Swappie. Marketplace de iPhones recondicionados chegou a Portugal

A empresa nasceu em 2016, na Finlândia, com o propósito de criar uma plataforma de compra e venda de telemóveis da Apple em segunda mão de confiança. A vantagem? Também os utilizadores podem vender os seus próprios iPhones.

Swappie

Chegou a Portugal um nova empresa que promete dificultar a vida a plataformas como a Hey Phones, Forall Phones e afins. Chama-se Swappie e afirma-se como o “maior marketplace de iPhones recondicionados do norte da Europa”.

Criada por Sami Marttinen em 2016, na Finlândia, a Swappie tem uma fábrica própria em Helsínquia onde todos os iPhones passam por um teste técnico de 52 etapas. Depois, se for necessário, ou levam peças novas (não originais Apple, atenção) ou são reparados. Em Portugal, a garantia é de 24 meses, algo pouco comum nestas situações de compra de recondicionados.

Por cá, a Swappie promete esclarecer todas as dúvidas associadas à compra de smartphones em segunda mão.

“Portugal foi o segundo mercado que abordamos no sul da Europa, pois acreditamos que a sua preocupação com as questões ambientais é bastante impactante no momento de tomada de decisão. O nosso objetivo é conseguir fazer com que a procura por iPhones recondicionados aumente, à medida que os consumidores ficam mais familiarizados com a categoria de produtos em segunda mão, e alertar para o impacto que a escolha de um aparelho eletrónico pode ter no ambiente. Queremos sensibilizar o consumidor e apresentarmo-nos como o parceiro de confiança no momento de troca de equipamento”, refere o fundador Sami Marttinen.

O melhor de tudo é que também os donos de iPhones podem vender os seus próprios equipamentos na plataforma. Para isso, basta preencher alguns detalhes importantes sobre a condição do telefone, de modo a receber depois uma estimativa do seu valor. Assim que os técnicos verifiquem as condições do telemóvel, o valor é transferido para o vendedor.

Indo ao site, encontramos desde modelos antigos, como o iPhone 6, até ao mais recente iPhone 11 Pro Max. Em cada produto, este terá definido o estado como Usado, Aceitável, Bom, Muito bom ou Como novo, algo que influenciará o preço final.

Para efeitos de pagamento, podem fazê-lo através de cartão de crédito ou PayPal. A encomenda é depois entregue num máximo de quatro dias úteis pela DHL.

Análise – Mafia II: Definitive Edition

Remasterizado mas pouco atualizado.

Mafia II: Definitive Edition

No final do mês de maio, os fãs de Mafia receberam uma excelente notícia: o jogo original de 2002 iria receber um remake completo com lançamento já este verão. Mas as boas notícias não se ficavam por aí, pois Mafia II e Mafia III não só também se preparavam para uma pequena atualização, como foram imediatamente lançados de surpresa.

Enquanto que o primeiro jogo ainda está em desenvolvimento no seu remake e Mafia III apenas teve o seu relançamento com melhorias menores face ao original de 2016 lançado ainda esta geração, a curiosidade do tratamento da série sob o subtítulo Definitive Edition recai mais em Mafia II.

Com uma atualização gratuita para os jogadores que já possam ter o jogo na sua biblioteca da Steam, Mafia II estreia-se agora na atual geração de consolas, PlayStation 4 e Xbox One, com melhorias que, no papel, tornam o jogo mais atual.

A linha entre remakes e remasters é, atualmente, muito fina, e não parece haver um consenso entre o que é um e outro, especialmente quando são cada vez mais as remasterizações que parecem reconstruções por inteiro dos jogos originais, com novos elementos, efeitos, conteúdos e outras afinações técnicas que tornam os jogos expectavelmente mais atuais. Por outro lado, temos jogos que fazem o mínimo dos mínimos. Aumentam apenas resoluções e texturas, oferecem ocasionalmente um pacote recheado de extras, mas preservam o jogo original na sua totalidade.

Mafia II: Definitive Editon insere-se neste segundo grupo. É a experiência Mafia II completa com todos os seus DLCs, quase tal e qual como os jogadores se lembram quando foi lançado em 2012, o mesmo ano que viu o lançamento de Red Dead Redemption e Mass Effect 2, que, aos olhos dos fãs mais fervorosos, roubaram os holofotes daquele que foi um dos jogos mais aclamados pela comunidade nesse período.

E não era para menos, Mafia II foi aclamado pelas melhores razões. A história era envolvente e levava-nos até aos bastidores do crime organizado a meio do século XX, deixando-nos viver as fantasias cinematográficas de filmes tão importantes como The Godfather. Acompanhado por um elenco de personagens fantástico, um mundo rico inspirado em cenários reais e uma história dramática com muita ação e traições à mistura, tínhamos um jogo bem concretizado, cheio de detalhes e alguns avanços tecnológicos inovadores na altura, ao mesmo tempo que tentava ser uma alternativa a titãs como a série GTA.

Mafia II: Definitive Edition

Para aquilo que pretendia ser na altura, foi um marco. Tal é inegável, razão pela qual cativou e agarrou tantos jogadores que ansiaram não só por uma sequela, como agora estão em pulgas para viajar até ao jogo original com um novo olhar.

Em Mafia II Definitive Edition os fãs de longa data vão sentir-se em casa e vão olhar para o jogo de cara lavada, ainda que a nova edição do jogo não seja 100% a ideal, em particular nas consolas premium, onde a resolução nativa não atinge os 4K nativos e nem existe opção de correr o jogo a mais do que 30FPS.

Esta nova versão, o que essencialmente oferece de novo, são aspetos técnicos: a resolução é mais elevada, as texturas são mais claras e definidas, assim como as sombras, a qualidade dos elementos à distância também melhorou… e pouco mais.

Como este é um título já com alguma idade, com limitações técnicas ao nível da densidade de elementos do ecrã, a clareza extra do jogo parece não funcionar tão bem a seu favor, com o mundo de Mafia II a apresentar-se mais despido, limpo e estéril do que o que ficou na memória de muitos jogadores. As ruas parecem mais largas, os edifícios, apesar de terem detalhe, parecem simples paredes, e a população de NPCs é simples e em pouca quantidade.

Este efeito torna-se ainda mais prevalente em momentos em que o jogo é mais quieto, como em momentos noturnos, tendo uma ambiência muito solitária e quase aterrorizante num jogo que devia de se fazer sentir vivo e interessante de explorar.

O facto de Mafia II ser um jogo relativamente mais linear que muitas apostas de mundo aberto tornam-no, pelos standards atuais, um jogo pouco interessante de explorar. O seu mapa é relativamente pequeno e serve apenas de palco para viajar de ponto A a ponto B sem grandes emoções, exceto quando as missões se baseiam em perseguições ou quando tentamos fugir à policia.

