O EA Access muda de nome e chega à Steam

A subscrição da Electronic Arts tem uma nova casa.

para EA Play

Digam adeus ao EA Access e ao Origin Access Basic e digam olá ao EA Play. A EA resolveu rebatizar os seus serviços de subscrição por algo mais simples, juntando o nome da subscrição da consola com o nome da mesma no PC.

Esta assinatura é semelhante ao que a Ubisoft tem com o Uplay e ao que a Xbox tem com o Xbox Game Pass, dando a oportunidade aos jogadores de poderem explorar um catálogo composto por uma seleção de jogos dos estúdios da EA onde, na modalidade Pro, há também acesso a jogos recentes nas suas melhores edições.

Além da mudança de nome, a EA vai finalmente levar a subscrição ate à Steam, com os jogadores a poderem tirar partido das vantagens do serviço, como acessos antecipados, demos de 10 horas, acesso exclusivo a itens e DLCs e muitos outros.

Estas mudanças surgem após alguns rumores e especulações que resultaram do regresso dos jogos da EA à Steam, que se mantiveram longe da plataforma da Valve desde que a EA tentou criar o seu próprio ecossistema independente.

Com lançamento oficial no dia 31 de agosto, a adesão ao EA Play está disponível por 4,99€ por mês. A adesão ao EA Play Pro, com acesso total a todos os novos títulos da EA, é de 14,99€ por mês ou 99,99€ por ano.

FIFA 21 não vai ter multijogador entre consolas

O cross-play não vai ser suportado no próximo FIFA.

FIFA 21 crossplay

São cada vez mais os jogos que começam a suportar multijogador cross-play, permitindo que os jogadores possam jogar com amigos de outras plataformas, como PCs e consolas de marcas diferentes.

A tendência, que tem sido abraçada por dezenas de produtores e até pelas produtoras de hardware, começa a levantar as expectativas dos jogadores, mas a EA não parece querer dar este passo, pelo menos com FIFA 21, segundo a conta oficial de comunicação da EA FIFA.

Apesar de termos vistos outros jogos dos estúdios da Electronic Arts a receberem esta componente, FIFA 21 só poderá ser jogado com amigos e oponentes que tenham a mesma versão do jogo. Significa, assim, que um jogador da Xbox One só poderá jogar com pessoas nessa mesma consola, e não com jogadores da PlayStation 4 ou PC.

O mesmo se estende a consolas da mesma família, ou seja, se no futuro tiverem a versão da PlayStation 4 e quiserem jogar com amigos na PlayStation 5, só o poderão fazer com a atualização da consola e do jogo.

Na mesma mensagem da EA FIFA, houve notícias mais animadoras, especialmente para os adeptos do FUT, que poderão levar o seu progresso para a nova geração.

FIFA 21 chega ao PC e consolas a 9 de outubro.

TRY Portugal promove programas turísticos assinados por autores portugueses

Há alguém melhor que personalidades e especialistas da História, da Cultura e da Natureza do nosso país para promover percursos turísticos?

TRY Portugal
Imagem meramente ilustrativa

Tour de Autor. Este é o nome dos novos programas turísticos lançados pela TRY Portugal, a operadora de turismo que promete a dinamização dos recursos turísticos do interior genuíno nacional, através do convite a personalidades e especialistas da História, da Cultura e da Natureza do nosso país.

O primeiro convidado é o historiador especializado nos Caminhos de Santiago, Paulo Almeida Fernandes, que assina o primeiro programa: uma expedição a pé pelas etapas icónicas dos novos Caminhos de Santiago Alentejo e Ribatejo, inaugurados pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo em setembro 2019.

A decorrer entre os dias 5 e 11 de setembro, o tour consiste em seis noites com alojamento (hotéis de 3 e 4*) em quarto duplo com pequeno-almoço, regime de Meia Pensão, visitas explicadas e guiadas pelo historiador e guias locais, logística de transporte & transfers de bagagem e o acompanhamento da equipa de apoio no terreno Try Portugal. O custo é de 729€ por pessoa, existindo a versão “peregrino” por 290€.

Com limite de 20 participantes, este programa turístico temático promete explorar muitas das histórias dos Caminhos de Santiago e dos mitos associados à Ordem de Santiago, atravessando a História Medieval em busca de memórias e sinais do culto jacobeu na região sul do país. Desde Alcoutim a Santarém, passando por locais de referência como Castro Verde, Santiago do Cacém, Alcácer do Sal, Évora, Estremoz, entre outros, os viajantes vão poder conhecer muitas das curiosidades e factos acerca da cultura, tradições e natureza locais.

Todas as personalidades convidadas para os Tours de Autor são especialistas sobre os temas em questão e ficam responsáveis por acompanharem o grupo durante todos os dias do respetivo Tour, assim como pela partilha de conhecimento e vivências acerca das regiões.

Depois da tarte de amêndoa, A Tarte lança cinco gelados no mercado

Estão à venda em diversos supermercados e também pode ser pedidos via Uber Eats.

A Tarte - O Gelado

Foi em 2011 que Lisboa viu chegar uma marca que viria a ser conhecida pela incrível tarte de amêndoa crocante. Sim, falamos d’A Tarte, empresa que tem agora novidades para apresentar.

Depois de, em 2019, ter lançado um primeiro gelado, de forma a testar como é que os clientes iriam reagir, a A Tarte faz agora chegar ao mercado um total de cinco gelados diferentes. É caso para dizer que a aposta correu mesmo bem.

Como seria de esperar, a famosa tarte virou agora um gelado de 480ml, o qual junta pedaços daquela tarte com caramelo salgado, resultando numa sobremesa bem cremosa.

Existem ainda outros quatro sabores: Chocolate, cookies de chocolate 100% artesanais e flor de sal, feito com 54,5% de puro cacau; o Pecan e praliné, com pedaços de nozes pecan; Chocolate & leite de coco e, ainda, o Morango sorbet, produzido com 73% de morangos frescos da região de Palmela. Estes dois últimos são vegan.

