Agora que os dias vão ficando cada vez mais quentes, não há nada como beber um bom vinho fresquinho. O Continente sabe disso e está a reforçar a sua oferta, onde se destaca uma novidade: um vinho low-alcohol.
Com apenas 7,5% de álcool, o Villa do Mar Low Alcohol Regional Lisboa Branco é um exclusivo das lojas Continente. Com um sabor floral e acidez vincada, este vinho venceu o prémio inovação do Clube de Produtores Continente. Durante este mês, pode também ser encontrado nas lojas com um desconto direto de 50%, o que faz com que, ao invés de pagarem o PVP original de 5,99€, paguem somente metade desse valor.
De resto, o Continente está também a apostar em cinco vinhos rosé exclusivos: Vinho Rosé Cancellus Premium DOC Douro, Vinho Rosé Albenaz Escadaria Maior DOC Douro, Rosé Albenaz Jardim Secreto Escolha DOC Vinho Verde, Vinho Rosé Mocho Galego Premium Regional Alentejano e Vinho Rosé Quinta da Pedra Cavada DOC Douro. Podem ser adquiridos com descontos entre os 50% e os 70%.
Toda a informação sobre prémios, preços, descontos, tipos de vinho, região, intensidade, tipo de pratos ideias para acompanhar e até mesmo a melhor forma de armazenar o produto estão disponíveis no site do Continente.
O Amadora BD 2021 vai ocupar três zonas distintas na cidade da Amadora.
Depois da edição de 2020 totalmente online, o Amadora BD regressa ao seu formato original, isto é, em, formato presencial.
A acontecer de 21 de outubro a 1 de novembro, o Amadora BD 2021 vai ocupar três zonas distintas na cidade da Amadora: o Ski Skate Amadora Park, com o núcleo central; e núcleos paralelos na Bedeteca da Amadora e na Galeria Municipal Artur Bual.Exposições, lançamentos e workshops são algumas das atividades disponibilizadas relacionadas com a temática da Banda Desenhada.
De modo a conseguir manter as atividades habituais – nomeadamente palestras com autores, nacionais e internacionais –, o Amadora BD irá completar a programação presencial com algumas iniciativas híbridas.
O evento culminará com a habitual cerimónia de entrega dos Prémios de Banda Desenhada da Amadora (PBDA) que, este ano, pela primeira vez, atribuem um prémio pecuniário no valor de 5.000€, à Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português.
As inscrições para os Prémios de Banda Desenhada da Amadora 2021 estão abertas e no concurso podem participar todas as edições de banda desenhada, publicadas em Portugal, entre junho de 2020 e julho de 2021. São admitidas a concurso as publicações, com distribuição comercial, com um mínimo de 30 páginas e/ou as publicações, que sem distribuição comercial, têm no mínimo 12 páginas.
Com esta inauguração, passam a existir 24 lojas Mercadona em Portugal.
No passado mês de julho, quando abriu um novo supermercado em Espinho, a Mercadona tinha dito que a próxima inauguração estava agendada para dia 12 de agosto, desta vez em Vila Nova de Famalicão. Dito e feito.
Localizada na Rua António Ferreira Magalhães, nº 438, junto ao Estádio Municipal de Famalição, a nova loja tem uma área de vendas de 1.900 m2, dispondo das secções de Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Frutas e Legumes e Pronto a Comer, com 41 pratos diferentes.
O estabelecimento foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente da Mercadona com corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, charcutaria com presunto cortado à faca e embalado no momento, e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.
Já no exterior existem 160 lugares de estacionamento, bem como dois lugares destinados ao carregamento de veículos elétricos, ligados à rede MOBI.E.
Esta nova loja em Vila Nova de Famalicão possibilitou a criação de cerca de 65 postos de trabalho, estáveis e de qualidade, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo assim para a criação de emprego local.
Para o resto do ano, a marca ainda pretende abrir mais cinco lojas. Neste momento, a Mercadona já conta com 24 lojas em Portugal.
A literacia financeira passa muito pelo nível de conhecimento sobre investimento. Atualmente, o mercado financeiro é extremamente dinâmico e versátil, por isso é mais importante do que nunca utilizar as ferramentas de negociação certas. Apostar em contas de trading na corretora certa é um passo importante para qualquer investidor.
A RoboMarkets é uma plataforma de investimentos bastante completa e que oferece condições muito competitivas. No total, são mais de 12 mil instrumentos disponíveis para serem negociados online, segmentados em sete categorias.
Tamanha diversidade permite que cada trader construa a sua própria estratégia de negociação, ficando mais perto do sucesso.
Diferentes tipos de contas disponíveis
Um dos pontos mais positivos relativamente à plataforma RoboMarkets é a diversidade de tipo de contas disponíveis. Especialmente para quem está a dar os primeiros passos nos mercados financeiros, uma vez que nem sempre é fácil encontrar as opções certas para investir. Ou porque o depósito inicial é muito elevado, ou porque existem diversas comissões associadas, são muitos os parâmetros que podem inviabilizar o percurso de investimento.
Nesta corretora online essa questão não se coloca, pois existem diferentes tipos de contas, cada qual adequada para um perfil diferente de investidor. Os tipos de contas existentes são:
Conta Cent — Também referida como conta micro. É uma conta adequada a quem está a dar os primeiros passos e pretende aprender a negociar num cenário real. Não apresenta comissões para depósitos e tem como depósito inicial apenas 100 USD;
Contas ECN — Tratam-se de contas mais avançadas, destinadas a profissionais do mercado, mas que oferecem condições exclusivas, como spread a partir de 0 pips, alavancagem até 1:500 e depósito mínimo a começar em 100 USD;
Contas Prime — São contas que permitem que comecem a negociar nos mercados financeiros com condições excecionais. O depósito mínimo começa em 100 USD e oferece alavancagem até 1:300 (apenas para clientes profissionais;
Contas Demo — Finalmente e talvez o tipo de conta mais importante para quem está a começar. A RoboMarkets disponibiliza contas demo, o que permite que os utilizadores se familiarizem com os diferentes conceitos e dinâmicas do trading sem correrem qualquer risco financeiro. As contas de demonstração são semelhantes às contas reiais e apresentam uma grande gama de ativos negociáveis.
