Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 vai ter uma demo esta semana

Podem começar a tirar o pó aos skates.

Tony Hawk está de regresso aos videojogos com um remake dos dois primeiros títulos num só pacote.

Enquanto Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 não chega, com lançamento marcado para dia 4 de setembro, os skaters virtuais vão poder por as mãos numa demo muito especial inspirada numa popular demo do jogo original, a Warehouse Demo.

Disponível já a partir de amanhã, os jogadores poderão explorar esta icónica localização durate dois minutos e pontuar o máximo que conseguirem e, no fim, voltar a repetir, sem qualquer limite.

A demo ficará disponível já no dia 14 de agosto, amanhã, mas há um pequeno senão: só estará acessível para quem tiver pré-reserva do jogo.

A Warehouse Demo, assim como Tony Hawk’s Pro Skater 1 + 2 no seu lançamento, estará disponível para PC via Epic Games Store, PlayStation 4 e Xbox One.

Prepara o teu PC para Marvel’s Avengers com os requisitos recomendados

É já amanhã que podes começar a salvar o mundo.

Marvel's Avengers

A beta de Marvel’s Avengers abre já amanhã para os jogadores da PlayStation 4 e para os jogadores da Xbox One e PC que tenham feito a pré-reserva do jogo. Por isso, é a altura ideal para saber se não temos que fazer uma atualização de última hora às nossas máquinas.

A Crystal Dynamics revelou os requisitos mínimos e recomendados para Marvel’s Avengers, que apontam não só para o suporte do jogo, mas também para uma experiência decente e capaz de tirar partido de funções extra.

Com 110GB de espaço pedido no nosso disco rígido nos requisitos recomendados, a versão PC é 30GB maior e oferece a opção de utilização de texturas melhoradas, que prometem enriquecer a experiência visual do jogo. Além disso, a beta de Marvel’s Avengers vai ter o framerate desbloqueado para que os jogadores com monitores de 144Hz possam tirar partido da fluidez de jogo extra.

Com suporte para comandos, mas também para teclado e rato, as configurações mínimas e recomendadas para experimentarem esta beta são:

Requisitos mínimos:

  • Sistema operativo: Windows 10 64-bit   
  • Processador: i3-4160 ou AMD equivalente   
  • Memória 8GB RAM   
  • Placa gráfica: NVIDIA GTX 950 ou AMD 270 (mínimo 2GB VRAM)   
  • DirectX 12   
  • Espaço no disco: 75GB

Requisitos recomendados:

  • Sistema operativo: Windows 10 64-bit   
  • Processador: Intel Core i7 4770K, 3.4Ghz ou AMD Ryzen 51600, 3.2Ghz
  • Memória: 16GB RAM   
  • Placa Gráfica: NVIDIA GTX 1060 6GB ou AMD Radeon RX 480, 8GB.   
  • DirectX 12   
  • Espaço no disco: 110GB

Este período de beta decorre apenas nos próximos dois dias, entre 14 e 16 de agosto, com regresso aberto a todos os jogadores, incluindo aqueles sem pré-reserva, entre 21 a 23 de agosto, antes do lançamento oficial do jogo a 4 de setembro.

Ghost of Tsushima recebe um pacote de upgrade com itens e conteúdos da Edição Deluxe

Tens a edição normal do jogo e queres mais conteúdo? Então faz o upgrade.

Ghost of Tsushima

A Playstation lançou um pacote de upgrade para Ghost of Tsushima que dá a oportunidade aos jogadores que adquiriram a Edição Normal do jogo de usufruírem dos extras incluídos na Edição Deluxe.

A partir de agora, por 10.99€, os jogadores vão poder adicionar ao jogo um conjunto de itens, com alguns desbloqueados através da progressão do jogo, e terão o acesso a conteúdos digitais exclusivos referentes a esta nova aventura nipónica. São eles:

  • Um ponto de técnica
  • Amuleto da graça de Hachiman
  • Conjunto do herói de Tsushima: Máscara dourada, armadura, kit para a espada, cavalo e sela
  • Minilivro de arte digital da Dark Horse
  • Tema Samurai de Ghost of Tsushima
  • Comentário da direção: a equipa criativa junta-se a um famoso historiador japonês para analisar o mundo de Ghost of Tsushima e ver como se compara com os eventos da vida real em que o jogo se inspirou, cuja antevisão pode ser vista em baixo.

Ghost of Tsushima é o mais recente grande exclusivo da PlayStation 4, tendo chegado à consola a 17 de julho para nos levar até um Japão Feudal à espera de ser libertado de forças invasoras.

No seu lançamento, Ghost of Tsushima foi um imediato best-seller, com 2.4 milhões de unidades apenas nos seus primeiros três dias. Desde então, o título recebeu várias melhorias e adições especiais, onde vimos a inclusão de um modo de dificuldade extra para desafiar os mais habilidosos.