Podem adquirir estes potes no El Corte Inglés, Supercor, Auchan e Apolónia. No que toca aos preços, é estranho. Por exemplo, enquanto a Auchan fixou o preço de 5,95€ para cada pote de gelado, o El Corte Inglés colocou preços que variam entre os 6,95€ e os 7,80€.

Para quem quiser, saibam ainda que estes gelados O Gelado estão também disponíveis via Uber Eats.

Lisboa vai ter novos quiosques para emitir cartões Lisboa Viva no imediato

Esta solução já estava a ser testada no Espaço Cliente da Carris no Arco do Cego, em Lisboa, e na Estação da Fertagus do Pragal, na Margem Sul.

Viva Go

Durante o primeiro trimestre de 2021, a Área Metropolitana de Lisboa estará equipada com 18 novos quiosques, que vão permitir a emissão, em tempo real, de cartões Lisboa Viva e do carregamento imediato dos diversos títulos de transporte.

Para isto, os utilizadores apenas necessitarão de ter consigo o Cartão de Cidadão, o único documento necessário para completar o processo.

Esta não é, porém, uma novidade absoluta. Recorde-se que este tipo de solução já estava a ser testada no Espaço Cliente da Carris no Arco do Cego, em Lisboa, e na Estação da Fertagus do Pragal, na Margem Sul. O preço? 12€.

Já se conhecem os chefs que vão andar a cozinhar no Arrebita Portimão

Esta festa da gastronomia acontece já a partir desta sexta-feira.

Arrebita Portugal

Três dias, mais de 13 horas, mais de 30 chefs e entrada gratuita. O Arrebita Portimão, festa da gastronomia promovida pela Amuse Bouche a decorrer a 21, 22 e 23 de agosto na cidade algarvia, já tem o cartaz fechado.

Entre nomes consagrados e jovens promessas da gastronomia nacional, os cozinheiros têm como desafio servir a mais deliciosa e criativa street food em modo grab & go (com pratos entre os 5€ e os 8€), utilizando o melhor produto português e, sempre que possível, algarvio. O twist? Não vão servi-la num restaurante, mas sim em lojas localizadas no centro de Portimão – nos dias do festival, os espaços aderentes estarão abertos no seu horário habitual, estendendo a sua hora de fecho até às 23h30.

Com um contingente de peso, a nova geração é representada por alguns dos mais talentosos jovens chefs portugueses, como Pedro Abril (Chapitô à Mesa, Lisboa), Vítor Adão (Plano, Lisboa), Bernardo Agrela (East Mambo, Lisboa), Filipe Ramalho (Basilii, Torre de Palma Wine Hotel, Monforte), Diogo Noronha (ex-Pesca, Lisboa), Carlos Teixeira (Herdade do Esporão, Reguengos de Monsaraz), Tiago de Lima Cruz (ex-Taberna Sal Grosso), Mateus Freire (Faz Frio, Lisboa) e Manuel Lino (Audaz Gastropub, Lisboa).

Angélica Salvador (IN Diferente, Porto), Natalie Castro (Isco, Lisboa), Marcella Ghirelli (Comida Independente, Lisboa) e Leonor Godinho (Musa da Bica, Lisboa) representam o talento no feminino, enquanto Tiago Bonito (Largo do Paço, Casa da Calçada, Amarante) e Rui Silvestre (Vistas, V. N. Cacela) completam o grupo dos chefs reconhecidos com estrela Michelin.

Como não podia deixar de ser, são também muitos os chefs algarvios (ou a trabalhar no Algarve) que se juntam à festa: Rui Sequeira (Alameda, Faro), Emídio Freire (Faina, Portimão), Francisco Barbosa (The Elska Kitchen, Aljezur), João Marreiros (Loki, Portimão), Leandro Araújo (Cafezique, Loulé), Marco Morais (F, Portimão) e Hagmitt Almeida (Polvo & Companhia, Santa Luzia) têm confirmada a sua presença.

Num cartaz de luxo, juntam-se ainda nomes sonantes como os de André Lança Cordeiro (Essencial, Lisboa), Filipe Rodrigues (Taberna do Mar, Lisboa), Hugo Brito (Boi-Cavalo, Lisboa), Luís Gaspar (Sala de Corte), Moisés Franco (Zazah, Lisboa), Napoleão Valente (Pabe, Lisboa), Maurício Vale (Soi, Lisboa) e Vítor Hugo (ex-Peixola, Lisboa).

De forma a garantir todos os critérios de segurança, assegurados por uma comissão de avaliação criada pela Câmara Municipal de Portimão que integra a Proteção Civil, a Direção Geral da Saúde (DGS), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e os Bombeiros, a entrada do público é limitada à lotação do recinto – 40 pessoas em permanência em cada uma das ruas, excetuando o staff. A degustação dos pratos deverá, por isso, ser feita fora do recinto, de forma a permitir que todos os presentes consigam provar os pratos criados pelos chefs.

Resident Evil e Lucky’s Tale juntam-se à nova vaga de jogos do Xbox Game Pass

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O Xbox Game Pass vai receber mais de uma dezena de jogos até setembro.

Xbox Game Pass

Foi hoje que os adeptos da aviação puderam começar a preparar as asas para levantar voo em Microsoft Flight Simulator. Contudo, a equipa da Xbox tem muito mais do que aviões para levar até aos subscritores do Xbox Game Pass, com mais de uma dezena de jogos a chegarem ao serviço até setembro.

Além de Microsoft Flight Simulator, o Xbox Game Pass também recebeu hoje Spiritfarer, revelado esta tarde para a Nintendo Switch no Indie World, mas que aparecerá no Xbox Game Pass para PC e consolas.

