Este é um lançamento que surge num momento em que, devido ao surto da Covid-19, os portugueses tiveram de alterar as suas rotinas diárias. No entanto, é fundamental que as pessoas se mantenham ativas dentro do possível e continuem a praticar exercício físico regular. E foi a pensar na recuperação muscular que a Condi lançou no mercado novas gelatinas prontas a comer que têm ainda mais proteína.
Chama-se, lá está, Gelatinas Prontas a Comer +Proteína, e a marca garante que são únicas no mercado, uma vez que cada unidade tem 40kcal, 10g de proteína e não tem açúcares adicionados. A nível proteico, pode-se dizer que o seu consumo representa o equivalente a, pelo menos, dois iogurtes normais ou dois ovos.
Estão disponíveis nos sabores de Frutos Vermelhos e Manga/Limão, em dois formatos diferentes, de duas e quatro unidades, e podem ser consumidas no pré ou pós treino.
Relativamente às embalagens, são produzidas com menos 20% de plástico, e diz a Condi que isto faz com que se consiga “preservar todos os nutrientes e a frescura necessárias para um consumo fácil e rápido com todo o sabor”.
Já podem encontrar estas nova gelatinas nos sítios do costume, com um pack de duas unidades a custar 1,79€ e a opção de quatro unidades a ter um preço de 2,89€.
Apesar de o Governo português não ter decretado ainda quarentena obrigatória (somente para quem vem do estrangeiro), a verdade é que muitos portugueses optaram por isolar-se em casa, saindo apenas para o estritamente necessário, de modo a conter a propagação da COVID-19.
Há muita gente já a trabalhar em regime de teletrabalho, já outros estão de “férias” forçadas, uma vez que não podem executar as suas funções remotamente. Portanto aproveita-se para meter séries e filmes em dia.
Com várias salas de cinema fechadas em Portugal, estreias adiadas e produções interrompidas, o novo coronavírus está a destruir a economia mundial e pode por em causa o mundo dos filmes em números. Até parece que estamos num episódio de Black Mirror.
Nos Estados Unidos, por exemplo, várias distribuidoras adiaram a estreia dos seus filmes, seja para este ano ou mesmo para 2021. Além disso, vários estúdios suspenderam filmagens, programas de televisão passaram a ser gravados sem público e os canais televisivos cancelaram as apresentações das séries a estrear depois do verão.
A própria Netflix, tão querida dos portugueses, teve de interromper a produção das suas filmes e séries não só nos Estados Unidos, mas também no Canadá. Sofrem com isto séries como Stranger Things, cuja 4ª temporada estava em produção, mas também as séries Grace e Frankie e Ryan Murphy, bem como filmes como The Prom. Consequências? São produções que ficam com data de estreia adiada.
No entanto, continuam a existir muitas séries e filmes à distância de um clique, seja nos demais serviços de streaming, ou para compra/aluguer no iTunes ou Google Play.
James Gunn, conhecido realizador que, atualmente, trabalha na pós-produção de Suicide Squad, sugeriu no Instagram 10 filmes para este período de quarentena voluntária. Bob & Carol & Ted & Alice (1969), Aknyeo (2017), Pretty Poison (1968), The Wanderers (1979), Madeo (2009), Kamera wo tomeruna! (2017), The Bad Lieutenant: Port of Call – New Orleans (2009), Hwanghae (2010), Hail the Conquering Hero (1944) e Giù la testa (1971) foram as películas escolhidas pelo cineasta.
Claro, há outras opções disponíveis nos serviços de streaming, sendo, por isso, mais fáceis de aceder. Há que aproveitar a quarentena.
No Amazon Video, serviço de streaming da gigante americana, o catálogo vai ficando com cada vez mais conteúdos de qualidade. Para além da série The Boys, que vale muito a pena, há outras como The Marvelous Mrs. Maisel, Mozart in the Jungle, Transparent, Homecoming, Modern Love e Star Trek Picard, entre muitas outras.
Para filmes, podem, por exemplo, espreitar John Wick 3 – Parabellum, Hustlers, Green Book, Booksmart, Long Shot, Scary Stories to Tell in the Dark… Há centenas de filmes,entre os quais vários nomeados aos Óscares da Academia.
Voltando à Netflix, ainda a campeã do streaming, tem conteúdo para dar e vender. Sendo mais forte em séries do que em filmes, há produções a não perder, como Ragnarok, I Am Not Okay With This, o reality show Love is Blind, Sex Education, Altered Carbon, Better Caul Saul… Opções para todos os gostos.
E claro, para quem ainda não teve oportunidade de ver os filmes do Studio Ghibli, pode agora fazê-lo, havendo vários filmes já disponíveis como Totoro, Princess Mononoke e Castle in the Sky, só para citar alguns.
No que toca à HBO, o serviço de streaming disponível há menos tempo por cá, não só tem uma catálogo apoiado em produções antigas, muitas delas aclamadas pela crítica, como projetos mais recentes que não deixam nada a desejar, pelo contrário.
Para séries icónicas, podem sempre aproveitar para (re)ver The Wire, Six Feet Under, Boardwalk Empire, Eastbound & Down, Rome, Entourage, Os Sopranos, Deadwood… Sim, são tudo produções da HBO.
Relativamente a algo mais recente, e para quem ainda não teve oportunidade, há sempre Game of Thrones, claro, mas também séries como Watchmen, True Detective, Westworld, Chernobyl, Veep, Silicon Valley, Devs, Years and Years ou Euphoria. A HBO não se foca muito em filmes (embora tenha películas de outros estúdios), mas garantimos que nos faltarão horas sentados frente à TV.
