A pandemia obrigou à paragem de quase tudo, como foi o caso dos cinemas, mas as coisas recomeçam, aos poucos, a regressar ao ativo.
Assim sendo, o evento Porto Legends (Lendas do Porto em português) regressa já esta quarta-feira à Alfândega do Porto.
Porto Legends – The Underground Experience é uma criação do ateliê português OCUBO, conhecido pela realização de espetáculos de video mapping de grande escala.
A reabertura, como já referimos, está marcada para 10 de junho, às 11h, nas furnas da Alfândega do Porto. O evento é indicado para toda a família e o espetáculo, que já foi visto por quase 20 mil pessoas, dá a conhecer 10 lendas que são parte de um património imaterial do Porto e da região Norte de Portugal.
Nesse sentido, o Porto Legends convida os espetadores a descerem às furnas da Alfândega do Porto e a imergir numa experiência de video mapping 360º nunca antes vista em Portugal.
Com a narração de Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e do galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa, os visitantes ficarão a conhecer as histórias da cidade e da região de forma cativante. Destaca-se eventos como a do Cerco do Porto e o seu dragão, mas não só. O mistério do tesouro da Serra do Pilar, a de Pedro Cem, o rico e ganancioso comerciante portuense que perdeu 100 navios numa tempestade e se tornou Pedro Sem, ou até a história do fantasma da última freira da estação de São Bento são outros dos destaques.
Novas regras e preço dos bilhetes
A reabertura vai ser feita com todos os cuidados necessários, claro. A organização optou por reduzir o número de apresentações diárias e a lotação do espaço (uma pessoa por 20 metros quadrados). Aos visitantes aconselha-se que cheguem ao local 20 minutos antes do início de cada sessão, de modo a facilitar as operações de entrada em segurança.
O uso de máscara é obrigatório. Se tal for necessário, serão fornecidas máscaras de forma gratuita.
A experiência que pressupõe ainda o uso de auriculares vai ser feita de maneira diferente. Os auriculares são desinfetados a cada utilização e protegidos com uma capa descartável. No entanto, o visitante poderá ainda usar os seus próprios auriculares. O espaço será desinfetado com regularidade e haverá dispensadores de álcool gel à entrada e à saída, bem como um tapete de desinfeção bacteriana para os pés à entrada do edifício da Alfândega do Porto.
Os horários da sessões vão ocorrer às 11h, 13h, 15h, 17h e 19h e irão funcionar de sexta a domingo. Esta semana, devido aos feriados, funcionará a partir de quarta-feira (10 de junho) e com uma campanha especial de dois bilhetes pelo preço de um (15€).
As sessões têm a duração de 45 minutos e estão disponíveis em português, inglês, francês e espanhol. O preço dos bilhetes é de 15€ por pessoa e encontram-se à venda online e na bilheteira no local do evento. Há ainda bilhetes a 12€ para crianças dos 6 aos 11 anos, seniores com mais de 65 anos, estudantes e residentes na área metropolitana/distrito do Porto. Crianças até aos 5 anos de idade não pagam entrada.
Numa altura em que Portugal passa por uma nova fase no plano de desconfinamento, o Pingo Doce reforçou medidas de higiene e segurança.
O Pingo Doce acaba de lançar a campanha Compras Seguras em todas as suas lojas. O objetivo? Dar a conhecer todas as medidas que já foram implementadas desde o início da pandemia e sensibilizar os consumidores para comportamentos responsáveis.
Diz a Jerónimo Martins que, todos os dias, são usados mais de cinco mil litros de desinfetante por dia para higienizar as lojas e são gastos cerca de 1500 litros de álcool gel para desinfecção das mãos, tanto dos colaboradores (que as higienizam a cada 30 minutos) como dos clientes, através dos dispensadores colocados à entrada de todas as lojas.
Além disso, há uma constante desinfeção dos carrinhos e cestos após cada utilização pelos clientes, sendo higienizados mais de 260 mil destes equipamentos por dia.
As portas dos frigoríficos e arcas, onde estão os produtos refrigerados e congelados, são desinfectadas várias vezes ao dia, assim como os equipamentos de ‘tira senhas’, as máquinas de sumos de laranja e as caixas de pagamento. Os terminais de pagamento e os tapetes das caixas são sempre higienizados em caso de contacto por parte dos clientes. Para facilitar a ausência de contacto, o Pingo Doce apela à compra através de cartão multibanco contactless (o problema é que, muitas vezes, não funciona) ou MB Way.
Para uma maior proteção, foram ainda colocados mais de 3200 acrílicos nas caixas e balcões de atendimento e aplicados mais de seis quilómetros de fitas distanciadoras nos pavimentos das mais de 400 lojas Pingo Doce espalhadas pelo país.
A organização do NOS Alive recebeu finalmente as indicações governamentais para responder às questões relacionadas com bilhetes previamente adquiridos.
Já todos sabem. Deveria acontecer em julho, mas a pandemia de COVID-19 impediu que se possa realizar este ano, pelo que foi adiado para 2021. Falamos do caso do NOS Alive, que, à semelhança de outros festivais, não irá concretizar-se este ano.
Entretanto, e quando surgem adiamentos/cancelamentos, existem sempre imensas dúvidas relacionadas com os bilhetes previamente adquiridos.
Pois bem, o NOS Alive pode finalmente responder a todas as questões.
Em comunicado oficial, a Everything is New referem que, quem tiver adquirido bilhete para a edição deste ano, terá de trocar essa entrada por um bilhete válido para a edição de 2021. Tal deverá ser feito no ponto de venda onde foi adquirido, a partir de 15 de junho.
Quem preferir, pode ainda trocar esse bilhete por um valor do mesmo valor, que poderá ser utilizado não só para comprar bilhete para o NOS Alive 2021, como para qualquer outro espetáculo da Everything is New.
E quanto aos reembolsos?
Aí o caso é mais complicado. Caso não possam comparecer no NOS Alive 2021 e não desejarem ir a nenhum outro evento da promotora, então poderão solicitar o reembolso, sim, mas somente a partir do dia 25 de julho de 2021, ou seja, duas semanas após terminar a edição do próximo ano do festival.
Recorde-se que o NOS Alive 2021 acontece de 7 a 10 de julho. De momento, a organização já confirmou os Da Weasel. O Echo Boomer também sabe que Angel Olsen está garantida no evento.
Foi apenas quando Deep Rock Galactic chegou finalmente à sua versão 1.0 no passado mês de maio, após alguns anos a amadurecer em formato de early access, que ouvi falar deste título. Na altura, achei piada à ideia de ser um jogo sobre anões mineiros no espaço, porque rapidamente pensei nos Sete Anões vestidos de astronautas a explorarem minas na Lua ou em Marte.