Assim, apenas precisam de selecionar o tipo de conta mais adequado ao vosso nível de experiência e de conhecimentos e começar a negociar. Se o vosso sonho é ser um trader de sucesso, nada como utilizarem os recursos disponibilizados por uma plataforma como a RoboMarkets.
Devia ter acontecido a 2 e 3 de outubro do ano passado, mas foi adiado para para 1 e 2 de outubro deste ano. Porém, também não irá realizar-se nessas datas. Falamos, neste caso, do festival VillaMix Lisboa, que foi adiado para 2022.
A “situação pandémica e limitação de circulação entre países obrigou ao adiamento”, diz a organização em comunicado.
“Estamos a trabalhar para uma edição ainda mais grandiosa em 2022, com novidades que anunciaremos nos próximos meses, mantendo o objetivo do Villamix marcar para sempre a produção de eventos de música em Portugal”, afirma, no mesmo comunicado, o diretor do Villamix Lisboa, Pedro Neto.
O evento é assim adiado para o próximo ano, mas ainda não tem datas definidas.
Para quem comprou bilhete, o reembolso é naturalmente possível. Para isso, caso tenham adquirido bilhetes online, devem enviar um email, indicando o IBAN para devolução do valor. Caso tenham comprado bilhetes nos pontos de venda física, basta deslocarem-se ao mesmos durante os 30 dias após a data prevista para a realização do festival.
Recorde-se que esta seria a primeira vez que o Villamix Lisboa iria decorrer na Baía do Seixal. Estavam confirmados nomes como Seu Jorge, Luan Santana, Gusttavo Lima e Pedro Sampaio.
Loki é mais uma adição extraordinária ao MCU, entregando um estudo profundo da personagem epónima enquanto apresenta o início do Multiverso aos fãs.
Sinopse:“Loki (Tom Hiddleston), God of Mischief, sai da sombra do seu irmão para embarcar numa aventura que acontece após os eventos de Avengers: Endgame.”
Criar (com sucesso) um universo cinematográfico, franquia, saga – como preferirem – é uma tarefa tremendamente desafiadora, mas atualmente começa a tornar-se algo cada vez mais comum, especialmente no reino do cinema. No entanto, trazer a televisão para a mesma narrativa geral titânica é impensável e, se feito antes, certamente não foi tão universalmente aclamado quanto ao incrivelmente popular MCU. Depois de WandaVision superar todas as expectativas ao tornar-se numa das melhores séries do ano e de The Falcon and The Winter Soldier ressoar com a maioria dos espectadores, apesar da queda em qualidade, Loki era, claro, muito aguardado pelos fãs.
Vou manter revelações, plot twists e momentos importantes guardados, logo não se preocupem. Esta análise aborda toda a temporada sem revelar nomes de personagens, tendo o primeiro trailer oficial como base para o que era conhecido antes do primeiro episódio. No entanto, mencionarei os atores listados como parte do elenco à data de lançamento do episódio piloto, mesmo que só tenham aparecido mais tarde – repito, as personagens permanecerão anónimas. Dito isto, Loki é mais uma adição notável ao universo em expansão exponencial da Marvel.
Michael Waldron (HarmonQuest) e Kate Herron (Sex Education) trazem uma equipa excecional de argumentistas que tiveram o trabalho monumental de apresentar a Time Variance Authority (TVA), uma organização que muda drasticamente como o tempo e o espaço funcionam no MCU para sempre. Desde a caraterização aprofundada da TVA aos inúmeros mistérios presentes nesta primeira temporada, Loki contém uma estrutura narrativa eficaz que permite que todos os episódios terminem com perguntas intrigantes sem resposta, o que deixava muitos espectadores ansiosos pela semana seguinte.
Com tantas séries a lançarem temporadas inteiras num único dia, sinto-me agradecido quando uma série de TV reconhece que um lançamento semanal pode ser melhor para o mesmo. Com o Multiverso ao virar da esquina, Loki obviamente segue o mesmo caminho que todos os filmes e séries do MCU seguirão até (provavelmente) Doctor Strange and the Multiverse of Madness. Se WandaVision e TFATWS impactam principalmente as personagens, Loki muda, sem dúvida, a perspetiva do público sobre o universo, montando a base para a Phase Four de forma brilhante.
No entanto, esta temporada também possui um estudo profundo de Loki enquanto personagem. O episódio piloto realiza um trabalho notável em relembrar a audiência que esta versão de Loki ainda é a que quer governar a Terra e destruir os Avengers, visto que origina de 2012. Com a ajuda de Mobius (Owen Wilson) e mais umas personagens retratadas por, por exemplo, Sophia Di Martino (Yesterday) e Richard E. Grant (Star Wars: The Rise of Skywalker), Tom Hiddleston (Avengers: Infinity War) navega pelos sentimentos complexos de Loki sobre si mesmo. Desde o seu suposto “glorious purpose” às suas “ilusões”, a exploração da personagem é fascinante.
Hiddleston oferece uma prestação fenomenal, não dando a ninguém a hipótese de se destacar acima dele. Regressando ao papel mais icónico da sua carreira, o ator demonstra todo o seu imenso talento, alternando perfeitamente entre o “mau” Loki de 2012 e o Asgardian orgulhoso, Odinson dos últimos capítulos do MCU. As suas interações com Owen Wilson são algumas das conversas mais cativantes entre duas personagens do MCU de sempre, debatendo temas complexos e sensíveis como fé, destino e o que torna uma pessoa verdadeiramente boa ou má?
