Podemos dizer que o final de abril traz uma grande novidade para a popular aplicação de entrega de refeições da Uber.
Já aqui tínhamos referido que, devido à pandemia de COVID-19, vários eram os negócios que se tinham de reinventar e adaptar à atual situação. A Uber Eats é um desses casos.
Com o encerramento de vários estabelecimentos, ainda que muitos tenham optado por funcionar somente em regime de delivery ou take away, os estafetas da Uber Eats ficaram com menos serviço, até porque, lá está, não só a oferta diminuiu, como os próprios clientes ficaram com receio de encomendar refeições.
Sabendo disto, a Uber já tinha anunciado há algum tempo que, em breve, iria fazer com que fosse possível fazer compras de mercearia e receber produtos de conveniência em casa através da Uber Eats. Pois bem, esse dia chegou.
A partir de agora, a popular app passa a entregar ao domicílio bens essenciais de mercearia, produtos de limpeza, artigos de beleza e produtos de saúde.
Tudo é feito em parceria com as lojas Galp, com uma oferta bastante considerável. Há produtos de padaria, cafetaria e pequeno almoço, sandes embaladas, batatas fritas, snacks, snacks salgados, doçaria, bolos e bolachas, gelados, sacos de gelo, águas, sumos e refrigerantes, cervejas, vinhos, bebidas brancas, produtos de mercearia (arroz, atum e outros enlatados, cápsulas de café, azeite, leite…), produtos de farmácia e higiene, produtos de lar e até brinquedos. Há mesmo muita coisa que podem encomendar das lojas Galp disponíveis na plataforma.
Portanto, e dependendo da vossa morada, basta que, na app, toquem no banner referente a produtos de mercearia ou produtos de higiene e beleza, ou então, tocar na lupa de procura e selecionar a categoria “Mercearia”.
Além disso, se o vosso pedido tiver um custo de valor igual ou superior a 5€, podem colocar o código GALPFREE para que não paguem taxa de entrega.
Esta novidade está disponível em Lisboa, Porto, Cascais, Oeiras, Loures, Amadora, Póvoa do Varzim, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Viseu, Leiria e Vilamoura e irá chegar brevemente a Évora.
Todo o montante angariado servirá para a compra de equipamentos de proteção individual e compra de bens alimentares.
Mais um dia, mais uma iniciativa solidária. Desta vez, os CTT associaram-se à Cruz Vermelha Portuguesa com o movimento #euajudoquemajuda que, essencialmente, pretende ajudar aquela entidade. Como? Através de postais personalizados e solidários.
“Envie um postal com uma fotografia sua a quem mais ama ou escolha uma fotografia da nossa galeria e envie um postal para os heróis que estão na linha da frente”, dizem os CTT no site oficial.
Podem, portanto, fazê-lo através da app CTT, sendo que, por cada envio de postal, os CTT oferecem 0,50€. O valor angariado servirá para a compra de equipamentos de proteção individual e compra de bens alimentares.
Com estes postais, além de se poder fazer o upload de uma foto à escolha, pode-se também optar por selecionar a coleção Cruz Vermelha Portuguesa que pretende agradecer a todos os que estão diariamente expostos e no terreno, na luta contra esta pandemia.
Fortnite voltou a bater recordes. E desta vez com números absolutamente ridículos.
No passado fim de semana, o popular jogo multijogador da Epic Games foi palco de mais um dos seus fantásticos eventos, desta vez dedicado a um miniconcerto psicadélico do rapper norte-americano Travis Scott.
A experiência Astronomical, que serviu de apresentação de novas músicas do artista, aconteceu ao longo de várias sessões entre sexta-feira e domingo e, como seria de esperar, os números foram de loucos.
No dia 24, o evento começou por bater um recorde de número de jogadores em simultâneo, com cerca de 12.3 milhões de utilizadores diferentes para assistir ao concerto. Em termos de comparação, o evento Astronomical rebentou com a escala, uma vez que, anteriormente, o recorde pertencia a Counter-Strike: Global Offensive, com apenas 1.3 milhões de jogadores em simultâneo, um recorde batido ainda este ano.
Mas os números do evento de Travis Scott não se ficam por aqui. Com cinco sessões feitas ao longo do fim-de-semana, foram 27.7 milhões de jogadores únicos que assistiram ao concerto e registaram-se 45.8 milhões de presenças, onde se incluem aqui jogadores que assistiram ao evento mais do que uma vez.
Depois de números assim, a questão é: o que poderá Fortnite inventar para atrair ainda mais jogadores? Especialmente depois de eventos dedicados aos Avengers, Star Wars e outros únicos, como uma luta épica entre um monstro e um robot gigantes ou um buraco negro que fez um reset literal ao jogo, resta-nos mesmo esperar para ver.
Se não tiveram oportunidade, podem assistir ao concerto de Travis Scott no Fortnite aqui em baixo, cortesia da IGN:
A estreia acontece já a 1 de maio, com um concerto dos Peste & Sida.
Tal como já referimos várias vezes por aqui, a pandemia de COVID-19 veio assolar vários setores do mercado. A cultura, por exemplo, teve uma quebra de quase 100% e, embora se queira voltar a viver normalmente, ninguém sabe dizer quando teremos o prazer de voltar a visitar uma sala de espectáculos.
