Análise – Doom Eternal

O Doom Slayer está de volta em mais um título da série Doom, que viu um ressuscitar com uma abordagem bem moderna em 2016.

DOOM Eternal

Doom Eternal é a sequela deste reboot, introduzindo tanto de novo e rescrevendo tanta regra que parece ele próprio um reboot de um reboot, quando comparado a Doom 2016.

A série original sempre me passou um pouco ao lado, tendo ficado mais apegado ao mundo de Doom com o trabalho feito pela id Software há quatro anos, o que me levou a explorar os jogos mais old school, que são incríveis.

Doom 2016 foi um dos meus jogos favoritos da altura e ainda hoje serve como “Comfort food” quando quero libertar as minhas emoções num jogo, no fundo: “Rip and Tear until it is done”, como a série propõe. Foi, por isso, com muita antecipação, que esperava por Eternal, esperando eu que a fórmula se mantivesse. Mas o que eu encontrei foi algo um pouco diferente.

Seguindo os eventos de Doom, onde o Doom Slayer explora a base da UAC em Marte e, eventualmente, visita o inferno para partir as trombas a hordas de demónios e outras criaturas híbridas, a missão do nosso Space Marine é impedir que as forças interdimensionais demoníacas tomem conta da Terra por completo.

No meio de tanta violência, caos e cenários apocalíticos, há uma irónica sensação de esperança na missão do Doom Slayer, salvando os poucos humanos que restam. Ao longo dessa missão visitamos o planeta Terra, a icónica lua de Marte, Phobos, o dito planeta vermelho e uma série de locais fantásticos localizados noutras dimensões.

Doom Eternal

Mais uma vez, o jogo volta a tirar partido das capacidades tecnológicas do motor proprietário da id Software, o id Tech, aqui na sua versão 7. Os visuais de Doom estão, como seria de esperar, melhores, e a sua performance é exemplar, pelo menos na PlayStation 4 Slim e na Xbox One X, onde tive oportunidade de o jogar.

Além de mais bonito e eficaz, Doom Eternal é muito mais rico em detalhe e pormenores, muito graças à fantástica direção de arte e algumas decisões que afetam diretamente a forma como jogamos. De fora ficaram os visuais sem-realistas e maioritariamente sombrios de Doom 2016 e o que temos em Eternal é algo bem mais hiper-realista, a roçar o cartonesco, onde as cores negras e quentes continuam a predominar, excepto por alguns fantásticos níveis, mas entram regularmente em contraste com o arco-íris de recursos que rebentam no ecrã cada vez que se mata um inimigo.

As personagens contam com animações mais fluídas e aparências muito mais próximas dos jogos originais dos anos 90, por vezes ignorando o aspeto do jogo anterior com modelos completamente novos. E por falar nas personagens, uma das mecânicas de destaque é que, agora, são maus duros de roer e vão-se desfazendo com pedaços de carne e armadura a saltarem a impacto das balas e projéteis.

Mas as grandes transformações e evoluções de Doom Eternal estão na jogabilidade e no progresso ao longo do jogo. Ao contrário do seu antecessor, que era, no fundo, um FPS tradicional, rápido, com finishing moves e uma gestão de recursos que íamos facilmente apanhando pelo mapa, Doom Eternal foi redesenhado para nos fazer sofrer e, ao mesmo tempo, tirar partido de todo o arsenal à nossa disposição.

Doom Eternal

Os primeiros momentos de Doom Eternal podem tanto ser de amor à primeira vista, como preocupantes. Pessoalmente recaí no segundo grupo, mas eventualmente apaixonei-me pela forma de jogar. Com poucas munições, armadura e vida, há muitas formas de recuperar o que foi perdido durante a batalha. Finishing moves dão vida, o uso da moto-serra dá munições, inimigos em fogo dão armadura… e isto é apenas no início, com o aumento de habilidades a multiplicarem a forma como podemos recuperar tudo e, de certa forma, a tornarem o jogo mais rápido, frenético e muito divertido. E quando tudo falha, temos alguns inimigos mais inofensivos que servem, literalmente, de “carne para canhão”.

Esta forma de gerir recursos cria um ritmo e loop de jogabilidade muito interessante que, ao equacionarmos a quantidade ridícula de inimigos no ecrã em alguns confrontos, não nos deixa parar nem por meio segundo.

Com este ritmo, se Doom 2016 era um bailado, onde era possível fazer sequências de ação precisas e fluidas, Doom Eternal é uma autêntica rave psicadélica com muito metal, havendo explosões, cores, sangue e muito mais, um pouco por todo o lado.

A cereja no topo do bolo volta a ser a brutal banda sonora de Mick Gordon, que acompanha a ação. Doom Eternal quase que vale a pena pelo fantástico trabalho de Gordon, que mistura eletrónica, metal, djent e coros de heavy metal ao introduzir temas mais variados e ajustados a cada situação, com muito mais dinamismo entre a ação e até com o regresso de temas icónicos do jogo anterior em momentos chave, só para apimentar o “hype” do momento.

Por fim, onde o jogo mudou também bastante foi na sua progressão, ou melhor dizendo, navegação ao longo da nossa aventura. Com espaços mais amplos e até mais verticais, temos muito por onde nos mover durante as batalhas, com a adição de mais elementos dinâmicos para nos fazer voar e ver os grupos de inimigos de outro ângulo, como barras de balanço e “trampolins” espalhados um pouco por todo o lado.

