Crítica – SUPERHOT: Mind Control Delete

Uma expansão que amplia a jogabilidade e mecânicas do original, mas que é, infelizmente, mais cansativo e menos empolgante do que se esperava.

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O que queremos de uma sequela? Mais conteúdos? A mesma sensação de familiaridade ou algo novo? Estas são questões que, inevitavelmente, o regresso ao universo SUPERHOT me suscitou. Como expansão standalone, Mind Control Delete procura desafiar os jogadores na sua busca por respostas e mais conteúdos, ao mesmo tempo que provoca e desafia sem restrições a sua própria ligação ao universo da série. Apesar de estar satisfeito com o regresso de SUPERHOT, é impossível não sentir que esta continuação se perdeu demasiado no conceito e nos trouxe uma experiência mais repetitiva e cansativa que a original.

Mind Control Delete é uma expansão em todos os sentidos da palavra. Transportados para o final do original, somos questionados sobre o que procuramos neste universo anteriormente fechado e que respostas pensamos que existem entre os seus jogos de conspirações, controlos mentais e organizações secretas. Será que as respostas existem? E será que as conseguimos encontrar?

Este é o ponto de partida para uma campanha longa que apresenta novas mecânicas e ramificações narrativas que desafiam, motivam e ao mesmo tempo condicionam a progressão dos jogadores ao longo de um mundo que se quer, na verdade, o mais misterioso possível. Mas se queremos mais, a SUPERHOT team irá dar-nos mais.

Apesar desta determinação em elevar o conceito da série, a SUPERHOT team não mudou a jogabilidade basilar de SUPERHOT. O foco mantém-se em níveis curtos, em jeito de arenas, onde o objetivo continua a ser o de eliminar todos os inimigos que se atravessem no nosso caminho. Ao contrário de outros títulos do género, SUPERHOT tem uma particularidade: o tempo só se move quando a nossa personagem se move. Na verdade, o jogo está numa enorme e acentuada câmara lenta, o tempo não está totalmente parado, mas a sua movimentação está inteiramente ligada à nossa personagem.

Desta forma, o jogo assume um estilo híbrido entre ação e resolução de puzzles, onde cada nível é um problema que temos de solucionar através da movimentação da nossa personagem, do desvio de projéteis e pela utilização de objetos e armas espalhadas pelos níveis. É uma fórmula muito simples, mas que dá aso a momentos de tensão e a uma sensação de controlo que só é possível pela apresentação imaculada e pela compreensão tremenda da SUPERHOT team pelas suas mecânicas.

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Mas Mind Control Delete é uma continuação decidida em inovar e a fórmula tradicional do original nunca faria sentido nesta expansão. A campanha é agora muito mais longa, apresentando ramificações narrativas – como uma árvore virtual que vamos desbloqueando – que expandem não só as mecânicas da sequela, mas a sua própria estrutura. É possível descobrir novos caminhos e níveis, escolher a nossa abordagem e encontrar trechos de estória secretos e novas habilidades que nos ajudarão ao longo dos níveis infindáveis da expansão. Mais e mais e mais.

Dentro dos níveis, o ritmo mantém-se quase idêntico, apesar de ter sentido que as arenas são mais curtas e focadas na ação do que vimos no original. No entanto, a forma como avançamos na campanha é uma mudança brusca. Em Mind Control Delete, temos acesso a conjuntos de arenas que têm de ser completados de uma só vez, sem interrupções, existindo um novo sistema de vidas que determina a quantidade de dano que podemos receber. Em SUPERHOT, bastava um golpe para voltarmos ao início de uma arena, mas aqui, o mesmo não acontece. Com o sistema de vidas, a ação continua, não saímos da arena ou do nível até perdermos os corações todos. Quando isso acontece, e semelhante a um roguelike, perdemos todo o progresso realizado naquele conjunto de arenas e regressamos ao início.

A nova estrutura não é a única novidade de Mind Control Delete. Com a possibilidade de encontrar novos trechos de estória e escolher a progressão da campanha, junta-se a presença de hacks, ou habilidades, que melhoram momentaneamente a nossa personagem. Estes hacks são desbloqueados à medida que exploramos as várias ramificações da campanha e dão acesso a habilidades como mais corações por nível, objetos explosivos, maior velocidade de movimento, entre outros. Esta adição dá uma maior versatilidade à jogabilidade e serve quase como uma cartada inesperada entre níveis, com a sua inclusão a chegar aleatoriamente de arena para arena.

Existiram momentos em que fui salvo por um dos hacks, mas encontrei, infelizmente, mais sequências onde não senti o impacto da sua presença na jogabilidade, não adicionando muito mais do que uma mera distração.

Todavia, o mesmo não pode ser dito das habilidades mais permanentes. Ao contrário dos hacks temporais, estas opções principais, ou Core, adicionam camadas mais visíveis à jogabilidade. Por exemplo, a habilidade Charge, algo nunca visto no título anterior, que nos permite alcançar instantaneamente inimigos à distância e contornar ataques que poderiam ser, de outra forma, fatais. Charge mudou por completo a forma como abordava cada nível e vi-me a ser mais agressivo e ativo nas arenas. Temos ainda a possibilidade de trocarmos de lugar com inimigos, aumentar o número de corações e controlar a nossa katana à distância.

