Benedict Cumberbatch vai vestir a capa de Doctor Strange no próximo Spider-Man

Doctor Strange regressa à MCU antes do seu próximo filme.

dr strange

O Universo Cinemático da Marvel está em pausa, mas o desenvolvimento dos próximos filmes continua, com a ajuda da Sony Pictures com a sequela de Spider-Man: Far From Home.

Depois de sabermos que Jamie Foxx vai regressar ao papel de Electro, agora é a vez de ficarmos a saber que Benedict Cumberbatch, no papel do seu Doctor Strange, vai juntar-se ao elenco liderado por Tom Holland enquanto mentor do jovem Homem-Aranha, substituindo a presença de Tony Stark nos filmes anteriores (ainda que em Far From Home fosse apenas uma memória após Avengers: Endgame).

A presença de Strange no novo filme de Spider-Man, tal como a de Electro, levanta questões sobre o desenrolar da história de do filme e do futuro da MCU, que passa por uma viagem de um multiverso conectado, com a presença de personagens e atores de diferentes eras do cinema, séries e bandas desenhadas, desde que a Marvel e a Sony aceitem os termos de utilização dos seus direitos.

Realizado novamente por Jon Watts, o terceiro filme para a MCU de Spider-Man começa as gravações no final deste mês.

Retrocompatibilidade da PlayStation 5 – Estes são os jogos da PS4 que não são jogáveis na PS5

A PlayStation 5 vai ser compatível com mais de 4000 mil jogos da PlayStation 4.

PlayStation 4

Tens uma PlayStation 4, muitos jogos na tua biblioteca e queres saber se os podes jogar na tua futura PlayStation 5? Então toma nota e verifica se tens alguns dos jogos revelados.

A Sony revelou na sua página de suporte a lista de jogos da PlayStation 4 não suportados na PlayStation 5, que refere como “Playable on: PS4 Only”.

Ao todo, são apenas 10 jogos. Olhando para a lista, é seguro dizer que os títulos mais importantes da PlayStation 4 vão poder ser jogados na nova consola.

São eles:

  • DWVR
  • Afro Samurai 2 Revenge of Kuma Volume One
  • TT Isle of Man – Ride on the Edge 2
  • Just Deal With It!
  • Shadow Complex Remastered
  • Robinson: The Journey
  • We Sing
  • Hitman Go: Definitive Edition
  • Shadwen
  • Joe’s Diner

Assim, a promessa da retrocompatibilidade “total” da biblioteca de jogos da PlayStation 4 na PlayStation 5 é praticamente confirmada, com um catálogo de mais de 4000 mil títulos, incluíndo os jogos do PS VR, com os devidos acessórios.

O grande fator limitador do salto da PlayStation 4 para a PlayStation 5 de muitos jogadores irá depender da consola que escolherem e dos jogos que tiverem físicos. Ou seja, quem adquirir a PlayStation 5 Digital Edition não poderá utilizar os seus jogos físicos. Nesse caso, terá que obter a sua versão digital via PS Store.

A PlayStation 5 e a PlayStation 5 Digital Edition chegam ao mercado nacional no dia 19 de novembro.

NIU. A “Tesla das scooters elétricas” abriu uma loja no Porto

É a segunda loja da marca em Portugal.

NIU

Cinco meses depois da abertura, em Lisboa, da sua primeira loja em Portugal, na zona de Alcântara, a NIU, que tem a NP-Mob como importadora e distribuidora exclusiva para o nosso país (continente e regiões autónomas), acaba de inaugurar um outro espaço, mas desta vez mais a norte.

No Porto, a loja está localizada no piso zero do Edifício Transparente, debruçada sobre a Via do Castelo do Queijo. A NIU, considerada a Tesla das scooters”, é já a marca de referência a nível mundial no mercado das scooters elétricas inteligentes. Daí não admirar esta aposta na cidade.

A NIU tem diversos modelos disponíveis no mercado, sendo que os veículos contam com motores da Bosch, baterias da Panasonic e conectividade da Vodafone. Todas as scooters contemplam com GPS, sistema de localização e alarme antiroubo.

Os motores, esses, podem ser de 1200w, 1400w, 1500w, 1800w, 3000w e 3500w. Estão instalados na roda traseira para economizar energia e permitir aceleração instantânea nas ruas movimentadas da cidade.

Os preços da gama de scooters elétricas da NIU começam nos 1.899€.

McDonald’s abre 178º restaurante em Portugal. É um dos maiores da Europa

E fica numa das zonas mais emblemáticas da cidade de Lisboa.

restaurante McDonald’s

Hoje, dia 9 de outubro, abriu mais um restaurante McDonald’s em Lisboa. Mas este não é um restaurante qualquer.

Localizado na Praça Marquês de Pombal, o novo estabelecimento dá o mote a uma nova geração de restaurantes da marca, apresenta uma decoração inovadora e contemporânea, igual à do emblemático McDonald’s de Times Square, em Nova Iorque.

Com uma área total aproximada de 1400m2 e uma área útil superior a 700m2 (sendo, por isso, um dos maiores da Europa), com capacidade para 231 lugares sentados, o novo espaço McDonald’s conta com serviço de McCafé, Take Away e McDelivery. E claro, conta ainda com os quiosques multimédia, MenuBoard digital na sala, tomadas USB, serviço à mesa e fraldário.

E claro, com um novo restaurante, existem postos de trabalho que se criam. Neste caso, são 50 os funcionários a trabalhar neste novo spot.

No que toca a horários, a sala e McCafé funcionam todos os dias, das 10h às 00h. Já o McDelivery está disponível das 10h às 02h.

A abertura deste novo espaço vem reforçar a aposta da marca em Portugal, que totaliza já 178 restaurantes em território nacional, dos quais 26 estão localizados em Lisboa.

FIFA 21 acaba de ficar disponível para todos os jogadores

Contudo, mais de 2,3 milhões de jogadores já têm estado a jogar ao novo título através do EA Play.

FIFA 21

Chegou o dia. Hoje, dia 9 de outubro, FIFA 21 ficou disponível para todos aqueles que ainda não tinham tido oportunidade de experimentar o mais recente simulador da EA Sports.

