Rui Sinel de Cordes vai ter mais duetos com humoristas no Porto

Depois do sucesso das quatro primeiras datas, seguem-se outras tantas com novos convidados.

duetos

Foi no passado mês de junho que falámos aqui de uma novidade anunciada por Rui Sinel de Cordes para o mês de julho: Duetos.

Nestas noites, Sinel de Cordes estreou um bit novo sobre a amizade, fez stand-up e apresentou o convidado em formato roast… mas pela positiva. Habitualmente, os roasts servem para insultar e falar dos podres das pessoas (mas não levemos esses insultos demasiado a sério), mas, neste caso, o humorista apresentou cada convidado referindo somente aspetos positivos.

Pois bem, estas datas no Porto correram tão bem foram anunciadas mais quatro noites.

Acontecem a 27 de julho (com André de Freitas), 28 de julho (com Rui Xará), 29 de julho (com Gilmário Vemba) e 31 de julho (com Pedro Tochas), no Teatro Sá da Bandeira. Os bilhetes já estão à venda e variam entre os 14 e os 16€.

A Corsair tem um touchscreen dedicado aos teclados

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Um companheiro útil para quem passa muito tempo na secretária.

iCUE NEXUS Companion Touch Screen

A Corsair revelou um pequeno gadget que pode ser um excelente companheiro para quem passa muito tempo à frente do computador na sua secretária. Conheçam o iCUE NEXUS Companion Touch Screen, um novo touchscreen de secretária que oferece informação imediata sobre vários dados e parâmetros úteis.

Desenhado para ser anexado aos novos teclados da Corsair, como o K70 RBG MK2 e o K95 RGB Platinum XT, o iCUE NEXUS Companion Touch Screen pode ser ligado via USB ao PC ou portátil e programado para diferentes informações e até ações de atalho.

Temperatura dos diferentes componentes do PC, níveis de utilização, controlos multimédia, atalhos para programas, informações de bateria e até atalhos de definições… Tudo pode ser programado no pequeno equipamento, estando preparado para mostrar mais de 200 ecrãs diferentes.

A Corsair promete também oferecer compatibilidade com aplicações e até jogos, como Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, mostrando informações sobre matches que podem ser ocultados no ecrã de jogo para mais clareza e menos ruído.

O Corsair iCUE NEXUS Companion Touch Screen já se encontra à venda.

A mítica herança cultural que Da Vinci deixou à humanidade

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Leonardo di Ser Piero da Vinci, eternizado como Leonardo da Vinci, nasceu a 15 de abril de 1452 na Itália.

Leonardo di Ser Piero da Vinci
Foto: Getty Images

Expoente máximo do período do Renascimento – correspondente à transição da Idade Média para a Modernidade –, Da Vinci deixou uma profunda herança aos ramos da arte e da ciência que perdura até os dias de hoje. 

Conhecido sobretudo pelo seu papel na História da Arte, Leonardo da Vinci exerceu uma influência assinalável em diversas áreas do conhecimento. Para além da pintura, da escultura e até da arquitetura, Da Vinci foi engenheiro, matemático, fisiólogo, botânico, geólogo, químico, cartógrafo, físico, mecânico, inventor, músico, poeta e escritor, isto para elencar apenas algumas das áreas às quais esteve associado ao longo da sua vida, que terminaria aos 67 anos, em 1519, na França. Da Vinci foi um autêntico homem do Renascimento devido ao seu elevado conhecimento e envolvimento em diversas áreas. 

A herança de Da Vinci é uma das maiores da história da pintura. As suas obras marcaram um período na História da Arte e assumiram uma dimensão intemporal que perdura e inspira milhares de artistas e cativa até mesmo quem não está diretamente envolvido na área de produção artística. Embora o seu legado esteja relacionado também com muitas outras vertentes, como já mencionado, as próximas linhas vão ser dedicadas a algumas das principais pinturas da autoria de Da Vinci.

Obras

A obra Mona Lisa (ou Gioconda) é uma das mais conhecidas da História da Arte e indissociável da imagem de Da Vinci. É, provavelmente, a obra mais conhecida do polímata e está exposta no Museu do Louvre, em Paris. A obra terá sido adquirida por Francisco I, rei de França que governou os destinos da nação entre 1515 e 1547. Pintada a óleo sobre madeira, a história tem vindo a suscitar informações contraditórias em relação à identidade da mulher representada. Se Mona Lisa é uma obra sobejamente conhecida em todo o mundo, o mesmo se poderá dizer de A Última Ceia, pintura que consta na parede do refeitório do Convento de Santa Maria Delle Grazie, em Milão. A pintura representa, tal como o próprio nome indica, a última ceia entre Cristo e os seus discípulos. Por ter sido elaborada com uma técnica de têmpera de óleo ao invés de têmpera de ovo, a pintura ficou bastante degradada logo após ter sido finalizada.

Também bastante mediática é a obra Homem Vitruviano, um desenho em que dois corpos masculinos se encontram sobrepostos com braços e pernas separados dentro de um círculo integrado num quadrado. Os especialistas consideram que se trata de um estudo de propoções em perfeita justaposição entre ciência e arte, e a verdade é que se tornou intemporal. 

Influente até os dias de hoje

A influência de Da Vinci foi tal que são vários os estudiosos e curiosos sobre o seu trabalho em diversas áreas, mesmo nos dias que correm. Para além de estudos académicos sobre a sua vida e obra, também em campos como a literatura e o cinema é notória a influência de Da Vinci, tanto na vertente de realidade quanto na de ficção. Em 2019, para comemorar os 500 anos da sua morte, foi exibido nos cinemas italianos o filme Io, Leonardo. Uma década antes, Dan Brown inspirou-se na obra Mona Lisa para escrever o policial/thriller Código da Vinci. A indústria do entretenimento também festeja Da Vinci de outras formas, visto que a influência do polímata também chegou ao setor de iGaming, que fornece opções para jogos de sorte baseados na sua obra. O merchandising associado à pessoa e à obra de Da Vinci continua a ser muito procurado por admiradores de todas as partes do mundo, bastando uma rápida pesquisa para aferir a quantidade de opções disponíveis. 

