The Blaze confirmados no Vodafone Paredes de Coura

O duo francês The Blaze é a mais recente confirmação para a 26.ª edição do Vodafone Paredes de Coura, que regressa à Praia Fluvial do Taboão nos dias 15, 16, 17 e 18 de Agosto.

The Blaze nasceram quando Jonathan pediu ajuda a Guillaume para criar um tema para o vídeo de um trabalho escolar. O nome foi adoptado por significar algo quente, forte, como o amor e a esperança, “algo capaz de destruir estereótipos”.

O resultado é um som hipnotizante, que se desenvolve lentamente, e que pode ser visto em “Virile”. Mantendo o impulso desencadeado pelo primeiro vídeo, os The Blaze começaram 2017 com o EP de estreia, Territory, onde seguiram o rito de iniciação para o qual nos convidaram em “Virile”.

Pelo festival vão também passar os já confirmados Arcade Fire, Skepta, Curtis Harding, … And You Will Know Us By The Trail Of Dead, Fleet Foxes e Big Thief.

Os passes gerais para o Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em bol.pt, Festicket e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés,…) pelo preço de 100€.

Bright Pixel traz o maior programa de aceleração de ideias e lançamento de startups do mundo a Lisboa

O Founder Institute, o maior programa de aceleração de ideias e lançamento de startups do mundo e com sede em Silicon Valley, regressa a Portugal em parceria com a Bright Pixel para encontrar e apoiar empreendedores talentosos que queiram desenvolver ideias de negócio tecnológicas, sem necessidade de deixarem os seus empregos. 

Os novos monitores da Philips são oferecem mais cores, ligações e um design arrojado

A Philips acaba de adicionar mais três monitores ao seu catálogo. Pertencem à sua E-Line e prometem uma vasta gama de cores, um tamanho perfeito para secretária, um design revisto e arrojado e muitas ligações.

Apelidados por Philips E9, as três novas soluções são em quase tudo idênticas, com a grande diferença a registar-se apenas na variedade de conexões disponíveis em cada modelo.

Estes novos painéis apresentam-se visualmente mais arrojados e sombrios, com uma base de metal elegante e uma moldura bastante reduzida.

Os três modelos são de 27 polegadas, com uma resolução Full HD, e são painéis LED de tecnologia IPS capazes de produzir uma elevada gama de cores com maior precisão e ângulos de visualização de 178o.

Também presente está a tecnologia AMD FreeSync, que vem dar uma experiência melhorada aos utilizadores de GPUs AMD, ao conseguirem uma melhor sincronização na taxa de atualização da imagem, de modo a tornar as imagens mais fluidas e limpas, especialmente em videojogos.

Os modelos que podemos encontrar são o 276E9QSB, que inclui ligação VGA, DVD-D e HDMI; o 276E9QDSB, que se apresenta igual, mas sem porta HDMI; e o 276EQJAB, o modelo mais completo com a inclusão de DisplayPort 1.2, jack 3.5mm para entrada e saída de áudio e que ainda inclui altifalantes estéreo de 3W.

Para quem procura um novo monitor de secretária, poderá encontrar os FHD 276E9QDSB, 276E9QJAB e 276E9QSB da E-Line a partir de 189€ já no final deste março.


Crítica – “Mark Felt” – Liam Neeson manda abaixo a Casa Branca


Estávamos em 2005 quando finalmente veio à tona a verdadeira identidade do até então conhecido como deep throat, como foi apelidado Mark Felt, vice-presidente do FBI. Felt ganhou este cognome depois de se ter tornado o principal informante da imprensa sobre o caso Watergate, o que lhe valeu trinta e três anos no anonimato.

A ambição em assumir o controlo do FBI, depois da morte de Edgar Hoover, e o seu desagrado quando a Casa Branca se envolve e o impede de subir de posto, deram-lhe motivos para que se tornasse o principal informante da imprensa e uma verdadeira pedra no sapato do então presidente dos EUA, Richard Nixon, o terceiro presidente em funções durante a guerra do Vietname.