Nos últimos anos, a EA Sports tem permitido que os interessados entrem no jogo uns dias antes, seja através do serviço EA Play ou através da aquisição de alguma edição especial. Porém, existe sempre quem continue a preferir a edição mais básica de todas, a Standard, e que não seja fã de muitos serviços online, daí terem de esperar até ao dia de lançamento oficial.

FIFA 21 está recheado de novidades. Desde novas adições ao Modo Carreira, atualizações no Modo VOLTA, novas experiências sociais no FIFA Ultimate Team e, claro, sem esquecer as novidades a nível de jogabilidade, a franquia da FIFA precisa de convencer os jogadores, até porque o concorrente eFootball PES 2021 tem sempre algo a dizer.

Desenvolvido pela EA Vancouver e EA Roménia, FIFA 21 está agora disponível para PC (via Origin e Steam), PlayStation 4 e Xbox One. FIFA 21 é um dos títulos que suporta a funcionalidade Dual Entitlement, o que significa que os fãs poderão atualizara sua cópia para as consolas de nova geração sem custos adicionais assim que tal for possível.

E enquanto jogam, aguardem pela nossa análise. Irá sair em breve.

Jogo português Pecaminosa chega ao PC e consolas em 2021

Preparem-se para uma viagem até um mundo pixel-art inspirado em clássicos noir.

Depois de uma campanha de sucesso no IndieGogo, a açoriana Cereal Games juntou forças com a Badland Publishing para levar o seu RPG até mais jogadores.

Pecaminosa – A Pixel Noire Game, um jogo RPG com visuais pixel-art inspirado em grandes clássicos noir e jogos old-school, prepara-se assim para ser lançado no PC (Steam), PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch em 2021. A data de lançamento concreta ainda não é conhecida, mas os produtores levantam o véu, prometendo que será já no início do ano.

Em Pecaminosa, um título que mistura mecânicas e jogabilidade de antigos jogos como Legend of Zelda, da SNES, acompanhamos John Souza, um ex-polícia alcoólico que é visitado por alguém inesperado que o destaca para uma missão e que o pode ajudar a redimir de erros do passado.

Com um ambiente citadino dos anos 40 muito detalhado, os jogadores poderão navegar por uma cidade onde o crime espreita em qualquer canto, acompanhados por música jazz à antiga e um sistema de personalização estético e mecânico, com muitas armas e vestimentas para usar.

Para ficarem a saber mais sobre o desenvolvimento do jogo português Pecaminosa, visitem o Twitter ou o Facebook da Cereal Games ou juntem-se à sua comunidade no Discord.

A Xbox abre as portas da nova geração com um novo anúncio

0

Preparados para a Xbox Series X e Xbox Series S?

Estamos a um mês da chegada da nova geração, com a Xbox a lançar as suas duas novas consolas de videojogos, a Xbox Series X e a Xbox Series S.

Depois da PlayStation revelar o anúncio da PlayStation 5 com “The Edge”, onde dava destaque ao seu lema “Jogar não tem limites”, agora é a vez da Xbox elevar o jogo com “Us Dreamers”, com o lema “Power Your Dreams”.

É também um vídeo surreal que conta com a participação de Daniel Kaluuya (Get Out, Black Panther) e que tenta evocar o sentimento de imersão, aventura, descoberta e velocidade, pilares que fazem parte da filosofia da Xbox para esta nova geração no design das consolas e dos seus jogos.

O vídeo conta igualmente com a estreia do novo single de Labirinth, o premiado compositor pelo seu trabalho em Euphoria, da HBO, que apresenta aqui, em primeira mão, “No Ordinary“, que podem ouvir aqui em baixo.

Resta questionar: Será que a Xbox Series X e Series S têm o que é preciso para nos levar a novos mundos de forma imersiva e imediata? Iremos descobrir quando estas chegarem às lojas a 10 de novembro.

Soul, da Pixar, falha os cinemas e agora estreia diretamente no Disney Plus

O filme irá ficar disponível em dezembro para todos os subscritores, sem custos adicionais.

soul

Tempos difíceis requerem novas medidas. À semelhança de Mulan, da Disney, Soul, o novo filme de animação da Pixar, após vários adiamentos, vai agora estrear diretamente no Disney Plus.

Anteriormente com data marcada nos cinemas para o início de novembro, Soul desliza até 25 de dezembro, mas num ecrã bem mais perto de nós.

Ao contrário do que aconteceu com Mulan, que internacionalmente teve um lançamento Premium, onde o público podia pagar um valor extra à subscrição para o poder assistir antes do seu lançamento “gratuito” no dia 4 de dezembro, Soul irá ficar disponível no serviço de streaming sem custos adicionais logo a partir do primeiro dia.

Em países onde o Disney Plus não foi lançado, Soul continuará a ter o seu lançamento no grande ecrã.

Soul é a mais recente aposta do aclamado estúdio de animação da Disney, a Pixar, e é realizado por Pete Docter, de Inside Out e Up. Nesta aventura vamos acompanhar um professor de música que um dia, após um acidente, viaja até outra realidade em forma da sua alma. Com a ajuda de outras almas, este professor descobre mais sobre si e do que necessita para voltar ao mundo normal.

Com Jamie Foxx e Tina Fey nos papéis principais, Soul conta ainda com Phylicia Rashad, Ahmir Questlove Thompson, Angela Bassett e Daveed Diggs e está acompanhado por músicas de Jon Batiste, Trent Reznor e Atticus Ross.

Enter Shikari regressam a Portugal no próximo ano

O mote é a promoção do novo e muito aplaudido álbum Nothing Is True & Everything Is Possible.

A Prime Artists, que tem trazido artistas e bandas de gabarito ao nosso país, acaba de revelar uma excelente novidade: os Enter Shikari vão regressar a Portugal em 2021.

Muitas vezes considerados uma das mais excitantes propostas do rock moderno britânico (apesar de se terem formado em 2003), os Enter Shikari têm concerto previsto para 1 de outubro do próximo ano, a realizar-se no LAV – Lisboa ao Vivo.

O mote? A apresentação dos temas do novo e muito aplaudido álbum Nothing Is True & Everything Is Possible. Aqui no Echo Boomer referimo-nos ao novo trabalho como “um dos trabalhos mais divertidos e excitantes do ano”.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda na Ticketline e locais habituais por 25€ cada.

