O invulgar jogo independente vai ser lançado para todos ao mesmo tempo.
Inspirado em clássicos de horror como The Thing, Carrion é um novo jogo independente da Phobia Games e da irreverente Devolver Digital, onde controlamos uma monstruosidade grotesca sem forma.
Agora, a produtora revela que Carrion vai ter uma versão para a Nintendo Switch, com direito até a uma edição física, e que vai chegar à pequena consola ao mesmo tempo que as versões do PC, PlayStation 4 e Xbox One.
A data em concreto ainda não foi revelada, mas Carrion está a apontar para um lançamento durante o verão.
Sim, é perfeitamente legal comprar esta substância de planta de canábis em Portugal. E existem diversos sites para isso.
Sabem o que é o CBD? É a abreviatura para canabidiol, substância de planta de canábis. Para sermos mais concretos, é um dos mais de 100 compostos canabinóides encontrados na planta cannabis.
O canabidiol pertence ao grupo dos fitocanabinóides, substâncias naturalmente presentes na Cannabis sativa, nome científico da planta da canábis. Mas fiquem descansados: apesar do nome puder sugerir algo, estudos comprovam que o CBD não causam efeitos psicoativos ou alucinantes.
Mas será que o CBD é legal em Portugal? A resposta é sim.
É certo e sabido que a Cannabis sativa é estudada cientificamente desde meados do século XIX, principalmente no que toca a efeitos no organismo. No entanto, e à medida que o tempo passa, e a própria tecnologia evolui, surgem novos estudos que reforçam os benefícios que a canábis traz para a vida das pessoas.
Aliás, nos últimos anos, vários países alteraram as suas leis, de modo a permitir o uso de CBD para fins medicinais.
No caso do nosso país, a plantação de cânhamo sempre foi bastante popular, uma vez que Portugal tem as condições ideias para o cultivo e crescimento da planta. E como é algo que tem suscitado bastante interesse, inclusive do estrangeiro, o Governo Português foi pressionado para alterar a lei.
Assim, foi em janeiro de 2019 que o Governo Português estabeleceu oficialmente um quadro legal para a preparação, utilização e comercialização da canábis para fins medicinais, consagrado no Decreto-Lei nº 8/2019. Na prática, isto fez com que, legalmente, pudessem ser efetuados diversos tratamentos, bem como produzidos medicamentos em prol da saúde.
Por exemplo, a partir da planta de canábis, podem ser fabricadas diversos substâncias e preparações, como cápsulas, chás e óleos. No entanto, e antes de serem colocadas à venda, todas essas substâncias são avaliadas pelo Infarmed. Têm também de incluir instruções de utilização em Português.
Há, no entanto, que ter em atenção um detalhe: o CBD é legal em Portugal, desde que o THC (tetrahidrocanabinol) no produto seja inferior a 0,2%. Recomendamos sempre a compra de produtos CBD numa loja de confiança. Se procuram CBD Portugal então devem visitar uma loja de confiança.
Portanto, falta respondermos à pergunta para queijinho: onde comprar canabidiol no nosso país? Podem fazê-lo, por exemplo, na Naturicious, uma loja CBD em Portugal.
Nesta loja, têm à vossa disposição um pouco de tudo: desde óleos, chás, extratos de cânhamo e até óleos para animal. Esta loja é especialmente interessante por dois motivos: não só tem uma área dedicada a promoções, como tem uma calculadora que ajuda os utilizadores a encontrar a concentração e quantidade de CBD que necessitam de tomar diariamente.
Além disso, também os portes de envio podem ser gratuitos: basta que façam uma encomenda de valor superior a 100€. Pode parecer um valor elevado, mas basta que comprem uma série de produtos, numa encomenda conjunta com amigos, por exemplo, e facilmente ultrapassam esse valor.
De resto, a Naturicious tem uma série de páginas dedicadas a esmiufrar este tema da CBD (canabidiol), pelo que, se tiverem alguma dúvida, certamente que a verão esclarecida na loja.
Um último detalhe que vale a pena mencionar: existe um programa de afiliados que podem (e devem) explorar.
Os responsáveis prometem não só modernidade, mas, acima de tudo, natureza, com programas para toda a família.
Foi no passado dia 13 de junho que os parques Feijão Verde Fun Park puderam finalmente reabrir, podendo receber novamente as famílias para um dia em cheio. Pois bem, um novo parque vai inaugurar no norte do país já este sábado, dia 20 de junho.
Instalado no Parque Florestal do monte da Virgem, no novo Natura Fun Park, os responsáveis prometem o melhor de dois mundos: modernidade e natureza.
Numa altura em que se tem de ter em conta o distanciamento social, foi criado um parque equipado e preparado para esta altura de desconfinamento. Com um total de 5.000 m2 de diversão ao ar livre, espaço é algo que não faltará.
No Natura Fun Park Gaia, existirão as seguintes atividades: quintinha de animais, arborismo, minigolfe e air bungee, espaço jump e insuflável, rampa de snowtubing, campo de futebol, pista de karts a pedal, espaços verdes com cabanas para acabamentos e piqueniques e, para os mais corajosos e aventureiros, uma verdadeira “mina” de onde terão de tentar escapar.
Como puderam perceber, diversão é coisa que não irá faltar para todas as crianças.
No que toca a preços, o que compensa mais é, sem dúvida, optar pelos packs família. Por exemplo, ao fim de semana e feriados, um pack família 3 pessoas (o que pressupõe dois adultos e uma criança até aos 11 anos de idade) tem um custo de 20€.
O Natura Fun Park Gaia irá funcionar de segunda a sexta, das 14h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 13h e das 14h às 19h.
Podem ser reembolsadas um total de 1.000 unidades.
De vez em quando vamos falando aqui de ofertas por parte das marcas. Outras vezes referimos hipóteses de reembolso. Pois bem, há uma nova campanha de reembolsos que podem aproveitar.
Neste caso, é uma campanha da MyNestlé, que está a reembolsar um total de 1.000 unidades de produtos DentalLife para cães e gatos, snack dentário que serve para manter a saúde oral dos animais e para reduzir a formação de tártaro em 28 dias.
