Sabiam que os veículos que fazem as entregas da DPD, bem como as lojas Pickup, têm sensores que medem em tempo real as mais prejudiciais e finais partículas PM 2.5?
Recentemente, a DPDgroup anunciou uma ambiciosa redução da pegada ambiental em 225 cidades europeias, onde se inclui Lisboa. Aliás, é desde junho do ano passado que a frota da empresa e agências na capital portuguesa conseguem medir, a cada entrega, as partículas do ar mais finas e perigosas, graças ao Programa de Diagnóstico da Qualidade do Ar.
Agora, é altura de ir ainda mais longe. Como? Melhorando a qualidade de ar de Lisboa. Na semana passada, a DPD inaugurou a City Trees, uma estrutura única que melhora a qualidade do ar.
Esta estrutura de madeira está equipada com diferentes tipos de musgo que limpam o ar e produzem oxigénio para até 7.000 pessoas por hora, por cada unidade. A tecnologia IoT integrada permite uma informação exaustiva sobre o estado do equipamento e fornece dados ambientais em redor do mesmo. Os resultados podem ser consultado em tempo real no site oficial da DPD.
Através desta iniciativa inovadora, a DPD continua a sua ambição de reduzir as emissões de CO2 por encomenda em 30% até 2025, em comparação com 2013, e reafirma o seu compromisso de ter um impacto positivo nas comunidades, cidades e sociedade em geral.
Contudo, é necessária uma deslocação a um Espaço Cliente de modo a concluir o processo.
Para quem não sabe, os passes escolares 4_18 e Sub23 destinam-se a crianças, jovens ou estudantes que reúnam condições específicas, permitindo beneficiar de um valor bonificado na aquisição de algumas modalidades de títulos de transporte atualmente em vigor.
Estes perfis do cartão Lisboa VIVA, chamemos-lhe assim, já permitem que a adesão ou renovação possa ser feita online. Assim, e até 30 de outubro, os estudantes da Área Metropolitana de Lisboa, que têm cartão Lisboa VIVA válido, já podem enviar a documentação necessária para aderir ou renovar o perfil 4_18 ou sub23, preenchendo um formulário online.
No formulário deve ser indicado o nome, o número do cartão Lisboa VIVA válido, fotografia do cartão Lisboa VIVA válido e declaração de matrícula (cópia digitalizada da declaração de matrícula, atestando que o aluno está matriculado no corrente ano letivo. É obrigatório que a matrícula tenha assinatura digitalizada ou digital do estabelecimento de ensino).
No caso dos alunos abrangidos pela Ação Social Direta no Ensino Superior, a declaração de matrícula deverá referir que é beneficiário de Ação Social Direta.
Com esta digitalização de sistema, o Metropolitano de Lisboa pretende melhorar o atendimento aos jovens estudantes e libertar os espaços clientes da afluência presencial.
Gostavam de conhecer os locais mais emblemáticos da capital portuguesa, se bem que de uma forma ligeiramente diferente? Então convém participarem na 28.º edição do Lisboa Antiga de Bicicleta.
Este passeio, organizado pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, vai acontecer já este domingo, dia 18 de outubro. O percurso faz com que os participantes visitem locais como Alfama, Miradouro das Portas do Sol, Jardim São Pedro Alcântara, Calçada do Lavre, Calçada da Glória, elevador da Bica, entre outros.
Para isso, terão de se registar previamente, preenchendo este formulário. No dia do passeio, deverão passar pelo Terreiro do Paço de modo a receberem brindes (t-shirt, bido e/ou outros).
Atenção, o Terreiro do Paço será um local de passagem e não de concentração, pelo que os participantes receberão por e-mail o horário em que devem lá passar entre as 9h e as 13h.
Adicionalmente, a organização pede que, durante o percurso, tirem uma fotografias e escolham a melhor, de modo a ser enviada por email. As fotografias serão postas à votação no Facebook da FPCUB e as mais votadas receberão prémios a divulgar posteriormente. A fotografia só será considerada se for do dia 18 de outubro de 2020.
Convém ter em atenção que, graças a esta época específica, não são permitidos grupos com mais de 10 pessoas.
Março de 2021 promete ser especial. É nesse mês que irá decorrer o festival Live in a Box, um evento que junta a música lusófona e ibérica.
Entre 19 e 21 de março do próximo, Lisboa e Bragança acolhem o festival em simultâneo. São seis artistas e um total de 12 concertos, a decorrer em dois teatros: Teatro São Luiz, em Lisboa, e Teatro Municipal de Bragança.
Já o cartaz é composto por Carlos Dénia, Fogo Fogo, Moreno Veloso, Paulo Bragança, Sara Tavares e Sopa de Pedra.
No que toca aos bilhetes, o preço varia entre as cidades. Para os espetáculos em Bragança, um bilhete individual custa 15€, um passe diário de acesso a todos aos espetáculos desse dia custa 25€ e o passe geral de acesso a todo o festival custa 35€. No caso de Lisboa, cada bilhete individual custa 20€, cada bilhete diário custa 35€ e cada passe de acesso geral tem um custo de 65€.