Curiosamente, esta imagem mental não está muito longe da realidade. É um jogo muito mais interessante do que aparenta e faz justiça aos elogios fantásticos que recebeu durante o todo o período de acesso antecipado.
Desenvolvido pela Ghost Ship Games, Deep Rock Galactic é uma agradável mistura de géneros contida numa experiência na primeira pessoa muito familiar. Na sua génese, é um jogo na primeira pessoa co-op até quatro jogadores que se podem juntar em missões de exploração e sobrevivência com objetivos muito definidos. Os jogadores podem escolher diferentes classes – assalto, cura, defesa e suporte – e batalhar ao longo de vários cenários enquanto o perigo está sempre à espreita. Entre missões, podem evoluir as suas habilidades, comprar novas armas e personalizar as suas personagens.
Mas há várias coisas que tornam Deep Rock Galactic muito especial. A começar pelo mundo e estética do jogo, como já referi, as nossas personagens são anões, mas não como aqueles que conhecemos da fantasia. São, sim, anões com recurso a tecnologia de ponta num futuro longínquo onde tudo parece usado e gasto. O jogo apresenta-se com um aspeto meio low-poly, mas rico em detalhes, texturas, objetos e outros elementos que tornam o jogo denso e populado, seja na nossa nave mineira que paira no espaço e que serve de centro de operações ou nos diferentes biomas e cavernas que fazem parte das nossas aventuras de exploração.
Os visuais coloridos e ricos a puxar para um tom simplista e alegre são um autêntico deleite que só fica melhor com a variedade de cenários e de aventuras que temos pela frente. Deep Rock Galactic é um jogo procedural, o que significa que cada missão leva-nos a um sítio diferente com cavernas diferentes, biomas diferentes e objetivos rotativos, tornando todas as sessões de jogo únicas.
Este é, provavelmente, o aspeto mais importante do jogo: a extensa variedade num produto relativamente simples. É algo que lembra as versões mais recentes de um No Man’s Sky, onde se torna aliciante e curioso embarcar em mais uma exploração para ver que tipo de missão e de sistema de caves é que nos calha.
Por vezes, temos missões rápidas que se passam em cinco minutos. Já outras missões mais longas podem demorar bem mais de meia hora. Tudo depende da nossa forma de jogar ou da dimensão dos mapas, que vão dos mais claustrofóbicos e desorientadores a belos sistemas cavernosos onde parece não haver teto.
As missões também são relativamente simples. Temos missões de resgate de itens e artefactos alienígenas, recuperação de máquinas e obtenção de recursos, tudo isto enquanto vamos abrindo túneis entre salas e, eventualmente, combatendo insetos e criaturas alienígenas, das mais pequenas às mais colossais.
A solo ou com amigos, jogar Deep Rock Galactic é uma autêntica aventura, sempre inesperada e divertida. Nem sempre tem sucesso, confesso, mas faz tudo para nos manter ativos e divertidos, especialmente quando as missões terminam sempre em lutas contra o tempo para voltar à nave/escavadora que nos vai resgatar. Se, numas vezes, temos que proteger áreas de inimigos, noutras temos de percorrer todo o mapa explorado enquanto fugimos de monstros.
Deep Rock Galactic a solo não é tão divertido como com outros jogadores, mas é uma bela maneira de aprender a usar os controlos e ferramentas ao nosso dispor, isto sem pôr em causa o sucesso das missões. Ao mesmo tempo, serve também de forma a acumular créditos e experiência para irmos desbloqueando mais fatos, armas e decorações para os nossos anões.
No modo multijogador, as coisas ganham, literalmente, mais vida. Desenhado para jogar em equipa, Deep Rock Galactic pode ser jogado só com amigos… ou com desconhecidos. Com desconhecidos, é relativamente fácil de entrar em sessões de jogo, mas deu-me ideia de que o matchmaking não é tão equilibrado como gostava, encontrando facilmente outros jogadores a níveis muito superiores e mais à vontade para partidas em níveis de dificuldade um pouco mais difíceis. Por isso, a recomendação fica para que encontrem um grupo de amigos com quem passar umas horas nestas aventuras, mesmo em pequenas atividades na área social do centro de operações.
A nível de jogabilidade, Deep Rock Galactic é também muito interessante e algo complexo, permitindo que os jogadores usem as usas habilidades para se ajudarem uns aos outros. A cooperação do jogo é natural, com cada jogador a usar as habilidades únicas dos seus anões sem pensar muito nas suas ações, como ativar escudos, apontar para objetivos, largar cabos para subir para locais íngremes, entre outros, até porque são habilidades que também nos vão ajudando a nível individual.
Os objetivos, como são os mesmos para todos os jogadores dentro de uma missão, tornam a cooperação muito mais emocionante, seja a acumular recursos para, depois, depositar no nosso companheiro robô de carga, seja na defesa contra hordas de monstros que nos vão perseguindo.
Com um sistema de progressão individual para cada classe ou anão, um sistema de personalização profundo com imensos itens por desbloquear, sem sistemas de loot aleatório ou pagamentos com dinheiro real, Deep Rock Galactic é emocionante e muito motivante de se jogar.
No meio do caos e da aventura que proporciona, Deep Rock Galactic consegue ser uma experiência bastante calma e zen. Não nos faz pensar muito em “bater a melhor pontuação” ou em “ser melhor que os outros”, mas convida-nos, a nós e aos nossos amigos, a partirmos em aventuras divertidas sem grandes preocupações, além dos perigos existentes nas profundezas de mundos desconhecidos.
Plataformas: PC e Xbox One Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pelaPR Nordic.
O simulador da maior prova de ciclismo do mundo está de volta ao PC e consolas acompanhado de um pelotão simpático de novidades. A promessa é ganhar terreno ao Pro Cycling Manager.
Entre as inúmeras novidades neste Tour de France 2020, a mais interessante é (de longe) a nova câmara que permite controlar o ciclista na primeira pessoa. Apesar de ser mais difícil ter tanta perceção dos desenvolvimentos no pelotão, confere uma experiência extremamente imersiva, realista e envolvente (a sensação de velocidade é enaltecida). É possível mudar a câmara em qualquer altura da etapa sem limite ou restrições, ficando mais fácil fazer uma gestão personalizada face ao pelotão circundante.
As corridas contra relógio foram redesenhadas e estão agora mais fieis à realidade. Para conseguir o melhor tempo possível, é preciso otimizar a gestão de resistência e postura de corrida na bicicleta, de modo a melhorar a aerodinâmica. Graças ao tutorial base no modo de treino, é relativamente fácil entrar no esquema e perceber bem este novo modo de jogo.
