Da próxima vez que passarem pelo número 23 da Rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa, irão reparar na existência de um novo espaço que vai fazer furor entre os lisboetas e turistas. Chama-se La Putaria (o nome é logo sugestivo) e o spot promete deixar uns a rir às gargalhadas, enquanto outros não acharão tanta graça. É que aqui vendem-se deliciosos waffles… em forma de pénis.
A ideia não é totalmente original, uma vez que já se tinha feito no nosso país vizinho, mas promete não deixar ninguém indiferente.
Obviamente que tudo isto não passa de uma estratégia de marketing para que a La Putaria se possa diferenciar dos demais locais que vendem waffles na capital, até porque estes waffles em forma de pénis têm um sabor perfeitamente normal. É tudo igual, somente muda a forma de apresentação.
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O vosso stick de waffle – o tamanho é de 16,5cm, pois teve em conta o tamanho médio mundial – pode ser coberto com chocolate rosa, chocolate branco, chocolate negro ou chocolate de leite, sendo que é expectável que surjam outros toppings em breve, como Nutella ou frutos silvestres. O preço de cada waffle é de 4,5€, ao qual acresce 0,50€ por cada camada extra de cobertura.
Sabe-se ainda que, em breve, estará disponível uma waffle em formato de vagina, o que ajudará a que a La Putaria se diferencie ainda mais.
O espaço também promete ser instagramável, até porque está decorado em tons de rosa e com várias frases afixadas na parede, como “Put that in your mouth” ou “Maior do que o teu namorado”.
A abertura teste do novo espaço em Lisboa ocorreu esta sexta-feira, dia 13 de agosto, mas está previsto que a inauguração oficial aconteça na próxima quarta-feira, dia 18 de agosto. Além desta loja em Lisboa, o objetivo é abrir pelo menos mais duas lojas em Portugal: uma em Cascais e outra no Porto.
Greyhound não será o único filme com o popular ator na plataforma.
Foi a 10 de julho do ano passado que chegou à Apple TV+ o filme Greyhound, longa-metragem protagonizada por Tom Hanks. Bom, e apesar do filme não ter sido propriamente um sucesso – pelo menos no que toca à crítica especializada -, a Apple parece ter gostado do resultado, pois muito em breve vai estrear um novo filme… novamente protagonizado por Tom Hanks.
Finch é o nome desta nova aposta que vai chegar ao serviço de streaming da Apple a 5 de novembro. O filme é realizado pelo aclamado Miguel Sapochnik (Game of Thrones, True Detective) e conta com argumento de Craig Luck, que se estreia com o seu primeiro guião para uma longa-metragem, e de Ivor Powell.
Em Finch, um homem (Tom Hanks), um robô e um cão formam uma família improvável numa aventura que os levará numa jornada para garantir que, após Finch morrer, o canídeo terá algo (alguém?) que tome conta de si. Isto tudo porque Finch vive num mundo que se tornou um deserto após um cataclismo solar, tendo sido um dos poucos sobreviventes. Este homem viveu num bunker na última década e construiu um “mundo alternativo” onde vive com Goodyear, o seu cão, e o seu robô (voz de Caled Landry Jones).
Este é apenas um dos filmes muito antecipados com estreia prometida no Apple TV+ para os próximos tempos. Até lá, têm ótimas séries e filmes para ver. O mais recente é CODA, que tivemos oportunidade de ver em primeira mão no Festival Sundance 2021.
Boss Baby: Negócios de Família chega aos cinemas nacionais a 26 de agosto.
Título original: The Boss Baby: Family Business Realização: Tom McGrath Género: Animação
Sinopse: “Na sequela da comédia de grande sucesso da DreamWorks Animation, nomeada para um Oscar, os irmãos Templeton – Tim e o seu irmãozinho, o Boss Baby Ted – tornaram-se adultos e afastaram-se um do outro. Tim é agora casado e um pai de família que passa os dias em casa. Ted é CEO de uma grande empresa. Mas um novo Boss Baby, com uma abordagem inovadora e com uma atitude positiva, está prestes a reuni-los novamente… e a inspirar um novo negócio de família.
Tim e a sua mulher, Carol, a ganha-pão da família, vivem nos subúrbios com a sua superinteligente filha de 7 anos, Tabitha, e a adorável bebé Tina. Tabitha, que é a melhor aluna da sua turma no prestigiado Centro Bolota para a Infância Avançada, idolatra o Tio Ted e quer ser como ele quando for grande, mas Tim, com a sua imaginação ainda jovem e hiperativa, fica preocupado que a filha esteja a trabalhar demasiado e a perder uma infância normal.
Quando a bebé Tina, revela que é – ta-da! – uma agente ultrassecreta da BebéCorp, numa missão para descobrir os segredos obscuros por detrás da escola de Tabitha e do seu fundador, o Dr. Edgar Armstrong reúne os irmãos Templeton da mais inesperada maneira, levando-os a reavaliar o significado da família e a descobrir o que realmente importa.”