Também não nos devemos esquecer do Apple TV+ nesta quarentena, serviço de streaming da marca da maça. Apesar de muito recente e de, neste momento, não possuir muito conteúdo, há séries que já conquistaram muitas pessoas. Mythic Quest, The Morning Show, Little America, Servant e Dickinson são alguma delas. A Apple promete novidades para breve, embora os planos possam ser alterados devido à atual situação que se vive mundialmente.
Há ainda algo a ressalvar. Devido a este momento delicado que todos passamos, alguns estúdios, que tinham vários filmes ainda no cinema, vão optar por disponibilizar os mesmos através de um serviço de aluguer. Este é um claro teste aos fãs de cinema pelo mundo fora, na medida em que temos uma oportunidade inédita de poder ver novos lançamentos em casa ao mesmo tempo que estes iriam atingir os cinemas.
Se esta iniciativa tiver sucesso, é provável que seja replicada várias vezes. Atenção, isto não é nenhum movimento para extinguir os cinemas. É, sim, uma maneira de apoiar as pessoas envolvidas em cada projeto.
Quando aqui falámos da situação da McDonald’s, que tinha tomado a iniciativa de que os seus restaurantes iriam passar a funcionar apenas com os serviços McDrive e McDelivery (nos casos onde isso é possível), revelámos que, até à data, a Ibersol, que em Portugal explora centenas de lojas da KFC, Pizza Hut e Burger King, recusava-se a fechar os seus estabelecimentos. Pois bem, essa situação mudou em parte.
“Conforme o nosso comunicado sobre a emergência sanitária Covid-19 publicado no dia 18 de março de 2020, foram analisadas as restrições definidas pelo Governo para a nossa atividade em Portugal e respeitando a orientação de manter a economia a funcionar, decidimos proceder ao encerramento de 159 unidades mantendo abertos 182 restaurantes, ainda que operando com um baixo nível de atividade“, refere o documento publicado ontem, dia 23 de março, no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
No entanto, o grupo nortenho liderado por Alberto Teixeira e António Pinto de Sousa, comprado à Sonae há mais de duas décadas, confessa que, devido à “evolução da procura”, poderá fazer alguns ajustamentos, querendo isto dizer que boa parte destes 182 estabelecimentos podem encerrar portas temporariamente.
Não é a primeira vez que tal acontece, e infelizmente também não será a última, pelo que todo o cuidado é pouco. Está a circular um novo email fraudulento que quer fazer acreditar que o Ministério da Defesa da China desenvolveu com êxito uma vacina contra o novo coronavírus, parecendo tratar-se de algo enviado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Mas não passa de mais um esquema para enganar os mais distraídos. Portanto, já sabem, se receberem um email duvidoso, apaguem-no no imediato. Não carreguem em nenhum dos links que surgir nestes emails.
Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviado pelo Serviço Nacional de Saúde?
É fácil. Primeiro, verifiquem logo qual é o remetente. Neste caso, o endereço é info.7to@sns.gov.pt. E como podem verificar, a parte inicial do email não é nada comum e deixa-nos desconfiados, uma vez que mistura letras com números. Portanto, qualquer variante deste endereço significa o mesmo: fraude.
Além disso, e como podem ver pela imagem aqui em cima, o email contém erros ortográficos, falta de pontuação e está escrito como se fosse direcionado ao Brasil, contendo palavras como “você”.
Até agora o SNS ainda não se pronunciou sobre este email fraudulento.
Numa altura em que a maioria da população nacional está confinada em casa, Francisca van Zeller, PR Manager da Aveleda, decidiu, em conjunto com outros colaboradores da produtora onde trabalha, criar um ciclo de workshops online gratuitos. O objetivo, além da partilha de conhecimento, é comunicar o vinho com curiosos e entusiastas, usando uma linguagem simples.
Se o primeiro workshop, realizado no dia 16 de março, se baseou nos passos básicos da prova – que copos escolher, a temperatura de serviço e os seis passos de prova – os próximos workshops já têm temas escolhidos: os estilos de vinho, as características das diferentes castas, etc.
Após as reações que vai recebendo, Francisca adapta os conteúdos dos workshops, sempre coadjuvada por 4 pessoas: a equipa de Relações Públicas da Aveleda, que desenvolve os conteúdos, e um designer que desenvolve o grafismo.
Os workshops realizam-se todas as segundas, quartas e sextas, pelas 19h, em formato live, aqui.
Desde clássicos a estreias recentes de comédia, passando por thrillers ou dramas, a HBO Portugal tem séries imperdíveis para todos vermos durante estes dias em que estamos por casa. Na lista aqui em baixo, damo-vos sete sugestões para maratonas de séries presentes no conhecido canal, sendo que existem conteúdos para toda a família.
A Guerra dos Tronos
Numa terra onde o verão abrange décadas e o inverno dura uma vida, todos os desafios são esperados. Várias famílias estão empenhadas numa aventura mortal para controlar os Sete Reinos de Westeros… Que comece A Guerra dos Tronos!
O Sexo e a Cidade
Esta série conta a história de 4 amigas: Carrie que tem uma coluna num jornal onde escreve sobre relações amorosas; Samantha, que está mais interessada em encontros de uma noite do que em relações a longo prazo; Miranda, a advogada ambiciosa e Charlotte, a eterna romântica.
Friends
Uma comédia inteligente e sofisticada, que nos dá um olhar sobre os corações e as mentes de um grupo de amigos a viver em Nova Iorque.
A Teoria do Big Bang
A Teoria do Big Bang conta a história de Leonard e Sheldon, dois físicos brilhantes que dividem o mesmo apartamento e cujas vidas mudam por completo quando conhecem a belíssima vizinha Penny, acabada de se mudar para o apartamento do lado.
