No mês passado ficámos a saber que um dos jogos spin-off mais aclamados e acarinhados pelos fãs de Star Wars iria regressar às consolas atuais. E eis que, agora, ficámos a conhecer o mês de chegada ao mercado.
Star Wars Episode I: Racer vai chegar à PlayStation e à Nintendo Switch dia 12 de maio.
Inspirado numa das cenas mais icónicas das Prequelas, Star Wars Episode I: Racer coloca-nos na pele de um piloto de podracing em estranhas naves flutuantes capazes de atingir velocidades incríveis, correndo em pistas variadas inspiradas em vários mundos de uma galáxia muito, muito, distante.
Esta versão do jogo, a cargo da Aspyr, é, virtualmente, o jogo original, mas com algumas melhorias de destaque, como por exemplo resoluções de alta definição onde se destaca o suporte até 4K na PlayStation 4 Pro, controlos adaptados às consolas e, também na versão PS4, suporte de troféus.
Esta conversão faz parte de um conjunto de jogos old-school de Star Wars que têm sido recentemente re-lançados, como foi o caso de Star Wars Jedi Knight II: Jedi Outcast e Star Wars Jedi Knight: Jedi Academy, também para PlayStation e Nintendo Switch.
Há novos jogos para resgatar na loja digital da Epic Games.
O seu programa de ofertas, que permite que os jogadores resgatem e guardem para sempre na sua biblioteca alguns jogos, oferece esta semana Just Cause 4 e Wheels of Aurelia.
Just Cause 4 é o jogo mais recente da série de ação em mundo aberto que conta com o agente Rico Rodriguez, que parte em busca de respostas pelo seu passado, destruindo tudo por onde passa com armas e habilidades radicais únicas.
Já Wheels of Aurelia aposta numa aventura mais calma, com uma história passada na costa Italiana durante os anos 70, num jogo de corridas com um registo visual muito único.
A Epic Games também já revelou o jogo que vai oferecer para a próxima semana, a partir de dia 23 de abril. Trata-se de For the King, um jogo com jogabilidade turn-based e elementos rogue-like.
Depois de um lançamento explosivo ainda em forma de Closed Beta, Valorant, o novo jogo da Riot Games, mostrou tudo o que é preciso para ser um dos títulos mais populares e competitivos no mundo dos eSports.
A perspetivar o sucesso de Valorant, a Riot Games revela agora os planos e guidelines para as competições e comunidades, com o objetivo de ajudar organizadores de torneios independentes a planearem com confiança os seus eventos e desenharem oportunidades para que surjam novas estrelas.
Estas guidelines, que podem ser consultadas aqui, são direcionadas a pequenos torneios sociais e divertido, para torneios de dimensão média que envolvam algum tipo de negócio e prémios mais valiosos e, por fim, para competições profissionais de escalas muito superiores.
O sucesso do shooter tático 5v5, exclusivo para o PC, lançado em formato de Closed Beta no passado dia 7 de abril, já bateu recordes de visualizações no Twitch, com mais de 1.7 milhões de pessoas a assistirem a streams do jogo, e reuniu mais de 100 organizações de eSports, importantes para darem feedback até ao lançamento da versão final de Valorant.
Até lá, a Riot Games irá continuar a preparar conteúdo do jogo e a afinar diferentes parâmetros de jogabilidade através do feedback recebido, mas diz que vai dar prioridade à criação e solidez da comunidade: “O nosso foco principal, para já, é estabelecer parcerias com jogadores, criadores de conteúdo, organizadores de torneios e developers, para alicerçar o ecossistema do Valorant,“ explica Whalen Rozelle, Senior Director of Global Esports, em comunicado.
Para ficarem a saber mais sobre Valorant, visita a página oficial do jogo em PlayVALORANT.com e as suas redes sociais em português no Twitter, Facebook e Instagram.
São daqueles que não conseguiram ver esta película nos cinemas e estavam desertos que ficasse disponível na Internet? Temos boas notícias.
É já na próxima quinta-feira, dia 23 de abril, que O Filme do Bruno Aleixo fica disponível nos videoclubes da Filmin, NOS, MEO, Vodafone e NOWO.
OFilme do Bruno Aleixo foi gravado entre Anadia (na Bairrada) e Coimbra, e, além dos já conhecidos bonecos Bruno Aleixo, Renato Alexandre, Busto e Homem do Bussaco, tem a participação de nomes como Gonçalo Waddington, José Raposo, Rogério Samora, Adriano Luz, Manuel Mozos, Fernando Alvim e José Neto.
Com a chegada em breve aos videoclubes, será questão de tempo até este OFilme do Bruno Aleixo ser exibido na SIC Radical.
Uma piada recorrente na Internet para avaliar o “poder” de uma consola ou um PC é a questão: ”Mas será que corre o Crysis?” E agora, parece que a Nintendo Switch vai ser capaz, mas não será a única.
Atualização: Crysis Remastered foi oficializado e teve direito a um pequeno teaser com a sua data de lançamento para “breve”.
Artigo original: Uma fuga de informação da base de dados do site oficial da Crytek revelou que Crysis, o revolucionário jogo de 2007 lançado em exclusivo nos PCs e, mais tarde, na Xbox 360 e PlayStation 3 numa versão mais contida, prepara-se para receber uma remasterização com Crysis Remastered.