Estas adições são importantes e demonstram como a fórmula da série pode, de facto, evoluir com o tempo, mas ao mesmo tempo, Mind Control Delete demonstra como esse poderá não ser o caminho, especialmente se a repetição continuar a estar tão presente.

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Devo ainda sublinhar a presença de novos tipos de inimigos, algo que me surpreendeu. Ao contrário do original, a sequela foca-se ainda mais no desafio e no controlo de grupos de adversários, adicionando uma maior variedade aos seus combates. Em Mind Control Delete, temos inimigos que só podem ser atingidos numa parte do corpo – a única zona a vermelho, idêntica aos restantes inimigos – e outros que irrompem em balas quando os derrotamos. Isto significa que temos de controlar constantemente a distância entre inimigos, sendo necessário aproximar-nos para atingirmos os pontos fracos das personagens em branco, mas fugir rapidamente quando tivermos de eliminar um dos adversários explosivos. Simples, mas muito eficaz.

No entanto, fica o aviso: à medida que avançamos, vamos encontrar inimigos indestrutíveis e se não eliminarmos os restantes adversários na arena, vamos ser eventualmente apanhados.

SUPERHOT: Mind Control Delete é uma boa continuação que, infelizmente, não consegue ultrapassar a simplicidade e perfeição do original. Existem mais níveis, mais opções de combate e até um olhar mais profundo sobre a estória da série, mas a repetição de cenários e de confrontos é incontornável. Em poucas horas, torna-se numa rotina e não numa experiência inovadora ou empolgante. Talvez fosse essa a intenção da SUPERHOT team, este desvirtuamento do que é uma sequela, mas algo falhou nesta adaptação.

Contudo, SUPERHOT continua a ser uma das séries mais marcantes desta geração e é obrigatório até quando não é.

Nota: Muito Bom

Plataforma: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela SUPERHOT team.

O Xbox xCloud vai juntar-se ao Xbox Game Pass sem custos adicionais

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A promessa de jogarmos Xbox onde quisermos é cada vez mais real.

Xbox xCloud

A guerra dos serviços de streaming está acesa na indústria dos videojogos e a Microsoft quer estar na linha da frente, com a melhor e mais acessível oferta possível. Hoje, ficámos a saber que a visão da Xbox será mesmo ambiciosa.

Num novo comunicado escrito pelo chefe da divisão Xbox, Phil Spencer, ficámos a saber mais um pouco, não só da sua próxima consola, mas da forma como a equipa pretende operar perto das comunidades e dos jogadores, assim como o tipo de serviços que estes irão ter ao seu dispor.

Entre o posicionamento anti-ódio e planos para combater a toxicidade online, entre descrições de como é que os novos e velhos jogos vão parecer na Xbox Series X e entre detalhes sobre a facilidade proposta aos jogadores para saltarem para a nova geração, destaca-se uma grande novidade: a evolução do Xbox Game Pass.

No comunicado, é revelado que o Xbox Game Pass Ultimate, que dá acesso a mais de uma centena de jogos no PC e consolas Xbox, com as versões mais completas dos exclusivos Microsoft e acesso às vantagens do Xbox Live Gold, vai passar a incluir o Xbox xCloud, sem qualquer custo adicional.

Esta novidade chegará em setembro e ficará disponível apenas numa seleção de territórios selecionada, que irá crescer com o tempo, e vai dar a oportunidade de os jogadores poderem jogar o catálogo do Xbox Game Pass onde quiserem, via streaming, em smartphone e tablets. Tal significa que, tecnicamente, nem será necessária uma consola ou um PC para explorar os jogos da Xbox.

Assim, tal como o exemplo dado, jogos como Halo Infinite poderão ser jogados não só na mais recente Xbox Series X, mas num conjunto de dispositivos muito maior, convidando tudo e todos a juntarem-se à nova aventura de Master Chief, onde quer que estejam.

Estas são apenas algumas das novidades que nos esperam este mês por parte da equipa da Xbox, que se prepara para uma das semanas mais ambiciosas da marca, com um evento dedicado inteiramente aos jogos dos estúdios da Xbox e com o lançamento de mais de uma centena de demos únicas de futuros jogos, disponíveis por tempo limitado na Xbox One.

Depois da Glovo, lojas Continente ficam disponíveis na Uber Eats

Graças à Uber Eats, poderão receber em casa mais de 1.000 produtos das lojas Continente, marca própria e não só.

Há vários meses que a Glovo leva vantagem da Uber Eats no que toca à disponibilização de supermercados. Por exemplo, se quiséssemos, não podíamos usar o serviço de entregas de refeições da Uber para encomendar algo do Continente. Até hoje.

É verdade. Para já, esta possibilidade de efetuar compras nas lojas Continente através do Uber Eats está disponível tanto em Lisboa como no Porto, sabendo-se que, a partir de segunda-feira, também os habitantes do Algarve (em Portimão, Olhão, Lagos, Faro e Loulé) poderão usufruir desta novidade.

Estarão disponíveis mais de 1.000 produtos, seja de marca própria ou de outras, que vão desde limpeza do lar, higiene, beleza, peixaria, talho e congelados a refeições prontas, frutas e legumes frescos, bem como mercearia, cerveja, vinho e bebidas espirituosas.

Em Lisboa e Porto, é possível fazer pedidos entre as 9h e 22h. Quando a novidade chegar ao Algarve, o período horário será das 9h às 22h. Não existe valor de pedido mínimo.

