Concerto de Harry Styles em Lisboa reagendado para fevereiro de 2021

Tal como aqui tínhamos dito, Harry Styles usou as redes sociais para informar sobre o adiamento da sua tour europeia.

Dado toda a situação, o artista optou por reagendar a digressão europeia, Love Tour, onde se incluía uma passagem pelo nosso país, para 2021.

Harry Styles

“Quem me conhece, sabe que atuar foi sempre a minha parte favorita de trabalhar na música. Contudo, em tempos como estes, a segurança e a proteção da equipa de digressão, dos fãs e de toda a gente à volta do mundo é uma prioridade imediata”, disse o cantor nas redes sociais.

No entanto, e tal como aconteceu com a situação de Bon Iver, toda a tour já tinha sido reagendada com datas exatas, à exceção do concerto em Lisboa.

Aqui no Echo Boomer tínhamos o palpite de que, como Harry Styles irá atuar em Madrid no dia 15 de fevereiro e a 19 do mesmo mês em Viena, esperávamos que desse um espetáculo por cá a 17 de fevereiro. Pois bem, falhámos por pouco.

O concerto na Altice Arena, em Lisboa, vai agora acontecer a 16 de fevereiro, ou seja, um dia depois da atuação em Madrid. Não é muito habitual os artistas fazerem isto, mas acontece.

A primeira parte do concerto fica a cargo de King Princess.

Para quem já tem bilhete, o mesmo é válido para a nova data. O espetáculo encontra-se esgotados, sendo expectável que só fiquem disponíveis caso existam devoluções.

As marcas que estão a produzir equipamentos de proteção para ajudar no combate ao novo coronavírus

Conscientes da escassez de equipamentos de proteção na prevenção desta pandemia, são várias as entidades que se juntaram a esta luta que nos afeta a todos.

Uma delas é o IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia, que desenvolveu de raiz um projeto de design e produção de viseiras que contribuem, com segurança, para a proteção e minimização da propagação do vírus.

de proteção

Analisado e validado por profissionais de saúde, e respeitando a regulamentação em termos de material e higiene, as viseiras do IADE são de fácil utilização e reutilizáveis. Desenvolvidas com os materiais policarbonato transparente 0.75mm, PLA e Elástico Náutico, a sua produção assenta, principalmente, na tecnologia de corte a laser e com recurso à impressão 3D, o que permite uma maior produção num curto espaço de tempo.

Dada a necessidade de haver uma maior disponibilização deste material de proteção, o IADE tem já em desenvolvimento, desde o design à produção, de mais 600 viseiras, em parceria com a Ondagrafe, uma empresa de produção digital, perfazendo assim um total de 960 viseiras que serão doadas aos Hospitais Beatriz Ângelo, Santa Maria, Amadora Sintra e Estefânia.

Também a Rufel, marca especializada no fabrico de bolsas, reuniu esforços e avançou com a produção de viseiras hospitalares, para proteção de todos os que estão na linha da frente na luta contra a Covid-19. Neste momento, já foram produzidas 300 unidades e a marca prepara-se agora para que mais 400 sejam concebidas, a partir desta semana. Os materiais serão doados aos principais hospitais da zona Norte do país.

Na fábrica da Rufel em Santa Maria da Feira, estão neste momento cerca de seis funcionários, a trabalhar com todos os cuidados necessários, para ajudar de alguma forma aqueles que lutam diariamente pelo bem-estar de todos.

Já o Grupo Clínico Saúde Viável, especializado no diagnóstico, tratamento e investigação em saúde e transplante capilar, está, desde o início desta semana, a apoiar o desenvolvimento de viseiras para serem utilizadas pelo pessoal clínico em ambiente hospitalar, na prestação de cuidados de saúde aos doentes diagnosticados com COVID-19.

No Centro de Investigação & Desenvolvimento (I&D) do Grupo estão a ser produzidos, através de impressão 3D, os suportes necessários para as viseiras que serão usadas nas tarefas de triagem e identificação de novos doentes diagnosticados com COVID-19, nos centros de saúde; e no acompanhamento dos doentes nos cuidados intermédios e intensivos, nos hospitais.

O mesmo está a acontecer com a Fraunhofer AICOS, sendo que o centro de investigação da fundação está a utilizar equipamentos próprios de fabricação aditiva (impressoras 3D) para produzir viseiras de proteção para os profissionais de saúde do IPO Porto. Nesta primeira fase, estão a ser produzidas 50 viseiras.