Os Sopranos
A aclamada série, vencedora de 21 prémios Emmy, dá-nos uma visão humoristicamente negra de uma família do crime de Nova Jérsia, cujo patriarca recorre frequentemente à sua terapeuta para superar os problemas nos negócios e na vida privada.
Big Little Lies
Conta a história de três mães: Madeline (Reese Witherspoon), que sente inveja da esposa do ex-marido; Celeste (Nicole Kidman), que vive um casamento aparentemente perfeito e Jane (Shailene Woodley), uma mãe solteira com um passado sombrio.
True Detective
Série dramática da HBO, a primeira temporada concentra-se na perseguição épica a um assassino do Luisiana por dois detetives (Matthew McConaughey e Woody Harrelson). Na segunda temporada, um homicídio bizarro junta três agentes policiais e um criminoso de carreira, com Colin Farrell e Vince Vaughn em papéis principais. A terceira temporada é focada num homicídio macabro de duas crianças em Arkansas que está por resolver há 35 anos, protagonizado por Mahershala Ali (vencedor de um Óscar pelo seu papel em Moonlight) e Stephen Dorff.
O Doom Slayer está de volta em mais um título da série Doom, que viu um ressuscitar com uma abordagem bem moderna em 2016.
Doom Eternal é a sequela deste reboot, introduzindo tanto de novo e rescrevendo tanta regra que parece ele próprio um reboot de um reboot, quando comparado a Doom 2016.
A série original sempre me passou um pouco ao lado, tendo ficado mais apegado ao mundo de Doom com o trabalho feito pela id Software há quatro anos, o que me levou a explorar os jogos mais old school, que são incríveis.
Doom 2016 foi um dos meus jogos favoritos da altura e ainda hoje serve como “Comfort food” quando quero libertar as minhas emoções num jogo, no fundo: “Rip and Tear until it is done”, como a série propõe. Foi, por isso, com muita antecipação, que esperava por Eternal, esperando eu que a fórmula se mantivesse. Mas o que eu encontrei foi algo um pouco diferente.
Seguindo os eventos de Doom, onde o Doom Slayer explora a base da UAC em Marte e, eventualmente, visita o inferno para partir as trombas a hordas de demónios e outras criaturas híbridas, a missão do nosso Space Marine é impedir que as forças interdimensionais demoníacas tomem conta da Terra por completo.
No meio de tanta violência, caos e cenários apocalíticos, há uma irónica sensação de esperança na missão do Doom Slayer, salvando os poucos humanos que restam. Ao longo dessa missão visitamos o planeta Terra, a icónica lua de Marte, Phobos, o dito planeta vermelho e uma série de locais fantásticos localizados noutras dimensões.
Mais uma vez, o jogo volta a tirar partido das capacidades tecnológicas do motor proprietário da id Software, o id Tech, aqui na sua versão 7. Os visuais de Doom estão, como seria de esperar, melhores, e a sua performance é exemplar, pelo menos na PlayStation 4 Slim e na Xbox One X, onde tive oportunidade de o jogar.
Além de mais bonito e eficaz, Doom Eternal é muito mais rico em detalhe e pormenores, muito graças à fantástica direção de arte e algumas decisões que afetam diretamente a forma como jogamos. De fora ficaram os visuais sem-realistas e maioritariamente sombrios de Doom 2016 e o que temos em Eternal é algo bem mais hiper-realista, a roçar o cartonesco, onde as cores negras e quentes continuam a predominar, excepto por alguns fantásticos níveis, mas entram regularmente em contraste com o arco-íris de recursos que rebentam no ecrã cada vez que se mata um inimigo.
As personagens contam com animações mais fluídas e aparências muito mais próximas dos jogos originais dos anos 90, por vezes ignorando o aspeto do jogo anterior com modelos completamente novos. E por falar nas personagens, uma das mecânicas de destaque é que, agora, são maus duros de roer e vão-se desfazendo com pedaços de carne e armadura a saltarem a impacto das balas e projéteis.
Mas as grandes transformações e evoluções de Doom Eternal estão na jogabilidade e no progresso ao longo do jogo. Ao contrário do seu antecessor, que era, no fundo, um FPS tradicional, rápido, com finishing moves e uma gestão de recursos que íamos facilmente apanhando pelo mapa, Doom Eternal foi redesenhado para nos fazer sofrer e, ao mesmo tempo, tirar partido de todo o arsenal à nossa disposição.
Os primeiros momentos de Doom Eternal podem tanto ser de amor à primeira vista, como preocupantes. Pessoalmente recaí no segundo grupo, mas eventualmente apaixonei-me pela forma de jogar. Com poucas munições, armadura e vida, há muitas formas de recuperar o que foi perdido durante a batalha. Finishing moves dão vida, o uso da moto-serra dá munições, inimigos em fogo dão armadura… e isto é apenas no início, com o aumento de habilidades a multiplicarem a forma como podemos recuperar tudo e, de certa forma, a tornarem o jogo mais rápido, frenético e muito divertido. E quando tudo falha, temos alguns inimigos mais inofensivos que servem, literalmente, de “carne para canhão”.
Esta forma de gerir recursos cria um ritmo e loop de jogabilidade muito interessante que, ao equacionarmos a quantidade ridícula de inimigos no ecrã em alguns confrontos, não nos deixa parar nem por meio segundo.
Com este ritmo, se Doom 2016 era um bailado, onde era possível fazer sequências de ação precisas e fluidas, Doom Eternal é uma autêntica rave psicadélica com muito metal, havendo explosões, cores, sangue e muito mais, um pouco por todo o lado.
