E os motivos são dois: a declaração do Estado de Emergência pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na passada quarta-feira, e também devido à notória e expectável quebra de utilização desses serviços.
Assim, e de momento, serviços como a Hive, Lime, Jumpe GIRA estão temporariamente com a atividade suspensa em Portugal.
Num post colocado no Facebook esta quinta-feira, a Câmara Municipal de Lisboa dava conta da suspensão da operação da Rede de Bicicletas Partilhadas de Lisboa – GIRA. Quem tem passes ativos pode ficar descansado, uma vez que os mesmos serão prorrogados pelo período equivalente ao que durar esta suspensão.
Já a Hive, apesar de não ter enviado qualquer informação aos seus utilizadores, colocou uma nota no site oficial a dizer que o serviço, tanto de trotinetes como de bicicletas, parou durante estes dias. A marca diz que depois avisará os seus clientes assim que estiverem novamente online.
O mesmo acontece com a Lime, que suspendeu as operações numa série de países, incluindo Portugal, e com a Uber, neste caso via Jump, que também deixou de disponibilizar temporariamente as suas trotinetes e bicicletas partilhadas por cá.
Porém, os serviços de TVDE continuam a funcionar totalmente. Embora a procura tenha diminuído drasticamente, há quem ainda se arrisque a trabalhar, mesmo que os ganhos possam não compensar. O Echo Boomer sabe que, entretanto, muitos motoristas vão parar durante uns dias, até porque é impossível manter uma distância de segurança dentro de um veículo. Além disso, e como muitos dos veículos são provenientes de empresas de leasing, estas não têm facilitado a vida a quem quer fazer pela vida.
Bem sabemos que este não é o foco da Too Good To Go, mas dias fora do normal requerem medidas extraordinárias. E foi precisamente isso que os responsáveis da app dinamarquesa fizeram.
Assim, e uma vez que muitos dos estabelecimentos parceiros estão a enfrentar grandes dificuldades nos dias que correm, há agora na famosa aplicação um projeto temporário para apoiar os respetivos parceiros e o comércio local. Basicamente, e de forma excecional, a Too Good To Go deixa que os utilizadores comprem uma refeição normal para take-away diretamente na aplicação.
Estas refeições são chamadas de WeCare e têm como base o menu original do estabelecimento, não sendo excedente/desperdício, logo a quantidade de comida que vos será dada na Magic Box será a mesma como se comessem dentro de cada restaurante/café.
Esta iniciativa da Too Good To Go não tem fins lucrativos, até porque o objetivo é ajudar negócios locais. Para ajudar, basta então que, na app, pesquisem por WeCare, aparecendo logo os estabelecimentos aderentes. Depois basta escolher a refeição, fazer o pedido e levantar. Pelo que percebemos, esta opção parece somente estar disponível em Lisboa e Porto.
A Too Good To Go diz ainda que teremos uma janela de tempo limitada para o cancelamento do pedido, a fim de se evitar qualquer espera ou risco desnecessário. E aquando do levantamento da refeição, somos a fazer o “swipe” do recibo.
Como referimos, ao não levantarmos excedentes, os utilizadores estarão a pagar muito mais do que o habitual na conhecida aplicação. O “problema” desta solução da Too Good To Go, mesmo que queira ajudar o comércio local, acaba por ser a concorrência.
É que serviços como a Uber Eats não só apresentam uma ampla oferta de estabelecimentos, como por estes dias estão a oferecer vários tipos de descontos, alguns bem apetecíveis. E mesmo que, a nós, uma refeição fique muito em conta (algo valioso durante estes dias em que muitos podem nem ter ordenado para os próximos tempos), o restaurante/café recebe sempre o valor original do pedido.
Além disso, a concorrência tem outra vantagem que este projeto temporário da Too Good To Go, e que recorre ao take-away, não tem: entrega ao domicílio. E nós bem sabemos que não convém sair de casa durante estes dias…
Após termos ficado a saber que a União Europeia de Radiodifusão (EBU) tinha resolvido cancelar a edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção, havia a forte probabilidade da vencedora deste ano, Elisa, não ser efetivamente a representante portuguesa na edição do próximo ano. E agora confirma-se algo: as canções vencedoras deste ano ficam em 2020.
Isto deve-se às regras do festival, que dizem que as composições não podem ter sido lançadas antes do dia 1 de setembro do ano anterior ao da sua realização.
No que aos interpretes diz respeito, até podem ser os mesmos deste ano, o problema é que terão de representar o respetivo país com outra canção. Ou seja, e como Elisa ganhou a edição deste ano com a música “Medo de Sentir”, não faz qualquer sentido que a jovem represente Portugal com outra canção completamente diferente.
Afinal, foram os votantes que escolheram a composição vencedora, pelo que tem lógica serem novamente os portugueses a indicar o tema que irá representar o país no próximo ano.
O que a EBU decidiu, para honrar as canções que ficam pelo caminho, é apostar num programação alternativa, mas que não seja, de todo, uma competição. Não foi divulgado ao certo como é que isto irá acontecer, mas esperamos por mais novidades em breve.
Recorde-se que o Festival Eurovisão da Canção deveria realizar-se a 12, 14 e 16 de maio em Roterdão, nos Países Baixos, mas o surto de COVID-19 fez cancelar a edição deste ano. Porém, deverá acontecer naquela cidade em 2021.
As mãos ainda soam, os cabelos estão em pé e as mãos tremem descontroladamente – assim é a experiência de Exit the Gungeon, um jogo de plataformas e ação que se despe do género dungeon crawler do título anterior, lançado em 2016, para se focar numa estrutura mais linear e muito mais assente na jogabilidade árcade.
Exit the Gungeon é um spin-off tremendo, no sentido em que consegue readaptar a jogabilidade do original e transformá-la num novo e igualmente desafiante género. As masmorras procedurais desapareceram e deram lugar a arenas verticais que se dividem por vários níveis, onde temos de eliminar todos os inimigos, evitar o mar de balas e enfrentar um boss para avançarmos para a próxima etapa. Os níveis seguem um design simples, com várias plataformas que podemos utilizar para nos desviarmos, mas há uma evolução na sua complexidade e uma variedade interessante no que toca aos perigos que encontramos em cada uma delas.
Se, por exemplo, começamos numa arena sem perigos adicionais, rapidamente passamos para níveis onde o chão se move e somos atacados por caveiras embutidas nas paredes. O ritmo é frenético, imparável e muito intenso, com a dificuldade a aumentar a cada arena que conquistamos.
O conceito, no entanto, nunca deixa de ser intuitivo e acessível, focando-se unicamente em dois elementos concretos: desviar e disparar. Com arenas fechadas, somos atacados de todas as direções por inimigos de vários tipos, desde explosivos até a atiradores furtivos. As balas vêm de todos os lados e é necessário sermos rápidos e eficazes. O salto e o desvio dão-nos invencibilidade momentânea que nos permitem evitar as balas e continuar a lutar, com Exit the Gungeon a criar padrões de ataques que nos irão levar à loucura. Nos momentos mais intensos, parece que estamos perante um Bullet Hell, onde é estritamente necessário compreender os ataques dos inimigos e dominar o desvio.
Tal como no original, Exit the Gungeon traz consigo um armamento surpreendente, apostando na variedade e na aleatoriedade, onde encontramos pistolas tradicionais, lança-rockets, guitarras, atiradores de gelo e até de bolhas de sabão, entre outros. Cada arma tem a sua vantagem e todas elas, até as mais lentas e que necessitam serem carregadas, funcionam dentro das arenas frenéticas.
No entanto, o elemento aleatório não está presente apenas no poder destas pistolas, mas também na ordem em que as usamos. Exit the Gungeon não nos deixa escolher ou trocar de armas e implementa uma seleção aleatória que vai rodando de acordo com a nossa utilização. Ao fim de poucos minutos, a arma muda automaticamente e vemo-nos com um tipo de disparo diferente, sobre o qual temos de alterar a nossa estratégia. Apesar de ser contra este tipo de ausência de liberdade, devo admitir que a escolha aleatória funciona em Exit the Gungeon, nunca deixando os jogadores indefesos ou com uma arma pouco funcional.
As raízes roguelite continuam presentes em Exit the Gungeon e é possível, após cada partida, utilizar o dinheiro amealhado para comprar novas armas e itens. Estas armas, que desbloqueiam à medida que avançam na masmorra vertical, ficam disponíveis no jogo e passam a fazer parte da roleta de seleção, adicionando assim mais armamento à campanha. Com mais armas, mais hipóteses de sucesso. Não há, portanto, uma evolução de personagens, mas sim novas opções de combate e de lutadores que dão uma maior variedade à jogabilidade.
