Numa altura em que se procura cada vez mais uma alternativa ao consumo de peixe e carne, também as marcas e superfícies comerciais sabem disso e tenta adaptar as suas ofertas às necessidades dos consumidores.
Assim, é com orgulho que o Continente anunciou que passou a ter produtos “com sabor a carne, mas sem conterem carne”. São produtos vegetarianos que fazem parte da gama Powered by Plants.
Os produtos, à base de trigo e proteína de ervilha ou soja, replicam as características sensoriais da carne essencialmente através da combinação de aromas naturais, ervas aromáticas e especiarias, sem recurso a intensificadores de sabor.
Há hambúrgueres, nuggets e almôndegas, sendo que existe algo comum a todos: a garantia de sabor a carne. Os preços são de 2,69€ para o Hambúrguer Preparado Vegetariano (embalagem de 160gr, 100% sabor a carne de vaca) e 5,49€ para o Hambúrguer Preparado Vegetariano (embalagem de 400gr, 100% sabor a frango), Nuggets Preparado Vegetariano (embalagem de 368gr, 100% sabor a frango) e Almôndegas Preparado Vegetariano (embalagem de 360 gr, 100% sabor a carne de vaca).
No entanto, nem todos os clientes ficaram contentes. No Facebook, os utilizadores rapidamente constataram que estes produtos são também compostos por leite e ovos, indicando que esta é uma gama que não foi feita a pensar no vegetarianismo, mas, sim, para quem é intolerante à carne.
Basta comprar um dos menus incluídos na iniciativa.
Em dezembro do ano passado, a Burger King Portugal lançou uma promoção em que oferecia dois meses de acesso à HBO Portugal na compra de determinados menus. Agora, e numa altura em que essa iniciativa já não existe, eis que surge uma nova, desta vez dedicada a outra plataforma: Rakuten TV.
O funcionamento é o mesmo. Vão ao site oficial ou app e escolhem um dos menus incluídos nesta oferta. Fazem o pagamento e, depois, basta aguardar pelo código Rakuten, que chegará ao vosso email após a Burger King entregar o vosso pedido.
Caso não saibam, a Rakuten TV tem um funcionamento diferente das demais plataformas de streaming, na medida em que se trata de um videoclube. Têm duas opções: ou alugam o filme ou, então, adquirem o mesmo, ficando com o título em questão disponível na vossa biblioteca.
No que concerne a esta promoção do Burger King, há que ter em atenção que o código que irão receber serve somente para o aluguer de um filme em HD até 5€.
Este modelo tem um total de cinco camadas com uma capacidade de filtração de partículas igual ou superior a 94%.
Há mais um local, neste caso locais, para comprar máscaras FFP2 NR (não reutilizáveis). Os supermercados Mercadona passaram a vender este tipo de máscaras com o objetivo de responder às necessidades dos “Chefes” (clientes) das suas lojas de toda a cadeia.
A incorporação deste produto junta-se às opções já disponíveis nos supermercados da marca, como as máscaras higiénicas para adultos, que a empresa começou a comercializar no final do mês de maio de 2020, e as máscaras higiénicas para crianças, que estão disponíveis desde o mês de julho do ano passado.
Será desta que vamos deixar de ver os famosos diretos de venda de roupa e outros produtos?
Há quem diga que o Facebook está “morto”. Pessoalmente, não poderia discordar mais. Embora não seja, de todo, a rede indicada para fazer diretos, para mostrar onde fomos e o que comemos (para isso existe o Instagram), nem sequer para ter discussões “saudáveis” ou para criar boas comunidades (para isso existe o Twitter, embora longe de perfeito), milhões de utilizadores e empresas em todo o mundo continuam a usar aquela que é, ainda, a rede social mais utilizada do planeta devido ao facto de não só terem os seus amigos por lá (sim, nem toda a gente gosta de usar WhatsApp), mas por ser uma fonte de informação.
Hoje em dia, o Facebook serve principalmente para isto – informar -, embora existam sempre imensas fake news a circular, principalmente vindas de fontes não credíveis ou por parte de amigos ou familiares que não sabem distinguir o que é verídico ou não.
E com tantos utilizadores, muitas empresas acabam por ter largas bases de fãs no Facebook nas respetivas páginas, fazendo com que possam chegar a tanta gente como nunca chegariam noutra rede social, embora o alcance seja cada vez menor (mas pode-se sempre fazer posts patrocinados).
Para ajudar neste aspeto, existem os famosos Grupos de Facebook, criados por páginas ou utilizadores, que tanto podem ser bem como mal geridos. Um Grupo bem gerido limita as publicações que estejam relacionadas com o assunto do Grupo em si; já outros não são geridos e isso faz com que exista uma inacreditável quantidade de spam. E quando me refiro a spam, falo especificamente da quantidade de gente que usa os Grupos do Facebook para fazer diretos onde vendem roupa e outro tipo de produtos.
