A HBO Portugal revelou as novidades que vão chegar ao serviço de streaming durante o próximo mês, com um vídeo dedicado aos seus destaques.
Há muito mais para ver na HBO Portugal do que Game of Thrones, Chernobyl ou Westworld. O mês de maio vê a chegada de novas séries, novos filmes e novas temporadas.
Ao longo do mês de maio, vamos poder ver a chegada da nova minisérie dramática com Mark Ruffalo, I Know This Much is True; a estreia da série histórica e de comédia The Great, do criador Tony McNamara (A Favorita); a estreia de uma nova série inspirada nos superheróis da DC, com Stargirl; a chegada da grande produção nacional A Herdade e também da produção luso-galega Vidago Palace; e muito, muito mais.
Os resultados são de um inquérito realizado pela APC aos seus associados.
A Academia Portuguesa de Cinema (APC) entregou esta semana à Presidência da República, à Secretaria de Estado da Cultura e ao ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual um documento que sintetiza os resultados de um inquérito enviado aos seus associados sobre o impacto da pandemia da Covid-19 no cinema português. Escusado será dizer que os resultados são catastróficos.
De acordo com o mesmo, a generalidade dos inquiridos confirmou que tinha suspendido as rodagens e cerca de 30% não sabe se voltará a rodar. Por outro lado, 80% dos profissionais confirmaram ter a sua retribuição baseada em recibos verdes (65%) ou similares (15%), não podendo por isso recorrer a nenhum dos apoios definidos pelo Governo até à data.
Quanto ao regresso à atividade, depois de passada a pandemia, apenas 57% confirma que planeia regressar. Os restantes não sabem se regressam e há mesmo 3% a informar que deixarão de exercer atividade neste setor.
Na audiência concedida pelo Presidente da República ao Presidente da APC, na passada segunda feira, o produtor Paulo Trancoso manifestou “profunda preocupação quanto ao futuro do setor, caso não sejam acauteladas de imediato medidas de contingência que assegurem a sobrevivência económica individual e financeira das empresas e dos seus colaboradores”.
Assim, as medidas propostas pela APC assentam essencialmente em três pilares:
Definição imediata de um Plano de Emergência que assegure a sobrevivência dos profissionais do cinema e audiovisual, para o qual a Academia Portuguesa de Cinema se disponibiliza a colaborar;
Concurso relâmpago com verbas para iniciativas online e de burocracia mínima;
Regresso às rodagens com equipas reduzidas e cuidados sanitários máximos.
O setor do cinema e do audiovisual emprega direta e indiretamente mais de 20.000 profissionais, entre atores, realizadores, guionistas, argumentistas, técnicos de luz e som e muitos outros.
Nesta fase de lançamento, a JMV arranca com uma campanha que coloca mais de 40 produtos com preços especiais.
São várias as empresas e produtoras que, face à pandemia de COVID-19, tiveram de quase reinventar o seu negócio. Muitas têm optado por criar lojas online e, seguindo essa tendência, a JMV, José Maria Vieira S.A, acaba de fazer o mesmo.
A plataforma online vem dar resposta às necessidades das famílias portuguesas e à crescente procura por soluções práticas e seguras para compra de vinhos de qualidade, bebidas espirituosas, cafés e chás.
Sendo intuitiva, rápida e simples, esta loja online com mais de duas centenas de produtos das várias marcas que a empresa comercializa. Poderão encontrar uma vasta diversidade de vinhos brancos, tintos, rosés, espumantes e Portos, provenientes das principais regiões vitivinícolas em Portugal, como também espumantes e bebidas brancas de marcas estrangeiras.
E além das bebidas alcoolicas, é também possível comprar variedades de café, estando disponível em grão, cápsula (compatíveis com máquinas Nespressoe Dolce Gusto), pastilha e moído. Há ainda opções para os amantes de chá e infusões.
O melhor de tudo? As entregas são feitas, em média, no prazo de 48 horas úteis em todo o território de Portugal Continental. O único problema são os portes de envio, bastante caros, cujo valor vai variando dependendo dos produtos que adicionamos os carrinho. A solução passa por fazerem compras de bebidas superiores a 50€ ou encomendas de chás e cafés superiores a 20€, uma vez que, nesses casos, não pagam taxa de entrega.
De momento, a loja online da JMV somente aceita o PayPal como método de pagamento, mas outras opções serão disponibilizadas em breve.
É mais uma iniciativa solidária dirigida a todos aqueles que se encontram na linha da frente do combate à pandemia de COVID-19.
Depois da isenção de comissão para todos os comerciantes, que vigorou desde o início das medidas de restrição até ao passado dia 6 de abril, a Phenix, app que permite adquirir produtos que seriam desperdiçados, acaba de lançar mais uma iniciativa solidária: Phenix4Heroes.
Como o nome deixa sugerir, esta é uma campanha que permite que qualquer utilizador adquira cabazes… mas não para si. Aqui, o objetivo é comprar produtos, sendo que, depois, esses mesmos cabazes serão distribuídos aos profissionais de saúde.