Não é uma sequela, mas Exit the Gungeon é um spin-off delicioso que irá entreter os fãs da série, de roguelikes e Bullet Hells/Shoot’em Ups. É divertido, muito difícil e tem o ritmo perfeito para um jogo deste género. Apesar de existirem ainda alguns bugs, não deixem passar este título se procuram algum desafio.
Plataformas: PC, Nintendo Switch, iOS Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela Cosmocover.
Exit the Gungeon não complica e dá-nos uma experiência simples, mas muito desafiante que irá satisfazer os fãs do género.
Marte foi abandonada. Depois de décadas de exploração mineira, o planeta foi abandonado e os seus habitantes deixados à sorte. Muitos morreram, outros sobreviveram sobre o terrível solo árido de Marte. Como um clone, que acaba de acordar, a nossa missão é a de sobreviver, a solo ou com a ajuda de amigos, e descobrir o que levou a Humanidade a deixar o planeta para trás. Por entre vales sombrios, estações abandonadas e planícies desertas, assim encontramos Memories of Mars.
Como jogo de sobrevivência, Memories of Mars não se procura destacar. Influenciado por alguns dos melhores títulos do género, como Ark: Survival Evolved e Conan Exiles, mantém o foco na recolha de recursos e na construção de utensílios, equipamentos e bases que se tornam essenciais para a nossa sobrevivência. Memories of Mars coloca-nos no centro deste planeta explorável, com várias zonas que podemos visitar e ocupar, existindo um foco na manutenção das necessidades básicas da nossa personagem e na luta contra robôs que continuam a povoar o planeta.
Memories of Mars pode não destacar-se, sendo, em vários sentidos, muito próximo do que já vimos noutros jogos, mas há uma tentativa forte em ser mais profundo e variado do que a norma. Há um leque impressionante de habilidades que podemos desbloquear, divididas por três classes, que nos dão acesso a novos tipos de construções, armas e resistências biológicas para a personagem. As opções de personalização são interessantes e há uma aposta na liberdade dos jogadores, ainda que o estilo visual, muito assente na ficção científica, repleto de tons brancos e cinzentos – juntamente com estruturas gastas e enferrujadas –, não surpreenda pela positiva. É um planeta extenso, sem dúvidas, mas pouco apelativo.
O modulador 3D é um dos destaques, oferecendo aos jogadores a possibilidade de construírem tudo em qualquer parte do mapa. Para tal, só precisam de posicionar o modelador no chão e aceder ao seu menu, existindo assim uma aposta curiosa no realismo, como se estivéssemos perante uma verdadeira ferramenta científica. Apesar dos menus serem, nesta versão para consolas, pouco intuitivos e difíceis de navegar – ainda mais em momentos de tensão –, consigo apreciar a variedade de opções e a facilidade em posicionar no mapa os vários objetos para construção.
O que não consigo apreciar é a insistência num modo online, sem quaisquer opções de jogar offline. As experiências cooperativas e competitivas são sinónimos do género, criando assim um mundo mais verossímil e povoado por sobreviventes como nós, mas acho importante ter a escolha de jogar completamente a solo. Memories of Mars apresenta vários servidores, com modos de PvP e PvE, mas perde este lado mais solitário que aprecio no género. A ideia de sobreviver sozinho perante as adversidades é perdida quando vejo o horizonte marciano poluído por estruturas construídas por jogadores que nunca encontro dentro do jogo. É um problema pessoal.
Memories of Mars é um jogo que considero ser apenas para fãs do género. Mesmo com uma variedade considerável de habilidades e opções de construção, é um jogo desinteressante a nível visual e que não adiciona nada a um género tão apetrechado de melhores exemplos. As primeiras horas são, ainda assim, empolgantes, com muito para descobrir, mas rapidamente percebemos que Marte é mais aborrecida do que esperávamos.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela 505 Games.
Memories of Mars consegue apelar aos fãs do género e dar-nos uma experiência assente na recolha de recursos e na sobrevivência, mas é condicionado por uma jogabilidade aborrecida e pouco limada, e um motor gráfico já datado.
Foi praticamente no início deste mês que referimos que Dragon Ball Z: Kakarot, o mais recente jogo do popular anime, iria chegar a Máquina do Tempo, uma criação útil que nos deixaria regressar ao passado de modo a concluir subquests que não conseguimos na altura. Pois bem, já o podem fazer.
A Time Machine ficou hoje disponível com o lançamento da patch 1.06 e deixar-nos concluir todas as missões secundárias que ficaram pendentes. Podem encontrar a máquina junto à Capsule Corp, bastando que, depois, falem com o pai de Bulma.
Nós já experimentámos e, de facto, funciona bem. Assim que vos surge o menu de quais episódios escolher, optam por um deles para que vos apareça as quests principais desse episódio. Depois bastará carregar num único botão para verificarem quais as subquests que ficaram por concluir, sendo que, como o jogo não assinala logo quais as que faltam concluir, terão de verificar um a um.
Reparámos uma coisa. Como voltamos atrás do tempo, e apesar dos níveis das personagens se manterem tal e qual como temos atualmente, as personagens não têm qualquer ataque especial associado. Mas isso também não é problemático, uma vez que, dado os níveis das nossas personagens, e como vamos fazer missões antigas, basta-nos um simples toque num botão para derrotarmos um inimigo. Demora um segundo, pelo que nem necessitam de qualquer ataque especial.
Adicionalmente, e para além de completarem subquests em falta, podem usar a Time Machine para repetir outras missões secundárias de modo a melhorar a nota obtida.
Em todo o caso, garantimos que irão concluir as subquests em falta em tempo recorde.
De resto, podem sempre aproveitar para (re)ler a nossa análise enquanto não chega o primeiro DLC para Dragon Ball Z: Kakarot.
Não, o Vagos Metal Fest 2020 não está cancelado, permanecendo agendado. No entanto, e no sentido de apoiar todas as bandas de metal nacionais que se viram privadas de tocar ao vivo, após a declaração de estado de emergência por parte do Governo Português para conter a propagação do novo coronavírus, o festival vai ceder o seu “Palco Virtual”, ou como quem diz, as suas redes sociais, a todos os que queiram promover os seus próximos lançamentos.
Ou seja, é uma forma de dar visibilidade a todos os músicos e projectos que viram os seus rendimentos encurtados pela impossibilidade de tocar ao vivo, na esperança de que estes tenham um regresso forte “à estrada”, quando tudo regressar à normalidade.
Assim, todas as bandas interessadas nesta visibilidade gratuita devem enviar um email com todos os conteúdos relativos ao seu lançamento (press kit, imagens e vídeo, caso este já se encontre produzido). A organização do Festival compromete-se a responder com a maior brevidade, para combinar uma data de anúncio e definir um plano de comunicação, de forma completamente gratuita.
Hoje, dia 20 de março, a iniciativa arranca com o lançamento de Visceral, o novo álbum dos Reverent Tales, banda lisboeta que edita o seu 1º longa-duração. O vídeo do single “Above Me” estreia nas redes sociais do Vagos Metal Fest, pelas 21h30.
Quanto ao Vagos Metal Fest propriamente dito, e caso tenham receio em adquirir bilhetes para o festival, podem sempre optar pelo serviço Flexticket, disponibilizado pela Festicket, que vos garante futuramente a devolução do valor gasto em voucher caso adquiram o passe até 30 de abril.
As versões lite de cada gama P ou Mate nunca têm direito a grande protagonismo, surgindo sempre disponíveis no mercado antes do anúncio de cada topo de gama da Huawei. O mesmo acontece com o P40 lite, que já está disponível para pré-compra em Portugal.
Este é daqueles modelos para quem não está preocupado com o último grito da tecnologia, mas quer um telemóvel com algumas boas características com um preço a condizer.
Por exemplo, o ecrã Punch FullView é de 6,4″ e resolução 2310×1080 pixeis, mas não é um AMOLED, nem sequer um IPS. É um ecrã LCD, algo que acaba por ser incompreensível mesmo num modelo lite de uma nova linha. Porém, os menos entendidos não deverão notar grandes diferenças no ecrã deste dispositivo, a não ser que, claro, comparem lado a lado com um smartphone que custa o dobro do preço.
O processador é um octa-core Kirin 810, a RAM é de 6 ou 8GB, a memória interna é de 128 ou 256GB (expansíveis via cartão NM) e a bateria é de um tamanho considerável, com uns 4200mAh, suportando ainda carregamento rápido de 40W.
Já no que tocas às câmaras, são três na traseira – 48 MP (Lentes Grande Angular, f/1.8 abertura + 8 MP (Lentes Ultra Grande Angular) + 2 MP (Lentes Macro) + 2 MP (Lentes Bokeh) – e uma de 16MP na frente.
E claro, este P40 lite vem equipado com o EMUI 10, contando com o desejado Dark Mode.
O melhor de tudo acabam por ser as ofertas de pré-venda deste terminal. Até 26 de março, quem efetuar a pré-compra do P40 lite, terá direito à Huawei Band 4Pro (PVP 79,90€), pulseira de desporto preparada para monitorizar ativamente a saúde dos consumidores, bem como acompanhá-los nos exercícios físicos, com 9 modos de desporto pré-definidos.
Além da Band 4 Pro, na pré-compra do Huawei P40 Lite, a marca oferece ainda o seu VIP Service, um serviço de assistência personalizado preparado para acompanhar os utilizadores na configuração do seu novo smartphone, bem como 5GB de armazenamento gratuito na Huawei Cloud durante 12 meses.
Neste momento, somente a versão com 6GB de RAM parece estar disponível para pré-compra, custando 329,99€.
Foi a 16 de outubro do ano passado que demos conta da existência da versão 4.0 do Yorn Shake It. Na altura, estava previsto que a atual coleção estivesse ativa até 1 de abril, mas devido aos recentes acontecimentos, a Yorn decidiu estender o prazo.
Agora, têm até às 23h59 do dia 30 de abril deste ano para juntarem o máximo de cartas/autocolantes possível, de modo a que possam garantir algum prémio.
Recorde-se que o tema desta coleção é cidades/localizações, é muito mais difícil acertar na resposta certa. As pessoas que não são especialmente fortes a geografia têm sentido algumas dificuldades.
Há, no total, 60 cartas de coleção diferentes e numeradas para colecionar. Dependendo dos pontos que conseguirem, terão direito a um prémio que é aleatório. Porém, são os prémios das cartas douradas os mais apetecíveis.
Há smartphones, consolas, drones, ratos gaming, comandos para consolas, entre outros, além de GB para dados móveis, oferta do tarifário durante algumas semanas ou até bónus em dinheiro creditado diretamente no saldo. Mas é bem complicado conseguir os melhores prémios.
Até à passada terça-feira, o álbum de estreia de Billie Eilish, When We All Fall Asleep, Where Do We Go?, era o álbum com maior volume de pre-adds antes do lançamento no Apple Music. Pois bem, isso mudou esta quarta-feira, com The Weeknd a ser o novo rei desse trono. E tudo devido a After Hours.
Este é o novo disco do artista, estando já disponível nas demais plataformas digitais. Depois das duas primeiras canções retiradas do álbum, “Heartless” e “Blinding Lights”, terem atingindo a marca de Platina, levando The Weeknd para o Top 10 de singles da RIAA, estava na altura de meter o novo registo discográfico cá para fora.
Nas últimas semanas, The Weeknd lançou uma curta-metragem de antecipação ao álbum e anunciou uma digressão mundial de 67 concertos, a The After Hours Tour, com as primeiras partes de Sabrina Claudio e Don Toliver nos EUA, e de Sabrina Claudio e Black Atlass na Europa.
Até à data não existe nenhum concerto confirmado para Portugal, mas é provável que o músico regresse ao nosso país em 2021.
Há LEGOs para todos os gostos: para construir, para aprender e para colecionar, como é o caso dos novos capacetes LEGO Star Wars.
Inspirados nos três capacetes mais icónicos da série Star Wars, os novos sets são para os fãs dos dois mundos que gostam de manter decoradas as suas prateleiras e estantes.
Os três capacetes, vendidos em separado, são inspirados nos Stormtroopers Originais, no Boba Fett e nos pilotos Tie Fighter, e foram criados por uma equipa de três designers LEGO que inclui o português César Carvalhosa Soares, que já criou criou modelos memoráveis como o X-Wing Star Fighter, a Cabana do Yoda e a nave Tantive IV, também do universo Star Wars.
Com cerca de 18cm de altura, estes novos sets ficam disponíveis a partir de 19 de abril por 64,99€ cada e são destinados a jovens adultos.