A cereja no topo do bolo volta a ser a brutal banda sonora de Mick Gordon, que acompanha a ação. Doom Eternal quase que vale a pena pelo fantástico trabalho de Gordon, que mistura eletrónica, metal, djent e coros de heavy metal ao introduzir temas mais variados e ajustados a cada situação, com muito mais dinamismo entre a ação e até com o regresso de temas icónicos do jogo anterior em momentos chave, só para apimentar o “hype” do momento.
Por fim, onde o jogo mudou também bastante foi na sua progressão, ou melhor dizendo, navegação ao longo da nossa aventura. Com espaços mais amplos e até mais verticais, temos muito por onde nos mover durante as batalhas, com a adição de mais elementos dinâmicos para nos fazer voar e ver os grupos de inimigos de outro ângulo, como barras de balanço e “trampolins” espalhados um pouco por todo o lado.
Os níveis são também mais complexos e interligados e requerem agora alguma destreza para serem navegados, com muita plataformas, paredes para agarrar e barras de balanço que nos obrigam a usar o salto duplo, o dash e o belo do timing. Não vou mentir e dizer que é uma excelente adição. Por um lado, torna o jogo mais variado; por outro, torna-se aborrecido, quebrando o ritmo frenético entre batalhas. Às vezes cria alguma frustração, quer pelos segmentos mais complexos, quer por outros onde ficamos perdidos sem encontrar o corredor ou a parede secreta que nos abre o jogo.
E segredos é o que não falta em Doom Eternal. Desde textos de log que expandem e explicam o mundo de Doom Eternal, com informações sobre inimigos, zonas e sobre o estado do mundo, e com muitos itens que nos ajudam a desbloquear tanto as preciosas habilidades, como algumas zonas secretas com batalhas para limpar.
Doom Eternal é um jogo extremamente positivo e motivante. A id Software fez um excelente trabalho para nos cativar, quer pelos segredos espalhados pelo jogo que nos permitem evoluir a personagem, quer pelas opções que nos dá para jogar. A liberdade de alterar a dificuldade é praticamente infinita. Se, a qualquer momento, sentem necessidade de baixar a dificuldade do jogo, podem fazê-lo a meio da batalha. Por outro lado, podem também aumentá-la para tirar partido das novas habilidades.
Além disso, Doom Eternal aposta muito na rejogabilidade de níveis, com muitos objetivos para cumprir e segredos para desbloquear, entre outros, num modelo muito árcade e divertido. À campanha junta-se ainda um modo multijogador (que não considerarei para a nota desta opinião) que, em vez do formato mais tradicional do jogo anterior, coloca jogadores no controlo de demónios contra um jogador na pele de Doom Slayer.
Doom Eternal é, sem dúvida alguma, fantástico. É uma sequela que, por vezes, parece também um novo reboot, com uma jogabilidade mais aprimorada, mas que surge completamente redesenhada, reinventando a ação nos FPS com uma campanha longa, divertida e com muitos incentivos para voltar a repetir ou continuar a jogar depois de se completar.
Doom Eternal está disponível no PC, PlayStation 4, Xbox One e vai chegar em breve à Nintendo Swith.
Doom Eternal
Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4 Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela EcoPlay.
Doom Eternal é absolutamente fantástico, frenético, divertido e surpreendente, com uma nova forma de jogar que parece reinventar o género.
A semana passada foi bombástica para os fãs de videojogos que mal podem esperar pela próxima geração. Num espaço de dois dias, a comunidade ficou a conhecer como é que as próximas consolas vão estar equipadas para os jogos dos próximos cinco a 10 anos e, entre vários detalhes, ficou-se a saber que vão correr jogos de gerações anteriores.
Do lado da Xbox Series X, os jogadores vão poder jogar na sua nova consola jogos da Xbox One, 360 e da consola original, enquanto que os jogadores da PlayStation 5 vão ficar limitados apenas a jogos da PlayStation 4.
Estas informações foram dadas de uma forma pouco esclarecedora, mas agora, de ambas as partes, ficámos a saber ao certo como é que a retrocompatibilidade vai funcionar.
No que toca à consola da Microsoft, a ideia que ficou no ar foi de que todos os jogos das quatro gerações de consolas iriam ser compatíveis com a Xbox Series X. Apesar de essa ser a ambição, a Microsoft ainda não confirmou tal facto.
Em vez disso, esclareceu via Twitter ao explicar que é, de facto, o que se pretende, mas que é algo que está ainda em teste, com centenas de milhares de horas em jogos de gerações anteriores a serem passadas a pente fino, de forma a validar quais os títulos que vão funcionar sem problemas na nova consola. Apesar de não terem sido revelados nomes, sabe-se que sim, que jogos da Xbox, Xbox 360 e Xbox One vão ser compatíveis e que serão, no lançamento, “milhares”.
https://x.com/Xbox/status/1241111301851615232
Já do lado da Sony, o esclarecimento inverte um pouco. Durante a palestra de Mark Cerny sobre as tecnologias que vão integrar a PlayStation 5, foi revelado que a consola vai ser compatível com uma seleção de jogos da PlayStation 4, sendo transmitida a mensagem de que seriam títulos dentro dos 100 mais jogados na atual consola.
A informação parecia redutora e que apenas um número muito pequeno de jogos é que seriam compatíveis com a PlayStation 5, mas tal não parece ser verdade. Numa atualização no blog da PlayStation, pode ler-se a clarificação de que, na verdade, o intuito é trazer até à PlayStation 5 mais de 4 mil jogos da PlayStation 4, e que a informação passada era apenas para exemplificar que, dentro dos 100 mais jogados, um grande número já corre excecionalmente na nova consola. Contudo, ficou por confirmar se a PlayStation 5 irá correr, de alguma forma, jogos da PS3, PS2 ou PS1.