De resto, e caso nunca tenham utilizado a Uber Eats antes, usem o nosso código eats-cwyhis e terão um desconto de 10€ na vossa primeira encomenda, desde que seja de valor igual ou superior a 15€ (sem contar com a taxa de entrega).

Nick+ chegou à MEO e oferece dois meses grátis a alguns clientes

Clientes sem MEOBox não podem usufruir da oferta.

“Chegou o Nick+, o serviço mais completo de entretenimento on-demand para crianças em Portugal, com o melhor do Nickelodeon e do Nick Jr.! Patrulha Pata, Henry Danger, SpongeBob e Loud em Casa são algumas das séries que lá moram, com temporadas inteirinhas para veres e reveres quando e onde quiseres, e repetir, e repetir, e repetir.” É assim que a o canal de YouTube Nickelodeon em Português apresenta o novo canal.

Disponível na MEO na posição 52, o Nick+ é mesmo dedicado aos mais jovens, onde poderão acompanhar as aventuras das personagens favoritas. O ponto mais positivo da chegada deste canal à MEO é o facto de apresentar várias séries que são exclusivas do Nick Jr., canal somente disponível na NOS.

De resto, realçar que o Nick+ pode ser aproveitado gratuitamente durante dois meses, pelo que os mais pequenos lá em casa vão ficar radiantes. Após este período promocional, a mensalidade será de 2,99€.

Para a adesão, tanto podem fazê-lo na TV como na área de cliente da MEO.

Atenção, para aproveitarem a borla de dois meses, terão de efetuar a adesão até 30 de setembro. O canal está disponível no MEO ADSL, MEO Fibra (com MEOBox) e no MEO Go.

Marvel’s Avengers em formato beta já em agosto

Preparem-se para começar a salvar o mundo.

Marvel’s Avengers

Marvel’s Avengers vai chegar ao PC e consolas em setembro, após um longo adiamento de produção que promete tornar o jogo o mais polido possível. Agora, sabe-se que a Square Enix e a Crystal Dynamics esperam ter a ajuda dos jogadores em troca de um acesso antecipado a algum do seu conteúdo.

Graças à cobertura da IGN Internacional, que este mês dá destaque ao jogo de super-heróis cooperativo, ficámos a saber que Marvel’s Avengers vai ter betas para todos durante o mês de agosto.

A começar no dia 7 de agosto, os jogadores PlayStation que tenham a pré-reserva do jogo podem começar a divertir-se com as suas missões. Depois, dia 14 de agosto, as portas abrem para os jogadores que tenham a pré-reserva no PC e Xbox, ao mesmo tempo que qualquer jogador PlayStation poderá juntar-se à luta. Por fim, dia 21 de agosto, todos podem espreitar o jogo, com ou sem pré-reserva, e, assim, ponderar se vale mesmo a pena ser um super-herói virtual.

Marvel’s Avengers

Além do anúncio destas fases experimentais, os fãs da Marvel vão poder descobrir mais sobre o jogo e sobre as betas em breve, numa transmissão especial que acontece já no dia 29 de julho.

Marvel’s Avengers chega ao PC e consolas a partir de dia 4 de setembro, com as versões next-gen a chegarem quando as consolas estiverem disponíveis.

Já existe uma Área de Serviço para Autocaravanas em Portugal

Foi hoje inaugurada em Ponte de Sor, no Alentejo.

Autocaravanas

Numa altura em que a procura por este tipo de turismo tem vindo a registar um aumento significativo, o Turismo de Portugal sabe disso e tem em vigor um Programa de Ação que visa a criação das condições e a promoção de um Autocaravanismo sustentável.

Para começar, foi hoje inaugurada a primeira Área de Serviço para Autocaravanas (ASA) em território nacional, localizada em Ponte de Sor, no Alentejo.

Nestas áreas de serviço (sim, serão inauguradas outras futuramente), em funcionamento permanente 24 horas por dia, os autocaravanistas encontram espaços destinados ao estacionamento e pernoite das autocaravanas, que asseguram o fornecimento de energia elétrica, bem como de abastecimento de água e despejo de resíduos sólidos.

Além da cobertura de todo o território nacional, a gestão destes espaços será em rede, através da ligação a uma plataforma eletrónica comum que permite a sua georreferenciação, informação atualizada sobre os serviços disponíveis em cada ASA, monitorização da ocupação e reservas online.

O autocaravanismo é um segmento em franco crescimento em Portugal e na Europa. Cerca de 80% dos autocaravanistas são estrangeiros – na sua maioria alemães, franceses e espanhóis -, reformados e apreciadores da cultura e gastronomia dos destinos que visitam, bem como do comércio local. Preferem viajar nas épocas média e baixa, contribuindo positivamente para o combate à sazonalidade, e têm maior apetência pelas localidades costeiras, nomeadamente, litoral alentejano e algarvio.

AXN Now vai ficar disponível no NOS Play

Não é conhecido por todos, mas é um dos serviços de streaming nacionais. O AXN Now vai ficar disponível no NOS Play.

AXN Now

A partir de dia 20 de julho, alguns dos maiores sucessos do canal AXN estarão igualmente disponíveis para todos os subscritores do NOS Play. São dezenas de séries adicionais incluídas no serviço de streaming da NOS. Até aqui, o AXN Now estava apenas disponível para os clientes MEO.