Uns dizem que se lavam assim, outros dizem que é de outra forma, nunca se sabendo muito bem como devemos lavar as mãos por estes dias, principalmente após sairmos de casa. Pois bem, a Direção Geral de Saúde vem dar uma ajuda.
Num vídeo de 56 segundos lançado no YouTube, a DGS começa por dizer que, primeiro que tudo, devemos “tirar anéis, pulseiras ou relógio”. Só depois devemos molhar as mãos. Mas não basta esfregar as palmas das mãos.
Segundo a DGS, e após molharmos as mãos, devemos aplicar sabão por toda a superfície e esfregar as palmas das mãos uma na outra.
Seguidamente devemos esfregar com a palma no dorso, com os dedos entrelaçados, à frente e atrás. Devem esfregar palma com palma com os dedos entrelaçados e, também, esfregar o dorso dos dedos na palma oposta.
Os polegares devem ser esfregados no sentido rotativo e as pontas dos dedos nas palmas da mão oposta. E claro, não se esqueçam de lavar os pulsos.
Por último, devem então enxaguar com água e secar as mãos com um toalhete, que tanto pode servir para fechar a torneira como para o puxador da porta.
A Fiat e a LEGO revelaram recentemente um novo set dedicado aos fãs de carros clássicos. Trata-se do Fiat 500 LEGO Creator Expert.
O icónico carro da Fiat surge neste novo formato para celebrar um dos mais famosos símbolos da indústria italiana no mundo e prestar homenagem ao mítico filme La Dolce Vita.
Inspirado no lendário Fiat 500F de finais dos anos 60, este set conta com um modelo de 960 peças que inclui teto de abrir a funcionar, interior com todos os pormenores, bagageira com roda sobresselente, porta-bagagens na traseira e capô que pode ser aberto para inspecionar o motor uma vez terminada a construção. Inclui ainda um cavalete dobrável, uma paleta de cores e uma pintura do automóvel em frente do Coliseu de Roma.
É já na próxima semana que a Xbox One e o PC recebem mais um exclusivo da Microsoft, com Bleeding Edge.
Dos criadores de Hellblade, Bleeding Edge é um jogo de combate online cooperativo, onde os jogadores podem escolher o seu herói com habilidades únicas que podem ser modificadas e evoluídas.
Para celebrar a iminente chegada, a Ninja Theorylançou o tradicional trailer de lançamento, que faz um excelente trabalho ao estabelecer o tom e a premissa deste jogo passado num mundo cyberpunk, onde os mais loucos se juntam em clubes de combate para mostrarem as suas melhorias cibernéticas.
Bleeding Edge teve desde a sua revelação na E3 2019 várias fases experimentais e chega agora, na sua versão final, no dia 24 de março à Xbox One e ao Windows 10 PC e fica pronto para jogar para todos os subscritores do Xbox Game Pass.
Já aqui tínhamos falado de algumas alterações a caminho do Windows 10 a nível de aspeto e interface. Agora, ao celebrar a meta de mil milhões de utilizadores, a Microsoft dá-nos um olhar mais extenso do que está para vir.
Através de um vídeo partilhado no Instagram do chefe da divisão de Windows e Dispositivos da Microsoft, Panos Panay, é possível ver como é que o sistema operativo Windows 10 vai mudar em breve.
Os grandes destaques vão para a eliminação dos mosaicos, dando lugar a botões mais tradicionais e de fácil leitura, e pelo regresso das cores, dando ao sistema um aspeto muito mais leve, jovial e orgânico.
Além disso, é também possível ver como será mais fácil aceder e procurar aplicações, havendo ainda novos menus e um novo explorador. Adicionalmente, o sistema Windows será readaptado a novas configurações temáticas, ficando, também, mais responsivo.
Todas estas melhorias fazem parte daquilo a que a Microsoft chama de Fluent Design, com um contexto mais moderno e adaptado às atuais necessidades dos utilizadores.
Para já ficamos apenas com um pequeno gosto do que aí virá em forma de vídeo, não havendo ainda uma data de lançamento da nova atualização. Especula-se que o renovado sistema operativo chegue até ao final do ano, acompanhando o lançamento dos novos dispositivos Surface Duo e dos possíveis Surface Book 3 e Surface Go 2.
O mesmo que dizer que estas aulas estão disponíveis para sócios e não sócios. Esta foi uma decisão implementada pela equipa do Fitness Hut, que faz parte do Grupo VivaGym, numa altura em que os ginásios da marca estão temporariamente encerrados devido ao impacto da COVID-19.