Para cães, são 500 produtos que podem ser reembolsados, sendo que os donos dos patudos podem adquirir uma embalagem mini 69g, Small 115g, Medium 115g ou Large 142g. Mas atenção, a Nestlé somente fará um reembolso no valor máximo de 2,19€.
Já para gatos, a marca não especifica, mas refere reembolsará até um máximo de 1,69€ por unidade.
A Nestlé apenas fará o reembolso de uma embalagem por pessoa e por NIB, se bem que podem aproveitar para adquirir uma unidade de DentaLife para cães e outra unidade de DentaLife para cães. Basta que, por exemplo, comprem esses produtos em talões separados.
Assim que adquirirem o produto e chegarem a casa, devem ir ao site MyNestle e escolher as respetivas ofertas, seja a “DENTALIFE CÃO” ou “DENTALIFE GATO”. Clicam em adicionar, depois em “Seguinte” e, no ecrã seguinte, devem indicar a vossa morada, o vosso NIB, o número da fatura e anexar uma foto dessa mesma fatura.
Atenção, na fatura deverá estar visível o número da fatura, estabelecimento de compra, data de compra e o produto NESTLÉ abrangido nesta ação.
Assim que terminarem tudo, basta que aguardem sensivelmente um mês até que o montante gasto vos seja debitado na conta bancária. No fundo, apesar de gastarem primeiro o valor, esse mesmo montante é restituído, pelo que, na prática, o DentaLife para o vosso cão/animal fica grátis.
Um RPG clássico que regressa com um novo epílogo e visuais melhorados que consegue equilibrar um sistema de combate invulgar com a tradicional estrutura do género.
Depois de uma sequela de sucesso e de uma expansão que procurou exponenciar o sistema de combate, Xenoblade Chronicles regressa às origens com a reedição do primeiro título da série. Anteriormente disponível na Nintendo Wii e Nintendo 3DS, a demanda de Shulk estreia-se finalmente na Nintendo Switch com gráficos trabalhados, novas adições mecânicas e um episódio inédito que nos leva a redescobrir as personagens do original. Mas será Xenoblade Chronicles imperdível dez anos depois da sua estreia? A resposta é um sólido e incontornável sim.
Para além de Future Connected, o epílogo – com uma duração de 15 a 20 horas – e uma das novidades da versão definitiva, a campanha e estória de Xenoblade Chronicles mantém-se imutável. Estamos uma vez mais de regresso ao mundo de Bionis e Mechonis, dois titãs gigantescos, onde, depois das suas mortes, se desenvolveram sociedades humanas – e não humanas – nesta realidade de guerra.
A campanha retém a aposta numa viagem emocional, repleta de reviravoltas narrativas, onde a morte e a esperança andam constantemente de mãos dadas. Há uma luta contra o destino, equilibrada pela estrutura clássica do género, que se intensifica pela fantástica aposta nas personagens e no seu relacionamento. Desde o primeiro momento que sentimos a importância das nossas ações e não é por acaso que este é considerado como um dos maiores lançamentos recentes do género.
Ao contrário da estória, que é mais arquetipal, o sistema de combate demonstra uma vontade em inovar. A Monolith Softconseguiu pegar em mecânicas que normalmente associamos aos MMO e injetar-lhes a estrutura tradicional dos RPG japoneses. Xenoblade Chronicles não tem combates aleatórios ou por turnos e traz-nos um sistema algures entre a ação e a estratégia.
Com um ataque automático, de acordo com a distância das personagens, o jogador só tem de se preocupar com as habilidades especiais e com o posicionamento da sua equipa. Cada habilidade tem as suas vantagens e atributos adicionais, com os combates a focarem-se nos ataques rápidos, mas também na exploração das fraquezas dos monstros. Tombem um inimigo, quebrem-lhe as defesas e desfiram um ataque poderoso à medida que evoluem as habilidades e as personagens.
Xenoblade Chronicles continua a surpreender pela sua aposta em cenários expansivos, muito variados e de uma escala impressionante. Dez anos depois, continua a fascinar devido ao tamanho destes mapas, repletos de missões secundárias, colecionáveis e monstros gigantescos. Apesar de incluir um modo de transporte rápido, aconselhamos vivamente que explorem o mundo a pé, pois existem muitos segredos para desvendarem. Mesmo com os avanços tecnológicos, é raro ver uma aposta tão acentuada na exploração, especialmente para uma produção japonesa. Resta agora saber se a Monolith Soft irá trazer finalmente Xenoblade Chronicles X para a Nintendo Switch e aplicar-lhe o mesmo tratamento.
No que toca às novidades, a versão definitiva apresenta uma clara melhoria visual, ainda que sacrifique, especialmente no modo portátil, a sua resolução. Existem novos modelos de personagens, agora muito mais coloridos e animados, onde destacamos a suas expressões faciais, e um mundo mais definido e consistente a nível de desempenho. As cores são mais fortes nesta nova versão, com novos efeitos visuais e uma maior sensação de escala. Apesar de utilizar a versão original como base, o jogo estreia-se na Switch como surpreendentemente atual, apresentando também uma UI redesenhada, muito mais acessível e intuitiva – especialmente na secção das missões secundárias e das habilidades –, e uma banda sonora remisturada por Yoko Shimomura.
O regresso a Xenoblade Chronicles é imperdível para os fãs do género, demonstrando, uma vez mais, o potencial desta série exclusiva da Nintendo. Com um novo epílogo e visuais melhorados, a versão definitiva é uma excelente porta de entrada para a série, especialmente com a possibilidade de jogarem tanto na televisão, como em modo portátil.
É certo que as novidades são mais cosméticas e que os problemas do original continuam presentes, como o combate repetitivo, mas a verdade é que existem poucos jogos como Xenoblade Chronicles. Para os fãs do género, é imperdível.
Plataformas: Nintendo Switch Este jogo foi cedido para análise pela Nintendo Portugal.