Esta nova versão foi recentemente referida de forma misteriosa pela própria Crytek nas suas redes sociais e agora sabe-se que é oficial.
Crysis Remastered vai chegar ao PC, PlayStation 4, Xbox One e, surpreendentemente, à Nintendo Switch, ainda que se prevejam algumas limitações da pequena máquina portátil da Nintendo.
Numa das subpáginas oficiais do jogo, agora apagada, podia ler-se que esta versão do jogo vai oferecer novas funcionalidades gráficas, como texturas de alta qualidade e capacidades ray-tracing proprietárias para hardware que, tecnicamente, não suporta, como a PlayStation 4 e Xbox One.
É esperado um anúncio em breve, onde poderemos ter um primeiro olhar ao jogo, assim como uma data de lançamento.
Num universo alternativo, seriam muitos os jogadores que hoje estariam a jogar Cyberpunk 2077, o próximo ambicioso projeto da polaca CD Projekt RED, responsável por ter dado vida a Geralt e companhia na sua série de jogos The Witcher.
Com data agora marcada para setembro, ainda faltam alguns meses para visitar Nightcity, mas os jogadores da Xbox e do PC podem brevemente ter um pedaço de Cyberpunk nas suas mãos. Listado na Amazon Canadiana, a Xbox prepara-se para receber um comando especial temático de Cyberpunk 2077.
O Cyberpunk 2077 Limited Edition Xbox One Controller é compatível com a Xbox One, PC e irá funcionar com a futura Xbox Series X. Este é, tecnicamente, um comando comum, mas decorado com cores e detalhes inspirados no jogo, com três tons – cinzento prateado, cinzento escuro e acentos vermelhos -, dispostos de forma assimétrica e cheia de estilo.
Este comando ainda não foi oficialmente revelado quer pela Microsoft, quer pela CD Projekt RED e, como tal, não consta ainda de um preço. Porém, e ao que tudo indica, poderá ser lançado já no próximo dia 4 de maio.
Já Cyberpunk 2077, esse, está mais longe, com a sua chegada marcada e confirmada pelos estúdios para 17 de setembro no PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Apesar da atual pandemia que tem afetado linhas de produção de equipamentos eletrónicos, colocando em causa o lançamento de futuros dispositivos, a Sony parece estar confiante com a data de lançamento da sua próxima consola, já no final de 2020, mas em quantidades limitadas.
A informação chega-nos pelo portal Bloomberg, que revela que a Sony vai produzir menos unidades da sua consola da próxima geração durante o primeiro ano, quando comparado com o lançamento de consolas na geração passada.
Ao que tudo indica, a tecnológica nipónica planeia produzir entre cinco a seis milhões de unidades da PlayStation 5 até ao final do ano fiscal que termina em março de 2021. Em termos de comparação, a PlayStation 4, lançada em novembro de 2013, vendeu 7.5 milhões de unidades apenas num semestre.
Este plano deve-se às limitações de atuação de linhas de montagem e produção de certos componentes utilizados noutros dispositivos eletrónicos que, devido à grande procura, estão mais caros e difíceis de distribuir, algo que já tinha sido abordado no passado, quando nos questionávamos sobre o potencial preço da PlayStation 5: “A alta procura de componentes como estes, transversais a outros tipos de equipamentos, tornam os seus valores mais altos e, consequentemente, o seu stock mais limitado, fazendo assim com que a consola possa chegar a valores mais altos do que se especula.”
A produção em massa da consola – que para já ainda não foi realizada na sua totalidade ao público, tendo até agora sido partilhadas as características internas da PlayStation 5 e o seu comando DualSense -, irá começar em junho, mas com as fronteiras fechadas e a evolução dos efeitos e consequências da COVID-19, esses planos poderão alterar-se a qualquer momento.
Até agora, a gestão da PlayStation tem seguido de perto toda a evolução da pandemia com alguma contenção na revelação de detalhes sobre o futuro dos seus jogos, incluindo os adiamentos de grandes exclusivos, como foi o caso de The Last of Us Part II, para a PlayStation 4.
Fazer uma boa ação e, ao mesmo tempo, receber uns presentes de agradecimento? É o que pretende a cerveja artesanal Lagunitas, uma marca dog friendly que acredita que as relações com os cães são relações de humanidade.
O que quer isto dizer? Bom, a marca resolveu associar-se novamente à SOS Animal para, desta vez, incentivar as pessoas a apadrinharem os cães que se encontram naquela instituição.
Para isso, basta ir ao site da SOS Animal, selecionar o animal que se pretende apadrinhar e o tempo pretendido, de acordo com as instruções.
O “bónus” aqui é que, como forma de agradecimento, a Lagunitas dará alguns mimos a esses padrinhos. Neste caso, quem o fizer receberá em casa um kit Lagunitas, composto por uma caixa de Lagunitas com 24 garrafas, um copo, um porta chaves e uma t-shirt da marca.
Pensado para os fãs, esta remasterização tenta trazer a série para a geração atual, mas que falha a nível da jogabilidade e de animações pouco convincentes.