(Terminado) Passatempo Eu Ainda Acredito – Temos 15 convites duplos para as antestreias (Lisboa e Vila Nova de Gaia)

Eu Ainda Acredito tem estreia marcada para Portugal a 20 de agosto.

Eu Ainda Acredito

Título original: I Still Believe
Realização: Andrew Erwin, Jon Erwin
Argumento: Jon Erwin, Jon Gunn
Género: Drama
Elenco: K.J. Apa, Britt Robertson, Nathan Parsons, Gary Sinise, Shania Twain

Sinopse: “Um amor pode mudar a sua vida. Uma vida pode mudar o mundo. Dos criadores de Só Eu Posso Imaginar chega-nos uma história inspiradora sobre amor baseado na história da vida real do cantor americano, Jeremy Camp.

A história de amor de Jeremy e Melissa Camp é bonita, esperançosa e redentora. Um amor jovem e devoção sem fim estão em jogo enquanto Melissa luta pela sua vida.

Interpretado por KJ Apa (O Ódio que Semeais; Série de TV: Riverdale), Melissa Roxburgh (Diário de um Banana: Dias de Cão), Britt Robertson (Tomorrowland – Terra do Amanhã), Shania Twain e Gary Sinise (Forest Gump), AINDA ACREDITO é realizado por The Erwin Brothers, a partir do argumento de Jon Erwin & Jon Gunn, baseado no livro de Jeremy Camp e produzido por Kevin Downes, John Erwin e Andrew Erwin.

EU AINDA ACREDITO é uma nota poderosa de que, no meio das tempestades da vida, é possível encontrar a verdadeira esperança.”

O Echo Boomer, em parceria com a PRIS Audiovisuais, tem para oferecer 15 convites duplos (5 para Lisboa e 10 para Vila Nova de Gaia) para as antestreias de Eu Ainda Acredito no dia 18 de agosto, às 21h30, nos Cinemas NOS Alvaláxia, em Lisboa, e nos Cinemas UCI Arrabida Shopping, em Vila Nova de Gaia.

E os vencedores foram:

Lisboa:

  • Filipa Quito
  • Pedro Quaresma
  • Tânia Nunes
  • Rui Viegas
  • Ana Sofia Henriques

Vila Nova de Gaia

  • Jorge Vilarinho
  • João Lobo
  • Cristiana Santos
  • Vasco Santos
  • Telma Santos
  • Gisela Ferreira
  • Sofia Teixeira
  • Ana Filipa Ferreira
  • Andreia Magalhães
  • Cátia Gomes

Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).

Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.

Disney Plus já pode ser subscrito com 10€ de desconto na anuidade

O Mundo da Disney à distância de um clique está quase aí.

Disney Plus/Disney+

É já no próximo mês de setembro que os fãs da Disney vão poder aceder a um gigante catálogo de filmes, séries, documentários e muito mais, apenas com uma subscrição.

O Disney Plus chega já no dia 15 de setembro e, para incentivar os possíveis clientes, a Disney já abriu as portas às subscrições, com um desconto exclusivo para quem quiser fazer já a sua subscrição.

Por tempo limitado, até ao dia 14 de setembro, inclusive, a anuidade do Disney Plus pode ser feita por 59,99€, menos 10€ que o seu valor padrão, que será de 69,99€ por ano. Contudo, o utilizador poderá, se assim o desejar, subscrever o serviço mensalmente por 6,99€ por mês, a partir do dia 15, quando o serviço ficar disponível em Portugal.

O Disney Plus chega assim a Portugal pouco menos de um ano depois do seu lançamento em território norte-americano e vai dar acesso aos fãs a praticamente todos os filmes de animação e live-action da Disney, à saga Star Wars, ao Universo Cinemático da Marvel, documentários da National Geographic e muitos outros conteúdos exclusivos. E tudo pode ser visto onde e quando quiserem.

Para fazerem já a subscrição, basta irem ao site oficial do Disney Plus, aqui.

Há um novo Compal Vital de maracujá e damasco no mercado

É baixo em calorias e adoçado só com extrato de stevia.

Compal Vital

Maracujá e damasco são as duas frutas escolhidas para o novo Compal Vital, um sabor fresco e arrojado, ideal para o verão. A gama Vital conta agora com uma combinação que dá origem a um néctar de cor vibrante e com um perfil muito aromático, com o corpo do damasco e os traços tropicais do maracujá.

O novo Compal Vital Damasco Maracujá apresenta-se com baixas calorias e sem adição de edulcorantes artificiais nem de açúcar. Isto porque é adoçado apenas com extrato natural de Stevia, uma planta originária da  América do Sul e com  um  poder adoçante 300 vezes superior ao do açúcar.