Esta quinta-feira, o serviço vê a chegada de mais quatro jogos, com o destaque a ir para o PC e consola com o regresso do clássico Battletoads, agora com um novo registo visual e muito humor. Ainda no PC e consolas teremos Don’t Starve: Giant Edition e, já só falando no PC, ficarão disponíveis Crossing Souls e Darksiders: Genisis, que, neste último caso, já tinha chegado à Xbox One no início do mês.

Já no dia seguinte há um regresso e uma reimaginação de uma cara conhecida, com New Super Lucky’s Tale no PC e consola. No dia 27, temos outro jogo recentemente revelado pela Nintendo, com os jogadores de PC e consolas a poderem navegar até à Internet dos anos 90 com Hypnospace Outlaw. Destaque ainda para o primeiro episódio da nova aposta da DONTNOD, Tell Me Why, exclusivo para PC e Xbox.

Mas novidades não se ficam por aqui, com o mês de agosto a fechar com mais dois jogos no dia 28: Double Kick Heroes e o RPG Wasteland 3, ambos no PC e consola.

Já em setembro, logo no dia 1, os jogadores de PC vão poder controlar exércitos medievais em Crusaders Kings III. Por fim, o grande destaque desta nova vaga de jogos acontece dia 3 de setembro, com Resident Evil 7 Biohazard.

Como sempre, há também despedidas… e estas vão doer aos jogadores. Por isso, se ainda têm interesse em aproveitar as ofertas e descontos do Xbox Game Pass, apontem já na agenda.

No dia 31 de agosto saem:

  • Creature in the Well (Consola e PC)
  • Giana Sisters: Twisted Dreams – Director’s Cut (Consola)
  • Metal Gears Solid 2 & 3 HD (Consola)
  • Metro: Last Light Redux (Consola)
  • The Jackbox Party Pack 3 (Consola)

Dia 1 de setembro saem:

  • NBA 2K20 (Consola)

E no dia 7 de setembro sai:

  • Red Dead Redemption 2 (Consola)

O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.

Para ficarem a conhecer mais sobre este serviço, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.

Setúbal. Burger Wheels já tem uma esplanada para receber clientes

Depois de um lançamento exclusivamente online, há uma nova forma para provar aqueles deliciosos hambúrgueres.

Burger Wheels

Lembram-se quando, no passado mês de junho, avançámos em primeira mão com a novidade de que a cidade de Setúbal tinha recebido uma nova hamburgueria? Falamos da Burger Wheels, spot que, desde então, tem feito sucesso na cidade.

Porém, e tal como tínhamos antecipado, os responsáveis tinham o objetivo de abrir um espaço físico muito em breve. E querem saber a melhor? Já existe uma esplanada pronta a receber clientes.

A Burger Wheels fica agora localizada na Rua António José Baptista, nº 24, ocupando o lugar do antigo café O Golfinho. E além do novo espaço, há também novidades no menu, como o hambúrguer de Doce de Leite. Segundo nos contou Patricia Feitosa, uma das gerentes do espaço, este doce de leite é especial do Brasil e, como seria de esperar, já está a fazer um sucesso tremendo.

De resto, basta passarem pela página de Facebook da hamburgueria para ficarem a par das novidades.

A Burger Wheels está aberta de segunda a quinta-feira das 12h às 15h e das 18h às 23h, às sextas e sábados das 12h às 15h e das 18h às 00h e aos domingos das 19h às 00h. Além da esplanada, o restaurante tem serviço de takeaway e de delivery (podem tanto ligar diretamente para o 265102476/937907533 ou fazer a encomenda via Uber Eats).

Os portões de Jurassic World já abriram em Minecraft

Visita o parque pré-histórico mais famoso do cinema, ou cria o teu, na nova expansão.

Jurassic World - Minecraft

Um DLC que demorou 65 milhões de anos a ser feito já está disponível em Minecraft. É o Jurassic World DLC, que vem introduzir dinossauros ao popular jogo onde tudo é feito de blocos.

Como seria de esperar, os dinossauros de Jurassic World são, também eles, em blocos, assim como o Parque, adereços e vedações.

Nesta nova experiência interativa de Minecraft, os jogadores vão poder criar e treinar criaturas pré-históricas, criar eventos, resolver puzzles, participar em expedições e descobrir novo ADN de dinossauros.

O novo DLC incluiu um total de 21 skins novas e 60 dinossauros, incluindo híbridos, e muito mais.

Minecraft e o DLC de Jurassic World podem ser explorados no PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Choveram jogos no novo Nintendo Indie World

Muitas das novidades já estão disponíveis ou chegam ainda hoje.

Nintendo Indie World - HADES

A Nintendo trouxe-nos mais um Indie World, um segmento que serve para revelar novidades e atualizações do catálogo da Nintendo Switch, mas focado inteiramente no que se faz no lado mais independente da indústria.

Com cerca de 23 minutos, o Indie World foi, como era esperado, palco para anúncios completamente novos e atualizações, mas também contou com um número inesperado de lançamentos surpresa, com jogos que já estão ou vão ficar disponíveis na Nintendo eShop.