Portanto já sabem, se estão em pulgas para saltar para a próxima geração, mas não estão preparados para largar alguns dos vossos jogos atuais favoritos, a probabilidade de os poderem levar convosco é bastante grande.
Enquanto o Disney+ não estreia em terras lusas e traz consigo a primeira temporada deThe Mandalorian, a Disney e a Lucasfilm continuam a produção da segunda temporada para que chegue a todos já no final de 2020.
Os detalhes das aventuras do novo herói relutante de Star Wars são, para já, escassas. Sabe-se, claro, que os novos episódios irá continuar os eventos da primeira temporada, mas há novidades incríveis para os fãs de Star Wars, ou pelo menos aqueles que conhecem as séries animadas The Clone Wars e Rebels.
A nova temporada vai contar com a participação de uma das personagens favoritas dos fãs, Ahsoka Tano, que irá aparecer pela primeira vez, em carne e osso no ecrã, com a ajuda de Rosario Dawson no seu papel. A novidade foi partilhada originalmente no site Slash Film e rapidamente confirmada pela própria atriz nas suas redes sociais.
Ahsoka Tano é uma das personagens principais de The Clone Wars e, mais tarde, teve também um papel importante em Rebels. A Jedi aprendiz de Anakin Skywalker ficou com o seu destino em aberto no final de Rebels, o que abre portas para novas aventuras além das séries animadas.
The Mandalorian regressa no final do ano, mas os fãs de Ahsoka podem vê-la em ação, noutra série do Disney+, na última temporada de The Clone Wars, que foi ressuscitada por mais uma temporada e que cobre os eventos entre os episódios 2 e 3 da saga Skywalker.
Chama-se Off-Key in Hamburg, foi gravado ao vivo no Hamburg Elbphilharmonie, em Hamburgo, Alemanha, a 8 de agosto de 2019, e tem um cariz solidário.
Este álbum de Father John Misty, que contou com a ajuda da sua banda de longa data e da Neue Philharmonie de Frankfurt, está disponível no Bandcamp e todas as receitas serão doadas ao MusiCares COVID-19 Relief Fund.
Este é um fundo que prestará assistência às pessoas da indústria da música afetadas pelo surto de coronavírus e subsequente cancelamento de vários eventos musicais. Ou seja, o montante angariado pelo fundo será usado para apoiar diretamente aqueles da comunidade musical com maiores necessidades.
O MusiCares foi criado pela Recording Academy para proteger a saúde e o bem-estar de todas as pessoas da música, com oferta de programas confidenciais de prevenção, recuperação e emergência para tratar de questões financeiras, médicas e de saúde pessoal.
Portanto, oiçam o álbum aqui e, dentro das vossas possibilidades, comprem.
A Media Molecule lançou em fevereiro um dos projetos criativos mais ambiciosos desta geração.
Em Dreams, os jogadores são convidados a criar, partilhar e experimentar as criações de outros utilizadores com um nível de detalhe tão grande como os limites da imaginação.
Com uma ferramenta tão poderosa, são muitos os jogadores que tentam recriar não só o que vai na sua imaginação, mas também jogos, mundos e personagens das suas histórias favoritas. E entre tudo isso incluem-se, obviamente, personagens de outros jogos, como por exemplo jogos da Nintendo.
Na perseguição a quem infringe os direitos legais das propriedades intelectuais, a Nintendo começou a “caçar” alguns utilizadores que tenham criado personagens dos seus jogos em Dreams.
Segundo o portal Nintendo Everything, um destes casos aconteceu com o utilizador do Twitter Piece_of_Craft, que recebeu um email da Nintendo a pedir-lhe para remover a sua criação inspirada no Super Mario.
Apesar de uma medida extrema e bastante limitadora para o jogo da PlayStation 4, faz algum sentido que a Nintendo tente proteger a sua imagem, especialmente quando se trata de algo feito numa plataforma onde não tem controlo.
Por outro lado, também revela o poder de Dreams e daquilo que o jogo é capaz de oferecer aos jogadores, onde é possível criar jogos quase tão bons e detalhados como alguns lançamentos que vemos por aí.
Quanto à questão dos direitos de autor, a própria Media Molecule pode remover os projetos que possam comprometer os jogadores. Recentemente, a empresa começou a estudar formas de proteger os direitos de autor de várias propriedades, de forma a que alguns os utilizadores possam, em breve, rentabilizar as suas criações.
O futuro dos eventos motodesportivos, assim como muitas outras áreas, está suspenso. Mas não nos mundos virtuais.
A Nacon, juntamente com o estúdio KT Racing, revelaram não só o seu próximo projeto, como o que vem a seguir, que vai trazer de volta as emoções do Rally, com mais um jogo oficial do FIA World Rally Championship.
Em breve, os fãs do rally vão poder vestir o fato de piloto com mais uma carreira em WRC 9, e a produtora francesa KT Racing revela que já está preparada para WRC 10 e WRC 11, que serão lançados até 2022, sob a licença oficial WRC.
Tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One, WRC 9 vai também chegar à Nintendo Switch e terá versões da PlayStation 5 e da Xbox Series X.
As novidades para esta edição ainda são vagas, mas incluem uma campanha melhorada e baseada em WRC 8 graças ao feedback dos fãs, com jogabilidade aprimorada, melhores oportunidades de atualização da equipa, novos tipos de eventos e uma ligação mais próxima aos eventos da futura temporada.
WRC 9 vai contar com o regresso de novas localizações icónicas como o rally do Quénia, com o Safari Rally, o Rally do Japão e o Rally da Nova Zelândia.