A memória da SEGA Saturn e da sua curta existência continuam a marcar a imaginação de muitos jogadores, dos fãs, que acompanharam o lançamento em 1995, e dos mais curiosos, que descobrem agora a estória por detrás de um dos lançamentos mais conturbados da indústria. O tempo, no entanto, tem sido delicado para a Saturn, em especial para o seu catálogo de videojogos, e em 2020 vejo uma vez mais a regressar ao passado e a redescobrir uma memória de infância com a remasterização de Panzer Dragoon.
A série da SEGA, que acompanhou o lançamento ocidental da Saturn, é um marco da década de 90 e uma janela temporal para uma época que está cada vez mais distante. Em 1995, Panzer Dragoon era um poderio gráfico e tecnológico, capaz de demonstrar as capacidades 3D da SEGA Saturn, que muitos previam não conseguirem rivalizar com a PlayStation. Há 25 anos, Panzer Dragoon era algo novo e inesperado, com uma direção de arte surpreendente – misturando uma arquitetura biomecânica com sensibilidades orientais –, e uma aposta na tradicional experiência árcade através de vários níveis on-rails. Em 2020, é um produto estranho e perdido.
Devo sublinhar que sou fã da série, em especial dos dois primeiros títulos, e Panzer Dragoon, que chegou recentemente ao PC e Nintendo Switch, é um sonho realizado. Há muito tempo que a SEGA eutanasiou a saga, após Panzer Dragoon Orta na Xbox original, relegada ao esquecimento coletivo numa indústria que está tudo menos interessada em apostar em títulos curtos, com poucos conteúdos adicionais e num ambiente árcade. Mas os fãs acreditaram e, com o tempo, recuperaram a série dos calabouços da SEGA para nos trazer uma remasterização que é um trabalho insatisfatório, mas ao mesmo tempo fascinante e imperdível para qualquer amante do género.
Panzer Dragoon regressa, assim, às consolas com uma reconstrução fiel do primeiro título, agora com um novo trabalho visual e modelos mais definidos, mas com a jogabilidade quase intacta. A experiência continua a ser a mesma, ao ponto da MegaPixel Studio ter recuperado os níveis até ao mais ínfimo pormenor, desde os ângulos da câmara ao posicionamento dos inimigos. Mas visualmente, Panzer Dragoon é um misto de emoções.
Se, por um lado, temos cenários mais detalhados, com novos efeitos de iluminação e um frame rate competente, por outro temos um jogo menos colorido e com animações pouco convincentes. Há uma rigidez nas personagens e monstros que pode ser difícil de digerir, especialmente nas cinemáticas, que revelam o baixo orçamento da produção.
Arrisco-me a dizer que este não é um jogo que necessite de um grande trabalho de restauro para resistir ao teste do tempo, tudo graças à sua excelente direção de arte. Felizmente, a remasterização não adicionou quaisquer alterações ao desenho das personagens e cenários, algo que considero como um dos pontos positivos deste relançamento. A arte quase salva a baixa qualidade dos cenários menos vivos e animados. Quase.
No entanto, e acredito que seja a nostalgia a falar mais alto, creio que a versão original era muito mais rápida e colorida do que a que acabo de jogar na Switch.
Panzer Dragoon é muito assente na sua jogabilidade e na sua campanha on-rails, transportando-nos numa viagem ao longo de um mundo tão estranho, como cativante. Como um título on-rails, a ação está limitada ao movimento condicionado do nosso dragão e à mira do protagonista, que pode disparar a sua pistola e utilizar os poderes do seu companheiro voador para atacar com lasers destrutivos.
A movimentação é muito limitada e, à primeira vista, até nos podemos esquecer de que é possível desviar o dragão de certos ataques, mas é importante manter a distância sempre que necessário.
A esta falta de movimento junta-se, no entanto, a possibilidade de alterarmos entre quatro câmaras que nos permitem ver os inimigos e ataques que nos chegam de frente, de trás e dos lados. Esta é a base de Panzer Dragoon, um jogo simples, direto, muito clássico e com uma campanha pequena, ainda que com vários níveis de dificuldade à vossa disposição – e agora com a presença de um modo de fotografia limitado.
Mesmo com a sua aparente simplicidade, até porque é um jogo muito focado na dificuldade, esta nova edição de Panzer Dragoon traz consigo alguns problemas; ou então más memórias de tempos esquecidos. O movimento é ainda mais condicionado, a mira nunca é satisfatória, mesmo quando retocamos a sua sensibilidade – ora está demasiado lenta ou demasiado rápida, dando-me a sensação de que o jogo não consegue acompanhar esta velocidade – e há um delay na alteração entre câmaras que nos retira da ação. É um jogo de contradições. Conseguimos ver tudo com uma nova definição e clareza, mas não conseguimos responder eficazmente aos ataques.
Não consigo provar, por agora, mas sinto que o jogo ficou mais fácil, mesmo com os mesmos padrões de inimigos, para compensar estes problemas.
Caso sintam que a jogabilidade está muito datada, a remasterização é acompanhada por um novo esquema de controlos que tenta aproximar de um método mais atualizado. Com este esquema, podemos mover o dragão com o analógico esquerdo e a mira com o direito, algo que, num primeiro contato, faria todo o sentido tendo em conta a velocidade e dificuldade do jogo. No entanto, aconselho-vos a ficarem pelo esquema tradicional, sendo muito mais fácil e intuitivo movimentar o dragão e a mira ao mesmo tempo, tal como o jogo foi desenhado.