Posso dizer que sou moderador/administrador numa série de grupos e é quase inacreditável a quantidade diária de pedidos de aprovação por parte de membros que tentam colocar conteúdos dentro dos respetivos grupos, mas cujo assunto não está, em nada, relacionado com os mesmos. Não tenho nada contra esse tipo de diretos, mas façam-nos em grupos relacionados ou direcionados para vendas. Parece-me lógico.
tudo isto para dizer que o Facebook está atento a isto e vai começar a restringir o alcance de grupos que violam as regras. Em casos mais graves, os grupos poderão mesmo ser apagados.
O Facebook defende que os Grupos e respetivos membros que violam as regras devem ter um alcance reduzido, com restrições cada vez mais severas, até que sejam definitivamente removidos. Assim sendo, a rede social vai começar a avisar quem quiser entrar nestes Grupos que está a entrar num Grupo que tem um certo número de violações aos Padrões de Comunidade da rede social. Estes Grupos vão ter ainda menos notificações para convidar novos membros e, para quem já é membro, vai ver a atividade deste grupo com cada vez menos importância no News Feed.
O Facebook também vai começar a exigir que os Administradores e Moderadores aprovem todas as as publicações quando o Grupo tiver um número significativo de membros que violam os Padrões de Comunidade. Se um Administrador ou Moderador aprovar repetidamente um conteúdo que viole as regras, o Grupo é removido.
Em abril de 2020, a organização do Festival do Crato anunciava a não realização do evento nesse ano, com a convicção de que seria possível, em 2021, realizar o evento e a 36.ª Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato. Pois bem, e numa altura em que a vacinação já está a decorrer, mas onde reina a incerteza, a organização veio agora informar que este também não será o ano de retomar as festividades.
“Por motivos de responsabilidade social e sanitária a Câmara Municipal irá manter o adiamento do Festival do Crato e Feira de Artesanato e Gastronomia para o próximo ano”, diz um breve comunicado nas redes sociais. “A decisão acarreta sopesar as vantagens e as consequências da realização de um evento de massas na atual pandemia antevendo o contexto que atravessaremos no mês de agosto, já que a organização de um festival como o nosso obriga planeamento prévio com largas semanas de antecedência e um investimento com elevado risco de não retorno.”
Embora a organização nunca tenha adiantado datas para a 36.ª Feira, a almejada edição deste ano fica assim sem efeito.
E vai haver mais ofertas durante os próximos quatro meses.
Depois de abrir a sua iniciativaPlay At Home com a oferta de Ratchet and Clank sem qualquer custo associado aos jogadores da PlayStation 4 e PlayStation 5, a PlayStation revela ainda mais ofertas para os próximos tempos.
Guarda e joga quando quiseres, é de borla. É esta a ideia da iniciativa Play At Home que, no passado, já ofereceu também Uncharted: The Nathan Drake Collection e Journey.
Este ano, a iniciativa é mais ambiciosa. A partir do dia 26 de março, os jogadores vão poder adicionar à sua biblioteca mais nove jogos, entre eles cinco títulos independentes e quatro títulos para o PlayStation VR. São eles:
Jogos Indie:
AbzÛ: As mentes criativas responsáveis por Journey apresentam-nos ABZÛ, uma maravilhosa aventura subaquática, onde os jogadores poderão mergulhar num vibrante e misterioso mundo repleto de cor e vida. ‘ABZÛ’ é um termo que remonta às mitologias mais antigas AB, significa água e ZÛ significa conhecer. ABZÛ é um oceano da sabedoria;
Enter the Gungeon: Enter the Gungeon é um jogo de tiros e exploração de masmorra, onde um bando de esquisitos vai precisar de atirar, saquear, dar cambalhotas e se proteger para conquistar a redenção pessoal e o tesouro supremo do Gungeon lendário: a arma que pode matar o passado;
Rez Infinite: Os jogadores terão, com este título, a oportunidade de se prepararem para a derradeira versão de Rez, uma empolgante viagem sonora e visual cheia de tiroteios, remasterizada e atualizada em exclusivo para a PlayStation 4 e PlayStation VR;
Subnautica: Neste título os jogadores aterram num mundo oceânico alienígena após um acidente, e o único caminho a prosseguir é para baixo. Os oceanos de Subnautica vão desde rasos corais banhados em luz a solar a traiçoeiras fossas oceânicas, planícies de lava, bioluminescentes rios subaquáticos;
The Witness: Neste título os jogadores acordam sozinhos numa estranha ilha cheia de quebra-cabeças que os irão desafiar e surpreender. Não têm memoria de quem são e de como foram ali parar, e só há uma coisa que podem fazer: explorar a ilha na esperança de descubrir pistas, recuperar a memória e, de alguna forma, encontrar uma maneira de regressar a casa.