Outro aspeto que, infelizmente, não foi melhorado, foi a jogabilidade. Um jogador que nunca tenha pegado no jogo original, vai sentir que entrou numa máquina do tempo. Para um relançamento do género pedia-se, no mínimo, uma espécie de ajuste nos controlos, de forma a tornar a experiência mais agradável e menos solta e caótica.

A experiência de conduzir veículos é apenas satisfatória, em particular no modo normal e não no modo de simulação. Já controlar a nossa personagem pode ser uma dor. O combate corpo a corpo é lento e a câmara coloca-se em estranhas posições que, por vezes, não permitem ler os ataques dos adversários. E o sistema de tiro? É simplesmente frustrante. Nada é orgânico, tudo é robótico e artificial e retrata muito bem como é que os jogos evoluíram a nível mecânico em 10 anos.

Mafia II: Definitive Edition

Há outros aspetos que também me deixaram de pé atrás na experiência que Mafia II: Definitive Editon tenta oferecer. Apesar das suas melhorias, há uma série de bugs técnicos ao longo do jogo, desde sistemas de checkpoint quebrados, inimigos que ficam bloqueados, cinemáticas em que o áudio da voz sai apenas pelo lado esquerdo, entre outras pequenas chatices. Mas o que mais me desaponta numa primeira impressão é a qualidade geral deste relançamento, fica aquém das expetativas de antigos e novos jogadores.

Esta análise foi feita numa Xbox One X, uma das consolas mais versáteis desta geração no que toca ao acesso a jogos mais antigos. Graças às suas capacidades técnicas, é recorrente encontrar na biblioteca jogos antigos que correm nativamente na consola com melhorias tanto a nível de texturas, como de resoluções. E é interessante verificar como alguns desses títulos, com a mesma idade de Mafia II, conseguem parecer mecânica e tecnicamente mais agradáveis que este relançamento.

Não tenho dúvidas que Mafia II seja um excelente jogo na sua bolha temporal. Acho excelente que existam soluções de preservação de jogos antigos. E esta até pode ser a melhor versão que existe de Mafia II. Porém, no fim do dia este é um relançamento que tenta fazer o mínimo dos mínimos, com resultados que deixam muito a desejar.

Mafia II: Definitive Editon está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4
Este jogo (Xbox One) foi cedido para análise pela Capital Games. 

Rui Sinel de Cordes vai fazer Duetos com amigos humoristas no Porto

Serão noites com stand-up, sim, mas, acima de tudo, com muita conversa.

Rui Sinel de Cordes

Rui Sinel de Cordes é um daqueles humoristas sobre o qual já falámos aqui no Echo Boomer por diversas vezes. Mais recentemente, demos destaque às novas tours, O Início e O Fim, que, como se sabe, tiveram de ser adiadas devido à pandemia de COVID-19.

Faltavam alguns espetáculos para concluir O Início; já a tour O Fim não chegou a começar. E segundo um direto no IGTV, Sinel de Cordes somente retomará essas sessões assim que as salas de espetáculos puderem operar a 100% da capacidade.

Segundo referido, e isto se tudo correr bem, os últimos espetáculos de O Início deverão acontecer em outubro/novembro, com o conhecido humorista a realçar que ainda deverá fazer “duas ou três datas” adicionais dessa tour. Quando terminada, será então tempo de dedicar-se a O Fim, cujos espetáculos deverão acontecer entre fevereiro e abril.

Mas não é disso que vos falamos hoje. Como até outubro falta muito tempo, sendo essa somente uma possibilidade, Rui Sinel de Cordes optou por, até lá, criar outro espetáculo: Duetos.

Serão oito noites no Porto, com cada uma a contar com um convidado diferente.

Já temos o local, datas e convidados. Acontecem a 8 de julho (com Vasco Duarte), 9 de julho (com Hugo Sousa), 10 de julho (com Rui Cruz) e 11 de julho (com Salvador Martinha), no Teatro Sá da Bandeira.

Nestas noites, Sinel de Cordes promete estrear um bit novo sobre a amizade, fazer stand-up e apresentar o convidado em formato roast… mas pela positiva. Habitualmente, os roasts servem para insultar e falar dos podres das pessoas (mas não levemos esses insultos demasiado a sério), mas, neste caso, o humorista irá apresentar cada convidado referindo somente aspetos positivos.

Nestes Duetos, e tal como o nome deixa antever, tanto Rui Sinel de Cordes como o seu convidado irão partilhar histórias com o público, bem como responder a questões que nunca foram feitas. No final de tudo, haverá um momento de Q&A, pelo que, se sempre quiseram perguntar algo pessoalmente sem ser nas redes sociais, esse será o momento indicado.

Os bilhetes para as datas do Porto já estão à venda, variando entre os 14 e os 16€. Melhor de tudo? Estes espetáculos vão ser gravados.

Análise – Disintegration

Disintegration tenta remisturar alguns conceitos de jogos de ação e estratégia, numa experiência vazia e repetitiva.

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Desde a sua revelação no verão do ano passado que Disintegration andava no meu radar. Um novo jogo de sci-fi e ação, com uma direção artística aparentemente impecável, um sistema de jogo aparentemente inovador e, como foi promovido várias vezes, do co-criador de Halo, uma série que guardo com muito carinho.

Disintegration não demorou muito até sair cá para fora e, apesar do que muitos jogadores pensavam, este é um jogo da atual geração, chegando quase no seu final, num mês de pesos pesados. Mas será que tem o suficiente para nos convencer? Talvez não.

O mundo ficou à beira do abismo e a humanidade foi quase dizimada depois das forças da natureza tomarem controlo do planeta. Para sobreviver, a humanidade desenvolveu incríveis tecnologias de transferência de consciência para máquinas, a Integração, e, com isso, corpos robóticos para que as almas cá continuassem, imortais, a cuidar dos restos humanos. No inicio, a Integração era voluntária, até que uma força opressiva começou a expandir-se e forçar pessoas para este processo, aumentando um exército imparável de máquinas sem livre vontade, revelando-se uma nova ameaça para o resto da humanidade.

Em Disintegration controlamos Romer, um dos primeiros voluntários à Integração que, juntamente com um elenco de outros integrados, criam uma rebelião para deitar abaixo as forças do mal. A premissa de Disintegration é isso mesmo, uma simples luta do bem contra o mal, com uma fasquia muito elevada dada a escala dos eventos. Aborda temas pós-humanistas, sobre o que é livre-arbítrio, relações entre homens e máquinas e uma série de conceitos sci-fi muito interessantes. Contudo, fá-lo de forma muito passageira e quase como veículo de ligação entre os objetivos das dezenas de missões repetitivas e pouco profundas.