Wilson encaixa-se perfeitamente na saga da Marvel, assim como todos os outros atores da série. Mobius torna-se uma personagem adorada por muitos com uma história pessoal mais profunda do que um simples funcionário da TVA. Sophia Di Martino possui um tempo de ecrã significativo e, com isso, um enredo impactante partilhado com Loki, o qual tenho que admitir que não me convenceu totalmente. Apesar da sua personagem ser extremamente interessante do primeiro ao último segundo no ecrã, é quando as motivações de Loki se alinham com a sua linha narrativa individual que o argumento geral sofre de problemas de ritmo e desequilíbrio tonal, incluindo um terceiro episódio irrelevante.
Gugu Mbatha-Raw (Motherless Brooklyn) interpreta uma juíza misteriosa da TVA que contribui mais para exposição do que para um subplot realmente empolgante, embora a sua amizade com Mobius tenha alguns bons momentos. À medida que a temporada se aproxima do seu finale, um certo grupo de personagens aparece, gerando tanto sequências fantásticas como alguns problemas. Este grupo oferece a ação e entretenimento obrigatórios nos episódios finais, mas o seu potencial é tão especial que não ficaria chocado por ver um spin-off anunciado do nada. No entanto, o seu tempo de ecrã é tão curto que o finale “sabe a pouco”, apesar do seu enorme impacto no MCU.
Seguindo a mesma linha de pensamento, esta série é, sem dúvida, a mais relevante até agora, especialmente no que diz respeito a como as próximas Phases serão desenvolvidas. O episódio final abre as portas a um novo vilão ao nível de Thanos, mas as últimas revelações um tanto ambíguas deixam uma sensação de incerteza que não esperava. A menos que o espectador seja leitor da banda desenhada, os minutos finais podem ser parcialmente dececionantes, mas nunca ao ponto de estragar nada que a série tenha construído até este momento. Muito pelo contrário.
Tecnicamente, a banda sonora de Natalie Holt é um daqueles elementos únicos que elevam tremendamente qualquer filme ou série. A música instrumental viciante é essencial para estabelecer o mood geral, controlando lindamente a atmosfera em cada episódio. Loki também é a série que apresenta a produção artística mais visualmente deslumbrante (Kasra Farahani), bem como os melhores efeitos especiais, embora não necessitasse de alguns usos pesados de CGI. Finalmente, a cinematografia de Autumn Durald Arkapaw envolve a série num ambiente negro e misterioso que se adapta perfeitamente à história geral.
Loki é mais uma adição extraordinária ao MCU, entregando um estudo profundo da personagem epónima enquanto apresenta o início do Multiverse aos fãs. Os argumentistas fazem um trabalho fenomenal, construindo a TVA e desenvolvendo o seu conceito de tempo detalhado que impacta tremendamente o universo sem depender em demasia de exposição.. Desde a produção artística digna de muitos prémios à banda sonora memorável e viciante, todos os aspetos técnicos roçam a perfeição.
No entanto, são as prestações que conduzem a série, principalmente Tom Hiddleston como o vilão icónico, mas Owen Wilson, Sophia Di Martino e um par de outros atores também brilham. Opinião divisiva sobre o episódio final que pode ser um pouco desapontante para não-leitores da banda desenhada e também sobre um enredo pouco convincente envolvendo Hiddleston e Di Martino.
Ainda assim, é a série mais importante do MCU até agora, logo não convém perdê-la!
The Falcon e The Winter Soldier é, definitivamente, uma série menos entusiasmante e mais lenta, mas também mais “aterrada”, que o seu antecessor mágico. Porém, cumpre a missão principal de aproximar ainda mais o público de Sam e Bucky.
Sinopse:“Após os eventos de Avengers: Endgame, Sam Wilson / The Falcon (Anthony Mackie) e Bucky Barnes / The Winter Soldier (Sebastian Stan) unem-se numa aventura global que testa as suas habilidades – e a sua paciência.”
Após o final da Phase Three, desconhecia o que a Marvel estaria a planear fazer realmente. A Disney+ ofereceu a possibilidade de adicionar séries de TV ao popular MCU, que é um movimento incrivelmente desafiador e arriscado. Se construir um universo cinematográfico de sucesso com mais de 20 filmes já é um milagre por si só, introduzir televisão na mistura e realmente ter sucesso não será somente inovador, mas também um feito impressionante de Kevin Feige e companhia. WandaVision chegou e superou todas as expetativas. Durante a série, foram raras as conversas sobre algo que não estivesse relacionado com esta produção. Desde inúmeras teorias (absurdamente erradas) por parte de muitos fãs à reação esmagadoramente positiva a cada episódio, qualquer série subsequente teria dificuldade em manter esse nível de entusiasmo.
Sinto que sou dos poucos espectadores que aborda estas séries com expetativas moderadas e realistas do que as mesmas pretendem entregar. A maioria dos heróis principais da Infinity Saga ou morreram ou estão prontos para passar o manto para alguém com sangue novo e mais jovem. Assim, é lógico que o objetivo principal destas séries acabe por ser desenvolver ainda mais as personagens secundárias – também conhecidas como sidekicks – dos últimos anos, tornando-as tão convincentes e interessantes quanto os super-heróis que todos tanto amavam. Da próxima vez que os Avengers se reunirem, os fãs da Marvel deverão sentir-se tão empolgados e entusiasmados com Sam como o novo Captain America e Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) como a mais poderosa de todos … o que é bem capaz de ser uma tarefa impossível.
Dito isto, permitam-me então analisar The Falcon and The Winter Soldier. Ao contrário de WandaVision, era evidente que esta série não teria tanto murmurinho online e entusiasmo geral. Passar de conteúdo repleto de magia, mistério e teorias malucas para uma narrativa política muito mais fundamentada e lenta criará sempre uma sensação dececionante e desanimadora nos espectadores que não se prepararam mentalmente para a mudança drástica de tom, ritmo e história. Por um lado, sinto-me contente por ter conseguido controlar a minha excitação, visto que Malcolm Spellman (Empire) e Kari Skogland (The Handmaid’s Tale) entregam exatamente o que era esperado: uma série guiada por personagens, onde o público descobre mais sobre as vidas de Sam e Bucky com algumas sequências de ação pelo meio. Simples.