O Live in a Box surgiu este ano pela primeira vez online, mas em 2021 evolui para um formato físico. Em 2022, o objetivo é levar o festival até Espanha.
Fujam do submundo num dos melhores títulos deste final de ano.
Não é a primeira vez, e nem será a última, que me deparo com um novo roguelike em 2020. O género, que se assenta na dificuldade e na repetição constante da campanha, é uma aposta arriscada para as produtoras. Contudo, aos poucos, e muito apoiada por lançamentos de peso – como Dead Cells, em 2018 –, temos encontrado cada vez mais videojogos que elevam a fasquia e nos trazem experiências inovadoras dentro da sua estrutura tão rígida. Hades, a nova aposta da Supergiant Games – que sai agora de Early Access – é talvez o melhor roguelike que jogarão este ano. Não só pela arte ou a jogabilidade, mas pela junção exímia entre todos os elementos desta experiência tão cativante.
A adaptação da mitologia grega, aqui fortemente estilizada, é um dos pontos fortes de Hades. A Supergiant Games já nos havia habituado ao seu amor pela narrativa, fosse pela narração de Bastion ou a progressão surreal de Transistor, mas Hades eleva esta paixão pelo ato de contar uma estória através de diálogos muito bem escritos e uma campanha que se revela entre tentativas dos jogadores. Em Hades assumimos o papel de Zagreus, filho de Hades, e seguimos a sua viagem à medida que tenta fugir do Submundo e juntar-se aos deuses no Olimpo. Zagreus está decidido em deixar tudo para trás e agarrar o seu lugar junto da mitologia grega, mas, para tal, terá de superar todos os desafios do Submundo e fugir ao seu destino.
A morte e a repetição constantes são, assim, adaptadas à própria narrativa e servem de condutores para alguns dos momentos mais importantes da campanha. À medida que tentamos fugir, encontramos figuras incontornáveis da mitologia grega, como o herói Aquiles, e deuses como Zeus, Athena, Ares, entre outros, que tanto tentam parar o nosso progresso, como nos ajudar a sair do Submundo e a agarrar o destino que tanto procuramos. A repetição parece ter sido equacionada pela produtora até ao pormenor, com a campanha a apresentar novos elementos narrativos entre tentativas e de forma espaçada.
Desta forma, a Supergiant Games criou uma campanha que nunca está estagnada pelo jogador, mas que acompanha as suas tentativas constantes sem prejudicar a narrativa em si. E mesmo com esta aposta, sentimos uma alegria palpável sempre que desbloqueamos um novo diálogo ou zona que avançam efetivamente a estória. Zagreus não deixa de ser um dos destaques desta aventura e é através das suas reações e monólogos que criamos uma imagem mais presente e fixa deste Submundo perigoso, com o jovem deus a demonstrar uma personalidade cativante, algo convencida, mas sempre carismática e humana.
O mundo de Hades não é tão expansivo como merecia ser, mas há uma constante sensação de profundidade sempre que exploramos as suas salas e conhecemos as várias partes deste reino. Esta proximidade seria impossível sem o tremendo trabalho de arte e de som, que dão vida ao mundo e constroem este novo universo de deuses e demónios. Os retratos são um festim visual, muito detalhados e expressivos, com as cores a realçarem o trabalho de adaptação para o mundo de Hades. É sempre uma surpresa encontrar um deus do Panteão e ver como foi adaptado a esta nova realidade, muito suportado pelo excelente trabalho de voz dos atores.
No entanto, não consegui evitar um certo cansaço no design dos cenários em si, especialmente nas zonas de ação, onde a repetição mata qualquer surpresa visual. É fácil reparar onde a equipa dedicou mais tempo de produção e é impossível não verificar o quanto é difícil manter a surpresa e a fidelidade gráfica num jogo assente na repetição constante.
Fora este entrave, Hades mantém a qualidade onde mais precisa: na jogabilidade. Com uma visão isométrica, o novo título da Supergiant Games divide a campanha por zonas – todas elas inspiradas na mitologia grega – e foca a ação em várias salas que surgem de forma aleatória. Apesar do destino ser sempre o mesmo, onde encontramos um dos bosses do jogo, o caminho é escolhido pelo jogador, com cada sala a dar vantagens e acesso a novos itens, lojas e outros recursos que permitem evoluir permanentemente os atributos de Zagreus. Hades dá-vos, desta forma, a possibilidade de escolherem os itens que querem recolher e qual querem destacar na vossa campanha, existindo ainda a possibilidade de encontrarem novas habilidades – dadas pelos deus que vos tentam ajudar ao longo da campanha – e a opção de evoluírem as armas e ataques.
