumas opções de acessibilidade que tornam a experiência mais imersiva. Por exemplo, não só os inimigos ficam mais letais, como os recursos essenciais se tornam incrivelmente escassos. O melhor de tudo? Não será necessário terminar o jogo para se conseguir aceder a este nível de dificuldade.
Já o modo de jogo Permadeath, como o nome indica, termina a campanha assim que o jogador morrer, ou seja, não existem segundas oportunidades. No entanto, é possível ativar este modo de jogo com verificação por capítulo ou ato, significando que, caso morram durante o jogo, por exemplo, no final do primeiro dia, terão de repetir o dia completo.
Esta atualização introduz também dois novos troféus: um que ficará disponível quando o jogador completar o jogo com qualquer um dos modos Permadeath ativo e outro quando o jogador o vencer no nível de dificuldade Grounded. Nenhum destes troféus é necessário para se atingir o nível Platinum.
De resto, sabe-se ainda que serão adicionados cerca de 30 novos modos de renderização de gráficos, assim como novos modificadores de áudio e modificadores de jogabilidade desbloqueáveis.
Paralelamente a tudo isto, uma série de melhorias serão adicionadas ao jogo, destacando-se a opção de desativar o modo Listen, a possibilidade de ajustar os níveis Film Grain, opções adicionais de exibição, melhorias nas funcionalidades de acessibilidade e muito, muito mais.
Estas novidades, que são mesmo muitas, chegam já a 13 de agosto a The Last of Us Part II na próxima atualização, que será a 1.03. Enquanto isso não acontece, não se esqueçam de (re)ler a nossa análise.
Cresceram 180%, de 58,2 milhões de libras em 2018 para 162,7 milhões de libras em 2019.
Pode-se dizer que a Revolut vai de vento em poupa. A fintech, que já conta com mais de 500 mil utilizadores em Portugal, quase triplicou as suas receitas no ano passado comparativamente a 2018.
Segundo os dados agora divulgados, as receitas cresceram cerca de 180%, subindo de uns já consideráveis 58,2 milhões de libras em 2018 para 162,7 milhões de libras em 2019.
Durante o mesmo período, sabe-se que o número de clientes de retalho disparou para 10 milhões, face aos 3,5 milhões no final de 2018. Aliás, o número de clientes ativos, numa base diária, aumentou 231%, enquanto que o número de clientes que têm subscrições ativas cresceu 139%. Recorde-se que a Revolut oferece dois planos pagos: Premium e Metal.
Ainda em relação aos clientes, neste caso empresariais, sabe-se que o número de contas aumentou 260%.
No que diz respeito às perdas operacionais, aumentaram bastante, mas de acordo com o esperado, dos 34,1 milhões de libras em 2018 para 107,4 milhões no ano passado.
Os maiores custos do negócio da Revolut estão relacionados com dois aspetos: emissão de cartões e custos de aquisição de clientes. À medida que os clientes vão aumentando, é também necessário contratar mais funcionários, de modo a que o funcionamento do serviço tenha o menor número de falhas possíveis. Dito isto, não é de admirar o facto de as despesas administrativas gerais terem aumentado de 24 milhões de libras em 2018 para 92 milhões de libras em 2019.
Desde o lançamento, em 2015, no Reino Unido, a Revolut expandiu-se significativamente para lá da sua origem – como produto de câmbio -, adicionando sistematicamente novas funcionalidades, incluindo negociação de ações sem comissão, criptomoedas, produtos Business e muito mais. Sediada em Londres, com 2.000 funcionários em 23 escritórios, a Revolut é agora uma das maiores comunidades Fintech do mundo, com mais de 12 milhões de clientes.
Segundo o portal Deadline, Knight Rider, por cá conhecido como O Justiceiro, vai regressar, desta vez em forma de filme.
Produzido pela Spyglass Media Group e pela produtora de James Wan (Saw, Insidious, Aquaman), a Atomic Monster, o filme não será uma sequela, mas algo novo inspirado na série de ação dos anos 80, que contava com David Hasselhoff no papel de Michael Knight, e que, durante as suas missões, contava com a ajuda de um carro inteligente chamado KITT.
Os detalhes deste projeto, como muitos outros nesta fase inicial de produção, são escassos, mas sabe-se que irá contar com T. J. Fixman no argumento, profissional que conta no seu currículo com trabalhos nas séries de jogos Ratchet and Clank e Resistance, da Insomniac Games.
Contudo, a mesma fonte partilha um pormenor interessante, ainda por confirmar. Ao que tudo indica, este novo projeto d’O Justiceiro irá trazer as aventuras de Knight e KITT para a atualidade, em vez de se manter no registo dos anos 80.
Isto é algo que levanta questões curiosas, como por exemplo se a estrela do filme, o KITT, se mantém um icónico Pontiac Firebird TransAm, ou se vão optar pela atualização, tal como fizeram as séries televisivas mais modernas que tentaram revitalizar a propriedade.
Garth Davis será o realizador desta nova aposta do universo de Tron.
Vem aí um novo filme da saga Tron. A primeira película estreou em 1982 e, em 2010, surgiu a sequela, Tron: Legacy. Agora, é tempo de mais novidades.
Após mais uma década de antecipação, os fãs deste mundo de ficção-científica computadorizado podem ficar tranquilos, pois a Disneytem planos para mais um filme.
Os detalhes são, para já, escassos, mas, segundo o portal Deadlinee uma partilha no Twitter de Jared Leto, o projeto vai mesmo acontecer.
Leto revelou a novidade nas suas redes sociais, partilhando gratidão pela oportunidade de se juntar ao projeto de um mundo que o influenciou durante a sua infância.
