Já estão disponíveis as visitas virtuais ao Museu da Água da EPAL

Estórias sobre a história da água e tantas outras curiosidades que não vai querer perder.

Museu da Água

Numa altura em que não é possível ir ao Museu da Água da Epal, é o museu que vai até aos interessados, proporcionando não só vistas panorâmicas dos espaços emblemáticos da história da água, mas a possibilidade de explorar detalhes desconhecidos nas estruturas centenárias e experienciar diferentes ângulos de observação do espaço.

Tudo isto para dizer que as visitas virtuais ao Museu da Água – Aqueduto das Águas Livres, Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras e Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos – já se encontram disponíveis na página visitas virtuais do site da empresa.

Estas novas visitas à distância possibilitam experiências curiosas e realistas, sem marcação prévia e a qualquer hora do dia. O visitante poderá percorrer a arcaria monumental do Aqueduto das Águas Livres e sentir a vertigem quando se inclina no arco maior, subir ao terraço da Mãe d’Água das Amoreiras e observar Lisboa a 360 graus ou ainda ver e ouvir a máquina a vapor a funcionar na Estação dos Barbadinhos.

Maneater nada até à Nintendo Switch em maio

O GTA com Tubarões vai assustar os jogadores da Nintendo em breve.

Maneater Switch

O estranho jogo de sucesso Maneater, que nos deixa vestir as barbatanas de alguns dos tubarões mais mortíferos do planeta, prepara-se para nadar até uma nova plataforma.

A Tripwire Interactive e a Deep Silver revelaram que vão lançar o seu RPG de ação marinho na Nintendo Switch no próximo dia 25 de maio.

Depois de passar pelo PC, PlayStation 4 e Xbox One, o jogo recebeu ainda adaptações para a PlayStation 5 e Xbox Series X|S, abrindo o cais de Port Clovis, onde os jogadores vão poder explorar enormes corpos de água, recheados de vida animal, humana e de recursos de sobrevivência, que ajudam o nosso tubarão a evoluir para além do que a natureza idealizou para se poder vingar dos pescadores daquelas águas.

Project Athia para a PlayStation 5 recebe um novo nome e um pequeno teaser

A nova aventura original da Square-Enix chama-se agora Forspoken.

Durante a transmissão dedicada aos jogos da Square-Enix que ocorreu esta semana, os fãs da produtora nipónica puderam espreitar um pouco mais sobre o jogo Project Athia para PlayStation e PC.

No decorrer do segmento, pudemos ficar a conhecer a cara do jogo, a atriz Ella Balinska (Charlie’s Angels), que irá interpretar a personagem principal Frey Holland, uma jovem com habilidades especiais que a vão ajudar a sobreviver num mundo fantástico, mas cruel, e foi ainda possível ver um pouco de jogabilidade, com o movimento da personagem a navegar o mundo, assim como os belos visuais conseguidos pela Luminous Studios.

Com muitos poucos detalhes para partilhar, o título mudou de nome e passou a chamar-se Forspoken. Ainda sem data definida, Forspoken chega ao PC e Playstation 5 algures em 2022.

Ubisoft adverte fãs sobre acesso antecipado falso de Far Cry 6

Tal como a Capcom, agora a Ubisoft avisa sobre convites para um dos seus jogos mais desejados do ano.

Far Cry 6

Far Cry 6 chega este ano ao PC e consolas. Com data de lançamento inicialmente marcada para fevereiro, o jogo foi adiado para uma data ainda por definir e, desde então, os detalhes sobre o próximo episódio da popular franquia têm sido muito poucos.

Agora, a Ubisoft volta a falar do título, não com detalhes, mas com um aviso, sobre as tentativas de scam e de phishing que têm acontecido através de mensagens e emails a convidar jogadores para se juntarem a uma fase de acesso antecipado.

De acordo com o portal DSOGaming, a Ubisoft partilhou a seguinte mensagem: “Alguns dos nossos criadores de conteúdos e de media têm recebido emails falsos, que usam o domínio da Ubisoft, para os convidar para fazerem parte de um acesso antecipado para Far Cry 6. Por favor, ignorem tais emails. As nossas equipas de segurança estão a investigar.”

Desta forma, a Ubisoft confirma que, com a exceção de uma comunicação oficial, atualmente não existem fases de acesso antecipado para o jogo, que se encontra ainda em desenvolvimento.

Modo Escuro (Dark Mode) chegou ao MB Way. Mas só no iOS

Mais uma forma de minimizar o cansaço dos nossos olhos e poupar a bateria dos nossos smartphones.

Dark Mode MB Way

Se fazem parte dos milhões de portugueses que utilizam a app MB Way, da SIBS, devem decerto ter estranhado o facto da aplicação não possuir um Modo Escuro (Dark Mode), algo que muitos utilizadores têm vindo a pedir devido às vantagens apresentadas.

