Alunos do 11º e 12º ano podem voltar às aulas a 18 de maio. Creches e comércio geral reabrem a 1 de junho

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A informação é avançada pelo jornal Público, se bem que estas podem não ser as datas finais.

aulas presenciais

Há algum tempo que se fala no regresso à uma possível normalidade. É expectável que o Governo não avance para um quarto Estado de Emergência, mas antes passe o país para Estado de Calamidade.

Com isso, e porque Portugal não pode permanecer encerrado – vamos ter de aprender a conviver com o vírus -, os responsáveis máximos estudam várias datas para que esse regresso à normalidade seja feito aos poucos.

Vários restaurantes deverão reabrir em breve, muitas empresas e fábricas retomam atividade… Então mas e as escolas? Bom, no que diz respeito às aulas presenciais dos alunos dos 11.º e 12º anos, estas deverão ser retomadas a 18 de maio. Pelo menos é essa data prevista pelo Governo, numa medida de exceção a ser desenvolvida sob o Estado de Calamidade.

Anteriormente, o primeiro-ministro António Costa tinha dito que as recomendações impostas pelo Governo seriam aliviadas a cada duas semanas. Assim, começa por reabrir o pequeno cómercio local a 4 de maio e, duas semanas depois, será a vez das aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos.

Mas atenção. Serão retomadas as aulas presenciais somente para as 22 disciplinas dos dois últimos anos do secundário cujo exame conta para a média de entrada na universidade e no politécnico. E é bem provável que estas aulas presenciais sejam facultativas; ou seja, caso um aluno não vá à escola, este terá falta justificada.

Claro, para que tudo decorra dentro da “normalidade”, as próprias escolas terão de adaptar-se, dando máscaras aos alunos e obrigando-os a lavar as mãos recorrentemente. Além disso, o maior cuidado deverá ser dos próprios alunos, tendo de ganhar noção enquanto cidadãos em relação à pandemia que atravessamos.

De resto, prevê-se que as creches e comércio geral reabram a 1 de junho, respeitando o tal limite de duas semanas de diferença. Estas são datas passíveis de alteração, não sendo consideradas finais, e tudo dependerá da evolução da COVID-19 em Portugal.

Fonte:Público
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