E sim, até o Grupo Nabeiro – Delta Cafés encontra-se a produzir material de proteção individual, máscaras e viseiras, numa das unidades do Grupo, em Campo Maior. O material de proteção individual já foi entregue a alguns Hospitais do Alentejo, nomeadamente no Hospital de Portalegre e Elvas, para ajudar na proteção dos profissionais de saúde e continuará a ser produzido pela Toldiconfex, uma das unidades da empresa situada na Caia, e será oferecido aos restantes hospitais da região, como forma de combater a actual situação epidemiológica.

Como seria de esperar, a Delta está a fazer chegar café a diversas unidades hospitalares, algo essencial nestas horas que parecem intermináveis no combate ao vírus.

Já podemos apoiar a Cruz Vermelha Portuguesa através do Revolut

Depois de ter estreado o serviço Revolut Junior no Reino Unido e ter ficado finalmente disponível nos Estados Unidos, a fintech britânica acaba de abrir a sua primeira campanha local de donativos com o objetivo de apoiar a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) a combater a COVID-19.

Ou seja, os mais de 400 mil utilizadores de Revolut em Portugal poderão doar dinheiro para esta ação que irá beneficiar, integralmente, o movimento #EuAjudoQuemAjuda. Com a solidariedade dos portugueses, será possível angariar equipamentos de proteção individual, cobertores, camas de campanha, tendas insufláveis, ventiladores, monitores e desfibriladores, assim como continuar a prestar apoio domiciliário e sanitário a família vulneráveis.

Cruz Vermelha Portuguesa

As doações podem ser feitas através do recurso Donativos, na aplicação (separador Painel > Donativos), que permite a todos os utilizadores, de forma simples e intuitiva, enviar dinheiro para esta campanha.

Existem três opções disponíveis: donativo único, donativo recorrente ou ainda “arredondar os trocos”, ou seja, os pagamentos que efetuarem são “arredondados” e o “troco” é doado.

Caso a opção “Donativos” não esteja visível, deverão clicar em “Personalizar o painel” e ativar a respectiva opção.

Importa salientar que podem doar o que quiserem, nem que seja um cêntimo, e que 100% do valor doado será entregue à Cruz Vermelha Portuguesa, uma vez que a Revolut não cobra qualquer comissão.

Esta campanha estará ativa enquanto se mantiver o Estado de Emergência nacional.

CTT fecham parceria com Uber para entregas em duas horas em várias cidades

Até hoje, Lisboa, Porto e Braga eram as cidades que podiam usufruir do serviço dos CTT de entregas rápidas até duas horas em áreas urbanas (serviço Expresso para Hoje, antigo CTT Now). Agora, e graças a uma parceria estabelecida com a Uber, este serviço foi estendido a mais cidades.

Assim, Aveiro, Coimbra, Évora, cidades do Algarve e Funchal passam também a usufruir do serviço Expresso para Hoje, numa medida de maior conveniência de todos neste contexto de pandemia COViD-19 e de Estado de Emergência.

Viajar de Uber

Os interessados podem realizar os seus pedidos através da aplicação para smartphones (app CTT Now) ou no site dos CTT (particulares e empresas) e, depois, solicitar o envio do objeto, acompanhando o percurso do estafeta até ao momento da entrega.

Quando o serviço for concretizado por um estafeta da Uber, o cliente recebe um email a informá-lo de que o serviço foi atribuído àquela empresa de mobilidade.

Em Aveiro, Coimbra, Évora, cidades do Algarve e Funchal, o serviço estará disponível para distâncias até 10 quilómetros entre o ponto de recolha e o de entrega dos pedidos efetuados. Nas cidades de Lisboa, Porto e Braga, o serviço Expresso para Hoje, continua a funcionar para distâncias superiores a 10 quilómetros.

Recorde-se que a Uber está a desenvolver uma nova solução B2B, Uber Drop-Off, de modo a que retalhistas (supermercados, por exemplo) possam solicitar à empresa um motorista que faça entregas de encomendas em casa dos clientes.

Análise – Kings of Lorn: The Fall of Ebris

A indústria dos videojogos é implacável. A produção de um projeto, por mais pequeno que seja, demora anos. Os orçamentos são altos, existe muito em risco. Criar um videojogo não é apenas um sonho ou uma vontade, mas sim uma aposta pessoal em algo que poderá ou não resultar depois de anos de desenvolvimento. É cruel. Quando um projeto é dirigido e programado por uma só pessoa, esta situação é exponenciada ao máximo. O risco é ainda maior, mas a coragem e determinam acompanham, quase sempre, essa aposta.