O funcionamento é praticamente o mesmo relativamente às vias normais, mas com uma diferença. Na app estarão os chamados cabazes “Phenix4Heroes”, entre 3€ e 10€ cada, e, quando alguém os adquirir, não terá de os recolher. O que acontece é que, depois, serão os próprios comerciantes que disponibilizam os cabazes a distribuí-los aos profissionais de saúde do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e ao Hospital de S.João, no Porto.
Os cabazes são variados, havendo uns com refeições prontas a consumir, outros com pães e bolos, outros com salgados… A oferta é variada. De momento, a iniciativa conta com três parceiros: duas lojas do Grupo Celeste (Lapa e Boavista), no Porto, e a Marmita, em Lisboa.
Está ainda a ser analisada a possibilidade de alguns destes cabazes serem doados a instituições de solidariedade social que estão neste momento a atravessar grandes dificuldades devido à falta dos habituais donativos (por fecho de muitos restaurantes e comércio local que habitualmente davam o seu contributo). Se tal acontecer, cada cabaz conterá uma descrição a indicar quem irá beneficiar.
O mais interessante nesta campanha é que nós, portugueses, poderemos ajudar os profissionais de saúde do nosso país vizinho, uma vez que a Phenix permite que possamos adquirir cabazes para serem posteriormente entregues a quem mais merece. E claro, também os nossos vizinhos espanhóis poderão fazer o mesmo, ajudando os nossos profissionais de saúde se assim o entenderem.
Netflix, Amazon e outras plataformas vão ficar contentes.
Apesar de não serem muitos, os filmes lançados nas plataformas digitais puderam concorrer no passado aos Prémios dos Óscares, incluindo a categoria de Melhor Filme, se estes tivessem também lançamentos nos cinemas, mesmo que por um período limitado. Foi o caso de The Irishman e de Marriage Story, ambos da Netflix, que tiveram que ser também lançados em cinemas no território americano.
Porém, para as 2021, as coisas prometem ser diferentes. Nessa edição, os filmes lançados em plataformas de streaming vão poder concorrer aos Óscares… sem terem de passar pelo grande ecrã. Para se qualificarem, os filmes terão apenas que ser submetidos na Academy Screening Room, uma plataforma privada apenas para membros, dentro dos 60 dias seguintes ao seu lançamento público.
A novidade foi divulgada esta segunda feira pela Academia, procurando assim combater a possível falta de concorrentes e nomeados por causa do impacto da pandemia da COVID-19, algo que afetou a indústria do cinema na produção de filmes e nos seus lançamentos.
Como já pudemos testemunhar, são muitos os filmes a serem adiados e a ganharem novas datas de lançamento, outros atrasados por causa das produções e outros tantos a terem lançamentos quase “surpresa” em plataformas de streaming e videoclubes digitais.
Esta medida abre, assim, as portas para que mais produções da Amazon, HBO ou Netflixpossam participar na celebração.
Além desta novidade, a Academia anunciou mais duas alterações. Uma delas já era esperada, passando pela fusão das categorias de Edição de Som e Mistura de Som, algo que, durante muito tempo, não só fez confundir audiências, como também os próprios membros do júri.
A segunda medida passa por uma aposta ecológica. Basicamente, os Screeners serão distribuídos ao júri pela via digital, ao invés dos tradicionais DVDs. Esta medida entra em vigor a partir de 2022, tentando assim, segundo o comunicado oficial, diminuir a sua pegada ecológica.
Resta agora saber como será a evolução da COVID-19 ao longo do resto do ano e como irá influenciar esta indústria do entretenimento e, consequentemente, futuras edições dos Óscares.
Um dos jogos mais controversos da geração recebe os seus últimos conteúdos.
O lançamento de Star Wars Battlefront 2 foi, no mínimo, trágico. Tudo devido à falta de conteúdos e à forma como a Electronic Artsestava a tentar monetizar o seu jogo.
Felizmente, o bom senso foi colocado em cima da mesa e, graças a uma restrutura completa do jogo e ao enorme suporte gratuito por parte dos produtores, Star Wars Battlefront 2 tornou-se num dos títulos inspirados na saga Star Wars mais divertidos e completos até agora.
Dois anos depois de várias atualizações gratuitas que foram acrescentando modos de jogo, personagens, veículos e conteúdos de toda as eras da icónica saga cinematográfica, Star Wars Battlefront 2 prepara-se para receber uma última atualização, com mais recheio, ficando assim o jogo completo.
Com lançamento gratuito esta semana, dia 29 de abril, o jogo recebe a Batalha de Scarif, um novo mapa com vários modos associados, inspirado na grande batalha final do filme Rogue One, um dos eventos mais pedidos pelos fãs desde o lançamento do jogo.
A atualização vai incluir ainda novas skins para algumas personagens, onde se destaca a Rey de The Rise of Skywalkere Darth Maul de The Clone Wars, e ainda novas áreas para diferentes modos, como a Age of Rebellion para o modo Supremacy e novos mapas para o modo Instant Action.