No que toca a etapas, somos presenteados com as 21 etapas oficiais do Tour de France. Para além disso, foi adicionada, pela primeira vez, a corrida clássica Liège-Bastogne-Liège, disponível em vários modos de jogo/competição.
Falando em pistas, é importante falar no ambiente envolvente das mesmas: pouco ou nada mudou. O problema nem é tanto com as paisagens (se bem que a renderização podia ser trabalhada), mas sim com o público nas bermas durante as etapas. A diversidade de aspeto visual continua a ser reduzido e o leque de animações podia ser melhorado. Esta melhoria poderia ser um complemento muito positivo para o jogo.
No entanto, são as frases de apoio desse mesmo público as maiores responsáveis por lesar a experiência em Tour de France 2020. Tornam-se rapidamente irritantes por serem bastante repetitivas e usadas com elevada frequência. Se calhar, um balanceamento melhor entre as tais frases e os gritos/assobios poderia tornar a experiência mais suportável, pois damos por nós saturados de ouvir a mesma coisa em francês – Allez, Allez!
Outra novidade interessante e recebida de muito bom grado foi a adição dos Bonus Points às etapas (à semelhança do que já acontece na realidade), tornando-as mais imprevisíveis e excitantes com o aumento de planeamento estratégico. Esta é, também, uma forma de tornar 165km de corrida por etapa (em média) mais aceitáveis e toleráveis. Isto porque o jogo consome bastante tempo devido às etapas serem enormes, logo o mínimo que se pode pedir é que não se torne enfadonho.
Falando em enfadonho, no Tour de France 2016 foi adicionada a funcionalidade de fazer fastforward durante as etapas em qualquer altura. Atualmente, é possível saltar automaticamente para um dos Bonus Points seguintes. Por um lado é bom, tendo a corrida controlada podemos poupar o nosso tempo. Por outro é mau, porque o facto de não ser possível escolher exatamente até onde queremos avançar condiciona a preparação que queremos fazer antes de atacar um desses Bonus Points. É algo a ter em conta na próxima edição do jogo.
O aspeto visual in game não sofreu quaisquer alterações nos menus, o que é chato, dado que, quando compramos uma nova edição de um jogo que já temos, as alterações de layout e cores é sempre algo refrescante. As maiores alterações foram no display das informações do ciclista durante a corrida. Todo ele sofreu uma reforma e o aspeto atual é bem mais agradável e sólido, melhorando a perceção geral do que temos ao nosso dispor e o que podemos fazer com isso. Em contrapartida, o símbolo que representava o nível de proteção que estamos a ter do pelotão (contra a resistência aerodinâmica) continua a fazer falta.
Ainda dentro das melhorias visuais de Tour de France 2020, houve também um adição bem-vinda, um género de mini-mapa em situações específicas. Nas descidas, temos o suporte do percurso ampliado com pormenor. Isto acaba por ser uma ajuda preciosa para os jogadores que não conhecem bem as pistas. Desta forma, há a garantia de uma maior confiança e segurança na hora de bater os 90km/h, sem surpresas.
A jogabilidade não teve melhorias percetíveis neste Tour de France 2020. As mudanças de direção ou nos toques entre ciclistas continuam a pecar pela falta de realismo. Para além disso, o embate em paredes/barreiras ou na saída de pista ainda está longe do esperado. O efeito é de perda de velocidade do ciclista (até parar a bicicleta por completo) ou podendo resultar em queda em casos mais extremos, mas, ainda assim, fica aquém das expetativas.
Para novos jogadores, com a ajuda dos tutoriais (em Treino) e das Challenges, torna-se relativamente fácil ganhar perceção do controlo total do ciclista e gerir as suas ações e esforço. Estes tutoriais contribuem positivamente para a experiência na componente de trabalho de campo. No entanto, se esses novos jogadores não tiverem quaisquer (ou quase nenhumas) bases relativas à dinâmica do desporto em si, vão surgir dificuldades na hora de aprender a gerir a equipa durante a prova através do “Team Comm”, definir estratégias ou saber quando usar cada ciclista.
Sendo fã de desporto como um todo, apesar do ciclismo nunca ter sido um dos meus desportos de eleição, rapidamente me deixei absorver pelo jogo e adorei a experiência no geral. Tour de France 2020 é mais divertido, complexo e desafiante do que aparenta. No entanto, para principiantes nas tecnicalidades do ciclismo, a falta de um tutorial técnico intuitivo e completo acaba por prejudicar um bocado a experiência. Posto isto, se calhar compraria o jogo para experimentar, mas pensaria duas vezes antes de comprar a edição seguinte.
O veredicto final é positivo, apesar de haver potencial para mais. É evidente que, para os fãs de ciclismo, este é um jogo fundamental. Para os interessados pode vir a ser uma surpresa positiva. Para os curiosos se calhar vai ficar aquém das expetativas. No meu prisma de ver as coisas, a partir do momento em que o objetivo dos videojogos é vender – de forma a serem rentáveis e a garantir um futuro sustentável para a franquia – não podem falhar na primeira impressão, como Tour de France 2020 faz.
Todos os jogos têm de ser dotados de mecanismos de aprendizagem concisos. Isto vai gerar uma base para, quem nunca teve contacto com a realidade do jogo, aprender e reter o essencial com rapidez e facilidade. É a única forma de tornar a experiência envolvente, cativar novos fãs e, por sua vez, a aumentar o sucesso do desporto e o valor da marca Tour de France.
Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4 Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Upload Distribution.
Numa altura em que todos alteramos e repensamos o nosso estilo de vida, o Oceanário de Lisboa resolveu inaugurar a sua loja online de produtos sustentáveis.
Sob o mote Escolha mudar. Compre sustentável, a nova plataforma do Oceanário permite, mesmo a quem está longe, adquirir brinquedos, vestuário e acessórios com menor impacto para o planeta.
O trabalho é concretizado em parceria com fornecedores locais, de pequena escala, que partilham os mesmos valores de ética, justiça e dignidade para com os colaboradores, garantindo um comércio justo. A aposta é feita em materiais naturais, como o algodão, o papel e a cerâmica, privilegiando-se matérias-primas certificadas. A embalagem das encomendas de cartão e a eliminação do plástico ao longo de toda a cadeia de valor são elementos que reforçam este compromisso.
Por fim, todos os produtos podem ter uma segunda oportunidade, sendo reutilizáveis ou recicláveis.
Os portes de envio têm um custo de 4€ para encomendas de valor inferior a 50€. A partir desse valor, o envio é gratuito. O pagamento pode ser feito via MB Wayou Multibanco.
Em Portugal, temos muitos serviços de streaming. Desde a Netflix, HBO, Amazon e, brevemente, o Disney+. Ainda assim, não é disso que vou falar hoje. Mas sim da criação de uma espécie de Hulu em Portugal.