Para ficarem a saber tudo o que aconteceu, podem ver o Indie World, aqui em baixo, ou ler os destaques que se seguem:

  • Hades, da Supergiant Games, chega à Nintendo Switch no outono, com transferência de progresso do PC para a Nintendo Switch.
  • Hypnospace Outlaw leva-nos até à Internet nos anos 90 com um toque de surrealismo e vaporware. Chega a 27 de agosto e vai ter direito a uma demo na eShop.
  • Spiritfarer, da Thunderlotus, é um relaxante jogo de plataformas e exploração com estilo de animação que lembra os estúdios Ghibli. Fica disponível já hoje.
  • Garden Story, da Picogram, é um adorável jogo de gestão, exploração e ação, onde vamos ajudar uma comunidade a crescer e fazer amigos. Chega em 2021.
  • Subnautica e Subnautica Below Zero foram anunciados para a Nintendo Switch. Estarão disponíveis em 2021.
  • Takeshi and Hiroshi é um jogo de RPG com elementos criativos e animações stop motion e chega já hoje à consola da Nintendo.
  • Raji: An Ancient Epic leva-nos até à mitologia da India, sendo um exclusivo temporário na Nintendo Switch.
  • Bear and Breakfast vai deixar-nos viver a vida de um urso na Nintendo Switch em 2021.
  • Short Hike é um jogo de exploração que chega hoje à Nintendo Switch.
  • Card Shark junta narrativa com jogos de cartas. Estará disponível no próximo ano.
  • Torchlight III chega à Nintendo Switch no final de 2020.
  • Manifold Garden é um jogo surrealista que fica disponível já hoje.
  • Evergate é um novo jogo de ação, plataformas e puzzles inspirado em Ori, e chega à Nintendo eShop já hoje.
  • Untitled Goose Game recebe um modo cooperativo a 23 de setembro.

Deathloop para PC e PlayStation 5 adiado para 2021

Mais um jogo da nova geração a fugir o final do ano.

Confirmado na apresentação da PlayStation 5 como um dos jogos de lançamento da consola, juntamente com o PC, Deathloop vai escapar à estreia da nova geração, com a sua chegada agora a apontar para o segundo trimestre de 2021.

O anúncio foi feito através do Twitter, com a equipa da Arkane Lyon a revelar que a COVID-19 teve impacto no desenvolvimento do jogo, com os membros da produção a trabalharem a partir de casa, o que dificultou os planos de nos poderem trazer a sua visão para cima da mesa a tempo do que estava previsto.

Desenvolvido pelos estúdios da Bethesda, Arkane Lyon, Deathloop é um jogo de ação na primeira pessoa que coloca os jogadores na luta pela sobrevivência num loop temporal, com recurso a habilidades fantásticas e um leque de táticas diferentes. Está em desenvolvimento para PC e PlayStation 5.

Candyman vai chegar aos cinemas em outubro

Candyman é o novo projeto apadrinhado por Jordan Peele, realizador dos hits de horror modernos como Us e Get Out.

Foi em fevereiro deste ano falámos aqui no Echo Boomer sobre Candyman, nova versão do original de 1992. Pois bem, temos novidades.

A NOS Audiovisuais anunciou em comunicado que a película irá chegar a 15 de outubro aos cinemas nacionais.

Candyman é baseado num mito urbano norte-americano, segundo o qual se alguém invocar o seu nome cinco vezes em frente ao espelho, o temível personagem aparece e mata essa pessoa.

Com argumento e produção de Jordan Peele e realização de Nia DaCosta, esta nova versão conta com o ator norte-americano Yahya Abdul-Mateen II no papel de Anthony McCoy, um artista que se muda com a sua namorada Brianna Cartwright (Teyonah Parris) para o renovado e irreconhecível bairro de Cabrini Green, agora habitado, na sua maioria, por uma nova geração de millennials em ascensão social. Quando Anthony conhece a história de Candyman, este começa a inspirar a sua arte, ao mesmo tempo que oferece ao personagem de mão de gancho a oportunidade de voltar ao nosso mundo.

Cambridge Audio Melomania 1 – Análise: o áudio Hi-Fi sem fios até é acessível.

A sua facilidade de utilização e qualidade de som são tão excecionais que estes Cambridge Audio Melomania 1 se colocam facilmente entre os melhores auriculares no mercado.

Conhecida pela sua aposta no áudio de alta definição, a Cambridge Audio fez-nos chegar uma solução que tenta responder à necessidade de nos libertarmos dos fios quando queremos ouvir as nossas músicas e podcasts favoritos. Falamos, obviamente, de uns auscultadores true wireless, neste caso dos Cambridge Audio Melomania 1. É, atualmente, a única solução do género da marca, mas, dada a sua reputação, estes earbuds prometem ser de alta qualidade, principalmente quando surgem abaixo dos 100€, ou 99,95€ para ser mais preciso.

Sendo a primeira aposta da marca neste segmento e a um preço tão curioso, muito abaixo do que a concorrência mais popular propõe, as expetativas não estavam muito altas antes de utilizar os Melomania 1, mesmo com a promessa de uma experiência Hi-Fi. Felizmente, não podia estar mais enganado.

Começando por um dos aspetos mais importantes deste tipo de equipamentos, temos a caixa transportadora que, obviamente, serve também de carregador. É extremamente pequena, cabendo na palma das nossas mãos, e a sua tampa, que revela os dois auscultadores, é extremamente viciante de abrir e fechar graças à sua dobradiça suave e ao íman que nos dá um delicioso clique ao fechar.

Cabe na perfeição até em bolsos mais pequenos e apertados, tem um indicador de carregamento LED na frente e oferece-nos cerca de mais 36 horas de energia, além das nove dos próprios auscultadores quando tudo está carregado a 100%. Mas características de parte, o que me impressionou foi a qualidade de material da caixa e o quão agradável é de a ter na mão e utilizar. O único senão, e que revela um dos primeiros sacrifícios deste produto no geral, é a porta micro-USB, que hoje em dia se revela datada.

Os auscultadores em si são, também eles, de altíssima qualidade no que toca aos materiais e, em termos de design, também se distinguem dos restantes, com um design extremamente simples e arredondado, com pontas de silicone que se ajustam facilmente em qualquer ouvido. Ergonomicamente, ficam apenas presos ao ouvido graças às pontas oferecidas no pacote, pois a sua simplicidade não tem qualquer outro apoio no ouvido. Felizmente, são bastante confortáveis e estáveis. Para quem nós vê, ou olhando para um espelho, não são propriamente os mais discretos, destacando-se a sair dos nossos ouvidos, mas é uma observação bastante secundária, pois no conforto e utilização levam boa nota.