O grande destaque de Disintegration é a sua jogabilidade com a Gravcyle. Esta aposta é uma mistura de FPS com RTS onde, na perspetiva de Romer, controlamos um veículo voador com capacidade de disparo. Ao mesmo tempo, temos que dar ordens aos nossos colegas de equipa para atacar, interagir com pontos de interesse, usar habilidades e, ocasionalmente, sair da linha de fogo.

É um conceito engraçado e muito diferente do que se vê, tendo-me levado até aos finais dos anos 90, quando no PC emergiam jogos de guerra com mechs, tanques e veículos futuristas, extremamente divertidos e viciantes, onde a narrativa pouco importava e tudo o que queríamos fazer era rebentar com inimigos. Disintegration quase que recupera esse sentimento, mas deixa muito a desejar na sua execução.

Controlar a Gravcyle não é difícil e, pela sua natureza, controla-se de forma bastante familiar. Ela desliza pelo ar e há uma grande sensação de inércia nos seus movimentos, o que torna os controlos pouco precisos e muito mais flutuantes do que num shooter na primeira pessoa mais tradicional. Na prática, é necessária uma pequena curva de aprendizagem, pois os disparos não são certeiros e não há nenhum sistema de auto-aim que ajude a balancear isto, tornando a jogabilidade no comando algo frustrante em dificuldades maiores, onde os inimigos se movem com mais frequência.

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Felizmente, não estamos sós. Nas nossas missões temos ao nosso lado um grupo de até quatro colegas robóticos. Estes não usam Gravcyles; em vez disso têm os pés no chão, mas contam com corpos únicos e habilidades a condizer. No fundo, apresentam-se como diferentes classes tradicionais, com habilidades como escudos, granadas, morteiros, paralisia de inimigos, entre outras.

Comandar os nossos colegas é relativamente intuitivo e esta mecânica acrescenta uma camada interessante àquela que é uma jogabilidade simplista e despida. Na Gravcycle estamos apenas confinados a um tiro de disparo e uma habilidade especial e, por isso, temos que usar a nossa equipa para ajudar-nos a combater as hordas de inimigos. Isto significa que vamos ter que depender da Inteligência artificial do jogo, o que se revela um pequeno problema. A nossa equipa vai-se mantendo sempre que pode perto de nós, enquanto vamos navegando pelo mapa e encontrando um ponto de vantagem para comandar assalto ou ofensiva.

Dependendo do tipo de missão e da sua dificuldade, convém ter atenção aos tipos de inimigos que vão surgindo e aos postos de abastecimento de energia. Deitar abaixo os vilões maiores é sempre prioritário, mas nunca devemos tirar os olhos dos inimigos mais pequenos, que surgem em maior número e que podem aniquilar-nos com alguma facilidade.

Apesar de ser possível comandar a equipa para usar independentemente as suas habilidades para diferentes locais através dos botões direcionais, comandar para uma posição, para o ataque de um inimigo específico ou para interagir com um item, esta ação é sempre feita em grupo, quebrando a ilusão de controlo da equipa, pois parece que só estamos a controlar um elemento. Isto, aliado ao facto de os nossos amigos nunca se protegerem e estarem sempre na linha de fogo do inimigo, torna um pouco frustrante os combates em que um deles está com pouca vida e morre com facilidade. Felizmente, o respawn é relativamente rápido se chegarmos perto deles a tempo.

No geral, o combate até é divertido e há algum dinamismo. Infelizmente, apesar de haver alguma evolução ao longo do jogo com upgrades desbloqueáveis através de chips encontrados nos mapas, pouco muda na experiência de jogo ao longo da sua história. Disintegration quase que acaba como começa, com uma repetição constante das suas mecânicas.

Para ajudar à repetição, temos o design dos níveis e os nossos objetivos. São variados e relativamente lineares, por vezes com áreas mais expandidas e a ilusão de escolha de alguns caminhos. O mundo é um pouco mais vazio e morto do que gostaria, não existindo uma grande sensação de densidade. E o facto de estarmos sempre no ponto de vista da Gravcycle faz com que tudo pareça pequeno, o que não ajuda, por exemplo, a admirar o design e animações dos nossos colegas durante as batalhas ou até o design das hordas de inimigos, que são, também eles, pouco variados ao longo do jogo.

Outro aspeto menos positivo é a estrutura de Disintegration. As missões designam-se a ir de ponto A a B, interagir ou proteger item X e, outras vezes, aguentar ondas de inimigos, onde resultam alguns momentos caóticos, explosivos e divertidos. Contudo, a sensação de repetição é constante e alguns dos níveis são excessivamente longos ao ponto de nos cansar.

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Entre missões, lá vamos tendo cinemáticas que ajudam a avançar na narrativa do jogo, mas, na sua maioria, são momentos de exposição ou setups para a missão seguinte. É também entre missões que controlamos Romer na terceira pessoa, em pequenos hubs, normalmente sempre num hangar que é o nosso centro de operações. Além de fazermos upgrades, é aqui que podemos requisitar objetivos secundários e ouvir pequenas interações entre as personagens secundárias, sendo falas pequenas, inofensivas e cheias de cliché, ou seja, facilmente ignoráveis.

Mas Disintegration não conta só com um modo de história. Há também um lado multijogador, com três modos competitivos e elementos PvE e PvP que, tendo em conta a experiência a solo, prometem ser divertidos. Todavia, para esta análise, não me foi possível experimentar nenhum dos modos listados, pois o matchmaking simplesmente não encontrava nenhuma sessão, o que é pena, até porque, pelo lobby, apercebi-me que há um conjunto de modos de personalização da nossa equipa muito interessante e variado.

A minha experiência com Disintegration podia ser apenas mediana. Porém, alguns bugs acabaram por afetar severamente o meu progresso ao longo do jogo. Tinha presente a existência de alguns bugs a resolver, mas o que encontrei foi muito além do expectável, com checkpoints quebrados que não davam continuidade à missão e obrigavam o reinício por completo, a Gravcycle ficar presa ao ambiente ou a nossa equipa não atuar perante as minhas ações sem fazer reload ao checkpoint.

Posso dizer que Disintegration foi uma desilusão a vários níveis. Não estava à espera de um jogo excelente, admito, mas esperava mais variedade na jogabilidade e na jornada proposta, com o suporte de uma narrativa cativante e entusiasmante que, pelos vistos, resume-se facilmente em trailers e trechos comerciais.

Se pudesse definir Disintegration numa palavra seria… vazio. É um conceito interessante, mas que, com os valores de produção que apresenta, podia fazer muito mais. Disintegration vive de uma mecânica e jogabilidade interessante que perde o encanto muito rapidamente.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela Best Vision PR.

FaceApp volta a ganhar popularidade graças a um filtro que transforma homens em mulheres… e vice versa

Mas será que é uma app segura em termos de privacidade?