A Hulu não é apenas um um serviço de streaming. É muito mais do que isso. É um serviço de vídeo que permite aos utilizadores verem séries de televisão e filmes nos Estados Unidos da América e Japão, mas que tem expansão internacional prevista para 2021. A Hulu é propriedade daDisney e tem como prioridade não só o streaming de novas séries de vários canais norte-americanos, mas também o seu conteúdo original.
Tem dois serviços principais: Hulu eHulu TV+. É do segundo que quero falar hoje. O Hulu TV+ custa 55 dólares por mês e permite aos subscritores seguirem programação em direto ou on-demand de mais de 60 canais. Desde notícias locais, a canais desportivos ou de séries, podes ver de tudo um pouco.
Há outros serviços parecidos, como o Sling ou o Youtube TV+ nos Estados Unidos da América, mas o Hulu TV+ é, provavelmente, o mais completo.
Uma espécie de Hulu TV+ em Portugal
E porquê é que estou a falar disto hoje? Em Portugal, faz falta um serviço deste género. Nem todos gostam dos serviços de streaming e muitos de nós preferem ou gostam de ver as coisas em direto.
Assim sendo, uma espécie de Hulu TV+ em Portugal poderia ser uma grande vantagem ou oferta apetecível para uma fatia de mercado pouco explorada. Além de que, mesmo que não gostes de ver tudo em direto, podes sempre acompanhar mais tarde porque podes gravar os teus programas preferidos.
Diferenças para os pacotes de cabo
Ao contrário dos pacotes por cabo de empresas como a MEO, a NOS ou a Vodafone, a Hulu deixa-te cancelares quando quiseres e como quiseres. Tens também um teste gratuito de sete dias para veres se o serviço se adequa a ti.
Além disso, a Hulu está disponível numa grande variedade de dispositivos. E não, não pagas mais por usares o serviço fora de casa, ao contrário de algumas aplicações das empresas de telecomunicações em Portugal. Podes ainda acrescentar ao teu pacote add-ons, que, na prática, são como serviços extra de canais premium, como a HBO.
Podes ver em qualquer lado e na tua televisão, tablet ou smartphone.
Faz falta um serviço destes em Portugal
As empresas que fazem contratos por cabo em Portugal, infelizmente, não são conhecidas pelos melhores motivos. Seja pela complicação em cancelar contratos, pela qualidade do serviço prestado ou até pelo preço exurbitante para a oferta que disponibilizam. Neste sentido, era muito útil o surgimento de um serviço destes em Portugal.
Porquê? Primeiro, porque faz falta um concorrente sério neste mercado dos canais por cabo e que venha realmente mudar as coisas, como o fez a Netflix. Mas, não só, é preciso também mudar o mercado dos canais em Portugal. As operadoras pedem um preço muito elevado e muitos dos canais que realmente interessam, como a Sport TV, Eleven Sports ou TVCine são extras e ainda tens que pagar mais. O que, por sua vez, contribui para que muitos utilizadores recorram à pirataria.
O mesmo estava a acontecer com as séries, quer por demorarem muito a chegar a Portugal ou, simplesmente, por nunca chegarem. Ainda assim, a Netflix, HBO e outras plataformas mudaram o paradigma e mostraram que as pessoas estão dispostas a pagar pelo conteúdo… desde que seja um valor justo e ajustado ao mercado. Faz falta o mesmo no cabo e era preciso uma espécie de Hulu TV+ para mudar a situação em Portugal.
Inclui, além do prato principal, uma bebida e um café.
O Mano a Mano é um conhecido restaurante italiano do Grupo SushiCafé, tendo reaberto ao público no passado dia 18 de maio. E sim, foram garantidas todas as medidas de segurança recomendadas pela Direção Geral de Saúde.
Mas não é da reabertura do espaço que vos queremos falar. É, sim, do Menu Executivo, opção que tem feito muito sucesso, principalmente para aquelas pessoas que já regressaram ao local do trabalho e não têm muito tempo disponível para almoçar.
Pois bem, o Mano a Mano tem agora novas sugestões para cada dia da semana no que ao Menu Executivo diz respeito.
Assim, o chef executivo do Mano a Mano, Isaac Jorge, escolheu os seguintes pratos: Insalate di Gamberetti – salada de camarão (2ª feira), Spaghetti com Branzino e Vongole – spaghetti com robalo e amêijoas (3ª feira), Scallopine alla milanesa – escalope de vitela panado com spaghetti e molho de tomate (4ª feira), Pizza Salmone con Rucola – pizza de salmão curado e rúcula (5ª feira) e Lasagna di Pesto i Gamberi, uma lasanha de pesto e camarão (6ª feira).
O melhor de tudo? O preço. Por apenas 9,50€, têm direito não só ao prato principal, mas também a uma bebida e um café. Este menu está disponível todos os dias da semana, no período da hora de almoço, entre as 12h30 e as 16h.
As trotinetes da marca ficarão disponíveis em breve no Porto.
Foi no mês passado que demos de caras com o regresso das trotinetes da Bird à capital portuguesa. Na altura, o serviço ainda não estava disponível, mas, uma vez que as trotinetes já estavam estacionadas, tal significava que era somente questão de tempo até nos podermos meter em cima deste velocípedes.
Pois bem, e depois das trotinetes da Frog, Lime e Hive (Free Now) terem voltado ao ativo, eis que também as da Bird já estão disponíveis em Lisboa.
No mapa, irão perceber que as trotinetes encontram-se um bocado depois da Ponte 25 de Abril, o que significa que estão de regresso ao Saldanha, Avenida da Liberdade e outros pontos conhecidos na cidade.
O que não conseguimos perceber ao certo foi qual o modelo que está a circular pelas ruas de Lisboa. Além disso, a Bird também já possui bicicletas, pelo que seria interessante que estes veículos estivessem disponíveis na capital.
No que toca ao Porto, e uma vez que a Câmara Municipal daquela cidade já atribuiu licenças a três operadoras (Hive, Circ e Bird), será questão de tempo até as trotinetes da Bird ficarem disponíveis na cidade. De momento, somente as da Hive estão a funcionar por lá.
E assim se ajuda a evitar o desperdício alimentar.
Foi em janeiro deste ano que a Too Good To Go iniciou uma parceria com a Auchan para evitar desperdício nos hipermercados. Na altura, a loja Auchan do Almada Fórum era a única com esta oferta, tendo, por isso, sido a escolhida para testar este projeto piloto, digamos assim.
Mas isso vai mudar nos próximos dias. Até final deste mês, todas as lojas Auchan vão estar disponíveis na Too Good To Go.