Este novo sabor está disponível em garrafa de vidro 200 ml e Tetra Pak 1L e está à venda em pastelarias, hipermercados e supermercados de todo o país.

Área Metropolitana de Lisboa vai continuar em Estado de Contingência

O período de medidas excecionais termina esta sexta-feira, mas o Governo vai prolongar a situação até final de agosto.

turismo

Vai tudo permanecer como está. Segundo refere o Observador, será amanhã decidido, em Conselho de Ministros, o prolongamento do Estado de Contingência na Área Metropolitana de Lisboa até final do mês de agosto.

Por outras palavras, enquanto que a AML permanecerá em Estado de Contingência, o resto do país continuará em Estado de Alerta.

Segundo a mesma fonte, manter-se-ão todas as restrições atualmente em vigor, como horários de funcionamento limitados para restaurantes, bares e discotecas (só podem funcionar como cafés e pastelarias); proibição de beber na via pública e proibição de ajuntamentos com mais de 10 pessoas.

Recorde-se que os cinco municípios que causam maior preocupação são Lisboa, Odivelas, Sintra, Amadora e Loures.

Pizza Hut lança Triple Box com pizzas, pães de alho, nuggets e uma cookie gigante

Uma novidade ideal para partilhar com os amigos.

Triple Box

Depois de, recentemente, ter aberto uma série de esplanadas com serviço à mesa e ter feito regressar o rodízio de pizzas, a Pizza Hut tem mais uma novidade que promete dar que falar: Triple Box.

O porquê do nome? Bom, é que esta Triple Box tem “três andares”, uma vez que traz uma variedade de produtos bem diferentes. E com tanta comida, é mesmo uma opção indicada para partilhar com amigos ou familiares.

Existem duas versões desta novidade. Na Triple Box Composta, têm à disposição cinco pizzas familiares diferentes: Cheeseham, Veggie Lovers, Serrana, Summer e Prosciutto Lovers. Já a diferença para a Triple Box Margarita é que, nesta opção, podem elaborar as vossas pizzas com massa Pan com dois ingredientes à vossa escolha.

De resto, ambas as Triple Box partilham os mesmos produtos: além das duas pizzas, têm direito a dois pães de alho supremo, dois pães de alho simples, seis nuggets com molho barbecue, seis nuggets com molho de mostarda e Mel, uma cookie gigante e a oferta de uma Pepsi Max de 1,5 litros. O custo é de 29,95€, tanto na modalidade de takeaway como delivery.

As Triple Box estão também disponíveis através da Uber Eats, mas não só é mais cara, custando 31,50€, como não existe oferta da Pepsi Max. Além disso, têm de pagar taxa de entrega. Esta opção através da Uber Eats somente poderá compensar, por exemplo, se tiverem algum código de desconto por utilizar.

Caso nunca tenham utilizado a Uber Eats antes, utilizem o nosso código eats-cwyhis para um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€, excluindo a taxa de entrega.

Já é possível jogar Xbox via xCloud em qualquer lado

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Os jogadores do Xbox Game Pass Ultimate podem testar a versão beta do serviço.

xCloud

O serviço xCloud só chega oficialmente, com um catálogo com centenas de jogos, aos jogadores a 15 de setembro, mas os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate já podem experimentar o serviço de streaming graças a um período de beta.

Disponível apenas para utilizadores Android, o xCloud experimental está acessível através da app Xbox Game Pass (Beta), onde é possível aceder a um separador de “Nuvem” que contém, para já, uma seleção de jogos (muito reduzida) prontos a jogar sem o auxílio de um PC ou Xbox, mas sim diretamente da nuvem.

São eles: Grounded, Ori and the Wild of the Wisps, Ori and the Blind Forest, Forza Horizon 4, Halo: The Master Chief Collection, Halo 5, Halo Wars 2, Streets of Rage 4 e Bleeding Edge.

Já é possível jogar Xbox via xCloud em qualquer lado

Tudo o que precisam para experimentar é, como já foi dito, uma subscrição Xbox Game Pass Ultimate e um dispositivo Android, mas é recomendado também um comando, dado que estes jogos ainda não contam com touch controls ativos. Pode ser um dispositivo third party, como os comandos da Razer, um comando da Xbox One com Bluetooth, ou um DualShock 4, da Playstation 4.

É possível usufruir do serviço tanto através de uma ligação Wi-Fi como por dados móveis, mas a experiência dependerá, sempre, da ligação usada. Para já, os curiosos irão sentir alguns sacrifícios, nomeadamente a nível de qualidade de imagem, fluidez ou até tempos de resposta, ou não fosse esta uma Beta. Porém, e para já, impressiona.