Jogos para o PlayStationVR:
ASTRO BOT Rescue Mission: ASTRO BOT Rescue Mission é um jogo de plataformas criado, em exclusivo, para o PlayStation VR, onde os jogadores terão de ajudar Astro, o capitão de uma nave espacial, a salvar a sua tripulação, que se perdeu depois de um incidente no espaço;
Moss: Moss é um jogo de enigmas de ação e aventura para um único jogador desenvolvido pela Polyarc especialmente para a plataforma VR. Ele combina os componentes clássicos de um jogo, como personagens envolventes, combate e exploração cativantes e com as vantagens da realidade virtual;
Thumper: Thumper é um jogo de violência rítmica com muita ação, jogabilidade brutal e velocidade burlesca. Os jogadores são um besouro espacial prestes a desbravar o vazio do espaço infernal e derrotar um maníaco cabeçudo do futuro;
Paper Beast: Nascido da imaginação de Éric Chahi, este jogo permite aos jogadores explorarem um mundo habitado por criaturas exóticas e surpreendentes e moldarem o ambiente para superarem obstáculos e quebra-cabeças. Descobrir os mistérios de Paper Beast será um verdadeiro desafio para todos os jogadores que se atreverem a explorar esta aventura única em realidade virtual com o PlayStation VR.
Mas os miminhos não se ficam por aqui. A PlayStation revelou também aquele que promete ser o maior presente desta iniciativa, com a oferta da Edição Completa de Horizon Zero Dawn para todos os jogadores, a partir do próximo dia 20 de abril.
Estas são apenas algumas adições à iniciativa que começou no início de março e que irá chegar com mais novidades até junho.
Com confinamentos imprevistos e atualizações quase semanais sobre a abertura do país, os cinemas nacionais não estão a conseguir acompanhar a estreia internacional de alguns dos filmes mais esperados do ano. Tal resulta em estreias em atraso, cancelamentos e, em algumas situações, estreias no limbo.
Entre as estreias mais próximas temos Mortal Kombat, um dos filmes que, em território norte-americano, terá um lançamento híbrido: nos cinemas onde for possível ser exibido e no serviço de streaming HBO Max.
Por cá, como o serviço ainda não existe oficialmente, com a única alternativa a ser a HBO Portugal, a Warner Bros. pretende lançar o filme apenas nos cinemas. E com isso, este tem uma nova data.
Aquando da revelação do primeiro trailer, Mortal Kombat tinha data marcada para 15 de abril nos cinemas. Contudo, sofreu um pequeno atraso de quatro dias, mais precisamente para o dia 19 de abril.
Esta data coincide com a reabertura prevista da cultura, derivada do atual confinamento, que acontece nesse dia, quando cinemas, teatros, auditórios e salas de espetáculo voltarem a receber público.
Assim, se tudo correr bem, Mortal Kombat poderá ser uma das primeiras experiências de cinema pós-confinamento.
Quando questionada sobre outras grandes estreias da Warner Bros., especificamente sobre Godzilla Vs. Kong, que inicialmente tinha data de estreia nos cinemas a 31 de março, os representantes portugueses não nos puderam confirmar como seria feita a estreia, pelo que, atualmente, ficará no limbo. Ou como consta nos posters, “Brevemente nos cinemas”.
Um regresso seguro à fórmula clássica do género naquele que será um dos exclusivos mais esquecíveis da Nintendo Switch.
Esta talvez não seja a análise que esperam de Bravely Default II e muito menos será uma ponderação dentro do meu estilo habitual, mas o cansaço que sinto em torno de um género que me é tem de ser evidenciado. Este texto é tanto uma análise ao saudosismo desta série da Square-Enix, como um exercício psicanalítico pessoal, no sentido de tentar perceber como uma fórmula que me acompanhou durante os meus anos formativos é agora capaz de me sugar a vitalidade de todos os poros do meu corpo.
Se não estão dispostos a acompanhar uma análise mais pessoal e, assumidamente mais negativa, posso saltar, por momentos, para o final e confirmar-vos que Bravely Default II é um bom jogo. Apesar de não ter jogado os títulos anteriores, lançados na Nintendo 3DS, posso concluir com todas as certezas que é um excelente sucessor da sua fórmula clássica, mantendo a aposta num mundo extenso, composto por cenários pintados à mão – que mais se assemelham a livros infantis –, e num sistema de combate por turnos que se constrói em torno do sistema de Jobs, onde podemos combinar e alterar classes ao longo da campanha. As suas mecânicas são totalmente funcionais, os combates são desafiantes e existem não só missões secundárias, como classes adicionais para descobrir, tal como itens e armaduras raras, e ainda uma aposta num serviço online onde, em tempo real, lançarão um barco em busca de tesouros.
Dentro do seu design, Bravely Default II é o mesmo jogo que já viram vezes sem conta ao longo de décadas. O que tornou o original num sucesso, em 2012, fora a sua recusa pelas normas contemporâneas, de mundos abertos e de sistemas de combate mais vocacionados para a ação, retornando os ponteiros do relógios para uma era mais simples, mas reconfortante, recuperando a narrativa tradicional em torno de quatro heróis da luz em busca dos quatro cristais do mundo. Durante a viagem, descobrem aliados e vilões, quase sempre sob a forma de um império totalitário que procura os cristais para o seu benefício, mas também pequenas estórias que complementam a mitologia do seu mundo, ainda que de uma forma básica e quase sempre assente em clichés do género. Na sequela, temos exatamente a mesma forma: 2012 foi há muito tempo.