Dito isto, há que tentar reinventar os hábitos, e é nesse contexto que surge a Gigs Em Casa, a 1ª plataforma portuguesa exclusivamente dedicada a concertos online. A ideia é da promotora Amazing Events.
Os concertos serão em direto e, numa primeira fase, acontecerão no mítico RCA Club, em Lisboa, sob todas condições de segurança e higiene e com realização de luz, som e vídeo profissional, para que o conteúdo chegue a casa de cada um, com a melhor qualidade possível.
Na plataforma, sabe-se que parte dos concertos serão gratuitos e outros, quando assim se justificar, serão pagos. Garante-se, porém, que o valor destes bilhetes virtuais serão bastante baixos. E sim, todos os artistas, técnicos e intervenientes no espectáculo serão pagos.
No caso dos concertos gratuitos, basta ir ao site e assistir. No que toca aos concertos pay-per-view, cada pessoa terá de comprar o seu bilhete que irá gerar um código para poder assistir ao espectáculo.
Existe ainda uma última opção disponibilizada pela Gigs Em Casa para os artistas que permite a bandas e músicos utilizarem os serviços de livestreaming em regime PPV da Gigs Em Casa para uma ação promocional coordenada e de alto impacto online.
Além disso, todos os espetáculos terão uma vertente solidária, cabendo aos artistas escolherem a instituição que preferem.
De momento, sabe-se o primeiro concerto desta iniciativa acontece já a 1 de maio, às 21h30, com os Peste & Sida. Na semana seguinte há festa com Freddy Locks.
A app STAYAWAY é voluntária, não intrusiva e não discriminatória, garantindo a privacidade e proteção de dados dos utilizadores.
É um projeto coordenado pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), com o apoio do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP). Esta app móvel promete detetar a proximidade física entre smartphones e informa os utilizadores que estiveram no mesmo espaço de alguém infetado nos últimos 14 dias com o novo coronavírus.
Como é que isto funciona? Bom, cada telemóvel difunde na sua proximidade identificadores anónimos e armazena localmente os identificadores difundidos pelos telemóveis com quem se cruze. E é essa informação que permitirá ao próprio detetar a sua proximidade com uma pessoa infetada.
Nesse caso, uma pessoa confirmada como infetada com COVID-19 poderá publicar online, com a legitimação das autoridades de saúde, os seus identificadores anónimos que partilhou nos últimos 14 dias.
Com esta informação pública, a aplicação de cada pessoa pode facilmente avaliar autonomamente se nos dias anteriores esteve próximo da pessoa infetada.
E sim, podem ficar descansados que a STAYAWAY cumpre as legislações europeia e nacional de proteção de dados.
A app está a ser desenvolvida pelo INESC TEC e pelo ISPUP, com a colaboração dos Laboratórios Associados IT, INESC ID e LarSys e conta com o apoio do Minho Advanced Computing Center (MACC), do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) e da iniciativa Nacional em Competências Digitais e.2030 (Portugal INCoDe.2030). A STAYAWAY deverá estar pronto para toda a gente até ao final de maio, para Android e iOS.
Os portadores de bilhetes para este espetáculo têm agora 60 dias úteis para devolver o bilhete.
Será difícil, muito difícil existirem eventos com muita gente nos próximos tempos. Tendo isto em conta, muito são os espetáculos adiados ou cancelados. Desta vez, foi a vez da Everything is New cancelar o concerto de Lauv, originalmente agendado para dia 11 de maio no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
“Todos os portadores de bilhetes para o espetáculo, terão oportunidade de devolução no prazo máximo de 60 dias úteis a contar a partir do dia de hoje, 27 de abril de 2020, no respetivo local ou website de compra”, refere a promotora no post de Facebook.
E quanto ao concerto dos Guns & Roses em Portugal?
São muitos as pessoas que, nas redes sociais, têm perguntando insistente se o concerto irá mesmo realizar-se. A resposta, porém, é sempre a mesma: “O concerto dos Guns N’ Roses está sobre avaliação, pelo que estamos a estudar todos os cenários bem como a possibilidade de novas datas. Assim que houver novidades, serão anunciadas nos nossos canais habituais”, refere a Everything is New num dos comentários na página oficial de Facebook.
Recorde-se que o concerto de Axl Rose (vocais, piano), Duff McKagan (baixo), Slash (guitarra), Dizzy Reed (teclado), Richard Fortus (guitarra rítmica), Frank Ferrer (bateria) e Melissa Reese (teclado) continua agendado para dia 20 de maio no Passeio Marítimo de Algés.
A nova aposta multijogador para a PlayStation 4 e PC é uma divertida adaptação bem fiel da premissa do filme em que se inspira, mas surge limitada por falta de conteúdos e por um desempenho que deixa um pouco a desejar.
Chegou à PlayStation 4 e ao PC uma curiosa proposta para os fãs de jogos co-op, inspirada na saga sci-fi e ação Predator, imortalizada pela famosa linha “Get to the chopper” de Arnold Schwarzenegger. Predator: Hunting Grounds não conta, contudo, com a estrela de Hollywood, mas sim com o icónico monstro titular, num jogo com uma forma de jogar que ainda tem muito para afinar.