De lembrar que qualquer progresso nos jogos aqui experimentados pode ser continuado ou carregado através dos vossos perfis já existentes, por isso fica o aviso caso queiram experimentar o xCloud com os vossos jogos favoritos.

Control recebe uma edição definitiva e versões da nova geração

Apenas a nova versão pode ser atualizada para PlayStation 5 e Xbox Series X.

Antes da chegada da nova expansão de Control, AWE, a Remedy Entertainment revelou que vai relançar o jogo numa nova edição, devidamente chamada Control Ultimate Edition.

Esta edição vai ser lançada a pensar em novos jogadores e naqueles que querem fazer a atualização para a próxima geração, confirmando assim que o título está preparado para a PlayStation 5 e Xbox Series X.

Com um trailer a acompanhar a novidade, a Remedy explica o que a nova edição vai conter e dá um estranho update que irá deixar os jogadores da edição normal um pouco tristes.

A Control Ultimate Edition será a edição definitiva do aclamado jogo, tem lançamento agendado para 27 de agosto na Steam e no dia 10 de setembro na Epic Games Store, PlayStation 4 e Xbox One em formato digital.

Inclui o jogo base, as duas grandes expansões, The Foundation e AWE, e todo o conteúdo gratuito lançado após o lançamento original, onde encontramos melhorias, o modo fotografia e as The Expeditions, num único pacote.

A Control Ultimate Edition será compatível com as consolas de nova geração, PlayStation 5 e Xbox Series X, no seu lançamento, e haverá uma edição física preparada para o início de 2021.

Contudo, enquanto que os novos jogadores desta edição poderão começar as aventuras na pele de Jesse na geração atual, os jogadores da edição standard, já existente, não irão receber a dita atualização, o que significa que terão obrigatoriamente que comprar a Control Ultimate Edition, se quiserem continuar a sua aventura. A razão para tal não foi dada, mas é estranha, especialmente porque deixa a sua comunidade atual presa à geração que está a chegar ao fim.

Minecraft Dungeons com novas aventuras a 8 de setembro

Novos DLCs e funcionalidades a caminho da nova aposta Minecraft.

Minecraft Dungeons

Afiem as espadas e treinem com os amigos, pois dia 8 de setembro Minecraft Dungeons prepara-se para receber mais conteúdos.

Na agenda, vamos poder contar com a segunda grande expansão do jogo, Creeping Winter DLC, que vai levar os aventureiros e guerreiros até uma nova região, com novas missões, inimigos, artefactos, armaduras e armas para amanhar.

Além do DLC, haverá também uma atualização gratuita com novas funções que não só tornarão este jogo mais agradável de jogar, como lhe darão mais vida, como novos mercadores, desafios diários e novas melhorias para armas e armaduras, tudo para que o título fique mais equilibrado.

Além destas novidades, Minecraft Dungeons terá também um lançamento físico da sua Hero Edition, o que significa que, a partir de dia 8 de setembro, os jogadores interessados poderão comprar o jogo em lojas físicas para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Até lá, aproveitem para (re)ler a nossa análise, aqui.

A Xbox Series X chega em novembro

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É sempre bom ter a confirmação.

Xbox Series X - Xbox Games Showcase

Esta semana ficámos a saber que a Xbox Series X iria perder um dos seus títulos de lançamento e, provavelmente, o mais importante, Halo Infinte, que agora aponta para algures em 2021.

Rapidamente, a equipa da Xbox respondeu a possíveis dúvidas sobre o lançamento da consola e partilhou que esta está a caminho das lojas e dos jogadores ainda este ano, mais especificamente em novembro. Contudo, resta saber o dia e, claro, o valor de aquisição da máquina.

Alguns rumores apontam que tal poderá acontecer no dia 6 de novembro e outros indicam que poderá ser lançada por 399€, mas, para já, tudo está no ar.

No ar fica também o lineup da consola da Microsoft, pelo menos aparentemente. Apesar de não ter Halo, a estratégia da Microsoft passa pela transição de jogos cross-gen, lançamentos third-party nas melhores condições possíveis e a oferta de um serviço à la carte, com uma aposta no Xbox Game Pass, que vai levar até à nova consola centenas de jogos de quatro gerações, disponíveis apenas por uma subscrição, que inclui alguns dos maiores jogos do legado da Xbox, na melhor qualidade possível.

Forza Horizon 3 vai ser retirado da Microsoft Store em breve

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Agarrem-no antes que fuja.

Forza Horizon 3

Se nunca tiveram a oportunidade de jogar Forza Horizon 3 e esperavam poder fazê-lo um dia, em breve vai deixar de ser possível comprar o jogo em formato digital na loja da Microsoft.

