Pavement, Cigarettes After Sex, Kim Gordon e outros tantos devem mesmo ir ao NOS Primavera Sound

Foi na semana passada que saiu a notícia de que o Primavera Sound Barcelona era adiado. Dois dias depois, também o nosso NOS Primavera Sound foi reagendado. Era inevitável.

E embora a organização vá fazer todos os esforços para manter boa parte do cartaz intocável, são esperadas baixas tanto num festival, como no outro. Dito isto, não há nada como fazer uma pequena investigação.

Sound 2020

Aqui no Echo Boomer, um dos nosso colaboradores deu-se ao trabalho de ir verificar os sites de vários artistas, tendo chegado à conclusão que Pavement, Cigarettes After Sex, Jamilla Woods, Earl Sweatshirt, King Krule, Kim Gordon, Sampa the Great, Little Simz e Dinosaur Jr estão presumivelmente confirmados no Porto.

Atenção, esta informação consta no site oficial de cada um dos artistas/bandas, podendo, ou não, acontecer alterações de última hora, uma vez que a organização do NPS ainda não se pronunciou relativamente ao cartaz final.

Além disso, e com estas alterações de datas, concertos que deveriam acontecer, por exemplo, no primeiro dia de festival, passam a acontecer no último.

Recorde-se que o NOS Primavera Sound irá acontecer, isto se a COVID-19 não fizer das suas até lá, de 3 a 5 de setembro deste ano.

No que toca aos bilhetes previamente adquiridos, são obviamente válidos para as novas datas. Quando o estado de emergência for ultrapassado, a organização promete partilhar mais informações e retomar a venda de bilhetes. Resta saber se haverá direito a reembolsos.

Análise – One Piece: Pirate Warriors 4

Depois de uma passagem pela Nintendo Switch e de um título multi-gerações, Luffy e companhia estão de regresso às arenas de combate com One Piece: Pirate Warriors 4. O regresso não é, no entanto, desprovido de novidades, apesar das limitações do género Musou, e a sequela procura injetar um foco mais acentuado na ação frenética e na personalização que tenta contornar a repetição e cansaço associados ao combate da série. Mas conseguirá? Sim e não.

One Piece: Pirate Warriors 4 procura recontar os acontecimentos da série e explorar a grande aventura dos Straw Hats através de um enorme – e demasiado longo – flashback. Os fãs irão certamente encontrar alguma emoção na história de One Piece, mas o mesmo não se aplica a quem não conheça os acontecimentos que levaram às guerras e conflitos que acompanhamos ao longo da campanha. Apesar de não ser fã da série, tenho de sublinhar a falta de imaginação e criatividade na apresentação destes trechos de estória, com Pirate Warriors 4 a focar-se quase exclusivamente em diálogos com animações quase inexistentes, muito fragmentadas e com inúmeros ecrãs de carregamento que cortam qualquer fluidez à narrativa. Muito arcaico.

Em combate, senti uma maior liberdade de movimento e de combinações, com uma rapidez que o distingue dos restantes títulos Musou. A estrutura é praticamente a mesma, claro, com uma campanha dividida por níveis onde os objetivos se distinguem entre eliminar todos os inimigos em campo, incluindo bosses, e realizar certas tarefas específicas, como abrir portões, defender personagens, entre outros.

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Mas o foco é o combate e One Piece: Pirate Warriors 4 dá-nos um leque interessante e diferenciado de protagonistas, como Luffy e Zoro, com vários golpes, habilidades e atributos melhorados. É um sistema de combate muito caótico, mas com uma variedade que nos motiva a explorar as suas mecânicas, com as combinações, que podem ser desbloqueadas ao longo da campanha, a darem-nos a possibilidade de atacarmos rapidamente no solo ou no ar e controlar grandes grupos de inimigos.

Em comparação com o título anterior, senti que as personagens são mais rápidas e fáceis de controlar. Há uma maior resposta por parte dos controlos, ainda que a dificuldade pareça ter sido reduzida. No geral, parece ser um jogo mais fácil em todos os sentidos, muito variado – dentro dos limites do género –, e com modos que tentam complementar a campanha principal, como Treasure Log, que dá aos jogadores novos níveis com diferentes objetivos.

Destaco ainda o sistema de evolução, representado por ilhas, que nos permite evoluir os parâmetros das personagens e melhorar as suas habilidades. Para tal, precisamos dos itens corretos, conquistados através da eliminação de inimigos específicos, incentivando-nos a repetir várias vezes os níveis da campanha.

O foco, claro, está sempre nas arenas repletas de centenas de inimigos, onde louvo o número impressionante em campo, mas senti uma verdadeira vontade em dar mais aos jogadores. Fora dos níveis tradicionais, destaco ainda as batalhas contra os bosses, que acontecem 1v1, em arenas próprias, e que tentam injetar alguma variedade aos combates, ainda que se tornem um pouco aborrecidos devido à falta de tática. O Titan Mode e a versão gigantesca de certos antagonistas também procura dar alguma novidade ao combate, mas pedia-se mais deste novo desafio.

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Os níveis são coloridos, mas seguem, tal como a jogabilidade, os moldes já conhecidos do género, dividindo-se por áreas mais extensas e por corredores que as interligam. O normal. O estilo da série está bem representado e os modelos são muito detalhados, e mantêm o seu estilo próximo ao que vimos no anime. As cores reinam em Pirate Warriors 4 e existem ainda alguns efeitos visuais que lhe dão alguma vida, como partículas de pó e água, mas são os cenários destrutíveis que destacam a componente visual. Sejam prédios ou meras caixas de madeira, existem vários objetos que poderão destruir ao longo das batalhas, criando uma maior sensação de caos ao longo da campanha. É uma pequena, mas interessante adição.

Uma novidade que, como seria de esperar, condiciona a performance do jogo. Apesar de não ter encontrado bugs que impossibilitassem a progressão da campanha, a verdade é que a performance sofreu de quedas acentuadas durante os momentos mais intensos. Com dezenas de inimigos em campo, senão mais, e cenários destrutíveis, que mudam por completo o layout dos níveis, seria impossível não ter quedas de framerate.