Parti para Bravely Default II com vontade de regressar ao passado e de redescobrir um género que me consumiu centenas de horas durante a adolescências, mas é duro reconhecer que o tempo não foi simpático para estes spin-offs da Square-Enix. A estória, como sempre, cansa e constrói-se demasiado nas estruturas dos títulos em que se inspira para ter uma ponta de originalidade, ainda que se esforce para criar momentos dramáticos e uma maior profundidade no relacionamento entre personagens – utilizando agora momentos de diálogo muito semelhantes aos presentes na série Tales of. Mas em cinco horas, o cansaço já se estava a instalar e as falas sem personalidade ou força dramática arruinaram o que poderia ter sido uma viagem nostálgica. No entanto, surge também o momento em que tenho de admitir que o problema poderá ser apenas meu, este cansaço que sinto, mas há sempre uma vontade em perceber como a fórmula poderá evoluir e melhorar com os anos de progresso entre o jogo original e a sua homenagem.
Existem, reforço, elementos positivos neste projeto da Square-Enix. Apesar de não conseguir voltar atrás e embrenhar-me totalmente num sistema de combate por turnos, ainda que existam exceções – como o sistema Press Turn, da série Shin Megami Tensei –, as mecânicas de Brave e Default são empolgantes. Como o meu primeiro contacto com estas mecânicas aconteceu nesta sequela, tudo me pareceu fresco e aliciante, apesar de não poder analisar como evoluíram de jogo para jogo. A ideia é simples: controlar os nossos turnos e utilizá-los à nossa maneira. Com a opção Brave, podemos utilizar vários turnos de uma vez e atacar os inimigos com uma sucessão de golpes, magias ou itens que nos permitem criar uma vantagem acentuada.
No entanto, surgem aqui dois problemas. Não só os inimigos têm a mesma habilidades, como ficamos incapacitados de atacar se utilizarmos todos os turnos de seguida, obrigando-nos a esperar enquanto os turnos utilizados são repostos. Por outro lado, temos a opção Default, o seu inverso, que nos dá a possibilidade de não só defender, mas também arrecadar um total de três turnos adicionais que poderemos utilizar a qualquer momento. Desta forma, a série Bravely Default molda o tradicional e cansativo sistema por turnos à sua mercê, dando ao jogador mais opções de ataque e uma maior sensação de estratégia – culminando num excelente equilíbrio entre o poder da nossa equipa e o número de inimigos em campo.
Bravely Default II não é um jogo propriamente acessível, especialmente nas batalhas contra bosses, mas existem Jobs e habilidades suficientes para fazerem face a qualquer criatura inimiga. Apesar de não termos uma aposta no posicionamento das nossas personagens, como em alguns títulos da série SaGa, temos, em contrapartida, a presença de um sistema de vulnerabilidade. Cada inimigo tem uma fraqueza que poderemos explorar para aumentar o dano que não fica restrita às magias ou aos elementos naturais. As espadas, adagas, arcos, machados, entre outros, também contam como fraquezas, o que nos motiva a combinar ataques físicos e classes – existe a possibilidade de ter um Job principal e outro secundário – com maior regularidade. De facto, a possibilidade de equiparmos mais do que uma arma é também uma força motora para este sistema, visto que existe uma maior aposta na variedade de equipamentos em combate. Simples, mas eficaz a longo prazo.
O problema do sistema de combate é a sua rotina. Mais uma vez, talvez esteja perante um problema unicamente pessoal, mas relembro que estamos a meio de uma sessão psicanalítica. A repetição de combates, de ações e de espera são exasperantes em Bravely Default II. Mesmo com os seus sistemas interessantes, é impossível não sentirmos que a lentidão do jogo levará sempre a melhor. Os grupos extensos de inimigos, por exemplo, são um desafio empolgante no início, mas rapidamente se transformam em dores de cabeça quando percebemos que acabamos de encontrar mais um combate de dez ou mais minutos. O ritmo, para mim, não é eficaz e os ataques físicos nunca tiram verdadeiro partido das vulnerabilidades dos inimigos, apesar do que descrevi em cima.
São mecânicas que funcionam, sim, mas que não evoluem e perdem a sua versatilidade de combate para combate. Mesmo com a presença de uma quinta personagem (que não podemos controlar) e da opção de acelerar os combates, algo se perde na rotina deste sistema velho e com um cheiro forte a naftalina.