Infelizmente, surgem diariamente projetos que acabam por demonstrar os riscos da indústria e das produções a solo, como Kings of Lorn: The Fall of Ebris, que chegou este mês à PlayStation 4.

Por melhores que sejam as intenções, Kings of Lorn é um mau jogo. Está cheio de problemas na jogabilidade, nos seus gráficos e direção de arte e apresenta uma performance nada consistente que dá origem a uma experiência que preferia não ter conhecido. É uma pena ter de criticar um jogo que é, sem dúvidas, um projeto pessoal, onde se sente, ainda assim, um carinho pelo resultado final, mas Kings of Lorn pouco tem em sua defesa.

Kings of Lorn

Vamos ser justos. Kings of Lorn é um projeto ambicioso, ainda mais para uma produção a solo. Para um RPG de ação, muito inspirado em Dark Souls e nas restantes criações da FromSoftware, há muito para descobrir na sua estória e mitologia, com a narrativa a apresentar um mundo de Reis traídos e de reinos à beira do fim. Há uma vontade palpável em contar uma estória que vai além do orçamento e limitações mecânicas do jogo, com várias sequências cinematográficas a darem a este universo depressivo uma maior personalidade. Mas não bastou.

Mesmo com vários documentos que adicionam camadas à estória e às suas personagens, Kings of Lorn não surpreende e acaba por querer dizer mais do que consegue mecanicamente, caindo por terra devido à sua estrutura e jogabilidade.

O que me levou a jogar e a analisar Kings of Lorn foi a sua aposta na exploração e combate na primeira pessoa, algo que raramente vemos no género. O combate é maioritariamente corpo a corpo, disponibilizando várias espadas e outro tipo de armamento, como flechas e bestas, o que lhe dá alguma intensidade. Os cenários são escuros, inspirados por movimentos europeus – em especial pela arte da Idade Média, onde encontramos ainda castelos, aldeias e masmorras abandonadas –, mas pareciam antever uma aventura muito mais assente na exploração, o que não é a verdade.

Kings of Lorn está, na verdade, dividido por níveis, que concluem sempre com uma batalha contra bosses, onde a progressão se limita a descobrir chaves e a lutar contra um leque muito limitado de inimigos – como esqueletos, mortos-vivos e bandidos.

Kings of Lorn

Ainda a nível visual, Kings of Lorn rapidamente mostra as suas cores – ou a ausência delas. O mundo é demasiado escuro, banhados em cores aborrecidas e quase inexistentes, que, na minha opinião, servem para cobrir as texturas pobres que encontramos nos cenários. As sombras são tão presentes que mal conseguimos ver o nosso caminho, algo que se torna problemático em combate.

Na verdade, Kings of Lorn parece ter sido construído através de assets pré-feitos e readaptados para a campanha, com alguns modelos a serem estranhamente semelhantes a outros jogos. Aliás, os modelos são tão limitados que é comum vê-los repetidos pelos cenários, como esqueletos, baús, velas e outros elementos decorativos.

A jogabilidade poderia salvar a experiência e dar-lhe uma maior profundidade, mas não é isso que encontramos nesta aventura fria e desprovida de vida. Com foco no combate, Kings of Lorn traz consigo várias espadas e arcos num sistema de movimentação e ataque demasiado rígido. Os ataques falham, não sentimos grande impacto nos golpes e os inimigos dividem-se entre duas categorias: ou são demasiado fáceis de matar ou implacáveis. A agressividade dos inimigos é uma causalidade da falta de programação cuidado do jogo, com os monstros a não pararem de atacar sempre que nos aproximamos, repetindo golpes até à exaustão. Isto não é dificuldade, é irritação.

Kings of Lorn

Não há ritmo em combate e é muito fácil de contornar a agressividade da IA – basta utilizarmos o desvio rápido e mantermos a distância. Isto faz com que os combates sejam aborrecidos, repetitivos e sem qualquer pingo de estratégia. É bater até algo morrer, mais nada. Esta falta de profundidade agrava-se pela insistência em não explicar as suas mecânicas, como os recursos que colecionamos ao longo da campanha. Kings of Lorn quer ser misterioso e seguir as passadas da FromSoftware – onde menos é mais –, e acaba por dar um tiro no pé. O que não conhecemos e o que não nos é explicado perde qualquer valor.