One Piece: Pirate Warriors 4 não irá mudar a vossa opinião sobre o género, mas é um dos títulos Musou mais sólidos que já joguei. Desde a sua aposta em várias combinações, personagens e na utilização de um sistema de energia, que se traduz num combate rápido em terra ou no ar, há muito para descobrir neste jogo de piratas. A repetição estará sempre associada à sua jogabilidade – fica o aviso –, mas se gostam do género e precisam de libertar energias nesta época de quarentena, este poderá ser o jogo ideal para vocês.

Nota: Bom

One Piece: Pirate Warriors 4

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Bandai Namco.

Um dos Musou mais divertidos de jogar com um sistema de evolução profundo e muito motivante.

Uber Eats passa a entregar arroz, leite e azeite em Lisboa graças à Padaria Portuguesa

Têm sido tempos difíceis para ambas as empresas. De um lado a Padaria Portuguesa, cujas lojas estão encerradas e funcionam apenas em regime de take-away durante estes dias. Porém, a quebra de faturação deve ter sido imensa, como deu conta Nuno Carvalho, um dos responsáveis do projeto, que, em carta aberta, confessou que havia a possibilidade de fechar umas quantas lojas.

Do outro, o Uber Eats, serviço de entrega de refeições ao domicílio. De momento, muitas são as pessoas que se recusam a fazer encomendas de pratos de restaurantes, e isto é péssimo para os negócios, o que leva a que também tenha existido um decréscimo nos pedidos feitos através da famosa aplicação. Aliás, já aqui tínhamos dito que o serviço podia ficar mais parecido com a Glovo, fazendo que os motoristas passem a fazer entregas de encomendas de super e hipermercados.

Padaria Portuguesa

Logo, porque não ser criativo em tempo de pandemia? E não, ainda não podem pedir aos estafetas da Uber que passem num Continente ou Pingo Doce, mas isso pode estar mais perto de que acontecer. É que, agora, já é possível pedir a recolha de produtos de conveniência… na Padaria Portuguesa.

“Para além do serviço de entrega de refeições, vamos passar a entregar produtos de conveniência, desde produtos de mercearia a artigos de saúde, beleza e cuidados pessoais: pode pedir alguns destes artigos nas lojas da Padaria Portuguesa”, diz a mensagem enviada numa newsletter aos utilizadores.

“Passamos a disponibilizar aos clientes produtos básicos de mercearia que normalmente não são vendidos nas lojas, entre os quais, fiambre, queijo fatiado, leite, arroz ou atum em lata”, referiu fonte oficial da empresa ao jornal online Eco.

O propósito “é evitar que as pessoas se desloquem às grandes superfícies comerciais”.

Portanto, se forem até à app e escolherem uma padaria portuguesa, irão notar que podem pedir Pão de Forma Brioche, packs de 4 unidades de Pão de Deus, Croissants ou Queijadas de Requeijão, manteiga, queijo fatiado, fiambre, arroz Thai, azeite, atum, vinagre, açúcar e até pacotes de leite.

Sendo uma novidade, a Padaria Portuguesa limitou a compra destes artigos a quatro unidades cada, à exceção das latas de atum (máximo de 10) e dos diferentes tipos de pães disponíveis.

No que toca aos artigos de saúde, beleza e cuidados pessoais, é mesmo questão de dias até que também possamos fazer este tipo de encomendas na plataforma.

Análise – Modern Warfare 2 Remastered

Após muitos rumores e fugas de informação, eis que a remasterização de Call of Duty: Modern Warfare 2 não só é real, como já está disponível para jogar. Pelo menos a sua campanha.

Ao contrário de Call of Duty 4: Modern Warfare, que foi remasterizado antes do reboot da série rebentar no PC e consolas no final do ano passado, Modern Warfare 2 Remastered é composto apenas pela sua campanha, deixando de parte qualquer funcionalidade online. Uma estranha decisão dada a popularidade da componente multijogador da altura, mas igualmente interessante ao ressuscitarem as emoções desta aventura, pois acabam por dar importância ao legado da série no que toca às campanhas dos seus jogos, que ainda atraem muitos jogadores de edição para edição

Claro que existe sempre o interesse comercial da propriedade inteletual e o nome da marca, mas felizmente esta remasterização consegue oferecer o mínimo das novidades, quer para novos jogadores, quer para fãs de longa data.

Sinto que Modern Warfare 2 foi um ponto de viragem para a série. Se o anterior abriu as portas para novas histórias inspiradas em conflitos fictícios e contemporâneos, largando as batalhas históricas da Segunda Grande Guerra, Modern Warfare 2 abraçou o lado de ação cinemática que moldou quase tudo o que Activision lançou após isso.

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Não foi uma mudança apenas no que toca ao tipo de histórias a contar dando alguma liberdade criativa aos estúdios. Foi, também, uma mudança no ritmo com que estas passaram a ser contadas. Com mais emoção, riscos mais altos, tudo a um ritmo alucinante.

Pela novidade da mudança neste sentido, Modern Warfare 2 é visto por muitos jogadores como um dos melhores da série, um grupo onde me insiro, por estas razões muitas mais, e esta remasterização lembrou-me porque é que gosto tanto deste jogo. Sempre fui muito mais fã de campanhas do que de modos multijogador e Modern Warfare 2 foi um dos últimos jogos da série Call of Duty que gostei genuinamente, sentimentos pela série que só tive com o arriscado Infinity Warfare e com o recente reboot de Modern Warfare. Foi, por isso, com alguma emoção, que abracei este MW2R.

A remasterização do jogo, numa primeira impressão, é tal e qual aquilo que eu imaginava que o jogo já era. Apesar das resoluções melhoradas (até 1080p na PlayStation 4 Slim e 4K na PlayStation 4 Pro) das texturas de alta resolução, suporte HDR, entre outras, tudo parecia igual. As diferenças não se destacam, de todo, à primeira vista (culpa das boas memórias que tendem a tornar tudo mais fantástico do que realmente era), a menos que se tenha jogado o original muito recentemente ou se coloquem as duas versões lado a lado. Ou seja, mantém o sentimento de que viajámos no tempo.