No entanto, a presença de várias classes mantém o combate vivo e saudável. Apesar de não ser o seu maior fã, pois sinto que este sistema já precisa de alguma variedade, a verdade é que a combinação e variedade de classes são aliciantes e o jogo faz um excelente trabalho em conciliar aquelas que estão ligadas à progressão da campanha – e que são obrigatórias – das classes adicionais e secretas. No fundo, sentimos que estamos constantemente a encontrar novas opções de personalização que nos motivam a mudar a estratégia, o armamento e o foco da nossa equipa. As opções são empolgantes e a variedade de combinações dependerá da imaginação de cada jogador, mas existe sempre espaço para a experimentação e para aqueles que querem completar o jogo a 100%. A base é sólida, mas já a vimos repetida em inúmeros jogos. A magia, para mim, desapareceu.
Peço desculpa pelo pessimismo desta análise, mas quero demonstrar e deixar assente a minha frustração com o género RPG. Eu compreendo o foco de Bravely Default II e a sua aposta em mecânicas clássicas e numa campanha que é, em todos os sentidos, nostálgica, mas não consigo fechar os olhos ao facto de estar a jogar o mesmo jogo pela centésima vez. Eu sei que esta é uma conclusão injusta, talvez até demasiado pessoal, mas há, para mim, um limite no saudosismo. Não basta imitar, é necessário inovar e construir um novo degrau na evolução do género, e Bravely Default II não é esse degrau. É uma planície que utiliza os mesmos estereótipos de personagens, os mesmos clichés, construção de mundo, mecânicas e até estilos visuais – o modelo dos heróis continua a ser inspirado por Final Fantasy: The 4 Heroes of Light e a arte de Akihiko Yoshida – de outros jogos: e eu não consigo aguentar mais este formato.
Estou a ser demasiado duro, mas é uma luta interna. Eu quero adorar Bravely Default II e deixar-me perder no seu mundo tal como acontecia há 15 anos atrás, mas não é possível. O tempo passou e preciso de algo novo, mais arrojado ou então diferente o suficiente para ter a sua própria identidade. Mas reforço: Bravely Default II é um bom jogo.
Se adoram RPGs e não têm quaisquer problemas com combates por turno, há muito para descobrir neste exclusivo da Nintendo Switch, mas se, como eu, se sentem cansados com o género e já não toleram os seus clichés, então a mensagem é clara: evitem. Crescer é horrível, ficarmos velhos será sempre aterrador e é com esta sensação que abandono Bravely Default II. Cai a cortina.
Disponível para: Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela Nintendo Portugal.
Fizeram pré-reserva digital do jogo para a Xbox e têm acesso ao Game Pass? Então aproveitem para pedir o reembolso.
A chegada de Outriders ao Xbox Game Pass no dia de lançamento, a 1 de abril, foi uma surpresa para todos os jogadores da consola da Microsoft. Porém, para alguns não foi propriamente positiva, especialmente se decidiram pré-reservar o jogo, algo que muitos jogadores fizeram depois de experimentarem a demo atualmente disponível para PC e consolas.
Mas há boas notícias. Se fizeram pré-reserva de Outriders e sentiram-se lesados pelo anúncio da chegada do jogo ao Xbox Game Pass, podem pedir reembolso. Quem sabe um dia irão aproveitar o desconto exclusivo de subscritores para o voltar a comprar, se o quiserem ter para sempre na vossa biblioteca.
A novidade foi avançada no sub-Reddit do jogo por representantes da Square-Enix que explicam como é que os jogadores podem fazer o pedido de reembolso do título, mas também chamando a atenção da perda de alguns benefícios da pré-reserva nesse processo.
Se pré-reservaram Outriders para a Xbox e pretendem cancelar, já que o podem jogar sem custos adicionais através do Xbox Game Pass, basta visitarem o vosso Histórico de encomendas, aqui. Encontrando a compra de Outriders, basta clicar em Cancelar. Para quem usou PayPal ou cartão de crédito, o valor da compra será devolvido sem custos adicionais, assim como também quem usou o crédito da Microsoft via Gift Cards.
Na publicação no Reddit, fica também dito que, quem não encontrar a opção de cancelamento, deverá voltar ao histórico dentro dos 10 dias seguintes ao lançamento do jogo (até 10 de abril) e contactar a equipa da Xbox através da página de reembolsos.
O pedido de reembolso de Outriders irá descartar benefícios, como o acesso ao Hell’s Rangers Content Pack, que era um incentivo à pré-reserva. Os jogadores que iniciarem a sua aventura através do Xbox Game Pass não terão acesso imediato ao conteúdo, mas poderão comprá-lo em separado, com 10% de desconto.
Podem ler a mensagem completa da Square-Enix, aqui.
Aproveitem para juntar alguns dos jogos mais aclamados da PlayStation à vossa biblioteca até ao final do mês.
Há uma nova promoção na PlayStation Store dedicada a jogos muito baratinhos. É a campanha “Jogos por menos de 20€”.
A campanha, que pode ser acedida via PS Store no PC ou nas consolas PlayStation 4 e PlayStation 5, inclui jogos da série Assassin’s Creed, Batman Arkham e até exclusivos como MediEvil ou The Order: 1886.