O Echo Boomer, em parceria com a Cinemundo, tem para oferecer 10 convites triplos (5 para Lisboa e 5 para Vila Nova de Gaia) para as antestreias de Boss Baby: Negócios de Família no dia 21 de agosto, às 11h, nos Cinemas UCI ECI, em Lisboa, e nos Cinemas UCI Arrábida 20, em Vila Nova de Gaia.
O passatempo decorre até às 23h59h de 18 de agosto. Os vencedores serão informados diretamente via email.
ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.
Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência: Cumprindo a orientação da DGS, a lotação da sala foi reduzida. Mantenham o distanciamento social necessário.
Sabores orientais… mas com ingredientes bem nacionais.
No ano passado, quando a pandemia de COVID-19 surgia em força em todo o mundo, aconteceram inúmeras mudanças. Empregos perderam-se, novos negócios foram criados, ficámos a conhecer histórias comoventes… houve um pouco de tudo.
Mas antes disso, Nuno Colaço, profissional que trabalhava na área do marketing, teve de largar o seu trabalho para prestar o apoio necessário à família, que passava um mau momento. Nuno, que queria abrir um negócio perto de casa, rapidamente começou a trabalhar nessa ideia, mas veio a pandemia e as coisas ficaram mais complicadas.
E foi em 2020, através de uma campanha de crowdfunding, que os portugueses se comoveram com a história deste ex-profissional de marketing, ajudando a criar um negócio que lhe permitia não só trabalhar na sua verdadeira paixão – a gastronomia, mas também continuar a ajudar a sua família. Assim surgiu o Mixed Martial Rice.
Sim, o projeto não nasceu nas melhores circunstâncias, mas foi pelas melhores razões. E vale bem a pena conhecer o conceito.
Inspirado na cozinha tailandesa, o Mixed Martial Rice tem um grande foco na pré-preparação dos ingredientes, para que todos os sabores estejam no seu pleno quando “tocam” no wok. Todos os ingredientes são comprados diariamente dentro da freguesia e meticulosamente preparados para realçar os sabores e absorverem os temperos. O arroz é o único ingrediente preparado no dia antes, ficando em repouso como manda a tradição tailandesa.
Todos os pratos são feitos com três versões: com frango, com gambas ou veggie. Como é típico da cozinha tailandesa, usa-se pouco sal, recorrendo a outros temperos para realçar os sabores naturais dos ingredientes, como os molhos picantes caseiros, opcionais para quem é apreciador.
Recentemente, o Mixed Martial Race passou a oferecer também o Rainbow Pad Thai 100% veggie, uma versão totalmente plant-based do prato mais tradicional da Tailândia. Confecionado com noodles de arroz fritos numa frigideira com carne, especiarias, um molho especial e uma variedade de vegetais, o Pad Thai é dos mais apreciados no seu país de origem, sendo considerado por muitos o prato nacional da Tailândia. A sua versão vegetariana simplesmente substitui a carne por outros vegetais, dando mais cor e vida ao prato, de onde deriva o termo Rainbow Pad Thai. Há a opção de o confecionar com ou sem ovo.
Este menu inclui não só o prato tradicional tailandês, como também uma garrafa de why not, a primeira soda artesanal biológica portuguesa, um molho caseiro e duas saquetas de molho de soja Kikkoman para temperar o prato ao gosto de cada um. A versão familiar oferece o dobro de cada elemento, sendo que o molho de soja vem numa garrafa de 150ml.
Todas as embalagens são recicláveis e microwave friendly, havendo uma grande preocupação na pegada ecológica no restaurante, nomeadamente a nível da operação e da gestão de recursos, de forma a haver o menor desperdício possível.
O Mixed Martial Rice está aberto de 3ª a domingo, no mercado de S. Domingos de Benfica. Dispõe de algumas mesas, mas o foco é takeaway ou delivery, através da Glovo.
Nesta segunda metade de 2021 tenho abraçado projetos que se destacam pela forma como enaltecem as suas campanhas através de mecânicas tradicionais do seu género, sem necessitar de designs e sistemas evasivos. Se Blue Fire destacou-se pela sua utilização de um design próximo de um jogo de plataformas e Ender Lilies surpreendeu-me pelo seu combate, já Death’s Door conquistou-me pelo desenho do seu mundo e pela forma como manipulou os seus confrontos sem perder a sua alma de aventura.
A morte é um negócio solitário, já o dizia Ray Bradbury, e Death’s Door mantém essa filosofia através de uma melancolia permanente no seu mundo burocrático. Como um ceifeiro de almas, o nosso trabalho exige que visitemos várias zonas e masmorras enquanto colecionamos o espírito dos nossos alvos. O contraste entre o mundo dos corvos, que lidam a morte como um negócio, e a realidade colorida das suas vítimas é um dos destaques do título da Acide Nerve, que nos trouxe anteriormente Titan Souls, e é enaltecido pela interligação, desenho e temas das suas várias zonas. A noção espacial é incrível e existe sempre um monumento ou apontamento visual que nos guia através de masmorras de fácil leitura enquanto encontramos caminhos alternativos e percebemos como todas as peças se encaixam neste mundo repleto de personalidade.