Bom, é caso para dizer que a espera terminou, pelo menos para alguns utilizadores. O Modo Escuro/Dark Mode acaba de ficar disponível com a nova versão da app (2.8.0) para iOS, o que significa que somente os utilizadores de iPhone terão acesso a esta novidade.

Com este modo, minimiza-se o cansaço dos nossos olhos e poupamos a bateria dos nossos smartphones. Neste caso, tanto podem definir este Modo Escuro como automático – faz com que, de dia, surja com o aspeto normal, e, de noite, com o Dark Mode – ou permanente, fazendo com que o Modo Escuro seja sempre apresentado, independentemente da hora do dia.

Não sabemos, contudo, quando é que esta atualização irá chegar ao Android, uma vez que, atualmente, a versão da app é a 2.5.0, que surgiu em outubro do ano passado.

Desconfinamento. Salas de espetáculos têm de fechar às 22h durante a semana e às 13h aos fins de semana

A cultura volta a funcionar a partir de 19 de abril, mas com regras.

cinemas

Aquando do anúncio do primeiro-ministro António Costa sobre as medidas para desconfinar o país, saltou à vista o dia 19 de abril, uma vez que permite a reabertura da Cultura, setor fortemente afetado pela pandemia.

Nesse dia, reabrem cinemas, teatro, auditórios e salas de espetáculo, podendo ainda ainda ser retomados os “eventos no exterior, sujeitos a aprovação da Direção-Geral da Saúde”.

Porém, e apesar desse anúncio, algumas entidades não ficaram com algumas questões esclarecidas, nomeadamente os horários a aplicar. Pois bem, aplica-se exatamente as mesmas condições que dizem respeito aos restaurantes, cafés e pastelarias.

Quer isto dizer que as salas poderão receber público durante a semana até às 22h, horário definido para o fechar de portas. Já aos fins de semana, somente poderão funcionar até às 13h.

Resta agora saber como fica a questão da lotação, se bem que os espaços terão de cumprir o necessário distanciamento social entre espectadores.

Grupo Accor já plantou mais de 20 mil árvores no Alentejo e no Algarve

Através do programa Plant for the Planet, o Grupo Accor apoia projetos de agro-florestação em todo o mundo.

Grupo Accor árvores

O Alentejo e o Algarve são das regiões de Portugal mais afetadas pelas alterações climáticas, com consequências como precipitação irregular, verões secos, desertificação e perda de biodiversidade. De forma a promover a recuperação de ecossistemas locais deteriorados, o Grupo Accor tem vindo a apoiar projetos de agro-florestação em Portugal desde 2015, com especial incidência no Montado, através do programa Plant for the Planet, apoiado internacionalmente pelo PUR Project.

Desde o início da implementação do programa em Portugal, Accor já plantou 20.518 árvores no Alentejo e no Algarve. Para isso, tem contado com a parceria da Associação de Defesa do Património de Mértola – ADPM, cuja missão visa o desenvolvimento social e económico da região através da sua intervenção nas áreas ambientais, sociais e culturais.

De 2015 a 2020, ao abrigo do programa Plant for the Planet, foram plantados 105 hectares com 112 espécies diferentes, desde sobreiros, carvalhos, oliveiras e amendoeiras em Portugal. Uma parceria com 25 agricultores que visa desenvolver um modelo agrícola sustentável e restaurar o ecossistema.

No âmbito desta iniciativa, os hotéis do Grupo Accor convidam os seus hóspedes a reutilizar as suas toalhas de banho, contribuindo assim para a poupança de água do serviço de lavandaria. Dessa forma, os hotéis e os hóspedes financiam na totalidade o programa, uma vez que 50% do total dessas poupanças reverte para os projetos de agro-florestação apoiados pelo Plant for the Planet.

O processo de agro-florestação do programa passa pela seleção dos projetos agrícolas por uma equipa técnica, que identifica e avalia os terrenos a ser intervencionados, desenvolvendo um plano de ação e mapeando a área de atuação. Numa outra etapa, procura-se garantir a qualidade das unidades plantadas e do seu crescimento, de forma a diminuir a taxa de mortalidade das espécies. Para isso, é necessário escolher as espécies com melhor adaptabilidade ao terreno, preparar o solo e dar preferência ao trabalho 100% manual no momento da plantação.

A manutenção e o seguimento contínuos são outros aspetos fundamentais para o sucesso dos projetos. Após a plantação, durante os três anos seguintes, cada planta e árvore tem um acompanhamento minucioso, com fertilização natural, rega contínua e limpeza do solo adjacente.

Fórmula 1. Grande Prémio de Portugal sem público nas bancadas

Acabou-se a esperança.

Fórmula 1 Portugal

No ano passado, em plena pandemia, o Governo permitiu a presença de público no grande regresso da Fórmula 1 a Portugal. Porém, os resultados não foram positivos, dados que muitos dos presentes não souberam comportar-se e foram vistos a não utilizar máscara quando era necessário.

Algum tempo depois, numa comunicação ao país, o primeiro-ministro António Costa anunciava que, face ao sucedido, a prova de MotoGP, que também se realizou no Autódromo do Algarve, não iria contar com público.