Para quem for um verdadeiro admirador de Leonardo da Vinci, uma viagem até França poderá contemplar uma visita ao château de Clos Lucé, a última casa em que o artista renascentista residiu, situada no Vale do Loire. Consta que o château tenha sido inaugurado no ano de 1106 e que Da Vinci terá residido no local entre 1516 e 1519, data que fica para a história como o dia da sua morte.

Tendo sido uma das figuras mais influentes para o aumento do conhecimento que a humanidade tem hoje, Da Vinci é constantemente celebrado. Seja por meio das suas descobertas, que continuam a gerar frutos para a evolução humana, ou por meio de obras que se inspiram no artista, a verdade é que Da Vinci está imortalizado por conta das inúmeras contribuições que ofereceu a todos nós.

Casa da Comida lança cabaz de comida para quem vai de férias

No fundo, o objetivo é ter comida para todos os dias, mas sem existir aquela preocupação de confecionar as refeições.

Casa da Comida

A Casa da Comida é um daqueles estabelecimentos que, apesar de tudo, esteve em funcionamento durante o período de confinamento. Tendo como atividade principal o catering e organização de eventos, o espaço esteve no ativo durante a quarentena, nomeadamente através da nova modalidade de entregas de refeições para famílias ou empresas.

Mais recentemente, e isto já no início do mês passado, o restaurante Estórias na Casa da Comida voltou a abrir portas, apresentando um novo conceito e oferta.

Agora, e numa altura em que muitos portugueses já só pensam em aproveitar os dias quentes longe de casa, eis que surge uma novidade por parte do estabelecimento: um cabaz de férias.

Este é um cabaz especial para quem quer aproveitar ao máximo as suas férias sem a preocupação de confecionar as refeições para a família.

Na verdade, existem três tipos de cabazes: de sete dias para duas pessoas (155€), sete dias para quatro pessoas (300€) e 14 dias para quatro pessoas (575€).

Além dos pratos da lista (são fornecidas refeições congeladas em embalagens de doses duplas), garrafas de vinho e sobremesa, a Casa da Comida oferece ainda embalagens de gelado caseiro e salame de chocolate. São várias as opções de pratos disponíveis, sendo que a escolha está limitada ao stock existente à data do pedido.

No que toca às entregas, são feitas de segunda-feira a sábado na região de Lisboa, Amadora, Oeiras e Cascais. As encomendas devem ser feitas com 24 horas de antecedência.

Análise – Ghost of Tsushima

Uma rara carta de amor ao cinema samurai.

De tempos a tempos surge um jogo que me abre a porta a histórias e géneros da ficção que, até ao momento, não me diziam grande coisa. Mass Effect convidou-me a consumir séries retro-futuristas como Star Trek, Red Dead Redemption mostrou-me a magia e emoção dos westerns de Sergio Leone, The Witcher revelou-me que há muito mais sci-fi dentro da fantasia do que pensava e, agora, Ghost of Tsushima acordou em mim o interesse no cinema de samurais.

A nova aposta da Sucker Punch, o estúdio responsável por pesos pesados do legado da PlayStation, como a série Sly Cooper e InFamous, é arrojada. Um novo IP, um novo tipo de jogo, um tema muito específico e, basicamente, sem elementos sobrenaturais ou fantásticos (que por vezes facilitam a criatividade dos produtores), acarretando ainda o peso de fechar uma geração de uma plataforma que nos trouxe colossos como God of War, Death Stranding e, muito recentemente, The Last of Us Part II. É um desafio difícil, sem dúvida, e nem tudo é perfeito em Ghost of Tsushima, mas, felizmente, é um título digno da qualidade dos jogos first party da PlayStation, com todos os ingredientes principais que os definem.

Ghost of Tsushima convida-nos a viajar até ao Japão Feudal, em pleno século XIII. A ilha de Tsushima é invadida pelo império Mongol e a nossa missão, enquanto Jin Sakai, é libertar esta região das forças invasoras, custe o que custar, o que significa que o caminho para a salvação requer paciência e muito sacrifício. Ghost of Tsushima é um título de mundo aberto com alguns elementos de RPG, onde todas as escolhas do jogador são mecânicas, isto é, não se refletem no desenvolvimento da história, mas sim na forma como escolhemos abordar objetivos. Esta é uma decisão artística por parte da Sucker Punch que, brilhantemente, apresenta-nos uma carta de amor ao cinema de samurais, com uma forte narrativa focada na tradicional jornada do herói com elementos trágicos à mistura e uma apresentação delicada, impactante e cheia de estilo.

O mundo de Ghost of Tsushima, ou melhor, a Ilha de Tushima, apresenta-se como uma personagem do jogo: cheia de beleza e carácter, diversa e cheia de segredos e histórias por contar. É, sem dúvida alguma, um dos elementos mais importantes desta aventura, pelo que a Sucker Punch parece ter dado mais atenção na sua criação. A Ilha de Tsushima não é o maior mundo aberto que já vimos e, honestamente, ainda bem. Tão pouco chega aos calcanhares de outros jogos desta geração. É grande, não me interpretem mal, mas apenas o suficiente para nos dar a liberdade de exploração necessária e de nos manter investidos durante a história e as suas missões secundárias.

A Ilha de Tsushima é como uma tela pintada à espera de ser explorada.

É no ambiente, cenários, paisagens e locais que Ghost of Tsushima também mostra o seu portento visual, com uma variedade enorme de locais cuja beleza é multiplicada graças aos seus biomas, às condições atmosféricas e ciclos dia-noite dinâmicos que transformam por completo o tom do ambiente e que ajudam a pintar a nossa jornada enquanto Samurai ou Ghost. De montanhas geladas a praias exóticas, passando por campos cobertos de flores coloridas até ao horizonte e outras zonas destruídas devido às forças invasoras, Ghost of Tsushima é de cortar a respiração, com locais de interesse tão bem trabalhados e com elementos tão bem posicionados que nos lembram das artes ancestrais japonesas que encontramos em registos históricos, tapeçarias e outras peças da época.