Em 1972, durante a segunda campanha eleitoral de Nixon, cinco indivíduos do partido republicano invadiram os escritórios do partido democrata americano, localizados no complexo Watergate, em Washington, com o objetivo de conseguir informações confidenciais e fazer chantagem, num dos maiores escândalos de corrupção política até à data. Esta operação foi coordenada por membros da CIA e do FBI.

No dia seguinte à invasão, a informação chega às páginas do jornal The Washington Post e deixa os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein de tal forma intrigados que resolvem pegar neste caso e esmiuçar toda a informação sem olhar a meios até encontrarem a verdade.

Aqui entra Mark Felt, peça fundamental para a resolução deste puzzle, uma vez que Felt já contava com trinta anos de experiência no FBI e com todas as confidencialidades que o cargo por ele ocupado e todos esses anos lhe conferiam. Torna-se no principal informante sobre o caso Watergate e entrega todo e qualquer tipo de informação aos dois jornalistas.

Com Felt, vice-presidente do FBI, a deixar escapar tudo o que jamais poderia vir a público, com o maior escândalo político dos EUA desvendado e com o presidente Nixon completamente exposto e obrigada a abandonar a Casa Branca, temos todos os ingredientes para um filme que conta uma história soberba, mas sem nenhuma ação ou suspense. Mas Mark Felt faz-nos sentir que falta algo mais e que nos apresenta a versão de um “vilão” com uma causa, que é interpretado com tal frieza que nos é impossível simpatizar com ele, até mesmo nos momentos familiares, criados exatamente para tentar humanizar a personagem.

Um filme de Peter Landesman, que iniciou a carreira como jornalista e correspondente de guerra para o The New York Times Magazine, conhecido pelos filmes Concussion, JFK, a história não contada – que recria os bastidores da morte de John F. Kennedy, e O Mensageiro.

O roteiro é inspirado no livro A G-man’s life, escrito pelo advogado John D. O’Conner e por Mark Felt, na altura já com 91 anos e alguns problemas de demência que sugerem pouca precisão dos factos contados.

Com Liam Neeson, como nunca o vimos, no papel de Mark Felt, Julian Morris no papel do jornalista Bob Woodward e ainda com a participação de outras caras conhecidas como Tony Goldwyn, Kate Walsh e Diane Lane, no papel de Audrey Felt, entre muitos outros, este filme dá-nos interpretações dignas de várias nomeações e que nos impossibilitam de desviar a atenção de tela do início ao fim.

Mark Felt estreia nos cinemas nacionais a 1 de março.

NAU Hotels & Resorts oferece descontos na BTL

Até dia 4 de março, a NAU Hotels & Resorts, que este ano se apresenta com um novo stand na BTL, está a promover descontos de até 20% em reservas nas suas unidades, havendo, ainda, a possibilidade dos visitantes se habilitarem a ganhar a sua estadia num dos hotéis à escolha.

HomeAway doa 20 mil euros para ajudar a reabilitar Arganil

A HomeAway, especialista em alojamentos para férias, doou à instituição Just a Change 20.000€ que vão permitir reabilitar cinco casas localizadas em Arganil, um dos concelhos gravemente afetados pelos incêndios do ano passado.

Portugal Restaurant Week está de volta

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Organizado pelo The Fork, o Portugal Restaurant Week é o maior evento gastronómico em Portugal e está de volta para a 18ª edição, que irá contar com a participação dos melhores restaurantes em 13 cidades de norte a sul do país.

Real Marina Hotel & Spa associa-se ao 5º Passeio da Primavera do Clube Português dos Automóveis Antigos

No próximo dia 11 de Março, às 10h30, inicia-se o 5º Passeio da Primavera do Clube Português dos Automóveis Antigos junto ao Real Marina Hotel & Spa, em Olhão. O passeio parte do hotel e, no decorrer da manhã, passará pelo Cerro de S. Miguel, Moncarapacho e Quelfes, regressando a Olhão para almoço. Durante o percurso haverá uma prova surpresa e uma visita guiada ao Lagar de Azeite Monterosa. O almoço será servido no Real Marina Hotel & Spa, seguido de um passeio pela cidade e um cocktail de entrega de prémios.