Honestamente, é tudo o que precisava para considerar a série um sucesso. Seguir Sam e a sua família a tentar resolver problemas da vida real com os quais pessoas normais lidam diariamente. Observar como Bucky lida com o seu processo de reabilitação psicológica ao ir de encontro às pessoas que magoou. Os fãs que dependem mais de ação poderão sentir alguma frustração, mas aprecio imenso ter visto mais de Sam e Bucky do que The Falcon e de The Winter Soldier. Anthony Mackie (The Woman in the Window) e Sebastian Stan (The Devil All the Time) possuem uma química palpável que eleva todas as interações entre as suas personagens, gerando alguns dos melhores momentos de toda a série. Sam a ajudar Bucky a lidar com o seu passado enquanto este trabalha com a família do primeiro é verdadeiramente único e bonito de se ver.
Na verdade, um dos melhores aspetos da série são mesmo os diálogos. Trabalho excecional de todos os argumentistas envolvidos. Mackie prova que tem talento mais do que suficiente para ser o próximo Cap ao abordar discursos extensos e importantes que deixariam Chris Evans (Avengers: Infinity War) orgulhoso. O enredo “Black Captain America” era altamente esperado e estava algo receoso que fizessem o tema parecer forçado, em vez de algo que os espectadores pudessem interpretar como um assunto natural que precisava de ser discutido. Tudo o que tenho a escrever é que essa narrativa em particular é, de longe, o melhor elemento narrativo da série. Construção, desenvolvimento e conclusão perfeitos. Não tenho nada de negativo a apontar.
Por outro lado, as restantes histórias têm alguns problemas, nomeadamente os Flag Smashers, liderados por Karli Morgenthau (Erin Kellyman). Tanto a atriz como a personagem têm atributos interessantes, mas o seu arco chega a um ponto em que começa a ficar bastante frustrante. Não consigo precisar o momento exato em que deixou de funcionar para mim, mas as suas motivações compreensíveis, embora divisivas, não atingiram o potencial total. Um grupo “terrorista” que, infelizmente, cairá no abismo da MCU de pessoas esquecíveis. O arco de Bucky também deixa os espectadores a sentirem que “falta algo”, apesar de não considerar um problema impactante. Sharon Carter (Emily VanCamp) é completamente desnecessária, sendo uma adição irrelevante à série, apesar de protagonizar uma das melhores cenas de ação.
No entanto, Zemo (Daniel Brühl) superou todas as minhas expetativas. Duvidava do sucesso do seu regresso, mas, mais uma vez, a equipa de argumentistas ofereceu-lhe uma oportunidade de ouro de ser visto como um dos “vilões” (ainda) vivos mais cativantes do universo cinematográfico. Brühl é um destaque absoluto em todas as cenas que contam com a sua presença, entregando a prestação mais memorável da série. Wyatt Russell (Overlord) interpreta John Walker, uma daquelas personagens que nascem para serem odiadas, personalidade que o ator incorpora de forma soberba. Walker é vital para a análise do simbolismo de ser Captain America. É necessário mais do que apenas ser um bom soldado ou um “bom rapaz”. Um dos melhores enredos dos seis episódios.
Tecnicamente, agradeço a aparente falta de CGI pesado. Tal como a história, os visuais parecem mais ligados à nossa realidade do que a uma enorme extravagância de super-heróis. Algumas sequências de ação fascinantes no episódio piloto estabelecem um alto nível de qualidade que não foi novamente alcançado, apesar de um excelente stunt work. O equilíbrio entre as linhas narrativas dramáticas e os bocados de entretenimento podia ser melhor controlado, visto que foi raro não encontrar alguns problemas de ritmo em quase todos os episódios.
The Falcon and The Winter Soldier é, definitivamente, uma série menos entusiasmante, mais lenta, mas também mais “aterrada” que o seu antecessor mágico. Porém, cumpre a missão principal de aproximar ainda mais o público de Sam e Bucky.
A série guiada pelas personagens apresenta diálogos excecionais e prestações fantásticas dos seus protagonistas, mas o elenco secundário rouba os holofotes em várias ocasiões, especialmente Daniel Brühl. A narrativa “Black Captain America” e o enredo envolvendo John Walker e uma profunda exploração do manto de Cap são, sem dúvida, os arcos mais convincentes e bem desenvolvidos de toda a série, embora tenha apreciado todos os segundos gastos com Sam a lidar com problemas familiares e Bucky com a sua reabilitação.
No entanto, os Flag Smashers liderados por Karli Morgenthau não conseguem tornar-se mais do que simples antagonistas incompreendidos e irritantes, enquanto que Sharon Carter parece uma estratégia de marketing desnecessária e completamente irrelevante. Kari Skogland tenta manter todos os episódios com alto nível de qualidade, lutando contra problemas de ritmo e equilíbrio das várias histórias.
No final, consegue deixar os espetadores mais emocionalmente ligados aos (novos) heróis principais.
No passado mês de abril, após uma reunião que a ANACOM teve para tratar de matérias relacionadas com o desenvolvimento da constelação de satélites Starlink para fornecimento de acesso à Internet, ficámos a saber que o serviço iria ficar disponível oficialmente em Portugal a partir de junho. Ora, não sabemos ao certo se esse prazo foi cumprido, mas o que sabemos, sim, é que, a partir de agora, alguns utilizadores já conseguirão utilizar a Internet via satélite da SpaceX, empresa de Elon Musk.
Na altura da mesma reunião, também ficámos a saber que a empresa tinha completado a cobertura de todo o território nacional pela rede de satélites já colocados em órbita, pelo que era mesmo questão de tempo.
Indo ao site, irá surgir-vos a seguinte mensagem: “A Starlink está disponível para um número limitado de utilizadores por área de cobertura. As encomendas serão processadas por ordem de chegada.” A partir daí, basta inserirem a vossa morada para ficarem logo a saber se já podem utilizar o serviço ou, se, por outro lado, terão de aguardar mais algumas semanas.