Os Cambridge Audio Melomania 1 foram, provavelmente, os auscultadores sem fios mais fáceis de configurar que já usei. Basta ligar o Bluetooth do dispositivo a usar, clicar dois segundos nos seus botões na base e já está. Também satisfatória é a sua utilização simples e os seus botões clicáveis fáceis de pressionar, mas com resistência suficiente para não serem acidentalmente clicáveis e, por outro lado, que não nos obrigam a empurrar os auscultadores para dentro do ouvido. A pressão durante dois segundos aumenta e diminui volume, na esquerda e direita, respetivamente, um clique, em qualquer um, pausa ou faz play e dois cliques ativam o assistente de voz, Siri ou Google Assistant. São intuitivos, rápidos e muito confortáveis de manusear.

Naquilo que realmente importa, na qualidade áudio, os Cambridge Audio Melomania 1 são brilhantes. É impressionante como a experiência áudio destes dois pequenos “botões” é quase tão boa como alguns auscultadores com fio, dando-nos sons equilibrados, distintos e um alcance de tons impressionantes. O som nunca distorce, mesmo com o volume alto e com sons mais agudos, e os baixos são extremamente equilibrados e pujantes quando é necessário. Seja que tipo de música for, a clareza é enorme, assim como o efeito acústico das faixas escolhidas. A reprodução sonora dos Cambridge Audio Melomania 1 ultrapassou as expetativas que tinha por um produto a menos de 100€, mas cumpre a promessa de uma experiência de alta qualidade.

Este equilíbrio de extras e sacrifícios continuam com outras características também a ter em conta. Se, por um lado, os Cambridge Audio Melomania 1 usam tecnologia de ligação Bluetooth 5.0, descodificação ACC e codecs aptX, que garantem uma ligação estável e reprodução de áudio de alta qualidade, por outro a qualidade de som do microfone para chamadas não é tão boa como a do microfone dos nossos smartphones, não temos cancelamento de ruído ativo e, como indiquei no início, recorremos ainda ao uso de uma porta micro-USB.

Contudo, a sua facilidade de utilização e qualidade de som são tão excecionais que os colocam facilmente entre os melhores auscultadores no mercado, especialmente no que toca ao seu fantástico preço pelo que oferecem.

Os Cambridge Audio Melomania 1 estão à venda na Amazon de Espanha por 99.95€.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Cambridge Audio.

Eco Festival Azores Burning Summer acontece este ano nos Açores

Mas a lotação é de 150 pessoas por dia.

Eco Festival Azores Burning Summer

Música e cinema. São estes os ingredientes que vão manter viva a chama do Eco Festival Azores Burning Summer em 2020. Nesta edição, a decorrer entre 26, 27, 28 e 29 de agosto, a lotação será limitada a 150 pessoas e com diversas restrições, para demonstrar que é possível manter a atividade cultural em segurança durante a pandemia.

O Azores Burning Summer acontece desde 2015 no Parque e Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, ilha de São Miguel, e diferencia-se no quadro dos festivais de música nacionais pelas iniciativas de cariz artístico e de sensibilização ecológica, pelas boas práticas ambientais e controlo de impactos. Não se posiciona como um festival de música para massas, mas, sim, como um evento de acesso equilibrado que liga a música à terra e a arte à consciencialização ambiental.

Durante quatro dias, vários artistas locais irão subir ao palco montado na esplanada da Praia dos Moinhos. A programação contempla a participação dos DJ’s Matti, Nex, Tape e Narco Paulo e os concertos de Sara Cruz, Funny Caravan Jazz Quartet, Nordela Jazz Convention e PMDS.

No que toca ao cinema, serão apresentados ao ar livre, na Praia dos Moinhos, os filmes Gipsofila (de Margarida Leitão), Volta à Terra (de João Pedro Plácido), Pára-me de repente o pensamento e Até que o Porno nos Separe (de Jorge Pelicano).

Ainda em relação à edição deste ano, tudo acontecerá entre as 19h e as 24h numa área de 450m2, havendo lugares marcados, mesas com duas cadeiras e distanciamento de acordo com a lei, incluindo uma distância de quatro metros entre palco e primeira fila do público. A utilização de máscara é obrigatória sempre que os utilizadores estejam estejam em pé ou sempre que movimentem para fora do lugar que lhes foi reservado.

Os bilhetes diários têm um valor simbólico de 10€ e estarão à venda no Tukátulá Bar (Ribeira Grande), Moinho Terrace Café (Porto Formoso) e Livraria Solmar (Ponta Delgada).

Análise – Razer Kishi: O novo companheiro dos jogadores da Cloud

Sim, é verdade que o Razer Kishi custa mais do que um comando tradicional, mas, para o que pretende fazer, é o mais direto e o melhor que temos no catálogo da marca.

Quando questionámos a Razer para experimentar o seu novo adaptador para smartphones, o Razer Kishi, nada nos preparava para que a Microsoft revelasse que, em breve, dentro de um mês, o serviço xCloud iria ser oficialmente lançando, incluindo o território nacional, e que iria ter uma edição dedicada aos jogadores da Xbox.

Com um modelo desenhado para o xCloud, o Razer Kishi foi, na verdade, apresentado e desenhado para jogos nativos para Android e uma série de outros serviços e aplicações e serviços de streaming, como o GeForce Now ou o Steam Link. A promessa é simples: transformar o nosso smartphone numa consola portátil, seja com o poder do smartphone ou com a ajuda dos diferentes serviços disponíveis. E com o Kishi, a promessa da Razer vai mais além, apresentando-se como um produto universal.

Claro que, apesar de ser um equipamento universal, está limitado a uma série de características utilizadas por dispositivos mais modernos, nomeadamente tendo em conta as suas dimensões, mas, em particular, dispositivos com ligação USB-C. Apesar de tudo, é um salto e uma aposta muito mais abrangente do que, por exemplo, o Razer Junglecat, que oferece um conceito semelhante, mas que está limitado a muito poucos modelos.