Ao todo, são mais de 20 jogos e bundles em desconto por tempo limitado, com o destaque a ir para as seguintes ofertas:
Desde o final do ano passado que os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate já podiam tirar partido das vantagens do EA Play nas consolas, algo que atualmente garante o acesso a mais de 80 jogos adicionais, que incluem títulos desde a Xbox original.
Agora, a partir desta semana, já no dia 18 de março, os jogadores de PC com subscrição Xbox Game Pass Ultimate e Xbox Game Pass para PC também vão poder ver o seu catálogo a crescer com uma seleção de jogos imperdíveis da Electronic Arts.
Ao todo, vão-se juntar mais de 60 jogos da EA, entre elesStar Wars Jedi: Fallen Order,FIFA 20, Titanfall 2, Need For Speed Heat, assim como outros jogos destas e outras franquias, como Battlefield, Madden NFL e The Sims.
Além dos jogos, haverá também acesso a recompensas para alguns títulos, como packs Gold Team Fantasy MUT, packs de celebração para Madden 21, Weapon Charms de Mass Effect para Apex Legends e muito mais.
A subscrição do EA Play para o Xbox Game Pass para PC será algo semelhante à subscrição básica do serviço em versão standalone, ou seja, os subscritores terão acesso a uma biblioteca em constante atualização, com a chegada de novos jogos depois de um período após o seu lançamento oficial. É o caso de Star Wars: Squadrons, que ficará disponível no serviço para Xbox e PC agora, apesar de ter sido lançado no final de 2020.
Contudo, os jogadores podem tirar partido de vantagens únicas, como a experimentação de novos lançamentos com trials de 10 horas, como é o caso de FIFA 21, que pode ser jogado por um período limitado.
Para os subscritores do serviço no PC poderem começar a explorar a sua nova biblioteca, terão que descarregar o cliente EA Desktop App, atualmente em fase beta, e fazer o login com a sua conta da EA, de forma a sincronizá-la com a conta da Xbox.
Para explicar o processo, a equipa da Xbox criou um vídeo-guia para nos orientar.
E assim, a biblioteca do Xbox Game Pass ganha ainda mais jogos, para todos os gostos e tipos de jogador. Resta agora saber por onde começar a jogar.
A jornada do Doom Slayer em Doom Eternal está a chegar ao fim com a segunda expansão do jogo lançado em 2020.
Depois de muita antecipação, a Bethesda e a id Software revelaram a data de lançamento de The Ancient Gods Part II, o conteúdo extra do jogo que faz parte do Year One Pass e da Deluxe Edition de Doom Eternal.
The Ancient Gods Part II chega, assim, ao PC e consolas já amanha, 18 de março, com as portas do inferno à nossa espera para derrotar o próprio Dark Lord.
Como costuma ser hábito, podemos já ver um pouco do que nos espera num trailer épico que nos leva a novos ambientes e que nos apresenta novos tipos de inimigos, em combates com uma escala nunca antes vista na série, que quase lembram o desfecho de Avengers: Endgame. É o fim de Doom Eternal e parece que vai ser glorioso.
A expansão irá ficar disponível para quem já tem o Year One Pass, ou a Deluxe Edition do jogo, que inclui ainda uma nova Skin e um pack de sons clássicos para as armas.
Doom Eternal e as suas expansões podem ser jogadas no PC e consolas.
Se costumam andar às novas tendências de mercado, decerto já terão reparado no surgimento de cada vez mais bebidas Hard Seltzer. É uma nova categoria do mercado que, basicamente, dá aos consumidores uma bebida que consiste em água gaseificada com álcool e um leve toque natural de fruta.
Não há dúvida que vai ser uma tendência no nosso país. Bastará aguardar para que nos possamos reunir com os nossos amigos normalmente, seja ao final da tarde de trabalho ou numa qualquer festa, que irão começar a reparar muito frequentemente nestas novas bebidas em lata.
Aqui no Echo Boomer já falámos da Phunk, da Pure Piraña e, agora, temos mais uma marca para abordar: Selza.
Esta nova marca nasceu durante a pandemia e é produzida em Portugal. À semelhança das restantes, trata-se de água gaseificada com álcool e um leve toque natural de fruta que surge em formato lata.
Diz a Selza que é uma “bebida alcoólica saudavelmente libertadora”. E nós não duvidamos. Vegan e naturalmente gluten-free, as bebidas da Selza contêm apenas ingredientes naturais, sem aromas artificiais ou edulcorantes escondidos.
São bebidas leves (contêm apenas 75 kcal por lata) e, como é óbvio, deve ser bebidas bem frescas das respetivas lata ou num copo de gelo. Há dois sabores à disposição: Lima Hortelã e Manga. Recebemos umas amostras na redação e podemos dizer que ambas as variedades são ótimas.
Caso queiram experimentar, podem já adquirir no site oficial packs de 12 unidades por 22€.