Daí, e de modo a incentivar o exercício físico, aquela cadeia de ginásio criou um sistema de aulas virtuais à distância de um clique. Basta irem ao serviço Les Mills On Demand e, a partir daí, ir seguindo os vídeos.
Há treinos indoor, aulas, sessões de dança e treinos intervalados, bem como vídeos e áudios para quem gosta de meditar.
“Com esta iniciativa, pretendemos continuar a fazer parte da vida dos nossos sócios e agora de todos os portugueses que quiserem fazer parte deste movimento de prática de desporto a partir de casa. Acreditamos que esta atitude ativa vai ajudar a ultrapassar esta maratona de quarentena que agora começou”, diz em comunicado Juan del Río, CEO do Grupo VivaGym.
Para além daquela plataforma, também encontram desafios semanais no canal de YouTube do Fitness Hut, que serão adaptados ao treino que se está a fazer em casa. Muito em breve, haverá também uma página dedicada com planos de treino para cada objetivo.
Já os sócios podem na mesma usar a app myHUT para continuar a usufruir de consultas de nutrição, devendo as mesmas ser realizadas à distância, via Skype ou chamada telefónica, até final de março.
Já depois de o SEA Me Group ter decidido encerrar as portas dos seus restaurantes no passado domingo, dia 15 de março (à exceção do Prego da Peixaria, que funciona somente via delivery), os responsáveis tiveram a ideia de dar aos clientes refeições prazerosas e de muita qualidade, mas à distância. E foi assim que nasceu a Olívia, uma hamburgueria virtual que funciona em exclusivo através da Uber Eats.
É o paraíso dos hambúrgueres, claro. Existem ao todo 10 variedades diferentes, destacando-se, por exemplo, o Mushroom (hambúrguer de vaca, cogumelos salteados em molho inglês, compota de cebola e moscatel, queijo de Azeitão, pão brioche – 8,50€), o Avocato (coxa de frango, abacate, tomate, cebola roxa, alface, coentros, molho de iogurte, pão brioche – 8€) ou a opção Veggie (hambúrguer de tofu, cogumelos salteados em sumo de laranja, maionese, pickles, cebola roxa, espinafres, pão brioche – 7,50€). Todas as opções incluem batatas fritas.
O único senão é mesmo o facto de a hamburgueria Olívia estar somente disponível em alguns zonas de Lisboa. Sabe-se que, de momento, os habitantes da zona do Chiado, Alvalade, Saldanha e Algés, sempre num raio de três quilómetros, conseguem fazer a encomenda, mas nada como meterem a vossa morada para perceberem, se, de facto, conseguem fazer a casa estes hambúrgueres com um aspeto incrível.
E não se esqueçam, usem os códigos de desconto para que não tenham de pagar taxa de entrega. Podem optar pelo TAXAGRATIS, que vos isenta do pagamento da taxa de entrega, ou então pelo nosso, eats-cwyhis, que vos dá um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€. Porém, este código só é valido para novos clientes que nunca tenham feito qualquer encomenda na Uber Eats até à data.
Mais do que nunca, este é um momento para as pessoas se manterem unidas, ainda que à distância de uma videochamada ou de um telefonema. Por isso, as cervejas artesanais, a convite da Cerveja Trindade, decidiram também elas unir forças para criar o movimento #BeerAtHome.
Como é que isto funciona? Basicamente, todos os dias, às 19h, as pessoas são convidadas a partilhar uma cerveja com os amigos ainda que à distância. A iniciativa pretende que, apesar do contexto social, as pessoas continuem a partilhar bons momentos entre si, destacando a importância das redes sociais neste momento de isolamento em casa.
Além deste momento social à distância, quem participar tem a possibilidade de ganhar um pack de cervejas artesanais em casa, que será entregue depois do período de quarentena, para que possa ser partilhado com os amigos num dos primeiros reencontros ao vivo.
Basta que, para isso, sigam a página de Instagram da Cerveja Trindade, tirem um screenshot em videochamada a vós e aos vossos amigos com uma cerveja na mão e que partilhem nas vossas stories do Instagram com a hashtag #BeerAtHome e identificar @cervejatrindade. A 5ª participação diária a partir das 19h ganha um pack de cerveja Trindade.