Panzer Dragoon é um regresso necessário e há muito aguardado de uma das séries mais icónicas da SEGA. Apesar de respeitar o trabalho da MegaPixel Studio, sinto-me insatisfeito, sentimento que não consegui afastar ao longo do meu tempo com a remasterização. Há algo que falha neste regresso, seja nos seus gráficos ou na sua jogabilidade, como se se tratasse de um simulacro e não de um produto real. O que é afinal Panzer Dragoon se lhe tirarmos o fator nostálgico e o apoio dos fãs? Um jogo perdido no tempo.
Plataformas: Nintendo Switch Este jogo foi cedido para análise pela Forever Entertainment.
Se tudo tivesse decorrido normalmente, a Harry Potter: The Exhibition deveria ter-se despedido da capital lisboeta no passado dia 8 de abril. Porém, o surto de COVID-19 fez com que a exposição dedicada àquele universo terminasse abruptamente a 16 de março.
Agora, sabe-se que a exposição não voltará a reabrir. A informação é avançada pela promotora Everything is New.
“Tendo em conta o interesse dos nossos visitantes, colaboradores e público em geral, Harry Potter: The Exhibition (com encerramento programado para 8 de Abril, 2020), em concordância com as recomendações dadas pela Direção Geral de Saúde (DGS) em relação ao COVID-19, não irá reabrir no Pavilhão de Portugal, com efeito imediato”, diz um post colocado no Facebook.
“Os clientes com bilhetes para as datas compreendidas entre o dia 16 de Março e o dia 8 de Abril dispõem de 60 dias úteis a contar da data do anúncio de encerramento, solicitando a devolução junto do ponto de venda original”, diz a mesma nota.
A organização refere ainda que estará ao equipa irá estar ao dispor para esclarecimentos adicionais via email.
O mote? Celebrar os 15 anos da edição de All Is Violent, All Is Bright, segundo álbum de estúdio que tornou os irlandeses God is An Astronaut um caso de sucesso.
Com o mundo ainda a lutar contra a pandemia de COVID-19, a banda teve também de reagendar concertos de abril e maio para agosto (no caso da Irlanda), setembro e outubro. E é neste último mês que a banda irá regressar a Portugal.
Os concertos estão agendados para dia 12 de outubro (Porto, Casa da Música) e para o dia seguinte em Lisboa, no Time Out Market. Na altura de publicação deste artigo, somente estavam disponíveis os bilhetes para a data do Porto, por 22€ cada.
Os God Is An Astronaut, que estiveram pela última vez em Portugal em 2018, são constituídos por Torsten Kinsella, Niels Kinsella, Lloyd Hanney e Jamie Dean. Até à data, a banda tem no currículo oito álbuns de estúdio.
Lembram-se da Preserve? Falámos na plataforma na semana passada, que tem o intuito de ajudar a contrariar as quebras de receita dos negócios locais (restaurantes, cafés, mercearias, entre outros) por todo o país. Como? Através da aquisição de vouchers online que ajudam os restaurantes no imediato e que permite aos clientes usufruir desses mesmos vouchers quando tudo regressar à normalidade.
Pois bem, a Super Bock decidiu juntar-se a iniciativa e, em parceria com a Preserve, lança uma plataforma para bares, cafés, restaurantes e discotecas.
O conceito é o mesmo, o que muda é o nome. Chama-se Bock in Business e vai permitir que os consumidores possam adquirir vouchers de consumo para usufruírem no futuro, quando os pontos de venda voltarem a abrir.
A diferença é que, neste caso, a Super Bock dá um mimo. Por cada voucher de 10€ comprado, a marca oferece mais 5€, reforçando o apoio aos pontos de venda, sendo o dinheiro enviado diretamente para os proprietários dos estabelecimentos para os ajudar a ultrapassar esta altura difícil.
Depois basta que os clientes esperem pela reabertura dos espaços de modo a usufruir desses valores em cervejas.
A página online já existe, mas só entra no ativo a partir da próxima semana. Bastará depois escolherem os vossos estabelecimentos preferidos e, dentro das vossas possibilidades, que comprem vouchers de 10€, 20€, 30€, 40€ ou 50€.
Além da Preserve, esta iniciativa da Super Bock foi criada em conjunto com a agência O Escritório e conta com o apoio da euPago.
Após termos testado nos últimos tempos o Ford Focus ST-Line, com motorização a gasolina, desta vez a Ford proporcionou-nos um ensaio à Station Wagon Ford Focus Active 1.5 EcoBlue 120cv com motorização a diesel.
Como já tinha dito anteriormente, a Ford deu um passo importante em termos de qualidade, e o melhor exemplo é o novo Fiesta. O Focus segue o caminho de seu irmão, com uma notável melhoria nos materiais do painel e na solidez dos controlos. A situação dos diferentes elementos também é bem alcançada; por exemplo, a porta USB está bem indicada e convenientemente acessível.
A habitabilidade nos bancos dianteiros não admite falhas e os bancos fornecem um bom suporte. Atrás, existe um espaço correto para as pernas e os pés – o chão é praticamente plano -, enquanto a largura é maior que a média do segmento. O novo Focus é um carro muito confortável e, em termos de condução, temos o seletor – Eco, Normal e Desportivo – que, além disso, é padrão em toda a linha, e sobre o qual já falámos em artigo anterior.