Além do ator, segundo o portal Deadline, o filme será realizado por Garth Davis, o aclamado realizador de filmes como Maria Madalena e Lion, marcando com esta nova aposta um registo completamente diferente na sua filmografia.
Para já, não se sabe se será uma sequela, prequela ou spin-off, nem se irá regressar com o elenco dos filmes anteriores, ou, mais importante ainda, se voltaremos a ter uma nova banda sonora de Daft Punk, mas estaremos aqui para descobrir.
Lembram-se quando, no passado mês de março, poucos dias após o adiamento do concertos dos Temples em Lisboa, a promotora Amazing Events anunciou a primeira edição do SoundFlower Fest, previsto para 4 e 5 de setembro? Pois bem, tal já não irá acontecer.
Em comunicado, a promotora diz que “pelas razões que todos conhecemos, a estreia do SoundFlower Fest será adiada. Até aqui, tentámos encontrar a melhor solução para vos trazer a alegria dos concertos num espaço único, onde se celebraria o amor, a natureza e a arte, mas, infelizmente, o silêncio reinará por mais um ano, no nosso jardim à beira-rio plantado”.
Segundo o mesmo texto, a nova data para a realização do festival será anunciada assim que for possível, mas uma coisa é certa: o evento não irá concretizar-se este ano.
A organização do SoundFlower Fest diz ainda que mais novidades serão divulgadas em breve no que à troca de bilhetes, vouchers e reembolsos diz respeito.
Recorde-se que, para esta primeira edição, só estavam ainda confirmados os Temples.
Há várias maneiras de começar o RPG da CD Projekt RED.
Corporativo, nómada ou marginal? São estas as opções iniciais que Cyberpunk 2077 vai dar aos jogadores, podendo estes definir o seu ponto de partida no jogo, abrindo as portas a diferentes tipos de percursos narrativos, com missões e objetivos únicos.
Para compreender melhor como é que tudo se processa e quais as variáveis ao nosso dispor, a CD Projekt RED revelou esta semana um par de vídeos de jogabilidade que se focam em escolhas.
O primeiro, chamado “Rumos de vida”, dá destaque ao percurso que queremos dar à nossa personagem. Já o segundo realça o combate e a forma como poderemos abordar as missões e os objetivos propostos, usando um arsenal diverso e muito futurista.
Além destes trailers de jogabilidade, a CD Projekt RED levou-nos até aos bastidores do jogo, nomeadamente à parte musical, apresentando os artistas por detrás da banda Samurai, liderada por Johnny Silverhand, protagonizado por Keanu Reeves. Contudo, é a banda Refused e o seu vocalista Dennis Lyxzén que dão corpo, alma e som, quando estão em palco ou na rádio, dentro do universo do jogo.
Cyberpunk 2077 tem lançamento oficial para o PC, PlayStation 4 e Xbox One no dia 29 de novembro.
A solução surge por parte da Inokem, startup portuguesa de biotecnologia especializada em soluções químicas e biológicas, que se adaptou às exigências do mercado.
Quando algo não corre bem ou é necessário efetuar mudanças, o que é que uma empresa faz? É isso mesmo que estão a pensar: adapta-se. Foi o que aconteceu com a Inokem, startup portuguesa de biotecnologia especializada em soluções químicas e biológicas, que, neste período, reinventou-se para desenvolver desinfetantes únicos contra a COVID-19.
A partir do know-how existente, a empresa desenvolveu novas fórmulas para soluções específicas na contenção pandémica da COVID-19, nomeadamente para desinfeção de seres humanos em cabines de descontaminação, todo o tipo de tecidos e calçado, assim como desinfeção de espaços públicos sem qualquer tipo de contra-indicações.
Os desinfetantes desenvolvidos para dar resposta a esta pandemia têm, cada um, as suas especificidades. O sistema de desinfeção em humanos passa pela aplicação em túneis, em sistemas individuais de descontaminação para contenção pandémica. Já o desinfetante têxtil permite, nas lojas de roupa, operar uma desinfeção em menos de 12 segundos das roupas expostas, de modo a que os clientes possam experimentá-las em segurança.
Por seu turno, o desinfetante urbano pode ser usado em espaços exteriores e interiores, potenciando uma maior desinfeção de espaços públicos e não só. O mesmo pode também ser aplicado a mercadorias.
Todos os produtos são 100% biodegradáveis e sem impacto ambiental, reforçando o compromisso da startup portuguesa com o meio ambiente.
Os velhos deram o exemplo no que toca a consistência musical e os novos começam a despontar de forma categórica. Deixo-vos os essenciais de julho para servir de companhia às vossas férias de verão.
Fiquei fã de julho, sinceramente. Isto porque não só álbuns de artistas com pouca experiência foram aquele empurrão necessário para começarem a sobressair, mas também porque bandas com carreiras relativamente longas enfrentaram e ultrapassaram o período “dumb dumb” da meia idade, que, muitas vezes, dita o fim anunciado ou a queda na irrelevância de bandas relativamente “grandes”.
Foi mais um mês com ótimos álbuns, sendo de destacar a mudança de abordagem de Taylor Swift, garantindo o seu melhor álbum até à data; a confirmação do potencial dos Fontaines D.C.; a emancipação dos Creeper; ou o regresso bombástico das The Chicks.
Um conselho? Não deixem que o “não conhecer” uma banda/artista seja uma barreira para aprofundar a vossa cultura musical. Sem mais delongas, passo a palavra aos Creeper.
A ousadia contida neste álbum é impressionante, face a curta longevidade da banda. Ousadia essa que lhes valeu um álbum assinalável dentro do género, em contraste com muitas bandas/artistas, que têm vindo a jogar pelo seguro ao longo destes últimos meses de pandemia.