Clientes Revolut Business já têm direito a cartões Metal

Em apenas três anos desde o lançamento, o Revolut Business chegou a meio milhão de clientes na Europa.

Revolut Business

Além da vertente para o utilizador comum, a Revolut tem também as contas Business, que servem para ajudar as empresas, qualquer que seja a dimensão, a conseguirem mais com as suas contas de negócios. Agora, e numa altura em que se celebram 500.000 clientes Revolut Business, eis que são anunciadas novas funcionalidades e cartões Metal exclusivos, até aqui não disponíveis para as contas empresariais daquela fintech.

Recentemente, estas contas passaram a contar com um pacote de novos produtos, incluindo cartões de débito (em alternativa aos cartões pré-pagos), pagamentos instantâneos em euros – como parte do esquema SEPA Instant -, transferências em rúpias indianas, débitos diretos, ferramenta de gestão de despesas, Open Banking – para que as empresas possam vincular as suas outras contas – e uma plataforma de recompensas para oferece descontos nos principais serviços e integrações com diversos parceiros.

Outra boa novidade é que, agora, os clientes Revolut Business podem ter os seus próprios e distintos cartões metal, criados a partir de 18 gramas de aço inoxidável, que vêm em cinco cores exclusivas: preto, ouro, ouro rosa, cinza espacial e prata.

Os cartões metal Revolut Business podem ser usados ​​online ou pessoalmente como qualquer outro cartão contactless Revolut Business e são um benefício exclusivo para os planos pagos Revolut Business.

Além destes cartões, os clientes de planos pagos têm acesso a uma série de benefícios, incluindo câmbio sem taxas ocultas, transferências nacionais e internacionais gratuitas e emissão de cartões para gestão de despesas dos colaboradores.

Os clientes com planos pagos de empresa podem receber um, dois ou cinco cartões de metal grátis cada – tudo depende do plano selecionado. Se necessitarem de mais cartões de metal, saibam que poderão adquirir cada unidade por 49€.

De momento, o lançamento do cartão de metal está limitado a negócios que disponham de planos empresariais. Contudo, o objetivo é também disponibilizar este produto a profissionais freelancers.

Novos eletrodomésticos da Beko prometem eliminar mais de 99% das bactérias e vírus (incluindo o coronavírus)

A nova gama de eletrodomésticos da marca conjuga tecnologias à base de calor, vapor e luzes ultravioleta para garantir a máxima higiene do lar.

Beko

Só chegam ao mercado em novembro, mas já prometem imenso. Falamos da gama HygieneShield, da Beko, desenvolvida em resposta às novas necessidades de higiene dos consumidores após o confinamento.

A nova gama inclui sete eletrodomésticos com programas integrados de higienização, além de funções que permitem desinfetar alimentos embalados e uma grande variedade de objetos comuns para ajudar os consumidores a adaptar-se ao “novo normal” em casa. A gama HygieneShield tem a capacidade de eliminar mais de 99% das bactérias e vírus (incluindo o coronavírus), proporcionando um nível de segurança sem precedentes no setor.

Da nova gama fazem parte uma cabine de higienização UV, um frigorífico combinado com gaveta de desinfeção, uma máquina de secar roupa, uma máquina de lavar e máquina de lavar & secar HygieneShield, um forno com vapor saturado e calor e uma máquina de lavar louça HygieneShield.

Os primeiros produtos da nova linha Beko HygieneShield chegam a Portugal em novembro. Os preços não foram divulgados.

MyNestlé está a reembolsar o valor da ração Beyond Bio para cães

Já sabem: somente é possível um reembolso por pessoa.

Beyond Bio

De vez em quando vamos falando aqui de ofertas por parte das marcas. Outras vezes referimos hipóteses de reembolso. Pois bem, há uma nova campanha de reembolsos que podem aproveitar.

Neste caso, é uma nova campanha da MyNestlé, que está a reembolsar quem compre uma determinada embalagem de ração para cães. Especificamente, a marca está a devolver o dinheiro gasto a quem adquirir uma embalagem de Beyond Bio.

Este é um alimento completo para cães produzido com ingredientes biológicos com origem em quintas biológicas e com certificação de autoridades independentes. Está disponível em duas receitas: Rico em Peixe e Arroz e Rico em Frango e Arroz.

Interessados? Basta então que façam login no site da MyNestlé e, já depois de clicarem no banner que diz “Ofertas”, devem escolher os reembolsos que vos interessam. Clicam em adicionar, depois em “Seguinte” e, no ecrã seguinte, devem indicar a vossa morada, o vosso NIB, o número da fatura e anexar uma foto dessa mesma fatura.

Atenção, na fatura deverá estar visível o número da fatura, estabelecimento de compra, data de compra e o produto abrangido nesta ação.

Assim que terminarem tudo, basta que aguardem sensivelmente um mês até que o montante gasto vos seja creditado na conta bancária.

Esta campanha Beyond Bio é limitada às primeiras 500 participações, número que ainda vai demorar bastante a alcançar (por norma as campanhas de reembolso demoram mais tempo a chegar ao número pretendido). Apenas é feito o reembolso de uma embalagem por pessoa, por lar e por NIB, sendo o reembolso igual ao valor de compra, até ao valor máximo de 7,99€.

Só serão consideradas válidas as faturas/talões de compra submetidos até 15 de novembro. Isto caso até lá não tenham sido atingidas todas as participações, claro.

Música: Álbuns essenciais (setembro)

No mês de transição entre o verão e outono, a própria música já tomou tons mais outonais num período onde quem dominou o topo dos melhores álbuns foram de Gothic Rock e Alternative Metal, ao contrário do que se passou em agosto.

Música: Álbuns essenciais (setembro)

No entanto, setembro foi um mês com bastante diversidade musical, com alguma estreias entusiasmantes, oferecidas por Everything Everything ou Haiku Hands, e regressos de grandes bandas e artistas já com várias décadas de carreira, como foi o caso de The Flaming Lips, Marilyn Manson, Public Enemy ou Deftones.