Em março, na Netflix

Chegando o início de um novo mês, voltamos à nossa agenda, espreitamos as novidades que nos esperam na Netflix e destacamos as mais interessantes. Março traz de volta caras conhecidas, novas séries e, até, estreias inéditas, naquele que parece ser um dos meses mais diversos que tivemos a oportunidade de espreitar até agora.

NOS Alive é o primeiro festival de música a fazer parceria com as Nações Unidas

O objetivo é o de promover a sustentabilidade e de dar visibilidade aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. A nível mundial, esta é uma parceria inédita com o Centro de Informação das Nações Unidas, sendo que o NOS Alive é o primeiro festival de música a comprometer-se com este projeto de responsabilidade social.

São 17 os objetivos a atingir até 2030, num compromisso que tem como pilares os chamados 5 P’s: paz, pessoas, parcerias, prosperidade e planeta. Erradicar a pobreza, igualdade de género, ação climática, comunidades e cidades sustentáveis são alguns dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que o NOS Alive se compromete a abraçar e a trabalhar para que sejam cada vez mais uma realidade.

Assim, o festival, enquanto um dos maiores eventos organizados em Portugal, quer contribuir para esta causa assumindo o compromisso de não só continuar a encetar esforços para ser um evento cada vez mais sustentável nas suas diversas dimensões, mas também ajudar a Organização das Nações Unidas a dar visibilidade a esta Agenda.

Muito em breve serão dadas a conhecer as novidades desta parceria, assim como o trabalho que o NOS Alive desenvolve diariamente para continuar a ter um grande impacto cultural com o menor impacto possível para o planeta.

Até ao momento, o NOS Alive anunciou Future Islands, Mallu Magalhães, Queens Of The Stone Age, Real Estate, The National, Wolf Alice, Pearl Jam, Two Door Cinema Club, Franz Ferdinand, Friendly Fires, At The Drive In, Khalid, Perfume Genius, Portugal. The Man., CHVRCHES, Rag’n’Bone Man, The Kooks, Marmozets, Yo La Tengo, Snow Patrol, Eels, Jack White, MGMT, Alice in Chains, Sampha, Nine Inch Nails, Arctic Monkeys, The Last Internationale, Black Rebel Motorcycle, Jain, Miguel Araújo e Bryan Ferry.

Também já são conhecidos os nomes do palco Coreto para dia 12 de julho, dedicado a uma batalha de produtores de hip-hop luso, para dia 13 de julho, que conta com Surma, Beatriz Pessoa, Minta & The Brook Trout e Bernardo, e para dia 14, último dia do festival, com atuações de 800 Gondomar, Cachupa Psicadléica, Mighty Sands, Primeira Dama e Lotus Fever.

O festival de verão da Everything is New já tem esgotado o bilhete diário de 14 de julho e o passe geral de três dias a sete meses do evento, feito único na história dos festivais em Portugal. De momento, a hipótese passa por comprar bilhete diário para dia 12 ou 13 de julho ou adquirir o novo passe de dois dias.

O NOS Alive’18 está de regresso ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 12, 13 e 14 de julho de 2018.

NOS Clubbing vai ter curadoria de Branko no dia 13 de julho

No evento de apresentação do festival NOS Alive’18 à imprensa, que decorreu hoje, dia 28 de fevereiro, no Palácio dos Anjos, em Oeiras, foi anunciado que o artista Branko seria o responsável pela curadoria do Palco Clubbing no dia 13 de julho.

Análise – Metal Gear Survive – Um jogo Desinspirado e Oportunista

Metal Gear Surive é meio sequela, meio spin-off de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, o último jogo de Hideo Kojima antes de abandonar os estúdios da Konami.

Este é um título envolto em drama e conspirações e que é visto pela indústria dos videojogos, mas especialmente pelos fãs da saga, como um produto que se aproveitou de uma propriedade inteletual reconhecida e que se apresenta torcido numa tentativa de arrecadar dinheiro para a Konami.