Todavia, de missão para missão, situação para situação, começam-se a destacar pequenos pormenores que antes não existiam. Efeitos de pós-processamento como motion blur aparecem nas cinemáticas na primeira pessoa, alguns níveis apresentam uma iluminação diferente, as texturas dos modelos e níveis ganham mais detalhes, o efeito de profundidade em algumas situações parece mais aprimorado e realista, as animações parecem mais fluídas e realistas e alguns trechos cinemáticos foram refeitos, mantendo a mesma estrutura e diálogos.

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Rapidamente apercebemo-nos que estamos num título completamente novo que tira partido de tecnologias novas, num jogo que volta a motivar-nos a continuar a sua breve aventura até ao fim, em parte, para ver o que há de diferente. Fundamentalmente, MW2R é exatamente o mesmo jogo de 2009. A história é a mesma, as missões são as mesmas, o arsenal é o mesmo, mas com visuais melhorados. E tudo parece funcionar na perfeição.

Com uma campanha de meia dúzia de horas, nas quais passei numa só sessão, Call of Duty: Modern Warfare 2 não é tão pequeno como me lembrava. Tem o tamanho certo, muito por causa do ritmo alucinante, mas recheado de situações tensas, dinâmicas e únicas.

A remasterização relembrou-me a extensa variedade dos seus níveis e de como cada um é único e apresentado de uma forma que faz sentido na história, sem perder fio à meada das situações. As sequências automáticas e mais limitadoras às nossas opções durante o combate mantêm-se, mas Modern Warfare 2 fá-lo de uma forma tolerável, sem nos retirar o controlo e sem se deixar levar muito a sério. É precisamente o contrário do que a série fez em títulos posteriores, repetindo momentos épicos ao tentar constantemente elevar o espetáculo das suas sequências ao ponto de caírem no ridículo. Tudo o que Modern Warfare 2 faz, faz com contenção e de forma extremamente satisfatória.

E, no fim, MW2R, mesmo sendo só um jogo de campanha, tem conteúdo suficiente para ser repetido e jogado muito além do tempo da sua história. Contando com algumas das sequências mais emocionantes da série, como a missão bombástica em Washington D.C. onde entramos numa corrida contra o tempo ao som do fantástico tema de Hans Zimmer e Lorne Balfe, há imensos colecionáveis para apanhar que desbloqueiam cheats e modificadores para repassar o jogo ou as missões de novas formas. Funções que já estavam no original, pelo que é ótimo vê-las de volta.

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Há, contudo, algumas coisas que gostava de ver melhoradas, admito. Como comentava no início, gostava de ver um salto visual um pouco melhor. Na PS4 Slim, a qualidade de imagem não é tão perfeita como gostaria de ver em alguns momentos, e é uma pena que não haja uma opção de controlo de volume independente para a música, efeitos sonoros e diálogos.

Mas no fim do dia, Modern Warfare 2 Remastered, ou não Remastered, continua a ser um jogo incrível, com uma história Hollywoodesca cheia de patriotismos americanos, sem vergonha, arriscada, mas muito divertida e emocionante. E apesar de pequeno é delicioso.

A melhor parte de tudo é que Modern Warfare 2 Remastered é um standalone, o que significa que não é preciso ter o atual Modern Warfare instalado, ao contrário do novo Warzone, e chega com um preço mais acessível de 25€.

Para já, Call of Duty: Modern Warfare 2 Remastered é um exclusivo PlayStation 4, com a versão Xbox One e PC a chegarem no final de abril.

Nota: Muito Bom

Call of Duty: Modern Warfare 2 Remastered

Plataforma: PC, PlayStation 4, Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.

Modern Warfare 2 Remastered traz de volta as emoções daquela que é, para muitos, a melhor campanha da série Call of Duty, desta vez em altas resoluções e com tecnologias que tornam o jogo mais atual do que nunca.

Solidariedade, cultura e desporto. A utilidade do Facebook em dias difíceis

Nas últimas semanas, a comunidade do Facebook em Portugal tem demonstrado como é nestes momentos que a população se reúne, criando iniciativas e projetos inovadores.

Os Grupos, Páginas e Eventos do Facebook são algumas das ferramentas que ajudam a manter as pessoas conectadas. Dito isto, aqui em baixo poderão tomar de algumas das iniciativas que estão a marcar a comunidade e que promovem a literatura, a arte, o desporto, as atividades infantis ou, até, a solidariedade.

do Facebook

Solidariedade

O Movimento tech4COVID19 foi fundado por um grupo da comunidade tecnológica portuguesa, com uma hashtag própria (#tech4COVID19) e uma série de projetos inovadores que ajudam a população a ultrapassar a COVID-19. O último projeto é o Student Keep, que procura quantificar quantos alunos não têm acesso a um computador ou à Internet e angariar e disponibilizar equipamento informático para combater a desigualdade no acesso à educação.

Já um pouco por todo o país temos assistido ao nascimento de grupos do Facebook que são uma rede de apoio para os vizinhos, seja pelo isolamento social ou pela necessidade da entrega de bens essenciais. São exemplos disso o Vizinhos de Aveiro – Grupo Cívico de Apoio – Covid19 e o COVID-19 | COIMBRA.

Outras iniciativas que destacamos é o EPI Covid-19 voluntariado Alto Minho, uma página de jovens voluntários de Arco de Valdevez que está a produzir 500 máscaras viseiras por dia, e o Movimento Maker – Portugal, um grupo de Leiria que também está a imprimir máscaras e a entregar aos hospitais.

Cultura

Amanhã, sábado, dia 4 de abril, o Festival Iminente, reconhecido pela divulgação de música e arte urbana, organiza uma edição em live streaming no Facebook e Instagram, entre as 16h e 23h20. O festival pretende angariar fundos para o Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Central e o Centro Hospitalar e Universitário de São João.