WRC 10 e WRC 11 serão lançados em 2021 e 2022, respetivamente.
Sejam médicos, enfermeiros ou auxiliares de saúde, esta é uma iniciativa doOLX, juntamente com a uppOut, para que estes profissionais possam ter uma habitação nas proximidades dos hospitais e, assim, terem a possibilidade de descansar sem colocar em risco a saúde dos seus familiares.
O projeto solidário surgiu após alguns profissionais terem demonstrado o receio de irem para casa e, assim, entrarem em contacto com as suas famílias. Esta é uma solução e também uma forma de agradecimento a todos os médicos, enfermeiros e técnicos de saúde que têm estado na linha da frente a combater a Covid-19 e que todos os dias se mostram incansáveis perante a pandemia que o país vive.
O OLX criou ainda no site uma categoria com o nome “ajuda Covid-19”, onde os utilizadores da plataforma encontram informação referente aos diferentes projetos que estão em curso para ajudar famílias carenciadas, pessoas idosas e também profissionais de saúde, centros hospitalares e centros de saúde que necessitam urgentemente de equipamentos de proteção individual como máscaras, luvas e batas.
Após o adiamento do evento agendado para abril, devido à pandemia da COVID-19, a organização do Enóphilo Wine Fest Lisboa anunciou agora que o evento deverá realizar-se a 6 de junho, no Lisbon Marriott Hotel. No entanto, e como não se sabe se tudo estará resolvido até lá, este é uma data que se encontra sob avaliação posterior, podendo não ser definitiva.
Quando se realizar, o Enóphilo Wine Fest Lisboa irá reunir 40 produtores de Norte a Sul de Portugal com mais de 300 vinhos à prova para todos os presentes. Além das três provas especiais e do jantar vínico que encerra o evento, a edição deste ano contará com o Velhíssimas, um evento totalmente dedicado às aguardentes nacionais que irá realizar em paralelo com o Enóphilo Wine Fest.
Além desta novidade, e de forma a apoiar os produtores nacionais a venderem diretamente os seus vinhos aos enófilos interessados, a organização anunciou também a disponibilização de um Marketplace no seu site oficial.
Esta é uma plataforma com o propósito de apoiar os produtores nacionais a ultrapassar este momento. A venda é efetuada diretamente entre produtor e consumidor, e as entregas garantidas também pelo produtor em questão, em total segurança e de acordo com todas as normas instauradas pela Direção Geral de Saúde.
A situação de pandemia que vivemos em todo o mundo está a condicionar muito a vida das pessoas. O Estado de Emergência Nacional declarado recentemente, para evitar a propagação da COVID-19, levou a que muitas rotinas fossem reajustadas e reavaliadas.
O Governo anunciou que os documentos caducados a partir de 9 de março serão aceites até 30 de junho de 2020. Neste contexto, e porque não utilizarem a Chave Móvel Digital para renovar e assinar documentos, mas sem sair de casa?
O primeiro passo é, lá está, ativar esse serviço que, entre outras funções, permite renovar documentos e assiná-los. Tudo à distância de alguns cliques. Para pedirem a Chave Móvel Digital, os únicos dados necessários são o número de contribuinte, senha de acesso ao Portal das Finanças, número de telemóvel e e-mail.
Para isso, devem começar por aceder aqui e, logo de seguida, clicarem em Pedido de Chave. Devem depois escolher a “opção b) “Através do Portal das Finanças” para que sejam reencaminhados para o Portal das Finanças, onde devem fazer o login. Neste passo só precisam do número de contribuinte e da senha de acesso.
Seguidamente deverão autorizar que o Portal das Finanças forneça os vossos dados à Chave Móvel Digital e, então, devem criar um novo registo, associando o vosso número de telemóvel e o vosso e-mail.
Finalmente recebem um código de segurança por SMS, devendo inseri-lo onde é pedido. Depois é só esperar cinco dias para que recebam na vossa morada uma carta com o PIN.
É a partir desse momento que poderão começar a usar a Chave Móvel Digital, fazendo a autenticação com o e-mail ou número de telefone e o código PIN.
A utilidade da Chave Móvel Digital (CMD) é muito abrangente, uma vez que nos dá acesso a uma grande lista de portais que nos permite tratar de várias questões, como por exemplo ePortugal, Instituto dos Registos e Notoriado, Segurança Social, Autoridade Tributária e Aduaneira, Caixa Geral de Depósitos, Portal SNS, Millennium BCP, Novo Banco, IMT, Registo Criminal Online, Activobank, ADSE eEDP Comercial.
Com a CMD, poderão ainda renovar o cartão de cidadão sem a necessidade de se deslocarem a um balcão, tendo ainda com um desconto adicional de 10%. Todas as pessoas com mais de 25 anos podem usar esta ferramenta, desde que o CC tenha caducado há menos de 30 dias e tenha sido pedido antes de 1 de outubro de 2017.
Caso tenham o vosso cartão de cidadão caducado, só será possível utilizarem esta solução se já tiverem ativado previamente a CMD. Por outro lado, pessoas com menos de 25 anos têm obrigatoriamente de ir a um balcão.
Numa renovação online, o custo será de, no máximo, 16,20€. Presencialmente este valor sobe para os 18€ (excetuando pedidos urgentes).
Além disso, é também possível fazer a renovação da carta de condução graças à Chave Móvel Digital. À semelhança do que se passa com o cartão de cidadão, há um desconto de 10% face aos 30€ que pagamos se nos dirigirmos a um balcão. De realçar que este valor é apenas para pessoas até aos 70 anos. A partir dessa idade o custo da renovação é de 15€.