É provável que muitos endereços não tenham ainda o serviço em funcionamento, pelo que poderão depois ler a mensagem de que a “Starlink está a programar cobertura na sua zona entre meados e finais de 2021”. Porém, têm logo acesso aos preços: o hardware custa 499€, o envio e manuseamento tem um custo de 61€ e depois, o serviço em sim, terá uma mensalidade de 99€.
Sim, não é para qualquer carteira, pelo que a Internet da Starlink só servirá para empresas ou locais muito remotos, com orçamento disponível para pagar este valor todos os meses. Principalmente, o objetivo é levar Internet a locais onde até agora era impossível ter uma boa ligação.
Neste momento, o serviço continua em estado beta, pelo que poderão contar com velocidades entre 50Mb/s e 150Mb/s, indo variando ao longo do tempo, e latência entre 20ms e 40ms. A empresa também afirma que haverá breves períodos sem nenhuma conexão. Porém, à medida que forem sendo lançados mais satélites, instaladas mais estações no solo e o software de rede for melhorando, também a velocidade de dados, latência e tempo de atividade serão bem melhores.
Caso estejam numa zona onde consigam instalar o serviço, saibam que o Starlink Kit inclui a vossa Starlink, router Wi-Fi, fonte de alimentação, cabos e o tripo mount. Não se esqueçam que a Starlink necessita de uma vista do céu desobstruída para se ligar à Internet.
São novos alertas dados pela Autoridade Regional das Atividades Económicas (ARAE) da Madeira.
Sim, é mais um artigo onde vos falamos de produtos que não devem utilizar e que estão à venda no mercado. Neste caso, não vos falamos de alimentos, mas, sim, de um álcool gel e de dois desinfetantes de mãos.
Comecemos pelo Álcool Gel Desinfetante de mãos 100 ml da Fapil. “O produto em questão, após analises laboratoriais, não está em conformidade com o regulamento de produtos Biocidas, nomeadamente não foram detetados quaisquer vestígios de etanol, sendo que não cumpre com o definido na regulamentação europeia relativamente à disponibilização no mercado e utilização de produtos biocidas”, diz a Autoridade Regional das Atividades Económicas (ARAE) da Madeira. O lote afetado é o 89603, com validade até novembro de 2023.
O mesmo acontece para o Desinfetante de mãos 500 ml da Sanibiok. O produto não cumpre o definido relativamente “à classificação, rotulagem e embalagem de substâncias e misturas”. O lote afetado é o L2002827, com validade até setembro de 2022.
Por último, falar do Álcool Gel Mãos Efeito suavizante + Antibacteriano 50 ml da Wells, cuja justificação da ARAE para a não utilização deste produto é a mesma do produto anterior. O lote afetado é SGO08/2020, com validade até novembro de 2023. Entretanto, fonte oficial da Well’s contactou os meios, informando que “todos relatórios e testes do lote em causa atestam, por laboratórios independentes, a conformidade do produto. No entanto, como medidas de prevenção, a Wells suspendeu imediatamente, no passado dia 9 de agosto, a comercialização produto no Continente, Ilhas e todas a insígnias onde a Wells o comercializa, bem como foram solicitados testes a laboratórios independentes para avançar rapidamente com o processo. A comercialização “Álcool Gel Mãos Efeito Suavizante + Antibacteriano 50 ml” será reposta assim que sejam recebidos os testes de contraprova”.
Dito isto, verifiquem se têm algum destes produtos lá por casa. Se for o caso, devolvam-nos no local onde adquiriram.
Há seis novos serviços públicos digitais com apoio por videochamada.
No passado mês de junho, o Governo anuncia que havia uma nova forma de renovar o Cartão de Cidadão, de alterar a morada do Cartão de Cidadão e de ativar a Chave Móvel Digital. Como? Através de uma videochamada.
Agora, no âmbito da medida ePortugal mais acessível, inscrita no programa Simplex20-21, o apoio remoto por videochamada com marcação foi alargado aos seguintes serviços:
Revalidar a carta de condução;
Confirmar a alteração de morada do Cartão de Cidadão;
Pedir o certificado de registo criminal de pessoas singulares;
Associar atributos empresariais com o Sistema de Certificação de Atributos Profissionais (SCAP);
Marcar uma consulta no centro de saúde;
Alterar os dados associados à Chave Móvel Digital.
Para recorrerem à ajuda de um operador, basta aceder ao serviço pretendido em ePortugal.gov.pt, selecionar a opção suporte que se encontra na barra lateral do site e, depois, escolher a opção “agendar videochamada”. Após o preenchimento dos dados solicitados e a escolha do dia e hora, o receberão, em 15 minutos, um e-mail de confirmação.
Na data agendada, será realizada a videochamada que vos permitirá efetuar o serviço online com o auxílio do operador.
A Glovo acaba de reforçar a sua oferta, neste caso no Porto e em Lisboa, para os utilizadores que necessitam de produtos para os cuidados alimentares e de bem-estar dos seus animais de estimação. Tudo graças à parceria com a Ornimundo.
São mais de 350 referências, que vão ajudar a cuidar dos amigos de quatro (e não só!) patas. Aqui vai ser possível encontrar alimentação elaborada para os vários gostos e tipos de animais, com propriedades para crescerem fortes e saudáveis, mas também desparasitantes ou toalhetes perfumados para um “melhor amigo” bem-cheiroso. As entregas são feitas em cerca de 30 minutos.
Para quem não conhece, a Ornimundo é uma marca que se dedica, em primeiro lugar, aos animais, disponibilizando tudo para que tenham uma vida feliz, confortável e saudável.
Chega ao final mais uma etapa do Valorant Circuito de Elite, com duas das melhores equipas do jogo da Riot Games.
O Valorant Circuito de Elite #2, a segunda etapa da maior competição de Valorant em Portugal, termina esta tarde com um confronto entre duas das melhores equipas em competição.