Já este ano, e após uma série de rumores, confirmou-se uma nova prova da Fórmula 1 para Portugal, agendado para 2 de maio. E desde logo sonhou-se com a possibilidade da prova ter público nas bancadas. Mas não é isso que irá acontecer.

Respondendo a algumas questões do jornal Expresso, fonte do Governo referiu que, até ao fim do atual período de desconfinamento, “os eventos mencionados não terão público”. E por eventos mencionados, o Governo refere-se não só ao Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, como aos jogos da Liga NOS.

Cai por terra a possibilidade de espectadores no futebol pelo menos até meio de maio, algo desejado por Pedro Proença, atual presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

Música – Álbuns essenciais (fevereiro 2021)

Este ano tenho estado um pouco atrasado face aos lançamentos, mas não é por isso que eles têm sido menos importantes que em 2020.

Álbuns essenciais fevereiro 2021

Na verdade, estou mais satisfeito com o início de 2021 do que estava no ano passado, apesar de muito do que tem saído de qualidade é, na sua maioria, música num registo mais calmo e introspetivo.

Fevereiro foi pautado por uma grande desilusão. Falo, pois, dos Foo Fighters, cujo álbum nem merece as três estrelas e meia (que é o mínimo para ser elegível a entrar nas colectâneas de essenciais do mês). No entanto, houve surpresas agradáveis de artistas que já andam nisto há algum tempo, como foi o caso dos Mogwai, Nick Cave ou Maximo Park (aposto que a maioria já nem se lembrava deles).

Agora falando um pouco em termos estatísticos, para dar um contexto mais aproximado do que foi fevereiro, em 14 meses de álbuns essenciais, este foi o primeiro em que houve um género predominante: F de Fevereiro e F de Folk!

É verdade. Nada mais, nada menos, que 7 dos 12 álbuns escolhidos enquadram-se no género, sendo que cinco deles são muito bons! Essa é outra… Este foi o mês com o maior número de álbuns muito bons/excelentes e, também, o mês mais difícil de tomar decisões sobre que músicas enaltecer e que classificações dar aos álbuns.

[Artigo de álbuns essenciais de Janeiro]

Cassandra Jenkins – An Overview on Phenomenal Nature

cassandra jenkins an overview on phenomenal nature

Género: Indie Folk/Alternative Country

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No segundo lançamento a solo, Cassandra Jenkins continua a mostrar as seus dotes enquanto escritora. A nível de composição musical, podem esperar músicas sem filtros, mas algo cósmicas, com poder de revitalizar a alma de qualquer um.

“Hard Drive” é a estrela mais brilhante desta constelação, que é An Overview on Phenomenal Nature, cujo passo e plenitude no storytelling é a sua maior fonte de luz, acompanhada por um trabalho admirável de saxofone. Um álbum mais especial do que parece à primeira vista.

Classificação do álbum: ★★★

Músicas a ouvir:
> Michelangelo
> Hard Drive
> Crosshairs
> Ambiguous Norway

Claud – Super Monster

claud super monster

Género: Lo-fi/Bedroom Pop

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Claud insere-se numa categoria muito peculiar (onde Benee também deu cartas em 2020), cujo produto final é bastante refrescante.

Super Monster é composto por 13 faixas que se limitam a contar histórias de forma simples e objetiva, sem grandes pretensiosismos, e todas elas conseguem ser únicas à sua maneira.

Claud Mintz, após o lançamento do seu primeiro EP em 2018, decidiu desistir dos estudos universitários para perseguir o seu sonho musical. No ano passado, tornou-se na primeira artista a assinar contrato com a label de Phoebe Bridgers, com a qual desenvolveu este álbum entusiasmante que vem fazer dela a primeira jovem promessa de 2021.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Overnight
> Gold
> Soft Spot
> In Or In Between
> Cuff Your Jeans
> Guard Down

Django Django – Glowing In The Dark

django django glowing in the dark

Género: Art Rock/Indie Rock

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Longe do papel que lhe era atribuído, o de solidificar o nome da banda no meio da nova cantera do rock (onde os Tame Impala reinam), Glowing In The Dark continua a ser um bom álbum, apesar de perder força ao longo da setlist.

O nível de exigência mínimo é mantido, colocando este álbum a par do disco de estreia no que concerne ao nível de inventividade sonora. A música “Glowing In The Dark” é o grande trunfo da banda, prometendo meter toda a gente a dançar efusivamente neste 4º álbum em 10 anos.

Aos fãs banda, tenho a certeza que vai encher as medidas. Aos novos fãs, é um bom ponto de entrada.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Spirals
> Got Me Worried
> Waking Up
> Free From Gravity
> Glowing In The Dark

Ghetts – Conflict Of Interest

ghetts conflict of interest

Género: Rap/Grime

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Tenho a certeza que Ghetts não teria conseguido este sucesso sem as colaborações escolhidas a dedo para este álbum. Contudo, é preciso dar-lhe mérito pela inteligência ao reunir este elenco. Outro facto é que o talento lírico está lá, bem como a cultura na qual estão envoltas essas mesmas letras.