O Museu Nacional de Arte Antiga defende a máxima que “A arte é uma ponte que nos une” e, por isso, tem transmitido visitas guiadas ao museu e às suas obras de arte mais icónicas. A história de pinturas e esculturas do MNAA acontece todos os dias pelas 15h30.

Também a Culturgest decidiu começar uma programação no Facebook. No dia 9 de abril, o coreógrafo e bailarino Steve Paxton apresenta uma conferência através do Facebook Live.

No que toca à literatura, o projeto Bode Inspiratório reúne 40 escritores e artistas plásticos e desafia-os a escreverem um capítulo por dia.

Para quem quer poemas, pode acompanhar a instituição cultural de Coimbra Bonifrates Cooperativa, que os vai recitando diariamente. Já Frederico Lourenço, reconhecido escritor e professor universitário, também continua as suas aulas de latim na Página Latim do zero.

Crianças

A BLX – grupo de bibliotecas de Lisboa – publica todos os dias, às 11h, na página Bibliotecas Municipais de Lisboa, um vídeo a contar uma história infantil e convida as crianças a comentar e partilhar um desenho.

A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo também publica vídeos diariamente no Facebook, com histórias e algumas sugestões educativas.

Lá fora, mais especificamente a partir da Suíça, a emigrante portuguesa Mariana Mendes lê contos infantis na página As leituras da Mariana. E no palco, o Teatro do Noroeste de Viana do Castelo está a partilhar peças infantis através do Facebook Live.

Já o Oceanário de Lisboa convida as crianças “a divertirem-se no mar sem sair de casa” nestas férias da Páscoa. Até dia 13 de abril, são apresentados diariamente no Facebook desafios e jogos com animais marinhos que vão desde fazer desenhos a jogar às escondidas.

Desporto

O Departamento Desportivo e Cultural da Universidade do Minho está há várias semanas a oferecer soluções para manter o exercício físico em casa na Página UMinho Sports. Também o Centro de Desporto da Universidade do Porto também decidiu começar a partilhar vídeos instrutivos de musculação, yoga, receitas saudáveis ou até, exercícios para os mais novos.

E vocês, destacam alguma iniciativa?

Autoridades vão usar drones de modo a garantir que cumprimos o Estado de Emergência

Ontem, dia 2 de abril, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prolongou o Estado de Emergência por mais 15 dias, o que significa que devemos continuar resguardados tal e qual temos feito até agora.

Porém, e como há sempre quem não cumpra as indicações, há novidades para garantir que os cidadãos ficam em casa e que só saem para o estritamente necessário. É que, a partir de agora, as autoridades vão contar com câmaras de videovigilância portáteis, de modo a que possam garantir que os portugueses estão a cumprir a quarentena.

Estado de Emergência

É o que diz um comunicado do Ministério da Administração Interna. Foi autorizado “a utilização de câmaras de videovigilância portáteis, instaladas em veículos aéreos não tripulados da Polícia de Segurança Pública, durante o Estado de Emergência”.

Ao todo, serão utilizadas 20 câmaras portáteis de videovigilância, 18 das quais instaladas em veículos aéreos não tripulados. Ou seja, pode-se dizer que aquelas pessoas que não cumprirem a quarentena serão vigiadas por drones.

O recurso a este meio foi proposto pelo Diretor Nacional da PSP, com o fim de proteção da segurança das pessoas e bens, públicos ou privados, e prevenção da prática de crimes em locais em que exista razoável risco da sua ocorrência”, refere o mesmo documento.

Estes drones estarão em ação em “locais de grande concentração e circulação de pessoas, nomeadamente os acessos a terminais rodoviários e ferroviários, locais de prática desportiva, parques e jardins públicos e as cercas ou cordões sanitários”.

O documento refere ainda que, quando estiverem a ser utilizados, os drones devem ter uma luz acesa que identifique a sua presença. A captação e gravação de som não é permitida.

Além disso, a captação de imagens irá salvaguardar “a privacidade daqueles que se encontram nas respetivas habitações ou outros edifícios destinados a ser utilizados com reserva”.

E se for necessário agir? Bom, tanto a PSP como a Polícia Municipal terão poder para isso. E quem não acatar as ordens pode mesmo ser preso por desobediência ou “resistência às ordens legítimas das entidades competentes”, num período que pode ir até um máximo de dois anos e oito meses, juntamente com uma multa avultada.

Boundary leva tiroteios realistas até ao espaço

Se alguma vez se perguntaram como é que seria um tiroteio realista no espaço, Boundary está prestes a chegar para responder a essa questão.

Inspirado em jogos FPS competitivos, o twist de Boundary é que os seus combates são feitos na órbita terrestre e em gravidade zero.

Boundary já está em desenvolvimento há algum tempo, mas só agora foi revelado o seu lançamento para PC e PlayStation, que se fez acompanhar de um trailer cheio de ação.    

Produzido pela Surgical Scalpels Studio, neste jogo os jogadores vestem os seus fatos de astroperators, um misto de astronautas com soldados, devidamente equipados para sobreviver no vácuo do espaço.

Em setting sci-fi, o jogo apresenta um aspeto muito único, inspirado nas tecnologias espaciais reais usadas atualmente, mas adaptadas a um cenário mais urgente e radical.

Além de tentarem sobreviver à equipa adversária, os jogadores terão que ter atenção à sua posição na gravidade zero, aos movimentos calculados para não fugirem de órbita e a um sistema de mobilidade muito único.

Ainda sem data de lançamento confirmada, espera-se que saia ainda este ano no PC e PlayStation 4.

O jogo do John Wick está a caminho da PlayStation 4

Em breve, os jogadores da PlayStation 4 vão poder tornar-se no Baba Yaga no jogo oficial de John Wick.

John Wick Hex, o jogo oficial da popular série de filmes protagonizada por Keanu Reeves, vai chegar à PlayStation 4 no dia 5 de maio.

Este jogo tático, ao contrário do que muitos possam estar a pensar, não se trata de um FPS ou de um jogo de ação na terceira pessoa onde temos que ser precisos para derrubar os nossos oponentes. É, sim, uma adaptação muito curiosa da ação, numa espécie de jogo de estratégia, onde todas as ações têm que ser pensadas de momento para momento, abrindo oportunidades para o sucesso.