A disposição dos monstros em campo é quase aleatória, não há uma progressão eficaz ao longo da campanha e rapidamente nos aborrecemos com o jogo. Aliás, consegui, num dos níveis, evitar todos os inimigos sem ter quaisquer problemas. Outro problema grave, para além dos seus bugs infindáveis – como texturas incorretas, popups, inimigos presos nos cenários – e da performance inconsistente, é a falta de coesão até na progressão da campanha.

Não consigo explicar como ou porquê, mas encontrei momentos onde tive de refazer tudo do início apesar de ter gravado – como se o jogo não assumisse a minha gravação no que toca à recolha de itens. Isto torna-se insuportável quando temos um sistema de gravação manual com distâncias demasiado implacáveis para o combate que o jogo apresenta, obrigando-nos a repetir as mesmas ações vezes sem conta.

Kings of Lorn não é um bom jogo e, mesmo com patches e possíveis melhorias, não prevejo que algum dia venha a ser a experiência que ambicionou ser. É um jogo quebrado, pouco amistoso, divertido ou prazeroso de olhar, mas é, sem dúvidas, ambicioso. Louvo a sua determinação em criar algo tão arriscado e cinematográfico, mas Kings of Lorn devia ter sido testado e aprimorado antes de chegar ao mercado. É um jogo a evitar.

Nota: Mau

Kings of Lorn: The Fall of Ebris

Plataformas: PC, PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela TeamKill Media.

Um projeto que não consegue satisfazer a nível visual ou mecânico, apresentando-se através de uma estrutura arcaica, repetitiva e cansativa sem grandes pontos positivos.

Aventura e rally na oferta do PS Plus de abril

A Playstation revelou os jogos que os subscritores do PlayStation Plus vão poder resgatar durante o mês de abril.

A partir do dia 7 vai ser possível viver as emoções e aventuras de Nathan Drake, em Uncharted 4: O Fim de um Ladrão, que, juntamente com o seu irmão Sam, procuram o tesouro perdido do Capitão Henry Avery, num jogo muito mais pessoal e arriscado do que os anteriores.

As emoções fortes não se ficam por aqui, mas desta vez dedicadas à adrenalina do Rally. DiRT Rally 2.0, que recebeu recentemente uma nova edição celebrativa do seu primeiro aniversário, vai convidar os jogadores a tornarem-se os novos campeões, num jogo focado no realismo e na simulação off-road.

Além das duas ofertas habituais, os jogadores nacionais vão poder aceder ao jogo Holfraine, revelado o mês passado. Um jogo multijogador do género Hero Shooter, desenvolvido no âmbito do programa PlayStation Talents.

Com o PlayStation Plus, os jogadores podem ainda usufruir de diferentes campanhas de promoções que vão ocorrendo quase todas as semanas na PlayStation Store.

Posso Ir. Esta app permite saber se os supermercados têm filas à porta

Tem sido um problema nestes dias, principalmente para aquelas pessoas que só conseguem ir às compras ao fim de um dia de trabalho (mesmo em regime de teletrabalho). Além de vários supermercados encerrarem mais cedo de momento, ou seja, com horários mais reduzidos, nunca se sabe muito bem qual a melhor hora para abastecer a dispensa.

Pois bem, há uma nova app que permite ajudar-nos neste sentido. Porém, é um projeto que precisa do apoio dos utilizadores para ter informação atualizada.

Posso Ir

Chama-se Posso Ir e é mais um projeto que nasce no âmbito do Tech4Covid19, uma iniciativa de um grupo de empreendedores que está a criar soluções tecnológicas para ajudar a população a ultrapassar os desafios trazidos pela pandemia.

Esta app, desenvolvida em sete dias por uma equipa de 10 pessoas das startups Lapa e Visuallity, está disponível para iOS e Android e a sua utilização é muito simples.

Basicamente, assim que forem às compras, devem assinalar na app como está a fila de espera para entrar na superfície comercial, tanto antes como depois de sair. Há três opções: sem fila (tempo de espera até cinco minutos), fila média (entre 5 a 20 minutos de espera) e fila longa (mais de 20 minutos de espera).