Hoje foi um excelente dia para os fãs de Kingdom Hearts, que receberam a notícia de que vem aí uma nova aventura da saga, com um jogo rítmico.
Chama-se Kingdom Hearts Melody of Memory e funciona tanto como jogo, como uma celebração da música da aclamada compositora Yoko Shimomura.
O anúncio foi feito com um primeiro trailer de jogabilidade, em japonês, onde podemos ver o jogo em ação, com Sora, o Pato Donald, o Pateta e Hercules a lutarem ao som das melodias da série.
A data para o lançamento de Kingdom Hearts Melody of Memory ainda não está definida. Para já, sabe-se que vai chegar ainda este ano, com lançamento global na PlayStation 4, Xbox One e na Nintendo Switch, onde a série se estreia finalmente.
A garantia foi dada por Paddy Cosgrave, fundador do evento.
Há uns tempos, Paddy Cosgrave, CEO do Web Summit, admitia realizar o certame em formato digital devido à pandemia de COVID-19. Porém, parece que não é isso que irá acontecer.
Através de rede social Twitter, o fundador do evento garantiu que a feira tecnológica irá mesmo acontecer este ano, de 2 a 5 de novembro, em Lisboa. Em que moldes? Pois, isso não sabemos.
Segundo o Observador, vai ser divulgado esta semana um comunicado de imprensa elaborado pela Câmara Municipal de Lisboa, Web Summit e Governo, pelo que mais detalhes serão divulgados muito em breve.
Também sabemos que o Web Summit 2020 irá “aderir aos mais rigorosos protocolos de saúde, conforme orientação do Governo de Portugal”, segundo referiu Cosgrave no Twitter.
Enquanto esperamos por mais detalhes, saibam que, em 2019, os participantes gastaram 64,4 milhões de euros em Portugal, durante os quatro dias do evento, representando cerca de 125€ por dia.
Nos últimos meses, a segurança online tem sido um tema quente.
O distanciamento social a que nos vimos obrigados levou ao aumento do uso de plataformas como o Zoom ou a House Party. Porém, rapidamente surgiram artigos, verdadeiros ou não, sobre as falhas de segurança destas plataformas. Estas notícias fizeram soar o alerta sobre a segurança online.
Com a maior parte das pessoas a trabalhar remotamente, a segurança online deveria ser uma das prioridades das empresas. Afinal de contas, em muitos casos, os trabalhadores têm de se ligar à empresa remotamente, no sentido de aceder a programas ou ficheiros. Mas será que as empresas se preparam para isso?
De acordo com um estudo da Kaspesrsky, cerca de 73% dos trabalhadores afirmaram que não tiveram nenhuma formação ou informação adicional sobre a importância da segurança online desde que se encontram a trabalhar remotamente.
Como podemos mudar este paradigma e tornar o trabalho remoto mais seguro?
A utilização de uma VPN é um primeiro passo, e muito importante, para garantir que a vossa ligação online é segura.
Ao ligarem-se à Internet através de uma ligação doméstica, esta pode ser usada para ataques man-in-the-middle (MITM), o que permite ter acesso à informação que passa nessas redes. Ao utilizarem uma VPN, estarão a criar uma uma ligação encriptada à Internet, tornando a vossa ligação automaticamente segura. Adicionalmente, será do vosso interesse que escolham uma VPN de uma empresa de confiança.
Escolher uma VPN pode implicar alterações na velocidade da vossa ligação online. Devido a esse motivo, recomendamos um serviço nacional que vos garante que não tenham perda da velocidade a que estão habituados.
A VPN da WebHS é o serviço que procuram para assegurar a vossa segurança online. Destacamos ainda a qualidade do seu suporte e disponibilidade 24/7. Independentemente do tipo de dúvida ou auxílio que necessitarem, saibam que podem contar com uma equipa totalmente disponível.
A Linha Somos Tod@s Digitais apoia o ensino à distância e quebra barreiras entre crianças e cuidadores.
Com uma nova normalidade imposta pela pandemia COVID-19 e o início do desconfinamento, a maioria das escolas continua a manter o ensino a distância. Este momento serve, também, para se preparar o próximo ano letivo, uma vez que o Ministério da Educação prevê adotar uma conjugação entre ensino a distância e ensino presencial.
Contudo, com o regresso dos pais ao trabalho, as crianças ficam à guarda de avós ou outros cuidadores que, muitas vezes, não têm conhecimentos básicos sobre a utilização de meios digitais para poder apoiar estes estudantes na sua interação com as escolas.
Tendo isto em conta, foi criada uma linha de telefónica gratuita que serve para esclarecer quaisquer dúvidas sobre as aplicações de ensino à distância. O número é o 800 100 555 e está disponível diariamente entre as 12h e as 20h.
Assim, através dessa linha de telefone, estes cuidadores de crianças do ensino básico poderão colocar todas as dúvidas relativamente a aplicações como Microsoft Teams, Google Classroom e Google Meet, as mais utilizadas pelas escolas portuguesas.
Adicionalmente, estão também disponíveis vários tutoriais explicativos sobre essas aplicações aqui e aqui.
Para a validação dos conteúdos das aplicações de ensino a distância mais utilizadas no ensino básico, o projeto conta com o apoio da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Manuel António Pina (APMAP).
O projeto Somos Tod@s Digitais é uma iniciativa do programa INcoDe.2030 que reúne esforços de diversas entidades nacionais para ajudar a população portuguesa, com menos competências digitais, a ultrapassar da melhor forma os constrangimentos sociais provocados pela COVID-19.
Existem gelados de tamanho convencional, mini gelados e copos.
Gostam dos gelados da marca Dia%? E se vos dissermos que há uma nova gama? É isso mesmo que o Minipreço tem agora para apresentar.
Disponíveis em formato individual, cone, caixa e copo, os novos gelados prometem crescer água na boca.
Há gelados de tamanho convencional e mini gelados, com sabores como chocolate negro, de leite, com amêndoas, caramelo, framboesas, chocolate branco, natas e bolacha, baunilha, entre outros, em packs de seis unidades cada.
Já os copos de 500ml surgem nas variantes Choco Cookie, Cookie Dough, Menta e Chocolate e Strawberry Cheesecake.
A gama completa de gelados Dia% está disponível em exclusivo nas lojas Minipreço.
Foi em abril que o Grupo LEGO e a Nintendo revelaram que, este verão, iriam levar as aventuras de Super Mario até ao mundo real, em forma dos icónicos blocos de construção LEGO.
Desde então, descobrimos como é que Mario seria transformado em brinquedo, como é que os mais novos podem viver aventuras criativas graças aos sensores das figuras e conhecemos alguns sets e power ups. Agora, é altura de ficarmos a conhecer o resto da coleção completa.
Tudo começa com o Aventuras com Mario – Pack Inicial, que inclui o set base, com a nossa figura e um nível para construir e começar a viver aventuras. Mas os “jogadores” vão poder explorar e brincar com muito mais. Desde boss battles na Batalha no Castelo do Bowser, a desafios como os Problemas na Lava do Granito ou a Avalance de Bills Balázio.
Ao todo, a coleção será composta pelo Pack Inicial por 59,99€, oito sets de expansão com valores entre os 19,99€ e os 99,99€, quatro packs de power-ups de 9,99€ cada um, e, por fim, um pack de personagens por 3,99€. Todas estas brincadeiras podem, contudo, ficar bem caras, numa coleção que no total fica em cerca de 450€.
Por isso, se querem transformar o vosso quarto, sala ou secretária no Mushroom Kingdom mais autêntico da vossa rua, comecem já a poupar, pois LEGO Super Mario chega às lojas a 1 de agosto. Quem quiser já pode fazer a sua pré-encomenda no site oficial da LEGO.
Lista de produtos e preços:
Pack Inicial
71360 – LEGO Super Mario Aventuras com Mario – Pack Inicial (59.99€)
Sets de Expansão
71362 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Fortaleza Guardada (49.99€)
71363 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Catubola do Deserto (19.99€)
71364 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Problemas na Lava do Granito (19.99€)
71365 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Power Slide da Planta Piranha (29.99€)
71366 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Avalanche de Bills Balázio (29.99€)
71367 – LEGO Super Mario Set de Expansão – A Casa de Mario e de Yoshi (29.99€)
71368 – LEGO Super Mario Set de Expansão – A Caça ao Tesouro do Toad (69.99€)
71369 – LEGO Super Mario Set de Expansão – Batalha no Castelo do Bowser (99.99€)
Packs Power-Up
71370 – LEGO Super Mario Pack Power-Up – Mario de Fogo (9.99€)
71370 – LEGO Super Mario Pack Power-Up – Mario Hélice (9.99€)
71370 – LEGO Super Mario Pack Power-Up – Mario Gato (9.99€)
71370 – LEGO Super Mario Pack Power-Up – Mario Construtor (9.99€)
Pack de Personagens
71361 – LEGO® Super Mario™ Pack de Personagens (3.99€)
Chegou à Nintendo eShop um pequeno jogo muito relaxante.
Durante o dia, são vários momentos em que temos que tirar uma pausa. Espairecer, apanhar ar, beber um café, qualquer coisa. Agora, a Nintendo tem mais uma proposta divertida para os jogadores de Nintendo Switch.
Chama-se Jump Rope Challenge e é um jogo muito simples, que requer alguma atividade física, mas que apresenta um desafio muito interessante: Quantos saltos consegues dar por dia?
Direcionado apenas para um jogador, Jump Rope Challenge tira partido das funcionalidades giroscópicas dos joycons, aqui usados como pegas de uma corda, pelo que o jogador tem que simular o salto a corda. Não precisa de saltar, basta apenas rodar os braços, mas não há nada que nos impeça de o fazer.
Já com dois pares de joycons, dois jogadores podem competir entre si e ver quem consegue dar mais saltos.
É um jogo simples, com uma apresentação adorável e que não ocupa nem 100MB de espaço na nossa consola.
Um pequeno incentivo para testar a nova plataforma GOG Galaxy 2.0.
Fãs de The Witcher 3, este é para vocês. A GOG está a oferecer The Witcher 3: Wild Hunt, na versão da sua plataforma, a todos os jogadores que já tenham o jogo na Steam, na PlayStation 4 ou na Xbox One.
Esta promoção decorre até ao início da semana que vem e serve de incentivo para que os jogadores experimentem a nova versão do GOG Galaxy 2.0, uma nova plataforma que permite que os jogadores façam um seguimento de todos os jogos que possam ter entre diferentes consolas e launchers no PC, onde podem também estar a par de ofertas de subscrições, como o Xbox Live Gold, do tempo passado em cada jogo, do progresso de desbloqueio de conquistas e muito, muito mais.
Este software é também uma janela para a loja GOG, onde todos os seus jogos são DRM free e, volta e meia, tem excelentes promoções e ofertas imperdíveis, como esta.
Tudo o que precisam de fazer para adicionar mais uma versão de The Witcher 3: Wild Hunt à vossa biblioteca é descarregar a versão mais recente da aplicação e procurar pela oferta. E o jogo será automaticamente adicionado à conta.
A adição do jogo vai depender da versão que possam obter. Ou seja, se já tiverem a versão base, é essa que será adicionada à conta GOG; já se for a Game of the Year Edition, será igualmente essa a ser adicionada.
Era mais uma questão de tempo até que chegasse a confirmação oficial. O canal norte-americano NBC renovou Manifest para uma 3.ª temporada.
A 2.ª temporada manteve as audiências relativamente elevadas, o que tornava a renovação de Manifest somente uma questão de tempo Em Portugal, a série é transmitida semanalmente na HBO Portugal. Todos os episódios estão disponíveis na plataforma de streaming.
A data de estreia ainda não é conhecida, mas deverá acontecer no início de 2021. Se será em janeiro, como as temporadas anteriores, não se sabe, mas janeiro de 2021 poderá não ser o mês de estreia causa da pandemia.
Após umas férias na Jamaica, a família Stone regressa a Nova Iorque em dois voos diferentes. O segundo voo desaparece e só aterra cinco anos depois. Mas os passageiros não envelheceram um único dia.
Nós bem tínhamos dito que íamos ter novidades esta semana.
Foto: Telmo Pinto
Foi na semana passada que referimos aqui no Echo Boomer, tendo em conta uma publicação nas redes sociais, que o cartaz do NOS Primavera Sound 2021 deveria ser hoje apresentado. E foi o que aconteceu.
Afinal de contas, e sabendo que o cartaz do Primavera Sound Barcelona está cada vez mais recheado, seria questão de tempo até termos novidades em relação à versão portuguesa.
Pela imagem que podem ver aqui em cima, podemos reparar em algumas mexidas. Em relação ao cartaz deste ano, saem Lana del Rey, Sampa the Great, Park Hye Jin, Josey Rebelle, Maggie Rogers, Weyes Blood e Richard Dawson.
Por outro lado, entram Tame Impala, Gorillaz, Sherelle, Nidia, Doja Cat, 100 gecs e Helado Negro. Ou seja, sete saídas do cartaz, mas também sete entradas.
No que toca aos bilhetes, e já depois de termos dito como proceder para aqueles que adquiriram bilhetes para a edição deste ano, saibam que a partir desta quinta-feira, dia 18 de junho, às 12h, ficam disponíveis os passes gerais por 120€ na DICE e pontos de venda habituais. Disponíveis ficam também os passes gerais VIP que, por 200€, incluem um welcome pack, descontos no consumo dentro da zona VIP e acesso às áreas com vista privilegiada. Estes ingressos só podem ser adquiridos na DICE, estando disponíveis em quantidades limitadas.
No que diz respeito aos bilhetes diários, serão postos à venda dia 25 de junho, custando 60€ cada.
Recorde-se que o NOS Primavera Sound 2021 acontece de 10 a 12 de junho no Parque da Cidade, no Porto.
Por exemplo, o parque irá receber um modelo em escala real de um dinossauro único que viveu apenas na região da atual Lourinhã.
Foi no passado dia 20 de maio que o Dino Parque da Lourinhã reabriu portas ao público.
À semelhança de outros parques/estabelecimentos, também o Dino Parque se viu obrigado a fechar as portas durante o período recomendado pelo Governo e pela Direção Geral de Saúde.
O Dino Parque elaborou um Plano de Contingência COVID-19que implementa um conjunto de medidas de segurança que garantem uma visita na máxima segurança, na totalidade dos 10 hectares que constitui este verdadeiro museu ao ar livre.
Assim, fiquem a saber que será feito um controlo rigoroso do número e fluxo de visitantes nos espaços fechados. Haverá um reforço na sinalética e será obrigatório meter distanciamento de segurança nas filas na entrada e dentro do parque.
Além disso, as zonas de piquenique foram remodeladas tendo em vista o aumento de espaço entre as mesas. E claro, será obrigatório utilizar equipamento de proteção individual.
Mas isto já nós sabíamos. Agora, aquele que é considerado o maior museu ao ar livre da Europa anuncia que vai inaugurar diferentes novidades durante este verão.
Durante o mês de maio, foi inaugurada a Torre de Observação Jurássica, com cerca de 6 metros de altura, onde os visitantes podem contemplar uma vista deslumbrante sobre os principais e emblemáticos modelos de dinossauro do Dino Parque, incluindo os famosos diplodocos e T-Rex.
A partir do dia 20 de junho, o Dino Parque da Lourinhã vai apresentar a exposição “BIG 5”, uma exposição temporária durante o verão deste ano, e dedicada às maiores espécies terópodes da Europa.
Porém, a grande novidade ficou guardada para os primeiros dias de julho. O parque vai receber um modelo em escala real, produzido pela primeira vez, de um dinossauro único que viveu apenas na região da atual Lourinhã: o Miragaia logicollum. Podendo atingir sete a oito metros metros, e duas toneladas de peso, este espécime viveu no período Jurássico Superior, pertencente ao grupo dos estegossauros.
À semelhança dos restantes membros deste grupo, possuía um par de fiadas de placas ósseas e espigões ao longo do dorso e da cauda. Os fósseis do Miragaia, que podem ser observados no Dino Parque, foram encontrados em Miragaia, na Lourinhã.
A empresa nasceu em 2016, na Finlândia, com o propósito de criar uma plataforma de compra e venda de telemóveis da Apple em segunda mão de confiança. A vantagem? Também os utilizadores podem vender os seus próprios iPhones.
Chegou a Portugal um nova empresa que promete dificultar a vida a plataformas como a Hey Phones, Forall Phones e afins. Chama-se Swappie e afirma-se como o “maior marketplace de iPhones recondicionados do norte da Europa”.
Criada por Sami Marttinen em 2016, na Finlândia, a Swappie tem uma fábrica própria em Helsínquia onde todos os iPhones passam por um teste técnico de 52 etapas. Depois, se for necessário, ou levam peças novas (não originais Apple, atenção) ou são reparados. Em Portugal, a garantia é de 24 meses, algo pouco comum nestas situações de compra de recondicionados.
Por cá, a Swappie promete esclarecer todas as dúvidas associadas à compra de smartphones em segunda mão.
“Portugal foi o segundo mercado que abordamos no sul da Europa, pois acreditamos que a sua preocupação com as questões ambientais é bastante impactante no momento de tomada de decisão. O nosso objetivo é conseguir fazer com que a procura por iPhones recondicionados aumente, à medida que os consumidores ficam mais familiarizados com a categoria de produtos em segunda mão, e alertar para o impacto que a escolha de um aparelho eletrónico pode ter no ambiente. Queremos sensibilizar o consumidor e apresentarmo-nos como o parceiro de confiança no momento de troca de equipamento”, refere o fundador Sami Marttinen.
O melhor de tudo é que também os donos de iPhones podem vender os seus próprios equipamentos na plataforma. Para isso, basta preencher alguns detalhes importantes sobre a condição do telefone, de modo a receber depois uma estimativa do seu valor. Assim que os técnicos verifiquem as condições do telemóvel, o valor é transferido para o vendedor.
Indo ao site, encontramos desde modelos antigos, como o iPhone 6, até ao mais recente iPhone 11 Pro Max. Em cada produto, este terá definido o estado como Usado, Aceitável, Bom, Muito bom ou Como novo, algo que influenciará o preço final.
Para efeitos de pagamento, podem fazê-lo através de cartão de crédito ou PayPal. A encomenda é depois entregue num máximo de quatro dias úteis pela DHL.
No final do mês de maio, os fãs de Mafia receberam uma excelente notícia: o jogo original de 2002 iria receber um remake completo com lançamento já este verão. Mas as boas notícias não se ficavam por aí, pois Mafia II eMafia III não só também se preparavam para uma pequena atualização, como foram imediatamente lançados de surpresa.
Enquanto que o primeiro jogo ainda está em desenvolvimento no seu remake e Mafia III apenas teve o seu relançamento com melhorias menores face ao original de 2016 lançado ainda esta geração, a curiosidade do tratamento da série sob o subtítulo Definitive Edition recai mais em Mafia II.
Com uma atualização gratuita para os jogadores que já possam ter o jogo na sua biblioteca da Steam, Mafia II estreia-se agora na atual geração de consolas, PlayStation 4 e Xbox One, com melhorias que, no papel, tornam o jogo mais atual.
A linha entre remakes e remasters é, atualmente, muito fina, e não parece haver um consenso entre o que é um e outro, especialmente quando são cada vez mais as remasterizações que parecem reconstruções por inteiro dos jogos originais, com novos elementos, efeitos, conteúdos e outras afinações técnicas que tornam os jogos expectavelmente mais atuais. Por outro lado, temos jogos que fazem o mínimo dos mínimos. Aumentam apenas resoluções e texturas, oferecem ocasionalmente um pacote recheado de extras, mas preservam o jogo original na sua totalidade.
Mafia II: Definitive Editon insere-se neste segundo grupo. É a experiência Mafia II completa com todos os seus DLCs, quase tal e qual como os jogadores se lembram quando foi lançado em 2012, o mesmo ano que viu o lançamento de Red Dead Redemption e Mass Effect 2, que, aos olhos dos fãs mais fervorosos, roubaram os holofotes daquele que foi um dos jogos mais aclamados pela comunidade nesse período.
E não era para menos, Mafia IIfoi aclamado pelas melhores razões. A história era envolvente e levava-nos até aos bastidores do crime organizado a meio do século XX, deixando-nos viver as fantasias cinematográficas de filmes tão importantes como The Godfather. Acompanhado por um elenco de personagens fantástico, um mundo rico inspirado em cenários reais e uma história dramática com muita ação e traições à mistura, tínhamos um jogo bem concretizado, cheio de detalhes e alguns avanços tecnológicos inovadores na altura, ao mesmo tempo que tentava ser uma alternativa a titãs como a série GTA.
Para aquilo que pretendia ser na altura, foi um marco. Tal é inegável, razão pela qual cativou e agarrou tantos jogadores que ansiaram não só por uma sequela, como agora estão em pulgas para viajar até ao jogo original com um novo olhar.
Em Mafia II Definitive Edition os fãs de longa data vão sentir-se em casa e vão olhar para o jogo de cara lavada, ainda que a nova edição do jogo não seja 100% a ideal, em particular nas consolas premium, onde a resolução nativa não atinge os 4K nativos e nem existe opção de correr o jogo a mais do que 30FPS.
Esta nova versão, o que essencialmente oferece de novo, são aspetos técnicos: a resolução é mais elevada, as texturas são mais claras e definidas, assim como as sombras, a qualidade dos elementos à distância também melhorou… e pouco mais.
Como este é um título já com alguma idade, com limitações técnicas ao nível da densidade de elementos do ecrã, a clareza extra do jogo parece não funcionar tão bem a seu favor, com o mundo de Mafia II a apresentar-se mais despido, limpo e estéril do que o que ficou na memória de muitos jogadores. As ruas parecem mais largas, os edifícios, apesar de terem detalhe, parecem simples paredes, e a população de NPCs é simples e em pouca quantidade.
Este efeito torna-se ainda mais prevalente em momentos em que o jogo é mais quieto, como em momentos noturnos, tendo uma ambiência muito solitária e quase aterrorizante num jogo que devia de se fazer sentir vivo e interessante de explorar.
O facto de Mafia II ser um jogo relativamente mais linear que muitas apostas de mundo aberto tornam-no, pelos standards atuais, um jogo pouco interessante de explorar. O seu mapa é relativamente pequeno e serve apenas de palco para viajar de ponto A a ponto B sem grandes emoções, exceto quando as missões se baseiam em perseguições ou quando tentamos fugir à policia.
Outro aspeto que, infelizmente, não foi melhorado, foi a jogabilidade. Um jogador que nunca tenha pegado no jogo original, vai sentir que entrou numa máquina do tempo. Para um relançamento do género pedia-se, no mínimo, uma espécie de ajuste nos controlos, de forma a tornar a experiência mais agradável e menos solta e caótica.
A experiência de conduzir veículos é apenas satisfatória, em particular no modo normal e não no modo de simulação. Já controlar a nossa personagem pode ser uma dor. O combate corpo a corpo é lento e a câmara coloca-se em estranhas posições que, por vezes, não permitem ler os ataques dos adversários. E o sistema de tiro? É simplesmente frustrante. Nada é orgânico, tudo é robótico e artificial e retrata muito bem como é que os jogos evoluíram a nível mecânico em 10 anos.
Há outros aspetos que também me deixaram de pé atrás na experiência que Mafia II: Definitive Editon tenta oferecer. Apesar das suas melhorias, há uma série de bugs técnicos ao longo do jogo, desde sistemas de checkpoint quebrados, inimigos que ficam bloqueados, cinemáticas em que o áudio da voz sai apenas pelo lado esquerdo, entre outras pequenas chatices. Mas o que mais me desaponta numa primeira impressão é a qualidade geral deste relançamento, fica aquém das expetativas de antigos e novos jogadores.
Esta análise foi feita numa Xbox One X, uma das consolas mais versáteis desta geração no que toca ao acesso a jogos mais antigos. Graças às suas capacidades técnicas, é recorrente encontrar na biblioteca jogos antigos que correm nativamente na consola com melhorias tanto a nível de texturas, como de resoluções. E é interessante verificar como alguns desses títulos, com a mesma idade de Mafia II, conseguem parecer mecânica e tecnicamente mais agradáveis que este relançamento.
Não tenho dúvidas que Mafia II seja um excelente jogo na sua bolha temporal. Acho excelente que existam soluções de preservação de jogos antigos. E esta até pode ser a melhor versão que existe de Mafia II. Porém, no fim do dia este é um relançamento que tenta fazer o mínimo dos mínimos, com resultados que deixam muito a desejar.
Mafia II: Definitive Editon está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4 Este jogo (Xbox One) foi cedido para análise pela Capital Games.
Serão noites com stand-up, sim, mas, acima de tudo, com muita conversa.
Rui Sinel de Cordes é um daqueles humoristas sobre o qual já falámos aqui no Echo Boomer por diversas vezes. Mais recentemente, demos destaque às novas tours, O Início e O Fim, que, como se sabe, tiveram de ser adiadas devido à pandemia de COVID-19.
Faltavam alguns espetáculos para concluir O Início; já a tour O Fim não chegou a começar. E segundo um direto no IGTV, Sinel de Cordes somente retomará essas sessões assim que as salas de espetáculos puderem operar a 100% da capacidade.
Segundo referido, e isto se tudo correr bem, os últimos espetáculos de O Início deverão acontecer em outubro/novembro, com o conhecido humorista a realçar que ainda deverá fazer “duas ou três datas” adicionais dessa tour. Quando terminada, será então tempo de dedicar-se a O Fim, cujos espetáculos deverão acontecer entre fevereiro e abril.
Mas não é disso que vos falamos hoje. Como até outubro falta muito tempo, sendo essa somente uma possibilidade, Rui Sinel de Cordes optou por, até lá, criar outro espetáculo: Duetos.
Serão oito noites no Porto, com cada uma a contar com um convidado diferente.
Já temos o local, datas e convidados. Acontecem a 8 de julho (com Vasco Duarte), 9 de julho (com Hugo Sousa), 10 de julho (com Rui Cruz) e 11 de julho (com Salvador Martinha), no Teatro Sá da Bandeira.
Nestas noites, Sinel de Cordes promete estrear um bit novo sobre a amizade, fazer stand-up e apresentar o convidado em formato roast… mas pela positiva. Habitualmente, os roasts servem para insultar e falar dos podres das pessoas (mas não levemos esses insultos demasiado a sério), mas, neste caso, o humorista irá apresentar cada convidado referindo somente aspetos positivos.
Nestes Duetos, e tal como o nome deixa antever, tanto Rui Sinel de Cordes como o seu convidado irão partilhar histórias com o público, bem como responder a questões que nunca foram feitas. No final de tudo, haverá um momento de Q&A, pelo que, se sempre quiseram perguntar algo pessoalmente sem ser nas redes sociais, esse será o momento indicado.
Os bilhetes para as datas do Porto já estão à venda, variando entre os 14 e os 16€. Melhor de tudo? Estes espetáculos vão ser gravados.
Disintegration tenta remisturar alguns conceitos de jogos de ação e estratégia, numa experiência vazia e repetitiva.
Desde a sua revelação no verão do ano passado que Disintegration andava no meu radar. Um novo jogo de sci-fi e ação, com uma direção artística aparentemente impecável, um sistema de jogo aparentemente inovador e, como foi promovido várias vezes, do co-criador de Halo, uma série que guardo com muito carinho.
Disintegration não demorou muito até sair cá para fora e, apesar do que muitos jogadores pensavam, este é um jogo da atual geração, chegando quase no seu final, num mês de pesos pesados. Mas será que tem o suficiente para nos convencer? Talvez não.
O mundo ficou à beira do abismo e a humanidade foi quase dizimada depois das forças da natureza tomarem controlo do planeta. Para sobreviver, a humanidade desenvolveu incríveis tecnologias de transferência de consciência para máquinas, a Integração, e, com isso, corpos robóticos para que as almas cá continuassem, imortais, a cuidar dos restos humanos. No inicio, a Integração era voluntária, até que uma força opressiva começou a expandir-se e forçar pessoas para este processo, aumentando um exército imparável de máquinas sem livre vontade, revelando-se uma nova ameaça para o resto da humanidade.
Em Disintegration controlamos Romer, um dos primeiros voluntários à Integração que, juntamente com um elenco de outros integrados, criam uma rebelião para deitar abaixo as forças do mal. A premissa de Disintegration é isso mesmo, uma simples luta do bem contra o mal, com uma fasquia muito elevada dada a escala dos eventos. Aborda temas pós-humanistas, sobre o que é livre-arbítrio, relações entre homens e máquinas e uma série de conceitos sci-fi muito interessantes. Contudo, fá-lo de forma muito passageira e quase como veículo de ligação entre os objetivos das dezenas de missões repetitivas e pouco profundas.
O grande destaque de Disintegration é a sua jogabilidade com a Gravcyle. Esta aposta é uma mistura de FPS com RTS onde, na perspetiva de Romer, controlamos um veículo voador com capacidade de disparo. Ao mesmo tempo, temos que dar ordens aos nossos colegas de equipa para atacar, interagir com pontos de interesse, usar habilidades e, ocasionalmente, sair da linha de fogo.
É um conceito engraçado e muito diferente do que se vê, tendo-me levado até aos finais dos anos 90, quando no PC emergiam jogos de guerra com mechs, tanques e veículos futuristas, extremamente divertidos e viciantes, onde a narrativa pouco importava e tudo o que queríamos fazer era rebentar com inimigos. Disintegration quase que recupera esse sentimento, mas deixa muito a desejar na sua execução.
Controlar a Gravcyle não é difícil e, pela sua natureza, controla-se de forma bastante familiar. Ela desliza pelo ar e há uma grande sensação de inércia nos seus movimentos, o que torna os controlos pouco precisos e muito mais flutuantes do que num shooter na primeira pessoa mais tradicional. Na prática, é necessária uma pequena curva de aprendizagem, pois os disparos não são certeiros e não há nenhum sistema de auto-aim que ajude a balancear isto, tornando a jogabilidade no comando algo frustrante em dificuldades maiores, onde os inimigos se movem com mais frequência.
Felizmente, não estamos sós. Nas nossas missões temos ao nosso lado um grupo de até quatro colegas robóticos. Estes não usam Gravcyles; em vez disso têm os pés no chão, mas contam com corpos únicos e habilidades a condizer. No fundo, apresentam-se como diferentes classes tradicionais, com habilidades como escudos, granadas, morteiros, paralisia de inimigos, entre outras.
Comandar os nossos colegas é relativamente intuitivo e esta mecânica acrescenta uma camada interessante àquela que é uma jogabilidade simplista e despida. Na Gravcycle estamos apenas confinados a um tiro de disparo e uma habilidade especial e, por isso, temos que usar a nossa equipa para ajudar-nos a combater as hordas de inimigos. Isto significa que vamos ter que depender da Inteligência artificial do jogo, o que se revela um pequeno problema. A nossa equipa vai-se mantendo sempre que pode perto de nós, enquanto vamos navegando pelo mapa e encontrando um ponto de vantagem para comandar assalto ou ofensiva.
Dependendo do tipo de missão e da sua dificuldade, convém ter atenção aos tipos de inimigos que vão surgindo e aos postos de abastecimento de energia. Deitar abaixo os vilões maiores é sempre prioritário, mas nunca devemos tirar os olhos dos inimigos mais pequenos, que surgem em maior número e que podem aniquilar-nos com alguma facilidade.
Apesar de ser possível comandar a equipa para usar independentemente as suas habilidades para diferentes locais através dos botões direcionais, comandar para uma posição, para o ataque de um inimigo específico ou para interagir com um item, esta ação é sempre feita em grupo, quebrando a ilusão de controlo da equipa, pois parece que só estamos a controlar um elemento. Isto, aliado ao facto de os nossos amigos nunca se protegerem e estarem sempre na linha de fogo do inimigo, torna um pouco frustrante os combates em que um deles está com pouca vida e morre com facilidade. Felizmente, o respawn é relativamente rápido se chegarmos perto deles a tempo.
No geral, o combate até é divertido e há algum dinamismo. Infelizmente, apesar de haver alguma evolução ao longo do jogo com upgrades desbloqueáveis através de chips encontrados nos mapas, pouco muda na experiência de jogo ao longo da sua história. Disintegration quase que acaba como começa, com uma repetição constante das suas mecânicas.
Para ajudar à repetição, temos o design dos níveis e os nossos objetivos. São variados e relativamente lineares, por vezes com áreas mais expandidas e a ilusão de escolha de alguns caminhos. O mundo é um pouco mais vazio e morto do que gostaria, não existindo uma grande sensação de densidade. E o facto de estarmos sempre no ponto de vista da Gravcycle faz com que tudo pareça pequeno, o que não ajuda, por exemplo, a admirar o design e animações dos nossos colegas durante as batalhas ou até o design das hordas de inimigos, que são, também eles, pouco variados ao longo do jogo.
Outro aspeto menos positivo é a estrutura de Disintegration. As missões designam-se a ir de ponto A a B, interagir ou proteger item X e, outras vezes, aguentar ondas de inimigos, onde resultam alguns momentos caóticos, explosivos e divertidos. Contudo, a sensação de repetição é constante e alguns dos níveis são excessivamente longos ao ponto de nos cansar.
Entre missões, lá vamos tendo cinemáticas que ajudam a avançar na narrativa do jogo, mas, na sua maioria, são momentos de exposição ou setups para a missão seguinte. É também entre missões que controlamos Romer na terceira pessoa, em pequenos hubs, normalmente sempre num hangar que é o nosso centro de operações. Além de fazermos upgrades, é aqui que podemos requisitar objetivos secundários e ouvir pequenas interações entre as personagens secundárias, sendo falas pequenas, inofensivas e cheias de cliché, ou seja, facilmente ignoráveis.
Mas Disintegration não conta só com um modo de história. Há também um lado multijogador, com três modos competitivos e elementos PvE e PvP que, tendo em conta a experiência a solo, prometem ser divertidos. Todavia, para esta análise, não me foi possível experimentar nenhum dos modos listados, pois o matchmaking simplesmente não encontrava nenhuma sessão, o que é pena, até porque, pelo lobby, apercebi-me que há um conjunto de modos de personalização da nossa equipa muito interessante e variado.
A minha experiência com Disintegration podia ser apenas mediana. Porém, alguns bugs acabaram por afetar severamente o meu progresso ao longo do jogo. Tinha presente a existência de alguns bugs a resolver, mas o que encontrei foi muito além do expectável, com checkpoints quebrados que não davam continuidade à missão e obrigavam o reinício por completo, a Gravcycle ficar presa ao ambiente ou a nossa equipa não atuar perante as minhas ações sem fazer reload ao checkpoint.
Posso dizer que Disintegration foi uma desilusão a vários níveis. Não estava à espera de um jogo excelente, admito, mas esperava mais variedade na jogabilidade e na jornada proposta, com o suporte de uma narrativa cativante e entusiasmante que, pelos vistos, resume-se facilmente em trailers e trechos comerciais.
Se pudesse definir Disintegration numa palavra seria… vazio. É um conceito interessante, mas que, com os valores de produção que apresenta, podia fazer muito mais. Disintegration vive de uma mecânica e jogabilidade interessante que perde o encanto muito rapidamente.
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela Best Vision PR.