Segundo os produtores, o título chegou ao “fim da sua vida”, pelo que resolveram colocar as várias edições em promoção até ao dia da sua remoção da loja, que acontece no dia 27 de setembro, onde poderão encontrar a versão Ultimate de Forza Horizon 3 por apenas 23,99€.

Esta retirada da loja não significa que os jogadores ficam impossibilitados de jogar ou continuar a aceder ao jogo. Simplesmente não poderão comprá-lo. Os jogadores que já o tiverem na sua biblioteca digital poderão descarregá-lo e aos seus DLCs as vezes que quiserem, e podem ficar descansados que os serviços online do jogo continuarão a funcionar.

Esta não é a primeira vez que um título Forza é retirado da loja da Microsoft. Tal tem acontecido devido à expiração de licenças utilizadas nestes títulos.

Forza Horizon 3 foi lançado em 2016 e foi um dos primeiros jogos com suporte para a Xbox One X. Nesta edição do jogo, os jogadores eram convidados a explorar um mundo aberto na Austrália, com os carros mais rápidos e ferozes do mundo.

Apesar de ser um jogo numerado, Forza Horizon 3 é bastante diferente da sua sequela, Forza Horizon 4, com um mundo muito único, desafios emocionantes, uma seleção de carros vasta e duas expansões imperdíveis que nos levaram a montanhas geladas e a uma ilha inspirada em Hot Wheels.

Forza Horizon 3 está disponível para PC e Xbox One.

Governo dos Açores vai dar 0,05€ por cada garrafa colocada em depósitos próprios

Esse valor é fixo, não dependendo do material ou dimensão da garrafa.

garrafa
Foto: Governo dos Açores

Foi durante a manhã de hoje que Marta Guerreiro, Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, adiantou que serão instaladas nos Açores, durante o próximo ano, 25 máquinas de logística reversa. O objetivo é ter, pelo menos, um equipamento por concelho, implementando um sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas no arquipélago, abrangendo o plástico, o vidro e o metal, com capacidade até 2,5 litros.

O sistema contempla a atribuição ao consumidor de um prémio por garrafa, que se prevê seja na ordem dos 0,05€, independentemente do material ou da sua dimensão.

“Nos sistemas de depósito que sejam instalados pelos estabelecimentos comerciais, o prémio ao consumidor poderá ser atribuído por via de talão ou cartão de desconto rebatível em compras, de descontos em loja, de produtos, ou de atividades ou serviços, entre outras”, referiu Marta Guerreiro.

Em complemento ao sistema público, pretende-se também que os estabelecimentos comerciais possam disponibilizar, nas suas instalações, equipamentos próprios de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas.

“Prevê-se que possam ser instaladas mais cerca de 10 equipamentos nas áreas de maior concentração populacional, concretamente em grandes superfícies comerciais”, disse a secretária.

O projeto representa um investimento 941 mil euros, comparticipado a 90% pelos European Economic Area (EEA) Grants – programa Ambiente, Alterações Climáticas e Economia de Baixo Carbono, e tem um período de execução de cerca de 18 meses.

Análise – Maid of Sker

Passem a noite no hotel mais aborrecido da Irlanda.

Maid of Sker

Durante o curso de cinema, um dos professores fez questão de partilhar uma regra de ouro para a escrita de guiões: muito cuidado com estórias de terror e comédia. Os dois géneros, que movem anualmente milhões de pessoas aos cinemas, são armadilhas constantes para guionistas e realizadores inexperientes ou pouco seguros da estória que querem contar. São géneros que não exigem apenas por piadas ou sustos fáceis, mas por uma extensa compreensão do que os faz mover e do que os torna especiais. Se falharem na comunicação entre o guião e o espetador, vocês perdem. O filme é um flop.

A regra de ouro é, no entanto, constantemente contornada por criativos, guionistas e diretores que querem, quase à força, contar as suas estórias, convencidos de que dominam ambos os géneros. Maid of Sker, da Wales Interactive, é um desses exemplos, um jogo perdido no seu próprio género, quase sem direção, numa tentativa de ser mestre de tudo, mas acabando por ser mestre de nada. Com uma premissa interessante, influenciada por lendas irlandesas e pela história real da Casa de Sker – que se presume assombrada –, este jogo de terror tenta com todas as suas forças surpreender e dar-nos algo diferente, refrescante e aterrador, mas acaba por levar-nos numa viagem maioritariamente aborrecida.