Em combate, Hades não é inovador, mas é incrivelmente viciante e intuitivo. Zagreus tem a possibilidade de atacar, de utilizar habilidades especiais, atirar projéteis, desviar-se e defender-se à medida que navega por níveis repletos de hordas de inimigos e armadilhas. Existe uma fluidez impressionante em Hades, onde todos os movimentos se encaixam uns nos outros e nos sentimos em total controlo do príncipe.
A jogabilidade está tão limada e os níveis estão tão bem desenhados que é quase impossível sentirmos que perdemos por culpa do jogo ou por um elemento mais injusto: assim foi a minha experiência. É fácil atacar, ripostar e utilizar as habilidades, com o desvio a ser imprescindível para evitar armadilhas e ataques mortíferos. Há uma aposta na ação constante, na rapidez e na destreza, e as habilidades apresentam tempos de espera tão curtos que somos motivados a usar constantemente o arsenal de Zagreus.
Mas Hades não se foca apenas nas habilidades especiais – permanentes ou temporárias – e dá-nos a possibilidade de desbloquear novas armas. Estas armas, novamente inspiradas por lendas gregas, mudam por completo a nossa abordagem aos níveis e determinam não só a velocidade e alcance dos ataques, como alteram as habilidades especiais. Apesar de começarmos com uma espada, a arma mais equilibrada de todas, podemos rapidamente desbloquear um arco, que é perfeito para ataques à distância, mas também um escudo, uma lança, entre outros. As armas só podem ser acedidas se recolherem chaves especiais, o que significa que terão de fazer essa escolha dentro da campanha e na navegação dos níveis. Existem vantagens e desvantagens para todas as armas, mas senti-me em casa com qualquer uma delas, encontrando rapidamente métodos perfeitos para todas. Fosse com o escudo, que protege e ataca, ou com a lança, Hades compensa todos os estilos de jogos através da sua jogabilidade clássica, mas sempre viciante.
Penso que já compreenderam que adorei o meu tempo com Hades. Se são fãs do género ou do trabalho da Supergiant Games, não pensem duas vezes: este jogo é para vocês. Se têm algumas reticências, posso dizer-vos que é dos roguelikes mais apelativos e acessíveis dos últimos tempos, ainda que mantenha um foco mais acentuado no desafio do que exemplos mais recentes – como Going Under, que também analisámos. Apesar de não ser fã do trabalho da Supergiant Games, vejo-me rendido a Hades e mal posso esperar para voltar.
Plataformas: PC e Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela Supergiant Games.
Na Alemanha, o Grande Prémio de Eifel não teve um início de fim de semana fácil, mas, no fim, recordes foram igualados e outros batidos. Pódios finalmente apareceram para quem há muito lutava por eles e Lewis Hamilton teve uma das mais especiais vitórias da sua carreira.
Texto por: André Santos
Antes de começar a história que nos leva até Nürburgring, na Alemanha, para oGrande Prémio de Eifel, vou contar-vos um pouco daquilo que foi a pré-corrida, a começar por uma sexta-feira onde o nevoeiro intenso não permitiu que o helicóptero médico tivesse condições para voar, o que, por sua vez, fez com que as duas primeiras sessões de treino não acontecessem.
Drama de sexta-sexta no passado e é sábado, um sábado diferente para a Racing Point que, ao chegar à FP3, percebeu que Lance Stroll vão estava em condições para correr este fim de semana… O fim de semana ficou diferente para Nico Hülkenberg, que acabou por ser chamado e entrar no monolugar da Racing Point para a sessão de qualificação. Nada de estranho quando acabou na Q1 e em 20º.
Ufa, finalmente é domingo e está tudo pronto para o Grande Prémio. Carros arrancam e o primeiro recorde está batido: Kimi Raikkonen está de parabéns. É, a partir deste momento, o piloto com mais inícios de corrida na Fórmula 1 – já são 323 Grandes Prémios para o piloto finlandês.
Agora sim, tudo em direção à primeira curva e tudo falha a primeira curva. Dos 20 pilotos, talvez dois ou três se tenham safado de errar a trajetória na curva número 1. Quando parecia que os carros da Mercedes, na frente, iam perder as posições, quase todos os 18 pilotos acabaram por cometer o mesmo erro dos homens da marca alemã e foram para lá do lado de fora da curva…
Se têm acompanhado esta minha aventura pelo mundo da Fórmula 1 aqui no Echo Boomer, devem saber que não é a primeira vez que começo um artigo assim, a dizer que, passadas duas voltas, o terceiro lugar, desta vez Max Verstappen, já leva um atraso de 2.3 segundos do Mercedes de Valtteri Bottas, que segue em primeiro lugar. A diferença, hoje, é que, nesta altura, temos um Ferrari, o de Charles Leclerc, em terceiro lugar… parece mentira, mas não é!
No entanto, o piloto monegasco já conta com um atraso de 5.1 segundos para o líder. Este ano não está mesmo nada fácil para a Scuderia Ferrari, duas voltas passadas e Leclerc vai agora a 10 segundos de Bottas e já pressionado pelo piloto da Renault, Daniel Ricciardo.