Ou seja, e nesta fase, a Posso Ir está dependente da informação prestada pelos utilizadores, mas isso nada garante que as pessoas não forneçam dados errados. A pensar nisto, a app terá em breve os dados oficiais das cadeias de retalho do Lidl, Pingo Doce e Sonae, para que a informação prestada seja totalmente verídica.

Além disso, a Posso Ir poderá também integrar o comércio local, como algumas mercearias. Embora seja mais complicado estes espaços registarem fila, é algo que dá sempre jeito.

Death Stranding para a PS4 recebe o esperado modo de fotografia

Depois de confirmada a chegada do modo inicialmente revelado para a versão PC de Death Stranding, o jogo da Kojima Productions recebeu o modo de fotografia na PlayStation 4.

Esta funcionalidade faz parte da mais recente atualização 1.12 do jogo que, além de outras melhorias, permite agora que os jogadores pausem a sua jornada por uma América devastada por forças sobrenaturais para tirar fotografias às paisagens, ou até, quem sabe, uma selfie ou duas.

death stranding photomode

O modo é extenso e permite a captura quer dos momentos mais calmos, quer dos mais caóticos, com muita margem para a manipulação de imagem, que inclui poses e caretas para Sam e BB, filtros, molduras e muito mais.

Death Stranding está disponível para a PlayStation 4 e vai chegar em breve ao PC com melhorias e novos conteúdos exclusivos. Até lá, aproveitem para (re)ler a nossa análise.

Concerto de Bon Iver em Lisboa reagendado para janeiro de 2021

Tal como aqui tínhamos dito, Bon Iver usou as redes sociais para informar sobre o adiamento da sua tour europeia.

Bon Iver

O músico Justin Vernon, que deveria dar um concerto a 15 de abril na Altice Arena, em Lisboa, para apresentar o mais recente álbum I, I, tinha também nesse dia anunciado as novas datas, com exceção da de Lisboa, isto porque a Everything is New estava a tentar encontrar uma data possível para a realização do concerto.

E como o Echo Boomer realçou, era bastante provável que o concerto se realizasse no último dia de janeiro, uma vez que o músico estará em Espanha de 23 a 29 de janeiro de 2021.

E agora confirma-se: o espetáculo de Bon Iver em Portugal vai mesmo acontecer a 31 de janeiro de 2021, mantendo-se no mesmo local. A primeira parte do concerto fica a cargo de Aaron Dessner ’s Big 37d03d Machine.

Para quem já tem bilhete, o mesmo é válido para a nova data. Para quem não teve oportunidade anteriormente de comprar, agora é o momento, com os bilhetes a variarem entre os 35 e os 51€.

The Outer Worlds chega à Nintendo Switch em junho

A versão portátil de The Outer Worlds, a ser desenvolvida para a Nintendo Switch, foi uma das primeiras produções a ser impactada pelo coronavírus, com a sua data previamente marcada para meados de março a ficar em suspenso.

Agora, a Obsidian e a Private Division têm boas notícias para os fãs do género, que anseiam para colocar as mãos no novo jogo dos criadores de Fallout: New Vegas.

Em comunicado, é revelado que The Outer Worlds para a Nintendo Switch vai chegar agora a 5 de junho, tanto em formato digital via Nintendo eShop, como em formato físico. Na mensagem, os produtores deixam também a nota que os jogadores que optarem pela versão física do jogo vão ter que se ligar à Internet para ter a melhor experiência, isto para descarregarem um patch, de sensivelmente 6GB, que inclui melhorias de jogabilidade, texturas de altas resoluções e muito mais.

The Outer Worlds é lançado para a Nintendo Switch por 59,99€ e já está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Keep Safe, Keep cooking. Chef Rui Rebelo ensina-nos a cozinhar durante a quarentena

Responsável pelos restaurantes Oficina Craft Snackery e Oficina do Duque, o chef Rui Rebelo é daqueles que não ficar parado sem magicar alguma coisa. Desta vez, o conhecido chef vai partilhar, todas as semanas, receitas e dicas de pratos para inspirar e dar nova vida às refeições do dia a dia dos portugueses.

Rui Rebelo

A iniciativa tem o mote de Keep Safe, Keep cooking e incentiva-nos a dar largas à criatividade e aproveitar os alimentos durante o período de quarentena.

Assim, iremos aprender a fazer caldo de legumes e sopa de tomate (receitas já disponíveis), bem como a preparar uma deliciosa torrada de atum (prometida para esta sexta-feira).

As receitas são disponibilizadas todas as terças e sextas-feiras no Instagram dos restaurantes do chef Rui Rebelo.