“Como militante do Bom, São e Local, o compromisso com a prevenção e redução do desperdício alimentar leva a Auchan Retail Portugal a procurar sempre novas soluções, que permitam combinar este objetivo com a conveniência do melhor preço para o consumidor, sem prejuízo da qualidade dos produtos. Foi assim que surgiu esta parceria com a Too Good To Go, que se junta a uma série de outras iniciativas que desenvolvemos no âmbito da nossa estratégia “Desperdício Zero, e que será agora alargada a todas as nossas lojas”, explica Ricardo Macedo, Diretor de Oferta e Dinâmica Comercial de Produtos Frescos.
Exemplo de uma Magic Box da Too Good To Go do Auchan Coina. Foto: Joel Pinto
Assim, muito em breve, todas as lojas Auchan disponibilizarão as já conhecidas Magic Boxes, com o valor unitário de 3.99€. Estas caixas surpresa contêm produtos alimentares cujo prazo de validade está perto do fim, como iogurtes, queijos, fiambre, pão, salgados, refeições frias, sandes e sumos do dia, e podem ser recolhidas nos balcões de atendimento, perto do horário de fecho da loja.
Segundo a Auchan, as Magic Boxes da loja Auchan de Almada permitiram salvar aproximadamente 1000 refeições e chegar a 450 clientes.
Existem 210 pontos de partilha criados em toda a cidade para parquear um total de 2.100 velocípedes ou equiparados.
Depois de concelhos como Gaia, Maia, Gondomar ou Matosinhos, chegou finalmente a hora da cidade do Porto contar com trotinetes partilhadas.
A informação foi avançada pela Câmara Municipal da cidade no passado dia 1 de junho, referindo que a Bird, Circ e Hive são as empresas que poderão colocar ali as suas trotinetes a funcionar.
De momento, somente as trotinetes da Hive (agora Free Now) deverão estar em funcionamento. No que toca às trotinetes da Bird, já as avistámos há uns dias em Lisboa, pelo que já estão em funcionamento. No Porto, o serviço ainda não está disponível, mas tal deverá acontecer ainda este mês.
O mais curioso, porém, é a autarquia do Porto mencionar a Circ. Recorde-se que a empresa da micromobilidade foi adquirida pela Bird, o que podia significar a extinção deste serviço, integrando os modelos existentes na frota da Bird. Mas parece não ser o caso.
No entanto, também a app não funciona de momento. Para utilizarmos o serviço, é necessário verificar a nossa conta. E seja via Facebook ou através do número de telemóvel, dá-nos sempre o mesmo erro: problemas com a ligação à Internet. Por outras palavras, é o mesmo que dizer que o serviço encontra-se inativo de momento.
Em todo o caso, os portuenses podem sempre aproveitar para experimentar as trotinetes da Free Now enquanto as das concorrentes não ficam disponíveis.
Existem 210 pontos de partilha criados em toda a cidade para parquear um total de 2.100 velocípedes ou equiparados. No Porto, não haverá trotinetas e bicicletas em regime de partilha durante a noite, sendo obrigatória a recolha obrigatória dos veículos entre as 22h e as 6h da manhã (esta obrigatoriedade levou a que a Lime não estivesse interessada em ter trotinetes na cidade). Já a circulação está impedida nas zonas pedonais, devendo sim ser efetuada em ciclovias ou nas faixas de rodagem.
A autarquia prevê penalizações, a pagar pelo operador, caso as viaturas mal parqueadas estejam a interferir na mobilidade de automóveis ou peões e não sejam rapidamente recolhidas. Hive, Bird e Circ têm licenças válidas durante cinco anos para operarem na cidade.
É o quinto nome a dar o seu OK para a edição de 2021.
Depois de, na semana passada, a Música no Coração ter avançado com os primeiros nomes para o MEO Sudoeste 2021, eis que há mais um grupo confirmado para a edição do próximo ano.
Falamos dos Major Lazer, grupo que começou a dar cartas quando os produtores Diplo e Switch começaram a trabalhar juntos após se terem conhecido enquanto trabalhavam no primeiro disco da cantora M.I.A. O primeiro disco, Guns Don’t Kill People… Lazers Do, saiu em 2009, com Free The Universe, segundo álbum, a suceder em 2013.
Já em 2015 e sem Switch (foi substituído por Jillionaire e Walshy Fire) saiu o terceiro disco, Peace Is The Mission. Entretanto, e enquanto não chega o quarto álbum Lazerism, sabe-se também que Jillionaire saiu dos Major Lazer para dar lugar a Ape Drums.
Além dos Major Lazer, o MEO Sudoeste reconfirmou também as presenças de Bad Bunny, Meduza, ProfJam e Bispo.
Quanto aos bilhetes, o passe geral custa 105€ e o bilhete diário 48€ até 31 de dezembro. Depois, e ao longo do próximo ano, os valores vão aumentando à medida que as datas para a realização do MEO Sudoeste se aproximam.
Há quem diga que 365 Dias é muito mais sensual que todos os filmes da saga As 50 Sombras. Já outros dizem que é igualmente mau.
Chegou um novo filme à Netflix Portugal que está a dividir opiniões. Chama-se 365 Dias e promete fazer as delícias de quem vibrou com os filmes da saga As 50 Sombras. Para outros que já viram a película noutros países, porém, as críticas não são muito positivas.
365 dias é um filme polaco inspirado no livro de Blanka Lipinska e conta-nos a história de Laura (Anna Maria Sieklucka), uma jovem que é raptada por Massimo (Michele Morrone), líder da máfia italiana. Ao longo de 365 dias, Massimo tenta fazer com que Laura se apaixone por ele. Como? Com diversos mind games e jogos de sedução.
Realizado por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, 365 Dias tem recebido inúmeras comparações com os filmes baseados nos livros de E. L. James. Quem gostou dos filmes da saga as 50 Sombras irá, quase garantidamente, gostar ainda mais deste 365 Dias. Por exemplo, consta que a química dos atores principais (foi o primeiro filme de Anna Maria Sieklucka, já o italiano Michele Morrone é muito conhecido no seu país) é quase palpável, existindo cenas de sadomasoquismo que muitos irão adorar.
Por outro lado, há quem diga que é terrivelmente mau. Aliás, basta ver pela pontuação que os utilizadores deram no IMDB: de 0 a 10, teve somente 3,7.
365 Dias é o primeiro filme polaco de cariz erótico. Estreou em alguns países no passado mês de fevereiro, chegou hoje a Portugal e estreia amanhã, dia 8 de junho, no Brasil.
No caso de só terem comprado o jogo base e vos encheu as medidas, o investimento no Mortal Kombat Ultimate é uma excelente aposta. Isto porque contém a extensão da história (Aftermath), dois Kombat Pack e Shao Khan.
Nota: Análise produzida originalmente com o lançamento da extensão Aftermath, atualizada com a chegada do Mortal Kombat Ultimate.