O que torna esta solução mais interessante que as outras é a acessibilidade, a forma e a combatibilidade. Em suma, o Razer Kishi transforma o nosso smartphone numa consola portátil ao estilo de uma Nintendo Switch. Aliás, quando montado com um smartphone, as suas dimensões são muito semelhantes e, arrisco-me a dizer que, em conforto e ergonomia, bate a consola da Nintendo.

Quando fechado, o Razer Kishi é extremamente compacto, mais parecendo um comando para a Xbox One com uma forma mais quadrada. Neste formato, dá logo para ter uma ideia da ergonomia do equipamento, com joysticks assimétricos e os botões e o D-Pad a uma boa distância, Sticks clicáveis, gatilhos com resistência… Basicamente tudo o que um comando moderno oferece, mas sem atalhos e gatilhos extra.

É simples, sim, mas simples até demais, porque se nota que a Razer sacrificou os custos de produção com o uso de plásticos. Ainda que sejam de alta qualidade, é difícil não sentir esse lado mais barato. Também poderia ter sido utilizado outro tipo de botões da frente, mais clicáveis e menos suaves, algo que, nos dias de hoje, já não parece muito Razer.

Ainda no formato compacto, este existe meramente para transporte. Não é possível utilizá-lo dessa forma, nem com um cabo ligado à sua porta USB-C – serve apenas de interface para carregar o smartphone – quando está em utilização. O Kishi, quando fechado, apesar de não ser propriamente pequeno, até se transporta bem num bolso, mas também teria sido interessante a Razer oferecer uma espécie de bolsa ou capa de transporte para não corrermos o risco de estragar os seus joysticks.

Um pormenor interessante no corpo do Kishin é a existência de duas ranhuras no lado direito que servem de saída de som das colunas da maioria dos smartphones modernos. Tal garante que os jogadores sem fones podem continuar a ouvir o jogo, mesmo com a sua base abraçada pelo comando.

Razer Kishi

Usar o Kishi é extremamente fácil, literalmente plug and play. Desde que o vosso smartphone tenha uma porta USB-C e tenha as dimensões recomendadas propostas pela Razer, está pronto a usar. No meu caso, experimentei o periférico com um Huawei Mate 20 Lite, que não aparece na lista de equipamentos recomendados, e foi instantâneo.

A partir de aqui não há muito a dizer sobre o Razer Kishi… a não ser que simplesmente funciona. Teoricamente, qualquer jogo Android com suporte para gamepads – que infelizmente não são tantos como me recordava – é compatível com o periférico, mas reparei que alguns títulos, como PES e Call of Duty, parecem não reconhecer o Kishi. Felizmente, para a promessa do futuro do streaming, é fantástico.

A caminho da chegada do xCloud da Xbox, tive a oportunidade de testar diferentes cenários e jogos, como com streaming direto da consola e mesmo da cloud e, nas melhores condições que estas ligações permitem, foi como usar uma Xbox One portátil. Os comandos, controlos e as ações estão todas onde devem de estar e a ergonomia do Kishin é, na prática, ótima, graças aos seus cantos redondos e encorpados que deixam a palma da mão abraçar o comando e a distância dos dois lados. É muito natural.

Há, contudo, algumas coisas menos positivas que se destacam apenas no início. Como já referi, os botões são demasiado suaves, incluindo os shoulder buttons e os frontais, e a Razer, no modelo standard, resolveu trocar as cores dos botões XYAB, o que pode causar alguma confusão. Felizmente, o modelo dedicado à Xbox, revelado no início do mês, que é igualzinho ao modelo standard, tem esse problema resolvido, juntamente com os botões de Home, Start e Select iguais aos do comando oficial da Xbox.

Razer Kishi

Apesar de não ter funções de vibração, tecnologias sem fios, Razer Chromas e outros extras opcionais, o Razer Kishi vai direto ao assunto na sua promessa e cumpre bastante bem, prometendo ser um dos melhores amigos dos jogadores em movimento.

Além do xCloud, tive também a oportunidade de usar o Kishi com o fantástico serviço da NVIDIA, o GeForce Now, que me deixou jogar no jardim títulos como Death Stranding e Control, e com o Steam Link, que possui jogos como a recente conversão de Horizon Zero Dawn, revelando-se também um excelente companheiro para aqueles jogadores de PC que gostariam de continuar as suas aventuras longe da secretária.

Mais limitado por não existir xCloud nos sistemas Apple, o Razer Kishi também surge com versão para iPhones, somando assim três modelos, iPhone, Android e Android com branding da Xbox, cada um por 99,99€.

Sim, é verdade que custa mais do que um comando tradicional, mas, para o que pretende fazer, é o mais direto e o melhor que temos no catálogo da Razer, e talvez no mercado, especialmente para equipamentos compatíveis com o mesmo. Sinto que é um periférico obrigatório para elevar as capacidades do mobile gaming e para quem quer mesmo sentir todo o potencial do poder da cloud nas suas mãos.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Delta Cafés e Classihy voltam a apoiar o setor da restauração e alargam ajuda à hotelaria

A primeira edição da iniciativa #VoltaremosPortugal foi lançada em abril.

Classihy

Lembram-se quando, em abril, a Delta Cafés e a startup portuguesa Classihy lançaram a iniciativa #VoltaremosPortugal para ajudar cafés, bares e restaurantes? Pois bem, uma segunda edição deste apoio está já no ativo. E traz novidades.

Na altura, duas semanas após o lançamento da iniciativa, foram angariados 110.000€ para a restauração, através da oferta de 50% do valor dos vouchers assegurado pela Delta. Nesta segunda edição, o apoio foi alargado à hotelaria.