Alicia Keys – Alicia

alicia keys - alicia

Género: R&B/Soul

Link para o Spotify

Alicia prima por ser um álbum balanceado e ares de 2020. Já com Here, Alicia Keys tinha conseguido mostrar que não ficou refém de um passado recente (no qual foi rainha no R&B moderno), em que a colaboração com A$AP Rocky foi tão inesperada quanto fantástica, tal foi a naturalidade no produto final.

Em 2020, a artista regressa ao ativo com mais uma série de colaborações bem conseguidas, das quais se destacam as com Sampha e Miguel. O resultado é o álbum mais equilibrado e consistente de Alicia até à data, com uma grande quantidade de músicas, entre as quais uma boa parte são ótimas. Muito do sucesso deve-se à sua voz, que é o que brilha com mais intensidade (como sempre), colocando a cantora nova-iorquina, uma vez mais, num lugar de destaque no panorama musical internacional.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Underdog
  • 3 Hour Drive (feat. Sampha)
  • Show Me Love (feat. Miguel)
  • Love Looks Better
  • Good Job

Anjimile – Giver Taker

anjimile - giver taker

Género: Alternative/Independent

Link para o Spotify

Dificilmente Anjimile poderia ter conseguido um álbum de estreia de maior impacto, na medida em que chega para anunciar de forma direta e precisa o que o autor sente e pensa, posicionando-o num lugar muito interessante enquanto artista.

Com uma abordagem musical que se assemelha muito a Sufjan Stevens, Anjimile faz da seu tormento uma melodia belíssima com a conjunção entre o instrumental étnico e voz agradável.
A título de curiosidade, este mês Sufjan Stevens também lançou um novo álbum (The Ascension), mas, apesar de ser fã, considero que ficou aquém de Giver Taker de Anjimile, o que já diz muito sobre este jovem artista.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Baby No More
  • In Your Eyes
  • Maker
  • To Meet You There

Big Sean – Detroit 2

Big Sean - Detroit 2

Género: Rap/Hip-Hop

Link para o Spotify

O famoso rapper de Santa Monica já deu provas que tem talento para vingar dentro do género, devendo-se muito à forma como encaixa versos e à sua voz única. Só há duas coisas que o estão a prender e impedir de chegar ao nível dos grandes rappers da atualidade (como Kendrick, Anderson .Paak, Tyler, J Cole ou Chance): as letras, por serem básicas na sua generalidade; e a incapacidade de filtrar as músicas a entrar nos álbuns que lança, tornando-os pouco coesos.

A verdade é que, nos seis álbuns que lançou desde 2011, apenas Dark Sky Paradise (2015) se destaca por ter um bom grau de qualidade no geral.

Detroit 2 tem ótimas músicas, mas tem também muita tralha. Começa a tornar-se agridoce a capacidade de Big Sean em produzir bons tracks para depois diluí-los num álbum gigante, roubando-lhes brilho e coesão ao álbum… Coisa que volta a acontecer nesta panóplia de mais de uma hora com 20 faixas (das quais três interludes). Fica, no entanto, nota positiva por grande parte das colaborações bem conseguidas, entre as quais com Anderson .Paak, Post Malone, Jhené Aiko e a mega colaboração em “Friday Night Cypher” já perto do final do álbum.

Classificação do álbum:
★★★½

Músicas a ouvir:

  • Deep Reverence (feat. Nipsey Hussle)
  • Wolves (feat. Post Malone)
  • Body Language (feat. Ty Dolla $ign & Jhené Aiko)
  • Guard Your Heart (feat. Anderson .Paak, Early Mac & Wale)
  • Friday Night Cypher (feat. Tee Grizzley, Kash Doll, Cash Kidd, Payroll, 42 Dugg, Boldy James, Drego, Sada Baby, Royce Da 5’9″ & Eminem)

Cults – Host

cults - host

Género: Indie Rock/Synth-Pop

Link para o Spotify

Este é um álbum bastante peculiar, uma vez que é fácil passar por ele, injustamente distraídos, sem notarmos a qualidade de que é dotado, não valorizando o quão especial é o seu conteúdo. Contudo, deixo já o alerta, de forma a revistarem o álbum mais vezes após a primeira escuta. Acredito que se torne difícil não ficarem fãs.

Quanto ao álbum em si, Madeline Follin e Brian Oblivion decidiram que à quarta era de vez, afastando-se um pouco da escuridão e sombra que toldou e caracterizou o som deles em início de carreira e, por sua vez, os levou à ribalta.

Uma decisão que se provou acertada com Host, pois libertou-os das correntes que os aprisionavam a uma sonoridade outrora boa para eles, mas que os estava a impedir de progredir. Provou-se também uma boa decisão, dando-lhes asas para explorar pontos fortes desvanecidos e aprimorá-los numa nova sonoridade ainda mais cativante, sem abdicar das raízes do seu sucesso inicial.

Os Cults brotam, assim, numa bela flor em pleno outono, após vários anos presos na frieza do inverno, o que acaba por ser poético no meu prisma, na medida em que desde os meus tempos de faculdade sempre associei Cults à estação outonal. E como fã desde tenra idade, com a qual os vi nascer e crescer, é com certezas que digo que Host é o melhor álbum dos Cults até à data.

Classificação do álbum: ★★★★½

  • Trials
  • 8th Avenue
  • A Low
  • No Risk
  • Working It Over
  • Monolitic

Declan Mckenna – Zeros

Declan Mckenna - Zeros

Género: Glam Rock/Indie Rock

Link para o Spotify

E o prémio de most improved singer do ano vai para: Declan McKenna!

Zeros é, sem dúvida, um dos álbuns menos divisivos do ano, cujas apreciações críticas são todas elas boas. Pelo menos do que tenho visto.

Isto é um indicador muito bom para Declan McKenna que, com apenas 21 anos, conseguiu encontrar o seu som e produziu um álbum coeso, pegando em influências de um passado presente, como Cage The Elephant, Foster The People, The 1975, Two Door Cinema Club e Arctic Monkeys, para criar um misto muito seu entre o Indie Rock e Glam Rock.

Declan está em total controlo de si próprio e isso reflete-se na sua música. Zeros torna-se, assim, um álbum obrigatório para qualquer fã de alguma das bandas que referi acima e que, com recurso à nostalgia, torna-se em algo original e fresco.