Sétima volta. Enquanto Lando Norris e Sergio Pérez lutam pelo 7º lugar, o piloto da Haas, Romain Grosjean, cai para ultimo lugar e com dores fortes num dos dedos depois ter sido atingido na mão por gravilha. Obrigado Halo… antes na mão que na cabeça.
Sem muita emoção até aqui, saltamos para a volta número nove, onde Ricciardo consegue, finalmente, passar o “Fiat 500” de Leclerc que, até aqui, da forma que ia a prender o pelotão, parecia estar naquela cena do filme 007 – Spectre onde James Bond fica preso atrás de um dos pequenos carros da marca italiana durante uma fuga a alta velocidade. Com tudo isto, Ricciardo já ia a 16 segundos de Max Verstappen que, por sua vez, seguia em terceiro a 3.2 segundos do líder.
O texto já vai longo por isso vou abreviar:
Volta 13 – Hamilton passa Bottas e é agora líder;
Volta 14 – Raikkonen bate em George Russell, que fica de fora. O finlandês recebe 10 segundos de penalização;
Volta 17 – Kyviat tem que fazer toda uma volta sem asa dianteira depois de toque de Albon, que acaba por ter uma penalização de cinco segundos;
Volta 18 – Bottas, que já ia em 5º, acaba por terminar a corrida mais cedo com problemas na Power Unit (motor);
Volta 23 –Ocon deixa o seu Renault de fora com problemas aparentes nos travões e caixa de velocidades;
Volta 25 – Albon nas boxes para trocar de pneus e cumprir penalização, mas acaba por tirar as luvas mais cedo. A Red Bull diz que encontraram problemas na Power Unit…;
Com tudo isto, Hülkenberg, que começou em 20,º está já em 9º lugar, posição de pontuar. Ainda não vamos a meio do Grande Prémio de Eifel e Lando Norris começa a queixar-se que está com problemas na Power Unit também. A McLaren pede-lhe que continue, mas o piloto britânico continua a perder muito tempo na sua luta com Pérez, que já dura há quase 20 voltas… enquanto que o mexicano da Racing Point avança e está cada vez mais perto de Daniel Ricciardo, Norris vai descendo e descendo, estando agora, na volta 44, atrás do seu colega de equipa e com um atraso de 17 segundos.
“Já chega!” – Disse o motor do McLaren pilotado pelo jovem piloto, que tanto lutou para manter o carro em pista. Mesmo com o carro parado fora de pista, o Safety Car acaba por ter que entrar enquanto o monolugar é posto para lá do muro de proteção. A festa começa, finalmente! Está tudo nas boxes para trocar de pneus, tudo menos Pérez, que acaba por aguentar mais uma volta, decidindo parar depois de ver o Renault de Ricciardo a fazer o mesmo. Safety Car fora da equação e estamos de volta à corrida com os carros que levavam um minuto, ou mais, dos dois da frente agora colados às suas traseiras.
O Mercedes de Lewis e o Red Bull de Max depressa fogem, mas Daniel Ricciardo e Pérez continuam a lutar por aquele último lugar do pódio que, a ambos, foge desde 2018. Quem será o último dos três pilotos a abrir a garrafa de champagne? Pouco mais de um segundo separa os dois, mas o carro da marca francesa acaba por levar a melhor e mete o piloto australiano no pódio, em terceiro lugar.
A corrida, que terminou com apenas 15 pilotos e que teve como piloto do dia um Super Hülkenberg em 8º lugar, depois de ter partido em 20º, viu ainda Max Verstappen a subir ao segundo lugar do pódio e a conquistar o ponto para a volta mais rápida com um tempo de 1:28.139.
Destacar ainda os pontos conseguidos por Grosjean (Haas) em 9º lugar e Giovinazzi (Alfa Romeo) em 10º e, claro, a vitória de Lewis Hamilton. O piloto britânico da Mercedes subiu ao lugar mais algo do pódio pela 91ª vez e igualou, assim, o recorde do alemão Michael Schumacher como piloto com mais vitórias na Fórmula 1.
No fim, de forma emocionante, Lewis Hamilton recebeu das mãos de Mick Schumacher um dos capacetes outrora usados pelo pai. Parabéns Lewis, parabéns Schumacher. Duas lendas vivas do desporto motorizado.
Foto: Formula1.com – Daniel Ricciardo no Grande Prémio de Eifel 2020
Foto: Formula1.com – Lewis Hamilton no Grande Prémio de Eifel 2020
A utilização desses plásticos é o suficiente para manter aproximadamente 92.000 garrafas de plástico fora dos oceanos e de aterros sanitários.
Esta não é propriamente uma novidade absoluta. Em outubro do ano passado, falámos aqui no Echo Boomer sobre o facto do HP Elite Dragonfly ser o primeiro portátil do mundo fabricado com plásticos do oceano. Na verdade, esse convertível compacto, o mais leve do mundo (peso inferior a 1kg), foi um dos três produtos HP concebidos com plásticos do oceano.