Ao dispor está também um conjunto de tecnologias inteligentes para proteger o condutor, a família e os outros utilizadores da estrada. Por exemplo, a Travagem ativa e a Assistência pré-colisão com deteção de peões e ciclistas avisam-nos de possíveis colisões e, em alguns casos, podem aplicar automaticamente os travões se o condutor não reagir a tempo. Podem consultar toda a lista de equipamentos no site da Ford.
A versão intermédia a diesel, o 1.5 EcoBlue 120 CV, é mais do que suficiente para viajar com facilidade. No entanto, a sua maior virtude é o consumo: o número oficial é de 3,7 litros/100 km e é possível cair para os 5 litros/100 em condições reais – pelo menos, com duas pessoas a bordo e sem bagagem. Obviamente, não é tão refinado como a versão a gasolina, principalmente quando se trata de ruídos e vibrações.
Esta versão Active tem como base o Focus Saloon, incorporando proteções plásticas nos arcos das rodas, para-choques e jantes específicas… A altura ao solo também foi aumentada em 30mm em comparação à versão original.
Para quem gosta de conduzir, mas sem ser de uma forma apressada, o Ford Focus continua a ser uma boa escolha. Se, por um lado, a sua condução é fácil, por outro envolve o condutor nesse processo ao invés de o afastar, proporcionando-lhe bons momentos ao volante sem tornar a condução desgastante e cansativa.
A versão ensaiada cifrava-se pelos 30.000€ já com alguns extras, dos quais destaco a lindíssima pintura metalizada “Metropolis” White, e os seguintes packs:
Pack Conforto – Ar Condicionado Automático, Faróis automáticos e limpa pára-brisas automático, Sistema de Chave Inteligente, retrovisor interior electrocromático e retrovisores eléctricos e recolhíveis;
Pack Driver – Sistema de Estacionamento Automático; câmara de visão traseira e protecção nas portas;
Pack Driver Plus – Sistema de Reconhecimento de Sinais de Trânsito, Faróis máximos automáticos, Sistema de detecção de obstáculos e controlo automático de velocidade adaptativo (com transmissão automática inclui o sistema Stop&Go e o sistema de aviso de saída de estrada com manutenção na faixa);
Pack Parcial Couro Active – Estofos parcialmente em couro Charcoal Black, com pespontos azuis, ajuste eléctrico do banco do condutor em 4 posições, bancos dianteiros aquecidos;
Pack Estilo Plus Active – Jantes de Liga Leve 18″, Vidros escurecidos, Faróis LED adaptativos anti-encandeamento
Os Corsair Void RGB Elite Wireless são uma das várias apostas da marca de periféricos gaming para quem procura uma solução áudio para as suas sessões de jogo, com som envolvente e de boa qualidade. Estes foram a minha estreia com a marca neste departamento e, como tal, foi como experimentar um produto completamente novo.
Uma das particularidades da Corsair que salta logo à vista é o design moderno com linhas angulares e futuristas dos seus produtos, algo que se destaca bastante no formato dos Corsair Void RGB Elite Wireless.
Usando o mesmo formato que a série Void introduziu em modelos anteriores, temos um par de auscultadores com umas cúpulas de aspeto mais geométrico e assimétrico, ao contrário de muitos outros equipamentos do género do mercado, uma banda grossa e sólida e um gigante braço móvel para o microfone.
Não é, de todo, um equipamento feio, mas é bastante peculiar na sua forma, onde o único aspeto negativo a apontar será mesmo o braço do microfone que não é destacável, dando a sensação que temos uma antena à antiga quando está arrumado.
Há alguma sensação de plástico a mais no seu manuseamento, mas os Corsair Void RGB Elite Wirelesssão, na prática, bem maleáveis e robustos. Mas este é um aspeto menor, uma vez que estamos a falar de um equipamento que custa cerca de 100€.
Felizmente a sua forma traz vantagens, nomeadamente no conforto. O formato das cúpulas ajusta-se excecionalmente bem à forma de uma orelha e tem o espaço suficiente para a deixar respirar. A banda não magoa nem aperta desnecessariamente a cabeça e as almofadas são igualmente agradáveis, mantendo o isolamento necessário e permitindo o uso confortável e sem calor durante várias horas de utilização.
A utilização dos Corsair Void RGB Elite Wireless é bastante simples. Graças a uma pen hilariantemente grande, comparativamente a outros produtos do género, podemos ligar estes auscultadores a um PC ou PlayStation 4 e simplesmente começar a usar.
No dispositivo contamos com um botão de on/off, o de mute do microfone (que se desliga automaticamente na sua posição de descanso) e um pequeno controlador de volume que, sabe-se lá porquê, apenas parece funcionar quando ligado ao PC.
Não há a obrigação de usar o software da Corsair, o iCue, mas, ao fazê-lo, temos algumas vantagens, como tirar partido do equalizador de áudio, personalizar as cores do logótipo da Corsair (ou não tivesse este modelo RGB no nome), entre outros ajustes e criações de perfis.