É um mundo que considero vivo, no sentido em que foi desenhado de forma realista e com uma excelente noção do que faz ou não sentido nos seus biomas. Existe sempre um novo caminho para descobrir e, com as novas habilidades, que são apresentadas em intervalos satisfatórios – como o arco, o fogo e as bombas –, temos sempre vontade de voltar atrás e encontrar segredos – como os cristais que nos permitem melhorar a vida e magia do nosso corvo –, mas também atalhos estratégicos que tornam a deslocação mais empolgante e até criativa: até mesmo quando temos portas que funcionam como fast travel.
Antes de nos focarmos no combate, destaco a aposta nos puzzles. Como noutros títulos do género, Death’s Door divide a sua campanha pela resolução de puzzles e sequências de combate, com a primeira a ser sempre acessível, mas nunca frustrante pela sua facilidade. Existe alguma repetição inerente ao tipo de quebra-cabeças que encontramos, como acender todas as tochas ou fornalhas, mas nunca exigem demasiado tempo e nunca forçam a sua presença na campanha. É natural com um ritmo certeiro e uma dificuldade acessível a todas as idades.
Em combate, Death’s Door também não faz alterações significativas à fórmula, com o nosso corvo a apresentar as habilidades tradicionais, como ataques rápidos, magias e ainda um desvio rápido para as situações de vida ou de morte. Os confrontos também apresentam um ritmo familiar e colocam regularmente os jogadores fechados em arenas onde é necessário eliminar todas as monstruosidades antes de continuarem em frente. Com um leque de inimigos satisfatório, que combina soldados enormes com magos que atacam à distância, Death’s Door não é um jogo fácil, antes pelo contrário, é tenso, desafiante e requer alguma destreza no controlo do nosso pequeno corvo para evitarmos todos os perigos à nossa volta. O que torna tudo empolgante são as mecânicas e controlo limados, de uma fluidez deliciosa que nos mantêm sempre em domínio da ação sem necessitar de artificialidades ou de habilidades desnecessárias para reequilibrar os confrontos.
Mas o que torna Death’s Door empolgante é a forma como lida com o sistema de cura. Aqui não existem itens, poções ou magias de cura. Não temos Estus Flasks à disposição ou proteções viáveis que nos deixem respirar em combate. Em Death’s Door só podemos curar o nosso corvo em locais específicos, simbolizados por potes de terra, e não quando queremos ou precisamos. Estes potes estão espalhados pelos vários níveis e a uma distância satisfatória, mas com a dificuldade dos combates existe sempre uma tensão inerente à exploração e à descoberta de um novo ponto de cura. Semelhante à mecânica de gravação em Resident Evil e dos seus Ink Ribbons, estas flores curativas só podem ser ativadas se tivermos uma semente para plantar – mais um elemento de tensão. No entanto, posso confirmar que existe uma semente para todos os potes, é só preciso procurarem com alguma atenção.
A campanha não é muito longa e como em Blue Fire, que analisámos recentemente, isso é uma enorme vantagem. Apesar da repetição nas masmorras e nos combates, Death’s Door nunca fica cansativo ou artificialmente longo, mas também não é vazio em conteúdos. Temos pontos de energia e magia para encontrar, sementes para utilizar e até armas para colecionar. Existe também um sistema RPG muito leve que nos permite melhorar o poder de ataque, rapidez e potência das magias do nosso corvo.
Ao contrário de Titan Souls, Death’s Door não é intimidante, antes pelo contrário, é convidativo, seja pela sua arte ou pelo sistema de combate intuitivo, mas difícil de dominar por completo. E é, sem sombra de dúvida, um dos melhores jogos independentes que joguei este ano.
Disponível para: PC, Xbox One e Xbox Series X|S Jogado naXbox Series X Cópia para análise cedida pela Cosmocover.
O álbum sucede ao aclamado Imploding the Mirage, lançado no ano passado.
Dia 13 de agosto de 2021 fica marcado pelo lançamento do sétimo álbum de estúdio dos The Killers. Pressure Machine já está disponível nas lojas e plataformas digitais, sucedendo ao anterior e aclamado Imploding The Mirage, do ano passado, que foi o sexto álbum consecutivo da banda a atingir o #1 do top de vendas do Reino Unido.
Tal como o seu antecessor, o novo álbum foi coproduzido pela banda, por Shawn Everett e Jonathan Rado (dos Foxygen). O lançamento é acompanhado de um vídeo de animação para a canção “Quiet Town”, bem como da última parte de uma série de trailers filmados por Danny Clinch e que contam com música a interlúdios do álbum.