Conflict of Interest surge com a capacidade de compilar a realidade dura e crua do que se vai passando nos subúrbios de Londres com o brilho da vida de excessos em primeiro plano. O brilho e a escuridão de uma vida retratada de forma pura.

O rapper viu uma oportunidade, aproveitou-a e, agora, é hora de colher os frutos da primeira obra de arte de rap britânico de 2021.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:
> Mozambique (ft. Jaykae & Moonchild Sanelly)
> IC3 (ft. Skepta)
> Autobiography
> 10.000 Tears (ft. Ed Sheeran)
> Skengman (ft. Stormzy)
> Little Bo Peep (ft. Dave, Hamzaa & Wretch 32)

Hayley Williams – FLOWERS for VASES / descansos

hayley williams flowers for vasesdescansos

Género: Folk/Indie Folk

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Depois de Petals For Armor em 2020, Hayley Williams está de volta com um novo álbum que segue a linha musical do anterior. Vem também reforçar o quão complexa e forte é, depois de ter passado mais de uma década etiquetada de vocalista emo de uma banda de punk-rock.

De todas as músicas que deambulam pelos pensamentos e passado de Hayley, é “Inordinary” que embate com mais força. Nesta faixa, é-nos dado um vislumbre do que foi a separação dos seus pais, algo que a obrigou a mudar de vida e a começar de novo aos 13 anos. Se, por um lado, a afetou, foi também um momento que veio dar origem, poucos anos depois, aos Paramore.

Numa altura que o regresso dos Paramore parece estar próximo, é impossível não admirar esta aposta a solo de Hayley Williams, que demonstra saber separar a água do vinho.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> First Thing To Go
> My Limb
> Over These Hills
> Inordinary
> Just A Lover

Julien Baker – Little Oblivions

julien baker little oblivions

Género: Indie Rock/Alternative Rock

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De Boygenius saíram três mulheres geniais: Lucy Dacus, que despontou ainda em 2018 com Historian; Phoebe Bridgers, que fez de 2020 o seu gato sapato quer nos melhores álbuns do ano, como nas melhores músicas (número 1 do ano); e Julien Baker que, apesar de já ter dois álbuns bem conseguidos, escolheu 2021 para brilhar mais intensamente que nunca com Little Obvious.

À terceira foi de vez e Baker sacou um coelho da cartola, num álbum com instrumentais mais pesados e compostos (elaborados inteiramente por ela), que ao mesmo tempo contrastam e funcionam em sintonia com a sua voz carregada de ternura.

É um álbum que dá e continua a dar, a cada reprodução, demonstrando o talento gigante da artista.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:
> Hardline
> Faith Healer
> Relative Fiction
> Bloodshot
> Repeat

Katy Kirby – Cool Dry Place

katy kirby cool dry place

Género: Songwriter/Alternative Folk

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Cool Dry Place pode ser resumido numa palavra: Simplicidade.

Katy Kirby joga simples, no entanto, tira proveito de um trunfo que vem acrescentar valor ao seu álbum: a criatividade. Em todas as músicas, há a sensação de qual é a orientação lógica da mesma, mas, quando menos esperamos, eis que surge algo que nos dá as voltas, sem deixar de fazer sentido. Melodicamente é um álbum bastante agradável, capaz de nos deixar a cantarolar.

Enquanto álbum de estreia, consegue cumprir com as expectativas.

Classificação do álbum: ★★★

Músicas a ouvir:
> Juniper
> Traffic!
> Cold Dry Place

Maximo Park – Nature Always Wins

maximo park nature always wins

Género: Post-Punk Revival/Alternative Rock

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Lembro-me como se fosse ontem, o exato momento em que descobri e conheci Maximo Park. Foi em 2007, quando estava à procura de músicas do Minutes to Midnight, dos Linkin Park, e, por algum motivo, apareceu um link para a “Our Velocity”, dos Maximo Park. Na altura achei brutal e fui acompanhando o trabalho da banda.

Chegamos a 2021 e de uma coisa estou certo: este é o meu trabalho preferido da banda enquanto álbum, apesar de fugir um pouco ao normal. Demorou, mas parece que a banda atingiu a maturidade há tanto desejada (para quarentões, já estava mais do que na altura).

Nature Always Wins é um álbum inteligente, com paixão, menos efusivo que trabalhos passados, mas segue com a mesma ou mais frescura.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Partly Of My Making
> Versions Of You
> Baby, Sleep
> Ardour

Mogwai – As The Love Continues

mogwai as the love continues

Género: Post-Rock/Instrumental Rock

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Quem não conhece Mogwai que os compre. Digo isto porque mergulhar em qualquer trabalho desta banda é sempre um investimento seguro.