Definido pelo criador Mike Bithell como um jogo de “timeline strategy”, em John Wick Hex as ações da nossa personagem são feitas em pequenos períodos de tempo em função dos movimentos do inimigo e no espaço dos níveis, apresentados numa perspetiva top-down.

John Wick Hex, que teve o seu lançamento em exclusivo no PC em 2019, foi desenvolvido com a ajudar dos criadores dos filmes, em particular do próprio realizador, que ajudou a criar as animações e coreografias para o título.

Também emprestado dos filmes, John Wick Hex, apesar de ser uma nova aventura, conta com o talento de algumas vozes, como é o caso de Ian McShane e Lance Reddick, nos respetivos papéis, e com Troy Baker, no papel da personagem titular.

O Remake de Resident Evil 3 já chegou ao PC e consolas

Passou pouco mais de um ano desde o lançamento de Resident Evil 2, mas a sua sequela já está disponível, um pouco como aconteceu com as versões originais destes títulos da Capcom.

Resident Evil 3 Remake fica a partir de hoje disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4 e vem expandir o universo de Resident Evil com uma nova aventura, novos heróis, novas localizações para explorar e um novo grande inimigo para escapar, tudo inspirado no jogo de 1999.

Com a história a passar-se em paralelo com os eventos de Resident Evil 2, vamos controlar Jill Valentine enquanto ajudamos um grupo de sobreviventes a fugir do outbreak zombie nesta nova versão de Raccoon City, introduzida no jogo do ano passado.

O novo jogo chega ainda com um novo spin-off incluindo, o Resident Evil Resistance, uma experiência multijogador onde um grupo de quatro jogadores tem que sobreviver às armadilhas de um quinto jogador, no papel de Mastermind, usando todas as ferramentas e estratégias disponíveis com uma jogabilidade ao estilo dos jogos modernos da série.

O modo já está disponível para todos os jogadores de Resident Evil 3 Remake e irá receber, em breve, uma atualização gratuita que inclui Jill Valentine como personagem jogável neste spin-off multijogador.

Mais de 24.000 espetáculos adiados, cancelados ou suspensos devido à COVID-19

A APEFE (Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos) fez um levantamento exaustivo e detalhado, em conjunto com as principais empresas de bilhética nacionais – Ticketline, Blueticket e BOL, do número de espetáculos cancelados, adiados ou suspensos no país inteiro, com realização prevista entre 8 de março e o próximo dia 31 de maio.

De acordo com os dados revelados por cada uma das empresas, contabilizaram-se pelo menos 364 promotores envolvidos.

COVID-19

A divulgação destes dados permite uma leitura real e fidedigna do impacto económico no setor dos espetáculos ao vivo, decorrente das medidas de contenção da crise epidémica Covid-19 e que levou à paralisação total da atividade de milhares de pessoas, que ocorreu mesmo antes da declaração do estado de emergência no passado dia 18 de março.

Do total de espetáculos em agenda, verificam-se até ao momento 7.866 espetáculos cancelados, 15.412 espetáculos adiados e 1.537 espetáculos suspensos.

Face à renovação do estado de emergência anunciada ontem, dia 2 de abril, e aos recentes desenvolvimentos da pandemia, estes números só poderão aumentar exponencialmente nas próximas semanas, não só relativamente a eventos ainda agendados para o mês de maio e que escaparam à primeira “avalanche” de cancelamentos, como pela incerteza da possibilidade da realização de outros espetáculos nos meses seguintes

É uma crise sem precedentes no mercado da cultura em Portugal.

Ideias para se divertirem em casa: Jogar videojogos e jogos de casino

2020 pode ser um ano cheio de novidades no entretenimento digital. Porém, há muito outros usos para a Internet além do entretenimento; estudar ou trabalhar online são áreas que cresceram imenso durante os últimos anos.

Quando é necessário estar em casa muito tempo devido a uma operação, problemas de saúde ou mau tempo, a Internet é uma ajuda preciosa para estarmos mais perto da nossa família, para fazermos compras no supermercado online ou até para jogar uns quantos videojogos.

Como o tempo de estar por casa parece infinito nessas situações, são várias as opções disponíveis de modo a que se possam entreter por um bom bocado.

em casa

Os serviços de streaming são uma das principais forças da Internet de hoje em dia, com plataformas como a HBO, Amazon Prime ou Netflix a oferecerem acesso gratuito por tempo limitado aos seus conteúdos. A Netflix, por exemplo, tem disponível o plugin Netflix Party para ver os filmes e séries com amigos através do Google Chrome.

Para os poucos que (ainda) não sabem o que é o streaming, é um serviço online com acesso em tempo real a milhões de conteúdos. Além de filmes e séries, também é fácil encontrar cursos, livros e músicas, seja através do serviço Amazon Prime, Youtube ou academias online.

As redes sociais são outro dos canais para manter o contacto social. Neste caso, há que destacar o uso do WhatsApp que, nos últimos meses, registou um aumento interessante de tráfego por ser uma ótima ferramenta para conversar à distância com a família e amigos.

Já o Facebook, por exemplo, conta também com vários jogos gratuitos para que nos possamos divertir, como o Candy Crush Saga ou Farm Heroes Saga, títulos esses que também estão disponíveis para Android e iOS para jogar no smartphone.

Porém, o Twitter e o Instagram foram as redes sociais que mais procura registaram devido. O Instagram devido às suas stories, onde personalidades da Internet e empresas aproveitam para fazer vídeos a anunciar produtos; e o Twitter devido a ser uma rede social de última hora, sendo que muitas novidades acabam por ali surgir em primeira mão.

Por outro lado, os jogos online são uma boa alternativa para a diversão. De facto, algumas empresas de videojogos oferecem alguns títulos para jogar grátis por tempo limitado. Já aqui falámos por várias vezes de iniciativas do género, como no artigo sobre o Tomb Raider ou Football Manager 2020.