A vantagem particular deste modelo face a outros da mesma linha é a tecnologia Wireless e, por extensão, a sua bateria. Os Corsair Void RGB Elite Wireless parecem ser imunes a qualquer tipo de latência ou ruído, nunca perdendo sinal até que a bateria se esgote. Sendo um equipamento para jogadores que não se afastam muito da sua secretária durante a utilização, os Corsair Void RGB Elite Wireless cumprem o seu objetivo de forma exemplar. Já a bateria é, provavelmente, um dos pontos mais fortes deste equipamento para quem procura alguma liberdade, com a sua utilização a atingir as 12 horas de utilização contínua.
Os Corsair Void RGB Elite Wireless contam com uma porta micro-USB que permite o carregamento da bateria, que demora em média três a quatro horas a carregar de forma contínua, mas que não substitui a pen USB para se poder utilizar, o que significa que, caso a pen de ligação se estrague ou a percam de vista, os Corsair Void RGB Elite Wireless deixam de funcionar, e que, durante o carregamento, vamos ter duas portas USB em utilização simultânea.
No que toca ao som, os Corsair Void RGB Elite Wireless fazem o suficiente para a gama em que se inserem. Para um utilizador menos exigente são perfeitos, mas não são os mais indicados para quem procura um som mais encorpado.
Sem equalização, tanto os baixos como os agudos podiam ser mais bem trabalhados, e são os sons intermédios que mais se destacam, o que acaba por resultar num som mais seco e sem grande dimensão. Felizmente, o software iCue acaba por ajudar a criar uma ilusão de som mais encorpado e é quase essencial experimentar e criar perfis para diferentes tipos de utilização, seja jogo, filme, música, entre outros.
Por outro lado, destaca-se o efeito de surround virtual dos Corsair Void RGB Elite Wireless, que são capazes de fazer uma boa distribuição espacial dos sons, especialmente em jogos compatíveis para o efeito, onde personagens que surgem fora da nossa visão periférica conseguem distinguir-se bastante bem. Infelizmente, esta funcionalidade está apenas disponível no PC, sendo que na PS4 estamos limitados ao estéreo.
Por fim, a nível de comunicação, estes auscultadores são certificados pelo Discord e fazem um trabalho competente para o efeito, com um som limpo e com pouco ruído, mas que requer algum esforço do utilizador em falar um pouco mais alto para a sua voz ser registada, pelo que é necessário brincar um pouco com as definições no software da Corsair.
No geral, os Corsair Void RGB Elite Wireless são uma mistura de pontos fortes e outros tantos competentes. Por 109,99€ podem não ser os auscultadores com a melhor qualidade de som ou até mesmo os mais versáteis, mas comportam-se de forma satisfatória, onde os grandes destaques são mesmo o seu conforto de utilização, a liberdade sem fios e a sua bateria de longa duração.
Os Corsair Void RGB Elite Wireless podem ser adquiridos através da loja oficial da Corsair e nos pontos de venda habitais.
Corsair Void RGB Elite Wireless
Este dispositivo foi cedido para análise pela Corsair.
Os Corsair Void RGB Elite Wireless são uma mistura de pontos fortes e outros tantos competentes. Por 109,99€ podem não ser os auscultadores com a melhor qualidade de som ou até mesmo os mais versáteis, mas comportam-se de forma satisfatória.
Underwater é a primeira surpresa positiva de 2020. Um filme de janeiro muito melhor do que a maioria da competição do mesmo mês.
Uma equipa de investigadores tenta regressar à superfície após um terremoto ter destruído o seu laboratório a 11 mil metros de profundidade, no meio do oceano.
Estava surpreendentemente interessado neste filme. “Surpreendentemente“? Porquê? Bom, em primeiro lugar, o elenco não tem um grande nome associado, embora aprecie algumas prestações da protagonista, Kristen Stewart, assim como alguns outros atores como Jessica Henwick. Depois, nenhum realizador ou argumentista despertou a minha atenção. William Eubank ainda não realizou algo verdadeiramente especial. Brian Duffield co-escreveu Insurgent (terrível), mas entregou um argumento de horror surpreendentemente divertido com The Babysitter. Finalmente, Adam Cozad ajudou a criar algumas narrativas algo desapontantes (The Legend of Tarzan, Jack Ryan: Shadow Recruit).
Também não sou a favor de filmes escritos por mais de duas pessoas, visto que estes geralmente acabam por ser desilusões… e é um filme lançado originalmente em janeiro. Então, como é que alguém pode ficar ligeiramente entusiasmado para assistir a Underwater? Pela mesma razão que muitas pessoas provavelmente o evitaram: a sua história formulaica do género horror-thriller no fundo do oceano.
Se um filme de ficção científica tem uma premissa baseada numa equipa que trabalha num local claustrofóbico e algum tipo de entidade “perturba” o trabalho, sou instantaneamente atraído por estas obras. Existe algo neles que me faz apreciá-los mais do que a maioria das pessoas. Normalmente, este tipo de filme tem um orçamento reduzido e requer, portanto, um realizador talentoso que seja capaz de gerar tensão e suspense genuínos.
Underwater é a grande surpresa de 2020, até agora. Os filmes de janeiro são conhecidos por serem a lixeira de Hollywood, por isso, fiquei perplexo ao constatar que este filme está bem longe de ser um mau projeto. É muito, muito bom!