Desenvolvido pela IllFonic, cujos trabalhos anteriores passaram por dar suporte a Evolve e pelo desenvolvimento de Friday the 13th, Predator: Hunting Grounds pega no mesmo tipo de formato assimétrico destes jogos ao colocar um grupo de jogadores a trabalharem em equipa, ao mesmo tempo que um elemento extra funciona como inimigo.
O conceito é, na teoria, muito interessante e bastante diferente dos jogos multijogador tradicionais cada vez mais competitivos. Porém, e ao virarem os jogadores um contra os outros, aumentam a frustração e raiva daqueles menos confortáveis a confrontos com outros jogadores com maior destreza.
Não sendo o maior fã de jogos multijogador pela sua vertente competitiva, mas sempre interessado em títulos que me dão a oportunidade de trabalhar em conjunto em objetivos comuns com amigos, Predator: Hunting Grounds é um jogo ideal para o efeito, ainda que sinta que há aqui algumas oportunidades perdidas.
Predator: Hunting Grounds é como um Jogo da Apanhada misturado com Jogo das Escondidas em ambiente virtual. Em cada sessão podemos fazer parte de uma equipa de até quatro mercenários, ou, então, podemos controlar diretamente um predador que lhes vai fazer a vida negra.
Ao escolhermos os mercenários, em cada sessão vamos parar a um de apenas três mapas, onde uma série de objetivos aleatórios nos são dados. Podem ser recolha de itens, informações, amostras de tecnologia alienígenas, assassinatos, entre outros, tudo enquanto nos infiltramos em diferentes áreas protegidas por soldados controlados pelo jogo. No fundo, temos aqui um jogo coop muito seguro, simples e tradicional, onde os jogadores podem dividir tarefas, ajudarem-se uns aos outros, etc.
A grande reviravolta, o fator diferenciador de Predator: Hunting Grounds, como já devem saber, é a presença do predador. Uma vez escolhido, este terá que procurar no mapa a equipa de mercenários e simplesmente eliminá-los com o seu arsenal. Do seu ponto de vista esse é o seu objetivo, mas, se parece assim tão simples, Predator: Hunting Grounds prova ser bem mais cerebral com um equilíbrio de ”poder” bastante interessante, pois os predadores não são imortais e têm fraquezas fáceis de atacar, especialmente se a equipa de mercenários jogar em equipa.
Foi nestes confrontos e na tensão de, eventualmente, cruzar-me com alguém a jogar com o predador, que Predator: Hunting Grounds me fez clique. Apesar do seu conceito básico, a tensão e o “medo” de sermos apanhados pelo predador durante as nossas missões é constante, levando-nos a conter o uso dos consumíveis como balas e seringas e obrigando-nos, de forma muito natural e orgânica, quase sem qualquer necessidade de diálogo com outros jogadores, a mantermo-nos perto uns dos outros, atentos a todas as nossas costas.
A adrenalina e energia que bate quando estamos a tentar fazer os objetivos contra o tempo à medida que vamos ouvindo o icónico som do predador ao longe é aterrorizante, porque graças às suas habilidades de auto-camo, juntamente com a sua visão térmica, quem joga como mercenário dificilmente o vê. Mas quem joga como predador vê absolutamente tudo.
É um desequilíbrio que acaba por dar a volta graças, como já disse, ao trabalho de equipa e às fraquezas do predador. Nesse papel, há que gerir muito bem a energia destas habilidades passivas, bem como a vida e não tomar como garantido a sua invisibilidade, que não é 100% eficaz, distorcendo o seu contorno e deixando um rasto de sangue florescente quando é baleado. Os confrontos entre humanos e predador podem durar um match completo graças a este jogo de gato e rato, o que torna cada match emocionante e divertido, especialmente jogado com amigos.
No geral, a jogabilidade é competente. Na primeira pessoa enquanto mercenário é um típico FPS, um pouco solto nos seus movimentos, mas tudo com controlos muito tradicionais sem grandes destaques ou problemas. Já no lado do predador correr de ramo em ramo e saltar por cima de edifícios para apanhar os oponentes de surpresa é bastante divertido… isto quando resulta, uma vez que o jogo recorrentemente atua de forma autónoma, com o predador a saltar para ramos errados ou a falhar alguns comandos.
De notar que Predator: Hunting Grounds joga-se muito melhor de comando. Na versão PC, onde o teclado e rato é comum, os controlos não parecem tão intuitivos. Por defeito, algumas teclas de atalho não são tão fáceis de alcançar, e o movimento com o rato também não parece responder de forma tão natural.
Já no departamento técnico é no PC que Predator: Hunting Grounds leva a taça. Visualmente não é dos jogos mais deslumbrantes, mas, graças a altas resoluções e framerates, o jogo responde e apresenta-se muito melhor. E, para surpresa minha, é um jogo bastante leve, sendo capaz de correr no máximo a resoluções acima dos 1080p em máquinas modestas sem grande problema.
A resolução mais elevada e o melhor tratamento de imagem são também vantagens de destaque num jogo passado em áreas de grande vegetação, onde a imagem clara é extremamente importante para ver objetos e inimigos à distância, algo que a versão PS4 deixa um pouco a desejar, especialmente na PS4 Slim.