O mundo dos eSports tem mais seguidores a cada dia que passa, inclusive contam até com torneios anuais a nível mundial. Para ajudar na estadia em casa e de forma a não perderem o contacto com os amigos, propostas como o Fornite, CS: Go, League of Legends ou o Call of Duty são boas para jogar online com os amigos.

No caso do smartphone, há também um grande número de jogos gratuitos, seja para Android ou iOS. Um dois jogos gratuitos para os dispositivos móveis que está a registar muito sucesso dentro da categoria de eSport de Battle Royale é o Garena Free Fire. Já para os fãs dos jogos de estratégia, o Clash Royale, Games of Trones ou Final Fantasy são dos títulos mais descarregados pelos utilizadores.

No caso dos jogos de casino online, desde o regulamento que saiu em 2015 com o Decreto-Lei 66/2015, são cada vez mais os utilizadores que criam contas em sites legais que oferecem bónus especiais de boas-vindas e que apresentam uma vasta coleção de jogos de alta qualidade, sendo possível não só experimentar vários jogos com recurso a dinheiro fictício, mas também jogar nas slot machines, póquer ou roleta a partir de casa.

Se são utilizadores experientes ou estão na fase inicial dos jogos de azar, podem começar por jogar no casino portugal em 888. Para os mais aventureiros, a opção das transmissões ao vivo dão a sensação de como é estarem num casino, mas sem sair de casa.

Outras ideias para o entretenimento em casa se tiverem filhos, além dos videojogos, claro, que devem ser consumidos com moderação, são os tutoriais para fazer artesanatos, trabalhos manuais criativos e os jogos de mesa. Qualquer um destes casos são opções para melhorar e reforçar a agilidade mental e motricidade e, também, para passar algum tempo em família. São, no fundo, ferramentas para desconectar a mente.

No mundo da Internet, não será difícil encontrar jogos de tabuleiro, como damas, mah-jong ou tétris, mas há também opções para os mais novos, como é o caso do Monopólio, Uno ou Pokémon.

Mortal Shell é um novo RPG de ação inspirado em Dark Souls

Hoje em dia, qual é o jogo de ação e fantasia que não empresta ideias aos populares jogos da From Software? Há um novo título a caminho e, a julgar pelo trailer de revelação, merece a nossa atenção.

Da Cold Symmetry, um estúdio composto por produtores de jogos como Metro Exodus, Ghost of Tsushima e World of Warcraft, chega-no Mortal Shell, um novo RPG de ação inspirado em Dark Souls, para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Mortal Shell

O anúncio deste novo projeto, em desenvolvimento há dois anos, foi acompanhado por um fantástico trailer que faz justiça à sua promessa, ao estabelecer um tom arrepiante, uma direção artística fantástica e segmentos de combate capazes de causar toda a ansiedade e adrenalina do género.

Mortal Shell conta ainda com alguns truques na manga que o destacam do resto, como por exemplo a mecânica que batiza o jogo, em que o jogador pode possuir os corpos de outros guerreiros caídos durante a sua jornada.

Ainda sem data de lançamento definida, Mortal Shell vai sair ainda este ano no PC, PlayStation 4 e Xbox One, e terá em breve uma beta para que todos possam experimentar.

Final Fantasy VII Remake prepara-se para o lançamento com um trailer final

Preparados para revisitar uma versão moderna de Midgard? Já não falta muito.

A Square-Enix revelou o trailer final de Final Fantasy VII Remake, com um novo olhar nos eventos deste jogo que irá cobrir “apenas” metade da história do jogo original lançado em 1997.

Com mais de quatro minutos, ficamos a conhecer neste vídeo os nossos heróis, as suas relações e as suas missões e, como seria de esperar, alguns spoilers para quem nunca jogou o aclamado jogo original.

Com uma nova perspetiva, novas mecânicas de jogo e uma apresentação muito mais cinemática, Final Fantasy VII Remake chega em exclusivo à PlayStation 4, já no dia 10 de abril.

Até lá, os jogadores que tenham a pré-reserva digital já podem descarregar o jogo para a consola, ou até dar o gosto ao dedo com a demo que cobre a primeira missão do de Final Fantasy VII Remake.

O novo portátil da Razer vem artilhado com novas placas gráficas da NVIDIA

A Razer revelou uma nova edição do seu popular Razer Blade, preparado com tecnologias de ponta para deliciar os jogadores on-the-go mais exigentes.

O novo Razer Blade 15 é uma atualização do modelo atual que se destaca pela utilização dos mais recentes processadores Intel Core i7 de 10ª geração, i7-10875H, tornando-se no primeiro modelo da marca com um processador de oito núcleos, capaz de velocidades até 5.1GHz; e pelas novas placas gráficas NVIDIA da série GeForce RTX SUPER, no seu modelo mais poderoso, a Geforce RTX 2080 SUPER, com 8GB de memória DDR6.

Para tirar partido destas características, o novo Blade 15 conta com um monitor Full HD de 15.6 polegadas com uma taxa de atualização de 300Hz, permitindo uma fluidez e nitidez de imagem sem precedentes.

Além deste modelo poderoso, a Razer conta com um pouco mais contido, com um processador Intel Core i7 de 10ª geração, mas de seis núcleos, e com uma GeForce RTX 2070, que se destaca por vir equipado com um ecrã OLED 4K ou por um ecrã Full HD com capacidades táteis de 144Hz.

Transversal a todos os modelos temos o design robusto e o corpo em alumínio e a conectividade com portas USB 3.1 Gen 2 Type-A, porta HDMI, porta USB Type-C e porta Thunderbolt 3 (USB-C).

Os novos modelos ficam disponíveis na Europa via Razer Store a partir de maio, com preços a começarem nos 1799,99€.

Meu Super está a entregar bens de primeira necessidade ao domicílio

São mais de 50 as lojas Meu Super que se aliaram a esta iniciativa. Assim, em todo o país, estão a ser entregues bens de primeira necessidade ao domicílio dos clientes que não podem sair de casa, incluindo os grupos de risco da Covid-19.