Das semifinais do VCE#2, que aconteceram ontem, 10 de agosto, qualificaram-se as equipas Reject$ e Don’t Fake It, que terão agora a oportunidade de se confrontar e lutar por um prémio de 1250€ e de ficarem mais perto da Grande Final do VCE, que tem data marcada para novembro de 2021 e onde participarão as melhores equipas de Valorant.
Para acompanharem esta fase basta seguirem até à Twitch da Advance, o novo parceiro média do VCE, ou até aos canais Advance 110 da MEO e 503 da NOS, onde será feita a transmissão em direto, pelas 18h.
Com uma terceira fase ainda por acontecer em outubro, do Valorant Circuito de Elite #1 saiu vencedora a equipa do Azerbaijão, GMT Esports.
Para acompanharem o Valorant Circuito de Elite e as suas novidades, sigam a sua página oficial em vce.gg ou as suas redes no Twitter, Instagram e Facebook.
O número 71 da Avenida dos Bombeiros Voluntários de Algés é o terceiro espaço da cadeia de frango grelhado, desossado, e sem gordura adicionada, um conceito 100% português.
O novo espaço – o maior inaugurado até à data – conta com dois pisos e 70 lugares, onde os clientes podem encontrar as seis receitas de frango com assinatura do VIRA: limão e flor de sal, molho da casa, azeite e ervas, queijo e bacon, abacate e iogurte e ainda trufa e parmesão. Para picar, há os incontornáveis entalados, os churros de batata ou os mini pães com chouriço, entre outras opções.
Da carta de bebidas – ou “Beberetes” – fazem parte o Mosca Mula, o Viracujá e a Cerveja livra!, ideais para esta época mais quente.
Com o intuito de comemorar a abertura deste novo espaço, o VIRA lançou a campanha VIRAGOSTO: até final do mês, as entregas são gratuitas para pedidos feitos no Uber Eats a partir de 15€ nos três restaurantes (VIRA Silva Carvalho, VIRA Atrium Saldanha e VIRA Algés). Para usufruir desta campanha, basta que os clientes usem o código promocional VIRAGOSTO antes de concluírem o pagamento.
O Vira Frangos Algés está aberto todos os dias das 11h às 23h30. Para takeaway, o horário é o mesmo, mas os pedidos fecham às 23h, assim como as entregas.
Com um horário contínuo, o VIRA prevê mais duas novas aberturas na Grande Lisboa para o início do outono.
O teste pode ser realizado em qualquer unidade SYNLAB.
Numa altura em que Portugal apresenta 71,3% da população vacinada para a COVID-19 com uma dose, e 60,9% com vacinação completa, a SYNLAB, líder europeu em serviços de diagnóstico médico, está a disponibilizar um teste que avalia a imunidade ao novo coronavírus (SARS-CoV-2).
O teste anti-Spike (proteína S) permite detetar os anticorpos em pessoas que já levaram qualquer uma das vacinas presentes no mercado. Esta informação é muito importante pois há testes no mercado que apenas utilizam a proteína N não sendo, por isso, eficazes na deteção da imunidade após toma de algumas vacinas. Também pode ser realizado por quem não levou a vacina, mas quer saber se desenvolveu anticorpos.
É realizado a partir de uma amostra de sangue, sem jejum nem preparação especial. Está indicado para todos os adultos, e crianças com idade superior a seis meses de idade. Os resultados são enviados até 72 horas. O teste não é comparticipado, não requer prescrição médica e não é elegível para viajar.
O teste pode ser realizado em qualquer unidade SYNLAB – exceto unidades exclusivas de realização de testes PCR – durante o horário das análises clínicas e sem marcação.
O recente protagonista de The Suicide Squad vai juntar-se ao gang de Sonic.
As novidades oficiais de Sonic The Hedgehog 2 para o cinema são poucas, mas começam a surgir de forma inesperada.
Um exemplo disso foi a confirmação oficial de que Knuckles, um dos rivais/amigos de Sonic, vai juntar-se às aventuras da mascote da Sega no grande ecrã e que terá a ajuda de Idris Elba. O ator, que recentemente foi um dos protagonistas de The Suicide Squad, usou as redes sociais para fazer o anuncio com uma imagem de teaser das icónicas luvas da personagem, confirmando assim a sua participação no projeto.
Ainda sem trailer, Sonic The Hedgehog 2 tem apenas data de estreia marcada para abril de 2022 e terá de volta James Marsden no papel de Tom, Ben Schwartz no papel do ouriço azul e Jim Carrey enquanto Dr. Robotnik.
Knuckles teve a sua primeira aparição em Sonic the Hedgehog 3 para a Sega Mega Drive em 1994, sendo introduzido como um dos aliados de Dr. Robotnik, passado eventualmente para equipa de Sonic e sendo um dos protagonistas jogáveis no jogo seguinte, Sonic & Knuckles.
As corridas começam para todos os subscritores do EA Play em todas as plataformas.
O EA Play recebeu uma fornada de jogos vindos diretamente dos estúdios da Codemasters, graças à fusão dos mesmos com a Electronic Arts.
A partir de agora, os subscritores do serviço EA Play para PC, Xbox e PlayStation 4 poderão escolher a sua modalidade favorita e o estilo de jogo que mais preferem (sim ou arcade) com a adição de:
Graças à inclusão do EA Play no Xbox Game Pass Ultimate, esta oferta fica também disponível para os subscritores desse mesmo serviço, podendo aceder a estes jogos e ao restante catálogo do EA Play no PC ou nas consolas Xbox.
Já à venda nas lojas Aldi de todo o país. Mas o stock é limitado.
Bread Beer. Este é o nome da cerveja desenvolvida pela cervejeira Aldeana, marca nascida no Montijo, exclusivamente para a Aldi Portugal, onde parte dos maltes habituais foram substituídos pelo pão que sobra nas lojas do retalhista alimentar.