A iniciativa decorre até ao dia 31 de março. Podem (e devem) consultar o regulamento, aqui.
É já na próxima semana, mais especificamente no dia 26 de março, que a Huaweiirá apresentar num evento sem público os novos smartphones da gama P40. E se pouco havia para deixar à imaginação, o conhecido leaker Evan Blass acaba de nos mostrar a parte frontal de dois dispositivos dessa linha em todo o seu esplendor.
Numa imagem publicada no Twitter, vê-se que estamos perante o P40 e P40 Pro. Saltam logo à vista dois detalhes: a moldura à volta do ecrã, mais saliente no P40, e as câmaras frontais. Neste caso em específico, olhando para o P40, são somente duas as lentes frontais. Já no P40 Pro o espaço é maior, o que, à partida, indica a existência de três sensores fotográficos.
Além disso, é o adeus a algo que muitos utilizadores detestavam: o notch, fosse este um retângulo normal ou em forma de gota.
Infelizmente, Blass não colocou uma imagem do P40 Pro PE (Premium Edition), que será o topo de gama da linha P40 e que, ao que tudo indica, deverá trazer cinco sensores fotográficos na parte traseira, sendo este smartphone o concorrente do Samsung Galaxy S20 Ultra.
No entanto, o site chinês IT Home teve acesso à suposta lista de especificações deste dispositivo. E são impressionantes. Ecrã OLED de 6,7″ com resolução 3160×1440 e suporte a taxa de atualização de 120Hz, processador Kirin 990 5G, 12GB de RAM, 512GB de memória interna, bateria de 5500mAh com suporte a carregamento rápido de 50W e carregamento wireless de 27W e as tais cinco câmaras na traseira.
De lamentar é o facto de a gama P40 chegar ao mercado sem Google Mobile Services, resultado dos conflitos com o governo americano de Donald Trump.
Por outras palavras, ou vão buscar à zona do McDrive, nos restaurantes onde existe esta opção, ou encomendam via Uber Eats ou Glovo. Esta é a mais recente decisão da McDonald’s Portugal, no sentido de proteger colaboradores e clientes.
Apesar de, a cada dia, a empresa ter reforçado procedimentos de higiene e segurança alimentar, já habitualmente instituídos, e introduzido novas medidas de proteção, com especial enfoque nas salas dos restaurantes, chegou o momento de ajustar operações.
“Tendo em conta o contexto atual que vivemos, chegou agora o momento de ajustar a nossa forma de operar mantendo em funcionamento apenas os serviços de McDrive e McDelivery, no sentido de apoiar as nossas comunidades e os clientes que precisam de nós pelas mais diversas razões: servir as pessoas que se encontram a trabalhar e servir as inúmeras famílias portuguesas que se encontram nas suas casas”, diz um comunicado da empresa enviado aos órgãos de comunicação social.
“Nos restaurantes onde iremos continuar a operar com os serviços McDrive e McDelivery contamos com equipas muito reduzidas, de forma a minimizar contactos pessoais, reforçámos os rigorosos processos de higiene e segurança, e introduzimos novos procedimentos de entrega das encomendas aos Clientes, no McDrive, e aos motoristas da Glovo e Uber Eats, que prestam o serviço McDelivery”, pode ler-se na mesma nota.
No texto enviado, não é referido se a medida se aplica a todos os restaurantes McDonald’s existentes em Portugal ou se existem exceções.
No que toca à concorrência, sabe-se que a Restaurant Brands Ibéria (RB Iberia), detentora dos direitos de exploração como masterfranchise para Portugal da marca Burger King, já encerrou os seus restaurantes próprios localizados em Matosinhos, Verdemilho (Aveiro) e Fátima como medida de prevenção de propagação da COVID-19.
No entanto, a Ibersol, grupo nortenho liderado por Alberto Teixeira e António Pinto de Sousa, comprado à Sonae há mais de duas décadas, e que em Portugal explora centenas de lojas da KFC, Pizza Hut e Burger King, entre outras marcas próprias e franquiadas, recusa-se a fechar restaurantes até ordem em contrário.
Já fora da restauração, muitos são os grupos/lojas que têm encerrado. Destacamos a FNAC, que encerrou todas as suas lojas em território nacional, à exceção daquelas localizadas no Centro Colombo, Almada Fórum, CascaisShopping, NorteShopping, GaiaShopping, Fórum Coimbra e Fórum Algarve.