Em cima disso temos vilas, pequenas cidades, ruínas ancestrais e uma panóplia de locais de interesse para descobrir em troco de melhorias para a nossa personagem, que ajudam a apimentar a nossa viagem e a tornar motivante a exploração da ilha. E a Sucker Punch parece estar bem orgulhosa, pois quer tornar Ghost of Tsushima não só num jogo, mas também numa experiência turística e criativa graças ao seu modo de fotografia, onde quase todos os detalhes podem ser manipulados, permitindo aos jogadores registar a sua viagem de formas criativas.

Se a fotografia não for o suficiente, há ainda a criação de clipes que podem ser transformados em gifs animadas através das capacidades da PlayStation 4. Como fã destes modos, posso dizer que fiquei encantado e, se pudesse melhorar algo, seria no aumento da distância da câmara para fotografias com planos ainda mais épicos.

Contudo, um jogo não se faz só de um mundo aberto, mas também da jornada que propõe e da forma como tira partido do mesmo ao longo dessa aventura. Numa indústria saturada de mundos abertos, dos mais belos, diverso e extensos, aos mais pequenos e aborrecidos, a Sucker Punch parece ter encontrado aqui um equilíbrio perfeito, não só pelas razões já apontadas, mas também pelas mecânicas que dá ao jogador para o explorar.

Soluções simples e refinadas para resultados imersivos e refrescantes.

Talvez o grande destaque de Ghost of Tsushima seja a forma como navegamos pelo mapa e nos orientamos. Ao visitar o menu do jogo, temos acesso a um mapa que nos ajuda a orientar, mas, no jogo propriamente dito, não há mapas nem bússolas. A solução? O Vento. Ao deslizar o dedo no trackpad do DualShock 4, o vento ajuda-nos a indicar a direção do nosso próximo objetivo e, embora não pareça especial, é a sua simplicidade e o facto que não haver mais nenhum jogo que o faça desta forma que me diz que é uma solução genial.

Além disso, a implicação de usar uma mecânica desta forma torna o jogo extremamente mais imersivo, sem grandes informações visuais (além do texto do objetivo que não dá para retirar do canto superior esquerdo) a interromperem esse sentimento. É algo que ajuda, também, a admirar os encantos de todos os momentos do jogo.

Como se não bastasse, há mais elementos naturais que nos ajudam a orientar, em particular na exploração de segredos e pontos de interesse, em que a observação de árvores cheias de pirilampos revelam uma raposa que nos guia até determinados pontos, ou a aparição de um pássaro dourado pode ser a chave para encontrar algo inesperado.

A ilha de Tsushima é, assim, viva e dinâmica, também populada por alguma vida animal da qual podemos tirar partido para apanhar recursos ou usar como arma, como por exemplo ursos selvagens que atacam os inimigos. Há ainda a sua população humana, com NPCs que nos dão missões extra, outros em apuros e com a presença de alguns guerreiros que, aleatoriamente, propõem épicos duelos saídos de um filme de samurais.

O cinema Samurai.

Outro grande foco da Sucker Punch é a autenticidade das suas inspirações. Nomeadamente no cinema a preto e branco de Akira Kurosawa, que aqui batiza um modo visual muito especial que coloca no jogo um filtro fílmico com o ambiente exagerado, tornando a experiência de jogo num espetáculo cinematográfico autêntico e sem igual. Para este modo, a produtora teve até a bênção oficial do instituto que detém os direitos dos trabalhos do lendário realizador.

Mas não é só no filtro (que pode ser usado no jogo inteiro) que Ghost of Tsushima é autêntico. A forma como algumas cenas são captadas, a tensão de alguns confrontos, a forma como a música abraça esses momentos, bem como toda a sua estética, são ingredientes deliciosos para os fãs que alimentam a curiosidade daqueles que ainda não são fãs do género.

Esta é a derradeira fantasia samurai, fazendo-nos sentir tal e qual como um, da mesma forma que Red Dead Redemption nos faz sentir um cowboy. Seja através dos combates, navegação a cavalo ou a pé pelos campos sem fim ou florestas de bambu, há sempre algo à espera de acontecer.

Esta experiência cinematográfica é também traduzida para a narrativa principal do jogo, especialmente nos momentos mais importantes. Contudo, Ghost of Tsushima parece ser um jogo onde foram necessários alguns sacrifícios, nomeadamente nas interações com outras personagens e em momentos de exposição de planos e objetivos durante as missões. Nessas situações, a qualidade da realização cai a pique, com planos afastados e estáticos, em que as personagens falam entre si sem grande emoção ou expressão facial ou corporal. É algo que quebra por completo a imersão do jogo e tem implicações severas na ressonância emocional que o jogador possa ter com essas personagens.

Uma jornada trágica e emocionante, mas com pouca urgência.

Felizmente, Ghost of Tsushima tem mais historias para contar do que a sua missão principal, com muitas missões secundárias, aqui definidas como contos, que vão do mais básico ao muito bom. Nas missões dedicadas às personagens secundárias que vamos recrutando para a nossa missão e, também, nas missões lendárias que nos dão acesso a itens especiais para o nosso arsenal, o jogo conta com cinemáticas bem trabalhadas. São pequenas histórias, ricas, que tornam o elenco de personagens que se juntam a Jin Sakai muito mais interessante. No entanto, o jogo está mais preocupado em dar-nos objetivos de procura e investigação, o que acaba por quebrar o ritmo e o sentimento de urgência.

Por estas razões, não me senti tão investido na história de Ghost of Tsushima como gostaria. Há personagens e relações que podiam ter sido mais bem trabalhadas e a própria jornada podia também ter elevado um pouco mais a fasquia em alguns momentos. Todavia, e naquilo que realmente importa, a jornada de Jin é interessante e surpreendentemente emocional, levantando questões morais e familiares, e não exclui temas como a honra e o “lugar do herói”, elementos importantíssimos numa história destas.

Com a sua aventura contada na terceira pessoa, Ghost of Tsushima é mais um jogo que grita “PlayStation”, com mais uma adição ao catálogo de exclusivos com perspetiva sob o ombro. Se pudesse comparar a jogabilidade de Ghost of Tsushima a outro jogo qualquer, curiosamente não seria a um jogo exclusivo, mas sim a The Witcher 3 ou um dos mais recentes Assassin’s Creed, onde o timing de ataque e defesa são tão importantes como o leque de habilidades ao nosso dispor. Tanto em combates com meia dúzia de inimigos como em combates mais íntimos entre samurais, a jogabilidade de Ghost of Tsushima é bastante sólida e muito equilibrada.