Os níveis são também mais complexos e interligados e requerem agora alguma destreza para serem navegados, com muita plataformas, paredes para agarrar e barras de balanço que nos obrigam a usar o salto duplo, o dash e o belo do timing. Não vou mentir e dizer que é uma excelente adição. Por um lado, torna o jogo mais variado; por outro, torna-se aborrecido, quebrando o ritmo frenético entre batalhas. Às vezes cria alguma frustração, quer pelos segmentos mais complexos, quer por outros onde ficamos perdidos sem encontrar o corredor ou a parede secreta que nos abre o jogo.

E segredos é o que não falta em Doom Eternal. Desde textos de log que expandem e explicam o mundo de Doom Eternal, com informações sobre inimigos, zonas e sobre o estado do mundo, e com muitos itens que nos ajudam a desbloquear tanto as preciosas habilidades, como algumas zonas secretas com batalhas para limpar.

Doom Eternal

Doom Eternal é um jogo extremamente positivo e motivante. A id Software fez um excelente trabalho para nos cativar, quer pelos segredos espalhados pelo jogo que nos permitem evoluir a personagem, quer pelas opções que nos dá para jogar. A liberdade de alterar a dificuldade é praticamente infinita. Se, a qualquer momento, sentem necessidade de baixar a dificuldade do jogo, podem fazê-lo a meio da batalha. Por outro lado, podem também aumentá-la para tirar partido das novas habilidades.

Além disso, Doom Eternal aposta muito na rejogabilidade de níveis, com muitos objetivos para cumprir e segredos para desbloquear, entre outros, num modelo muito árcade e divertido. À campanha junta-se ainda um modo multijogador (que não considerarei para a nota desta opinião) que, em vez do formato mais tradicional do jogo anterior, coloca jogadores no controlo de demónios contra um jogador na pele de Doom Slayer.

Doom Eternal é, sem dúvida alguma, fantástico. É uma sequela que, por vezes, parece também um novo reboot, com uma jogabilidade mais aprimorada, mas que surge completamente redesenhada, reinventando a ação nos FPS com uma campanha longa, divertida e com muitos incentivos para voltar a repetir ou continuar a jogar depois de se completar.

Doom Eternal está disponível no PC, PlayStation 4, Xbox One e vai chegar em breve à Nintendo Swith.

Nota: Excelente - Recomendado

Doom Eternal

Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela EcoPlay.

Doom Eternal é absolutamente fantástico, frenético, divertido e surpreendente, com uma nova forma de jogar que parece reinventar o género.

Retrocompatibilidade nas futuras consolas – Sony e Microsoft esclarecem

A semana passada foi bombástica para os fãs de videojogos que mal podem esperar pela próxima geração. Num espaço de dois dias, a comunidade ficou a conhecer como é que as próximas consolas vão estar equipadas para os jogos dos próximos cinco a 10 anos e, entre vários detalhes, ficou-se a saber que vão correr jogos de gerações anteriores.

Do lado da Xbox Series X, os jogadores vão poder jogar na sua nova consola jogos da Xbox One, 360 e da consola original, enquanto que os jogadores da PlayStation 5 vão ficar limitados apenas a jogos da PlayStation 4.

PS5 vs Xbox Series X

Estas informações foram dadas de uma forma pouco esclarecedora, mas agora, de ambas as partes, ficámos a saber ao certo como é que a retrocompatibilidade vai funcionar.

No que toca à consola da Microsoft, a ideia que ficou no ar foi de que todos os jogos das quatro gerações de consolas iriam ser compatíveis com a Xbox Series X. Apesar de essa ser a ambição, a Microsoft ainda não confirmou tal facto.

Em vez disso, esclareceu via Twitter ao explicar que é, de facto, o que se pretende, mas que é algo que está ainda em teste, com centenas de milhares de horas em jogos de gerações anteriores a serem passadas a pente fino, de forma a validar quais os títulos que vão funcionar sem problemas na nova consola. Apesar de não terem sido revelados nomes, sabe-se que sim, que jogos da Xbox, Xbox 360 e Xbox One vão ser compatíveis e que serão, no lançamento, “milhares”.

https://x.com/Xbox/status/1241111301851615232

Já do lado da Sony, o esclarecimento inverte um pouco. Durante a palestra de Mark Cerny sobre as tecnologias que vão integrar a PlayStation 5, foi revelado que a consola vai ser compatível com uma seleção de jogos da PlayStation 4, sendo transmitida a mensagem de que seriam títulos dentro dos 100 mais jogados na atual consola.

PS5 Retrocompatibilidade

A informação parecia redutora e que apenas um número muito pequeno de jogos é que seriam compatíveis com a PlayStation 5, mas tal não parece ser verdade. Numa atualização no blog da PlayStation, pode ler-se a clarificação de que, na verdade, o intuito é trazer até à PlayStation 5 mais de 4 mil jogos da PlayStation 4, e que a informação passada era apenas para exemplificar que, dentro dos 100 mais jogados, um grande número já corre excecionalmente na nova consola. Contudo, ficou por confirmar se a PlayStation 5 irá correr, de alguma forma, jogos da PS3, PS2 ou PS1.

Portanto já sabem, se estão em pulgas para saltar para a próxima geração, mas não estão preparados para largar alguns dos vossos jogos atuais favoritos, a probabilidade de os poderem levar convosco é bastante grande.

Segunda temporada de The Mandalorian vai dar vida a Ahsoka Tano

Enquanto o Disney+ não estreia em terras lusas e traz consigo a primeira temporada de The Mandalorian, a Disney e a Lucasfilm continuam a produção da segunda temporada para que chegue a todos já no final de 2020.