Assim, com esta atualização, o suporte do jogo passa a ser o mínimo para manter os servidores ativos, de forma a que os jogadores possam divertir-se ao longo dos próximos anos.
Star Wars Battlefront 2 foi lançado em 2017 e está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
A equipa da Xbox revelou os jogos que vão chegar aos subscritores do Xbox Live Gold e do Xbox Game Pass Ultimate durante o mês de abril.
Como sempre, temos aqui quatro jogos, duas ofertas para Xbox One e duas para a Xbox 360.
Durante todo o mês de maio, os jogadores vão poder acelerar nos trajetos off-road de V-Rally 4, e, de 16 de maio a 15 de junho, poderão resgatar Warhammer 40.000: Inquisitor Martyr, jogo de ficção científica com uma pitada de fantasia.
As ofertas do mês compatíveis com a Xbox 360, e jogáveis na Xbox One via retrocompatibilidade, incluem o divertido jogo retro Sensible World of Soccer, disponível entre os dias 1 e 15 de maio, e ainda o jogo de ação e fantasia, Overlord II, entre os dias 16 e 31 de maio.
Como sempre, para que possam aceder a todos estes jogos Xbox Games With Gold, basta terem a subscrição do Xbox Live Gold ou do Xbox Game Pass Ultimate ativas durante o período de oferta.
São mais de 300 os restaurantes em Lisboa e no Porto que aderiram a esta nova funcionalidade.
Foi no início deste ano que a Zomato criou uma funcionalidade que permite fazer pagamentos na app via MB Way ou cartão de crédito. Agora, e consciente da realidade que o setor da restauração atravessa, a empresa apresenta novidades que podem mexer com o mercado.
Uma delas é, e quiçá a mais importante neste momento, é o facto de, a partir de agora, ser possível pedir refeições em regime de takeaway através da app. Já são mais de 300 estabelecimentos aderentes em Lisboa e no Porto
O funcionamento é bastante simples. Basta escolherem a opção “Takeaway” no menu que surge no fundo da app e, a partir daí, optarem pelo restaurante que preferem. Vão adicionando os pratos ao vosso carrinho virtual e, no final, devem inserir o vosso número de telefone e pagar o montante final via MB Way ou cartão de crédito.
Depois é só esperar que o pedido fique pronto. Claro, como é o próprio cliente a levantar a encomenda, convém que faça o pedido num restaurante que fique a poucos quilómetros.
A outra novidade é o Contactless By Zomato, uma funcionalidade que permite maximizar a segurança dos clientes em restaurantes, minimizando a necessidade de contacto social.
Basicamente, a proposta apresentada é que os pedidos dos clientes passem a ser feitos através dos meios digitais. Ou seja, o cliente começa por consultar o menu do restaurante no seu smartphone, fazendo o respetivo pedido através do telemóvel.
Na fase final, o pagamento é feito com recurso ao Zomato Pay, pelo que, quem for comer fora, apenas terá de mexer no seu telemóvel.
O espaço contará, para já, com um contentor e dois autocarros que vão acolher as primeiras marcas.
Lembram-se quando falámos aqui do The Hood, o anti-mall da Amadora, localizado na praça central do UBBO, antigo Dolce Vita Tejo? Pois bem, há boas novidades.
Este anti-centro comercial fechou um contrato com a startup espanhola Go Pop-Up para a implementação de espaços de retalho e restauração, em formato rotativo e de duração temporária. Na prática, quer isto dizer que aquele espaço irá contar em breve com lojas e restaurantes pop-up.
Para já, o The Hood contará com um contentor e dois autocarros que vão acolher as primeiras marcas, a ser anunciadas em breve. Prevê-se que a abertura aconteça após a conclusão do Estado de Emergência (não renovado desta vez), decretado pelo Governo devido à pandemia do Covid-19.
Com uma dimensão entre 10 a 65 m2, as estruturas do novo projeto irão ser alocadas em zonas premium do The Hood. No futuro, o anti-centro comercial contará também com stands, corners e mercados, bem como foodtrucks, variando sempre de acordo com o modelo que melhor se adequa a cada uma das marcas.
Além das marcas em formato pop-up, será ainda possível a realização de eventos e ativações de marca, sendo que todas as presenças variam entre um limite mínimo de um fim de semana e um limite máximo até três meses.
Daniel Radcliffe vestido com um roupão e com armas presas às suas mãos. Estes são apenas alguns dos ingredientes que tornam Guns Akimbo o filme mais louco de 2020 até à data.
A vida de Miles (Daniel Radcliffe) fica virada do avesso quando ele se vê inscrito num site da dark web que obriga estranhos a lutar até à morte, num jogo por toda a cidade que é transmitido ao vivo para o público fanático de todo o mundo… Depois de enfrentar uma máquina mortífera aparentemente imparável chamada de Nix (Samara Weaving), Miles consegue evitar mais conflitos. Mas quando a sua ex-namorada é sequestrada, ele vai ter de superar todos os seus medos e parar de fugir.