Há mais jogos a tirarem partido das capacidades das novas máquinas.
A partir de agora, os jogadores de The Outer Worlds podem contar com uma experiência mais suave, com o recém-recebido suporte de 60FPS para a PlayStation 5 e Xbox Series X. A Obsidian lançou a atualização de preparação para a nova expansão disponibilizada hoje, 17 de março, Murder of Eridanos, que conta com esta funcionalidade surpresa.
Com cerca de 26GB, o patch 1.0.7 liberta, assim, a taxa de frames do jogo, permitindo uma experiência a 60FPS nas novas consolas, com exceção da pequena Xbox Series S.
Murder of Eridanos é a segunda e última expansão de The Outer Worlds, podendo ser jogada no PC, consolas Xbox e PlayStation.
Além de The Outer Worlds, houve outro jogo a receber atualizações de nova geração, mas apenas na Xbox Series X. Com a sua mais recente atualização, o jogo de destruição motorizada, Wreckfest, consegue correr agora a 60FPS com resolução em 4K.
Tal como The Outer Worlds, esta atualização chega também a tempo de novos conteúdos, neste caso novos torneios, dando assim a oportunidade perfeita para os jogadores poderem ligar de novo os motores.
Wreckfest pode ser jogado no PC, consolas Xbox e consolas PlayStation.
Preparem-se para fritar a pipoca no novo exclusivo PlayStation.
A Housemarque e a equipa da PlayStationrevelaram um novo e misterioso trailer para o próximo exclusivo da PlayStation 5, Returnal.
Inspirado em jogos roguelike com elementos aleatórios, Returnal mistura ainda ação explosiva e uma narrativa cinemática com elementos de horror e sci-fi.
O novo trailer para Returnal (aqui em português) mostra um pouco de todos esses elementos, convidando os jogadores a acompanhar a jornada de Selene após despenhar-se no estranho planeta de Atropos, que muda de ambiente e apresenta novas ameaças sempre que a nossa missão falha.
No blog da PlayStation, Greg Louden desvenda alguns mistérios do conceito de Returnal. Com uma breve sinopse dos eventos do jogo, explica como é que o mundo do jogo vai desafiar os jogadores durante o combate e exploração, como podemos explorar as aventuras falhadas de outros jogadores e o papel dos momentos na primeira pessoa para avançar na história. Podem ler tudo em grande detalhe, aqui.
Returnal é um exclusivo para a PlayStation 5 e chega à nova consola da Sony no próximo dia 30 de abril.
Haven é o novo estúdio de Jade Raymond, que vai começar por produzir um jogo para a Sony.
Com mais de 25 anos de experiência na indústria, que conta com a criação de uma das sagas de maior sucesso da história dos videojogos, Assassin’s Creed, Jade Raymond passou pela Ubisoft, Electronic Arts (com o estúdio Movite) e foi vice-presidente do Google Stadia. Agora, como se isso não bastasse, vai ajudar a Sony Interactive Entertainment, expandindo o seu catálogo através do seu novo estúdio independente.
Haven é o nome do novo estúdio, liderado por Raymond e composto por um talentoso grupo de produtores com o objetivo de criar jogos de forma livre e sem barreiras. O anúncio do estúdio foi feito através do blog da PlayStation, sendo que esta novidade é nota de destaque porque o estúdio independente recém-criado vai começar por criar um título completamente novo para a Sony Interactive Entertainment. Por outras palavras, um exclusivo para as consolas da Sony, pelo menos no seu lançamento.
Os detalhes são escassos, pois o título ainda não foi anunciado, mas tudo aponta para que seja algo a seguir com algum entusiasmo.
Esta não é a primeira vez que a Sony Interactive Entertainment se junta a veteranos da indústria com os seus estúdios independentes, sendo o maior destaque Death Stranding, da Kojima Productions, liderado pelo lendário Hideo Kojima.
Algures entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão.
Em março do ano passado, foi assinado um Memorando de Entendimento entre várias empresas que pretendiam desenvolver um novo conceito de Innovation District para a região de Almada, algo que passava pelo desenvolvimento de diversos equipamentos que promovam e potenciem processos de inovação, de investigação e estabelecimento de negócios complementado com meios residenciais, turísticos e de lazer.
Agora, um ano depois, eis que temos novos detalhes sobre este Innovation District. Essencialmente, tratar-se-á de um nova cidade na margem sul do Tejo, cuja localização ficará algures entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão, no concelho de Almada. No fundo, serão 399 hectares que vão ganhar uma nova vida com habitação, comércio e serviços.
Com várias fases, este projeto pretende não só a construção de casas, mas também a instalação de empresas. Irá desenvolver-se ao longo de muitos anos, sendo que, nos primeiros 10, irão começar a ver-se os primeiros efeitos.
Na primeira fase, o Innovation District vai contar com um investimento de 800 milhões de euros (dinheiro de privados), prevendo-se criar 17 mil novos postos de trabalho só nesta fase inicial. Será uma cidade moderna, inclusiva e sustentável.