No entanto, Maid of Sker é tão pequeno que quase lhe perdoamos alguns dos seus defeitos. Com uma média de quatro horas de duração, que poderão variar consoante a dificuldade escolhida, o jogo leva-nos até à ilha de Sker, no final do Século XIX, onde uma lenda aterrorizante acaba de ganhar vida. Os seus habitantes foram transformados em seres estranhos, sensíveis ao som, e, no topo do hotel, esconde-se Elisabeth Williams, a herdeira da propriedade, perseguida pelo pai e o seu tio. Como Thomas, temos de navegar os corredores opressivos do hotel em busca de Elisabeth e de uma solução para a maldição da família. A estória é inspirada no caso real de Elisabeth Williams, uma jovem que foi trancada no sótão pelo seu pai, numa tentativa de a afastar do seu amante. A jovem viria a morrer, dizem, de coração partido.

Num primeiro contato, senti as influências de Resident Evil 7: Biohazard e vi uma tentativa de imitar a fórmula tradicional da série da Capcom, com a Wales Interactive a transportar-nos para um hotel com vários andares, puzzles, portas fechadas e uma experiência assente no avanço e retrocesso à medida que encontramos medalhões, cilindros de gesso e chaves. Apesar de não apostar num sistema de combate, Maid of Sker parecia estar no bom caminho, revelando o seu mundo aos poucos e construindo um mistério que se avizinhava, no mínimo, interessante, mas rapidamente percebemos que é muito mais linear do que pensávamos. A campanha entra em modo automático, de ponto narrativo em ponto narrativo, aproximando-se mais de um walking simulator – ainda que nunca tão extremo – do que das suas inspirações. As portas fechadas foram apenas uma miragem para uma campanha demasiado focada na narrativa, que acaba por não atingir os pontos altos a que se propôs, e numa estrutura limitada sem riscos.

Maid of Sker

A linearidade leva-nos a visitar salas em busca de colecionáveis, puzzles simples e objetos importante que avançam a narrativa. O Hotel de Sker tenta contar visualmente a estória dos seus habitantes, criando um ambiente de dúvida e tragédia, mas sentimos muito pouco ao percorrermos os seus corredores maioritariamente vazios. O design do hotel tenta criar uma ligação entre os vários andares e dar aos jogadores a sensação de que estão a explorar um local vivo e a desbloquear caminhos alternativos, mas nunca deixamos de sentir que estamos a ser encaminhados pela narrativa, sem espaço para conhecer o mundo ao nosso ritmo. As influências irlandesas e do estilo vitoriano, dos finais do século XIX, estão presentes e dão alguma personalidade aos cenários, especialmente pela presença de elementos mais industriais, mas há uma falta de criatividade no trabalho dos elementos fantásticos e no horror da estória, criando um mundo mais banal e mais visualmente fraco do que deveria ser.

A exploração é prejudicada pela presença da equipa do hotel, agora transformados, pelos corredores, catacumbas e jardins. A ausência de combate obriga-nos a contornar estas adversidades, a analisar os seus padrões, a escolher novos caminhos e a tentar manter a distância. Em Maid of Sker, o som é vida, e, se não fizermos qualquer ruído, nenhum dos inimigos – à exceção, fica o aviso, de uma batalha – consegue sentir a nossa presença. Para tal, o jogo utiliza duas mecânicas interessantes, ainda que pouco inovadoras.

A primeira é a possibilidade de sustermos a respiração, evitando assim a produção de qualquer som. Tal como em Deadly Premonition, a ideia é manter-nos invisíveis, mas Thomas só consegue aguentar a respiração por um tempo definido, existindo, assim, uma tentativa de injetar alguma pressão à jogabilidade. Esta mecânica também é utilizada para evitar armadilhas e venenos, que são atirados pelos cenários, algo que se mantém presente até ao final da campanha. A segunda parte deste sistema, e a menos comum, é a presença de tosse. No hotel, encontramos zonas com partículas no ar que levam Thomas a tossir. Para as evitarmos, temos de suster a respiração e parar qualquer som. É uma pequena adição que acaba por ser mal utilizada, especialmente pela sua implementação em certas zonas do hotel, mas, num primeiro contacto, sentimos um receio real em chamar a atenção dos trabalhadores monstruosos.

Apesar não existir um sistema de combate, temos uma opção de defesa que nos permite produzir uma onda de som que atordoa todos os inimigos à nossa volta. A intenção não é má, é mais uma opção num jogo com pouca variedade, mas é prejudicada pela IA inconsistente dos inimigos. Os padrões são demasiado simples, a sua sensibilidade ao som parece ser, por vezes, inexistente, e é fácil contornar qualquer inimigo desde que mantenhamos a respiração controlada. Isto retira qualquer desafio aos confrontos e a tensão desaparece por completo. No entanto, há um enorme pico de dificuldade que surge durante uma batalha de boss, onde este novo inimigo, inspirado certamente por Nemesis e Mr. X, é quase imparável. Por mais que paremos, consegue encontrar-nos sempre, como se o jogo quisesse mudar as suas regras forçosamente.