A banda caminha para as três décadas de existência a passo seguro e com confiança plena nas suas capacidades. Isto faz com que continuem a ser lançados álbuns que valem a pena.

Ao contrário do que se verificou com o novo álbum dos Foo Fighters, Medicine At Midnight (também lançado em fevereiro), que é o clássico “fazer por fazer”, os Mogwai deixam claro que essa modalidade não lhes enche as medidas. As The Loves Continues chega com energia, servindo de murro na mesa cujo barulho é ensurdecedor. A mensagem é clara: lançar música só para manter a legião de fãs entretida não é um objetivo ambicioso. Com esta mentalidade, o futuro vai continuar a sorrir de volta para os escoceses.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Here We, Here We, Here We Go Forever
> Dry Fantasy
> Richie Sacramento
> Ceiling Granny

Nick Cave & Warren Ellis – Carnage

nick cave warren ellis carnage

Género: Chamber Folk/Art Pop

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Nick Cave igual a ele próprio, com o protagonismo dividido com Warren Ellis (com quem já trabalhou muitas vezes antes), num álbum fantástico – outro. Este senhor não produz música ao acaso.
O formato do álbum, com oito faixas, faz dele curto, mas intenso, prometendo deixar um impacto imensurável em todos os fãs de Nick Cave.

A propósito, fãs ou não, vê-lo ao vivo é uma experiência de uma vida que aconselho.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:
> Hand Of God
> Carnage
> White Elephant
> Shattered Ground

The Staves – Good Woman

the staves good woman

Género: Folk Rock/Indie Folk

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Depois de algum tempo de ausência, Good Woman é um regresso deslumbrante. Recheado de composições belíssimas e letras diversas, mas fortes e recheadas de significado, é um registo que precisa de ser ouvido e preservado a todo o custo.

Ao longo destas 12 faixas, o trio consegue tirar um proveito impressionante do trabalho vocal sem grande esforço. A sensação que fica é que, em tudo o que tocam, tudo se transforma em ouro. É mágico!

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Good Woman
> Best Friend
> Nothing’s Gonna Happen
> Sparks
> Devotion
> Failures

The Weather Station – Ignorance

the weather station ignorance

Género: Folk Pop/Experimental

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Nem Ignorance é um álbum comum, nem os The Weather Station são uma banda ordinária. O que é conseguido com este álbum apanha facilmente qualquer um de surpresa num misto e exuberância e estranheza. O que é certo é que, apesar de não seguir uma fórmula habitual, a solução final é explosiva e considero que dificilmente desagrade a alguém que se entregue de mente aberta à arte dos The Weather Station.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:
> Robber
> Atlantic
> Tried To Tell You
> Parking Lot
> Wear

Artigo de álbuns essenciais de Março

Free Now renova programa de fidelização e cada viagem dá direito a um prémio garantido

Há descontos em viagens que podem ir até aos 100%, ficando as viagens gratuitas, ou vouchers de 75% de desconto para usar na plataforma EatTasty.

Free Now programa de fidelização

Quem nos acompanha sabe que, quando abordámos a transição da Kapten para a Free Now, fomos especialmente críticos relativamente à mudança de funcionamento na plataforma, nomeadamente no que diz respeito à recomendação de amigos, que permitia juntar créditos e gastá-los em viagens.

Tal era possível na plataforma Kapten, mas, assim que ficou tudo integrado na Free Now, a empresa resolveu terminar com esses benefícios, acabando com um dos principais incentivos que nos fazia querer usar a plataforma.

Mas não é sobre isso que vos queremos falar hoje. Além desta recomendação de amigos, a plataforma tem também um programa de fidelização, mas que, até aqui, não era muito interessante. Pois bem, isso mudou.

A partir de agora, todos os destinos têm prémio, ou seja, todas as viagens realizadas passam a valer prémios. Essencialmente, cada viagem realizada dá a oportunidade de rodar a roda da sorte disponível na aplicação.

No final de cada viagem realizada, devem abrir o menu no canto superior direito da app, aceder ao “Programa de Fidelização” e gira a roda da sorte para ganhar alguma coisa. Tanto podem ganhar descontos de 10%, 20%, 30%, 50% e 100%, como vouchers de 75% de desconto para utilizar em duas refeições EatTasty.

Diz a Free Now que estas são as primeiras de muitas ofertas que vão estar disponíveis no programa de fidelização, pelo que teremos de aguardar por mais novidades.

Black Panther revelado para Marvel’s Avengers

War for Wakanda é o nome da próxima expansão.

battle for wakanda

Marvel’s Avengers acabou de receber uma série de novidades. Para além de Hawkeye e as suas aventuras em Future Imperfect, o jogo corre agora otimizado para as consolas da nova geração, PlayStation 5, Xbox Series X e Series S. Mas o futuro do jogo não se fica por aqui.