Assim, no dia 20 de julho, o NOS Play ganha uma nova secção dedicada aos títulos daquele que é o espaço de video on demand do AXN, onde se encontram temporadas completas das séries de êxito, estreias exclusivas e antestreias antes da emissão no canal.

Nesta nova área e até ao final do ano, os subscritores do NOS Play vão encontrar mais de 700 episódios organizados por série. Será ainda possível ver as séries do AXN Now em qualquer momento e em qualquer lugar, através da app NOS TV que permite a visualização no computador, tablet, smartphone e agora também através da Apple TV.

Vão poder assistir a títulos como Absentia, incluindo a terceira temporada que estará disponível apenas três dias após a estreia mundial; The Good Doctor (T1-T3); The Rookie (T1-T2); Diggstown (T1-T2) ou, ainda, Mr. Mercedes (T1-T3).

O NOS Play é o serviço de conteúdos por subscrição mensal da NOS. Por 7,50€/mês, debitada em fatura, os clientes NOS têm acesso a um pacote com milhares de filmes, temporadas completas de séries e desenhos animados, em HD, disponíveis em todos os ecrãs e renovados todos os meses.

Depois das viagens pela Europa, FlyKube aposta em viagens surpresa em Portugal

Mas não é a primeira empresa a fazê-lo por cá.

FlyKube viagens surpresa

Lembram-se quando falámos da Toratora, uma nova plataforma de reserva de viagens surpresa em Portugal? Não há muita gente que conheça o serviço, mas é verdade que veio começar aquilo que pode ser uma tendência: a aposta em viagens surpresa em Portugal.

Afinal, há que inovar em tempos de pandemia, e agora é a vez da FlyKube trocar viagens pela Europa por viagens mistério em território nacional.

Na verdade, a empresa esteve em standby devido à pandemia de COVID-19, mas tal não significa que estivesse parada. Pelo contrário.

Assim, e com objetivo de promover o turismo local e oferecer uma experiência flexível e segura aos portugueses, a FlyKube lançou o pack Escapadinha Surpresa, que permite uma aventura de dois a sete dias em território nacional, num destino surpresa, a menos de quatro horas de distância de carro da cidade de residência dos viajantes. Há mais de 100 alojamentos disponíveis neste pack, em destinos como Porto de Mós, no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, Costa Nova em Aveiro ou Albufeira, no Algarve.

Seja na cidade, campo ou praia, o novo pack inclui alojamentos desde hotéis a turismo rural ou apartamentos avaliados em mais de oito pontos nos parâmetros de localização, higiene e staff, de acordo com a Booking. No site, é ainda possível escolher o tipo de pensão pretendida e adicionar a opção de pequeno-almoço.

A partir de Lisboa e Porto, a rota da viagem é feita via GoogleMaps e o preço médio para três dias, duas noites, é de 99€ por pessoa, sendo o destino revelado apenas 48 horas antes da partida.

Para comemorar o lançamento do novo pack, até ao dia 26 de julho, quem reservar uma Escapadinha Surpresa pode ainda usufruir de descontos de 5% ou de 15€.

De resto, temos um desconto de 20€ para uma destas escapadinhas. Basta que, antes de reservarem a viagem, indiquem o código echoboomer20 em viagens de 3 ou 4 dias ou echoboomer40 para em viagens de 5 ou mais dias.

Crítica – CrossCode

Um RPG de ação imperdível.

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Depois de um lançamento de sucesso no PC, CrossCode estreia-se finalmente nas consolas, dando aos fãs de RPGs de ação uma experiência tão tradicional como inovadora. Com inspirações em títulos como Trials of Mana, The Legend of Zelda e Chrono Trigger, o titulo da Radical Fish Games consegue surpreender constantemente pela positiva, apostando num sistema de combate profundo e num mundo que nos motiva, a cada nova zona, a explorar todos os seus segredos através de um sistema de navegação intuitivo e empolgante. É tão simples como complexo; tal como deve ser.

CrossCode transporta-nos para um universo virtual onde nada é o que parece. Dentro do MMO CrossWorlds, a aventura de Lea, a nossa avatar, leva-nos através de um enredo repleto de segredos, mistérios assustadores e vilões inesperados enquanto descobrimos mais sobre a nossa personagem e o seu papel no mundo virtual de CrossCode. Os clichés do género, como a personagem amnésica, são utilizados com orgulho e funcionam de uma forma meta, construindo um jogo dentro de um jogo, semelhante ao que vimos nas séries .Hack e Sword Art Online.

A narrativa pode não ser surpreendente, mas vale pelas suas personagens, pelo sentido de humor e boa disposição de esta viagem por o mundo dos videojogos nos transmite. Só não esperem ser surpreendidos.

O que me fez adorar CrossCode não é propriamente a sua estória, mas sim o seu mundo e a sua jogabilidade. Como um MMO, CrossWorlds – o jogo dentro do jogo – utiliza todos os clichés e filosofias de design do género, dividindo o mundo por zonas distintas e HUBs, em forma de cidades, onde encontramos várias fações, NPCs, missões secundárias e ainda um mercado protagonizado por outros jogadores, onde podemos trocar recursos por itens e equipamentos mais poderosos. A exploração é muito intuitiva e convidativa, apresentando cenários com caminhos alternativos e com uma aposta surpreendente nas plataformas, possibilitando Lea de saltar entre caixas e partes dos cenários para descobrirmos tesouros escondidos e novos caminhos.