Mortal Kombat 11 voltou à ribalta graças à nova extensão denominada de Aftermath e ao Kombat Pack já lançado anteriormente, recebendo agora um novo Kombat Pack. Mas antes de avançar para aí, é importante falar sobre o jogo como um todo, dada a sua qualidade e profundidade.
Quando falamos do Unreal Engine (UE), parte das dúvidas relativamente à qualidade do jogo em causa acaba por dissipar-se automaticamente. Tal como sucessos recentes que foram o jogo Jedi: Fallen Order e MotoGP 20, Mortal Kombat 11 (MK11) também o usa. O mais incrível? Usar o UE3 em vez do UE4, como era esperado.
Isto porque MK11 começou a ser desenvolvido logo após ao lançamento de Injustice 2 e, na altura, era o UE3 o mais recente. Logo, o staff do NetherRealm Studio optou por manter esse motor de jogo com algumas alterações personalizadas, ao invés de reconstruir o jogo todo para dar uso à ferramenta mais recente (que, para além de trabalho acrescentado, ia consumir mais tempo e o lançamento do jogo ia atrasar bastante face ao esperado).
Após algumas dezenas de horas de jogo, fiquei 100% convencido de que o NetherRealm Studio tomou a melhor decisão possível, pois a simbiose entre o desempenho do jogo e os gráficos é fantástica. A sério. Se após jogar na PS4, em fim de vida, fiquei surpreendido com o detalhe dos gráficos, posso garantir que na PS5 são sublimes!
No que toca à jogabilidade, não podia estar mais satisfeito. A resposta face aos comandos é instantânea e a diversidade de combinações, bem como o uso dos ambientes, oferece um leque maior de possíveis desfechos para cada combate.
Para principiantes, Mortal Kombat 11 é bastante user friendly graças à secção de “Learn“, por onde devem começar a vossa caminhada neste jogo. Esta secção permite a qualquer jogador embarcar num tutorial de introdução a comandos básicos/elaborados. É também possível ficar horas a fio a treinar combos, dando uso a qualquer personagem disponível no modo “Practice” ou testar as fatalities, ganhando noção de posicionamento para as efetuar, em “Fatality Training“. No meio disto tudo, a funcionalidade mais brutal é a possibilidade de ter exposto no ecrã até 10 moves/combos durante cada batalha através da funcionalidade “Tag” em “Move List” (carregando em Options, no comando, imediatamente a seguir ao “FIGHT” aparecer no ecrã).
Na secção “Fight“, é possível lutarem mano a mano contra o CPU ou amigos (com ou sem definições de torneio). Existe também a opção de AI Battle, um modo mais estratégico onde não se luta ativamente, apenas se gere uma equipa de três personagens ao longo de simulações contra equipas de outros jogadores. Se estiverem confiantes da vossa técnica e quiserem colocar as vossas habilidades à prova, vale a pena arriscar no modo Online.
No entanto, é na secção “Konquer” que o jogo brilha mais intensamente. Primeiramente por ser o sítio onde há mais potencial para desbloquear itens bónus e juntar créditos para os desbloquear. Depois por ter modos que trazem profundidade ao jogo, como é o caso das Challenge Towers, compostas pelas Klassic Towers (offline), ideais para farmar créditos, e Towers of Time (online), que funcionam quase como o FIFA Ultimate team, onde há desafios temporizados e é possível usar consumíveis para ter um boost extra em batalha.
Outro modo muito interessante é a Krypt, que funciona quase como uma sandbox, onde andamos livremente pelo terreno na pele uma personagem misteriosa. Essa personagem dá uso a algumas ferramentas/armas de vários lutadores célebres para desbloquear passagens secretas, resolver puzzles e explorar ainda mais o mapa (que é relativamente grande). Este modo é bastante importante, pois é na Kript que podem usar os créditos que vão amealhando no jogo para desbloquear itens bónus de customização e não só.
A Krypt torna-se, assim, num modo de jogo excitante para os jogadores que querem embarcar mais aprofundadamente no lore de Mortal Kombat 11, pois dessa forma aumentam o leque de opções para depois investir tempo na secção de Kustomize. Nessa secção, têm acesso à coleção técnica de personagens, ambientes, história (entre outros) e podem alterar inúmeros detalhes em cada lutador do jogo, de forma a torná-lo mais único e personalizado. No entanto, é preciso muita dedicação de forma a desbloquear o maior número de items para a personalização. Caso para dizer: este jogo dá para todos os gostos.
Last but not least e ainda na secção de Konquer, temos o famoso modo “Story“. Mortal Kombat 11 surge com o propósito de trazer desfecho à história da saga, que se tem vindo a desenvolver ao longo de vários anos (e jogos) e fá-lo com brutalidade.
A narrativa gira em torno de Raiden, após (em fúria) ter decapitado Shinnok e deixado a cabeça deste à mercê dos novos líderes do Nether Realm (Liu Kang e Kitana). Em paralelo com isso, causa a destruição do templo. Face às ações de Raiden, Kronica (mãe de Shinnok) intervém com a intenção de reescrever a história e pará-lo. Para isso, usa a sua magia para causar anomalias temporais que levam a uma fusão de timelines. Como Raiden é imortal, só pode existir um, logo o atual é substituído pelo do passado e começa o espetáculo com os restantes intervenientes a terem duas versões deles próprios (muitas vezes em lados opostos).
Ao longo de 12 capítulos, há a oportunidade de acompanhar a aventura maioritariamente como espetador, mas, nos confrontos importantes, é-nos dada a possibilidade de por em prática todo o nosso conhecimento relativo aos moves/combos/finishers de um vasto leque de personagens. Em relação à história em si, se não estão familiarizados com o que aconteceu até aqui, convém procurarem um resumo no YouTube, caso contrário vão ficar um bocado perdidos.
Apesar de muitos fãs terem ficado com a sensação de que a história terminava por aqui, surgiu a primeira grande expansão de Mortal Kombat 11. Essa expansão disponibilizou três novas personagens (Sheeva, Fujin e um convidado especial, RoboCop), três novos packs de skins (lançados de forma gradual) e uma nova história cinematográfica chamada de Aftermath, que veio abanar a narrativa ainda mais, com alguns twists previsíveis e outros mais inesperados, tudo baseado no choque entre a confiança e traição. O que é certo é que estes twists deixam qualquer jogador a sentir que está a perder o controlo, aumentando a ansiedade para com o rumo e possível desfecho da história.
Esta extensão, à semelhança da história base, permite-nos estar na pele de outras personagens e até definir o rumo final da história.