FaceApp

Lembram-se quando, no ano passado, toda a gente andava a utilizar a FaceApp, uma aplicação que nos transformava em versões mais velhas de nós próprios? Pois bem, a app voltou a ganhar popularidade.

Porquê? É que a FaceApp, desenvolvida pela empresa russa Wireless Lab, ganhou uma novidade que milhares de utilizadores já andam a utilizar. Desta vez, há um filtro que transforma homens em mulheres… e vice versa. Aliás, até já criaram a hashtag #faceappchallenge para que, quando partilharem os resultados nas redes sociais, as pessoas não se esqueçam de incluir essa hashtag.

Porém, na altura em que a app deu que falar, veio à baila o facto da FaceApp recolher mais dados do que o que seria necessário, trazendo riscos de privacidade e segurança digital.

Agora, e como na altura os documentos referentes à Política de Privacidade e Termos de Uso eram demasiado vagos, esses mesmos textos foram atualizados, pelo que a empresa garante que, de facto, recolhe dados. Exemplos? Dados das redes sociais, o tipo de dispositivo que estamos a usar, qual o endereço IP, informações dos sites que visitamos, entre outras informações.

No que toca às fotos, esses ficheiros permanecem na cloud (Google Cloud Platform e Amazon Web Services) por um máximo de 48 horas, de modo a que possam ser processadas e editadas.

Não existem indícios que os dados dos utilizadores estejam a ser utilizados para algo menos legal, pelo que, à partida, será relativamente “seguro” utilizar a FaceApp. Contudo, se desejarem não ter absolutamente nada vosso naquela app, é simples: não usem.

Quem Quer Ser Milionário de regresso à RTP este sábado

O regresso era há muito tempo esperado, mas chega agora a data de estreia. Quem Quer Ser Milionário – Alta Pressão regressa à RTP este sábado, dia 20 de junho.

No ano em que se celebra 20 anos do formato, Filomena Cautela vai ser a anfitriã da nova edição do programa. É com o lema “as noites de sábado da RTP1 nunca mais serão as mesmas” que Quem Quer Ser Milionário – Alta Pressão volta à antena do canal público.

Todos ganham prémios no concurso de cultura geral e de conhecimento mais conhecido no mundo. O objetivo final é acertar nas 15 perguntas de escolha múltipla para ganhar o prémio máximo de 50.000€.

Em Quem Quer Ser Milionário – Alta Pressão, seis concorrentes disputam entre si a oportunidade de jogar com a Filomena Cautela na Cadeira Vermelha.

Numa primeira fase chamada de “Dedo Rápido”, os concorrentes terão de responder a três perguntas de escolha múltipla, tendo apenas 15 segundos para responder a cada uma delas. O jogador mais rápido vence esta primeira ronda e ganha um cheque no valor de 500€ e uma vantagem única. Este cheque dá a oportunidade de comprar uma das duas ajudas que Filomena Cautela irá disponibilizar para continuar a prova.

Filomena Cautela vai pôr à prova os conhecimentos dos portugueses num dos maiores programas de entretenimento do mundo. No final deste emocionante concurso de tática e muitos nervos, só um poderá vencer. Em todos os programas há prémios, mas será que alguém conseguirá levar os 50 mil euros para casa?

bp vende meio milhão de máscaras sociais reutilizáveis em 480 postos de abastecimento

Cada máscara custa 2,50€.

máscaras sociais reutilizáveis

A bp, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), está a disponibilizar meio milhão de máscaras de proteção individual que podem ser adquiridas nos 480 postos da empresa em Portugal.

A nova coleção de máscaras sociais reutilizáveis, uma edição limitada composta por quatro cores diferentes (branco, amarelo, preto e verde), está à venda nos postos de abastecimento da bp, com um custo de 2,50€ por unidade.

O melhor de tudo? Parte do valor angariado (25 cêntimos) reverte (num total de 125.000€) para a resposta da Cruz Vermelha Portuguesa no quadro da prevenção e controlo da pandemia.

Recentemente, no âmbito à pandemia Covid-19, a bp doou combustível à instituição humanitária para apoio às ambulâncias.

No contexto da pandemia Covid-19, a bp tem-se mobilizado para a doação de diversos produtos: produtos de higiene pessoal; alimentares, mais de 40 mil litros de combustível e equipamento de proteção individual.

Castello Lopes Cinemas reabrem em Sintra e Barreiro esta quinta-feira

Assim a Castello Lopes Cinemas fica com os seus seis cinemas (com um total de 31 salas) a funcionar em pleno.

Cinemas Castello Lopes

Foi há duas semanas que revelámos que algumas das salas da Castello Lopes Cinemas iriam reabrir. Tal reabertura aconteceu a 4 de junho, porém, ficaram por reabrir dois dos complexos da exibidora: os do Alegro Sintra e Forum Barreiro.

Pois bem, também estes vão voltar a funcionar. E já esta quinta-feira, dia 18 de junho.

Com o levantamento das restrições impostas para a região de Lisboa e Vale do Tejo e a reabertura dos centros comerciais, o cinema pode assim voltar a Sintra e ao Barreiro. Com isto, a Castello Lopes fica com os seus seis cinemas (com um total de 31 salas) a funcionar em pleno.

A Castello Lopes aproveitou estes meses de confinamento para continuar a remodelação e modernização dos seus cinemas. No caso do cinema do Forum Barreiro, este foi um dos que sofreu mais alterações ao seu visual.

Na Castello Lopes Cinemas, a estreia desta semana é Jojo Rabbit, uma comédia sobre a Alemanha nazi que foi uma das surpresas dos Óscares. De volta ao grande ecrã está também a refrescante e original animação da Pixar, Bora Lá, o último filme de Guy Ritchie, The Gentlemen: Senhores do Crime, e ainda Bloodshot, com Vin Diesel no papel principal.

Para julho, e se até lá as coisas não piorarem, serão exibidos Freaks (2 de julho), Mulan (23 de julho) e Tenet e O Meu Amigo é Ninja (dia 30 de julho).

Prepara-te para o lançamento de The Last of Us Part II com o primeiro Festival Online da PlayStation Portugal

É já esta quinta-feira, dia 18, no canal oficial do YouTube.

É já esta semana que The Last of Us Part II chega finalmente à PlayStation 4. E como seria de esperar, a PlayStation Portugal quer celebrar o lançamento de forma bombástica.

No dia anterior, pelas 18h, no seu canal de YouTube, a PlayStation Portugal vai dar início ao seu primeiro Festival Online dedicado a The Last of Us Part II, um pequeno evento digital que vai contar com alguns convidados especiais e meios da indústria dos videojogos em Portugal.