Independentemente da sua dificuldade, há espaço para levar e para dar sem terminar de imediato, dando a oportunidade de usar todas as ferramentas ao nosso dispor, sejam as quatro stances de combate, algo que depende do tipo de inimigo que confrontamos, sejam os vários projéteis ou habilidades especiais que, quando conjugadas, fazem-nos sentir 100% no controlo.

Nós somos a arma.

A jogabilidade é divertida ao ponto de não querermos perder tempo até ao próximo combate, mas não se livra de problemas. A falta de um sistema de lock mais preciso é o menor deles, pois o jogo automaticamente associa o inimigo que queremos atacar, ainda que seja comum falhar ataques.

Em todo o caso, a posição da câmara é, por vezes, irritante, colocando-se não só atrás de objetos ou colidindo com paredes, mas também deixando Jin desamparado de ataques fora do seu campo de visão. Este controlo de câmara é estranho, particularmente quando, no menu, temos uma opção “cinematográfica” que diminui a velocidade de movimento, tornado estas irregularidades ainda mais notórias.

Para esta análise, Ghost of Tsushima foi jogado numa PlayStation 4 Slim. Mais uma vez, os estúdios da Sony voltam a dar algum tipo de prioridade à pequena máquina já ancestral, com o jogo a correr maravilhosamente na maioria do tempo. Ghost of Tsushima é, sem dúvida alguma, um jogo visualmente deslumbrante, e é possível admirar isso até mesmo nos 1080p a que a consola está limitada. As funções HDR estão lá, o nível de detalhe proposto também e as capacidades extra do modo fotografia continuam a brilhar.

O que não é sempre perfeito é o desempenho do jogo que, apesar de não acontecer com muita frequência, apresenta quebras de fluidez abaixo do ideal, podendo estas ser notadas perante os olhos mais treinados. Em particular, é algo que acontece em cenas mais caóticas, com muitos elementos dinâmicos no ecrã.

Ghost of Tsushima não é tão perfeito como outros jogos que a PlayStation 4 recebeu durante o seu tempo de vida, mas é, certamente, um dos exclusivos mais sólidos e bem desenhados, com um carinho na sua produção que é de caras e que promete deixar os jogadores apaixonados pelo género. É uma carta de amor ao cinema samurai como há poucas, num meio interativo normalmente preocupado com ameaças maiores que a vida, mas com pouca alma e coração. E, só por isso, Ghost of Tsushima é de louvar.

Ghost of Tsushima chega à PlayStation 4 dia 17 de julho.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataforma: PlayStation 4
Este jogo foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.

Vem aí uma consola da Nintendo feita de LEGO

A história de amor entre a Nintendo e o Grupo LEGO continua.

consola Nintendo Entertainment System

Ainda antes de começarmos a brincar com os novos sets LEGO Super Mario, o Grupo LEGO e a Nintendo revelaram mais uma novidade que, em comunicado, promete encher o público adulto de “NEStalgia”.

Este novo e ambicioso set é um complemento para os mais adultos, dos sets LEGO Super Mario, em que é possível recriar em LEGO uma consola Nintendo Entertainment System (NES) e uma televisão interativa.

Como seria de esperar, chama-se LEGO Nintendo Entertainment System, é composto por 2646 peças e convém referir que é apenas um set de coleção, o que significa que não corre nenhum jogo real.

Tudo é feito em LEGO: a consola, o comando e o cartucho do jogo Super Mario Bros. em tamanho real, havendo ainda uma televisão old-school com um pequeno diorama do jogo.

Este incrível set chega já no dia 1 de agosto, juntamente com os restantes do LEGO Super Mario, e, como seria de esperar, vem com um preço de “colecionador” a partir de 229,99€.

Castelo Branco cria shopping virtual para ajudar o comércio local

A nova plataforma fica disponível já esta quarta-feira, dia 15 de julho.

shopping virtual

“A partir de dia 15 de julho, é possível ir ao shopping sem sair de casa.” É assim que a Câmara de Castelo Branco apresenta a nova plataforma digital que tem como objetivo de estimular o comércio local, levando os seus produtos ao resto do país.

Sob o mote “O comércio local, agora é digital”, será possível encontrar neste shopping virtual vários produtos regionais, como queijos, vinhos, enchidos ou mel, mas também acessórios de moda, artigos de decoração, artesanato e brinquedos para crianças. Para já, estarão presentes na plataforma mais de 50 comerciantes da região.

A iniciativa, de adesão gratuita, resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Castelo Branco e a Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa.

The Bad Batch é a nova série animada de Star Wars

Estreia em 2021 no Disney Plus.

Agora sim, os anúncios de futuros projetos para o Disney Plus fazem sentido. É já em setembro que o serviço fica disponível em Portugal e, em 2021, poderemos assistir sem atrasos à estreia de uma nova série animada de Star Wars.

O grupo Star Wars e Lucasfilm anunciaram The Bad Batch, uma nova série animada focada nas perigosas missões de um grupo muito peculiar de clones, que, só por acaso, foram o centro das atenções na aclamada temporada final de Star Wars: The Clone Wars.

Este projeto será produzido por Dave Filoni, o responsável pelo sucesso de todas as séries animadas e live-action feitas até agora, e traz consigo os realizadores de episódios de Star Wars Rebels e Star Wars Resistance. Pouco mais se sabe sobre a série, apenas que os eventos das novas aventuras irão ocorrer após a série The Clone Wars e Star Wars Episódio 3.

Para ficarem a conhecer o novo elenco de personagens, podem ver o seguinte clipe da série The Clone Wars:

Star Wars The Bad Batch, estreia em 2021 no Disney Plus.

Festival de Música de Setúbal vai acontecer de 19 a 22 de novembro

E para celebrar o 10º aniversário, claro.

O Festival de Música de Setúbal está de regresso este ano para voltar a reunir consagrados artistas nacionais e internacionais com a comunidade local (envolvendo mais de 1.500 jovens) na criação e performances musicais.

Esta 10ª edição do festival, inicialmente marcada para o período de 21 a 24 de maio, teve de ser adiada para novembro em virtude da pandemia de Covid-19.