Os detalhes das aventuras do novo herói relutante de Star Wars são, para já, escassas. Sabe-se, claro, que os novos episódios irá continuar os eventos da primeira temporada, mas há novidades incríveis para os fãs de Star Wars, ou pelo menos aqueles que conhecem as séries animadas The Clone Wars e Rebels.

A nova temporada vai contar com a participação de uma das personagens favoritas dos fãs, Ahsoka Tano, que irá aparecer pela primeira vez, em carne e osso no ecrã, com a ajuda de Rosario Dawson no seu papel. A novidade foi partilhada originalmente no site Slash Film e rapidamente confirmada pela própria atriz nas suas redes sociais.

Ahsoka Tano é uma das personagens principais de The Clone Wars e, mais tarde, teve também um papel importante em Rebels. A Jedi aprendiz de Anakin Skywalker ficou com o seu destino em aberto no final de Rebels, o que abre portas para novas aventuras além das séries animadas.

The Mandalorian regressa no final do ano, mas os fãs de Ahsoka podem vê-la em ação, noutra série do Disney+, na última temporada de The Clone Wars, que foi ressuscitada por mais uma temporada e que cobre os eventos entre os episódios 2 e 3 da saga Skywalker.

Father John Misty lança álbum ao vivo e vai doar todas as receitas ao fundo MusiCares COVID-19

Chama-se Off-Key in Hamburg, foi gravado ao vivo no Hamburg Elbphilharmonie, em Hamburgo, Alemanha, a 8 de agosto de 2019, e tem um cariz solidário.

Este álbum de Father John Misty, que contou com a ajuda da sua banda de longa data e da Neue Philharmonie de Frankfurt, está disponível no Bandcamp e todas as receitas serão doadas ao MusiCares COVID-19 Relief Fund.

Este é um fundo que prestará assistência às pessoas da indústria da música afetadas pelo surto de coronavírus e subsequente cancelamento de vários eventos musicais. Ou seja, o montante angariado pelo fundo será usado para apoiar diretamente aqueles da comunidade musical com maiores necessidades.

O MusiCares foi criado pela Recording Academy para proteger a saúde e o bem-estar de todas as pessoas da música, com oferta de programas confidenciais de prevenção, recuperação e emergência para tratar de questões financeiras, médicas e de saúde pessoal.

Portanto, oiçam o álbum aqui e, dentro das vossas possibilidades, comprem.

A Nintendo não vai permitir recriações das suas personagens e jogos em Dreams para a PS4

A Media Molecule lançou em fevereiro um dos projetos criativos mais ambiciosos desta geração.

Em Dreams, os jogadores são convidados a criar, partilhar e experimentar as criações de outros utilizadores com um nível de detalhe tão grande como os limites da imaginação.

Com uma ferramenta tão poderosa, são muitos os jogadores que tentam recriar não só o que vai na sua imaginação, mas também jogos, mundos e personagens das suas histórias favoritas. E entre tudo isso incluem-se, obviamente, personagens de outros jogos, como por exemplo jogos da Nintendo.

Na perseguição a quem infringe os direitos legais das propriedades intelectuais, a Nintendo começou a “caçar” alguns utilizadores que tenham criado personagens dos seus jogos em Dreams.

Segundo o portal Nintendo Everything, um destes casos aconteceu com o utilizador do Twitter Piece_of_Craft, que recebeu um email da Nintendo a pedir-lhe para remover a sua criação inspirada no Super Mario.

Apesar de uma medida extrema e bastante limitadora para o jogo da PlayStation 4, faz algum sentido que a Nintendo tente proteger a sua imagem, especialmente quando se trata de algo feito numa plataforma onde não tem controlo.

Por outro lado, também revela o poder de Dreams e daquilo que o jogo é capaz de oferecer aos jogadores, onde é possível criar jogos quase tão bons e detalhados como alguns lançamentos que vemos por aí.

Quanto à questão dos direitos de autor, a própria Media Molecule pode remover os projetos que possam comprometer os jogadores. Recentemente, a empresa começou a estudar formas de proteger os direitos de autor de várias propriedades, de forma a que alguns os utilizadores possam, em breve, rentabilizar as suas criações.

O mundial de Rally está de volta às provas virtuais com WRC 9

O futuro dos eventos motodesportivos, assim como muitas outras áreas, está suspenso. Mas não nos mundos virtuais.

A Nacon, juntamente com o estúdio KT Racing, revelaram não só o seu próximo projeto, como o que vem a seguir, que vai trazer de volta as emoções do Rally, com mais um jogo oficial do FIA World Rally Championship.

Em breve, os fãs do rally vão poder vestir o fato de piloto com mais uma carreira em WRC 9, e a produtora francesa KT Racing revela que já está preparada para WRC 10 e WRC 11, que serão lançados até 2022, sob a licença oficial WRC.

Tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One, WRC 9 vai também chegar à Nintendo Switch e terá versões da PlayStation 5 e da Xbox Series X.

As novidades para esta edição ainda são vagas, mas incluem uma campanha melhorada e baseada em WRC 8 graças ao feedback dos fãs, com jogabilidade aprimorada, melhores oportunidades de atualização da equipa, novos tipos de eventos e uma ligação mais próxima aos eventos da futura temporada.

WRC 9 vai contar com o regresso de novas localizações icónicas como o rally do Quénia, com o Safari Rally, o Rally do Japão e o Rally da Nova Zelândia.