Meu Super

Esta novidade foi divulgada pela marca através das redes sociais, sendo lá indicadas as lojas espalhadas pelo país que já oferecem esta possibilidade de entregas ao domicílio. E é tão simples como ligar para a loja Meu Super mais próxima e combinar a data de entrega.

Esta iniciativa resulta de um esforço coletivo e solidário dos franquiados para que nunca falte alimentação nos domicílios portugueses que mais precisam, atendendo ao aumento da procura e devido às limitações impostas pelo controlo da propagação do vírus.

Para conhecerem a lista das lojas que disponibilizam o serviço, basta que cliquem aqui ou aqui.

Novos e atuais clientes Eleven Sports não pagam mensalidade até final de maio

Até agora, e devido ao surto de COVID-19, a Eleven Sports, uma vez que não está a passar grande parte dos jogos dos campeonatos prometidos nos seus canais, tinha decidido oferecer a mensalidade do seu serviço até 13 de abril.

Pois bem, e como as coisas ainda estão longe de estar resolvidas, a empresa resolveu agora alargar essa oferta até ao dia 31 de maio.

Esta oferta é somente válida para todos os atuais e novos clientes que adiram agora. Ou seja, não pensem que os canais estão disponíveis em sinal aberto. Não é o caso.

Para usufruírem desta oferta, os atuais clientes não necessitam de fazer nada. Já os novos clientes podem aderir através da box dos operadores ou no site oficial, necessitando de inserir o código promocional JOGAMOSEMCASA no processo de registo.

Durante os próximos meses, os clientes da Eleven Sports irão ter acesso a conteúdos diversificados através de uma programação dedicada, revivendo o melhor das competições desportivas, como os grandes duelos da Liga dos Campeões, os grandes clássicos da LaLiga, os melhores dérbis da Bundesliga e Ligue 1, inúmeros documentários e entrevistas inéditas, os melhores Super Bowl dos últimos anos, os mais emocionantes Grandes Prémios de F1 e o melhor do desporto motorizado.

Rock in Rio Lisboa adiado para 2021

Já se esperava. Tendo em conta o estado atual do país e, também, do mundo, não havia grande hipótese. O Rock in Rio Lisboa, que deveria acontecer a 20, 21, 27 e 28 de junho deste ano acaba de ser adiado para 2021.

Assim, o festival brasileiro irá, excecionalmente, acontecer a sua edição portuguesa num ano ímpar, realizando a 19, 20, 26 e 27 de junho do próximo ano.

“Das várias opções avaliadas, todas implicariam retomar as montagens da Cidade do Rock num momento que acreditamos ainda não ser favorável (maio), pelo que tomámos a decisão de alterar as datas da 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa”, diz o comunicado enviado à comunicação social.

“A festa está no nosso ADN e é esta partilha de emoções, esta energia revitalizante que queremos continuar a oferecer. E em 2022 estaremos de volta para a 10.ª edição, não deixando sequer espaço para a saudade e retomando a festa “nos anos pares.”

Ou seja, além de termos Rock in Rio Lisboa em 2021, vamos também celebrar a 10ª edição em 2022.

No que toca aos bilhetes, e como seria de esperar, manter-se-ão válidos para as novas datas, ficando os dias em aberto até confirmação do cartaz.

A organização partilha ainda que irá “aguardar pelo levantamento do estado de emergência para partilhar outras informações dirigidas aos portadores de bilhetes, assim como novidades relativas a cartaz”.

Quer isto dizer que, inevitavelmente, o lineup de artistas deverá sofrer alterações. Até lá, resta-nos esperar por novidades.

Recorde-se que, para a edição deste ano, estavam confirmados nomes como Foo Fighters, The National, Liam Gallagher, Duran Duran, A-ha e Bush, entre muitos outros. Camila Cabello foi a primeira artista a desistir do festival dado o surto de COVID-19.

Crítica – Bloodshot

Baseado no best-seller de banda desenhada do mesmo nome, Vin Diesel protagoniza Bloodshot na pele de Ray Garrison, um soldado recentemente morto em combate e ressuscitado como o super-humano Bloodshot da empresa RST. Com um exército de nanotecnologia nas suas veias, Ray é uma força imparável – mais forte do que nunca e capaz de se curar instantaneamente. Mas, ao controlar o seu corpo, a empresa controla também a sua mente e as suas memórias. Agora, Ray não sabe o que é real e o que não é, mas está decidido a descobrir a verdade.

Em primeiro lugar, não. Nunca li a banda desenhada, logo não possuía qualquer conhecimento sobre o super-herói Bloodshot. O que sabia era que Jeff Wadlow é o principal responsável pelo argumento e, como bem se sabe, os seus últimos filmes são inacreditavelmente horríveis (Truth or Dare, Fantasy Island). Adicionando Vin Diesel como protagonista e um realizador estreante (David S. F. Wilson), é impossível ter expetativas elevadas para tal filme, não importa o quão bom seja o material de origem. Talvez até me pudesse surpreender e acabar por ser um filme decente…

Não surpreendeu. Pelo menos não pela positiva. Bloodshot é ainda pior do que já antecipava. Acreditava que a ação iria salvar o filme. Não assisti a nenhum trailer, como de costume, mas vi uma imagem aqui e ali do fumo vermelho, bem como um olhar no CGI regenerador. Honestamente, é o aspeto mais desapontante de todo o filme. Simplesmente porque era o único componente que esperava ser, pelo menos, razoável. A “batalha final” tem do pior CGI do século e dura demasiado tempo. Existe uma abundância de shaky-cam, a edição é verdadeiramente terrível por vezes, muitas sequências de ação são quase incompreensíveis e até o slow-motion é usado em excesso.

Bloodshot

No entanto, a razão pela qual o filme acaba por falhar redondamente é, mais uma vez, devido ao argumento de Wadlow (que co-escreveu com Eric Heisserer, mas Wadlow é o principal). Como sempre, a sua narrativa é uma trapalhada absoluta. Confusa, com falta de criatividade, cria imensas perguntas lógicas sem resposta e o passado real de Ray Garrison encontra-se vazio de qualquer explicação. O final não só é previsível e formulaico, mas também gera ainda mais perguntas, deixando uma frustração no ar com tantos pontos de enredo sem resposta. David Leitch e Chad Stahelski (ambos têm Deadpool e John Wick nas suas filmografias) deixaram o projeto logo após serem contratados como realizadores… Porque terá sido?!