De 19 a 22 de novembro, a cidade sadina volta a ser palco de concertos, performances, criações artísticas, debates e exposições, oferecendo um programa eclético e de qualidade que incluirá algumas das mais belas peças do repertório clássico, passando também por ritmos mais enérgicos e jazzísticos e outras sonoridades de lugares mais longínquos.

O Festival de Música de Setúbal é, também, um fenómeno sociocultural único, pioneiro e verdadeiramente inclusivo. O amplo trabalho desenvolvido com a jovem comunidade local e com as escolas ao longo de todo o ano lectivo potencia vivências musicais nos jovens – alguns com necessidades educativas especiais – muitos dos quais não as teriam de outra forma.

O programa da 10ª edição do Festival, que será este ano dedicado ao tema “Ouvir e Escutar”, será revelado a partir de setembro.

Crítica – The Old Guard

The Old Guard continua a tendência da Netflix em criar filmes de ação originais com sequências entusiasmantes e frenéticas.

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Um coeso grupo secreto de mercenários imortais protege o mundo desde tempos imemoriais, sob a liderança de uma guerreira chamada Andy (Charlize Theron). Quando a equipa é recrutada para uma missão de emergência em que as suas extraordinárias capacidades são reveladas, Andy e a novata Nile (Kiki Layne) terão de ajudar o grupo a eliminar a ameaça daqueles que procuram a todo o custo replicar e lucrar com o poder do grupo.

A Netflix não é propriamente famosa pelos seus filmes de ação originais e, quando aparecem, a maioria tende mais para o lado cómico ao invés de se focarem na ação em si (Spenser Confidential, 6 Underground). No entanto, 2020 parece ser o ano escolhido pela plataforma de streaming para surpreender os seus subscritores com ação cruel, sangrenta e violenta.

Há alguns meses, Tyler Rake: Operação de Resgate tornou-se no melhor filme de ação original do estúdio e, consequentemente, num dos melhores filmes já lançados pelo serviço de streaming. Portanto, as minhas expetativas para The Old Guard eram razoavelmente altas, tendo em conta que temos Charlize Theron como protagonista e Greg Rucka como o único argumentista (é um dos dois criadores das comics originais em que o filme se baseia). No geral, é um filme bastante decente que podia ter sido muito melhor se tivesse atingido todo o seu potencial.

Em primeiro lugar, qualquer filme que se preocupe mais em começar uma franchise do que em realmente ser um “bom filme” está a preparar-se para falhar miseravelmente. Felizmente, apesar da película de Gina Prince-Bythewood estabelecer lore digno de uma saga, nunca faz do mesmo a prioridade número um. Na verdade, até à penúltima cena do filme, estava genuinamente preocupado que um certo enredo não tivesse encerramento devido à tal mentalidade de “precisamos de guardar algo para as sequelas”…

No entanto, Greg Rucka sabe o que precisava de escrever para a primeira parte de uma possível franchise e o que podia guardar para os próximos capítulos. A história é verdadeiramente intrigante e misteriosa, possuindo mitologia profunda e complexa que não tem respostas concretas. Um dos aspetos que mais adoro nesta narrativa é o equilíbrio na abordagem abstrata e filosófica ao tema da imortalidade. Por mais estranho que soe, a imortalidade é retratada de uma maneira muito credível, mesmo quando tudo sobre o assunto pareça inacreditavelmente louco.

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Mesmo logicamente, todas as perguntas que se pode ter sobre “quão imortais podem ser?” são respondidas de alguma forma, por isso, é evidente que Rucka quis fazer da imortalidade algo incrivelmente real e bem fundamentado. A personagem de Theron tem o seu passado muito bem explorado através de flashbacks e alguns diálogos cativantes com a sua equipa. Andy é uma personagem fácil de apoiar e a sua “badassery” ajuda, sem dúvida alguma, a fortalecer essa conexão emocional com o espetador.

Kiki Layne é uma grande surpresa para mim, entregando uma prestação impressionante. Perdi a oportunidade de a ver em If Beale Street Could Talk, logo esta é a primeira vez que a vejo no “grande ecrã” e, honestamente, mal posso esperar para ver os seus próximos projetos. A sua personagem, Nile, também é muito interessante. Tem de tomar decisões de vida extremamente desafiadoras para uma mulher tão jovem, tornando-a uma candidata a roubar os holofotes de Andy nos filmes seguintes (que vão, sem dúvida, acontecer).

Gostava que o argumento de The Old Guard carregasse exposição menos forçada, mas entendo as dificuldades em explicar tantas “regras” deste mundo sem ter alguns diálogos exclusivamente destinados a entregar a informação obrigatória. Rucka e Gina podiam ter tomado as melhores decisões narrativas sobre alguns enredos. Algumas sequências contêm imenso potencial que nunca é alcançado, deixando-me sempre a querer um pouco mais de uma personagem em específico ou de um subplot em particular.

A ação é claramente acima da média, mas está longe da qualidade de Tyler Rake: Operação de Resgate, por exemplo. Alguns momentos de ação são muito bem coreografados e editados (Terilyn A. Shropshire), mas a maioria emprega o estilo genérico de “soco e corte rápido”. Por mais nitpicky que possa ser para um filme rated-R, os tiros não têm o impacto visual e sonoro que deveriam ter, sendo estranhamente pouco flashy durante a maior parte do tempo de execução. Em todo o caso, a ação é divertida o suficiente para fazer qualquer espetador pegar no balde das pipocas e comer tudo.

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Porém, existem dois aspetos que prejudicam fortemente The Old Guard. A escolha das músicas de fundo não podia ser mais cringe-worthy ou desconfortável. Não tenho a certeza se os compositores da banda sonora (Volker Bertelmann, Dustin O’Halloran) são os únicos culpados, mas a introdução excruciante de uma música electropop a cada dez minutos, incluindo a meio das sequências de ação, estraga o tom sombrio e negro que o filme possui, chegando mesmo a distrair da luta em si. O outro aspeto está relacionado com o “vilão”. Não posso aprofundar os detalhes, mas Gina e Rucka podiam ter criado um antagonista fenomenal cujas motivações morais ressoariam com todos os espetadores, mas, em vez disso, o motivo clichê de “quero dinheiro” ganhou.