Como se torna cada vez mais comum hoje em dia, tenho que começar esta crítica deixando claro que nenhuma controvérsia criada à volta de Guns Akimbo afetou a minha opinião. Sinto-me um pouco exausto sobre o facto de quase todos os filmes terem algum tipo de problema externo, totalmente não relacionado com a sua história ou personagens. Podem assistir ao que quiserem, ninguém vai obrigar ninguém a assistir a este ou àquele filme. Desde que não criem uma opinião propositadamente negativa com base em algo que está desprovido de qualquer ligação com o filme em si, sinto-me indiferente se as pessoas decidirem não ver. Dito isto…
Desfrutei imenso de Guns Akimbo! Como é que alguém não se sente entretido por um Daniel Radcliffe vestido com um roupão e com armas presas às suas mãos? Ou por uma Samara Weaving a subir um patamar no que toca à loucura em comparação com Ready or Not? Não há como negar que este filme é extremamente violento, sangrento e que não se esconde do seu comentário social. Este último não só é evidente como, sem quaisquer dúvidas, demonstra algo que todos sabemos que é bem verdade: os trolls da Internet são a pior espécie que podemos encontrar online.
Honestamente, gostava que Jason Lei Howden tivesse ido ainda mais longe. Existe muito potencial num filme como este e, embora seja seguramente acima da média, podia facilmente ter chegado ao topo dos filmes com mais entretenimento dos últimos anos. Ainda assim, adoro esta abordagem a um assunto que, infelizmente, toda a gente (incluíndo críticos de cinema online), tem que lidar com todos os dias. Uma parte de mim deseja que este conceito fosse real… Sempre que um “alerta troll” fosse ativado, essa pessoa teria que deixar o seu sofá confortável e seguro e lutar na vida real contra outros cobardes online ATÉ À MORTE… okay, talvez não tão extremo, mas entendem o meu ponto.
A ação é tão louca quanto o próprio conceito. Não que seja uma surpresa para os leitores, mas, obviamente, este é um daqueles filmes que pede ao espetador para simplesmente aceitar e desfrutar da ação irrealista, rebuscada, “impossível esta personagem ter sobrevivido a isto”. O trabalho de câmara (cinematografia de Stefan Ciupek) adequa-se ao estilo de videojogo empregue pela ação e, apesar de algumas sequências serem admitidamente demasiado exageradas, a maioria destas são entretenimento puro ou genuinamente hilariantes. Ah, e Michael Bay, se estiver a ler isto: Guns Akimbo oferece um demo porreiro sobre como fazer explosões parecerem espetaculares E avançarem a narrativa ao mesmo tempo.
Os dois atores principais são fantásticos e partilham uma grande química. Daniel Radcliffe tem feito alguns trabalhos pós-Harry Potter que passam despercebidos ou subvalorizados (vejam Swiss Army Man, por favor) e, aqui, consegue ser muito engraçado durante todo o tempo de execução. Do lado oposto, Samara Weaving parece ter encontrado a sua zona de conforto ao interpretar psicopatas completamente lunáticas e malucas. Ambos entregam prestações incrivelmente divertidas, carregando o filme inteiro através de toda a sua ação insana e momentos cómicos.
Jason Lei Howden não é capaz de controlar o ritmo do filme muito bem, mas nunca se torna overwhelming. No entanto, o tom é perfeito. Guns Akimbo nunca tenta ser algo mais do que o que realmente é. Mantém a narrativa simples e repleta de entretenimento, sem camadas complexas ou esforços românticos extremos. Nunca diz para o espetador: “sei que a ação é absurdamente exagerada, mas aqui está uma cena emocional com a qual se devem importar”. É um filme guiado por entretenimento sem ênfase sério no desenvolvimento de personagens e não há absolutamente nada de errado com isso.
Guns Akimbo é o filme mais louco de 2020 até à data. Jason Lei Howden não se contém com a ação brutal, violenta, sangrenta e extremamente exagerada. Desde que o espetador seja capaz de aceitar esta representação propositadamente irrealista de um death match na vida real, é uma explosão de entretenimento puro.
A mensagem social é clara e é perfeitamente adequada aos trolls online de hoje em dia, pessoas que se escondem atrás do seu monitor. Daniel Radcliffe e Samara Weaving são impecáveis juntos, oferecendo prestações hilariantes. Infelizmente, este filme não atinge todo o seu potencial. Não existe controlo do seu ritmo, mas o que mais desejava é que Howden não tivesse quaisquer restrições em relação ao tema social que aborda. É um filme bom e divertido, mas poderia ter sido incrível.
Independentemente disso, é, sem dúvida alguma, uma recomendação da minha parte, a menos que a polémica (ridícula) em torno deste filme afete a vossa opinião. Neste caso, deixem o filme para outros desfrutarem.
Guns Akimbo poderá ser visto em breve nos videoclubes digitais.
A THQ revelou a data do regresso de Destroy All Humans!.
Preparem as vossas defesas, pois a invasão começa no dia 28 de julho. É assim que a THQ Nordic revela a data do remake do popular jogo lançado originalmente em 2005 para a PlayStation 2 e Xbox.
