Lisbon Bar Show adiado para 2021

Estava previsto acontecer a 19 e 20 de maio, mas infelizmente não existem condições para a produção do evento nas datas previstas. Assim, a organização do Lisbon Bar Show não teve outra hipótese senão adiar aquele que é considerado o maior evento de bar e hospitalidade a nível nacional para maio de 2021.

Lisbon Bar Show

“Apesar de termos inicialmente pensado adiar o Lisbon Bar Show para o mês de setembro deste ano, tememos que ainda não existam condições para tal nessa altura. Isto não por acreditarmos que a situação não esteja normalizada a seguir ao verão, mas devido à dimensão do evento (mais de 6000 visitantes), que traz a Lisboa expositores, oradores e participantes dos mais variados países, com forte presença de Espanha e Itália”, refere Alberto Pires, organizador do evento.

É que, num evento desta dimensão, os ‘stands’ e outros materiais começam a ser produzidos cerca de dois meses antes, o que para alguns expositores implica custos bastante elevados. Obviamente, o Lisbon Bar Show faz questão de não só reembolsar na totalidade todos os expositores, mas também os visitantes que já tinham adquirido os seus bilhetes online.

O evento, que prometia novidades para esta edição, tais como o 1º Congresso Ibérico de Bartenders – uma plataforma que quer juntar os melhores ‘barmen’, mixologistas e influenciadores de Espanha e Portugal para debater o estado atual e a posição do mundo do bar na Península Ibérica, regressa para o ano para dar a conhecer as novas tendências do mundo da mixologia, numa era pós Covid-19.

Análise – Control: The Foundation

The Foundation é o nome da nova expansão de Control, o ambicioso e aclamado jogo da Remedy que surpreendeu tudo e todos quando chegou ao PC e consolas em agosto de 2019.

Quase meio ano depois pode parecer muito tempo, especialmente para os fãs do jogo que ansiavam por mais desculpas para explorar o mundo de Control na pele de Jesse. Até aqui tivemos uma atualização gratuita que introduziu novos desafios e uma pequena nova área, mas nada comparado com The Foundation, que acrescenta um pedaço substancial de jogo, fazendo justiça à definição de expansão.

Com uma nova história, ou neste caso uma missão, The Foundation, como muitas outras expansões do género, poderia muito bem ser uma porção do meio do jogo que ficou de fora por razões criativas ou porque não estava preparado para o lançamento original, mas aqui não é o caso.

The Foundation dá continuidade a Control como se de uma micro-sequela se tratasse. Somos chamados a resolver mais um problema na Oldest House que, se não for resolvido a tempo, pode acabar com a realidade como a conhecemos.

Control: The Foundation

Numa nova área, a Foundation, que dá nome à expansão, viajamos até à fronteira entre a realidade e o plano astral, que correm o risco de se fundir e colapsar. Por muito fantástica que esta visão seja, a Remedy volta a criar cenários visualmente realistas, num misto de estranheza e fantasia, com a representação de novas áreas no plano astral, já apresentado no jogo original, e de uma série de zonas novas como grutas, escavações e outros espaços que contam com uma identidade muito única, com elementos de destaque como monólitos, areias vermelhas e cristais destruíveis, que apresentam também novas mecânicas ao jogo.

A nova área, que, na realidade, é composta por várias zonas, é extensa, detalhada e, tal como o jogo original, permite que sejam desbloqueados atalhos e zonas secretas. Tudo junto, além da história apresentada, a nova expansão acrescenta uma quantidade de atividades e side-quests substanciais dando cerca de mais cinco a seis horas de jogo, dependendo no nosso ritmo.

A jogabilidade de Control mantém-se divertida e dinâmica com um misto de shooting na terceira pessoa com as habilidades telequinéticas especiais de Jesse, que apimentam os nossos confrontos. Junto com The Foundation, Control recebeu também um novo update gratuito que inclui algumas melhorias ao jogo, que aqui são muito importantes. Além de um mapa mais fácil de ler, muito útil para não perder o norte em alguns objetivos, inclui uma nova habilidade – a possibilidade de alocarmos pontos na nossa árvore de habilidades – e, mais importante, um conjunto de novos mods que nos irão ajudar a recolher recursos, como a vida e a energia durante os combates.

Nesta nova aventura, temos também duas novas habilidades passivas para controlar os tais cristais que crescem um pouco por todo o lado e que não só nos ajudam a navegar e a desbloquear novas zonas, mas que podem também ser usadas em combate de forma ofensiva ou defensiva. É certo que só podem ser usadas quando esses cristais existem no ambiente, mas oferecem novas oportunidades de jogo quer nos momentos mais tensos, quer nos momentos de exploração e plataformas.

Estas melhorias são importantes na medida em que The Foundation é um enorme desafio para os jogadores. Tal como o jogo base, não há um nível de dificuldade a não ser o aumento da vida dos inimigos ao longo do jogo, e The Foundation requer mesmo que o jogo base seja completado ao máximo para podermos ultrapassar os seus objetivos e derrotar os inimigos de alto nível.