Vamos por partes, uma vez que existem vouchers diferentes. No que toca à restauração, podem adquirir vouchers com até 50% do valor oferecido. Ou seja, imaginando que adquirem um voucher de 25€ em determinado restaurante ou bar, esse voucher é convertido em 50€ para uso nesse mesmo estabelecimento. Existem diferentes percentagens de desconto, pelo que só vos resta procurar.

Há ainda uma oferta extra. Em muitos dos estabelecimentos, o Grupo Nabeiro-Delta Cafés oferece 15€ em cabazes de produtos, que podem incluir cafés Delta, packs de cervejas Stella Artois ou Leffe ou ainda garrafas de vinho da Adega Mayor, a título de exemplo. Neste caso, depois de adquirirem o voucher, receberão um código promocional e um link para a loja mydeltaQ, onde poderão selecionar o vosso cabaz que será entregue gratuitamente na morada indicada por vós.

No que toca aos vouchers disponíveis para ajudar os hotéis, em vários deles o Grupo Nabeiro-Delta Cafés também oferece o tal cabaz. De resto, são depois os próprios estabelecimentos a oferecer algo aos clientes. Por exemplo, na compra de um voucher de 100€ para usufruir de uma estadia, receberão um extra de 30€ para gastar em alguns serviços nas unidades hoteleiras.

Sem qualquer custo de adesão associado, a plataforma #VoltámosPortugal está disponível para todos os negócios HORECA interessados.

Já existe um balcão exclusivo para quem precisa de desbloquear os PINs do Cartão de Cidadão

Mas funciona apenas mediante marcação prévia.

Cartão de Cidadão

Quando vamos a uma Loja do Cidadão tratar da renovação do Cartão de Cidadão ou da criação de um inteiramente novo, existe algo que, volta e meia, acabamos por perder, a não ser que memorizemos ou guardemos em algum local próprio. Falamos dos códigos PIN associados ao Cartão de Cidadão, códigos esses que permitem diferentes funcionalidades digitais, nomeadamente a autenticação no acesso a sites ou a realização de serviços online, assim como a assinatura de documentos digitais.

Para esses assuntos, não seria bom que existisse um balcão dedicado a resolver essas questões? Pois bem, existe mesmo.

É desde o passado dia 3 de agosto que o Registo do Areeiro tem disponível um balcão exclusivo para quem precisa de desbloquear os PINs do seu Cartão de Cidadão.

Neste balcão, além de poderem pedir o desbloqueio dos códigos PIN do Cartão de Cidadão, podem ainda solicitar a recuperação dos PINs do cartão, caso este tenha sido emitido a partir de 16 de abril de 2018. Tal evita que, em caso de perda dos códigos pessoais, seja necessário pedir e pagar um novo cartão.

Mas atenção: o balcão de desbloqueio de PINs e recuperação de PUKs do Cartão de Cidadão do Areeiro, em Lisboa, funciona apenas mediante marcação prévia, nos dias úteis, das 9h às 16h30. Para isso, devem fazer o agendamento online ou ligando para o 210 990 111.

Melanie C regressa a Portugal no próximo ano

A ex-Spice Girl virá apresentar o novo álbum Melanie C.

Apesar de, este ano, quase não se realizarem concertos de estrelas internacionais, as promotoras já trabalham a todo o gás para garantir um 2021 inesquecível e cheio de música. Com isto, chega-nos agora a informação de que Melanie C, ex-Spice Girl, virá a Portugal em abril do próximo ano.

Marquem na agenda: 28 de abril. Será este o dia em que a artista sobe ao palco do Capitólio, em Lisboa, para apresentar os temas do seu novo álbum Melanie C, a ser lançado a 2 de outubro deste ano.

Quanto aos bilhetes para este concerto de Melanie C, serão postos à venda a 28 de agosto nos locais habituais. A promotora Sons em Trânsito não divulgou os preços.

Crítica – An American Pickle

An American Pickle tem uma premissa ridícula e conta com Seth Rogen em dose dupla que lhe dá algum valor.

An American Pickle

Sinopse: “Seth Rogen interpreta Herschel Greenbaum, um trabalhador em dificuldades que imigra para a América em 1920 com o sonho de construir uma vida melhor para a sua amada família. Um dia, enquanto trabalhava na fábrica, cai num tanque de picles e fica preso durante 100 anos. A salmoura preserva-o perfeitamente e quando emerge em Brooklyn de 2020, descobre que não envelheceu um único dia. Mas quando vai à procura da sua família, fica preocupado em saber que o seu único parente é o seu bisneto, Ben Greenbaum (também representado por Rogen), um programador informático educado que Herschel nem consegue começar a entender.”

A HBO Max (não disponível em Portugal) chegou ao mercado para se tornar mais uma prova de como o streaming tem sido vital para novos cineastas e argumentistas por todo o mundo. An American Pickle é o primeiro filme original lançado pelo respetivo serviço (por cá está disponível na HBO Portugal) e oferece oportunidades a Brandon Trost (estreia na realização a solo) e Simon Rich (estreia no argumento de uma longa-metragem) de demonstrarem os seus talentos. Apesar da minha curiosidade sobre o que estes podem oferecer, os meus olhos estavam obviamente focados na prestação dupla de Seth Rogen. Estando longe de ser dos melhores atores atuais, apreciei sempre os seus papéis mais cómicos, principalmente nos mais recentes Long Shot e The Lion King. Com uma premissa com enorme potencial para gerar umas gargalhadas incríveis, como se comportou An American Pickle?

Bom, estou surpreendido com a abordagem grounded e “realista” de Trost e Rich. Nos primeiros 20 minutos, tudo aponta para uma história ridícula onde as coisas mais absurdas ocorrem. Basicamente, adoro tudo até ao aparecimento do título do filme mais alguns minutos. Os objetivos de vida de Herschel, a sua relação amorosa, os eventos que o levam a ficar preso por um século, a justificação “científica” (tecnicamente brilhante) que dão aos espetadores depois de descobrirem que está vivo e que não envelheceu um dia… Tudo maluquices, mas o que esperar de uma premissa louca por si só?