Esta iniciativa vai também permitir que os jogadores ganhem prémios imperdíveis, incluindo uma PlayStation 4 Pro de Edição Limitada do jogo e uma Edição de Colecionador de The Last of Us Part II.

Segundo João Lopes, da PlayStation Portugal, este será um evento com “mais de duas horas de puro entretenimento e com muitas surpresas, durante as quais os protagonistas serão os fãs de The Last of Us e toda a comunidade PlayStation.”

O evento irá contar com várias participações, entre elas a da atriz portuguesa Joana Ribeiro, que dá a voz à nossa Ellie, na versão portuguesa, do ator e apresentador Rui Unas e do produtor nacional de maior sucesso Filipe Pina, que irão partilhar opiniões e falar um pouco sobre esta nova aposta da Naughty Dog.

Este festival online irá também servir de revelação do vencedor da iniciativa lançada por Diogo Piçarra, na criação de uma cover do tema “Through the Valley”, onde irá escolher vencedor para receber uma edição especial de The Last of Us Part II e conhecer o artista num Meet & Greet online.

The Last of Us Part II chega à PlayStation 4 no dia 19 e, se ainda não estão convencidos com esta nova aposta, passem pela nossa crítica, onde lhe demos nota máxima por o considerarmos um “Triunfo narrativo”.

KFC inaugura novo restaurante em Mem Martins

Com esta abertura, a marca atinge os 33 restaurantes em Portugal.

Mem Martins

São cada vez mais os restaurantes KFC em Portugal. Neste momento, a marca já tem todos os seus estabelecimentos a funcionar em Portugal, pelo que é altura de retomar o plano de expansão pelo nosso país. Assim, acaba de inaiguruar um novo restaurante em Mem Martins, em plena linha de Sintra.

Muito bem localizado junto ao IC 19, perto da saída para Mem Martins, este novo restaurante KFC conta com uma ampla sala, duas esplanadas, serviços de Drive, Delivery e Playground. Esta nova unidade vem criar 25 novos postos de trabalho.

De resto, realçar que todos os restaurantes da KFC estão a aplicar um rigoroso plano de segurança. Estão agora identificados percursos de circulação e foi aplicada sinalética de apoio ao distanciamento social, sendo que muitos deles possuem excelentes esplanadas. No interior, é garantida a boa ventilação e renovação frequente de ar através da abertura de portas e janelas, tendo ainda sido reforçada a desinfeção e limpeza de todos os equipamentos.

E claro, também naqueles pedidos via Uber Eats ou Glovo, as encomendas são seladas e sem contacto, garantido a máxima segurança.

Mickey e Minnie recebem um adorável tratamento em LEGO

O icónico casal da Disney recebe um set para os maiores fãs.

LEGO DISNEY Personagens para Construir - Mickey Mouse e Minnie Mouse

O Grupo LEGO e a Disney revelaram um set para os maiores fãs da Disney e das suas mascotes. É o set 43179 – LEGO DISNEY Personagens para Construir – Mickey Mouse e Minnie Mouse, e é um adorável conjunto de colecionador.

Com uma escala maior do que as habituais figuras LEGO, as duas personagens com cerca de 35 cm de altura podem ser construídas bloco a bloco para depois serem expostas, ou até para se brincar, se forem corajosos.

O set inclui ainda alguns adereços das personagens como uma guitarra para o Mickey, um ramo de flores para a Minnie, um álbum de fotos dos dois e uma camara fotográfica.

As duas personagens são inspiradas nas suas versões mais clássicas e ao todo são compostas por 1739 peças.

Como é um conjunto de coleção este set é recomendado para maiores de 18 anos e vem com um preço premium de 179,99€. Pode ser adquirido na loja oficial da LEGO e fica disponível no dia 1 de julho.

Huawei P40 Pro+ chega a Portugal a 10 de julho. Preço? 1399€

A marca oferece uns produtos bem simpáticos na campanha de lançamento.

Huawei P40 Pro+

Aquando da revelação oficial da gama P40, no passado mês de março, a Huawei optou por dar destaque aos P40 Pro e P40 Pro+, com este último a ficar guardado para mais tarde.

Entretanto, e já em abril, chegaram a Portugal os P40 Lite e P40 Pro, pelo que só faltava mesmo o Pro+ ficar disponível por cá. Originalmente, previa-se que a versão mais poderosa chegasse a Portugal em junho. Porém, e tendo em conta a pandemia de COVID-19, as coisas atrasaram um pouco.

Tudo isto para dizer que é finalmente a 10 de julho que o smartphone mais poderoso da gama P40 fica disponível.

Quais as diferenças do P40 Pro+ em relação ao anterior?

São três, essencialmente: um novo acabamento, mais câmaras e a capacidade de carregamento sem fios.

Começando pelo acabamento, o P40 Pro+ chega agora com um acabamento em cerâmica nano tech, estando disponível somente em duas cores: preto ou branco. Porquê? Este é um material extremamente difícil de produzir, pelo que demora imenso até que fique pronto. Além disso, e uma vez que é revestido em cerâmica, o próprio smartphone é muito mais resistente a riscos relativamente ao vidro. Adicionalmente, a cerâmica é um material não condutor térmico, pelo que, mesmo que os componentes internos do equipamento aqueçam, dificilmente o utilizador irá sentir esse calor.

A outra diferença está nas câmaras. É que este é o primeiro smartphone equipado com um sistema Ultra Vision de cinco câmaras Leica, suportando um zoom ótico verdadeiro de 10x e um zoom digital máximo até 100x.

São cinco sensores na traseira – lente Ultra Vision de 50MP (Grande Angular, f/1.9, OIS) + lente Cinemática de 40MP (Ultra Grande Angular, f/1.8) + lente SuperZoom de 8MP (10x Zoom Ótico f/4.4, OIS) + lente Telefoto de 8MP (3x Zoom Ótico, f/2.4, OIS) + sensor TOF 3D – e duas na traseira: câmara Selfie de 32MP (f/2.2, AF) + lente de profundidade TOF.

A última grande diferença está no carregamento sem fios. Pela primeira vez, conseguimos que este P40 Pro+ carregue exatamente à mesma velocidade, esteja a ser carregado pelo modo convencional ou com recurso ao carregador wireless da Huawei. Seja com ou sem fios, o smartphone será carregado a 40W.

Existe ainda outro detalhe que importa realçar: o armazenamento interno é de 512GB, ao invés dos 256GB da versão Pro.

O único senão, e que ainda não se percebeu muito bem, é o porquê da Huawei ter incluído uma película protetora por cima do ecrã do P40 Pro+, algo que não acontecia no P40 Pro. Além disso, e como já devem saber, o equipamento não traz os Google Mobile Services.