Este é um dos exclusivos da Sony com pior desempenho de que tenho memória. Não é grave, é extremamente jogável, mas é impossível de ignorar tanto o desempenho maioritariamente abaixo dos 30FPS, como a imagem difusa e serrilhada, que lhe confere uma falta de clareza enorme. Este é um problema de destaque, especialmente quando jogamos enquanto mercenários e temos o predador na mira e este torna-se mesmo muito difícil de ver, mais do que é suposto pelo jogo, claro.
Os meus elogios a Predator: Hunting Grounds começam a partir de agora a ser menos, pois apesar do seu conceito ser ótimo para jogadores como eu e de nos dar muitas razões para nos divertirmos casualmente com os nossos amigos, este é um jogo despido de grandes incentivos para continuarmos a jogar.
Para além de uma seleção de mapas muito pequena, só há um modo de jogo, onde escolhemos quem queremos ser. Predator: Hunting Grounds conta com um sistema de progressão de personagens, onde podemos fazer os nossos loadouts com diferentes armas, aparências estéticas e habilidades que vão sendo desbloqueadas quanto mais jogarmos. Mas até aqui o jogo parece estar mais preocupado em desbloqueios estéticos do que mecânicos, com muitas skins para desbloquear através de créditos in-game e loot boxes ganhas no fim de cada match que, no início, dão acesso a muitos elementos de personalização para objetos e itens dos quais ainda não temos acesso, a menos que continuemos a jogar.
Também desapontantes são as funcionalidades multijogador no matchmaking. Os tempos de procura por um match são longos, podendo demorar tanto 30 segundos como 30 minutos sem grande explicação. Este é um problema que, durante os primeiros dois dias, foi prevalente e que só se resolvia ao entrar e sair da procura, colocando em causa a possibilidade de completar uma sessão de outros jogadores. A equipa da IllFonic diz estar atenta ao problema, mas para o seu lançamento, e mesmo depois de um patch (versão 1.5), deixa uma má impressão.
Jogar com amigos e tirar partido do crossplay entre a PlayStation 4 e o PC é relativamente fácil, estando apenas limitado pelos tempos de espera já referidos, e é curioso que as partidas privadas possam ser acedidas a solo, onde é possível fazer uma pequena batota para aumentar a experiência dos elementos da Fireteam, uma opção estranha que podia ganhar sentido se desse para adicionar bots, simulando as partidas online.
Predator: Hunting Grounds sabe o tipo de jogo que quer ser, mas infelizmente não é o tipo de jogo que se calhar todos queríamos que fosse. A ideia no papel é ótima e a sua execução é boa. Pessoalmente acho que gosto mais da experiência de Predator: Hunting Grounds do que aquela que merece. No fim do dia isso é um bom sinal, pois leva-me à selva mais uma e outra vez, pelo menos enquanto houver mercenários e predadores prontos para mais uma rodada.
Predator: Hunting Grounds já está disponível para PC (via Epic Games Store) e PlayStation 4 (onde requer subscrição PS Plus) por 39,99€.
Plataforma: PC e PlayStation 4 Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.
Mas por cá, em vez de naves, continuamos a ver navios.
Se são muito fãs de Star Wars e anseiam pela chegada do Disney+a Portugal para poderem aceder a todo o universo de filmes e séries da saga, há boas notícias, mas vão ter que continuar à espera.
A Disney revelou que, a partir do dia 4 de maio, o dia de celebração da saga Star Wars conhecido como May the Fourth, os subscritores do serviço vão ter acesso a The Rise of Skywalker, completando assim a Saga Skywalker no serviço, disponível em 4K com HDR.
O mesmo dia vai contar com mais conteúdos do universo, com a série The Clone Wars a terminar e a ficar completa com o seu último episódio. E para os fãs deThe Mandalorian, vai ficar também disponível o primeiro de oito episódios de bastidores da primeira temporada da série.
Infelizmente por cá vamos ter que continuar a esperar pela chegada do Disney+ para ter acesso a tudo isto à distância de um clique. Segundo a própria Disney, a chegada do serviço está prevista para este verão.
Por cá e até lá, os fãs da saga podem já assistir a The Rise of Skywaker e outros filmes da saga, a partir de serviços VOD, como o Videoclube da NOS.
A PlayStation anunciou a nova data de The Last of Us Part 2 e de Ghost of Tsushima.
Boas notícias para quem tem uma PlayStation 4. Na procura de uma forma de levar até aos jogadores as melhores experiências possíveis com os seus exclusivos, a PlayStation viu os seus planos a serem afetados pela pandemia global da COVID-19.
Agora, porém, a companhia parece ter encontrado a solução, e não só revela uma nova data para The Last of Us Part 2, como vai atrasar um pouco o lançamento do novo jogo daSucker Punch,Ghost of Tsushima.
Esta notícia chega com alguma surpresa, mas desde este fim de semana que já se esperava por uma resposta da PlayStation ou da Naughty Dogdevido à fuga de detalhes da história de The Last of Us Part 2. Felizmente, a espera já não vai ser tão grande como se antecipava.