O preço base do Mortal Kombat Ultimate está fixado em 59,99€ (apenas mais 10€ que o jogo base) e já contém a extensão Aftermath (avaliada em 39,99€). Para além disso contém também o Kombat Pack (avaliado em 19,99€), que traz mais seis personagens jogáveis (Shang Tsung, Nightwolf, Terminator T-800, Sindel, The Joker e Spawn), seis packs de skins e sete skins exclusivas, o Kombat Pack 2 (avaliado em 14,99€), que traz três personagens jogáveis novas (Mileena, Rain e Rambo) e ainda a personagem exclusiva de pré-reserva Shao Khan (que custa 5,99€).
Se já tiverem o jogo, têm de fazer contas à vida para saber se vale a pena comprar add-on’s em separado ou se compensa mais comprar o MK11 Ultimate. Caso não tenham o jogo e tenham interesse no mesmo, é uma oportunidade fantástica, visto que por 59,99€ estão a comprar conteúdo que em separado custa 130,95€.
No meu ponto de vista, se gostam de jogos arcade de luta, vale a pena o investimento no Mortal Kombat Ultimate, pois para além de ser superior ao Tekken mais recente para a PS4, é o primeiro jogo do género adaptado à PS5. Caso tenham o jogo base, mas não tenham as extensões, aconselho a aquisição do conteúdo em falta. Não apenas pela história extra (que está muito bem conseguida), mas por todas as novas personagens à vossa mercê. Nestes últimos dias, voltei a jogar bastante na PS5 e, curiosamente, as personagens mais gostei de usar fazem parte do leque de lutadores contidos nos Kombat Pack.
Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Este jogo (PlayStation 4) foi cedido para análise pela Upload Distribution.
A ideia surgiu por parte da Duzentos, uma nova agência de comunicação, e a Pentool, prestadora de serviços de outsourcing para agências de comunicação.
Já falámos dos menus digitais, bem como de uma app para fazer pedidos nos restaurantes. Logo, só faltava darmos destaque a um empregado de mesa digital. E existe mesmo.
Chama-se Garçom e permite que os restaurantes utilizem um sistema que transmita aos clientes uma maior segurança. Ao mesmo tempo, foi pensado para otimizar o trabalho dos funcionários desde a cozinha ao serviço de mesa.
A ideia, que surgiu por parte daDuzentos, uma nova agência de comunicação, e a Pentool, prestadora de serviços de outsourcing para agências de comunicação, está assente numa plataforma cujo funcionamento é simples e intuitivo, resumindo-se a somente três passos: escolher, pedir e pagar.
Primeiro que tudo, há um QR Code. O cliente, através do seu smartphone, lê esse código e, logo de seguida, terá no ecrã do seu equipamento a ementa do restaurante. Basta depois selecionar os pratos pretendidos e, no final de tudo, pagar com MB Way.
A vantagem do Garçom é que, além de evitar contacto físico, proporcionará uma experiência mais livre de enganos, atrasos ou perdas de pedidos. Porém, e como seria de esperar, o cliente pode sempre pedir ajuda de um funcionário em caso de alguma dúvida.
Os restaurantes/quiosques terão o garçom “com a sua farda” e podem optar por ter também serviço de Take Away ou reserva de refeição no espaço para aqueles almoços entre reuniões que têm de ser rápidos, através do Garçom.
O Garçom foi testado em vários restaurantes de Lisboa, como a Leitaria Gourmet e Hamburg. Agora, em fase de lançamento, pode ser replicado em qualquer restaurante de Portugal.
Em breve, a equipa responsável pelo desenvolvimento da aplicação promete suporte ao Apple Pay, bem como integração com sistemas de faturação.
Continua a aposta no conteúdo nacional na plataforma de streaming.
Assim sendo, agora chega a vez de mais um filme português chegar ao catálago da HBO. SOLUM estreia a 10 de junho na HBO Portugal.
Eis a sinopse: “Uma ilha inabitada recebe oito desconhecidos que têm de lutar contra o terreno inóspito, para aquilo que aparenta ser um programa de televisão, vencendo o último a desistir. Uma estranha sonda chega a um planeta que aparenta ser a terra. Nada é o que parece. SOLUM não é um jogo, é uma prova, uma seleção, um espelho que confronta a verdade da Natureza Humana com a mentira da Humanidade. É uma história que obriga as personagens a regredir à sua mais Natural condição humana, que é a simples procura e luta pela sobrevivência. Sarah é a primeira a desistir, mas acaba por cair no chão morta misteriosamente. Liam chega à ilha com um único objetivo: acabar com a concorrência. Carol dá por si a ter sonhos de um outro Mundo. Paul sabe qual a razão de tudo o que está a acontecer: sobreviver é mais do que um jogo.”
Através de uma história simples e com um tom de ficção científica como pano de fundo, SOLUM, que foi produzido em cinco das nove ilhas do arquipélago dos Açores, durante dois meses, mostra o vislumbre do que poderá vir a ser uma realidade de um futuro não tão longínquo quanto se projeta.
SOLUM é mais uma aposta da HBO Portugal na distribuição de conteúdo português na plataforma. Depois de Auga Seca, Vidago Palace,A Herdadeou até Linhas Tortas, o filme de Diogo Morgado é a próxima entrada no catálago.
Na prática, significa que deverão oferecer uma estabilização sem precedentes no que toca à captura de fotos e vídeos.
Foi no início desta semana, na passada segunda-feira, Dia da Criança, que a Vivo anunciou oficialmente num evento online a sua nova série de smartphones. E estes podiam ser somente mais uns quaisquer dispositivos, não fosse o facto de dois deles trazerem uma estabilização para fotos e vídeos que vai dar que falar.
Embora a linha seja constituída pelo X50, X50 Pro e X50 Pro+, somente os dois últimos trazem o Gimbal Camera System. Na prática, este é um módulo de dimensões consideráveis (reparem o espaço que este tipo de sistemas começam a ocupar na traseira dos smartphones) que faz com que a câmara se mova na direção oposta aos movimentos trépidos, providenciando fotos estáveis.
A Vivo diz que este sistema amplia o ângulo de rotação, bem como a zona de antivibração, comparativamente a outros métodos de estabilização. Na prática, tal deverá compensar alguns movimentos muito bruscos, resultando em fotos “limpas” e super nítidas.
Ainda no campo fotográfico, o Vivo X50 Pro+ estreia o sensor Samsung ISOCELL GN1 de 50 megapixeis e 1/1,3 polegadas, e conta ainda com uma câmara periscópica de 8MP que oferece um zoom híbrido de 60x, uma ultragrande angular de 8MP e um quarto sensor de 13MP dedicado a retratos.
No que toca a outros características, é um equipamento com um ecrã AMOLED FHD+ de 6,56″ e taxa de atualização de 120Hz, processador Snapdragon 865, 8/12GB de RAM, 128/256GB de armazenamento interno, e uma bateria de 4.315mAh.
Já a versão X50 Pro não conta com o tal sensor da Samsung, mas sim com um Sony IMX598 de 48 megapixels, que, ainda assim, promete boas fotos. Claro, também está presente neste modelo o tal sistema gimbal.
De resto, é praticamente igual ao modelo X50 Pro+, exceto o processador, que é o Snapdragon 765G.
Ainda não existem informações relativamente a preços e disponibilidade dos modelos Vivo X50 para estes lados. Mas uma coisa é certa: comecem a juntar uns trocos durante os próximos pois estes modelos não deverão ser baratos…
Os cartões de pessoas com 25 ou mais anos, que caducaram recentemente ou estão prestes a caducar, poderão ser renovados de forma simplificada, se todos os dados se mantiverem.
Ora aqui está algo que já devia ter sido implementado há mais tempo. Pessoas cujos Cartões de Cidadão estejam prestes a caducar ou caducaram recentemente poderão ser renovados de forma simplificada… Mas para isso não pode haver qualquer alteração de dados.
Além disso, esta é uma medida que somente abrange pessoas com 25 ou mais anos.
Em todo o caso, a partir de hoje, milhares de cidadãos terão recebido uma SMS (caso tenham colocado contacto telefónico quando fizeram o Cartão de Cidadão anteriormente) a indicar que poderiam renovar o documento caso não fosse necessário proceder a uma alteração de dados (como a morada, por exemplo) ou a uma recolha de dados biométricos.
Segundo o site do Contas Poupança, o funcionamento é bastante simples. Primeiro, o cidadão recebe uma SMS como esta:
“O CC de João Maria expirou a 26/04. Se aceita renovação imediata e não altera dados – morada, foto, contacto, assinatura – autorize e responda para 919999999 com CCRN XXX SIM ou se não pretende, responda CCRN XXX NÃO.”
Ao responder SIM, o cidadão recebe outra sms:
“O seu CC será renovado, e receberá na sua residência a Carta PIN com os dados para pagamento e o local de levantamento do CC, no seu concelho. Caso contrário, ligue 210 990 111.”
Assim que chegar essa carta PIN, bastará efetuar o pagamento e, depois, aguardar uns dias até que o Cartão de Cidadão esteja pronto para levantamento.
Atenção, a entrega do documento somente é feita ao titular, pelo que terá de ser o próprio a fazer esse agendamento. No dia da recolha, convém levarem a carta que receberam em casa, bem como o comprovativo de pagamento.
O custo da renovação do Cartão de Cidadão por esta via é de 16,20€.
Será questão de tempo até o Instagram estar repleto de milhares de fotos com pessoas sentadas no Baloiço do Talegre e a apreciar a vista.
Apesar de, desde meados de março, muitos portugueses terem ficado em confinamento, tal fez com que muitos acabassem por puxar pela criatividade.
Em Alburitel, uma aldeia no concelho de Ourém, localizada a 18 quilómetros de Fátima, um grupo de seis jovens pensou em algo que ainda não é muito comum: criar um baloiço num spot onde se pudesse perder a vista ao olhar para a serra de Alburitel. A ideia surgiu após estes jovens terem ido passar um fim-de-semana à Serra da Lousã e terem-se deparado com baloiços de madeira. Depois foi meter mãos à obra.
O Baloiço do Talegre (Talegre é um marco geodésico no cimo da serra) foi inaugurado a 16 de maio e, desde então, vários têm sido os curiosos que passam pelo local e aproveitam uns minutos para relaxar e apreciar a bela vista. A autarquia deu o aval à construção do baloiço, que, por sua vez, não foi dispendioso. Aliás, para construir parte da estrutura, foram utilizados eucaliptos da serra.
O grupo responsável por este projeto, chamemos-lhe assim, também aproveitou para plantar alguns pinheiros mansos junto do baloiço. O objetivo? Fazer com que exista sombra no local, algo bem pensado especialmente para aqueles dias onde o sol bate forte.
“A serra de Alburitel é tão bonita e os jovens preservam tanto aquilo e queríamos que as outras pessoas pudessem também desfrutar”, confidenciou Inês Oliveira, uma das responsáveis pelo Baloiço do Talegre, ao Echo Boomer.
Para os próximos tempos, o grupo de jovens tentará criar condições para que, naquela zona, seja instalado um parque de merendas.
Além deste baloiço, quem por ali passar poderá percorrer os vários trilhos que existem na serra, também estes preparados pelo grupo de jovens.
Interessados? Pois bem, basta colocarem este endereço no Google Maps e seguir viagem. Depois mandem-nos as vossos fotos.
Quer isto dizer que, mais perto do final do mês, já teremos um novo episódio.
Foi no passado dia 4 de abril que estreou Digimon Adventure Reboot, uma produção que muitos aguardavam desde há algum tempo.
Sim, a primeira série a surgir no pequeno ecrã foi alvo de reboot, pelo que os próximos episódios até agora transmitidos foram altamente nostálgicos. Há, claro, diferenças.
Desta vez, o gangue que muitos conhecem constituído por Taichi Yagami, Yamato Ishida, Sora Takenouchi, Koshiro Izumi, Mimi Tachikawa, Jō Kido, Takeru Takaishi e Hikari Yagami, não chega junto ao mundo Digimon. Ao invés disso, cada um deles terá a sua própria aventura antes de se juntarem ao grupo.
Depois, e estando nós em 2020, o próprio anime foi adaptado a essa realidade, uma vez que, agora, há uma predominância em usar produtos eletrónicos, como smartphones, portáteis e tablets.
Porém, ainda em abril, a série acabou por ser adiada devido à pandemia de COVID-19, isto após terem sido exibidos somente três episódios.
Agora, chega-nos a confirmação de que a série vai voltar a ser exibida no Japão. Quer isto dizer que, muito em breve, teremos novos episódios a estrear.
Através do Twitter, a Toei Animation confirmou que a série Digimon Adventure Reboot será novamente exibida já a partir de amanhã, dia 7 de junho.
Pela lógica, será transmitido um novo episódio a cada semana. E como já tínhamos visto três episódios, tal significa que um novo ficará disponível a 28 de junho.
Já sabem, para que possam ver esta série de forma legal, basta subscreverem o serviço da Crunchyroll. Caso não o queiram fazer, poderão na mesma ver o episódio naquela plataforma, mas somente uma semana após a transmissão original.
Uma nota adicional para o filme Digimon Adventure: Last Evolution Kizuna, do qual também já falámos no Echo Boomer. Sabe-se agora que o filme será lançado em DVD/Blu-ray no Japão a 2 de setembro. Resta saber se tal afetará a data de estreia do filme nos cinemas portugueses, agendada para 12 de novembro deste ano.