Revelado no ano passado, Destroy All Humans! deixa-nos viajar entre Marte e Terra na pele de um extraterrestre preparado com todos os gadgets para tomar conta do mundo.
Com uma jogabilidade adaptada aos comandos modernos e visuais refeitos de raiz, Destroy All Humans! promete ser um jogo completamente novo, mas com o charme e a diversão do original.
Com lançamento para PC, PlayStation 4 e Xbox One, Destroy All Humans!vai chegar com várias edições especiais e já está disponível para pré-reserva.
A LEGO revelou meia dúzia de novos sets inspirados no mundo mágico de Harry Potter.
O mundo mágico em LEGO de Harry Potter está prestes a ficar maior. O Grupo LEGO e a Warner Bros. revelaram seis novos sets que prometem fazer as delícias de todos os Potterheads.
Os seis sets contam com personagens e criaturas icónicas, lugares fantásticos e muito mais. Na nova coleção, os fãs vão poder recriar os treinos secretos do Exército de Dumbledore na Sala das Necessidades, atrair a detestável Dolores Umbridge à Floresta Proibida, visitar a Torre de Astronomia e o dormitório dos Ravenclaw ou reviver os verões agonizantes de Harry no nº4 de Privet Drive, onde vivia com a família Dursley.
Mas as estrelas da nova coleção são o Ataque à Toca, na famosa cena do Príncipe Misterioso em que a casa dos Weasley é atacada por Devoradores da Morte, ou construir uma imperdível Hedwig, a fiel coruja de Harry Potter, com 34cm de envergadura e asas funcionais.
Os novos sets, com preços que variam entre os 19,99€ e 109,99€, poderão ser pré-encomendados na loja oficial da LEGO a partir de 1 de maio, com o seu lançamento a acontecer a 1 de junho, data em que também chegarão às lojas.
A sequela de um dos melhores-piores jogos de sempre vai chegar em exclusivo à Nintendo Switch.
Deadly Premonition 2: A Blessing in Disguise já tem data de lançamento, agora revelada para 10 de julho.
Deadly Premonition 2 é a sequela do jogo de culto lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, inspirado em clássicos de investigação e horror, como séries como Twin Peaks e jogos como Silent Hill. Com uma narrativa estranha e cheio de humor não intencional, Deadly Premonition ganhou um estatuto de culto com muitos fãs e jogadores a pedirem uma sequela.
Nesta continuação, além do agente especial do FBI, Francis York, vamos acompanhar os agentes Davis e Jones, num jogo que serve de prequela e sequela, onde as memórias do passado são a chave para a resolução de um misterioso crime.
A data de lançamento de Deadly Premonition 2: A Blessing in Disguise faz-se acompanhar por um trailer muito especial, criado em forma de opening de uma série.
As lojas do Grupo DIA passarão a contar com o serviço de entregas domiciliárias da Glovo nas principais cidades portuguesas.
Pode-se dizer que as apps de entrega de produtos ao domicílio estão ao rubro. Depois de se saber que a Uber Eats já permite fazer compras de mercearia e receber produtos de conveniência, numa parceria estabelecida com as lojas Galp, é agora a vez da Glovo dar um de sua graça.
Basicamente, a app estabeleceu uma parceria com o Grupo DIA para que as lojas Minipreço e Clarel passem a constar da oferta de estabelecimentos naquele serviço.
Esta parceria contempla até ao final do mês a cidade de Lisboa e até ao final de maio as principais cidades do território nacional cobertas pela rede de distribuição da Glovo. Deste modo, as lojas Minipreço e Clarel passarão a disponibilizar entregas sete dias por semana aos seus clientes.
Ambas as empresas reforçaram as medidas de higiene, usando luvas e máscaras na preparação e entrega dos pedidos. O estafeta deixa a compra na porta do cliente a uma distância de segurança de dois metros e é responsável por assinar o pedido em seu nome, eliminando qualquer contacto físico.
Uma distração para aqueles que procuram um novo jogo de terror, mas muito aquém do que seria de esperar.
A história de Daymare: 1998 é feita de percalços e ambições, nascido de uma era onde os fãs, desgostos pelo tratamento que a Capcom vinha a dar à série Resident Evil, decidiram colocar as mãos à obra e fazer, por si, o impensável: um remake de Resident Evil 2. A pequena equipa, que agora constitui a Invader Studios, ganhou os seus 15 minutos de fama após o lançamento do trailer deste remake ambicioso, ainda hoje disponível nas plataformas digitais, demonstrando a sua determinação em dar aos fãs o que a Capcom parecia não conseguir.
Durante meses, o projeto fez parte de uma euforia coletiva, com a comunidade Resident Evil a demonstrar o seu apoio, mas, como sempre acontece com estas reinterpretações de séries populares, a sua produção chegou ao fim: a Capcom estava finalmente a trabalhar num remake de Resident Evil 2.