The Last of Us Part 2 e Ghost of Tsushima têm lançamento exclusivo na PlayStation 4.
É caso para dizer que foram muitos dias passados no jogo.
O exclusivo PlayStation 4, Days Gone, atingiu este fim-de-semana o seu primeiro aniversário.
Desenvolvido pela Bend Studio, o ambicioso, e muito longo, jogo narrativo, passado num mundo pós-apocalíptico infestado por zombies, pode não ter tido o lançamento mais suave e limpo de problemas quando comparado com outros grandes jogos da PlayStation 4. Mas, como qualquer jornada cheia de altos e baixos e muita aventura, o primeiro ano de Days Gone foi recheado de suporte, com patches que melhoraram a experiência de jogo e muito conteúdo gratuito para os fãs continuarem a viver emoções fortes a fugir das suas hordas de zombies.
Para celebrar o primeiro aniversário de Days Gone, a Bend Studio partilhou um pedaço de trívia das estatísticas dos jogadores que ajudaram Deacon a procurar a sua mulher. Nos últimos 365 dias depois do seu lançamento, o jogo acumulou mais de 200 milhões de horas, pouco mais do que 8333 dias, ou sensivelmente 22 anos.
Além desta curiosidade, ficou-se a saber que os jogadores limparam 45 milhões de hordas, 32 milhões de infestações, 30 milhões de campos, outros 30 milhões de checkpoints da Nero e foram desbloqueados mais de 100 milhões de troféus no jogo.
Days Gone teve a sua última atualização em fevereiro, a 1.61, que veio trazer alguns ajustes à experiência de jogo. No passado, o título teve a inclusão de novos modos de jogo, desafios e até crossovers com outros jogos como Death Stranding.
Desenvolvido pela Saber Interactive, WWE 2K Battlegrounds chega ao mercado no outono.
Foi na passada sexta-feira que referimos aqui no Echo Boomer que a World Wrestling Entertainment (WWE) tinha confirmado que este ano não seria lançado qualquer jogo de wrestling. Como se previa, essas palavras diziam respeito à série anual que sai todos os anos, não considerando eventuais spin-offs ou outras abordagens ao género.
Pois bem, e tal como a 2K tinha prometido, acabam de ser reveladas novidades. E são bem interessantes. Vai, sim, existir um novo jogo WWE, mas que nos faz lembrar o divertido WWE All-Stars, lançado em 2011.
Chama-se WWE 2K Battlegrounds e aposta num estilo cartoon, com uma experiência onde o que interessa é a diversão. Pelo trailer, consegue-se perceber que a estrutura corporal dos lutadores é absurda, e ficámos com a sensação que alguns deles terão super poderes.
Além disso, a própria força dos bonecos é elevada ao extremo, sendo possível mandar um lutador para cima de um crocodilo, por exemplo. Os próprios cenários serão diferentes, pelo que, apesar do tradicional ringue continuar a existir, este pode ficar instalado num castelo, num pântano com água à volta… No fundo, será uma experiência diferente do habitual.
A ser desenvolvido pela Saber Interactive, produtora de NBA 2K Playgrounds, WWE 2K Battlegrounds deve chegar ao mercado algures durante o outono.
As duas bandas e o ex-Oasis tocam na Cidade do Rock a 19 de junho de 2021.
Quando surgiu a notícia de que o Rock in Rio Lisboa 2021fora adiado, muitos expressaram preocupação pelo cartaz possivelmente não vir a ser o mesmo que o originalmente apresentado este ano.
Pois bem, temos uma boa novidade. Os Foo Fighters, os The National e Liam Gallagher estão confirmadíssimos na edição do próximo ano do festival, atuando a 19 de junho de 2021.
Quer isto dizer que, quem já tinha bilhete para o dia 21 de junho de 2020, data inicialmente prevista para a atuação das duas bandas e do ex-Oasis, terá o seu bilhete automaticamente válido para dia 19 de junho do próximo ano, pelo que não será necessária qualquer revalidação ou troca. O mesmo aplica-se a todos os que adquiriram passe para o primeiro fim de semana de festival, que se mantém agora válido para os dias 19 e 20 de junho de 2021.
Atenção, diz a organização que, caso o concerto de algum dos artistas inicialmente previstos para atuar no Palco Mundo em 2020 não se confirme para a edição de 2021, os portadores de bilhete para esse dia específico poderão trocar o seu bilhete para uma data à escolha, efetuando um processo de revalidação do mesmo, ou solicitar o reembolso no prazo de 30 dias a contar da data da “não confirmação”.
Estas são as primeiras confirmações para 2021, pelo que nos resta esperar para que a organização do Rock in Rio Lisboa consiga contar com pelo menos boa parte do cartaz original.
O TIDAL veio substituir o Apple Music. Até ver, e nos planos mais caros, o serviço de streaming de música ficará disponível até 31 de dezembro deste ano.
Foi há uns dias que revelámos que o TIDAL, serviço de streaming de música da empresa norueguesa Aspiro, cujo dono é Jay-Z, ia chegar em breve aos tarifários Yorn X. Pois bem, chegou o dia.
Apesar de a página da Yorn ainda não dar os detalhes concretos, a verdade é que, através da app My Vodafone, já é possível subscrever o serviço.