Nota-se que há paixão e certeza em Sex, Death & the Infinite Void, contagiando sem qualquer esforço os fãs de Rock e com a capacidade inerte de converter uma série de pessoas sem grande ligação ao género. O mais incrível é que, em menos de 40 minutos de gravações (com quatro fillers), os Creeper conseguem bem mais do que muitas de bandas recheadas de experiência em uma hora.
Fica o desejo de os ver em breve num palco perto de mim, em Portugal.
Ainda só é o segundo álbum deste trio de mulheres maravilha, mas já partilharam palco com bandas fantásticas, das quais são exemplo os The Kills, The Vaccines ou Garbage.
Dream Wife teve início com um projeto universitário para uma cadeira de artes, enquanto Rakel Mjöll, Alice Go e Bella Podpadec estudavam, na Universidade de Brighton. A sintonia começou aí e, seis anos depois, continua em altas!
O álbum arranca com a energia e agressividade de “Sports!”, mas não se deixem enganar: há espaço para vulnerabilidade de doçura. Na realidade, essa doçura até é predominante neste novo álbum, que está recheado de temas que rapidamente ficam no ouvido. É a sonoridade e ritmo de Bella (baixo) e Alice (guitarra) que metem paço em So When You Gonna…, no entanto, o ex-libris só acontece quando entra a voz belíssima de Rakel, conseguindo fazer coisas magníficas ao longo destes 11 temas.
Como diz Kaitlin Irving (e bem!), isto é o que acontece quando se junta talento e paixão: um álbum de qualidade que passa por todos os estados de espírito possíveis – euforia, celebração, introspecção, vulnerabilidade, segurança e confiança.
Deixo-vos com a seguinte nota: atentem na letra de “After the Rain”, que é tão simples, mas atual e poderosa.
Depois de um excelente álbum de estreia que, em 2019, tomou os tops da Europa e Estados Unidos de assalto, chega o momento da verdade: Que rumo dar ao segundo álbum?
A jovem banda de Dublin optou por aprofundar o seu conteúdo e sonoridade a um ponto transcendente onde reina a melancolia e nostalgia.
Este álbum não só marca o quanto cresceram como pessoas no espaço de um ano, mas também o quanto cresceram como banda. O que Dogrel prometeu consumou-se em A Hero’s Death: Os Fontaines D.C. são, a par dos Idles, a melhor banda Punk do panorama musical atual.
Agora restamos esperar até 26 de setembro pelo ULTRA-MONO, dos Idles, para saber quem são os frontrunners do Punk em 2020. No entanto, até lá, é levar A Hero’s Death à exaustão de tanto o ouvir em alto e bom som, em repeat.
Jarv Is é a nova banda de Jarvis Cocker (o famoso vocalista dos PULP), formada em 2017 com a ajuda de vários músicos com experiência. Beyond the Pale assume-se como álbum de estreia com o rótulo de “colaborativo” com a audiência (algo incomum).
Ainda que parte das músicas tenham sido gravadas em anos anteriores, tais como “Must I Evolve”, “Sometimes I Am Pharaoh” e “Children of the Echo” (no Primavera Sound), o álbum em si é bastante refrescante, algo que se deve ao facto de ser dotado de muitas melodias invulgares e composições imprevisíveis.
Dotada de nuances de David Bowie, Talking Heads, Jethro Tull, The Velvet Underground ou The Flaming Lips, para os fãs de música avant-garde vai ser um tratamento de qualidade, enquanto o público mainstream/pop vai ter mais dificuldades a absorver a imensa qualidade das sete faixas pelas quais é composto este álbum. Beyond the Pale vai, muito provavelmente, entrar em diversos tops de melhores álbuns do ano.
Com ritmos hipnotizantes e dançantes, Jessy Lanza dá mais um passo no caminho certo, deixando claro que, mesmo com batidas bem detalhadas, mas sem excesso de elaboração e letras simples, é possível produzir música eletrónica agradável e apelativa. A nível de registo, Lanza optou por não arriscar muito, mantendo-se “perto” do que apresentou nos dois álbuns anteriores e o resultado é bastante positivo.
Se não se sentirem imediatamente absorvidos por All The Time, vão por mim: dêem-lhe uma segunda rodagem.
Produzido por Sturgill Simpson, That’s How Rumors Get Startedé o 3º álbum de Margo Price, que traz algumas certezas.
Uma delas prende-se com a voz de Price – se ainda existiam dúvidas em relação ao quão poderosa e versátil esta era, agora são perto de zero. Depois, é um álbum igualmente versátil: do Country com um ritmo mais típico ao Country Rock, passando pelo Folk ou Americana pura (que vai a extremos); do ritmo alucinante com “Heartless Mind”, para o extremo oposto com “What Happened To Our Love?”, mantendo arranjos de guitarra irresistíveis.
Apesar de todas essas divergências musicais, é criada uma simbiose muito natural ao longo do álbum, proporcionando uma experiência muito prazerosa.
No que toca a conteúdo lírico, Margo Price mostra-se em conflito com emoções complexas e aproveita este trabalho para expôr fragmentos do que foi a sua vida amorosa ao longo destes últimos anos. Numa passagem superficial pelo alinhamento, a cantora aproveita para revelar o alívio da sua anterior relação ter ficado onde a deixou, sobressalto por não saber bem como preservar a relação atual ou até dúvidas existenciais que se prendem com a incerteza da premissa de amor eterno.
No final de contas, somos presenteados com um álbum bastante sólido de Margo Price – a meu ver, o seu melhor até à data.