CrossCode é impossível de pegar e largar, uma vez que há sempre algo para fazer e encontrar no seu mundo virtual. Apesar das missões secundárias serem um pouco repetitivas, focando-se muito na recolha de itens ou em confrontos contra monstros, o humor e boa disposição das personagens mantêm-nos agarrados ao jogo e à sua fórmula clássica. Com uma navegação tão intuitiva, rápida e variada, não nos importamos de visitar constantemente as mesmas zonas em busca de novos recursos ou de uma nova missão.

Esta aposta na mobilidade dá aso a uma estrutura interessante, no sentido em que CrossCode consegue equilibrar perfeitamente as suas várias faces numa campanha completa. Antes de falar sobre o combate e alguns dos aspetos mais importantes da jogabilidade, é necessário sublinhar a aposta refrescante – e algo clássica – em puzzles. O mundo de CrossCode está cheio de quebra-cabeças que têm de ser resolvidos, seja dentro ou fora das missões principais. Estes puzzles são, na maioria, intuitivos e requerem alguma destreza, focando-se em momentos de plataforma, na ativação de fichas e alavancas, mas também na navegação de zonas fechadas, em puzzles de lógica e na utilização de projéteis para chegar a botões distantes.

O melhor aspeto desta aposta nos quebra-cabeças é que nunca sentimos que o jogo nos está a obrigar a parar a ação da campanha, mas sim a exponenciá-la através de novos desafios. Na jogabilidade, a Radical Fish Games une todos estes elementos clássicos, e alguns mais atuais, para criar um RPG de ação que é absolutamente imperdível se forem fãs do género. Para além da navegação e da variedade de opções de mobilidade, junta-se um sistema de combate direto, mas igualmente profundo e desafiante. Lea é uma Spheromancer, uma das classes menos populares do MMO, mas que apresenta um enorme equilíbrio entre ataques físicos e a utilização de projéteis.

Isto significa que CrossCode divide-se em dois momentos de ação: um corpo a corpo, apresentando várias habilidades que permitem o controlo de grupos de inimigos – que podem ser desbloqueadas à medida que evoluímos de nível através de uma árvore de habilidades muito completa – e outro em ataques à distância, funcionando como um twin-stick shooter. A presença de vários tipos de inimigos, cada um com os seus pontos fracos, elevam a jogabilidade e obrigam-nos a mudar constantemente a abordagem e a manter-nos em movimento, seja pela utilização dos cenários a nosso favor ou pelo botão de desvio.

O combate é frenético, mas igualmente desafiante. CrossCode não é um jogo de ação desenfreado e requer alguma estratégia. Esta aposta no desafio é aparente pela presença de um leque interessante de inimigos. Alguns são fracos a ataques à distância e outros requerem que estejamos constantemente a atacar e o mais próximos possíveis para pararmos os seus ataques. Os bosses levam esta fórmula ao seu próximo patamar e exigem a utilização dos próprios cenários para conseguirmos atingir os seus pontos fracos.

Na sua génese, estão muito próximos do que vimos em The Legend of Zelda, Alundra, Secret of Mana, entre outros clássicos do género, onde os combates se dividem por fases, cada uma mais difícil que a anterior.

Como um RPG de ação, CrossCode dá-nos várias opções de personalização. Não só temos acesso a um sistema de evolução por níveis, influenciado por pontos de experiência, e a uma árvore de habilidades extensa, como temos a possibilidade de equipar várias peças de equipamento e armas. Mais uma vez, a Radical Fish Games manteve-se focada no lado mais clássico do género e no equilíbrio entre os vários elementos da jogabilidade. É tudo acessível, intuitivo e de fácil utilização. Apesar de não ser inovador, é um jogo que nos mantém motivados e que apresenta regularmente novos elementos que tornam a campanha mais empolgante.

A nível visual, temos uma aposta em sprites, em cenários coloridos e em modelos expressivos. As cores são mesmo um dos destaques e a sua aposta num design próximo dos clássicos 16bit dão a CrossCode uma sensação reconfortante de nostalgia. Não apreciei tanto os retratos das personagens durante os diálogos e a sua aposta em sequências quase estáticas, mas cumprem a sua função, especialmente pela presença de várias reações visuais para cada personagem. A banda sonora também mantém esta aproximação aos clássicos, com composições alegres, cheias de ritmo e com uma aposta na música eletrónica. Não é original, mas funciona perfeitamente.

CrossCode é um regresso ao passado e um exemplo perfeito da fórmula clássica a funcionar tal como devia. A sua aposta no combate, exploração e resolução de puzzles é imaculada, e existe muito para descobrir neste mundo virtual. O seu lançamento nas consolas é uma bênção, tal como um regresso a casa há muito esperado, e é um título altamente recomendado.

Nota: Muito Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela DECK13.

IKEA vai ter novas almôndegas de proteína vegetal nos restaurantes

E já a partir de 1 de agosto.

almôndegas de proteína vegetal

É certo e sabido que a IKEA quer ser uma marca cada vez mais sustentável e com um impacto positivo nas pessoas e no meio ambiente. E não é só nos móveis, acessórios e embalagens que essa mudança está a ser feita, mas também na comida.

Muito em breve, mais especificamente a partir de 1 de agosto, irão chegar aos restaurantes IKEA as novas almôndegas de proteína vegetal, que são, essencialmente, uma nova versão das icónicas almôndegas suecas.