Diz a Yorn que o TIDAL oferece mais de 60 milhões de músicas em qualquer equipamento, alta qualidade de som e lançamentos exclusivos, podcasts e milhares de videoclipes HD, bem como a possibilidade de ouvir as músicas offline e sem anúncios. Mas isto já nós sabíamos.
O que nos faltava saber era qual a modalidade oferecida, bem como a duração da mesma. Pois bem, a Yorn está a oferecer a versão Premium do TIDAL, e não a HiFi. É algo que não surpreende, até porque o custo desta modalidade do TIDAL é o mesmo que o da Apple Music.
A subscrição HiFi, só para terem noção, custa 13,99€, pelo que seria difícil a própria Yorn oferecer este plano.
De resto, sabe-se que os clientes com modalidades Yorn XL e Yorn XM terão direito ao TIDAL até 31 de dezembro deste ano. Já quem tem a versão de 1GB do Yorn X somente terá TIDAL durante três meses.
É a primeira máscara têxtil testada contra o SARS-CoV-2 pelo Instituto de Medicina Molecular.
Há um novo projeto de cooperação entre várias entidades que permitiu desenvolver uma máscara têxtil antimicrobiana inovadora, desenhada e fabricada em Portugal.
Desenvolvidas pela Sonae Fashion, através da sua marca de vestuário MO, em parceria com a comunidade científica e industrial, nomeadamente com a fabricante Adalberto, o centro tecnológico CITEVE, o Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa e a Universidade do Minho, as máscaras MOxAd-Tech apresentam características antimicrobianas com eficácia comprovada contra vírus e bactérias, estando a sua tecnologia acreditada a nível internacional.
O princípio ativo já foi testado com sucesso pelo Institut Pasteur de Lille, em França, nomeadamente contra o vírus H1N1 e vírus Corona-type, bem como contra rotavírus. Após alguns testes específicos efetuadosno Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, em Portugal, esta produto foi certificado como máscara social de nível 2 profissional pelo CITEVE, com capacidade de retenção de partículas (=95%) e respirabilidade para 10 lavagens.
Em França, esta máscara foi certificada pela DGE pela capacidade de retenção de partículas (+95%) e respirabilidade para 50 lavagens.
Desenvolvidas em têxtil técnico com várias camadas distintas, as máscaras são impermeáveis e confortáveis, facilitando a sua utilização. Outra das grandes vantagens é o facto de ser reutilizável, permitindo proteger as pessoas, mas também o ambiente, uma vez que evita a criação de lixo e de focos de contaminação.
As máscaras apresentam uma elevada resistência à lavagem, mantendo um nível de eliminação microbiana de perto de 100%, mesmo depois de 50 lavagens domésticas a 30ºC. Podem ainda usá-las durante quatro horas seguidas sem degradação da capacidade de retenção de partículas nem da respirabilidade.
Estas máscaras reutilizáveis e inovadoras a nível mundial estão já disponíveis na loja online da MO por apenas 10€, valor que inclui a entrega gratuita em casa dos clientes. Estão também à venda nas lojas físicas de outras insígnias da Sonae, nomeadamente na Well’s e no Continente.
A plataforma da NOS poderá ser encontrada na UMA (via A Minha TV) ou na Iris (via Arquivo) a partir da tarde de hoje.
Já toda a gente sabe por esta altura que os alunos do 1º, 2º e 3º não têm aulas presenciais até final do ano letivo. Ao invés disso, apostou-se no antigo formato da TeleEscola, mas atualizado. Chama-se #EstudoEmCasa, está no ativo desde o passado dia 20 de abril e abrange um universo de 850 mil alunos.
Agora, e como dá sempre jeito rever aulas anteriores, a NOS lança uma plataforma partir da qual se pode aceder facilmente às aulas e materiais pedagógicos emitidos na RTP Memória.
Este é um serviço que agrega todas as emissões do programa, organizadas por ano letivo e, em cada ano, por disciplina. O objetivo passa por facilitar revisões da matéria e permitir uma rápida visualização e recuperação das emissões a qualquer hora do dia, com flexibilidade de horários, em função das rotinas e ritmo de cada família.
Para os interessados que sejam clientes NOS, saibam que o poderão fazer através da UMA (via A Minha TV) ou na Iris (via Arquivo. Resta dizer que este serviço é totalmente gratuito, pelo que não requer qualquer subscrição.
Já a partir do próximo dia 4 de maio, será ainda possível encontrar os materiais do #EstudoEmCasa no Videoclube da NOS. Os conteúdos serão atualizados diariamente, mediante a disponibilização dos mesmos por parte da RTP.
Recentemente, os jogadores da PlayStation receberam a triste notícia que um dos jogos mais antecipados da geração fora adiado para uma data indefinida até novas atualizações sobre a COVID-19, que aparentemente criou dificuldades logísticas para o seu lançamento marcado para dia 29 de maio.
Agora, a espera por The Last of Us Part 2 fica mais complicada. Há uma fuga de spoilers e partes importantes da história do novo jogo a serem publicadas na Internet.