É o 8º álbum dos My Morning Jacket e, apesar de ser um álbum com ótimas individualidades, não é certo o rumo que a banda quer seguir, a nível musical, a partir deste ponto.
The Waterfall IIé um álbum algo disfuncional, o que, para uma banda em início de carreira, faz algum sentido. No entanto, a este nível de experiência e longevidade (22 anos juntos) é algo estranho.
A verdade é que esta disfuncionalidade musical não afeta em muito a perceção que é possível tirar da qualidade musical das faixas do álbum. Os géneros musicais são diversos, indo do Psychedelic Rock ao Folk, com alguns momentos de Jam onde os My Morning Jacket se perdem em improvisos de chorar por mais.
Dito isto, pode-se facilmente constatar que a experiência de estúdio é algo que não falta e que a criatividade é mais do que abundante para estes lados.
Não obstante, The Waterfall II saiu na altura certa, visto que é um álbum que vai bem com a tranquilidade e relaxamento típica de verão.
Passaram quatro anos desde o lançamento dos álbum anterior dos NCZA Lines (Infinite Summer), durante os quais Michael Lovett esteve ocupado em tours com os Metronomy e Christine and the Queens, e pode-se dizer muita coisa mudou.
Lovett abandonou a anterior orientação lírica, trocando a ficção científica por um contexto mais atual e pessoal face ao que o rodeia. Está mais consciente e o seu som só teve a ganhar, estando mais refinado que nunca. O álbum abre com duas faixas cheias de energia e, por ele fora, faz jus aos sons disco de várias épocas, prosseguindo com músicas que vão buscar várias influências de artistas de renome como Beck, George Clinton e Prince (sendo mesmo a “Prisioner of Love” que impressiona mais).
No final de contas, apesar das fragilidades, é um bom álbum para todos os que apreciam texturas ricas em sintetizadores, arpejos (notas sucessivas de um acorde) e bass profundo.
Agora está na altura de carregarem no play e deixarem-se levar.
Os anos passam e cada vez mais tenho certezas de que Taylor Swift é das artistas pop mais completas, talentosas e, sobretudo, inteligentes da atualidade.
Não digo isto de ânimo leve, pois foi preciso quase uma década de álbuns frágeis e insossos para o seu talento começar a despontar e a chamar à atenção – coisa que aconteceu com o lançamento do seu 5º álbum 1989, em 2014.
Ainda que Reputation (2017) tenha pecado por ser demasiado longo, diluindo um pouco a perceção dos pontos fortes do mesmo, Cruel Summer (2019), seguido pelo documentário Miss Americana (2020) chegou para mostrar o lado da cantora que poucos conhecem, mas muitos questionam. A premissa desse criticismo é sempre a mesma: o início de carreira de Taylor Swift que foi envolto em polémica típica de qualquer adolescente. Pois bem, os anos passaram e essa adolescente cresceu, tornando-se na mulher que é hoje, e a sua música cresceu consigo.
Estamos em 2020 e, Swift, que já tem 30 anos, lança um trabalho fantástico completamente descontextualizado do rótulo que muita gente teima em colocar-lhe (falo dos “velhos do restelo” da música).
O seu novo álbum chama-se Folklore e é um trabalho sincero, onde Swift tem tempo para se expôr sob a forma de música, fragmentando todos os pormenores e mais alguns em 16 canções slow-paced, acompanhadas de um instrumental orgânico. Longe de materialismos, sonoridades Pop e adereços musicais berrantes, a artista encontra paz e quietude, com a qual nos transporta ao longo de uma viagem agradável e elucidativa de uma faceta que desconhecíamos, mas que decerto vamos ficar felizes em conhecer.
Isto não significa que Taylor Swift irá mudar a orientação da sua carreira de forma permanente, mas, já tendo apurado o Pop a um nível de elevada qualidade, prova-nos, com este álbum, que o seu talento não se restringe a um só género.
Apesar de abrir a mil à hora com “I’m Not Getting Excited” e “Dying To Believe” (que fazem a ponte entre o álbum anterior e este), Jump Rose Gazers tem várias músicas que optam por uma abordagem mais calma. Pode-se dizer que tudo o que apresentaram de bom em Future Me Hates Me se manteve e foi até amplificado.
Destacam-se as melodias suaves, que rapidamente cativam quem procura serenidade na música e sela o encanto de todos os fãs de ocasião que The Beths já tinham, apaixonando ainda mais os que vieram para ficar. Nota ainda para “Don’t Go Away”, cuja semelhança com elementos do Pop Rock progressivo de finais dos anos 90/mid-2000s é pura coincidência – mas uma bem-vinda.
Uma carreira a começar, mas que promete trazer muitas coisas boas ao panorama Indie.
Já passaram 30 anos desde que a banda The Chicks (anteriormente Dixie Chicks) começou a sua jornada pelo mundo da música. E percalços foi coisa que não faltou. Para oferecer contexto de forma a perceberem bem o quão importante é este álbum, vou fazer um resumo rápido.
Fundada por Laura Lynch e Robin Lynn Macy (vocais) e Martie Maguire e Emily Erwin (instrumentos), eram uma banda orientada para o Bluegrass e, graças a uma doação, conseguiram lançar o primeiro álbum em 1990. O impacto foi pouco e, dois anos depois, com ajuda de terceiros a nível de produção, decidiram apostar no Country Contemporâneo, de forma aumentar a amplitude de sons e a ficarem mais próximas da realidade da altura. Isto levou à saída de Macy da banda, que não gostou da mudança.