Eis o alinhamento:
“West Hills”
“Quiet Town”
“Terrible Thing”
“Cody”
“Sleepwalker”
“Runaway Horses (featuring Phoebe Bridgers)”
“In The Car Outside”
“In Another Life”
“Desperate Things”
“Pressure Machine”
“The Getting By”
Um álbum mais silencioso e voltado para o estudo de personagens, Pressure Machine surge diretamente a partir da cidade natal de Flowers, Nephi, Utah, uma comunidade unida de 5,300 pessoas. Nephi é o lugar onde Flowers viveu parte da adolescência (dos 10 aos 16 anos), sendo que o disco resulta deste processo é um documento auditivo sobre crescer – e viver – no sudoeste americano, contado a partir de uma miríade de perspetivas.
Pela primeira vez na sua vida, Flowers tinha letras completas antes de uma nota musical ter sido gravada. Habituado a habitar personagens diferentes em canções, em Pressure Machine ele entra na pele de algumas das pessoas cujas vidas viu desenrolar-se durante a adolescência. O álbum tece os fios do lirismo característico de Flowers ao longo da sua carreira num todo perfeito, culminando no álbum mais elegante que os The Killers já criaram.
Através das suas personagens e também do seu título, o álbum enfrenta a pressão inflexível do sonho americano agravada pelo desencanto religioso. Um otimista nato, momentos de beleza brilham no meio dor das canções de Flowers. As histórias de Pressure Machine descrevem lutas pessoais da vida real, arrependimentos avassaladores, tragédias locais e a epidemia de opioides que atingiu a cidade natal de Flowers, bem como todas as cidades dos EUA. Flowers canta sobre as escolhas que as pessoas fazem, para o melhor e para o pior, e as consequências dessas escolhas; os que ficaram para trás e os que não podem ser esquecidos.
O miradouro da Seada pode ser encontrado através das coordenadas 39°42’59.9″N 8°12’34.4″W ou através de uma fácil pesquisa na plataforma Google Maps.
Vila de Rei tem um novo miradouro pronto a deslumbrar todos os seus habitantes e visitantes. Situado no Monte Maria Tomé, na aldeia de Seada, o miradouro oferece uma incrível vista a 360º, com destaque para as paisagens para a Albufeira do Castelo de Bode.
Para além da fantástica vista, este novo espaço inclui escadaria de acesso ao ponto mais alto do miradouro, uma pérgula para sombreamento, mesas e bancos de piquenique, local de estacionamento e uma moldura gigante, em forma de marco geodésico, para destacar as fotografias que se podem tirar neste novo miradouro.
Numa primeira fase, teve lugar a criação do acesso em estradão ao ponto mais alto do Monte Maria Tomé. Já a segunda fase dos trabalhos incluiu a construção da pérgula, vedação, moldura, mesas de piquenique e estacionamento. A estes trabalhos juntou-se a beneficiação do miradouro de Fernandaires.
O miradouro da Seada pode ser encontrado através das coordenadas 39°42’59.9″N 8°12’34.4″W ou através de uma fácil pesquisa no Google Maps.
Quatro episódios ficam logo disponíveis no dia de estreia.
A Amazon Prime Video anunciou esta semana que a primeira temporada da tão esperada série I Know What You Did Last Summer irá estrear sexta-feira, 15 de outubro.
Escrito e produzido por Sara Goodman, I Know What You Did Last Summer é baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que foi também a base para o icónico filme de 1997.
Um ano após o fatal acidente de carro que assombrou a sua noite de graduação, um grupo de adolescentes vê-se unido por um segredo obscuro, sendo perseguido por um brutal assassino. À medida que tentam juntar as peças de quem anda atrás deles, revelam as partes mais escuras da sua cidade aparentemente perfeita – e eles próprios. Todos se escondem de algo, e desvendar o segredo errado pode ser fatal.
Os protagonistas da série são Madison Iseman, Bill Heck, Brianne Tju, Ezekiel Goodman, Ashley Moore, Sebastian Amoruso, Fiona Rene, Cassie Beck e Brooke Bloom.
Os primeiros quatro episódios serão lançados a 15 de outubro, com novos episódios todas as sextas-feiras seguintes. A série culmina num final de temporada a 12 de novembro de 2021.
Temos fãs de American Horror Story desse lado? Então vão gostar de saber que o spin-off chega já no próximo mês de setembro. Trata-se de American Horror Stories, minissérie que antecede American Horror Story: Sessão Dupla, cuja transmissão está agendada para outubro.
Esta série, composta por sete episódios, apresenta uma história de terror diferente em cada episódio e conta com a produção executiva de Ryan Murphy, Brad Falchuk, Alexis Martin Woodall, John J. Gray e Manny Coto.
A estreia de American Horror Stories acontece no Star, incluído no Disney+, a 8 de setembro.
A marca portuguesa Paladin tomou a iniciativa e trouxe finalmente o mar para a mesa dos portugueses na forma de um novo produto: uma nova maionese mais cremosa, com um menor teor de sal e com algas na sua composição. É a Maionese do Mar da Paladin.