Em conversa com a Capcom, que culminou numa visita aos seus estúdios, a equipa decidiu colocar um ponto final ao seu projeto independente e seguir em frente, mas a determinação continuava viva. Os alicerces para um novo jogo de ação e terror estavam presentes, e seria apenas uma questão de readaptar o trabalho já realizado para um projeto original. Assim nasceu Daymare: 1998, um ambicioso projeto de fãs que tenta encontrar a sua própria identidade enquanto homenageia a série que os motivou a seguir a sua produção, culminando num título ambicioso que, infelizmente, não se consegue destacar num mercado pós Resident Evil 2 (2019) e Resident Evil 3 (2020).
Daymare: 1998 não tem qualquer intenção de disfarçar o que é: uma homenagem. Desde o seu título, destacando o ano dos acontecimentos dos primeiros Resident Evil, até à câmara over the shoulder, gestão de itens e foco nos puzzles, é um jogo que procura incessantemente encontrar a sua identidade num género que tanto respeita. Para tal, Daymare: 1998 é a antítese de “mais é melhor”, oferecendo mais personagens jogáveis, mais cenários interativos, mais armas, mais monstros e mortos-vivos, e mais mecânicas, mas sem nunca encontrar um equilíbrio satisfatório na sua campanha de 7 a 8 horas.
Por entre a sua estória de conspirações e sobrevivência, encontramos o cadáver de um jogo interessante e competente, enterrado por debaixo de más interpretações pelos atores, diálogos desinteressantes e documentos adicionais que tentam desesperadamente elevar o mundo e a narrativa. A alteração entre personagens tenta dinamizar a campanha e dar-lhe uma maior profundidade, numa tentativa de criar um mundo mais extenso e complexo, mas quando nos aproximamos e analisamos as suas partes, percebemos que Daymare: 1998 tem o coração no sítio certo, mas ambicionou demasiado.
Até a tentativa de retratar uma doença mental, através de Sam – um dos protagonistas –, o jogo acaba por cair em clichés e não conseguir criar uma ponte satisfatória entre o seu valor emocional e a sua implementação mecânica.
Nem tudo é mau. Apesar de sentir algum delay na movimentação da câmara, que dificulta a mira nos momentos mais intensos, e uma certa rigidez no controlo das personagens, Daymare: 1998 consegue destacar-se pela utilização de um punhado de mecânicas que poderiam ter-lhe dado a profundidade que tanto procura.
Como jogo, estamos perante um over the shoulder, como já mencionei, com foco na ação e na sobrevivência, e na gestão de recursos ao longo de uma campanha desafiante. Cada personagem conta com um arsenal variado, com a possibilidade de combinar itens e um sistema de hacking, constituído por um mini jogo, que lhes permite aceder a áreas previamente inacessíveis. Os puzzles, alguns deles desafiantes, são a cereja no topo do bolo e o catalisador de toda a experiência, culminando num jogo que é tão familiar, como diferente. No que toca aos seus destaques, Daymare: 1998 não só apresenta vários protagonistas, cada um com a sua perspetiva sobre os acontecimentos do jogo, como oferece um novo sistema de recarregamento de armas que irá surpreender e confundir os seus jogadores.
Ao contrário de outros jogos do género, aqui temos duas formas de recarregar as armas: rapidamente, que leva as personagens a deixarem cair os cartuchos vazios; e lentamente, com o recarregamento a ser mais demorado, mas igualmente mais seguro. Mas quais são as vantagens? Cada método tem as suas vantagens e desvantagens, como o recarregamento rápido, que nos deixa sempre prontos a contra-atacar, mas que nos tira o controlo dos carregadores. Já o método mais lento é ideal para os momentos mais calmos, dando-nos mais controlo sobre as ações. A estes dois sistemas, junta-se a aposta na movimentação lenta das personagens, que tenta, ao máximo, manter um certo realismo, mas que se tornam frustrantes por atrasarem qualquer ação, como a mudança de armas, ao máximo.
As novidades não ficam por aqui. Como seria de esperar, a gestão de inventário é uma das pedras basilares de Daymare: 1998, mas a Invader Studios adicionou uma nova camada ao sistema. Não só podem combinar itens de cura, que permitem recuperar energia, mas também adicionar mais pontos de defesa e stamina – ao ponto de provocarem uma overdose se abusarem –, como é necessário controlar os vários tipos de balas que encontram ao longo da campanha.
Isto não significa simplesmente organizá-los ou criar novos tipos de balas, mas sim manter os carregadores cheios. Não basta terem as balas certas, é necessário ter os carregadores prontos a serem utilizados e alternar entre si para terem sempre munições disponíveis; com a possibilidade de escolherem, através de um menu rápido, qual o carregador que querem utilizar. São novas camadas num sistema muito tradicional que constroem assim uma experiência diferente, ainda que acabe por se tornar confusa ao longo do tempo, obrigando os jogadores a gerir constantemente o inventário.