Então e os outros dois? Pois, são agora revelados. Trata-se dos novos portáteis HP Pavilion 14 e HP Pavilion 15. Além de um novo design, novas cores e o facto de serem os primeiros portáteis da marca para consumidores com processadores Intel Core de 11ª geração com gráficos Intel Iris Xe, são igualmente os primeiros portáteis de consumo da empresa concebidos com plásticos reciclados destinados aos oceanos.
Os novos Pavilion foram concebidos com plásticos reciclados e destinados aos oceanos na construção da estrutura das colunas – e a utilização destes plásticos nesses equipamentos é o suficiente para manter aproximadamente 92.000 garrafas de plástico fora dos oceanos e de aterros sanitários. As caixas externas e as almofadas de fibra utilizadas na embalagem dos novos equipamentos também são 100% sustentáveis e recicláveis. Os portáteis também têm registo EPEAT Silver e certificação Energy Star.
Os portáteis Pavilion mais recentes são inspirados na arte. Apresentando linhas limpas e elementos esculturais com arestas elegantes, os utilizadores podem abrir o equipamento facilmente por qualquer um dos três lados. Como parte do design Pavilion, esses equipamentos apresentam um chassis de metal que elimina as linhas de separação no portátil e garante uma aparência elegante e limpa.
O Pavilion 15 apresenta uma proporção de ecrã/corpo de 86% (STBR) e as dimensões x / y em ambos os portáteis também melhoraram face à última geração. Os ecrãs têm uma moldura de pequeníssima dimensão e tanto o Pavilion 14 como o Pavilion 15 dispõem de um painel HD ou Full HD.
De resto, ambos os equipamentos oferecem memória dual channel opcional e Intel Optane Memory com PCIe SSD de até 1TB, até 8.75h de autonomia e opção de poderem ter uma NVIDIA GeForce MX450 como placa gráfica dedicada.
Faltam os preços: a partir dos 699€ para o HP Pavilion 15 e a partir dos 849€ para o HP Pavilion 14. Chegam ao mercado nacional em novembro.
A já popular hamburgueria de Setúbal quer continuar a dar aos clientes o que eles merecem.
Lembram-se quando, em junho deste ano, avançámos em primeira mão com a novidade de que a cidade de Setúbal tinha ganho uma nova hamburgueria? Nessa altura, a Burger Wheels trabalhava somente em modo virtual, ou seja, sem espaço para receber os clientes.
Dois meses depois, em agosto, os responsáveis fixaram-se na Rua António José Baptista nº 24, ocupando o lugar do antigo café O Golfinho. Desde então, muitos têm sido os clientes a passar pelo local e a sair do mesmo de estômago cheio. Pois bem, há agora outra novidade: o estabelecimento vai voltar a mudar de localização.
A partir deste domingo, a Burger Wheels passa a estar localizada no Largo Aquilino Ribeiro nº11, na Reboreda, ocupando o lugar que outrora foi do antigo Café Panorâmico. A mudança prende-se não só com o facto de a gerência querer um espaço maior, onde se possam realizar festas, mas também para que os clientes possam apreciar a vista para Tróia. Já de outras janelas daquele espaço será possível ver, ao fundo, o Castelo de Palmela.
No que toca a horários, e se a COVID não atrapalhar, a Burger Wheels deverá funcionar todos os dias, das 12h às 15h e das 18h às 00h durante a semana. Aos sábados, a diferença é que o estabelecimento estará aberto até à 01h. Aos domingos, a hamburgueria irá funcionar das 19h às 00h.
Foi em setembro do ano passado que a Huawei anunciou oficialmente a série Mate 30. Agora, um ano e um mês depois, é altura de dar destaque a novos smartphones.
A marca, que tem passado por períodos complicados devido ao bloqueio comercial que enfrenta nos Estados Unidos, tem, ainda assim, resistindo às adversidades, mesmo que não possa contar com os serviços da Google aquando do lançamento dos novos equipamentos. Isto resultou não só no desenvolvimento e disponibilização mundial da loja AppGallery, que vai contando com cada vez mais apps, como na criação de um sistema operativo próprio, o Harmony OS, que se espera que comece a chegar aos telemóveis algures em 2021. Ou mesmo em 2022.
Além disso, a Huawei é muito mais do que apenas smartphones. Tem dispositivos vestíveis, earbuds de altíssima qualidade, colunas de som, excelentes portáteis, ótimos tablets, entre outros produtos. Portanto, mesmo que, fora da China, venha a perder alguma força, tudo leva a crer que seja somente uma fase menos boa.
Mas regressemos ao tópico deste artigo, a série Huawei Mate 40. Sabe-se agora que a nova gama será oficialmente revelada a 22 de outubro, às 13h (hora de Lisboa). E atenção: esta é a data para a apresentação da nova linha, o que não significa que esses smartphones sejam logo lançados no mercado. Convém esclarecer isto.