WRC 10 e WRC 11 serão lançados em 2021 e 2022, respetivamente.

OLX cria parceria com a uppOut para dar um local de descanso aos profissionais de saúde

Sejam médicos, enfermeiros ou auxiliares de saúde, esta é uma iniciativa do OLX, juntamente com a uppOut, para que estes profissionais possam ter uma habitação nas proximidades dos hospitais e, assim, terem a possibilidade de descansar sem colocar em risco a saúde dos seus familiares.

de saúde

O projeto solidário surgiu após alguns profissionais terem demonstrado o receio de irem para casa e, assim, entrarem em contacto com as suas famílias. Esta é uma solução e também uma forma de agradecimento a todos os médicos, enfermeiros e técnicos de saúde que têm estado na linha da frente a combater a Covid-19 e que todos os dias se mostram incansáveis perante a pandemia que o país vive.

O OLX criou ainda no site uma categoria com o nome “ajuda Covid-19”, onde os utilizadores da plataforma encontram informação referente aos diferentes projetos que estão em curso para ajudar famílias carenciadas, pessoas idosas e também profissionais de saúde, centros hospitalares e centros de saúde que necessitam urgentemente de equipamentos de proteção individual como máscaras, luvas e batas.

Enóphilo Wine Fest já tem nova data para Lisboa

Após o adiamento do evento agendado para abril, devido à pandemia da COVID-19, a organização do Enóphilo Wine Fest Lisboa anunciou agora que o evento deverá realizar-se a 6 de junho, no Lisbon Marriott Hotel. No entanto, e como não se sabe se tudo estará resolvido até lá, este é uma data que se encontra sob avaliação posterior, podendo não ser definitiva.

Time Out

Quando se realizar, o Enóphilo Wine Fest Lisboa irá reunir 40 produtores de Norte a Sul de Portugal com mais de 300 vinhos à prova para todos os presentes. Além das três provas especiais e do jantar vínico que encerra o evento, a edição deste ano contará com o Velhíssimas, um evento totalmente dedicado às aguardentes nacionais que irá realizar em paralelo com o Enóphilo Wine Fest.

Além desta novidade, e de forma a apoiar os produtores nacionais a venderem diretamente os seus vinhos aos enófilos interessados, a organização anunciou também a disponibilização de um Marketplace no seu site oficial.

Esta é uma plataforma com o propósito de apoiar os produtores nacionais a ultrapassar este momento. A venda é efetuada diretamente entre produtor e consumidor, e as entregas garantidas também pelo produtor em questão, em total segurança e de acordo com todas as normas instauradas pela Direção Geral de Saúde.

Como renovar documentos pessoais sem sair de casa?

A situação de pandemia que vivemos em todo o mundo está a condicionar muito a vida das pessoas. O Estado de Emergência Nacional declarado recentemente, para evitar a propagação da COVID-19, levou a que muitas rotinas fossem reajustadas e reavaliadas.

O Governo anunciou que os documentos caducados a partir de 9 de março serão aceites até 30 de junho de 2020. Neste contexto, e porque não utilizarem a Chave Móvel Digital para renovar e assinar documentos, mas sem sair de casa?

O primeiro passo é, lá está, ativar esse serviço que, entre outras funções, permite renovar documentos e assiná-los. Tudo à distância de alguns cliques. Para pedirem a Chave Móvel Digital, os únicos dados necessários são o número de contribuinte, senha de acesso ao Portal das Finanças, número de telemóvel e e-mail.

Para isso, devem começar por aceder aqui e, logo de seguida, clicarem em Pedido de Chave. Devem depois escolher a “opção b) “Através do Portal das Finanças” para que sejam reencaminhados para o Portal das Finanças, onde devem fazer o login. Neste passo só precisam do número de contribuinte e da senha de acesso.

Seguidamente deverão autorizar que o Portal das Finanças forneça os vossos dados à Chave Móvel Digital e, então, devem criar um novo registo, associando o vosso número de telemóvel e o vosso e-mail.

Finalmente recebem um código de segurança por SMS, devendo inseri-lo onde é pedido. Depois é só esperar cinco dias para que recebam na vossa morada uma carta com o PIN.

É a partir desse momento que poderão começar a usar a Chave Móvel Digital, fazendo a autenticação com o e-mail ou número de telefone e o código PIN.

A utilidade da Chave Móvel Digital (CMD) é muito abrangente, uma vez que nos dá acesso a uma grande lista de portais que nos permite tratar de várias questões, como por exemplo ePortugal, Instituto dos Registos e Notoriado, Segurança Social, Autoridade Tributária e Aduaneira, Caixa Geral de Depósitos, Portal SNS, Millennium BCP, Novo Banco, IMT, Registo Criminal Online, Activobank, ADSE e EDP Comercial.

Com a CMD, poderão ainda renovar o cartão de cidadão sem a necessidade de se deslocarem a um balcão, tendo ainda com um desconto adicional de 10%. Todas as pessoas com mais de 25 anos podem usar esta ferramenta, desde que o CC tenha caducado há menos de 30 dias e tenha sido pedido antes de 1 de outubro de 2017.

Caso tenham o vosso cartão de cidadão caducado, só será possível utilizarem esta solução se já tiverem ativado previamente a CMD. Por outro lado, pessoas com menos de 25 anos têm obrigatoriamente de ir a um balcão.

Numa renovação online, o custo será de, no máximo, 16,20€. Presencialmente este valor sobe para os 18€ (excetuando pedidos urgentes).