O lançamento do 3º álbum (em 1993) ditou a saída de Lynch (solo singer), muito graças ao fraquíssimo sucesso comercial, sendo substituída por Maines em 1995. Já com novo manager, as Dixie Chicks assinaram contrato com a Sony, pelo que os 10 anos seguintes foram uma loucura que lhes trouxe sucesso global.
Pelo meio, houve algumas polémicas (uma das quais envolvendo George W. Bush) e a banda acabou por cair no esquecimento, resultando num longo hiato.
Em 2018, começaram os burburinhos de um regresso desejado, tendo estas, no ano seguinte, colaborado com Taylor Swift na música “Soon You’ll Get Better” do álbum Lover. Já este ano largaram “Dixie” do nome, devido à conotação negativa ligada aos estados confederados, e renasceram como The Chicks.
Neste regresso com uma nova imagem, as três mulheres sulistas mostram a fibra de que são feitas, tocando em temas de relevância emocional e social para o trio, onde os instrumentais são a chave do sucesso. Há um balanço perfeito entre o Pop e o Country, com arranjos relativamente simples, mas que rapidamente ficam no ouvido. Pode-se dizer que Gaslighter é um álbum incendiário pela forma como consegue ter impacto e tornar a banda relevante novamente, levando-a a ombrear com os seus anos de ouro.
Se isto não é uma prova de que, apesar de tantas adversidades e problemas, a força e capacidade de adaptação destas mulheres é enorme, não sei o que é.
À semelhança das The Chicks, os The Jayhawks também já estão juntos há mais de 30 anos, se bem que houve mais consistência e o percurso foi bem mais calmo. Essa consistência ajudou-os a manter um ritmo constante e a sobreviver à crise criativa de meia idade, pela qual já passaram grandes nomes da música como os U2, Moby, Robbie Williams, Green Day e até Coldplay (entre muitos outros).
Graças a isso, somos presenteados com XOXO, um álbum com diversidade de abordagens musicais, sem descurar da qualidade de música em si. E o ritmo? O ritmo, esse, continua bem presente, como se pode concluir com “Dogtown Days”. No meio desta panóplia de sonoridades, ainda dá tempo para uma crítica bastante subtil aos seguidores de Donald Trump em “Illuminate”.
Isto vem provar ainda mais que a banda continua a encontrar formas de se manter fiel a si própria, sem cair na irrelevância musical só para mostrar que “existem”, como aconteceu com os músicos que enumerei acima.
Classificação do álbum: ★★★★
Músicas a ouvir:
Dogtown Days
Living In A Bubble
Homecoming
Illuminate
Little Victories
The Streets – None of Us Are Getting out of This Life Alive
Passada quase uma década de pouca ou nenhuma atividade, Mike Skinner, conhecido pelo projeto chamado de The Streets, regressa com um álbum investido a compensar todo o tempo perdido.
None Of Us (…) é um álbum recheado de colaborações ricas em diversidade, das quais se evidenciam as com Tame Impala e IDLES, duas bandas a atravessar o melhor momentos das suas carreiras.
Apesar de ser um álbum com muita eletrónica na base, revisita uma panóplia de géneros, onde o único fio condutor é a voz de Mike – que está irrepreensível a nível lírico.
Dito isto, apesar do produto final, é um álbum um bocado disfuncional (assemelhando-se a uma compilação), mas está cheio de hits que prometem entreter do início ao fim.
Classificação do álbum: ★★★½
Músicas a ouvir:
Call My Phone Thinking I’m Doing Nothing Better (feat. Tame Impala)
None Of Us Are Getting Out Of This Life Alive (feat. IDLES)
You Can’t Afford Me (feat. Ms Banks)
I Know Something You Did (feat. Jesse James)
Take Me As I Am (Chris Lorenzo)
Nos essenciais deste mês vou passar sem destacar singles, até porque dediquei o meu tempo quase todo aos álbuns, mas garanto que tem variedade suficiente para agradar a todos os gostos.
Agora vou desfrutar das minhas férias, acompanhado dos novos álbuns que vão ser lançados durante o mês de agosto. Falamos em breve!
Depois da MEO, também a NOS aposta num canal exclusivo Disney para os mais novos.
Foi em maio que avançámos aqui no Echo Boomer com a novidade de que a MEO iria ter na sua grelha de canais o Disney Channel Family FUN, dedicado ao entretenimento para toda a família.
O canal, um exclusivo temporário, esteve em funcionamento de 1 a 30 de junho. Agora, é a vez da NOS replicar esses moldes, mas noutro canal.
A operadora lança já esta sexta-feira, dia 14 de agosto, o canal Disney Channel Summer Party. É também um canal temporário, uma vez que somente estará em funcionamento até 13 de setembro.
A ficar disponível na posição 17 da grelha da NOS, o Disney Channel Summer Party terá séries indicadas para crianças e pré-adolescentes, como Bia, Clube Houdini, Coop & Cami, BizaardVark, Acampamento Kikiwaka, A Irmã do Meio, A Raven Voltou e, ainda, Liv & Maddie.
Os conteúdos deste novo canal serão transmitidos todos os dias ao longo de 24 horas.
Começou ontem, decorre até 31 de agosto em Setúbal e Azeitão e recupera iguarias tradicionais da região com a apresentação diária de um petisco em cada um dos espaços aderentes. Falamos, claro, da Rota do Pitéu, evento que se caracteriza pela diversidade da oferta, indo desde a degustação de petiscos tradicionais à apresentação de propostas inovadoras. E tudo isto por 3,5€ por pitéu.