Este novo produto surge em linha com os pedidos de alguns fãs da marca, ter algo que acompanhassem bem aquelas longas tardes de verão onde há mariscada e muita conversa com amigos.
Feita a partir de algas frescas da região de Aveiro, cultivadas em ambiente controlado e sustentável, a Maionese do Mar da Paladin recebe a salinidade natural das algas, pelo que contém baixo teor de sal adicionado (menos 50% que a Maionese clássica).
Na verdade, a popularidade das algas como ingrediente não pára de crescer, em muito devido ao seu sabor e versatilidade, mas também aos benefícios para a saúde. Ricas em proteínas, fibra, minerais e vitaminas essenciais, e com poucas calorias, a alface do mar apresenta propriedades dietéticas (promove a saciedade), podendo contribuir para a redução de deficiências generalizadas de cálcio, ferro e iodo.
A nova Maionese do Mar Paladin já está disponível não só na loja online da marca, mas também em super e hipermercados. O PVP é de 2,19€.
No passado mês de julho, a moey!fez saber que, em breve, a app ia permitir que pudéssemos realizar transações de contas de outros bancos.
Na prática, significa que, por exemplo, passaria a ser possível transferir um qualquer montante da nossa conta de outro banco para um amigo ou entidade. Ora, essa funcionalidade já está disponível, o que significa que já podem transferir dinheiro de outras contas bancárias sem ser necessário sair da app moey!.
É muito simples: Acedem ao menu In & Out da app moey!, clicam em “Enviar dinheiro”, inserem um IBAN ou selecionam um contacto com um IBAN gravado e, de seguida, basta alterarem a conta de origem para uma outra à vossa escolha.
Atenção: o banco de onde estão a enviar dinheiro pode cobrar alguma comissão sobre esta transação. Desta forma, a moey!, que não cobra qualquer custo adicional, sugere que consultem o preçário do vosso banco.
Esta é mais uma excelente novidade da aplicação digital totalmente portuguesa lançada pelo Crédito Agrícola em setembro de 2019. Recorde-se que, recentemente, foi também disponibilizada a opção de pedirmos um crédito pessoal moey!.
Sim, têm novamente de utilizar a plataforma MEGA ou a app Edu Rede Escolar.
Ainda faltam uns quantos dias para o regresso às aulas, mas todos os anos acontece a mesma coisa: os encarregados de educação têm de preocupar-se em arranjar todos os livros a tempo e horas para os seus filhos, evitando que os garotos tenham de recorrer a fotocópias.
Ora, o Governo anunciou esta semana que já foram disponibilizados 1,2 milhões de vouchers para a aquisição de manuais escolares gratuitos, permitindo o seu levantamento nas livrarias aderentes, depois de garantida a antecipação do calendário de início de disponibilização de vouchers em uma semana.
Tal como nos anos anteriores, os vouchers vão sendo disponibilizados gradualmente, à medida que são constituídas as turmas e devidamente carregadas pelas escolas. Por essa razão, os encarregados de educação devem estar atentos à plataforma, visitando-a ao longo do tempo, sendo também avisados da disponibilização dos vouchers através de correio eletrónico.
Sublinha-se que, para beneficiar de manuais escolares gratuitos, os encarregados de educação têm de registar-se na plataforma MEGA ou através da app Edu Rede Escolar.
A partir de qualquer uma destas opções, terão acesso aos dados escolares dos educandos, aos respetivos vouchers para os manuais escolares, bem como à lista das livrarias aderentes, onde poderá ser feito o levantamento.
As livrarias, para fazerem parte do programa MEGA – Manuais Escolares GrAtuitos, devem inscrever-se na área reservada da plataforma.
Uma fantástica ferramenta que vai certamente facilitar-vos a vida.
Se são daqueles gamers old school, decerto deverão ter algures guardadas, – talvez até na cave ou no sótão da vossa casa – as míticas revistas que já não existem hoje em dia no mercado, mas que perduram na nossa memória. Afinal de contas, numa altura em que praticamente não existia Internet – ou somente algumas pessoas tinham o privilégio de passar os primeiros minutos a navegar no mundo online – as revistas tinham um papel fundamental para nos informar não só das novidades do mercado, mas também de rumores, análises de videojogos, reportagens e, claro, muitas dicas e truques para alguns dos nossos jogos favoritos.
Os anos foram passando, a Internet ficou disponível para toda a gente e isso fez com que, inevitavelmente, essas revistas que tanto gostávamos ou desaparecessem do mercado ou se adaptassem, passando a existir somente em formato digital. É algo perfeitamente natural: num mundo em que tudo é consumido de forma demasiado rápida, fóruns e plataformas como o YouTube acabaram por retirar espaço às míticas revistas.