Control: The Foundation

Nesta expansão, temos apenas um novo tipo de inimigo comum, mas tanto este, como outros já conhecidos, apresentam-se muito mais fortes, mais inteligentes e mais imperdoáveis. Os reflexos e a gestão de recursos são mais ou quase tão importantes nos combates normais, como eram apenas nas boss battles do jogo base. Não há dúvida que é um deleite usar e explorar os poderes e habilidades de Jesse, mas The Foundation faz-nos suar desde o primeiro ao último encontro.

A narrativa é onde The Foundation perde alguns pontos face à forma como a história é explorada. A missão principal é clara e as implicações das nossas escolhas também, contudo, a história fica facilmente em segundo plano, com The Foundation a focar-se mais na construção do mundo e na história visual que cada zona nova conta. Mais uma vez, voltamos a encontrar muitos documentos e ficheiros perdidos que continuam interessantes de ler e ouvir, mas que não satisfazem tanto como a apresentação de uma cinemática ou sequências de diálogos, existentes em quantidades muito limitadas. Felizmente, temos também side-missions, segredos e sequências deliciosas que compensam a dificuldade no investimento da história principal.

No fim, fica o sentimento que The Foundation é só apenas mais um nível de Control, o que não é mau de todo para quem é muito fã do jogo e quer mais uma desculpa para o jogar. Para já, com uma segunda expansão a caminho da qual pouco sabemos do que se irá tratar, talvez ainda não seja, de todo, obrigatória. Mas é mais Control, e isso nunca será certamente demais.

The Foundation já está disponível para PC e PlayStation 4, em separado ou parte do Season Pass de Control, e vai chegar em breve, também, à Xbox One.

Nota: Muito Bom

Control: The Foundation

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One
Este jogo e a sua expansão (versão PC) foram cedidos para análise pela 505 Games.

The Foundation expande o mundo de Control com uma nova missão, novas áreas e habilidades, num pacote delicioso para os fãs que querem mais aventuras neste mundo e que procuram um desafio à altura das suas habilidades acumuladas durante o jogo original.

Há mais um email fraudulento a fazer-se passar pela Autoridade Tributária e Aduaneira

Não é a primeira vez que tal acontece, e infelizmente também não será a última, pelo que todo o cuidado é pouco. Depois de, em meados de fevereiro, termos alertado para um email falso que se fazia passar pela Autoridade Tributária e Aduaneira, há agora um novo email fraudulento que quer enganar os utilizadores.

Mas não passa de mais um esquema para enganar os mais distraídos. Portanto, já sabem, se receberem um email duvidoso, apaguem-no no imediato. Não carreguem em nenhum dos links que surgir nestes emails.

Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviado pela Autoridade Tributária?

Devem começar por verificar logo qual é o remetente. Neste caso, são endereços como info.wKK@portaldasfinancas.gov.pt ou outros similares. E como podem verificar, a parte inicial do email não é nada comum, e deixa-nos desconfiados, uma vez que coloca a palavra “info”, depois um ponto final e, seguidamente, “wKK”. Isto não faz qualquer sentido.

Porém, este é daqueles emails que, pelo endereço, pode enganar. Afinal, termina em @portaldasfinancas.gov.pt. No entanto, este endereço não é o utilizado pela Autoridade Tributária para comunicar aos contribuintes, uma vez que a entidade fá-lo através do endereço @at.gov.pt.

Ou seja, isto pode de facto enganar, pelo que nada como, além do email, ficarem atentos ao corpo do email.

Autoridade Tributária

Como podem ver pela imagem aqui em cima, o email, apesar de estar escrito corretamente em Português de Portugal, o que é raro, está mal formatado e usa o negrito onde diz “documentos abaixo” e no código de envio. E isto não é comum.

No fim, há ainda uma ligação que diz “Consultar documentos e-Fatura”, mas a própria apresentação deixa-nos de pé atrás.

Não devem, por motivo algum, carregar no link sugerido, uma vez que encaminha para sites que infetam os computadores com códigos maliciosos de phishing, utilizados para roubar dados bancários ou de outros serviços.

Segundo a Exame Informática, o uso do @portaldasfinancas.gov.pt deve-se a uma “má configuração das regras do sistema conhecido por Sender Policy Framework (SPF; Políticas de Trabalho Para o Envio de Mensagens é uma das traduções possíveis para português), que permitem definir que servidores podem ser usados para enviar mensagens em nome do Portal das Finanças”.

Em plena fase de entrega do IRS, este é um email que pode muito bem confundir os contribuintes, pelo que ficam avisados desde já. Olhem para o endereço de email e analisem. Se vos parecer suspeito deve eliminar no imediato.

Facebook Messenger está finalmente disponível para MacOS e Windows

Ou seja, é o mesmo que dizer que o Facebook Messenger chegou ao grande ecrã. A nova app em versão desktop, disponível para MacOS e Windows, tem o objetivo de fazer com que as pessoas fiquem ainda mais ligadas.

Até aqui só era possível usar a versão browser, pelo que esta novidade surge em forma de aplicação independente.

Facebook Messenger

No fundo, isto significa que, agora, as melhores funcionalidades do Messenger estão disponíveis no próprio computador, incluindo as vídeochamadas ilimitadas e gratuitas em grupo, desta vez sem mais um separador aberto no browser.

A app, de utilização fácil e intuitiva, surge assim em forma aumentada, mas promete que tudo ficará sincronizado com o smartphone, para que não percamos nada.

Ou seja, receberão no PC novas notificações (podendo silenciá-las se for o caso), seja de mensagens ou chamadas, e podem ainda ativar o Dark Mode. E claro, há GIFs com fartura para enviar aos amigos.

Podem (e devem) fazer o download na Microsoft Store ou Mac App Store.

Nobre faz uma boa ação e oferece alimentação aos seus motoristas

Não só a Nobre, mas também outras empresas do grupo Sigma, como a Campofrio, a Aoste, a Fiorucci, a Imperial, a CFG Deutschland e a Stegeman. Assim nasceu a iniciativa Food for Drivers em Portugal, Espanha, Itália, França, Bélgica, Alemanha e Holanda, para oferecer alimentação aos motoristas de pesados que fazem o transporte da carga Nobre.

alimenta

Esta decisão prende-se com o facto de que, devido ao fecho da maioria dos serviços de restauração rodoviária, a aquisição de provisões tornou-se um desafio para os motoristas nas suas rotas.

Esta iniciativa está a ser desenvolvida em Rio Maior, região onde estão sediados a fábrica e o centro logístico da Nobre Alimentação.

Pingo Doce e Takeaway.com alargam zonas de entrega de refeições ao domicílio em Lisboa

Tinham por hábito almoçar nos restaurantes Pingo Doce, mas agora não o podem fazer devido à Covid-19? Nada temam. A marca e a Takeaway.com alargaram as zonas de entrega de refeições ao domicílio em Lisboa, estando agora disponíveis em todo o centro da capital e também em Telheiras, Benfica, Alvalade, Lumiar, Campo Grande, Alameda e Bela Vista.

refeições ao domicílio

Fora de Lisboa, o serviço de entregas é feito em Odivelas.

Estão disponíveis vários pratos de comida tradicional portuguesa, como arroz de pato (5,99€/dose), bacalhau espiritual (5,99€), frango assado (10,99€ – frango inteiro, arroz, batatas e bebida), salsicha silesiana (3,99€/2 unidades + arroz), lombo de porco fatiado (6,49€), entre outros pratos.

Fazem também parte do “menu” algumas bebidas e sopas.

É muito simples efetuarem encomendas. Basta que acedam à aplicação ou ao site da Takeaway.com e, a partir daí, escolherem que pratos desejam receber em casa. O pagamento é feito online e, quanto às entregas, são feitas sem qualquer contacto físico, sendo deixadas à porta do cliente.

Número diário de ciberataques quadriplicou devido à COVID-19

Nas últimas duas semanas, o número de ciberataques relacionados com o coronavírus aumentou significativamente de algumas centenas para mais de 5.000 ataques a 28 de março. Em média, mais de 2.600 ciberataques relacionados com o coronavírus estão a ocorrer diariamente.

No entanto, e embora o número de ciberataques relacionados com a pandemia tenha crescido exponencialmente, o volume total de atividades de ciberameaças nas redes das organizações em todo o mundo decresceu cerca de 17% entre janeiro e março de 2020.

ciberataque

84% dos ciberataques ativam-se através de websites de phishing, enquanto 2% destes envolvem a vítima a aceder a um website malicioso através do uso do seu dispositivo móvel.

Há websites com “corona”/”covid” no seu domínio, há ficheiros com nomes relacionados com “Corona” e há ainda ficheiros que são distribuídos com o assunto do email relacionado com coronavírus no-email.

Nas últimas duas semanas, mais de 30.103 foram registados novos domínios relacionados com o coronavírus, dos quais 131 são maliciosos e 2.777 são suspeitos e encontram-se sob investigação. Isto significa que, no total, mais de 51.000 domínios relacionados com a pandemia foram registados desde janeiro de 2020, que é considerado o início da pandemia.

Ataques de phishing por websites a passar-se pela Netflix duplicaram

A maioria destes sites foram registados nos últimos meses, incluindo domínios com o nome oficial do vírus dado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) – netflixcovid19s.com. Alguns destes sites oferecem opções de pagamento na tentativa de extrair de forma fraudulenta os detalhes de pagamento dos utilizadores.

Recentemente, registou-se também um aumento do número de registos de domínios “Zoom” e identificou ficheiros “Zoom” maliciosos direcionados para quem está a trabalhar em casa. Mais de 1.700 novos domínios “Zoom” foram registados desde o surgimento da pandemia, 25% dos quais foram registados na última semana.

Seis dicas para ficarem protegidos

  • Cuidado com domínios parecidos: Verificar erros gramaticais em emails ou websites e remetentes de email desconhecidos.
  • Ser cauteloso com remetentes desconhecidos: Olhar para os ficheiros recebidos via email provenientes de remetentes desconhecidos, especialmente se eles intentarem a alguma ação que normalmente não faria.
  • Usar fontes autênticas: Assegurar-se que estão a adquirir bens de fontes autênticas. Uma forma para o fazer é NÃO clicar em links promocionais de emails. Em vez disso, pesquisar o retalhista desejado e clicar nos resultados da pesquisa do Google.
  • Cuidado com as ofertas “especiais”: “Uma cura exclusiva para o Coronavírus por $150” não é realmente uma oportunidade de confiança. Neste momento não existe nenhuma cura para o coronavírus e, mesmo que houvesse, claramente não será oferecido via email.
  • Não reutilizar passwords: Ter a certeza de não reutlizar as mesmas passwords entre aplicações e contas.
  • Implementar uma ciber arquitetura end-to-end: As organizações podem prevenir ataques zero-day com uma ciber arquitetura end-to-end, de modo a bloquear sites de phishing e implementar alertas sobre reutilização de passwords em tempo real.

NOS lança novo canal com foco na culinária e decoração

É já a 8 de abril que a NOS lança um novo canal para entreter os portugueses. Chama-se Casa e Cozinha e é dedicado a ideias criativas e úteis sobre decoração, culinária, moda, beleza, viagens e bem-estar.

decoração

O Casa e Cozinha vai estrear na NOS com 16 formatos distintos, divididos pelas várias temáticas, mas o maior foco será mesmo na culinária e decoração.

Como é óbvio, o canal será disponibilizado em HD, tendo disponíveis as funcionalidades de gravações automáticas, gravações avançadas e restart TV, bem como a possibilidade de visualização a qualquer hora e em qualquer lugar, através da App NOS TV.

O canal, exclusivo na NOS e a ficar disponível na posição 95, conta com a produção da Dreamia, responsável por outros canais como o Panda, Biggs ou Hollywood.

Querem dar os primeiros passos nas áreas das TI? A Rumos tem cursos online gratuitos

Sim, é um ciclo de cursos em e-learning gratuitos que permite aos interessados dar os os primeiros passos nas mais variadas áreas das TI, ao seu ritmo, enquanto experimentam esta modalidade de formação online.

A iniciativa surge por parte da Rumos, empresa portuguesa de formação e certificação técnica do grupo Rumos – Knowledge Sharing, que disponibiliza cursos em áreas como database, systems & networks, security, development, artificial intelligence ou IoT.

cursos online

A inscrição é gratuita até 24 de abril, sendo que, depois, os alunos terão até 60 dias para completar os cursos online que iniciem.

Introduction to Data Science, Introduction to Python, Networking Essentials, Security Fundamentals, Introduction to Artificial Intelligence ou Deep Learning Explained são alguns dos cursos de acesso aberto disponíveis na plataforma de e-learning que a Rumos possui através da parceria com a LLPA – Leading Learning Partners Association, com conteúdos desenvolvidos pelos especialistas da Microsoft.

Para além deste ciclo de cursos gratuitos, a Rumos está ainda a promover uma campanha nos cursos e-learning de software houses como a Oracle, VMWare e Microsoft, em que, para além dos cursos e-learning, os formandos vão poder contar com sessões de apoio com um formador Rumos e descontos até 40%.

Novo serviço da PAGAQUI permite realizar pagamentos por SMS e email

Numa altura em que as entregas em casa são uma necessidade para muita gente, é também muito importante que todos nós realizemos pagamentos sem uma deslocação a caixas Multibanco. Além disso, devemos também evitar utilizar terminais de pagamento quando recebemos algo ou quando realizamos os pagamentos habituais.

A pensar nisto, a PAGAQUI acaba de lançar um novo serviço que permite aos cidadãos realizarem os seus pagamentos através de mensagem de telemóvel ou email.

pagamentos

Este novo serviço destina-se a qualquer empresa e é a solução prática para aceitar os pagamentos sem necessidade de ter uma loja online, com um nível de segurança acrescido.

Ou seja, o objetivo é que as empresas tenham acesso a esta nova modalidade e que, a partir daí, possam disponibilizar o pagamento por SMS ou email aos clientes.

Primeiro que tudo, a empresa/instituição tem de aceder ao portal onde está disponível a plataforma Link to Pay. Depois, a entidade tem de inserir o valor do pagamento, com possibilidade de incluir número de referência ou nota de encomenda para permitir a identificação e conciliação.

Seguidamente, a plataforma irá enviar um link por SMS ou email para o cliente, sendo que, aí, o cliente recebe o tal link e, ao clicar no mesmo, surge uma ‘carta’ de pagamento na qual deverá inserir os dados do seu cartão bancário.

No final, o cliente receberá então um SMS com o PIN 3D Secure, sendo então realizado o pagamento.

10 dicas para utilizar em apps de socialização

Seja para falar por videoconferência com a família e amigos ou para participar em reuniões de trabalho à distância, nos últimos dias temos assistido à proliferação de várias aplicações de socialização em grupo, como a Houseparty e o Zoom, cuja segurança tem sido posta em causa, originando uma onda de ceticismo e desconfiança por parte dos utilizadores.

Por exemplo, como é que estes serviços fazem dinheiro? Se são gratuitos, a informação pessoal é, provavelmente, o preço a pagar. Tendo isso em conta, devemos olhar para as permissões de forma a perceber que tipo de dados as aplicações recolhem, armazenam e reutilizam.

socialização

É importante ter em conta que nada é 100% seguro. Embora possamos pensar que não somos tão atraentes para um hacker como é Jeff Bezos, podemos facilmente cair nas armadilhas das aplicações.

Assim, deixamo-vos 10 dicas a ter em conta aquando da utilização de apps de socialização:

  • Rever atentamente as definições de privacidade e segurança;
  • Utilizar palavras-passe únicas e complexas para cada uma das contas online;
  • Limitar o que pode ser visto ou partilhado;
  • Não confiar automaticamente em alguém e verificar com os contactos se foi realmente essa pessoa que se conectou à aplicação;
  • Desativar recursos, a menos que os queiramos utilizar ou precisemos de aceder aos mesmos (por exemplo, o acesso ao microfone e à câmara);
  • Não partilhar em demasia – não publicar nada se não queremos que alguém veja;
  • Denunciar situações de abuso;
  • Proteger todos os dispositivos com um produto de segurança para Internet com boa reputação;
  • Instalar as atualizações ao sistema mal estejam disponíveis;
  • Em situações de trabalho, utilizar sempre a aplicação que for recomendada pela empresa, ao invés da app favorita para conversar em grupo.

Ohai Nazaré. Novo resort ao ar livre oferece noites aos profissionais de saúde

A iniciativa é dirigida a médicos, enfermeiros e aos restantes profissionais de saúde que estão expostos ao contágio e prestam serviços durante a pandemia. Assim, o novo resort ao ar livre, Ohai Nazaré, vai oferecer 1.000 noites aos profissionais da saúde que estão a trabalhar arduamente para combater a crise que todos conhecemos.

Ohai Nazaré

Portanto, e assim que a situação melhorar, os profissionais de saúde poderão descansar e usufruir das instalações do resort, situado a 2km do centro da Nazaré em plena reserva natural do pinhal de Leiria, juntamente com os seus familiares e amigos (máximo de quatro pessoas).

Durante a estadia no Ohai Nazaré poderão ir à praia, praticar surf, andar de bicicleta ou a cavalo, bem como fazer longas caminhadas e visitar localidades próximas como Óbidos ou Fátima. Além disso, dentro do resort poderão desfrutar de diversos espaços comuns – spa, piscina aquecida, sala de jogos, zonas desportivas ou ainda uma atração aquática que garante muita diversão e animação para os mais pequenos, para além de inúmeras atividades.

Quem quiser desfrutar de duas noites neste resort, deverá solicitar a sua reserva via email, devendo comprovar que é um profissional de saúde no ativo.

Devem, ainda, consultar o regulamento e todas as condições.

Concerto de Harry Styles em Lisboa reagendado para fevereiro de 2021

Tal como aqui tínhamos dito, Harry Styles usou as redes sociais para informar sobre o adiamento da sua tour europeia.

Dado toda a situação, o artista optou por reagendar a digressão europeia, Love Tour, onde se incluía uma passagem pelo nosso país, para 2021.

Harry Styles

“Quem me conhece, sabe que atuar foi sempre a minha parte favorita de trabalhar na música. Contudo, em tempos como estes, a segurança e a proteção da equipa de digressão, dos fãs e de toda a gente à volta do mundo é uma prioridade imediata”, disse o cantor nas redes sociais.

No entanto, e tal como aconteceu com a situação de Bon Iver, toda a tour já tinha sido reagendada com datas exatas, à exceção do concerto em Lisboa.

Aqui no Echo Boomer tínhamos o palpite de que, como Harry Styles irá atuar em Madrid no dia 15 de fevereiro e a 19 do mesmo mês em Viena, esperávamos que desse um espetáculo por cá a 17 de fevereiro. Pois bem, falhámos por pouco.

O concerto na Altice Arena, em Lisboa, vai agora acontecer a 16 de fevereiro, ou seja, um dia depois da atuação em Madrid. Não é muito habitual os artistas fazerem isto, mas acontece.

A primeira parte do concerto fica a cargo de King Princess.

Para quem já tem bilhete, o mesmo é válido para a nova data. O espetáculo encontra-se esgotados, sendo expectável que só fiquem disponíveis caso existam devoluções.

As marcas que estão a produzir equipamentos de proteção para ajudar no combate ao novo coronavírus

Conscientes da escassez de equipamentos de proteção na prevenção desta pandemia, são várias as entidades que se juntaram a esta luta que nos afeta a todos.

Uma delas é o IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia, que desenvolveu de raiz um projeto de design e produção de viseiras que contribuem, com segurança, para a proteção e minimização da propagação do vírus.

de proteção

Analisado e validado por profissionais de saúde, e respeitando a regulamentação em termos de material e higiene, as viseiras do IADE são de fácil utilização e reutilizáveis. Desenvolvidas com os materiais policarbonato transparente 0.75mm, PLA e Elástico Náutico, a sua produção assenta, principalmente, na tecnologia de corte a laser e com recurso à impressão 3D, o que permite uma maior produção num curto espaço de tempo.

Dada a necessidade de haver uma maior disponibilização deste material de proteção, o IADE tem já em desenvolvimento, desde o design à produção, de mais 600 viseiras, em parceria com a Ondagrafe, uma empresa de produção digital, perfazendo assim um total de 960 viseiras que serão doadas aos Hospitais Beatriz Ângelo, Santa Maria, Amadora Sintra e Estefânia.

Também a Rufel, marca especializada no fabrico de bolsas, reuniu esforços e avançou com a produção de viseiras hospitalares, para proteção de todos os que estão na linha da frente na luta contra a Covid-19. Neste momento, já foram produzidas 300 unidades e a marca prepara-se agora para que mais 400 sejam concebidas, a partir desta semana. Os materiais serão doados aos principais hospitais da zona Norte do país.

Na fábrica da Rufel em Santa Maria da Feira, estão neste momento cerca de seis funcionários, a trabalhar com todos os cuidados necessários, para ajudar de alguma forma aqueles que lutam diariamente pelo bem-estar de todos.

Já o Grupo Clínico Saúde Viável, especializado no diagnóstico, tratamento e investigação em saúde e transplante capilar, está, desde o início desta semana, a apoiar o desenvolvimento de viseiras para serem utilizadas pelo pessoal clínico em ambiente hospitalar, na prestação de cuidados de saúde aos doentes diagnosticados com COVID-19.

No Centro de Investigação & Desenvolvimento (I&D) do Grupo estão a ser produzidos, através de impressão 3D, os suportes necessários para as viseiras que serão usadas nas tarefas de triagem e identificação de novos doentes diagnosticados com COVID-19, nos centros de saúde; e no acompanhamento dos doentes nos cuidados intermédios e intensivos, nos hospitais.

O mesmo está a acontecer com a Fraunhofer AICOS, sendo que o centro de investigação da fundação está a utilizar equipamentos próprios de fabricação aditiva (impressoras 3D) para produzir viseiras de proteção para os profissionais de saúde do IPO Porto. Nesta primeira fase, estão a ser produzidas 50 viseiras.

E sim, até o Grupo Nabeiro – Delta Cafés encontra-se a produzir material de proteção individual, máscaras e viseiras, numa das unidades do Grupo, em Campo Maior. O material de proteção individual já foi entregue a alguns Hospitais do Alentejo, nomeadamente no Hospital de Portalegre e Elvas, para ajudar na proteção dos profissionais de saúde e continuará a ser produzido pela Toldiconfex, uma das unidades da empresa situada na Caia, e será oferecido aos restantes hospitais da região, como forma de combater a actual situação epidemiológica.

Como seria de esperar, a Delta está a fazer chegar café a diversas unidades hospitalares, algo essencial nestas horas que parecem intermináveis no combate ao vírus.

Já podemos apoiar a Cruz Vermelha Portuguesa através do Revolut

Depois de ter estreado o serviço Revolut Junior no Reino Unido e ter ficado finalmente disponível nos Estados Unidos, a fintech britânica acaba de abrir a sua primeira campanha local de donativos com o objetivo de apoiar a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) a combater a COVID-19.

Ou seja, os mais de 400 mil utilizadores de Revolut em Portugal poderão doar dinheiro para esta ação que irá beneficiar, integralmente, o movimento #EuAjudoQuemAjuda. Com a solidariedade dos portugueses, será possível angariar equipamentos de proteção individual, cobertores, camas de campanha, tendas insufláveis, ventiladores, monitores e desfibriladores, assim como continuar a prestar apoio domiciliário e sanitário a família vulneráveis.

Cruz Vermelha Portuguesa

As doações podem ser feitas através do recurso Donativos, na aplicação (separador Painel > Donativos), que permite a todos os utilizadores, de forma simples e intuitiva, enviar dinheiro para esta campanha.

Existem três opções disponíveis: donativo único, donativo recorrente ou ainda “arredondar os trocos”, ou seja, os pagamentos que efetuarem são “arredondados” e o “troco” é doado.

Caso a opção “Donativos” não esteja visível, deverão clicar em “Personalizar o painel” e ativar a respectiva opção.

Importa salientar que podem doar o que quiserem, nem que seja um cêntimo, e que 100% do valor doado será entregue à Cruz Vermelha Portuguesa, uma vez que a Revolut não cobra qualquer comissão.

Esta campanha estará ativa enquanto se mantiver o Estado de Emergência nacional.

CTT fecham parceria com Uber para entregas em duas horas em várias cidades

Até hoje, Lisboa, Porto e Braga eram as cidades que podiam usufruir do serviço dos CTT de entregas rápidas até duas horas em áreas urbanas (serviço Expresso para Hoje, antigo CTT Now). Agora, e graças a uma parceria estabelecida com a Uber, este serviço foi estendido a mais cidades.

Assim, Aveiro, Coimbra, Évora, cidades do Algarve e Funchal passam também a usufruir do serviço Expresso para Hoje, numa medida de maior conveniência de todos neste contexto de pandemia COViD-19 e de Estado de Emergência.

Viajar de Uber

Os interessados podem realizar os seus pedidos através da aplicação para smartphones (app CTT Now) ou no site dos CTT (particulares e empresas) e, depois, solicitar o envio do objeto, acompanhando o percurso do estafeta até ao momento da entrega.

Quando o serviço for concretizado por um estafeta da Uber, o cliente recebe um email a informá-lo de que o serviço foi atribuído àquela empresa de mobilidade.

Em Aveiro, Coimbra, Évora, cidades do Algarve e Funchal, o serviço estará disponível para distâncias até 10 quilómetros entre o ponto de recolha e o de entrega dos pedidos efetuados. Nas cidades de Lisboa, Porto e Braga, o serviço Expresso para Hoje, continua a funcionar para distâncias superiores a 10 quilómetros.

Recorde-se que a Uber está a desenvolver uma nova solução B2B, Uber Drop-Off, de modo a que retalhistas (supermercados, por exemplo) possam solicitar à empresa um motorista que faça entregas de encomendas em casa dos clientes.

Análise – Kings of Lorn: The Fall of Ebris

A indústria dos videojogos é implacável. A produção de um projeto, por mais pequeno que seja, demora anos. Os orçamentos são altos, existe muito em risco. Criar um videojogo não é apenas um sonho ou uma vontade, mas sim uma aposta pessoal em algo que poderá ou não resultar depois de anos de desenvolvimento. É cruel. Quando um projeto é dirigido e programado por uma só pessoa, esta situação é exponenciada ao máximo. O risco é ainda maior, mas a coragem e determinam acompanham, quase sempre, essa aposta.

Infelizmente, surgem diariamente projetos que acabam por demonstrar os riscos da indústria e das produções a solo, como Kings of Lorn: The Fall of Ebris, que chegou este mês à PlayStation 4.

Por melhores que sejam as intenções, Kings of Lorn é um mau jogo. Está cheio de problemas na jogabilidade, nos seus gráficos e direção de arte e apresenta uma performance nada consistente que dá origem a uma experiência que preferia não ter conhecido. É uma pena ter de criticar um jogo que é, sem dúvidas, um projeto pessoal, onde se sente, ainda assim, um carinho pelo resultado final, mas Kings of Lorn pouco tem em sua defesa.

Kings of Lorn

Vamos ser justos. Kings of Lorn é um projeto ambicioso, ainda mais para uma produção a solo. Para um RPG de ação, muito inspirado em Dark Souls e nas restantes criações da FromSoftware, há muito para descobrir na sua estória e mitologia, com a narrativa a apresentar um mundo de Reis traídos e de reinos à beira do fim. Há uma vontade palpável em contar uma estória que vai além do orçamento e limitações mecânicas do jogo, com várias sequências cinematográficas a darem a este universo depressivo uma maior personalidade. Mas não bastou.

Mesmo com vários documentos que adicionam camadas à estória e às suas personagens, Kings of Lorn não surpreende e acaba por querer dizer mais do que consegue mecanicamente, caindo por terra devido à sua estrutura e jogabilidade.

O que me levou a jogar e a analisar Kings of Lorn foi a sua aposta na exploração e combate na primeira pessoa, algo que raramente vemos no género. O combate é maioritariamente corpo a corpo, disponibilizando várias espadas e outro tipo de armamento, como flechas e bestas, o que lhe dá alguma intensidade. Os cenários são escuros, inspirados por movimentos europeus – em especial pela arte da Idade Média, onde encontramos ainda castelos, aldeias e masmorras abandonadas –, mas pareciam antever uma aventura muito mais assente na exploração, o que não é a verdade.

Kings of Lorn está, na verdade, dividido por níveis, que concluem sempre com uma batalha contra bosses, onde a progressão se limita a descobrir chaves e a lutar contra um leque muito limitado de inimigos – como esqueletos, mortos-vivos e bandidos.

Kings of Lorn

Ainda a nível visual, Kings of Lorn rapidamente mostra as suas cores – ou a ausência delas. O mundo é demasiado escuro, banhados em cores aborrecidas e quase inexistentes, que, na minha opinião, servem para cobrir as texturas pobres que encontramos nos cenários. As sombras são tão presentes que mal conseguimos ver o nosso caminho, algo que se torna problemático em combate.

Na verdade, Kings of Lorn parece ter sido construído através de assets pré-feitos e readaptados para a campanha, com alguns modelos a serem estranhamente semelhantes a outros jogos. Aliás, os modelos são tão limitados que é comum vê-los repetidos pelos cenários, como esqueletos, baús, velas e outros elementos decorativos.

A jogabilidade poderia salvar a experiência e dar-lhe uma maior profundidade, mas não é isso que encontramos nesta aventura fria e desprovida de vida. Com foco no combate, Kings of Lorn traz consigo várias espadas e arcos num sistema de movimentação e ataque demasiado rígido. Os ataques falham, não sentimos grande impacto nos golpes e os inimigos dividem-se entre duas categorias: ou são demasiado fáceis de matar ou implacáveis. A agressividade dos inimigos é uma causalidade da falta de programação cuidado do jogo, com os monstros a não pararem de atacar sempre que nos aproximamos, repetindo golpes até à exaustão. Isto não é dificuldade, é irritação.

Kings of Lorn

Não há ritmo em combate e é muito fácil de contornar a agressividade da IA – basta utilizarmos o desvio rápido e mantermos a distância. Isto faz com que os combates sejam aborrecidos, repetitivos e sem qualquer pingo de estratégia. É bater até algo morrer, mais nada. Esta falta de profundidade agrava-se pela insistência em não explicar as suas mecânicas, como os recursos que colecionamos ao longo da campanha. Kings of Lorn quer ser misterioso e seguir as passadas da FromSoftware – onde menos é mais –, e acaba por dar um tiro no pé. O que não conhecemos e o que não nos é explicado perde qualquer valor.

A disposição dos monstros em campo é quase aleatória, não há uma progressão eficaz ao longo da campanha e rapidamente nos aborrecemos com o jogo. Aliás, consegui, num dos níveis, evitar todos os inimigos sem ter quaisquer problemas. Outro problema grave, para além dos seus bugs infindáveis – como texturas incorretas, popups, inimigos presos nos cenários – e da performance inconsistente, é a falta de coesão até na progressão da campanha.

Não consigo explicar como ou porquê, mas encontrei momentos onde tive de refazer tudo do início apesar de ter gravado – como se o jogo não assumisse a minha gravação no que toca à recolha de itens. Isto torna-se insuportável quando temos um sistema de gravação manual com distâncias demasiado implacáveis para o combate que o jogo apresenta, obrigando-nos a repetir as mesmas ações vezes sem conta.

Kings of Lorn não é um bom jogo e, mesmo com patches e possíveis melhorias, não prevejo que algum dia venha a ser a experiência que ambicionou ser. É um jogo quebrado, pouco amistoso, divertido ou prazeroso de olhar, mas é, sem dúvidas, ambicioso. Louvo a sua determinação em criar algo tão arriscado e cinematográfico, mas Kings of Lorn devia ter sido testado e aprimorado antes de chegar ao mercado. É um jogo a evitar.

Nota: Mau

Kings of Lorn: The Fall of Ebris

Plataformas: PC, PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela TeamKill Media.

Um projeto que não consegue satisfazer a nível visual ou mecânico, apresentando-se através de uma estrutura arcaica, repetitiva e cansativa sem grandes pontos positivos.

Aventura e rally na oferta do PS Plus de abril

A Playstation revelou os jogos que os subscritores do PlayStation Plus vão poder resgatar durante o mês de abril.

A partir do dia 7 vai ser possível viver as emoções e aventuras de Nathan Drake, em Uncharted 4: O Fim de um Ladrão, que, juntamente com o seu irmão Sam, procuram o tesouro perdido do Capitão Henry Avery, num jogo muito mais pessoal e arriscado do que os anteriores.

As emoções fortes não se ficam por aqui, mas desta vez dedicadas à adrenalina do Rally. DiRT Rally 2.0, que recebeu recentemente uma nova edição celebrativa do seu primeiro aniversário, vai convidar os jogadores a tornarem-se os novos campeões, num jogo focado no realismo e na simulação off-road.

Além das duas ofertas habituais, os jogadores nacionais vão poder aceder ao jogo Holfraine, revelado o mês passado. Um jogo multijogador do género Hero Shooter, desenvolvido no âmbito do programa PlayStation Talents.

Com o PlayStation Plus, os jogadores podem ainda usufruir de diferentes campanhas de promoções que vão ocorrendo quase todas as semanas na PlayStation Store.

Posso Ir. Esta app permite saber se os supermercados têm filas à porta

Tem sido um problema nestes dias, principalmente para aquelas pessoas que só conseguem ir às compras ao fim de um dia de trabalho (mesmo em regime de teletrabalho). Além de vários supermercados encerrarem mais cedo de momento, ou seja, com horários mais reduzidos, nunca se sabe muito bem qual a melhor hora para abastecer a dispensa.

Pois bem, há uma nova app que permite ajudar-nos neste sentido. Porém, é um projeto que precisa do apoio dos utilizadores para ter informação atualizada.

Posso Ir

Chama-se Posso Ir e é mais um projeto que nasce no âmbito do Tech4Covid19, uma iniciativa de um grupo de empreendedores que está a criar soluções tecnológicas para ajudar a população a ultrapassar os desafios trazidos pela pandemia.

Esta app, desenvolvida em sete dias por uma equipa de 10 pessoas das startups Lapa e Visuallity, está disponível para iOS e Android e a sua utilização é muito simples.

Basicamente, assim que forem às compras, devem assinalar na app como está a fila de espera para entrar na superfície comercial, tanto antes como depois de sair. Há três opções: sem fila (tempo de espera até cinco minutos), fila média (entre 5 a 20 minutos de espera) e fila longa (mais de 20 minutos de espera).

Ou seja, e nesta fase, a Posso Ir está dependente da informação prestada pelos utilizadores, mas isso nada garante que as pessoas não forneçam dados errados. A pensar nisto, a app terá em breve os dados oficiais das cadeias de retalho do Lidl, Pingo Doce e Sonae, para que a informação prestada seja totalmente verídica.

Além disso, a Posso Ir poderá também integrar o comércio local, como algumas mercearias. Embora seja mais complicado estes espaços registarem fila, é algo que dá sempre jeito.

Death Stranding para a PS4 recebe o esperado modo de fotografia

Depois de confirmada a chegada do modo inicialmente revelado para a versão PC de Death Stranding, o jogo da Kojima Productions recebeu o modo de fotografia na PlayStation 4.

Esta funcionalidade faz parte da mais recente atualização 1.12 do jogo que, além de outras melhorias, permite agora que os jogadores pausem a sua jornada por uma América devastada por forças sobrenaturais para tirar fotografias às paisagens, ou até, quem sabe, uma selfie ou duas.

death stranding photomode

O modo é extenso e permite a captura quer dos momentos mais calmos, quer dos mais caóticos, com muita margem para a manipulação de imagem, que inclui poses e caretas para Sam e BB, filtros, molduras e muito mais.

Death Stranding está disponível para a PlayStation 4 e vai chegar em breve ao PC com melhorias e novos conteúdos exclusivos. Até lá, aproveitem para (re)ler a nossa análise.