Os primeiros minutos são provavelmente os melhores de todo o tempo de execução. Quer dizer, excluindo uma cena nada sexy com Vin Diesel e Talulah Riley (Gina Garrison). Absolutamente cringe-worthy. No entanto, o conceito da história é realmente cativante, no mínimo (ou a banda desenhada não teria o sucesso que teve). É um daqueles filmes de ação que poderia facilmente transformar-se numa franchise de sucesso, caso as pessoas envolvidas no projeto fossem mais talentosas. Com isto, faço a transição para outro dos meus problemas principais: Vin Diesel.

Muito raramente critico negativamente o desempenho de um ator. Admito que sou facilmente convencido por qualquer elenco. Se me perguntarem “quem é um ator/atriz que não gostas?”, provavelmente ficaria calado à procura de uma resposta. Dito isto, a prestação de Diesel é tão vazia de emoção que até alguém como eu conseguiu ser afetado pela mesma. Para além de ser uma autêntica pedra durante todo o filme, Diesel tem um hábito estranho de FALAR MUITO ALTO só para diminuir instantaneamente o seu volume de tal forma que se encontra quase a sussurrar. Faz isto consecutivamente e repetidamente em praticamente todos os diálogos.

Bloodshot

Não há qualquer cuidado ou preocupação em desenvolver uma única personagem, nem mesmo o próprio protagonista. Todos elas são apenas um estereótipo de outra personagem secundária de filmes de ação genéricos: o programador engraçado, a rapariga bonita que ganha sentimentos pelo herói, o colega de equipa masculino que fica com ciúmes por ver o seu território alfa invadido e, finalmente, o “vilão sem motivações claras que parece um dos bons no início, mas que se sabe quem ele realmente é”… Literalmente, os dois atores mais talentosos (Toby Kebbell e Talulah Riley) são os que têm menos tempo de ecrã.

No final, Bloodshot é ainda pior do que esperava. O argumento confuso, formulaico e logicamente questionável de Jeff Wadlow e Eric Heisserer é o pior aspeto do filme, mas a ação é, sem dúvida, a parte mais dececionante. A “luta final” é uma das piores sequências CGI do século e a ação ao longo do tempo de execução é preenchida com shaky-cam incontrolável, um excesso de slow-motion e edição terrível, tornando a maioria destas cenas incrivelmente difíceis de se seguir.

Vin Diesel mostra tanta emoção como uma pedra e, apesar do resto do elenco ser razoável, as personagens seguem todos os estereótipos alguma vez escritos para um filme de ação. Também não ajuda colocar um realizador estreante no comando, mas David S. F. Wilson está longe de ser o culpado principal. Infelizmente, os poucos bons momentos de ação e um conceito cativante mal conseguem manter o filme a respirar. É uma das piores obras do ano.

Bloodshot pode ser assistido via streaming em serviços como Rakuten ou Google Play.

The Last of Us Part II é novamente adiado, desta vez por causa da COVID-19

Um dos maiores lançamentos deste ano para a PlayStation 4 voltou a ser adiado.

A sequela do aclamado jogo da Naughty Dog, The Last of Us, que estava agendada para dia 29 de maio, ficou agora sem data de lançamento definida. Em comunicado, o estúdio da Sony PlayStation pede desculpa aos fãs por tomar esta difícil decisão, resultante da atual pandemia global que está a afetar o mundo.

Segundo a Naughty Dog, este adiamento deve-se a razões logísticas em relação ao lançamento à escala global do jogo e será para garantir que todos possam tirar partido da experiência de jogo ao mesmo tempo.

Last of Us part II trailer
The Last of us Part II

Mas com esta notícia menos positiva há espaço para uma atualização de desenvolvimento, onde é possível ficar a saber que The Last of Us Part II está tecnicamente completo e que a equipa encontra-se agora em fase de resolução de bugs e problemas menores.

https://x.com/PlayStationPT/status/1245774901497249794

The Last of Us Part II não é o único jogo PlayStation a ser adiado para uma nova data ainda por definir. O exclusivo PSVR, Marvel’s Iron-Man VR, da Camouflaj, que também já tinha sofrido um adiamento para dia 15 de maio, ficou sem data pelas mesmas razões.

Para já, os jogos continuam confirmados para a PlayStation 4, mas só serão reveladas novas datas de lançamento quando houver condições logísticas e de segurança garantidas para os seus lançamentos.

Quarentine Film Festival desafia-nos a realizar uma curta-metragem através do smartphone

“Desperta o realizador que há em ti e que está fechado em casa. Faz uma curta com o teu telemóvel e “posta-o” aqui.” É assim que o Quarentine Film Festival (nome bem sugestivo para esta altura) alicia os seguidores nas redes sociais a criar uma curta-metragem através do smartphone.

Quarentine Film Festival

A iniciativa, que surge do realizador Gonçalo Morais Leitão, visa estimular a criatividade de todos nós, numa altura em que estamos por casa, seja em teletrabalho ou não, e para que consigamos preservar a nossa sanidade mental além dos conteúdos audiovisuais que vamos consumindo diariamente.

E se não fazem a mínima ideia do que realizar, podem sempre pegar no exemplo que Morais Leitão deu no vídeo aqui em baixo e estimular o cérebro. O cineasta pegou no smartphone e realizou uma curtíssima metragem com o filho mais novo como protagonista, tendo depois colocado o video na página do Facebook do Quarentine Film Festival.

O melhor de tudo? Dos cinco participantes com mais likes, a organização irá escolher um para ser produzido quando a quarentena acabar, com direito a câmara Alexa, iluminação, diretor de fotografia (Ricardo Magalhães), correção de cor (Nuno Garcia) e sonorização profissional (Estúdio Estrela de Alcântera).