O futuro do cantor, que não descura de um ótimo trabalho de escrita, promete ser risonho, dançante e intrigante. Já referi que tem apenas 21 anos? Dêem um chance ao álbum, não se vão arrepender!

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Be An Astronaut
  • The Key to Life on Earth
  • Beautiful Faces
  • Twice Your Size
  • Eventually, Darling

Deftones – Ohms

Deftones - Ohms

Género: Alternative Metal/Art Rock

Link para o Spotify

Os Deftones são conhecidos há muito pela qualidade constante da música que produzem, dado que nunca lançaram um álbum abaixo de “bom”. Todavia, só na viragem para a década anterior é que passaram a ser efetivamente muito bons, quase de forma irrepreensível.

Entre Koi No Yokan (2012), Gore (2016) e Ohms (2020), é difícil eleger um como o melhor, dado que todos são incríveis.

Focando em Ohms, mais concretamente, pode-se dizer que é um álbum violento e emocional, denso e focado, clássico e refrescante. A sua qualidade geral é tanta que poderia ser facilmente confundido com um Greatest Hits, pelo menos para os menos familiarizados com o material da banda.

Após uma década de trabalho de desenvolvimento e exploração musical, os Deftones reinventam-se e continuam no auge, ao mesmo tempo que continuam a fazer justiça ao bom nome do Metal. Pessoalmente, embora não seja um dos meus géneros musicais de eleição, é-me impossível não colocar Ohms num pedestal e considerá-lo um dos melhores álbuns de 2020.

Caso sejam fãs, já devem saber que a banda vem atuar a Portugal em 2021, mais especificamente para um concerto no North Music Festival.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Genesis
  • Urantia
  • Pompeji
  • Radiant City
  • Ohms

Elizabeth Cook – Aftermath

Elizabeth Cook - Aftermath

Género: Country/Americana

Link para o Spotify

Nunca é tarde demais para brilhar e Elizabeth Cook eleva essa máxima de forma categórica, com o seu novo álbum. De que forma? Empregando a sua entoação sulista (apesar de ser natural da Flórida), aprimorando o uso que dá à composição musical e usando o seu íntimo para dar brilho às suas letras.

Gravado com a ajuda de Butch Walker (conhecido pelo seu trabalho com Fall Out Boys e Green Day), Aftermath é uma homenagem ao Rock Sulista e aos pais da cantora, que foram a sua grande influência para começar carreira na música.

Este álbum é potenciado pela capacidade inata de Cook em passar as suas histórias para o formato musical, em simultâneo com a forma cativante como as interpreta, bem como todo o simbolismo que acartam, tornando este álbum único.

Somando a abordagem sincera e desnudada, amplificada pela transparência emocional onde todos os detalhes são preponderantes, Aftermath destaca-se com categoria dos seus antecessores.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Perfect Girls of Pop
  • Bad Decisions
  • Daddy, I Got Love for You
  • These Days
  • Thick Georgia Woman

Everything Everything – Re-Animator

Everything Everything - Re-Animator

Género: Indie Rock/Experimental Pop

Link para o Spotify

Apesar de serem uma banda relativamente recente, os Everything Everything já tiveram a sua quota de protagonismo enquanto banda quando, em 2015, viram o seu tema “Distante Past” ser incluído na soundtrack do FIFA 2016. Digo isto porque os soundtracks dos jogos FIFA são, por norma, sinónimo de selo de qualidade. Apesar deste facto consumado, a banda conseguiu, uma vez mais, surpreender-me bastante.

Agora mais longe do “experimental” e mais longe ainda da política como mote, algo que lhes trouxe popularidade acrescida, a banda vira-se para temas mais psicológicos, como a mente bicameral (também abordado em Westworld). Ainda que esta mudança de temática transmita a sensação que a banda parece estar um pouco à deriva, afetando ligeiramente a consistência do álbum, na realidade mal se nota.

Re-Animator é estranho, ainda que eclético, e nele reina o instrumental com muito recurso a sintetizadores. Porém, o factor diferenciador é mesmo a voz de Jonathan Higgs, cujos falsetes fazem lembrar Thom Yorke (ao de leve) em várias passagens.

Todo o álbum cai numa melancolia agradável e imersiva, pelo menos até à última música do álbum (“Violent Sun”), que abana as cordas com a capacidade de meter toda a gente aos pulos.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Lost Powers
  • Big Climb
  • Planets
  • In Birdsong
  • Violent Sun

Fleet Foxes – Shore

Fleet Foxes - Shore

Género: Indie Folk/Folk Rock

Link para o Spotify

Quando, em 2011, a febre do Folk começou a ganhar proporções magnânimas para o género, Fleet Foxes eram, a par dos Mumford & Suns e Ben Howard, uma das bandas que mais ouvia no meu iPod Classic.

A verdade é que o momentum do Folk já lá vai há uns bons anos, mas, com Shore, as Raposas da Frota chegam a bom porto e conseguem impor a sua arte num álbum intemporal. Fico extremamente feliz quando bandas pelas quais tenho um carinho especial conseguem surpreender-me. Caso para dizer que os Fleet Foxes juntaram-se a esse clube com este álbum.

Agora que falo nisto, a verdade é que muito do trabalho da banda era baseado numa temática ligada ao desespero e tristeza (que na altura fazia sentido), continuar a insistir numa temática saturada só para vender mais uns discos acaba por não resultar. E a verdade é que há um paralelismo entre o ponto de aceitação e aprendizagem, onde cicatrizes de feridas antigas representam agora resiliência e capacidade de encontrar conforto na escuridão e no desespero, resultando numa postura de gratidão.

Shore é um género de álbum de estreia para esta nova forma de encarar a vida por parte da banda e tem tudo para dar certo daqui para a frente, pois a quantidade de melodias cativantes que este álbum alberga é incrível.

Nota ainda para “Can I Believe You”, que faz lembrar Cold War Kids. Muito carinho para com os Fleet Foxes por esta feliz coincidência.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Wading In Waist-High Water
  • Sunblind
  • Can I Believe You
  • I’m Not My Season
  • Going-to-the-Sun Road
  • Shore

Haiku Hands – Haiku Hands

Haiku Hands - Haiku Hands

Género: Electro Pop/Dance

Link para o Spotify

Haiku Hands é uma banda Australiana de música com fundações no Pop e Electronic, mas que não segue quaisquer regras.

O fruto desta postura é um álbum de estreia (há muito anunciado) longe do ordinário e do comum, mas que reúne influências de outras bandas conhecidas, como os DMAs, The Ting Things, Sofi Tukker (que colabora neste álbum) ou Santigold, resultando num misto de sonoridades e composições muito interessante.

Haiku Hands (nome do álbum também) é sinónimo de diversão e excessos com batidas intensas e ritmos acelerados. É exceção à regra “Morning Becomes” a fechar o álbum, como quem fecha uma noite de festa com calma e introspecção.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Manbitch
  • Sunride
  • Jupiter
  • Fashion Model Art (ft. Sofi Tukker)
  • Morning Becomes

Idles – Ultra Mono

idles - ultra mono

Género: Punk Rock/Post-Punk

Link para o Spotify

Depois de Brutalism e Joy as an Act of Resistance, Ultra Mono tornou-se num álbum bastante aguardado e os singles que foram sendo lançados só abriram mais o apetite. Ainda que o disco se tenha provado bastante bom, o resto do conteúdo ficou um pouco aquém da promessa que os singles trouxe. Mas não é grave, de todo.

É certo que não é o melhor álbum da banda, mas continua a ser um trabalho de qualidade com cabeça, tronco e membros, que aborda temáticas sensíveis e polémicas, sem filtros ou meias medidas. A voz poderosa e carismática de Joe Talbot continua a ser o grande fio condutor que mete as aspirações da banda lá no alto, junto ao melhores do Punk Rock mundial.

Claro, o resto da banda também mereça muito mérito, pela forma como consegue dar força à voz de Talbot com instrumentais brutais, criativos e intensos, como se denota mais expressivamente em “Kill Them With Kindess” ou “Grounds”, cujos instrumentais falam por si.

Uma conjugação explosiva para qualquer fã de Punk Rock que se preze, e a verdade é que essa conjugação está perfeitamente balanceada em Ultra Mono, permitindo um equilíbrio brilhante entre os dois.

Fica o desejo de voltar a ver Idles ao vivo em breve, visto que desde Brutalism já têm mais uma série de músicas icónicas para curtir até à exaustão.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Grounds
  • Mr. Motivator
  • Kill Them With Kindness
  • Model Village
  • A Hymn

Lydia Loveless – Daughter

Lydia Loveless - Daughter

Género: Alternative Country/Pop

Link para o Spotify

Ao longo dos últimos anos, Lydia Loveless tem trilhado um caminho com alguns percalços, mas muito interessante, com foco no Country sentido. As suas letras têm como ponto chave a transparência, como se de uma janela cristalina entre seu íntimo e o mundo se tratasse.

A sinceridade da cantora (natural de Ohio) faz-se refletir na doçura da sua voz que, por sua vez, torna as histórias que conta mais cativantes e fáceis de criar ligação.

O mais impressionante (e triste) é que, ao contrário dos últimos álbuns, para além de ser senhora do piano e sintetizadores, também teve de assumir o baixo em algumas músicas. Trabalho esse que antes pertencia a Ben Lamb, de quem se divorciou em 2016 após o lançamento do seu álbum anterior (Real).

Se não forem fãs do estilo musical, continua a ser justo dar uma chance ao trabalho de Lydia, devido à sua perseverança e força de vontade que, apesar de tudo, resultam em boa música.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Dead Writer
  • Love Is Not Enough
  • Wringer
  • Never

Marilyn Manson – We Are Caos

Marilyn Manson - We Are Caos

Género: Gothic Rock/New Wave

Link para o Spotify

Curiosamente o título do álbum é We Are Caos, o que é um bocado contrariado com o conteúdo, uma vez que é o álbum mais acessível de Marilyn Manson até à data para o público em geral.

Considerado por muitos polémico enquanto artista e extravagante enquanto pessoa, mostra agora um lado muito humano, face ao que já se falou deste.

Esta perceção errada deve-se muito ao passa a palavra quando, na verdade, a maior parte do que se falava não passava de mitologias hiperbolizadas. No entanto, para garotos do ensino básico, era mais um motivo de curiosidade. Essa época calhou na altura da proliferação dos downloads de música por torrent, no 5º ano, no meu grupo de amigos já rodavam CDs de compilação com músicas dos Linkin Park, Limp Bizkit, Slipknot, The Offspring, Smashing Pumpkins, Korn e, pois claro, Marilyn Manson. Isto acaba por explicar um pouco o meu carinho especial pelo Rock, apesar de apreciar praticamente todos os géneros musicais.

Agora que falo nisto, recordo-me na perfeição da preocupação dos pais do meu grupo de amigos, quando apanhavam os seus filhos com 10 anos a ouvir este tipo de música. Agora até acho alguma piada, visto que nenhum de nós virou satanista, como previsto.

Já lá vão quase 20 anos e Marilyn Manson (agora com 51 de idade) irrompe agora por estes tempos de loucura e confusão com um álbum bastante humano, recheado de doses de clareza, calma e de perdão.

A verdade é que quando já ninguém dava um tostão furado pelo artista, pela forma como a sua abordagem musical se encontrava descontextualizada da realidade musical atual, este surge com um trabalho inesperado, sombrio, mas brilhante. O ques só prova que o seu génio não deve ser subestimado em altura alguma.

We Are Caos torna-se, assim, num dos seus melhores trabalhos (se não o melhor) da sua longa carreira no Rock pesado, quer a nível de escrita, quer a nível de composição musical, quer a nível de produção. É também um dos melhores álbuns de 2020.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • We Are Caos
  • Don’t Case The Dead
  • Paint You With My Love
  • Perfume
  • Solve Coagula
  • Broken Needle

Public Enemy – What you gonna do when the grid goes down?

public enemy - what you gonna do when the grid goes down?

Género: East Coast Hip-Hop/Classic Rap

Link para o Spotify

Ao contrário de muitos grupos clássicos de Rap, cujas fundações remontam aos anos 80/90, os Public Enemy nunca pararam e, apesar da relevância do Rap de intervenção ter caído em desuso, o grupo nova-iorquino continua cheio de pujança.

É evidente que o impacto social não é o mesmo que outrora tiveram, até porque, atualmente, os tempos são mais de consciencialização do que de reação. O papel da música Rap também mudou (para pior) e, atualmente, há mais preocupação em mandar indiretas do que transmitir mensagens de cariz social, perdendo-se assim o factor união e desenvolvendo-se o factor intriga. Quando isto aconteceu, muitos grupos como os Public Enemy, Beastie Boys, Run-D.M.C. ou A Tribe Called Quest caíram para plano de fundo da noite para o dia.

O ponto positivo é que o grupo adaptou a sua mensagem e questiona de forma pertinente e contemplativa: “What you gonna do when the grid goes down?”.

A música em si continua a ser inventiva, mesmo recorrendo a fórmulas antigas, e este álbum é dotado de um grove incrível, dando a sensação que foi gravado no auge da carreira do grupo e guardado numa cápsula do tempo até 2020.

Sem dúvida um dos melhores trabalhos dos Public Enemy nas últimas décadas. É gratificante ver Public Enemy ajustado aos tempos modernos, sem abdicar do que lhe confere autenticidade.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • GRID (feat. Cypress Hill & George Clinton)
  • State Of The Union [STFU] (feat. DJ Premier)
  • Public Enemy Number Won (feat. Mike-D, Ad-Rock & Run-D.M.C.)
  • Fight The Power: Remix 2020 (feat. Nas, Rapsody, Black Thought, Jahi, YG & Questlove)
  • Go At It (feat. Jahi)
  • R.I.P. Blackat

The Flaming Lips – American Head

the flaming lips - american head

Género: Psychedelic Rock/Dream Pop

Link para o Spotify

American Head marca o regresso dos The Flaming Lips à produção musical após uma reunião em 2014.

Num dia em que sintam que precisam de colocar a vossa rotina alucinante em pausa, de forma a conseguirem reencontrar a paz interior que muita falta faz de vez em quando, é só colocarem os headphones e ouvir este álbum. Vai servir na perfeição para o efeito.

Esta é a produção mais intensa e emocionante da banda em muitos anos, com o poder de levar quem a escuta numa viagem relaxante e revigoraste de quase uma hora.

Face aos seis anos passados desde a reunião, pode-se dizer que os The Flaming Lips conseguiram rapidamente voltar ao esquema que lhes trouxe bom nome e reconhecimento: o da criação de músicas com arranjos amplos, harmonias cósmicas, ritmos pausado e profundos.

O resultado final foi a criação de uma sonoridade muito mágica e prazerosa, que contou com a participação da fantástica Kacey Musgraves.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Will You Return/When You Come Down
  • Brother Eye
  • You N Me Sellin’ Weed
  • God And The Policeman (feat. Kacey Musgraves)
  • My Religion Is You

Este mês teve menos álbuns essenciais que agosto a chegar à seleção final, mas foram, na sua generalidade, mais instigadores e nostálgicos, tanto que acabei por escrever bem mais do que o normal. Não quero deixar-vos sem antes chutar os dois singles que mais me surpreenderam este mês, vindos de duas bandas consumadas:

1. New Order – Be A Rebel

“Nestes tempos difíceis queríamos lançar uma nova canção. Não podemos tocar ao vivo por enquanto, mas a música ainda é algo que todos podemos partilhar. Esperamos que gostem… Até nos encontrarmos novamente.”Bernard Summer

2. Temples – Paraphernalia

“Na era da distração constante, todos lutamos por encontrar foco e a sensação de calma. Paraphernalia questiona e profundidade das conexões reais num mundo digital.”James Bagshaw

Volto em novembro para falarmos sobre outubro. Até já!

Link para os álbuns essenciais de outubro

Auchan lançou no mercado a primeira marca própria de vinhos

Chama-se BANDO e conta com 20 propostas de cinco regiões vinícolas portuguesas.

BANDO

A Auchan Retail Portugal acaba de lançar no mercado a sua primeira marca própria de vinhos. Com o nome BANDO, esta nova aposta contempla 20 referências, para já de cinco regiões vinícolas portuguesas, mas o objetivo é alargar a oferta totalizando 10 regiões nacionais, que são simbolizadas por um pássaro emblemático de cada zona.

Os vinhos já podem ser adquiridos na Feira dos Vinhos Auchan, a decorrer até 12 de outubro nas lojas da marca.

Este BANDO representa a riqueza da tradição vinícola nacional, com centenas de anos de história, e reúne o melhor que o país oferece. Entre as propostas, contam-se o Vinho Verde Verdilhão, o Bico Torto do Dão, o Sisão do Alentejo ou o Galeirão de Setúbal, que dão corpo a castas como Alvarinho, Tinta- Roriz, Touriga Nacional, Alicante, Trincadeira, Syrah, Cabernet Sauvignon e Castelão, que resultam em diferentes opções, das mais perfumadas e encorpadas às mais equilibradas e elegantes.

Entre os enólogos responsáveis por cada uma das referências, identificados nos rótulos desenhados à mão, estão Abel Condesso, Arminda Ferreira, Jaime Quendera, Nuno Faria, Rui Veladas e Tiago Garcia. O produtor está indicado no contrarrótulo. Todas as propostas apresentam as respetivas notas de prova para facilitar a escolha do consumidor.

O melhor de tudo? Os preços. Dependendo da garrafa em questão, os vinhos BANDO vão desde os 1,69€ até um máximo de 5,79€.

Até ao final do ano, a Auchan pretender alargar a oferta de vinhos moscatel e espumantes, com cinco novas referências.

Já começou a segunda temporada de Fall Guys

Há um novo tema e, claro, novos níveis.

Fall Guys: Ultimate Knockout tornou-se rapidamente num sucesso e um dos jogos mais populares do ano graças ao seu formato competitivo, aleatoriedade e, claro, diversão.

Se têm jogado com frequência, hoje preparem-se para entrar num mundo novo, com tema medieval, que faz parte desta nova temporada.

Com novas skins, adereços e objetivos para cumprir, a segunda temporada do jogo inclui quatro níveis novos, Hoopsie Legends, Knight Fever, Egg Siege e Wall Guys.

Fall Guys: Ultimate Knockout teve o seu lançamento no início de agosto, como oferta no PS Plus da PlayStation 4, e atualmente pode ser jogado também no PC.

RTP Play acaba de chegar às smart TVs da Samsung

Ficou até disponível em modelos de 2015!

RTP Play

Quem é fã dos conteúdos da RTP, certamente que já terá utilizado a plataforma online da estação pública. Afinal de contas, é através da RTP Play que podemos ver séries que já passaram na TV, ouvir podcasts, filmes, entre outros conteúdos.

É, no fundo, uma plataforma multimédia que serve de suporte a tudo o que vai passando naqueles canais, havendo, também, alguns exclusivos da plataforma.

Porém, e como somente está disponível para dispositivos Android e iPhones, bem como para Apple TV, Android TV e CarPlay, tal acarreta desde logo um desafio: muitas são as smart TVs, com sistema operativo próprio, que não têm acesso à aplicação. Solução? Os utilizadores ou recorrem a uma box Android ou, em alternativa, fazem transmissão do seu smartphone para a TV.

Pois bem, há agora uma excelente novidade para os donos de smart TVs da Samsung. A marca sul-coreana acaba de disponibilizar a app nos seus televisores de 2015 a 2020, acabando com a necessidade dos “truques” anteriormente descritos.

Para isto, basta que descarreguem a app RTP Play através da loja de aplicações presente na vossa smart TV Samsung. Caso ainda não esteja disponível, é questão de aguardarem algumas horas.

Já há data de estreia para a nova temporada de 5 Para a Meia-Noite

Falta pouco, muito pouco.

5 Para a Meia-Noite

A nova temporada já tinha sido anunciada, a substituta de Filomena Cautela também, pelo que só faltava conhecermos a data de estreia.

Pois bem, apontem na agenda: 15 de outubro, às 22h30, na RTP1. É nessa noite que o talk-show mais imprevisível da televisão portuguesa regressa à grelha da estação pública, desta vez com Inês Lopes Gonçalves a assumir o papel de anfitriã.

Na nova temporada, o 5 Para a Meia-Noite apresenta uma cara nova: o humorista Carlos Pereira reforça o plantel de colaboradores e protagoniza novas rubricas, como Prós e Contras dos Pobres.

Quem também traz rubricas frescas é Miguel Rocha e a irreverente Beatriz Gosta, que promete continuar a surpreender.

E no que toca a música ao vivo? Bom, o comunicado antecipa um regresso em grande ao 5 Para a Meia-Noite… Será o regresso de David Antunes?

De resto, poderão ainda contar com rubricas como Tenho uma Consulta às 5, Perguntas Muito Infantis e Correio Safadão, em que celebridades partilham as mensagens privadas que recebem nas redes sociais.

ABZU e Rising Storm 2 grátis na Epic Games Store

0

Aproveitem antes que fujam.

Abzu

Mais uma semana, mais uma oferta para os jogadores de PC. Até ao dia 15 de outubro, os jogadores de PC podem resgatar, sem qualquer custo, na Epic Games Store, dois novos jogos.

A oferta da semana inclui o aclamado jogo relaxante ABZU, desenvolvido pelo diretor de arte de Journey e Flower, e, para aqueles que procuram mais ação, há Rising Storm 2: Vietnam, que nos convida a viajar até à intensa guerra do Vietnam em batalhas multijogador até 64 combatentes.

Com estas ofertas disponíveis, já se conhecem também as da próxima semana. E serão também a dobrar, com Amnesia: A Machine for Pigs e Kingdom News Lands.

Para aproveitarem a oferta visitem a loja da Epic Games Store, aqui.

Mortal Kombat 11 Ultimate vai chegar à próxima geração e traz o Rambo

O novo pack de lutadores conta com a participação de Sylvester Stallone.

mortal kombat 11 ultimate rambo

Mortal Kombat vai chegar à nova geração de consolas com uma atualização gratuita e numa nova edição do jogo.

Mortal Kombat 11 Ultimate é o nome da nova edição que será lançada no dia 17 de novembro para a PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X e S, PC e Nintendo Switch, incluindo todo o conteúdo até agora lançado, como a expansão Aftermath, o Kombat Pack 1 e o recém-anunciado Kombat Pack 2.

O novo pack inclui mais três lutadores com personagens muito pedidas pelos fãs, como Mileena e Rain, e ainda a surpreendente aparição de Rambo, protagonizado pelo próprio Sylvester Stallone, o que significa que se sempre se questionaram quem ganharia numa luta entre o Rambo e o Exterminador Implacável, agora vão poder descobrir.

Com estes anúncios, a NetherRealm revelou também alguns detalhes da versão da próxima geração do jogo, que inclui resoluções dinâmicas até 4K, visuais melhorados e tempos de carregamento mais rápidos.

mortal kombat 11 ultimate

Via Verde Estacionar já está disponível em Mafra

E abrange a zona histórica e vila da Ericeira.

Via Verde Estacionar

O serviço Via Verde Estacionar já está disponível no município de Mafra e abrange zonas como o Palácio Nacional de Mafra e as ruas da vila da Ericeira. Com o início desta operação, este município torna-se no 27.º do país onde já é possível utilizar esta app para pagamento do estacionamento de rua.

A app Via Verde Estacionar serve, basicamente, para vos facilitara vida. É que não só não precisam de moedas nem talões, como também não é necessário o uso do identificador de Via Verde para estes casos. Paga-se somente consoante o tempo efetivamente utilizado para estacionamento.

Através da app, podem ainda antecipar ou prolongar o tempo de estacionamento sem terem de se deslocar junto do parquímetro, podendo também localizar o veículo apenas com o seu smartphone. Ao usarem esta aplicação, têm ainda a possibilidade de estacionar múltiplas matrículas e consultar o histórico de utilizações.

Mafra junta-se, assim, a outros municípios da Área Metropolitana de Lisboa que já aderiram ao Via Verde Estacionar, como Loures, Amadora, Sintra, Oeiras, Cascais, Almada, Lisboa e Torres Vedras. Ao todo, já são mais de 135 mil lugares abrangidos por esta aplicação.