Não é propriamente surpreendente, mas, durante estes dias, milhares e milhares de pessoas têm procurado assistir a filmes, documentários ou séries que retratem pandemias. E um deles é Contagion, filme de 2011 realizado por Steven Soderbergh que parece ter chegado a todo um novo público.
Lançado em outubro de 2011 pela Warner Bros. Pictures em Portugal, Contagion conta com um elenco de peso, ou não tivesse nomes como Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne e Gwyneth Paltrow, e conta a história de um grupo de pessoas que tenta sobreviver numa sociedade consumida por uma pandemia. Esta pandemia surgiu devido a um vírus transmitido pelo ar, sendo altamente contagioso e capaz de matar rapidamente.
Ora, só por isto que referimos dá para perceber as semelhanças com a realidade que vivemos e o surto de COVID-19 que enfrentamos atualmente. Apesar de esta não ser, de todo, uma altura recomendável para assistir a este filme, a verdade é que tem sido muito procurado.
No entanto, o vírus apresentando em Contagion é muito mais grave que o novo coronavírus. A forma de transmissão apresentada no filme – pelo ar – e a taxa de mortalidade são duas das principais diferenças.
Curiosamente, a longa-metragem de Steven Soderbergh tem estado novamente a causar burburinho devido ao facto de, na história, tudo começar quando uma personagem decide visitar a China, ficando lá infetada e trazendo a doença para os Estados Unidos. E pronto, a partir daqui já conseguem adivinhar o que vai acontecer…
A história do filme é baseada no vírus MEV-1 e consta que o argumentista do filme, Scott Z. Burns, pesquisou patologias durante três anos de modo a desenvolver o texto. Aliás, vários cientistas consideraram Contagion bastante preciso.
E agora a questão mais importante: onde ver o filme? Legalmente, podem vê-lo a partir do iTunes, Rakuten, YouTube, Google Play Store e videoclube da MEO.
Não é a primeira vez, nem será a última, que falamos aqui do COOKOO – The Kitchen Hub, plataforma de home delivery que junta num só espaço sete restaurantes. Pois bem, a empresa tem agora uma nova iniciativa que será bem útil para os grupos de risco que não podem sair de casa.
A campanha “2 por 1 vizinho”, tal como o nome indica, sugere que os mais jovens peçam comida a dobrar, ficando o custo da refeição do vizinho por conta do COOKOO. E por vizinho refere-se, lá está, os tais grupos de risco, como idosos que não têm acesso à internet ou conhecimentos digitais que lhes permitam encomendar refeições com entrega ao domicílio.
Este 2 por 1, a decorrer até ao dia 27 de março, dá, portanto, 50% de desconto no valor total da encomenda. Basta que, para isso, através do site ou da app COOKOO, peçam refeições de um ou de vários restaurantes disponíveis, utilizando depois o código #2x1vizinho. Depois basta aguardar pela entrega da encomenda em casa, sem qualquer taxa de entrega associada.
Atenção, o desconto aplica-se a encomendas cujo valor atinja, pelo menos, 16€. O COOKOO sugere ainda que, nesta fase, os pagamento sejam realizados via MB Way ou cartão de crédito, evitando, assim, o contacto com o estafeta, que fará a entrega também sem retirar o capacete.
O COOKOO funciona todos os dias ao almoço e jantar, com entregas na zona de Lisboa entre as 12h e as 15h e das 19h às 23h. As encomendas podem ser realizadas em qualquer altura, até com quatro dias de antecedência, preparando a refeições para a semana.
O COOKOO tem disponíveis sete restaurantes distintos, para responder a todos os gostos e necessidades, desde opções para os mais aventureiros, comida caseira para os mais tradicionais e mesmo sopas para as crianças. Conta com o Rosita, mexicano com tacos e burritos, o Tortto, uma autêntica trattoria italiana, e o MOM, com comida de conforto bem ao jeito da mãe. Tem também um fish bar, o Crudo, e um restaurante dedicado ao sushi, o Zao. O Inocente apresenta comida saudável e low carb e o Garden Gourmet é um conceito totalmente vegetariano.
Depois de ter retirado da plataforma todos os anúncios referentes a equipamentos de proteção para o COVID-19, num esforço para impedir a especulação destes produtos, o CustoJusto tem agora outra novidade.
A plataforma de classificados passa a disponibilizar uma nova área na sua homepage denominada #CustoJustoemCasa onde serão destacados alguns serviços online, nomeadamente explicações, formação, aulas de ginástica ou de instrumentos musicais, entre outros.
Além disso, a plataforma também criou uma nova categoria para que os restaurantes possam anunciar os seus serviços, quer de takeway, quer de entregas ao domicílio.
O CustoJusto é um dos maiores sites nacionais de anúncios de classificados.
Há algo que algumas pessoas ainda não perceberam: o novo coronavírus não é transmitido nem afeta os animais. E foi graças a esta problemática que surgiu a #ANIMALAR, a nova iniciativa da comunidade tech4COVID19 que pretende sensibilizar os portugueses para a relação dos animais com o surto de COVID-19.
O principal objetivo da #ANIMALAR é, lá está, evitar o abandono animal. Com o número de casos positivos a aumentar a cada dia e a maior preocupação das pessoas com a sua saúde e o seu bem-estar, os animais nem sempre ficam no topo das prioridades. No entanto, há serviços que estão disponíveis para cuidar deles e a #ANIMALAR surge para lhes dar visibilidade e apoiar os tutores no acompanhamento dos patudos.
Há um website, que podem e devem consultar, que incluí uma série de perguntas e respostas sobre como passear os animais na rua, como cuidar de colónias de gatos, entre outras, para orientar os tutores.
Este foi, de resto, um dos projetos que se juntou ao tech4COVID19, um movimento criado por um grupo de fundadores da comunidade tecnológica portuguesa que pretende criar soluções tecnológicas (estão em curso 20 projetos) que ajudem a população a ultrapassar o desafio da COVID-19.
A adorada dramédia de Jane Austen sobre a procura da alma gémea para conseguirmos o nosso final feliz é reimaginada nesta nova adaptação ao cinema de Emma.. Bonita, inteligente e rica, Emma Woodhouse (Anya Taylor-Joy) é uma inquieta abelha rainha sem rivais na sua pequena e adormecida cidade. Nesta cintilante sátira das classes sociais e das dores de crescimento, ela tem de se aventurar por equívocos e erros românticos para encontrar o amor.
Emma. é a primeira longa-metragem realizada por Autumn de Wilde, bem como o primeiro argumento (para cinema) de Eleanor Catton. Nunca vi adaptações anteriores e filmes de época não são exatamente “a minha praia”, mas isso não significa que não consiga apreciá-los.
The Favourite e Little Women são os exemplos mais recentes de filmes do mesmo género que adoro. A razão principal pela qual senti necessidade de ver esta adaptação prende-se com o facto desta ser o primeiro papel de Anya Taylor-Joy como a única protagonista.
Acredito profundamente que se tornará numa das atrizes mais famosas da sua geração, ao lado de Florence Pugh, Chloë Grace Moretz, Hailee Steinfeld, Kaitlyn Dever, Saoirse Ronan, entre outras. A sua prestação neste filme é mais um argumento para validar a minha previsão. É fenomenal enquanto Emma!
Levei algum tempo a acostumar-me à voz dela, visto que Anya aplica um tom muito mais alto do que o habitual. É muito comum vermos atores com sotaques diferentes, mas mudarem a sua voz como Anya faz, mesmo que seja uma simples modificação, mostra o quão comprometida estava com o seu papel.
Por mais clichê que possa soar, Anya carrega toda a história nos seus ombros. É o elo de ligação entre todas as linhas narrativas e as personagens. Sem ela, o filme não funciona, por isso, a sua performance tinha que ser praticamente perfeita. Anya demonstra o seu alcance e habilidade emocional, bem como um controlo perfeito do guião complexo e rico. A maioria dos diálogos possui frases longas com vocabulário sofisticado, algo que só os melhores atores conseguem lidar sem esforço.
Anya brilha, mas a sua personagem também. O arco de Emma é muito interessante. Para além de “bonita, inteligente e rica”, não respeita os pobres, manipula as decisões românticas de quem lhe é próximo e, por vezes, age de forma muito egoísta e arrogante. A sua transformação numa pessoa melhor é o arco mais cativante do argumento, mas também vai de encontro ao meu problema principal com o filme, no seu geral. Dez minutos dentro e já sabia tudo o que ia acontecer.
Tento sempre evitar pensar muito à frente. Mas quando se trata de relações entre personagens, é tudo tão previsível e óbvio que não consigo deixar de imaginar a história inteira. O mesmo “truque” de escrita é usado ao longo do tempo de execução para distorcer certas relações, tornando-se repetitivo e um pouco maçante. Nunca me senti realmente investido no filme até ao fim da primeira metade. O ritmo está bem equilibrado, mas quando nada é surpreendente, inovador ou criativo no que toca à narrativa geral, não há muito que me possa manter cativado.
O primeiro ato é um pouco confuso, com muitas personagens a ser introduzidas muito rápido. Honestamente, apenas descobri enquanto escrevia esta crítica que uma personagem secundária é familiar de uma das principais. História e personagens são os dois pilares de qualquer filme. Sempre escrevi isto. Se estes dois não funcionarem, então tudo irá desmoronar-se. Está longe de entrar em colapso, sendo até muito bem estruturado, mas é como se estes dois pilares fossem como milhares de outros. Não há nenhuma caraterística distinta que os torne únicos.
Estranhamente, nunca me senti propriamente aborrecido. O elenco faz um bom trabalho ao manter o espetador entretido com tanta prestação notável. Bill Nighy (Mr. Woodhouse) e Miranda Hart (Miss Bates) são muito engraçados. O guarda-roupa é lindo (para além de importante), pois melhora a compreensão da história, identificando claramente quem é rico e pobre.
A produção artística e cenografia são fantásticas, a cinematografia é excelente (Christopher Blauvelt) e a banda sonora é agradável (Isobel Waller-Bridge e David Schweitzer). No entanto, por mais impecável que seja o trabalho técnico, o filme continua carente de um estilo de realização único, algo que é, de alguma forma, esperado, tendo em conta que é a primeira longa-metragem da realizadora Autumn de Wilde.
Resumindo, Emma. não chega ao nível dos últimos filmes de época, como The Favourite ou Little Women, mas é um bom começo para as estreantes Autumn de Wilde e Eleanor Catton.
Anya Taylor-Joy entrega uma prestação excecional ao interpretar uma Emma Woodhouse muito bem escrita, carregando o filme aos seus ombros até ao final, consolidando o seu lugar em Hollywood como uma das atrizes com mais potencial da sua geração. O resto do elenco também é excelente.
O guarda-roupa rouba o “espetáculo técnico”, mas o nível de produção é impressionante. No entanto, a narrativa carece de elementos surpreendentes, tornando a existência desta nova adaptação um pouco questionável. Qual a razão para se fazer outro filme se não há nada de único que o separe dos anteriores? É previsível desde o início, tem um primeiro ato confuso e é muito difícil o espetador sentir-se investido na história antes da primeira hora.
Se gostam de dramédias de época, recomendo. Caso contrário, os outros dois filmes mencionados acima são, provavelmente, uma escolha mais acertada…