Tecnologia portuguesa inativa mais de 99% das partículas de COVID-19 no ar em apenas um minuto

A tecnologia foi criada no âmbito de um projeto liderado pelo Campus de Tecnologia e Inovação da BLC3, em Oliveira do Hospital, em parceria com a Universidade do Minho e as Faculdades de Farmácia das universidades de Lisboa e de Coimbra.

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Há uma nova tecnologia portuguesa que consegue inativar, num minuto, 99,97% das partículas de vírus SARS-CoV-2 no ar e que chega aos 100% no espaço de cinco minutos.

Denominada de AT MicroProtect, projeto que nasceu a 14 de março, baseia-se num “conceito novo de ‘física inversa’, que integra um sistema de emissão de comprimentos de ondas, de forma controlada e orientada, muito mais eficiente do que a radiação solar (novo princípio da mecânica de fluidos aplicado ao escoamento e propagação do vírus em termos aéreos), com o desenvolvimento de algoritmo matemático e físico sobre o comportamento do vírus”, referiu João Nunes, coordenador da investigação, à agência Lusa. Este sistema, porém, não recorre ao uso de químicos, pelo que somente necessita de energia elétrica.

Esta tecnologia foi criada no âmbito de um projeto liderado pelo Campus de Tecnologia e Inovação da BLC3, em Oliveira do Hospital, em parceria com a Universidade do Minho e as Faculdades de Farmácia das universidades de Lisboa e de Coimbra.

Diz João Nunes que, “em um minuto, de 16.982 partículas de vírus SARS-CoV-2, numa amostra apenas cinco partículas não foram inativadas (‘mortas’, no senso comum), o que deu um resultado de 99,97%. E, ao fim de cinco e 15 minutos, obteve-se uma inatividade total, 100%, e sem qualquer variação no comportamento do vírus”.

O responsável refere ainda que o ensaio foi efetuado em 27 amostras diferentes, sendo “todos os resultados validados cientificamente”.

Esta é uma tecnologia que pode não só ser aplicada no setor da saúde, meios de transportes aéreos e terrestres e no interior de edifícios, mas também no setor da hotelaria e restauração e outros locais com problemas de qualidade do ar interior.

Sabe-se ainda que esta tecnologia será aplicada ao estudo e dissipação de outros vírus e bactérias multirresistentes.

Fonte:Lusa
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