Maid of Sker

Não sinto que Maid of Sker seja um jogo incompetente a nível visual, mas há uma falta de cuidado que se revela nas suas texturas fracas, que sofrem de um carregamento lento. Ao longe, o Hotel de Sker é quase apelativo, mas rapidamente notamos na neblina e desfoque que tentam esconder os seus problemas técnicos. Existe slowdown sempre presente, as animações são muito arcaicas e os bugs amontoam-se à medida que avançamos na campanha e a ação se torna mais exigente. Consegui, por exemplo, enganar a IA e travar o progresso do jogo ao prender um inimigo numa sala que deveria estar fechada. Pop-ins, modelos presos no cenário e clipping. Assim é este hotel em Sker.

No final do dia, Maid of Sker peca por não ser assustador ou interessante. A estória é banal e a lenda é mal adaptada ao mundo dos videojogos, apesar do seu potencial. A aposta em sustos fáceis é desmotivante e a estrutura linear, aliada a mecânicas mal exploradas – como as escolhas de diálogos, que não levam a qualquer lado –, acabam por dar origem a quatro horas demasiado longas. Não é fácil fazer um jogo de terror e admiro a coragem da Wales Interactive ao apostar num género tão difícil de domar, mas fica igualmente o aviso: é muito fácil falhar quando o horror é subjetivo. Talvez encontrem algo que vos prenda a Maid of Sker, mas sinto que esta é uma visita para esquecer.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Cosmocover.

Portugal vai ter mais 50 radares de controlo de velocidade nos próximos anos

A caça à multa vai apertar.

São daqueles que, na estrada, assim que reparam na existência de um radar, reduzem repentinamente a velocidade para, depois de o passarem, voltarem a acelerar? Pois bem, temos más notícias.

Foi aprovado há uns dias o aumento do número de locais de controlo de velocidade do SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Por outras palavras, Portugal vai contar nos próximos anos com mais 50 radares, tendo um total de 110 nessa altura.

A ampliação do SINCRO irá contar com 20 novos Locais de Controlo de Velocidade (LCV) para o controlo de velocidade média entre dois pontos e 30 LCV de velocidade instantânea.

Os novos 50 LCV serão equipados rotativamente com 30 novos radares – 10 que permitem o controlo de velocidade média entre dois pontos e 20 que apenas permitem o controlo da velocidade instantânea – aumentando a capacidade instalada de 40 para 70 radares.

Os novos radares introduzirão em Portugal o controle de velocidade média entre dois pontos e a capacidade para medir, em simultâneo, a velocidade de vários veículos, mesmo nos casos em que estes circulam lado a lado ou a uma distância inadequada entre si.

Ou seja, se são daqueles que, por norma, aceleram depois do radar fixo, mas reduzem a velocidade antes de chegar a esse mesmo radar, poderão mesmo ser multados várias vezes.

Entre outros, os locais para a instalação dos novos radares são: EN5 em Palmela, EN10 em Vila Franca de Xira, EN101 em Vila Verde, EN106 em Penafiel, EN109 em Bom Sucesso, IC19 em Sintra e IC8 na Sertã.

A seleção dos locais de instalação dos novos radares teve como pressuposto, entre outros fatores, “o nível de sinistralidade aí existente e em que a velocidade excessiva se revelou uma das causas para essa sinistralidade”, segundo refere o comunicado oficial.

A ANSR irá lançar um Concurso Público para a Aquisição, Instalação e Manutenção dos novos equipamentos. O prazo de execução contratual é de cino anos, em que o primeiro ano é para instalação dos 50 LCV e os restantes para manutenção e operação de todo o sistema SINCRO, num montante global estimado de 8,5 milhões de euros.

Foi publicado o Decreto-Lei para a utilização da app StayAway Covid

A antecipada app deve estar prestes a chegar aos bolsos dos utilizadores.

StayAway Covid

No atual contexto epidemiológico, a identificação e acompanhamento de contactos entre cidadãos constitui uma prioridade na intervenção das autoridades de saúde e das equipas de saúde pública para a interrupção de cadeias de transmissão do vírus SARS-CoV-2 e da doença COVID-19.

Sabendo disto, está quase a chegar ao mercado a app StayAway Covid, que, ao utilizar como sensor de proximidade a tecnologia Bluetooth, notifica os utilizadores da exposição individual a fatores de contágio por SARS-CoV-2.

Porém, tem existido alguma preocupação com o tratamentos dos dados, pelo que surge agora o Decreto-Lei que fala nesta questão e que regula a intervenção do médio no sistema.