Dito isto, hoje em dia são poucas as revistas que existem, sendo que uma ou outra vivem somente da existência de um site na Internet, mas volta e meia lá lançam uma edição especial.
Ora, aqueles que continuam a comprar revistas nos dias de hoje (e quem diz revistas diz também livros, jornais, etc) passaram a receber as versões em formato digital, isto é, em PDF. E com tantas páginas, recheadas de conteúdo gráfico, os colecionadores começam a ter vários gigas ocupados nos discos. É aqui que o Smallpdf entra em ação.
O que é o Smallpdf?
Tal como o nome deixa adivinhar, o Smallpdf é uma ferramenta gratuita que, basicamente, faz “magia” com os arquivos PDF. Através do site oficial, têm acesso a 20 (!) opções diferentes.
São elas: Comprimir PDF; Conversor de PDF; PPT para PDF; PDF para PPT; JPG para PDF; PDF para JPG; Excel para PDF; PDF para Excel; Editar PDF; Leitor de PDF; Numerar páginas; Exclua páginas do PDF; Girar PDF; Word para PDF; PDF para Word; Juntar PDF; Dividir PDF; Assinar PDF; Desproteger PDF; e Proteger PDF.
Só pelo nome das funcionalidades conseguem perceber que, de certeza absoluta, já necessitaram de utilizar uma destas particularidades do Smallpdf. Por exemplo, quem nunca precisou de converter um PDF para documento Word? Ou remover páginas de um PDF em específico? Ou até extrair imagens do PDF para outro tipo de utilização? Sim, é tudo isto e muito mais que o Smallpdf permite.
Comprimir arquivos PDF pode mesmo ser muito útil
Foquemo-nos na opção de Comprimir PDF para este exemplo. O arquivo que vamos utilizar é de uma revista digital de videojogos que ainda vai ser disponibilizada na Internet. Ora, o ficheiro tem exatamente 73,5MB, mas, comprimindo-o, e mantendo uma alta qualidade, fica somente com 42MB, sendo uma redução de 40%. Isto na Compressão Básica. É que, se optarem pela Compressão Forte, em que a qualidade não é tão boa, mas continua a ser “boa”, o tamanho deste PDF passa a ser somente de 17,5MB, sendo uma redução de 75% relativamente ao tamanho original.
Atenção que, para utilizarem esse nível superior de compressão, necessitam da versão paga da Smallpdf. Curiosamente, e como quase que por magia, utilizámos a Compressão Básica e qual não foi o nosso espanto quando, afinal, este arquivo PDF, com um total de 92 páginas, ficou a pesar somente 5.53MB! Verdadeiramente incrível.
Esta imagem foi criada a partir de uma captura de ecrã do PDF comprimido. A qualidade está à vista.
Mas atenção que existem limitações. Uma delas diz respeito ao tamanho dos ficheiros. Por exemplo, se quiserem converter um PDF para documento Word, esse PDF não pode exceder os 15MB. Se quiserem extrair imagens de um PDF ou guardar cada página em JPG, o tamanho desse mesmo PDF não pode exceder os 25MB.
Dito isto, devem seriamente considerar a versão paga, pois poderá ser-vos muitíssimo útil. Há um teste gratuito de sete dias, sendo que, após esse período experimental, o valor é de 7,5€/mês. Por tão pouco, têm direito a:
Acesso a todos recursos profissionais
Acesso premium às aplicações para dispositivos móveis e desktop
Sem anúncios
Suporte 24 horas por dia
Outro motivo pelo qual devem mesmo optar pela versão paga é o facto de, na versão gratuita, estarem limitados a duas tarefas por ferramenta por dia. Isto significa que, caso necessitem de comprimir muitos ficheiros PDF de uma só vez, ou converter vários outros ficheiros, não o conseguirão fazer. Por outras palavras, é com o Smallpdf Pro que conseguem desbloquear todo o potencial de todas as ferramentas.
Contudo, caso não estejam dispostos a pagar, pelo menos para já, fiquem a saber que a versão grátis do Smallpdf servirá para satisfazer todas as vossas e necessidades. E podem ficar descansados: a qualidade está garantida.
O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) alerta para a necessidade de mudar hábitos de consumo e políticas que alterem a economia do plástico.
Segundo o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Breaking the Plastic Wave, 11 milhões de toneladas de plástico são despejados anualmente nos oceanos, sendo o equivalente a um camião de lixo a cada minuto. Se as políticas atuais se mantiverem, os resíduos sólidos urbanos de plástico deverão duplicar até 2040, o plástico despejado nos oceanos deverá quase triplicar e a quantidade de plástico nos oceanos poderá vir mesmo a quadruplicar até esta data.
Os atuais compromissos dos governos e da indústria apenas reduzirão a quantidade de plástico despejado no oceano em 7%, até 2040. O plástico que permanece no oceano, durante centenas de anos, não é biodegradável, e a quantidade acumulada, com as atuais políticas, poderá atingir as 600 milhões de toneladas até 2040, sendo o peso equivalente a mais de três milhões de baleias azuis.