A grande novidade é, lá está, a receita utilizada, que representa apenas 4% da pegada ambiental das almôndegas tradicionais. Contudo, a marca promete ser uma alternativa fiel às mesmas, apresentando o mesmo aspeto e textura.

A nova almôndega de proteína vegetal é feita com proteína de ervilha, batatas, cebola, flocos de aveia e maçã, ou seja, uma total alternativa à carne. Mas e como é que se tenta replicar o sabor da carne? Fácil, adicionando sabores umami, como cogumelos, tomate e legumes assados em pó.

A nova almôndega de proteína vegetal HUVUDROLL chegará à IKEA já a 1 de agosto. Nos restaurantes, o prato vai ser vendido ao mesmo preço baixo que as almôndegas tradicionais, ou seja, a 3,5€. Além disso, será servido com puré de batata, molho de natas, compota de arandos vermelhos e ervilhas, tal como o prato clássico de almôndegas.

Melhor de tudo? Esta novidade também vai estar disponível nas lojas, o que significa que poderão levar para casa e cozinhá-las da forma que quiserem

A$AP Rocky, Hot Chip e mais novidades no Super Bock Super Rock 2021

Uma mão cheia de boas notícias.

Hot Chip

Num mundo sem COVID-19, hoje seria o primeiro dia da edição deste ano do Super Bock Super Rock. Não sendo possível, celebra-se de outra forma. Como? Com novidades para 2021.

Para já, uma reconfirmação: A$AP Rocky vai atuar a 15 de julho no Palco Super Bock, ele que era um dos nomes mais esperados para este ano.

Depois, os Hot Chip, que prometem encerrar a noite de 16 de julho num clima de grande festa, tal como já é apanágio da banda. Para esse dia, estão também confirmadas as atuações dos míticos Wire (Palco EDP) e Pedro de Tróia (Palco LG by Rádio SBSR).

Para dia 17 de julho também há novidades, nomeadamente com a presença dos norte-americanos Son Lux (Palco EDP) e os portugueses GANSO (também no Palco EDP).

Anteriormente, o SBSR já tinha reconfirmado as atuações de Foals, Kali Uchis, Slow J, Boy Pablo, Local Natives, Jungle DJ Set, Brockhampton e Goldlink.

No que toca aos bilhetes, quem adquiriu previamente não precisa de fazer absolutamente nada, uma vez que os mesmos serão válidos para 2021. Já para quem vai comprar, saibam que o passe geral custa 110€ e o bilhete diário 55€, mas só até final do ano. À medida que o tempo for passando, os bilhetes serão mais caros, pelo que, se puderem, adquiram o quanto antes.

Programa de descontos da EDP vai ter novidades em setembro

Será possível usufruir dos descontos nos atuais parceiros da Comunidade EDP até 31 de julho.

Comunidade EDP - programa da EDP

Muitos provavelmente nem conhecem, mas a verdade é que a EDP Comercial (ou seja, clientes do mercado livre) tem um programa exclusivo que dá pelo nome de Comunidade EDP e que, essencialmente, permite não só usufruir de descontos na fatura de luz e gás, mas também em compras efetuadas em parceiros da empresa.

Pois bem, este programa da EDP vai agora ter uma pequena pausa.

Num email enviado aos clientes, pode-se ler que a “Comunidade EDP vai mudar”, estando prometidas “muitas novidades” em setembro. E isto é tudo o que se sabe por agora.

Até lá, será possível usufruir dos benefícios dos atuais parceiros até 31 de julho.

Mundial 2022 vai decorrer entre 21 de novembro e 18 de dezembro

A competição vai realizar-se em 28 dias. Durante a fase de grupos, estão previstos quatro jogos por dia.

Mundial 2022

É oficial. A FIFA divulgou esta quarta-feira o calendário do Mundial 2022, que irá decorrer entre novembro e dezembro desse ano.

Primeiro que tudo, as datas. A competição irá decorrer entre 21 de novembro e 18 de dezembro, pelo que existirá futebol durante 28 dias.

Depois, o jogo de abertura. Acontece a 21 de novembro, às 13h (11h em Lisboa), no Estádio Al Bayt, que pode receber um total de 60.000 pessoas. A final, por sua vez, acontece a 18 de novembro, às 18h (15h em Lisboa), no Estádio Lusail, com capacidade para 80.000 espetadores.

Já a fase de grupos irá acontecer entre 21 de novembro e 2 de dezembro. Durante esse período de 12 dias, irão decorrer quatro jogos por dia.

Todas as partidas irão decorrer em oito estádios, situados num raio de 48 quilómetros, o que evitará grande viagens por parte das seleções.

Os jogos poderão decorrer às 13h locais (10h em Lisboa), 16h (13h em Lisboa), 19h (16h em Lisboa) e 22h (19h em Lisboa).

PES 2021 surgirá este ano como uma mera atualização

Pode-se mesmo dizer que PES 2021 está cancelado.

Os rumores já andavam a circular e agora confirma-se. Este ano, PES 2021 não chegará às lojas (físicas e digitais) no formato habitual, mas sim como uma simples “atualização sazonal”.

No fundo, é o mesmo que dizer que, este ano, não haverá nova edição Pro Evolution Soccer para PC e consolas. Ao invés disso, o PES deste ano surgirá como uma mera atualização para o mais recente PES 2020.

O porquê da não existência de uma verdadeira sequela este ano? Bom, com a próxima geração de consolas prestes a chegar, a Konami quer focar-se em desenvolver um título de futebol de nova geração que pretende representar o conceito de “The Pitch is Ours”.