Resumindo, The Old Guard continua a tendência da Netflix em criar filmes de ação originais com sequências entusiasmantes, apesar de não atingir o nível de Tyler Rake: Operação de Resgate. Algumas sequências são realmente bem coreografadas e bem editadas, mas a maioria é simplesmente genérica e divertida “o suficiente”.

Como um dos criadores das comics em que o filme se baseia, Greg Rucka entrega um argumento repleto com lore intrigante, que é bem explorado e bem construído para (o que deverá ser) o primeiro filme de uma nova saga. Com a notável realização de Gina Prince-Bythewood, o foco principal manteve-se em fazer um bom filme em vez de tentar inserir o máximo de informação possível. Charlize Theron e KiKi Layne oferecem prestações excelentes como as duas protagonistas bem desenvolvidas e emocionalmente convincentes.

No entanto, o estranho uso de músicas electropop como banda sonora ao longo de todo o filme prejudica o mesmo em inúmeros momentos. Para uma história que contém um dilema moral no seu centro, a escolha de um vilão motivado por dinheiro é tanto desapontante como extremamente insatisfatório, tendo em conta o potencial do antagonista. The Old Guard é filme de ação cheio de entretenimento, sem dúvida… mas carregava tanto potencial que chego a ter pena que não tenha atingido nem metade do mesmo.

Sequela de Bird Box já está a ser preparada

O filme de 2018 é um dos originais de maior sucesso da Netflix.

de Bird Box

Foi em 2014 que surgiu o livro de Bird Box, história que viria a ser adaptada para filme quatro anos depois graças à Netflix. E ainda bem que a plataforma de streaming o fez, tendo-se tornado num dos filmes de maior sucesso do serviço.

Pois bem, as audiências agradaram tanto aos responsáveis da Netflix que, sabe-se agora, está a ser preparada uma sequela. A confirmação foi dada por pelo escritor do livro, Josh Malerman, que, em entrevista ao site americano Inverse, afirmou que o mesmo estava em desenvolvimento.

Temos uma certeza, para já. É que existe um segundo livro. Chama-se Malorie, passa-se 12 anos após os acontecimentos da história original e foi lançado no final de 2019, pelo que a sequela de Bird Box será baseada nesse mesmo livro. Durante esse período, não só as crianças mudaram, mas também as criaturas, que ficaram ainda mais assustadoras.

De resto, isto é tudo o que sabemos sobre esta continuação, pelo que nem sequer a presença de Sandra Bullock está assegurada.

Próxima garrafa da Johnnie Walker será feita de papel

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Whisky em garrafas de papel? E porque não?

Johnnie Walker

Num mundo onde muitos querem ser mais sustentáveis e amigos do planeta, ou pelo menos tentam, vá, também as marcas começam a ter outros cuidados.

Não é a primeira vez que vemos marcas conhecidas do grande público a apostarem em apresentações diferentes para os seus produtos. Agora, também a Johnnie Walker pensou nisso mesmo. Como? Com aquela que será a primeira garrafa de álcool 100% baseada em papel. E livre de plástico, claro.

A nova garrafa assentará em pasta de celulose de origem sustentável – um material mais resistente e que serve para acondicionar o líquido – e será 100% reciclável.

Para desenvolver esta novidade, a Diageo, destilaria britânica responsável pelo whisky escocês Johnnie Walker, criou uma nova empresa em parceria com a Pilot Lite, a Pulpex Ltd.

Esta nova garrafa de papel deverá chegar ao mercado no início de 2021. E não se pense que isto ficará por aqui. A recém-criada Pulpex já veio adiantar que a criação de garrafas de papel deverá chegar a marcas não concorrentes da Johnnie Walker, como por exemplo a Lipton ou PepsiCo.

Uma coisa é certa: o futuro terá cada vez menos plástico.

Uber passa a cobrir 100% do território nacional

Sim, vão até conseguir chamar um Uber na aldeia. Tudo depende da vontade dos motoristas.

matrícula

A Uber foi lançada em Portugal há cinco anos com o serviço UberBlack em Lisboa. Durante esse período, a Uber alargou a oferta significativamente em todo o país, com produtos como UberX, UberGreen, uberStar e uberPOOL para eventos especiais.

Agora, em pleno 2020, está na altura de dar o salto final. Como? Disponibilizando o serviço em todo o território nacional. Sim, é mesmo isso que leram.

A partir de hoje, a Uber passa a cobrir 100% do território nacional. Basta que, para isso, exista alguém que tenha interesse em obter a licença para prestar o serviço de TVDE em qualquer parte do país.

“Após 6 anos de operação e no meio de uma crise sem precedentes, queremos pôr a nossa tecnologia ao serviço de todo o país, seja para oferecer viagens mais seguras e acessíveis, para enviar encomendas e bens de primeira necessidade ou apoiar a mobilidade de populações que normalmente têm menos acesso a serviços essenciais. Fazemos parte da vida das pessoas nas cidades portuguesas e não podíamos ficar por aí. Dar acesso à aplicação a todos os motoristas e utilizadores que possam precisar dela é o passo seguinte”, refere Manuel Pina, Diretor Geral da Uber em Portugal.

Em Portugal, o serviço estava até agora disponível no Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Paços de Ferreira, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu, bem como nos Açores e Funchal.

Claro, esta expansão não quererá dizer que também o Uber Eats, serviço de entrega de refeições, ficará disponível em todo o território nacional, até porque também é algo que depende dos restaurantes aderentes, mas é esperar para ver.

Duas noites de estadia na região de Lisboa dão direito a borlas nos transportes públicos e museus

É uma iniciativa promovida pela Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa.

região de Lisboa

Estavam a pensar comprar estadias na Região de Lisboa em breve? Pois bem, temos boas notícias.

Até setembro, quem comprar duas noites de estadia na região terá também direito ao Lisboa Card, que inclui acesso livre nos transportes públicos, entrada gratuita em 35 museus, monumentos e locais de interesse turístico e ainda vários descontos noutros equipamentos e em lojas de artigos genuinamente portugueses.

A iniciativa faz parte da campanha Encontre Lisboa, promovida pela Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa.