“Jake e Mati são dois estrangeiros na cidade do Porto que tiveram uma breve, mas íntima relação. Permanece um mistério sobre os momentos que partilharam. Na busca alternada entre as recordações mais dolorosas e os momentos de maior felicidade, voltam a viver as profundezas de uma noite escondida pelas consequências do tempo”. Este é o mote para os subscritores da HBO Portugal que queiram assistir à longa-metragem Porto, o primeiro filme de distribuição internacional a ser rodado na cidade e que está agora disponível na plataforma de streaming.
Rodado em 2015, Porto, de Gabe Klinger, foi gravado em película de 35 milímetros e nomeado para 17 prémios em festivais de cinema internacionais e foi exibido em tantos outros de renome. A estreia em salas comerciais portuguesas aconteceu em 2017.
Do elenco de Porto, além de Lucie Lucas, faz também parte o russo Anton Yelchin, falecido num acidente poucas semanas depois de interpretar o coprotagonista da história.
Agora que os portugueses começam a desconfinar, há cada vez mais vontade de viajar para novos destinos, algo que poucos têm conseguido fazer desde que a pandemia de COVID-19 surgiu.
Contudo, há, também, quem procure destinos que promovam práticas sustentáveis, tornando-se, assim, “países-exemplo”. Na verdade, são cada vez mais procurados por turistas.
Na seguinte lista, damo-vos cinco destinos ecológicos que devem conhecer assim que for possível.
Eslovénia
É considerada a pérola verde da Europa, devido às suas vilas encantadas extremamente bem preservadas e vastas colinas verdes. Aliás, mais de um décimo da sua paisagem verde encontra-se formalmente protegida.
Liubliana, capital da Eslovénia, é apontada há anos como uma das cidades mais ecológicas do mundo. Porquê? Devido à sua enorme área verde, à qualidade da água, ao transporte e até devido à forma como as atividades desportivas na cidade estão ligadas à natureza.
Palau
Constituído por mais de 500 ilhas, este arquipélago do Pacífico é um paraíso em risco devido à subida do nível do mar. Por isso mesmo, existe algo obrigatório: a assinatura de uma promessa ecológica a todos os visitantes que entrarem no país.
Costa Rica
“Pura vida”. Este é um dos lemas costa-riquenhos que se pode ler em diversos cartazes e escutar na fala dos locais. E tem uma razão de ser: existem diversos parques e reservas protegidas que perfazem mais de um quarto do país e que funcionam como proteção contra a exploração madeireira.
Aliás, três áreas de conservação do país são Património da UNESCO.
Malawi
É um dos países mais pobres do mundo e nem sequer tem costa, contrariamente a outros destinos turísticos em África. No entanto, conta com um rede rodoviária bastante eficiente face aos países vizinhos, sendo feito de pessoas que se sabem reinventar.
Butão
É o único país do mundo com uma pegada de carbono negativa. Além disso, o turismo é encarada de uma forma especial no Butão, pelo que a entrada de turistas é altamente regulamentada e não é barata.
Porém, a complexidade do processo valerá a pena para desfrutar das flores verde-esmeralda, vales glaciais, ar puro e uma comunidade que recebe os visitantes como poucos.
Artigo original: Se formos ao site do serviço de streaming OPTO, da SIC, rapidamente reparamos que é possível usufruir do serviço através do site, smartphone, tablet ou TV, bem como através de Chromecast (fazendo a transmissão do smartphone para a TV).
Para Smart TV, e pelo menos para já, a app somente está disponível para televisores Samsung, embora saibamos que a aplicação também chegará eventualmente aos modelos LG. Já no que toca a outros dispositivos, o site indica que a app ficará disponível em breve na Apple TV e Android TV (significa que boxes Android com esse sistema operativo e televisores de outras marcas terão a app em breve).
Contudo, descobrimos que a app já existe para Apple TV, sim, e funciona bem. Mas há um pequeno bug na pré-visualização da aplicação da OPTO.
O sistema operativo tvOS, disponível para as boxes Apple TV, faz uma espécie de pré-visualização de cada aplicação, e qual não foi o nosso espanto quando, ao instalarmos a app da OPTO, a mesma surge na pré-visualização com a indicação de que se trata do serviço espanhol TD MÁS, como podem reparar na imagem de destaque deste artigo.
Não deixa de ser um bug caricato e que deverá ser resolvido em breve, mas que em nada afeta a experiência de visualização na OPTO. Esta semana, a app foi também atualizada, pois a reprodução dos conteúdos era constantemente interrompida de 10 em 10 segundos. Questionámos o serviço de apoio ao cliente e foi-nos dito, simplesmente, que a “app da OPTO ainda não se encontra completamente disponível para Apple TV”.
Talvez por este motivo exista a tal pré-visualização que nos indica que se trata de um serviço espanhol, mas a verdade é que já podem desfrutar dos conteúdos da OPTO numa box Apple TV.