“Este título está a ser desenvolvido com um motor atualizado que nos permitirá maravilhar-vos com melhorias incríveis em todas as áreas do jogo. Contem com modelos e animações de jogadores mais realistas, física melhorada, imagens fotorrealistas e muito, muito mais”, segundo diz o comunicado oficial.

“Todavia, a escala de tudo o que estamos a querer fazer com a nossa estreia de nova geração faz com que seja necessário conter os nossos esforços noutras áreas de desenvolvimento. Como tal, tomámos a decisão de lançar o PES deste ano como uma oferta simplificada, sob a forma “Season Update”. Dito isto, continuamos extremamente confiantes de que o jogo deste ano proporcionará emoções suficientes para se entreterem até ao lançamento do nosso jogo de próxima geração”, diz o mesmo documento.

Posto isto, PES 2020 (relembrem a nossa análise aqui) deverá contar com novos conteúdos em breve, mas não esperem novidades para aí além. Apesar de, em 2020, a série assinalar 25 anos de existência, não deixa de ser algo desapontante não existir um PES 2021 propriamente dito.

Em todo o caso, há algo positivo no meio disto tudo: este season update irá surgir no mercado com um preço muito em conta.

Resta-nos dizer que PES 2022 já não irá contar com o motor de jogo FOX Engine, mas sim com o Unreal Engine, na PS5 e Xbox Series X. A previsão atual da Konami é iniciar os testes do novo jogo em meados de 2021, estando a data de lançamento prevista para um pouco mais tarde nesse ano.

Mercadão faz entregas do Pingo Doce em cada vez mais cidades

O Mercadão aposta com força no Projeto Expansão 2020.

Mercadão do Pingo Doce

Para evitar a aglomeração nos supermercados, nas zonas onde haverá maior concentração de pessoas durante os meses de julho e agosto, o Mercadão aposta com força no Projeto Expansão 2020.

Tal significa que, de momento, o serviço já disponibiliza entregas rápidas do Pingo Doce em mais de 24 zonas litorais.

Além do Algarve – desde Lagos até Vila Real de Santo António –, outras 24 zonas litorais portuguesas passam a ser abrangidas pelo serviço. Entre os mais de 850 quilómetros à beira-mar, de Norte a Sul de Portugal, destacam-se as zonas de Vila Nova de Cerveira, Moledo, Caminha, Viana do Castelo, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Leça da Palmeira, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Espinho, Esmoriz, Cortegaça, Gafanha da Boa Hora, Marinha Grande, Nazaré, Caldas da Rainha, Sintra, Cascais, Costa da Caparica, Sesimbra, Setúbal, Tróia e Comporta.

A partir da próxima semana, o serviço estará disponível, também, na Figueira da Foz. Entretanto, e para que as entregas aconteçam sem problemas, foram contratados mais 50 shoppers para assegurar a recolha e entrega de produtos.

Xico Esperto, Gingão e Loirinha. Chegaram ao Lidl três cervejas artesanais portuguesas

As cervejas Tuga são originais da empresa portuguesa Praxis.

cervejas artesanais lidl

Com o objetivo de impulsionar a economia nacional e promover a qualidade dos produtos locais, o Lidl aliou-se à empresa portuguesa Praxis, o mais antigo produtor de cerveja artesanal em Portugal, para desenvolver três variedades de cervejas artesanais que chegam mesmo a tempo deste verão bem quente.

A Xico Esperto, Gingão e Loirinha são exclusivas do Lidl, pelo que somente poderão encontrá-las nas lojas do grupo.

Cada cerveja apresenta sabores e aromas distintos para todos os gostos. Feita com malte de cevada, a Xico Esperto é uma cerveja pilsener, um dos tipos de cerveja mais consumidos no mundo inteiro. Tem um sabor amargo ligeiramente acentuado e destaca-se pelo lúpulo aromático.

Já A Gingão, assente no mesmo conceito da pilsener lupulada, tem as mesmas características da cerveja preta. Apresenta um sabor torrado, pouco amargo e um aroma mais intenso. Trata-se de uma cerveja mais robusta devido ao seu ingrediente-chave, a aveia.

Por último, a Loirinha, por ter menos lúpulo, apresenta um sabor menos amargo e, também por ser menos gaseificada, é mais leve e refrescante. Além do malte de cevada, inclui malte de trigo e casca de laranja.

Um dos ingredientes diferenciadores da Praxis, comum na composição das três cervejas exclusivas do Lidl, é a água do Alto Mondego. Com ph neutro, ideal para a produção de cerveja, a água é naturalmente perfeita, não havendo necessidade de ser moldada quimicamente, contribuindo para um produto final de elevada qualidade.

As cervejas artesanais portuguesas Tuga by Praxis estarão disponíveis durante todo o período do verão.

Lisboa vai receber uma loja da Xiaomi no outono

Ao que tudo indica, será no centro comercial UBBO.

da Xiaomi

É certo e sabido que, apesar da dimensão do país, a Xiaomi tem tido Portugal em consideração nos seus mais recentes lançamentos. E isso é algo que faz todo o sentido, uma vez que, por cá, a marca tem quatro lojas a funcionar.

Pois bem, em breve serão cinco lojas. Num vídeo partilhado no Facebook, a marca refere que a próxima loja da Xiaomi em Portugal será inaugurada em Lisboa, já este outono.