Não obstante, resta-nos falar no mais importante: o preço. E não é para todas as carteiras. Com um preço de 1.399€, este será, sem dúvida, um terminal muito apetecível, mas ao alcance de poucos.

Para aproveitar o lançamento, a Huawei estará a oferecer, juntamente com o P40 Pro+, um Watch GT2 de 42cm, o tal carregador sem fios Supercharge de 40W, seis meses de acesso ao serviço de streaming Huawei Music e 50GB na Huawei Cloud durante 12 meses.

Smart Delivery na Xbox Series X. Compra uma vez, joga entre gerações

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A equipa da Xbox explica o conceito da Smart Delivery.

Desde o seu anúncio e, mais recentemente, com a revelação de alguns jogos da próxima geração para a Xbox Series X, que o termo “Smart Delivery” tem aparecido um pouco por todo o lado.

Um dos grandes desafios nesta fase de transição de gerações é não só manter a população de jogadores concentrada, como permitir que as suas aventuras possam continuar de uma consola para a outra. E a Microsoft quer garantir que os seus jogadores tenham a melhor experiência possível durante essa transição.

E assim entra a Smart Delivery, um programa que vai dar a oportunidade dos criadores poderem atualizar os seus jogos para a nova consola de forma mais facilitada. Já para os consumidores, tal significa simplesmente que, ao comprarem um título, vão poder jogá-lo tanto nas Xbox One atuais, como na futura Xbox Series X, sem qualquer custo adicional.

Seja em versão física ou digital, uma seleção de jogos será compatível com ambas as plataformas de forma automática. Alguns títulos irão requerer um download adicional de informação para correr melhor na Xbox Series X, mas outros, se os produtores assim o entenderem, podem ficar logo na sua melhor versão possível.

No blog da Xbox, a equipa revela alguns exemplos de como é que este sistema vai funcionar, utilizando jogos atuais e futuros exclusivos do ecossistema Xbox.

Por exemplo, os jogadores que atualmente jogarem Gears 5 e quiserem continuar a campanha, ou a sua progressão multijogador, vão poder fazê-lo de forma orgânica na Xbox Series X, apenas descarregando o jogo na sua nova consola.

No caso do Halo Infinite, quando este chegar às lojas, os jogadores não vão ter que preocupar-se com que versão terão que adquirir, pois o jogo irá simplesmente funcionar na consola do utilizador, com as consolas a reconhecerem a sua versão mais otimizada.

Um terceiro exemplo é o muito antecipado Cyberpunk 2077, que irá chegar à Xbox One em setembro, um pouco mais cedo que a nova consola da Microsoft, o que significa que muitos jogadores vão poder visitar Night City bem mais cedo. A sua jornada pelo mundo futurista de Cyberpunk poderá continuar, mais bonito do que nunca, na Xbox Series X, sem qualquer custo adicional.

Há muitos mais jogos como estes três exemplos que referimos. A Microsoft promete trazer mais títulos com Smart Delivery para cima da mesa, com muitos a serem revelados em breve. Para já, esta é a lista de jogos da próxima geração com suporte Smart Delivery:

  • Halo Infinite 
  • Cyberpunk 2077 
  • Assassin’s Creed Valhalla 
  • Destiny 2 
  • DiRT 5 
  • Scarlet Nexus 
  • Chorus 
  • Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 
  • Yakuza: Like a Dragon 
  • The Ascent 
  • Call of the Sea 
  • Gears 5 
  • Second Extinction 
  • Metal: Hellslinger 

Por esta altura deverão estar a perguntar-se: “então e os meus jogos antigos? Também vão funcionar na Xbox Series X?” A resposta é afirmativa, isto se fizeram parte do extenso programa de retrocompatibilidade da Xbox. A Smart Delivery diz apenas respeito a jogos da próxima geração, sendo que títulos mais antigos, da Xbox One, Xbox 360 e Xbox original, prometem correr na Xbox Series X de forma nativa e com algumas melhorias visuais, impossíveis nas atuais consolas.

Para perceberem mais detalhadamente como tudo funciona, visitem o artigo original no portal da Xbox e preparem-se para a nova geração.

Os casinos com melhor classificação em Portugal

Depois de lerem este breve artigo, estarão mais orientados no que toca a esta questão. Além disso, receberão imensas dicas de como suceder na escolha do melhor casino online.

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Avaliação dos casinos portugueses mais ricos

É muito difícil realizar uma escolha bem feita nos variados casinos em Portugal. Aliás, um principiante pode mesmo ficar totalmente perdido com diversas promoções. E é justamente por razões como essa que uma ajuda é necessária, principalmente quando se quer desfrutar das melhores ofertas em bónus nos casinos do mercado português.

A melhor forma de ir aos melhores casinos de Portugal é acedendo a sítios que forneçam formas de testar serviços antes de se investir qualquer montante. Além disso, devem procurar sites acessíveis que forneçam jogos casino grátis.

Os casinos que hipnotizarão qualquer pessoa

Há diversificados casinos na internet para nativos portugueses. Porém, não é propriamente fácil selecionar um que tenha uma boa classificação. Mas fiquem tranquilos: vamos resolver essa problemática.

Sim, fizemos uma verificação aprofundada para descobrir um casino que seja seguro, com uma boa reputação e que traga alegria aos jogadores:

  1. Casino Figueira – Este casino é o mais popular em Coimbra. A sala de jogos não é apenas incrível por causa da abundância de mesas de jogo, mas também devido à beleza da arquitetura.
  2. Casino Lisboa – O interior do casino metropolitano da capital portuguesa é feito em estilo minimalista que combina com o caráter português. O casino possui mais de 900 máquinas slot machines e mais de 20 mesas de póquer, blackjack e roleta.
  3. Casino Estoril – É o mais antigo casino da Europa. A empresa oferece também concertos diários de artistas famosos e outros espetáculos, como de dança.

Os casinos portugueses estão a crescer em popularidade

Lotarias, jogos de azar e questionários são muito procurados em Portugal, e as pessoas da zona são, provavelmente, os jogadores mais ávidos. Lembrem-se: a idade mínima legal para entrar num casino português é de 18 anos. Joguem com responsabilidade e divirtam-se!

Star Wars: Squadrons recebe um trailer de revelação

O novo jogo é dedicado às batalhas espaciais.

Este ano, os jogadores vão receber um novo jogo do universo de Star Wars. Mas desta vez não parece haver lutas de sabres nem o uso da força. Em vez disso, Star Wars: Squadrons vai dedicar-se ao combate espacial e às naves mais icónicas do cinema.

Desenvolvido pala EA Motive, Star Wars: Squadrons vai-nos deixar pilotar naves como X-Wings e TIE Fighters em combates multijogador em equipas de cinco contra cinco pilotos, e conta ainda com uma campanha com história para explorar a vida dos pilotos durante o final da Guerra Civil Galáctica, depois dos eventos de Star Wars: Return of the Jedi.

Tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One, Star Wars: Squadrons vai chegar às três lojas digitais do PC – Origin, Steam e Epic Games -, vai suportar jogabilidade em realidade virtual (PC e PS VR) e vai ser um dos primeiros jogos da EA a receber funcionalidades de cross-platform, algo que foi recentemente disponibilizado em NFS Heat.

Para já, sabe-se que Star Wars: Squadrons ficará disponível a 2 de outubro. O título irá receber mais informações e trechos de jogabilidade, já no dia 18 de junho, no EA Play.

Resident Evil Village recebe um vídeo comentado com um breve momento de jogabilidade

O próximo Resident Evil é 100% next-gen.

Resident Evil Village

Uma das grandes surpresas no evento dedicado aos jogos da PlayStation 5 foi a revelação oficial de Resident Evil 8, conhecido como Resident Evil Village.

Agora, o próximo capítulo da celebre série da Capcom recebeu um vídeo de produção onde Tsuyoshi Kanda e Peter Fabiano, produtores de Resident Evil Village, explicam algumas ideias por detrás do seu jogo.

No vídeo, os produtores explicam que, este jogo, apesar do seu subtítulo, é o 8º capítulo principal da saga, servindo de sequela direta de Resident Evil 7.

Tal como o episódio anterior, e como pudemos assistir no trailer, será novamente na primeira pessoa e irá usar o fantástico motor de jogo RE Engine, agora otimizado para as novas consolas e futuros PCs para uma experiência imersiva e, segundo os produtores, sem loadings.

De realçar no vídeo, além da misteriosa aparição de Chris Redfield, o facto de termos um breve olhar a meros segundos de jogabilidade e ao novo inventário do jogo, uma mecânica já clássica na série.

Resident Evil Village chega em 2021 e tem como alvo o PC, a PlayStation 5 e Xbox Series X.

Doutor Finanças disponibiliza Simulador de Subsídio de Desemprego 2020

Com esta ferramenta, os necessitados conseguem não só saber durante quanto tempo terão acesso a este subsídio, mas também o valor que irão receber ao longo desse período.

Subsídio de Desemprego

O Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares, acaba de disponibilizar o Simulador de Subsídio de Desemprego 2020. Com o simulador, os necessitados conseguem saber durante quanto tempo terão acesso a este subsídio, bem como o valor que irão receber ao longo desse período.

Os dados de remuneração a introduzir no simulador referem-se aos primeiros 12 meses dos últimos 14 anteriores à situação de desemprego.

Para que seja possível simular corretamente o valor e duração do subsídio de desemprego, são necessárias as seguintes informações: Número de dias com contribuições nos 24 meses anteriores ao desemprego; quantos meses contribuíram na totalidade da carreira; idade; salário médio dos primeiros 12 meses nos últimos 14 meses; número de meses com descontos nos últimos 14; valor do subsídio de férias; valor do subsídio de Natal; situação do agregado familiar e número de dependentes.

Para se ter direito a este subsídio, basta que tenham feito descontos como trabalhador por conta de outrem durante, pelo menos, 360 dias nos dois anos anteriores à situação de desemprego. Já o valor dependerá dos rendimentos declarados.

No entanto, estão estipulados limites mínimos e máximos. Uma pessoa que fique desempregada receberá 65% da remuneração de referência, sendo que isto se refere a rendimentos brutos e abrange todas as remunerações declaradas nos primeiros 12 meses dos últimos 14 meses, incluindo subsídios de Natal e de férias. Em termos de rendimentos líquidos, está definido que, no máximo, o beneficiário receberá 75% do valor de referência.

Quanto aos limites monetários, está definido que no mínimo uma pessoa que fique desempregada receberá o equivalente a um indexante de apoios sociais (IAS), que em 2020 é de 438,81€ Já o limite máximo é de 2,5 IAS, que este ano corresponde a 1.097,03€.

Relativamente à duração do mesmo, quanto mais anos de descontos, mais tempo durará o subsídio de desemprego. Por exemplo, uma pessoa com mais de 50 anos de idade que tenha registado contribuições para a Segurança Social toda a vida ativa terá acesso a 540 dias, acrescidos de 60 dias por cada 5 anos com registos de descontos nos últimos 20 anos. Neste caso, o acréscimo seria de 240 dias de subsídio, o que corresponde a oito meses.

De realçar que as regras do subsídio de desemprego foram alteradas em 2012, mas ainda há pessoas que podem beneficiar dos pressupostos da altura. Este Simulador de Subsídio de Desemprego também mostra as duas situações (antes e depois de 2012) para que as pessoas possam perceber qual o melhor cenário para o seu caso, sendo que as condições concedidas pela Segurança Social são sempre as mais favoráveis para o contribuinte e feitas de forma automática.

O Subsídio de Desemprego é pedido no centro de emprego, num prazo de 90 dias contínuos, após a data de desemprego. Para que possam fazer o requerimento do mesmo, os beneficiários já deverão estar inscritos no centro de emprego.

Lidl aposta num hambúrguer e picado 100% vegans

São duas novas opções que integram a marca própria Next Level Meat.

Next Level Meat - Vegans

Nos dias de hoje, os consumidores preocupam-se cada vez mais com os seus hábitos alimentares, optando por uma alimentação saudável e escolhas mais conscientes.

Dito isto, e de modo a acompanhar as tendências, o Lidl vem reforçar a sua oferta vegan com duas novidades que comprovam a máxima qualidade ao melhor preço, sem abrir mão do sabor.

O Hambúrguer (227g) e Picado (275g) 100% vegans fazem parte da marca própria Next Level Meat, sendo feitos a partir de proteína de ervilha, rica em fibras e vitaminas, soja e trigo. Estas são mais duas opções nutritivas não só para quem opta por uma alimentação vegana ou vegetariana, mas também para quem procura alternativas para reduzir o consumo de carne.

Diz o Lidl que ambos os produtos apresentam diferenças quase insignificantes no sabor, textura e cheiro quando comparados com a carne.

Para além de complementarem a oferta vegan da conhecida insígnia, os dois novos artigos garantem a sustentabilidade da cadeia de fornecimento – são economizadas 91% das emissões CO2, em comparação com um hambúrguer de carne bovina.

Cinemas NOS exibem filme Family Romance, LLC em Alvalade às duas da manhã

Não só o horário é estranho, como é ainda mais estranho ser o único filme a ser exibido em breve.

cinema português

Temos vindo a dizer no Echo Boomer que as salas de cinema estão a abrir aos poucos. As salas da Castello Lopes Cinemas já abriram, as do UCI Arrábida 20 também, as do Cinema City Alvalade idem e, hoje, as salas do Cinema da Villa também reabriram.