Claro que não vamos indicar o que são, mas sim o que aparentemente aconteceu. Segundo informações não confirmadas, a fuga de informações foi feita por um membro da equipa da Naughty Dog, chateado com os seus superiores devido à falta de pagamentos, que começou a publicar vídeos do jogo no YouTube e outras redes sociais. Vídeos esses com momentos narrativos importantes para o desenvolvimento da história.
Independentemente da sua origem e do drama por detrás desta fuga, as redes sociais foram rápidas a disseminar os vídeos, que foram igualmente rápidos a desaparecer, mas o dano parece estar feito e a verdade anda por aí.
Sem uma data de lançamento definida, que agora aponta para lá de dia 29 de maio, a espera por The Last of Us Part 2 vai ser ainda mais complicada. Por isso já sabem, se querem proteger a vossa experiência, cuidado com que procuram na Internet.
Tal como já referimos por diversas vezes, o setor cultural tem sido um dos principais afetados pela pandemia de COVID-19. Não havendo condições, os eventos/espetáculos não se podem realizar. Agora há mais uma baixa de peso. O Festival do Crato não irá realizar-se este ano.
É a própria organização que o refere, num comunicado enviado aos meios de comunicação social.
“A quatro meses da data habitual de realização do Festival do Crato/ Feira de Artesanato e Gastronomia, o Município do Crato, consciente das dificuldades e prioridades a que urge dar resposta, considera que não se encontram reunidas as condições sociais, económicas e culturais para a realização da edição de 2020 do Festival do Crato e da 36.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato. É uma decisão difícil, em tempos difíceis, mas que se revela da maior importância face à batalha que o mundo inteiro está a enfrentar”, diz a organização em comunicado.
“Assim, atendendo às indicações da Direção Geral de Saúde, da Organização Mundial de Saúde, e conscientes de que, ponderadas as várias opções, esta é a que melhor salvaguarda os interesses dos nossos Munícipes e de todos aqueles que nos visitam, a Câmara Municipal do Crato decidiu que não se irá realizar a edição de 2020 do Festival do Crato e da 36.ª Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato, com a convicção (e a certeza!), de que em 2021 o Festival do Crato e a 36.ª Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato estarão de regresso com toda a qualidade e magia a que todos habituou”, conclui a mesma nota.
O Bairro é lançado pela Agri Marketplace, empresa portuguesa detentora de uma plataforma B2B que liga produtos agrícolas e indústria alimentar.
Estão fartos dos típicos supermercados e preferem adquirir produtos portugueses, ajudando, assim, os pequenos produtores, cooperativas e mercearias locais? Então está na altura de conhecerem O Bairro, uma nova mercearia online.
Esta até podia ser somente mais uma plataforma, mas promete fazer a diferença. Como? É que liga diretamente produtores, comerciantes e consumidores, ou seja, é extremamente fácil comprar online produtos agrícolas frescos e de qualidade.
O Bairro foi criado como uma plataforma de proximidade. Quer isto dizer que os pequenos produtores, cooperativas e mercearias locais têm agora a oportunidade de “expor” os seus produtos agrícolas neste site, onde o consumidor final passa a ter, à sua disposição, uma oferta alargada de produtos frescos nacionais para ir colocando no carrinho de compras.
Há frutas, legumes, verduras, frutos secos e grãos, todos provenientes de produtores nacionais. Os produtos biológicos vão estar igualmente à disposição dos consumidores.
O Bairro vai funcionar por geolocalização, sendo as entregas feitas pelos produtores e comerciantes. O pagamento é feito somente na altura da entrega dos produtos.
Na altura de escrita deste artigo não conseguimos encontrar ainda estes produtos agrícolas à venda, mas tal será questão de tempo até que este O Bairro fique recheado.
A informação é avançada pelo jornal Público, se bem que estas podem não ser as datas finais.
Há algum tempo que se fala no regresso à uma possível normalidade. É expectável que o Governo não avance para um quarto Estado de Emergência, mas antes passe o país para Estado de Calamidade.
Com isso, e porque Portugal não pode permanecer encerrado – vamos ter de aprender a conviver com o vírus -, os responsáveis máximos estudam várias datas para que esse regresso à normalidade seja feito aos poucos.
Vários restaurantes deverão reabrir em breve, muitas empresas e fábricas retomam atividade… Então mas e as escolas? Bom, no que diz respeito às aulas presenciais dos alunos dos 11.º e 12º anos, estas deverão ser retomadas a 18 de maio. Pelo menos é essa data prevista pelo Governo, numa medida de exceção a ser desenvolvida sob o Estado de Calamidade.
Anteriormente, o primeiro-ministro António Costa tinha dito que as recomendações impostas pelo Governo seriam aliviadas a cada duas semanas. Assim, começa por reabrir o pequeno cómercio local a 4 de maio e, duas semanas depois, será a vez das aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos.
Mas atenção. Serão retomadas as aulas presenciais somente para as 22 disciplinas dos dois últimos anos do secundário cujo exame conta para a média de entrada na universidade e no politécnico. E é bem provável que estas aulas presenciais sejam facultativas; ou seja, caso um aluno não vá à escola, este terá falta justificada.