Aproveitando as novidades, a Square-Enix já levantou o véu sobre o próximo vingador a juntar-se à luta, com a revelação de Black Panther e a sua expansão.

https://x.com/PlayAvengers/status/1372600010454409219

Os detalhes são, para já, escassos, mas o suficiente para manter os fãs interessados. A futura expansão chama-se War for Wakanda e inclui a popular personagem da Marvel, juntamente com o seu arqui-inimigo, Klaw.

Nas redes sociais do jogo, podemos espreitar ainda novos biomas, locais e estruturas, e temos ainda um primeiro look ao fato da personagem em Marvel’s Avengers. A expansão War for Wakanda ainda não tem data de lançamento, mas chega este ano.

Life Is Strange: True Colors é o novo jogo da saga

Do estúdio que nos trouxe Before the Storm.

A Square-Enix revelou um novo capítulo da sua popular série narrativa Life is Strange. True Colors é o seu nome e é um jogo original dentro do mesmo universo, sendo desenvolvido pela Deck Nine, produtora de Before the Storm, o spin-off do primeiro título.

Neste episódio, os jogadores vão acompanhar Alex Chen, uma asiática-americana com a extraordinária habilidade de experienciar, absorver e manipular as emoções de outras pessoas. Na sua jornada, Alex terá que aprender a controlar as suas habilidades à medida que lida com a trágica morte do seu irmão.

Life is Strange: True Colors segue o formato dos jogos anteriores, com uma jogabilidade na terceira pessoa de exploração e narrativa, com escolhas que definem a viagem. Mas ao contrário do que a série fez até agora, terá um lançamento completo logo no dia um, abandonando, assim, o formato episódico, que nos faziam esperar por mais história após os chocantes cliffhangers.

Para além de True Colors, a Square-Enix revelou mais boas notícias para os fãs de Life is Strange, com o relançamento do jogo original e Before The Storm, remasterizados, numa coleção que conta com visuais melhorados, incluindo algumas cinemáticas retrabalhadas.

Life is Strange Remastered chega algures no final do ano ao PC, PlayStation 4, Xbox One e Google Stadia e ficará disponível para quem adquirir a Ultimate Edition de Life is Strange: True Colors, que chega também com uma versão normal a 10 de setembro para PC, consolas Xbox, consolas PlayStation e Google Stadia.

Wrath of the Druids. A primeira grande expansão para Assassin’s Creed Valhalla chega em abril

E há uma nova temporada de conteúdos já disponível.

assassins creed valhalla dlc

Assassin’s Creed Valhalla já era um jogo gigante quando foi lançado, mas agora vai ficar ainda maior. Para além dos conteúdos gratuitos que o título tem recebido, Wrath of the Druids vai chegar em breve para expandir a história do jogo.

Com novas aventuras, Wrath of the Druids vai convidar os jogadores a embarcarem até à Irlanda e explorar os mistérios de um culto druida, investigando e procurando os seus membros. Esta expansão vai debruçar-se sobre os mitos e o folclore gaélico, com novas regiões, missões secundárias e outras atividades inspiradas nesta cultura.

Com data marcada para 29 de abril, Wrath of the Druids pode ser comprado em separado ou jogado através da Season Pass.

Até lá, os jogadores de Assassin’s Creed Valhalla podem desfrutar de novas atividades e conteúdos narrativos com a nova Ostara Season, com eventos limitados para participar, novos itens para colecionar e muitas melhorias de qualidade de vida do jogo.

Assassin’s Creed Valhalla está disponível para PC, consolas PlayStation, consolas Xbox e Google Stadia.

Guimarães lança plataforma com espetáculos, concertos e entrevistas

Uma agenda, uma sala de espetáculos, um diretório de artistas e um mapa.

em guimaraes

Guimarães não esteve parada ao longo do último ano. Convocou artistas locais a pensarem como podiam chegar ao seu público mesmo com as salas de espetáculos encerradas. Foi este o ponto de partida que levou à elaboração de uma plataforma digital onde o público, os programadores, promotores e agentes encontrassem respostas para o relançamento da vida cultural no futuro.

Assim nasceu a Em Guimarães, a plataforma mais agregadora que a cultura já conheceu no país.

A plataforma Em Guimarães conta já com 40 espetáculos criados por artistas locais e captados por empresas da região, encontrando aqui um ponto de equilíbrio entre o apoio necessário para que o setor estivesse em constante processo de criação.

Neste novo espaço digital podem ser consultadas todas as entidades culturais e perfis dos artistas, assim como consultar a agenda de eventos e encontrar que atividades ou artistas já passaram pelos espaços de criação ou apresentação.

O lançamento da plataforma foi possível graças a um investimento inicial de 150.000€.

Navigator tem uma central solar fotovoltaica no complexo industrial da Figueira da Foz

Foi a primeira empresa portuguesa a assumir o compromisso de antecipar, em 15 anos, a sua neutralidade carbónica.

Navigator - central solar fotovoltaica

A The Navigator Company tem, desde o passado mês de janeiro, uma nova central solar fotovoltaica em regime de autoconsumo instalada no complexo industrial da Figueira da Foz.