Além disso, é também possível fazer a renovação da carta de condução graças à Chave Móvel Digital. À semelhança do que se passa com o cartão de cidadão, há um desconto de 10% face aos 30€ que pagamos se nos dirigirmos a um balcão. De realçar que este valor é apenas para pessoas até aos 70 anos. A partir dessa idade o custo da renovação é de 15€.

Contagion. Filme de Steven Soderbergh volta a ganhar interesse devido à COVID-19

Não é propriamente surpreendente, mas, durante estes dias, milhares e milhares de pessoas têm procurado assistir a filmes, documentários ou séries que retratem pandemias. E um deles é Contagion, filme de 2011 realizado por Steven Soderbergh que parece ter chegado a todo um novo público.

Lançado em outubro de 2011 pela Warner Bros. Pictures em Portugal, Contagion conta com um elenco de peso, ou não tivesse nomes como Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne e Gwyneth Paltrow, e conta a história de um grupo de pessoas que tenta sobreviver numa sociedade consumida por uma pandemia. Esta pandemia surgiu devido a um vírus transmitido pelo ar, sendo altamente contagioso e capaz de matar rapidamente.

Ora, só por isto que referimos dá para perceber as semelhanças com a realidade que vivemos e o surto de COVID-19 que enfrentamos atualmente. Apesar de esta não ser, de todo, uma altura recomendável para assistir a este filme, a verdade é que tem sido muito procurado.

No entanto, o vírus apresentando em Contagion é muito mais grave que o novo coronavírus. A forma de transmissão apresentada no filme – pelo ar – e a taxa de mortalidade são duas das principais diferenças.

Curiosamente, a longa-metragem de Steven Soderbergh tem estado novamente a causar burburinho devido ao facto de, na história, tudo começar quando uma personagem decide visitar a China, ficando lá infetada e trazendo a doença para os Estados Unidos. E pronto, a partir daqui já conseguem adivinhar o que vai acontecer…

A história do filme é baseada no vírus MEV-1 e consta que o argumentista do filme, Scott Z. Burns, pesquisou patologias durante três anos de modo a desenvolver o texto. Aliás, vários cientistas consideraram Contagion bastante preciso.

E agora a questão mais importante: onde ver o filme? Legalmente, podem vê-lo a partir do iTunes, Rakuten, YouTube, Google Play Store e videoclube da MEO.

Campanha “2 por 1 vizinho” da COOKOO pretende apoiar grupos de risco

Não é a primeira vez, nem será a última, que falamos aqui do COOKOO – The Kitchen Hub, plataforma de home delivery que junta num só espaço sete restaurantes. Pois bem, a empresa tem agora uma nova iniciativa que será bem útil para os grupos de risco que não podem sair de casa.

A campanha “2 por 1 vizinho”, tal como o nome indica, sugere que os mais jovens peçam comida a dobrar, ficando o custo da refeição do vizinho por conta do COOKOO. E por vizinho refere-se, lá está, os tais grupos de risco, como idosos que não têm acesso à internet ou conhecimentos digitais que lhes permitam encomendar refeições com entrega ao domicílio.

ZAO

Este 2 por 1, a decorrer até ao dia 27 de março, dá, portanto, 50% de desconto no valor total da encomenda. Basta que, para isso, através do site ou da app COOKOO, peçam refeições de um ou de vários restaurantes disponíveis, utilizando depois o código #2x1vizinho. Depois basta aguardar pela entrega da encomenda em casa, sem qualquer taxa de entrega associada.

Atenção, o desconto aplica-se a encomendas cujo valor atinja, pelo menos, 16€. O COOKOO sugere ainda que, nesta fase, os pagamento sejam realizados via MB Way ou cartão de crédito, evitando, assim, o contacto com o estafeta, que fará a entrega também sem retirar o capacete.

O COOKOO funciona todos os dias ao almoço e jantar, com entregas na zona de Lisboa entre as 12h e as 15h e das 19h às 23h. As encomendas podem ser realizadas em qualquer altura, até com quatro dias de antecedência, preparando a refeições para a semana.

O COOKOO tem disponíveis sete restaurantes distintos, para responder a todos os gostos e necessidades, desde opções para os mais aventureiros, comida caseira para os mais tradicionais e mesmo sopas para as crianças. Conta com o Rosita, mexicano com tacos e burritos, o Tortto, uma autêntica trattoria italiana, e o MOM, com comida de conforto bem ao jeito da mãe. Tem também um fish bar, o Crudo, e um restaurante dedicado ao sushi, o Zao. O Inocente apresenta comida saudável e low carb e o Garden Gourmet é um conceito totalmente vegetariano.

CustoJusto lança nova área no site para destacar alguns serviços online

Depois de ter retirado da plataforma todos os anúncios referentes a equipamentos de proteção para o COVID-19, num esforço para impedir a especulação destes produtos, o CustoJusto tem agora outra novidade.

CustoJusto

A plataforma de classificados passa a disponibilizar uma nova área na sua homepage denominada #CustoJustoemCasa onde serão destacados alguns serviços online, nomeadamente explicações, formação, aulas de ginástica ou de instrumentos musicais, entre outros.

Além disso, a plataforma também criou uma nova categoria para que os restaurantes possam anunciar os seus serviços, quer de takeway, quer de entregas ao domicílio.

O CustoJusto é um dos maiores sites nacionais de anúncios de classificados.