As ideias são competentes, a determinação e ambição são palpáveis, mas Daymare: 1998 nunca se consegue afastar dos seus baixos valores de produção e rapidamente começamos a ver os problemas a amontoarem-se. Visualmente, é desinteressante, muito datado e repleto de bugs, texturas muito pobres, dithering e um desempenho pouco consistente. Os modelos e animações são muito rudimentares, quase robóticas, e é difícil de controlar as personagens. Não há fluidez nos seus movimentos. Os monstros, especialmente os mortos-vivos, são pouco marcantes, muito básicos, com modelos que se repetem inúmeras vezes, ainda que exista a aposta em danos visíveis; um pouco à semelhança do que vimos em Resident Evil 2.
O mesmo nível de qualidade está presente na banda sonora e no desenho de som, apresentando composições muito básicas e pouco memoráveis, e uma falta de ambiente consistente, forte e sempre presente. Para um jogo de terror, isto é um crime. Não há uma grande sensação de tensão ou horror e Daymare: 1998 raramente é assustador, relegando-se a sustos fáceis para entreter os jogadores. A aposta em voice acting é outro tiro no pé, com os atores a não conseguirem dar vida às personagens, apresentando prestações pouco ou nada convincentes; muito prejudicadas pelo guião em si. Mais uma vez, a ambição condicionou o jogo.
Daymare: 1998 é um projeto de amor, impulsionado por uma vontade em criar algo capaz de homenagear a série Resident Evil, mas também subsistir por si só. Há uma determinação em criar algo original e capaz de conquistar os fãs do género, mas o jogo está repleto de más decisões de design, de mecânicas que não são bem exploradas e de uma fidelidade gráfica que nunca convence. No final, Daymare: 1998 é um jogo satisfatório nos melhores momentos e algo a evitar nos piores.
Plataformas: PC e PlayStation 4 Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Destructive Creations.
Podemos dizer que o final de abril traz uma grande novidade para a popular aplicação de entrega de refeições da Uber.
Já aqui tínhamos referido que, devido à pandemia de COVID-19, vários eram os negócios que se tinham de reinventar e adaptar à atual situação. A Uber Eats é um desses casos.
Com o encerramento de vários estabelecimentos, ainda que muitos tenham optado por funcionar somente em regime de delivery ou take away, os estafetas da Uber Eats ficaram com menos serviço, até porque, lá está, não só a oferta diminuiu, como os próprios clientes ficaram com receio de encomendar refeições.
Sabendo disto, a Uber já tinha anunciado há algum tempo que, em breve, iria fazer com que fosse possível fazer compras de mercearia e receber produtos de conveniência em casa através da Uber Eats. Pois bem, esse dia chegou.
A partir de agora, a popular app passa a entregar ao domicílio bens essenciais de mercearia, produtos de limpeza, artigos de beleza e produtos de saúde.
Tudo é feito em parceria com as lojas Galp, com uma oferta bastante considerável. Há produtos de padaria, cafetaria e pequeno almoço, sandes embaladas, batatas fritas, snacks, snacks salgados, doçaria, bolos e bolachas, gelados, sacos de gelo, águas, sumos e refrigerantes, cervejas, vinhos, bebidas brancas, produtos de mercearia (arroz, atum e outros enlatados, cápsulas de café, azeite, leite…), produtos de farmácia e higiene, produtos de lar e até brinquedos. Há mesmo muita coisa que podem encomendar das lojas Galp disponíveis na plataforma.
Portanto, e dependendo da vossa morada, basta que, na app, toquem no banner referente a produtos de mercearia ou produtos de higiene e beleza, ou então, tocar na lupa de procura e selecionar a categoria “Mercearia”.
Além disso, se o vosso pedido tiver um custo de valor igual ou superior a 5€, podem colocar o código GALPFREE para que não paguem taxa de entrega.
Esta novidade está disponível em Lisboa, Porto, Cascais, Oeiras, Loures, Amadora, Póvoa do Varzim, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Viseu, Leiria e Vilamoura e irá chegar brevemente a Évora.
Todo o montante angariado servirá para a compra de equipamentos de proteção individual e compra de bens alimentares.
Mais um dia, mais uma iniciativa solidária. Desta vez, os CTT associaram-se à Cruz Vermelha Portuguesa com o movimento #euajudoquemajuda que, essencialmente, pretende ajudar aquela entidade. Como? Através de postais personalizados e solidários.
“Envie um postal com uma fotografia sua a quem mais ama ou escolha uma fotografia da nossa galeria e envie um postal para os heróis que estão na linha da frente”, dizem os CTT no site oficial.
Podem, portanto, fazê-lo através da app CTT, sendo que, por cada envio de postal, os CTT oferecem 0,50€. O valor angariado servirá para a compra de equipamentos de proteção individual e compra de bens alimentares.
Com estes postais, além de se poder fazer o upload de uma foto à escolha, pode-se também optar por selecionar a coleção Cruz Vermelha Portuguesa que pretende agradecer a todos os que estão diariamente expostos e no terreno, na luta contra esta pandemia.
Fortnite voltou a bater recordes. E desta vez com números absolutamente ridículos.