A cenografia e a produção artística são impressionantes e ajudam a criar a atmosfera isolada e cheia de suspense. Os primeiros minutos são de fazer roer as unhas. Os próximos vinte minutos são fantásticos. Os vinte minutos seguintes continuam a ser uma explosão de entretenimento. Senti-me constantemente surpreendido com o quão bom o filme realmente é.
Mas não vou exagerar: não é uma obra-prima ou mesmo um filme “excelente”. Underwater segue uma narrativa plot-driven que inúmeros outros filmes fizeram melhor. Inspira-se em Alien, Cloverfield, 20000 Leagues Under the Sea e todos as outras películas que envolvem uma forma alienígena que ameaça a sobrevivência de uma equipa.
Para além disso, falta caraterização a praticamente todas as personagens. Não há nenhuma tentativa séria de desenvolver profundamente uma única personagem de forma a fazer o público importar-se com a mesma, mas isto não significa que o filme não possa ter sucesso. Tal como escrevi acima, existem vários filmes plot-driven que chegam a ser fenomenais.
A diferença entre esses e Underwater é que este último não traz nada de novo para o género. Simplesmente usa os clichês conhecidos e executa-os muito bem, o que é, por si só, uma enorme surpresa. Não consigo negar que me diverti bastante ao ver este thriller. Esperava ação confusa com muito pouca iluminação, tornando impossível ver o que quer que seja. Mas não. Há sequências surpreendentemente visíveis, bem filmadas, repletas de tensão, pânico e um sentido palpável de urgência. Não existem muitos espaços para respirar e relaxar.
A equipa de efeitos especiais e Bojan Bazelli (cinematógrafo) merecem muito crédito, pois os “alienígenas” não só são visualmente cativantes, como são mostrados apenas nos momentos certos durante o tempo necessário. Underwater não possui um orçamento enorme, logo as criaturas precisam de ser mostradas “nas sombras”, caso contrário não irão parecer “realistas”. Pode parecer uma decisão técnica óbvia que tem de ser tomada, mas a sua execução está longe de ser uma tarefa fácil. Assim, dou os meus parabéns a todos os que participaram neste processo de tornar os monstros numa ameaça genuinamente assustadora.
O elenco é excelente. Kristen Stewart continua a partir a concha de Twilight, provando repetidamente que é uma atriz acima da média. Jessica Henwick também é ótima, assim como Vincent Cassel. Todos entregam prestações bastante decentes, incluindo T.J. Miller, que interpreta a personagem cómica e sempre divisiva que será extremamente irritante para alguns, mas muito engraçada para outros (encontro-me no meio, acho o seu papel razoável).
É, definitivamente, um bom horror-thriller de ficção científica, muito melhor do que a maioria dos filmes de janeiro (Underwater é um dos últimos filmes da 20th Century Fox, o que provavelmente significa que a Disney não sabia ao certo o que fazer, portanto despejou-o no pior mês do ano).
Acabei de adicionar William Eubank à minha lista de realizadores a seguir. O seu compromisso em tentar fazer um bom filme é demonstrado no ecrã, logo espero que ganhe alguns fãs quando chegar às casas de cada um.
Underwater é a (primeira) surpresa positiva de 2020. Um filme de janeiro muito melhor do que a maioria da competição do mesmo mês. William Eubank oferece um horror-thriller de ficção científica repleto de imensa tensão, ação surpreendentemente visível (!), produção artística fantástica e um trabalho VFX realmente cativante. Não é, porém, um filme brilhante.
Inspira-se em filmes do mesmo género e segue uma narrativa simples e com um desenvolvimento de personagem praticamente nulo. E apesar de limitar-se a aplicar os clichês conhecidos, a verdade é que estes são muito bem executados. Um elenco underrated, protagonizado por Kristen Stewart, entrega algumas prestações notáveis, mas é a atmosfera claustrofóbica cercada por um suspense muito eficaz que transforma este filme num sucesso.
Tecnicamente, ainda não acredito no quanto estou surpreendido. Apenas desejo que tivesse um pouco mais de caraterização para que pudesse recomendá-lo ainda mais. Mesmo assim, assistam na melhor qualidade possível mal tenham oportunidade.
A Codemastersrevelou o seu próximo jogo de simulação automóvel oficial da FIA Formula One World Championship.
A série F1 está de volta em F1 2020, com partida já no dia 10 de julho, e chega numa edição muito especial, pois celebra o 70º Aniversário da Fórmula 1.
Como sempre, são esperadas atualizações, entre elas os novos modelos adaptados a uma nova temporada da competição. Este ano, porém, a Codemasters promete tornar o jogo mais robusto e completo, com novos modos e formas de jogar.
Uma das novidades deste ano é a possibilidade de podermos criar a nossa própria equipa, com o modo My Team, uma funcionalidade que aparece pela primeira vez na série, até porque, no passado, estávamos limitados à criação de um piloto que se juntava às equipas reais da competição. Quer isto dizer que, com este modo, vamos poder criar pilotos, equipas, fazer a sua gestão e muito mais para vencer todos os Grandes Prémios.
A carreira tradicional promete também algumas mudanças que a tornam mais flexível, com a possibilidade de podermos personalizar a sua longevidade, ao selecionar menos corridas, que incluem agora o Circuito de Hanoi e o de Zandvoort.