Claro, para que tudo decorra dentro da “normalidade”, as próprias escolas terão de adaptar-se, dando máscaras aos alunos e obrigando-os a lavar as mãos recorrentemente. Além disso, o maior cuidado deverá ser dos próprios alunos, tendo de ganhar noção enquanto cidadãos em relação à pandemia que atravessamos.
De resto, prevê-se que as creches e comércio geral reabram a 1 de junho, respeitando o tal limite de duas semanas de diferença. Estas são datas passíveis de alteração, não sendo consideradas finais, e tudo dependerá da evolução da COVID-19 em Portugal.
The Turning acaba de entrar na corrida para Pior Filme de 2020.
Por mais de 100 anos, um conto profundamente assombrador tem aterrorizado o público. The Turning leva-nos a uma propriedade misteriosa no interior de Maine, onde a recém-contratada precetora Kate (Mackenzie Davis) é apontada cuidadora de dois órfãos perturbados, Flora (Brooklynn Prince) e Miles (Finn Wolfhard). No entanto, rapidamente descobre que as crianças e a casa estão a esconder segredos obscuros e tudo pode não ser como parece.
Eu… estou… em choque. The Turning teve imensos problemas de desenvolvimento, incluíndo trocas de realizadores (Juan Carlos Fresnadillo foi a primeira escolha), elenco, produtores (Steven Spielberg foi o principal responsável pelo projeto) e quem sabe o que mais. É mais uma adaptação da famosa história de fantasmas, Turn of the Screw de Henry James, logo seria sempre uma tarefa desafiante criar outro filme de horror com algo único que os outros não possuíssem. Depois de tantas mudanças, o filme finalmente decidiu ficar com Mackenzie Davis como a protagonista adulta, enquanto que Finn Wolfhard e Brooklynn Prince interpretam as crianças.
Substituíram tudo e todos, exceto as pessoas culpadas por este filme falhar tão miseravelmente: os argumentistas. Com todo o respeito pelos irmãos Hayes, mas este é o pior tipo de “mau filme”. Não tem uma única qualidade que se possa elogiar. É um filme sobre… nada! Não tem mensagem, nem propósito, nem estrutura e, por último mas não menos importante, não tem um final. Não estou a brincar, The Turning não tem um fim. É como se alguém gritasse abruptamente “passa para créditos” muito antes de qualquer tipo de recompensa ser entregue.
Todo o filme é uma coleção de cenas repetitivas e aborrecidas que só variam na localização. Sequências com jump scares previsíveis e nada assustadores estão espalhadas por todo o tempo de execução, sem qualquer significado ou objetivo no seu interior. São perto de noventa minutos de build-up para absolutamente nada. Este não é um daqueles casos em que o final é simplesmente ambíguo e em que as pessoas podem interpretá-lo de várias maneiras. Por mais desconcertante que possa parecer, este filme de horror monótono, clichê e maçante não possui um final. Tenho que repetir para que realmente acreditem no que estou a escrever.
Mesmo ignorando este último ato (inexistente), o resto do filme continua a ser horrível. Como espetador, saber mais do que a personagem principal sobre o que está a acontecer ou sobre o que está prestes a ser revelado é quase sempre um aspeto perigosamente negativo em relação ao género respetivo. Não só há uma falta de um ambiente assustador ou assombroso, como a narrativa levanta dezenas de perguntas lógicas que eventualmente não recebem resposta. The Turning até começa razoavelmente bem, faz-me investir um pouco na personagem de Davis, mas rapidamente se torna numa das experiências mais provocadoras de bocejos que tive este ano.
Normalmente, tento agarrar-me às prestações do elenco para me ajudarem a ultrapassar as partes mais complicadas do filme. No entanto, Mackenzie Davis (de quem gostei muito em Terminator: Dark Fate) gradualmente começa a tornar-se desinteressante e Finn Wolfhard entrega a pior prestação que alguma vez vi dele. Brooklynn Prince é boa para a idade dela, mas não deixa de ser uma criança de 9 anos, por isso… Barbara Marten como Mrs. Grose é provavelmente a única performance decente, mas, tal como o filme em si, não tem nenhum impacto real em nada. Tecnicamente, a banda sonora é estranha e, em vez de elevar as sequências assustadoras, transforma-as num concerto de rock, por alguma razão. A edição também carece de consistência.
Honestamente, pensei que Fantasy Island seria uma aposta segura para o prémio de “Pior Filme de 2020”, mas The Turning acaba de entrar na corrida. Por mais logicamente absurdo que o primeiro possa ser, pelo menos tem um final. É ridículo, certo, mas é, de facto, um fim. Já o último não só peca por não ter uma recompensa para os noventa minutos de build-up, mas também não possui absolutamente nenhuma qualidade redentora. Descrever um filme numa só palavra nunca foi tão fácil: “nada”.
É um filme sobre nada! Sem significado, sem mensagem, sem propósito, sem sentido lógico. Uma viagem extremamente aborrecida através de uma mansão com jump scares previsíveis, uma banda sonora esquisita e um elenco que entrega prestações desapontantes. É uma história sem qualquer emoção repleta de perguntas sem resposta e não, não é um daqueles casos de “narrativa ambígua”.
Sem quaisquer dúvidas, não recomendo The Turning, a menos que desejem aquela frustração de assistir a um filme incompleto.