A nova Bread Beer é descrita como uma cerveja ruiva, de tons quentes, onde o malte e o pão são os protagonistas. Leve e refrescante, esta cerveja revela o ofício dos que fazem da sua arte, o ganha-pão. Literalmente.
Com um aroma intenso a cereal, de notas caramelizadas e com um final intenso e duradouro, a Bread Beer foi lançada hoje e está à venda com unidades limitadas, em exclusivo, nas lojas Aldi em todo o país.
Através da criação da Bread Beer, mais do que uma solução que visa combater o desperdício alimentar, a Aldi Portugal pretende reforçar a valorização que faz dos alimentos e provar aos consumidores que é um agente ativo no que diz respeito à reutilização dos excedentes alimentares.
Foi no passado mês de junho que falámos pela última vez sobre novas lojas Telepizza em Portugal, com a marca a inaugurar nessa altura restaurantes em Santo Tirso e Taveiro. Já em julho, o foco esteve nas três novas pizzas vegan (provámos e são deliciosas).
Agora, viramos novamente atenções para novos spots, neste caso em Azeitão, Almeirim e Baguim-Valongo.
A loja de Azeitão está localizada na Rua Luísa Tody nº12B e conta com uma área de 140m2 e 12 lugares sentados. Esta abertura vem complementar a oferta da marca na região, dando resposta às seguintes áreas: Pinhal Negreiros, Vila Nogueira, Aldeia de Irmãos, Oleiros, Aldeia da Piedade, Brejos de Azeitão, Vendas de Azeitão e Vila Fresca de Azeitão.
Já a abertura da loja Telepizza em Almeirim é uma estreia para os fãs da marca nas regiões de Almeirim, Alpiarça e Fazendas de Almeirim. Localizada na Rua de Alpiarça, nº23, a loja dispõe de 124 m2 e 22 lugares sentados.
A Telepizza prepara ainda uma terceira inauguração, a loja de Baguim-Valongo, que está localizada na Rua D. João de Castro nº 796 e apresenta uma área de 64m2 e dois lugares sentados. A nova loja no Norte vem dar resposta à forte procura verificada nas lojas de Ermesinde e Gondomar, o que conduziu à necessidade de um reforço na região com mais uma loja. Este novo espaço irá abranger as seguintes regiões: Baguim, Seixo, Rio Tinto e Valongo.
O funcionamento das lojas compreende-se de domingo a quinta-feira das 12h às 23h e às sextas-feiras e sábados das 12h às 00h. Todos os clientes podem contar com os serviços de takeaway, delivery e encomendas online, através do site ou da app.
Os clientes de Baguim-Valongo terão ainda a possibilidade de fazer um pedido ao domicílio ou takeaway até às 02h, em qualquer dia da semana, através da opção “Até Às Tantas” a funcionar a partir da loja de Ermesinde. O pedido pode ser feito no site ou na app da Telepizza ou através do número de telefone disponível: 229 766 344.
Um jogo de plataformas frustrante, mas perfeito para a Nintendo Switch.
Começamos agosto com um conceito diferente de jogo de plataformas. Em Glyph, não exploramos cenários deslumbrantes ou mundo intergalácticos enquanto realizamos saltos impossíveis e colecionamos moedas, medalhas ou parafusos dourados por níveis expansivos. Não, em Glyph, o foco está na tensão, nos saltos milimétricos e na velocidade com que viajamos ao longo de níveis repletos de perigos e obstáculos que nos podem transportar para o início da corrida com apenas um erro. É difícil, frustrante, mas sempre viciante, o que torna Glyph num lançamento perfeito para a Nintendo Switch.
E digo isto porque Glyph constrói-se através de níveis curtos, divididos por várias zonas, onde a duração média ronda os dois minutos. O objetivo varia de acordo com o tipo de nível e, se num momento estamos a correr pelo melhor tempo, noutro somos obrigados a navegar as estruturas desérticas em busca de chaves e outros colecionáveis. O conceito é muito seguro e, se jogaram Marble Madness, irão reconhecer a sua junção entre saltos estratégicos e o controlo da força e da velocidade do nosso besouro dourado, com os controlos a manterem uma simplicidade que os tornam intuitivos, mas nunca o suficiente para perderem o seu foco na dificuldade.
A nível visual, os níveis não surpreendem devido à sua aposta numa estética em cores quentes, mas existem apontamentos que realçam não só as zonas de destaque, como os próprios poderes do nosso besouro. Em Glyph, podemos não só saltar, como planar, escalar paredes, mas também usufruir de novos poderes que nos permitem temporariamente saltar duas vezes e aumentar a eficácia da nossa personagem. Com níveis lineares e de fácil leitura, torna-se imperativo perceber como utilizar estas habilidades e como exponenciar o motor de física do jogo, algo que é enaltecido pela possibilidade de combinarmos todos os poderes numa só ação – como saltar duas vezes, planar e bater no chão para termos um salto adicional que nos permite viajar pelo nível sem cairmos nas suas areias movediças.
Apesar da sua jogabilidade acessível, Glyph cai regularmente na frustração devido à sua exigência em saltos quase milimétricos. Não existem dúvidas que o seu conceito constrói-se em torno desta jogabilidade de cortar a respiração, mas as mecânicas nem sempre acompanham e o motor físico, juntamente com o tamanho reduzido de certas plataformas, não justificam a sua aposta na velocidade. Ao contrário dos mais recentes Marble Madness, não há espaço para experimentar ou vontade em fazê-lo quando temos de colecionar constantemente as mesmas chaves para chegarmos ao final de um nível.
A progressão tenta colmatar este problema ao repartir o desbloqueio de novas zonas pelos vários colecionáveis em jogo, mas existe sempre um momento em que veremos o progresso interrompido pela falta de gemas ou moedas. No entanto, a sua recolha, tal como do cobiçado besouro dourado, é divertida e alguns dos segredos estão muito bem escondidos, com Glyph a pedir que repitamos várias vezes os seus níveis para que possamos memorizar padrões e melhorar o nosso tempo – tomara que não fosse tão frustrante.