Ao ser a primeira empresa portuguesa – e, também, uma das primeiras a nível mundial – a assumir o compromisso de antecipar, em 15 anos, a sua neutralidade carbónica, a The Navigator Company irá ter, até 2035, todos os seus complexos industriais neutros em emissões de carbono, investindo para o cumprimento dessa missão um total de 154 milhões de euros, dos quais 55 milhões de euros, cerca de 35%, já foram efetuados em 2019 e 2020.

A nova central fotovoltaica da Figueira da Foz é o quarto projeto da Navigator no domínio da energia solar, tendo a empresa investido, globalmente, mais de 4,7 milhões de euros na instalação de 17.200 painéis solares fotovoltaicos, com uma área aproximada de 28.500 m2.

Com uma capacidade instalada de aproximadamente 2,6 MW e composta por 7.700 painéis solares, a nova central solar fotovoltaica da Figueira da Foz passa a ser a maior central do Grupo, ultrapassando a capacidade daquela que se encontra instalada no complexo industrial de Setúbal (2,2 MW). A nova central vem aumentar a capacidade de produção de energia elétrica renovável com emissões nulas de CO2, da The Navigator Company, e permitirá evitar, por ano, a emissão de cerca de 1,296 toneladas de CO,2 contribuindo, igualmente, para a redução do volume de aquisição de energia à rede elétrica.

Esta central encontra-se instalada na cobertura da área fabril do papel do complexo industrial da Figueira da Foz, ocupa uma superfície de aproximadamente 13.500 m2 e tem uma produção anual de energia estimada de 3.500 MWh, o que equivale ao consumo de 1.327 carros elétricos a percorrer 20 mil quilómetros num ano.

A The Navigator Company produz, anualmente, cerca de 2,5 TWh de energia elétrica mais de 60% a partir de biomassa, sendo responsável em média por cerca de 4% da produção nacional de energia elétrica e de 52% da energia elétrica produzida a partir de biomassa em Portugal.

Atualmente, dispõe de quatro centrais fotovoltaicas em regime de autoconsumo – em Setúbal, na cobertura de uma das máquinas de papel; em Pegões, na Herdade de Espirra; em Aveiro, no Raiz – Instituto de Investigação da Floresta; e, agora, no complexo industrial da Figueira da Foz – o que lhe permitirá atingir, no final deste ano, cerca de 5 MW de capacidade instalada a partir da energia solar.

McDonald’s abre segundo restaurante nas Caldas da Rainha

Tem serviço McDrive e é o primeiro da cidade com McCafé.

Double Big Mac

Até agora, a zona das Caldas da Rainha somente contava com um restaurante McDonald’s, inaugurado em outubro de 1999. Pois bem, há agora um segundo espaço da conhecida marca na cidade.

Localizado na Av. Eng. Luís Paiva e Sousa, o novo McDonald’s Caldas da Rainha Santo Onofre tem 116 lugares sentados na sala e 60 na esplanada embora, para segurança de todos, e seguindo as orientações da Direção-Geral da Saúde, inicie a sua atividade apenas com os serviços McDrive, McDelivery e Takeaway.

O espaço, que conta com uma decoração inovadora, inclui as mais recentes tecnologias disponíveis ao serviço dos clientes como os quiosques multimédia, que permitem realizar e pagar o pedido, autonomamente, levantando-o numa área específica para o efeito; o Menuboard Digital; as tomadas USB; e ainda o serviço à mesa, McCafé e McDrive, este último com um dos designs mais arrojados da marca, disponibilizando duas pistas de acesso que permite um atendimento ainda mais rápido.

O parque de estacionamento oferece 67 lugares de estacionamento e dois lugares de carregamento elétrico, bem como dois lugares de recolha de pedidos via MOP – Mobile Order & Pay, o novo serviço da McDonald’s que permite efetuar os pedidos via app e recolher no McDrive, Takeaway, na sala (quando estiver aberta ao público) ou em lugares de estacionamento dedicados para o efeito.

Esta recente abertura criou também 40 novos postos de trabalho diretos, que certamente serão reforçados com o desenrolar da atividade e o levantamento progressivo das restrições causadas pela pandemia.

Com este novo espaço, a McDonalds passa a contar com um total de 181 restaurante no país.

Resident Alien vai ter segunda temporada

É a série dramática com mais audiência da SYFY nos últimos seis anos.

Resident Alien

Começou a ser exibida no passado dia 15 de fevereiro e, desde então, tem sido um sucesso. Falamos, claro, de Resident Alien, a mais recente série do canal SYFY que acaba de ser renovada para uma segunda temporada.

E isto explica-se facilmente: nos Estados Unidos, o episódio de estreia obteve 9.3 milhões de espectadores entre todas as plataformas. É, também, a série dramática do SYFY com mais audiência nos últimos seis anos, pelo que seria incompreensível caso o canal não desse autorização para um segundo leque de episódios.