Um país pode implementar a utilização de plástico reciclado, mas se não tiver processo de recolha, sistema de reciclagem e mercado para o material ser reutilizado, não existe qualquer impacto significativo no combate à poluição.
O relatório expõe ainda os inúmeros e complexos desafios que impedem o planeta de alcançar a meta de zero plástico até 2050, enumerando uma série de recomendações que incluem a necessidade de mudança na produção e consumo de plástico, a importância de uma economia circular e a urgência na criação de programas de avaliação e monotorização da eficácia das políticas de plásticos no combate à poluição.
Costumam ir fazer compras ao ArrábidaShopping e já têm saudades de uma boa sessão de cinema? Então atentem na campanha “Aqui as suas refeições valem momentos de lazer“.
Nesta nova iniciativa, a decorrer de 14 de agosto a 12 de setembro, o centro comercial vai estar a oferecer um total de 10.000€ aos visitantes, montante que será transformado em vales de cinema UCI.
São 2.000 de 5€ para oferecer por cada 10€ em compras realizadas nas lojas da restauração do centro. Estes vales podem ser depois ser usados para filmes em exibição no UCI Arrábida 20, em compras de valor igual ou superior a 5€, até ao dia 26 de setembro.
A campanha é válida até 12 de setembro ou até ao plafond da campanha se esgotar. Para usufruírem desta ação promocional, devem dirigir-se ao Balcão de Informações do centro comercial, situado no piso 0, para trocarem os vossos talões por vales.
A campanha apenas não é válida em compras realizadas no hipermercado Auchan, Celeiro, Quiosque Arcádia, Quiosque Buondi Fashion, Quiosque dos Sabores, Quiosque Sical e em espaços comerciais temporários localizados nos corredores do centro comercial.
Free Guy: Herói Improvável chega aos cinemas nacionais a 19 de agosto.
Título original: Free Guy Realização: Shawn Levy Argumento: Matt Lieberman e Zak Penn Género: Aventura/Comédia Elenco: Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Utkarsh Ambudkar e Taika Waititi
Sinopse: Em FREE GUY, uma épica comédia de ação e aventura da 20th Century Studios, o caixa de um banco descobre que é na verdade figurante num videojogo, e decide tornar-se o herói da sua própria história… que ele mesmo rescreve. Agora, a viver num mundo onde não há limites, ele está determinado a ser o gajo que salva o seu mundo, à sua maneira… antes que seja tarde demais. O filme é protagonizado por Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Utkarsh Ambudkar e Taika Waititi e realizado por Shawn Levy, de um argumento de Matt Lieberman e Zak Penn, a partir de uma história de Lieberman. O filme é produzido por Ryan Reynolds, p.g.a., Shawn Levy, p.g.a., Sarah Schechter, Greg Berlanti e Adam Kolbrenner, com Mary McLaglen, Josh McLaglen, George Dewey, Dan Levine e Michael Riley McGrath como produtores executivos.
FREE GUY: HERÓI IMPROVÁVEL estreia nas salas de cinema a 19 de agosto de 2021.
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Matosinhos) para as antestreias de Free Guy: Herói Improvável no dia 18 de agosto, às 20h, nos Cinemas NOS Colombo IMAX®, em Lisboa, e nos Cinemas NOS Mar Shopping IMAX®, em Matosinhos.
Atualização: E os vencedores deste passatempo foram:
Lisboa
Rute Marques
Daniela Charrua
André Almeida
Francisco Santos
Cláudia Pedro
Matosinhos
Sara Augusto
Rui Pereira
Filipe Silva
Nídia Macedo
Tiago Koch
Os vencedores serão informados diretamente via email.
ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.
Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência: Cumprindo a orientação da DGS, a lotação da sala foi reduzida. Mantenham o distanciamento social necessário.
Poderão contar com 24 expositores, entre antiquários e galerias de arte moderna e contemporânea.
A LAAF – Lisbon Art and Antiques Fair regressa à Cordoaria Nacional, em Lisboa, entre os dias 11 e 19 de setembro, depois de um ano de interregno devido à pandemia COVID-19. Considerada a mais prestigiada Feira de Artes e Antiguidades de Portugal, a LAFF, promovida pela Associação Portuguesa dos Antiquários (APA), é um evento de referência pela diversidade e autenticidade de todas as peças apresentadas, englobando arte antiga, moderna, contemporânea e design, no mesmo local.
Nesta edição de 2021 estão presentes 24 expositores, entre antiquários e galerias de arte moderna e contemporânea, e juntam-se, pela primeira vez, dois ateliers de arquitetura e design de interior: Cristina Jorge de Carvalho e Oito em Ponto, de Artur Miranda e Jacques Bec.