Nunca se esqueçam: ter expetativas erradas (irrealistas, exageradas, sem sentido) pode rapidamente transformar a vossa experiência num pesadelo. An American Pickle tem uma narrativa absurda porque desenvolve um conceito absurdo. É exatamente isso que é tão incrivelmente cativante e divertido: as possibilidades são infinitas, desde que as pessoas que estejam ao leme sejam criativas o suficiente. É também aqui que me sinto um pouco desiludido, principalmente com Rich, que não consegue levar esta história ainda mais longe, tanto em termos de personagem como da própria narrativa. Na verdade, assim que os créditos finais começaram a rolar, o meu primeiro pensamento foi “já acabou?”

Durante todo o tempo de execução, os espetadores têm que lidar com apenas duas personagens que não são profundamente exploradas. Herschel é um homem fora do seu tempo, mas, com a sua determinação impressionante e personalidade trabalhadora, parece conseguir superar todos os desafios que lhe colocam à frente. Por outro lado, Ben tem dificuldades em colocar o seu produto/ideia no mercado, mas não parece ter a mesma vontade do seu bisavô. Assim, toda a narrativa entra num ciclo em que Herschel executa as suas ideias com sucesso e um Ben invejoso tenta prejudicar o seu parente. Cada reiteração torna-se menos engraçada, menos divertida e menos plausível (aceito a maioria dos pontos de enredo, mas alguns são, de facto, demasiado exagerados para o mundo em que se encontram).

An American Pickle

Obviamente, a componente cómica está praticamente ligada por inteiro a Herschel e, como esperado, ao seu conhecimento cultural datado. É uma questão de tempo até Herschel dizer algo que não deve, principalmente afirmações relacionadas com as suas opiniões sobre religião, racismo e todos os assuntos sensíveis que possam imaginar. Alguns espetadores podem até ofender-se com algumas piadas, que são precisamente as que mais me fizeram rir.

Infelizmente, o argumento de Rich não tem a imaginação que uma premissa destas exige (demasiado focado em estereótipos e piadas fáceis), mas, tendo em conta que este é o seu primeiro crédito enquanto argumentista de uma longa-metragem, é um bom começo. Trost faz um trabalho decente, especialmente quando se trata de filmar duas personagens interpretadas pelo mesmo ator (técnica aparentemente simples de executar, mas que requer imensa atenção ao mais ínfimo detalhe), logo não me importaria de os ver a trabalhar juntos novamente.

No entanto, tudo se resume ao desempenho duplo de Rogen, o qual eleva o filme de forma subtil. Rogen é a principal razão pela qual estou a escrever uma crítica positiva. É capaz de incorporar estas personagens de uma maneira tão convincente que, em determinados momentos, pensei genuinamente que o filme era escrito e realizado por ele próprio. Parece um projeto pessoal, algo que posso facilmente imaginar como um filme de Seth Rogen. É hilariante quando precisa de o ser e extremamente sério quando a história requer.

Em último caso, não vejo este filme como uma comédia pois, ultimamente, nem o considero como tal. É estranhamente uma história doce sobre família e as razões pelas quais esta tanto significa para todos nós.

Resumindo, An American Pickle adota surpreendentemente uma abordagem bastante grounded ao conceito “homem fora do seu tempo”, concentrando a sua mensagem no tema “família”, mesmo que a sua premissa seja absolutamente absurda.

O primeiro ato prepara uma história logicamente ridícula, mas hilariante, e que, infelizmente, não atinge o seu potencial. Os estreantes Brandon Trost e Simon Rich fazem um trabalho razoável com a narrativa, mas Rich podia ter explorado um pouco mais as personagens principais, tendo que agradecer a Seth Rogen por uma prestação dupla fantástica. O tipo de humor presente no filme não vai agradar a todos, mas funcionou para mim, mesmo que tenha perdido força ao longo do tempo de execução. A comédia está no seu melhor quando aborda as barreiras culturais fixadas na mente de Herschel.

É uma história curta e rápida, com uma bela banda sonora de Nami Melumad (Michael Giacchino escreveu os temas), que qualquer pessoa pode desfrutar, desde que tenha as expetativas mais acertadas.

An American Pickle está disponível na HBO Portugal.

Mosteiro de Santo André de Rendufe vai ser reabilitado

O Mosteiro de Santo André de Rendufe foi um dos principais centros beneditinos portugueses entre os séculos XII e XIV, remontando a sua construção a data anterior a 1090.

Mosteiro de Santo André de Rendufe

Está aberto o concurso para concessão do Mosteiro de Santo André de Rendufe, em Amares, no âmbito do Programa Revive, por um período de 50 anos. Com uma área total de construção de 5.565 m2, o investimento estimado para a recuperação e adaptação do imóvel à exploração turística é de 5,5 milhões de euros.

O Mosteiro de Santo André de Rendufe foi um dos principais centros beneditinos portugueses entre os séculos XII e XIV, remontando a sua construção a data anterior a 1090. O conjunto monástico encontra-se atualmente em ruínas mantendo, contudo, a silhueta arquitetónica e o marcante aqueduto.

Isolado entre vinhas, o acesso faz-se através de um imponente terreiro enquadrado com a fachada barroca da Igreja e o conjunto monástico a sul, o dormitório que remonta a 1728 e o claustro, do qual subsistem as ruínas do primeiro nível com arcadas e capitéis toscanos.

Trata-se do 22.º concurso lançado no âmbito do Revive e os investidores interessados têm o prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além de darem uma nova vida a este imóvel histórico, contribuam para a atração de turistas para a região e para a dinamização da economia local.

Este é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, um programa da iniciativa conjunta dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças que conta com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se, assim, valorizar e recuperar o património devoluto, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.