490 Taberna STV, As Machadas, Bardo Taberna Medieval, Botânica Tapas e Petisco, Café Arco Íris, Café Europa, Corktale, Flórida Cervejaria, Moscatel Setúbal Experience, Petisqueira Brandão, Petisqueira O Manuel, Pinga Amor, República Azeitão, Taberna do Fernando dos Jornais, Taberna do Largo, Tasca do Choco, Tasca do Gao e Tasca do Zé Maria são os estabelecimentos que aderiram a esta iniciativa.
No que toca a pitéus propriamente ditos, há Asinhas de frango com molho de ervas, Croquetes de choco, Batata sueca recheada com queijo da ilha e presunto, Bifana com molho de moscatel, Pataniscas de chouriço, entre várias outras opções.
Segundo Vladimir Puttin, a vacina foi testada durante dois meses em humanos.
Foi no passado mês de julho que a Rússia revelou ao mundo que queria lançar já em agosto uma vacina contra a COVID-19, com as autoridades russas a apontar para o dia de ontem, 10 de agosto.
Bom, hoje é dia 11 de agosto e eis que acaba de surgir uma novidade animadora: o Ministério da Saúde russo aprovou a aquela que poderá ser a primeira vacina no mundo contra o novo coronavírus.
O anúncio foi feito pelo presidente russo, Vladimir Putin, que confessou que até a sua filha já tomou a vacina, encontrando-se bem.
Como é óbvio, é somente um anúncio, pelo que se espera agora que a vacina seja produzida em massa muito em breve.
O fármaco, desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, em Moscovo, foi testado durante dois meses em humanos.
Neste momento, o objetivo é produzir a vacina para que, a 1 de janeiro do próximo ano, entre em circulação. A vacinação deverá começar por ser feita para grupos de risco, como os idosos, e para profissionais de saúde e professores.
A Organização Mundial de Saúde, no entanto, está preocupada com esta luz verde para a produção da vacina, uma vez que não foi submetida a todas as fases de ensaios exigidas pela OMS. É também de realçar que muitos cientistas estão céticos com a existência desta solução.
Isto para que também as crianças se sintam confortáveis na sua própria pele com o uso da máscara.
Ilustração de: Solange Costa, confundadora da Nudemask
Falta pouco mais de um mês para o regresso às aulas, a acontecer entre 14 e 17 de setembro, caso não se verifique um retrocedo face à pandemia causada pelo novo coronavirus.
E foi a pensar neste possível regresso e nesta nova realidade escolar que a Nudemask criou as primeiras máscaras inclusivas Kids, uma vez que o uso de máscara será obrigatório a partir do 2º ciclo.
Especialmente desenvolvidas para idades iguais ou superiores a 6 anos, estão são máscaras inclusivas para que também as crianças se sintam confortáveis na sua própria pele.
A gama é composta por dois modelos de criança com estampados infantis. As máscaras Kids foram desenvolvidas para se ajustarem ao rosto mais pequeno, procurando dar o máximo de conforto na adaptação a esta nova realidade. Possuem uma certificação de nível 3 – malha certificada pelo Citeve (4622/2020) e pelo ISQ (20.09.492.091) e são ainda resistentes a pelo menos 20 lavagens, dispondo de um saco próprio para tal, que a protege na máquina e prolonga a sua utilização, e que também funciona como elemento de transporte.
Para que o apoio também chegue às famílias mais vulneráveis, por cada máscara comprada, será doado 1€ à Associação Cáritas Portuguesa, para que a protecção chegue a todos. Até à data, a marca portuense já ajudou com mais de 600 euros, ambicionando duplicar este valor no final do mês.
Cada máscara custa 6,90€ e pode ser adquirida no site oficial da Nudemask.
Se o mundo não estivesse em plena pandemia contra a COVID-19, tudo estaria a decorrer normalmente. Um dos artistas que não seria afetado é Michael Kiwanuka, que deveria ter atuado em maio em Lisboa e Porto.
Porém, como as coisas não correram como o previsto, a Música no Coração começou por reagendar a vinda do músico em Portugal para outubro deste ano. Contudo, e ciente da situação atual da pandemia, a promotora veio agora informar que os concertos não se irão realizar este ano, mas somente em 2021.
Marquem na agenda: 20 de maio no Campo Pequeno, em Lisboa, e 21 de maio na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, no Porto. São estas as novas datas (e esperemos que definitivas) para os concertos de Michael Kiwanuka em Portugal.
Todos os bilhetes adquiridos para o evento serão válidos para as novas datas, sem necessidade de troca ou emissão de novo bilhete, bastando apresentá-los à entrada das salas. Quem não possa comparecer nas novas datas, poderá fazer o seu pedido de devolução no prazo de 60 dias úteis a partir de hoje, no local da compra.
De resto, quem quiser pode na mesma comprar bilhetes para as novas datas dos concertos de Michael Kiwanuka em Portugal, à venda na Blueticket e demais locais físicos.
É a comédia francesa que marca o regresso do ator Christian Clavier ao grande ecrã.
Bem-vindos a África, a comédia francesa que estreou na passada quinta-feira, dia 6 de agosto, registou no primeiro fim de semana um número de espetadores ao mesmo nível do grande êxito Que mal fiz eu a Deus?!, de 2014.
Neste fim-de-semana de estreia, 8.210 de espetadores foram ver Bem-vindos a África, sendo, por isso, o filme que mais público levou aos cinemas desde a reabertura das salas no início de julho.
Como têm mostrados os números obtidos nos últimos anos, as comédias são, de longe o género preferido dos portugueses. De entre os 10 filmes franceses com maior receita em Portugal nos últimos seis anos, as comédias representam 90% dos filmes com mais espectadores. A tendência é clara: o número de espetadores do género aumentou cerca de 63% (de 199.105 em 2014 para 325.222 em 2019).