Os novos dispositivos da marca chinesa serão os primeiros a contar com o novo processador Kirin 9000 5G de 5nm. E serão precisamente os equipamentos da linha Mate 40 os primeiros a receber o sistema operativo da Huawei.
Aliás, e contrariamente ao que tem acontecido em anos recentes, em que o foco ia sempre para a fotografia, desta vez a Huawei parece apostada em dar mais atenção à performance propriamente dita. Mas claro, o campo fotográfico não será descurado, até porque a Huawei tem, por norma, dos melhores smartphones do mercado para essas tarefas.
De resto, não existem mais detalhes por aí além. Consta que os novos dispositivos terão Super Fast Charge de 66W e que serão quatro ao todo: Mate 40, Mate 40 Pro, Mate 40 Pro+ e Mate 40 RS Porsche Design.
Um dado curioso: a série Mate 40 vai ser apresentada somente nove dias após a revelação dos novos iPhone 12. Outubro promete.
Sem açúcares adicionados e adoçado apenas com mel. É assim que se apresenta o Nestum Bio Mel, o novo produto da gama e que é, também, o primeiro biológico da “família”.
O novo produto contém cereais integrais biológicos e mel (também bio, claro). Até a embalagem é amiga do ambiente, uma vez que é composta por mais de 90% de cartão reciclado. O restante cartão é proveniente de florestas com gestão florestal sustentável e fontes responsáveis.
Este Nestum Bio Mel já pode ser adquirido nos sítios do costume com um PVP de 2,99€. Podem, porém, ir apanhando aqui e ali com redução de preço. Tudo depende do comerciante.
A mascote de Little Big Planet vai ter que salvar os seus amigos.
Não é só a mascote do popular Little Big Planet. Sackboy é mesmo a mascote da PlayStation e, por isso, para o início desta geração, o adorável herói feito de lã vai ter direito a um jogo próprio.
Sackboy: Uma Grande Aventura é a aposta da PlayStation, desenvolvida pela Sumo Digital, que coloca Sackboy num mundo de aventuras em plataformas 3D numa missão de resgate dos seus amigos, raptados pelo malvado Vex.
Tendo como destino a PlayStation 4 e PlayStation 5, Sackboy: Uma Grande Aventura recebe agora um trailer dedicado à história, onde também ficamos a conhecer a data de lançamento: 12 de novembro.
Este ano, a Netflixrecebeu uma interessante adaptação de Jurassic Park com a série de animação Jurassic World: Camp Cretaceous, que se focava nas aventuras de um grupo de jovens que tentava escapar de Jurassic World durante os eventos desse filme titular.
Agora, enquanto Jurassic World: Dominion não chega em 2022 para rematar de vez a icónica série de filmes, os fãs de dinossauros vão poder assistir à continuação da série animada. O projeto foi renovado para uma segunda temporada, a estrear em 2021, algo que já se esperava após o final dos primeiros episódios.
Com o anúncio de revelação da nova temporada, a Netflix e a DreamWorks Animation revelaram também o primeiro teaser trailer que apresenta de novo os jovens em apuros e um T-Rex à solta, muito chateado.
A primeira temporada de Jurassic World: Camp Cretaceous pode ser assistida na Netflix.
O futuro dos computadores, e até das novas consolas, passa pela adoção de componentes de armazenamento de alta capacidade e desempenho com novas tecnologias SSD.
A Corsairtem agora um conjunto de placas M.2 NVMe preparadas para os mais entusiastas, com soluções que vão de 1 a 8 TB e, como seria de esperar, com preços a condizer.
A nova série MP400 é capaz de atingir leitura de dados até 3400 MB/s e escrita até 3000 MB/s, promete um tempo de vida capaz de atingir 112 anos de utilização intensa e é extremamente compacta, graças à sua forma M.2 2280.
A nova série MP400 da Corsair pode ser adquirida na loja da marca a partir de 134,99€ por 1TB de capacidade.
O novo jogo de ação e sci-fi da People Can Fly falha o final do ano.
Outriders foi um dos primeiros jogos da nova geração a ser revelado e apresenta uma premissa ambiciosa, que mistura elementos de ação e RPG reminiscentes de Mass Effect, com sistemas de progressão cooperativa ao estilo de Borderlands, numa jornada num planeta alienígena onde a humanidade tenta estabelecer novas colónias.
Desenvolvido pelos criadores de Gears of War: Judgement e Bulletstorm, e com a ajuda da Square Enix, Outriders só nos vai deixar viajar até ao planeta de Enoch em 2021… e não no final de 2020. Mais precisamente a 2 de fevereiro, no PC, PlayStatoon 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X e S.
Mas com esta notícia menos positiva, a Square Enix revela uma boa: os jogadores que começarem a sua aventura na atual geração vão poder, mais tarde, fazer o upgrade gratuito para as novas consolas, que serão lançadas já em novembro.