Rick and Morty regressa já em maio

Finalmente sabemos a data de regresso de Rick and Morty. E não há um dia melhor do que o 1 de abril para anunciar o regresso da série.

Depois de uma curta inesperada inspirada no multiverso de Rick and Morty, a novidade da data é acompanhada por um trailer que nos diz para apontar na agenda o dia 3 de maio, isto é, se tiverem acesso ao Adult Swim, que transmitirá o resto da nova temporada, com um episódio por semana. Caso contrário, haverá sempre a Netflix, onde os novos episódios são disponíveis passado algum tempo.

rick and morty temporada 4

Como seria de esperar, o trailer deixa espreitar o tipo de aventuras que nos esperam e vem cheio de referências de pop-culture, como Gundams, sabres de luz, face-huggers e muito mais.

Rick and Morty não é estranho a boas notícias em vez de piadas no 1 de abril, tendo no passado estreado a sua terceira temporada com um episódio especial neste dia. Se ainda não estão a par da atual quarta temporada, podem fazê-lo, entretanto, na Netflix.

Trojan bancário pede dinheiro em troca de informações falsas sobre a COVID-19

O trojan bancário “Ginp”, capaz de inserir mensagens de texto falsas em smartphones Android, surge agora com uma nova funcionalidade que aproveita o atual período de desconfiança provocado pelo surto de COVID-19.

Trojan bancário

A partir do momento em que é transferido para o telemóvel da vítima, este trojan pode receber uma ordem por parte do hacker para abrir uma página web denominada “Coronavirus Finder”, que assegura que há pessoas próximas de si infetadas com o vírus.

Aí, essa página pede às vítimas que paguem 75 cêntimos (um valor irrisório, na verdade) para que divulgue onde estão essas pessoas. Seguidamente, os utilizadores são transferidos para uma página de pagamento, onde têm que introduzir os seus dados do cartão de crédito.

Porém, nunca o deverão fazer. É que não pagam aquele valor, não. O que acontece é que os dados do cartão de crédito vão parar às mãos dos hackers.

Portanto, se vos surgirem emails ou SMS suspeitos, tal como já demos aqui a conhecer, não cliquem em nada. Apaguem somente.

De modo a evitarem estar expostos ao Ginp ou outros trojans bancários, há alguns cuidados que devem tomar, como somente transferir aplicações apenas das lojas oficiais, não clicar em links suspeitos e não fornecer informações sensíveis.

Caso desejem, podem ainda optar por instalar uma solução de segurança no smartphone, como o Kaspersky Internet Security for Android.

Precisam de abastecer o carro? Há uma startup que vos leva combustível a casa

Numa altura em que o país se encontra em estado de emergência e em que as deslocações dos portugueses estão limitadas ao essencial, a Azul é a solução ideal para abastecer os veículos sem a necessidade de sair de casa.

É o primeiro serviço em Portugal de distribuição direta de combustível onde quer que o cliente esteja.

abastecer

Esta startup portuguesa, cujo serviço está ativo desde o passado dia 23 de março, tem motoristas qualificados que transportam até 1000 litros de combustível em veículos comerciais. O objetivo, lá está, é o de fornecer combustível a particulares ou empresas, poupando-lhes tempo e o incómodo de terem de se deslocar a postos e estações de serviço para abastecer.

O funcionamento é simples. Basta enviarem a localização do veículo para a empresa e deixarem o tampão do combustível aberta. Quanto tudo estiver feito, receberão um alerta a dar conta de que o vosso carro já está abastecido (o valor mínimo é de 15€).

Para particulares, saibam que o serviço está disponível a qualquer hora do dia. Basta fazer o registo no site e aguardar que a equipa da Azul entre em contacto para proceder à verificação das condições do pedido e validar o serviço. Já para as empresas existem horários fixos semanais, mas não há custos associados à entrega.

O combustível, esse, por gasóleo ou gasolina (SP95), sendo fornecido pelas principais petroleiras do país e a preços semelhantes aos praticados no mercado. O único senão é que, de momento, o serviço apenas está disponível na região de Lisboa, mas sabe-se que deverá chegar ao Porto até final do ano.

Já existe um ginásio 100% online em Portugal

Ficar em casa não tem, nem deve ser, uma limitação à atividade física. Agora, e já depois de vários ginásios terem disponibilizado aulas online, surge uma novidade: o primeiro ginásio 100% virtual.