Portanto, a questão que se levanta é: será que Metal Gear Survive merece a nossa atenção?

Convém referir que Metal Gear Survive não faz parte do cânone da icónica saga. No entanto, há um enorme esforço deste jogo em tentar ligar eventos e elementos de jogos anteriores.

As primeiras horas de jogo podem mesmo ser vistas como um teste à nossa paciência. Pela nossa frente vamos encontrar cinemáticas longas, cheias de exposição, e que se dividem entre cinemáticas tradicionais e em diálogos de texto. Esta apresentação acaba por refletir-se ao longo do jogo, onde muitos dos acontecimentos que dão progressão à campanha acontecem fora do ecrã e são resumidas em longos trechos de diálogo escrito. As personagens que vamos encontrando não têm profundidade e servem quase só para encher o ambiente do jogo, sem grande impato narrativo.

Metal Gear Survive foi criado com base em The Phantom Pain, título onde vai buscar o motor de jogo, objetos, locais, modelos de personagens e muito mais. Outro elemento que também empresta é a jogabilidade. Em The Phantom Pain, a dita cuja era fantástica: uma personagem fácil de movimentar, muitos equipamentos para usar e muitas oportunidades de abordar situações de maneiras diferentes, ao ponto de as missões nunca acontecerem da mesma maneira quando repetidas. Já em Survive, a jogabilidade sobre uma enorme limitação que se ajusta a um jogo de sobrevivência, com novas formas de jogar e sem a liberdade do seu predecessor.

Survive está focado numa jogabilidade direcionada a encontros corpo-a-corpo, com recurso a paus, lanças, espadas e arcos e flechas, dando menos importância a armas de disparo de médio ou longo alcance. É, também, um jogo que dá especial atenção à saúde do jogador, obrigando-o a estar atento ao nível de fome, sede e de oxigénio, e, embora ainda tenha elementos de stealth, é algo que fica um pouco para a desejar.

As primeiras missões de Survive querem que o jogador conheça basicamente tudo o que temos disponível. Estamos a falar de tutoriais, sim. É aqui, no entanto, que também começamos a ver os podres do jogo. A comunicação entre o jogo e o jogador é quase ofensiva, dando-nos palmadinhas nas costas por sabermos carregar num botão, ou convidando-nos a pagar por elementos que já deveriam estar ao nosso dispor.

Microtransações em videojogos não são propriamente novidade. Ultimamente temos visto jogos a apresentarem modelos de negócio, aproveitando-se da ideia de que videojogos são serviços. E a indústria tem olhado para este fenómeno quase como uma competição para ver quem é mais ganancioso.

Aqui, a Konami leva o prémio. Não só se aproveita de uma série já estabelecida e acarinhada pelos fãs ao apresentar um produto, no máximo, medíocre, como barra o acesso a funções de jogo básicas através do pagamento com dinheiro real.

Se o jogador quiser criar um novo perfil no jogo, ou paga cerca de 10€, ou elimina o seu perfil, podendo atirar horas de jogo e progresso fora. As implicações desta limitação também interferem em situações em que os dois utilizadores querem usar o mesmo jogo e se vêem obrigados a pagar para que outro jogador possa partilhar o mesmo jogo… na mesma plataforma.

Outros elementos pagos também apresentam um impacto direto na experiência de jogo, com pacotes de recursos de sobrevivência que duram mais durante pequenos períodos de tempo, e que só podem ser usados durante alguns dias após a compra. Outra opção é pagar para usar mecânicas de produção e arrecadamento de recursos, que dão itens aleatórios, e raros, a troco de moedas.

Temos também que falar da apresentação. Metal Gear Survive não é um jogo feio, mas é bastante aborrecido, apresentando uma paleta de cores mudas e com pouca variedade de ambientes que se divide em corredores interiores escuros e cinzentos e num deserto pouco interessante. As animações da nossa personagem também são um pouco estranhas, nomeadamente nos novos movimentos com as novas armas. Os inimigos mais comuns, as hordas de zombies, também pouco variam, mas, numa nota mais positiva, os bosses são estranhos, variados e interessantes, fazendo lembrar os monstros saídos da mente de Stephen King ou Lovecraft.