Bom, não será bem bem em Lisboa, mas sim na Amadora, no centro comercial UBBO, a ter em conta o que alguns utilizadores disseram na Internet, referindo que, apesar de fechada, a loja já está meio construída. Atenção, isto não está confirmado, pelo que não passa de um rumor.

Esta será mais uma loja como as restantes em funcionamento em Portugal, pelo que poderão encontrar lá os produtos de sempre, a não ser que a loja tenha exclusividade para algum produto, o que não nos parece muito provável.

Recorde-se que, até agora, a marca chinesa tem em funcionamento lojas no Porto (Rua Sá da Bandeira), Braga (Braga Parque), Matosinhos (Mar Shopping) e Oeiras (Oeiras Parque).

Posto de Combate estreia a 6 de agosto nos cinemas nacionais

Se gostas de épicos de guerra, provavelmente tens um bom motivo para ires ao cinema ainda este mês. Posto de Combate estreia nos cinemas a 6 de agosto.

Foi uma das mais sangrentas batalhas da Guerra do Afeganistão a que se deu quando centenas de soldados talibãs emboscaram algumas dezenas de militares norte-americanos no pequeno posto militar de Kamdesh. Baseando-se em relatos verídicos, Posto de Combate é um filme de Rod Lurie.

A força norte-americana no posto de combate de Kamdesh tinha sido destacada para projetos de desenvolvimento com as comunidades locais. Contudo, a localização geográfica no sopé de três montanhas tornava a base de 53 militares especialmente vulnerável a ataques de rebeldes – uma ameaça que veio a tornar-se realidade.   

Com a decisão de fechar a base, os talibãs decidiram marcar posição, atacando o posto avançado com armas de fogo ligeiras, lança-granadas, metralhadoras pesadas e canhões sem recuo B-10, matando oito soldados americanos e ferindo quase mais duas dezenas. A Batalha de Kamdesh, como ficou conhecida, foi o mais sangrento confronto dos EUA na Guerra do Afeganistão.

Este filme é baseado no best seller internacional do jornalista Jake Tapper, intitulado de The Outpost: An Untold Story of American Valor. O elenco principal conta com nomes de peso como Orlando Bloom (O Senhor dos Anéis), Scott Eastwood (Esquadrão Suicida) e Caleb Landry Jones (Três Cartazes à Beira da Estrada).

Spellbreak vai chegar a todas as plataformas em formato free-to-play

Tem lançamento oficial marcado para o final do ano.

Spellbreak

Spellbreak está prestes a ter um lançamento oficial. E vai fazê-lo em grande. Atualmente acessível apenas via beta fechada para um grupo limitado de jogadores registados ou que comprem o Founder Pack, o jogo competitivo da Proletariat tem agora um lançamento previsto da sua versão final para o final deste ano, chegando ao PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Mas as novidades para os fãs do género não se ficam por aqui, porque o seu lançamento será free-to-play e irá suportar cross-play, o que significa que todos os jogadores vão poder jogar livremente, em qualquer plataforma, com quem quiserem e sem qualquer custo adicional.

Com uma componente battle royale, Spellbreak é categorizado como um jogo AAA de fantasia, com visuais cell-shaded, onde os jogadores podem usar habilitades e magias, associadas a diferentes tipos de classes, que podem trabalhar em conjunto para poderosos combos.

Em desenvolvimento há alguns anos, o jogo começou as suas fases de teste em 2018 e, desde então, tem recebido novos conteúdos e melhorias graças ao feedback da comunidade e jogadores que foi acumulando ao longo do tempo.

Spotify vai lançar charts de podcasts

É a grande aposta de 2020 da plataforma de streaming mais utilizada no mundo inteiro. O Spotify prepara-se para lançar charts de podcasts.

Spotify - charts de podcasts

A plataforma de streaming musical está a criar charts ou Tops para ajudar os utilizadores a descobrirem novos podcasts e acompanharem as tendências do seu país. Esta atualização vai aproximar o Spotify do Apple Podcasts, por exemplo, que já tem esta função disponível.

Vai haver duas playlists de charts de podcasts. A primeira vai ser as Tendências, que vai contar com programas que tenham aumentado os seus ouvintes recentemente, incluindo cerca de 50 podcasts. Já o Top vai ser composto pelos 200 podcasts mais populares em cada país ou região.

Na prática, este top já existe, mas vai ser modificado. Atualmente dividido em categorias, como comédia e tecnologia, esta playlist vai contar com muito mais podcasts. Para já, a funcionalidade vai ficar disponível em 26 países, entre os quais os Estados Unidos, México ou Reino Unido. Portugal parece não estar incluído, para já, mas é bem provável que, em breve, a novidade fique disponível por cá, até porque o nicho dos podcasts tem cada vez mais valor.

Ainda assim, há alguma controvérsia. O algoritmo não é muito claro e o Spotify não revelou quais é que vão ser os critérios mais específicos. Em declarações ao The Verge, um porta-voz da empresa disse que vai monitorizar tudo e ter atenção a todos os aspetos.

Ainda assim, várias pessoas tentaram colocar os seus podcasts no top de outras plataformas. Por exemplo, John Perotti pagou cinco dólares a alguém online que conseguiu que o seu pequeno podcast subisse ao lugar 55 dos podcasts mais populares. O mesmo pode acontecer no Spotify.