O ginasio-online.pt pode ser acedido através do smartphone, tablet ou computador e traz, todos os meses, 250 novas aulas das mais variadas modalidades de fitness e uma série de outros conteúdos para que os portugueses se mantenham ativos e saudáveis, mesmo neste período de confinamento.

ginásio 100

Este ginásio 100% online disponibiliza uma “biblioteca” onde é possível encontrar aulas, galeria de exercícios e planos de treino por objetivo que incluem com mais de 1.000 exercícios, bem como artigos variados com dicas de treino e fitness, nutrição e receitas.

Em breve, a plataforma possibilitará também a realização de sessões individualizadas com personal trainer, assim como, consultas de nutrição.

Se pensarmos bem, este ginasio-online.pt disponibiliza todos os serviços que um ginásio tradicional oferece aos seus clientes, com exceção dos equipamentos, claro. Ainda assim, também aqui há uma solução, uma vez que, segundo o comunicado enviado, os equipamentos poderão ser adquiridos através da plataforma com condições vantajosas proporcionadas pela rede de parceiros.

Melhor de tudo? O acesso à plataforma é gratuito até ao próximo dia 5 de abril, pelo que basta efetuarem o registo no site. Após essa data, as aulas poderão ser adquiridas avulso, a partir de 3€/aula, ou em packs de seis ou 15 aulas.

Sensível à atual situação, o ginasio-online.pt oferece acesso totalmente gratuito a todos os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e auxiliares) que se encontram ao serviço de todos os portugueses. Para usufruir do acesso, basta que enviem email com prova da situação profissional.

Cuidado! Circula email falso que se faz passar pela Polícia de Segurança Pública

Não, desta vez não está relacionado com o surto de COVID-19, mas não deixa de ser um email falso. Está a ser enviado um novo email falso que se quer fazer passar pela Polícia de Segurança Pública.

Claro, é mais um entre tantos outros esquemas para enganar os mais distraídos. Portanto, já sabem, se receberem um email duvidoso, apaguem-no no imediato. Não carreguem em nenhum dos links ou imagens que surgir nestas mensagens.

Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviada pela Polícia de Segurança Pública?

É fácil. Primeiro, devem verificar logo qual é o remetente. Neste caso, o endereço surge como Polícia de Segurança Pública, mas o email exato é invitation@psp.pt. Estamos em Portugal, enviam uma comunicação num português brasileiro esquisito, logo porquê usar um endereço que começa com uma palavra estrangeira?

Polícia de Segurança Pública

Depois, basta lerem por alto o email para perceber que contém erros ortográficos, demostra falta de pontuação e está escrito em Português do Brasil. Novamente, se estamos em Portugal, porquê está comunicação?

Além disso, refere até termos em inglês, como “Chief Superintendent”, o que não faz qualquer sentido.

E cuidado. Apesar de o email não conter nenhum ficheiro anexado, está uma “imagem” desfocada no fim do email. Não se consegue ler, mas dá para perceber que está redigida em Inglês. Ora, que motivo haveria para, primeiro, enviarem um qualquer email e, segundo, com uma imagem desfocada escrita em Inglês? É um SCAM descarado, ainda que os burlões se tenham dado ao trabalho de colocar o logo da PSP logo no início do email.

Portanto, se receberem algum email deste tipo, já sabem o que têm de fazer: apagar no imediato. Não cliquem em nada.

E já agora, se quiserem entrar em contacto com a PSP, o site oficial é este.

Out of the Office. Livro motivacional para quem trabalha a partir de casa está disponível gratuitamente

Desde há uma série de dias que milhares de colaboradores, aqueles aos quais isso é possível, estão a trabalhar a partir de casa, no que pode chamar de teletrabalho obrigatório.

Isto implicou uma mudança de rotinas e, também, uma adoção de novas estratégias, de forma a que não só seja possível trabalhar de forma remota, mas igualmente manter o nível de concentração e produtividade.

Out of the Office

Porém, isso nem sempre é fácil. Ficando por casa, a quantidade de trabalho produzido pode diminuir, sendo que existem muito mais distrações quando não nos deslocamos para o escritório.

Ora, o livro Out of the Office, lançado em 2013, conta várias histórias de sucesso sobre novos modelos de trabalho e tem um capítulo que pode ajudar muitos profissionais na atual conjuntura económica. O melhor de tudo? Está agora disponível gratuitamente em formato PDF (em Português e em Inglês).