Sabe-se agora, portanto, que o tratamento dos dados desta app, desenvolvida pelo Instituto de Engenharia de Sistemas de Computadores, Ciência e Tecnologia (INESC TEC), em parceria com o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e as empresas Keyruptive e Ubirider, no âmbito da Iniciativa Nacional em Competências Digitais e.2030, fica a cargo da DGS, que contratou à SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E. P. E., os serviços e meios técnicos necessários ao seu adequado funcionamento.

Quer isto dizer que é a DGS que define o funcionamento do sistema, a geração, comunicação, armazenamento e processamento de dados, bem como a articulação entre todos os intervenientes no sistema.

No caso da intervenção do médico, sabe-se que os profissionais de saúde obtêm e comunicam ao utilizador da app, caso seja um caso confirmado de COVID-19, o código de legitimação pseudoaleatório previsto no sistema STAYAWAY COVID, para efeitos de inserção na referida aplicação.

Para a obtenção do código de legitimação é necessária a inserção, por parte do médico, da data dos primeiros sintomas ou, no caso de o doente ser assintomático, da data da realização do teste laboratorial, não sendo inseridos quaisquer dados identificáveis do doente.

O Sol da Caparica já anunciou os primeiros nomes para 2021

E promete ser um cartaz muito variado.

Foi quase no fim de julho que nos debruçámos aqui no Echo Boomer sobre o adiamento do festival O Sol da Caparica para 2021. Devido à COVID-19, e sem qualquer surpresa, o festival não se irá realizar este ano, pelo que todos os esforços estarão concentrados em 2021.

Também já sabíamos as datas para a sétima edição – 12, 13, 14 e 15 de agosto de 2021 -, pelo que só faltava termos alguns nomes. E eis que o Grupo Chiado, promotor do evento, já nos fez esse favor.

Mão Morta e Moonspell (12 de agosto), Anselmo Ralph, Plutónio, ProfJam e Rui Orlando (13 de agosto) e Diogo Piçarra, HMB e Pablo Martins (dia 14 de agosto) são os primeiros artistas/bandas confirmados n’O Sol da Caparica.

De resto, sabemos também que voltará ao recinto a Zona Graffiti, que a Zona de Gaming será reforçada, que a restauração alargada ao longo do espaço verde e que a Zona Zen terá um lounge diferenciador. Mantém-se o palco principal e o palco secundário, bem como os palcos comédia e dança e ainda o parque de desportos radicais.

A outra novidade é referente aos bilhetes, que já estão à venda. O bilhete diário custa 22€, o passe para três dias custa 45€ e o passe para todos os dias do festival pode ser adquirido por 54€. Há descontos para maiores de 65 anos e recenseados do concelho de Almada, mas terão de dirigir-se ao Posto de Turismo da Costa da Caparica e apresentar prova documental de modo a que possam usufruir desse desconto.

Halo Infinite adiado para 2021

O lançamento da Xbox Series X fica sem a sua melhor arma.

Halo Infinite = Halo 6

No final deste ano, a Microsoft prepara-se para lançar a sua nova consola, a Xbox Series X, que, agora, acabou de perder um dos seus pesos pesado, Halo Infinite.

A 343 Industries revelou que o jogo, que estava ainda sem data, mas que apontava para a janela de lançamento da Xbox Series X, foi adiado para 2021, de forma a garantir que este é mesmo o Halo mais ambicioso da saga e que está à altura das expectativas dos fãs.

Vimos Halo Infinite pela última vez no Xbox Games Showcase, no final de julho, onde a receção ao jogo foi morna. Se, por um lado, era Halo na sua forma mais pura, por outro, fãs por todo o mundo torceram o nariz por não se apresentar ao nível do que seria de esperar de um jogo da nova geração.

Recorde-se que Halo Infinite, apesar de tudo, é um jogo cross-gen, pelo que terá lançamento também no PC e nas atuais consolas da linha Xbox One, que inclui o modelo de 2014.

Dirt 5 atrasa-se uma semana

Um pequeno percalço, mas quase insignificante.

Dirt 5

A Codemasters anunciou que Dirt 5 vai falhar a sua data de lançamento, mas os fãs não precisam de se preocupar muito, pois é só por dias.

Inicialmente com a meta marcada para dia 9 de outubro, Dirt 5 irá chegar no dia 16 de outubro, tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One, e estando preparado para as consolas da nova geração, quando estas saírem.

Este adiamento também mexe com o acesso antecipado para quem reservar a Amplified Edition, com o jogo a ficar disponível três dias antes, a 13 de outubro.

As razões para este mini atraso não foram reveladas, podendo ser apenas uma questão de logística, mas quem espera até ao lançamento do próximo Dirt, que é só daqui a uns meses, também não custa mais uns dias.

Dirt 5 irá marcar a transição de gerações e promete transformar a série, que está cada vez mais dedicada ao lado árcade e festivo, com muitas modalidades novas, muitas localizações e muitas novas formas de jogar.