O Lisboa Card é oferecido na compra dos pacotes que incluem estadia disponíveis no site Visit Lisboa.

Estão ainda disponíveis muitas dezenas de experiências, a um preço acessível, e vários incentivos complementares únicas que dão a possibilidade de conhecer Lisboa nas suas várias facetas, quer através do fado, do alojamento, da gastronomia, na natureza ou até mesmo do enoturismo.

Estado de Calamidade prolongado por mais 15 dias em 19 freguesias de Lisboa

O Governo decidiu manter o país em Estado de Alerta. Lisboa mantém-se em fase de Contingência, à exceção das tais 19 freguesias.

No passado mês de junho, o Governo decretou novas regras em cinco concelhos de Lisboa e Vale do Tejo e algumas freguesias de Lisboa, Sintra e Loures, tudo devido ao aumento de casos de COVID-19 acima de qualquer outra região do país.

Pois bem, se desde então 19 freguesias têm permanecido em Estado de Calamidade, essa situação irá durar, pelo menos, mais 15 dias. A garantia foi dada pela Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, após uma reunião em São Bento com diversos autarcas destas regiões.

Como seria de esperar, irão também manter-se várias regras para evitar a disseminação da COVID-19.

Assim, 19 freguesias divididas entre Amadora (todas as freguesas), Odivelas (todas as freguesas), Sintra (Queluz-Belas, Massamá-Monte Abraão, Agualva-Mira Sintra, Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro e Cacém-São Marcos), Loures (Camarate, Unhos, Apelação/Sacavém-Prior Velho) e Lisboa (Santa Clara) permanecem em Estado de Calamidade.

Já a restante Área Metropolitana de Lisboa continuará em Estado de Contingência. No que toca ao resto do país, o Governo decidiu manter o estado de alerta.

A situação será reavaliada dentro de 15 dias.

Ghost of Tsushima prepara-se para chegar à PlayStation 4 com o seu trailer de lançamento

Tem lançamento já esta sexta-feira.

Ghost of Tsushima

É já esta semana que a PlayStation 4 recebe aquele que poderá ser o último exclusivo de peso da geração. Dos criadores de Infamous e Sly Cooper, a nova aventura da Sucker Punch, Ghost of Tsushima, leva-nos até ao Japão Feudal na pele de Jin Sakai, que terá que forjar o seu caminho enquanto fantasma ou samurai para libertar a ilha de Tsushima.

Como é habitual nestas ocasiões, a produtora e a PlayStation lançaram o tradicional trailer de lançamento que se foca na premissa desta aventura e que faz um apanhado dos vários cenários e tipos de confrontos que vamos ter pela frente.

Assiste também aqui ao trailer em português de Portugal:

Ghost of Tsushima chega à PlayStation 4 no dia 17 de julho e, até lá, podes habilitar-te a ganhar uma Edição de Colecionador, no nosso novo desafio criativo. Segue esta ligação e descobre como participar.

Este é o Google Pixel 4a

A imagem surgiu por acidente na Google Store do Canadá… Será?

Google Pixel 4a

Começa a ser algo frequente as marcas disponibilizarem renders/imagens de smartphones que ainda não foram lançados no mercado. Dizem ser “acidentes”, mas é verdade é que pode não ser bem assim, pois desde logo gera-se aí bastante cobertura por parte da comunicação social para esses “leaks”. É marketing, no fundo.

Agora, e já depois da Samsung ter colocado uma foto do ainda por anunciar Galaxy Note 20 Ultra, eis que foi a vez da Google cometer um deslize, mostrando uma boa parte do próximo Google Pixel 4a.

Na verdade, há muito que se fala neste dispositivo de gama-média, que fará companhia a outros smartphones da empresa que devem ser anunciados e lançados ainda este ano, como a versão 5G e o Pixel 5. E a imagem revelada deixa-nos ter certezas de alguns aspetos.

Primeiro, a câmara frontal, que ficará localizada no canto superior esquerdo, em formato hole punch. Já o módulo das câmaras traseiras faz-nos lembrar o que foi usado no Pixel 4.

Também podemos ver que o sensor de impressões digitais não estará nem sob o ecrã, nem numa das laterais, mas sim na parte traseira. Algo que já não é comum nos smartphones atuais, diga-se.

No que toca a especificações, diz-se que este Google Pixel 4a terá um ecrã OLED, processador Snapdragon 730, 6GB de RAM, bateria de 3080mAh e 128GB de memória interna.

Resta-nos agora esperar que seja oficializado. Seria também positivo se a Google se decidisse a vender de forma oficial os seus smartphones em Portugal.

Elgato Wave:3 – Análise: uma enorme surpresa e um autêntico homerun para a marca

O Elgato Wave:3 é bem construído, conta com características profissionais e um enorme potencial de utilização graças à sua instalação quase plug-and-play e à compatibilidade de softwares.

Depois de nos trazer algumas das placas de captura mais acessíveis e populares do mercado, a Elgato tem lançado produtos que prometem satisfazer as necessidades dos streamers e produtores de conteúdo num ecossistema dedicado. A aposta mais recente da marca são os microfones, com a chegada do Elgato Wave:1 e do modelo mais avançado Elgato Wave:3, que tive a oportunidade de testar e usar durante as últimas semanas.

Até aqui, a minha experiência com microfones não tem sido muito grande. Já tive a oportunidade de testar produtos similares da Razer e, no meu dia a dia para gravar podcasts e outros conteúdos, uso um modelo barato da Amazon. Por isso, foi muito fácil cair em boas graças com o Elgato Wave:3. Contudo, há muito mais para ficar satisfeito do que com este salto de gigante.

Começando pelas aparências e qualidade de construção do produto, a Elgato não se poupou. O Wave:3, assim como o seu modelo mais simples, o Wave:1, tem um design simplista, moderno e com um lado mais clássico. É um microfone de condensador com uma construção sólida, maioritariamente em plástico de alta qualidade e que inclui na caixa um belo e robusto suporte para pousar na secretária. Apesar desse suporte, é possível também colocá-lo num braço genérico sem qualquer problema graças a um adaptador incluído.