No passado fim de semana, o popular jogo multijogador da Epic Games foi palco de mais um dos seus fantásticos eventos, desta vez dedicado a um miniconcerto psicadélico do rapper norte-americano Travis Scott.
A experiência Astronomical, que serviu de apresentação de novas músicas do artista, aconteceu ao longo de várias sessões entre sexta-feira e domingo e, como seria de esperar, os números foram de loucos.
No dia 24, o evento começou por bater um recorde de número de jogadores em simultâneo, com cerca de 12.3 milhões de utilizadores diferentes para assistir ao concerto. Em termos de comparação, o evento Astronomical rebentou com a escala, uma vez que, anteriormente, o recorde pertencia a Counter-Strike: Global Offensive, com apenas 1.3 milhões de jogadores em simultâneo, um recorde batido ainda este ano.
Mas os números do evento de Travis Scott não se ficam por aqui. Com cinco sessões feitas ao longo do fim-de-semana, foram 27.7 milhões de jogadores únicos que assistiram ao concerto e registaram-se 45.8 milhões de presenças, onde se incluem aqui jogadores que assistiram ao evento mais do que uma vez.
Depois de números assim, a questão é: o que poderá Fortnite inventar para atrair ainda mais jogadores? Especialmente depois de eventos dedicados aos Avengers, Star Wars e outros únicos, como uma luta épica entre um monstro e um robot gigantes ou um buraco negro que fez um reset literal ao jogo, resta-nos mesmo esperar para ver.
Se não tiveram oportunidade, podem assistir ao concerto de Travis Scott no Fortnite aqui em baixo, cortesia da IGN:
A estreia acontece já a 1 de maio, com um concerto dos Peste & Sida.
Tal como já referimos várias vezes por aqui, a pandemia de COVID-19 veio assolar vários setores do mercado. A cultura, por exemplo, teve uma quebra de quase 100% e, embora se queira voltar a viver normalmente, ninguém sabe dizer quando teremos o prazer de voltar a visitar uma sala de espectáculos.
Dito isto, há que tentar reinventar os hábitos, e é nesse contexto que surge a Gigs Em Casa, a 1ª plataforma portuguesa exclusivamente dedicada a concertos online. A ideia é da promotora Amazing Events.
Os concertos serão em direto e, numa primeira fase, acontecerão no mítico RCA Club, em Lisboa, sob todas condições de segurança e higiene e com realização de luz, som e vídeo profissional, para que o conteúdo chegue a casa de cada um, com a melhor qualidade possível.
Na plataforma, sabe-se que parte dos concertos serão gratuitos e outros, quando assim se justificar, serão pagos. Garante-se, porém, que o valor destes bilhetes virtuais serão bastante baixos. E sim, todos os artistas, técnicos e intervenientes no espectáculo serão pagos.
No caso dos concertos gratuitos, basta ir ao site e assistir. No que toca aos concertos pay-per-view, cada pessoa terá de comprar o seu bilhete que irá gerar um código para poder assistir ao espectáculo.
Existe ainda uma última opção disponibilizada pela Gigs Em Casa para os artistas que permite a bandas e músicos utilizarem os serviços de livestreaming em regime PPV da Gigs Em Casa para uma ação promocional coordenada e de alto impacto online.
Além disso, todos os espetáculos terão uma vertente solidária, cabendo aos artistas escolherem a instituição que preferem.
De momento, sabe-se o primeiro concerto desta iniciativa acontece já a 1 de maio, às 21h30, com os Peste & Sida. Na semana seguinte há festa com Freddy Locks.
A app STAYAWAY é voluntária, não intrusiva e não discriminatória, garantindo a privacidade e proteção de dados dos utilizadores.
É um projeto coordenado pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), com o apoio do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP). Esta app móvel promete detetar a proximidade física entre smartphones e informa os utilizadores que estiveram no mesmo espaço de alguém infetado nos últimos 14 dias com o novo coronavírus.
Como é que isto funciona? Bom, cada telemóvel difunde na sua proximidade identificadores anónimos e armazena localmente os identificadores difundidos pelos telemóveis com quem se cruze. E é essa informação que permitirá ao próprio detetar a sua proximidade com uma pessoa infetada.
Nesse caso, uma pessoa confirmada como infetada com COVID-19 poderá publicar online, com a legitimação das autoridades de saúde, os seus identificadores anónimos que partilhou nos últimos 14 dias.
Com esta informação pública, a aplicação de cada pessoa pode facilmente avaliar autonomamente se nos dias anteriores esteve próximo da pessoa infetada.
E sim, podem ficar descansados que a STAYAWAY cumpre as legislações europeia e nacional de proteção de dados.
A app está a ser desenvolvida pelo INESC TEC e pelo ISPUP, com a colaboração dos Laboratórios Associados IT, INESC ID e LarSys e conta com o apoio do Minho Advanced Computing Center (MACC), do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) e da iniciativa Nacional em Competências Digitais e.2030 (Portugal INCoDe.2030). A STAYAWAY deverá estar pronto para toda a gente até ao final de maio, para Android e iOS.