Também temos um modo cooperativo, que estranhamente ficou reduzido a modos simples de “tower defense” onde, em conjunto com mais três jogadores, temos que criar perímetros e defender objetivos de vagas de inimigos que se atiram a nós.

Apesar de não fazer parte da campanha, estes modos utilizam os recursos colecionados no modo a solo, portanto preparem-se para terem uma boa equipa para não perderem nada de valioso.

Se procuram um jogo de sobrevivência que vos entretenha umas horas, é algo que aqui vão encontrar, mas, infelizmente, Metal Gear Survive tem mais de negativo do que de positivo. É um jogo mediano e difícil de levar a sério pelo que é e que sofre por tabela pela sua produção desinspirada e oportunista.

Metal Gear Survive
Nota: 6/10

O jogo (versão PC) foi cedido para análise pela EcoPlay.

Crítica – “Passo a Passo” – Uma emocionante procura pela felicidade face à tragédia


Passo a passo – título original Patients – é um filme francês  baseado na autobiografia de Grand Corps Malade, escrita por Fabien Marsuad, em 2012, como agradecimento a todos os que o ajudaram, e que agora passa para as grandes telas pelo realizador e amigo de Fabien, Mehdi Idir.

Neste filme, Fabien Marsuad “transforma-se” na personagem Ben, um jovem desportista com vinte anos que sonha em jogar basquetebol, mas que, após partir a cervical num grave acidente numa piscina que se encontrava praticamente vazia, fica parcialmente paraplégico. Eventualmente acaba por ir para um centro de reabilitação, onde terá que reaprender a viver. O jovem conta com a ajuda preciosa e uma boa disposição contagiante por parte da equipa médica, fisioterapeutas e enfermeiras que o acompanham nesta nova e difícil fase da sua juventude.

E é aqui que Ben começa a perceber que não está sozinho. Existem outros no mesmo estado, outros ainda piores, e que, mesmo assim, não perdem o humor, a esperança e a força de vontade. São estes os seus novos amigos que, juntamente com ele, lutam todos os dias para melhorar, para aprender a viver com as suas limitações e a aceitar as suas novas condições de vida. Ganham a necessidade e humildade para admitir que precisam de apoio, sem medos, sem revolta, sem tristeza e sem sequer se vitimizarem. Para eles, o mais importante é estarem vivos.

É um filme que retrata o processo de reabilitação de jovens gravemente feridos, todos os esforços físicos e psicológicos envolvidos e o relacionamento entre pacientes e a equipa médica. É um comédia dramática que transforma tragédias em aventuras cheias de dignidade e amor-próprio. Tocante, apaixonante, saudável, divertido e que nos deixa, certamente, a pensar. É impossível não sentir um misto de emoções do princípio ao fim e não nos questionarmos sobre alguns aspetos da nossa vida que temos como garantidos e de como reagiríamos se estivéssemos no lugar daquelas pessoas.

É uma lição de vida, como os franceses já nos habituaram, com muito humor e amor à mistura e valores que fazem falta nos dias de hoje. É uma historia que nos absorve do início ao fim e nos dá uma sensação de humildade, respeito pela vida, respeito pelo próximo e, acima de tudo, que reduz todos os nossos pequenos e irrelevantes problemas do dia-a-dia. Faz-nos querer ser melhores pessoas e faz-nos sentir melhor do início ao fim do filme.

Com Pablo Pauly, no papel de Ben, numa interpretação notável, o filme conta ainda com a participação de Soufiane Guerrab, Moussa Mansaly e tantos outros excelentes atores franceses que fazem com que este filme se possa considerar um dos melhores filmes do ano sobre um problema bastante comum, mas pouco falado. Aqui, temos o prazer de saber mais sobre o tema com a leveza que os franceses já nos habituaram. Podemos até comparar este filme com outra grande película francesa, Amigos Improváveis.

Passo a Passo estreia nos cinemas nacionais a 1 de março.

Texto de: Mafalda Fidalgo

Análise – Broadcast Razer Kiyo + Seiren X – O casamento perfeito para criadores de conteúdo iniciantes

Jogar sozinho e isolado do mundo é uma atividade cada vez mais incomum. Com o acesso a serviços online, os jogadores podem jogar entre si, e, com as novas tecnologias, já é possível partilhar experiências de jogo até mesmo com quem não joga, através de streaming para serviços como o YouTube ou Twitch.

Seja para este tipo de utilizadores que dedicam tempo a partilhar em direto as suas experiências, ou para criadores de conteúdos, a necessidade de criar um setup multimédia é grande, especialmente se quisermos parecer profissionais nesta área. E é aqui que entra o pacote Broadcast Razer Kiyo + Seiren X.

Este pacote é composto por dois equipamentos, que podem ser adquiridos em separado ou noutros pacotes. Falo de uma webcam e um microfone.

Comecemos pela Razer Kiyo. Chamei-lhe webcam por ser mais fácil definir esta pequena e versátil câmara. Com um design redondo, apresenta à volta da lente um anel de led com intensidade de luz ajustável e um suporte articulado que permite ser fixado facilmente no topo de qualquer ecrã ou colocado numa mesa apontado para nós.

A Kiyo dá, obviamente, para ser usada em videochamadas via Skype ou outras aplicações, mas a sua principal função é filmar a cara de jogadores. É capaz de filmar a 1080p a 30fps ou 720p a 60fps.

Descrever esta câmara é tão fácil como a usar. Pela sua versatilidade, é fácil perceber que é um equipamento que não é suposto estar fixo. Pode ser usar de imensas maneiras, desde que o seu cabo USB o permita.

A Kiyo tem ainda na sua base uma rosca que pode ser bastante útil para fixar a tripés ou outro tipo de suportes compatíveis.

Ligar a Kiyo é uma experiência plug-and-play. Basta ligar o cabo, esperar que o Windows reconheça e ficamos preparados para usar em qualquer software que suporte uma câmara. Simples.

A qualidade de imagem é bastante positiva, assemelhando-se ao que podemos encontrar nas câmaras de smartphones de média-gama.

A grande mais valia desta câmara está no anel de LED, ajudando a iluminar as nossas caras ou os objetos a filmar. É importante realçar que serve propositadamente para iluminar apenas isso, e não o ambiente à nossa volta.

Em situações mais escuras vamos ter sempre ruído, claro. Ou seja, esta não é uma solução milagrosa, mas é aceitável o suficiente para quem quiser entrar no mundo do streaming, vlog ou unboxings.

Já o Seiren X é o complemento perfeito para esta solução. Um microfone desenhado para produção de conteúdos.

Este é o modelo mais simples de microfones do género da Razer e apresenta-se como uma solução para ter numa mesa. É compacto e tem um design cilíndrico bastante simplificado onde encontramos apenas um botão de ligar/desligar e o controlo de volume. Na sua parte inferior encontramos a ligação USB, uma saída áudio de 3.5mm para ligar uns auscultadores e uma rosca para usar na base incluída. Com esta rosca, tal como a câmara Kiyo, estão abertas as possibilidades de utilização.

Tal como a camara, também o Seiren X é muito fácil de ligar.

Se vós, leitores, são como eu, e, até aqui, usavam microfones dos vossos auscultadores,ou dos vossos portáteis, o salto na qualidade de captação de som com o Seiren X vai-vos dar a sensação que estão prontos para gravar um programa de rádio. Aqui, sem oportunidade de comparar com outros modelos, a qualidade do áudio surpreendeu, com um excelente isolamento das vozes e com pouco ou nenhum ruído.

Sem nos apercebermos, uma das dificuldades que alguns utilizadores têm é de controlar a respiração ou pequenos tiques que provocam ruídos. Se este é um problema, com esta solução ficam bem servidos. A voz fica clara, composta e sem necessidade de edições ou limpezas de ruídos pós-gravação.

O Seiren X não se revela útil apenas para utilizar em conjunto com a câmara, mas sim para todo o tipo de utilizações que possam imaginar em que seja necessário gravar as vossas vozes. Isto considerando que estamos numa entrada de gama, sem grandes níveis de exigência.

A Kiyo e o Seiren X são um casamento perfeito e versátil para quem produz conteúdo, não só para quem está no seu cantinho, mas especialmente para quem anda em movimento e precisa de ter algo com qualidade e que seja fácil de ligar e desligar.

A unidade recebida vinha até numa interessante mala de transporte. Claro que é só fogo de vista, e, lá dentro, podemos até encontrar uma pequena bolsa para a nossa Kiyo, mas é interessante a demonstração da Razer em afirmar que estes são produtos para transportar.

Apesar da Kiyo ser o produto que brilha com o seu anel, é o Seiren que demonstra maior valor e versatilidade, uma vez que é mais fácil de produzir conteúdos só com áudio do que só com imagem.

Estas duas soluções podem ser adquiridas em separado, por 109,99€ cada, sendo que ,em conjunto, fica por 199,99€. Um valor que fica à consideração de cada um quando comparado a webcams dedicadas, que nem sempre incluem uma solução áudio com resultados tão bons.

Os equipamentos foram cedidos para análise pela Razer.

Miele lança nova máquina de café CM5

Pensada para agradar aos amantes de café, a Miele acaba de reforçar a sua gama de máquinas de café com o lançamento do modelo CM5. Com um design moderno e minimalista, esta nova versão conta com a inovadora função One Touch for Two, que permite a preparação simultânea de duas especialidades de café deliciosas com um simples toque num botão.

Wizkid, Mundo Segundo & Sam the Kid e Piruka no MEO Sudoeste

Em plena estação de inverno, a contagem decrescente para o verão é feita ao ritmo das novidades da próxima edição do MEO Sudoeste. De 7 a 11 de agosto, quem se deslocar até à Zambujeira do Mar vai ter à sua espera um ambiente incrível, com praia, campismo amigos e, claro, a melhor música. Depois de confirmações de nomes como Shawn Mendes ou Hardwell, há mais três novidades que prometem adicionar ainda mais qualidade ao cartaz deste ano do MEO Sudoeste: Wizkid (9 de agosto), Mundo Segundo & Sam the Kid (10 de agosto) e Piruka (8 de agosto).

Nissan vai testar táxis totalmente autónomos nas estradas

A Nissan Motor Co., Ltd. e a DeNA Co., Ltd. vão iniciar no dia 5 de março os testes em estrada do Easy Ride, o serviço de automóveis-robô que ambas as empresas estão a desenvolver.

Erlend Øye, dos Kings of Convenience, vem dar três concertos acústicos a Portugal

Erlend Øye, cantor e compositor norueguês que se tornou conhecido como uma das metades dos Kings of Convenience, eles que atuaram pela última vez em Portugal na primeira edição do Primavera Sound, regressa ao nosso país para três concertos. A digressão, em formato acústico, teve início na América do Sul e passará a 16 de Maio pelo Capitólio, em Lisboa, no dia seguinte pelo Convento de São Francisco, em Coimbra, e a 19 de Maio no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Diogo Piçarra desiste do Festival da Canção

Tudo começou após o artista português ter interpretado a sua música “Canção do Fim”, a melhor pontuada entre o júri e o público, na segunda semifinal do Festival da Canção. Diogo Piçarra ficou em primeiro lugar nessa noite e seguiu, naturalmente, para a semifinal. Mas depois a polémica estalou.

Rock in Rio-Lisboa: Palco Music Valley é dedicado 100% à música portuguesa

Neste palco non-stop, cujo nome é inspirado na própria arquitetura natural do Parque da Bela Vista – e no facto de se localizar num vale -, há 14 horas de música – das 12h00 às 02h00 – por dia e uma programação diversa: pool parties, concertos, live acts, sets de DJs e festas. Sim, é no Rock in Rio-Lisboa que vai acontecer uma das mais famosas festas da atualidade, o Revenge of the 90’s.