Por fim, a última grande novidade anunciada para o jogo é o regresso do modo ecrã dividido, para que os fãs da modalidade possam jogar em conjunto, no mesmo ecrã.
F1 2020 irá contar também com uma Edição Especial, a F1 2020 Deluxe Schumacher Edition que, como o nome indica, irá também celebrar a carreira do campeão alemão, Michael Schumacher, com extras como os seus carros mais icónicos.
F1 2020 chega a 10 de julho ao PC, PlayStation 4 e Xbox One.
A atualização do catálogo doXbox Game Pass do meio do mês está aqui. A equipa da Xbox revelou os novos jogos que vão chegar ao serviço e as suas datas, para já apenas na oferta para consola.
Os novos títulos, todos parte do programa de jogos independentes ID@Xbox, ficam já disponíveis a partir de amanhã, dia 16 de abril, com o jogo de exploração e sobrevivência The Long Dark; dia 23 é a vez do jogo de ação 2D monocromático, Gato Roboto; segue-se no dia 23 o jogo de horror e ficção Deliver Us The Moon; e por fim, no dia 30, temos o arcade Hyperdot e o criativo Levelhead.
Este mês faz também a despedida de um conjunto de jogos que ainda podem ser jogados no Xbox Game Pass até ao dia 30 de abril e os quais podem ser adquiridos com um desconto de 20€ em exclusivo para os subscritores do serviço. São eles:
The Banner Saga 2
Bomber Crew
Braid
Fallout 4
Full Metal Furies
Metal Slug 3
Ruiner
Silence: The Whispered World 2
Smoke and Sacrifice
Wolfenstein: The New Order
O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.
Foram muitos os rumores a circular na Internet que indicavam que a Apple estaria a preparar-se para lançar uma versão atualizada do iPhone SE, modelo que se revelou bastante popular desde que foi lançado em 2016. Na altura, esta era um smartphone de tamanho reduzido que incorporava as tecnologias do modelo 6s, até porque nem toda a gente gosta de um smartphone gigante.
Pois bem, abril de 2020 vê chegar ao mercado um novo iPhone SE. Pensem nele como um iPhone 8, mas com o mais recente processador da Apple.
Muito iPhone. Por muito menos.
É desta forma que a Apple fala do seu novo smartphone no site oficial. E é mesmo um modelo indicado para quem não gosta de equipamento com 6 e muitas polegadas de ecrã.
Neste iPhone SE de 2020, temos um ecrã LCD Retina HD de 4,7″ e resolução 133×750, processador A13 Bionic, opções de armazenamento de 64GB, 128GB ou 256GB e, ao que tudo indica, 3GB de RAM (a Apple nunca refere este ponto nas características técnicas).
Se o tamanho é reduzido, também o número de câmaras é inferior. São somente duas: uma grande angular na traseira de 12MP com OIS e zoom digital de até 5x, capaz de gravar vídeos em 4K; e uma frontal de 7MP, gravando vídeos em 1080p a 30fps.
Além disso, este iPhone SE faz regressar o botão Home, entretanto extinto nas versões mais atuais do iPhone. O que quer isto dizer? Que faz o que o nome indica, estando alojado neste botão o sensor de impressões digitais.
Tem ainda certificação IP67 e suporte a Wi-Fi 6, Gigabit LTE e Dual-SIM. E sim, é compatível com a tecnologia eSIM.
As pré-reservas começam às 13h desta sexta-feira, dia 17 de abril. Os preços começam nos 499€ para a versão de 64GB, subindo para os 549€ na versão de 128GB e terminando nos 669€ para a versão de 256GB de memória interna.
O iPhone SE edição 2020 chega ao mercado a 24 de abril.
Se abrirem neste momento a app do YouTube Music, irão reparar que a mesma tem três ícones cá em baixo: Início, Hotlist e Biblioteca. Foquemo-nos na Hotlist, onde estão vídeos de música recomendados, tabelas de classificação, lista de reprodução e atuações ao vivo, entre outas opções. Pois bem, este separador vai agora ser substituído por um novo.
Chama-se Explorar, começou hoje a chegar ao dispositivos Android e iOS e, essencialmente, serve como local para descobrir novas músicas. Este separador disponibiliza aos utilizadores um destino consistente para encontrar novos lançamentos, incluindo álbuns, singles e videoclipes, além de navegarem no vasto catálogo de diversas listas de reprodução na secção Humor & Género.
Como referimos, a opção está a ser disponibilizada aos poucos, pelo que basta manterem-se atentos às atualizações da app. Não se esqueçam de ter sempre a última versão instalada.
Nestes tempos de confinamento, não devemos descurar a atividade física. Afinal, é a nossa saúde que está em jogo. A Puma sabe disso e, agora, atualização a app Pumatrac, que faz com que, neste momento, os utilizadores possam usufruir de todos os recursos da aplicação a partir do PC, e não somente via smartphone.
A Pumatrac, que é gratuita, tem treinos personalizados que podem ser adaptados a qualquer objetivo pessoal. A app da marca mais de 2400 minutos de exercícios para diferentes níveis e objetivos de treino, desde força e resistência a mobilidade, alongamentos, boxe, dança, Pilates, HIIT ou treinos de baixo impacto.
Para quem preferir, pode na mesma optar pelo smartphone, embora um ecrã com muitas polegadas dê mais jeito para estas ocasiões.