Nesta nova série, baseada na banda desenhada homónima da Dark Horse Comics, acompanhamos Harry Vanderspleige (Alan Tudyk), um alienígena que aterra no planeta Terra, assumindo a identidade de um médico de uma pequena cidade do Colorado para levar a cabo uma missão secreta: acabar com a humanidade.

O protagonista começa por levar uma vida simples, mas tudo se complica quando se vê obrigado a solucionar um homicídio local e percebe que precisa mesmo de compreender o novo mundo em que habita.

Em Portugal, a série é exibida todas as segundas no canal SYFY.

Startup School. Novo programa da Google vai ajudar startups com ferramentas, produtos e sessões de formação

São 10 sessões que prometem ser extremamente úteis.

Startup School

De 8 de abril a 4 de maio, ao longo de cinco semanas, o Google for Startups vai promover o novo programa Startup School, destinado a fundadores e respetivas equipas de startups em fases iniciais de desenvolvimento (early stages), visando ajudá-las com ferramentas, produtos e as competências de que necessitam para responder aos desafios do dia a dia.

No total, estão previstas 10 sessões que incluem formação sobre produtos da Google relevantes para as startups, como o Analytics, Ads, YouTube e Cloud, entre outros, bem como a partilha de conhecimento de empreendedores locais sobre temas relevantes para startups como OKRs, trabalho remoto, obtenção de financiamento e como ter foco internacional desde o primeiro dia.

Ao participarem na iniciativa, as startups que terão a oportunidade de ficar a conhecer como aproveitar ao máximo as ferramentas e as competências que podem ajudar no crescimento das suas startups através de sessões de formação sobre marketing digital e estratégias de negócios lideradas por Googlers, empreendedores e líderes de indústria de todo o mundo.

Este programa está aberto a qualquer startup do ecossistema português. Os interessados só precisam de registar-se no website Startup School Portugal. Uma vez registados, irão receber um email com as informações de registo e respetivas ligações para o YouTube onde decorrerão as sessões de formação.

Ameaça Vegetal. Há um novo restaurante virtual flexitariano no Uber Eats

A nova proposta gastronómica de Diogo Noronha ameaça conquistar Lisboa.

ameaca vegetal

Vivem na capital, usam imenso o Uber Eats e queriam experimentar um novo restaurante? Não precisam de procurar mais.

Chama-se Ameaça Vegetal e é o novo restaurante virtual no Uber Eats. A nova proposta gastronómica de Diogo Noronha é baseada na dieta flexitariana, de base vegetal, e pensada para atrair consumidores de proteína animal, vegetarianos e veganos.

Há um pouco de tudo. Sopas, sandes e pratos para comer com garfo e faca, como cogumelos estufados com batata doce, grelos de nabiça, beringela e um biscoito salgado de centeio e tomate. E claro, não podiam faltar as sobremesas, onde se destaca o bolo de avelã e trigo sarraceno com mousse de chocolate e abacaxi com calda de especiarias.

Todas estas opções podem ser acompanhadas pela seleção de cocktails e bebidas criadas por José Pedro Oliveira, o ex-bartender do Pistola Y Corazon.

O melhor de tudo? Como tem uma cozinha na zona de Penha de França, será possível não só fazer o pedido de delivery via Uber Eats, mas também em modo takeaway, perfeito para quem morar perto da zona e não quiser pagar taxa de entrega.

No futuro, sabe-se ainda que o Ameaça Vegetal andará sobre rodas, com uma food truck para levar este projeto cada vez mais longe.

Podem experimentar as opções do Ameaça Vegetal a partir das 19h de hoje, 18 de março. Aproveitem ainda, por tempo limitado, o código AMEACAVEGETAL que vos isenta da taxa de entrega em pedidos a partir de 15€.

Há nova data para Godzilla vs. Kong estrear em Portugal

Agora é esperar que tudo decorra como previsto.

Ontem, quarta-feira, dia 17 de março, a Warner Bros. Pictures deu-nos uma nova data para a estreia de Mortal Kombat nos cinemas portugueses, que vai acontecer a 19 de abril.

Porém, também estranhámos o facto de não ter sido dada qualquer atualização sobre o próximo blockbuster Godzilla vs. Kong, cuja estreia deveria acontecer a 25 de março. Essa data não vai ser respeitada, uma vez que o plano de desconfinamento do Governo só prevê a reabertura das salas de cinema a partir de 19 de abril.

Contudo, hoje tivemos novidades. Godzilla vs. Kong tem agora data de estreia prevista para os cinemas portugueses a 29 de abril. Falta pouco mais de um mês.

Ate lá, aproveitem para dar uma olhadela ao trailer aqui em cima. Atenção, não prestem atenção à data na descrição do trailer, pois a mesma não foi atualizada.

Godzilla vs. Kong é a continuação de Godzilla: King of the Monsters e de Kong: Skull Island e é o quarto filme do Universo dos Monstros, que se iniciou com o sombrio Godzilla, de 2014. Fica agora por saber se, depois desta luta, haverá ainda planeta suficiente e monstros para mais confrontos no futuro.