Este ano voltarão também as Curated Talks – entre os dias 11 e 17 de setembro –, que serão dedicadas ao tema Mercados das Artes hoje, um novo paradigma?. Centradas nas consequências da crise COVID-19 nos mercados da Arte e Antiquários e nas mudanças de paradigma nos mercados globais da Arte, as Curated Talks servirão também para apresentar os resultados de um inquérito setorial realizado pela Universidade Nova de Lisboa, através do qual será possível quantificar o verdadeiro impacto da pandemia no mercado nacional de Arte e Antiguidades.
As Curated Talks vão ser moderadas por Adelaide Duarte e Anísio Franco e contarão com a presença de vários oradores nacionais, a anunciar em breve.
As portas para a edição de setembro estarão abertas de segunda a quinta-feira das 15h às 21h, de quinta-feira a sábado das 15h às 23h, e ainda aos domingos das 12h às 20h. Os bilhete custam 12€, mas ficam mais baratos (20€) se adquirirem logo um bilhete duplo.
O ambiente promete momentos relaxantes seja para almoçar, ler um livro durante a tarde ou jantar enquanto assiste ao pôr do sol.
Quando pensamos em vistas bonitas em Lisboa, temos sempre por hábito procurar restaurantes ou rooftops, que utilizam esses pontos fortes para se venderem aos clientes. Ora, e porque não aproveitar uma esplanada, neste caso duas, de um centro comercial?
Falamos, neste caso, do Centro Vasco da Gama, que possui duas esplanadas ideais para relaxar e fazer refeições. Com uma vista privilegiada sob o Parque das Nações e o Rio Tejo, a Sonae Sierra diz mesmo que são as esplanadas ao ar livre com a vista mais bonita de Lisboa.
Com pequenas zonas verdes, decoração em madeira e iluminação exterior pensada ao pormenor, são centenas de metros quadrados com vistas panorâmicas. As esplanadas, situadas no Piso 2 e Piso 3, estão abertas todos os dias das 10h às 00h.
Pode-se simplesmente usufruir da vista e do espaço para relaxar ou como espaço para refeições, seja para almoçar, para jantar numa amena noite de verão ou simplesmente para comer um gelado durante a tarde, a escolha é variada: do Nood ao Guacamole, passando pelo La Parrilla ou pelo Talho do Mercado, há mais de 50 opções para refeições. Os gelados da Häagen-Dazs e os Portela Cafés são duas sugestões para acompanhar o momento do lanche, por exemplo.
Cancelamento de ruído ativo e Chroma RGB chegam aos earbuds da Razer.
Forma, estilo e evolução são os ingredientes chave da nova aposta da Razer, a nova geração dos Hammerhead True Wireless, que se apresentam mais bonitos e com novas funções.
A Razer chama-lhes mesmo “uma evolução”. Com os novos Hammerhead Trued Wireless, os utilizadores podem tirar partido do sistema de cancelamento de ruído ativo (ANC) da Razer, graças aos dois microfones específicos.
Com novas pontas de silicone e uma forma que se ajusta a qualquer orelha, os novos Hammerhead True Wireless destacam-se também pela introdução do Razer Chroma RGB, com a possibilidade de editar a cor do logo tátil da Razer.
Com 32.5 horas de autonomia, os Hammerhead True Wireless contam ainda com suporte da aplicação Razer Audio, onde é possível editar equalização, ativar modos de jogo e os tipos de cancelamento de ruído para qualquer dispositivo.
Os Razer Hammerhead True Wireless já estão disponíveis para venda a partir de 139,99€.
Foi no passado mês de maio que ficámos a saber do adiamento do SonicBlast para o próximo ano. Um mês depois, a organização começou a anunciar nomes, e logo com pompa e circunstância, com as confirmações dos Electric Wizard, Weedeater e Pentagram, entre outros. Já em julho, tivemos mais quatro adições: All Them Witches, Nebula, King Buffalo e Kaleidobolt.
Agora, em agosto, temos duas outras bandas que se juntam ao lineup: Stöner e Witch.
Os Stöner são um super grupo, ou não fossem fundados por Brant Bjork e Nick Oliveri (ambos fundadores de Kyuss e membros ou antigos membros de Queens of the Stone Age, Mondo Generator, Ché, Fu Manchu ou Bloodcot), cujo desejo de regressar às suas raízes do rock n roll os levou a formar este novo projeto. Já os americanos Witch são uma reconfirmação, uma vez que estavam certos na edição de 2021.
Ao todo, o SonicBlast 2022 tem, até ao momento, 29 atuações confirmadas.
Recorde-se que o festival acontecerá de 11 a 13 de agosto na Praia da Duna do Caldeirão, Âncora, concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo.
O passe geral do SonicBlast Fest já se encontra disponível a 65€ até dia 31 de maio de 2022, subindo depois para 75€ a partir de 1 de junho de 2022. Em breve, quando forem anunciados os alinhamentos por dia, serão também anunciados bilhetes diários.
Para quem comprou bilhetes anteriormente, saibam que as entradas para a edição de 2021 são naturalmente válidas para o próximo ano.