#ANIMALAR. Nova iniciativa sensibiliza-nos para cuidarmos dos animais em tempo de COVID-19

Há algo que algumas pessoas ainda não perceberam: o novo coronavírus não é transmitido nem afeta os animais. E foi graças a esta problemática que surgiu a #ANIMALAR, a nova iniciativa da comunidade tech4COVID19 que pretende sensibilizar os portugueses para a relação dos animais com o surto de COVID-19.

os animais

O principal objetivo da #ANIMALAR é, lá está, evitar o abandono animal. Com o número de casos positivos a aumentar a cada dia e a maior preocupação das pessoas com a sua saúde e o seu bem-estar, os animais nem sempre ficam no topo das prioridades. No entanto, há serviços que estão disponíveis para cuidar deles e a #ANIMALAR surge para lhes dar visibilidade e apoiar os tutores no acompanhamento dos patudos.

Há um website, que podem e devem consultar, que incluí uma série de perguntas e respostas sobre como passear os animais na rua, como cuidar de colónias de gatos, entre outras, para orientar os tutores.

Este foi, de resto, um dos projetos que se juntou ao tech4COVID19, um movimento criado por um grupo de fundadores da comunidade tecnológica portuguesa que pretende criar soluções tecnológicas (estão em curso 20 projetos) que ajudem a população a ultrapassar o desafio da COVID-19.

Crítica – Emma.

A adorada dramédia de Jane Austen sobre a procura da alma gémea para conseguirmos o nosso final feliz é reimaginada nesta nova adaptação ao cinema de Emma.. Bonita, inteligente e rica, Emma Woodhouse (Anya Taylor-Joy) é uma inquieta abelha rainha sem rivais na sua pequena e adormecida cidade. Nesta cintilante sátira das classes sociais e das dores de crescimento, ela tem de se aventurar por equívocos e erros românticos para encontrar o amor.

Emma. é a primeira longa-metragem realizada por Autumn de Wilde, bem como o primeiro argumento (para cinema) de Eleanor Catton. Nunca vi adaptações anteriores e filmes de época não são exatamente “a minha praia”, mas isso não significa que não consiga apreciá-los.

The Favourite e Little Women são os exemplos mais recentes de filmes do mesmo género que adoro. A razão principal pela qual senti necessidade de ver esta adaptação prende-se com o facto desta ser o primeiro papel de Anya Taylor-Joy como a única protagonista.

Acredito profundamente que se tornará numa das atrizes mais famosas da sua geração, ao lado de Florence Pugh, Chloë Grace Moretz, Hailee Steinfeld, Kaitlyn Dever, Saoirse Ronan, entre outras. A sua prestação neste filme é mais um argumento para validar a minha previsão. É fenomenal enquanto Emma!

emma. critica echo boomer 1

Levei algum tempo a acostumar-me à voz dela, visto que Anya aplica um tom muito mais alto do que o habitual. É muito comum vermos atores com sotaques diferentes, mas mudarem a sua voz como Anya faz, mesmo que seja uma simples modificação, mostra o quão comprometida estava com o seu papel.

Por mais clichê que possa soar, Anya carrega toda a história nos seus ombros. É o elo de ligação entre todas as linhas narrativas e as personagens. Sem ela, o filme não funciona, por isso, a sua performance tinha que ser praticamente perfeita. Anya demonstra o seu alcance e habilidade emocional, bem como um controlo perfeito do guião complexo e rico. A maioria dos diálogos possui frases longas com vocabulário sofisticado, algo que só os melhores atores conseguem lidar sem esforço.

Anya brilha, mas a sua personagem também. O arco de Emma é muito interessante. Para além de “bonita, inteligente e rica”, não respeita os pobres, manipula as decisões românticas de quem lhe é próximo e, por vezes, age de forma muito egoísta e arrogante. A sua transformação numa pessoa melhor é o arco mais cativante do argumento, mas também vai de encontro ao meu problema principal com o filme, no seu geral. Dez minutos dentro e já sabia tudo o que ia acontecer.

Tento sempre evitar pensar muito à frente. Mas quando se trata de relações entre personagens, é tudo tão previsível e óbvio que não consigo deixar de imaginar a história inteira. O mesmo “truque” de escrita é usado ao longo do tempo de execução para distorcer certas relações, tornando-se repetitivo e um pouco maçante. Nunca me senti realmente investido no filme até ao fim da primeira metade. O ritmo está bem equilibrado, mas quando nada é surpreendente, inovador ou criativo no que toca à narrativa geral, não há muito que me possa manter cativado.

O primeiro ato é um pouco confuso, com muitas personagens a ser introduzidas muito rápido. Honestamente, apenas descobri enquanto escrevia esta crítica que uma personagem secundária é familiar de uma das principais. História e personagens são os dois pilares de qualquer filme. Sempre escrevi isto. Se estes dois não funcionarem, então tudo irá desmoronar-se. Está longe de entrar em colapso, sendo até muito bem estruturado, mas é como se estes dois pilares fossem como milhares de outros. Não há nenhuma caraterística distinta que os torne únicos.

emma. critica echo boomer 2

Estranhamente, nunca me senti propriamente aborrecido. O elenco faz um bom trabalho ao manter o espetador entretido com tanta prestação notável. Bill Nighy (Mr. Woodhouse) e Miranda Hart (Miss Bates) são muito engraçados. O guarda-roupa é lindo (para além de importante), pois melhora a compreensão da história, identificando claramente quem é rico e pobre.

A produção artística e cenografia são fantásticas, a cinematografia é excelente (Christopher Blauvelt) e a banda sonora é agradável (Isobel Waller-Bridge e David Schweitzer). No entanto, por mais impecável que seja o trabalho técnico, o filme continua carente de um estilo de realização único, algo que é, de alguma forma, esperado, tendo em conta que é a primeira longa-metragem da realizadora Autumn de Wilde.

Resumindo, Emma. não chega ao nível dos últimos filmes de época, como The Favourite ou Little Women, mas é um bom começo para as estreantes Autumn de Wilde e Eleanor Catton.

Anya Taylor-Joy entrega uma prestação excecional ao interpretar uma Emma Woodhouse muito bem escrita, carregando o filme aos seus ombros até ao final, consolidando o seu lugar em Hollywood como uma das atrizes com mais potencial da sua geração. O resto do elenco também é excelente.

O guarda-roupa rouba o “espetáculo técnico”, mas o nível de produção é impressionante. No entanto, a narrativa carece de elementos surpreendentes, tornando a existência desta nova adaptação um pouco questionável. Qual a razão para se fazer outro filme se não há nada de único que o separe dos anteriores? É previsível desde o início, tem um primeiro ato confuso e é muito difícil o espetador sentir-se investido na história antes da primeira hora.

Se gostam de dramédias de época, recomendo. Caso contrário, os outros dois filmes mencionados acima são, provavelmente, uma escolha mais acertada…

Veículos TVDE passaram a circular com limite de passageiros

É algo que vem em linha com as indicações no Decreto n.2-A/2020, artigo 23º alínea e), onde é determinado o estabelecimento da redução do número máximo de passageiros por transporte para um terço de número máximo de lugares, por forma a garantir a distância adequada entre os utentes dos transportes. Assim, as empresas TVDE já começaram a tomar medidas nesse sentido.

Um email enviado pela Bolt aos motoristas da plataforma refere uma redução do número máximo de passageiros por transporte para 1/3 do número máximo de lugares disponíveis.

motoristas

Por exemplo, os veículos que têm capacidade para quatro passageiros (categoria Bolt normal e Bolt Green) poderão transportar apenas um passageiro, ao passo que os veículos que têm capacidade para seis passageiros (categoria XL) poderão transportar apenas dois passageiros.

Não conseguimos descobrir foi se a Uber aplicou as mesmas medidas, mas, num post de Facebook da Kapten, pode ler-se que a empresa refere um máximo de três passageiros por veículo, nunca utilizando o lugar da frente, pedindo ainda que se evita falar diretamente para o motorista e vice versa.

Os motoristas TVDE devem ainda higienizar as mãos com frequência, bem como desinfetar frequentemente o volante e as maçanetas das portas interiores e exteriores com uma solução à base de álcool ou toalhitas desinfetantes.

Há ainda uma outra nota muito importante: a partir das 0h desta segunda-feira, dia 23 de março, as autarquias “podem definir condições excepcionais destes veículos, incluindo a circulação em dias pares para os veículos com número de matrícula par e a restrição de circulação em dias ímpares para os veículos com número de matrícula ímpar”.

Recorde-se que, recentemente, também as empresas de micromobilidade suspenderam temporariamente as suas operações em Portugal.

Glovo passa a entregar medicamentos da Wells em casa

Foi na passada sexta-feira, dia 20 de março, que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinou o decreto do governo que regulamenta o estado de emergência em Portugal. E isto quer dizer que, apesar de não existir uma quarentena obrigatória, as pessoas devem apenas e somente sair de casa para o estritamente necessário, como comprar comida ou medicamentos. Agora, a Glovo vem dar uma ajuda para este último caso.

É desde a passada sexta-feira que é possível pedir aos estafetas da Glovo que passem numa Wells, que faz parte do Grupo Sonae, e recolham medicamentos não sujeitos a receita médica. Esta é uma opção especialmente útil para quem faz parte de grupos de riscos, como idosos e grávidas.

Wells

E há outra boa novidade: na Glovo, a taxa de entrega é inteiramente grátis para encomendas superiores a 6€ até ao dia 9 de abril. No entanto, caso a vosso pedido seja de valor inferior, também pagam somente uma taxa de 1€.

Recorde-se que a Glovo opera em Lisboa, Porto, Braga, Vila Real, Guimarães, Póvoa do Varzim, Aveiro, Coimbra, Covilhã, Viseu, Leiria, Torres Vedras, Barreiro, Almada, Setúbal, Évora, Faro, Funchal e Ponta Delgada.

Durante estes dias, a assinatura no dispositivo do estafeta passa a ser desnecessária. Podem ainda pedir para que o estafeta deixe o pedido à porta de vossa casa.

Jogos grátis para jogar durante a Quarentena

Em época de isolamento, há muitas formas de nos mantermos ocupados. Por aqui, uma delas é com videojogos. Além dos serviços de subscrição, que incluem centenas de títulos par explorar e dos novos lançamentos, há muitos jogos grátis para resgatar, cortesia das produtoras, por tempo limitado. Aqui ficam alguns exemplos.

Tomb Raider

Além destes jogos, que em breve voltarão ao seu preço normal, há muitas demos para explorar tanto no PC, através dos diferentes clientes, Steam, Uplay, GOG, EA Origin, entre outros, como nas consolas, através da Nintendo eShop, da PlayStation Store e da Microsoft Store.

Se nunca usaram nenhuma subscrição de jogos, agora é também uma excelente altura para darem uso ao período de teste das duas mais populares.

No lado da Playstation temos o PS Now, com um trial de sete dias, que contém um catálogo com mais de 700 jogos para jogar via streaming e uma seleção muito curada de jogos para descarregar na PlayStation 4, onde se pode jogar atualmente títulos como Control, Shadow of the Tomb Raider, Horizon Zero Dawn, Uncharted: The Lost Legacy, entre outros.

E do lado da Xbox temos o Xbox Game Pass que, apesar de não ser totalmente gratuito, pode ser testado por apenas 1€ durante um mês inteiro. Está disponível para PC e Xbox One e conta uma seleção de centenas de jogos, entre eles Ori and the Will of the Wisps, Halo: The Master Chief Collection, Forza Horizon 4, Gears 5 e muitos mais.

Musicais de La Féria vão ser transmitidos todos os dias a partir do Facebook

A iniciativa começou ontem, sábado, dia 21 de março, com a transmissão de My Fair Lady – Minha Linda Senhora, protagonizado por Anabela e Carlos Quintas, e estará “em funcionamento” até 8 de maio. Esta foi a forma que o encenador Filipe La Féria encontrou para levar os seus espetáculos a cada vez mais gente.

“Nestes tempos de solidariedade o Teatro Politeama e Filipe La Féria querem estar próximos de todos os portugueses. A transmissão dos seus espetáculos é a sua forma de contribuir para amenizar as dificuldades por que todos estamos a passar e reforçar a confiança de que juntos venceremos”, diz o post publicado pelo teatro na página oficial de Facebook.

Como é que isto funciona? Basicamente, será possível assistir a um espetáculo diferente por semana. Até dia 27 deste mês, Dia Mundial do Teatro, podem aproveitar para assistir então a My Fair Lady – Minha Linda Senhora. De 28 de março a 3 de abril será a vez de Maldita cocaína; de 4 a 10 de abril o protagonismo será de Música no coração; de 11 a 17 de abril toma lugar Jesus Cristo Superstar; depois A evolução de um grande musical: Severa, de 18 a 24 de abril; A canção de Lisboa, de 25 de abril a 1 de maio; e finalmente Judy Garland: O fim do arco-íris, de 2 a 8 de maio.

Os espetáculos podem ser vistos, a partir das 21h30, na página oficial de Facebook do Teatro Politeama.

Há uma novo site que reúne voluntários para ajudar quem mais precisa

Chama-se Quero Ajudar, foi desenvolvido em apenas três dias por um grupo de profissionais portugueses e brasileiros que se juntaram ao Programa E-Commerce Experience e tem como objetivo superar as dificuldades causadas pelo COVID-19 e promover a união entre os grupos de risco e quem pode prestar a ajuda necessária no território português.

voluntário

De forma simples e intuitiva, o site, que os criadores ousam chamar app, permite que quem precisa de ajuda descreva o seu pedido, que é transmitido à rede de voluntários para que, dessa forma, possam analisar o pedido. Pposteriormente, é estabelecida a ligação entre a pessoa que precisa de ajuda e um voluntário da rede, garantindo ao longo de todo o processo a confidencialidade dos dados pessoais.

Por exemplo, quem precisa de ajuda, basta selecionar essa opção no site e, seguidamente, escolher o tipo de ajuda mais adequado, bem como uma descrição detalhada do que pretende. Nessa fase não será necessário indicar os dados pessoais, mas sim dar e ênfase ao apoio necessário.

Por outro lado, se quiserem ajudar e não pedir algo, podem não só registar-se como voluntários, como ter acesso a alguns pedidos de auxílio na plataforma, sendo que, com a Quero Ajudar, podem então fazer uma boa ação.

Há ainda uma funcionalidade de apoio aos profissionais de saúde, sendo possível doar uma refeição ou outro bem essencial para estes heróis, bem como deixar uma palavra de apoio, um abraço solidário, entre outras coisas.

Centros comerciais cumprem novas regras a partir deste domingo

Ir a lojas de roupa ou de calçado? Esqueçam. Passear pelos centros comerciais? Nem pensar. A partir das 00h deste domingo, muitas das lojas consideradas não essenciais estarão fechadas ao público.

Quem o garante é a Associação Portuguesa de Centros Comerciais – APCC, enquanto interlocutor da indústria dos centros comerciais em Portugal, que informa que os seus associados estão preparados para cumprir as novas medidas decretadas pelo Governo.

Centros comerciais

De acordo com o Decreto n.º 2-A/2020, os centros comerciais continuarão abertos de modo a permitir o funcionamento dos serviços, considerados essenciais.

São eles os super e hipermercados, padarias, restauração e bebidas (apenas para take away ou entrega ao domicílio), serviços médicos, farmácias e locais de venda de medicamente não sujeitos a receita médica, estabelecimentos de produtos médicos e ortopédicos, oculistas, estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene, estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos, serviços postais, papelarias e tabacarias (jornais, tabaco), jogos sociais, clínicas veterinárias, estabelecimentos de venda de animais de companhia e respetivos alimentos, estabelecimentos de venda de flores (e plantas, sementes e fertilizantes), estabelecimentos de lavagem e limpeza seco de têxteis e peles, drogarias, lojas de ferragens e estabelecimentos de venda de material de bricolage, estabelecimentos de manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos e vendas de peças e acessórios e serviços de reboque, estabelecimentos de venda e reparação de eletrodomésticos, equipamento informático e de comunicação e respetiva reparação, bem como serviços bancários, financeiros e seguros.

Tudo o resto terá de fechar.

Os centros comerciais continuarão a assegurar o cumprimento de todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pelas autoridades.