A SEGAestá a celebrar o seu 60º aniversário, mas são os jogadores que recebem as prendas.
Até dia 19 de outubro, na Steam, a SEGA está a oferecer um dos seus jogos mais importantes, Sonic The Hedgehog 2, a sequela do jogo da mascote da empresa, que é considerado por muitos fãs o melhor jogo da série.
Mas a celebração não se fica por aqui. Entre os dias 15 e 18 de outubro, os fãs da SEGA vão poder encontrar na STEAM minijogos limitados feitos apenas para este evento digital e, até ao dia 19 de outubro, é possível encontrar descontos em vários jogos da produtora nipónica: Sonic Mania com 75% de desconto, Company of Heroes 2 por 1€ (95% de desconto), Endless Space 2 com 75% de desconto também, Persona 4 com 20% de desconto, Yakuza Kiwami 2 por menos 50% e muitos, muitos mais.
Boas notícias para quem não queria começar já a pagar o serviço.
Foi em setembro do ano passado que a Apple avançou com a novidade: quem adquirisse um novo equipamento da marca (iPhone, iPad ou Mac) a partir desse mês teria de oferta um ano de acesso ao serviço Apple TV+, que custa 4,99€/mês.
Ora, como o serviço ficou disponível em novembro do ano passado, tal significa que essa oferta iria começar a terminar durante as próximas semanas. Mas não é isso que vai acontecer.
Numa boa ação, a Apple decidiu estender esta oferta do seu serviço até fevereiro de 2021. Quer isto dizer que, se tinham o serviço a expirar em breve, saibam que vão poder aproveitar durante mais algum tempo.
Sabe-se também que a marca da maçã vai compensar aqueles clientes que estejam efetivamente a pagar o serviço, tanto com reembolsos como extensões. E claro, esta oferta continua ativa para quem adquirir um novo dispositivo Apple. Basta que ativem a oferta no máximo até três meses após a ativação desse mesmo equipamento.
O Apple TV+ ainda está muito longe de poder ser uma concorrente sério dos demais serviços de streaming, mas já vai tendo séries de qualidade, como Dickinson, Truth Be Told, Mythic Quest: Raven’s Banquet, Defending Jacob, Tehran, Ted Lassoou Servant, entre outras.
Power Up terá um total de 12 temas. “Shot In The Dark” é o single de avanço.
Foi no início do mês que começámos por falar aqui no Echo Boomersobre o regresso dos míticos AC/DC ao ativo. É um regresso que se destaca não só pelo regresso de Brian Johnson, vocalista da banda desde 1980, que esteve recentemente afastado devido a problemas de audição, mas também pelo comeback de Phil Rudd na bateria, ele que também esteve afastado da banda, mas neste caso por problemas com a lei.
De resto, o lineup dos AC/DC fica completo com Angus Young na guitarra, Cliff Williams no baixo e Stevie Young, sobrinho do malogrado Malcolm Young, na guitarra ritmo.
Pois bem, isto já era sabido, bem como o single de avanço, “Shot In The Dark”. A novidade, agora, é que já sabemos o título do 17º álbum de estúdio, bem como a respetiva data de lançamento.
Assim, e como já se antecipava, Power Up é o nome do novo disco do famoso grupo, com data de lançamento prevista para 13 de novembro. Esta é a tracklist:
1- Realize 2- Rejection 3- Shot In The Dark 4- Through The Mists Of Time 5- Kick You When You’re Down 6- Witch’s Spell 7- Demon Fire 8- Wild Reputation 9- No Man’s Land 10- Systems Down 11- Money Shot 12- Code Red
O novo álbum, que, segundo Angus Young, acaba por ser um “tributo” ao malogrado Malcolm Young, vai também ganhar, como seria de esperar, uma edição física. Mas não é uma qualquer.
Só para terem noção, a edição deluxe de Power Up traz uma caixa com uma luz neon que ilumina o logo da banda, bem como um pequeno speaker embutido que toca o riff do single “Shot In The Dark”. Essa caixa traz ainda um cabo USB para que a possam carregar.
A juntar a tudo isto há ainda um álbum com fotos inéditas da banda em estúdio. Para aqueles fãs mais vintage, saibam que também haverá uma edição em vinil.
E é um restaurante próprio, neste caso o oitavo do género em Portugal.
Foi praticamente no final de setembro que a Burger King decidiu abrir um restaurante próprio em Porto Alto, na freguesia de Samora Correia. Dias depois, eis que a marca abre mais um estabelecimento próprio, neste caso em Lisboa.
Localizado na Rua Hermínio da Palma Inácio, o novo spot conta com mais de 350m2 e, à semelhança das aberturas mais recentes, adota o conceito Prime, que inclui uma Open Kitchen.
Lá dentro, o restaurante conta com mesas comunitárias num espaço de refeições aberto, mas oferece também áreas mais pequenas, com separadores, para quem privilegia uma maior privacidade.