Bem-vindos a África, do realizador James Huth (Hellphone – Um Telemóvel dos Diabos, Lucky Luke e A Felicidade Nunca Vem Só) conta novamente com Christian Clavier no principal papel, acompanhado no elenco por atores igualmente conhecidos dos portugueses: Michaël Youn (A Volta ao Mundo em 80 Dias), Ramzy Bedia(Uma Comédia Meio Francesa) e Sylvie Testud (La Vie En Rose)
Não fosse a COVID-19 e seria um ano inesquecível pelos melhores motivos.
Foi na sexta-feira passada, dia 7 de agosto, que referimos aqui no Echo Boomer que Portugal iria receber uma prova de MotoGP, a realizar-se no fim-de-semana de 22 de novembro. E agora confirma-se.
O anúncio já foi feito, pelo que podem marcar na agenda: de 20 a 22 de novembro, o Autódromo Internacional do Algarve recebe a 14.ª e última prova do Mundial de MotoGP.
Ou seja, e um mês depois da prova de Fórmula 1, aquele autódromo garante a realização da prova rainha do motociclismo. E à semelhança da F1, também este Grande Prémio de Portugal MotoGP terá público nas bandas.
“Estamos a trabalhar para ter adeptos na nossa corrida e vamos começar com uma capacidade de 30 mil adeptos para o fim de semana da corrida e depois vamos decidir com a Dorna e com as autoridades sanitárias o que fazer nos passos seguintes”, afirmou Paulo Pinheiro, CEO do Autódromo do Algarve, em declarações ao site da MotoGP.
Nesse caso, já é possível adquirir os bilhetes só para domingo, dia 22 de novembro, com preços que começam nos 45€ e vão até aos 175€, ou para o fim-de-semana, cujos valores vão desde os 55€ aos 185€.
Há descontos de 50% para crianças entre os 8 e os 14 anos de idade, se bem que só poderão entrar no autódromo quando acompanhadas por um adulto com bilhete pago. Há ainda descontos de 25% para pessoas com mobilidade reduzida na Bancada Principal Inferior e Superior. Os bilhetes físicos serão enviados a partir de dia 1 de novembro.
Recorde-se que o Mundial de MotoGP aconteceu pela última vez por cá em 2012, na altura no circuito do Estoril.
Os trailers cinemáticos da Ubisoftraramente desiludem e o de Assassin’s Creed Valhalla não foi exceção. Lançado no início de maio, o trailer cinemático do próximo capítulo da saga de assassinos foi o primeiro contacto que os fãs tiveram com o jogo, onde ficaram a conhecer o protagonista e ambiente onde vão poder mergulhar durante horas.
Agora, a Ubisoft relançou o mesmo trailer, com alterações significativas, que o tornam ainda melhor.
Desta vez, o trailer cinemático dá destaque à versão feminina da personagem controlável, Eivor, uma das opções do jogo, nas quais o jogador vai poder alternar ao longo da sua aventura sem ter que recomeçar o progresso de novo. Uma apresentação bem-vinda que poderia ter muito bem sido feita logo de início.
A segunda grande alteração serve de revelação da banda sonora de Assassin’s Creed Valhalla, com temas compostos por veteranas da série e da indústria em geral, como o regresso de Sarah Schachner e Jesper Kyd, e a participação do músico norueguês Einar Selvik, que trabalhou na banda sonora da série Vikings.
Ao longo do vídeo, podemos ouvir as poderosas melodias que dão corpo e textura ao mundo de Valhalla e dá para ouvir também o icónico tema da série, “Ezio’s Family”, de Jesper Kyd, aqui adaptado ao novo tom do jogo.
A Ubisoft lançou também algumas das novas faixas do jogo num miniálbum disponível no Spotify, de modo a que todos possam ouvir e familiarizar-se com as músicas antes do lançamento de Assassin’s Creed Valhalla a 17 de novembro, dia em que ficará disponível para PC, PlayStation 4 e XboxOne. Mais tarde chegará à PlayStation 5 e Xbox Series X.
O artista usou o seu canal de YouTube para mostrar como é que se joga a nova aposta da Double Fine.
Atualmente adquirida pelos estúdios da Xbox, a Double Fine está a trabalhar na muito aguardada sequela de Psychonauts, que foi recentemente adiado para 2021.
Há uns dias, durante o Xbox Games Showcase, os fãs tiveram direito a um trailer musical do jogo, protagonizado por Jack Black, que confirmou o seu envolvimento no projeto. Agora, sabemos que o artista foi dos primeiros a por as mãos numa porção jogável de Psychonauts 2, a qual partilhou com o mundo.
O vídeo pode ser assistido no canal de Jack Black, conhecido como Jablinski Games, onde publica vídeos sobre jogos, música, as suas atividades e rotinas, sempre com boa disposição e humor, e revela um jogo muito old-school de plataformas, muito colorido e cartonesco.
O vídeo conta ainda com a presença do criador do jogo via videochamada, Tim Schafer, que, quando questionado por Black se o título nos quer dar a sensação de estarmos sob a influência de cogumelos mágicos, este responde afirmativamente com uma gargalhada à mistura.
Psychonauts 2, apesar de estar a ser desenvolvido com a ajuda dos estúdios da Xbox, tem data marcada para 2021, no PC, Mac, PlayStation 4, Xbox One e Xbox Series X.
A anteriormente conhecida plataforma Savvy Descontos fez um rebranding, mas os objetivos continuam os mesmos.
Talvez nunca tenham ouvido falar, mas os aficionados por descontos e promoções certamente que conhecem, até porque é uma novidade recente no mercado. Em fevereiro deste ano, surgiu no mercado a Savvy Descontos, uma app móvel que reúne todas as promoções dos super e hipermercados em Portugal.