A nível de interface, o Wave:3 é interessante porque é completo… apesar de simples. Na traseira encontramos uma porta USB-C e uma saída de auscultadores e, na frente, um controlador de volume para diferentes formas de uso, volume de captura, volume dos auscultadores e mistura de som. Já no topo temos um botão capacitivo sensível ao toque, de Mute, que é excelente, uma vez que permite a sua utilização quase “invisível”.

Graças a estas funcionalidades, o Wave:3 já é, por si só, extremamente completo e versátil, na medida em que, sem grandes setups, oferece um controlo muito preciso de diferentes parâmetros sem recurso a ferramentas extra. E tudo isto é deve-se aos seus componentes internos que nos deixam controlar os níveis de áudio das misturas de som de forma muito intuitiva.

A entrada da Elgato no segmento é feita à grande e, no caso do Wave:3, a marca quer agradar aos mais exigentes e até profissionais com características de estúdio. Tecnologia anti-clipping de áudio, filtro pop interno, resolução até 24 bit, sample rate de 48/69kHz, frequência entre 70 a 20000Hz, sensibilidade de -25dBFS no mínimo e 15dBFS máximo e alcances até 120 e 95 dBS. São características que, para os mais dedicados, oferecem uma enorme flexibilidade de edição e manipulação de som.

E se na teórica tudo isto é bom, na prática, até para quem não tem muita experiência, facilmente se apercebe que está perante uma excelente solução. A clareza do som é impecável. O Wave:3 capta o som de forma impressionante, sem ruídos, pops ou respirações exageradas a uma distância confortável. Todavia, a clareza do som irá depender muito da acústica do local onde se usa, pois o Wave:3 apanha tudo, especialmente sons mais próximos ao microfone, como cliques de rato ou teclados mecânicos, algo que parece negativo, mas que, na realidade, revela o excelente alcance do seu potencial.

Mas a arma secreta do Wave:3 é o software da Elgato que aumenta o potencial de utilização, o Wave Link. Neste software, o grande destaque vai para o Clipguard, suportado pelo Wave:3, que, quando ativo, impede que o som, neste caso a nossa voz, ganhe distorção quando falamos mais alto ou gritamos, ao comprimir o volume e a sua frequência para um limite agradável e sempre claro. Esta função é particularmente útil para streaming, chamadas e outras utilizações onde não seja possível fazer edição de pós-produção.

Elgato Wave:3

O Wave Link passa também a ser o comando de controlo perfeito para o Wave:3. Por defeito, este modelo já permite brincar com a mistura de áudio com o que é captado e o que ouvimos nos auscultadores, mas, no Wave Link 3, podemos configurar os volumes todos individualmente, de acordo com as nossas necessidades, ligando cada parâmetro a diferentes aplicações e funções. Assim, durante uma transmissão, é possível, por exemplo, continuar a ouvir música, sem que esta seja passada para o stream, evitando problemas de direitos de autor, bem como controlar com mais precisão o volume dos jogos e da voz e muito, muito mais, de forma muito intuitiva.

Por fim, a integração com softwares como o OBS e dispositivos como o Stream Deck (que também tem uma aplicação para Android e iOS) só aumentam o potencial e o controlo do Wave:3, revelando-se uma das melhores armas do arsenal de um criador de conteúdo.

O Elgato Wave:3 é, sem dúvida alguma, uma enorme surpresa e um autêntico homerun para a marca. Com um design muito agradável que fica bem em qualquer secretária, é bem construído, conta com características profissionais e um enorme potencial de utilização graças à sua instalação quase plug-and-play e à compatibilidade de softwares.

Já disponível por 169,99€, o Elgato Wave:3 encontra-se esgotado no momento de escrita desta breve análise, o que revela também que não só é uma excelente solução, como já é também um dos favoritos do pessoal.

Nota: Excelente - Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Elgato.

Ticketline apresenta plataforma de streaming

O Ticketline Live Stage dará a oportunidade a promotores e salas de espetáculos de encurtarem a distância para o seu público.

Ticketline Live Stage

O momento difícil e surpreendente que vivemos fez algumas empresas/entidades olhar para o presente e para o futuro com outros olhos. No caso da Ticketline, o objetivo é querer estar ainda mais perto de promotores e clientes para que a cultura esteja tão presente como sempre.

Assim, eis que surge o Ticketline Live Stage, uma plataforma de streaming que dá a oportunidade a promotores e salas de espetáculos de encurtarem a distância para o seu público e permitir a quem quiser, em qualquer parte do mundo, assistir aos eventos de que mais gosta.

Os eventos transmitidos poderão ser exclusivamente online ou com formato misto – o que significa que estará a acontecer em tempo real numa sala de espetáculos e ao mesmo tempo será transmitido online. A agenda da nova plataforma streaming promete ir do humor à dança, do teatro à música, da magia aos workshops.

E é já a 18 de julho, às 21h30, que arranca o Ticketline Live Stage, com o espetáculo Desconfinando e Rindo de Herman José, a partir do palco do Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. Os bilhetes para assistir a este espetáculo através do Ticketline Live Stage custam 6,50€ e já se encontram à venda.

Com um simples e rápido registo na plataforma, os interessados podem garantir o acesso à transmissão online do evento. Já no dia, basta fazerem Login na plataforma e desfrutar do espetáculo.

Todos os eventos que se seguem estarão sempre disponíveis em formato agenda no Ticketline Live Stage.

Castelo Branco. Incubadora Industrial é inaugurada esta terça-feira

O investimento foi de cerca de um milhão e 250 mil euros.

Incubadora Industrial
Foto de: Manuel António Almeida

Numa época em que Portugal atravessa uma crise económica devido à COVID-19, a Câmara Municipal de Castelo Branco vai inaugurar a Incubadora Industrial. Trata-se de uma aposta do município no empreendedorismo, estimulando a criação de indústrias inovadoras e tecnológicas na Região, mas também atraindo outras do resto país para Castelo Branco.

A Incubadora Industrial tem espaço para sete empresas/fábricas e representa um investimento de cerca de um milhão e 250 mil euros. A estrutura tem mais de 2500 m2, com zonas comuns e espaços individuais.

O espaço é inaugurado amanhã, terça-feira, dia 14 de julho, de 2020, pelas 18h30, na Rua D lote 120 da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco.