Concerto dos Aerosmith em Lisboa adiado para junho de 2021

Finalmente temos novidades sobre o espetáculo da banda de Steven Tyler.

dos Aerosmith

Com a data do concerto dos Aerosmith a aproximar-se, quem já tinha adquirido bilhete começava a ficar preocupado com a falta de resposta da promotora Everything Is New. Mas há novidades.

A EIN acaba de anunciar que o espetáculo, originalmente agendado para o próximo dia 6 de julho, acaba de ser adiado para 8 de junho de 2021. O local mantém-se o mesmo: Altice Arena, em Lisboa.

A banda Rival Sons será responsável pela primeira parte.

Os bilhetes já adquiridos mantêm-se válidos para a nova data. Para quem não adquiriu, os ingressos já se encontram à venda nos locais habituais, estando disponíveis entre 59 e 95€.

Festival Regresso ao Futuro junta 21 artistas em 21 teatros diferentes

Acontece já daqui a 15 dias.

Regresso ao Futuro

Está na altura de voltar a ligar o som e a acender as luzes dos teatros municipais, resgatando-nos ao silêncio e ao afastamento a que a Covid-19 obrigou.

Assim, há agora um festival que, no mesmo dia, vai juntar 21 artistas em 21 teatros diferentes. Chama-se Festival Regresso ao Futuro e acontece a 20 de junho, ou seja, já daqui a 15 dias.

O Festival Regresso ao Futuro reafirma a vocação decisiva dos teatros municipais para a sustentabilidade da cultura em Portugal, a sua importante contribuição para a circulação artística, agindo como um catalisador de esperança, resiliência e confiança para o público, sempre dentro das regras sanitárias em vigor.

É, simultaneamente, também um acontecimento solidário que une e mobiliza os teatros municipais, os artistas, as equipas técnicas, a organização da Sons em Trânsito e o público numa frente comum que culmina na entrega das receitas de bilheteira ao Fundo de Solidariedade para a Cultura, criado pela Audiogest (associação que representa produtores musicais) e GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas), destinado a todos os profissionais dos setores das artes.

O objetivo deste fundo é apoiar financeiramente, até ao limite das disponibilidades, profissionais (incluindo profissionais independentes e trabalhadores) do setor cultural, que se encontram a braços com uma crise sem precedentes, tantos deles arredados dos apoios públicos, precisamente fruto da precariedade estrutural do setor.

No que toca ao cartaz, é este: António Zambujo (Torres Novas – Teatro Virgínia), Agir (Leiria – Teatro José Lúcio da Silva), Ana Moura (Oliveira do Bairro – Quartel das Artes), Aurea (Figueira da Foz – Centro de Artes e Espectáculos), Bárbara Tinoco (Albergaria-a Velha – Cineteatro Alba), The Black Mamba (Aveiro – Teatro Aveirense), Carolina Deslandes (Bragança – Teatro Municipal), Clã (Almada – Teatro Joaquim Benite), Camané (Cascais – Parque Palmela), D.A.M.A (Setúbal – Fórum Municipal Luísa Todi), Diogo Piçarra (Faro – Teatro das Figuras), Fernando Daniel (Estarreja – Cine-Teatro de Estarreja), Gisela João (Fafe – Teatro Cinema de Fafe), Miguel Araújo (Caminha – Teatro de Valadares), Pedro Abrunhosa (Ovar – Centro de Arte de Ovar), Rita Redshoes (Lisboa – São Luiz Teatro Municipal), Salvador Sobral (Santarém – Teatro Sá da Bandeira), Samuel Úria (Lisboa – Cinema São Jorge), The Gift (Loulé – Cineteatro Louletano), Tiago Bettencourt (Castelo Branco – Cine-Teatro Avenida) e Tiago Nacarato (Matosinhos – Cine-Teatro Constantino Nery).

Os bilhetes para o Regresso ao Futuro têm o preço único de 10€ e estarão à venda a partir de terça-feira, 9 de junho, nos locais habituais e nas bilheteiras dos teatros.

Vacina contra a gripe sazonal será gratuita para idosos na época 2020-2021

É o que diz um despacho publicado em Diário da República.

gripe sazonal

Na passada quarta-feira, dia 3 de junho, foi publicado um despacho em Diário da República que refere que a vacinação contra a gripe sazonal será gratuita para idosos, isto é, para pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, bem como para outros grupos alvo prioritários, definidos em norma anual da Direção-Geral da Saúde.

O documento refere “a gripe é uma doença transmissível que pode evoluir com complicações e que pode ser prevenida ou atenuada através da vacinação”.

“A vacina é recomendada para determinados grupos populacionais, nomeadamente para aqueles em maior risco de sofrerem complicações, e que deve ser administrada anualmente”, lê-se no despacho, que diz que “as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos são as mais vulneráveis às complicações da doença”.

Para esta época, prevê-se a aquisição de dois milhões de doses de vacinas, mais 500 mil do que na anterior época gripal.

CTT vão entregar máscaras sociais certificadas 100% portuguesas

Tudo isto deve-se ao projeto Portuguese Mask, Protecting People and Brands, a nova unidade de negócio da agência portuguesa Ivity.

máscaras sociais certificadas

Os CTT – Correios de Portugal associaram-se à agência portuguesa Ivity e vão entregar máscaras sociais certificadas 100% portuguesas, no âmbito do projeto Portuguese Mask, Protecting People and Brands, a nova unidade de negócio da Ivity.

Os CTT serão responsáveis pela entrega nacional e internacional em correio e expresso destas máscaras sociais têxteis certificadas pelo CITEVE, o organismo oficial que a Direção-Geral da Saúde definiu para assegurar a qualidade da máscara social.

As máscaras apostam na qualidade, são de fabrico nacional, 100% biodegradáveis e têm dupla certificação, de material e longevidade.

O projeto Portuguese Mask; Protecting People and Brands consiste no design, produção e personalização em Portugal de máscaras sociais têxteis certificadas, tendo como alvo as empresas.

Quem quiser, pode adquirir também estas máscaras através do site oficial.

Cloud Doughnuts. Abriu em Fátima uma loja dedicada a vários (e deliciosos) tipos de donuts

Há inclusive um produto que se chama Donata: metade pastel de nada, metade donut.

Cloud Doughnuts

Agora que já podemos entrar novamente em espaços públicos, se bem com as devidas precauções, e uma vez que o bom tempo a isso convida, é altura de começarmos a descobrir novos spots.

Neste artigo, iremos falar um pouco da Cloud Doughnuts, nova loja em Fátima que, como o nome indica, é dedicada a vários tipos de donuts.

O spot, situado na Rua São Paulo, nº20, tem uma decoração moderna e em tons de azul, a condizer com o seu logo. Mas mais importante que a decoração é mesmo a oferta de produtos, que tem nos donuts a verdadeira perdição dos clientes.

A loja abriu no passado dia 1 de junho, Dia da Criança, e, desde então, os donuts e outras iguarias têm rapidamente desaparecido. E isso só pode ser bom sinal.

Os donuts, feitos no próprio espaço, são, por isso, artesanais, e não levam qualquer tipo de melhorante ou conservante. Já o creme de pasteleiro usado é glúten free.

São várias os donuts disponível, destacando-se, por exemplo, o Homer (clássico donut da série Simpsons, com uma cobertura de morango), o Saint Nut (versão Cloud Doughnuts de um grande donut mundialmente conhecido) ou a Donata, uma criação própria que, tal como o nome deixa sugerir, é metade pastel de nata… metade donut.

A loja tem ainda três donuts em honra aos três pastorinhos e a Maria, bem como croissants, brownies e outras gordices. Ou seja, promete. E muito.

Para quem preferir algo menos doce, pode sempre optar por uma versão meia doce, meia salgada, que combina xarope de acer e bacon caramelizado.

Quanto aos preços, variam dependendo do donut escolhido, pelo que tanto pode custar 1€ (donut mais simples) ou 2€, nas versões mais robustas.

O horário de funcionamento do espaço é das 8h30 às 18h, se bem que podem fechar mais tarde se a procura for elevada.

(Terminado) Habilita-te a ganhar uma guitarra personalizada e uma Edição Especial de The Last of Us Parte II

Mostra-nos como seria a tua guitarra inspirada pelo mundo de The Last of Us.

de The Last of Us Parte II

Atualização: Passatempo terminado. Obrigado a todos os que participaram. O vencedor será anunciado em breve pela PlayStation Portugal.

The Last of Us Parte II está quase, quase aí. Mas antes do novo título da Naughty Dog chegar à nossa PlayStation 4, o Echo Boomer, juntamente com a PlayStation Portugal, têm um desafio para os maiores fãs de The Last of Us que pode dar direito a um belo prémio.

Em The Last of Us Parte II, Ellie tem muitas armas no seu arsenal, mas talvez a mais especial seja a sua guitarra, que é um dos elementos mais icónicos desta nova aventura.

Por isso, o nosso desafio é muito simples: mostrem-nos como imaginariam uma guitarra vossa personalizada e habilitem-se a ganhar uma Edição Especial de The Last of us Parte II, juntamente com essa guitarra real personalizada por vocês.

A melhor proposta recebida no Echo Boomer será escolhida por nós e depois enviada à PlayStation Portugal, que, juntamente com o artista André Trindade, irão selecionar a sua preferida, de entre outras participações de outros meios, para a recriar e enviar ao vencedor, juntamente com uma cópia do jogo.

Para participarem neste desafio criativo, podem descarregar aqui um template (em .pdf) que podem, depois, imprimir para personalizar manualmente ou editar digitalmente na vossa ferramenta de eleição. Por último, basta depois enviarem as vossas criações por email para passatempos@echoboomer.pt, juntamente com o vosso nome. Os participantes podem já começar já a puxar pela imaginação, uma vez que têm até às 23h59 do dia 11 de junho. O vencedor será revelado nos dias seguintes. Para mais detalhes sobre este desafio, podem ficar a saber tudo através dos seus Termos e Condições.

Para se inspirarem, fiquem com o mais recente trailer cinemático de The Last of Us Parte II, que chega em exclusivo à PlayStation 4 no dia 19 de junho.

Gelataria Gulato tem nova esplanada a funcionar a 1km da Comporta

Os responsáveis chamaram-lhe Cantinho da Gulato.

Lembram-se quando, em maio do ano passado, começámos por dar destaque à Gulato, uma nova marca de gelados artesanais que nasceu na Comporta? Pois bem, há novidades.

Mesmo durante a pandemia, a empresa continuou a funcionar, fazendo entregas ao domicílio. Porém, tal já não se faz. Porquê? É que têm uma grande novidade: uma esplanada.

Os responsáveis chamaram-lhe Cantinho da Gulato. Fica anexada ao laboratório de onde saem as criações e tentações que deleitam moradores e visitantes da região.

Gulato
Foto: Gulato

Além de sabores novos como o super-alentejano Natas, Limão e Alecrim e o já clássico aveludado Caramelo Salgado, a esplanada serve batidos de gelato, café, smoothies de fruta e limonadas refrescantes.

Porém, e para aqueles mais gulosos, o destaque vai para o Pecan’dillos (noz pecan com caramelo dourado) e o Gulatíssimo (nata, doce de leite, chocolate fondant e bolacha), que parece incrível. De notar que a Gulato também oferece uma variada seleção de sabores sem açúcar, sem glúten e sem laticínios.

O Cantinho da Gulato fica a 1km da Comporta, na tranquila Aldeia do Possanco, e oferece vistas para o por do sol, o estuário do Sado e a Serra da Arrábida.

Outra boa novidade está relacionada com os conhecidos triciclos, que estarão a funcionar já a partir do próximo mês. Poderão encontrá-los todos os dias na vila da Comporta e na Praia do Carvalhal durante os meses de julho e agosto, das 13h às 20h, com um período de funcionamento mais alargado na vila até às 22h.

Kali Uchis, Slow J e Jungle DJ Set reconfirmados no 26º Super Bock Super Rock

Mais três nomes que se juntam aos anteriormente reconfirmados.

Slow J

Depois de, no passado dia 28 de maio, a Música no Coração ter reconfirmado as presenças de Foals, boy pablo e Local Natives para o Meco, eis que surgem hoje mais três nomes que não irão escapar ao 26º Super Bock Super Rock.

Assim, Kali Uchis (17 julho, Palco Super Bock), Slow J (16 de julho, Palco Super Bock) e Jungle DJ Set (15 de julho, Palco Somersby) estão certíssimos no cartaz de 2021 do festival.

Recorde-se que o Super Bock Super Rock 2021 acontece de 15 a 17 de julho.

Além do Super Bock Super Rock, a Música no Coração tem ainda a seu cargo o Sumol Summer Fest, MEO Sudoeste, Galp Beach Party e o novo Jardins do Marquês – Oeiras Valley, que também foi adiado para 2021.

Concerto dos Kiss em Lisboa foi adiado

Não se sabe é para quando.

Kiss vão regressar

Durante os próximos tempos vai ser difícil apostar novamente em grandes concertos de artistas internacionais. Isso parece certo, pelo menos até final de 2020.

Hoje, chega-nos a informação de mais um espetáculo adiado. Desta vez, foram os Kiss que tiveram de adiar a tour End Of The Road, onde se incluía uma passagem por Lisboa a 7 de julho.

“Estamos a trabalhar na nova data que vamos partilhar convosco logo que possível. Agradecemos, desde já, pela compreensão”, partilha a promotora Everything is New na sua página de Facebook.

Portanto, e se adquiriram bilhetes para o espetáculo, só vos resta esperar pela nova data para aquele que será o último concerto dos Kiss por cá. A qualquer momento espera-se ainda informações sobre o concerto dos Aerosmith, que também deverá ser adiado/cancelado.

Inquérito revela que 82% dos fãs estão prontos para voltar aos eventos ao vivo

A pesquisa foi realizada pela Festicket a mais de 110 mil inquiridos.

Festicket

Com mais de um terço da população mundial em confinamento devido ao surto de coronavírus, o impacto negativo na indústria de eventos ao vivo não se deixou de fazer notar. Mas depois do desconfinamento, o que é que se espera?

A Festicket realizou uma pesquisa que incluiu mais de 110 mil fãs provindos de vários países para descobrir quando estes estarão prontos novamente para assistir a eventos ao vivo.

Os resultados da pesquisa demonstraram que 82% dos fãs estariam dispostos a ir a um festival no prazo de um a seis meses depois do desconfinamento. Incluídos nesse grupo, 66% não teriam problemas em comparecer a um festival dentro de um período de um a três meses, enquanto que 30% estariam dispostos a fazê-lo imediatamente após o anúncio de desconfinamento.

É natural que os festivais de um dia figurem no topo da lista de eventos aos quais os fãs não se importariam de voltar imediatamente após o desconfinamento, no entanto, um pouco menos de 70% afirmou estar disposto a ir a um festival de fim de semana. Além disso, 59,5% dos inquiridos afirmaram que estariam dispostos a ir tanto a eventos de música nacionais como internacionais no próximo ano.

No que diz respeito às reservas para o ano de 2021, a maioria dos fãs parece acreditar que a temporada do ano de 2021 não será afetada, e mais de 75% dos inquiridos afirmam estar dispostos a efetuar reservas para o próximo ano, nos próximos dois meses.

Além disso, os fãs parecem estar dispostos a não poupar despesas nas suas próximas viagens a festivais, com 34% dos inquiridos a afirmar que estariam dispostos a gastar entre 250€ e 500€ e 24% de inquiridos a afirmar que estariam dispostos a gastar mais de 500€.

No entanto, os fãs são da opinião de que os organizadores dos eventos ao vivo devem implementar várias medidas adicionais quando voltarem, estas deverão incluir a comunicação antecipada de medidas de saúde e segurança, a instalação de estações para a lavagem e desinfeção de mãos, a redução de capacidade de pessoas permitida no recinto e o cancelamento gratuito de bilhetes.

Entretanto, são muitos aqueles que assistem às transmissões ao vivo, com mais de 60% dos inquiridos a afirmar terem assistido a uma durante o confinamento. 58% dos inquiridos afirmaram estar dispostos a pagar para assistirem a uma transmissão ao vivo, por meio de um bilhete ou fazendo um donativo. Aliás, ainda há relativamente pouco tempo a Festicket anunciou a criação de uma plataforma para concertos online.

De resto, também podemos avançar a Festicket vai começar a transmitir uma série de concertos a partir da próxima segunda-feira, dia 8 de junho, que culminará num evento ao vivo no Avenida Café-Teatro em Aveiro, com transmissão em stream pago, no dia 21 de junho.

Música: Álbuns essenciais (abril)

Fiona Apple lançou um dos álbuns mais brilhantes dos últimos anos. Pronto, já disse.

Álbuns essenciais (abril)

Tinha de abrir com esta informação que considero urgente para todos os amantes de música que passaram ao lado disto.

Para além da obra de arte que é Fetch The Bolt Cutters (não, Fiona Apple não me está a pagar à comissão), abril contou com outros excelentes álbuns, tais como o fecho da trilogia de Manchester por parte de BC Camplight ou o regresso de Yves Tumor com um álbum mais focado. O resto do mundo também decidiu que, em abril, tinha algo a dizer, e Lido Pimienta (Colombia), Rina Sawayama (Japão) e Yaeji (Coreia do Sul) também decidiram dar um ar da sua graça com álbuns muito distintos e bastante únicos.

Ainda em tom de manchete: Os The Strokes estão de regresso sete anos depois!

Ashley McBryde – Never Will

Ashley McBryde - Never Will

Género: Country/New Traditionalist

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Com o álbum anterior (Girl Going Nowhere), Ashley McBryde deixou bem claro o rumo que queria dar à sua carreira, mais longe do country oco e genérico. Com Never Will manteve esse rumo, expondo-se mais na escrita, provando que tem a alma e carácter para chegar a grandes palcos com a sua música. A criatividade que emprega na composição de sonoridades que produz torna a promessa ainda mais excitante. Foco na faixa “Voodoo Doll”, magnífica!

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Hang In There Girl
  • One Night Standards
  • Voodoo Doll
  • Sparrow

BC Camplight – Shortly After Takeoff

BC Camplight - Shortly After Takeoff

Género: Indie Rock/Alt-Rock

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Shortly After Takeoff é o álbum que completa a famosa Manchester Trilogy de Brian Christinzio, que facilmente poderia ser chamada da Tragedy Trilogy.

Não tem sido fácil a estadia do músico de Filadélfia em Manchester, ainda mais sabendo que o seu suposto auge enquanto músico está a ser constantemente perseguido por alguma tragédia que prejudica a promoção dos seus álbuns.

Pouco depois de lançar How To Die In The North (2015), foi deportado e banido do Reino Unido; Em 2018, dias depois após o lançamento do Deportation Blues, o seu pai faleceu; Com o novo álbum, o Reino Unido entrou numa fase mais agressiva da pandemia Covid-19. Caso para dizer: Brian não tem sorte nenhuma.

Em todo o caso, o que não falta ao músico é talento, pelo que não é coincidência que este último álbum da trilogia em Manchester seja o melhor da sua carreira e, certamente, um dos melhores do ano.

É, provavelmente, o álbum mais criativo e versátil (sem entrar em aleatoriedades) que ouvi desde o A Brief Inquiry into Online Relationships (2018) dos The 1975.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • I Only Drink When I’m Drunk
  • Back To Work
  • Cemitery Lifestyle
  • Shortly After Takeoff
  • Born To Cruise

Empress Of – I’m Your Empress Of

Empress Of - I'm Your Empress Of

Género: Electronic Pop/House

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Quando, em 2015, Lorely Rodriguez lançou Me (o seu álbum de estreia), tornou-se num dado adquirido que a persona Empress Of estava trilhada para conseguir oferecer algo fresco à indústria musical. Três anos depois produziu Us, um álbum mais dreamy e apaixonado, e foi com um single desse álbum (When I’m With Him) que consolidou o seu nome em plataformas mais mainstream.

Este ano, Lorely Rodriguez quebra a corrente do álbum anterior, dando a sensação que a motivação para produzir música nessa altura foi arrancada da sua vida. Segundo a artista, ter feito a sua tour em 2019 solteira e de coração partido foi uma experiência que a fez crescer bastante como pessoa. O processo resultante dessa fase menos positiva da sua vida foram dois meses fechada em estúdio, onde escreveu e produziu I’m Your Empress Of sozinha.

Nesse processo, Lorely trocou as sonoridades dream pop por sonoridades mais eletrónicas acompanhadas de batidas house fluidas, com letras bastante sóbrias, cruas e transparentes.

Este álbum não é, de todo, o trabalho perfeito, mas captou bem a essência das paixões modernas e passou o estado de espírito de Lorely para a música com distinção.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Love Is A Drug
  • U Give It Up
  • What’s The Point
  • Hold Me Like Water

Enter Shikari – Nothing Is True & Everything Is Possible

Enter Shikari - Nothing Is True & Everything Is Possible

Género: Alt-Rock/Electronic

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Em 2007, os Enter Shikari lançaram o seu álbum de estreia e foram automaticamente catapultados para a ribalta, mas só oito anos depois conseguiram um trabalho memorável com o Mindsweep. Aparte disso, pode-se dizer que foram conseguindo manter alguma consistência nos restantes álbuns que foram lançando ao longo dos anos.

Em 2020, a banda regressa com um trabalho bastante interessante (explorando abordagens do passado) onde, apesar do foco ter nuances de inúmeros géneros, a cola que liga as músicas funciona lindamente.

Com uma adjetivação simples e precisa, Nothing Is True & Everything Is Possible é um dos trabalhos mais divertidos e excitantes do ano.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • THE GREAT UNKNOWN
  • { The Dreamer’s Hotel }
  • modern living….
  • T.I.N.A.
  • Satellites* *

Ezra Furman – Sex Education [Original Soundtrack]

Ezra Furman - Sex Education [Original Soundtrack]

Género: Indie Pop/Indie Rock

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Apesar do álbum ter ficado disponível em janeiro (download/stream), em paralelo com o lançamento da 2ª temporada de Sex Education, só em abril foi lançado em formato físico.

De forma a dar contexto, é importante ressalvar que Sex Education (Netflix) é uma das séries mais relevantes para o público jovem e com grande amplitude na cultura Pop, tendo-se apoderado do momentum que 13 Reasons Why criou.

Sex Education retrata a vida de um grupo de adolescentes pela descoberta sexual e conquista do íntimo, captando a essência das alegrias e dissabores da adolescência, desmistificando tabus e esclarecendo dúvidas genéricas de forma fresca, simples e divertida.

Ezra Furman foi quem ficou responsável por desenvolver a banda sonora que veio dar cor e vida à série (com alguns singles de trabalhos anteriores), levando-nos numa viagem à nostalgia de um passado presente que já fez parte da vida de todos nós.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • I’m Coming Clean
  • Every Feeling
  • I Can Change
  • Devil or Angel

Fiona Apple – Fetch The Bolt Cutters

Fiona Apple - Fetch The Bolt Cutters

Género: Pop Rock/Indie Rock

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Já lá vai mais do que uma década desde que comecei a explorar a discografia de Fiona Apple e, quando Idler Wheel… foi lançado, pode-se dizer que fiquei rendido. Num mercado a 1000 à hora, a artista marca o seu próprio passo e, quando produz música, fá-lo com cabeça, tronco e membros.

Oito anos depois, Fiona regressa com um álbum onde, mais do que em controlo, prova que chegou a uma fase da sua vida em que a compreendeu, aceitou e absorveu como ela é. Nem tudo é linear e muito menos justo.

Fetch The Bolt Cutters é metafórico e literal ao mesmo tempo, surgindo como fruto de uma necessidade de desabafo. É o descarregar de oito anos de pensamentos soltos e divagação, expondo o que precisa de ser exposto (por muito incomodativo que possa ser) e deixar clara a posição da cantora em relação a várias temáticas sensíveis. Ler mais…

Classificação: ★★★★★

  • I Want You To Love Me
  • Fetch the Bolt Cutters
  • Under The Table
  • Relay
  • Newspaper
  • Ladies
  • Heavy Ballon
  • Cosmonauts
  • Drumset

Laura Marling – Song for Our Daughter 

Laura Marling - Song for Our Daughter

Género: Folk/Folk Rock

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Com sete álbuns em 13 anos, temos visto a carreira de Laura Marling crescer a um ritmo lento, mas constante – tal como a sua maturidade como pessoa e profissional.

O problema é que esta pandemia é uma faca de dois gumes no que toca a lançamento de álbuns, porque o mundo está com mais tempo para ouvir com ouvidos de ouvir. Posto isto, é preciso uma artista estar realmente segura do teor do seu trabalho para optar pelo lançamento nesta altura, até porque, se não tiver nada que o faça sobressair, rapidamente cai em esquecimento.

Falo nisto porque o teor do trabalho de Laura não é algo arriscado de produzir e, caso lhe falte alma, não passa de um lançamento dedicado aos fãs.

As boas notícias é que Song For Our Daughter é o trabalho mais maduro da cantora até agora e a sua ternura e beleza é exatamente o que o mundo precisava neste momento. É o álbum perfeito de companhia e o facto de ser o seu disco mais acessível até à data pode ser uma oportunidade para aumentar a base de fãs.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Alexandra
  • Held Down
  • Only The Strong
  • Hope We Meet Again
  • For You

Lido Pimienta – Miss Colombia

Lido Pimienta - Miss Colombia

Género: Latin/Electronic

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Lido Pimienta é uma artista colombiana (residente no Canadá) que, apesar de ter começado a sua carreira há 10 anos, só em 2017 começou a ganhar reconhecimento ao ganhar o Polaris Music Prize. Este prémio contempla os trabalhos de artistas com nacionalidade canadiana e, no ano em que Lido Pimienta ganhou, alguns dos álbuns opositores eram You Want It Darker de Leonard Cohen e Pleasure de Feist.

O mais incrível é que Lido ganhou esse prémio e canta em castelhano, algo que reforça a posição que tenho defendido este ano: a indústria musical está a mudar e a adaptar-se a línguas em vez de serem os artistas a adaptarem-se ao inglês para conseguir um nível sucesso transcendente.

O que torna a música da cantora de ascendência colombiana são influências musicais tradicionais/afro-colombianas que emprega no som e ritmo que produz, sendo o synth-pop e eletrónica a base do mesmo.

Lido Pimienta junta-se, assim, a Rosalía, Bad Bunny e J Balvin na missão de difundir a música cantada em castelhano pelo mundo.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Eso Que Tu Haces
  • Nada
  • Te Queria
  • Coming Thru
  • Resisto Y Ya

Mystery Jets – A Billion Heartbeats

Mystery Jets - A Billion Heartbeats

Género: Alternative/Indie Rock

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Foram precisos esperar 14 anos para os Mystery Jets lançarem um álbum capaz de os tirar da garagem e conferir-lhes estofo para os catapultar para grandes palcos, mas o momento finalmente chegou.

O timing não é o melhor a nível de conjuntura, mas creio que é uma questão de tempo.
A nível temático, é um álbum consciente e atual que trata assuntos como o ativismo ambiental (contando inclusive com uma homenagem ao movimento criado por Greta Thunberg em “Wrong Side of the Tracks”), as alterações climáticas, o impacto político ou a austeridade.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Screwdriver
  • History Has Its Eyes On You
  • A Billion Heartbeats
  • Endless City
  • Wrong Side Of The Tracks

Rina Sawayama – Sawayama

Rina Sawayama - Sawayama

Género: Pop/Nu-Metal/R&B

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Longe vão os tempos onde o nu-metal dominava os charts e roubava protagonismo ao também emergente pop/R&B. No entanto, a partir de 2010, o nu-metal começou a perder gás e agora só há vestígios de sucessos passados.

Rina Sawayama chega para contrariar isso, num álbum que é uma homenagem ao estado de sítio da música na viragem do milénio onde Korn, Britney Spears, Evanescence e Christina Aguilera eram algumas das maiores estrelas da música.

Um mix muito estranho, mas a cantora japonesa conseguiu a proeza de fazer um revival fantástico a esse mix num só álbum (de “STFU!” a “Love Me 4 Me”), proporcionando uma viagem nostálgica fantástica. Apesar de eu ter um carinho especial pelo nu-metal puro, fica o desejo de ver o que vai resultar desta nova mistura com o pop.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Dynasty
  • XS
  • STFU!
  • Comme Des Garçons (Like The Boys)
  • Love Me 4 Me
  • Bad Friend

The Strokes – The New Abnormal

The Strokes - The New Abnormal

Género: Indie Rock/New Wave

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As saudades do indie rock e a forma como tomou o mundo de assalto entre 2005 e 2015 é enorme, logo este regresso dos The Strokes criou grandes expetativas (verdade seja dita: maiores do que a qualidade do produto final). The New Abnormal é um Angles mais despido, mas, ainda assim, não deixa de trazer sonoridades agradáveis com o clássico trabalho de sintetizadores no fundo.

“Not The Same Anymore em slow tempo é algo diferente do que estamos habituados, mas não falhou. Nota também para o falsete surpreendente de Casablancas em “Eternal Summer”.

O admirável é uma banda mais madura e crescida ainda ter a capacidade de produzir material dotado da vitalidade que lhes deu nome. E depois da deceção com Comedown Machine e o Future Present Past EP, Julian Casablancas e companhia estavam debaixo de um teste de fogo: passaram, mas deixam um pouco a desejar.

Numa altura em que deviam estar a fortalecer o seu legado depois de uma década dececionante, lançaram um Extended Play (meio experimental) disfarçado de álbum.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • The Adults Are Talking
  • Selfless
  • Not The Same Anymore

Thundercat – It Is What It Is

Thundercat - It Is What It Is

Género: Jazz Fussion/R&B

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Stephen Bruner aprimorou o seu som e, apesar de continuar a investir em álbuns com uma grande quantidade de faixas (à semelhança de Drunk em 2017), desta vez dá uso a essa quantidade extra para criar a cola que torna It Is What It Is no seu álbum mais coeso até à data, através de vários interludes.

Interludes esses que contribuem positivamente para esta viagem ao longo de um álbum perfeitamente equilibrado entre jazz fusion e R&B, que nos dá a conhecer melhor a mente de Bruner, criando a sensação que estamos a ouvir uma longa faixa para contemplação.

É o que é, mas é muito bom.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • I Love You Louis Cole
  • Black Qualls
  • Funny Thing
  • Dragonball Durag
  • King Of The Hill
  • I Love You Louis Cole
  • Black Qualls
  • Funny Thing
  • Dragonball Durag
  • King Of The Hill

Yaeji – What We Drew [Mixtape]

Yaeji - What We Drew [Mixtape]

Género: Electronic/House

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O trabalho da cantora/produtora de ascendência sul-coreana não me é estranho, dado que, em 2017, deu-SE a conhecer ao mundo com Singles como “Raingurl”, “Drink I’m Sippin’ On” ou “One More” (Peggy Gou e BTS seguiram-lhe os passos na conquista do mercado internacional).

Em 2020, Yaeji regressa com uma mixtape cantada quase na íntegra em coreano que foge do floreado do pop e se foca nos detalhes, mantendo uma orientação artística focada nos aesthetics, mas sem nunca perder a fluidez. Com What We Drew, Yaeji aproveita para partilhar os seus sonhos, ansiedades, paixões e receios, acompanhados de uma sonoridade eletrónica ousada e inventiva.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • WHAT WE DREW 우리가 그려왔던
  • WHEN I GROW UP
  • SPELL 주문 (ft. YonYon, G.L.A.M.)
  • WAKING UP DOWN

Yves Tumor – Heaven to a Tortured Mind

Yves Tumor - Heaven to a Tortured Mind

Género: Experimental Rock/Psychadelic Soul

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Sean Bowie devia ser caso de estudo. A sua loucura característica confere-lhe um dom de criar música bastante distinta. Tão distinta que o concerto que deu no NOS Primavera Sound 2019 foi um dos mais eletrizantes que vi, também muito graças à qualidade do álbum predecessor. Safe in the Hands of Love foi, sem dúvida, um dos grandes marcos da música em 2018, onde após cada faixa ouvida não sabíamos bem o que esperar da próxima.

Com Heaven to a Tortured Mind, Bowie parece ter encontrado um porto seguro onde pode abstrair-se de tudo o que o rodeia e concentrar-se em novos truques onde nenhuma emoção é de menos. Quanto às pessoas que o ouvem com gosto, têm neste novo trabalho mais um espectáculo para se deliciarem e no fim aplaudirem de pé.

O Rock’n’Roll está vivo e de boa saúde graças a Yves Tumor.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Gospel For A New Century
  • Kerosene!
  • Romanticist
  • Super Stars
  • Strawberry Privilege

Confesso que do mês de maio não ouvi mais do que uma dúzia de álbuns. Mas depois de ter essa análise pronta e recuperar o atraso, vai ser mais fácil para meter a “casa em ordem” e lançar as análises relativas a um determinado mês mal ele acabe.

É preciso ter em conta que foram quatro meses de música transcritos para artigos de análise num espaço de 36 dias… Se as horas de música ouvidas no Spotify funcionassem como os dados móveis, creio que, por esta altura, já estava a esgotar o tráfego anual. Enquanto isso podem dar uma espreitadela na seleção do mês anterior.

Sem mais demoras, deixo-vos aqui um single lançado em abril que promete deixar-vos com vontade de dançar pela noite dentro.

Link para os álbuns essenciais de maio

EPAL lança versão especial da garrafa COOL dedicada a Lisboa

Tudo isto deve-se ao facto de Lisboa ser, em 2020, a Capital Verde Europeia.

garrafa Cool

Depois do sucesso das outras edições, a EPAL tem agora uma nova garrafa COOL dedicada a Lisboa, contendo uma imagem alusiva ao facto da cidade ser, em 2020, Capital Verde Europeia.

Esta nova edição é em barro vermelho e tem uma serigrafia na sua base, onde vibram cores da natureza e da água, aliando o seu conceito cromático ao usado no logotipo do galardão. As imagens revelam locais emblemáticos da cidade, tais como, o Aqueduto das Águas Livres, jardins que convidam a um passeio, fontes de energia renovável e, naturalmente, a água.

Preservando o seu design, manufatura e materiais 100% portugueses, esta edição especial da COOL, Lisboa Capital Verde Europeia, ganhou mais cor e vai juntar-se às três versões anteriormente lançadas.

A garrafa COOL é feita de barro, uma matéria-prima sustentável e ecológica de tradição milenar que permite manter a água da torneira sempre fresca e com consumo zero de energia, por isso, o melhor símbolo encontrado para uma ode à cidade de Lisboa e ao galardão recebido.

As garrafas COOL podem ser adquiridas na Mãe d’Água das Amoreiras, nas Lojas EPAL e online pelo valor de 50€.

Lojas do Cidadão na Área Metropolitana de Lisboa permanecem encerradas até dia 15 de junho

A decisão foi publicada esta quinta-feira em Diário da República.

Lojas do Cidadão

Embora o resto do país comece a registar cada vez menos casos de infeção de COVID-19, tal não é o caso na zona da Grande Lisboa, algo que tem feito com que os serviços ainda não possam reabrir.

Assim sendo, no decreto publicado esta quinta-feira em Diário da República, ficamos a saber que as lojas do Cidadão na Área Metropolitana de Lisboa permanecem encerradas até dia 15 de junho.

“Na Área Metropolitana de Lisboa, as Lojas do Cidadão permanecem encerradas, sem prejuízo de poderem aceitar marcações para atendimento presencial a realizar após 15 de junho de 2020, mantendo-se o atendimento presencial por marcação nas Lojas do Cidadão apenas nas localidades onde não existam balcões desconcentrados, bem como a prestação desses serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas”, refere o documento.

No entanto, mantém-se o “o atendimento presencial por marcação nas Lojas de Cidadão apenas nas localidades onde não existam balcões desconcentrados, bem como a prestação desses serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas”.

Esta é uma decisão que afeta as lojas das Laranjeiras, Saldanha, Marvila, Cascais, Cacém, Setúbal, Odivelas, Mafra e Pinhal Novo e Pinhal Novo Móvel.

Overcooked é a nova oferta da Epic Games Store

Mais uma semana, mais um jogo grátis.

A Epic Games lançou mais um jogo gratuito para todos os jogadores de PC. Esta semana saltou fora Borderlands, que agora só está acessível a pagar (a menos que tenham aproveitado a oferta) e entra Overcooked.

Esta adorável aposta é um jogo cooperativo perfeito para jogar em grupo com amigos, online ou no sofá, até quatro jogadores, que competem ou se ajudam a preparar vários pratos para os clientes e chefs mais exigentes.

Tal como outras ofertas da Epic Games, esta é temporária, ficando disponível até ao dia 11 de junho. Mas uma vez resgatada, fica para sempre na biblioteca.

Para a semana, apesar de não estar revelada na loja, segundo o utilizador do twitter Wario64, a oferta será do jogo de lutas Samurai Shodown Neogeo Collection.

Crítica – Trackers (Primeiros 3 Episódios)

Os primeiros episódios de Trackers não são totalmente perfeitos… mas também não são horríveis.

Trackers

A nova aposta da HBO no mercado internacional mostra uma excelente maneira de fazer séries atualmente. Aliás, Trackers é uma produção da M-Net, da Cinemax (canal detido pela HBO) e da ZDF (canal público alemão). Estreou em 2019 nos canais citados e chega a 5 de junho a Portugal através da plataforma de streaming.

Esta nova série de drama aborda três histórias, habilmente entrelaçadas num sofisticado thriller de ação na África do Sul, que colidem explosivamente na Cidade do Cabo, numa violenta conspiração que envolve crime organizado, contrabando de diamantes, forças de segurança estatais, tráfico de rinocerontes negros, a CIA (Agência Central de Inteligência) e conspiração terrorista.

No geral, Trackers não é a melhor série de sempre, nem de perto nem de longe, mas vê-se bastante bem. Com uma média de 50 minutos por episódio, esta produção não é propriamente inovadora na sua linha narrativa. Não é que a história já tenha sido contada, mas já foram contadas histórias parecidas de outra maneira. Entretém, mas não é nada de espetacular.

As duas línguas

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Tal como em White Lines, há aqui uma série bilíngue, mas o equilíbrio não é tão bem conseguido. Nem decorre de uma maneira tão fluída. O facto de ter visto sem legendas pode contribuir para esta minha perceção e, portanto, acredito que, com legendas, a experiência seja mais agradável. A culpa não é dos atores, cujo trabalho acho que foi bem feito. Mas sim de não estarmos habituados a esta vertente do inglês.

Aqui fala-se, sobretudo, em inglês com o sotaque sul-africano. No entanto, não é esta apenas a língua falada. Fala-se também em Afrikaans ou Africâner, em português, que é um idioma de ramo germânico falado por mais de 16 de milhões de pessoas.

Os cenários bem conseguidos

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O nível estético é, provavelmente, aquilo que é mais bem conseguido em todos os episódios. Aliás, a própria introdução apresenta cenários muito interessantes e com uma música de fundo daquelas que só as grandes séries têm. É pena que seja apenas isso.

As imagens de África são interessantes e estão muito bem captadas em todos os níveis.

Demasiadas personagens, mas ligação entre elas bem conseguida

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Tenho tido este problema com muitas séries, incluindo as portuguesas, mas aqui é um pouco diferente. Há demasiadas personagens e, no início, especialmente, há alguma confusão entre elas. É complicado gerir tantas personagens. No entanto, com o avançar dos episódios, acaba por ficar melhor. Mas não perfeito.

Ainda assim, acho que a série teria ficado muito melhor com um maior foco em personagens centrais da trama, como a jornalista que, na verdade, nem é bem jornalista. Ou na própria personagem enigmática principal que vamos ficando a conhecer aos poucos.

Se estão à procura de algo para entreter, mas que, ainda assim, obrigue a que fiquem de olho no ecrã para não perderem nada do que se passa, Trackers é uma ótima opção.

A próxima temporada de Fortnite foi adiada

A terceira temporada começa a meio do mês.

Fortnite PlayStation 4

Tempos de crise merecem ações, algumas delas adiamentos e a Epic Games tem tentado ajustar os eventos do seu popular jogo aos desenvolvimentos sociais que têm ocorrido um pouco por todo o mundo.

Por isso, a terceira temporada de Fortnite: Chapter 2 foi adiada pela terceira vez. Quando entrou na sua versão 2.0, a Epic Games prometeu que as temporadas seriam mais longas, mas nada previa que fossem assim por causa dos atuais eventos.

Inicialmente, a terceira temporada estava prevista para 30 de abril e foi adiada uma primeira vez para dia 4 de junho. Depois voltou a ser a adiada para dia 11 e, agora, sofreu novamente mais um deslize para dia 17 de junho.

Além do adiamento sucessivo da temporada, a Epic Games já tinha adiado um evento dentro do jogo, inicialmente marcado para dia 6 de maio, para o próximo dia 15 de junho. Tal mantém-se para já.

Em comunicado, a Epic Games refere que este adiamento em particular tem a ver com os atuais eventos e protestos que decorrem não só nos Estados Unidos da América, mas um pouco por todo o mundo, que consideram ser “uma importante lembrança das constantes injustiças na sociedade, desde a negação dos direitos humanos básicos ao impacto do racismo contra negros. Estamos profundamente cientes do sofrimento que os nossos amigos, famílias, colegas de equipa, jogadores e comunidades estão a sentir neste momento”.

Fortnite continua, assim, na sua segunda temporada desde o início do seu novo capítulo durante mais uns dias.

Tomorrowland Around The World. Vem aí a primeira edição totalmente digital do conhecido festival

Acontece já a 25 e 26 de julho e o cartaz será divulgado a 15 de junho. Mas este evento não é gratuito.

Tomorrowland Around The World

Por esta é que ninguém esperava. Hoje, dia 4 de junho, a organização do festival de música eletrónica Tomorrowland anunciou uma edição do festival inteiramente digital. Chama-se Tomorrowland Around The World, estará disponível em qualquer parte do mundo e irá decorrer a 25 e 26 de julho.

Uma vez que, em 2020, não acontecerá o Tomorrowland na Bélgica, esta foi a forma encontrada pela organização para manterem intacto o espírito do festival.

Com um total de oito palcos, os quais poderão ser acedidos através dos PCs ou dispositivos móveis, o Tomorrowland Around The World irá ainda contar com outros três palcos adicionais que foram especialmente criados e projetados pela equipa criativa e pelos artistas 3D do Tomorrowland.

Como seria de esperar, cada um dos palcos destinados às atuações contará com os melhores DJs da atualidade, cada um com o seu género. O cartaz será divulgado a 15 de junho.

Além destas apresentações, sabemos que existirão experiências interativas (não é necessário qualquer dispositivo de realidade virtual), webinars, jogos e workshops relacionados com lifestyle, comida e moda.

Claro, com tanta coisa, não se podia esperar que fosse um evento gratuito, até porque existem vários custos associados. Assim, fiquem a saber que o bilhete diário custa 12,50€, ao passo que o passe de fim-de-semana custa 20€. Estes ingressos ficarão à venda a partir de 18 de junho.

Monstrum – Um novo tipo de terror

Depois do lançamento no PC, Monstrum, da Team Junkfish, chega finalmente às consolas com uma aposta diferente no género de horror.

Monstrum

Apesar das suas inspirações em títulos como Amnesia: The Dark Descent e Slender: The Eight Pages, Monstrum coloca de parte a linearidade para nos dar uma experiência mais focada na exploração e numa estrutura próxima dos roguelikes.

Em Monstrum, nada nos é explicado. Quando iniciamos a aventura, somos atirados aos lobos e obrigados a descobrir o nosso caminho. A exploração, que acontece na primeira pessoa, é um dos seus pontos fortes e coloca-nos num navio abandonado, dividido por vários níveis, onde é necessário descobrir os itens necessários para fugirmos. Onde estão e como poderão ser utilizados faz parte da experiência de Monstrum, e é necessário, através de várias tentativas, descobrir os mistérios deste jogo de terror e compreender como funcionam as peças do seu puzzle.

Como um roguelike, Monstrum muda por completo o ponto de partida e o posicionamento dos itens dentro do barco. Apesar dos objetivos não se alterarem de tentativa para tentativa, é necessário explorar os cenários como se fosse a primeira vez. Esta aposta numa estrutura assente na tentativa-erro faz com que se crie uma experiência de evolução sempre que recomeçamos, pois decoramos o design dos níveis, as suas vantagens e armadilhas – que podemos utilizar em tentativas futuras. A progressão é também representada pela descoberta de notas, que nos contam um pouco sobre o que se passou no navio, com a sua aquisição a ser permanente.

Monstrum

O ambiente é tenso e assustador, com o receio da morte permanente a pairar sobre nós sempre que nos aventuramos pelos corredores enferrujados do navio. A existência de caminhos múltiplos também auxilia esta aposta na tensão e cria, desta forma, uma corrida constante contra o tempo. É necessário fazer escolhas, planear os nossos trajetos e dominar as mecânicas do jogo. Existem vários itens espalhados pelos cenários que não só temos de encontrar, como aprender a sua funcionalidade. Itens de missão, de distração, de defesa e de luz, todos eles importantes e necessários à sua maneira.

A estrutura do jogo é completada pela presença de três monstros distintos. The Brute, The Hunter e The Fiend têm as suas próprias habilidades, como paralisar o jogador, dificultar o seu caminho ou eliminá-lo rapidamente. Só encontramos um dos monstros por partida, mas nunca sabemos o que nos espera até entrarmos no mundo opressivo de Monstrum. Há um equilíbrio entre os três monstros e há uma aposta na gestão de recursos e na exploração controlada do navio. Esta é a fórmula de sucesso de Monstrum.

Ainda é cedo para determinar se o título da Team Junkfish vai encontrar o mesmo sucesso nas consolas, mas o seu legado no PC já está cimentado através da sua aposta numa estrutura roguelite, algo raramente visto no género. Se procuram um jogo de terror diferente, Monstrum poderá ser uma boa aposta na PS4, Xbox One e Nintendo Switch.

A McDonald’s adicionou ingredientes extra a alguns dos seus clássicos

A marca quer que os clientes voltem a visitar os seus restaurantes. Logo, nada como dar uns miminhos extra.

ingredientes extra

Se são daqueles que estavam com imensas saudades de ir a um restaurante McDonald’s, saibam agora que a marca apresenta aos clientes cinco bons motivos para visitarem aqueles espaços. Como? Adicionando ingredientes extra a algumas das opções clássicas… mas com o mesmo preço.

Esta campanha não é válido no serviço McDelivery, mas sim nos restaurantes e no serviço McDrive. Por exemplo, ao Double Cheeseburger, foi acrescentada uma fatia de queijo e mais um hambúrguer de carne de vaca; à caixa de seis Chicken McNuggets juntaram mais dois de oferta para partilhar; e ao CBO foi adicionada uma fatia extra de bacon.

No que toca aos gelados, o Sundae ganhou um topping líquido extra e o McFlurry um topping sólido extra à escolha, sem custos adicionais.

Entretanto, e caso não tenham reparado, a McDonald’s alterou o modo de funcionamento do programa MLovers. Leiam tudo aqui.

Project CARS 3 revelado para PC e consolas

Um anúncio inesperado, mas bem-vindo.

Vem aí um novo Project CARS ainda para esta geração. E chega já no verão.

A Slightly Mad Studios, agora sob a alçada da Codemasters, revelou que Project CARS 3 é real, com um novo trailer e as primeiras informações.

Se há algo que neste trailer parece familiar é o tom semelhante ao defunto DriveClub, o exclusivo de corridas da PlayStation 4, e não é por acaso. Este projeto é liderado pelo diretor da antiga Evolution Studios e promete elevar a série ao apostar mais na diversão e também na simulação.

No site oficial do jogo, aprendemos que Project CARS 3 será mais ambicioso que os jogos anteriores, com mais de 200 veículos de diferentes modalidades, mais de 140 pistas reais, uma forte aposta na personalização e uma extensa e emocionante carreira, que nos deixa experimentar um pouco de todas as modalidades.

Há também outros detalhes bastante interessantes na página oficial que prometem tornar a experiência de jogo mais imersiva, comO novos sistemas de acessibilidade, assistências, níveis de habilidades, modelos de pneus, pistas com ciclos de 24 horas e diferentes condições atmosféricas e até suporte de VR e resoluções até 12K, em PCs capazes de tal proeza.

A revelação de Project CARS 3 aconteceu um pouco mais cedo do que era previsto, devido a um lançamento acidental do seu trailer que já estava agendado. Segundo a distribuidora Bandai Namco, que já pediu desculpa, esta revelação tinha sido mudada à última da hora, devido aos protestos que estão a decorrer em território Norte-Americano, mas infelizmente a informação escapou nos canais oficiais.

Project CARS 3 tem como plataformas de lançamento o PC, Xbox One e PlayStation 4.