E no que toca aos Cinemas NOS? Bom, e segundo conseguimos apurar, uma das salas dos cinemas NOS Alvaláxia vai voltar a funcionar só para exibir o filme Family Romance, LLC… às duas da manhã.

Sim, é tão estranho quanto parece, mas é mesmo essa a informação apresentada no site oficial. Há, porém, uma certa confusão na data: embora o site da NOS refira primeiramente o dia 17 de julho, ou seja, na madrugada de quarta-feira, a verdade é que, no momento de adquirir bilhete, a NOS refere o dia 18, ou seja, madrugada de quinta-feira, O horário é que não muda: é mesmo às duas da manhã.

Existem 154 lugares livres, não estando nenhum ocupado.

Crítica – The Personal History of David Copperfield

The Personal History of David Copperfield não só é uma obra semi-biográfica bem divertida, como é, também, uma das surpresas mais agradáveis de 2020.

The Personal History of David Copperfield

Passado na década de 1840, o filme narra a vida do seu icónico protagonista (interpretado por Dev Patel), enquanto este se movimenta num mundo caótico, na tentativa de encontrar um lugar que parece escapar-lhe. Da sua infeliz infância à descoberta do seu dom como contador de histórias e escritor, o percurso de David Copperfield – ora hilariante, ora trágico – é sempre cheio de vida, cor e humanidade.

Baseado na obra-prima de Charles Dickens, The Personal History of David Copperfield é o primeiro filme que vejo de Armando Ianucci. Não possuía muito conhecimento sobre este filme, para além do seu elenco repleto de estrelas, e, confesso, não sou o maior fã de obras biográficas. Normalmente, acho-as muito restringidas às fórmulas do género e, se não sentir que a vida do protagonista é remotamente interessante, então todo o filme vem abaixo. Felizmente, não é o caso desta adaptação de Ianucci. É uma das surpresas mais agradáveis do ano.

A vida de David Copperfield é retratada de uma maneira tão cativante, divertida, genuína e sincera, mas sempre mantendo uma certa leveza. Existe sempre algo positivo que se pode retirar das piores situações. Na verdade, acredito que esta é a melhor mensagem que se transmite ao espetador: não importa o quão horrível a nossa vida possa ser num determinado momento, só vai melhorar se não desistirmos e se nos rodearmos de verdadeiros amigos e família. Durante todo o tempo de execução, David partilha a sua vida com diferentes famílias e amigos, trabalhando e vivendo nos lugares mais pobres e ricos.

O seu estilo de vida muda drasticamente após cada novo desenvolvimento significativo na sua caminhada para se tornar um escritor, pelo que é uma alegria vê-lo crescer. Desde trabalhar que nem um escravo numa fábrica e ser sem-abrigo até viver num “barco-casa” e, eventualmente, numa mansão como um verdadeiro cavalheiro, David passa por todos os obstáculos que a vida lhe atira, aprendendo com os mesmos para se tornar uma pessoa melhor.

Um pequeno toque fantástico são os nomes distintos que as pessoas lhe chamam ao longo da sua vida, dependendo de onde ele mora/trabalha e com quem está a falar: Davy, Doady, Daisy, Trotwood… Estas podem ser apenas alcunhas diferentes para David, mas significam muito mais. São pequenos, mas eficientes detalhes que distinguem os seus estilos de vida únicos.

The Personal History of David Copperfield

Ianucci e Simon Blackwell fazem um ótimo trabalho com o argumento, oferecendo a Dev Patel uma plataforma excecional para brilhar. Todo o elenco oferece prestações espetaculares que elevam o filme de uma maneira inestimável. Patel é um excelente protagonista e não quero tirar mérito à sua interpretação extraordinária, mas apenas é tão incrível quanto os seus colegas. Tilda Swinton (Betsey Trotwood) e Hugh Laurie (Mr Dick) formam um casal hilariante, muitíssimo importante para ajudar David a levantar-se da miséria em que vivia. Peter Capaldi retrata brilhantemente Mr Micawber, um homem de família com imensas dívidas, que ensina ao jovem David (impressionantemente representado por Jairaj Varsani) como Londres funciona, fugindo aos seus credores.

Darren Boyd e Gwendoline Christie usam os seus atributos físicos para interpretar os irmãos Murdstone, familiares malvados que empregam medidas extremas e violentas para educar David. Todos os envolvidos em dar vida à família Peggotty são tão essenciais quanto a importância da família para o protagonista. Benedict Wong (Mr Wickfield) mostra o seu lado engraçado mais uma vez, enquanto que Morfydd Clark é charmosa o suficiente como Dora Spenlow e Clara Copperfield. Aneurin Barnard (James Steerforth) torna-se o melhor amigo de David, mas, na minha opinião, o seu arco final não encaixa muito bem no filme, prolongando o mesmo por alguns minutos extras desnecessários.

Assim, como já devem ter reparado, todos os membros do elenco têm um papel vital a desempenhar. Todos são incrivelmente divertidos, fazendo este filme de duas horas fluir tremendamente bem. Tecnicamente, a produção artística, a cenografia e o guarda-roupa são dignos de prémios. As ruas, casas e roupas do século XIX são verdadeiramente imersivas, criando um ambiente realista, elevado ainda mais pela banda sonora subtil, mas poderosa (Christopher Willis). A edição perfeita (Mick Audsley, Peter Lambert) e a cinematografia impecável (Zac Nicholson) também ajudam no ritmo de The Personal History of David Copperfield, contribuindo para algumas piadas de transição.

Resumindo, The Personal History of David Copperfield é uma das obras semi-biográficas mais divertidas que alguma vez vi, assim como uma das surpresas mais agradáveis de 2020. É um daqueles filmes que nos deixa com um sorriso enorme, de orelha a orelha. Como espetador, assistir à viagem de David Copperfield para se tornar um escritor é tão cativante e divertido, não apenas devido ao argumento humorístico, mas principalmente porque é uma história incrivelmente honesta, emocional e genuína. Apenas alguns minutos dentro e já tinha uma vontade imensa que David tivesse sucesso na vida. A minha ligação emocional com o protagonista era tão forte que não consegui evitar que algumas lágrimas caíssem no final.

Não tenho palavras suficientes para descrever o quão maravilhoso cada membro do elenco é e o quão importante cada papel tem na vida de David. Dev Patel é um protagonista impressionante, mas a sua prestação é elevada pelo trabalho dos seus colegas. É tecnicamente impecável, mas a história e as suas personagens fazem deste filme uma experiência de felicidade pura.

The Personal History of David Copperfield é, sem quaisquer dúvidas, um dos melhores filmes do ano. Não se atrevam a perdê-lo! O filme fica disponível esta segunda-feira em blu-ray.