O livro conta várias histórias de sucesso de um conjunto de empresas e profissionais que adotaram novos métodos de trabalho, como o coworking, o escritório virtual e, principalmente relevante neste altura de isolamento, quarentena e contenção social, o teletrabalho.

No fundo, podem (e devem) passar os olhos por este livro, de modo a ficarem motivados para estes dias um pouco fora do normal.

Disponibilizado pelo Avila Spaces, ou não fosse o CEO Carlos Gonçalves co-autor de Out of the Office, o livro pode ser acedido aqui.

Nova plataforma quer juntar ideias criativas para combater o surto de COVID-19

Chama-se covid.pt e é uma iniciativa que, visando aproveitar o potencial inovador da sociedade portuguesa por via da colaboração, pretende dar resposta aos desafios colocados pelo surto de Covid-19.

Para o efeito, foi criada uma plataforma na qual cidadãos, empresas e ONGs podem submeter ideias criativas e inovadoras associadas às dificuldades que surgiram neste período difícil.

surto

Como é que o covid.pt funciona?

Primeiro, na plataforma estão expostos vários desafios causados por esta crise, que vão sendo escolhidos pelos moderadores. E para cada desafio, qualquer pessoa pode propôr uma ideia.

A partir daí, qualquer pessoa pode comentar ou votar uma ideia para que esta se torne melhor e concretizável.

Depois, caso alguma empresa ou grupo de pessoas quqeira agarrar numa ideia e concretizá-la, poderá entrar em contacto com os responsáveis do website, de forma a que estes últimos também possam ajudar e comunicar esse progresso aos seguidores da plataforma.

Atenção, o covid.pt não é um concurso. As ideias não têm propriedade. É uma iniciativa que nasce acreditando que se todos nós dermos o nosso melhor e colaborarmos, todos ganhamos com isso.

A plataforma surgiu por parte de três empresas: InnovationCast, Premium Minds e OutSystems.

Diário de Anne Frank chega ao YouTube com vários episódios

Foi ontem, dia 31 de março, que a Casa de Anne Frank em Amesterdão, em conjunto com a Every Media, iniciou uma série no YouTube que conta a história de Anne Frank através de diários em vídeo.

A vida da jovem decorreu durante a Segunda Guerra Mundial, tendo ficado famosa pelo seu diário que foi depois encontrado e traduzido internacionalmente.

Nesta série, Anne é imaginada como se não tivesse tido um diário nos anos 40, mas antes uma câmara para vlogs. Ou seja, Anne Frank é aqui representada por Luna Cruz Perez, uma atriz de 13 anos que adapta as cartas do diário de Anne para vídeos diários expressos por palavras próprias.

Esta série é composta por 15 episódios, sendo que podem ver os dois primeiros aqui em cima.

Todos os vídeos têm legendas em Alemão, Inglês, Português e Espanhol. O último episódios ficará disponível, claro, a 4 de maio, dia em que se assinala o Dia da Lembrança na Holanda.

Membros Urban Sports Club passam a ter direito a aulas online

É uma medida que tem por objetivo não só minimizar o impacto que o isolamento social tem nas rotinas diárias de exercício dos seus membros, como também nos negócios dos seus parceiros. Assim, os subscritores Urban Sports Club passam a ter direito a aulas online e em direito.

Para isso, basta que o façam através da aplicação ou do website da marca, na categoria de Aulas Online.

Sports Club

A empresa compromete-se a, através da aplicação, enviar um lembrete 15 minutos antes da aula começar. Além disso, também o instrutor deverá conseguir ver o seu aluno.

O melhor de tudo é que, via online, será possível ter acesso a aulas realizadas por toda a Europa, independentemente da localização geográfica. Ou seja, será possível ter acesso a milhares de atividades, onde se incluem aulas como yoga, Hiit, Pilates, meditação, entre muitas outras.

É simples marcarem uma aula. Basta escolher a que desejam, reservar e, depois, aceder à mesma via livestream.

O Urban Sports Club está a trabalhar em estreita colaboração com as suas instalações desportivas parceiras, em toda a Europa, no sentido de disponibilizar o mais rapidamente possível os seus serviços a todos os membros.

Além das aulas em direto, o Urban Sports Club está a incentivar toda a sua comunidade digital a partilhar as suas atividades em quarentena, como planos de treino, dicas de cinema e literatura ou receitas saudáveis.