O novo estabelecimento, o oitavo do género e o 128º restaurante da marca em Portugal, está aberto todos os dias, funcionando das 11h30 às 23h. De domingo a quinta, o drive through funciona até à 01h, ao passo que às sextas e sábados funciona até às 02h.
Resta concluir que esta inauguração contribuiu para gerar 25 novos postos de trabalho.
Se são clientes Vodafone, certamente que terão instalado no vosso smartphone a app My Vodafone, até porque é nessa aplicação que podem ver os vossos consumos, carregar o vosso cartão SIM, etc. Pois bem, e se vos dissermos que, agora, a operadora acaba de lançar um novo serviço de jogos?
Basicamente, o intuito aqui é disponibilizar aos clientes móveis centenas de jogos disponíveis para jogar no browser ou para download (neste caso disponível em exclusivo para smartphones Android).
O serviço, disponível para smartphones Android (com SO 4.4 ou superior), iOS (versão 10.3 ou superior) e Windows, está dividido por diversas categorias, de modo a que possam encontrar uma panóplia de joguinhos diferentes. Podem até pesquisar algo em específico, uma vez que existe a área “Explorar” no serviço.
Teoricamente até pode despertar curiosidade. O “problema” é que este é um serviço pago semanalmente. E não é propriamente barato, uma vez que custa 2,49€ por cada sete dias. E isto dá que pensar: com tanto jogo gratuito disponível para os smartphones, sejam Android ou iOS, valerá a pena pagar um serviço que, à primeira vista, só tem praticamente jogos simples e que se podem jogar noutro lado qualquer sem pagar um cêntimo?
Além disso, não deixa de ser estranho o facto de, na app My Vodafone, o serviço ser promovido com uma imagem do jogo Sonic CD, mas, quando entramos no serviço propriamente dito, esse jogo, amplamente conhecido, nem sequer surge como destacado. É estranho.
Ainda se quisermos ser mais críticos em relação ao valor, basta pensar que, por cada quatro semanas, este serviço cobra 9,96€. Sabem quanto custa atualmente a versão base do Xbox Game Pass? 9,99€/mês. O mesmo aplica-se ao serviço PlayStation Now que, a título de exemplo, também custa 9,99€/mês.
Ainda assim, se quiserem dar oportunidade a este serviço da Vodafone, basta que visitem o site ou, em alternativa, enviem um SMS com a palavra JOGOS para o 12345. Depois é só seguir os passos.
Resta dizer que, assim que subscreverem o serviço, terão direito a uma semana grátis para que possam constatar se vale realmente a pena ou não.
Chegam às lojas nacionais durante as próximas semanas.
Foi no início deste mês que a OPPO, marca que entrou oficialmente em Portugal este ano, anunciou a sua nova gama de smartphones. São três os smartphones que constituem a gama OPPOReno4 – Reno4, Reno4 Pro e Reno4 Z -, sendo cada um adequado a diferentes necessidades, como seria de esperar.
Comecemos pelo modelo de entrada de gama, o Reno4 Z. Tem um processador Mediatek MT6873V, um ecrã LPTS LCD de 6,47″, resolução 2400×1800 e que suporta uma taxa de atualização de 120Hz, quatro câmaras na traseira, duas câmaras na frente – sensor de 16MP e outro de 2MP para efeito de profundidade – e uma bateria de 4.000mAh. Conta ainda com 8GB de RAM e 128GB de memória interna. Custa 399€.
Depois vem o modelo do meio, Reno4, algo diferente do dispositivo anterior. Tem um ecrã AMOLED de 6,4 e resolução 2400×1080, processador Qualcomm Snapdragon 765G, 8GB de RAM, 128GB de memória interna, três câmaras na traseira – um principal de 48MP, uma ultragrande angular de 8MP e um sensor mono de 2MP -, um sensor de 32MP na frente e uma bateria de 4020mAh. Custa 599€ e, pelas características, parece ser um bocado caro.
O maior destaque, claro, vai para o modelo Reno4 Pro. Tem tudo do bom e do melhor, exceto no que toca ao processador (Snapdragon 765G), bateria (somente de 4.000mAh) e ecrã (a taxa de atualização é de somente 90Hz). De resto, conta com 12GB de RAM, 256GB de armazenamento interno, três câmaras na traseira – sensor Sony IMX586 de 48MP, outro sensor Sony IMX708 de 12MP e um sensor telefoto de 13MP – e uma lente fotográfica na frente. Preço? 799€.
De resto, referir que tanto o Reno4 como o Reno4 Pro estão equipados com o SuperVOOC 2.0 de 65W, o que faz com que, em cerca de 30/35 minutos, tenham o dispositivo totalmente carregado.
Os smartphones são todos eles compatíveis com a rede 5G, claro, e contam com características para melhorar a qualidade das fotos e vídeos, bem como otimizações que prometem estender a duração da bateria.
A linha OPPO Reno4 deverá chegar às lojas nacionais durante as próximas semanas.