É bem provável que, nessa altura, a plataforma tenha passado algo despercebida, até porque, logo no mês seguinte de março, os portugueses entravam em confinamento, o que pode ter impedido a aplicação de crescer como era suposto. Porém, e com as coisas a voltarem a um “normal”, também a Savvy Descontos começou a dar que falar novamente.
Para já, um rebranding. Agora, a plataforma é conhecida por Descontio, mudança que, segundo nos confidenciou a cofundadora Janna Kojedubova, aconteceu depois de recolherem vários feedbacks dos utilizadores, com estes a referirem que o nome anterior era difícil de pronunciar, pelo que preferiam algo mais fácil e que falasse por si.
Mas apesar do novo nome, os objetivos continuam os mesmos. Ou seja, a Descontio continua a ajudar os portugueses a poupar dinheiro e tempo no planeamento das compras de supermercado, funcionando como motor de busca/agregador de descontos.
Em entrevista ao Dinheiro Vivo no passado mês de junho, outra das cofundadoras, Zhanna Kozhedubova, referia que os supermercados não tinham interesse em partilhar dados, uma vez que não queriam que os clientes soubessem onde é mais barato comprar os produtos por questões de concorrência.
Dito isto, esta recusa de parcerias fazia com que a equipa tivesse de deslocar-se aos estabelecimentos e, dessa forma, inserir cada desconto individualmente de forma manual no sistema. Dava trabalho e era muito demorado.
Ora, sabe agora o Echo Boomer que, como a Descontio começa a ganhar algum peso no mercado, houve uma abertura por parte dos supermercados, pelo que estão a ser ultimadas algumas parcerias. Mais novidades estão prometidas para breve.
De resto, dizer que, desde que a app foi lançada, que a equipa de desenvolvimento foi adicionando funcionalidades, como visualização de folhetos, dicas e receitas.
Mais recentemente, foi adicionada a funcionalidade de uma lista de compras aberta. Essa lista é criada de forma intuitiva, sendo segmentada pelos supermercados e categorias, e, para além de se conseguir adicionar os produtos que estão em promoção, também é possível adicionar os produtos fora de promoções, servindo assim também como uma app de lista de compras.
De momento, a Descontio conta com mais de 16.000 downloads e cerca de 6.000 utilizadores mensais. A app está disponível para iOS e Android.
Força da Natureza tem estreia marcada para Portugal a 20 de agosto.
Título original: Force of Nature Realização: Michael Polish Argumento: Cory Miller Género: Ação Elenco: Mel Gibson, Kate Bosworth, Emile Hirsch
Sinopse: “Quando um furacão de grande magnitude ameaça Porto Rico, um polícia (EMILE HIRSCH), que tenta recuperar de uma tragédia em Nova Iorque, entra em serviço de evacuação com uma nova parceira (STEPHANIE CAYO).
A dupla chega a um complexo de apartamentos quando um criminoso chamado John the Baptist (DAVID ZAYAS) entra numa senda assassina para chegar a um tesouro de arte de valor inestimável. Mas quando um ex-polícia (o vencedor do Óscar, MEL GIBSON) e a sua filha (KATE BOSWORTH) entram relutantemente em cena, a Polícia terá de subir aos andares mais altos para se manter à tona, numa armadilha mortal de cimento. À medida que as águas das cheias sobem, só a ferocidade e o poder de fogo podem domar esta FORÇA DA NATUREZA.”
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Rio Tinto) para as antestreias de Força da Natureza no dia 18 de agosto, às 21h30, nos Cinemas NOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas NOS Parque Nascente, em Rio Tinto.
E os vencedores foram:
Lisboa:
Artur Cunha
Hugo Passinhas
Paula Cordeiro
Filipa Faria
Ana Cristina Santos
Rio Tinto
Rui Alves
Diogo Araújo
Camila Lourenço
Joana Cunha
Hélder Ferreira
Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).
Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.
No passado State of Play, a Remedy revelou o primeiro trailer para a aguardada expansão de Control, chamada AWE.
Muitos fãs já esperavam que tivesse alguma coisa a ver com outra propriedade da Remedy, Alan Wake, mas, segundo a produtora e o trailer revelado, é muito mais do que uma simples referência.
Em comunicado, a Remedy explicou que, nos últimos anos, tem trabalhado meticulosamente de forma a que os mundos dos seus jogos se pudessem cruzar eventualmente de forma orgânica e natural, de acordo com as suas narrativas e regras, ao qual chamou de Remedy Connected Universe. Agora, porém, sabe-se que o plano da produtora finlandesa é mais ambicioso.
Numa recente publicação no seu canal oficial, a Remedy diz que AWE será o primeiro crossover dos seus jogos, abrindo a porta a mais oportunidades. Mas mais interessante ainda é referir que já estão a trabalhar num futuro jogo, que, por acaso, também existe neste universo.
Esta pequena afirmação é música para os ouvidos dos fãs, podendo não só significar o regresso de temas, personagens e localizações, como a possibilidade de termos sequelas muito aguardadas ou simplesmente algo original e fantástico como os jogos anteriores, mas com o mesmo tom e registo que caracteriza o trabalho da produtora.
Alan Wake foi lançando originalmente para a Xbox 360 em 2010 e, posteriormente, chegou ao PC em 2012. Teve uma expansão standalone com American Nightmare e está atualmente a ser adaptado a série televisiva.
Já Controlé a mais recente aposta do estúdio finlandês, tendo chegou ao PC, PlayStation 4 e Xbox One, e cuja segunda expansão, AWE, fica disponível já no final do mês para todas as plataformas.