Os templos abandonados de Glyph não surpreendem, mas é divertido ver o mundo a reconstruir-se à medida que avançamos e desbloqueamos novas áreas. A verdade é que existe muito para ver no novo jogo da Bolverk Games e a portabilidade da Nintendo Switch exponencia a nossa vontade em tentarmos “só mais uma vez”. É um jogo impróprio para cardíacos, cuja jogabilidade é suficientemente limada para uma experiência mais casual, mas igualmente sádica para aqueles que quiserem terminar tudo a 100%.
Disponível para: PC e Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela Press Engine.
O SONICA EKRANO traz o cinema documental e as músicas das margens aos concelhos do Barreiro e da Moita.
A OUT.RA – Associação Cultural (que organiza também o OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro) anuncia a 1ª edição do festival SONICA EKRANO – Cinema Documental e as Músicas das Margens, a acontecer de 9 a 18 de setembro no Barreiro e na Baixa da Banheira (concelho da Moita).
O novo festival é dedicado a músicas, músicos, sons e movimentos nas margens da massificação e da popularidade, e pretende assegurar a existência de um espaço de oportunidade para assistir a obras cinematográficas às quais – mesmo na era das plataformas digitais – o acesso é limitado, num contributo mais em prol da inclusão audiovisual, atentando à diversidade geográfica e ao equilíbrio entre perspectivas históricas e narrativas contemporâneas.
Esta primeira edição apresenta 13 filmes, entre eles seis estreias nacionais, nomeadamente Acid Mothers Reynols: Live and Beyond, de Alejandro Maly, focado nos japoneses Acid Mothers Temple e nos argentinos Reynols que, em 2017, se juntaram em Buenos Aires para a gravação de um disco conjunto e um concerto; Voice of the Eagle: The Enigma of Robbie Basho, de Liam Barker, sobre a vida incomum e extraordinária do guitarrista e compositor norte-americano Robbie Basho; The Albatross Around My Neck: Retracing Echoes of Loss Between Lucknow and Berlin, de Markus Schlaffkre, que nos apresenta Irfan Khan, um dos mestres do sarod – instrumento de cordas ligado à música hindustani; Crestone, de Marnie Ellen Hertzler, que nos leva até uma vila deserta no Colorado, onde vive uma micro-comunidade de rappers em isolamento, enquanto vão partilhando com o mundo exterior a sua música através da plataforma online Soundcloud; Extreme Nation, de Roy Dipankar, uma viagem pelo subcontinente indiano em busca de histórias da comunidade e sub-cultura do metal extremo, e Delia Derbyshire: The Myths and Legendary Tapes, de Caroline Catz, um misto de documentário e biopic que retrata a personalidade e o legado precioso de uma das pioneiras da música eletrónica, a britânica Delia Derbyshire, para sempre ligada à composição do tema genérico da série Doctor Who, em 1963, mas cuja carreira vai muito para além deste feito.
Para além deste documentário dedicado a Delia Derbyshire, destaque também para mais dois documentários neste festival que celebram e fazem uma justa homenagem à recente onda de redescoberta das mulheres pioneiras na música electrónica. Um deles é Sisters with Transistors, de Lisa Rovner, sobre o trabalho e genialidade de várias mulheres que estiveram na linha da frente desde os primórdios da música eletrónica: Clara Rockmore, Daphne Oram, Bebe Barron, Delia Derbyshire, Maryanne Amacher, Pauline Oliveros, Wendy Carlos, Eliane Radigue, Suzanne Ciani e Laurie Spiegel. O outro é Suzanne Ciani: A Life in Waves, de Brett Whitcomb, sobre a vida e as inovações marcantes da norte-americana Suzanne Ciani, e a forma como, a partir de uma educação musical clássica, se tornou financeiramente independente criando música e som para o mundo da publicidade, utilizando-o como campo para explorações e descobertas revolucionárias.
A produção nacional está representada pelos filmes SOA, de Raquel Castro, que resulta de uma investigação da realizadora sobre som e paisagens sonoras, sobre silêncio e ruído em todos os espectros sonoros e como e qual a relação com quem os ouve; e Caos e Afinidade, de Pedro Gonçalves, que neste primeiro filme mergulha no mundo da música improvisada em Portugal, tendo como epicentro o Bar Irreal, em Lisboa, e a participação de nomes como Gabriel Ferrandini, Adriana Sá, Carlos Zíngaro ou Luís Lopes. Ambos os realizadores estarão presentes nas sessões.
Concluindo a programação desta primeira edição do SONICA EKRANO, são ainda apresentados Swans – Where Does a Body End?, de Marco Porsia, um extraordinário retrato dosSwans, de Michael Gira, que construíram uma das mais singulares carreiras do rock moderno; Conny Plank: The Potential of Noise, de Reto Caduff e Stephan Plank, sobre um dos pioneiros do krautrock e da pop eletrónica, Conny Plank, que influenciou diretamente bandas e artistas como os Neu!, Brian Eno, David Bowie, Ultravox ou Eurythmics; e That Pärt Feeling: The Universe of Arvo Pärt, de Paul Hegeman, dedicado ao estónio Arvo Pärt, provavelmente o compositor vivo mais celebrado da nossa era.
As sessões realizam-se no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo (de 9 a 12 de setembro), na Biblioteca Municipal do Barreiro (de 13 a 16 de setembro) e no Auditório Municipal Augusto Cabrita (17 e 18 de setembro).
Os bilhetes para as sessões no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo custam 2,97€ e podem ser adquiridos na rede Ticketline (online e lojas) e no local, 30 minutos antes de cada sessão. Já os bilhetes para as sessões na Biblioteca Municipal do Barreiro e no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo custam 2,50€ e podem ser adquiridos na rede BOL (online e lojas) e no local, 30 minutos antes de cada sessão.
O programa completo pode ser consultado no site oficial.